Michael Sullivan
A história viva da nossa música! O gênio Michael Sullivan invade o Pânico desta sexta-feira (31) para revelar os bastidores dos maiores sucessos que embalaram a TV e o Brasil nas últimas décadas. O compositor fala sobre sua entrada no Guinness Book com Paulo Massadas, as emoções de compor para Roberto Carlos e Tim Maia, e a criação da lendária "Um Dia de Domingo". Assista e cante junto!
Emílio Surita
André Alba
Antão
Fuzil
Michael Sullivan
Pablo
Renato Plácido de Barros
Rogério Morgado
Samidana
- Carreira musical de Luís VaratojoComposição musical · Michael Sullivan · João Barradas · Luiz Gonzaga · Obras de Ana Paula Maia · Gal Costa · Roberto Carlos · Xuxa
- Consequências da Falta de RespeitoFalta de respeito na sociedade · Educação infantil · Respeito aos idosos · Violência doméstica
- Cota para carros elétricosEletrificação de veículos · BYD · Move Brasil · Sustentabilidade · Dolphin GS · Dolphin Mini
- Cinema e SériesHomem-Aranha · Suspeita de bomba em voo · 72 Horas em Miami · História da França na Segunda Guerra Mundial · Crônica "Marca Diabo" · Princesa Lily: O Manual Prático da Vingança Lucrativa · A Única Saída · Falar com o medo e a prevenção
- Nostalgia e SaudadeMúsica dos anos 80 · Música infantil · Chupeta adulta · Bailes e discotecas
- Mercado de Trabalho e EmpreendedorismoProfissionais de saúde na pandemia · Motoristas de aplicativo · Aposentadoria · Investimento
- Humor e ComédiaStand-up comedy · Rogério Bastos · Gorillaz
Front detectado.
Humor reiniciado. Modo pânico ativado. No feed da vida só filtro e like. O mundo tá sério, quadrado demais, mas o pânico vem e ri por trás.
Ah, Zé da Mongra!
Aí, aí, escreve, humano, copia o algoritmo, manda e a galera obedece.
Mas calma, respira, dá risada, confia que o erro é que faz o sucesso.
É o bug do sistema, glitch de humor, um reboot na graça, reinicio do amor enquanto vive, me tenta travar.
O Pânico vem para desinstalar.
Olá, meus investigados pelo amor, como é que vocês estão? Tudo bem com vocês? Estamos de volta, mais um alienado programa Pânico. Pelas bem-aventuradas plataformas da Jovem Pan. Sejam bem-vindos ao programa que, ao contrário do Show da Xuxa, não tem idosos fantasiados. Sextex, delícia, hein? Você já sabe, vamos para as diquinhas, não é? Como se esbaldar no final de semana. Eu sei que vocês gostam muito. Temos aqui ele, o Serelepe Gilbertinho.
E ele, o meu pró-pró, hoje estava com uma carinha tão cansada. Ficou difícil, tá difícil, pró-pró, acordado a noite inteira trocando muitas fraldas, trocando as fraldas do meu little Harry.
Que pena, às vezes ele esguicha, tem que trocar de novo.
E a senhora não aceita?
Não, ela ajuda bem, ajuda bem, mas é impossível não acordar com os gritos.
Você estava muito quietinho hoje.
Eu estou muito concentrado. Pode não parecer, mas eu fico muito prestando atenção em tudo.
Saudades da sua época de solteiro, nós dois em São Manuel passeando no coreto descalço, com uma, apenas uma jeans.
Sinto muita saudade, Mimi. Um livro e um segredo. É por isso que eu tenho saudade de você, Mimizito, e garotos fogosos desse programa. Sextou E confesso que hoje é dia de maltratar.
Eita, eita, todos isso parou tudo, hein?
É, parou tudo aqui, mas eu vou desligar o geral.
Retorno, não pagaram a conta, não está no ar. No ar nós estamos, no ar está funcionando. Se estiver no ar, tudo bem. Estamos no ar, estamos no ar, só o retorno nosso que bichou.
Tá bom, então vamos voltar.
Puder arrumar o retorno, a gente fica feliz. Sem retorno, cestou, galera.
Confesso que hoje é dia de maltratar a varinha do meu Little Harry. É dia de colocar o Aristóteles para fora e descabelar o Schopenhauer. Essa é para poucos. Já preparei drink de carambola selvagem e provavelmente vou ficar mais louco que a Marlene Matos no show da Xuxa. Para meu pequeno Little Harry não vai faltar leite quente. Hoje eu não vou dar, eu vou distribuir. Nenhum guindaste me tira de cima do meu Little Harry. Agora eu vou comprar um gelzinho que aquece o botão.
Estamos de volta, DT. Você está convidado, Zuzi. Quero ver como é que tá esse pelinho ruivo que você tem, tá bom? Agora vem você também, Little Lion.
Ah, meu pró-pró, meu pró-pró safadão, vem fazer a chuquinha na juba do leão, que cê estou com alegria. E é com ele, meu cowboy de vergalhão, solta ele!
Casino!
Veio, Brasil! Hoje é dia de chuchar o churro, dia de abocanhar o kiwi. Delary, traz meu tadala que hoje eu vou durar mais que 3 minutos, Brasil! É hoje que eu viro o pula-pula da sacanagem. Vem, Zé da Manga, vem que eu chupo essa manga até o caroço, Brasil!
Vamos lá, Emilião!
Não me diga não, é dia de amassar o capô de Fusca da Carol. Não me diga não, Brasil, é o Léo comendo paca com arroz e feijão. Vai, Brasil!
É isso aí, Bichovski, sexta-feira. Vamos agora para agenda dele, é o melhor stand-up comedy do Brasil. No meio, ele é conhecido como Inchado de Assis, é o nosso Rogério Morgado. Diga lá, Morgadíssimo!
Olha eu assistindo aí, ó, o Spider-Man. Sou eu, Morgadinho. Quem é esse rocambole uma hora dessas? Eu faço a minha, então o negócio é o seguinte, eu filmo e falo. Toda quarta tem show do Morgado em São Paulo, então não fica de fora. Clubedingresso.com. Os ingressos estão à venda lá no Clube do Ingresso até o final de setembro. Então, se você tá vindo de fora de São Paulo, passeio, vai trabalhar, convenção, feira, já compra o seu sabendo que vai estar numa quarta-feira aqui em São Paulo, tá legal?
Hoje tem show do Morgadão em Sumaré. Você de Sumaré e região, você de Hortolândia, Campinas— Campinas, ó, não temos data ainda para esse ano. Então vai lá hoje ver o Morgadão, bilheteriaexpress.com.br. Show solo hoje em Sumaré, no Morgadão, tá legal? Dia 7 de agosto tô em Canoas, Rio Grande do Sul. Morgadão tá chegando dia 7 em Canoas, no dia 8 em Novo Hamburgo e no dia 9 em Bento Gonçalves. Todos você compra pelo Simpla. Dia 14 de agosto em Santo André, Hilários Comedy Club, ticketnamao.com.br.
Brasília e Goiânia, 15 e 16 de agosto, simpla.com.br. Americana tá chegando também em setembro, Curitiba, Joinville. E você entra no @rogermorgado que tem todo o caminho para esses shows aí, tá legal? Joinville é no ticketcenter.com.br. Um abraço para Jovem Pan de Joinville dando todo o apoio aí para o Morgadão, tá certo? Você quer patrocinar o Show do Morgado? Você fala assim: Morgado, quero pôr minha marca no seu show. A gente faz sorteio, distribuição de brindes depois do show, tem sua marca exposta em toda divulgação, é muito bacana.
Você vai receber aí todas as cotas de patrocínio. Como que você faz isso? Manda um email para contato@rogeriomorgado.com.br. Cidade de Londrina, Ribeirão Preto, Americana, Goiânia, todas essas cidades que eu falei, você pode mandar o email, tá bom? @rogeriomorgado. Todo caminho para todos os ingressos, para mandar email e tudo mais. Obrigado, Emílio!
Boa!
E você, meu querido goiarésito?
Ô, Emilião, sexta-feira da outra semana estou chegando na bela Guarulhos. Olha só, hein? Que isso, não fala assim! Guarulhos é uma cidade linda, maravilhosa. Com pessoas bonitas e tudo mais.
Falando para testa, ele falando para testa, 1, 2.
É muito louco quando os caras falam aquele negócio, pô, sabe, você tem que trocar o pneu do carro com o carro andando, é isso aqui. Mas beleza, Guarulhos, tô chegando aí na outra sexta, dia 7, um show comedy. Entra lá no @fabiogoretti, tem todas as informações direitinho, mas compra ingresso através da bilheteriaexpress.com.br. Show novo, Inutilidade Pública, é para vocês, Guarulhos, no Um Show Comedy. Não vacila, bora lá! Depois, na outra semana, tem Mogi.
Na outra semana tem Santo André. Na outra semana, acho que eu vou pegar uma semana de folga. Mas é isso aí, @fabioguerreiro, todas as informações bonitinhas para vocês.
Valeu, Emílio!
Sextou muito bem, gente, muito bacana aqui conosco. A Sandra, a Sandra de Bauru.
Meu nome é Sandra, de Bauru.
Ela tá falando que amanhã é aniversário de Bauru. Ora, meu Bauru! Eu vou para Bauru também, vou no ponto chique. Parabéns, Bauru! Paulo Almeida em Poços de Caldas. Temos Adriana Hênio, Daniel de Delta, Minas Gerais, o Anderson Soares em Portugal. Que beleza! Volte para sua terra, Portugal! Chegou o momento de homenagear Homenagear quem não tem vergonha de farmar aura nem de assistir a gente. É hora de nossa audiência, a majestade.
A majestade de hoje vem da Zona Leste de Sampa. Humano é biomédico, mas hoje tá no transporte de aplicativo. O brabão é casadaço e ainda canta um rock and roll.
Palmas para Renato Plácido de Barros! Fala, Renatão, você é do Uber ou não? Aliás, tem um adendo da Xerazade. Eu vi a Xerazade, é bom ter um motorista de Uber. A Xerazade pegou Uber, tá muito brava, muito. Eu vi lá ela brava. Aí a Xerazade pegou Uber e falou para o cara do Uber: olha, você por favor coloque na BandNews. Aí ele falou: nem por um cacete, o carro é meu, eu quiser.
Tá certo isso?
Ele está certo, não tá? Porque o Uber não é, não é um transporte público, não, é uma carona que você dá para alguém mediante um dinheiro. É isso.
Só que assim, existem as categorias que são diversificadas, né? Então assim, quando você pega um Black O cara praticamente manda no carro. Quando é um conforto ali, você atende algumas exigências dele.
Depende do que o cara te paga, mas é uma cortesia, normal.
Mas é uma cortesia. Mas por exemplo, ele antes de selecionar a viagem tem algumas coisas que ele vai lá e selecionar. Eu gosto de ar-condicionado frio, não gosto de conversar, não gosto de rádio ligado.
Dá para selecionar no aplicativo.
Exato.
Não pode pagar com rasgo preto.
Como eu faço o X?
Desculpa.
Tá, como eu faço X, então assim, o rádio é meu, eu coloco onde eu quiser. Já tomei umas notas baixas por causa que tava ouvindo pânico no rádio, os esquerdistas assim, né? E aí a gente assim diminui o volume para não incomodar, mas depende da categoria, entendeu?
Entendi. Se é uma categoria premium, aí o cara tem que ficar quieto e abaixar a cabeça. Nada como dinheiro, né?
Mas é o bom senso, é a regalia que ele tem por pagar mais caro pela corrida.
Depois o dinheiro seleciona, né? É impressionante, né, professor?
Separa, separa.
Tudo tem um preço, tudo tem um preço.
Existe uma vida melhor, mas é mais cara. E às vezes existe uma vida mais barata, que tem uma qualidade.
Eu queria fazer um agradecimento aqui, que essa semana você mencionou os profissionais que trabalharam na pandemia, né? Sim, eu sou biomédico, eu trabalhei durante a pandemia. E assim, essa falta de reconhecimento que muitas vezes que existe, né, pelos profissionais da saúde. Não, não se paga bem, né? Até por isso que eu tô até no Uber hoje, né? Biomédico ganha muito pouco. E quando alguém menciona que os profissionais da saúde fizeram um excelente trabalho durante a pandemia, é assim, é uma honra receber um elogio desse de vocês.
Então, porque tá tendo agora, estão lá no Congresso americano, então estão com o Fauci, mas são os republicanos que estão falando com o Fauci. Ele tá lá, não quer falar, tal. E aí muita gente tá falando, eu falo, quem pode falar sobre a pandemia é o enfermeiro que tava no hospital, é o médico que atendeu, esses caras que têm a dimensão do que foi o problema da pandemia. O povo que falou calcinha apertada, as máscaras, Aquela coisa toda, lockdown, lembra lá que teve tudo isso?
Foi tudo meio política, né, que fizeram. Mas quem trabalhou mesmo, quem sentiu o que foi a pandemia, é quem trabalhou.
Condições de trabalho bem ruins, bem ruins.
Eu imagino.
Eu, por exemplo, eu moro no Itaim Paulista e eu trabalhava no hospital, no hospital lá de Jabaquara, né? E assim, eram Durante a pandemia, o transporte público era horrível. Então eram 3 horas para chegar no hospital. Então atravessava da Zona Leste à Zona Sul assim para chegar no hospital. 3 horas de puro sufoco e medo de contrair a doença.
Claro, impressionante o que a gente sofreu na época. Aí eu imagino quem tava lá na linha de frente, né?
Exatamente.
Parabéns! Você quer mandar um abraço para alguém, Renato?
Quero mandar para minha esposa Débora. Meus amigos Marcelo, Diego, para o meu filho que mora no Espírito Santo, o Arthur, para Natália e para todo mundo que tá ouvindo a Jovem Pan. E de novo, eu sou a majestade aqui, mas eu me sinto honrado em estar participando.
Você é uma simpatia, você que é importante aí na bagaça.
Muito bem, você quer participar? Mande o seu email aqui para o Dedê. De vez em quando ele tem lá, ele rouba Mas não manda de manhã, tem que ser depois do meio-dia. Audiência Majestade, @jovempan.com.br, e marca Diego Delari. É isso aí. Dito isso, vamos falar.
Não é original de hoje, você sente, né, cara?
Não é original de hoje.
Boris Paramaiores.
Boris, cadê o Boris? Boris, boa noite! Boa noite, boa noite, boa noite!
Bora estar animado!
Você vai ver hoje no Jornal O Público. Vamos agora falar de filmes. Opa, vamos falar de séries e vamos falar com homens que perdem amizade, mas não perdem a oportunidade de patolar os coleguinhas. Linhagem Geek com Homem-Aranha com corpinho da filha de Quitandeira, nosso André Alba. Linha Genguiqui, Linha Genguiqui, Linha Genguiqui, com Zé da Manga. Acho que hoje vai ter Zé da Manga.
Boa tarde, boa tarde, pessoal. Se inscrevam lá, se inscrevam lá no canal da Linha Genguiqui. Falta acho que 800 inscritos aí para batermos a meta de 500 mil inscritos no canal da Linha Genguiqui. Geek, grande momento, grande momento. Bom, vamos às dicas, vamos às dicas. Tem algumas boas dicas, hein? Essa foi uma boa semana, uma boa safra aí, pelo menos para o meu gosto. Gostaria de saber o de vocês, obviamente. Mas obviamente, primeiro filme que nós vamos indicar aqui não poderia ser diferente, é o grande blockbuster do momento, provavelmente o grande blockbuster do ano, que é o Homem-Aranha.
Homem-Aranha 4, é Homem-Aranha: Um Novo Dia. Você encontra obviamente também só nos cinemas. É um filme, é um grande filme, é um grande filme do Homem-Aranha. Muito bom filme, é um filme bem— eu sei que vocês vão rir, mas é bem maduro, é bem maduro.
Não é meio malhação?
Desculpa, malhação não é meio—
é maduro, Homem-Aranha maduro.
Homem-Aranha eu gostava, mas os últimos é um cara meio sei lá, meu.
Não, é bom, é um filme bom, é um filme muito bom que tem a premissa de luto. Quanto tempo você demora para vencer o seu luto?
Um ano.
Suas perdas?
As pessoas mais queridas que vocês?
É um ano.
Poxa, eu não concordo.
Um ano você esquece Não, mano, é loucura. Um ano é o prazo para pessoa que você morre, tá bom? Você morre, você morreu, fica triste também. Você morre, aí Zuzu morreu, aí uns vão ficar.
Programa no dia seguinte, lógico, não, fotinho preta e palminhas.
Homenagem aqui, uma tristeza, vamos embora.
Irmãozinha para o céu.
Aí vamos para Dirce.
As pessoas que mais te amam no mundo, um ano. É, é um ano, um ano a vida continua, porque é pela sobrevivência, né?
Mas vocês vão lá no enterro e cantar?
É claro que não, mano!
A gente quase não foi no seu churrasco, vai no teu enterro?
Não fale por você, fala por você.
Eu vou, eu vou, eu vou.
Deu azar para o Brasil, a gente foi.
Tem algum ritual que nós tem que fazer?
Eu queria que vocês cantassem Zezé de Camargo no meu enterro. Não aprendi o de Zé de Chapada.
Você, Leonardo. Você sabe que tem uma série muito boa sobre o luto? Puta, como é que chama? É uma série sobre o cara que escreveu Yellowstone. Tá agora, é sobre luto, muito boa.
Luto do cara.
Aí lá vem o Zé Guga.
Não, eu tô tentando ajudar o programa, pô.
É uma série boa que fala sobre luto.
Madison.
Madison.
Viu, pessoal?
Ponto pro maluco. Madison. Madison. É uma série, se vocês puderem não atrapalhar aqui o andamento, a gente agradece. Não é porque, mas não é engraçado, entendeu? Se é engraçado isso, se é uma piada boa, a gente ri. Mas não é, se é uma piada boa, a gente deixa para fazer em outro lugar. Madison é uma boa, é uma boa série sobre luto, porque assim, Emílio, o filme é sobre isso, né?
Sobre o Homem-Aranha não ser mais, ele ser só o Homem-Aranha. Ele esquece o Peter Parker, ele é só o— porque ele perdeu todo mundo e ele é simplesmente o Homem-Aranha. Então o Peter Parker, ele não existe, ele dedica a vida inteira dele a ser só o Homem-Aranha e ele lida com essa solidão, com esse luto, porque ele perdeu todo mundo. Então é um filme muito, é muito diferente esse filme do Homem-Aranha. Eu vou até prestar atenção até nas crianças que vão assistir, porque ele tem essa temática muito adulta, porque as cenas de ação elas são muito boas, mas não é nem a grande importância do filme.
A grande importância do filme é superar esse luto, é superar esse luto, e daí para frente você ter uma perspectiva. É muito diferente.
Mas eu não posso dar importância para uma pessoa que usa uma roupa e solta Tem as de aranha, faz barulho.
Aí, ó, você dá tanta importância que você contratou.
Olha aí, ó, eu não posso dar importância para isso, mas é um filme bom, é um filme bom, filme bonito, que tem uma boa mensagem.
Essa aí, essa de luto, e tem todas as referências possíveis do quadrinho. É um filme bem caprichado, é um filme bem caprichado. Zuzu, você pode levar o seu garoto. E Sami também, ó lá, vou levar. Eu separei até esse, tem o Justiceiro. Eu separei até esse exemplo aí para você ver como muita gente É até muita referência assim, é um filme bem caprichado. E tem o Justiceiro, o diálogo do Justiceiro com o Homem-Aranha também é profundo, é muito bom, né?
Que o Homem-Aranha, ele é o cara que sempre, ele tenta cuidar bem dos outros, e o Justiceiro já não liga. Ele pega a arma dele e vai pancar a cabeça.
É o violento, é ele mesmo, é o pânico.
Já tem no Pobreflix?
Esse aí vai ser mais difícil, viu? Mas É um grande filme aí do Homem-Aranha. A bilheteria tá superando todos os recordes, incluindo o Vingadores: Ultimato. Provavelmente esse filme aí pode ser a grande bilheteria do ano, passando 2 bilhões. Tá impressionante.
Tem um microfilme desse Justiceiro, você viu?
É um especial da Disney.
É uma violência, é uma violência gratuita, mas é uma violência gratuita. O cara, ele mata o prédio inteiro. É isso aí, do nada, do nada.
Nossa, que ele tá aceitando pedir, ele tá aceitando pedir.
Parece o namorado lá, o namorado da Paniquete lá.
Pela madrugada.
É, mas tá certo, pô. O cara encheu o saco, ele arrebentou o cara. Tá errado?
Lógico.
Ué, por que não?
É porque se fosse assim, eu ia morar sozinho no meu prédio.
Senão o gordo ia matar as pessoas.
Pelo menos andar de cima, você troca uma ideia, né? O cara foi lá, mexeu com a namorada, ele comeu de porrada, cobriu de porrada.
Justiçeiro, justiçeiro, não leva desaforo para casa. Ou seja, o Léo tinha que ter batido no maluco.
Se você tá com a sua esposa, certo, a sua senhora, perfeito, e alguém vai lá e mexe com ela, o que que você faz?
Eu peço desculpa para o cara, fica sobrando. Já aconteceu várias vezes, ela não te respondeu. É verdade, eu sou frouxo. Uma vez minha mulher tava grávida, o cara parou na frente da minha casa, começou, falou, pô, minha mulher tá grávida. O cara falou, vai tomar banho. Eu falei, desculpa. Entrei no carro, abaixei a cabeça.
E ainda dá bronca na mulher, fala, você tá dando abertura.
Olha, eu vou falar uma coisa para você.
Eu morro de medo.
Eu gosto muito da Jéssica.
Eu gosto.
A Jéssica é uma menina muito legal, mas a sua, o seu jeito com ela, eu não gosto de falar isso.
É, mas se eu falar, Brito, também o teu jeito com a tua mulher, não gosto também, não fala aqui, acho horroroso.
Aí veio o troço.
1 hora antes.
Você sabe, ou você é frouxo ou você trata mal. Você pode escolher, tem que ser o meio termo. O Sami vai caçar ovo, eu não sei o que é o Sami na China.
Mas você trata um filho melhor que outro, dá problema aí.
Meu filho é meu, porque teu filho é bonito, não tem para cara. Você é horroroso e tem filho bonito.
Presta atenção, ela usa um tom, ela usa um tom assim, é assim.
Daniel.
Aí ele já sai correndo, abaixa a cabeça. Daniel, eu vi, eu vi, eu vi. Você viu ou não? Lá no churrasco, não tô inventando, minha mulher manda em mim.
Ele já tava bebido, Daniel ficou sóbrio na hora.
Eita, faltando alguma coisa?
Daniel.
E é verdade, é verdade. Mas eu sou um frouxo que assume, tem frouxo aqui que se esconde.
É verdade, vai, quem? Homem-Aranha.
Vai, Homem-Aranha, grande filme, pode assistir no cinema tranquilamente, é um grande filme, um dos melhores filmes da Marvel. Ok, isso eu tô contando a fase, a fase boa. Emílio, eu vi uma série que me surpreendeu bastante. Eu confesso que eu não, confesso que eu não conhecia a história original, que é o atentado ao voo Pan Am 103. Sim, sim, é um avião, não conhecia a história, mas é um voo comercial que saiu de Londres, ia para Nova York e acaba caindo ali na Escócia.
A mala Exato. A partir daquele voo, você não pode mais despachar mala.
Exatamente.
O cara despachou a mala com uma bomba e caiu lá um 747 da Pan Am.
E é 21 de dezembro de 1988, né, é onde foi, onde aconteceu. É bem interessante porque aí mostra como quem iria lidar com o caso, né, porque aí você tem o FBI, tinham 200 americanos no voo comercial. O avião cai na Escócia, então você tinha a polícia escocesa e o britânico, a polícia britânica, porque ele saía lá de Londres. É assim, é uma investigação, é porque nós estamos em 1988, então nós não tínhamos a tecnologia que nós temos hoje, obviamente.
Então você tem toda uma investigação para saber qual que foi o motivo da queda do avião. É muito legal, assim, eu não conhecia. E mesmo assim, Emílio, você tem na série Depoimentos da Margaret Thatcher, depoimento real. Você tem do Ronald Reagan também ali naquela época dos anos 80. Então é uma, é uma série bem legal aí.
Mas é ficção?
Eles pegam alguns fragmentos, eles fazem um disclaimer no começo que eles inseriram algumas coisas ali, alguns personagens para dar mais dramaticidade, mas todo o contexto é baseado na história real ali da explosão do avião. Então é muito, é muito interessante aí se você gosta de investigação, se você gosta desse tema. Eu acho que é muito bem feito, muito bem feito. Os atores, os atores bem competentes. Eu fiquei interessado, assisti o primeiro episódio, não conhecia a história real.
Mas onde é?
É Netflix, O Atentado ao Voo Pan Am 103, a queda de 1988. Tirando, tirando Tirando o tema pesado, nós temos aí uma comédia, Guerezinho, que você estava falando. Eu confesso que eu assisti um pouco, eu gosto muito dele, do Kevin Hart, gosto bastante do Kevin Hart. E você tem aí o 72 Horas em Miami, a estreia da Netflix, que é uma comédia de um—
é certo, não me fale 72 Horas que eu acho que eu tenho que me explicar já, pô.
É verdade, eu tinha esquecido, desculpa, presidente. Forte abraço aí, tamo Mas é a história de um diretor comercial que precisa fazer, vender produtos para geração Z, e ele não tem mais conectividade com essa geração por estar perto ali dos 40, 50 anos. E o Kevin Hart é esse agente. E aí ele, ele tá tentando galgar degraus na sua empresa, Zuza, de marketing. E aí ele é convidado para uma festa, para uma festa de despedida de solteiro de uma garotada online.
E aí ele decide ir para tentar se conectar com a nova geração, para tentar vencer ali na empresa. Eu assisti um pouco, né, não assisti tudo, mas eu gosto muito do Kevin Hart.
O Animal falou que é bom.
É, putz, Animal, desculpa, porque é uma porcaria gigantesca, velho.
É pior que o Comediante, cara.
Eu não assisti o Comediante, mas esse é uma porcaria, tipo cenas batidas, sabe, tipo uma tentativa de se beber num caso, mas muito, muito ruim, mano. É isso aí. Eu gosto do Kevin Hart, ele dá uma segurada, porque eu acho ele muito bom. Mas pelo menos a cena da, da água-viva, essa cena da água-viva para mim foi legal. Essa cena da água-viva tem no Will Smith lá. É, não é o filme mais original, não é o filme mais original, mas se você tá procurando alguma coisa leve aí para assistir no final de semana, 72 Horas em Miami, o filme na Netflix do Kevin Hart, um filme de comédia.
Agora, voltando a falar muito sério, Emílio, eu assisti o episódio, tem uma série na History Channel chamada Segunda Guerra Mundial com Tom Hanks. É o Tom Hanks fazendo, ele narra os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial começando ali em 1939 com a invasão da Polônia. Aí você tem até umas imagens masterizadas, né? Da Segunda Guerra Mundial. Eu gostei bastante. Segunda Guerra Mundial, eu acho incrível. E mostra ali, né, você tem no primeiro episódio a invasão da Polônia e o sucesso que o Hitler teve no partido e como ele conduziu ali sendo uma espécie de terceira via, levando ali, tentando— o discurso dele era você recuperar o orgulho da Alemanha do que aconteceu na Primeira Guerra Mundial, que ele e o Göring, que foi ali o piloto da Primeira Guerra Mundial e foi o cara de confiança do Hitler.
Dois caras que lutaram na Primeira Guerra Mundial e tinham um sentimento de fracasso. Por isso eles queriam ali uma resposta da Alemanha e nós tivemos a Segunda Guerra Mundial. É muito legal, você tem muitos historiadores ali dando as suas opiniões.
E é bacana que tem alguns capítulos interessantes da Segunda Guerra Mundial.
Sim, você tem as invasões, você tem o Alan Turing, você tem muitos, é porque a Segunda Guerra Mundial teve muitos desmembramentos, né? Você tem a reunião aí, essa reunião dos presidentes, né? E você tem a atuação do Churchill, você tem a do Xuxo, né?
Você tem a do Xuxo, né?
E tal.
E você tem o do Roosevelt também, claro, né?
Que tudo acaba em 1945 e tal. Mas é, se você gosta da Segunda Guerra Mundial, e o velho Stalin, que depois, né, depois apareceu lá em Stalingrado, né, que o Constantino não sabe absolutamente, não considera Stalingrado. Mas é muito legal aí, se você gosta de história, gosta da Segunda Guerra Mundial, este é um bom pedido para você. Parece que já são 11 episódios, 11 episódios, acho que é de 40, 40 a 50 minutos cada episódio. Então É bem legal aí essa série do History Channel.
É, você assistindo algumas coisas da Segunda Guerra Mundial, Zuzu, você consegue, sensacional, você consegue fazer vários paralelos das coisas que acontecem aqui, de discurso, né, de discurso, narrativas, opa, de discurso e narrativa. Você sempre faz isso, aprenderam bem os modelos, são seguidos. Nossa, isso aí parece que eu vi em algum lugar, mas É muito interessante aí se você gosta. E como a minha profissão é assistir tudo, inclusive porcaria, eu assisti A Boca do Diabo aí da Prime Video, que é um filme podre, filme ruim, é um filme ridículo. Esse filme quase tive descolamento de retina vendo esse filme.
Do que se trata?
É assim, ó, são os jovens, né, sempre a mesma premissa, são os jovens que vão fazer uma aventura numa caverna. E aí dá um problema no barco e aparece um tubarão nessa caverna aí. Então é ruim, é ruim, é muito ruim, mas é trash. Tem gente que gosta de trash.
É lançamento isso aí?
É lançamento. Tem gente que gosta do termo trash, né? Os americanos gostam muito do trash, que é o filme entre aspas mal feito.
Ah, eu gosto.
Você gosta, Guerreiro? Então acho que você vai curtir aí A Boca do Diabo, A Boca do Diabo, Prime Video, Prime Video. E se você tá procurando, se você tá procurando um blockbusterzão, Princesa Lily, o Manual Prático da Vingança Lucrativa com o Glen Powell, ele é lindo, maravilhoso, ele é lindo. Você tem um blockbuster legal, né, bem interessante assim, cena de ação, né. Ele era um, ele era o herdeiro de uma família milionária, só que aí expulsaram a mãe dele da herança.
E aí ele dá um, depois que ele cresce, ele dá um jeito de eliminar aqueles que estão à frente dele na herança. Muito bom, você vai gostar.
Posso ver que me dá gatilho.
Você vai gostar, deixa o Pelilico assistir.
Me dá gatilho isso daí, é uma comédia, é bom esse filme, é bem legal esse filme aí.
É uma comédia, é uma comédia, é uma comédia bem legal.
Roteirão bom demais, velho, é o manual prático da vingança lucrativa. Na Prime Video com o Glen Powell, ele que é um dos queridíssimos de Hollywood.
Lindo! Mas em cima disso, o melhor é o coreano, que ele mata o cara que vai assim, o do emprego. Isso é maravilhoso. O do coreano é muito bom. Esse é mais ou menos a mesma coisa, mas como chama o coreano? Ah, não lembro.
Vou ver.
Coreano, ou com coreano, e fica desempregado, né?
Concorreu ao Oscar. É o mesmo cara que fez o desempregado e ele fica desempregado.
O cara quer saber da empresa, né?
Oi? A única saída. Isso aí, você assistiu?
No other choice.
Isso aí, isso aí. Esse filme é muito bom porque é o seguinte: o cara, ele trabalha na fábrica de papel, tá bom? E aí a fábrica de papel tem essas junções, se juntou com uma outra empresa e manda embora um monte de gente. Ele é mandado embora da empresa. E aí ele tem uma qualificação tal, mas aí, cara, ele descobre que o outro tá na frente, ele vai lá e mata o cara.
Coreano, né? Coreano é vingança boa.
É, mas é bom, é bom esse filme. A Única Saída, tem boa, foi indicado para o Oscar, né? Foi indicado.
Eu adoro filme, essas paradas, tipo Os Parasitas, Old Boys, é nessa pega.
Mas é comédia esse também ou não? Esse é mais sério. O coreano?
Não, é comédia, porra. Tá, vou ver então. É comédia.
Faz tempo que eu não vejo, faz tempo que eu não vejo.
Eu gosto também, mas faz tempo que eu não vejo uma dica do Emílio. Vou assistir.
É filme ruim?
Não, mas vocês gostam do Homem-Aranha, do Homem-Aranha, né?
É ping-pong, é ping-pong, é uma coisa, é uma coisa, é uma coisa.
Você indicou lá o do açougue lá, é o Patrão, argentino, muito bom.
Ele veio com a minha dele.
Com quem?
Com a sua, seu sabre de Ah, que ainda bem que falou o nome certo.
Que mais?
Que mais? Tem o do picobolo, você devia ver, é muito novo, é bem estilo.
Aí, filme ruim de quando é de picobolo, vocês falam toda semana.
Não precisa, só tem filme ruim, chama Dedinho, Apple TV.
Agora é sensacional, cara, eu adorava o picobolo, eu tô pegando bronca por causa do Sami.
Sensacional é o Cabo do Medo, Cabo do Medo, que acabou. Acabou essa ontem, ontem foi o último episódio, tá sensacional. E também eu comecei a ver um que chama Prazer Garantido, que é bom, é também da Apple TV. Prazer Máximo Garantido é muito legal.
Fala na economia depois, Alba. Não, deixa ele trazer.
Não tem quadro, ele fica com ciúme.
Eu fico.
Eu fico com muito ciúme.
Ele fica com ciúmes.
Eu vou fazer o Testa News.
Eu fico interrompendo quando os outros falam.
É só eu abrir a boca, então é muita luz, Emílio.
Tem, deixa eu falar uma coisa.
A luz do vagalume.
Quem gosta, quem gosta, que eu não posso falar, mas beleza. Quem gosta de, quem gosta de fuga, quem gosta de Fuga, tem uma série, acho que é Apple TV também, são 3 episódios só que saiu, chama-se Lucky.
Ah, sim, a loirinha.
Não, é, ela não é, ela é uma atriz, é famosa essa atriz.
Ana Taylor-Joy, ela é uma grande atriz.
Ana Taylor-Joy, é você que gosta de ação e tal, é isso aí mesmo, é Apple TV.
Certo.
Quem gosta de ação pode assistir que é um filme cheio de ação.
Ela é uma vigarista que aí tem um último golpe. Sinopse.
Não, então ela é— eu não vou dar spoiler também. Assiste aí, pô.
O cara quer sinopse agora.
Bastante filme para você não encher a barriga aí para você ver no final de semana.
Deu umas 5.
Que mais?
É isso aí, Emílio, foram bastante dica aí. E aí você escolhe aí, é o do seu gosto. Mas sobre Homem-Aranha, pode ir tranquilíssimo, pode ir tranquilo no cinema.
Muito bem, dito isso, eu vou fazer um break agora, já que você tá bem informado aí do que tá rodando Aí para esse final de semana, você que não tem muita grana para sair, para viajar, vai estar lá. Por que que pôs essa trilha aí? Então eu vou fazer um break agora para o meu querido Reginaldo, que está viajando. Sexta-feira sempre alguém falta. Vai lá, solta o break.
É isso aí, é isso aí, Boris, é nós mesmo. Pode pá, um salve aí, ó.
O cara meteu um salve por cima. 105 é nosso.
Vamos para rua, vamos para rua agora. Eu vou falar com ele. Puta merda, é uma coisa. Eu vou falar com o Fuzil, o herói do Brasil. Tá impressionante hoje. Fuzil, o herói do Brasil, repórter mais sensual da TV nacional. Aí está ele, o carequinha de taipas, o herói do Brasil. Diga lá, Fufu.
Aí, mano, como é bom ficar ouvindo vocês, mano. Esse estúdio é maravilhoso, mano. É um um caos maravilhoso. Mas enfim, Milhão, estamos hoje na Avenida Paulista enquanto a gente caminha bem devagar, porque hoje eu tô na base do Sami. É no amor à profissão, porque a gente tá com as costas travadas, mas a gente vem trabalhar porque o importante é trabalhar. E Milhão, é sempre a mesma coisa. Hoje vamos viver um pouco do— não, mas é as costas mesmo.
Você sabe que eu tenho duas hérnias de disco. E aí o Sami sabe, tá ligado, a gente já passou dos cinquentinha. Tô ligado, começa a dar hérnia de disco e tal, aí começa. Mas a gente vem, cadê o exame? Com toda a vontade, mas aqui é bom.
O exame nunca veio. Resonância, exame do quê, Emílio?
Pelo amor de Deus, mano, como é, mano? Dá para ver manca, dói, não precisa de exame para falar.
Você viu na internet?
Você tem que cobrar o exame, Emílio, se eu faltar.
Você viu na internet a esquina do milagre da mulher que mancava? Ela vira a esquina, anda, não É tudo, procura aí, Dili.
Receber aposentadoria, né?
A mulher que vai no INSS espera.
Mas eu não tô.
Vê aí a esquina do milagre, eu vou passar para você, Fuzil. É, vai lá. Aí, ó, olha só a esquina do milagre. Pera aí, aí tá a mulher, ela acabou de sair do INSS, certo? E aí tem uma esquina, ele tá nessa rua INSS, aí ela dobra a esquina Que é a esquina do milagre. Aí vocês vão ver o jeito. Ela tá ali, tá olhando, olha para cá, olha para lá e não sei o quê. Aí lá vai a esquina do milagre, virou a esquina.
Maravilhoso!
É o fuzil.
Eu acho que ela tava passando pano no chão.
Diga lá, Fufu.
Tem nada a ver isso aí. É que às vezes também o milagre é uma cura, é um milagre também. Mas enfim, todo o nosso voto de confiança às vezes ela até se recuperou. Mas a gente, vivendo essa Sexta da Nostalgia, o saudosismo, a gente quer trazer o seguinte, milhão: coisas do passado. Porque que essa geração atual não deixará um bom legado, isso ok, já a gente convive com isso e tá tudo certo. Só que a gente quer saber coisas do seu passado que você traria para o mundo de hoje, para os dias de hoje.
Coisas do seu passado que você de repente gostaria de vivenciar novamente hoje. Dando um exemplo, por exemplo, Uma coisa muito do nosso passado que através do TikTok voltou a ser hypado são os adultos usando chupeta até como forma de acalmar. Coisas do nosso passado, hoje os adultos então estão usando chupeta, postando, porque eles dizem que relembra aquela época e acalma. Então a gente quer saber do saudosismo do passado, o que você traria para os dias de hoje?
Traria é muito difícil de falar, né, o que você traria para os dias de hoje. E deixo a pergunta: será que a chupeta nos dias de hoje poderia trazer algum tipo de calma e relaxamento para nós, os adultos, em 2026? É a pergunta que eu faço para vocês, amigão.
Agora vejam que o— que vejam que o Fuzil hoje realmente ele se esforçou, ele andou uma quadra.
Mas você viu a corridinha que ele deu?
Ele está Brigadeiro, ele andou uma quadra hoje. Opa, impressionante! É o repórter manco, é o repórter, mesmo com a, mesmo com as duas, são duas hérnias de disco, ele foi lá, ele andou uma quadra. É isso aí. Então hoje, mas saudosismo, é o saudosismo, mas isso aí, esse negócio de Bebê Reborn. Agora tem um outro aí que é o chupeta, chupetinho. Não, a chupeta, esse aí tá em moda assim, clássica. Não, então a chupeta foi uma fase, depois foi Bebê Reborn, e agora é farmar aura. Então isso aí são bobagens.
O Sérgio Malandro já fazia isso há muito tempo.
Então, mas isso são besteiras que não duram. Eu acho que isso a gente nem devia falar, porque você incentiva.
O Sérgio Malandro sempre formou aura, ficava fazendo uns movimentos desconexos. E eu tô fazendo graça, beleza.
Fala, Fufu.
Então a gente poderia trazer do passado então a liberdade de você arrancar o cinto e dar uma cintada na lomba da criança e do adolescente para parar com essas besteiras. Isso é um saudosismo que poderia voltar hoje. Se você dá uma cintada no teu filho hoje, você tá preso. E aí não ia ter metade dessas porcarias.
A favor, Fuzil, de bater no filho?
Você é a favor da violência? Olha lá, o mancando igual a mulher lá.
O bambu acabou em mim, o bambu acabou em mim, a cintada acabou em mim. Eu não vou passar esse legado. Ô, você tá brincando? Criança não tinha que tomar cintada hoje para parar com essas besteiras? Olha lá, tá vendo? É raiz sentada, mano. Tirar a cinta aqui, ó, já dava até medo.
A mulher nem sabe o que tá falando.
O que, o que está acontecendo, Fuzil? O que está acontecendo? Isso é uma— o mundo, o mundo está faltando respeito. Exato. Ninguém mais respeita nada.
Exatamente.
Ninguém.
Não, as pessoas não têm mais respeito. Os pais não tem mais seu filho, não respeita o pai, superiores, ninguém respeita. Você não respeita um porteiro, abre aí. É tudo assim, abre aí, não é por favor, abre a porta para mim, muito obrigado, tal. Isso é uma questão de respeito. O que está fora de moda é respeito e gentileza. A gente tá vivendo uma época muito escrota da sociedade. A sociedade está muito grosseira, muito grosseira, as pessoas estão muito grosseiras.
Mas também é uma fase que vai passar, é isso mesmo, não é isso? Tomara, é lógico.
Boa cabeça.
Dito isso, Vamos nessa, vamos nessa! O Fuzil, parabéns aí pela reportagem, pelo seu sucesso nas redes sociais. E hoje a gente vai se deliciar, pode deliciar, deliciar com ele, um dos maiores compositores do Brasil e do mundo, Michael Sullivan!
Michael Sullivan, maravilhoso, muito talentoso.
Olha, ele é um hitmaker, né, o Betão? Mais de 700 músicas gravadas, vários artistas que vocês conhecem, é monstro. Roberto Carlos, por que não? Tim Maia, turma ama, né? Ele é um cara que se você colocar no Spotify você vai ver a patente de Michael Sullivan, que é o maior compositor da música brasileira, foi parceiro do Paulo Massada, que você conhece muito bem, Emilião, e fez sucessos até de Fafá de Belém, Rosana, Xuxa, que a gente fala tanto. Ele bolou a Xuxa para mim, né? Ele bolou a Xuxa.
Não, ele fez a segunda parte da Xuxa, mas ele é um sucesso.
O Boni falou para ele Faz um sucesso para Xuxa.
Ele fez, não é outra, é a segunda fase. É, tem que ser a segunda fase. Ele fez lá o parabéns para você da Xuxa, que é, que é, esse é um pouco, e depois Hilariê já é do Baiano, é o loirinho lá, do Baiano.
Não, não, não, não, não, o loirinho já lembra.
Aí ele vai contar, vai ser divertidíssimo. E a turma, se você falou de nostalgia, este é o mestre.
Ele tem Grande clássico dele é Me Dê Motivo.
Me Dê Motivo, essa música é linda, tá louco.
Tem muita música boa, muita música de corno também. Tem, tem, porra, meu, tem muita música triste.
Fez Roberto Carlos.
Roberto Carlos é do Roberto Carlos, a música dele do Roberto Carlos, deixa eu lembrar, tem o Deslize, isso é dele. Ó, tem Um Dia de Domingo, Um Dia de Domingo, Um Dia de Domingo é a música mais bonita, é linda essa música, do cancioneiro popular. Show de bola! Bom, mas isso ele vai cantar aqui para gente, para a gente se divertir. Vai estar se apresentando dia 5 em Natal no Teatro Riachuelo, vai fazer o show solo dele. Dia 6 de agosto em João Pessoa, dia 7 no Recife Teatro do Parque, dia 14 de agosto em Niterói. Dito isso, vamos, vamos para o nosso jornal.
Poxa, tem muita notícia hoje!
É, então solte a vinheta porque vai começar agora Resenha dos Uzu Uzu, resenha dos Uzu Uzu, resenha, resenha.
Oi, como diria Fausto Silva, tá pegando fogo, bicho, tá pegando fogo! Porque a Polícia Federal detalhou em relatórios importantíssimos enviados ao STF uma relação de proximidade pessoal e interlocução entre o ex-líder do governo Lula, que é o Jax Wagner, e executivos ligados ao Banco Master. Segundo essa investigação, o Wagner, o Jax, mantinha uma relação de confiança com Augusto Ferreira Lima. Quem é? Quem é sócio da instituição financeira que a gente conhece, que é o Guga.
E aí, Emílio, sabe quantas ligações para ligar o Banco Master e o Jax Wagner tiveram que a Polícia Federal detectou? Sabe quantas?
Quantas?
74 ligações que somam 5 horas e 30 minutos de conversa entre o senador Jax Wagner e o ex-sócio do Banco Master, que é o Augusto Ferreira.
Mas tem a história da esposa. E o Jax Wagner É brother do Lula, ele é amigo de fé, irmão camarada de longa data. E o Jax Wagner é uma das figuras mais importantes, governador, líder do governo, senador. Não é, não é qualquer um, não. Jax Wagner é uma pessoa muito importante do partido e da política nacional.
Sim, então tem muita coisa do senhor, muito ligado ao presidente.
Perfeito. Próximos. Exatamente. Amigo de fé, irmão, irmão camarada. E você sabe, quando você tem um amigo de fé e irmão camarada, é muito maior do que irmão de sangue.
É, exatamente.
Escolheu, é parça, é parça mesmo.
Mas é verdade, mas é verdade.
Quando você fala isso, André Mendonça tá investigando algumas propinas, que é a relação também de um apartamento, aquele apartamento, R$2,5 milhões que ele recebeu como propina do ex-presidente do BRB, que é o Paulo Henrique Costa. A investigação também identificou que o Daniel Vorcaro dava de cortesia algumas coisas, por exemplo, aviões. Se o senhor Jacques quisesse viajar, tinha um jato que o Sami conhece, à disposição lá vão ter.
E aí, Emílio, não para de ter mais sigilos quebrados, porque o Mendonça tá quebrando o sigilo que até então era blindado do Jax Wagner. Essa daí, a Compliance Zero, que está na 9ª fase, mostra que tinha amizade e favores. Por exemplo, se você é muito parça, amigo, irmão de fé camarada, como você diz, Qual é a gentileza que você gosta de fazer com um amigo? Pô, é um aniversário, final do ano, o que que eu vou dar para o Emílio?
Um belo dum vinho, um uiscão. E o uísque, teve uísque, mas olha as garrafas de vinho que agora o Danúzio trabalhou. Um abraço para o Danúzio, está lá no Danúzio News roubando, roubando a notícia ou prestigiando ela. Me dá aí bases aí, que é troca de WhatsApp. Aí o que a Polícia Federal descobriu? Uma lista de presentes no final do ano que tinha algumas garrafas supostamente de luxo. E as garrafas não eram baratas. O material apreendido indica que os mimos de alto padrão eram avaliados em mais de R$5.000 por unidade.
Então temos aí garrafas Lavonté que ele também recebia, entre outras pessoas ligadas ao governo do Petoca. Que coisa, É, meus amigos, quem diria. E agora, José, quem que vai pagar essa conta? Porque até então— e outra coisa, né, quando o Jax Wagner, que era, que é líder, né, do governo, né, do Lula, ele também, você viu a notícia que ele teve algumas coisas que favoreceram ele, por exemplo, um terreno lá na Bahia. Sim, o apartamento, um dinheiro, apartamento que ele ganhou de 2 pau e meio, tudo precisa ser supostamente, né, eu coloco no final, mas é a investigação, não minha.
É da Polícia Federal, que até então ninguém tava conseguindo investigar o senhor Jax Wagner, que tem apoio do presidente. Agora, o presidente Lula também precisa explicar, e ele disse que vai, que vai. É aquele discurso, né? Se tiver culpado, vai ter que pagar. Se for meu filho também.
Mas é muito mais narrativa do que a verdade, porque na frente tem os bastidores.
Exato, Samir.
A gente sabe que tem um enrosco, um rolo danado com o Lulinha. Sim, então daqui a pouco eu trago mais informações para vocês.
Abafado de várias maneiras, de várias maneiras, pelo presidente, pela Polícia Federal.
Depois a gente aborda esse assunto, que eu acredito você ter uma notícia muito melhor que a minha, porque quando ele chega aqui, ó, e olha com quem ele veio, olha com quem ele veio, ó, quem que tá aqui, ó. Vai lá, Rufão!
Rufão, já dá o show, já dá o show, show do Pabllo, que manda comunicação, marketing, um cara que entende muito de BioID e dos recordes que tem.
Mais um recorde esse mês aqui, né, Pabllo?
Pois é, tá caminhando para isso, né? Estamos fechando os números hoje, ainda o último dia, né? Então caminhando para isso.
O Pabllo é o cara que deixou a BioID na boca do povo. É isso aí, esse é o cara responsável Não é?
É o Pablo, com ajuda de vocês.
Não, ajuda nossa não. Você é competente.
A gente só prejudicou, só a gente só prejudicou a imagem da BYD, mas ela é tão boa, mas tão boa, mas tão boa que até no pânico fica melhor. Aliás, a gente gostaria de agradecer o apoio aqui ao programa, o patrocínio aqui ao programa, que é um grande orgulho para a gente estar ao lado dessa marca que é sucesso no mundo inteiro e principal, essa revolução que a BioID tá fazendo. Não é tecnológica e de preço, não é só no Brasil não, e no mundo inteiro que a gente tá vendo a revolução da BioID.
Deixa a gente muito feliz de ter acompanhado desde o início e agradecer vocês pelo, pelo apoio, com números cristalinos, né, Pablo?
Não, eu devolvo o agradecimento. A gente só conseguiu chegar onde chegou graças ao apoio e a A plataforma didática, vocês nos ajudaram a explicar para o Brasil o que é a BioID, a eletrificação. A gente não falou só pela BioID, né? A gente falou pela eletrificação, pelo segmento, com apoio de vocês. Então muito obrigado.
Agora, você sabe o que eu achei mais legal? Que é o seguinte, porque tá esse negócio de eletrificação, chegou uma época, inclusive a BioID já fez aquele, o híbrido, obrigado, já é uma possibilidade. E agora já tá todo mundo no meu prédio, a gente vai ter uma reunião lá, ó, para eletrificar para todos os, todo, a grande maioria dos prédios agora, todo mundo.
É lei, né?
É uma lei agora que não pode vetar mais.
E aí tem um consultor que vai, faz uma análise técnica, legal.
E já muitas pessoas compraram carro elétrico. No prédio. E agora eles vão fazer o trabalho lá para todo mundo poder ter carro elétrico, ter acesso para carregar o carro elétrico. Então você vê que é muito bacana isso, né?
Você percebe uma coisa, Emílio, que esse movimento ele não é só um movimento da iniciativa privada, da BioID, com a fábrica, com— não sei se já chegou em 230 concessionários, a gente tava em 227 ainda há pouco, já deve estar chegando perto de 230. Mas até o governo entrou nessa onda da eletrificação com Move Brasil, né? Ou seja, facilitando. A gente já trouxe semana passada para cá, inclusive semana passada foram as 48 horas eletrizantes, e mais uma vez foi um final de semana, 2 dias, sexta e sábado, de recorde de vendas. Quase 6 mil veículos vendidos só na sexta e no sábado.
3 mil no sábado.
3 mil no sábado, exatamente. Então assim, são números fora da curva e que mostra desse lado que a gente tava falando, tão cristalino e tão latente que você vê na rua, a quantidade de carros, a resposta na rua muito grande, o número de concessionárias, a fábrica com investimento de R$5,5 bilhões, já 5 mil funcionários contratados, até o final do ano talvez 10 mil, uma previsão de ter 20 mil até 2030. E quando eu falo aqui, a maior fábrica que tem no Brasil tem 19 mil e tá instalada 50 anos.
Então a gente vê um crescimento muito rápido e, como o Baldi sempre fala, com custo extremamente democrático para o consumidor.
Sim, sim.
E o que, Pablo, quais são as notícias dessa semana para bater mais um recorde?
Tem duas boas notícias. A primeira é a seguinte, que o Baldi mandou trazer, antecipando o Dia dos Pais no sábado que vem, dia 8, falando do Move Brasil. A gente vai fazer uma condição especial. Move Brasil é esse programa do governo federal para quem vive do carro, né? Então, para taxista e motorista de aplicativo, a gente vai ter uma condição especial para dois modelos muito populares da BYD. O Dolphin GS vai sair para taxistas e motoristas de aplicativo por R$139.990.
É uma condição muito especial. A partir do Move Brasil só para taxista e motorista de aplicativo por R$139.990, e o Dolphin Mini apenas para motorista de aplicativo por R$109.990. O Move Brasil é aquele programa, você tem juros menor, né, e o prazo mais estendido. O programa vai até 15 de setembro, mas no sábado que vem, especificamente um dia antes do Dia dos Pais, nós já vamos dar esse presente, é que é uma condição especial no Dolphin para taxista e motorista de aplicativo, e no Dolphin Mini para motorista de aplicativo.
Que o programa tem um valor, né, ou seja, até R$150 mil. Esse é o teto, né, para a empresa estar credenciada. E vale lembrar que a BioID foi uma das primeiras a se credenciar no programa, porque não é só o taxista ou motorista de aplicativo, ele tem que ter tantas horas, tem que ter um tempo. Já não adianta, ah, vou entrar nesse programa, então vou ser Uber ou vou ser 99. Não, não adianta. Aí tem que ter—
como é que sai o financiamento? Já sai na hora o financiamento?
Não, você entra com a papelada. Antes era feito Santander, agora também tem, parece que tem a Caixa Econômica e a Fazenda também. E você tem taxa de 0,91 para as meninas e 0,99 de taxa.
Tem uma vantagem para mulher.
Exatamente. Para os homens, exatamente para incentivar também as mulheres, o público feminino, a participar desse sistema de aplicativos.
Boa, boa!
E o cara economiza. Vocês trouxeram motorista aqui, tanto de aplicativo de táxi, e que ele economiza no final a parcela, ele ganha dinheiro, né? Isso é uma coisa assim inédita.
E assim, modéstia à parte, a gente mudou a vida desses caras, né? O que ele economiza de gasolina, 2 pau por mês, ele colocou o filho na escola, ele comprou um segundo carro. A gente fala do silêncio do carro. Silêncio pra gente que dirige 45 minutos por dia é uma coisa, pra quem dirige 8 horas, né, conforto, a tecnologia. A gente mudou a vida de quem faz da rua um escritório, né.
Então isso é revolucionário, porque se ele não para no posto de combustível e ele também não fica sujeito a manutenção, porque o carro elétrico ele tem uma manutenção muito menor que um carro a combustão, ele tá ganhando tempo. Isso que o motorista aplicativo falou para mim, não é só economia direta no bolso, né, que é de 1/5, ou seja, ele gasta 20% do que ele gastaria se ele tivesse abastecendo com combustível, mas também o tempo dele útil na rua usando aquele tempo e o que sobra para estar com a família. Ele não perde tempo em concessionária, em manutenção.
Aquele dono da concessionária lá que falou o seguinte, né, quando Quando vê o carro que tá todo mundo, ah, carro elétrico, não sei o quê, a bateria pega. Lembra aquele começo? Ele falou o seguinte: eu vou vender meu carro para você, se você não gostar você me devolve, na hora eu te dou. Sabe quantos devolveram?
Quantos?
Nenhum, nenhum cara não devolve. O cara fica com o carro elétrico, fez o teste, quer outro carro, só me dana.
Eu, eu tô falando, eu tinha carro, eu, eu depois Depois do iON Plus, agora não me vejo sem carro. Melhor coisa, mudou meu estilo de vida. Esse negócio de ficar parando em posto é um inferno. O carro entrega tudo, é maravilhoso, não dá problema. E o carregamento, pessoal fica falando, ah, porque elétrico deixa, nunca nem chega perto de acabar a autonomia dele.
Agora, para quem anda mais, tem o híbrido, né? O híbrido, que é, que também é um grande sucesso, né?
É uma alternativa. Agora a BYD traz também um híbrido com etanol, né? Então uma solução flex, o híbrido flex, uma solução 100% limpa também, né? Uma solução brasileira, foi uma cooperação entre engenheiros brasileiros e engenheiros chineses. E por falar numa solução limpa, a segunda notícia que eu ia dar é que a BYD acaba de ganhar uma premiação internacional medida pelo Cantor, Cantor que deixa o pânico em primeiro lugar.
Sim, estamos agora Estamos em primeiro lugar agora.
É um instituto de pesquisa super renomado, o Kantar, garantiu à BioID uma premiação de sustentabilidade. Mais de 1.500 pessoas ouvidas no Brasil perguntando qual a marca que o público lembrava quando se falava em sustentabilidade. A BioID ganhou essa premiação, é uma premiação global, mas no Brasil a BioID ficou em primeiro lugar, o que nos traz também muita satisfação.
E a gente falava que é um compromisso da BioID, não é isso? É um compromisso da companhia, da empresa.
A missão da empresa é diminuir a temperatura da Terra em 1 grau. O racional disso é captar energia do sol com os painéis solares que nós produzimos, armazenar essa energia nas baterias que nós produzimos e promover a mobilidade elétrica nos carros que nós produzimos. É uma alegria para nós que o público lembre de sustentabilidade quando a gente fala em BioID, e também graças à comunicação que a gente faz em programas como esse.
Você vê que o Pablo fala bonito, ele fala, diretor de comunicação, não tem como, é o diretor de comunicação. Então, por favor, vamos falar da promoção para esse final de semana. Quem tá acompanhando em tela tem o QR code com as concessionárias, são 230 e é quase 230, eram 227, mas já tinha mais duas para ser aberta.
Tem rede conexão também que vai ser aberta.
Então facilmente em 2, 3 dias, se não achar concessionária, vai em shopping, não tem como não achar BioID.
Então vamos lá, promoção nesse fim de semana.
A gente tem os preços que são sempre atrativos da BioID, mas eu chamo atenção para motoristas de aplicativo e taxistas: se preparem para o dia 8 de agosto, um dia antes do Dia dos Pais. Motorista de aplicativo e taxista vai encontrar no Dolphin GS R$139.990 e o motorista de aplicativo no Dolphin Mini R$109.990. Você que faz do carro o seu escritório, Move Brasil, uma oportunidade única. O Move Brasil vai até 15 de setembro, mas no sábado que vem um preço especial oferecido pela BioID.
Bacana, é renovar a frota, né?
Tá na hora.
Obrigado, obrigado, obrigado, valeu. Esse é o Pablo, nosso querido Ufo aqui na programação da Jovem Pan. Vou fazer o break do Dedê. Vai lá, Dedê!
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Yeah, just another perk of being a member. Come join us, Sam's Club. Que deu, Boni? Que deu, Boni? É para ver aí. Vamos lá, nós vamos lá fazer uma visitinha, resolver para o Boni. É, o meu querido, vamos para rua agora. Cadê o herói? O áudio aqui, ó, entrou, tem uns barulhos também. Agora sim, chega lá, Fufu, nas ruas de São Paulo. Aí, Fufu.
Ah, Emílio, antes de puxar o que você da pauta traria do passado para hoje, eu queria só fazer duas perguntas ou pegar duas pessoas. Você fez um comentário muito inteligente, que não é nenhuma surpresa, sobre essa nova geração. Meu vovô Antão, o senhor que tem sempre uma opinião importante, o Emílio comentou que muito do problema que a gente vive hoje é a falta de respeito. As pessoas não têm mais respeito com nada. Você Você concorda?
Plenamente concordo. E principalmente essa juventude de hoje, porque não respeita pai, não respeita mãe. Como você falou, não sabe o que que é dar uma bênção para o pai. E tem outra atenção, senhores pais: cuidem dos seus filhos, ensina eles a respeitar o idoso, porque amanhã eles vão ser idosos também. Principalmente em transporte coletivo, que eu vejo assim, entra uma criança tem um idoso do lado, a mãe põe a criança para sentar e o idoso fica em pé, entendeu?
E tem outra: pais, põe os seus filhos para fazer atividade. Você não pode nem dar uma chineladinha, não pode no bumbum, você não pode nem pegar no braço, você não pode nem chamar atenção. Imagina dar uma chinelada igual já tomei várias.
É o filho, né? Eu conversava com o Zuzu hoje, filho é Péssimo investimento.
Poxa, não fala isso, né?
O Samidana, o Samidana, que é uma pessoa muito sensata nas suas colocações nesse programa, é uma pessoa muito importante. E a gente diz que se você quiser na sua vida fazer um péssimo investimento, você tem duas oportunidades: tenha vários filhos, certo? Ou compre um CDB do Vorkar. Você vai fazer um péssimo negócio na sua vida, mais barato. Do Borcário ainda tem um fundo garantido, mas tem festa para ir. Filho, filho disse, é melhor, péssimo investimento, pior investimento que você faz na tua vida.
Que não é, não, ele falou que é o seguinte, não é um péssimo, mas igual você citou, você tem que saber aonde vai investir. Vamos pegar o rival do da Jabuticaba aqui, ó, o nosso Delmo. Vamos ver um grão bonito.
Rival do morangão, jabuticaba, o pão de batata.
Acabou aquele lance do morango do amor, né?
Acabou.
Agora qual que é a moda agora, trend?
Jabuticaba e morango.
Jabuticaba sexy, é isso?
Jabuticaba sexy.
Morango é R$15,25.
E a jabuticaba?
Jabuticaba é R$30 a lata.
Aí, R$15 tá o morango?
Deixa eu ver isso aí, ó, tudo fresquinho aqui, ó.
Vamos ver o morango, vamos ver esse morango aí, ó. 15. Pô, tá caro, hein?
Ó, mas tá bonito, mas olha o tamanho.
Mas vê o que tá no fundo.
Ó, tá bonito esse morango.
Ele me desafiou. Não, o fundo ainda tá médio, tá médio. Ele falou assim, tem uma técnica para vender morango? Você falou, vende aí. Boa pergunta. Como é que se vende um morango na Avenida Paulista?
Trazer qualidade.
É, esse morango tá bonito. Olha, meu, porque eu tô—
porque os morangos de baixo geralmente é pequeno, de você é grande, né?
É selecionado, né?
Você deixa o grande embaixo, né?
Não, sai daí, mano. Lá ele, aí, ó, esse aí não cai na sua conversinha não.
Conversa do careca.
O 10 da Jabuticaba é cara ligeiro. Salve, meu Motoca! Não, só quero te cumprimentar e dar os parabéns para você, viu? Sem vocês na pandemia, a gente tava elogiando os Uber e tal. Se não fosse vocês na pandemia, nós tava todo mundo caído.
Valeu, brigadão, brigadão mesmo, hein?
Vamos pegar aqui, ó, vamos pegar uma opinião do panfleteiro ali, ó. Deixa eu correr até lá, mesmo com dor eu vou correr, tá?
Fingindo que nem que você é um peixe. João Kleber, Escola João Kleber.
Meu trabalhador, deixa eu te falar, a gente tá falando de coisa do passado, nostalgia, coisas que tínhamos no passado. Primeiro, hoje o adulto voltou a usar chupeta porque ele fala que acalma. Você ia ter essa moda? Nunca na vida, nessa idade, chupeta não mais, não mais. E me diz uma coisa, aí o Emílio até comentou, o nosso volante comentou, você acha que essa geração de hoje o problema é a falta do respeito?
Com certeza, com certeza. Acho que eles recebem uma educação dos pais e repete. Então acho que os pais passam o que ele, da forma que eles foram educados, eles educam os filhos de hoje. Igual o senhor ali falou, os filhos de hoje não respeitam o idoso, não respeitam o PCD. Se ele chega, não dá o lugar pra pessoa sentar, e se dá é reclamando.
Mas isso não é culpa do papai e da mamãe também? Porque se eles estão numa fase de serem educados, eu acho que a grande responsabilidade é do pai e da mãe, que ao invés de deixar farmar a aura, devia mostrar as coisas corretas, né?
Concordo, concordo plenamente. Ele faz o que ele aprende, né? Então O pai e a mãe ensina de uma forma, entre aspas, errado. Não falo nem errado, é porque é da forma que ela foi ensinada também. Então ela passa da forma que ela foi ensinada e acaba virando uma bola de neve, né?
O que você traria do seu passado para hoje?
Que eu traria?
Coisa que você gostava de fazer no passado, aqueles bailinhos. Lembra dos bailinhos?
Ah, gostava bastante, gostava bastante.
É, o que foi, Mi? O que foi, Mi? Qual vai ser aquele?
Tá nervoso?
Tá acelerado, sei, pô, são 1:07, calma, fica calmo.
É, agora ele virou aí, é Marlene Matos, a Marlene Matos.
Resolver problema ninguém resolve, a bucha fica para quem?
Só para mim. Tá aqui, tá.
Fuzil, o herói do Brasil, diretamente das ruas de São Paulo. Muito obrigado, meu querido Fufu, muito obrigado, muito obrigado pela sua participação. Aí está o Fuzil. Vamos agora, senhoras e senhores, mas Baijuba, baijuba, baijuba, baijuba. Você quer botar um animal? Então baijuba, entre o animal. Aí está o animal. Como é que está o dólar, professor Samidana?
O dólar hoje ele tá em alta, mas é uma alta muito leve. Ele tá sendo negociado a R$5 R$2,07. É o Gangnam Style.
Olha lá, muito bem, obrigado, animal. Pode sentar. Que mais?
Posso trazer uma baita notícia? Pode, é uma baita, por favor. Tava no impasse pela manhã a definição quem seria vice e se ela ia aceitar do Flávio Bolsonaro, correto?
Correto.
Tereza Cristina, pode ou não? Vai aceitar? É, mas agora, neste momento, vamos lá, Flávio Bolsonaro, certo, diz que Tereza Cristina aceitou o convite para vice, mesmo com o partido da senadora descartando a chapa, Morgadão.
Que coisa, hein?
Flávio afirmou que Tereza Cristina seja vice na chapa dele. Lembra que precisava de uma mulher, de uma moça?
É, precisava.
Fechou, precisa. Bom, ele disse, ela aceitou, ela aceitou. Agora a gente precisa do quê?
O partido.
Que é qual o partido dela?
PP.
Quem manda no PP?
Quem manda no PP?
Ciro Nogueira.
Sim.
E eles querem ser neutros por alguns interesses que a gente sabe da política.
Vai, não vai? É aqueles partidos, um pé em cada canoa. Quem ganhar, nós estamos juntos.
Aonde o vento levar, eu vou.
Ministério.
Que mais?
É isso aí. Não, essa é a notícia principal. Tudo bem, tá bom. Você quer mais? Eu acho que acabou.
Então vamos, vamos, né?
Não, Jornal Fantástico.
E eu diria, tá bom, Express, Jornal de Duas Notícias.
Foram 8 que você tá com dificuldade de contar, já percebi. 8, foram 8, é que são ramificadas, são 8 curtas.
Termina aqui o Jornal de Uma Notícia. Vamos agora para o professor, para o professor Samidana e o nosso quadro Foca na Economia.
Vai lá, Sami.
Foca na economia, foca na economia. Samuel Dana, Samuel, vai lá, Samuel, fala, Shmulek.
Vamos lá, vamos lá, seguinte: a inadimplência não cede a carteira de crédito total.
É impressionante, né?
Você viu isso? Ficou a inadimplência sobre a carteira total, ficou em 4,7% em junho é o mesmo nível de maio e o maior patamar da série histórica que iniciou lá em 2011, Emílio. O dado é o relatório de estatísticas monetárias e de crédito do Banco Central, que considera inadimplente atrasos superiores a 90 dias. Em 12 meses, o indicador subiu 1 ponto percentual. Quando a gente abre por perfil, a inadimplência ficou estável em 3,2% nas operações com pessoas jurídicas e em 5,6% de pessoas físicas.
Ou seja, as pessoas físicas são quase o dobro da empresa. O mais revelador é que o recorte persiste ainda com o programa Desenrola, que tirou 9 milhões de pessoas.
Fez o Desenrola Brasil para desenrolar 9 milhões e aí prorrogou. Nós vamos pagar, mas sempre fazendo a diferença, não caiu. Exatamente. Só que acontece, esse, esse programa do governo, que é lógico para se reeleger, não adiantou nada. Os cara continua devendo. E o detalhe, professor, eu trouxe aqui esse número para você, meu querido professor, que eu faço lições de economia, dívida pública federal.
Isso eu também tô, tá na próxima.
Preste atenção, então você pode falar para mim, a dívida passou para ser quase 10 trilhões.
Meu Deus, trilhões! Só o déficit em junho foi de 42, 48,2 bilhões.
O aumento, o aumento foi de 235 bilhões em relação ao mês anterior, só agora.
Sim, do gasto você tá falando. A dívida subiu 48, ou seja, você sabe quanto é o negócio?
São Quase R$8 bilhões por dia.
É muita grana, tá maluco!
R$8 bi por dia, tá inacreditável.
O déficit primário, que é sem contar juros, que é uma conta um pouco diferente do que você tá falando, Emílio, atingiu R$92,2 bilhões. É um aumento de quase 8 vezes em comparação a 2025. Você aumentou 8 vezes o gasto.
Carreta furacão, caríssima. E esse é o custo para se reeleger.
Não, exato.
E aí tem uma parte que é precatória, mas eles tiram da meta fiscal. Então essa meta fiscal já nasceu morta, já nasceu morta a meta de 0,25%. O governo já tá falando de um déficit de R$52 bi para esse ano. É um clássico exemplo de contabilidade criativa. Que permite despesas fora da meta, né? Então você tem os precatórios que mascaram o tamanho do rombo, e quem paga sempre é o contribuinte. Você tem um problema em economia que é o problema agente principal.
Que que é isso? Enquanto o principal, que é a sociedade, paga os custos da dívida que a gente tá pagando, lógico, a flexibilização constante do arcabouço reforça a dinâmica perversa. Então o governo vai lá Flexibiliza, gasta, e você que paga. Lembra a crise fiscal que a gente teve na gestão Dilma? Foi isso, foi isso, foi isso que deu impeachment. Só que na época não era Cabouço.
Mas quanto tempo demorou para acertar o— ah, não, é ano que vem.
Demorou. E ano que vem, como que vai ser, Saminho?
Não, não vai ser nabo.
Não, ano que vem não é nabo.
Pode esperar, é independente quem for, pode esperar, pode esperar.
Coisa boa, hein?
Não tem como, gente, não tem como.
E você sabe que a dívida continua e o déficit continua mesmo com arrecadação subindo. Então aumentaram impostos, aumentou arrecadação, e a dívida, o cara gasta mais do que aumenta.
Aumentou 10%, o cara gasta como se não houvesse amanhã.
Então não tem, é um país sem futuro, é um país sem futuro.
Rapelou de todo lado, até as moedinhas lá que os cara jogam lá no laguinho lá, até aquelas moedinhas. Vai lá, pega as moedinhas lá também para pagar as dívidas aí, para precisa ganhar eleição aí, ó, vai lá e dá dinheiro para todo mundo que tá devendo aí, gastou tudo e mais um pouco. E o nabo vem em forma de inflação. Exato. Os mais velhos, a gente já vê no mercado, no mercado você já tá vendo toda semana, aumenta alguma coisa.
Mas o problema é se você perde o freio da inflação, como era na época do Sarney. Aí, meu amigo, isso chama desencorajar, cada dia um preço. Aí é um inferno.
Não, que aí você perde toda referência de preços.
Mudava a etiqueta na hora, né?
Sim, você tava na fila, ele trocava o preço já.
Que caos!
Bom, fazer uma mais leve, vou pedir para o TP pôr a de número 3, que é do Elon Musk. O Alba vai gostar dessa. O Elon Musk deu uma entrevista à revista britânica The Economist. Ele, que é o homem mais rico do mundo, ele afirmou que em cerca de 10 anos anos. Em 10 anos o dinheiro não vai ter mais função na cabeça dele. E em 5 anos ele acredita que a inteligência artificial vai superar a capacidade humana em tudo. Ele falou o seguinte: não vai ter nada que a IA não vai conseguir fazer melhor que os humanos.
A única exceção é fazer outro ser humano, é a única exceção que ele falou. O raciocínio dele é abundância. Então se a tecnologia produzir bens e serviços em escala quase ilimitada, questões como comida, moradia e transporte deixariam de ser problemas econômicos e as pessoas poderiam parar de trabalhar.
O resultado é um delírio.
Eu também acho, mas é o que ele falou.
Ele é um cara, ele quer ser, ele é trilionário, ele não, né, único, ele não vai precisar.
A única coisa que cria, a única, a única coisa que cria É Deus, é verdade, porque Deus, meu querido Samidana, ele cria o milagre, o milagre da vida, o milagre da luz, o milagre do que estamos aqui vivendo. Olha o milagre que é estar aqui vivendo nesse programa. E o milagre é uma coisa que você não espera e de repente, pá, nossa, aí você fala, eureka, você fala É um milagre, isso é Deus.
Você sente?
Você entendeu?
Ele não acredita nos milagres. É impressionante. Você pode tentar emocionar, ele é oco. Ele não responde, ele não tem alma mesmo.
Ele acredita no Elon Musk e na rapaziada e na raquete do pico. Você não acredita nos milagres?
Não, eu acredito que a ciência não explica tudo.
Não, não, não tô falando da ciência, eu tô falando o seguinte: milagre.
Eu não sei se Deus existe ou não, eu não sou teu, existe pessoas ideológicas Mas você acha que você teve filho como, Sami?
Foi um milagre. Mas é só você imaginar, o universo, o nosso planeta, a gente, sim, você aqui, eu aqui, a nossa audiência, né?
Não tem como, cara.
O que que é isso? Isso é um milagre. Os milagres existem e estão acontecendo a todo momento, mas ele não sente. A todo momento nós estamos vendo milagre acontecer, só não vê quem não quer.
Mas é mesmo.
Mas voltando para o homem lá, milagre! Quem diria que a gente fica em primeiro lugar todo dia? Isso é incrível!
Aí, ó, isso é milagre mesmo, duas vezes aqui.
E vamos falar agora, já que estamos falando em milagre, vamos falar do magnésio agora, que tá aí, ó. Também é outra coisa, que é a importância que nós temos desse mineral desse mineral na saúde. Então vamos fazer uma oferta relâmpago agora. Sim, no 0800-787-9999 é a promoção para o papai, que é a promoção que vem aqui com essa parafusadeira, furadeira super bonitinha, top, da VAP, um sucesso, e a creatina que vai no pacote.
Outro dia eu vou até trazer uma tábua aqui para você fazer um teste com essa parafusadeira, furar, fusar, apertar, soltar.
É isso aí.
E eu vou falar um negócio aqui: se você é uma dessas pessoas que vive reclamando, tem gente, Emílio, que não pode ver uma cadeira. Você já viu isso?
Sim, senta.
Não pode ver uma cadeira na frente que já quer sentar. Um cansaço, esgotamento físico, esgotamento mental, dores no corpo. Uma hora tá doendo as costas, outra hora tá doendo o nervo ciático. Aí a pessoa entra num ciclo de medicamento. Pessoa vai ali e fala, bom, eu vou tomar um remedinho aqui para passar a dor. A dor passa, vai embora, ok, mas aí daqui a pouco volta, você tem que tomar remédio de novo. Quando você tá nessa de tomar remédio e o problema voltar, é um sinal que o seu corpo tá dando, tá faltando magnésio.
Exatamente, tem vários sinais que o corpo dá. Tem muita gente com falta de magnésio e são muitas funções do teu corpo que o magnésio é importante. São mais de 300 ligações que ele tem com as nossas funções.
E você viu que o doutor falou ontem aqui que não existe exame para detectar falta de magnésio.
Sim, sim, não existe.
A pessoa não sabe, né?
Mas o corpo dá sinais, que é o que a gente sempre fala aqui, que o Emílio fala, aquela piscadinha involuntária, né, que é o cortisol alto. Quando a pessoa tá com muitas dores e muitas câimbras, tomando remédio e a dor persiste, é sinal de falta de magnésio.
É desânimo, desânimo, dormir mal.
Dormir mal é terrível, é uma porta aberta para um monte de doença. Se você não tá dormindo bem, olha só, dormir, dormir mal não significa que é insônia toda vez. Às vezes a pessoa chega, deita e já dorme, mas não dorme um sono profundo. Eu era assim, Emílio, quando eu acordava de manhã, o lençol tava todo embrulhado, sabe? Você fica se mexendo, virava muito para cá, muita agitação. Depois que eu comecei a tomar magnésio, isso não acontece mais.
Que relaxa, relaxa mesmo. Exatamente, funciona. Por exemplo, quem toma remédio para dormir não tem menos possibilidade de ter esse sono REM, que é o sono onde você que vai reparar a sua, recarrega, né?
Exatamente.
O tarja preta te dá ressaca, né?
Bebida também não é bom para quando você bebe para dormir, que você não tem esse sono profundo, é o chamado sono REM. E esse aqui o que acontece? Você vai relaxar. Esse magnésio, o doutor tava contando, esse magnésio ele te relaxa. Então você tem uma bela noite de sono e é muito importante. Vamos fazer a promoção especial para nossa audiência agora, para essa sexta-feira, para fechar.
É a última da semana, é a última do mês. Vamos terminar essa promoção maravilhosa que é a promoção do Dia dos Pais. Já liga 0800-787-9999. Não vale o QR code, é para quem ligar e falar com a nossa equipe agora. 0800-787-9999. Ligou agora, você vai pagar só 20% do valor, porque aquele descontão que os outros laboratórios acaba dando para grandes redes de farmácia, nós vamos dar direto para o cliente que ligar direto na Lírios. Não tem atravessador, só vende nesse telefone, 0800-787-9999.
Qual que é a promoção? Kit dos Pais. Você ganha essa parafusadeira profissional. Olha isso, que coisa linda essa parafusadeira! Também é furadeira. Ganha creatina premium. E quem ligar e dar o testemunho daqui um mês, por exemplo, ó, eu tô usando, melhorei, deu o testemunho, nós já vamos mandar agora para você uma camisa do seu time do coração. Qual é o seu time do coração? Guarani, Ponte Preta de Campinas, ou é o Curitiba, ou Palmeiras, ou seja lá qual for o seu time eu vou mandar uma camisa do seu time de presente junto com a parafusadeira. Mas tem que dar o testemunho, que é a promoção dos pais.
0800-787-9999. Vou repetir: 0800-787-9999. O magnésio, o 5.0 da Lírios, só tem aqui. Vamos lá, abraço! Solte a vinheta que chegou o nosso convidado.
Programa de hoje, o maior beatmaker de todos os tempos.
Sou o pau mandado, faço tudo que ela quer.
Aí tu tá vacilando, né, irmão?
Aí não, aí tu tá errado. O homem é idolatrado pelos grandes cantores e compositores dessa nação.
Suas músicas já embalaram novelas, filmes, Bebedeiras e corações apaixonados.
Lembrança de nós dois, um filme de amor que nunca chega ao fim. Quem sabe se você ainda pensa em mim.
Muitos aplausos para o gigantesco Michael Sullivan!
Atenção, atenção, Brasil! 5 de agosto em Natal no Teatro Riachuelo, 6 de agosto João Pessoa no Teatro Paulo Pontes, 7 de agosto Recife no Teatro do Parque, dia 14 lá em Niterói. Olha, desculpa, aí está ele, Michael Sullivan. Esse cara é o cara, querido, é o maior. Esse cara merecia uma estátua em cada esquina do Brasil. O que tem de música boa.
Esse é bom.
Salve, professor!
Você gosta dessas canções, né?
Eu não, eu não. O mundo gosta, o Brasil gosta. Você sabe que isso é a coisa mais importante, eu acho, que para qualquer artista é tocar o coração das pessoas. Exato, que é um negócio que eu acredito que toda apresentação que você faz você sente isso na plateia, né? Tocar.
As pessoas às vezes têm preconceito de compor coisa. Se tá compondo, se pensa que ficou mais popular um pouco, para de compor. Eu não tenho esse problema porque eu vim, sou, vim da ideia de Luiz Gonzaga lá no início da minha história, quando eu tinha 10 anos de idade, no interior do Pernambuco. Luiz Gonzaga, e para mim Foi sempre o pop, o popular, Gonzagão Velho, Gonzaguinha também era bom, né?
Muito bom, Gonzaguinha também morreu cedo, né?
Morreu, morreu. Gonzaguinha fez uma história assim no pouco tempo que ele viveu. Acho que ele podia ter, ia viver muito mais, claro, mas infelizmente a fatalidade E eu componho o tempo todo pensando, a gente quando compõe tá sempre preocupado com a alegria das pessoas, com a felicidade das pessoas, que as pessoas gostem da música. Você não compõe por dinheiro, por nada, você compõe querendo que as pessoas gostem da tua canção. E a preocupação é com o povo mesmo, pela arte.
Tem o documentário seu e do Massada, seu agora, na Globoplay, muito bom. Sully vai amassadas. O documentário chama Retrato de Canções, que é uma música clássica, que é uma música de vocês aí. Muito legal aquele documentário.
Hoje eu me peguei pensando em você, te amo e não sei como eu amo, pois és do amor. Quero não lembrar, e às vezes sem querer me apanho falando em você.
É isso aí, Sandra Sá. Sandra Sá, Sandra de Sá.
Como é que é esse teu processo criativo aí da composição? Algumas, não sei se aplica em todas, mas você pensa na letra, você cria primeiro a nota? Como é que é o seu processo?
A melodia primeiro. Eu me sinto assim, sempre um guerreiro e à procura de melodia que venha. Então a melodia é muito importante. Se você não tiver uma melodia para trabalhar em cima É difícil você fazer um sucesso. Você faz o clássico, a letra faz um upgrade. Quando você acerta na letra também, vira o clássico. É muito importante. Mas a melodia é tudo na canção. Você tem que tá ligado na melodia. Eu tô, eu primeiro me ligo na melodia para preparar uma melodia.
Faço 10, o que precisar, para chegar numa hora que me convença. Que essa melodia me conversa, que ela que leva, é ela que faz o letrista, tanto que o compositor é o melodista.
Sim, a letra, a letra é apelação da melodia, né? É o que apela, né?
Que apela, letra que bota, coloca a voz na melodia, né? Isso, coloca a voz. E mais, a alma da canção tá na melodia. Quando você faz, fala de canção, o que é música, né? É melodia, harmonia e ritmo.
Que eles falam das notas mágicas, é aquela nota que entra no—
é, os grandes, os grandes faziam pouca letra. Luiz Gonzaga era melodia, Tom Jobim era melodia.
Você sabe, ô Sullivan, você sabe que eu tava vendo aqui agora que a gente A gente tá vivendo um momento muito nostálgico. Isso, no Brasil, você vê, muito nostálgico. Então, os shows do Guilherme Arantes lotado, Titãs, estádio, ou até o Kid Abelha, pô, fazia um show aqui no Cirquinho, agora tá fazendo um estádio. Por quê? Porque hoje em dia a música tá ruim. E pra provar isso, eu peguei aqui, ó, eu peguei 85, que é a época que você tava Isso, um hit parede de 85, ó, que que você tinha lá?
Roupa Nova Dona, um clássico. Um Dia de Domingo, Galitim, que é tua. O George Michael, Careless Whisper. RPM, Loiras Geladas. Ivan Lins, Vitoriosa. Like a Virgin, da Madonna. Exagerado, do Cazuza. Leva, que é tua também, de Maia. E o Tunai, Sintonia. Agora você pega Em hit parede de 25 do ano passado: Tubarões, Paga Paga Paga, Danilo e Davi.
Como é que é?
Fui Moleque, Nilo DJ, D Marques e MC Paiva. Famosinha, DJ Caio Vieira, MC Meno K e MC Rodrigo do CN. Resenha do Arrocha, Skinny e Alex Donk, e Mãe Solteira, DJ e Batidão Estronda.
Você vê, coisa boa, estronda, meu.
Falando sério, é muita gente para fazer. Falando sério, aí você fala assim, por que é que o mundo tá nostálgico, hein? Que que tá acontecendo, ô Sullivan? Você que é o cara da música.
A música hoje, a gente não pode também sentar pau na música de hoje porque existe uma juventude que gosta. Se eles estão lotando, se os meninos estão gostando, estão lotando, a nova juventude, a nova jovem guarda que eu chamo, está aí lotando os estádios também. E onde eles tocam, milhões de pessoas estão ali. A gente não pode falar que é ruim ou é bom. Agora, é uma música que não é uma música para ouvir. Antigamente, a música de balada, essas músicas tocavam na balada.
Vocês chegavam na balada, o bailão que tinha um baile, você tocou em baile, inclusive os grandes maestros. O Lincoln Olivetti falava, eu levava o músico para gravar na casa dele, ele perguntava, veio do baile, velho? Tocou no baile? Não, eu falei, vai dar trabalho hoje, entendeu? Então eu acho que as pessoas não botam para ouvir essas canções, não são canções mais que você ouve em casa e ouve na balada. Antigamente essa parada aí você ficava esperando no carro a parada, sim, e ficava esperando e levava, ia, comprava e levava para casa para ouvir.
Sim, sim.
E seu trabalho é artesanal, muito bonito, cara. E você trabalhou com os maiores, por exemplo, Tim Maia era um cara muito exigente. Queria saber como é que era trabalhar para o Tim, se você já deixava a música pronta, conta, porque ele mudava tudo também, né? Pelo menos no show.
É, mas ele gostava muito do compositor, ele respeitava muito o compositor. O compositor mandava as ideias, ele não mexia em nada. Por exemplo, Me Dê Motivo, né?
Puts, é lindo demais.
Me dê motivo para ir embora, tô vendo a hora de te perder. Me dê motivo, vai ser agora, tô indo embora, o que fazer?
Entendeu? Por o tururu. Eu, eu, o que eu gravei, terminamos a letra, eu tava já, fiz a melodia junto com Paulo, Paulo caneteou, a gente terminou a letra, mandamos para ele. O que eu cantei ele respeitou tudo.
Ó, entendi.
O tchururu, ele botou essa chamada do tchururu, ele colocou tudo, a levada Tudo, tudo. A única coisa que ele mudou, porque foi o grito da música, me dê um motivo. Quando a gente fez, a gente fez me dê um motivo, me dê um motivo, né, para ir embora. Tô vendo?
Me dê um motivo.
E ele falou, me dê.
Aí ele falou, não, você não tá cantando legal. Pô, podia trocar, né, Ivanilton? Ele me chamava Ivanilton. Podia trocar isso aí. Ele trocou e botou me dê motivo. Ao vivo, fica mais pop, fica mais legal.
É, e pegou pra caramba. Mas por exemplo, você tem só música boa, é só atenção, atenção Brasil, dia 5 de agosto, Alô Natal, Teatro Riachuelo, dia 5 de agosto, dia 6 em João Pessoa, dia 7 de agosto no Teatro do Parque, dia 14 em Niterói.
Eu tô fazendo uma uma oficina chamada Composição Plural, porque eu sou muito plural. Então eu tô falando, eu tenho ido em algumas, algumas cidades, na periferia das cidades, levando isso.
É verdade, que legal!
A Secretaria de Cultura, Secretaria de Cultura apoiando, apoiando. E a gente leva, eu vou lá e os meninos novos, eles compõem comigo.
Pô, que legal!
Eu componho, a gente faz, a gente passa 2, 3 dias lá, a gente faz os arranjos das canções que eles fazem na hora junto comigo. Eu faço, deixo tudo com eles, as canções, e é muito legal. Estamos falando, fazendo agora essa etapa, uma das etapas estamos fazendo com a UBC, que é a União Brasileira dos Compositores, que um trabalho importante para a galera, que é o Castelo Branco.
É o Castelo Branco, gente finíssima, puta cara legal, entendeu?
Tem Vanessa que tá lá, tanta gente, o Chico. É um time absurdo da UBC que nós estamos, é a maior sociedade que é dos compositores, dos compositores que começou, né? Chiquinha Gonzaga, a ideia veio dela dessa, da ideia da OBC. Em 42, a OBC foi fundada e fundou o ECAD 20 anos depois, 30 anos depois. Elas fundaram, eles fundaram o ECAD, que foi em 73, eles fundaram. E o ECAD, quem toma conta são as sociedades. Eu acho que eu fico muito feliz pra gente ter o ECAD.
Quando eu vejo um compositor falar mal do ECAD, eu falo, cara, Não fala mal do ECAD, você tá dando um tiro no pé, claro, porque ninguém quer pagar ECAD.
Exatamente, ele que valoriza, né? Valoriza o artista, né?
Ô, ô, ô, Súlivan, dá para fazer um trechinho aí do Deslizes, que é outra, que é outro clássico, né?
Não sei por que insisto tanto em te querer se você sempre faz de mim O que bem quer.
Se ao teu lado sei tão pouco de você, é pelos outros que eu sei quem você é.
E como prêmio eu recebo teu abraço, subornando O meu desejo tão antigo e fecha os olhos para todos os teus passos me enganando. Só assim somos amigos.
Lindo, né? Bonito demais, bonito demais.
Sabe que até a curiosidade do Sullivan é tanta música, cara, que você escreveu no teu show. Como é que você escolhe o repertório? Porque dá para fazer 20 horas de show, né, cara?
São os clássicos dos clássicos, são as 30 canções que eu canto. Eu faço assim uns 4 ou 5 medleys, né, duas canções juntas para dar tempo cantar todas, porque senão dá 2 horas e meia, é só sucesso. Então eu faço 1 hora e 40, 1 hora e 50, mas as pessoas sempre reclamam: você não cantou aquela.
Então imagina, é O tempo todo, enchendo também, fica pedindo para cantar uma no show, né, entendeu?
E é muita, é muita coisa, uma muito pedida é o: sabe quanto tempo não te vejo, cada vez você mais longe, mas eu gosto de você porque sabe Eu pensei que fosse fácil esquecer seu jeito frágil de se dar sem receber. Só você. Vai, saudade, diz para ela, diz para ela aparecer. Vai, saudade, se troca a minha solidão por ela para valer o meu viver.
Bonito demais, hein? Que tem, é bom demais, é muito bom, é muito bom. Michael Sullivan, meu amigo, anota aí, não é qualquer coisa não. Shows em todo o Brasil, dia 5 em Natal no Teatro Riachuelo, tudo sold out. E se você está com inveja, tem um DVD dele que é aquele DVD que você canta lá com os— é 10 anos, como é que chama aquele? Eu tenho aquele DVD, você não sabe o que é.
Linha do Tempo.
Linha do Tempo. Você pega um litrão de uísque, falando sério, cowboyzinho, tô falando sério, ô Sullivan. Você pega um litrão de uísque, tá, põe aquilo lá no DVD, meu Deus, com som bom, você chora. Que nem um bebê mesmo, não é?
Não é?
Você sabe, você sabe tocar o coração, o coração de todo mundo.
Muito, é muito, é muito legal. Eu quando canto nos shows, as pessoas se emocionam muito.
Os teatros, a pessoa chora no show, não chora, né?
E no final, quando eu começo a cantar pauleira mesmo, que eu faço aquele whisky a gogô, aí já faço o trem da alegria. E todo mundo, e que eu cantei canções infantis, tantas que a gente compôs, foi lindo.
Aquele DVD ali, é esse DVD aí, ó, esse DVD espetáculo. Deve ter aí no Mercado Livre, aí você deve comprar.
É, nós concorremos o Grêmio com ele.
Agora não tem mais, deve ter no YouTube aí. Agora me fala uma coisa, você ganha muito dinheiro de ECAD, né? De, porque, ó, por exemplo, a Xuxa Todo mundo fala que é muito difícil fazer um parabéns a você, que acho que é a música, que é o parabéns. A música da Xuxa é um parabéns a você, né?
Muito doce para você, é o seu aniversário.
O Erasmo até falou para mim uma vez, Erasmo Carlos, saudoso, querido, amado, ele falou para mim Poxa, cara, eu queimei a língua porque eu falei: se for, se fizer, se fazer o fácil fosse fácil, já tinham feito um outro parabéns.
Outro parabéns.
Aí vocês fizeram outro parabéns, cara. Pô, cara.
E por que que vocês fizeram esse parabéns para Xuxa?
Porque o Boni tá aparecendo.
Bom, quando fica em primeiro lugar, ele aparece. Em primeiro lugar a gente faz uma homenagem É o Boni, entendeu? E o Boni, que lindo!
O Boni, o Boni é que inventou Michael Sullivan, ele inventou. Mas o Boni falou com a Marlene, ligou para Marlene e para Xuxa que ele não podia cantar mais o Parabéns, porque eles estavam pedindo uma fortuna para cantar o Parabéns, entendeu? Ela cantava no programa, no programa todo Aí, mas tem que fazer para amanhã, não podemos ficar sem parabéns amanhã. Eu levo a Xuxa, aí isso, ela, eu falei com ela, era 1:30, 2 horas da tarde, passei na casa do Paulo, fizemos parabéns até às 4 da tarde, fui para Sor Livre, fizemos o arranjo.
Olha isso, puta, ó a Xuxa aí com você, ó.
Ela passou 10 horas da noite, botou voz com as Paquitas, cantaram a música, me mixamos de madrugada, 10 horas da manhã tava lá na sala, e o My Boy botou no ar.
Até hoje é o Lincoln ali, é o Lincoln. Não, não, quem é que tá nessa? É a Xuxa?
Não, sou eu, Paulo. Ah, é o Paulo, o Liebert dos Fever. Foi quando nós, o Fever participou com o Trem da Alegria. E ela cantando, porque ela que praticamente lançou o Trem da Alegria junto com a gente, né?
Porque vocês fizeram o Trem da Alegria primeiro na Manchete.
É, nós fizemos o Clube da Criança, nós chamamos ela para lançar o Trem da Alegria. Ela falou, não queria fazer um programa primeiro, eu queria falar do meu programa. Aí nós fizemos o Clube da Criança, que tinha Carequinha, tinha ela, tinha o Pelé, tinha um monte de gente Entendeu? Então ela que compôs. E aí nós fizemos o, pegamos as duas crianças, Patrícia e Luciano, e fizemos Xuxa Apresenta, Clube da Criança Apresenta Xuxa Carequinha.
Dali foi quando ela foi contratada pela Globo. E nós tínhamos contratado ela, mas a Som Livre tinha um trato que quando fosse algum artista fosse da Globo, tinha que ser Som Livre. Sim, ela foi para Som Livre.
E porque tem uma grande diferença, porque, por exemplo, nessa época tinha, ele rivalizava com o Balão Azul, que era do Balão Mágico, mas lá era tudo versão, versão, era tudo música espanhola que eles versionaram.
A inspiração nossa foi do Balão. Quando o Balão terminou, entendeu, aí nós, nós resolvemos fazer o Trem da Alegria. Fizemos as duas primeiras que foi o É de Chocolate.
Puta que é!
Vou te mostrar que é de chocolate, de chocolate o amor é feito, de chocolate, chocolate, chocolate, meu coração.
Até hoje a Xuxa canta porque ela queria cantar essa música.
Eu falei, já tá gravada, que era com Robertinho do Recife e a Emelinha, né?
A mulher dele, entendeu? Aí eu falei, ali não dá, já tá pronta a música para sair. E ela ficou, rapaz, me cobrava, pedi para cantar essa música. Um dia eu gravei com ela em dance e ela botou na abertura do programa dela da Globo. E aí hoje ela tá cantando, ela canta no show dela, ela canta no show, que ela ama essa música. Então fizemos essa, fizemos A Vida É Uma Criança, Um Carrossel, De esperança, o nosso mundo colorido, como é lindo, qual a bola disso?
Aí vem que eu quero te mostrar, existe um lugar pra gente ser feliz.
Que tinha participação do Roupa Nova.
É isso, cara.
É, e foi as duas primeiras músicas no Clube da Criança. Aí quando ela foi pra Globo, no outro ano, ela continuou participando com E dava, a gente só lançava o Trem da Alegria no programa dela. E aí nós saímos e pegamos o Juninho Bill.
Sim, Juninho Bill, sim, era uma febre, né?
É que foi uma loucura. E criamos lá e lançamos o Trem da Alegria.
Quem era? Era o Miguel Props? Quem era? Era o Miguel. Esse cara também é bom, né? Não, esse cara é bom, né? Popular, popular.
É, com todo respeito a todos todos os diretores artísticos do país. Tem grandes nomes como Max Pierre, sim, tantos e tantos e tanto, e Marizinho Rocha. E mas o Miguel é o grande, é o grande diretor artístico. Eu aprendi muito com Miguel e ele é o grande diretor.
Ele é gringo, né?
É romeno.
Era romeno. E ele tocou, ele era também do, do, que pô, você tocou no Fever, nos Fever.
Ele tocava no Fever. Saxo, que tocava saxo no fim.
Então, mas você acha que esse negócio do baile, que, pô, aceita o Fevers, é o Fevers, é uma banda de Renato, seus Bluecaps também são muito importantes na música brasileira também, mas é um negócio que fica meio esquecido, né?
As pessoas não entendem. As duas maiores bandas da década de 60, 60 foi Renato e 70 junto com Fevers. Renato continuou, então Renato E os Beatles são os grandes nomes. Só na década de 80 que surgiu o rock, surgiram as novas bandas. Sim, mas as duas bandas de maior nome no país durante 2, 3 décadas foi o Hipercap e os Beatles, porque era mais ou menos— eu toquei nos dois, então, mas nos Beatles, no Rolling Stones, maravilhoso.
Então, mas vocês eram mais ou menos o que aquele Funk Brothers eram da Motown. Tudo que você tem de música ali, isso, de Robertinho, anos 60, anos 90, são vocês que estavam ali fazendo a música, né?
Isso, fazendo música. E ali nos bailes é que veio a inspiração, porque o baile dá muita inspiração, porque você toca de tudo. Você toca Led Zeppelin, toca Roberto, e toca no final do baile, você toca Martinho da Vila, as músicas que tá tocando no É eclético, da escola de samba, entendeu? É um, é uma pluralidade absurda.
Eu vou ter que fazer um break para rede de rádio. Muito obrigado pela sua audiência. O bônus subindo toda hora. Dia 5 de agosto em Natal você vai ver o Michael Sullivan, o show solo dele. Dia 6 de agosto, João Pessoa no Teatro Paulo Pontes. No dia 7 de agosto você vai voltar lá para Recife. Você é de Recife, né? Teatro do Parque, vai voltar para terra aí dia 14 de agosto.
Sempre que eu vou lá nessas cidades é lotado, esperando o pessoal todo lá. Eles cantam, eles choram, se emociona, é lindo, é muito bom.
Fazer o break da rede de rádio agora, vai lá, manda o breakzinho aqui.
Posso fazer uma questão?
Pois não.
Já que a gente tava falando da Trem da Alegria e tudo mais, para você, o que que te motivava a fazer as músicas infantis? Que você fez, né? Porque assim, fazer música, falar de amor e tudo mais, mas quando você vai falar de criança, o que que te inspirava, né? Memórias afetivas, a melodia? Você fala assim, eu vou seguir para esse caminho inspirado no quê? Nas questões mais para o público infantil assim?
Olha, a música infantil, nós cuidamos dela como se fosse para adulto. Sim, os arranjos era feito que antigamente as músicas, isso começou no Balão Mágico, e nós cuidávamos dela com os arranjos do Lincoln Olivetti, arranjos assim absurdos, melodias de adulto para adulto cantar, tinha que cantar mesmo, eram fenômenos que cantavam. Patrícia, Luciano, Juninho, até hoje estão aí cantando.
Patrícia canta muito, né?
Canta muito. O Luciano canta muito. Luciano o Freddie Mercury, quando ele cantou o Hey Me, tá até explodido aí o Hey Me por causa disso, né? E aí, mas para mim, eu fiz a minha grande paixão e vinha dentro de mim, porque eu fui uma criança muito pobre do interior de Pernambuco, e cada música que eu fazia era uma bicicleta que me dava de presente e uma bola de futebol.
Muito bom.
E até me emociono.
É, eu tô vendo, por isso que você toca o coração.
O artista é aquele que é claro, entendeu? Então eu me emociono porque o Paulo nasceu no dia 12 de outubro, Dia da Criança, o Massadas. E a gente, essa coisa deu certo porque surgiu Massadas, não tem explicação, não pode ter explicação. Eu fiz quase 2 mil músicas com outros autores, mas fiz 700 com o Paulo. As 700 músicas foram gravadas.
Caramba, meu!
Então não tem uma música inédita. Então não tem explicação.
Esse cara que vocês estão vendo e ouvindo vendeu 60 milhões de cópias. Você sabe o que é isso? É venda internacional, é uma venda, é uma venda, números americanos, é uma venda mundial.
Já chegou a 120 milhões, porque esse número é um número como produtor.
Sim, 60 milhões de produtor, de produção.
Agora esse 60 passou para 120.
Meu Deus, caramba!
Então são, se botar em disco de ouro, isso aí dá 1.200 discos de ouro, né? É muita coisa. Mas na realidade, a nossa música não tem número.
Né?
Porque são bilhões daqui, é milhões aqui do streaming, e não tem número as regravações. Um dia de domingo, por exemplo, eu vou cantar um refrão: faz de conta que ainda é cedo, tudo vai ficar por conta da emoção.
Faz de conta que ainda é cedo e deixa falar a voz do coração.
Isso é bonito demais, né? Meu Deus do céu, isso é bonito demais! Essa música, essa é para arrebentar!
Nós sabemos que já tem mais de 300 regravações pelo mundo todo, mas não só pode ter muito mais, entendeu? Então é O número não dá para você contabilizar.
É, tá na plataforma, né, Spotify. E o Roberto Carlos também, que foi muito regravado, né?
Roberto gravou e vendeu demais, né? Me deu, fez o Fecha os Olhos para Não Ver Passar o Tempo.
Incrível essa música.
Sinto Falta de Você. O bom amor perfeito no meu peito. Sem você não sei viver.
Vem, então vem.
Ele é fã, né?
Ele é fã.
Mas, Sullivan, existem mais de mim. Ô Sullivan, ô Sullivan, mas teve babado novo que gravou com o Cláudio.
Mas é uma lágrima. Ele, eu falo para ele, eu falo para o Roberto.
Você tem a lágrima. Você tem a lágrima lá.
Eu falo, Roberto, você fala boa noite, é R$100 mil na loja, no show. É um prazer imenso estar aqui com vocês, mais R$100 mil.
Bem-vindo.
É o seguinte, se você faz uma música, se a sua música entra no disco do Roberto Carlos, é um apartamento. E aí já pode comprar o apartamento que você quiser.
Roberto arrumou muitas famílias, mas muito.
Mas o legal da, um dia de domingo, eu considero essa música é uma, é uma das músicas mais bonitas que a gente tem na história da música popular. Vocês fizeram para Gal, como é que foi? Como é que foi?
Você viu essa música, uma confusão. Se eu for contar aqui, tem que levar meia hora, né? Mas o Tim é muito confuso, né? O Tim era confuso. A Gal pediu, ela tava vindo de um 6:30, e eu tava com o Paulo arrumando umas letras assim no corredor da gravadora. Corredor da gravadora, tem isso inclusive na nossa série falando. E eu tava lá com ele, a gente tava fechando, ela passou, falou: ô porquinho! Aquele jeito dela: oi porquinho, eu queria ver essa música do Tim Maia, Leva, é de vocês, não é?
Aí eu falei, eu falei, é, Gal. Aí o Paulo falou, não é nossa assim também, a gente tava junto. E aí ela falou, eu queria uma música dessa em cima do Leva, eu queria uma música assim para eu cantar contigo no meu disco novo. Eu falei, que maravilha, Gal, vamos para casa agora. Ela riu e tudo, e nós fomos para casa mesmo e chegamos em casa e começamos a trabalhar a música levou, foi até o outro dia, porque foi o trabalho, a letra deu muito trabalho, que entre que escrevia e o Paulo não ficava satisfeito, aí em vez dele ficava, eu não ficava, e a gente foi, mas no final ficou uma letra absurda.
Sim, Paulo caneteou bonito. E aí nós apresentamos, aí começou a confusão na gravação. Gravação, meu irmão, foi muita coisa. O Tim não queria gravar porque eu botei ele, porque ele queria gravar só junto com ela, e ela já tinha botado voz porque ele queria namorar a Gal.
Entendi a história.
Legal, queria namorar a Gal, e aí pô, não deu, aí voltou Aí ele falou, não, ela não tá aqui para cantar comigo, eu não vou cantar. Foi embora. Na outra semana voltou, aí foi cantar. Quando chegou na parte dele, eu botei ele voltando nos Eu Preciso Respirar, voltando no B da música.
Sim, porque mudou o tom.
É porque era muito longo, era música que ficava uns 7 minutos, eu queria que ficasse com 5 e meio. Eu vou, não, meu irmão, soltinha.
Titi Maia do Brasil, meu chapa!
Você tá me estranhando? Eu te ensinei a cantar, tocar, e você tá me ensinando? Eu te marco, vou te botar 15 minutos, tô cantando com essa menina aí, vai dar certo.
Então ele tava chateado com a Gal porque a Gal não tinha ido, não foi gravado.
Aí teve o lance do Fantástico que a Gal falou que o vestido dela vestido não ficou pronto. Ele tava todo pronto em casa para ir para o Fantástico gravar. Aí na outra semana foram chamar ele, falou, meu vestido não ficou pronto. Maravilhoso. Aí acabou que o Chaquinha me chamou e queria que eu convencesse ele a ir com a Gal. Aí eu falei, Chaquinha, sabe o que é que vai dar certo? Liga para Gal, liga para ele, que a Gal já comprometeu com você que Ele queria.
Liga para ele que ele vai. Que ele gostava muito de Chacrinha, muito. Ele adorava fazer o programa do Chacrinha. Aí que era pop, né? Sim, sim, era popular para caramba. Então ele foi, aí a Gal foi. É a única imagem que tem os dois cantando, tá ali, ó. Ela olhando para ele, ele quase chorando, os olhos cheios d'água o tempo todo, cara.
A emoção dessa música é demais.
Ele era louco por ela, era louco, ele queria casar com ela. Eu falei, Tito, sai dessa, pô, tira isso da cabeça. A mesma coisa que ele.
Mas aí, mas é, mas é, quanta história, hein? Nossa, porra, Sullivan, você não sabe a alegria que eu tenho de trazer aqui, poder proporcionar para nossa audiência o respeito que a gente tem pelos compositores, né? Tanta, tanta história bacana, tanta coisa que a gente passou na nossa vida, você com fundo musical, você criou, porra, maior respeito. Além de você, você merece, porra. Muito obrigado você ter vindo aqui e dividido com a gente a tua história, que é uma história muito bacana.
Quero estar sempre aqui fazendo, que eu vou fazer um show de São Paulo importante.
Boa!
Aí quando eu fizer, eu quero, vou te ligar aí para produção. Por favor, vamos lá, fala com Emílio, com a rapaziada Fala lá que eu preciso.
Boa, vamos, a hora que você quiser. Ó, dia 5 de agosto no Teatro Riachuelo, você de Natal. Dia 6 de agosto no Teatro Paulo Pontes em João Pessoa. No dia 7 de agosto na terra do Sullivan, que é no Recife, no Teatro do Parque. Dia 14 de agosto, Feira Literária de Niterói. Michael Sullivan, sensacional! Da música brasileira.
Lenda!
Muito obrigado, muito obrigado por ter vindo e obrigado por fazer tanta música bacana. Vai lá, vamos fazer o break da gente, vamos embora! Ela abriu portas e fez questão de não fechá-las para quem veio depois. Com a gente, Isabel Filardes. Os filhos vieram assim para poder me dar um olhar mais empático, mais humano, entendendo que a diversidade faz parte da vida. O mundo foi feito para ser diverso, não dentro de padrões.
Em Off, hoje às 23:30 da noite aqui na Jovem Pan.
Nessas horas a gente gostaria de poder ajudar a mudar realidades pelo mundo.
E a gente pode ajudar com um gesto simples, muito simples.
Quanto mais gente doar, mais pessoas podemos ajudar.
Nos lugares mais remotos, nas crises mais agudas, juntos nós podemos ajudar a salvar vidas.
Doar para Médicos Sem Fronteiras é levar cuidados a quem mais precisa.
Juntos podemos fazer a diferença.
A nossa doação não tem fronteiras.
Junte-se a nós, faça sua doação para Médicos Sem Fronteiras: doi.msf.org.br.
A média da aposentadoria no Brasil é R$1.863 por mês. Se esse número não resolve a sua vida, você precisa construir uma renda maior, e o momento é agora, não na véspera da sua aposentadoria. No curso Do Zero investidor. Eu, Pablo Spire, o Tourinho, te ensino como fazer isso do zero com método para garantir dignidade na última fase da vida. Por apenas R$247, eu vou te ensinar a juntar dinheiro, poupar e investir bem. Acesse newcursos.com.br.
Oscar Filho e Pablo da Nobre, vamos para o grande debate. Eu acho que a Nobre é uma vira-casaca dos infernos, né, mano? Eu vou dar uma opinião Como uma pessoa, eu tô adorando a cara do carioca olhando para mim nesse programa. Eu sei que você era menina do tempo aqui do Jornal da Manhã, trabalha de noite, de manhã, tá trabalhando demais, tá ganhando bem.
Fala, fala em cifras, você tá ganhando?
Isso não é um talk show. Hoje às 10:30 da noite na Jovem Pan.
Não vá para cama sem mim.
De volta, voltamos, o pânico voltou!
De volta, voltamos! Ó, maravilhoso, sextou, bolou, hein? Vamos embora, bora! Boa sexta-feira, nós vamos embora muito felizes, sabe por quê? Amanhã a gente não trabalha. Domingo também não. Um dia de domingo, talvez segunda, a gente vem trabalhar com muito mau humor, mas depois passa e a gente fica feliz. Tchau, gente, bom final de semana! Até segunda, tchau, tudo de bom, viu? Mas já terminou? Terminou! E eles não desistem.
Pra quem já almoçou pode aproveitar e sair pra cá.
Terminou, terminou, acabou, acaba, pelo amor de Deus, acabou mesmo, acabou, meu Deus.
A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação. Realização Jovem Pan.
Do Zero Investidor
Curso de investimentoMédicos Sem Fronteiras
Doações