Episódios de Pânico

Marcelo Andrade | Tudo sobre a guerra no Oriente Médio

04 de março de 20262h2min
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A AULA DE HISTÓRIA QUE O SEU PROFESSOR NÃO TE DEU! Nesta quarta (04), o Pânico recebe o homem que estuda a história mundial há mais de 25 anos: Marcelo Andrade! Ele vem pra te contar o que está rolando de verdade na Guerra do Irã e no Oriente Médio e, principalmente, te contar as razões dessa treta e dos países tretarem mais do que os irmãos do Oasis. Quem não vier nessa aula, leva zero e repete de ano, viu?!

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Pronto e detectado. Humor reiniciado! Modo pânico ativado. O mundo tá sério, quadrado demais. Mas o pânico vem e ri por trás. Escreve, romano, copia. O algoritmo manda e a galera obedece. Mas calma, respira, dá risada. Confia que o erro é que faz o sucesso.

Meus desafortunados do amor. Tudo bem com vocês? Não. Bacana, estamos de volta aqui. Mais um bombardeado programa Pânico pelas lustrosas plataformas da Jovem Pan. Bem-vindos ao programa que não tem rabo preso, mas também não solta o pequeno rabicó. Opa! Sim. Polêmica solta. Sim. Com que idade o seu filho pode ter redes sociais? Sim. É uma questola.

Paulinho Vieira e Professor Vila. Vai lá, professor. Nossa, Jário. Nossa, Jário. Francamente. Francamente, francamente. Vamos lá. Me pergunto o que eu estou fazendo de novo nesse programa PIF, de quinta categoria. Não tem audiência nenhuma. O meu tem intelectualidade. O meu tem intelectualidade. O meu tem intelectualidade. O meu tem visão histórica. O meu tem uma briga com o pessoal. O de vocês é só palpite. Tem ainda um menino que faz o jornal,

Eu nunca digo supostamente. Não é certeza. Não vem falar mal do nosso programa aqui não, professor. Eu sei do que eu tô falando. Bom tá o seu. Eu sei. Visão crítica. Todo mundo te xingando lá. Assista na Jovem Pan ali. O domingão do vilão. Eu não erro absolutamente nada. Vocês ficam fazendo rata durante o programa de vocês. Mas vamos lá. Logo eu, um constituinte. Um cover do Fábio Júnior. Praticamente um velho da lancha, claro.

O ser pensante mais idolatrado pela audiência da Jovem Pan. Todo mundo aqui me ama. Eu acredito que uma criança deva ter um celular.

Claro, quando ela conseguir comprar, já começa por aí, pensamento parecido com o Samidana. E o negócio é o seguinte, rede social para uma criança é de uma bestialidade tremenda. Pode ir, TP, no meu programa ele funciona, aqui ele trava. É um complô contra mim, olha lá, ele parou. Não tem problema, eu tenho aqui, claramente no meu... Na minha mesa, claro. O negócio é o seguinte, rede social para uma criança é uma bestialidade tremenda.

Dar um celular para uma criança é como dar a chave do galinheiro para uma raposa.

Criança tem que ganhar livro. Na minha época eu ganhava tablet e tinha a Barça toda, tá vendo? Eles estão me boicotando aqui. Já pularam meu texto e colocaram Nossa Gente. Então vai com você agora e se vira com esse TP. Que alegria, mas a trilha não é minha, é de outra pessoa. O personagem é outro, Reginaldo. Paulo Vieira, vem pra cá, Paulo Vieira.

Só que eu ia entrar. Nossa, esse tiozinho tá bravo, gente. Tudo bom, Emílio? Tudo bem, Paulinho. Nossa, como você tá lindo. Tá parecendo o Richard Guido da melhor idade, gente. Nossa, eu acho, gente, que criança tem que ser igual criança. Tem que comer tatuzinho, tem que estourar o dedão jogando futebol, tem que sujar a terra, tem que tomar cuidado com o padre. Nossa, gente, quando eu era criança, eu adorava ganhar duas coisas.

Pão com rapadura e também biscoito traquinas. Nossa, a rede social faz mal, gente. Eu falei.

Nossa, é muita coisa ruim, tem fake news, tem Lucas Neto, tem nude do fuzil, não sei se vocês já viram, mas tem... Nossa, o fuzil fez, até injetou aquelas coisas que... Harmonização e alurônico no peru, eu já vi, nossa, gente. Nossa, tem conselho do felco, umas coisas horrorosas. Criança tem que ganhar amor, educação, soco nas costas quando faz besteira. Agora vocês dão licença que eu tenho aula de balé e de pompoarismo, mas com uma jaca, eu vou fazer com uma jaca, gente.

E o Fabinho. Um beijo pro Fabinho, tchau, Emílio, obrigado. Um beijo, Jalapão, vocês têm que conhecer o Jalapão.

Muito bem, muito bem. Vamos conhecer o Jalapão. Senhoras e senhores, chegou à agenda do melhor stand-up comer do Brasil. No meio, você sabe que o chamam de bistecão de prontosal. Sou eu. Mas é ele. É o nosso Morgadinho, Rogério Morgado. De Jalapão. Nossa, gente. Estou com bola, hein? Uma hora dessa. Nossa, estou no Jalapão, gente. Sou eu, Morgadinho. Que ele é fofinho. Uma hora dessa.

Morgadão hoje. E hoje tem o rocombole aqui em São Paulo. O My Fucking Comedy Club. A melhor casa de comédia aqui de São Paulo. Se eu fosse você, já comprava o seu ingresso. Você não pode hoje, meu amigo. Vai semana que vem. Ou na outra. Tá lá no clubedoingresso.com. Ingresso pra você garantir o show do Morgadão. Certo? Clubedoingresso.com. Hoje tem. E gravação de quadro novo do Morgadinho. Tá certo? Negócio seguinte. Curitiba.

Amanhã, Morgadão em Curitiba no Armazém Garagem, compra no simpla.com.br Amanhã, Morgadão, ingressos populares, 25 reais, você vai curtir o show do Morgadão, tá barato demais, o gerente ficou louco, é pichuruco, amanhã. Então, Curitiba, Armazém Garagem, dia 7 em Bertioga, no Lions Club, você compra no simpla.com.br, os últimos ingressos, hein? Você de Bertioga, Morgadão chegando aí. Dia 10 tem Praia Hall, com Murilo Couto e Igor Fina, no dia 12,

tem Granja Viana, lá na Enjoy Gastropub, clube de ingresso.com. Dia 20, Sorocaba. É lá na Granja. É lá na Granja, sim. Uma casa muito bacana. Enjoy, casa nova. Casa nova, noite do vinho e show do Morgadão, clube de ingresso.com. Dia 20, Sorocaba, 21 em Osasco e no dia 2 de abril em Rio Claro. Sorocaba, Osasco e Rio Claro, também no simpla.com.br para contratar, contato arroba rogeriomorgado.com.br

aí na tela, o arroba Rogério Morgado, quero mandar um salve aí pra turma aí, o pessoal das prefeituras, né? Alô, Piracicaba, tamo tentando fazer show aí, mas tá difícil, hein? O pessoal não responde e-mail. Alô, prefeito? Tamo junto. Então, ó, Piracicaba, a galera tá chamando, mas tá difícil fechar. Então, pedi um salve aí, ó, a galera que trabalha aí na Secretaria de Cultura, respondeu os e-mails, que alegria, por favor. Olha, mas eu gosto assim, não é só...

Obrigado, Emílio. Muito bem, morgadinho. Agora chegou a hora. Temos várias pessoas aqui. Estava acompanhando agora. O Dedê me manda aqui. São os que estão nos acompanhando. Eu marquei aqui. O pessoal de Lomba Grande. Você conhece Lomba Grande? Um abraço para Lomba Grande no Rio Grande do Sul. Pedrinho Bigorna. Acompanhando agora. E a Cecília Magrela. Vejam que audiência é qualificada. Porque nesse momento nós vamos homenagear quem não larga

a mão. Quem tem bom gosto por coisa ruim. Chegou a hora de homenagem a você, querido ouvinte, é hora de nossa audiência, a majestade. Nossa majestade de hoje vem do aclamado Capão Redondo. O cara é operador de trem, tem quarenta e quatro anos e seu hobby é dormir e assistir o nosso programete. Palmas para Gilson Pereira da Silva.

E aí Gilson, Capão? Vila Fundão Tá funcionando, tá funcionando Capão, Capão Saudade de Ramalho, Amanda Ramalho Capão é nóis mesmo Aí, um salve aí, mandar um salve pro Capão Redondo Todo mundo aí, você mora onde ali? Daria o filme Salve pro próximo Jardim Ângelo ali Jardim Bé, é nóis mesmo Jardim Ângelo Faz o que da vida aí irmão? Operador de trem

Isso. O Mano Brown, eu queria que você comentasse. E é Santista, hein? Então, mostra se tem uma camisa. Mostra aí, mostra aí. Aí sim. Você é Santista aí também. Maior do mundo, maior do mundo. É isso aí, ó. Maior do mundo. Aí, Neymar voltou, é tipo Jesus voltando. É isso aí. Tem dias, às vezes, que dá vontade de morrer, mas aí o menino Ney vem e resolve. Boa, Brown. É isso aí. Ô Gilson, você é operador do metrô? Isso, do metrô?

É a linha Lilás. Qual que é a linha Lilás? Capão Redondo, a Chacaraclamim. São 17 estações.

Boa, deixa lá. Aquela que não tem o cara que vai mandando bala é a amarela, né? Isso, isso. É a única que não tem o maquinista? Isso, isso. Agora vai entrar, eu acho que a 17, né? E também tem a, se eu não me engano, a 15 também não tem o maquinista. A 17 é o que? O fura-fila? Tipo fura-fila aqui? Hã? Não, a ouro, a ouro. 17 ouro. Qual que é aquela que era o fura-fila do Pitta? Seu Pitta não fora o papel do Pitta. O aerotrem.

Tati, o Furafila, lembra do Pita? Lembro, lembro. Então, mas que monotrilho? Isso. Mas não é meio interligado? Agora fizeram o trenzinho lá no aeroporto, né? Tem o trenzinho agora. É, vai de tranquilo. Agora vamos mandar o fuzil lá. Hoje? Pô, isso aí. Vai hoje. Pô, já fizeram os testes lá, né? É, tem o trenzinho lá. O trenzinho que vai do trem até o terminal. Isso. É isso aí. Pô, legal a sua profissão. Bacana. Tá feliz ou vão fazer greve? Quando eles fazem greve é um...

Já fez pra ele estar aqui, né? Não, não. Quem tá lá. Hoje trabalho, hoje trabalho. Os metroviários. Pô, parabéns, cara. Muito bacana. Vocês prestam um serviço muito bacana. São milhões de pessoas que precisam aí desse transporte tão bacana que é o metrô. Parabéns, nossa homenagem. Homenagem ao metroviário. Os metroviários. Um honro estar com vocês aqui que sofrem. Perigo, mano. Um santíssimo. Beijo no programa de papai lá. Boa.

Valeu, cara. Boa, irmão. Valeu. Ó, vou passar aqui o Instagram dele. É? Qual é o Instagram dele?

são. Eu, hoje o são, que você pode seguir aí nas redes sociais. Se você quiser participar, mande aí audienciamajestade arroba jovempan.com.br Dito isto, vamos falar de filmes. Vamos falar de séries. E vamos falar com você, homem que reza para que o incrível Hulk rasgue a cueca e mostre

é a berinjela. Ai, gostei. Linhagem Geek com Homem-Aranha, ruim de rampa, André Alba. Ele gosta. Linhagem Geek, Linhagem Geek, Linhagem Geek com André Alba. Ai, ai, ai. Zé da manga. Ai, se inscreva na Linhagem Geek.

O cara trabalhou, veio de Santos, o futuro pai virou o Zé. E ruim de rampa, o texto. Ruim de rampa. Texto incrível, de Fábio Guerreiro, não sei por que mais ofensivo que a minha parte. É a rampa do Carrefour. É rampa pra velho, não é alguma rampa. Eu até agradeço aquela rampa, porque foi com ela que eu tive os diagnósticos que tu consegui me tratar, então até agradeço aquela rampa. Mas vamos lá, se inscreva no canal da Linhagem Geek no YouTube. Vamos lá, o cinema brasileiro.

checar. E esse é o... Ninguém acredita no que eu falo. Não, eu acredito. Eu acredito, mas... O dado. Eu acredito, pô. O cara é muito desacreditado. Eu falei, ele foi checar. Esse velho aí. Não, eu fui ver porque eu não tinha visto essa matéria. Esse velho aí vem falar bobagem. Do cinema, né? O cinema brasileiro, ele tem... O cinema tá em franca derrocada. Então, Emílio, você está correto. O cinema brasileiro

Tem semana com o pior público, né? Em quatro meses. Só que assim, é no geral, não só no cinema brasileiro. Ou seja, esse mês aqui foi o mês em que menos pessoas foram assistir todos os filmes. E sabe qual é o filme que tá tendo mais bilheteria deste ano? A Empregada, da Sidney Swinney. Ainda tá tendo pessoas que vão assistir. E essa crise, ela não é só nacional. Essa crise do cinema, ela não é só nacional, Emílio. Porque internacionalmente, você tem vários...

Os próprios filmes do Oscar, né? Você tem aí o Marte Supreme, Uma Batalha Após a Outra. Eles não têm tido muita bilheteria, muito interesse do público. E aí é uma conjunção de fatores, né? De novos títulos, de interesse. Muito conteúdo. Carnaval. É, muito conteúdo, né, Zuzu? Muito. Então, fica muito mais difícil. E o preço também. O preço pra ir ao cinema é 60 reais aí a inteira. 60, 70 reais a inteira. E, claro, você tem alguns clubes que você pode participar.

de streaming que garantem até um desconto em alguns ingressos, em alguns cinemas. Mas o problema é... São vários problemas. E aí você tem uma falta de originalidade em títulos, muita quantidade de conteúdo e preço. As pessoas estão escolhendo um determinado filme para ir no cinema. O cinema virou um artigo de saudosismo. Vai ter o Todo Mundo em Pânico 6, por exemplo. Eu vou assistir o Todo Mundo em Pânico 6 porque em 2000 eu fui no cinema.

Eu vou fazer o cinema com os meus amigos, aí reúne aquela garotada e vai. Mas o cinema vira isso. Ninguém mais chega, tá andando no shopping e vê. Pô, vou agora. Vou pegar um cinema. Mas é gostoso pegar um cinema. Você quer que eu te dê um dado? Claro. Então vou te dar um dado. Formação. Saiba que depois ele vai checar. Depois ele vê. Na época áurea do cinema, nos anos de ouro, que são os anos 30, os anos de ouro de Hollywood, iam de 60 a 90 milhões de ingressos por semana nos Estados Unidos.

Anos 30? Anos 30 foi o auge do cinema. 90 milhões de ingressos por semana. Então, mas não tinha Netfrog, não tinha Amazon Prime. Esse é o lugar. E outra coisa que prejudicou depois que você pesquisa... Claro que tinha. E daí, porra? É um dado. O que ferrou o cinema, pode pesquisar, foi a pandemia. Pode colocar. Além das plataformas,

parou de ir no cinema. Tem isso também, Zuzu. Você tem um ponto aí, porque o cinema, ele às vezes é um hábito, é um hábito das pessoas. E aí a pandemia deu uma reconfigurada e lógico, só que aí também a pandemia leva pra outro canto. O cara em casa recebendo todos os conteúdos do YouTube, da Netflix, do Prime Video, de podcast, o cara nem sentiu falta do cinema. Esse dado é importante que o Emílio trouxe, porque eu lembro quando eu era um garoto, os cinemas de Santos, de Rua, que não é do shopping,

Você tem o cinema em Dayá, o Cine Rock, ali no Canal 3, era R$2,00. R$2,50. Hoje é R$60,00. Hoje é R$60,00. Isso se você for sozinho e não comprar as coisas. Se você for comprar pipoca, se você for comprar o refrigerante, vai dar um sem-mango. O Sami levar a turma dele, o Zuzu levar as babas. Os caras que jogam pico-bol com o Sami lá, o time inteiro. Eles vão no cinema pra dormir, que tem ar-condicionado depois do jogo. Então vive um drama, o cinema.

A gente vai acompanhando aqui, mas o cinema vai ficar entre grandes títulos e também pro público infantil, né? E será que também não vai acontecer assim como aconteceu no Stranger Things? Os caras querem capitalizar isso em cinema também? Ah, vamos pôr o último capítulo no cinema. É uma boa... É uma cagada, né? Por quê? Você assiste a série na TV até... Você tem que sair de casa. Não, mas é quem é fã. Você mata o cara que teve essa ideia.

Ah, pois é, mas quem é fã? Você chama a turma do Morcaro lá pra dar um pau nele, porra. Como que foi?

Fala, não, vai começar uma série agora. Chega na última e fala, não, não, a última não. Você tem que ir no cinema. Vai lá no cinema. Vai tomar banho. Ah, mas paga o estacionamento e compra pipoca. Não, não, não, não. Não sou não. Liga pra turma do Vorcaro. Mas o Morgadão tem um ponto, Emílio, porque já foi anunciado um filme do Game of Thrones. Terá um filme do Game of Thrones? Quem gosta muito?

E já são três séries de sucesso, né? O Game of Thrones, o House of Dragons e o Cavaleiro dos Nove Reinos. Então, a partir daí, você tem um grande público, você colocar no cinema, você encaixa essa turma num saudosismo. Então, um título de sucesso no cinema, os estúdios já estão pensando nisso e o Game of Thrones... É pra ganhar mais dinheiro, porque lá o streaming ninguém vai parar de pagar pra ver. E quem não quiser ir, que é mais velho, ah, tô com preguiça. Espera sair depois e quem é muito fã que quiser ver logo, paga pra ver, ué.

E é isso. E a gente vai acompanhando aí os números do CID. Agora eu preciso falar dele, do nosso mestre, o nosso farol da justiça e da democracia. Nosso Wagner Moura vai ser entrevistado hoje do Jimmy Kimmel. Eu tô torcendo muito. Ele vai de Capitão Nascimento. Então, eu estou apostando ali, inclusive vocês podem apostar comigo aí nos comentários, o pessoal que tá assistindo Pânico aí pelo YouTube também, no rádio, pode comentar.

Qual é o minuto da entrevista? Ele vai no Jimmy Kimmel hoje. Qual o minuto da entrevista?

ele vai falar do Bolsonaro. Ou do fascismo que vivemos. Só que assim, o Wagner Moura, ele tá ali, ele é um dos queridinhos de Hollywood. Ele é o Pedro Pascal ali, atual, de Hollywood. Vai fazer a entrevista hoje e ele vai levar um convidado muito especial, Morgado, no Oscar. Quem? Adivinha quem ele vai levar no Oscar? Não. Lázaro Ramos. O grande amizinho. Tudo bem. Um grande amigo. Amigo. É um grande amigo. Tá certo. Tem que levar. Tem que levar os amigos, né, Dedê? Pra grande festa ali do Oscar.

É pra colocar o Lázaro Ramos já em outro multiverso da ditadura. Fazer um filme, uma trilogia. Depois todo mundo se encontra. A Fernanda da Torres. O Lázaro Ramos e o próprio Wagner Moura. Olha que bicho rancoroso. É o Alba. Eu gosto demais. Os caras só sabem. Eu também gosto. Eu acho ele um excelente ator. Claro que eu gosto. Eu acho um excelente ator. É um cara talentoso. Só que nesse filme não foi extraído o verdadeiro talento do Wagner Moura.

Ele é um pilotaço automático. É que ele faz o filho dele mesmo. Aí é sacanagem isso aí. Isso é muito chapolinho.

Aí é o seguinte, eu peguei um trecho muito interessante, falando do Wagner Moura, que a cada dia, é engraçado, a gente aprendeu aqui o consórcio. Como é que o consórcio funciona? E aí eu tirei um print que a cada dia, a cada momento, nós temos ali que o filme do Wagner Moura é preferido. Todo dia nós temos uma preferência aí, como vocês estão vendo, os sites, todo mundo ali.

E não são só sites nacionais, você tem sites internacionais. A Variety, o The Guardian, todos esses portais, eles colocam o Wagner Moura como o principal ganhador, o possível vencedor da categoria dele. E ele tá concorrendo ali com o Leonardo DiCaprio, tá com o Leonardo DiCaprio, com o nosso querido... Esqueci o nome dele. Tiaman. Isso, Timothy Chalamet, entre outros. Então, só pra vocês entenderem.

O Xalamalec. Como vocês quiserem. O Xalamalec tá ali e não ganhou nada ainda o filme do Xalamalec, hein? Não ganhou nada. Não ganhou praticamente nada. Como é que estão as nossas pesquisas aí, Sami? Vamos ver. Até então ele era o favorito. O Moura ou o Xamalek, Leonardo? O Xamã. O Xamã? O Xamã tava em primeiro lá no... Na bolsa. É, no melhor... Melhor ator. Putz, eu peguei três horas de transe junto e aí... Putz, eu tinha uma reunião.

Vamos lá. Vamos lá. Não, o trânsito está impossível. Está infernal. Vamos lá. Chalamet é o favorito para o melhor ator. Qual a porcentagem? Eu acho que está em 70%. Vou calcular aqui, porque se teve mudança ou não, mas estava em 70%. Então, olha, é o franco favorito. Franco favorito. Que é o ator do... Do Martin Supremes. Que é muito jovem, né? Muito jovem.

72% 72% e o nosso querido Wagner Wagner Wagner Wagner Loura Wagner Wagner Loura Wagner Wagner Loura Wagner Wagner Wagner Deixa eu ver aqui se eu acho ele ele tá como terceira opção ele não é nem o quem é o segundo o segundo é o Decaprio ah tá é isso aí o segundo é o Decaprio com aquele filme lá que tá bem também bom esse filme é muito bom o Champagne né maravilhoso esse é o que tá em toda parte o Champagne também tá como

E esse filme do Decaprio? Uma batalha após a outra. Ele tá pra ganhar o Oscar. Tá. Longo, mas bom, né? Eu acho que leva. Ele foi o grande vencedor. Muito bem, mas vamos lá. O que mais? Decaprio tá com 12 e o... Ô, menino! Ô, menino! Wagner Lura. 7. 7%. Que mais? Que mais? Bom, aí a gente já pode fazer um parâmetro aí das porcentagens do Sami, né? Temos o Oscar e a Copa do Mundo. Pra ver as estatísticas do Sami. Pra ver qual que eu vou errar mais. Pra ver como é.

está falando do cinema aqui e, obviamente, tudo que vai para o cinema já são títulos de sucesso. Os estúdios estão demorando muito para não estão querendo arriscar em novos produtos. Então, o que nós teremos, Morgadão? O que? Matrix 5. Ah, não. Matrix, é lógico. Pelo amor de Deus. Vai, já foi oficializado, já está em produção o Matrix 5. Aliás, com a inteligência artificial, Sami, eu acho que a gente vai ver cada vez mais a inteligência artificial nos filmes. Muitas pessoas estão fazendo várias cenas do Matrix,

artificial, que estão melhores do que o 4, que é horroroso. Então, eu acho que a partir daí, a partir de algum momento, a gente vai ver a inteligência artificial cada vez mais sendo utilizada justamente pra enxugar custo dos filmes. Em algum momento isso vai acontecer. Talvez possa ser com o Matrix. E com a volta do Matrix, o que que volta também, Morgadinho? O que que volta? O Freddy Krueger, amigo. Volta ele. Volta o original.

O Robert Elgmund, ele já tá em negociações, pra você que gosta de filme de terror. E outra coisa, Samy, é como você fala, eu lembrei muito de você, que é o

O Pânico 7 estreou. Num final de semana, ele bateu 100 milhões, ele custou 50. Já lucrou no primeiro final de semana. Já tá tudo certo. E aí ele sinaliza o quê pras outras franquias? Vamos assim. Vamos aí. Chama aí o mestre aí que fez o Fred Kruger desde o começo, que é o Robert Helga, que ele é incrível, e vamos fazer um atual. Então, o cinema vai ficar restringido pra franquias de sucesso, o conteúdo infantil, filme infantil pra galera assistir, levar o filho, levar o sobrinho, levar o neto, e talvez uma grande novidade.

Uma pequena porcentagem de grande novidade. Como a Odisseia do Christopher Nolan. Que já está esgotado os ingressos nos IMAX lá dos Estados Unidos. Que é o Christopher Nolan com o grande elenco. Então o cinema vai por essa linha, Emilio. Muito bem. Dito isso, vamos agora falar com ele. Diretamente das ruas de São Paulo. Está ele, o repórter investigativo do Brasil. Síndico geral da região de Taipas. O nosso Fufu é o herói do Brasil.

É o Boquinha de Chibiu, diretamente... Hoje belo, lindo, elegante. Esbelto. Quer aumento e um camarim. Com você, Fufu. Salve, Emileão. Boa quarta a nós, a todos vocês e a nossa audiência. E com o violinista do Titanic, meio que anunciando o fim do mundo, nós vamos nessa pauta, Emileão. Os líderes dos países do mundo vão mostrando suas forças. Macron mostrou que tem um submarino muito potente.

Brasil no espaço aéreo, o gripping voou, né? Mostrando que sim, nós temos um caça sueco e a gente já vai vendo o que os Estados Unidos estão fazendo e o Xi Jinping só com todos os brinquedos esperando, sendo que ninguém chama ele para brincar. Em cima disso, Emílio, com esse clima de tensão, a gente quer saber da população o seguinte, você é brasileiro e você está aqui neste solo sagrado. O Brasil está pronto para uma guerra?

Boa pergunta, fuzil. Só se for guerra de mamona. Boa pergunta.

Pelo amor de Deus. Cadê o míssil? Tem aquele míssil lá. Porque muita gente no 7 de setembro dá risada, né? O de PVC? No 7 de setembro as pessoas dão risada. E às vezes a gente não quer mostrar nossa força máxima bélica, porque é aquilo. Quando você tem, você não ostenta os outros. Às vezes a gente tem uma força muito maior que até escondida, né? O Brasil fez um belo papel na Segunda Guerra Mundial. Os pracinhos. Os pracinhos. Senta boa. Ganhou.

em Monte Castelo. A campanha brasileira foi vitoriosa na Segunda Guerra Mundial. Isso ninguém lembra. A cobra fumou. Então não fique desdenhando da capacidade da... É isso aí, Fufu. Não é? Tira o porralho e bomba. O Trump pediu um míssil emprestado. E aliás, Emílio, nesse curtinho de... Olha a imagem aí.

vendo imagem nenhuma. Nesse curtinho de tempo, eu só... Nesse curtinho de tempo, Emílio, você falou de Taipas, eu queria agradecer a força, a gente não duvida, mas tem que agradecer a força do programa Pânico, que curiosamente, no dia seguinte, todos os buracos em Taipas estavam tampados e hoje, até calçada, onde não existia, está sendo construído. Muito obrigado de lembrar da gente aí, Taipas também vota. Obrigado aí aos responsáveis.

Agora voltamos a transitar normalmente no bairro de Taipas, Emílio. Morra, meu. Graças ao Bocard. Bocard. Bocard. Bocard. Bocard. Bocard. Vou fazer o Meia Boquinha. Meia Boca. É isso aí, Fufu. Vamos pra boa. Então, fuzil nas ruas de São Paulo. Hoje, perguntando para a população. Zuzu. Fala lá, Emílio. Temos um convidado bom hoje, hein? Opa. Convidado de altíssima categoria. Hoje, teremos um professor, além do Samidana, historiador e autor,

Marcelo Andrade vai falar sobre a história, sobre os conflitos no Oriente Médio, porque não o Irã, os heróis brasileiros e a Idade das Trevas, que é considerada a Idade Média, que foi um termo que os intelectuais criaram, que o Guereque é historiador, sabe, no Renascimento, para falar da parte de declínio depois da queda de Roma, onde acontece a Idade Média que vocês discutiram aqui. Feudalismo. Feudalismo, né? As pestes, várias pestes que tiveram.

Mas por que que a gente vai discutir aí? Tá no tema. Quando tá lá, a gente lê. Eu sei, mas eu não entendi. É pra dar mais... Eu vou perguntar pro professor. Deixar mais pomposo o currículo dele. A gente vai perguntar pro professor. O negócio é o Irã, Emilio. É que ele é um especialista. Não, o Irã... O Irã... O Irã... O Irã em três dias já não tem mais... Resolveu. O Irã em três dias já não tem mais marinha. É. Já não tem mais...

A força bélica norte-americana é muito forte. Mas sabe uma coisa interessante que o professor vai trazer pra gente?

início dessas guerras no Oriente Médio. Ah, muito bom. Mas isso ninguém entende. Mas aí até... Ninguém entende. O Império Otomano, a conquista dos ingleses... Isso aí é otomano. A Palestina que foi dado o nome para... Eu voto para que seja colocado outro tema. Você acha? Eu voto. Porque é muito polêmico. Não, não é. É muito complicado. É muito complicado. É muito complicado os otomanos. O cara não sabe direito. Cananeia. Quem surgiu? Porque é otomano.

Pérsia, porque antes era Pérsia, agora é Irã. E tem que falar do chá, reza para leve. Tem que falar muita coisa. É muito chá, é muito coisa. O Comeínia, a guerra de 79, o Irã e Iraque. É confuso. É muito confuso. É melhor não entender esse assunto. É melhor deixar para lá esse assunto. Ele vai falar sobre o quê? Big Brother. Vai falar sobre Big Brother. Big Brother tá bom. A guerra no Big Brother tá muito mais quente

Bicho, ninguém fala de Big Brother. Babu, Babu, Babu rompeu com a Ana Paula. Ninguém fala de Big Brother. Não pegou. Não pegou esse Big Brother. O Robert fala. Pegou? Olha lá, o Delaide sabe. Não. Não pegou. Não pegou. Eu sou obrigado a discutir.

Eu também. É uma questão de bolha. Esse não é o pior. Já tiveram outros muito piores. Eles estão batendo recorde de votação nesse aí. Não tô falando que é a grande maravilha do mundo. Mas os cortes, eles estão funcionando bem. Tá tendo muita briga. Muita briga, a galera assiste. Entendeu? O Borgado tá ligado. Os cortes funcionam. Agora, audiência é outra coisa. Mas não tá muito flopado, não. Não tá. Não vi nenhum corte.

Não sei o quê. Com todas as tretas, ela tá no meio. Ah, e ela brigou feio com o cowboy. Vixe, cowboy brigou. Eu tava tomando café ali, eu tava assistindo na Maria. Com quem que ela brigou, Léo? Meu, ela brigou com o cowboy, que o cowboy mexeu no vespeiro falando do pai dela. Esse é o calcanhão de Aquiles, que vão começar agora a utilizar contra o Napoleão Renault. Perdeu a linha, foi pra cima do cowboy e ela rompeu com o babu.

É isso aí que eu tenho pra dizer agora pra vocês. Qualquer informação, eu volto aqui e falo sobre

Big Brother pra vocês. E tem outra coisa. Provavelmente, isso aí, fontes oficiais. O PT está sondando Ana Paula e Babu pra ser candidato. Que eu saiba, o Babu já é filiado ao PSOL. E a Ana, eu acho legal ela ser meio querendo ser comunista, sendo que o pai dela era do Arena. Mas tudo bem. É alternância de poder. É isso aí. É isso aí, bichão. Vamos lá?

Existe uma palavra para tudo aquilo que é gostoso e ela vive na boca do brasileiro. Delícia, a primeira margarina com creme de leite do Brasil. Sabor e cremosidade sem igual só pode ser delícia. Vamos seguir? Opa! Então é isso aí. Então hoje um convidado muito especial, nosso querido professor que vai estar aqui conversando com a gente, o professor Marcelo Andrade. Muita gente compara ele ao Olavo. Sim, é um mestre.

Eu acompanhei um corte dele. Um corte? Um corte dele, que a gente aprende tudo errado na escola. É? Não tem dúvida. É muito bom esse corte dele. Sim. Porque a escola ensina pra gente tudo errado. Ah, mas eu não aprendi nada de história. Então, tudo que a gente aprende na escola... Eu fiz bem. Não tem muita... Não é muito realmente o que aconteceu. O que tá no livro, o que o professor ensina, não... O Guerreiro já tinha... Você tinha um show que falava sobre isso, né? Sim. Sim. Tinha um show que falava sobre isso. Até tinha uma polêmica.

Tiradentes existiu ou não? Tiradentes existiu, só que foi 100 anos antes. Ah, é? Então, tem muitas questões aí. Muitas questões. Porque o Tiradentes foi o cara, quando derrubaram, foi um golpe, né? Sim. Foi o golpe. Ah, Brasil. Foi o golpe dos... Dos... Os Inconfidentes. Dos liberais. Liberais da época. Os Inconfidentes do amor. Entendeu? Aí o que acontece?

Aí tinha o Pedro II, que a turma gostava do Pedro II. E tinha a filha. A filha que era a sucessora. Mas o próprio pai falou, ela não é muito boa. Ele não queria muito, ele queria a República. Mas aí estava lá, estava beleza. Aí os caras deram o golpe. Ele estava em Petrópolis, se não me engano. Pedro II estava em Petrópolis. Tomando a cerveja, derrubou. Ninguém sabia, não teve nada. Ninguém postou no Instagram.

Não teve nada. Não teve nada. Aí os caras falaram, ó, faz o seguinte. Pega o velho e a família, pica para a Europa para ninguém saber. E aí o velho não está aqui. Porque se os caras descobrem, vão ficar chateados com o velho. Lógico. Pegaram a família de madrugada e pá. Pica para a Europa. Foi embora toda a família. França, não foi? É, foram embora para a Europa. Aí tem um dado que eu quero perguntar para o professor. Ó como a zica, gente. Ó a zica. Quando vem, vem.

Que o Pedro II gostava do Brasil E ele falava, ele era alto E falava fino Aí ele pega uma pomba Ele pega uma pomba E vai jogar a pomba Maravilhoso, e a pomba? Ele tem a pomba, aí ele vai jogar a pomba Que tá no mar, né? Ele fala, volte para a terra Ele joga a pomba, a pomba cai e morre Por isso que o Brasil vai para esse lugar A pomba cai pobre Mas aí, aí beleza Teve um sinal Aí beleza

Aí, quando os caras ganharam, eles não tinham um herói. E foram buscar o Tiradentes. Tiradentes é 1700. Isso foi em 1800. Já é do passado. E aí pegaram o Tiradentes. É isso, né? A história é essa, né? E a figura do Tiradentes, até pra embasar mais esse lance de herói, você pode ver. Você vê Tiradentes hoje, é tipo o que a gente entende por Jesus. É Cristo. É a figura, né? A imagem.

Segura. E, tipo, não tinha nada a ver com aquilo também. Não. Então, é um endeusamento maluco. E é bom ele responder pra gente. E aí, existiu, não existiu, como existiu. E ele manja da monarquia também. Manja da monarquia também, de Dom Pedro II. Sim, manja tudo. A questão da Idade Média é interessante essa parte das narrativas que criam, né? A Idade das Trevas. Isso. Muitos historiadores defendem que não é essa a Idade das Trevas toda.

Então, tem muita coisa. Tem muito Leonardo e Floriano Peixoto também. Exato. Os Bandeirantes. Eu sou afim do feudalismo. Tá bom.

Vocês já fizeram aquela introdução do nosso convidado. Ah, introdução nenhuma. Não falamos nada. Não falamos nada. Falamos que ele não é uma besta. Sem saber a informação. O professor deve estar na sala agora falando. Quanta porcaria. Quanta bobagem que eu vi desses pontos. Hoje eu vou trabalhar. Ele vai embora, eu acho. Ele é professor. Se ele não souber isso, eu não seria professor. Ele não seria o historiador. Suposto news.

Claro, é lógico. Se não, né? Se você é burro que nem a gente, não me vira professor. Se é burro igual a gente, não é.

alguém fale alguma coisa. Ah, mas o Gueré não é historiador? Eu fiz história só pra pegar a cela especial e me ferrei porque não tem mais. Então não sei porcaria nenhuma. Tô assumindo aqui. Sabe sim. Sei nada. Boa. Só professores. Você que nos educou. É isso aí. Então vamos? Vamos. Vamos. Então solte a vinheta. Vai começar agora. Resenha. Resenha. Resenha. Resenha. Pois não. Com as informações do Diego Delares sem microfone. Ele pediu para passar notícia.

E depois a gente vai pra um break, acredito eu. Então, só pra gente ter uma comunicação, vou dar essa notícia. E ele pediu pra você fazer um break na sequência. Parece que essa é a diretriz do Diego Delari. Claro, farei assim que me chamaram. Perfeitamente. O negócio é o seguinte, vocês viram a coluna do Lauro Jardim? Ah, eu vi. Você viu o Lauro Jardim, Emílio? Até te mandei. Clássico jornalista Lauro Jardim, o Samir me mandou. Temos a Malu Gaspar. Mas agora o bicho está pegando.

Porque o controlador do Banco Master, vocês conhecem o Vorcaro, teve a prisão preventiva decretada nesta quarta-feira. Está em todos os portais. Vorcaro está preso neste momento. Detido. Mas, após a Polícia Federal interceptar mensagens que ele determinava agressões físicas contra jornalistas, ele tinha um grupo de WhatsApp. O Vorcaro. Todo mundo tem um grupo hoje, né?

Turma. Turma. A Turma do Lorcaro. Turma da pancadaria. É ele, o cunhado. Ele, o Mourão, não o Mourão. Os sicários. Os sicários. É o sicário. Aí imagina se a gente tem um grupo aqui, eu, você e o Sam, e fala assim, ô Emilião, tem gente falando meio mal da gente? Tem o pessoal que eu não tô gostando. O que você acha de a gente dar um cacete nesses caras? Você acha de quebrar os dentes? Você acha de quebrar pra fim de um assalto? Deixa eu te falar, essas coisas, você só tem que guardar na sua cabeça. Exato.

Você não fala nem no grupo de WhatsApp. Eu já pensei em matar tanta gente, mas fica só na minha mente. A gente entende o que passa na minha cabeça. Isso, vocês entendem. Lógico. Eu já tive essa sensação muitas vezes. Isso só é permitido falar quando você está bêbado num bar. Mas só falar também. Caso contrário, guarda na cachola. Perfeito, dos mais primitivos. Mas você sabe o que eu acho? Eu acho curioso o seguinte, porque muita gente fala, isso aí é uma coisa da máfia, uma coisa mafiosa.

jamais colocaria isso numa rede aberta. Você pega o cara, vai sozinho com ele. Ele desaparece igual a turma do Putin. Vai conversar com o cara aqui na vida paulista lá embaixo e fala no ouvido dele, ó. Dá um pau no cara. A gente tá falando dessa situação, né? Na última mesa da Dirce. É lógico. A máfia mata. É uma máfia bem tupiniquim. Até a nossa máfia, ela é... É a máfia morena. O socialismo moreno e a mata morena.

social. Mas o ponto principal dessa notícia é que o Lauro Jardim tava publicando muitas notícias sobre o Daniel Vorcaro, e aí nessas conversas privadas, onde ele pagava cerca de um milhão de reais por mês pro cara que trabalhava pra ele, que o nome dele é Mourão, segundo as informações da notícia. Não esse Mourão. Ele falou, afirmou o seguinte, tem que dar um pau nele. Vão dar um pau nele. E aí vazou essa conversa. Essa mensagem. Quem fez essa intervenção

foi o André Mendonça. Não é dar um pau, é quebrar os dentes. Não, tranquilo. Na verdade é o seguinte, ele queria que forjasse um assalto, que pegasse o Lauro Jardim. Que coisa, hein? Estavam tentando investigar também, né, o Lauro Jardim, se ele tinha alguma coisa pra colocar no meio dessa situação. E aí o Lauro Jardim se pronunciou, deu uma entrevista para a CBN hoje, né, e contou toda essa história. Mas agora a gente aguarda o que vai acontecer com todo esse desdobramento da história, porque quando o jornalista

A gente também tem o caso de outros jornalistas que publicaram, no caso da Malu Gaspar e por aí vai. Sim. Que é muita coisa envolvida com o Vorcaro. Ele também ameaçava a empregada doméstica também. O Vorcaro? O Vorcaro. Ele é um cara... É uma figura ímpar. É um cara esquisito. Mas aqui no WhatsApp? Você sabe quando vaza uma coisa, vaza tudo, né, Emília? Não tem jeito. Não, já pensou. A mulher tá lavando o banheiro e ele fala, sai daqui que eu vou te dar um pau. Não tem como, né?

Falava da empregada, tem diálogos também que constam que ele tava ameaçando a empregada ou médica dele. É uma coisa muito triste, né? A gente ri de desespero. E tem as festas, né? Você viu do pai do Vorcaro? O pai do Vorcaro, Morgadão, muito bom você citar sobre isso. O que o Vorcaro fez, né? A gente usa sempre um artifício, uma ferramenta pra se esconder o dinheiro. Quanto de dinheiro tinha na conta do papai? Dois bilhões. Dois bilhões de reais.

Ah, e o velho não pode ter trabalhado e ganhado isso? Mas trabalhou com o quê? Poxa vida.

saber. Quero saber também que eu vou mudar de profissão. Quanto tempo ele vai ficar preso. E da última vez já prenderam ele. E tem que ver agora, aí que tá. Aí que tá, bicho. Tem que ver agora pra que lado ele vai. Pra onde ele vai atirar. Pra onde ele vai, porque agora ele tava... Isso. Você lembra que ele tava todo Machovski. Agora vamos ver pra que lado, pro lado que ele for o outro. Bem colocado. Sabe por quê? Porque ele tava negociando, segundo os bastidores, né, o Marcelo Van Raten veio aqui, que esse depoimento pra CPMI,

do INSS, que ele também ia depor, ele tava falando aqui pros caras, ó, eu vou lá falar de você. Agora que entrou pra André Mendonça, que essa decisão foi assinada pelo ministro, a gente vai aguardar agora ele preso, o que mais vem. Mas que foi vazada toda essa história que eu te falei, que ele queria bater no Lauro Jardim, e por aí vai, no grupo que é chamado do grupo... Como é que é o nome do grupo? Turma, você falou? Turma. A gente tem um aqui.

E diga-se de passagem que a gente tá na quaresma, mas... Cuidado com o seu grupo do

Posso fazer o break agora? Depois desse bloco longo, vamos fazer um break pra Rede Rádio. Muito obrigado pela sua audiência. Hoje, professor Marcelo Andrade, o papo vai ser bom aqui no Pânico. Vai lá, Reginaldinho. Muito bem. Tamo de volta? Tamo de volta. É Baizuba? Baizuba, então. Baizuba. Baizuba. Baizuba. Baizuba. Baizuba. Baizuba. Que entra o animal. A dança do animal. A dança do animal, nesse momento, é o elefantinho. Para alegrar as crianças que nesse momento...

A programação da Rede Jovem Pan de TV. Não temos mais programas infantis e aqui fazemos uma pequena menção para agradar as criancinhas que não tem mais um horário destinado a elas. Um elefantinho dançando. O dólar recua hoje quase 1% e pode ser comprado por R$ 5,21. Uma vez que as projeções

sobre a guerra, estão mais tranquilas. Ou seja, antes falaram, ó, esse negócio pode se alongar muito e agora parece que há um entendimento que o problema vai se resolver brevemente. Com certeza. Você está brincando, né? Não, mas ontem, foi ontem que o Trump falou assim, ó, talvez demore mais aí do que as quatro, cinco semanas que programamos. E isso deixou todo mundo bastante preocupado, porque guerra aumenta preço no mundo todo

Além disso, o gasto fiscal americano. Aumenta muito a dívida americana. Aí já falaram, se aumentar a dívida Federal Reserve, talvez demore para descer os juros. E aí virou aquele ciclo que a gente não gosta de ver. Muito bom, Samidana. Daqui a pouco eu vou aprofundar um pouco sobre a guerra, mas precisava resolver uma situação um pouco... Tá impossível. Ele vai aprofundar sobre a guerra. Sempre a gente aprofunda. Vamos aprofundar sobre a guerra. As entranhas da guerra.

Chakra. Eu e o Guguinha vamos resolver essa situação. O Guga Chakra tomou uma escovada do general, do Rafael Rosenstein, que vem aqui. Ah, é? Bota aí. Não, não vou botar porque... Não, bota. Só fala. Vou colocar porque eu não tenho. Mas que eu vi, eu vi. Mas se você... O que ele falou? Põe lá na Rafael Rosenstein. Põe aí, Fernando. Ele estava defendendo o Irã, né? O Guga, ele também, né? Ele vem sempre com aquelas narrativas, né? Do povo que foi bombardeado.

Os civis são bombardeados, principalmente no Oriente Médio. São porque são escudo humano. Estão lá numa mesquinha. Mas sempre vem essa discussão. Então, o Irã, que é a Antiga Persia, o povo iraniano tem humor bom, tem cinema bom, cultura. O regime que é ruim. Entendeu? É o regime que está lá desde 79, que é esse regime aí. É um regime que o cara não pode fazer nada.

liberdade, não tem nada, é a lei da charia, né, aquela lei. As burcas, as mulheres. Hoje em dia, pô, as pessoas já não querem, mas então tem uma juventude, tanto é que o cara matou, não sei quantas mil pessoas aí agora. Nos protestos. Para fazer manifestação. Acho que mais de 40 mil. Então é um lugar fechado, né, um lugar que financia terrorismo. Exato. Então é um Estado que financia esses grupos aí, o Hamas, o Hezbollah, os Rutis, eles financiam,

bomba, dão grana, tal, não sei o que, pra esses... É um Estado terrorista. A gente não pode aceitar isso. O país a gente recebe. A população muito mais ainda. A cultura, porra, é muito bacana, né? Mas isso é uma coisa inadmissível. É inadmissível o Estado terrorista, porra. Isso aí a gente não pode aceitar um negócio dele. Passar pano, né? Ou pega a história do Ayatollah, pega lá a turma que gosta tanto, né, de fazer

como a gente fala aqui, da Paulista, mas é um absurdo. É que é ruim guerra, porque guerra quem sofre é quem está lá, é a família, e quem mora lá. A gente aqui no Brasil tem mania de ficar metendo o bedelho, mas bem longe, né? Bem longe, você está bem longe, o cara está lá, fica todo mundo metendo o bedelho, dando opinião, e não sofre porque não tem família sofrendo lá, mas quem viveu uma guerra sabe o que é o flagelo,

o desespero de estar numa guerra lá. Então a gente, pô, claro que ninguém gosta de guerra, mas você tem, se tiver que ser um lado, é não ficar do lado do Estado terrorista. Olha, e impressionante a nossa audiência, enquanto você fala, explica um pouco o que está acontecendo. Eu não explico nada, hein? O Major Rafael Rosenstein me encaminhou. O vídeo que eu chamei. De forma orgânica. Posso mandar aqui para o Bernadão? Quem mandou? O próprio. O próprio Rafael Rosenstein. Ele dá entrevista a Ramos,

Ele assiste o programa. Do nada. Mas ele tá na guerra agora? Ele tá lá em Tel Aviv? Você tá com fontes boas, hein? Ele é carioca. Ah, você vai falar com ele? O cara tá na guerra, bicho. Você vai ligar pro cara. Tá na guerra, mas a gente também tá na guerra. Tá na tricheira. Vamos saber dele. Eu vi ele na... Oi, Rafael. Boa tarde. Você tá ao vivo aqui no programa Pânico.

Tudo bem? Tudo bem, como vai? Eu estava falando um pouco sobre a guerra que está acontecendo no Irã e eu vi um corte seu que tem uma discussão na Globo News com o Guga Chakra, que ele estava explicando sobre os ataques de Israel no Irã que tem morte de civis. Você pode explicar o que aconteceu e que corte é esse? Nós estamos ao vivo, Dani? Estamos ao vivo. Cuidado. Ok, então vamos lá. Realmente, o que aconteceu foi o seguinte.

está atuando para atacar diversos alvos no Irã. O Irã, durante essas últimas décadas, atuou para colocar em prática seu desejo de exterminar o Estado de Israel, dizia isso claramente. E o que aconteceu foi o seguinte, tiveram alguns alvos que foram atacados no Irã que, segundo o regime iraniano, tiveram civis,

e morreram. O Exército de Israel não conhece nenhuma atuação nesses locais e, infelizmente, grande parte da mídia está se baseando nas informações que são passadas pelo regime terrorista do Irã. É o mesmo regime que cortou a internet e assassinou mais de 30 mil pessoas. E nós não podemos permitir que um regime que não tenha um compromisso

Perfeito.

precisam ter muita cautela antes de acusar Israel. Da mesma forma como em diversos casos na faixa de gases, Israel foi acusado e depois de um tempo, todos entendem que foi, na verdade, ataque espeto pelo Hamas, que o míssil teve uma falha e se explodiu na faixa de gases. Nós temos um compromisso com a verdade, com os fatos e com o direito internacional de frente aos nossos inimigos, que não tem nenhum compromisso com os fatos nem com as normas internacionais. Te agradeço muito, Rafael. Obrigado pela sua participação.

A gente não tem como não desejar sorte por esse momento, né? Que é o momento de guerra, né? Que tá acontecendo agora no mundo. E a qualquer momento a gente chama pra participar novamente aqui do programa Pânico. Muito obrigado, Rafa. Valeu. Valeu. Um abraço. Então aí o porta-voz do exército. Ele é carioca. Ele é carioca. Tem o trecho? Tem o trecho. Então põe o trecho. Pode pôr o trecho, Dede? Pode, lógico. Pode? Então vamos pôr da nossa co-irmã.

lei humanitária. Foram mais de 100 crianças que morreram nesse bombardeio. Tem morrido também civis dentro do território iraniano. E assim como morreram civis dentro do território libanês, morreu uma jornalista muito conhecida no Líbano nos bombardeios israelenses hoje. Como o senhor explicaria isso que aconteceu na escola Iminab no Irã com essas crianças todas mortas? É uma ótima pergunta e uma ótima oportunidade para explicar.

Só importante dizer, você disse que morreram civis no Irã, morreram civis no Líbano. Importante citar também, Guga, que morreram civis

também em Israel. A grande diferença é que todos os civis que morrem no Líbano e os civis que morrem no Irã, eles não são alvos do exército israelense. Todos os alvos do exército israelense são alvos militares, são mísseis que estão direcionados a Israel, são terroristas, são líderes do regime terrorista que planejam o fim do Estado de Israel. E, por outro lado, os civis que morrem em Israel são os alvos do regime iraniano. Os mísseis balísticos lançados pelo Irã são mísseis com alta precisão, são mísseis

que, infelizmente, o Irã visa atacar zonas urbanas, zonas residenciais. Todos os civis que pagam o preço da guerra, isso é uma tragédia. Infelizmente, grupos terroristas, regimes terroristas utilizam isso como uma estratégia. Mas é muito importante deixar muito claro. Da mesma forma como não podemos confiar nos números que são passados pelo Hamas na faixa de Gaza, não podemos acreditar nos números que são passados pelo regime iraniano, pela Guarda Revolucionária do Irã.

mesmo a guarda revolucionária que cortou a internet do país para assassinar cerca de 30 mil civis da sua própria população. O que eu posso deixar muito claro é que o exército israelense não atuava nessa localidade da escola. Nós não sabemos se as imagens são imagens atuais, nós não sabemos se são imagens do Irã ou de outras localidades, nós não sabemos se tinha algum alvo militar naquela localidade. Eu posso deixar muito claro que todos os alvos que são atingidos pelo exército de Israel e têm acusações

que teve alguma irregularidade nas ações de Israel, o exército de Israel checa, verifica todas essas acusações. Não há mais. Precisamos ter muita cautela. E é exatamente o que eu peço para vocês. Guga, com certeza você vai lembrar que no começo da guerra na faixa de Gaza, depois de duas semanas, ainda no mês de outubro de 2023, foi atingido o hospital na faixa de Gaza, o hospital Melali, que fica no norte da faixa de Gaza. No mesmo momento, o Hamas acusou Israel

de ter assassinado centenas, cerca de 500 pessoas ali no hospital. Infelizmente, Israel foi acusado de ter feito ataque no hospital. Hoje, todos nós sabemos que foi o missão da jihad islâmica, que foi lançado de um cemitério atrás do hospital, falhou e caiu no hospital. Nós precisamos ter muita cautela antes de propagar informações baseadas no regime terrorista como o regime iraniano. É isso aí. Carinha dele, né? Tem que deixar claro.

Você tem que explicar muito bem, às vezes desenhar, né, Emílio? Até para o jornalista que, pô,

O Guga Chakra é um cara que tem a noção do que está acontecendo lá, né? Quando usa o recurso de você falar que está morrendo civis, todo mundo, ninguém é a favor. Está morrendo crianças, também ninguém é. Mas é uma guerra e vale lembrar que é um grupo terrorista que é de lá que sai a bomba. E Israel se defende. Não se baseie por informações do regime lá, porque é óbvio que os caras vão inflar os números, vai querer deixar Israel e todo mundo como o vilão da história, né?

ferro, né? Também tem essa proteção. Também tem isso. Então, os caras atacam também pra matar. É que o Israel se defende bem. Muito bem. Já se aprofundou na guerra? Bem explicado. Foi aprofundado hoje. Falou. Falamos com o Rafael Rosenstein, né? Todo dia que a gente tem oportunidade. Exatamente. Quer mais notícia? Ó, ele tá voando. Como é que tá a guerra agora? Nesse momento a gente tá... Você quer ver a guerra aí? Tá sim qual um dos Estados Unidos.

A guerra é uma coisa um pouco longa, né? Onde é que você entra aí que você vai ver? Eu? No grupo da Hebraica. É o grupo da Hebraica?

grupo da turma. Pelo que eu tô vendo aqui, eu choquei. Bom, vamos lá pra guerra. Então, se vocês querem saber mais da guerra, pra mim a guerra vai demorar um pouquinho ainda pra terminar. Os Estados Unidos acabou de reivindicar um ataque de submarino a um navio de guerra do Irã. Sim, tava no Sri Lanka. 80 mortos. No Sri Lanka. É a fragata que tava no Sri Lanka? Porque isso aí é o seguinte, desde a Segunda Guerra não existiu um ataque de submarino. Torpedo, né?

É esse mesmo, a guerra na costa do Sri Lanka. Então vejam vocês, vejam vocês a informação que esses caras têm, né? A inteligência é impressionante, porque essa fragata, ela estava no Sri Lanka. Sim, foi um torpedo. E um torpedo, desde a Segunda Guerra, a gente não tinha essa ação. É, bicho. É meio uma terceira guerra. É, nos Estados Unidos. E tem imagens também. Tem imagens? Tem imagens? Bom, evidentemente...

e nós vamos demorar muito para passar isso. Não mandei porque eu vi agora, pô! Olha, Estados Unidos só ataca no dia anterior. Eu queria pedir para o Trump... Mandar a imagem para o Delario antes. Quando for atacar, mandar a imagem para o Delario, porque não dá tempo. Não dá para atacar. Só para saber, como você falou que é uma... O Zé me vai enquanto a gente busca imagem. A gente está numa situação que você fala que precisa de um envolvimento total da geopolítica. Os países da Europa ainda estão...

se manifestando, a gente viu a França, a gente mostrou imagens e deu uma treta com a Espanha que proibiu o uso da sua base militar pra ofensiva contra o Irã e o Trump ameaçou cortar todas as relações comerciais mas ele usa pra reabastecer mas ele usa de Portugal o exército americano as forças eles usam o de Portugal Portugal tem uma base também ali no meio do Atlântico ali ele usa isso aí é o prata né?

Bela imagem, né? Meu, em dois dias eles acabaram com a marinha. Com o exército. E isso, em dois dias. Com a sede, com tudo. É muito poderio. É muito, né? É muito desproporcional a força. É muito, muito. Força americana. Absurdamente. Boa. Então, vamos lá. Vamos voltar pro Brasil? Querem voltar pro Brasil? Bora. Porque o bicho tá pegando por aqui, né? Ah, deixa eu resumir um negócio do passado. Lembra do Elon Musk? Que foi proibido, que deu uma treta da rede social.

Pô, Alexandre de Moraes, aquelas manifestações que teve. Você lembra dessa treta?

Qual rede social? Ah, teve aquela... No X? Lembra que o X foi proibido aqui no Brasil? A gente usava o VPN. A gente ia no VPN se cagando de medo. A Paulinha fala, não usa. Não usa o VPN. Não fala que você me disse que vocês têm VPN. E essa situação, lembra? Não usa o VPN. Alguns influenciadores perderam engajamento. A gente brinca muito, né? Mas quem depende da rede social se ferrou.

muito, mas o Procurador-Geral da República, que vocês conhecem, o Paulo Gonê, recomendou arquivar o inquérito que investigava o empresário Elon Musk, proprietário do X, por suposta prática criminosa envolvendo a plataforma. Esse inquérito, como eu falei aqui, que era contra o bilionário, foi aberto em ofício, sem requerimento do Ministério Público, por quem? Alexandre de Moraes, em 2024. E segundo o próprio Gonê,

Há evidências que comprovem o uso intencional da rede social para ataques ao judiciário. O que aconteceu é que engajamento de rede social, alguns que postavam lá, a turma, né? Quem manda, obedece quem tem juízo, mas quando foram averiguar, parece que foi arquivado e o Twitter segue aí com liberdade. E o bom é que é rápido, né? Só dois anos para chegar. Demorou dois anos. E os coitados estão presos. Cadê o Monarque?

É a turma que perdeu tudo. Estou lascado, pô. Paulo Figueiredo. E os caras estão em cana. Estão em cana, né? Então, assim, mas arquivou. Muito bem. Vamos falar aqui com esse homem? O relâmpago? Só quero relâmpago agora. Porque você fica falando muito e é tão simples isso. Funciona tão bem. Porque isso é um produto campeão de audiência. Ou seja, as pessoas que não compraram ainda vão acabar comprando. Por quê?

É médico. Tá falando, ó, você tem que tomar. Recomenda. Ele recomenda. Coloca na receita, Emílio. Coloca na receita. Magnésio X.

que é o mais completo. Sim. E é importante porque é feito pela Lírios. E a Lírios, você vai comprar um produto que tem procedência. Por exemplo, vou te dar um exemplo. Creatina. A creatina que você vê nas redes sociais, vendendo aí na internet e tal, não sei o quê, é o produto mais falsificado que existe. Nossa, infelizmente. É o mais falsificado. Esse aqui você pode ir com certeza porque é garantido pela Lírios. Esse tem procedência, esse tem procedência. Então, você pode comprar tranquilamente porque você sabe o que

tá comprando. E é importante pras pessoas que tem falta de magnésio. 70% da população tem falta de magnésio. E nem sabe. E às vezes você nem sabe. Por quê? Bom, se você acorda, vamos supor que você passou a noite, acorda cansado ou cansada, logo de manhã, aquela preguiça, aquele mal estar, acabou de sair da cama, pode ser falta de magnésio. A pessoa sai de manhã pra trabalhar e a primeira coisa que ela chega é procurar uma cadeira pra sentar.

É aquele ditado. Às vezes quer que o mundo acabe em barranco para ele morrer escorado. Porque vive numa canseira terrível. Isso é complicado. E olha, eu vou falar. Às vezes a pessoa apela para energético. Passa na padaria. Passa no poço para abastecer o carro. E já vai lá na loja de conveniência e compra um energético. Aí fica muita cafeína durante o dia para poder render o dia. Aí chega a noite, está muito acelerado. Acelerada não dorme bem. A ansiedade aumenta.

virando um problemão. Eu quero deixar uma dica pra você cuidar da sua saúde. Pensa nessa cultura de cuidar da saúde. Porque, infelizmente, nós temos o costume de cuidar da doença. Ficou doente, aí pede oração na igreja, pra família, grupo e tal. Mas o negócio é o seguinte. Cuide da sua saúde. É muito melhor. E o magnésio, ele desacelera a ansiedade, diminui o estresse, diminui o cortisol, que é o hormônio do estresse. E isso já é uma grande coisa.

Ele ajuda você a dormir bem, aumenta a produção da melatonina, que é o hormônio do sono. Isso já é um grande avanço na sua saúde. Agora, tem outros pontos. A pessoa que vive reclamando de dores, por exemplo. Ah, eu tenho muita dor, né? Dor no ombro. Dor na junta. Dor na junta, dores nas costas, câimbras. Às vezes a pessoa tá de manhã, acordou, vai dar aquela espreguiçada assim na cama, começa a câimbra. Trava. Faça uma experiência, você vai tomar duas cápsulas à noite, só.

Mas não tem que tomar durante o dia, não. Não precisa lembrar de tomar de manhã, meio-dia, de tarde. Uma hora de dormir. Toma duas, você vai dormir maravilhosamente bem. Fala aí, Xará. O resultado não vem. Até o que o Emílio falou, começou a tomar à noite. Eu já tomo há muito tempo, indico para todo mundo. Para mim, é o melhor e maior suplemento que vocês já fizeram na história da Lyrius. São duas cápsulas por dia. Só. Um desse aqui dá para um mês para você.

Show. Experimenta. Você vai gostar do magnésio, que vai fazer muito bem a sua saúde. Vai testar.

Só vai cuidar da sua saúde. A partir de que idade pode usar? A partir de 18 anos já pode usar esse suplemento. Ué, mas por que um jovem de 18 anos vai tomar o magnésio? Eu vou explicar por quê. Melhora a questão na escola. Se você está na faculdade ou na escola, tem dificuldade em concentrar, sabe aquela pessoa que não consegue ler uma página de um livro? Porque vai começar a ler e o pensamento começa a viajar. Melhora a questão da concentração, foco e memória.

Isso é incrível. Também você vê resultado rápido. Começa a usar esse suplemento, você vai ver. Agora, não vai tomar qualquer magnésio. Toma o magnésio 5.0 da Lírios. Esse daqui, cinco tipos de magnésio e todos eles na forma quelata. Agora, o Emílio falou um negócio aqui. Experimenta. Experimenta para você ver. Anota na agenda. Como que vai experimentar? Na promoção que nós vamos fazer. Olha o que nós estamos fazendo, Emílio. Você paga só 20% do valor. Olha isso.

você não precisa pagar, e ainda ganha dois presentes maravilhosos. Então, aquele descontão que os outros laboratórios dão para grandes redes de farmácia, a Lírios dá direto para o cliente, que liga direto no laboratório. 0800-787-9999. Vai à cafeteira também? Mas eu vou ligar mais tarde. Não, liga agora. A promoção só está valendo para quem ligar agora. 0800-787-9999. Está fazendo um cafezinho fresco aí.

Café é uma delícia. Pra quem ligar agora, vai levar a cafeteira, que é portátil, essa cafeteira faz um cafezinho expresso. Pra quem tá assistindo, tá vendo ao vivo aí, ó. Ó lá, tá fazendo o café. Qualquer lugar que você levar, você tem um cafezinho expresso quentinho na hora. E ganha também a creatina premium. Você já acabou de comer uma pastilha aí da creatina, né? Muito boa. Eu adoro, é prática. A pastilha de creatina, que tem gosto de chiclete, é mastigável e vai te dar muito mais exposição. Dá pra comprar um ano de magnésio nessa produção? Dá, lógico.

Lógico, lógico. Você pode comprar um ano de tratamento pra você que ligar, mas todos da família vão usar, vão se beneficiar. Essa creatina é zero açúcar e zero calorias. Então, liga agora. 0800-787-9999. Ó, o cafezinho ficou pronto. Apitou aí, ó. Pra quem que vai esse café hoje? Morgadinho. Morgadinho? Vai lá pro Morgado aí, ó. Cafezinho, fresco. Hoje é jornada dupla. Essa cápsula aí é fortíssima.

Isso aqui é presente. Então liga lá 0800 787 9999. A ligação é grátis. E ó, eles dividem. Se você conversar lá, eles dividem. O pessoal bacana que vai te atender. Dito isso, eu vou para a break, Dedê. Então vou para a break. Vai lá, Reginaldinho.

anda, Fufu. O herói do Brasil. Diga lá, Fufu. Com a pergunta, o mundo está em alerta e por que não nós também? Então a gente quer saber se o Brasil está ou não preparado para a guerra. Começar aqui com esse artista. O nome do senhor, meu artista? Anísio. Seu Anísio, parabéns pela sua arte, viu? Anísio. Seu Anísio, me diz uma coisa. O senhor acha que o Brasil está preparado para a guerra? Não está. Eu digo isso na parte

Armamento, né? Que, em relação aos outros países mais desenvolvidos, deixa muito a desejar, né? Eu acho, né? O que o mundo tem azar é que o brasileiro vai se unir, vai pegar cabo de vassoura, o povo que vai acabar indo para a guerra. Então, na opinião do senhor, no quesito armamento, nós não estamos, então, preparados para a guerra. É, eu acredito que não, mas, sabe, a gente não sabe o que está escondido por aí, né?

essa guerra termine, né? Pra que fique o mundo em paz, né? Porque isso é muito ruim, né? Esse negócio de nuclear aí, é coisa que preocupa o mundo. Que o mundo acabe em música, né, seu Anísio? Muito obrigado que o senhor continue aí. Ó, que o senhor tem uma voz, o senhor tem aquela cara de cabo do exército aposentado no nome do senhor? Ainda não. Carlos José Gomes. Diz uma coisa, seu Carlos. O mundo está em alerta e a gente tem que perguntar pro brasileiro. O Brasil tá preparado pra uma

guerra? Claro que não. Não vejo o Brasil preparado para a guerra nenhuma, não. O senhor não acha que a gente pode ter muita coisa escondida, não? E aí o brasileiro é muito esperto, não mostra a potência bélica e tal. O senhor não acredita nessa tese? De forma alguma. De forma alguma. O Brasil está... Na realidade, não está preparado nem para resolver os problemas internos. O Brasil está buscando problemas externos, trazendo para nós, brasileiros.

Nós não estamos preparados para nada disso. Isso eu tenho certeza. Obrigado pela sua sincera,

Opinião. Vamos pegar uma opinião feminina, porque a mulher manja de confusão. Se tem um povo que manja, oi. Estão falando aí que o Brasil tá ruim de arma, mas no carnaval a gente viu que tinha bastante canhão na rua. Temos bastante também. É, muito bom. Vamos falar onde. Seu nome, seu nome. Alexia. Alexia. Alexia quer desligar luz. Que os seus desejos sejam realizados, né? Amém. Alexia, trazer felicidade pra minha vida.

uma coisa pra senhorita. Brasil tá preparado pra guerra? Eu acho muito complexo esse tipo de pergunta, porque envolve muita coisa, né? Geopolítica, armamento, depende da guerra também, né? Porque o Brasil também possui muitas alianças, então acho que o Brasil ele fica no meio, né? Você acha que a gente tem alguma força bélica que de repente dá pra bater de frente com algum país e aí tá escondidinho? Porque quem é forte não fica mostrando bíceps. Você pensa dessa forma ou só dependemos de uma aliança?

Não, eu não penso dessa forma, porque quem tem não esconderia. E eu acho que se houvesse realmente uma arma de grande potência, seria dito sem problemas nenhum. Eu acho que sim, o Brasil precisa de uma aliança. Igual nós dois, a gente precisava de uma, né? Muito obrigado, viu? Ótimo dia pra você, viu? Simpatia, opinião sincera, né? Você vê, tá vendo uma coisa aí. Pessoal do sorvete aqui, o Brasil tá preparado pra guerra, moças? Você acha? Não. Tá preparado? Não. O Brasil tá preparado pra uma guerra? Não.

Não? Nem um pouco. Se tiver uma guerra aqui, nós estamos... É, não. Você não acha que nós temos uma zara mais escondida, que a gente não quer mostrar pros outros, não? Acho que não. Uma zara batada. Ninguém bota fé, hein, milhão? Ô, meu 96. Ó, Baltimore Ravens. O tio falou Barcelona. Vem cá, espanhola. Falar com a Barcelona aqui. O Brasil tá preparado pra guerra? Nem um pouco, né? É, o Brasil tá preparado pra guerra? Não. Se tiver uma guerra, o que nós faz? Se esconde debaixo da cama e reza? Ah, joga os canhão, né?

Aí, ó. Depende. O Guerreiro fez essa piada. Muito obrigado, viu? Vem cá, meu amigão. Você que tá filmando. Vem cá. Não, já faz serviço completo. Filma e já participa. Seu nome? Andrei. Andrei. O Brasil tá preparado pra uma guerra, na sua opinião? Nossa, gente. Não sei dizer. Não sei dizer. Nossa, nossa. O Brasil não estaria preparado pra... Começou uma guerra no mundo, agora não tem. Creio que não. Não vou mentir.

Muito obrigado, viu? E aí, irmão? Se tiver uma guerra é nóis no cacetete, irmão? Ninguém tá botando fé não, hein, milhão? É. Tá pensando o que, Fuzil? Faz uma barra aí. Olha lá, os caras na reunião ali. Você quer que ele pegue mais um, Emílio? Pra gente fechar. Você que manda, Fufu. Já quer parar, meu. Olha, eu vou dizer uma coisa. Vou fechar. Não, só uma pergunta básica. O Brasil tá preparado pra guerra ou não? Aconteceu. Todo mundo tá... Macron mostrou o nuclear.

A gente aqui colocou os gripe ontem no ar. Se tiver uma guerra, o Brasil entrou, pelo menos pra nos defender. O Brasil tá pronto pra uma guerra? Não. Imagino que não. Cara, ninguém bota fé, Emiliano. Só nós dois. Ô, Fufu, você sabe que a gente tem a FAB, né? Oi, amor. A FAB, eles... Sim, foi... Pra guerra, eu não sei, mas pra dar carona, pra polícia... E vai rápido. É, você vai ali... Vai ali em Congonhas. Tem um site aqui do nosso amigo.

nosso amigo que processou a gente. Não fala. Não pode mais. Tem um cara na internet, o Fufu não quer falar. O Delari tem raiva. Ele processou. Não, eu sei. Tem um cara que ele fica transmitindo o aeroporto de Congonhas. 24 horas. Anotem lá, vejam como tem uma ponte aérea Brasília, São Paulo. O avião não para. Então fica ali. O dinheiro é de

Meu amor. Ele viaja no carnaval, né? O combustível, o compadre. Eu nunca viajei, mas parece ser muito gostoso. E vai mais rápido, né? Eles estão preparados. Não é fuzil? Sim ou não? Eu vou falar uma coisa. E acabou o combustível, né? Estava quase acabando o combustível. Aí é melhor guardar para os gripe, porque se precisar, não vai ter para os nossos caça. Segura o combustível.

Aí está o nosso herói do Brasil, o fuzil diretamente das ruas de São Paulo. Posso chamar o professor? Pode. Não. É Baizuba. Você pode olhar para a esquerda ou para a direita. Você escolhe. Mas está bom. Está bom. Aqui eu me garanto. Não é que está bom. Nunca está bom. Então Baizuba. Baizuba. Baizuba. Baizuba. Aí está. Como é que está nesse momento o Bitcoin? O Bitcoin? Eu quero saber o Bitcoin. Estava subindo.

até agora há pouco. Subiu, ó. 73 mil dólares e 49. Uma alta de quase 7%. Tá vendo só? Do Rio. Tá vendo só? Vocês ficaram secando. Chorou. Desdenhando. Chorou, mas subiu. Desdenhando os bitcoins. O bitcoin tá subindo. Vai subir. Quem comprou na baixa, quem comprou com 60 contos, agora tá ganhando. É o segredo da vida. Comprar na baixa. A vida é assim, gente. Comprar na baixa e vende na alta. É tão fácil. Aliás, eu gostaria que você atentasse agora. Por favor, mostre.

este de corpo inteiro. Não, fique sentado, fique sentado. Este elefante murcho parece o elefante do Bolsa Família. Triste, é um elefante triste. Mas mostra ele inteiro, mostra ele inteiro. Olha que coisa murcha. É um elefante murcho, é um elefante do Bolsa Família. Não é? Elefante é o de rosa, tá, gente? Elefante murcho, elefante triste. Triste. Não é? Ele não passa a credibilidade.

Não passa nenhuma credibilidade, elefante. Elefante tem que ser gordo. É o morgado depois do monjado. Isso. Morgado na academia. Vovô Mafalda. Muito bem. Tá aparecendo uma sanfona. Vamos pro professor? Você que manda. Tamo aqui com tempo de notícia. Quer mais uma? Então vai lá. Rapidamente. Olha, o nosso Nicolás Ferreira sentou aqui nessa cadeirinha aqui e ele tava cobrando muito ao Beta o Davi Alcolumbre. Sim. Aí o que aconteceu?

O CPMI do NSS, o presidente do Congresso, o senador Davi Alcolumbre, recuou o pedido de anular a quebra

de sigilo do Fábio Luiz Lula da Silva, que é a história do Lulinha. Então, o filho do presidente da República, Luiz Inácio, que a gente conhece, vai ter que abrir todo aquele inquérito lá da CPI e vamos ver o que ele gastou e o que não gastou. Esque o Brasil sempre bate na trave. Davi passou, Dino bloqueou. Ele é um bom goleiro. É o bloqueador do vôlei. Se pôr ele pra bater um pênalti... E aí, Albetta, você me manda aqui que o Dino suspendeu a quebra de sigilo da empresária.

E a defesa do Lulinha veio uma brecha. Segundo as informações, que não é minha, que eu vou te colocar aqui, que é do Igor Gadelha, do Portal Metrópolis. O ministro do STF, Flávio Dino, suspende a quebra de sigilo da empresária, que é a Roberta, que foi aprovada pela CPM do INSS na mesma votação e que também foi quebrado o sigilo do Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha. Então, amigão, um fala, um deixa.

Segundo informações, é esta daqui. Pode ler aqui. Não, pode. É uma notícia, caso precise de mais uma. Não, mas é isso aí, né? A parte do Lulinha. A gente vai aguardar se vai falar ou não na CPMI do NSS. A gente estava aguardando ao Colombo, né, Emiliano? Lá no Senado pra passar. Passou, mas bloqueou. Então, fica neste impasse. Ou vai... É, um vai e outro... Sempre é assim. Passa ou repassa ou paga? É o policial bom e o policial ruim. Isso. Good cop e bad cop. Isso.

Um passa a mão na cabeça e outro vem com o cacete. Pode soltar a vinheta que agora chegou o momento do professor. Professor, eu tenho aqui... Uma lição? Não, não é lição. Não é lição. Eu fico vendo as coisas e você é meu ex. Você tá mal.

Você é meu Waze e você é o meu professor e o meu VAR. Eu tenho notícias que eu trago aqui no meu caderninho. Anotou. Anotei na folhinha. Bonito. Papel dobrado. Papel almaço. Você é do tempo do papel almaço? Sim, eu sou do papel almoço. O professor falava, tire o papel almaço, cabeçalho. Parágrafo. Você que é da economia. O Brasil está voando. Saiu o PIB ontem. Se calma. Não.

Eu quero saber o seguinte. Não, não. Calma. Calma que eu vou formular. Eu pergunto a vocês. Você é meu professor. Eu sou um aluno burro. Calma, calma. O Brasil está... A gente ouve muitas notícias que o Brasil está muito bem. Que nunca esteve tão bem. É, não é verdade. Então eu vou perguntar para você. Brasil chega a 8 milhões de CNPJs negativados e 80 milhões de endividados?

O que excede esta informação? CNPJs negativados. Negativados. Vamos ver isso, né? Primeira informação aqui. Record histórico. Parece que isso é de novembro de 2025, é verdade. 8,9 milhões de CNPJs negativados. E 80 milhões de endividados? Ultrapassando 210 bilhões de reais. Agora, os endividados. São 80 milhões de endividados. Vamos ver. Vamos ver.

Préstimo e cheque especial. Maior volume de dívidas no país. A turma está quebrada. O pessoal está devendo... 80 milhões. São mais de 80 milhões de débitos em atraso em 2025. Que coisa, hein? Em 2025. A maior parte... Estamos aqui no nosso ano fiscal. Vamos lá. Inadimplência passa de 60% dos contratos. 60%. Procede? Procede, vamos ver.

O Brasil está em pleno emprego.

Então, depende da... Não, depende não. Não, não é depende. Sim ou não, Biri? É ou não é? Ou não? Joinha? Tempo! Vou dar a chance. Pleno... Não diria. Eu não diria, porque você tem uma desocupação alta. Então, um país em pleno emprego, o governo tem uma meta de contemplar 15 milhões de famílias com gás. Com gás. Como é que um país com pleno emprego, 15 milhões de famílias,

que dá muita gente. É, multiplica por 3, por 4, né, a média família. Milhões, vale gás. Vale gás. É, vai beneficiar 15 milhões de pessoas. Tem uma aqui que eu preciso do VAR. Tem uma aqui que eu preciso muito do VAR, que é essa aqui. Não, tá. Essa aqui, essa é polêmica. Alunos brasileiros vão demorar 260 anos para atingir

leitura dos países ricos. Eu vou repetir. Como é que é? Eu vou repetir. Alunos brasileiros vão demorar 260 anos para atingir índice de leitura de países ricos. Procede esta informação. Confere, isso foi uma informação do Banco Mundial, só que é de 2018. Em matemática, estimativa de 75 anos. 75 anos? Rapidinho. Que beleza, hein?

Estamos bem, porque aqui é a pátria educadora. Que beleza. Agora, vamos lá. PIB, que é a informação. PIB saiu ontem. PIB saiu ontem. PIB, nós tivemos a menor alta em cinco anos. Ponto. É verdade. Ponto. É verdade. É verdade. Calma, aí vem a polêmica. Argentina cresceu o dobro e o Paraguaio triplo. Procede essa informação.

747. A Argentina quase o dobro, 4,4. E o Paraguai, a gente ajudou muito o Paraguai. E o Paraguai, 4,5 a 5,3. O que aconteceu, Emílio? A gente cresceu 2,3. A média global é de 3,2%. Só que economias emergentes, porque a gente é um país emergente, a gente não é rico. Cresceu 4%. Então a gente cresce

Menos que a média global e menos que os países emergentes. Bem menos. Agora tem um outro ponto interessante que a OCDE falou o seguinte. Falou, ó, o Brasil sem reforma estrutural vai crescer isso. Vai crescer de 1,8% a 2%. É isso que dá pra fazer. Ponto também preocupante é que a gente tá... Você tem vários estudos em economia que mostram que quando você faz corte de gastos,

ele tem um efeito muito melhor na economia do que aumento de imposto. Que é o que a gente está feito. O crescimento por gasto público, que é o que a gente faz, é um multiplicador dos menores. E ele é mais grave quando tem uma dívida alta. Então a gente está... Agora, em cima deste PIB. Deste PIB. Brasil. Brasil. Brasil. Voando. Voando.

É o Boeing. Brasil fica fora das 10 economias do mundo. O Brasil perdeu para a Rússia, que está em guerra. É isso mesmo? É melhor às vezes a guerra do que aquela turma. Olha o meu papelzinho. O Brasil caiu para a 11ª maior economia do mundo. Isso foi neste mês. Já não somos mais top 10. Já não estamos mais.

Por causa do carnaval, o carnaval atrapalha um pouco, gente. Ah, temos mais uma aqui agora. Que é o que eu digo sempre. Que é a saída lá pelo Terminal 3. Número de brasileiros que se mandaram pode passar de 5 milhões de brasileiros que picaram a mula. Que emigraram. Já é o maior número já registrado. 5 milhões de brasileiros picaram a mula desta terra tão querida. E voando.

O número de brasileiros vivendo no exterior está próximo ou já ultrapassou a marca de 4,9 a 5 milhões. Esse número representa um recorde histórico da diáspora. Diáspora brasileira, impulsionada por um aumento de mais de 700 mil emigrantes desde 2020, quando era 4,2 milhões. Você acha que essa turma é mais esperta que a gente? Ah, não tem dúvida. Não é grande coisa ser mais esperto que a gente. A gente é muito burro, né?

Não é mesmo. A turma vazou, né, meu? Saiu pesquisa ontem. Acho que o Dani comentou da regiça. Desculpa interromper. Imagina, foi ótimo. Desculpa interromper. Ajuda. É o nosso Boeing. Avião do Brasil. Sexta-feira vem Guilherme Arantes. Sexta-feira Guilherme Arantes, hein? Não percam. Especial, 50 anos de Guilherme Arantes.

O que mais, professor? Saiu a pesquisa presidencial da Real Time Big Data. Foi divulgada ontem, terça-feira. E o Lula está na liderança no primeiro turno, com 39% contra 32% do Flávio Bolsonaro. Está certo. Porém, no segundo turno, está 42% para o Lula contra 41% do Flávio Bolsonaro, que é o empate técnico.

detalhes importantes. 47% dos entrevistados ou não vota num, ou não vota no outro. Ou seja, são inegociáveis. Isso. A desaprovação do governo Lula é 51%. Eu não sei se é dessa pesquisa, mas apenas, mas eles deram nessa pesquisa um foco pro Ratinho Júnior, que tá crescendo e tem 38% dos eleitores no Sul, considerando

considerando votar nele. Não quer dizer que vai votar. Considerando. A pesquisa ouviu 2 mil eleitores e tem uma margem de erro de 2 pontos percentuais. Agora, tem um estudo de ciclos políticos, Emílio. Sempre que tem ciclo político, o que o governo faz em ano de eleição? Gasta. Mas não gasta pouco. Gasta como se não houvesse amanhã. Só que esse governo já tem um histórico de ser muito gastador. Então, talvez tenhamos

recorde agora. Esse gasto vai ser pago por você. Como? Com inflação e com juros futuros. Então, é esse negócio que o Congresso aprova, o Senado aprova e o governo vai lá e distribui, vai ser pago. Isso a gente vê em todo ciclo eleitoral, mas esse ano eu me preocupo mais porque você já tem um estilo gastador. Outra informação interessante, não sei se você viu o que aconteceu com a Open AI lá nos Estados Unidos. A Open AI, que é a dona do Chad GPT, fez um acordo

com o Pentágono. Falou assim, a gente vai ceder os algoritmos, as informações para a inteligência militar americana. E aí? O americano não gosta desse papo de... De ser monitorado. Não, de dados dele ficar com o governo. Ele não gosta. Vai contra o princípio da liberdade americana. O que aconteceu? As desinstalações do chat GPT dispararam 295%. Isso desde sábado.

Por outro lado, o Claude, que é o concorrente do XGPT, olha isso, Vandabi. O Claude, que é da Antrofic, ele está em primeiro lugar dos aplicativos baixados gratuitos da Apple Store americana. Então, o que acontece? O consumidor americano vai por reputação. Você pisou na bola, Emílio, lá, é difícil retomar. E as empresas, às vezes, querem agradar a governo, mas depois elas pagam caro por isso.

Lembrando que os Estados Unidos, o americano médio é muito sensível em relação a Big Tech com o governo. Porque isso lembra muito o Oriente, né? Sim. Quem que tem Big Tech com o governo? Sim. É o Oriente. Lógico. Então eles foram aí, é um caminho perigoso para a OpenAI. Vamos ver quais serão os próximos passos. Muito bem. Dito isso, eu quero saber se você se lembra, meu querido Zuzu,

dor há muito tempo. Sim, opa. É aquela dor no ciático aqui. Puta, pega o ciático. Puta, a dor lombar. Puta, nem me falha. Joelho, eu corro e tal. E desde o final do ano, eu não fico mais sem o meu, sem o seu, Bang Pro. Opa. Tá aqui na minha mão. Muito bom. Depois que eu comecei a usar aqui o Bang Pro, com diclofenaco. Diclofenaco. Esse é o princípio dele. As dores inflamatórias passam muito e você se alivia muito mais rápido.

Isso tem uma explicação. Ele tem uma ação anti-inflamatória quatro em um. Trata a inflamação, alivia a dor, ajuda a reduzir o tempo de recuperação e age direto no local onde dói. É isso, Zuzu. E o Carnaval provou isso, né? Exatamente, provou mesmo. E tem outro ponto importante. Diga, fala lá. O Bem Pro é da EMS, a maior farmacêutica do Brasil. São mais de 60 anos investindo em inovação e tecnologia para...

Para desenvolver medicamentos de qualidade. Então, se você está sofrendo com dor muscular ou nas articulações, não precisa continuar aguentando. Conte com o Bem Pro. Tem este aqui e este aqui. É muito bom, Emílio. É isso aqui. Olha só. Você está aí sofrendo com aquela dor que não dá trégua. Seja nos músculos, nas articulações. Conte com o Bem Pro. A dor para, você continua. Agora, preste atenção.

Para quem é fiel ao nosso programa, eu tenho um desconto de 20%. Eu disse 20%. Não é migalha, não. 20% vale aqui para o gel e para o aerosol. Só usar o cupom agora, BANGPRO20, coloca lá BANGPRO20, na drogaria São Paulo ou nas drogarias Pacheco. Entra no site e coloque esse cupom. Corre porque é só até o final de março, é um desconto limitado às primeiras mil unidades vendidas.

e é só um cupom por CPF. Acesse agora o QR Code e fique livre das dores musculares. Tem o QR Code aí na tela. Opa! Bem pronto. Muito bom. Estava com dor lombar? Eu utilizei. Show de bola. Sensacional. Pode testar que você vai gostar, vai acabar com a dor anti-inflamatório. 4 em 1, Emiliano. Muito bom. É quase instantâneo. Muito legal. Parabéns, MS. Muito bem. Dito isso, solte a vinheta. Então, solte a vinheta, por favor. Programa de hoje.

Muita cultura e sapiência. Um historiador dos bons. Salve família, Pedro Alvares Cabral na voz. Depois de uma semana navegando, avistamos uma ilha da hora ali. Que manja muito do passado da nossa nação e seus heróis. Oh, criador do canal Caravelas. Estou fazendo esse vídeo para comentar sobre os ataques feitos contra o IRA, promovido pelos Estados Unidos.

Marcelo Andrade. O professor tem um dos melhores canais de história que você possa acessar. O cara manja muito e é muito simpático e explica muito bem. Está aqui o professor. Para você no Instagram é o Marcelo Andrade para você conhecer. Tem ponto, né? O Marcelo.Andrade. Para você lá tem todo o caminho para você acompanhar. Eu vejo lá no YouTube e você também participa de alguns podcasts e tal.

E bate um papo. O que nós vamos falar? Você que escolhe. Tema. O professor que vem aqui e dá aula que você quiser. A gente só vai te aplaudir. Você vai colocar na lousa. É, isso aí. O que você quer falar, professor? Inicialmente, obrigado pelo convite. Boa tarde a todos. Boa tarde a nossa audiência. Um prazer estar aqui. Bom, o tema era o Irã, né? Então, vamos embora. Vamos falar do Irã. Um pouco do Irã e do Oriente Médio, né?

Falar um pouco da história, então, do Irã. Não vamos voltar lá no tempo da Pérsia, não.

Caio, regime. Um pouco antes, vamos falar de 1953. Isso que marca um pouco o ódio que o Kumiini tinha dos Estados Unidos por causa do golpe de 19... um deles, né? Do golpe de 1953. Então, estava em ambiente de guerra fria, Estados Unidos e União Soviética de um lado, e lá o Irã, então, resolveu ir contra os interesses americanos, ingleses também, e aí os Estados Unidos, via CIA,

uma revolta lá, chamava a Operação Ajax. E nessa, então, o Shah Reza Palave, ou Shah Reza Palave, até hoje eu não sei a pronúncia na língua deles, ele então acabou, ele já estava no poder, eu não vou entrar em detalhes, porque era um jogo de força do primeiro-ministro e tal. Aí o Shah Reza Palave, então, fez uma aliança com os Estados Unidos muito estreita. E com Israel também. Imagina só, a Savak foi treinada pelo Mossad. Savak era a polícia,

secreta política do Shah Raza Palave. E o Shah Raza Palave, infelizmente, estabeleceu uma ditadura lá. Não era assim um governo liberal ou uma democracia no estilo do Ocidente. Isso de 53? É, a partir de 53. De 53 a 79, o Irã, então, ficou muito aliado aos Estados Unidos e a Israel. Já era Irã, né? Já era Irã. Já era Irã, não era Pérsia. Não, já era chamado de Irã.

a mídia, aparecia em reportagem. Ia para Paris. Era uma coisa de nível primeiro mundo ali. E havia um intercâmbio muito forte, militar. Os Estados Unidos cedia armamentos para o Irã e tal. Só que quando veio o governo do Jimmy Carter, anos 70, Jimmy Carter pressionou para o Chávez Apaleve abrir a economia, mas não politicamente. Ou seja, manter um regime ditatorial e fazer uma abertura

política, das certas liberdades, mas não políticas. Isso aí gerou a chamada Revolução Branca. E aí, da Revolução Branca, começou a surgir protestos. E aí que entra o Comine. O Comine estava no exílio, tinha sido um perseguido político, ele estava na França. E ali, então, no meio desses protestos, protestos se envolveram comunistas, liberais, religiosos, uma gama de pessoas que não queriam mais aquele regime promovido pelo Charras da Palavra.

E aí quando teve a Revolução de 79, inicialmente não se esperava que o Irã ia se tornar uma teocracia em um regime ditatorial como ele é hoje. Eles se aproveitaram, os religiosos se aproveitaram daquele momento e acabaram tomando poder. E o Shah Raza Valera estava doente, né? Essa é uma coisa que acabou atrapalhando ele, estava doente, ele morreu logo depois de câncer. O filho dele estava nos Estados Unidos, e está hoje até ainda nos Estados Unidos. O filho dele quer voltar agora, né?

Então, mas deixa eu perguntar um negócio para você, professor. E pedindo desculpa para a interrupção. Porque é o seguinte, você estava falando da época do Jimmy Carter, que foi o presidente dos Estados Unidos. Ele falou assim, não importa o regime. O que importa é que eu quero comercialmente tirar uma vantagem daí. É mais ou menos o pensamento do Trump. Porque, por exemplo, na Venezuela, ele deixou o regime lá. Ele falou, pode ficar aí à vontade, porque beleza. É mais ou menos. Esse é o pensamento. Esse é o pensamento americano.

Não, acho que eles divergem, sim. O Trump tem um perfil diferente do Carter. O Carter tinha uma outra linha, acho que não é a mesma. O Trump está lembrando alguma coisa do Nixon, com a chamada teoria do louco. Fazer movimentos estranhos, declarações bombásticas, que na realidade não seriam verdade, para tentar ter algum ganho político. O Nixon usou isso lá na guerra do Vietnã, quando ele disse para a União Soviética que ele ia usar armas atômicas

para acabar com a guerra. Era mentira. Então, uns dizem que ele está se inspirando. Blef, né? Blef. Então, eles dizem que o Trump... Não queria estar embaixo lá desse tema. Não queria estar em Teherã com esse blef dele, não. Mas desculpa te interromper. Não, imagina. E aí, então, houve o golpe, a Revolução Islâmica de 1979, lembrando que o Irã é xiita, né? E aí, então, o Elato Al-Khomin surgiu com uma grande força. Ele estabeleceu uma república sui generis, porque manda lá,

No topo, aí atolá. Aí, abaixo, tem os guardiães. Tem a guarda republicana. Tem a guarda do... Que, aliás, é um exército paralelo. Eles têm força aérea junto, marinha e exército. O Irã tem dois exércitos. Um da guarda e outro do exército formal. E essa guarda controla 20% da economia do Irã, no mínimo. Então, ele estabeleceu uma estrutura de manutenção de poder muito bem feita lá.

É negável. A guarda é do Ayatollah. É ligada ao Ayatollah. É tipo uma polícia dele. É uma polícia dele, mas que se transformou numa verdadeira Força Armada paralela. E lá tem o Conselho dos Guardiães, né? Que elegem aquele agora que ficou famoso aí porque bombardearam lá a Assembleia dos Peritos, né? A Assembleia dos Peritos é que elege o futuro Ayatollah. Então tem uma estrutura hierárquica muito bem constituída no Irã. Então, teoricamente, os iranianos votam.

tem o parlamento, tem o presidente. Mas na prática, que manda o Yatollah e os guardiães lá. Com perseguição religiosa, né? Só um ponto, 79. Começa a ter perseguição religiosa. Não tinha até política também, que até o Shah era um ditador, mas não existia isso. Tudo bem, mas pra gente entender agora o momento, por isso não vai ser tão fácil essa entrada no Irã como foi na Venezuela. É outra história.

Porque eles têm muito mais estrutura, muito mais estruturados do que o regime, né? O regime aqui do nosso amigo Madurão. Sem dúvida, não dá para comparar um pouco. Vai demorar essa guerra, professor? Ninguém sabe, essa é a pergunta de um milhão de dólares, ninguém sabe. Se vai demorar muito, qual o resultado dela? Se o regime vai cair, se não vai? Atualmente, pelo menos nas últimas notícias, Israel está apostando que o regime vai cair,

de sempre atacar os líderes como uma forma de ameaça vamos para a negociação que é lógico, falam que não estão negociando, mas nos bastidores sempre estão não existe isso, guerra sem negociação existe a guerra que é divulgada pela mídia e existe um outro todo trabalho por baixo da mesa que a gente não está sabendo o que estão discutindo e tal existe sempre dois níveis em qualquer guerra

Professor, o senhor acha que tem os líderes, que estão lá, que eles têm certeza que aquilo lá é o certo para o povo. Tem o povo, que muitos nasceram já ali naquele regime e acham que aquilo lá é normal. Tem os antigos, que acham que concordam, outros discordam. Você acha que, tirando os líderes da jogada, abaixo deles ali, quem está na linha de frente, quem está lutando ali, pode haver uma...

como eu posso dizer, um recuo e falar assim, não, vamos parar aqui, já derrubou quem manda, eu acho que vamos por outro caminho. Você acha que isso pode acontecer ou não? Ou a turma luta para manter o regime a qualquer custo? Não, pode acontecer, sim. Tem essa guarda, pode ser que alguns dessa guarda sejam mais preocupados com as questões financeiras do que manutenção do regime. Diz que muita gente já não está indo mais para posto de comando porque está com medo de...

Porque, por exemplo, 20% da economia do Irã não é pouco. É quase entre 20% e 30%. Quer dizer, muita gente ganhando muito dinheiro lá na guarda. Alguns podem estar pensando assim, vamos fazer um acordo e manter os negócios. Esse povo aí está muito radical, está acabando com os nossos negócios. Então, acho que os Estados Unidos e Israel esperam que pode, não estou dizendo que vai, que pode acontecer um racho no Irã e ter a ascensão de algum moderado que fale assim, não, então vamos conversar.

E do povo também é uma rebelião? Do povo também se acredita? Do povo parece que a maioria é contra.

Você acha que pode, junto com esses ataques, junto com os Estados Unidos e Israel, o povo também se rebelar e aproveitar esse momento? É isso que está postando o Shah Reza Palé, o filho do Shah lá nos Estados Unidos. Ele, o Donald Trump e o próprio Netanyahu, né? Porque uma das iniciativas que eles tiveram, que foi uma ação do Exército, foi entrar dentro daquele aplicativo de Reza para ter um apoio popular, né? Como é que funciona para você a divisão lá?

Porque a gente fica meio confuso, né? Tem o Zé Atolás, tem a turma da geração Z que é contra o regime.

Então, a maioria está contra o regime. Agora, lógico que pessoas do interior, que são mais tradicionais. Os mais velhos, né? Os mais velhos. Os conservadores. Os da lata. Que, aliás, apoiaram a Revolução de 79. Esses daí podem dar um sustentáculo para o regime. Mas comerciantes, não. Por exemplo, a revolta do final do ano passado, ela foi iniciada como um protesto comercial. Porque os negócios estavam indo muito ruins, por causa da política do

Irã e tal. Então, nós vemos uma classe de comerciantes descontente, nós vemos uma população, a maior parte dela é insatisfeita com o regime. E nós temos aí a cúpula, tem vários, tem vários, é atolado, não é um só, e que estão mandando sobre uma população que está sendo oprimida. O Shah, o Hazapaleve, espera que essa população vai se insurgir contra o regime. Se isso vai ter efeito ou não, não sabemos.

O parlamento europeu vai discursar. Mas esse chá era meio picareta. O pai. O pai era um ditador. Também tinha perseguições políticas. Religioso também. Ele mandou o ato lá comendo para o exílio. Professor, mas não tem problema de virar outro estado islâmico lá? Porque esse é que é o problema também ali, do Oriente Médio. Quando cai um cara muito poderoso, quando cai um cara muito poderoso,

é difícil, né? A população parece que ela gosta disso, né? Do ditador, do grande chefe. É boa pergunta. É que lá o Irã é diferente do Iraque, né? Porque o Iraque, ele é rachado. Uma parte é xiita, uma parte é sunita. O Saddam Hussein foi um ditador sunita contra uma maioria xiita, aliás. E lá foi diferente. A estrutura social do Iraque é diferente do Irã. Alguns analistas dizem que

Não, que não haveria uma guerra civil no Irã que poderia dar margem para uma transição mais pacífica. E você acha que democrática? Aí já é outra história, eu não sei. Eu acho que os Estados Unidos e Israel ficariam contentes com uma ditadura que não fosse hostil a eles. Como, por exemplo, a Arábia Saudita. A Arábia Saudita é uma ditadura. Ela faz negócio com Israel e os Estados Unidos. Os Estados Unidos gostam de colônias. Eles amam uma colônia.

dominados. Eu vou fazer um break. Papo muito bom, hein? Professor, como é que chama o seu canal, professor? É Marcelo Andrade. Não, o canal do YouTube. É Marcelo Andrade. Marcelo Andrade também? Ó, arroba marcelo.andrade nas redes sociais. Tem o canal dele muito bom no YouTube. São aulas espetaculares. O professor ensina muito bem. Arroba o marcelo.andrade. Reginaldo, o break só pra rede de rádio. Albeta. Professor, e o blog

geopolítico ali do Irã? Porque o Irã, ele é ligado, né? Com a Rússia, com a China e até então a Venezuela também. Mas parece que... Qual que é o acordo? Porque então, esse bloco tá deixando o Trump correr solto. Pega o Maduro e agora derruba lá o Ayatollah do Irã. E esse bloco geopolítico? Ou qual foi o acordo que eles fizeram pra deixar o Trump? Falar assim, ó, vai lá, faz o teu jogo aqui. O que foi acertado? É, boa pergunta. Isso daí revela que esse bloco

lá tá muito coeso, não. Tá todo mundo preocupado com seus interesses. Fala assim, e a Rússia tá lá atolada na guerra da Ucrânia, fala não vou me meter no Irã, só vou dar declaração. A China tá com essas disputas comerciais com os Estados Unidos, não vou também me meter muito. Então parece que é muito esse lado. E o que é um dado também interessante de ser comentado é que o Irã faz parte dos BRICS, né? Sim, claro. Então os BRICS são rachados, porque tem um lado que é os companheiros que condenou os ataques

e tem outro lado que não, porque a Arábia Saudita faz parte dos BRICS, os Emirados Árabes fazem parte dos BRICS, a Índia também faz. O Brasil está meio que do lado, condenou os ataques. Então o BRICS está rachado, é outro bloco também que está rachado. Então nós vemos que o Irã está meio sozinho nessa história, ele com ele mesmo. Professor, e nessa questão do Irã, é realmente a questão de tempo.

do jeito que bem entende. E tem essa ideia que a gente não sabe ainda, quem realmente vai liderar ali a nação. Provavelmente ainda vai ter dedo dos Estados Unidos. Você acha que para o Putin ter ali aquela localização, algo dos Estados Unidos ali, o Putin não vai fazer nada? Boa pergunta. Ele vai querer fazer sim. O problema, ele vai poder fazer? Vai ter condições de fazer? Não é mais o tempo da União Soviética. A União Soviética tinha os contatos, tinha KGB, tinha muitos aliados.

uma Rússia enfraquecida, está lá na guerra da Ucrânia, tem problemas econômicos. Uma coisa é querer, outra coisa é poder. Se fosse no tempo da União Soviética, as coisas podiam ser diferentes. Mas é lógico que ele não quer que o Irã vá para a órbita americana. Isso é óbvio que não. E como business, o que interessa o Irã, como a Venezuela, que fala muito do petróleo? Qual é essa relação que a gente fala muito da geopolítica? Mas o que de dinheiro tem nessa jogada, você acha? Bom, um é o petróleo.

porque o Irã é um grande produtor de petróleo. Aliás, tem uns países comprando petróleo do Irã na Surdina, preço com desconto. China compra bastante. China compra bastante, Paquistão, aquela vizinha. Então tem uns que estão ganhando com esse petróleo barato. Mas ali a região é delicada, porque o Estrito de Urmuz passa ali 20% do petróleo mundial. Então tem grandes produtores lá.

o comércio cresce, quer viver com paz, não é interessante manter uma guerra ali no Oriente Médio. E mesmo por turismo, as companhias aéreas agora estão sofrendo. Dubai se tornou um dos maiores hubs do mundo. Tem agora um grupo de brasileiros que não está conseguindo voltar. Imagina o desespero, você está lá em Dubai e quer voltar e não consegue. Deus me livre. Em meio de uma guerra, né? Visitando o prédio mais alto do mundo e de repente começa um monte de explosão do teu lado. É um ano de Copa do Mundo, vale lembrar.

que estamos numa guerra, vai ter a Copa nos Estados Unidos, tem muita gente preocupada com isso. Tem muita gente preocupada com o atental terrorista nos Estados Unidos. Sim, isso aí é ruim para o mundo inteiro. Por quê? Porque agora a gente vai ter muito mais gente investigando as nossas viagens, viagem internacional, agora vamos ficar com medo. Dobra de segurança. Alerta vermelho, aquela fila, aquela coisa, e terminar para o mundo inteiro. É ruim isso, não é, professor? É ruim, porque aí podem falar assim,

bingar com atentado. Exatamente. Onde é que vão ser esses atentados? Estados Unidos, número um, mas Europa também. Londres, Paris, vão ser cidades visadas. Então aí, quem quer viajar com tranquilidade, talvez vá até encontrar certos problemas. Agora, toda guerra é triste, né? Porque tem gente morrendo. Total. Total. Então, tem gente morrendo no Irã, óbvio, Israel, no Líbano. Então, porque o Irã contra-atacou, atacando aliados dos Estados Unidos, né? Então, essa é uma guerra já... Se estende, né?

Já regional, não é local. É uma guerra regional. Envolveu toda a bacia, todo o Golfo Pérsico. Então, mas como é que esses países lá, como é que eles estão reagindo a isso? Porque está todo mundo contra o Irã, né? Porque a justificativa é que ele está atacando a embaixada ou a parte militar dos Estados Unidos dentro do Oriente Médio. Os países árabes. Mas, na verdade, ele está atirando para todo lado, né?

do Irã. Já desde depois do golpe de 79, quando teve a guerra de Irã e Iraque, a Arábia Saudita apoia o Iraque. Então eles já não se bicam e já faz tempo. Eles são inimigos. E aqueles países menores, Kuwait, Emirados Árabes Unidos e tal, eles tendem a ficar aliados da Arábia Saudita. Embora um deles, o Bahrein, parece que tem uma boa quantidade de chiitas lá, mas eles tendem a aliar com quem é vizinho, com quem está do lado deles. A treta ali é chiita e sunita?

Não, eu acho que isso é instrumentalizado, viu? Porque no passado eles não eram inimigos. Eles têm visões diferentes, né? O xiita, eles são... Eles têm uma linhagem de sangue ligada ao Ali Talib, que era o genro do Maomé. Então eles têm uma linha que todos os líderes islâmicos teriam que ser dessa linha aí de sangue. Já os sunitas não. Tipo um Bolsonaro, né? Da família. Não, porque... Não, eu não sei. Acho que é assim.

O Maomé, quando ele morre, quando ele morre, tinha uma parte que acho que é chiita, falou, não, tem que ser a família. Esse é o chiita. E o sunita falou, não, não, nós vamos escolher os próximos. Não, não. Aí a treta... Entre os dois, né? Você vê a família Bolsonaro. Não, acho que não. Não, professor. Você que pode nos explicar isso. Você que é o nosso mestre aqui, professor. Sunita.

Emílio Sunita. Mas é louco isso, né? Porque da descendência que você está falando. Mas quando você citou a Arábia Saudita, que é inimiga do Irã, tinha um atalho do acordo do Abraão, que estava fazendo Israel, troca de tecnologia. E ninguém fala muito aqui no Brasil, mas quem financia, a gente repete muito aqui no programa, professor, quem financiou os grupos terroristas, Hezbollah, todos, toda a guerra que está tendo, foi o Irã. Teve alguma relação disso? Você consegue enxergar? Do quê? Do Arábia Saudita?

Saudita ficar com raiva por causa do Hezbollah. O Irã, na verdade, quando estava tendo o acordo. O Irã, ele financia o Hezbollah. Isso já é histórico. O Hamas. O Hamas. O Hamas. Lembrando que o Hamas é sunita. E financia os roots. Aliás, um grande problema de atrito entre a Arábia Saudita e o Irã é estar lá no Iêmen. Porque os roots dominam a capital lá do Iêmen, que é Sana. E a Arábia Saudita apoia o grupo contra os roots. Então, ele já tem um atrito feio ali no Brasil.

Iêmen, né? Tudo isso acaba azedando a relação entre a Arábia Saudita e o Irã. Agora, o que atrapalhou o acordo de Abraão foi a resposta de Israel na faixa de Gaza, né? Porque tem muito apoio, os palestinos ainda encontram apoio em vários países árabes, né? Então, isso daí suspendeu, não sei como é que está o andamento agora, mas deu uma azedada na relação entre a Arábia e o Israel. Que é um acordo de troca de tecnologia dos países.

de estreitar e tal. Nem todos lá do Golfo são favoráveis a Israel, não. Acho que o Kuwait, até hoje, não tem relação com Israel. Agora, professor, a grande dúvida que a gente tem é, por exemplo, é na arma atômica, né? Porque fala o seguinte, que o Irã, o Irã que financia esses grupos, Hezbollah, os Hutis, o Hamas, esses grupos terroristas, eles financiam esse grupo. Se eles tiverem armamento atômico, que, porra, é um negócio pesado,

podem dar esse armamento para os grupos terroristas? Esses grupos? Aí são duas coisas diferentes. Uma é até a bomba de explosão atômica. Essa daí, o Irã ainda não tem essa tecnologia. Espero que não tenha nunca. Então, por que o senhor não quer que o Irã tenha essa bomba? Se, pô, se Israel tem, se a França tem, se o Paquistão tem, se a Índia tem, né? Por causa da natureza e do regime, né? O que que fala no regime?

O que está lá na Constituição? Ele é agressivo contra Israel, contra os Estados Unidos. É diferente. Por querer a morte de Israel. Se pergunta, por exemplo, o Brasil deveria ter bomba atômica? Deveria ter, né? Como se o Brasil quisesse ser um grande player mundial. Porque as pessoas não dão ideia que vão querer gastar. Vai vir um imposto novo. A gente aluga. É o imposto atômico, o imposto nuclear. A pergunta é, se tivesse uma bomba atômica, o Irã,

coexistência. Isso, exatamente. Ele atacaria a bomba. Tacaria lá em Tel Aviv e acabou Israel. Né? Ponto. É. Mas o senhor acha que é só o problema do regime? Ah, não. Pode falar. Não, vou... Continuando nessa questão. O problema é só a questão do regime. Se fosse outra coisa, se fosse lá atrás, você seria a favor que eles tivessem ou não? Ou ainda assim... Não, eu só favorava que o Brasil tivesse os outros, não. Não, não. Brincadeira.

Brincadeira. Isso é um problema meio insolúvel, né? Por quê? Porque se uns tem direito...

que outros não podem ter. O Enés Carneiro queria. Veja só, por exemplo, em 94, isso aí foi quando desarmou, né? Aquela treta lá que desarmou. Quando caiu o muro. A Ucrânia tinha bomba. A Ucrânia desarmou, acreditou na conversa lá e agora os caras estão se ferrando. Total. Então é complicado essa história. Inclusive eu acho que alguma autoridade americana falou que burrada que a Ucrânia fez.

foi até o Bill Clinton. A África do Sul chegou a ter bomba atômica também. Imagina só. Sério? Sério. Aí teve uma pressão forte dos Estados Unidos, eles desmobilizaram. A África do Sul tinha um projeto paralelo junto com Israel, né? No desenvolvimento de bomba atômica. É que o Irã entrou num acordo pra não ter bomba atômica. Ele assinou o acordo. Aí ele tinha que ter as fiscalizações nas usinas atômicas, como o Brasil, né? Falam que o Obama foi frouxo. Agora, professor, é uma coisa curiosa, né? Porque se a gente for pensar bem,

A gente acreditava que o mundo ia melhorar, né? Que o mundo, depois que acabou a Guerra Fria, que teve toda essa história, a gente acreditava que isso era uma coisa que a gente não ia ver de novo, né? Uma guerra nessa proporção, de ver isso. O ser humano é danado, né? O ser humano é complicado, né, professor? Nunca vai deixar de ter guerra. Nunca vai deixar de ter guerra. A gente às vezes vive um falso otimismo, né?

Falou no final da Guerra Fria, falou, não, agora é um mundo diferente, não vai ter mais guerra, vai ter outro jeito da humanidade se comportar, mas não, doce ilusão, vai continuar tendo. No atual momento tem guerra na África, muito sangrenta, que o povo não olha, a mídia não coloca os holofotes lá, mas o Sudão está em guerra civil, Sudão do Sul está em guerra, a República Democrática do Congo também, o Sahel, que é uma faixa de...

transição do Saara ali, tem vários movimentos ali com um grupo de senhores de guerra lutando. Então nós vemos a África até estar em guerra. Isso aí não se comenta, é uma tragédia. Por que o senhor acha que não é comentado? Talvez porque a gente sempre vê que hoje em dia tudo se politiza e aí essas guerras que o senhor acabou de citar, não tem como politizar pra gente aqui, porque a gente vê os problemas lá no Oriente. Aqui no Ocidente, muita gente quer

tomar partido de coisa que nem sabe o que está falando. Você acha que esse foco que a mídia deixa, grupos aí, deixam de fazer protesto, pintar o rosto, ir na Paulista, batucar, você acha que é porque não consegue politizar essas guerras aí? É, boa pergunta. Eu acho que são duas coisas. Primeira, é uma questão econômica. Lá não tem muito petróleo. Tem petróleo, tem riqueza, mas não no ponto de incomodar o comércio mundial.

E outro ponto, acho que você pegou bem, porque Israel e o mundo árabe entrou nessa polarização direita e esquerda. E na África, talvez, essa visão fique meio diluída, né? É. E aqui a gente defende. Porque no fundo ninguém se importa, na verdade. Ninguém se importa. Quero agradecer, professor. Pô, já? Sim. O papo é muito bom. Falei que o papo ia ser bom. Muito bom. Falei que ia ser bom. Volta amanhã. Só voltar, professor. Muito bom. Agradeço. E o bom, sabe o que é?

O bom é você ter um professor que sabe tudo e um monte de burro. Aí é demais. Pergunta aí. Porque se tem um cara que sabe mais que o professor, é um saco. Não é professor. Imagina. Não faltam perguntas. Aluno burro e professor. Todo mundo entendeu. É isso aí. Em cada pergunta, que ele dá uma respirada, você fala, putz. Vai o jegue. Vou passar aqui o Instagram do professor. Lá tem todo o caminho para você acompanhar. Ele tem um canal muito legal no YouTube.

para você seguir o professor. Professor, muito obrigado pela sua participação aqui no Pânico. Vai lá, Reginaldo, manda um breakzinho. Maravilha. Vamos lá, ao break. Valeu, muito obrigado.

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Marcelo Andrade | Tudo sobre a guerra no Oriente Médio | Castnews Index — Castnews Index