Episódios de Pânico

Aldo Rebelo

11 de março de 20262h3min
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AMAZÔNIA, GEOPOLÍTICA E MUITO MAIS: o cara já foi ministro de tudo (Defesa, Esporte, Ciência e Tecnologia, Coordenação Política) e agora decidiu que quer a cadeira principal: Aldo Rebelo é pré-candidato à Presidência da República pelo Democracia Cristã (DC) e é o convidado do programa desta quarta (11). Ele vem pra falar grosso sobre a defesa da Amazônia contra as ONGs gringas, debater o cenário político e ver se o curso online “como fazer sabatina fácil e rápido” deu resultado pra nossa bancada!

Assuntos9
  • Defesa NacionalONGs internacionais na Amazônia · Controle de três estados paralelos · Crime organizado nas fronteiras · Interdição de recursos naturais
  • Atuação de Lucia na políticaPré-candidato pela DC · Plano de governo · Primeira medida (emendão constitucional) · Nacionalismo desenvolvimentista
  • Segurança OperacionalControle territorial do crime · Atuação estatal insuficiente · Necessidade de leis especiais · Financiamento de atividades econômicas pelo crime
  • CorrupçãoBenefícios fiscais discriminados · Estado fraco em regra e forte em privilégio · Impacto na população · Diferença entre eleitores
  • Reforma institucional e redução de poder de vetoSupremo Tribunal Federal acima dos outros poderes · Decisões monocráticas · Poder do Ministério Público de parar o país · IBAMA e poder de conservação
  • Colônia econômica e não-proliferação econômicaCongelamento do poder econômico mundial · Paralelo com tratado de não-proliferação nuclear · Reservas de recursos para países desenvolvidos · Brasil como colônia
  • Infraestrutura e desenvolvimento regionalFerrovia Tapajós · Hidrovia do Tapajós · Transporte de commodities · Comparação com desenvolvimento chinês
  • Redução de dimensões ideológicasEsquerda versus direita · Raça e gênero como divisores · Populismo e bolhas · Nacionalismo versus xenofobia
  • Opinião Pública EUAPrincipais problemas segundo população · Saúde, segurança, economia, corrupção, educação · Diferença entre eleitores por tema · Percepção de corrupção
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Pronto e detectado. Humor reiniciado. Modo Pânico ativado. O mundo tá sério, quadrado demais, mas o pânico vem. E ri por trás. Ah, da manga. Escreve, o humano copia, o algoritmo manda e a galera obedece. Mas calma, respira, dá risada, confia que o erro é que faz o sucesso.

Meus desenganados, pelo amor, como é que vocês estão? Tudo bem com vocês? Sim, estamos de volta aqui, começando mais um insolente programa Pânico pelas respeitosas plataformas da Jovem Pan. Bem-vindos ao programa mais xingado e perseguido que Malu Gaspar. Ano de eleição? É, o bicho já tá pegando, está acompanhando aí as tretinhas?

É, para debater sobre essa questão. Aqui estão eles. Jacobina Pascoal. E professor Olavo de Carvalho. Diga lá, professor. Alô, pessoal. Alô, pessoal. Alô, pessoal. E vai pro cara certo. Meu filho vai nascer, porra. Hoje meu filho nasce, porra. Tá nascendo meu filho, porra. Preciso correr. Eu disse. Porra, eu disse, porra. Eu disse. Vocês também?

Vou explicar aqui, cacete. Tem duas coisas que o brasileiro não sabe fazer. Uma é votar e a outra é lavar o bioco, porra. Sabe disso, né, Sam? Olha o que aconteceu no Big Brother. O Babu tomou na rima, tá certo? E os candidatos desse ano não valem o que o Vampeta já fez na Love Story, cacete. O único cara que sabe escolher alguma coisa aqui é o Vorcaro. O cara escolheu três beldades, porra. Eu fiquei até ereto aqui, tá certo?

é igual cachorro quando se afasta. Todo mundo sabe que lá vem merda, tá certo? Agora vai lá, tia do Gardenal, porque eu vou no pagode aqui na casa do grande Dênis Carvalho. É contigo, meu filho. Bom dia, Emílio. Bom dia, rapaz amamentados. Primeiro, gostaria de destacar que eu não serei candidato à presidência da República, federativa do Brasil. Desculpa, não tomei meu Gardenal hoje. Nem eu, você, nem a Erundina, nem a Luísa Souza.

Nem as eleições desse ano serão loucas, mais loucas que o Casagrande, eu, o Alba, o Sami, tudo juntado no show do Beto Barbosa. Tem candidato, Emílio, que é a mulher que manda, tá? Tem candidato que levou canetada, tem candidato que nem é candidato e isso me deixa num estado de nervos. Quem me chamou? Nossa, a polarização tá pior do que essa disputa.

Sabe aquela disputa que todo mundo pergunta? Disputa, biscoito, bolacha. Agora eu nem sei mais o que eu estou falando. É melhor você seguir daí porque está tudo muito confuso. Esse é o Morgadinho. Grandes imitações do nosso querido Morgadinho. E agora vamos à agenda. Estava inseguro? Estava. E eu esqueci a peruca. Quem me chamou? Estava inseguro. Foi a primeira vez que eu fiz.

Bom demais. Vamos agora ao melhor stand-up comer do Brasil. No meio chamam de bumbum de pamonha, mas é o nosso Morgadinho. É o Rogério Morgado. Diga lá, Morgadinho. Olha o Rocumbole cantando aí, ó. O Morgado no Texas. Que maravilhoso. Hoje tem show do Morgadão aqui, o Rocumbole. Sou eu, Rocumbole.

Comédia Club é a melhor casa de comédia de São Paulo, hoje tem, os últimos ingressos estão à venda, pode entrar lá no clubedoingresso.com e adquirir o seu, tá certo? Semana que vem, na outra também já tá à venda, então pode entrar, clubedoingresso.com, adquira o seu. Corre lá, hoje vai ser bacana. Amanhã tem Granja Viana, Morgadão, Show Solo, na Enjoy Gastropub. O site também é o clubedoingresso.com. Dia 20 em Sorocaba, a galera de Sorocaba vai comprar no Simpla, tá certo? No dia 20 de março, dia 21 em

Osasco, Os Comedy Club, simpla.com.br. No dia 2 de abril, Morgadão de volta em Rio Claro, lá no Vila Raiz, você vai comprar no Simpla, tá bom? Compra já o seu ingresso, que desde que eu comecei a anunciar, as vendas já estão avançadas aí, tá certo? Vai só dia 2, né? Mas, pô, pra quase um mês, as vendas estão bem avançadas. Então, você de Rio Claro, compra já o seu ingresso, simpla.com.br.

Rio Preto tem show solo do Morgadão no Teatro Municipal. Entra no site Bilheteria Express e compra o seu. A última vez que eu tive em São José do Rio Preto também lotou. Então, adquira já o seu pra não ficar de fora. Pra contratar o Morgadão, o e-mail é contato arroba rogeromorgado ponto com ponto BR e as redes sociais é arroba rogeromorgado. Obrigado, Emílio, que alegria. É isso aí, Bichovski, e você, meu querido Guerezito. Opa, Emílio, um sabadaço dia vinte e um de março estarei no

My Fucking Comedy Club, comendo um hamburgão, tomando uns drinks e fazendo uma bagunça junto com o Diguinho Coruja. Então corre lá, garante o seu. Sabadão, dia 21 de março. Showzaço maluco no My Fucking Comedy Club. E vendas abertas para o showzão em Floripa. Quase não vou pra lá. Então, Floripa, dia 10 de abril. Showzaço aí no Floripa Comedy Club. Vendas já abertas. Entra lá no arroba Fábio Gueré. Todas as informações bonitinhas pra

fazer essa bagunça toda aí. Muito obrigado e toca o barco. Muito bem, muito bem, muito bem. Chegou o momento de homenagearmos a nossa audiência. Eu deixo aqui que nós temos nas nossas redes sociais presença encantadora do Jorginho Madruga. Ô, grande Jorginho. Jorginha Maria também está aqui. Mas nesse momento é você que faz parte do Pânico Futebol Clube. Nossa homenagem pra você que adora nosso ponto de vista praticamente cego.

É hora de homenagear você. Nossa audiência, a majestade. Nossa majestade de hoje vem da terra dos mamonas assassinas. Há um prazer do Guarulhos. O homem é casadaço com a dona Cristiana e paizão do João Arthur. Trampa com radiologia e curte puxar uns ferros e um churrascão. Aplausos para Maurício Barro.

Maurício! Maurício! Fala, Maurício! Muito prazer estar aqui, queria agradecer a todo mundo. Boa! É uma experiência ímpar estar aqui com vocês. É um prazer receber você. Você está representando toda a nossa audiência no Brasil. Eu quero representar com classe. É isso aí. Toda a audiência do Pânico. Você faz o que da vida? Eu sou tecnólogo em radiologia, Emílio. Ah, é? Você fica lá olhando os exames. Eu faço exames de tomografia, ressonância, raio-x. Puta chato, hein? Sou da área da saúde.

Você ouve muito aquele barulhão, né? Sim. Outro dia eu fui fazer o exame, porque tem um fone, mas muito ruim. É, precisa melhorar o fone. E aí, quando você vai fazer esse examegar a tomografia? Não, então. Aí o cara colocou um CD do Kennedy. Ah, não. Eu não sabia. É melhor ouvir barulho. Juro por Deus. Não, eu não sabia o que era pior. Era que os bang bang ou era o Kennedy tocando? Ou o cara respira. É, mas, pô, parabéns. É isso aí.

Eu sou ativista político também. Músico. É músico? Trouxe o cavaquinho. Ah, por isso você tá com o cavaco? É que eu fui tocar na festa do Vorkar em Trancoso. Bem bolado. Bem bolado. Espirituoso. Você tem uma banda? Eu tive já, eu tive. Hoje eu tô mais no ativismo político mesmo. E com meu emprego de tecnólogo em radiologia. Inclusive, eu queria mandar um abraço pra minha equipe do Incor. Aqui do Instituto do Guarulhos. Show. E o pessoal do Padre Bento de Guarulhos. Boa.

garoto. E aí, o que você vai tocar aí? O show tem que continuar. Eu costumo fazer as paródias políticas, né? Mas aí eu fiz uma pra vocês. Deixa eu segurar. Sério? Todo mundo traz um presentinho, né? Eu trouxe. É mais ou menos assim, ó. Pensa num programa bom. Pânico na Jovem Pan. Pensa num programa bom. É o pânico. No linhagem geek, o Alba comenta. É filme ou série, ele arrebenta.

Sem palminha, por favor.

acertando o roteiro. É líder de audiência no Brasil inteiro. E no final sempre um convidado. O Emílio questiona e é questionado. Paulinha e Delari na produção, na rádio, na internet e na televisão. Que coisa linda! Programa bom! Obrigado! Muito obrigado! Deu uma travadinha aqui. Mas foi bom! Vai levar 100 reais.

posso garantir que a gente não merece. Eu garanto pra você. Nem metade. Nem metade. Vocês moldaram a personalidade de muita gente. Eu trouxe os meus. É verdade. E a gente acompanha vocês desde papai, desde a RedeTV e... Pô, obrigado, cara. Valeu. Parabéns, cara. Muito obrigado. Quando ele falou que ia fazer paródia, eu tava imaginando, ah, o Gordão, o Zé da Manga, o Emílio Cabeção. Foi respeitoso. Mas foi bonito, foi respeitoso.

Muito bem. Vou passar as redes aqui do Maurício, arroba mauriciobarros.sp. Tá aí nas redes

sociais pra você poder seguir o Maurício esse nosso ouvinte, olha só que bacana muito obrigado, você quer participar? Nossa audiência majestade, o endereço é audiência majestade, arroba jovempan.com.br e agora vamos falar com o papai vamos falar de filmes vamos falar de séries vamos falar com homens com mais de 40 anos que adoram brigar com o bonequinho do colega ai gostei

Minha Genguique agora com o Homem-Aranha, o papaizinho com a mobilidade de um leão marinho, André Alba. Minha Genguique, minha Genguique, minha Genguique, minha Genguique, minha Genguique. Esse é o som que você vai ouvir por um bom tempo. Exatamente. Muito obrigado aí por todas as vinhetas, meu querido.

E um salve pro Gabigol também. Muito obrigado, Gabi. Salve o Santos, por favor. Se inscreva no canal da Linhagem Geek. O Ney não jogou, o Ney volta domingo. Você tá pedindo pro cara salvar? É que por enquanto quem tá jogando é o Gabs. O Ney também já salvou. O Ney já salvou. Mas o Ney sempre salva. E estamos aguardando ele de volta na Vila domingo contra o Corinthians. Olha só, vai voltar com fome com o Padre. Mas se inscreva no canal da Linhagem Geek no YouTube. Eu não sei se vocês viram, mas o que

aconteceu uma briga generalizada em Hollywood, que eu lembrei de todos aqui, mas Morgado, principalmente você. Por quê? Porque a Casa Branca, a White House, tem um perfil, né, Zuzu? Eu sei que você tem, você segue o perfil da White House. A Caroline. Isso, porque tem muitas postagens ali, ali que o Donald Trump faz muitas, passa muitas informações do que tá acontecendo no governo. Só que eles fizeram, durante o bombardeio ali do Irã, eles fizeram um vídeo pra simbolizar a forçamentação

E aí o que eles fizeram? Zuzi. Utilizaram alguns filmes. Opa! Tem aí o vídeo, Luquinhas. Olha lá. Ele utiliza o Downey Jr. ali no Homem de Ferro. Tony Stark. Ele faz isso pra provocar. Tem o, né? Olha lá. Tem o Coração Valente. Tem o Top Gun. E aí... São várias obras ali que eles utilizaram pra demonstrar culturalmente o que poderia ter. Até o Chief ali do Halo. É. Tem Trovão Tropicana.

E é exatamente ter o Ben Kingsley e o Optimus Prime ali do Transformers, a Casa Branca, o Deadpool, a Casa Branca postou, tem até o Bills do Dragon Ball Super. E aí começou a confusão, porque a White House acabou postando esse vídeo de uma maneira oficial e as pessoas que não gostam do Donald Trump envolvidas nessas produções começaram a falar, que é o caso do Ben Stiller. O Ben Stiller começou a confusão.

Tinha que ser tirado do ar que ele não aprovou esse trailer aí. Isso que a Casa Branca é um absurdo. Eles se utilizarem dessa produção pra fazer uma politicagem. Eu até concordo com o Ben Stiller ali. Ele fez a obra. Não foi destinada pra uma propaganda política. Ele tem razão. E não ganhou nada por isso. Exatamente. Não ganhou nenhum cachê pra aparecer ali. A gente sabe como é que funciona. Esse clipe, Zuzu, da Casa Branca rodou o mundo inteiro. Certo. Rodou o mundo inteiro porque...

Ele se utilizou ali dos filmes para fazer uma propaganda daquilo que ele está falando, que você sabe muito bem do que está acontecendo ali. Pegou a obra do Ben Stiller, que é da comunidade judaica, não apoiou, não tirou o chapéu. Agora, só para falar e contextualizar, se você quiser uma série que é atual e fala sobre isso, que o Donald Trump não utilizou, é Terã, que está na terceira temporada. Terã. Terã. Na Apple TV. Mostra.

Cara, é bem interessante, porque tem muita gente que está falando, será que a série... Interessante.

Será que a série é um spoiler do que está acontecendo? É uma boa mesmo. Essa série fez muito sucesso, Zuzu. Essa Teran, ela tem... É velha. Mas ela está na terceira... Agora é a terceira... Você está bem atualizado. Aqui você vê um filme iraniano... Você está bem atualizado. Teran tem 15 anos. Então, mas é assim... Não, não, tem 15 anos. Você vê um filme... Pois é. É uma atualização. Só para explicar para você. Não, não, você está atualizado.

Agora eu vou ter que me comportar aqui. Espera aí. Teran está na terceira temporada, acabou de lançar na Apple TV. Posso falar. Uma, duas, três. Posso falar. Teran.

O cinema iraniano é muito bom. Ninguém falou que não é. Só é difícil de ir pra lá. Não, não, é ótimo. E essa série é legal. Acabou de lançar a terceira temporada. Essa série é legal. Foi lá, lançaram a série antes da cidade ser construída, de tão velha que é, pelo amor de Deus. O criador do Halo também falou, todos ali, alguns envolvidos. Aí que tá, Morgado, porque é o seguinte, se você tá em alguma dessas produções desse trailer que a Casa Branca fez e você reclama, você tá bem.

Agora, se você não fala nada, como é o caso do Tom Cruise, que não falou nada, deixa usar, aí você acaba sendo conivente do negócio. É o fascista. Ele é o Messi. Você tem que reclamar pra deixar claro que você não é fascista desse trailer da Casa Branca. Eu deixo, mas quero dinheiro. Exato. E aí, Morgadão, quem aparece? Ah, o Mark Ruffalo? Não. Ginny Simons. Ginny Simons? Ginny Simons. Porra, linguinha. Ginny Simons. Meteu a língua. Meteu a língua.

acabou com o Ben Stiller, bicho. Sério? O Gene Simons, ele destruiu o Ben Stiller. Ele falou que é um cara chato, que tem que parar de ficar... E aí ele fala a mesma frase do Rick Gervais. Ele fala que os atores, os artistas, eles não têm que ficar dando palpite político e parar de encher o saco. E ele fez um vídeo, pegaram o TMZ, encontrou o Gene Simons, ele gravou um vídeo em que ele fala, meu, vocês estão enchendo

saco, ninguém liga para o posicionamento político de vocês. Olha lá, esse vídeo. E pegaram ele ali na rua, normalzão, andando, e falou, meu, vocês têm que parar de ficar enchendo o saco, que as suas opiniões políticas, vocês não sabem nada do mundo real, muito parecido com o discurso que o Rick Gervais fez. E aí o Dini Simons falou, fica quietinho e deixa o público escolher. Ele tá parecendo aquelas tartarugas de Galápagos. Deixa eu falar uma coisa pra você, Alba, agora que você vai ter a licença paternidade. Seis meses. Seis meses de licença paternidade?

Eu achei uma série boa. É do Steve Carrell, que fez o The Office. Ah, sim. É incrível. Tem uma série nova. São dois episódios só. Meu, tirando o sarro. É ele com a filha dele. É a filha dele que estuda numa universidade. É em cima de uma universidade tirando o sarro de Woke. Me parece boa. Pô, incrível, hein? A premissa é incrível e real, né? É a Holster. É a Holster. É a Holster, né? É a Holster. É a Holster. É a Holster. É a Holster.

É a Holster. É a Holster. É a Holster. É a Holster. É a Holster. É a Holster. É a Holster. É a Holster. É a Holster. É a Holster. É a Holster. É a Holster. Que boa, vou ver. É desse ano essa, pelo menos.

O Daniel. HBO. Ele é bom, né? Ele é muito bom. Ele é incrível. Comédia, comédia. O legal dele é que ele é humor pelo humor. Ele não entra em questão nenhuma e mete o pau em tudo. É muito bom, cara. Mas tira um sarrinho da universidade, do momento universitário. É legal, é interessante. Ele é bom. Quem quiser, assiste. Quem não quiser, por favor, não me enche o saco.

Me enche o saco, por favor. É isso aí. E ainda na briga política... É isso aí, professor. Rooster. Rooster, né? E aí? Seguindo na... Demais. Demais. Seguindo na briga política, eu vou consultar o meu querido Sam e Danny. Importante. Porque a gente falou bastante daquela guerra, né? Para adquirir a Warner da Paramount e da Netflix. O Trump, ele comprou mais de um milhão de dólares. Um milhão de dólares.

em títulos da Netflix e Warner no auge da disputa da Paramount. E aí eu te pergunto, meu querido Samidana. Tem tráfico de influência aí? Porque é o seguinte, o Trump, ele é... Quando você tem essas grandes transações, o presidente, ele tem que... O Trump é o rei da maracutaia. Pô, Donald Trump, pô. Você não lembra lá do cassino dele lá, pô? Do Taj Mahal? Pega lá a história do Taj Mahal lá em Atlantic City, pô. Donald Trump, amigo. Donald Trump.

O hotel dele lá em Manhattan, o Zé Tramique. O seguinte, a Netflix e a Paramount estão lá, estavam na discussão, e precisa de uma aprovação do Cade americano. Até onde eu sei, o Trump não tem ingerência sobre o Cade. Se ele tiver, obviamente é uma manipulação de mercado, e aí ele pode ser responsabilizado. Porque, diferente daqui do Brasil, onde a gente tem poucos casos

prisão por manipular mercado nos Estados Unidos. Isso ocorre com uma frequência. Agora, eu imagino que na posição de presidente dos Estados Unidos você deve ter que declarar a sua carteira. Sim. Então, não vejo problemas disso. Ele pode... A opinião dele é válida. Assim como o Elon Musk vira e mexe e dá opiniões que mexem o mercado. Sim. Mas aí ele... Uma coisa ele dá a opinião dele. Outra coisa ele chegar e proibir a compra ou criar uma entrada. É mais uma diferença.

Não ia ser tão mirim que deixar a cabeça dele a prêmio. É, então tá certo. É isso, basicamente é isso. Outra coisa, Sami, que eu queria ver com o senhor. Tá frio mesmo. Alba vai ser papai. Amanhã, amanhã. Neymar Júnior. Se fosse gêmeos, casal. Se fosse gêmeos, era Neymar e Neymara. Mas não é, infelizmente. Tem uns dados que saiu do YouTube, Sami, pra gente entender como é que funciona o modelo de

negócio, que é interessante, né? No último ano de 2025, o YouTube, ele ultrapassou cerca de 60 bilhões em receita prevista, né? E desse total, 40 bilhões vem dos anúncios e 20 bilhões de assinaturas. E aí, olha só a jogada que eles fazem. 2,7 bilhões de pessoas que usam o YouTube todos os dias, todos os meses, 125 milhões pagam pelo premium. E isso representa 4,6 da base dos usuários. Qual que é a estratégia do YouTube?

aumenta o anúncio para esses 4,6 pagarem o premium. Porque o objetivo do YouTube é gerar a assinatura que vale muito mais do que a pessoa que não paga e vê o anúncio. Ou seja, a receita do YouTube, a major, a receita maior é do assinante. Então o YouTube está... Mas o lucro do YouTube está cada vez maior. É um negócio absurdo. Mas eles tiveram aquela conferência ali

dos acionistas, parece que o YouTube vai aumentar os anúncios pra forçar as pessoas a assinarem, porque pela assinatura ganha mais dinheiro. O YouTube tá dando uma Netflixada, cobrando assinatura, e a Netflix tá dando uma YouTubada. Porque a Netflix também tá baixando, principalmente nos Estados Unidos, os planos, falando assim, beleza, você quer pagar pouco, não tem ainda gratuito. Beleza que você vai ficar vendo um monte de comercial aí.

Aliás, a Prime, eu fiquei um dia com o plano básico, porque é muito. É insuportável.

Tá, não dá. Você já viu o Prime Video? Não, eu pago. É insuportável. Mas é R$10. Não, eu sei, mas... Isso é barato, é R$10. Então, mas o YouTube vai por essa linha também. Só que você tem que pagar os outros, né? Aí você paga o... É isso aí. Você tem só a Prime. Se você quiser a Apple, aí você tem que pagar a Apple. Você paga a Apple. Eu pago todas, é muito caro. É que você é rico. Não. Você é rico, né? Milionário. Você não é classe média.

Tá bom, eu tenho a caixinha. Diferente do Emílio que tem... Que é classe média. Não, eu não sou classe média.

Não vem, não. Essa discur... Média, baixa. Deixa eu falar uma coisa. Você é rico. Coitadinho. Sabe por que você é rico? Por que, Clem? Eu sou um trabalhador. Eu não. Você não. Eu sou um trabalhador. Cerdeiro, cerdeiro. Você é um empresário. Tem sucedido. Você tem imóveis e você tem investimentos, inclusive investimentos internacionais. Holdings. Holdings. Holdings. Holdings. Eu sou um assalariado. Eu, se eu não tiver... CLT. Moedas. Eu, se eu não tiver... O meu salário, graças a Deus,

empresa paga em dia, porque se eu não tiver o meu salário, eu tenho o meu salário, eu pago plano de saúde, eu pago segurança, eu pago condomínio, eu pago IPTU, o que mais que eu pago? Anda de metrô em Nova York. Não vem não, não vem com essa conversa não. Eu, se não tiver o salarinho aqui, ó. Você bate cartão. A diferença do Emílio é que ele faz o trabalho dele, você paga colaboradores pra fazer o seu. Ele tem um time, ele tem um time.

Que pede pezinho no Instagram. Acessoria. Essa é a diferença do cara que tem um time. Entendeu? Colaboradores. Meus colaboradores. Durante 40 anos eu venho aqui. Se quiser amanhã o Sam nem precisa vir. Ele manda o time. Ele tem um time de verdade. Eles querem me forçar aqui. Às vezes ele vem aqui só pra passar o efeito do remédio. Pra se divertir.

É igual jogar picobol pro Sam, ele vem de segunda e quarta. Sexta tem palestra. Hoje já tô com a minha charla. Que mais? Chega de papinho, hein? Pra finalizar, o rico. O rico é o seguinte, o rico tem empresa. Que dá prejuízo. O rico tem empresa. Quem aqui tem uma empresa? Quem? O rico tem um monte de imóveis. Quem tem aqui imóveis? É mais ou menos assim.

Eu sou o Uber. Várias carteiras. Várias carteiras. E o meu filho é o Faustão. Várias carteiras. Namorada famosa. Quem tem? É lógico. Vamos lá. Beijo. Faz um lindo trabalho. Essa parceira que a vida me deu. A Lelê. Essa parceira. Essa parceirona que a vida me deu. Hoje é dia do cabelo maluco. Todo dia é o dia do cabelo maluco aqui pro Sam. É, bicho.

Vamos lá, beijo pra Iola aqui. Lindo trabalho também. A Iola é sensacional. O que que é? Onde é que? Desculpa, eu tô... Eu vou mais uma. Daqui a pouco o papai vai mais notícia. O papai vai correr agora. O que mais? Só pra finalizar, o nosso querido Silvester Stallone volta na produção executiva do novo Rambo. Ele vai ser o cara que... Nós temos o Noah Centineu que vai fazer o início ali do Rambo, né? Antes dele ir pro exército. Como ele... A transição do Rambo civil pro Rambo. O Rambo.

Mas você falou transição, eu fiquei com medo do Rambo. É, já pensou do jeito que tá. A gente descobre que o Rambo é uma mulher, né? O Rambo com Trabuco. E ele fez um vídeo lá falando que tá na produção executiva. Na produção executiva é muito interessante o próprio Stallone, nesse depoimento dele, que ele vai ajudar muito a vender esse filme, né? Então ele vai tá na produção executiva do filme da origem do Rambo, que está previsto pra 2027, Emilio.

É isso aí. Boa. O Obeta vai se despedir agora. Sensacional. Que ele vai lá pro hospital.

Parabéns, Albá. Estamos torcendo muito para o pequeno Davi. Eu dou informações. Depois da Copa a gente se vê. Boa sorte para você. Muito obrigado. Beijo na Giovana aí. É isso aí, um beijo para a Giovana também. Muito bem, dito isso, vamos agora falar com ele. Break. Ah, sim. Vamos fazer um break agora para a nossa rede de rádio. Hoje teremos presença ilustre nesse programa, mas é o break agora para a rede de rádio da Jovem Pan.

Chegou a hora dele. O repórter mais carismático do Brasil. Ele é conhecido em taipas como Marco Rubio. Ele é herói. O herói do Brasil aí está. Fuzil. Diga lá, Fufu. Salve, Emilião. Boa quarta-feira a todos nós. O negócio é o seguinte. Muitas pessoas falam que o lado ruim de colocar facção criminosa como terrorista é o Trump agora pode invadir o Brasil. Outros países podem invadir.

já que eles não toleram o terrorismo. E outros falam, cala a boca, para de falar bobagem, vai estudar um pouco. Você acha que simplesmente um país vai invadir outro por causa disso? Então, sabendo que nós temos facções criminosas aqui no país, a gente quer saber a opinião da galera qual. Você acha que o Brasil precisa de ajuda externa para controlar este problema? Você acha que o Brasil precisa de uma ajuda externa

aqui no nosso país. Essa será a pauta desta chuvosa Avenida Paulista Garuante, de 22 graus. Tá meio desanimado hoje, hein, Fufu? Quem pediu um abraço hoje... Jamais, Emília, é sempre uma alegria imensa. Você sabe quem pediu um abraço hoje foi o Marcelo Barbour. Ah, o grande Barbour, verdade. O Barbour pediu um abracinho seu, que ele mandou você embora. Foi. Ele mandou, foi demitido. Oi, Xoxão.

manda um beijo pra mim manda um beijo pra mim porque as pessoas depois me falam que você mandou um beijo e eu fico emocionado eu falo uma pessoa de jeito mais ou menos um beijo pro Barbuzinho Marcelo Barbuzinho ele veio aqui uma vez e nem me cumprimentou ele não quis almoçar comigo, tá muito triste ele é o Matalon Matalon também, do grupo de radialistas abraço prozinho

Luzinho também, Luzinho, um grande homem de marketing do rádio brasileiro. Com grandes nomes do rádio. Muito bem. Então a pauta de hoje é, será que o Brasil precisa de? Se o Brasil precisa de ajuda, de ajuda para combater, ajuda externa de outros países para combater as nossas facções criminosas, já que o maior medo da população é assalto, é a segurança pública, essas facções criminosas que não param de crescer.

Você viu a marinha encalhando. Você viu a marinha encalhando. Tem imagens, né? Tem as imagens aí ou não? E ontem você falou que a gente tá bem de exército. Aí o outro encalhou também. Não, pera lá.

Até então, o Brasil tem um... Soberania? Não, tem um exército de respeito na América do Sul. Ué, não tem? Na América do Sul, sim. Então, mas onde é que nós estamos? O Brasil? Dá pra lutar contra a Venezuela, contra a Bolívia. Venezuela, eu não sei. Venezuela também tem um exército poderoso. Com a Bolívia. Mas aqui na América do Sul, o nosso exército é importante, Sami. Não pode desenhar assim. Olha só, ontem. Ontem tivemos um.

encalhou aí o... O que é isso? Uma fragata? Militar. Encalhou essa fragata, aí foram ajudar. E, inclusive, encalhou também a patola. Como é que chama lá? No final... Não, o que foi desencalhar também ficou encalhar. Rebocador. Rebocador, não. Depois os outros encalharam. Parabéns aos envolvidos. Esses aí também encalharam. Eles foram ajudar e encalharam. O Brasil encalha.

Praia da Macumba. Foi terrível. Também o mar tá meio virado. Chamar a Gretchen, que não encalha nunca. E também o... Rio de Janeiro. Encalhado. Encalhado. Encalhadíssimo. Isso foi ontem, não é? O jet ski. O jet ski também encalha. Tudo encalha. É que é um vídeo bem longo. Morgado. Olha só. É isso aí. Então, temos... Esse que tá na areia, acho que os caras vão meter uma lanchonete ali, porque dali ele não sai mais. Que coisa, hein?

É isso aí. Tá bom. Ó o silêncio pro... Tá certo. É isso. É isso, professor. Não, tá bom. Tá bom assim? Mas eu achei que foi uma barbeiragem, né? Não, mas o Brasil, porra, a gente ganhou uma segunda guerra também, porra. Isso não pode tirar isso. A gente ganhou do Paraguai. Eu acho que tem profissionais muito competentes no exército, mas a gente tem, obviamente, como tudo aqui no Brasil, alguns, alguma gestão ruim. A gente gasta muito, a gente engasta, como

Como o Zuckerman falou ontem, a gente é o décimo primeiro gasto em militar do mundo. É muito. Tem muito funcionário. É muito funcionário. A máquina pública é muito funcionário. Estamos de volta aqui na programação da Jovem Pan para todo o Brasil. Este é o programa Pânico. E nós temos aqui várias pessoas. Já estão me dizendo aqui que não é uma fragata. Os caras sabem de tudo aqui no ano. Não sei, pô. Eu não sou especialista. O cara lhe corrige sem explicar.

Fragata, mas o cara fala, não é fragata, é o quê? Não sei lá o que é. É um barco. Navio de guerra. É, não é uma fragata. É uma embarcação anfíbia. É uma balsa. É a mãe dele que encalhou lá. Muito bem. Então agora, meu querido Zuzu. Oi. Vamos dizer quem virá aqui hoje neste programa. Hoje teremos um pré-candidato à presidência. Aldo Rabelo.

política, o que ele espera. Rebelo. Rebelo. Não é Rabelo. Camilo é Rabelo, vai. Rebelo. Aldo Rebelo. Rebelo, isso. Ele vai falar das próximas eleições. Inclusive, me parece que ele tem um livro, Samidana, que é o Quinto Movimento. A Proposta para uma Construção Inacabada. Seria o Brasil? Uma Construção Inacabada? Será? Vamos perguntar pra ele. Agora, não sabia que ele é pré-candidato. A presidência. A presidência. Ele foi candidato.

Mas não tem chance nenhuma. 2%. Mas tá lá. Tem partido. Tem direito de tentar. Qualquer um tem direito de tentar. Vocês viram o que o Ratinho Júnior falou? O que ele falou? Conta pra nós. Vamos começar? Vamos. Então vamos começar. Solte a vinheta agora. Começa agora, senhoras e senhores.

Nesta belíssima quarta-feira E o Ratinho Júnior O que ele falou rapaz? Ele disse o seguinte O Ratinho Júnior falou Nem ele, nem o outro Eu sou o moderado e o Brasil tá precisando De um nome para Lembra desse discurso? Trazer a paz Terceira via É Ratinho Júnior Meu menino é bom Menino é bom Só combinar com o povo

Tem café no bule, só que tem que escolher um vice-bão, viu? Tem a chapa, não. A questão é que ele está naquele partido onde o Centrão tem um belo trânsito e entre ele tem outros nomes que também tem baixa popularidade. A turma lá de Goiás, que vocês conhecem muito bem. O Caiado. O Caiadão. Temos também lá o Leite, que é o Eduardo Leite. Mas o Ratinho Júnior é mais uma possibilidade junto com o Rebelo. Rebelo vem aí.

Mas só tem voto no Sul, né? Exato, né? O problema é esse. O Brasil é muito grande, Zuzu. O Brasil é um país muito grande. Tem que combinar com o povo. É, combinar com o povo. E é um povo muito diferente, né? Cada região tem a sua característica, tal. E é difícil você ter um... O que tem, quem tem, os caras que tem mesmo, representativo, é o Lula e o Bolsonaro. São os nomes. São os dois, é os caras. Parece muito com as eleições passadas. E a gente sabe que tem 30 milhões aí dos indecis.

aquele momento, mas ele está tentando puxar esse voto. Vamos ver o que vai acontecer. Vou falar um pouco de política aqui. Vocês viram o que aconteceu? Que o Lula cancelou sua participação na posse do presidente do Chile, o José Antônio Caste. O Lula não foi. O Caste é direita, né? Eu vou explicar um pouco. É direitosão. Por que o Lula não vai... Direito extrema. Não, não, não. Você sabe que vai ser em Valparaíso, Samidana. Você conhece? Conheço.

Muito legal lá. Você sabe quem teve lá também foi Pablo Neruda. Valparaíso é um lugar muito bonito no Chile. A casa dele. Tem um festival lá. É um lugar maravilhoso. Agora, por que o Lula não vai? No caso. O Lula não vai e sabe quem vai? Flavito. Flavito Bolsonaro. Na verdade é o seguinte. Eu não vou não. Não vou não. Se o Flavio for eu não vou não. Mas a gente não precisa ter um alinhamento com a diplomacia. A gente não precisa ter um alinhamento

América do Sul, o Lula, ele apoiou, na verdade, o Boric, nas eleições passadas, e o Gabriel Boric, por isso, né? Era a moça, né? É, também. A moça do Boric. A moça do Boric. O Boric tomou o pau lá. Tomou um pau, jovem, esquerdista, progressista, né? E o Lula, publicamente, apoiou ele. Mas, as pautas do Caste, né? Primeiro que o Caste falou o seguinte, nas eleições passadas. A América do Sul precisa se livrar das ditaduras,

Nicolás Maduro e também criticou as políticas de esquerda do Lula, porque o cast, ele é mais menos Estado, mais iniciativa privada, então me parece que é um nome super interessante para o Chile e esse é o momento onde a América do Sul tem esses blocos que agora a gente tem mais direita. O Chile é o país mais civilizado da América do Sul, você concorda professor Samy? Eu acho que ele teve fases, né?

Mas hoje, se você pegar a América do Sul, quem é o mais civilizado? Uruguai, Uruguai. Uruguai é bem civilizado. Talvez Chile. Talvez Chile, para negócios, ele tem algumas facilidades. E o Paraguai? Paraguai está melhorando. Paraguai está melhorando. Está chegando. Uma economia muito pequena. Sabe qual PIB? Você que gosta do PIB do Chile? 300 bilhões de dólares. Não é muito. Não? Não.

vezes menor que o Brasil. É, mas a população é menor. Mas assim, estou falando com potência econômica. Não, eu falo de civilização. Funciona o que tem de criminalidade. É mais limpo, mais seguro. Talvez o sistema de saúde seja bom. Maior produtor de cobre do mundo. É pequenininho também, uma tripinha de país. Bom, mas o que a gente está vendo na América do Sul, que acho que o ponto mais interessante é o alinhamento, o barco está virando, Emílio, a deriva para a direita. Temos o Milena Argentina, o Paraguai está tendo essa iniciativa de trazer

empresários para lá, e agora o Chile também, e outros países seguem uma tendência mais para a direita. E aí, pelo que parece, o Flávio Bolsonaro criticou, obviamente, a ausência do Lula, que não vai na posse dele, e tem uma disputa política agora, vamos aguardar o que acontece. Ele disse, o Flávio Bolsonaro afirmou que o Brasil não perde com essa decisão, o Lula foi convidado pelo presidente chileno, poderia ter comparecido sem dificuldades,

mas sua ausência não prejudica o país, segundo o Flávio Bolsonaro. O Lula falou que supostamente não ia para economizar com passagem, que ele se passou um pouco assim. Foi? Supostamente. Me parece que... Ele falou, vamos dar uma segurada. Está gastando muito. Está gastando muito? Pode ser. Vou economizar aqui, não está dando muita milha. Também é... E vai muita gente. Tinha muito perto também. Está certo, está certo. Tem muito brasileiro.

Quando a carreta viaja, vai muita gente, até é melhor para dar uma economização.

Boa Lula, tá certo. Tá juntando grana pra pagar o cartão. Só pra dar uma pontuadinha. Esperando o cartão virar. No Lula. Melhor data de pagamento. Tá esperando a data da compra. Ele falou, o cartão não virou ainda. Pra pegar milhas. Pode ser. Tá esperando a dia 15. Talvez tenha que economizar um pouco com o cartão de crédito, porque a fatura deu um pouco cara, né? 1.4 bilhão de iFood, né? Tá explicado e é compreensivo. É isso.

Sabe que o Lula vai precisar explicar duas coisas bem difíceis, né? Uma é do filho dele,

na CPM do INSS, que a gente tem que... O Lula tá desanimado. Tá desanimado. O Lula não tem mais aquele gás que a gente fala, né? Não tem aquele Cafu de 94, que saúde do Cafu, o gás que ele vai ter que liberar. E agora uma notícia que me parece mais... E você viu os cinco gols? O quê? A isenção, né? Porque a isenção não é esse ano, né? Ah, é? Ia ser, né? Não, é só ano que vem. Porque esse ano... Não, esse ano... Saiu aí.

5 mil que você vai ter isenção do imposto é no ano, nesse ano, que você paga o ano que vem. Não é isso, né? O ano fiscal é que são duas coisas, né? Você tem a tributação na fonte, na fonte, e aí no ano seguinte, então, por exemplo, agora a gente vai declarar o imposto de renda referente a 2025. Isso. Então, esse ano já tá valendo. Na fonte já não vai ser... No que você vê, no Olerite. No Olerite já não vai ter. Já não vai ter.

E também vai começar a valer pra quem vai declarar no ano que vem. Normalmente você faz o ajuste do imposto, que aí você soma outras rendas. Entendi. Então é ano fiscal de 2025. O ano fiscal é sempre que você paga no outro ano. É, até abril, maio. É o imposto de renda que a gente tem que declarar. Que você faz o ajuste. Você vai fazer imposto pra tudo isso? Eu vou fazer, tô precisando. Podia sortear, né? Nós vamos sortear três impostos. Três ouvintes.

É isso aí, só ligar.

pode esquecer a CPMI do INSS, ainda tem que explicar a relação do Lulinha, mas agora me parece que a Justiça manda bloquear até 562 milhões do sindicato ligado ao irmão de Lula no escândalo do INSS. Lembra dessa história? Esqueceram do Frey? A Justiça Federal determinou o bloqueio de até 562 milhões, como eu falei, do Sindanep, que é o Sindicato Nacional de Aposto,

aposentados e pensionistas, and idosos, Samidana. Agora, esse sindicato tem como vice-presidente, o nome dele é José Ferreira da Silva, conhecido como? Como? Frei Chico. Irmão do? Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O pessoal tinha esquecido dele, né? É. E aí, supostamente... Supostamente... Supostamente News. Supostamente, um tá enrolado, o outro filho, o irmão, e a culpa é do outro. É.

É muito linda. E a culpa sempre vai cair em cima de mim. Vocês estão com saudade de mim, né? Sabe qual coisa? Você que achava que eu xingava muito? É impressionante. Impressionante. E caiu, né? Sempre cai para os nossos ministros do STF. Caiu para o Flávio Dino, curiosamente, que também barrou a quebra de sigilo, supostamente, da sócia do Lulinha. Porque ele tinha uma mesada muito agradável. 300 mil, Emílio, de mesada.

coisa que resolve a vida de muita gente. Pô, trezentão, né, Reginaldo? É nada. Toda aquela conversa, viagem pra Portugal. Você sabe quanto o Forcaro gastou pra fazer uma degustação de uísque? Você sabe quanto custou? Eu sei. Três milhões de reais. Você tem toda a razão. Mas é uma cala. Você quer beber o quê? White Força do Paraguai? Deixa eu falar pra você. O cara, ele senta, ele convidou o pessoal. Ele falou, nós vamos... É o seguinte.

Nós vamos para Glasgow. Nós vamos para Glasgow agora. Vamos para Escócia. Você é convidado. Você vai de executiva. Samidana. Samidana não vai de econômica. Eu tenho dor nas costas. Aí é o seguinte. Aí o cara foi para Glasgow. Ele e quem? Supostamente quem? Carretinha. É uma carretinha pequena. Carretinha de categoria.

Aí é o seguinte, ele abriu, custou 3 milhões e 200 pra sentar e tomar um negocinho. Só pra falar de futebol. Esse aí sabe gastar. Esse aí sabe gastar. Eu queria ver o assunto lá. Futebol deve ser? Na verdade, bom, foi em Londres, né, que foi esse... Foi em Londres? Foi em Londres. O uísque, na verdade, ele é um Macallan. O Sammy conhece o Macallan. 22 anos.

A Calam pode custar cinco pau. A degustação, com toda essa história, né? Foi 3,2 milhões, aqui como você falou, do uísque pra turma, que supostamente foi o Moraes, o Toffoli, o chefe da PGR, o ministro da Justiça, até o Rumota. Supostamente, a turma foi lá. Mas sabe o que é uma prática, Emílio, que a gente deveria sempre questionar? O que acontece com os bancos, né? No caso do Vorcar, o que ele fazia de uma forma muito estratégica. Elegante. Elegante. Elegante e sensacional.

Eu vou te chamar pra uma palestra. O Sami Dana e o Emílio Surita. Eu quero que vocês vão na minha palestra. Eu vou patrocinar vocês dois pra falar um sobre economia ou outro sobre comunicação. Aí nessa palestra, eu patrocino. Te convido. E aí tem uma mesa principal que você coloca lá na frente. E aí nessa mesa pode ter um advogado, um ministro, a turma toda. Até aí, a prática é possível. O problema é conflito de interesse. Se o cara vem de palestra, vai colocar um palestrante.

de algum produto, você vende pra quem quer comprar. Tem o preço, tabela, o produto foi entregue, beleza. Isso vale pra qualquer produto, qualquer serviço. Agora, se ele tá ganhando por um lado pra beneficiar do outro, isso sim é crime. Agora, o fato do cara vender um serviço e o outro pagar ele e entregar, não tem problema nenhum. Não tem problema nenhum. O cara, ele trabalha com isso. Se o cara tem uma consultoria e prestou consultoria e você vê que o valor foi normal, foi entregue o serviço normal, tá beleza. O problema é, assim, a consultoria custa

Mas mesmo um ministro da justiça Esse é o ponto Porque o problema é um juiz Aí entra na questão de conflito de interesse Ou código de ética Juízes podem dar palestras para empresas? Eu não sei o que diz a lei Se a lei diz que pode Mas é o caso do advogado, a lei diz que pode Então a nossa lei tem que mudar Não adianta, se o cara jogou pela lei Não adianta a gente falar, não deveria Tem que mudar a lei disso Eu acho que deveria ter um código Você disse que é legal, mas é imoral

A gente confunde a legalidade com a imoralidade. Eu acho que a gente tem que seguir a lei. A gente tem instituições no país para seguir. Mas quem faz a lei? Se essas leis são mal feitas... A lei é feita, é que nem o voto do aumento de salário dos deputados. Eles decidem. Imagina se a gente decidisse o nosso salário aqui. Porra! A gente ia quebrar a empresa. Exatamente. É a lei, está na lei. Aí cabe aos analistas, à mídia.

Então, mas tem que mudar esse sistema. Você não pode ter o cara mesmo se auto-beneficiando. Sim. Agora, por lei, o cara pode fazer isso. Eu não sei, cara. Eu tava pensando o seguinte. Por exemplo, que nem agora tem um negócio lá do IPVA. Agora estão falando lá que vão votar o IPVA. Porra, você vai comprar um automóvel. Certo. Você compra um automóvel. Já tem imposto. Você paga 50% de imposto. 50%, 40%, 50% de imposto. Você vai lá e você paga aquele dinheiro que vai pro governo.

e beleza, suado. Tem mais. Aí depois, você pagou 50%. Aí depois, todo ano, vem um negócio do IPVA lá pra você pagar. Você já não pagou 50%. Você já pagou 50%. Aí você vai ficar pagando todo ano. Todo ano vem aquilo lá do negócio que você já pagou, Samidana. E tem outra. O dinheiro que você ganhou... Me explica isso. E tem outra. E os caras que votam, porra. Quem é que votam? Esses caras. Não é? E tem outra. Você já pagou. Já tá pago.

Todo ano vem um negócio pra você pagar de novo. Não é uma vez. É todo ano. E tem outra. Se você comprou um carro de 200 mil, esses 200 mil já foram tributados. Às vezes você ganhou 280, tributou. Então você tributou o dinheiro que você ganhou, você tributa no carro, você vai ver, é mais de 50% do que você gera pro governo. Mas eu tô falando da conta mais simples. A conta mais simples é lá e comprar o automóvel, 50% é tributo.

Aí todo ano o cara vem lá com um negócio pra você pagar. Mas aí que tá. Você não quer... Você não quer o Estado financiando a cultura? Você não quer o Estado financiando, dando vale pra todo mundo? Isso tem que sair de algum lugar. Tem que sair de algum lugar. Só que IPVA, só pra lembrar, hoje é um imposto estadual. Mas não interessa. Não, não. Não interessa. Porque aí o cara vê, não, mas isso aí é imposto. Não, não interessa. É imposto. Eu sei, mas os deputados estaduais têm que agir disso.

responsável, assim como o IPTU, sem cobrar dos vereadores que votaram. Senão a gente fica... O vereador votou aumento de IPTU aí. Eu sei, mas a gente tem que cobrar das pessoas que podem mexer. Você viu o enchente que teve aí? Pois é. E cadê? Aumenta o IPTU e tá sempre aí. Enchente, todas as mesmas porcaria. Cadê o Lico aí, velho? Aí, ó. Os caras tão bravos, hein? Lógico. Os caras tão bravos. Pagamos muito imposto aqui, Emiliano.

É muita sacanagem. É muita sacanagem. Ó, só o Magnésio, meu irmão. Só o Magnésio.

Ele veio na hora certa. Ele veio na hora certa aqui, ó. O magnésio é o sucesso. É um pacote especial aqui do magnésio. Esse aqui é o 5.0. Esse aqui é o que está arrebentando aí, ó. Tem muita gente que já está copiando. Aí tem um que é três. Três magnésios. Três magnésios, dois magnésios. Mas ninguém chega aos pés da Lírios. Porque a Lírios que bolou isso aqui, que é o magnésio Conquelato 5.0. São cinco tipos de magnésio. Inclusive, para quem quer dormir,

Isso aqui é... É que, na verdade, não é pra dormir, né? Ele acalma, né? Ele acalma, isso. Esse aqui é o negócio. Não é um sonífero, é um calmante, né? E não dá ressaca. Eu tô tomando, eu tô dormindo que nem um bebezão. Inclusive, eu vou levar isso aqui, porque eu preciso tomar muito disso aqui, porque eu tô muito... Muito nervoso. Não, tem muita encheção. Puxa, né, meu? Tem muita encheção, né, Delari? Tem muita encheção. Ele já roubou, é todo dia. Não, eu não roubei. Eu não roubei, eu pedi.

Ele pede. Assim, Emílio, uma coisa muito bacana do magnésio é que ele estimula a produção da melatonina, que é o hormônio do sono. Então, estimula você dormir mais. Baixa a ansiedade, como ele falou. Baixa a ansiedade, o estresse, que às vezes a pessoa deita na cama ali, a cabeça tá mil por hora, né? A pessoa tá... muitos pensamentos. Que é o malato, né? Que é o malato. Esse é o malato. Tem o malato, tem o taurato, tem o sulfato.

Bisglicinato. Bisglicinato e o óxido. Óxido de magnésio. Isso. Cada um vai complementando o outro. Nesse caso, uma coisa muito bacana é que nós temos

que estimula a produção da melatonina. E tem o bisglicinato, que relaxa a musculatura. Então, muitas vezes, tem gente que é ansioso, tem dificuldade pra dormir, mas tem gente que tem muita dor muscular, aquela dor nas costas. Então, como ele relaxa essa musculatura, você consegue ter uma noite de sono completa, reparadora. Você acorda com ânimo, com disposição. Isso é muito bacana do magnésio. Como você disse, nós somos a única empresa no Brasil que são cinco magnésios numa única cápsula. Então, além da saúde mental, evitar ali a ansiedade, o estresse,

o cansaço, a fadiga. Ele é muito importante para as conexões neurais. Evitar o estresse oxidativo das células. Ele melhora principalmente a renovação celular. Eu já falei aqui das mitocôndrias. Ele age no núcleo das mitocôndrias. Então é muito importante para a energia, para a disposição. E a renovação celular. E a renovação celular. Mitocôndria é fundamental. E quando a gente envelhece, as primeiras a ser atingidas são as nossas mitocôndrias.

exercício também. Claro, elas estimulam na atividade física, beber bastante água. Então, o papel do nosso magnésio é esse. Agora, é claro, Emílio, eu tenho que destacar aqui, que é importante quando a gente fala de magnésio, a gente falar de reumatismo, hernia de disco, bico de papagaio, porque ele ajuda muito a diminuir as inflamações. Então, ele vai diminuindo esse processo inflamatório, vai destravando os movimentos, ele tem essa função que a gente sempre fala aqui, que ele é um condutor. Então, ele leva cálcio para os ossos, fortalece

300 intervenções no corpo. Ele é conhecido como o maestro do corpo humano. O maestro, isso. Porque ele que faz toda... E faltou magnésio. Ele vai dar liga pro cálcio nos ossos. Ele vai dar liga pra vitamina C no nosso sistema imunológico. Aumentar a nossa imunidade. Pra aí sim diminuir o processo inflamatório. Ele vai estimular a produção desde colágeno até elastina. Que você sempre fala da questão da câimbra, né? O que que acontece? Você vai perdendo a elasticidade dos músculos com o passar do tempo.

que o nosso magnésio faz? Ele devolve essa elasticidade. Ele estimula a produção da elastina. Então é muito importante. Por isso que a pessoa fala, olha, eu comecei a usar o magnésio, eu notei que eu não tô tendo mais câimbra. Eu tô sentindo isso. É justamente devolver essa elasticidade e diminuir principalmente o atrito de osso contra osso. Que é nas juntas. Aí vem a dor. Dor, sono, humor. E coração também que ajuda muito. Então, o coração,

Aí já é muito bacana, porque vários estudos, Emílio, espalhados pelo mundo, fala da importância desse mineral para o coração. Porque ele, além de fortalecer as veias e as artérias, ele também melhora a vasodilatação. Então, olha só. O sujeito que tem um colesterol alto, o sujeito que tem uma pressão alta... A bironga também ajuda, né? Ajuda. Olha lá, Samir. Você que está mais animado... Está na bironguinha lá, aquela bironguinha também ajuda. Se você falou isso... Não, se você falou que ajuda o coração... A circulação.

Eu não posso tomar o que me dá nariz sangrando. Claro. Por que não? É ou não é? Ele ajuda muito, Emílio. Quando você falou da questão da vasodilatação, ele melhora essa vasodilatação. Inclusive, é muito importante para os homens que já passaram dos 40, 50 anos de idade, que pode ter uma inflamação ali na próstata. Prostatite, próstata inchada. Ele melhora essa vasodilatação. Ele vai nutrir as extremidades. As mãos, os pés e qualquer parte que é extremidade.

É porque quando a gente fala assim... Isso aqui não é remédio não, hein, gente? Porque às vezes o cara fala... Ah, o remédio. É, o remédio. Não, remédio é para... Se você tem um problema no coração, vai tomar um remédio no coração. Isso aqui é para você antecipar os males. Claro, claro. Ou seja, para você se manter bem, saudável. Porque hoje em dia, até os médicos, eles estão receitando. Receitando. Tem muito médico receitando magnésio, porque já sabe dos estudos.

São vários estudos magnésio. Está muito estudado o magnésio. Entra aí no Google, joga estudos de magnésio.

magnésio, você vai ver os benefícios do magnésio para o seu corpo. Qual é a promoção especial que você vai fazer? Vamos fazer o seguinte, para as pessoas poderem conhecer o nosso magnésio, poder experimentar esse mineral da vida, você vai ligar agora 0800 787 9999. Liga agora 0800 787 9999. Essa ligação eu atendo todo o Brasil. Você pode ligar agora. O nosso magnésio hoje, você só vai pagar 20% do valor do produto.

É isso mesmo, ô Emílio. Preço de amigo. De funcionário. É pra tirar os custos. A entrega, a produção também da nossa fábrica. É pra testar um negócio. Testar. É 20% do valor do produto. Você vai ganhar também a nossa creatina. É mastigável. E ainda vai ganhar a nossa cafeteira portátil. Como é que chama o mineiro lá ontem? Mandou um abraço pra ele. O mineiro da cafeteira ontem que foi na Dirce. Como é que ele chama? Valdir? Eu não lembro. É o Valdir? Eu não lembro.

nome dele. É um mineiro lá, com a camisa do Atlético. Ele foi agradecer a cafeteria? Isso, ele foi lá conversar com a gente. Mineiro, um abraço pra você, meu querido. Então, você vai ligar agora. 0800 787 9999. José Dimas. 0800 787 9999. Oi, Emílio. E assim, até aproveitando, trouxe a Lívia aqui. A Lívia é linda, né? Ela trouxe uma caixa pro Daniel. É verdade. Olha o tamanho da caixa. É verdade.

Você pega dizer pra nós também. Ele ganhou uma caixa. É verdade. Eu quero também. Calma aí, deixa eu falar uma coisa. Eu pedi um e nunca ganhei. O que que acontece? É muito desagradável porque todo mundo me pede o magnésio. Eu comecei a dar pra minha família. Eu falo pra comprar. Manda comprar, né? Manda comprar. O que que eu falei ontem pro Leão? Falei, Leão, você pode me fazer um grande desconto pra eu comprar magnésio pro Oriente?

Não, você não falou isso. Duvido. Eu não sou igual você que rouba a cafeteira. Posso falar o que que o Daniel tá fazendo? Daniel tá vendendo na hebraica.

A Hebraica muita gente precisa. E sabe o que ele faz? O pessoal tem um comprimido só. Ele tá vendendo no banheiro da Hebraica. Obrigado, muito obrigado mesmo. Voltando aqui. Ele vai fazer um preço especial hoje pra você testar. Quem não testou ainda, a oportunidade. 0800-787-9999. No pacote vai essa creatina. E isso aqui que é uma belezinha. Isso aqui tá fazendo muito sucesso. É um presente. Que é uma cafeteira. Ele faz aquele café.

Que é aquelas cafeteiras que tem. Só que essa aqui, você não precisa ligar na tomada, não. Ela é automática, você pode levar em qualquer lugar. Ela é portátil e você leva em qualquer lugar. Vai acampar, vai pra praia, você faz o cafezinho. Quem é fã de café e o café é bala. Posso garantir pra vocês que todo dia a gente toma aqui. Então é no telefone, só no telefone. O QR Code não tem essa promoção. Não tem, não tem. E são só mil. Mil pessoas. Só mil. 0800-787-9999.

e ligação é grátis. Obrigado, Lírios. Dito isso, o cara tá com uma caixa. Te agradeço. Muito gentil da Lírios. Eu adoro o Magnésio. É que as pessoas pedem. É, então isso que acontece. E o problema é que você faz o seguinte, você dá pra alguém, funciona, aí o cara pede a coisa seguinte. Pede, pede mais. No caso, é o meu pai. Entendeu? Vamos nessa? Vamos. É o break? Não sei. Agora é mais uma. Eu vou fazer o break. O break pro Reginaldo

agora. Daqui a pouquinho, presença ilustre nesse programa, hein? Ó. Ó, ó. Muito bem. Vamos agora pra rua com o herói do Brasil. Diga lá, Fufu. Cadê você? Tá frio, Emilião, mas não vamos esfriar as respostas. Olha eu aqui, meu gato, Emílio Surita. Hoje a pauta na rua é essa e você acha que o Brasil precisa de ajuda pra combater o crime organizado. Pegando esse trabalhador de seu nome, Edu. Ed Carlos. Ed Carlos, ó.

e Ed Carmes, né? Não, não. Ed Carmes, me diz uma coisa, você acha que o Brasil precisa de ajuda

para combater o crime organizado? Eu acredito que não. Por exemplo, pega como exemplo a Venezuela. Eu acho que sempre tem uma segunda intenção nesse tipo de ajuda. Tipo assim, eles querem convocar as facções como terrorista. Isso abre de repente ou pode abrir um espaço para outros países virem combatê-los. Isso para você é ruim? Eu acho ruim. A nossa polícia então resolve a facção? Acho que o governo tem que tomar uma providência mais séria. Muito obrigado pela sua opinião.

Não precisamos. Vamos pegar aqui, ó. Você me dá licença? Tudo bom, meu amigo? Eu sei que... Tava bom o pastel do Juca aí? Tava bom. Só um pouquinho caro, mas tava bom. O Morgado reclama também. Muito caro. Quanto o senhor pagou? 22. 22. É inflação, né? O país tá... Fazer o quê, né? Faz... Seu nome? Evandro. Evandrão, você acha que o Brasil precisa de ajuda externa pra combater as facções? Cara, na minha opinião, qualquer ajuda é bem-vinda, né? Até porque até hoje ninguém resolveu.

uma fórmula mágica aí e consiga fazer alguma coisa. Mas você acha que precisa chegar ao ponto de colocar as facções como terroristas e assim dar a chave pra galera de fora ou não precisa chegar tanto? Precisa, cara. Pra mim os caras já são terroristas. Eles aterrorizam a vida nossa todo dia, pô. Pra mim é terrorismo puro e a gente não tá dando conta. Vamos chamar ajuda externa, né? Na minha opinião é bem-vinda. Muito obrigado e uma ótima tarde, pessoal. Um a um, hein? Eu acho que não precisa e eu acho que... Oi?

Olá, tudo bem? Boa tarde. Seu nome é Galan? Meu nome é Hugo. Hugo, me diz uma coisa, você acha que o Brasil precisa de ajuda externa para combater o crime aqui? Assim, não precisaria se a gente tivesse um governante, um líder que realmente se importasse. Você tem meio medo de colocar eles como terroristas e abrir a porta para outros países ter a liberdade de vir invadir e combater? Você acha que não precisa tanto? Com certeza, sim, pode ser utilizado ali de um discurso de falsa democracia.

contanto que não tivessem uma atitude autoritária e utilizando desse discurso de falsa democracia. Muito obrigado. 2 a 0 precisamos de ajuda. Vamos pegar no show da simpatia aqui nesse tempo chuvoso. Amigos conversando, preparando pro meu fora. Posso fazer uma pergunta pro senhor? Está bonito o indo e vindo. Deu certa simpatia. Obrigado. Obrigado mesmo. O indo, eu tô com o glúteo.

Tá lindo, tá lindo, tá lindo. Você acha que o Brasil precisa de ajuda externa pra combater o crime aqui? Eu acho que não. Eu acho que o Brasil tem estrutura, mas precisa de mais incentivo das polícias pra conseguir resolver o problema aqui dentro. Mas eu não acho que a ajuda externa seja o caminho. Você acha, então, que se colocar, por exemplo, facção como terrorista, abre espaço, então, é perigoso abrir espaço pra outros países virem combater, então?

Sim, eu acho que sim. Eu acho que é difícil a gente classificar como terrorista do PCC ou Comando Vermelho, que não tem um viés ideológico, como são os grupos terroristas fora do Brasil. E eu acho que, na verdade, o trabalho que o Ministério Público faz aqui em São Paulo, em combate ao PCC, a prisão das lideranças do PCC, do Marcola e tudo mais, foi uma boa ação da polícia, mas que precisa mais incentivo, de mais dinheiro, de mais estrutura, para que consiga ter novas operações tão boas quanto. Fusil, faz uma pergunta para ele, já que ele falou.

de combater. Pode ser? Pergunta pra ele, ele falou que falta incentivo da polícia, que o lance é mais a questão policial. Pergunta pra ele, e a questão também da lei, né? Porque a gente sabe, o Nico vem aqui direto e fala sobre isso, que prende a tarde e solta. A gente vê ministro André do Rap, é um exemplo disso, que o cara tava preso, a polícia fez um trabalho de anos pra prender um cara que era líder, depois solta. O que ele acha também da questão

e dos juízes que acaba soltando. A polícia faz o trabalho e acaba soltando. Boa. Imagine um portal se abrindo e você tendo a chance de levar o carro mais vigiado do Brasil pra casa. O Dili EX2, carro do líder do BBB 26, pode ser seu. Reserve agora com uma condição especial e ganhe mil reais em recarga. Mas atenção, o estoque é limitado. Dili, a marca de carros oficial do BBB 26. Clique no banner pra garantir o seu.

No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas. O nosso Código Penal é bem antigo, né? Eu acho que, apesar das alterações que a gente tem pontuais, uma reforma do Código Penal como um todo é necessária para o contexto atual. A gente não tinha, há 40 anos atrás, a organização que a gente tem de um grupo como é, por exemplo, o PCC. O nível de estrutura que eles têm não existia há 40 anos atrás. Então, está bem defasado nesse sentido. Então, precisa de novas leis, sim.

dois, vocês decidem se o Brasil precisa ou não de ajuda externa pra combater o crime organizado. Você desempata. Muito bem, aí está o herói do Brasil, o fuzil das ruas de São Paulo, conversando com a população. Boa, Fufa. Boa, Fufu. Dito isso, estamos de volta? Estamos. Estamos de volta aqui. Daqui a pouquinho, nosso convidado de honra nesse programa. Tem mais zuba? Boa, tem mais zuba. Vamos lá. Mais zuba. Mais zuba. Mais zuba, hein?

pandinha. Panda cabeçudo. É um panda belo o cabeceiro. A nossa querida bolsa de valores de Israel nesse momento. A gente pode falar da bolsa, mas vamos falar do dólar. Como é que está o dólar? O dólar opera hoje em queda, 0,14%. Está R$ 5,16. Lembrando que quando eles colocam o Google, é um pouco diferente da metodologia. O Google sempre mais alto.

Yahoo Finance. Então a gente tá olhando aqui o Yahoo Finance, mas você escolhe aí qual a fonte. Do frio? Muito bem. Muito bem, vamos lá. A gente tava falando sobre todos os embrólios da política. Me parece agora que notícia de última hora. Tava se autorizar, não ia autorizar, mas o ministro do STF, Alexandre de Moraes, autorizou que Darren Bettkin, sabe quem é? O assessor sênior do governo Donald Trump para o Brasil, para visitar Jair Messias.

Bolsonaro. Tá certo. O encontro foi agendado pro dia 18 de março no complexo penitenciário da Papudinha Morgadão, em Brasília. O Bolsonaro, a gente sabe que cumpre aquela pena de 27 anos e 3 meses por tentativa, suposta tentativa de golpe. E aí, vamos lá, porque esse assessor, Amir, eu não sei se você recorda dele, é assessor do Trump. Sim, pra cá, né? É, ele já teve um... Ele diz que é Direitovski, né? Direitovski pra caramba. Direitovski, extremovski.

Ele é muito extremista. Ele já teceu... Não, ele é extremista ao máximo. E ele já teve algumas críticas, inclusive, com o Alexandre de Moraes, por isso que eu não sabia se ia autorizar ou não, sobre o Brasil, sobre aquela história. O ministro Alexandre de Moraes está, nesse momento, sempre a gente tem várias polêmicas em relação à nossa justiça. Uma delas é que me parece que a CPMI do NSS, agora de última hora, quer convocar o ministro.

a esposa dele, agora o Moraes está na mira da CPMI por acesso a dados do Vorcaro, tudo supostamente, mas o líder da oposição, que a gente conhece bem, o Rogério Marinho, do PL, pediu que a CPMI do NSS colocasse o ministro Alexandre de Moraes. Só para finalizar sobre o ministro também, ele disse, supostamente, que ele estava nessa degustação, nessa degustação de uísque,

lá em Londres, e tinham outras pessoas com ele também, então tomou e não negou, tomou o uísque, estava lá, e aí agora a gente quer saber se ele vai dar algum depoimento. O uísque de três pau? É, o Macallan, pra quem é da alta sociedade, a gente tem alguns uísques, né, que são escoceses. Eu tenho o Old 8. Classe média. Eu tenho o White Horse. O White Horse é do Paraguai. Eu tenho o Druris. Quem toma a partir do Golden Label pra cima,

Já tá em outro patamar. Já é milionário. Já é milionário. 22 anos pra cima. Macallan é um uísque que não é barato. E aí ele gastou 6 milhões, né? Sei lá quanto foi. 3.2 milhões. É uma degustação. Nem isso eu posso mais. Nem um single malt. Não posso mais tomar álcool. Só vinho. O uísque é a bebida do poder. Vamos lá? Você quer mais notícia? Tá bom já. Tá ótimo.

Vamos começar agora? Me traga a lousa. A lousa? Opa! Hoje eu trouxe a lousa. Lousinha? Você acha que eu vou? Professor Chachá. Não, o professor é você. Delari, fica aqui com o professor. Mandei comprar a lousa. Fica com a pagadora aqui. Não, não, fica aqui. Você vai responder passo a passo. Professor, por isso que o nosso programa tem professor que é pra fazer um negócio do jeito que tem que ser feito. Show. Boa. Tá aqui, ó.

Fica aqui de... Segurando a lousa. De assistente de palco. Não, não. Segurando a lousa. Professor, o que é isso? Um apagador? Uma moderna, boa. Ô, moderníssimo. Não é de giz. Muito bem. Solte, por gentileza. Solte, por gentileza, o VT. Pode soltar. Hoje você pega um motorista de Uber. Ele tem descontado como taxa de retenção de cada viagem que ele faz até 50%, às vezes mais. Uma viagem de 100 reais, a Uber fica com 50 reais.

sendo que o carro é dele, a gasolina é dele, o trabalho é dele, todo o custo é dele, isso não é razoável. Essa balança tem que ser equilibrada. E para o governo existem pontos que são muito caros. Um desses pontos, que é uma demanda dos entregadores de aplicativo, dos motoqueiros, é uma taxa mínima de R$ 10,00 com adicional de R$ 2,50 por quilômetro rodado. Vamos buscar o diálogo para ver se é possível incorporar no relatório. Se não for, o governo pretende apresentar como emenda.

Aí está, nosso querido Boulos. É mais uma que vem. É uma ideia. É uma ideia. É uma ideia do Boulos. Ele foi lá, falou que quer taxar. E quer ajudar. Então vamos lá. Professor Samidani, nós vamos comprar uma coxinha da Dirce. Custa 15 pau. 15 reais custa a coxinha. Aí o que acontece? Nós vamos chamar o entregador. Certo.

Da Dirce. Sim. Estamos ali em Vila Mariana, onde mora o nosso querido Gueré. Isso. Guerazito. Essa coxinha que custava 15 vai ter 10 reais de entrega. Certo? Então é a coxinha mais 10 conto na coxinha. Taxa de entrega. A taxa de entrega é 2,50 por 8 quilômetros. Sim. Certo? 2,50 vezes 8 quilômetros. Exato. É isso, né? Cada quilômetro... 2,50... 2,50... Aí vai 20. Se for isso, vai 20.

Mais R$ 20,00. Então, o quilômetro rodado do entregador vai para R$ 20,00. Cada quilômetro. Isso, mais R$ 20,00. Que cada quilômetro rodar é taxa de entrega. Então, a coxinha da Dirce, que custava R$ 15,00, quando ela chegar na casa do Gueré, ele vai pagar R$ 45,00. R$ 45,00. Só que tem uma coisa a mais. Se for no iFood, o iFood, geralmente... Aqui é R$ 45,00. Não, não, então.

45, entregador. E tem mais o seguinte, quando você compra pelo iFood, em geral, os preços dos restaurantes cobram 30% a mais por ser iFood, porque você também tem que pagar o iFood. Então é mais 4, 5 reais. Então vai ser 50 a pau. Então a coxinha da Dirce, que custava? 15. 15 conto. 49,5. 49 reais e 50 centavos. E o bolos ficará feliz. E o bolos vai ajudar a humanidade.

Salva de palmas. Parabéns. É a coxinha de ouro. Parabéns. Parabéns. Agradeço os parabéns reconhecidos por isso. Vamos ter a... Eu gostei agora. Legal. Nós vamos ter a lousa agora. E essa coxinha virou... A lousa do professor. A lousa do professor. Essa coxinha virou 45 reais para custar o mesmo da coxinha lá da COP30. Então... Então, essa é mais uma daquelas ideias... Que se essas ideias passam...

O que acontece? O que acontece é simples. A Dirce vai vender menos, vai ter menos demanda por entregador, porque as pessoas não vão pagar e não tem como pagar 50 reais numa coxinha. Então você fica pondo tanto, tanto benefício que não tem quem pague. Você não come a coxinha e o entregador perde o emprego. Exato. E o Uber também perde, ou seja... É isso aí. Você fala isso porque você é da elite. Você é da elite paulistana, Semi Dama. Vamos estabelecer a verdade nesse país. Você é da elite paulistana.

Eu sou da classe média, Paulista. Mais uma ideia de Jericho. É isso aí. Seguinte, enquanto você estava fazendo supermercado na granja, Emílio, o Senado aprovou, você viu isso? 17 mil cargos no Executivo Federal ontem, com impacto para esse ano, só para esse ano, de 5 bilhões de reais. 16 mil novos postos no Ministério da Educação.

Sabe que a gente gasta muito com educação. A gente é um dos países em proporção que gasta mais com educação, a despeito que a nossa educação seja muito preocupante. Além disso, a gente tem 1.500 cargos novos no Ministério da Gestão. Fora a proposta institui a carreira de analista técnico do Poder Executivo para unificar as carreiras. Cargos do Ministério da Cultura também serão transformados e a proposta conta com ajustes.

para médicos, veterinários, aumento salarial nas carreiras tributárias e a doaneira da Receita Federal e na Auditoria Fiscal do Trabalho. Ou seja, 5 bi a mais para você pagar. Aí você pergunta, mas de onde vai o imposto? É isso, é isso. Parte é isso. Esses 5 bi vão ser pagos por nós. É isso aí. Por nós. A gente paga. Outra questão de ontem, que vale a pena falar,

lá. Você viu que tem um procurador que entrou com pedido de afastamento do presidente do IBGE, o Márcio Póstimo. O que ele falou? Que o Póstimo... Um monte de gente já picou lá, saiu fora, né? Por que que ele saiu? Teve alguma... Então, eles estão falando o seguinte, né? Esse é o procurador Júlio Marcelo de Oliveira, ele entrou com pedido no TCU com essa... alegando riscos à credibilidade dos dados do PIB. Segundo o Oliveira, a irregularidade

na gestão, como a substituição de servidores experientes por recém-ingressos em áreas técnicas críticas. Também falaram da criação da fundação IBGE+, sem base legal. E, potencialmente, isso pode violar a Constituição. Conflitos internos e falhas de gestão ameaçam pesquisas essenciais, como o SINAP. O procurador fala que a importância dos dados econômicos

O Tomics fala também que é um ano eleitoral, então isso precisa ser muito diligente. Enfim, o Márcio Postman tem tido alguns ruídos desde que entrou e até agora não tinha visto nenhuma proposta mais dura contra ele. Essa é a primeira que vale a pena investigar e caso ele esteja tocando fora do tempo. Diz que os caras saíram lá quando foi sair os números. Não ficaram felizes.

Não, disse que agora, agora, final do ano. Tem essa notícia aí, não tem? É, vê aí a notícia aí. Funcionários saíram do IBGE, Márcio Poshman, com dois anos. Afastamento do presidente é pedido pelo MPLTC. Essa é que cedeu agora. Mais uma servidora é exonerada, isso foi em janeiro. Isso depois de denunciar a gestão de escolhido do Lula.

do Brasil Paralelo, ao menos nove servidores em cargos de gestão deixaram o IBGE só em janeiro deste ano, após criticarem o presidente do Instituto. Eles falam que os funcionários falam que a condução do IBGE está sob viés autoritário, político e midiático. Então, acho que é um Instituto muito sério e precisa ser investigado. Não sei se você lembra, Emílio, durante algum tempo, ninguém acreditava

na inflação oficial do país. Porque tinha umas metodologias muito estranhas. Não estou falando que tem agora, estou falando que no passado. E aí o que aconteceu? Cada um tinha o seu índice de inflação. O IGPM, que é o índice da FGV, que mede preços, sobretudo no atacado, acabou virando a base para contratos de aluguel. Porque ninguém queria um contrato baseado no índice do governo.

inclusive ao IGPM. Isso na época do Sarnica, né? Então, demorou muitos anos para o mercado começar, para as pessoas começarem a acreditar nos dados do governo, falando assim, não, esse índice é ok. E um trabalho mal feito pode levar isso a perder. Então, tomara que seja investigado. Outro BO é o seguinte. Perguntaram, o Datafolha foi lá, fez uma pesquisa. Uma pesquisa com 2004 entrevistados,

de dois pontos, falou qual que é o principal problema deste país. As pessoas falaram, olha, o maior problema deste país é saúde. 21% falou saúde. 19% falaram segurança pública. 11% a economia e corrupção e educação empatadas em quarto lugar com 9%. Agora, o Datafolha fez um recorte. Falaram que entre os eleitores do Lula, só 4% consideram a corrupção

principal problema. Já entre os de Flávio Bolsonaro, 14%. E aí estão falando que isso pode pegar mais pra um do que pra outro. Ou seja, talvez os escândalos de corrupção afetem menos os eleitores. Essa é a pesquisa. É do Datafolha. Não liga muito. Agora, a corrupção, deixa eu falar que a gente já falou de inflação, mas a corrupção é um imposto invisível. Por que?

invisível. Por quê? Primeiro, INSS, corrupção, não sei o que lá. O que vai acontecer? Vai acontecer que a gente vai pagar de novo isso. Sim, claro. Está na nossa conta. Além disso, suponha que em algum país, que se pareça muito com o Brasil, tenha esquemas com empresas. A empresa, ao pagar o governo, ela também está cobrando, se ela tiver que pagar o governo, da população. Sim. Então, a gente tem um problema aqui, que é um Estado fraco na regra e forte no privilégio. O que deveria ser o contrário.

Ao contrário, a gente deveria ter um Estado fraco no privilégio e forte na regra. Porque aqui também existe o seguinte. Por exemplo, impostos. Na maior parte dos países é assim. Imposto vai ser uma alíquota. Então, você vai para os Estados Unidos, por exemplo, você vai para o Japão. O imposto é 8%. Acabou. Acabou. Não importa. Mas é água. É 8%. É camiseta. É 8%. É tênis. Acabou. Acabou. Aqui tem os amigos. Aqui, cada alíquota é 1%. Só que aí você dá um poder para os políticos

o cara gerar milhões e às vezes bilhões numa indústria só de benefício fiscal. E pra mim, esse tipo de sistema é o primo e irmão da corrupção. Porque você tem um cara que pode mudar bilhões de resultados. Se fosse igual pra todo mundo, não tem essa. É igual. Não adianta você vir falar comigo porque é igual. Imposto é tanto. Vai lá. Então, essa questão de muitos benefícios, muitas políticas especiais pra setores, pra alguns segmentos,

Isso é um dos problemas que forçam a corrupção. E esse negócio aí das instituições que você estava falando, porque aqui a gente fica indignado, a gente fica indignado com a corrupção. Total. Aí vem lá e fala, não, agora nós vamos resolver a corrupção, nós vamos lá e o cara vai pra cadeia, o cara não sei o quê, o cara vai, você fala, agora vai, agora vai, agora tá indo bem, aí de repente solta todo mundo, aí você fica duas vezes chateado. Por quê?

Você fica uma vez com a corrupção e a outra vez com esses caras não ficarem em cana. E depois você tem que pagar de volta pra esses caras que roubaram tudo isso. É isso aí. No final você paga ainda de volta. É isso aí. Por isso que a gente fica dessa maneira. Essa cara de triste, de corno. Triste, corno. Essa cara de corno. Essa é a cara de corno. É isso aí. O que você acreditou. Você jurou aos pés da Santa Cruz. Você confiou. Pra mim você mentiu, pra Deus você pecou. É isso que a gente devia falar.

O coração tem razão que a própria razão desconhece. É isso aí. Olha o branco. É isso aí, Bichóvis.

Muito bem. Dito isso... Ah, sim. Agora é o seguinte. Imagina, Zuzu, se nós aqui... Eu, Zuzu, o pessoal aqui... Se a gente chegasse todo mundo aqui rouco. Duas horas com você rouco. Aquela voz ruim apresentando pânico para vocês. Aí não dá, né? Você quer evitar esse tipo de situação? Olha só que bacana aqui. Nosso aliado está aqui, ó. Multmix Pastilhas. É um mix. Aqui tem 10 ervas que acalmam e lubrificam a garganta. E é uma delícia de pastilhas.

Não é isso, Zuzu? A cola bonita é muito boa, é milhão. Ela tem o delicioso sabor de limão e menta para dar aquela aliviada no desconforto. E o melhor, sem açúcar, 100% natural e saudável. E olha só, a embalagem tem esse fecho, o fecho zip, que é aquela super prática. Dá para você levar para qualquer lugar. Ela faixa bonitinho. E é isso aí, você ficou com vontade de experimentar agora também, não é isso? Então aproveitei para você comprar agora. Tem uma promoção especial, né? Ela está venda nas farmácias.

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pra mim. Não, bucha. Você tá precisando de bucha, parafuso? Então, vamos lá. O que é, o que é? Baratinho, com milhares de ofertas, tem frete grátis, é muito prático, com entrega rapidinha e ainda tem cupons de desconto todos os dias. Valendo! E a resposta está certa! Essa tava fácil, vai. Então acerte você também. Clique no banner,

Baixe o app e aproveite. Chegou o nosso convidado? Solte a vinheta que o nosso convidado chegou. Programa de hoje, o homem que já passou por vários ministérios. O antagonismo político saiu do congresso, saiu das ruas e foi para o salão. O político raiz de garbo and elegância. O cara sabe tudo e mais um pouco do universo político do Brasil.

Palmas para o pré-candidato à presidência dessa nação. Aldo... O professor aqui, ó. O professor aqui já trouxe um livro aqui, ó, pra gente. Aqui, ó. O quinto movimento. Propostas para uma construção inacabada. Tá aqui, ó. O quinto movimento. Já tá pra vocês no Brasil. E esse aqui que é o Dom Pedro I, o Caldilho do Brasil. Tá aqui, ó, pra vocês. Tudo bem, Aldo? Bom, obrigado por você ter vindo agora. Você é pré-candidato. Pré-candidato. Boa tarde, boa tarde.

Eu trouxe esse livro, é uma biografia do Dom Pedro I. Esse é desse ano. Esse aí é de 2023. E tem um outro que eu não tinha em casa, porque esgotou, que é sobre a Amazônia. 500 anos de cubiça internacional. São esses livros que eu escrevi à margem da política, quando estava sem mandato e sem cargo público, como continua até hoje. Você foi ministro do Lula, né?

Da Dilma, né? Da Dilma. Fui ministro do Lula e fui ministro da Dilma. Da Dilma eu ocupei três ministérios. Esporte, defesa, ciência e tecnologia. E no governo Lula eu fui presidente da Câmara, fui líder do governo e ministro da coordenação política. E fui também secretário da Casa Civil aqui em São Paulo. E secretário de Relações Internacionais da Prefeitura. E presidente da UNE lá atrás. Boa. O cara manja. Manja.

O que é a proposta para a construção inacabada? Do país? Do Brasil? É uma construção inacabada? O Brasil é uma construção inacabada, vitoriosa, mas inacabada. São 500 anos de esforço de construção do nosso país em quatro grandes períodos que eu divido, que é o primeiro período que é o ainda da colônia, depois o da independência, depois o da consolidação da independência, depois esse período republicano. E aí o Brasil mergulha numa espécie de síncope,

perda de orientação, nós não temos mais o chamado projeto nacional, os objetivos nacionais permanentes que nós tínhamos. E eu proponho um caminho, sugestões de como o Brasil pode retomar a sua construção inacabada. Então você é um nacionalista, você já foi do Partido Comunista, certo? Já foi do PT e agora é um nacionalista. O que que mudou? O mundo mudou? O que que mudou? Mudou do cavalo?

Não foi, você foi ministro. O Roberto Rodrigues também foi, o Furlan também foi. Nós tínhamos um governo heterogêneo, um governo de forças heterogêneas. Eu era ministro do Lula, do PCdoB. Eu fui, durante muito tempo. Mas as minhas convicções não mudaram por causa da legenda partidária. Eu era do PCdoB quando fui relator do Código Florestal. Eu era do PCdoB quando fui relator da lei dos transgênicos,

segurança. Eu era do PCdoB quando fui ministro da Defesa, quando me posicionei duramente contra aquela demarcação da Raposa Serra do Sol, que eu disse ao presidente, eu era ministro do Lula, digo, está cometendo um grave erro. Escrevi lá no jornal Estado de São Paulo que o Supremo cometia um grave erro ao entregar a 20 mil índios uma área maior do que Santa Catarina, que eles não iriam ocupar efetivamente

porque estão lá abandonados, subnutridos, com as costelas de fora, cheio de doenças infecciosas, sem hospital, sem escola, sem nada. Então não era o problema da terra. Os índios permanecem abandonados e um monte de vigarista ganhando dinheiro na Europa. É a custa dos índios. Deixa eu fazer uma pergunta para você, Aldo. Você sempre foi um cara... A sua preocupação sempre foi a Amazônia, né? Você teve muito ligado nisso, né? Muito. Você não acha que isso... O Brasil acabou perdendo a soberania com essas ONGs?

em soberania do Trump agora, esse negócio de... Estados Unidos, na verdade, não tem parceiro. Estados Unidos, ele considera o mundo como o resto do mundo. Eles mesmos falam isso, né? É Estados Unidos e o resto do mundo. Mas você não acha que a gente entregou esse negócio pra essas ONGs? Tem ONGs que a gente nem sabe. Como é que aconteceu isso? Olha, só em Santarém, onde aconteceu aquela ocupação daquele terminal, na cidade de Santarém, são 300 ONGs, um pouco mais. Só na cidade?

Na cidade de Santarém, as ONGs que organizaram aquela ocupação, que obrigou o governo a revogar um decreto do próprio governo. O governo faz um monte de estudo para fazer um decreto de concessão para melhorar a hidrovia do Tapajós. Eu sei como é isso. Eu fui ministro quatro vezes. Você tem que fazer um monte de estudo para fazer o decreto. Lógico. O governo fez o estudo, fez o decreto, ouviu o Ministério da Agricultura para transportar soja, ouviu o Ministério dos Portos, ouviu o Ministério do Transporte, ouviu a AGU, fez o decreto.

decreto sem estudo nenhum. Putz. O que é que isso sinaliza pro mundo? Que confiança o país vai ter? As pessoas olham lá e dizem, olha, esse país não dá segurança pra ninguém. O que tem na Amazônia são três estados concorrentes. O estado oficial, anêmico, ausente. O estado paralelo das ONGs, que governam de fato, porque governam de dentro do próprio estado brasileiro, ocupa o Ministério do Meio Ambiente, ocupa populações indígenas, ocupa

aí ocupa o IBAMA, em certa medida ocupa o próprio Ministério Público. E o terceiro estado ascendente é o estado paralelo do crime organizado já dominando as fronteiras. Voltei recentemente do Acre, tenho aí no meu celular, delegado de polícia da fronteira, me manda o seguinte, olha aqui, o crime organizado já investiga, prende, julga e executa a sentença, filma tudo e manda para a autoridade policial. Isso tudo está documentado. Que loucura, hein?

oficial, descendo lá um rio com três soldados pra entregar aos ribeirinhos vacina, remédio, se depara com uma lancha poderosa com uma metralhadora .50 na proa. E ele se refugiu no Igarapé, que é um braço de rio. Porque como é que vão enfrentar? Com um fuzilzinho e uma metralhadora .50 do crime organizado. É isso que é a Amazônia hoje em dia. O que você achou do Trump agora? Porque o Trump fez uma cúpula lá, deixou o Brasil de fora.

Brasil, a Colômbia e o México. Escudo das Américas. Deixou três e fez lá o Escudo das Américas. É juntar todo mundo meio que pra... O que você achou disso? O Brasil precisa tomar suas próprias providências. Pra enfrentar o crime organizado, o narcotráfico, você não enfrenta com essas normas que estão aí. Ou você adota. Quem quiser chamar de lei especial, chama. Leis de exceção para o crime organizado. Se não houver a violência do Estado para se contrapor à violência privada do crime organizado,

reagir? O cidadão armado de quê? Vai reagir contra a violência do narcotráfico? Não é a violência do Estado. Agora, a polícia, o Ministério Público e o Judiciário não tem essa autoridade. Você vai tratar um crime de trânsito como o trato narcotráfico com audiência de custódia, com habeas corpus, com saídinha? Não. É preciso haver outro tipo de norma para enfrentar o crime organizado ou ele vai tomando conta. Não é porque eu estou falando da Amazônia, mas aqui em São Paulo, no Rio de Janeiro, já há áreas urbanas,

sob controle desse tipo de atividade. E ampliando do tráfico para a atividade econômica. Eles têm usina de açúcar, eles têm área de transporte, eles têm distribuidora. Porto. Porto, distribuidora de medicamentos. Não, pessoal, isso aí chegou. Financia o crime mundial, né? Financia. Então, é uma situação nessa área da violência que o Brasil ou adota posições duras ou nós vamos nós. A população vai pagar um preço.

levado por isso, aqui, na Avenida Paulista, ninguém pode puxar um celular. Eu já perdi três. Mas é isso mesmo. Perdi três. Escuta, só pra ficar nesse assunto, agora, como o Emílio falou, o governo americano vai, quer, né, colocar, nomear como grupo terrorista essas facções criminosas. O que você acha de nomear como grupo terrorista e qual o resultado isso pode ter? A consequência pode ser a imposição de uma série de sanções ao Brasil.

O Brasil precisa estudar, o Brasil precisa conhecer melhor quais as consequências dessas normas. E o Brasil precisa se antecipar adotando as suas próprias regras, adotando as suas próprias normas. Excluir o crime organizado das prerrogativas que a justiça, que o direito, que as leis concedem, é um crime que tenha menor gravidade.

regras normais. Agora o crime organizado precisa ser tratado de outra forma. Inclusive com presídios especiais para esse tipo de crime. Tipo o Bukele. Coloca... Eu não quero copiar modelo. O Brasil tem condições de fazer o seu próprio caminho, o seu próprio modelo. Se nós internalizarmos modelos, o Brasil faz o seguinte. Vai lá no coração da selva. Não precisa nem fazer muro. Não precisa fazer nada. Bota ali um presídio para esse tipo de crime.

não tem como sair nunca. Não vai ter celular, não vai ter muro, vão ficar morando ali, agora não vão sair dali mais nunca. A pena tem que ser diferenciada. Você pode... Ah, mas a nossa tradição não é de ter pena de morte. Mas a nossa tradição pode ter prisão perpétua. A nossa tradição pode ter uma pena diferenciada. É sem endurecer mesmo, né? Não tem outro jeito. A polícia prende, né? O governo... A polícia, às vezes, não pode nem prender.

Por exemplo, lá no Rio de Janeiro, em certas áreas, precisaria de uma autorização, de uma justificativa,

especial até para a polícia entrar. Eu vi depoimento de gente dizendo o seguinte, não pode socorrer um caso de violência doméstica, que está acontecendo lá numa área interditada pelo Supremo para a ação policial, por causa dessa decisão do Supremo. Aí o seguinte, o que é que dá esse tipo de coisa? O que dá esse tipo de coisa é o seguinte, é um habeas corpus para o André do Rap. É isso aí? É isso. Aldo. Deixa eu fazer uma pergunta. Você estava falando a respeito das ONGs, o pessoal

nota meio que o senhor era PC do B, foi do governo, hoje deixa um pouco esse lance do passado, diz que hoje a esquerda é mais falando sobre essas coisas que a gente vê, banheiro trans, esquece do país e fica nessa, como o Emílio chama, de perfumaria. Queria saber do senhor, porque lá atrás, quando o senhor entrou para ser ministro do esporte, foi deixando, foi no lugar do Orlando Silva, que teve umas denúncias aí,

de coisas ligadas à ONG. Esse radar sobre as ONGs, que hoje o senhor fala bastante sobre isso, que é uma coisa paralela ao Estado aqui, foi nessa época que o senhor ligou esse radar ou já sabia como que funcionam essas questões das ONGs, hein? Não, eu já tinha sido relator do Código Florestal. Já tinha tido um embate com essas ONGs, com o Greenpeace e com outras, SOS Mata Atlântica. Essa gente ameaçou na época os deputados. Foi o Fernando Henrique, né?

Dona Ruth, né? Lembra Dona Ruth? Ela gostava. Dona Ruth. Você é da época da Dona Ruth. Ela gostava das ONGs, né? As ONGs. As ONGs. O terceiro setor. Ai, que maravilha. E era isso aí, ó. Olha o que que deu. Mas isso aí é lá em 2011, né? Que foi esse lance com o Orlando Silva, denúncia. Mas antes disso, você já tinha... Eu fui presidente da Comissão de Relações Exteriores de Defesa Nacional. Ia muito pra Amazônia, tá certo? Viajava muito pra Amazônia. Ainda na Comissão de Defesa Nacional e Relações Exteriores.

Aliás, as melhores histórias da política nem sempre estão na agenda oficial. Sem dúvida. Muitas vezes estão fora da agenda oficial. Qual a gente? Degustação. Você tem experiência, né? Você tem experiência de trabalhar no governo. Você é um cara que transitou, que sabe tudo. Como é que você se coloca agora? Porque, porra, a gente tem agora uma etapa populista, né? A demanda é populista. Tanto é que você tem ou...

o cara é de canhoto, ele é de direita. Eu sou um cara que eu gosto das massas. Eu sou um cara acostumado com comunicação. Eu gosto de massa. Eu não gosto de bolha. E tem as bolhas, tem as bolhas e tem as massas. O gostoso é você falar para a massa, falar para o povo, conversar com o povo, ver o que realmente é bom para o povo. Mas a gente entrou nas bolhas. Que bolha você está? Eu estou na bolha nacionalista, mas procurando conversar.

com todos aqueles que tenham a ideia de que o problema do Brasil não é você ser de esquerda ou ser de direita, não é você ser preto ou ser branco, não é você ser homem ou ser mulher, porque a polêmica no Brasil foi reduzida a uma dimensão ideológica, você tem que ser de esquerda ou de direita, você tem que ser branco ou ser preto, a questão racial, você tem que ser de gênero, como se fosse a guerra dos sexos, que foi aí uma novela no passado, o meu caminho

é outro. O Brasil tem dois problemas do governo. Qual é a agenda econômica do presidente Lula? São duas agendas. Primeiro, aumentar despesa em ano eleitoral, que é o que está fazendo. E segundo, para pagar essa despesa, aumentar imposto, aumentar tributos. A outra agenda, que seria aumentar a receita, fazendo o país crescer, retomar o crescimento, ele abandonou. Pelo contrário, o país está...

O Brasil é um país interditado. O Brasil é um país bloqueado. E o que bloqueia o país é exatamente essa agenda da dona Marina, a agenda do Ibama, a agenda da FUNAI. Você não pode ter acesso aos recursos naturais. Você não pode fazer uma obra de infraestrutura. Está aí, o Supremo barrou essa ferrogrão há seis anos e ela continua parada. Em 15 anos, os chineses fazem 50 mil quilômetros de ferrovia de alta velocidade. O Brasil não consegue fazer 930 no setor mais dinâmico.

da sua economia, que é o Cerrado, é o Centro-Oeste. Então o país está bloqueado. E quem bloqueia? Quem bloqueia é o governo. Porque o Ibama que bloqueia o petróleo lá do Amapá é do governo. Então, mas quem tem interesse nisso? Qual é o interesse de fazer isso? De o país ir para trás? Não é possível isso. Quem pensa dessa forma? Você que tem aqui a resposta lá do... Isso é uma história antiga. Por quê? Isso aí, um embaixador brasileiro, na primeira conferência do clima de 1900,

denominou o seguinte congelamento do poder econômico mundial você tem os países desenvolvidos e aí criaram a ideia de que ninguém mais pode se desenvolver porque o planeta não aguenta o meio ambiente não aguenta aí ele comparou inclusive com o congelamento do poder militar com o tratado de não proliferação o tratado de não proliferação deu monopólio de armas nucleares a cinco países e agora como se fosse um tratado de não proliferação econômica

você não pode ter uma economia desenvolvida, porque você tem que ter sua reserva de matérias, de recursos naturais para quem já se desenvolveu. Entendi. Porque o desenvolvimento dos desenvolvidos não ameaça o meio ambiente, nem a natureza, nem o planeta. O seu desenvolvimento ameaça. Ou seja, a gente tem que ser colônia. Exatamente. Colônia financeira, colônia industrial, colônia de ciência e tecnologia, colônia cultural, tudo a gente tem que se conformar e não ser nada. Agora, um país com esses recursos, a maior fronteira,

mineral do mundo. Uma brechinha que conseguiram lá em Goiás, os americanos chegaram aqui e botaram 500 milhões de dólares numa mina de terras raras lá em Goiás. Se o Brasil ampliar a disponibilidade dessas terras raras, que tem as maiores reservas do mundo, não vai ter onde botar dinheiro. Mas está interditado. Mas deixa eu te interromper. Deixa eu te interromper nesse momento. Mas quem é o cara que vai fazer isso? Porque, por exemplo, nós vimos um cara fazer na Argentina um milei que está fazendo.

lá, e ele tá mudando o negócio, tem 80 anos de história, por bem ou por mal, não sei, a gente não sabe, mas é o cara que foi lá e tá resolvendo. Resolvendo a causa. Falou, ó, minha proposta é essa, ganhou a eleição e tá fazendo. Quem é o cara que vai fazer aqui no Brasil, se o Bolsonaro tentou e ficou lá, em um mês acabaram com o Bolsonaro. Em um mês de governo, não fez mais nada. Quem é esse cara? Foi imobilizado. Quem é o cara que vai fazer?

Em 50 anos... Você com esse chapéu bonito. Você com esse chapéu bonito. Negante, com bigodão. Pode ser. O que eu quero dizer, em primeiro lugar, é que o problema não é o Brasil. Porque de 1930 a 1970, em 50 anos, o Brasil foi o país que mais cresceu no mundo. Mais do que o Japão, mais do que os Estados Unidos, mais do que a Alemanha, mais do que a União Soviética. O Brasil cresceu mais do que todo mundo em 50 anos. Na China, coitado, não crescia nada. Ficava lá pra trás. A China é de 1980.

de 90 para cá. Então o Brasil, ele tem a maior reserva de terras raras do mundo, a maior reserva de biodiversidade do mundo, a maior reserva de energia do mundo. A Eletrobras tem o plano pronto. Se você quiser dobrar a geração de energia só com cinco ou seis hidrelétricas na Amazônia, você dobra. Você tem petróleo de Pelotas lá no Abacia até o Amapá. O Brasil tem energia para tudo. O Brasil tem essas três, quatro fronteiras de minérios, de agricultura e pecuária.

Agora esse Matopiba há 10 anos ninguém falava de Matopiba. Recurso natural a gente tem de sobra. Então tem de sobra. O destino, a natureza nos deu tudo. As escolhas é que deram errado. Então temos que fazer as escolhas. Quem está dando show é o agro. Está fazendo meio sozinho. Gerando emprego, gerando divisa, gerando tributos. E sendo perseguido pelo governo. Atacado e pelas ONGs. A esquerda chamava de ministro do agro. Não sei se você recorda disso. Chamava. O SOS Mata Atlântica ameaçou.

me oferecer uma motosserra de ouro. Aí quando eu fui olhar, eles estavam recebendo dinheiro do Bradesco, 22 milhões de reais. Estamos aqui com o professor, ó. O professor Aldo Rebelo tá conversando aqui com a gente. O Instagram dele, você quer ir direto? Arroba Aldo Rebelo, o livro aqui, ó, o quinto movimento que ele trouxe aqui pra gente. Eu vou fazer um break pra Rede Rádio, o papo tá bom. Você mande sua pergunta, arroba Programa Pânico, a gente tá conversando com pré-candidato, né? Pré-candidato.

o pré-candidato aqui na programação da Jovem Pô. Vai lá, Reginaldo. Tem perguntas? Tem uma questão. Pois não, professor? Aldo, sempre que eu vejo alguém falando de desenvolvimentista ou nacionalista, eu fico preocupado pelo seguinte, mas talvez você consiga mudar essa preocupação. Porque existe uma ideia chamada de proteger a indústria ou proteger as empresas brasileiras, que implica em cobrar mais impostos, mais impostos dos estrangeiros. Então,

Já foi isso com várias indústrias. Eu vou proteger a indústria de carros do Brasil. Jogo imposto nos outros para que ficar menos. Vou proteger os eletrônicos. Isso está no seu modo de pensar? Essa proteção da indústria nacional via penalização dos outros? Todo mundo protege a sua indústria. O problema é como protege da maneira certa. O que o presidente Trump está fazendo? Repatriando as indústrias que

Daram para a China, lá dos Estados Unidos. Sim, ele está fazendo uma das piores coisas economicamente. Não é à toa que a população está com bastante rejeição a ele e a inflação americana preocupa. Os chineses protegem. Protegem pelo câmbio e pelo juro baixo. Protegem. O chinês não tem propriamente a tarifa. Tarifou agora a nossa carne. Mas o chinês abriu onde ele precisava. Abriu. Tanto é que a maior fábrica da Tesla não é nos Estados Unidos. É na China. Não sei se em Xangai ou em outro país.

Então, o chinês abriu. Os Estados Unidos também abriram. Tanto é que a nossa siderurgia, uma parte dela, foi para os Estados Unidos. Esse grupo aí que vende ovo, vende carne e outras coisas. Sim, sim. Então, nós temos que abrir aonde nós precisamos abrir. Proteger. Agora, nós protegemos de que forma? Porque a proteção tem que ser criativa, tem que ser inteligente. Você protege com investimento em ciência e tecnologia, por exemplo.

No caso da nossa agropecuária, o que é que você aposta? Você não vai botar o Estado para criar vaca. Você vai botar o Estado para pesquisar genética bovina. Aí você tem condições. A fazenda não tem um laboratório, não tem o pesquisador, não tem o cara da biologia molecular, não tem o geneticista. A universidade tem. Então você... Agora, a pesquisa e a ciência não podem ser uma coisa isolada da economia como é no Brasil. O pesquisador brasileiro tem horror ao mercado, tem horror à economia.

Não, ele vai ter que fazer encomenda para a atividade econômica em determinadas áreas. A genética bovina, os fármacos, a informática. Onde é que o Estado precisa entrar? No Brasil, o Estado entrou na petroquímica e saiu. Entrou na siderurgia e saiu. Entrou na celulose e saiu. Mas deixou lá uma atividade econômica importante, que hoje está, no caso da celulose, o Brasil liderando no mundo.

escolha criativa. Não pode dizer o seguinte, o Estado tem que ser destruído e o mercado vai resolver tudo. É porque, por exemplo, você pega a Embraer. A Embraer, porra, a Embraer é uma puta empresa. Mundial. E começou e começou. E esse é um belo exemplo. A Embrapa também. A Petrobras. A Petrobras. Porra, a Petrobras é uma puta empresa. Ninguém acreditava. Os americanos eram aqui, um geólogo americano, disse, isso aqui não tem petróleo.

Esqueçam e acabou. O Monteiro Lobato e outros disseram, não, pode ter, vamos investir, vamos pesquisar,

No caso da Embraer, foi um oficial da aeronáutica. Isso. Para os Estados Unidos, não. Foi o brigadeiro Cassimiro Montenegro. O Osiris foi o primeiro presidente da Embraer. O Cassimiro Montenegro foi lá fazer um curso no MIT. E conheceu o chefe do Departamento de Engenharia Aeronáutica, o professor Smith. Que era um homem generoso e foi convencido pelo Montenegro a vir para o Brasil montar uma espécie de MIT, que foi o ITA.

Tanto que nacionalismo não tem nada a ver com xenofobia, que o primeiro reitor do ITA foi um americano. E o segundo também. Ele montou o ITA. O ITA montou um centro de tecnologia. O centro de tecnologia montou uma empresa. E essa empresa tornou-se um caso nacional mundial de sucesso. Então, essa é a forma como o Estado tem que entrar, sair. Onde não houver iniciativa privada, ele entra, organiza, depois sai.

O Vale do Silício. A primeira startup do Vale do Silício foram três oficiais generais que o governo americano montou para preparar o material específico para a corrida espacial que eles estavam perdendo para os soviéticos. Mas a gente perdeu essa pedalada, né, Aldo? Essa pedalada a gente perdeu. Porque essa pedalada está lá 40 anos atrás, 50 anos atrás, né? A 50 anos atrás a China não era nada. Não custa nada. Não era nada. O mundo não era nada. E eu perdi uma pedalada, né?

o país do futuro, né? Perdeu uma pedalada. Mas agora, o que você vai fazer? Qual vai ser o seu primeiro ato? Agora você já convenceu todo mundo a votar em você a mesa inteira. Ele tem repertório. Eu vou trazer a bandeira do Aldo aqui. O de Chapeau do 22, sei lá qual é o número, 45, 88. Qual vai ser o primeiro ato que você vai fazer? O primeiro ato, dia 1º de janeiro, um emendão. O que é um emendão? Alguém vai encontrar uma palavra esteticamente, mas o emendão é uma série, um

um conjunto de emendas à Constituição que removam os obstáculos do país ao crescimento. A começar, com todo o respeito, do Supremo Tribunal Federal. O Supremo Tribunal Federal não pode ser um poder acima dos outros. Você não pode ter uma decisão monocrática de um ministro que é de São Paulo, que eu tenho certeza que nem sabe onde fica a ferrogrão. Há seis anos ele não sabe, porque ele não conhece o país e mobilizou uma decisão monocrática a pedido de uma ONG de um partido inexpressivo. E está lá.

Essa ferrovia parada. A China tem três ramais ligando a China à Europa com mais de 12 mil quilômetros. O Brasil não tem. Emílio, isso é uma vergonha. Você não pode nem falar isso no exterior. Nós não temos um trem ligando as duas metrópoles brasileiras mais importantes. Você não tem um trem ligando o Brasil a São Paulo. Você não tem. Então você tem que remover. Tem que tirar do Ministério Público o poder de parar o país. O Ministério Público vai ter poder para todos os poderes, inclusive os excepcionais, para combater a corrupção,

e o crime organizado. Pra parar o país, acabou, porque para tudo. Um promotor faz um concurso pro Ministério Público, ele acha que fez um concurso pra ser militante do Greenpeace. E sai parando o país um juiz de primeiro grau, o Ibama. Agora lá no Rio Grande do Sul, numa área que tem 400 anos de pecuária, eles querem fazer uma unidade de conservação de 180 mil hectares pra expulsar o cara que tá ali há 300 anos. A família também não pode. Tira do Ibama esse poder. E finalmente,

No primeiro dia, você tem que dizer o seguinte. Vai me anistiar ou não? Vai assinar anistia? Claro, por que não? Tá certo, obrigado. Falei bem do senhor, né? O Brasil é um país que tem essa tradição, mas ainda no item do que fazer no primeiro dia. Concentrar numa autoridade única o licenciamento ambiental. No Brasil, o licenciamento ambiental é uma corrida de obstáculos que nunca é vencida. Você pede um licenciamento, você não sabe se ele vai sair em 5 anos ou em 50 anos.

Quem é que vai pôr o dinheiro numa situação dessa? Não pode mais. É uma autoridade única que vai licenciar e com prazo. 24 meses. Não licenciou, é decurso de prazo. Isso é um atraso, né, Aldo? Isso é um atraso. Mas completo. Está aí o país pagando por isso. Isso é um atraso. Ô, professor, você fala bonito, tem repertório, gosto muito das tuas iniciativas, mas vamos pensar agora, porque política você precisa ter aliança. Primeiro turno, vamos supor, você não passou.

Nós temos o segundo turno. Temos Flávio Bolsonaro e o Lula, que você já trabalhou.

Quem que você apoia? Olha, me perdoe. Meu menino, pô. Mas eu tenho 2% na pesquisa, que é muito pouco. Se eu agora começar a admitir... Não, agora você vai subir. Agora você já tem mais 6 votos aqui, ó. Eu quero saber quem é que vai me seguir. Agora você vai ter 6 votos aqui, ó. Mas pode ser que você pegue essa turma. Ou fale, eu vou pro caminho do centro do Ratinho Juul. Ou seja, eu boto o meu time em campo e diz o seguinte, olha, mas na final eu vou torcer. Eu sou palmeirense. Certo. Mas nesse campeonato, se na final eu sei que

torcer pro São Paulo, pro Corinthians. Não, peraí. Eu acho que eu vou pro segundo turno. Por que não? O Collor, quando começou, qual era o tamanho do partido dele? Mesmo o Bolsonaro, quando começou, qual era o partido dele? Não, pessoal, a eleição não começou ainda. Você sabe o que eu acho, Aldo? Você sabe o que eu acho? Você sabe que eu gosto da massa. Eu não gosto de bolha. Eu odeio bolha. Eu gosto da massa. E eu sinto o seguinte, as pessoas, elas estão esperando alguém que dê confiança pra elas.

estão sem confiança. E isso é a pior coisa que existe, porque um político, ele tem que levar confiança pra você abrir tua empresa, pra você montar teu negócio, pra você falar, agora o negócio vai. E ninguém tá com confiança. Esses que estão na frente, esses candidatos aí vão ter que levar confiança pro povo. Porque eles não acreditam mais em PT, PSDB, não acreditam em uma instituição, nem na empresa, nem na empresa os caras acreditam mais. Então, é muito difícil você...

sabe que é difícil você pegar um voto, né? Porque o voto, o voto é a coisa mais difícil que você tem pra conquistar. Alguém ir lá e depositar o teu nome na urna. E agora, mais do que nunca, eu acho que a população precisa de alguém que confie, fala, não, esse cara vai... Eu acho que a última chance de político com essa turma é agora, porque política voltou a ser moda. Antigamente, ninguém queria saber de política. O horário político era a pior coisa. Hoje tem política no Big Brother. Exatamente. O Big Brother

política. É, porque política é um negócio, tá todo mundo interessado nisso. Então, é uma responsabilidade sua, hein? Que agora você vai ter mais seis votos aqui. O que eu posso dizer, Emílio, é o seguinte. Duas coisas. A primeira, que o que eu digo, eu faço. O investidor, quem tem lá o seu dinheirinho pra colocar num boteco, pra abrir um negócio, ou um investimento grande na área, por exemplo, de mineração, não vai ter mais essas corporações impedindo, bloqueando e atrasando o país. Ou seja,

É a agenda do atraso. Essa nós vamos encerrar. Outra coisa é o seguinte. Eu fui ministro de quatro pastas. Eu fui secretário da Casa Civil. Eu fui presidente da Câmara. Nunca tive uma conta minha rejeitada em nenhum tribunal. Nenhuma. Nunca tive um processo. Tive um embate lá com o ministro Alexandre, mas porque era testemunha lá de um amigo e de um servidor, que era o Almirante Garnier, e tive um embate com ele. Não tenho nenhum processo no Supremo. Nunca dei ao Ministério Público o trabalho,

de pegar uma folha de papel para abrir uma investigação contra a minha atividade em nenhum desses ministérios. Então eu tenho as ideias, a experiência, a convicção do que precisa ser feito e uma vida limpa, porque é uma coisa importante para o país, principalmente nesses dias de hoje, pelo amor de Deus. O Aldo, a guerra para a campanha praticamente já começou, já está rolando, aí a gente já vê principalmente os dois maiores nomes se alfenetando da maneira que pode e tudo mais. E eu estava vendo aqui no Globo que

saiu uma matéria dizendo que, por você, por a esquerda, na verdade, considerar que você tem ido contrário a muita coisa que está acontecendo no governo atual, já estão falando aqui que você vai ser o padre quelmo do Flávio Bolsonaro. Só não me chama de baleia. O que você tem a dizer sobre isso? Olha, eu conheço esse jornalista, que é o Bernardo de Melo Franco, que fez essa matéria no Globo de hoje. Eu era amigo do Moreno, que era um jornalista importante do Globo, e uma vez levou esse Bernardo e apresentou

ao Bernardo, como sendo, esse aqui é o menino do Greenpeace. Eita. O Bernardo é o assessor de imprensa do atraso. É um bom nome, assessor de imprensa do atraso. Assessor de imprensa do atraso. Precisamos usar essa. Você pode fazer uma carteirinha. Vamos fazer uma carteirinha. Então, o seguinte, me ligaram, se eu ler o artigo no Globo, meus amigos, eu digo, não, eu prefiro o Bernardo preocupado comigo do que eu preocupado com ele. Então, o seguinte, faz parte da guerra.

Isso aí é... É a política, não tem dúvida nenhuma. Aqui também eu fui atacado pelo Juca Kifuri um dia desse. O quê? O Juca Kifuri, numa campanha, me deu 100 reais de contribuição. Registrada, tudo direitinho. E aí o seguinte, fica repetindo isso o tempo inteiro. Devolve? Eu já doei pra alguém, pra uma instituição de caridade. E a outra coisa é que ele disse que eu tive uma briga com o Milô Fernandes.

lá do Pasquim e de uma lei que eu apresentei sobre a língua portuguesa. Eu digo, se é essa a acusação que tu pode me fazer, eu fico feliz, tá certo? Acho que eu posso fazer a você, eu não posso fazer publicamente pela presença de crianças e de menores. E mulher. Não, mas se eu fosse você, tirava do teu bolso e devolvia pra ele não falar que te deu dinheiro. Ele tomou uma invertida da repórter. Você viu a invertida? Eu vi, eu vi. E ficou lá com a cara lisa.

É, ficou liso ali, ó. Que furo, juca que furo. Aldo, porra, obrigado por você ter vindo. Espero que volte mais aqui, que a gente vai ter agora esse ano de eleição. Eu vou passar agora aqui as redes, né? Pra você seguir o Instagram Aldo Rebelo. Arroba Aldo Rebelo, tá? E tem o selinho azul pra você seguir e acompanhar o trabalho do Aldo Rebelo.

livro que ele trouxe aqui, gentilmente aqui, pra mostrar pra vocês o quinto movimento, propostas pra uma construção inacabada. Tá à venda em todas as livrarias do país. Tá aqui, ó. Pô, desejo sorte pra você, porra, obrigado por você ter vindo aqui. Sempre é uma aula conversar com você. Sempre é bacana você trazer aqui informações aqui pro pessoal do Pânico. Obrigado, Aldo. Eu vou fazer o break, Reginaldinho. Obrigado. Fazer o break, ó. Vai lá, Reginaldo!

Todo começo de ano,

A gente faz um monte de planos. Aí a vida vai acontecendo e quando a gente vê, o ano acabou. Mas tem coisas que não podem esperar. Então comece o ano cuidando de você e também de quem mais precisa. Há 25 anos em Médicos Sem Fronteiras, eu vejo a diferença que cada doação faz na vida de milhares de pessoas. Seja um doador mensal de Médicos Sem Fronteiras, porque urgente é a vida. E a vida não pode esperar. Quem tem Sky tem futebol o ano inteiro.

atrás de jogo. Brasileirão, Copa do Brasil, Copa do Nordeste, Libertadores, tudo isso a partir de R$ 59,90 por mês. Você assina o plano com Premiere e Amazon Prime e ainda leva o Prime Video com filmes e séries pra maratonar. E com o app Sky+, você assiste de qualquer lugar do Brasil, na TV, tablet ou no celular. Ligue e assine já. 30030220. Sky, mais diversão a cada conexão.

momentos colocou milhões de pessoas para viver junto com ela. A digital com presença forte no YouTube e nas redes sociais. Hoje somos o primeiro lugar em ouvintes por minuto em São Paulo. Mais de quinhentas mil pessoas alcançadas por transmissão. Milhões de inscritos e visualizações todos os meses no digital. Afinal, onde o esporte é relevante, a Jovem Pan está. De volta! Voltamos!

O pânico voltou! De volta! Voltamos! Eu vou sortear duas, quatro buchas, quatro parafusos. É só ligar. 252-6456. A geração de hoje não sabe nem usar, Emílio. A buchinha? Não sabe nem pôr numa parede. A geração Z não sabe nem o que vai engasgar. Liga e participe. 252-6456. O telefone para você ligar e participar. E está valendo no final do horário com o Emílio Surita.

quadrinho na sua casa. Liga 2526456 e terminou. Acabou o programa. Eu gostava da Nativa. Nativa, valendo agora uma pipoconeira. Muito bom. Vamos embora. Vamos. Olha o fuzil. O fuzil está lindo. O que você está aí? Moreno. Está frio lá fora, meu irmão. Está cheio de livro. Você ganhou tudo isso? Aí o Zuzu me deu o Orofio Nobis. Ah, olha só. Tem que ter network, irmão. Se você não tem network. Vamos embora. Vamos.

Então a dancinha, vamos fazer uma dancinha do pandinha? Com fuzil, com fuzil. Então pra terminar, leve o programa. Dancinha do pandinha para dizer tchau, pessoal.

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