Episódios de Pânico

Rafael Satiê e Barbara Hannelore | Últimos acontecimentos do Brasil e do mundo

18 de março de 20262h6min
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ENCONTRO DE NOTÁVEIS! Nesta quarta (18), o Pânico recebe uma dupla de peso que não tem tempo pra "mi mi mi": O vereador carioca Rafael Satiê e a jornalista e especialista em desenvolvimento pessoal Barbara Hannelore! A dupla fala tudo sobre as eleições de 2026, bota pedra sobre pedra quando o assunto é política internacional e ainda te dá aquele choque de realidade (não dá pra prometer que não vai doer!): Satiê vai explicar como o capitalismo pode salvar a favela, enquanto Barbara vai contar como sobreviveu a um golpe de R$ 40 milhões, perdeu tudo e reconstruiu o império do zero! Quem ficar de fora vai ter que assistir 12h do Morgado fazendo piadas que não ofendem ninguém. Boa sorte!

Assuntos12
  • Lei do Eca Digital (Lei Félix)Verificação de idade e identidade · Restrição de conteúdo para menores · Responsabilização de plataformas · Combate a fake news · Conflito com LGPD · Impacto em empresas como Rockstar Games · Subjetividade legal e margem de interpretação · Aprovação acelerada no Congresso
  • Cultura anarco-funkEvolução do funk carioca · Apologia ao crime em letras de funk · Objetificação da mulher · Manifestações em favor de traficantes · Influência da cultura americana · Diferença entre funk de raiz e funk atual
  • Política de Salário EmpregoSaída da favela através do empreendedorismo · Capitalismo versus assistencialismo estatal · Falta de saneamento básico · Influência do governo PT · Operações policiais aprovadas pela população · Infraestrutura e saneamento como prioridades
  • Transicao Administrativa GovernamentalManipulação emocional pela esquerda · Uso de narrativas de vítimização · Despertar para realidade política · Afastamento de círculos esquerdistas · Rejeição por ativismo de esquerda · Consciência de classe e mobilidade social
  • Atuação de Lucia na políticaPré-candidatura ao governo do RJ · Candidatura a deputado federal · Pauta política nacionalizada · Trabalho na câmara municipal do Rio · Projeção nacional de candidatos
  • Aprovação legislativa de projetosOperação contra traficantes no Rio · Neutralização de 120 narco-traficantes · Aprovação de 86% da população · Diferença entre narrativa mediática e realidade local · Segurança como prioridade das comunidades
  • Questões de direitos e identidadeTransexualidade em comissões e espaços públicos · Lei de misoginia · Direitos de mulheres biológicas · Redefinição de conceitos de gênero · Abaixo-assinado contra ocupação de espaços · Dignidade humana versus manipulação identitária
  • Acordo Mercosul-UERedução de tarifas · Impacto no PIB brasileiro · Protecionismo agrícola europeu · Domínio competitivo no Brasileirão · Salvaguardas comerciais
  • Feminismo e MachismoQueda de aprovação do governo entre mulheres · Pesquisa Datafolha mostrou redução de 14% · Economia e inflação como fatores · Representação genuína versus manipulação
  • Impacto do querosene nos custos de aviaçãoAumento de custos para companhias aéreas · Aumento de tarifas · Redução de rotas · Impacto global em diferentes regiões · Combustível como 30% do custo de voo
  • Direitos LGBTQIA+Respeito à dignidade humana · Inclusão da comunidade LGBT · Diferença entre inclusão legítima e manipulação identitária · Direitos e responsabilidades
  • Seminário sobre protagonismo negro conservadorConvite para simpósio na Alesp · Pauta de direita para população negra · Presença de políticos conservadores negros · Data: 21 de março
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Pronto e detectado. Humor reiniciado! Modo pânico ativado. No fim da vida, só filtro e like. O mundo tá sério, quadrado demais. Mas o pânico vem e ri por trás. Escreve o humano, copia o algoritmo, manda e a galera obedece. Mas calma, respira, dá risada, confia que o erro é que faz o sucesso.

O sistema do amor vem para desinstalar. Meus ludibriados pelo amor. Como é que vocês estão? Tudo bem com vocês? Estamos de volta aqui, né? Começando mais um aloprado programa Pânico pelas cautelosas plataformas da Jovem Pan. Bem-vindos ao programa que, assim como você, não sabe como pagar a conta do Banco Master. Hoje é dia de inteligência e sapiência nesse programa.

Temos rinha de pensadores com um homem só. Presença encantadora e ilustre de Mário Sérvia Costella. Vai lá, professor. Olá, Emílio. Olá, Emílio. Assim como o Sócrates e o Necropênios deste programa. Confesso que ainda estou triste com a derrota no Brasil no Oscar. E por causa disso, eu comia mais do que o César Benotti e o Fabiano na festa da mamonha.

Muito bem, muito bem, Morgadinho. Vamos agora? Vamos, vamos.

Então vamos. Agora é a agenda do melhor stand-up comedy do Brasil. Você sabe que é o melhor show de stand-up comedy. Ele pode estar na sua cidade. Anote aí a região onde você está. Mas no meio ele é conhecido como Carreta Buracão. Sou eu. É o nosso Morgadinho. Rogério Morgado. Aê, gordinho. Quem é esse rocambola, hein? Uma hora dessa. Sou eu, bebê. O gordinho do Brasil. Hoje tem show em São Paulo.

Club, a melhor casa de comédia de São Paulo, com o melhor Smash Burger. Tá de bobeira hoje, meu amigo? Vai ver o show do Morgadão. Vai ser incrível. Hoje, ó, sou eu. Ô, Padre Kelman, vamos lá também, ó. Clubedoingresso.com. Adquira já o seu ingresso pra não ficar de fora. Se não pode hoje, faz o seguinte, semana que vem, ou na outra. Mas se programa, você que tá vindo de fora de São Paulo pra cá, já adquira o seu ingresso. É um lugar pequeno, intimista, muito bacana, aqui em São Paulo. Clubedoingresso.com.

Galera de Sorocaba, dia 20, mais conhecido como sexta-feira agora. Tem show do Morgadão aí no Osco Comedy Club. Você vai comprar no Simpla. Aliás, é Sorocaba, é Black House. Também você vai comprar no Simpla. Osasco é no sábado. Aí sim, no Osco Comedy Club, também pelo Simpla. Sabadão tem Morgadão aí, tá bom? E no dia 2 de abril, Rio Claro, Vila Raiz. É o lugar que eu vou fazer show aí. A gente sempre que vai pra Rio Claro faz lá no Vila Raiz um lugar bacana.

e eu quero chamar a galera de São José do Rio Preto. Essa pera, bicho. Dia 4 de abril tem show solo do Morgadão. Ano passado, pela primeira vez, eu fiz show teatro lotado. Espero que dessa vez a galera volte, porque foi um show sensacional no Teatro Municipal Humberto Cinebal de Neto. E o site para você comprar é o bilheteriaexpress.com.br, tá certo? Você aí de São José do Rio Preto.

Atal Morgadão, faz o seguinte, manda um e-mail contato arroba rogeriomorgado.com.br as redes sociais é o arroba rogeriomorgado está na tela aí, vídeos novos, tem corte aí do podcast, eu fui no podcast do nosso amigo Flávio Prado foi muito bacana e aí eu tô soltando cortes aí então segue a gente lá que você vai acompanhar e tem o caminho pra você ver na íntegra lá no Youtube do Flávio Prado, uma conversa muito bacana Morgadão, tá certo? Obrigado Emílio

Witness do Morgado. Ah, é. Tamo firme lá na Neijo. Desfile de bermuda. Opa! E em breve, vou anunciar aqui, Morgadão e convidados especiais, show quinzenal lá na Granja, lá. É, na Enjoy. Então, fique ligado, que em breve a gente divulga. Boa, Morgadinho. Fábio Gueré, você vai se apresentar onde, meu querido? Ah, Emílio, na boa e velha floripa, dia 10 de abril, uma sexta-feira muito louca. Bobão, né? Solteirão. É bobão, né? Você é tonto. A gente não sai. É humorista.

Só faz show em Floripa. E Rio Grande do Sul. Vê se ele quer fazer lá em Carapicuíba. Lá ele não vai. Quando eu estiver indo pra Floripa, eu passo em Carapicuíba. Mas dia 10 de abril, lá no Floripa, come de casa sensacional. Lanches muito bacanas e uns drinks também muito, muito bons. Então, corre e já garante seu ingresso lá no pensanoevento.com.br Vai ser um showzaço. Show novo, inutilidade pública.

Falando de política e tudo mais. Então, vamos falar do Topazio? Claro. Então, bora lá toda a galera de Floripa. E depois, final de semana, a gente vai comer aquela ostra bacana. Lá no freguesia. Fazenda das Ostras. Sensacional, mano. Leveu bola. É sensacional. É bom demais. O bola não comia. Ele falou... Pontos a cheiro de inhaca. Não, mas vou falar pra você, filho. Mas não gosto, mas nem a pau. Ele foi e ficou fã. Mas pior que é bom, filho.

Aquela gratinada. Não, porque... Vou te falar, mas comi umas quatro panelas, velho.

Mas resumindo, 10 de abril, sexta-feira, a flor de pacote entra lá no ar. O couve tá impossível. O couve tá voando. O couve com franjinha. O couve tá impossível. Muito bem, agora chegou o momento de homenagear você. Hoje é aniversário do nosso ouvinte. O pasteleiro selvagem. Parabéns, pasteleiro. Também temos aqui o Carlos Paixão. Muito obrigado.

Igor de Ribeirão Preto. Igor Mendonça de Ribeirão Preto. Muito obrigado pela sua audiência, porque agora é hora de homenagear quem nos ajuda a pagar nossos advogados. E são muitos. Hoje temos o nosso aniversariante, que eu falei agora, e é a hora da nossa audiência, a majestade. Nossa majestade de hoje vem do Bocólico, Pairo Paulistano da Bela Vista. O mano tá solteirão na pista.

Ele adora dar umas corridinhas. O cara é especialista em CRM. E eu não faço a menor ideia do que é isso. Mas sei que ele adora nosso programa. Palmas para o aniversariante do dia. Guilherme Amaral. Boa, Amaral. Também é aniversariante hoje, hein? Boa. E eu falei parabéns. Vai fazer aniversário com o pastel mesmo. Trouxe bolo, mano? Muito bem. A gente pode dar nadice depois, hein? Aí sim. Aí lá a gente vai todo dia. A gente não vai comemorar lá. Eu não rasco.

O CRM é o que? É de ferramenta, né? Explica direitinho que agora não entendi nada. CRM pra mim é negócio de médico. O Conselho Regional de Medicina. Eu trabalho lá no Estadão, então a gente tem uma ferramenta de CRM. No Estadão Jornal? É praticamente a inteligência por trás do relacionamento com o cliente. Então a gente entende através da base de dados que a gente tem dos clientes.

Através da base de dados que a gente tem ali dos clientes, a gente sabe os interesses deles, qual página eles visitaram, interesse por serviço, produto, categoria. E aí, de acordo com essa personalização, a gente cria uma estratégia para enviar comunicação de multicanalidade. Então, via e-mail, WhatsApp, SMS, push. Então, de acordo com o comportamento do usuário, a gente cria uma estratégia para enviar comunicação para ele. Entendi.

com o cliente. E lá no Estadão a gente tem alguns produtos como o Jornal do Carro, o E-Investidor. Era um belo jornal do carro, né? Do Estadão. Era quase um jornal, né? Hoje em dia tá pequeno o jornal, né? É, mudou bastante, né? Tá triste o jornal. Mas ainda tem. É um pernil maravilhoso. O único Estadão que vale é o restaurante do Estadão não é nosso. É, ele não sabe. Não, mas as turmas... Ô, Jack, que restaurante? Quem, você tá chamando o ouvinte de Jack? Calma, tô falando pro cabeleiro aí. Ô, Samy, deixa eu falar.

Tem a redação do Jornal Estadão. Quando você desce, tem o famoso sanduíche do Estadão, não é lá? É que mudou agora. Agora há 40 anos. Quer entrar na conversa e não sabe nada. Ele vai tentando adivinhar. Por que você não fica quieto? Mas lá tem o Rob também, você já foi? Não, tô brincando. Olha o Sam falando da Praça Roosevelt.

Calma aí, Casa Grande, dá uma segurada. Nunca foi na Quilt. Na Quilt eu conheço. E além do Estadão, você corre também? Eu gosto de, assim, como hobby, fazer caminhada, corrida, assim, eu gosto bastante. Eu também. É bom, né? É bom. A Paulinha corre também. Olha lá, Paulinha. Faz a corrida de bergões. Ah, não é a Paulinha, é você, né? Faz um trio.

Obrigado de bermuda. Obrigado de bermuda. Fazer o desfile de bermuda. Roberto Carlos de bermuda. Muito bem. Obrigado pela sua participação. Eu que agradeço. Sou muito fã do programa. Seja bem-vindo aqui no programa Pânico. Valeu. Feliz de ser demitido. No Instagram, se você quiser seguir, ele é o guilhermeamarau.sp. Vem escondido? E para participar do programa, nossa audiência majestade, audienciamajestade.com.br Podelares está fazendo bonitinho, né? Por ordem.

de quê? De Pix. De Pix. Muita gente querendo vir aqui. A gente quer agradecer. Queremos dividir com você a alegria de fazer o programa. Certo? Tá bom. E agora chegou o momento dele. De quem? Não, não é ele. É ele. Não, é na rua. Não, mas você não vai fazer? Ah, sim, sim, sim. Não lembro. Eu tinha esquecido. Não, tem até um trailer hoje.

Mas tem. O Alba faz falta. O Alba é o seguinte. Vocês sabem quem é o Alba. Está lá a política. Está comemorando. Ele pegou algo da carteira de trabalho. Aumentou. São duas semanas que ele vai ficar fora. O direito trabalhista para quem é pai, para paternidade, são cinco dias corridos. Quando nasceu o filho dele, quarta-feira.

feira. Então, seria quinta, sexta, sábado, domingo, segunda. Terça, teria que voltar. Sim. O que ele fez? Ah, não, só volto na outra segunda. Por quê? Porque inventou essa. Na hora do discurso, é fácil falar. Ah, eu sou contra, escala seis por um, eu sou contra. Chupa a Wagner Moura. Isso, chupa a Wagner Moura, comemora e tal. Mas, na hora de pegar na inchada, são poucos que pegam, certo? É nada.

Ela vai voltar. Quando? Na outra segunda-feira. É um vagabundo. Vou fazer mais um filho também. Não faz o filho. Na minha época não tinha isso, não. Não, não tive. Era só a mulher que tinha. Mas é que é o primeiro filho e acho que a mulher tá pedindo. Tem uma demanda da mulher. Era um dia pra registrar. Ela falou, Alba, você troca a fralda, eu durmo. É um revezamento, né? Quando eu nasci, meu pai só foi me ver depois de oito semanas.

Ele é um pau mandado. É um povo. É normal. Por isso que ele tem a linhagem. Deve estar falando assim, você não faz nada.

Vídeos por dia, assiste 40 filmes no cinema. E vai no cinema com irmão. Clima nenhum. Muito bem. Então, o que nós vamos trazer aqui? Não, temos várias coisas, mas vai ter a vinheta, Zé da Manga? Não, não precisa. Sem vinheta. Fizeram com o Iá um trailer de um filme que é A Queda de Maduro. Ficou muito bom. Se você tá aí no rádio, eu sinto muito, porque não vai dar pra ver. Então não vou passar, que eu gosto muito do rádio. A gente gosta mais do rádio.

Não, não, eu gosto mais do rádio do que da TV. Eu tô pouco ligando pra televisão.

enchendo lá o cabelo dele hoje. Ah, não sei o quê. Ah, o Sami Dan. Ah, que feio. Então, eu não quero. Bom, por falar em trailer, ontem saiu o primeiro trailer do Homem-Aranha Um Novo Dia, ó. O Animal Viu. Não, esse é outro trailer, a gente não vai mostrar. Narra o trailer. E tem o trio original, que é o Hulk, o Justiceiro e os vilões clássicos, para a alegria. Eu sei, e eu não dou a minha, mas tem um orçamento, o filme tem um orçamento. É o filme de 2027, pra você ter uma ideia.

Então vai ser o trailer agora. Orçamento de 250 milhões de dólares. Bateu 50 milhões de visualizações em três horas. O que me leva a crer que as pessoas gostam muito do Homem-Aranha. Também vai ter o Lollapalooza. Lollapalooza. Lollapalooza agora em 2026. E vem aí o He Easy. Quem? É um fenômeno do K-pop que eu não faço a menor ideia. Então, já que você... Não, eu tenho que dar as notícias que teórico...

Então, já que você está na juventude, isso é meio coisa de juventude. A lei Felca... Vai ter. Vai proibir. A lei Felca... Mais uma no seu. Mais uma dessa gestão aí. Vocês viram, né, o que vai acontecer. Vocês sabem o que vai acontecer. Ficou lá o negócio do Felca, qual é o Felca? Proibiram o videogame. Não, não. É o seguinte, isso aí vai ser a maior confusão, principalmente pra molecada.

Eles vão ver a força. Outra coisa é a Damares lá, que também faz umas leis. Agora tem a lei da misoginia. Vocês viram isso aí ou não? Ninguém vê nada. Ninguém vê nada. Aí fica essa campanha. Aí vai lá os deputados. Os deputados nem sabem o que vota. Plenário ruim. Plenário ruim. Misoginia ontem, na terça-feira. Foi aprovado já.

Você interromper a mulher, você vai em cana. Como é que é? Não é... Você tá conversando com a mulher, você interrompe ela, você vai em cana. É man interrupting. Não, é crime. Você dá risada. É crime. É crime. Por isso que nunca mais vai ter mulher aqui na bancada. O que é interromper? Interromper o quê? Misoginia. É o que você faz. Eu não. É mulher fala. Não, não. Falando sério agora. Eu não tô sabendo. Falando sério. Falando sério.

Essa Damares, as leis da Damares, olha, eu vou falar uma coisa pra você. Porque faz essa lei no momento, que nem essa lei do

felca. Sim, aí o cara usa... Aí o que vai acontecer? Vai ser a maior complicação. O cara vai ter que colocar o rosto. É a maior confusão, mas isso é pra quê? É pra futuramente... Poder regular qualquer coisa. Regular qualquer coisa. Então tudo que você fizer aqui, você vai ter que deixar sua cara, sua impressão, aquela coisa. E vai contra a lei de proteção, que nós temos já a lei de proteção. LGPD. A LGPD. Vai totalmente contra

Essa lei da LGPD. E agora? É o seguinte. E agora, eu pergunto pra vocês. E agora? Agora é nabo. É o seguinte, Emilio. Você lembra? Você começa a criar lei. Que nem cria imposto. Cria imposto. Cria regras. Fica todo mundo irregular. Porque é impossível você cobrir tudo. É impossível. E aí vale aquela máxima. Para os amigos, tudo. Para os inimigos, o rigor da lei. Então, se querem te pegar, você vai ser misógino.

contra as crianças, você não está defendendo as crianças. Então, assim, você cria um ferramental que dá um poder irrestrito e ilimitado para te enquadrar em qualquer coisa. Então, mesmo que você não fizer nada, é tanta regra, tanta regra que é impossível. Porque é lei ruim. É lei feita no calor do momento, essa lei do Felca, para agradar todo mundo. Aí vai lá o deputado, vai lá, vou agradar todo mundo. Aí vai, Felquinha, vai lá assinar.

vê aí a consequência da lei Felca. Tanto é que o Lula nem quis. Não, ele não é tonto também. Isso pode dar muita... Olha o cidadão aí. Olha aí, olha. É a lei do Felca. É o nosso pensador. É o pensador. É o cara que vai dar o rumo do país. Susto contar uma história pra vocês. Mas essa foto falou que vai dar. Do quê? Posso dar uma notícia? Não. Pode dar, pode dar.

Não, porque isso aí vai ter uma consequência. Isso aí vai ser uma consequência. Sim, sim. Diz que aquele LOL, o cara não vai poder jogar LOL. Não, GTA não vai poder. A gente vai falar do GTA. O GTA tem uma treta com o GTA. Com a Rockstar. É, exatamente. Não, eu e o Delar vamos pra Paulista se proibirem o GTA. Daqui a pouco eu explico o Rockstar. Não, mas isso é pra criança. Não é. A Rockstar quer ir embora do Brasil. A gente vai falar na resenha.

Não, a gente vai falar na resenha. Não, fala agora. Não, não vou perder notícia aqui. Por quê?

Já não tá muito bom, eu vou te falar. É o seguinte, pra ficar no time de vocês. É lógico, ficar no time. A Rockstar, que é a produtora. Ah, você quer deixar pra depois? Sim. Você decide aqui. Então vamos deixar pra depois. Não, tá orgânico também. Então fique ligado. Você vai entender o que vai acontecer com o GTA. Não, é um jogo popular pra caramba. Se tá... É o que vocês falaram uma coisa muito bem aqui. As leis são bonitas, o rótulo da lei é bonita, mas no final ela tem um benefício para alguns.

Por que o cara faz lei bonita? Ninguém é a favor. Ninguém pode ser contra a proteção das nossas crianças. Só que a lei é subjetiva. E quando a lei é subjetiva, a gente sabe que alguém vai se beneficiar dessa lei. O problema da lei subjetiva é que o cara usa de acordo com a intenção dele. Então ele fala, você falou aquilo, então você está descumprindo a lei. Então ele vai pegar exatamente os inimigos dele com isso.

é usado, não é de hoje, isso é usado em vários países, principalmente em países não democráticos, porque aí você vai pôr o cara no chilindró que quiser. Nos Estados Unidos, você está falando da criação de lei. Nos Estados Unidos, a Constituição é suprema. Por exemplo, tem aquele Michael Moore, que é o tio do Morgado, lembra? Sim. O Michael Moore, que é o cara de esquerda, mas ele fazia os maiores absurdos e nunca foi preso, porque ele falava, ó, eu estou aqui com a Constituição, eu tenho o direito de fazer isso. E nada,

é acima da Constituição. Aqui a gente tem uma Constituição que é mais ou menos uma gigante, aí que ninguém entende, aí você nem sabe direito tudo que tem na Constituição. Então deveria, a gente perdeu a reforma de, foi 88, né, Emílio, da Constituição, e aí fica com essa burocracia enorme, e o país é um paraíso para advogado. Paraíso de advogado. Os caras ficam aí mexendo com a geração Z, né, ou Velka, com a molecada do Roblox lá, dessas coisas.

Lembra o que aconteceu no Nepal, hein? Que a molecada se revoltou, hein? Não pode mexer com a molecada. A molecada tá pior do que os velhos. Eu tenho medo do Pirilico. O Pirilico? Pirilico. Lógico. Pirilico já fez esquema de ajotagem na escola dele. Pirilico eu olhei pro lado e tava fazendo ajotagem na escola dele. O que mais? Não, tem um vídeo. Delari, manda o break. O que acontece é o seguinte. Por exemplo, que nem essa lei aí, a lei da Damares lá, que ela trabalhou também.

Da misoginia. Tem um inciso lá que ele fala o seguinte, que é a indenização coletiva, que é o que tem também todos, que é o que pediram 10 milhões, o negócio do Ratinho lá. O Ratinho agora tem essa tal da indenização coletiva. Agora, o problema dessas leis é que é para controlar tudo. É lógico. Por quê? Porque é uma lei feita na correria, sem muita discussão. Por exemplo, essa lei do Felca.

Ele vai ter que fazer a documentação? Vai, vai. Vai dar os dados. Vai ter que deixar todos os dados, vai ter que fazer o reconhecimento facial para você poder entrar. Aí é monitoramento. Sabe o que acontece? É monitorar a pessoa. Aí você fala alguma coisa que o político não gosta, ele tem seu CPF e vai lá e pau. É isso aí. Então, meus amigos, olha, vou dizer uma coisa para vocês. Para os inimigos, tudo para os inimigos, o rigor da lei. Vou dizer um negócio para você. Parabéns aos envolvidos.

Eu vou dizer, precisa trazer aqui o... Não, precisa ligar pro... Vamos ligar pro... Pro Durso. Pro Durso. Você compra dois postos. Você lembra aquele negócio de discurso de ódio? Também entrou nesse lugar, que você escreve no discurso. Tudo é discurso de ódio. Depende, né? Quem escreve, pra quem escreve, como escreve, qual lado que tá escrevendo. Então, alguém vai se beneficiar. Tem mais, Sam? Vai ficar no buraco. Não. Posso falar?

Morgado tem uma boa. É, porque assim, o Sam sempre gosta de falar a respeito da...

inteligência artificial, e o Val Kilmer, que, né, já partiu dessa maior, ele vai entrar num filme aí na tela, como ele tava escalado pra esse papel, só que infelizmente ele veio a falecer, né, ele lutou contra o câncer, e a filha autorizou, como ele tava escalado pra esse papel desse padre, autorizou a usarem a inteligência artificial, então ele vai fazer parte do filme que ele tinha sido escalado, que chama As Deep as the Grave, tá certo?

Isso aí gerou uma repercussão aí. O pessoal, né? Falar de, ah, vale a pena, não vale. Pra que rumo que vai o cinema se começar uma moda dessa daí? Então, tá aí o registro. O cara vai participar com autorização da família. Tudo via IA. Saiu a gorinha. A gorinha? A gorinha. É isso aí. Eu queria mostrar. O negócio do Maduro é bem impressionante. Não, não. Obrigado. Manda no WhatsApp. Eu vou mandar. Quem quiser, me adiciona no Instagram que eu vou mandar.

Eu vou mandar. Eu tô preocupado com essas leis aí, que a gente vai acabar perdendo a liberdade. O restinho de liberdade. O restinho, né? O restinho de liberdade que a gente tem. Vai brincando com a... Eles vão gostar. Vai brincando com a censura. Censura não tem ombro. O que mais? É isso. É isso. Fechou? Foi. Foi pra conta? Foi. Solta a vinheta? Breakzinho? Então vou fazer um break agora pra nossa rede... Fique ligado aí. Daqui a pouquinho o Suso vai contar da Rockstar. Exatamente. Que não está mais distribuindo produto no Brasil. Exatamente.

a lei Felca. Olha só que beleza. Põe o Felca aí. Põe o Felca aí. Felquinha. Cadê a rostinha do Felca? Deixa eu chamar ele que vai vir aqui. Cadê ele? Você acha que ele vem aqui? Não vem nem quando ele vem. Esse é o Felca. A lei é esse que vai salvar as criancinhas. Amigo do Sam. Amigo do Sam. Então vou fazer o break agora, Reginaldinho. Manda bala, Reginaldo. Muito bem. Estamos de volta aqui na programação da Jovem Pan. Mais Zuba. Mais Zuba. Mais Zuba. Mais Zuba. Mais Zuba. Mais Zuba. Mais Zuba. Mais Zuba.

Que entra o cavalo marinho. A dança do cavalo marinho. O dólar no dia de hoje, professor. O cavalo marinho que finge que é peixe para não puxar carroça. Exatamente. É isso aí. Ele não é nem cavalo nem peixe. É o cavalo marinho. O dólar opera hoje em leve alta de 0,16% e pode ser adquirido por R$ 5,20. Do frio, o cavalo marinho. Me fale uma coisa. E o euro?

está o Euro? Euro? É. Então, só se o animal dançar de novo, que é o tempo de dançar. Dança mais novo, animal. Ó, agora vai. Agora ele vai dançar um funk. O Euro, nesse momento, está estável. Aos cinco reais e noventa e nove centavos, ou na aproximação do nosso switcher, que deu seis reais. É isso aí, bichão. E você sabe que o cavalo marinho é um dos seres mais esquisitos que existe. É o macho que engravida.

Exato. Olha lá, Dani, você que gosta. Você que gosta. Um homem grave. Sou eu. Ai, cara. São péssimos nadadores. Você já nadando é horrível. Eu conheço pouco. É, nada muito mal. É isso, Cavalo Marinho. Como é que você está? Tudo tranquilo? Fala aí. Tô cansado. Tô cansado aqui, mas eu tô bem. Porra, já cansou. Mais uma, mais uma. Mais uma, mais uma pro Cavalo Marinho. Mais uma. Cavalo Marinho cansado.

É uma dança lenta essa. Pode ir até as duas. Que é isso? Aí está a rave. A rave do cavalo. A rave do cavalo. Passava de pau as cavalas. Entrevista o cavalo agora. Eu vou chamar o meu herói do Brasil nas ruas de São Paulo. Diga lá, Fufu.

está você. Olha só, Emiliano, hoje trouxemos a polêmica para a Avenida Paulista. A polêmica está presente quem? Ela, a tão falada camisa, o segundo uniforme, digamos assim, da seleção brasileira. Eu não sei se a imagem é, mas o preço é demoníaco. 750 pau, uma camisa desta que o Brasil vai usar na Copa como o segundo. 750 reais.

Tem várias versões, né? Sim, sim, mas a 750 é a boa. A do jogador. É isso aí, que é a camiseta boa. Que é a oficial. 750 reais. Não tem pra gordo. A camiseta. Fala. Tinha uma dúvida, Sami. A sua esposa tá assistindo o programa hoje, Sami? Eu acredito que sim, por quê? É, porque quando você não deixa ninguém falar, a gente já sabe, já é certeza que ela tá assistindo o programa. Que aí vira o programa do Sami.

Mas olha, Emílio e Samy. Diga lá, diga lá. Tentando ajudar, recebo isso. O negócio é o seguinte, o Emílio e amiguinhos, uma dúvida, ninguém comentou ainda, mas é uma dúvida que eu até quero deixar pra vocês aí. Ninguém falou ainda como será o mascote do canarinho, porque a gente teve aí o canarinho pistola, o pistola caiu na graça popular, e a gente teve a ação de marketing da empresa, mostrando, como a gente mostrou ontem, um canarinho frágil,

transformando naquele corvo de sangue nos olhos e tal. Então, assim, como possuído, joga sinistro, como será o mascote? Ele não pode ser esse corvo. Então, a gente fica nessa expectativa. Rapidamente, depois, hoje, a gente vai levar... Vai, Emílio. Oi, fale. Diga, diga. Pode completar. Fizeram o blackface, você disse, né? Não, a gente vai mostrar, vai pedir a opinião da galera, sabendo como eles vão reagir,

apresenta o brasileiro essa camisa e se eles veem a silhueta demoníaca. Se você me permitir, ontem eu falei com um amigo que ele é um cabeça de uma empresa em criar campanhas, ele falou, vou tentar pensar como a cabeça do cara da empresa. Ele falou o seguinte, teve o canarinho pistola, ficou revoltado, 24 anos sem ganhar uma copa, então a gente vai criar um canário com sangue no olho e precisa se misturar no meio dos predadores

Chega de ser bonzinho. Vamos jogar sinistro. Esta foi a explicação. Sobre a camisa, a silhueta do sapo venenoso que deu errado. Quando você abre a pele do sapo, mais ou menos ficaria este desenho. Mas pegou mal. Então a gente quer saber se tem uma figura demoníaca e se a galera gosta disso representando o Brasil, Emilão. Muito bem. Você tinha que estar trajando a camisa porque assim não dá impressão. Porque a impressão, você tem que ver de longe.

Na segunda entrada. É, mas às vezes a gente pode nem ter a segunda entrada. Você sabe muito bem como é que funciona o esquema aqui, não é, meu querido Fofô?

Eu digo o seguinte pra você, meu querido fuzil. Já avisa, já avisa, já, não entro. Não, é ao vivo. O que o Delayme pensa? Não, não, programa ao vivo é essa loucura. Deixa eu falar uma coisa pra você, meu querido fuzil. Essa camisa tá cara. Eu fui comprar ovos de Páscoa. Certo. E fotografei. Tirou os ovos. Fotografei. Bota aí o preço do ovo de Páscoa. R$ 129,90, um ovinho de 130 gramas. 130 gramas. Essa marca também, cara.

Você quer o quê? Você quer o quê? É ovo de Páscoa, pô. Mil reais o quilo. Mil reais o quilo do ovo de Páscoa. Esse é o preço do ovo de Páscoa. Já mata a dúvida aí. Nesse momento, meu querido. A camisa, 750 reais. Então você vê que o real não vale mais nada. Ei, Fufu. Cadê o Fufu? Botou a camisa? Não, a gente perdeu o poder. Botei aqui, a gente perdeu o poder de compra. Aí, olha só. Aí dá pra ver.

A figura demoníaca na camisa. Agora sim. Afasta um pouco, por gentileza. O nosso câmera. Olha lá. Que coisa. Isso aí é o seguinte. Isso aí vai dar um azar. Isso vai dar um azar para a seleção. Bota o canarinho. Bota o clipe do canarinho. O canarinho vira o demônio. Eu nunca vi isso. Por que os caras bolaram? Eu não entendi essa. Agora o fuzil com a camisa são dois demônios. Fala pra mim. Dois capetas.

Hein, Guené? Se encontrar esse cara à noite na rua, você sai correndo com essa camisa. Você tá na rua, você encontra o fuzil vindo com uma gaiola com um canário preto. Olha o canário. Olha o clipe. Olha o clipe. Nossa, velho. Olha o blackface no canário. Sangue nos olhos. Nossa, velho. Sangue nos olhos. Putz, eu acho que eu entendi, hein? Você assistiu os pássaros do Hitchcock? Ou como não, dos corvos. Os corvinhos lá do Hitchcock? Minha mãe tem medo de pássaro quando esse filme.

Eu acho que eu entendi. Pela casa que eles mostraram ali no vídeo e tal e tudo mais, eu acho que o Canarinho tomou um choque e ficou desse jeito. Porque outra coisa não explica, velho. Não faz sentido, cara. Joga sinistro, pelo amor de Deus. Brasil, chama o Neymar e joga do jeito que tem que jogar. Então, Fuzil, então a pergunta vai ser qual, meu querido Fufu? O nosso herói do Brasil nas ruas de São Paulo. Duas e uma só.

brasileira e se você vê uma mensagem demoníaca como mensagem subliminar neste manto sagrado do futebol mundial. Agora deixa eu perguntar, será que é, meteram lá essa é o do Air Jordan, não é isso? Exato, é da marca, do Jordan. Que é uma marca mais cara, né? Sim. Por isso que essa camisa custa 750 mil. Provavelmente. É pra custar mais caro. Assim, já conta que é uma camisa da seleção brasileira, que é a seleção que tem a maior importância no mundo, diga

de passagem. E Air Jordan é uma submarca da Nike, que aí realmente, assim, potencializa o preço de tudo. A camisa do Paris Saint-Germain é Jordan também. Que é uma linha, né, específica dentro da Nike. Dentro da Nike, que é a Air Jordan, que pra quem tem até o filme do Air, que conta a história da relação do Michael Jordan com a Nike. O ouvinte mandou falando, porque a gente falou da história, né, o porquê do Azumarinho, pedi pro Luquinha, o ouvinte mandou, ó, que coisa mais bonita aqui, ó, que ele fez, ele preparou

Aí, ó, com toda a referência aí, a Nossa Senhora Aparecida aí do lado. É bem melhor do que eu pôr o Capiroto aí, ó, bem mais bonita. Me ajuda aí, ô Nike. Puda aí, ó, coisa bonita. Ficou? Bem legal essa daí. Ô, Fuzil. Ô, Fuzil, então a pergunta pro ouvinte qual vai ser mesmo? Que eu tô aqui meio atrapalhado. Quanto vale o show? Quanto vale. Dizem que a amarela, dizem que a amarela não vai ter o Web de Óbito, não vai ter o símbolo normal. Essa é só um lifestyle.

E um teste. E a pergunta vai ser se essa camisa representa a seleção e se você vê uma mensagem subliminar demoníaca nela. Muito bem, meu querido Fufu. Contrariando o que disse Guere, você está lindo e maravilhoso. Porém, essa camisa é feia para caramba, hein? Ou camisa feia. Para falar, eu preferia a do comunista vermelho do QS. Eu também. Eu prefiro a vermelha. Olha lá, o canarinho.

O pessoal falou assim, ah é? Não quer a vermelha? A gente vai piorar. É, tipo, você tá vendo? Joga contra, né? É, a galera mesmo. Vamos lá, meu querido Fufu. Olha lá, ó. Olha a camisa do professor. É a melhor falsificação. É, mas essa é a falsinha. É brincadeira. É, o professor. Muito bem, professor. Muito bem, vamos agora... Vamos, hoje temos um encontro de notáveis nesse programa, um encontro fantástico, com um cara que a gente gosta muito,

Rafael Satie. E a Bárbara Anelore. Vocês conhecem? Sim. A Bárbara esteve aqui ontem assistindo o programa. Ela estava aqui ontem assistindo o programa, mas eles vão discutir, primeira coisa, como é que é morar, tem gente que fala comunidade, mas na favela, onde o bicho pega, existe um movimento negro, que eles também vão falar, de um simpósio, que é o protagonismo do negro de direita. Você sabe que as pautas, os políticos adoram roubar as pautas, e eles gostam

de falar a verdade. O Rafael Satie é um cara muito bom que já veio aqui. Já veio aqui umas duas vezes. Duas vezes, mas ele é um cara muito competente. Do Rio. Do Rio. Rafael Satie, daqui a pouco no programa. Vamos falando sobre política, sobre as lacrações, por que que a esquerda, ela acolhe no primeiro momento as minorias. Um abraço pro Boni. E depois ela afasta essas minorias. Vamos saber daqui a pouco? Rafael Satie, aqui no Pânico. Pra vocês. Boa? Muito bem. E a camisa?

Cara, eu acho que a camisa azul, que já tá dando azar, tá me dando muita tristeza. Tomara que o Brasil não jogue com a camisa azul. Ah, não, não. Vou jogar com a vermelha. Não, não. Se você pegar a maioria dos times que o Brasil joga, vai ser com a amarelinha. Mas não é essa a questão. A questão é de camiseta principal. A principal não vai, nunca vai ser azul. Não, o jogo. De quem é o jogo? Quem é o principal do jogo? Essa é a questão.

Ah, tá bom. É verdade. Vamos aguardar. E quem são os principais? O Brasil só jogou com a azul... Olha lá a camisa. Olha a camisa. Olha a camisa.

Não, não, não é bonita, não. Não é assim que escolhe, Dani. Não é bonita, não. Camisa é feia. Quando o Brasil é o mandante, joga com a 1. Quando o Brasil é o visitante... Não é o mandante. Porque mesmo na Copa tem o mandante e o visitante. Aí joga com a 2. Mesmo que a outra seleção não tenha amarela. É, vamos aguardar. Parece. Parece filho do Vampeta esse cara. Parece o Capetão. É a sombra do Capeta, né? Seria a sombra do Capeta? Mas não sabia que o filho do Vampeta era modelo.

de matrizes africanas. E aí o pessoal... E falam também dos templários. É, você sabe que eu falei aqui ontem, o japonês que bolou essa camiseta falou que é um sapo. Eu não vejo um sapo aí. Tem sapo? Tem peleleca. Agora vão dar qualquer desculpa. Será que falaram também que é uma criança de ponta cabeça? Dá pra pôr de ponta cabeça? Que o Michael Jackson. Parece mesmo uma... Parece um anão de ponta cabeça. O Felca já vai ficar bravo.

Muito bem. Vamos pro jornal? Bora, amor. Então solta a vinheta, porque vai começar

Agora, resenha do Juizu, Juizu, Juizu, Juizu, Juizu, Juizu.

E da Rockstar Games. O que acontece? A decisão foi por quê, Samidana? Por quê? Tem uma lei que o número é 15.211 barra 2025, conhecida como Estatuto da Criança e do Adolescente Digital, que é a ECA Digital que vocês falaram ontem. Sim. Essa ECA Digital, popularmente, virou a lei do Felca. No passado, agora recente, o Felca fez algumas denúncias na rede social, viralizou o vídeo dele. Válidas. Válidas.

como a gente sabe que na política a turma gosta de colocar tudo no mesmo saco, colocaram lá. Apesar das mudanças do título que a empresa tem, você vai poder comprar o jogo se você for, por exemplo, Samidana, você que joga Playstation na Play Store. Só que existe uma restrição, que é o motivo dessa tal lei que é a ECA Digital, porque ela vai, ela é rígida com a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. Então, ou seja,

Você tem um filho, você tem um filho pequeno, ele quer jogar videogame, esta lei não vai deixar o teu filho jogar o GTA. Voltando para pequeno pililico, para o meu filho, para o tigelinha, a gente define e fala, ô filhão, você joga GTA com um moleque de 7 anos? Não, você vai colocar as suas regras na casa. Agora, o que acontece, como vocês falaram muito bem aqui, engloba muita coisa.

bonita, e ela acaba censurando muitas coisas nas plataformas digitais. Esta é a lei, que é a lei Felca. Está aqui, ó, lei Felca, que diz, verificação de idade e identidade, exigir documento para acessar certos conteúdos ou plataformas. Aí que está o problema. Certos conteúdos. Indefine, né? Isso. Restrição a menores, bloqueio de redes, jogos, para quem não comprovar a idade. Então o cara tem que ir lá, comprovar a idade, porque ainda, hoje em dia, ainda

tem, né? Sim. Aquele que é tenho mais ou tenho menos de 8. Você aceita ou não. Mas aí ele vai restrição. É restrição. Responsabilização das plataformas. Perfeito. Ou seja, empresas podem ser punidas por conteúdos ilegais ou nocivos. O que são conteúdos ilegais ou nocivos? Alguém vai dizer pra você. Maior controle sobre conteúdo. Aí entra. Combate a fake news.

E o que tem a ver a molecada com isso? Discurso ilegal, etc. Aí o objetivo? Declarado. Proteger menores, reduzir crimes digitais e combater a desinformação. Desinformação. Exato. E a pergunta... É aí que pega. Oi? Vamos ligar pro Durso? Liga pro Guto. Liga pro Guto. Ele tá onde? Liga aí. O do repórter. Quer que eu liga pro Durso? Liga lá pro Durso. Porque ela é subjetiva, né? Exatamente. De tudo isso que ele falou, em cada uma fica a seguinte pergunta.

Quem decide. Então, mas teve um debate com a sociedade, isso? Nunca. Explicou pras pessoas o que é? Nunca. Tem gente que nem sabe disso. A grande maioria nem faz ideia. É isso aí, bicho avesque. Vai ligar pra ele, daqui a pouco a gente vai saber. Muito bem. O Durso na linha aqui. Opa, fala aí com o Durso. Vamos lá, Durso. Fala, Durso. Tudo bom? O Morgado aqui, tamo ao vivo no Pânico. Você tá bem, não? Fala, Morgado, Emílio e toda audiência aí do Pânico.

Ô, Durso, a gente tá falando aqui sobre o que ficou conhecido como a lei do FELCA, né? O ECA Digital e tudo mais. E a gente acabou de ler.

Um trecho, o Emílio lê um trecho aqui falando que tudo em nome de proteger as crianças, né? Está dentro dessa lei aí. E a gente lê um trecho que fala, inclusive, sobre desinformação. O que essa lei vai trazer de problemas que não só a questão de proteger a molecada que está na internet, acontecendo crimes que a gente vê, crimes horrorosos, né? Mas o que isso, de fato, traz que fica na entrelinhas,

gente também, que pode se entender assim. Olha, Morgado, você me fez lembrar que a gente fez essa pauta aí no Pânico, ano passado, quando esta lei estava ainda em debate no Congresso Nacional, lembrando que ela foi aprovada em duas semanas, a gente criticou a forma com que ela tramitou, porque alguns termos utilizados pela lei geram margem de interpretação e a gente alertou que era perigoso. A lei fala de conteúdo impróprio, conteúdo nocivo,

E isto é muito subjetivo. O que é um conteúdo impróprio? Alguém, às vezes, fazendo um vídeo numa rede social e falando palavrão, pode ser um conteúdo impróprio para crianças e adolescentes? Se este conteúdo, por exemplo, falando palavrão, for considerado impróprio, a plataforma tem obrigação, pela lei Felca, de remover. Vale dizer, afetaria, sim, a liberdade de expressão. Porque o legislador, ele não optou por selecionar apenas conteúdos ilegais.

aquilo que está previsto em lei como previsto. Agora, impróprio é muito, muito aberto. Então, não só estas, mas outras previsões nos preocuparam que entraram em vigor a partir de ontem e agora a gente vai ver como as plataformas e eventualmente o judiciário vai enfrentar para que se preserve a liberdade de expressão sem que se tenha a desculpa de remoção de conteúdo dizendo que aquilo pode ser acessado por crianças e adolescentes. Agora, Odurso, vou fazer uma pergunta aqui.

Em duas semanas foi aprovado. Você, como um cara da lei, você acha que uma discussão dessa teria que levar quanto tempo para deixar a lei da forma que ela teria que ser? Já que utilizaram algo tão nobre que todo mundo, eu acredito que todo mundo, todas as pessoas de bem gostariam de uma lei para que protegesse realmente as crianças, você acha que quanto tempo para dar uma maturada e deixar um texto redondo que utilize

lei da forma correta e que não fique como entendimento só de o que eu achar que deve sair da rede social vai sair. Essa foi a maior crítica, né? Pegaram um vídeo viral que tratava de um tema mega sensível, que era adultização, sensualização de conteúdo envolvendo crianças e adolescentes e fizeram uma baita pressão política para que os próprios políticos não pudessem sequer levantar pontos de dúvida ou de críticas, porque se você fizesse dessa

forma, você era a favor do crime contra crianças e adolescentes. E com essa narrativa, esta lei foi aprovada em duas semanas, o que é impensado para uma lei que trata principalmente do cenário de um ambiente virtual, que a gente está falando do acesso de milhões de usuários que são os brasileiros, principalmente, e que dependeria, a meu ver, mínimo de um ano de debate com as comissões especiais, porque tramitou em urgência, o que foi outro absurdo, com as comissões especiais, com as audiências

públicas necessárias, também para ouvir as plataformas, que eu também faço as minhas críticas há muito tempo aí no Pânico, mas também pra gente verificar como elas poderiam agir e trazer mudanças legais muito mais eficientes, como por exemplo, mudança no Estatuto da Criança e do Adolescente, no Marco Civil da Internet, e não criar um marco regulatório, que foi o ECA Digital, que não tem sequer nenhuma criminalização de conduta e só uma carga de responsabilidade muito grande nas plataformas, que pode ser pretexto sim pra interferir.

para interferir no que ali é postado e que fica nas redes sociais. Doutor Dússio, mas isso aí não vai contra a lei geral de proteção de dados? Porque a gente tem essa lei, né? A proteção de dados, não vai contra isso? Emílio, o conceito sim, porque a partir do momento em que a plataforma hoje tem que controlar e tem que tratar muito mais informações, muito mais dados, porque ele precisa checar a idade, não aceita mais a autodeclaração de idade,

ser obrigados a armazenar muito mais informações, o que gera o risco de vazamento, de tratamento ilícito, como, por exemplo, a venda de bancos de dados, etc. Então, a LGPD tem como um dos conceitos que as empresas coletem o mínimo possível para não ter o risco de vazamento, de informação, principalmente de dados pessoais envolvendo crianças e adolescentes que têm todo um tratamento específico na LGPD. Então, no conceito, ela vai, sim, em conflito.

positiva, dizer não, é que assim, com reconhecimento facial, com tratamento das informações de documentação, nós saberemos efetivamente se são crianças ou não. Então, a pretexto do controle do acesso, se coleta mais informações. E isso, cabe aí a dubiedade se isso é positivo ou negativo, porque tem conflito, sim, com o LGPD. E essa lei da... como é que é? A antimisoginia, né? Da Damares, né? A Damares também pode ir pro PSOL, né?

fazendo lei para o PSOL, ela pode ir bem lá para o PSOL, porque vou te falar uma coisa, isso aí também é outro problema aí para quem está nas redes, não é isso, doutor? Emílio, não tenha dúvida, todo projeto de lei, toda proposta que já venha com uma ideia conceitual diante de alguma coisa, a gente tem que analisar com cautela, porque para se combater, por exemplo, a misoginia, você não tem que

Você tem que combater a liberdade de expressão, você tem que combater aqueles poucos que cometem determinado ato ilícito, que no caso teria a misoginia, preconceito, a discriminação e assim por diante. E também nós temos realmente um cenário em que as redes sociais são culpadas no sentido de chancelarem essas narrativas, porque o canal de denúncia é muito ineficiente. Se nós conseguíssemos apagar o conteúdo criminoso pelo canal de denúncia, sequer isso precisaria ser tratado no judiciário e pontualmente tratado.

Quando há alguma conduta ilícita e a própria vítima reclama ali o seu direito. Mas daria para resolver 90% das questões só com uma situação de análise pontual. E aí eu também me recordo quando nós fizemos aí as críticas ao julgamento do Supremo do artigo 19 do Marcos Silva da Internet, de que tem que fazer um rol das situações específicas que cabe a remoção, que cabe a exclusão. E não simplesmente falar que tudo que é ilícito tem que ser removido,

que a gente, tudo que é misógino tem que ser removido, porque aí sempre vai sobrar a interpretação de alguém. E isso é muito subjetivo. Então é melhor a gente preservar a liberdade de expressão e debater o resto no judiciário do que a gente apagar conteúdos lícitos e depois discutir que deveria ser a liberdade de expressão. É, é isso aí. Porque aí eles falam o seguinte, né, doutor? As empresas, né, vão poder as empresas por conteúdo ilegal ou nocivo? Certo. Ilegal tudo bem, mas nocivo,

O que é nocivo? Controle de conteúdo, combate a fake news, discurso ilegal e etc. Etc que me preocupa. É que o etc, o cara coloca o que quiser. Além do etc. Ô, doutor, o que vai acontecer agora, hein? Olha, Emílio, me incomodou muito, né? Essas expressões, porque eu fico na dúvida. O que o ECA digital, uma lei 100% focada em proteção das crianças e dos adolescentes, tem que falar de fake news?

Nós já tivemos um debate amplo, inclusive, de mais de quatro anos do PL 2630, que era aquele projeto de lei das fake news, denominado assim, e o legislador optou em não transformar aquele PL em lei. Então, fake news, em tese, está superado o tema, por enquanto. Não tinha que incluir nunca esse debate no ECA digital da forma como eu falei, etc. Então, olhando o futuro, isso a gente vai verificar as possibilidades,

Eu vejo com certa preocupação, até porque algumas empresas, como a Rockstar do GTA e outras, já estavam dizendo que terão dificuldade na comercialização de alguns jogos. Também algumas empresas já estão tirando o download de sistemas operacionais como a Linux, que esta previsão do ECA digital para análise da faixa etária não é só para as redes sociais. A lei foi além, falou de sistemas operacionais, mas tem alguns códigos dos próprios sistemas operacionais de computadores

que são muito usados para programação, para ensino, que não tem como colocar essa análise de idade do usuário. Então a Linux já está se posicionando que aquela plataforma do Ubuntu e outras não serão mais disponibilizadas. Vale dizer, a gente está tirando a inovação do Brasil por causa de detalhes legislativos que passaram, claro, óbvio, em duas semanas sem o necessário análise e agora fica do próprio poder administrativo e o poder judiciário aplicar

plataformas. Vamos torcer pra que estas batam o pé com relação a determinados conteúdos e que seja ilícito, seja analisado pelo judiciário. Mas ainda poderia também isso ser debatido em ações independentes, até pela sua constitucionalidade. Então ainda tem muito chão pela frente. Agora, doutor, isso deixa claro como o congresso é ruim, né? O congresso ruim que a gente tem, né? Passa tudo, né? Não é? O congresso ruim. Do ECA digital ficou muito claro, né? Porque

Pelo populismo nós legislamos e aí aprovamos uma lei que foi a toque de caixa excepcional, assim, a velocidade... É, é. Muito bem. Tratar de temas, isso até é uma ofensa para a população, porque no fim não protege a criança e o adolescente. E aí as pessoas vão ver que de nada adiantou. É isso aí. Muito obrigado, viu, meu querido doutor Durso. Deu uma aula aqui pra gente, doutor Durso, conversando com a gente através aqui do telefone.

Obrigado, Dursô. Obrigado, Emílio. Obrigado. Um abraço a todos aí. Um abraço. Valeu. Então tá aí, ó. Tá aí. Mais do que explicado. Tá explicado o Rocambole News. Rocambole News. Rocambole News. Trazendo a informação. Trazendo a informação pra vocês. Vamos falar aqui do... Ó aqui, ó. Quem tá aqui, ó. Que beleza. Esse é um sucesso. É o magnésio, né, Dedê? Ó, Dedê. Tá tomando, Dedê. Dedê tá tomando? Tá tomando a noite? Eu tomo duas cápsulas. Que é o que você precisa diariamente. Certo? Certo.

Duas cápsulas à noite. E tem cinco tipos de magnésio. Que é o magnésio... Tem vários tipos de magnésio. Cada um pra uma coisa. Exatamente. Conquelato. Coração forte. Músculos poderosos. Boa. Pra dores. Tranquilidade na sua mente. Puta, como faz falta, hein? Ele foi feito exatamente pra isso. Pra você ficar calmo, tranquilo e forte. É verdade. Não é? É verdade. Com a saúde. Esse é o magnésio.

Por isso que ele é 5.0. Ele é completo. Ele tem cinco tipos de magnésio para você. Uma grande sacada ser cinco tipos em duas cápsulas. Porque senão você teria que tomar quantos magnésiosos? Dez cápsulas. Dez cápsulas. Você teria que tomar duas de cada um, né? Então ali seria dez cápsulas por dia. E aí você teria uma super dosagem de magnésio no seu corpo. E é natural que o corpo acabe mandando tudo embora, né? Como é que você sabe que você está sem magnésio? Faltando magnésio. Boa pergunta. Uma delas é você.

Tá desanimado. Desanimado, é. Cansado, desanimado. Acorda com o olho. Sabe quando você acorda? Sem vontade nenhuma. Pode ser falta de magnésio. Experimenta, experimenta. Isso, isso. Isso é a falta de magnésio. Porque assim, o que acontece com o seu corpo? Por exemplo, o Emílio falou do cansaço da fadiga. Você acorda de manhã com aquele cansaço, aquela fadiga, principalmente os homens. Justamente pelo estresse do dia a dia. O estresse, ele libera o cortisol, um hormônio perigoso que ele vai bloqueando a produção de testosterona no organismo.

Então você tem menos testosterona, o que acontece? Mais cansaço, mais vadiga. Você vai perdendo a virilidade também. Isso aí. E a minha avó falava o seguinte. Um homem sem virilidade é como um braço quebrado. Não serve para nada. Segura uma xícara. Não serve para nada. Ela já falava isso. Mas é verdade. Um homem viril é um... Que não tem vontade. Podemos dizer assim, né? Perde o tesão pela vida. É, um walking daddy.

O grande detalhe é controlar essa ansiedade, esse estresse, esse cansaço. O magnésio ajuda na síntese da vitamina D. Você pega, por exemplo, algumas regiões no país. Vai entrar agora o outono, daqui a pouco o inverno. Você tem pouca incidência de sol em algumas regiões. Isso faz com que as pessoas tenham uma baixa da vitamina D. Isso acaba ocasionando o quê? Ansiedade, a pessoa fica mais depressiva, mais desanimada. Tem algumas regiões, Curitiba é muito assim.

O sol, às vezes, ele fica vários dias sem aparecer. Então, qual que é o papel do magnésio? Ajudar na síntese da vitamina D. Por isso que ele libera o citocina, endorfina, serotonina, para controlar essa ansiedade e esse estresse. Então, a mente da gente é muito importante para o nosso corpo, para não desenvolver doenças psicossomáticas, né, Emílio? Você sabe que eu estava falando para o Leão ontem, algo que eu comecei... Porque dormir, eu estou dormindo bem, eu estou tomando à noite. Sim. Mas eu tinha uma dor na pata de ganso. Você sabe que é pata de ganso?

Ontem você falou, não conhecia. Pata de ganso, ela fica um pouquinho abaixo do joelho. E quando você corre, eu sou velho, certo? Corredor velho, você vai, apesar de fazer musculação, para fazer um fortalecimento, tal. Eu tinha essa dorzinha na pata de ganso. Era algo que não me incomodava muito, mas era uma dorzinha que eu tinha ali. Sempre que eu corria, tal, eu sentia aquela dorzinha. Não sinto mais. É o magnésio? Também não sei. Eu posso dizer assim. Dor muscular?

Eu não tenho mais, mas eu não posso... Tem pelo de gato, papo de gato, mas está falando que não é gato, né? Você está falando que não é gato. Eu digo para você, Emílio, que assim, eu vou te explicar. Pode ser o magnésio. O que o magnésio vai fazer no seu organismo? Não é na hora. Isso é muito importante. Então, a gente está tomando há quanto tempo aqui? Isso, não é na hora. Há pelo menos um ano, né, Emílio, que a gente fala do magnésio.

Olha só, ele vai estimular a produção da elastina e do líquido sinovial. Então, por exemplo, essa região, uma região delicada,

o seu corpo vai produzindo menos colágeno. Então, isso faz com que a sua cartilagem fica mais ressecada, desidratada. Rígida. E aí, você sente uma dorzinha. Se você não cuidar, isso vai aumentando, aumentando. Olha só. O magnésio, ele estimula a produção desse líquido sinovial junto com o colágeno. Então, ele devolve a elasticidade, a flexibilidade dos movimentos. Pode ser. E ele lubrifica. Então, claro. Mas com dores, você tem depoimentos fantásticos.

Eu tenho depoimentos de pessoas da minha família que têm problemas até de fibromialgia.

dor. Quando uma pessoa toma um suplemento e alivia a dor, é uma coisa transformadora. Não, isso é muito bacana porque você consegue, por exemplo, tem gente que é viciada em remédio, né? Às vezes a pessoa toma remédio pra dormir, pra acordar, remédio pra ir no banheiro e remédio pra dor. Isso é muito ruim, porque a dor, você alivia aquela dor, mas às vezes pode gerar um problema no fígado, no rim. Então, o papel do magnésio é justamente a prevenção, é o cuidado.

Então, ele diminui a dor, sim, aquela dor muscular. Ele trabalha essas inflamações. Então, quem tem reumatismo, hérnia de disco,

com o bico de papagaio, ele é muito indicado, ele colabora muito, Emílio, ele devolve os movimentos, vai destravando os movimentos e melhorando muito pra que as pessoas possam ter uma vida longa e saudável, uma vida de qualidade, né, Emílio? Porque a gente bate aqui, quando o Emílio fala, por exemplo, você tem que fazer uma atividade física. Claro, é importante. É importante. Até pra você poder levantar do sofá, ir no banheiro tranquilo.

Então, a sua musculatura, os seus ossos, você precisa proteger. E o magnésio, você pode usar, que ele é super indicado.

Emílio? No pacote, hoje, só tem no telefone esse produto, viu, gente? Só no 0800-787-9999. Só tem no telefone, gente, é uma promoção muito bacana, que é o seguinte, você vai ligar agora, 0800-787-9999, o Brasil todo pode ligar, 0800-787-9999. Quem ligar agora, Emílio, eu vou fazer o seguinte, vai ganhar essa creatina maravilhosa, sabor chiclete, não tem adição de açúcar,

Ela faz a manutenção da massa magra, que é muito poderosa. A cafeteira portátil, olha só, fazendo um cafezinho. Show. Olha o cafezinho. Posso garantir para você. É igual àquela grandona. Sim. O café é exatamente o mesmo da grandona. Quentinho, uma delícia. É igual, né? Na verdade, ela só é prática, né? E eu vou fazer o seguinte. Você que está acompanhando o programa, você só vai pagar 20% do valor do magnésio. É isso mesmo. Preste atenção. Você só vai pagar 20% do valor do produto.

É uma oportunidade pra você testar, pra você conhecer. Mas você precisa ligar agora. De qualquer lugar do Brasil, eu entrego na sua casa 0800 787 9999. Ligue e aproveite que 20%

é uma grande oportunidade, né, Emílio? Preço de funcionário. 0800-787-9999. Garanta lá, já a sua. E você também pode pedir pra dividir. Eles fazem negócio lá. Só não é no QR Code, Emílio. Só no 0800. Só no telefone. Tem que ligar. Tem que ligar. 0800-787-9999. É breakzinho? Manolão. Então vamos fazer o break. Breakzinho para o nosso querido Delari. Vai lá, Reginaldo. Deixa eu chamar o fuzil herói do Brasil.

Posso chamar o Fufu? Então, quero o Fufu com a camisa da seleção. Camisa de 750 pila, meu amigo. E ovo de Páscoa, 130. Puta, 130 pau um ovo de Páscoa. Mil reais o quilo. Consegue ser mais caro que a picanha. Mudaram a determinação do chocolate, né? Vocês estão ligados? Ah, sim. Não, não, eles mudaram agora. Mudou a regra agora da determinação. Não é chocolate. Não, não, mudou a regra. Não, tem padrão agora.

Põe no Google aí, que o Google vai dar informação, que eu não tô com muita paciência hoje. Muito bem. A seleção brasileira tem a nova camisa, que vai ser nessa Copa aí, que é em três países. E essa camisa azul tem a foto, tem uma silhueta, eu não sei como é a sombra. É um demônio, na minha opinião. É um chifre. Tem chifre ou é corno ou é o demônio. É uma coisa ou outra. Eu prefiro ser o demônio. É uma coisa ou outra.

Os Viu estão nas ruas para ver o que as pessoas estão achando dessa camiseta que está caríssima também. Para trocar por ovo de páscoa. Vai lá, Fufu. Me dizem se a seleção é do povo. Se a seleção é do povo, como é que o povo vai pagar 750 pau numa camisa para torcer para a pátria de chuteira? Seu nome? Marcelo. Chama Zuzu. De onde você é? Salvador, Bahia. Pronto. Marcelo, me diz uma coisa. Essa camiseta, essa camisa, para você primeiro, representa a seleção brasileira?

Ela representa, sim. Mas eu acho que ela tem símbolos ocultos que poderiam ser investigados melhor. Porque é uma camisa que está um pouco estranha, né? Você acha que a silhueta dela, como eles estão falando com o chifre, você acha que ela tem uma mensagem demoníaca, subliminar falando? Talvez sim. Eu acho que ela tem muitas informações ocultas e a gente precisa averiguar se de fato tem ou não. Eu acho que isso é um tema que vale a pena investigar.

Obrigado por tudo que você disse e você acrescentou muito. Tá bom. Delari, não esquece de responder meu e-mail. Já fez o pico? Volto pra Salvador amanhã, mas em breve estarei de volta em São Paulo. Um abraço aí a todos aí da bancada. Meu salvador. Meu maninho, seu nome? Miguel, tudo bem? Miguelzão, primeiro eu queria saber se esse modelo você acha que representa a nossa seleção? Pô, eu gostei bastante da camiseta. Eu achei ela bem legal.

O único empecilho é o preço, né? 750 pau, sua versão é do povo. É do povo, né? Mas 750 pau não dá, mano. Pô, tem pessoa que vive com isso, não dá pra pagar 750 pau numa camisa, né? Você acha que tem mensagens aqui demoníacas nessa silhueta ou você não vê dessa forma? Pô, eu não vejo dessa forma. Eu acho que é meio viagem, assim, sabe? Eu acho que, tipo assim, foi um design feito, mas, tipo assim, eu acho que não é essa a ideia que traz, sabe? Acho que não é muito por esse caminho, não. Obrigado. Ó, temos um a um.

Opinião feminina. A mulher vê coisas onde nenhum homem é capaz de enxergar. Seu nome? Jennifer. Jennifer, gostou desse segundo uniforme da seleção brasileira? Achei bonita. Diferente, né? Por não ser amarela, o que a gente tá acostumado, mas bem bonita, sim. Você vê alguma mensagem, tirando a barriguinha do modelo, você vê alguma mensagem demoníaca nessas silhuetas ou não? Não tinha reparado antes, até começar a reparar e realmente parece. Atrás você vê melhor, né? Ser o símbolo do Brasil.

Ó. Realmente. O que você achou, moça? Eu achei bonito, achei a cor que destaca bastante. Mas sobre a silhueta mesmo, o formato assim parece realmente. O capiroto, né? Você vê o demônio nela? Meu, não tinha reparado não, mas faz sentido, né? Tô falando na camiseta, para de olhar pra mim. O demônio na camiseta. Não, sim, sim. Mas assim, é diferente, é um modelo diferente. A gente tá acostumado com o tradicional, né? Mas assim, polêmica, né?

Pra finalizar com a última mulher, você primeiro assim, você acha que esse é um modelo que representa o futebol brasileiro? Uma camisa de uma seleção? Não, não. A gente falta as cores do Brasil, né? Verde, amarelo, quem já tá acostumado. Mas, né, mudanças. Mensagem demoníaca, você vê alguma? Vejo. Você vê o que? O capiruto, outras coisas? É, parece, né? Eu já tinha visto na internet, aí eu não tinha reparado, mas agora vendo ela pessoalmente dá pra ver bastante a forma.

Tem alguma mensagem subliminar? Aí, Emílio, todo mundo acha Emílio e 750 pau realmente é uma mensagem demoníaca pro povo não usar com esse valor, né? Você sabe que tem o satanismo. Tem essas seitas. Lógico. O toninho do diabo. Não. Existe o satanismo. Mas o toninho do diabo não é brincadeira. A gente zoa, mas não é brincadeira. É igual o Henrique Cristo. É. Que é o Lúcifer, não é? São os anjos caídos. Os anjos caídos. É isso, né?

essa camisa pode ter... Eu acho de mau agouro. Eu acho que não devia... Não é bom tocar, né? Tem coisa na vida que você não mexe. Agora que o fuzil colocou... E eu acho que ficar mexendo na... Olha lá, de ponto cabeça parece um... Parece um ET. É, então. Parece um bebê mesmo. Exato. Um bebê com essa cabeça. Filho do Emílio. Que isso. É esquisito mesmo. É bem esquisito. Não precisava. Não precisava. É um ano tão ruim, né?

Vou complicar a situação. Agora, sabe a visão que eu tive do santo sudário do mal? Olha isso. Por falar em coisas que acontecem, vou fazer a aulinha do professor. Oba! Ah, é? A aulinha do professor. Tem lousa? Eu vou fazer a aulinha do professor. Não precisa de lousa hoje. Vai ser chamado oral. Vai ser só... Eu anoto aqui. Por quê? Porque não sei se vocês sabem, mas o nosso ministro... Ô, ministro!

Eu não sou ministro nem desministro. Conhecido como Taxadinho Gaúcho. Muito querido. Ele vai deixar o cargo. Já deixou o cargo. Não, acho que é essa sexta. Não, é sexta-feira. É, não, ele já avisou que vai... É, eu sei, mas vocês interrompem a minha fala e aí fica tudo muito truncado. Se vocês não me interromperem, fica melhor ainda. Correto? Então ele deixou o cargo, o Haddad. Se é hoje, se é sexta-feira, mas ele vai deixar o cargo.

Porque ele vai se candidatar, talvez, a governador do estado de São Paulo. Então ele, como ministro da Fazenda, eu anotei algumas coisas aqui. E vou fazer a pergunta ao professor Samidana, porque senão as pessoas ficam me enchendo muito o saco. E eu sou uma pessoa que já não quero mais. Então vamos lá, anotando tim-tim por tim-tim. Tá bom? Então vamos lá. Hora da revisão. Hora da revisão. O nosso querido ministro.

Ministro Haddad. Como ministro da Fazenda, teve o recorde de carga tributária? Sim ou não? Sim, batemos o recorde. Você sabe que a gente tem a maior carga tributária da América Latina. São 34,2% do PIB. Isso aconteceu. Então, nunca a gente teve... Nunca na história desse país a gente pagou tanto imposto. Por falar em imposto,

teve um grande aumento de impostos durante a gestão do ministro. Não só aumento, como novos impostos. Então foram criados aqueles dos fundos offshore, impostos sobre juros de capital próprio, e-commerce de importação, teve a taxa das blusinhas, bets e por aí vai. Teve aumento de impostos, de alíquotas que já existiam e foram majoradas, e também novos impostos. Então tem para os dois gostos. Mais uma pergunta para o professor.

Gastos públicos, professor? Sim, a gente teve aquele negócio da PEC, da transição, que aumentou muito o gasto, que deu um limite, acabou com o teto de gastos, foi para o arcabouço e aí teve uma ampliação do espaço fiscal, como eles gostam de dizer, de 145 bilhões de reais, ou seja, aumentou muito a dívida pública. Foi o maior juro desde 2006, professor?

de juros, atualmente em 15%, não é ele que estabelece a taxa de juros, é o Banco Central, mas se as contas públicas tivessem bem cuidadas e não tivesse risco de inflação, não precisaria ter uma taxa de juros tão alta. Aliás, hoje, a gente tem reunião no cupom, talvez, talvez, caia a taxa de juros em 0,25%. Mas mesmo com a paulada da gasolina, por causa da gasolina que não se sabe.

O imposto vem na 10 conto a gasolina, hein? Muito bem. Aumento de 7 pontos do PIB na dívida, é isso? É, aumento da dívida pública. É, a dívida pública flutua, mas se você pegar os picos, deu 7 pontos percentuais. 7 pontos percentuais. Aumentou a dívida pública, é claro, né? Veja, veja, Emílio, como que é. A gente aumentou a carga tributária, ou seja, do que a gente gera,

governo. Tá. Só que ele aumentou tantos gastos que esse mais não é suficiente. Não adianta, não resolve. Então, mesmo assim, aumentou a dívida pública. Record de recuperação judicial procede? Final do ano passado, 5.680 empresas pediram recuperação judicial, além da inadimplência ser enorme. Muito bem. E recorde de inadimplência? É, inadimplência saiu em março agora, né?

esse mês, que a gente tem 81,2 milhões de brasileiros, quase metade, se a gente pegar a população que é bancarizada ou que tem acesso à economia, porque tira crianças, essas coisas, deve ser metade está inadimplente. E empresas, eu anotei aqui, fechou quase 9 milhões de empresas inadimplentes. 9 milhões? Não, não, não que fecharam as empresas. 9 milhões de empresas inadimplentes,

histórico em 2025. Cara. Então, meu querido professor, ele está honrando o apelido que o povo deu de taxade. Está honrando. Está honrando. Ele pode ser. Vamos aplaudir. Vamos aplaudir. Homenagem ao economista. A taxa de ouro é nossa. A taxa de ouro é nossa. Com brasileiro não há quem possa. Então temos a taxa de ouro, uma salva de palmas. A taxa de ouro. Está honrando.

Por isso que a voz do povo é a voz de Deus. Não é isso? E aí todo mundo fala, é aquele negócio, todo mundo fala que é uma zebra, pelo menos uma lista tem. Pelo menos uma lista tem. Entendeu? Solte a vinheta que o professor vai trabalhar agora. Começa aqui na Jovem Pan. Foca, foca na economia. Foca, foca na economia. O meu gerrinho de ouro. Vai, seu amigo. Sogrinho, sogrinho. Vamos lá.

Hoje tem, como eu falei, super quarta, porque temos decisão do Federal Reserve, que é o Banco Central americano, que deve manter as taxas de juros por lá. Obviamente, o gasto público americano com a guerra amplificado pela alta do petróleo preocupa o mundo todo, então eles devem manter. Por aqui, todo mundo está falando já, e o próprio Banco Central está falando, uma redução de meio ponto percentual.

Porém, teve o BO do combustível. O BO do combustível. E com esse BO, alguns apostam que teremos manutenção da taxa Selic. E eu e a maioria do mercado apostam numa redução de 0,25 ponto perfeitual. Que saberemos logo menos. Normalmente sai no final do dia umas 6, 7, 8 da noite. Mas é pra agradar? É pra agradar porque mesmo? Não é pra agradar.

está dentro do limite superior da meta. Só que os combustíveis pesam muito. Então está todo mundo preocupado. Outro assunto é das companhias aéreas. Você sabe que esse negócio de combustível gerou centenas de milhões de dólares em aumento de custos para... Vamos... Aumenta um pouquinho mais. Se quiser eu coloco aqui no alto falante do objetivo. Na Paulista agora.

Se você estava no banheiro, eu queria colocar. O que você me está falando que é importante. Vamos lá. E aí deve ter aumento de tarifas e cortes de rotas. A Delta Airlines falou num prejuízo de... Prejuízo não, mas num aumento de custo de 400 milhões de dólares. Só a Delta Airlines, só em março. Já a American Airlines fala num impacto mais ou menos de mesma magnitude. Então imagina, se é uma empresa aérea,

de aumento de custo. A SAS, que é a Scandinavian Airlines, já diminuiu o número de voos, também falando do aumento de combustíveis. Air France, ajustando tarifa e falando de sobretaxa de combustível, você sabe que combustível representa mais ou menos 30% do custo do voo. Do avião. Do voo, da passagem. E na Europa, os preços dobraram. E na Ásia, aumentaram 80%.

não teve esse impacto tão grande. Mas calma que virá. O grosso. Quando é aumento, a gente adapta rapidamente. Então é um momento aí difícil para as aéreas. A outra notícia é que ontem foi promulgado no Congresso Nacional um dos acordos mais esperados, que é o acordo entre Mercosul e União Europeia, cortando tarifas de 91% dos produtos importados

Pelo Mercosul e 95% pela União Europeia. Quando você junta os blocos, você tem mais de 718 milhões de pessoas. E um PIB de 22,43 de dólares. É um PIB que ainda conjuntamente é menor que os Estados Unidos. Mas já seria o segundo maior do mundo. Maior que a China. E aí teve aquela confraternização. Aquele mise-en-scene com várias presenças. Geraldo Alckmin, vice-presidente, esteve lá. Os presidentes do Senado e da Câmara também.

e falam entrar em vigor em 60 dias. As estimativas falam um acréscimo do PIB em 37 bi de reais por ano e um aumento de investimento de 0,76% e uma redução de preços em 0,56%. As exportações da Europa hoje sustentam 3 milhões de empregos no Brasil

Só que tem sempre um porém. O que aconteceu? Lá na França, os produtores agrícolas estão preocupados. Eles são contra, porque eles não querem concorrer com o produto brasileiro. O nosso agro é muito bom, é muito competitivo. E aí eles estão querendo criar salvaguardas. O que seria? Salvaguardas são regras. Ah, quando prejudica o emprego lá, se o preço oscila, não sei o que lá, cancela essa tarifa.

e foi reduzida. E o Brasil também tá fazendo salvaguarda falando assim, ó, se prejudicar nossos empregos. Ou seja, se isso for feito à risca, o acordo não vai servir de nada. Não serve de nada. Porque salvaguarda é um nome pra protecionismo. Sim. Você tem que ter um comércio aberto pelo seguinte motivo. O cara é melhor em tal coisa, deixa ele fazer lá que vai chegar mais barato pra nossa sociedade. Mas aí acaba a indústria no Brasil, né?

Se a nossa indústria não tem condição de ser competitiva, não tem condição de brigar com o preço de outros, para a população é melhor importar. O que a gente faz bem? Não, mas todo lugar tem proteção. Não, não. Como não? Nem todo. Estados Unidos não tem proteção na agricultura. Singapura. Não, mas Singapura é uma cidade. Olha o tamanho do Brasil. Singapura. Não dá para comparar a Singapura. É, isso é engraçado. Você quer pagar mais caro para proteger? Não, não, não. Estou falando o seguinte. Todo país protege algumas coisas.

Unidos. Estados Unidos é aberto, mas protege. Agricultura tem subsídio. Sim, mas na Europa o que o problema é a França, que a gente tem um agro que produz muito. É o mesmo papo que tem agro. Eu sei. Eles querem fazer esse acordo pelo seguinte, porque lá, principalmente na França, tem pequenos produtores e eles brigam. Eles não conseguem competir. Eles pegam o trator e são brigando. São brigando e o presidente fala, vou proteger isso aqui. Só que se esse acordo, a indústria

Brasileira acaba no dia seguinte. Se você pode importar sem taxa, sem tarifa da Europa. É, mas... Mais. Na CCE, pô. Você quer comprar o que da França? Você não tem a CCE, pô. CCE não existe mais. Ela conserta, conserta e estraga. O cara tem que proteger alguma coisa. Eu vou fazer uma nova CCE. Conserta, conserta e estraga. Esse negócio aí também é discutível. Você quer proteger a indústria nacional?

Eu quero pagar barato. Você quer pegar coisa da França. Eu fico feliz quando eu pago barato. Aquela manteiga bonita, presidente. Aquela da presidance. Muito bem. Acabou, professor? Acabou. Eu participei muito, tomei bronca do fuzil. Acabou? O fuzil deu bronca? Deu. Vou voltar aos meus... Cadê o fuzilzinho? O fuzil tá triste, que eu tô participando muito. Ele tá triste? Muito bem. Tá triste ou... Cadê o fuzil? Cavalo Marinho. Eu acho que ele tá triste com essa camisa nova aí. Acho que já incorporou ele.

O que você achou da camisa nova? Essa camisa é estranha, parece que derrubaram bebida na camisa. O comentário mais sensato. É isso. Derrubar o pirro na gráfica. Vamos então, solte a vinheta. Os nossos convidados chegaram, senhoras e senhores. Programa de hoje, mais um exemplar encontro de notáveis. E se eu falar que ele é homem, o problema está comigo. Pobre prerrogativa de gente preta. Altas raciais.

eleições. E os bastidores da política brasileira serão colocados na mesa. Para isso teremos os extraordinários Rafael Satie e Bárbara Ranelore. Muito bem, temos aqui. Ô Bárbara, é Ranelore ou Anelore? É Ranelore. Ranelore, com H, gente. Anote aí, anote aí nas redes sociais. Ranelore, H-A-N-E-L-O-I.

M-E-L-O-R-E. Exato. Hanelore. Você sabe de onde que vem? Não. Não? Não. Eu sou preta com o sobrenome alemão. Tá vendo só? Hanelore. É o Brasil. Não é o Brasil? E o nosso querido Satie, diretamente do Rio de Janeiro. Bora. Qual são as novidades? No momento, a gente tá com essa lei felca toda complicada aí. Não sei o que vai sair disso aí. E qual é a pauta? Qual é a pauta da conversa? Cara, tem muita coisa.

O Brasil é um país que tudo acontece ao mesmo tempo e se você demorar 10 minutos pra analisar, já foi tudo. Tem que analisar outra coisa, né, cara? É muita pauta, mas vambora. Acho que tá rolando uma loucura aí no Rio de Janeiro, no Brasil afora, sobre essa questão da pauta preta, né? Mais uma vez, o Rio de Janeiro tá rolando uma operação, morreu um narcotraficante no Rio de Janeiro e tá havendo uma manifestação por parte de pessoas que são pró-tráfico de drogas.

Olha que loucura, né? Pró? Pró-tráfico de drogas, olha que loucura. Mataram um cara lá que efetivamente era o líder do tráfico,

da comunidade, e aí as pessoas estão fazendo manifestação, queimando um ônibus, inclusive, porque o cara foi neutralizado pela polícia militar, pelo BOP. Que loucura, né? Ô Satie, você que vem da comunidade, muitos desses estão lá porque gostam do cara ou porque são forçados a estar lá nessas manifestações? Não, ninguém é forçado. Ninguém é forçado a nada. Na verdade, existe o que a gente chama de anarco-cultura, né? A anarco-cultura, ela é muito importante a gente falar disso, que é um pouco da questão da produção cultural de dentro da favela. Nós saímos de Cartola, nós saímos de Joãozinho 30, criando o Carnaval

e do rodo. Então, assim, a gente caiu bastante, caiu muito o padrão, né? Antes nós cantávamos Aquarela do Brasil e agora a gente canta antes de pensar e matar, pensa da educação, o single do Oruan. E isso faz parte da questão da narcocultura, porque hoje muita gente tem cantado os funks, que os funks, de maneira que é figurada, por exemplo, falando do urso, falando de personagens de dentro da favela, e as pessoas estão endeusando esses personagens e quando efetivamente esses personagens são eliminados, fica aquele sentimento.

Demos a alguém que gostávamos. A gente cantava sobre ele, a gente ouvia sobre ele. Então, há uma falta na comunidade. Aí gera aquele sentimento de perda no qual as pessoas se sentem obrigadas para a manifestação. Mas isso é copiado dos gangsta americanos, né? Essa cultuar, cultuar narco, é copiado de gangsta americano, que foi para o funk aqui no Brasil. Foi uma adaptação nossa, que é a cultura popular, né?

originalidade, ele é, assim, uma cultura popular. Há quem tem seus pré-conceitos com o gênero musical, e isso sim é gênero, tá? O resto não é gênero. Mas o funk, sim, é uma música, é um gênero musical. Funk dos anos 90, você tem o funk Melody, por exemplo, com Claudinho Buchecha, MC Do, Cidinho e Doca, que eram funks bons. Hoje não. Hoje, infelizmente... Mas não é porque estamos ficando velhos, satirantes? Não, não, não. Você tá mais tiozão, você não...

A apologia ao crime, senhoras e senhores. Não dá pra você ouvir numa letra de funk a objetividade

Qualificação da mulher. Exatamente. Tem uma música que fala assim, ó. Tu veio porque quis. Ninguém te forçou. Você tá na treta do abate da tropa do vovô, sei lá. Ô, vovô. Ó, o Emílio gostou. É. A tropa do abate. O vovô é um traficante, um narcotraficante de uma região do Rio de Janeiro. A treta do abate seria uma casa dentro da favela. Tu veio porque quis. Ninguém te forçou. Cara, isso poderia ser qualificado como estupro coletivo. Sim. E tá todo mundo cantando isso aí. Isso não pode ser bom.

batida talvez seja boa, o ritmo talvez seja bom, mas o que está sendo cantado é de fato uma apologia, aí sim, uma cultura do estupro que a esquerda fala, mas nessa hora fecha os olhos. Exato. E você tá, você apareceu em rede social, né? Sim. No YouTube? No Instagram. Instagram. Principalmente. E você, você é pré-candidata? Sim. É? Vocês estão sabendo agora, né? Não, não. Todos estão sabendo agora. Exclusivo. Não, não, todos.

ou não é? Até todos os da minha rede vão saber agora. Sério? Porque eu não tinha falado nada, sim. Ah, é? Exclusivo. Exclusivo, pronto. Até então, conta um pouco da sua história pra nós. Conto. Eu... É a Bárbara, viu, gente? É a Bárbara. Bárbara Ranelori. Até eu entrar na UFMG, eu sempre fui uma pessoa que não vivia no vitimismo, tá? Durante quatro anos e meio, eu vivi a realidade dentro de uma universidade federal, de onde eu saí sabendo,

habilmente construído, que existe um opressor e que eu deveria ocupar o meu lugar de oprimida e vítima da sociedade. Só tinha esses dois lados. O opressor era o homem branco e eu era a oprimida, que era a mulher preta. Nesse processo, eu passei a defender várias pautas e, ao mesmo tempo, sempre existia dentro de mim uma relação muito paradoxal, porque eu trabalhei em dois governos do PT, um em Ribeirão das Neves, na Secretaria Municipal de Saúde, outro na Secretaria Estadual,

E em ambos eu não conseguia gerar resultado em função da politicagem. Posso falar isso aqui abertamente, né? E de lá eu saí e me tornei empreendedora no universo digital de infoprodutos. Abri o Vivo de Música, fiz vários lançamentos de infoprodutos e nunca mais quis olhar para esse lado. Depois de ter sofrido um baque muito grande financeiro, eu entendi que eu consegui fazer essa correlação muito clara na minha cabeça

de manipulação para poder trabalhar na cabeça das pessoas. Porque é muito fácil você se colocar como um salvador, porque para toda pessoa que se coloca como um salvador, existe um outro tanto de vítima. E a esquerda vem fazendo isso ao longo de todos esses anos para se manter no poder. Então eles conhecem muito bem a psicologia e tudo que se trata da psicologia emocional e usa isso de uma forma muito hábil com toda a população.

É isso, Satie. Você é um cara que... Você saiu da favela e você sempre... Sempre que você contou a tua história aqui. Conta a tua história mais uma vez, porque a gente está falando de história de vida aqui. Não, eu fico feliz nisso. Favela, eu saí da favela. Eu morei na favela do Jacarezinho, que é a segunda maior favela da cidade do Rio de Janeiro. Uma favela extremamente perigosa. Quebra algumas narrativas, porque eu vim de uma família muito desestruturada. O que seria a família desestruturada?

estruturado. O pai que não está casado com a mãe. Se fosse só isso, dava até para passar batido. Mas o meu pai era ex-traficante, já foi narcotraficante no Rio de Janeiro. Eu perdi um irmão, inclusive, envolvido no tráfico de drogas. E eu sempre falo isso, que é bom, porque a esquerda gosta de vitimizar. Você é o que você é, porque você não teve oportunidade. Cara, eu também não tive determinadas oportunidades. Eu tenho um irmão hoje que encontra-se preso no complexo de Jericenó.

Está preso no Bangu, está preso, inclusive. Esses dias mesmo, eu estava em Jael, e aí,

numa ocasião, o pessoal que ia ter uma reunião muito importante com a gente do governo de Jael e o Mossad pediu os meus documentos. Falei, cara, é capaz de sair daqui preso. Vê que é família. É, meu irmão, só tem nego ruim lá embaixo. Enfim, vim de uma situação difícil financeiramente, de uma situação difícil no que diz respeito à moradia, mas mesmo assim nós vencemos. Agora, é óbvio que eu luto contra a romantização da favela.

Hoje você tem muitos funkeiros e tem muita gente influente da favela que fala assim, a favela venceu. A favela não venceu. Eu venci. Algumas pessoas venceram.

que moravam na favela, como Flávio Augusto, como Rick Chester, como o Tales do G4, Educação, São Tamaro. Muitas pessoas venceram, mas a favela como um todo não. Enquanto nós tivermos falta de saneamento básico, enquanto nós tivermos gente vendendo maconha na porta da casa de uma senhora, enquanto nós tivermos a hipersexualização da mulher e uma série de coisas ruins que existem lá dentro da favela, porque favela, do ponto de vista habitacional, é uma porcaria.

Bom, eu posso falar porque eu vim de lá. É um lixo, é uma porcaria. Pode tentar me cancelar.

É impossível cancelar quem já nasceu cancelado. Ela é só boa na TV Globo, na novela. Ah, e é maravilhoso. Até o bandido é bom na TV Globo. É, na novela é legal. Tá, entendeu? Então a gente realmente fala sobre esses temas e são temas importantes, pertinentes. Eu acabei de escrever um livro chamado O Mínimo sobre a Favela. Eu lancei O Capitalismo em a Favela, foi muito bacana. E agora eu lanço O Mínimo sobre a Favela que eu falo sobre a história da favela, sobre esse aspecto, tudo que aconteceu. E por que a favela é o que é?

Houve sim uma falha estatal de gestão governamental de promessas a pessoas de moradias dignas e isso acabou não acontecendo. E essas pessoas por si só decidiram tomar uma decisão, tomar uma atitude, que aí foram para o Morro da Providência. O Morro da Providência era exatamente isso. Já que o governo não toma providência, vamos tomar nós a própria providência, o primeiro morro, a primeira favela do Rio de Janeiro. E lá havia uma planta e tal, uma planta que era uma planta até difícil de morrer, cujo nome também era favela. Essa planta veio do Nordeste, inclusive.

Então a favela tem muito essa miscigenação cultural também, entre nordestinos, entre cariocas e inclusive imigrantes da Europa também que estiveram dentro da favela. E isso inclusive vai originar um gênero musical, e isso também é gênero que é conhecido no Brasil todo e é parte da nossa formação cultural, que é

samba. O samba hoje é a nossa música, é a nossa cultura. Não estou falando da Unidos lá na Acadêmico de Niterói, não. Não é isso. Isso é militância travestido de samba. Eu estou falando de samba de raiz. Eu estou falando do enredo. Eu estou falando da viola. Eu estou falando do pandeiro. Todos esses elementos do Nordeste, que foi ali o coco, do Rio de Janeiro, que foi o batuque, né? E da Europa, que foi o violão, trazendo a harmonia e a melodia. Todos esses elementos

formaram o que a gente entende hoje como o samba, que o Brasil acaba sendo conhecido como o país do samba, ou seja, uma cultura tão rica que saiu de dentro da favela. Eu te pergunto, Emílio, como nós saímos disso pra MC Puzo do Roto? É incrível, porque se você pegar o desfile de uma escola... É uma ópera que passa pela rua. Ele conta uma história passando pela rua. É um negócio único, uma coisa única inventada ali na favela. Eles que inventaram essa...

Você fala que tem um documentário bacana do Paulinho Costa, não é? Que tem lá na Netflix, você fala do Groove, que veio da favela, né? Que mostra a percussão pro mundo e a gente tem bons exemplos. Deixa eu pegar um assunto factual pra colocar aqui na mesa, se vocês me permitirem. Tem muita história do Wagner Moura. E recente no Rio, quando você tá falando da favela, o Capitão Nascimento foi uma antítese, porque ele virou um herói, né?

E pro Wagner, ele é um fascista, o policial. Só que a gente viu que essas operações que aconteceram no Rio de Janeiro no começo do ano, a população, pela primeira vez noticiada,

gostou dessas operações porque estão protegendo a turma que reside lá. O que vocês acham dessas narrativas que vocês falam tão bem sobre isso? Exato. Existe o que se conta e o que se chega na mídia para a população de massa e o que, de fato, a população está vivendo. Então, o que eu percebo muito claramente, que inclusive foi um do meu processo, poderia dizer, o meu processo de conversão à direita, porque mesmo tendo saído, tendo vivenciado,

médicos, tá? Pra você ter uma ideia, dentro desse processo eu vi, eu olhei os médicos cubanos, eu sei o que de fato estava acontecendo e eu ainda assim me rendi à narrativa do que estava acontecendo. Eu só fui ver a verdade de frente pra pandemia. Foi ali, na pandemia, que eu entendi quem era o Bolsonaro e o que ele estava tentando fazer e o que a mídia estava fazendo ao contrário na narrativa. Então isso é muito claro. Hoje a gente percebe

se você vai lá na frente da população, que é uma coisa que eu e a tia, a gente estava conversando ali fora, a maioria das pessoas da favela são conservadoras. Os filhos... São da lata. São da lata. Os filhos, eles são criados pela avó porque a avó não quer que a neta aborte. Entendeu? Então, assim, quando você vai ver lá na frente, o que realmente acontece é outra coisa. Sim, ainda tem mais, né? O dado diz que 86% dos moradores da favela aprovaram a operação

neutralizando mais de 120 narcotraficantes na favela do complexo da Penha, na verdade. Bom, isso mostra algo muito latente e que a imprensa insiste em dizer o contrário. Isso mostra que as pessoas estão do lado do bem e da força. Olha só, o próprio traficante, quando ele entra para formar na boca, ele sabe que ele está errado. Existe uma tentativa, e evidentemente pela romantização e pela luta cultural da Escola de Frankfurt, de tentar mudar o sentimento das pessoas

ao tráfico, dizendo que eles são uma célula de resistência ao Estado. O tráfico não se vê como uma célula de resistência ao Estado. O próprio tráfico só quer ganhar o dinheiro deles, inclusive. É business. O tráfico não está no tráfico pela política, não está contra o Estado, efetivamente. Então, isso é uma narrativa midiática. Essa narrativa não penetra na favela, meu irmão. Na favela, as pessoas não falam todes. Na favela, não tem pronome neutro.

Na favela, se um rapaz com uma berinjela... A berinjela é um vegetal, tá, pessoal? Entrar dentro

de um banheiro, de pessoas que não têm berinjela, ele vai, meu irmão, ele vai virar estampa de camisa. Sim. Ele vai virar estampa de camisa. Então, assim, ah, mas a favela, então, ela é homofóbica? Não, a favela é conservadora. Fizeram isso numa escola de samba, inclusive. A favela é a vida real, né? Dentro da escola de samba, fizeram isso. É só você ver o próprio samba. O samba permanece da mesma forma. A aula das baianas, o enredo, a aula da comissão de frente, a bateria. 50 anos, 70 anos se passaram. Quem tenta inovar nesse quesito, perde.

Aconteceu com o acadêmico de Niterói. Vai tentar politizar um assunto que não é para ser politizado? É rebaixado. Por quê? Porque a tradição é isso. É o conservadorismo. Então, a favela, ela aceitou a operação, ela aprovou a operação e ela quer de novo. A favela, ela quer de novo. Ela quer, de fato, que o Estado chegue. É óbvio que o Estado, de certa forma, não é recebido com flores. Por esta razão, ele vai agir com a mesma proporcionalidade que ele é recepcionado. Mas o Estado tem que oferecer também saneamento básico.

Saúde. Antes de falar, eu precisei já fazer, porque as pessoas podem pegar um corte e dizer que o site é esquerdista, que a polícia só vai pra matar. Não. Polícia chegou, fez a operação, fez o que tem que acontecer, mas o Estado precisa chegar com subsídios informacionais, infraestrutura. Saneamento. Saneamento básico. Gente, a gente tá falando de saneamento básico no século XXI, enquanto Samidana tava falando do protocolo de Singapura, que pra mim é um dos países mais desenvolvidos do mundo.

Eu falo de Singapura no capitalismo e a favela. Então, peraí. O favelado tá usando o iPhone 17 Pro Max de 2 teras. Ou seja,

já proporcionou tudo que o favelado pode ter. O Estado que ainda não chega, pô. Então, volta a dizer, o favelado, ele é capitalista, não é socialista. Tudo que o favelado tem é fruto do seu próprio trabalho, esforço, empreendimento e luta pessoal. E tudo que o favelado não tem é justamente fruto de um Estado que promete ano após ano de eleição e não consegue entregar. Porque a única forma de você enriquecer é trabalhando. Prosperar é isso, é sua. Não tem outra alternativa. Ou então roubando, né? Também.

Tem quem defenda também, né? Temos exemplos aí, né? Que estão explodindo aí, né? Muito bem. Eu vou fazer um break rapidinho. O papo está muito bom. Eu só quero passar as redes sociais. O Satie é Rafael Satie. Está aí nas redes sociais. Olha aí, ó. Rafael Satie. E também a da Bárbara. Cadê a rede da Bárbara? Aí, ó. Mendes Underline Babi. Ó. Mendes. Gostei. Mendes Underline Babi. As redes sociais aqui.

Da Bárbara. Dois underlines. É, Bárbara Ranelori. Eu vou fazer o break agora para a rede de rádio. A gente continua o papo das plataformas. Vai, Reginaldinho. Perguntinhas. Tenho. Eu queria perguntar para a Bárbara. Quando virou essa chavinha aí que você viu que a esquerda não era esse amor todo e não era essa proteção toda a pessoa que não tem oportunidades, como eles gostam de dizer, como que foi ao seu entorno, assim? Teve preconceito? O que rolou?

Quando você saiu disso daí e falou, não, eu vou seguir meu caminho por esse lado que eu estou vendo que é assim que eu posso prosperar. Sim, esse processo de prosperar enquanto eu ainda me declarava esquerdista, ele aconteceu, mas eu vivi essa relação paradoxal entre buscar aquilo que eu queria saber que dependia de mim e ainda continuar esquerdista justamente pelo medo. Eu tinha muito medo de falar a realidade, a verdade do que eu estava sentindo. Em 2018, eu tive uma briga muito feia com meu marido.

Ele já era monarquista. Ele também vem da federal. Aí ele já votava no príncipe. Já ia nas reuniões de segunda-feira na Casa Imperial. Cara, super cabeça. Ele já tentava me mostrar o que estava acontecendo. Mas, cara, eu tinha muito medo de que se o Bolsonaro ganhasse, ele ia matar todos os pretos no dia seguinte. Eu fui essa pessoa. Que eu acreditei nisso, de verdade. De tanto que eu estava envolvida. Que loucura, mano. Então, quando eu comecei a me posicionar, sim, eu tive um afastamento.

do que era da esquerda. De todos, assim, amigos eu já estava mais afastada justamente porque eu vim para São Paulo. Eu sou de Minas Gerais, de Belo Horizonte. Então, eu já estou em São Paulo desde 2016. Então, essas relações com amigos que eram da faculdade, amigos que crescemos juntos, essas relações já estavam distantes. E o pessoal do empreendedorismo digital já são pessoas posicionadas à direita. Então, esse impacto, inclusive, familiar, assim, e de amigos, eu não tive. Agora, ataques eu tenho.

Muito. Até hoje. De gente, de vídeo. Isso aí é muito. Do tipo, como que sim, que você é uma mulher preta? Como que você vai se posicionar? Como que você vota na direita? Que isso é um absurdo. Que você não tem consciência de classe. Só que, pra mim, hoje, isso é muito claro. Porque eles utilizam do instrumento de manipulação emocional o tempo todo. Sim. E um dos instrumentos é justamente esse do núcleo, né?

porque eles querem que você volte. Se você não estiver muito blindado com isso e pronto pra poder, de fato, fazer essa travessia e fazer essa ruptura, cara, você volta. Porque, realmente, eles vêm pra cima. Na cabeça deles, a gente não pode... É bem absurdo, mas aqui, eles veem a gente, eles veem a gente no programa e falam, ah lá, os que antes eram criado mudo, agora estão lá falando. Porque eles já banalizaram até criado mudo, entendeu? Você também, os caras enchem o saco,

ouça a ti? Bom, já enchiam mais o saco, mas desistiram, né? Acho que por razões óbvias, né? Aqui é a porrada seca o tempo todo, Emílio. Não dá pra ficar abaixando a cabeça pra essa gente, cara. O tempo todo essa galera tentando colocar a gente dentro de uma caixa. Não, você é o preto, tinha uma branca. Você casou com uma mulher loira. Você... Caraca, velho. Então, peraí, não posso falar de enegrir? Não posso usar um terno? Então, assim, é loucura.

Essa galera já desistiu. Eu vivo esse embate muito hoje na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Então, assim, toda oportunidade que eu tenho pra falar, eu falo disso, eu me posiciono

Porque tem outros atrás, cara. Tem uma parte menor de favela que olha pra mim e me vê como referência. Eu não posso me entristecer. Se for pra chorar, eu choro em casa com a minha esposa. Então é olhar, é levantar a cabeça. Porque eu nunca neguei o racismo, Emílio. Eu nunca neguei o racismo. No Brasil, ele não é um país racista. Mas no Brasil tem racistas. Como tem em qualquer lugar do mundo. E tá tudo bem. Fazer o quê? A gente vai conviver com essas pessoas.

Eu vou matar essas pessoas? Vou tacar fogo nessas pessoas? Eu já tive situações que eu senti...

sentir um certo preconceito com a minha pessoa. Em diversos momentos. Mas eu preciso ser bem resolvido comigo mesmo. Eu não preciso da maneira comportamental do Daniel ao meu lado pra determinar o que eu vou ser naquela mesa ali. Se eu entrei num restaurante caro é porque eu tenho dinheiro pra pagar. Se eu entrei numa loja que a roupa custa um valor ali interessante é porque eu tenho dinheiro pra pagar. E tá tudo certo, tá tudo bem.

Agora, dizer que o Brasil é um país racista, você coloca todos os brancos numa condição de opressores. E a coisa não é assim.

amigos brancos, eu tenho diversos amigos pretos. Então, assim, a esquerda meio que desistiu de entrar nessa pauta sentimental comigo, porque não tem jeito. E eu ousa dizer, o Brasil, o racismo é diferente da América. Na América, nos Estados Unidos, por exemplo, posso falar América, né? Não tem mimimi, não, né? América, né? Beleza. Nos Estados Unidos, por exemplo, o racista é um cara que arra uma pontada na tua cara. Você sabe quem é o racista.

Você sabe que o bairro você não pode ir, você sabe as músicas que você pode ouvir. Tem tem branco que não pode falar nigga em determinados lugares nos Estados Unidos, que é muito mal interpretado. No Brasil, não.

Brasil, o racista, ele é um cara com arma apontada pra tua nuca. Às vezes, ele é um esquerdista que ousa e que jura defender e dizer que vai tacar fogo no racista. Às vezes, ele é o próprio racista, meu irmão. Então, assim, eu não sei mais em quem confiar. Quando eu olho, eu já fico muito preocupado quando olho esses caras militando o tempo todo. Igual aquele cara lá, o Lázaro Ramos, né? Foi tentar passar... É, ele fez um racismo com ele mesmo.

É, foi passar na migração dos Estados Unidos. Eu sabia que isso ia acontecer. O quê? Que você seria entrevistado? Até o Daniel Zuckerman, que é...

A galera trava ele lá, meu irmão. Pelo amor de Deus. Vai pra salinha. Vai pra salinha. Ô, judeu, vai fazer o que aqui? Segura a onda aí. É, mas aquela... Ô, meu irmão. Aquilo lá é muito legal. Que loucura, cara. O racismo com ele mesmo. Ou seja, mano. O autorracismo. O cara rico, bem casado. Casado com a Thaís Araújo. Uma preta por bonita, bem sucedida. O cara gigante, mas com complexo de inferioridade. Se não mudar na mente, irmão. Vai morar no Leblon e vai pendurar a roupa.

na janela. Se não mudar a mente, vai morar no Jardim Paulista. É isso, irmão. Mas você acha que é isso que vamos chamar a esquerda faz? Ela tentar manter aquilo lá só pra ter o voto ali a cada quatro anos e manter a... Não deixar prosperar? Porque quando você prospera, que é o que a gente chama de classe média. A classe média... A classe média, ela não tem aquele negócio do opressor e o oprimido. Por quê? Porque

Ela se livrou daquilo. Ela fala, putz, eu tenho condição. Eu tenho condição de ter minha casa, meu carro, meus filhos estão bem. Tá tudo bem comigo. É isso. Então aí não fica, ela não fica nesses polos. Refém. É, não fica refém. E é isso que eles não querem. Lógico. Eles não querem emancipação intelectual, né, Bárbara? Não, de forma alguma. Querem emancipação financeira. Foi por isso que o presidente da República disse, o cara que ganha acima de 5 mil reais não vota mais na gente.

Foi o Lula que disse isso. Ele declarou isso. Então, cara, de fato, querem aprisionar.

O tempo todo. E um dos instrumentos que eles utilizam como manipulação, porque sabemos sim, aqui alguém é contra falar a verdade de que existe a desigualdade social no Brasil? Não, isso é fato. Agora, eles utilizam da manutenção da pobreza no Brasil, porque o Brasil é riquíssimo. Isso já poderia estar de outra forma há muito tempo, não fosse o aparato da esquerda no governo. Sim, mas eles usam isso. O opressor, tem o opressor e o pobre.

Exatamente. Malvadão, sempre tem. Outra pauta que tem é em relação às mulheres, porque esse governo teve uma baixa, uma queda de 14%, segundo o Datafolha. As mulheres não estão confiando mais no governo de esquerda. Exato. E tem alguns assuntos relacionados a isso, que é inflação, que também abaixa a popularidade desse governo. O que você acha que você teve que se despertar? Por que as mulheres também não estão mais aprovando o governo de esquerda atual? Para mim, elas estão acordando para o que está realmente acontecendo.

Outra coisa que elas... E isso está mais latente agora, principalmente com esse movimento Ele Não, que é onde temos um homem biológico que usurpou o lugar das mulheres numa comissão. Então, cada vez mais, por mais que... Ah, mas isso é recente, Bárbara. Não, se a gente for pegar as últimas pesquisas e a de algumas semanas atrás, você vai ver que já teve um pico. Por quê? Porque uma coisa é aquilo que o governo vende para a população, para a mulher. Uma outra coisa é aquilo que de fato acontece.

tem o retrato do que o governo realmente está fazendo com ela, ao permitir que um homem biológico usurpe o lugar de uma mulher em uma comissão, ela está falando, então, não tem realmente alguém me protegendo. E aí você pega um projeto de lei que estava para ser aprovado ontem à noite em regime de urgência, que eles escondem, gente, eles são mestres na estratégia de ilusionismo, né? Eu levanto a mão aqui, mas eu estou fazendo isso daqui.

falam, não, é o PL da misoginia, enquanto aqui eles estão redefinindo o que é mulher. Então, eu acredito de fato que as pessoas estão começando a entender isso. Eu não sou uma pessoa que vai falar assim, igual o PT, ele já fala e já trata o brasileiro como burro. Eu não. Eu trato o brasileiro de igual para igual. Eu acredito que eles são muito inteligentes. Eu acredito que se nós tivermos a forma de levar essa comunicação, de utilizar dos artifícios que eles conhecem, que eles conseguem fazer,

as elucubrações mentais deles para entender, eles vão ver. E isso está ficando cada vez mais nítido para mim nesse governo. Então, para mim, isso vai se repletir cada vez mais e a próxima pesquisa vai mostrar uma baixa muito maior. Porque o que eles vendem não se concretiza. E isso está ficando claro cada vez mais nesse governo. Ô, Satia, você é um dos mais votados lá no Rio. Você vai ser pré-candidato? Bom, vamos lá. Todo mundo pergunta isso aí, eu nunca avisei, nunca falei. Mas já que eu estou no pânico, qualquer hora que a gente vem aqui,

Agora já tem os pré-candidatos. Agora já tem os pré-candidatos. Uma vez eu estava na casa do Bolsonaro e ele perguntou pra mim, e aí, Negão, e aí, Satie? E aí, Satie? E aí, Satie? Vamos sair aí ou não? Aí eu fui bem modesto, fui bem humilde com ele. Ele falou, e aí, vai querer o quê? Na eleição. Eu falei, não, eu sou seu soldado, tô à tua disposição. E aí, meu irmão, que negócio de ser seu soldado? Fala o que você quer, estadual ou federal?

Eu falei, eu quero ser federal. Aí eu disse, Satie aí é federal. Como é que ele falou aí?

Então, eu anuncio aí, ó. Posso anunciar? Anuncia aí, então, pô. Pré-candidato aí, tenha minha benção aí, Satie. Vai ser, viu? Vai ser bom federal, pré-candidato aí. Tá avisado aí pra todo mundo aí. Ó, Emílio, Rafael Satie, não falei pra ninguém até agora, é pré-candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro. Exclusivo. É, a gente tem que ocupar os espaços. As minhas pautas sempre foram pautas nacionalizadas. As eleições municipais de 2024, eu tive uma grande dificuldade de municipalizar essas pautas. Pô, como é que você vai falar?

de Lula numa eleição onde se trata de Rio de Janeiro. É óbvio que o Lula é tão ruim que ele estraga todo o país. Então dava pra falar nesse caso. Mas eu tive uma dificuldade. Mas mesmo assim, nós conseguimos ganhar. Nós fomos um dos mais votados dentro do partido. Não fui um dos mais votados da cidade do Rio de Janeiro. O Carlos Bolsonaro, por exemplo, fez 130 mil votos. O mais votado da história da cidade. Bom, mas dentro do partido eu fui sim um dos mais votados.

E você é um dos mais atuantes lá. É. As pessoas falam isso. A gente tem feito um trabalho com muita

na Câmara Municipal, no Rio de Janeiro. E, graças a Deus, esse trabalho tem se reverberado em todo o Brasil. A Câmara Municipal do Rio, modéstia à parte, ela já é uma grande caixa de ressonância, na minha concepção, a melhor Câmara do Brasil. Não porque eu sou carioca, porque eu estou no Rio de Janeiro, mas porque o Rio foi capital do Brasil, não só do Brasil, mas capital do Império. Então, isso permanece. O Rio de Janeiro ainda é o centro nervoso político do Brasil.

Brasília é um conjunto de prédios lá com o Ministério, mas quem decide as coisas está no eixo do Sudeste. Ainda é Rio de Janeiro, ainda é São Paulo,

Minas Gerais, nada contra os outros estados, mas ainda permanecemos na República do Café com Leite, digamos assim. Então veja, o Rio de Janeiro tiveram alguns exemplos ruins, como o Gabriel Monteiro, que aconteceram algumas coisas lá, que agora está sendo inocentado. Exemplos ruins, eu não digo da pessoa do Gabriel, mas do sistema que aconteceu, do que ocasionou ali a prisão dele. Não é o Gabriel que é o cara ruim, mas o que aconteceu para tirar o mandato dele.

Uma coisa muito ruim que aconteceu na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, o caso da Marielle Franco também. O Rio de Janeiro,

Ele é a vitrine do Brasil, Emílio. Não adianta, irmão. São Paulo é bacana, o PIB está aqui, o papel está rodando aqui, mas o Rio de Janeiro é a capital do Brasil, o Rio de Janeiro é a vitrine do Brasil. Então, o Carioca, ele olha para o mandato de um vereador com projeção nacional. E por essa razão, o nosso trabalho, ele tem ganhado realmente uma projeção nacional para além do trabalho político, o trabalho na comunicação também e, evidentemente, o trabalho cultural que a gente vem fazendo.

A gente precisa ocupar os espaços, primeiro no lançamento do livro Capitalismo é Favela e agora,

do livro O Mínimo Sobre a Favela, que também é uma forma da gente ocupar os espaços no campo cultural. Por isso que Rafael Satie é pré-candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro. Você é a Bárbara. E aí, Bárbara, qual vai ser o caminho? Qual vai ser o caminho? Porque a gente discute sempre e sabe que a gente está numa... O Brasil está meio numa draga, né? A gente está numa situação meio complicada. Diz que o ano que vem vai ser um problemaço economicamente, né?

A gente vai sofrer. Tem essa guerra aí que a gente não sabe para onde vai. O petróleo e tal.

o que vai ser o caminho? O que você vai propor aí para a gente, para melhorar a vida das pessoas? Ontem a gente estava conversando aqui com o Fernão, eu achei muito interessante. Ele fala que tem que mudar a política. Isso. Tem que ser uma revolução. Recall, né? Para a política. Tem que ser uma revolução. Faz sentido. Mudar a Constituição. Faz sentido. Ou tentar mudar dentro dessa regra. Você acha que é possível haver uma mudança dentro dessa regra?

Porque a gente vê como é que funcionam as coisas. Tudo é no gabinete, tudo é no jantar, tudo é no... Você acha que dentro dessas regra?

com essa elite que eles chamam, a gente tem condição de fazer algo bacana para a população? Sim, Emílio. E eu acho que o que mais nós vamos precisar batalhar muito juntos enquanto pré-candidatos e depois no andamento é que a gente consiga o máximo de senadores possível esse ano. Porque essas mudanças que o Fernando falou ontem dependem desses fatores. Então, se a gente não tiver essa bancada

consiga realmente fazer essas mudanças que são estruturais, acaba que a gente enfrenta mais desafios, como que a gente tem enfrentado já ao longo desses últimos anos e também, inclusive, no governo do Bolsonaro. Então, essa é uma das coisas que a gente vai ter que batalhar junto, né? Com certeza, sim. Existem mudanças profundas que precisam ser feitas no sistema político brasileiro. São mudanças realmente que mudam o paradigma da nação. Por exemplo, a gente precisa conversar sobre o Pacto Federativo.

que os estados do Sudeste, como Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e até do Sul também, são vilipendiados nos seus cofres com o sistema de arrecadação aqui. Então a gente sustenta praticamente os estados do Norte e do Nordeste. Existem cidades, por exemplo, tem uma cidade chamada Getúlio Vargas, se não me falha a memória. Cara, essa cidade tem 2 mil habitantes. A renda dessa cidade, principal, é o receber o recurso da União. Não tem, cara, não tem ninguém... É um absurdo, né? É um absurdo.

precisam ser discutidos, e eles não são discutidos em feras municipais, eles são discutidos em esferas federais. Mas olha, a classe política precisa mudar, precisa se qualificar, a gente está se qualificando a cada dia, mas é importante também falar da classe, do poder judiciário. Hoje as pessoas falam muito da classe política, eu não quero fazer uma defesa de corporativismo aqui não, eu detesto corporativismo, mas assim, cara, a classe política, ela não chega nem aos pés no que diz respeito à má versação do recurso público e penduricalhos financeiros, como a classe do

Poder Judiciário. Você tem juízes recebendo aí, cara, 500 mil reais num mês, velho. É óbvio que o político tá mais popularizado, ele passa por um processo eleitoral e todo mundo vê, mas tem gente lá no Poder Judiciário, cara, e isso precisa ser falado também. E dentro da Câmara Federal, seja no Senado, seja na Câmara dos Deputados, só ali que podem viabilizar essas reformas profundas. O deputado Luiz Felipe de Orleans e Bragança, ele tem um projeto de reforma constitucional extremamente pertinente, importante,

relevante. A gente precisa realmente fazer política com P maiúsculo e trazer o Brasil para o eixo, que era o que o presidente Bolsonaro queria fazer. Se não fosse o problema da pandemia, a guerra na Rússia, a Ucrânia e a perseguição midiática e do poder judiciário ao presidente Bolsonaro, eu tenho total certeza e plena convicção de que hoje nós estaríamos num momento bem melhor do que nós estamos hoje. Infelizmente, as pessoas acabaram escolhendo ou, enfim, escolheram o presidente da República e o resultado é essa catástrofe. A gasolina está a 10 pratas,

Aditivado E ele tá mandando você aí a pé Porque você precisa andar mais um pouquinho Aí, meu irmão É isso aí, motoqueiro Entrega essa e-food aí Mas faz sentido Se tá caro, não compra Se a gasolina é cara, vai a pé Pelo menos ele é coerente Não vai pelo menos falar que é incoerente Pelo menos ele é coerente Se não tiver dinheiro pra comprar remédio, não toma É, mas ele vendeu, foi a picanha Ele faz sentido E o negócio da

Você que é mulher, e o negócio da Erika, da trans lá, com o ratinho. Olha só. Que bafafá, hein? Então, mas... Você sabe que é engraçado? Porque é uma coisa que... É um negócio que também não faz muito sentido essa discussão que ficou... Se tornou uma discussão. É porque é internet, é bolha, é engajamento. Não, se torna uma coisa que é uma ferramenta. Sabe a percepção que eu estou tendo? É o seguinte.

começou-se as pautas de vamos trabalhar a inclusão da comunidade LGBT, QI, Joaquim Teixeira, HDMI, K+. Fomos lá. As mulheres também, empaticamente, vamos e acreditamos realmente que todo ser humano é digno de respeito. Isso aí, gente, é tipo assim, não tem... Isso aí, a gente está falando da dignidade humana. Não tem negociação.

negociação. Então, vamos lutar por essas pautas, para as pessoas trans, gays, terem seus lugares, vamos. Agora, é tipo aquele manipulador, que ele vai lá, eu uso tudo e, de repente, você já não pode mais ser quem você é e eu ocupo o seu lugar. Então, agora que as mulheres estão acordando, para o que realmente aconteceu. Então, eu chego no seu lugar, eu dou um pontapé na sua bunda, você sai daqui e, a partir de agora, eu vou determinar o que é e o que não é mulher e,

Qualquer definição de mulher cabe? Como assim? Qualquer definição de mulher cabe. E aí, teve gente que já me mandou, falou assim, nossa, mas não mudou nada, ela continua lá. Nosso abaixo-assinado oficial está com mais de 360 mil assinaturas. Ele está lá no link da minha bio. Quem está vendo aí já vai lá e assina. Mais de 360 mil assinaturas. Os próximos passos estão sendo dados. Agora, se vamos aceitar que ela continue lá,

Felipe, que é um homem biológico? Não, não vamos. Não vamos. E aí você pensa assim, como, ô Bárbara, que vocês vão conseguir continuar falando sobre isso? Meu bem, quem nunca enfrentou três gestações como eu, esperando filhos durante nove meses, mais dias de trabalho de parto, enfrentando contrações, todos os meus partos foram naturais, eu não tive anestesia pra nada. Você acha que eu vou baixar a cabeça pra nego que fala que vai ocupar o meu lugar? Não vou. É o Felipe, cara.

Ele é bem agressivo, inclusive, entendeu? Total. O próprio Demetrio, de uma emissora de TV, ele disse isso, que ele é um cara muito agressivo. Se você discorda da posição política dele... Não, mas é ela, pô. Não, ah. É ela. Eu tô falando do Felipe, pô. Esse negócio aí é aquela Judith Butler, não é isso? A Judith Butler é uma filósofa. E aí ela fala o seguinte, que o gênero não é fixo. Não tem gênero. É fluido.

qualquer coisa. Aí tem uma turma que comprou essa ideia, então ela fala assim, não é homem e mulher, quem faz isso é a sociedade, a sociedade que cria. Então a gente é o que quiser ser. E aí surge essa confusão. Só que quando vai, quando criminaliza, que dá o problema. Aí que tá o problema. Porque aí a pessoa fala, não, você me chama de mulher, que eu quero ser chamada de mulher. Você fala, beleza, mulher, tal, ótimo, maravilhoso, te chamo de mulher.

Agora, quando ela fala, não, você está errado de me chamar isso, e eu vou, e você vai em cana por isso. Aí que está. Que é o legislador ruim. Criminalizar. É o legislador ruim que está fazendo agora com o Felga, com as mulheres, com a misoginia, que é a nossa senadora lá, que só faz também coisa ruim. A Damares. A Damares, porra, pega, pega, vê agora o que os caras estão sofrendo aí com essa... Porque vai no populismo. É, não pode. Vai no oba-oba.

Entendeu? Não pode. Nesse caso de você querer legislar fazendo populismo, isso é muito ruim. O Brasil sofre economicamente hoje justamente por causa do populismo. Vale Gás é populismo e uma série de programas sociais, infelizmente, são programas oriundos de políticos que querem se perpetuar no poder por intermédio do voto da população. O melhor programa social é o emprego, meu irmão. Sem sombra de dúvida. Eu não sou seritista, mas é o povo lá, o povo quer assinar carteira, assina a carteira.

programa social e emprego, meu irmão. E é disso que a gente precisa lidar. Mas evidente que essas pautas culturais, essas pautas identitárias, elas permeiam o debate público. O Ratinho, cara, esse homem, ele tem um legado na TV, na comunicação. Vocês respeitam ele, ele é um baita comigo. A minha avó assiste o Ratinho, meu Deus do céu. Sim. A minha avó assiste o Ratinho. É um grande comunicador. Ele tá certo de dar a posição dele e não tem que ser criminalizado por isso. Não mesmo. Ele é um homem biológico. Ponto. Ponto. Entendeu? Agradeço aí, viu?

E o simpósio, podemos falar dele? Opa, fala, lógico que fala. Quero fazer um convite para todos vocês que estamos assistindo aqui agora, no dia 21, sábado agora, o PL Integração estará realizando um simpósio lá na Assembleia, na Alespe. Queremos convidar vocês, eu, o Satie e vários outros pretos de direito estaremos lá trazendo a pauta para vocês do que é o preto conservador e o nosso protagonista.

a nossa voz e queremos você junto com a gente. Quando é que vai ser? Sábado. Sábado agora. Às duas horas. Quem que tá lá? Eu não tô vendo, tá muito pequenininho. Olha lá, tem o deputado Hélio Lopes, tem o Fernando Holliday e o Fernando Senzala também. O Holliday? Sim.

Então tá lá, tem a Vitória, tem a... Preto de direita. Preto de direita. O pai de cinco tá ali? O Gustavo, pai de cinco, tá ali também. A Preta. A Paula, a Paula, a Paula Custódio. Pai de cinco, gostei. Gustavo, pai de cinco. Cara cabeção, gente. Dia 21 do 3, o protagonismo do negro de direita. É um convite pra você, é um simpósio que vai ter aqui na Lespe, né? Exatamente.

Olha, espero que esse ano a gente vai ter que falar muito sobre política, porque é um ano que a gente vai escolher presidente, vai ter senador. Vocês deram um show hoje. Dando audiência pro Pânio, que chama a gente mais vezes, amiga. Anuncia amanhã o voto. Ele como Bolsonaro pra anunciar. Eu não conheci o Bolsonaro ainda. Anuncia aí, pré-candidato. Eu queria convocar todo mundo aí, tá certo? Dizendo que a

Bárbara também é pré-candidato, tá certo? É o Bolsonaro tranquilo. É o Calmo. É o Flávio. É o Flávio. É o Flávio. A gente espera que o Bolsonaro tenha agora, que se recupere. Sim, sim. Se recupere. O Bolsonaro teve várias vezes aqui. Posso garantir a gente conhecer ele pessoalmente. Um cara muito legal, muito simples. Coração bom. É, um cara bacana o Bolsonaro. Espero que ele consiga ter a sua... Com certeza, amigo.

Parece que a situação dele não é fácil. Tá delicada. É um absurdo, né? É um absurdo o Bolsonaro nessa condição ele tá num presídio. É um absurdo. Mas espero que tenha um bom senso e coloque o Bolsonaro aí numa prisão domiciliar. Com um enfermeiro, com alguém lá. Que tem uma estrutura. Foi até o editorial do Globo hoje. Estadão também.

Muito bem. Muito obrigado. Eu vou passar as redes agora pra você seguir. Tem o Rafael Satie, que já nosso conhecido aqui no Pânico. Rafael Satie. E a nossa querida Mendes Babi. Tá aí nas redes sociais. Mendes, underline, Babi. Tem o simpósio sábado. E você vai conversar com eles agora. Nossa querida Bárbara e o nosso querido Rafael Satie. Muito obrigado pela participação aqui no Pânico. Eu vou fazer o break do Reginaldo? É isso. Vai lá, Reginaldinho.

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Pra quem já almoçou pode aproveitar e sair pra cá. A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação. Realização Jovem Pan.

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