Episódios de Pânico

Rodrigo Bocardi

03 de março de 20262h5min
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SEM TELEPROMPTER E SEM FILTRO! Esta terça (03) é dia de receber o jornalista que cansou de dar "Bom Dia" de madrugada e veio pro digital: Rodrigo Bocardi! Com mais de 30 anos de carreira nas costas, ele vai contar os bastidores da TV, relembrar a época em que morou em Angola e responder aquelas fofocas que a galera quer saber: tinha treta mesmo entre ele e a Gloria Vanique? Ele ainda conta a história bizarra de quando botou uma camisinha no microfone pra cobrir um furacão e arrumou problema com a esposa! É o programa tão informativo quanto a revista de 2004 que você lê na sala de espera do dentista!

Assuntos15
  • Programacao TelevisivaTrajetória na Rede Globo · Saída da emissora · Transição para digital · Bastidores da TV · Jornalismo televisivo
  • BocaTV - Novo Projeto DigitalCanal digital 24 horas · Modelo de negócio inovador · Regionalização (BocaTV Campinas) · WhatsApp para denúncias · Expansão para 60 perfis · Monetização e investimento
  • Tecnologia e InovacaoFuturo do jornalismo · Transformação da mídia · Redes sociais e internet · Credibilidade jornalística · Modelo de negócio em transição
  • Cancelamento Redes SociaisInterpretação distorcida de fala · Lacração e ativismo online · Bolhas de internet · Responsabilidade nas redes · Fact-checking e desinformação
  • Atuação de Lucia na políticaPesquisa de aprovação Lula · Desaprovação do governo · Corrupção e gastos · Teto de gastos · Eleições
  • Relacoes EUA-IraGuerra no Oriente Médio · Duração do conflito · Petróleo e inflação · Tensões geopolíticas · Religião e profecia
  • Preços de Combustíveis e PetróleoAlta de 15% nos preços · Estreito de Hormuz · Impacto na Petrobras · Inflação global · Défasagem de preços
  • Segurança em Franquias de MotosModelo de negócio · Motos para entrega · Lucro líquido · Investimento inicial · Oportunidade para franqueados
  • Cinema e SériesFilme 'Todo Mundo em Pânico' · Comédia no cinema · Streaming vs cinema · Paramount e HBO Max · Audiência de filmes
  • Copa LibertadoresLesão de jogador · Ligamento cruzado rompido · Seleção brasileira · Copa do Mundo
  • Adaptações de Games para TVGod of War na Prime Video · Mitologia grega · Adaptação de séries · Críticas de fãs
  • Relacionamentos FamiliaresEstudo sobre prodígios · Multidisciplinaridade · Aprendizagem não-linear · Perseverança vs talento inato
  • Fusão Paramount-MaxUpIntegração de streamings · 200 milhões de assinantes · Demissões esperadas · Consolidação de plataformas · Conteúdo unificado
  • Infraestrutura e Mobilidade UrbanaCratera na Rua da Consolação · Problemas de mobilidade · Conflito entre NEL e Prefeitura · Transporte público
  • Britney SpearsReaparecimento na mídia · Saúde mental · Tutela e liberdade · Campanha FreeBritney
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Pronto e detectado. Rumor iniciado. Modo pânico ativado. No filme da vida, só filtro e like. O mundo tá sério, quadrado demais. Mas o pânico vem. E ri por trás. Escreve, o humano copia. O algoritmo manda e a galera obedece. Mas calma, respira, dá risada. Confia que o erro é que faz o sucesso.

Muito boa tarde, meus enrabados. Bem enrabadinhos, pelo amor. Como é que vocês são, hein? Tudo bem? Espero que sim. Estamos de volta com mais um desacreditado programa Pânico pelas audaciosas plataformas da Jovem Pan. Bem-vindos ao programa que fala de política, cultura e pickleball.

credibilidade do careca do INSS. Mais impostos, mais impostos chegando na sua lombinha. O brasileiro está cada vez mais lascado. Para falar do poder de compra do povo, vem aí Datena Gordão e professor Enéas Carneiro. Olá, Emílio e imbeciloides desse programa. O poder de compra dos brasileiros está mais baixo que o Nelson Nede. O brasileiro vai à feira livre,

E só leva nabo duro. O povo só come carne quando arranca cutícula no dente. Para andar de carro, o brasileiro só consegue se for preso. O povo só pode viajar se fumar uma tora louca de cannabis. Ou seja, meus caros, o poder de compra do brasileiro está valendo menos que uma fralda utilizada pelo Rogério Morgato. Meu nome é Enéas e o tarifaço vai ser 56%.

O eterno candidato! Me ajuda aí, velho! Me ajuda aí, ô Barba de Varrejau, mano! Brincadeira, meu! Brasileiro tá mais lascado que cachorro gordo na Coreia do Norte! Eu tô errado! Tem gente fazendo crediário pra pagar as bolsas do job! Concorda comigo, Zuzu? O poder de compra do brasileiro tá mais detido que o ex-presidente, hein? Cadê o The Hit, velho? Cadê o Nico? Cadê o Morgado com o meu Crispy Cream?

Caramba, o povo está mais quebrado que o brinquedo que o Milton Duia leva dentro da cueca. Me ajuda aí, pô. Daqui a pouco até meu genrinho vai estar vendendo bolo de pote, hein, Sambinho? É difícil, sogrinho. É isso aí, vai com você, Zurita. Muito obrigado, Natena. Muito obrigado. E agora chegou o momento da agenda. O melhor stand-up comer do Brasil. Vai na sua cidade. No meio o chamam de abominável gordo das banhas. Mas é o nosso morgadinho. É o Rogério Morgado.

Diga lá, Morgadinho. É porque ele é gordinho ou rocumbole. Quem é? Quem é esse rocumbole uma hora dessa, hein? É o gordinho do Brasil. Que alegria, pessoal. Ó, toda quarta-feira, Morgadão aqui em São Paulo. My Fucking Comedy Club, a melhor casa de comédia de São Paulo, o melhor Smash Burger. Tenho certeza que você vai se divertir. Toda quarta tem. Então, ó, você que tá vindo pra São Paulo, você que é de fora, tá vindo pra cá, não tem o que fazer à noite. Trabalhou o dia inteiro, vai curtir o Morgadão.

Morgadão, tá certo? E o site pra você comprar é o clubedoingresso.com, tá certo? Entra, compra o seu ingresso, amanhã já tá quase esgotado, então adquira hoje o seu ingresso, não deixa pra hora não, tá certo? Dia 5 agora, mais conhecido como depois de amanhã, Morgadão em Curitiba, lá no armazém garagem, simpla.com.br, preços populares, você vai curtir o Morgadão aí, vai pagar baratinho o ingresso. Entra lá, simpla.com.br. No dia 7 em Bertioga,

Lions Club, tá chegando a hora aí, ó, o Morgadão em Bertioga pela primeira vez aí no Lions Club, simpla.com.br. No dia 10 é o Praia Hall, Murilo Couto e Gorfino em Morgadão, plug tickets. Dia 12 na Granja Viana, é o clube do ingresso. Dia 20 em Sorocaba, na Black House, Morgadão de volta, sempre esgota, compra já. Simpla.com.br e o mesmo Simpla é pra você comprar no dia 21 em Osasco, no Os Comedy, as vendas abertas, Osasco também sempre esgota. Todo mundo já conhece o Os Comedy Club,

Morgadão, dia 21 de março aí. E vendas abertas hoje pra Rio Claro. Você de Rio Claro, dia 2 de abril, já pode comprar pelo Simpla. Pra contratar é contato arroba rogermorgado.com.br e aí as redes sociais. É o Instagram na tela aí. Rogério Morgado. Me ajuda aí, seu amigo. Boa, boa. E hoje tem evento, olha só. Ah, e sim, hein? Porque hoje é Yoladei e eu estarei lá logo

à tarde, saindo aqui do pânico, vai ser lá no Mado, que é o Pickleball Point, na rua Antônio de Oliveira, 595 Chacra Santo Antônio, Zona Sul, para testar as raquetes novas Pro 5 e jogar com muita alegria. Então por que você está falando aqui? Você pode jogar também. Você pode jogar Pickleball com ele. Ele gosta muito de Pickleball. Você sabe que Pickleball está na moda em Nova York. Nova York é moda.

Os estados que mais crescem. Vocês ficam tirando o sarrinho. Daqui a pouco não tem mais futebol no Brasil. O Trump é um pickleball e uma bomba. Show do Gueré. É isso, Guerés Vitor. Esse sábado lá em São José dos Campos, chegando no Hilários VP, ainda tem ingresso. Entra lá, ticketnamom.com.br, adquire o seu para curtir inutilidade pública, showzinho novo, fazendo uma balança louca em São José dos Campos, nesse sabadão.

E bora lá, Hilários VP é nóis. Isso aí. E segue também, arroba Fábio Goeré. Valeu, Emílio. Muito bem. Nesse momento, muita gente já acompanhando o Pânico pelas redes sociais. Estamos em todas as plataformas, inclusive no TikTok. Vai brincando. No TikTok aqui. Temos aqui, no nosso querido Yutoba, já há muitos anos, presença do Gil Faria, do Max Weber, também da Cristina Faria. Vejam vocês, porque agora é hora de homenagear quem tem coragem

assistir. Exato. Quem entende esta malemolência brazuca? É hora de nossa audiência a majestade. A majestade de hoje vem da aprazível Criciúma. Ela é personal trainer e está elegantemente no shape. E quando não está assistindo ao pânico, está fazendo aulas de violoncelo. Palmas para Vanessa Faria.

É só personal. Sim, Emílio, personal. Ó, personal do Abaí. É muito bem personal, né? Porra, dá pra viver bem. Porra, cobra duzentão. Dá pra comprar umas brusinhas, né? Trezentos pau a hora. Sim. É? É. Para mais, para menos. Trezentos? Trezentos quanto a hora. Vai, multiplica aí, professor. Trezentos a hora, se trabalhar quantas horas? Doze horas por dia. Não, dez. Dez horas. Igual a China. Dez horas é três mil por dia. Três mil por dia. Vezes vinte. Vinte e dois. Não, que vinte.

Se trabalhar todo dia, 90 pau. 90 pau. 90 pau. É isso aí. Parabéns. Vai brincando. Vou virar personal, tá louco. É isso aí. Vai virar assim. Personal de rodízio. E além de personal, o que mais, minha querida? Sou eu. Emílio, eu sou administradora de empresas também, com MBA em marketing. Trabalhei durante muitos anos. Morei aqui em São Paulo, inclusive três anos, né? Mas sou de Santa Catarina. E aí decidi fazer uma...

Transição de carreira, de administração para a educação física. Tive uma academia, morei em Curitiba, me formei lá na educação física. E desde então trabalho com isso, que é o que eu amo. Porque além de trazer qualidade de vida para as pessoas, a gente traz também, às vezes, aquela palavra amiga. Não é só um treino. Eu digo que não é só apenas um treino. É muito mais do que isso. Então, assim, é algo que eu me realizo bastante.

Estou aprendendo. Toca violoncelo. Sim, sim. Casada. Sim, muito bem casada. Casada. É o boizinho, tá ali? O xerife. Boiral. Olha ele aí, ó. Tá aqui ao vivo. Tá bonitão, hein? O braço cruzado. É bonitão. Olha lá, olha lá. É isso aí. É isso aí. Mas assim, ó, eu quero dizer que eu tô muito feliz de estar aqui. Quando vocês abriram essa oportunidade da audiência Majestade, eu acho que eu fui das primeiras a me inscrever.

Porque eu curto vocês realmente desde lá de trás, tá? Desde lá de 2000. Obrigado. A época de outrora, né? Então a turma toda, assim, eu curto muito vocês. Já fui a show do Goiré. Já fui a show do Fuzil. Só falta o Morgado. Vai do Morgadão agora. Sim, vamos do Morgadão. Amanhã tem São Paulo. Mas amanhã tem CDC. Aí a concorrência fica deslealda. O do Morgado é melhor. Morumbã? Morumbã. Morumbi.

se eu não ia no show pra ir no show do ACDC. O ACDC hoje é banda cover, né? Aonde que tem ACDC? Músicos aposentados. O ACDC já foi há muitos anos. É meio cover, né? Lógico que não. E pior que comparando o show do Morgado com o do ACDC, não sei quem morre primeiro, viu, bicho? Muito bem. Então é o seguinte, eu vou passar pra você o e-mail. O e-mail não, a rede social da Vanessa. Tá aqui, ó, pra você. Ela é personal trainer.

aí de... Criciúma. Criciúma. Atendo o Brasil também consultorias. É isso aí. Treinamento online. Vanessa Farias, underline personal trainer. Obrigado, viu, Vanessa? Muito obrigada a vocês. Nossa convidada de honra, nossa audiência, a majestade nesse programa. Muito lindo. Dois meses. Bom, isso aí é um problema seu. Poupa tempo. Organiza. Você tem que organizar as coisas. Você tinha que fazer um sistema melhor. Deixa eu te falar. O que é? Vai brigar?

Calma, sem microfone. Para as pessoas terem paciência. Já, já, já. Para a galerinha ter paciência, porque é muita gente. 200 e meio por dia e... E você cobra. Ele responde o que ele quer. Ele fica mais educado quando o microfone funciona. Sem graça. Sem graça. Mas manda lá que eu leio. Tá bom, gente? Nem lê você sabe, bicho. Mande com foto, você não responde. Então, vamos tirar esse negócio aí. Não. Como assim? Você não vai atender? Para que o cara vai mandar um e-mail? Deixa, porque eu vejo na ordem lá, cara.

É um por dia, pô. Mas se já chegou 200, já fechou o ano. Não, 200 por dia. Então já fechou o ano. Esse ano não adianta mais. Esse ano acabou. Bom, o cara comprou um apartamento e tá reclamando. Eu não entendo por que vocês também vão ficar discutindo uma coisa no ar. Fala no bastidor. Fala aí, mas o cara... Pera aí, pera aí, pera aí, pera, Gordão, pera, senão eu não escuto. É pra avisar os ouvintes que eu vou responder, só que é muito e-mail, então vai demorar, tipo, é dois meses de espera. Ah, se responde um por um? Respondo por um.

Mentira. Mentira por um. Responde. Responde. Responde. Responde um por um. Mentira. Muito atencioso. Ele cobra, né? Não, não. Muito atencioso. Tenha paciência. Ah, entendi. Ele só quer paciência. Tenha paciência. Qualquer hora ele responde. Então, é. Qual é o e-mail para você poder participar aqui do nosso quadro, onde você virá aqui ser homenageado?

Dito isso, vamos falar de filmes? Vamos falar de séries? Porém, eu peço que agora você respeite os homens sensíveis, que são viciados num programa genial chamado Papo de Segunda. É hora... Gostei. É hora do Linhagem Geek com Homem-Aranha com preguiça nas pernas. André Alba. Ele gosta. Linhagem Geek, Linhagem Geek.

Com André Alba

Já? É, já. Você vê como foi rápido. Mas a condenação dele tá... Ele tá cumprindo a pena, né? De quatro anos e dois meses de prisão. E a soltura dele vai ser em breve previsto pra maio, mas daqui a pouco o Pediri vai sair por aí e deve dar entrevistas, né? Deve estar tranquilo. Vai ter festa, viu? É, vai ter festa e vai ter entrevista também. Falando em polêmica aí nisso, dá pra até fazer um link do Pediri, porque os nossos queridos irmãos Wayans, eles fizeram já as branquelas, que tem toda uma paródia até o Pediri.

O trailer do Todo Mundo em Pânico, ele foi ao ar. É um filme de comédia que... Hoje em dia é muito difícil o filme de comédia ir ao cinema. É quase impossível, né? A gente teve o Corra que a Polícia vem aí no ano passado. Eu achei fraco. Você gostou, Borgadão? Você lembra das referências do primeiro? Lembro. Então é bom, hein? Não, eu achei um pouquinho com medo, sabe? E agora parece que o Todo Mundo em Pânico não tá com tanto medo assim. Eles fizeram essa primeira piada aí.

Zuzu, tá? Uma facada na mulher e uma velhinha diz, ó, ele esfaqueou ela. E ela fala, não, não é ela. Tem que usar o meu pronome. E isso já foi o suficiente pra deixar a galera do pronome neutro brava. E isso é uma coisa boa, né? Porque eles ficam defendendo, Morgadão, a turma do amor, que arte é chocar. Só que quando choca a turma deles, eles não gostam. Verdade. Então, e você tem logo na sequência uma piada com os republicanos, né?

que não dá pra entender ainda a construção, porque deve ter algum contexto. Não é no punchline. Ela fala que, como eu sou republicano, supostamente eu tenho que ser racista. E aí ela fala, todo branco é racista. Pode ser uma piada... Se você vê o trailer, ele é bem... Ele começa com a piada de um lado e depois tem a piada pro outro. Se for assim, tá ótimo. É isso que todo mundo defende. Você zoar todo mundo. É liberado brincar com todo mundo. Mas já tem sites boicotando filme,

pra não assistir, que o filme é isso, que o filme é aquilo. Igual você fez com a Barbie, né? Verdade. Cancelou a Barbie. Verdade. A mesma coisa com a Barbie. A gente não esquece. A Barbie e o agente secreto. O agente secreto. Ele não gosta. Ele tá torcendo contra. Claro que eu tô. Mas muito contra. Eu tô torcendo muito a favor. Eu também. Mas vai perder, vai perder. Vai perder pro Timóteo. Não vai adiantar o torcer. Vai perder pro Timóteo.

Vai perder pro Timóteo Chalamino. Ô, menino. Timóteo. Não, não. O filme do Wagner, a gente torce contra.

É ruim. Não tô contra, mas é ruim. Não, o filme é chato. Chato. Sim. É isso que é o filme. Chato. O filme é chato. Tentou ser um filme... Demorado. Vocês assistiram ou não? Vocês viram? Não, obrigado. Ninguém tá indo no cinema. Não, não. Você sabe que a semana passa foi a pior semana da história do cinema no Brasil. Parabéns, Alba. Parabéns, cinema. Olha o que você fez. Olha o que você fez, Alba. Você fica dando dica de streaming aqui. É culpa do Alba. Pior série de filmes.

Foi fevereiro agora. Então, mas vive um drama. Ninguém vai mais, né? Muita plataforma, né, bichão? É, você tem muita plataforma, muito conteúdo, e o cinema acabou perdendo espaço. Não é isso também, não é só isso, não. Tá caro pra caramba, bichão. É, você, Zuzu, por exemplo, é o belo de um papai da Panflix. Pra você ir no cinema, levar seus dois filhos, porque acho que a atual, eu sei, mas é que a atual é muito pequenininha. E a mulher?

Vai deixar ela sozinha. Não, tem babá, não gosta dos babás do Zuzu. A babá vai. Não, tem babá, vai levar as quatro. A babá não pode.

Você vai com quatro pessoas no cinema. Você vai gastar 200, 300 conto. É, a pipoca grande. Não é brincadeira, não. Sim. É isso aí. É 250 pá o cinema. Mas você vai no... Quer aquele shopping lá? Você quer que eu vá um 8 mil ingresso. Cidade Jardim. Pipoca trufada, cadeira deita. Você quer que eu vá onde? Esse shopping que ele vai... No Kinoplex. Esse shopping você não pode entrar a pé. Não. Não pode. É proibido entrar a pé. Você entra a pé. Você entra a pé ou o segurança te derruba. Não, não tem entrada.

A turma do metrô Santa Cruz. Vocês vão em cinema de pobre. Eu vou no Raposo Shopping. Raposo Shopping. Raposão. Eu vou no Raposão. Mas a gente espera aí que, voltando ao tema, espera que tenha um filme bom de comédia pra assistir. E eu acho que vai dar uma boa bilheteria. Eu acho que vai ser legal. O cinema hoje, Emílio, é mais curiosidade com nostalgia com um grande título. Como Todo Mundo em Pânico é um grande título, que começou ali

anos 2000, algumas pessoas vão... Pô, tô com saudade de ver um filme de comédia. Então talvez esse filme seja uma boa bilheteria. Isso aí é um filme pra saudosistas. Também, perfeito. As pessoas que estão vendo esses filmes, Hora da Corrida lá, Veloz e Furiosa. Sim, isso aí mesmo. Superman. Até o Pânico mesmo. Esse filme é pra saudosista. Então você que é saudosista, que gosta da música antiga, vamos relembrar agora aquele momento em

La Barca. Disco. Põe uma música velha aí, ô Reginaldinho. La Barca. Não, não, não. Uma lenta, pô. Isso é muito rápido. DJ. Não, não. Pera lá. Deixa o Reginaldo. DJ. Põe aí, Reginaldo. Uma coisa bem... Ó. Vai estar aqui. Guilherme Arantes. Vai estar aqui. Sexta-feira. Vai trazer o piano. É, vai trazer. Vai trazer o piano. Ah, que maravilha.

Maravilhoso. Sexta-feira o Guilherme Arantes aqui. Mãe, manda meu vinil para o Correio da Sexta-feira. Ele fez o show da viada lá em Santos, Emílio. Ele está fazendo 50 anos. Ele está fazendo 50 anos de carreira. Ele vem aqui e vai estar fazendo apresentações. Mas o que mais, meu amigo? É o seguinte. Ah, sim. Isso aí é o clássico. Isso aqui é o... Cidade. Cidade. Cidade, idade 10. Vamos relembrar o momento da Rádio Cidade.

96.9. A tradução do dia. Aí pra você matar a saudade. Esse é o filme do... Alphaville. Alphaville. Forever Young. Forever Young. Inclusive é trilha do... Do Martin Supreme. O Martin Supreme tem a trilha mais aleatória do mundo. Que não combina com a época que ele tá. É meio... Não tem nada a ver com o filme. Não tem nada a ver com nada. Mais aleatória do mundo. Aquela trilha. Eu falei... Mas por que que o cara fez essa trilha?

Mas mesmo assim o filme é bom. E a borrachinha. A borrachinha. Vamos, vamos, segue.

Milhão, a HBO Max e a Paramount, os streamings vão ser unificados, né? Teve essa notícia porque a Paramount já está tudo certo, né? A Paramount vai adquirir todos os títulos da Warner e vai ter uma integração, integração que deve ocorrer após a aquisição ser consolidada. Eles não entraram ainda em relação ao preço, né, Sam? Mas com certeza deve ter uma mudança aí que a Paramount vai ficar muito mais robusta

bastante com essa aquisição. Então, eu acho que quando a aquisição for efetivada, a gente vai ter mais informações. Mas, por exemplo, a HBO Max, Zuzu, que pertence ali à Warner, tem futebol. Tem alguns jogos de futebol. Então, aí a Paramount vai passar e vai ter uma mudança boa. Vai ter uma mudança boa. Tem UFC, tem NFL. E as duas juntas ultrapassam

milhões de assinantes no mundo. Ainda é muito menos que a Netflix. Tem 325. E o pessoal tá com medo. Medo de demissão. Porque você vai ter, obviamente, sobreposição de alguns cargos. E a turma dos funcionários tá com medo. A turma de fora dos cinemas tá feliz. Porque fala assim, ah, eles vão continuar produzindo cinema. Mas os funcionários estão achando que pode ter demissão. Eles têm muita dívida também, né? Eles têm muita dívida.

uma fusão horizontal, né? Eles estão, na verdade, eles fazem a mesma coisa. Com a Netflix seria uma fusão já vertical. De documentário não tem pra ninguém com a HBO Max, com todo respeito. Eu adoro a HBO Max. Porra, meu. Qual documentário? Pega qualquer documentário que se for. Ó, vou falar um do Robin Williams, fantástico, todos os documentários. Pega, tem de... Pô, tem vários. Agora eu vou recordar. Não, mas documentário eles fazem bem. HBO Max, o resto não. Tem séries lá com a Nicole.

Kidman também, né? A plataforma é muito boa. HBO é boa. É boa. Quer uma série boa? Diga. Manda bala. Vocês gostaram de Yellowstone? Gostei. Porra? Tem uma, agora tem uma, saiu agora da Paramount. Paramount, Paramount. Paramount normal aqui. Sim. Tem uns Paramount aí. Que tem dentro do... Da Prime. Da Prime. Dentro da Prime tem um Paramount lá. Custa, sei lá, 30 conto, 40 conto. Esse valor aí, caro pra cacete.

Estreou, estreou, chama-se Marshalls. Marshalls. Um spin-off do Yellowstone. Sério? Tem dois episódios. Quem gosta de Yellowstone, tá aí. É o mesmo criador lá. Aquele cara, ele... Quanto foi o contrato dele? Foi quanto? Foi bi. Foi bi. Ah, o roteirista, né? É, o roteirista. O roteirista. O roteirista. Testosterona. Taylor Schrader. É, ele mesmo. A gente chegou a falar aqui mesmo. Foi bi. Foi bi o contrato do cara. Bilhão. Roteirista. É, roteirista. É, roteirista. Do Yellowstone que vendeu.

Ele é o criador, o cara que criou. Tem essa Landman e tem essa... E é aquela... São séries para machos. Testosterona. Testosterona alta. Testosterona bem alta. Emílio, posso dar um Breaking News aqui? Põe na tela aí, velho. Breaking News, põe na tela aí. Muito urgente. André Alba trazendo informações aí. De última hora. Diga lá, André Alba. O Rodrigo, jogador da seleção, rompeu o LCA e está fora da Copa. Rodrigo. Rodrigo.

Rompeu o ligamento LCA e está fora da Copa. As informações estão passando. Bernardo acabou de passar para mim, acabei de confirmar. Rompeu o ligamento cruzado do joelho e está fora, infelizmente, da Copa do Mundo. Ou seja, a camisa dessa está vaga. Exato, ali no meio campo. Não vai ter Copa. Infelizmente, o Rodrigo não estará na Copa. Porra. Sempre acontece, né? A Ana de Copa sempre tem algum jogador muito bom que acaba rompendo o ligamento,

ficando fora, mas infelizmente. Infelizmente. Muito bem. Joga muito bem. Outra polêmica que teve, Emílio, foi da série, o Delare deve gostar muito, dos jogos God of War. Eles fazem muito sucesso, né? E vai ter uma adaptação ali da Prime Video, do jogo, e já tem até uma primeira foto, é um jogo muito famoso ali, envolvendo mitologia grega. O pessoal que gosta dos games. É uma série sobre o videogame. É, a série que vai adaptar aí, ó.

Tem essa primeira foto aí, já oficial. O pessoal tá falando que o Kratos tá muito gordo, né?

Mas isso aí é internet. Isso aí é internet. Isso aí é internet. Qual o problema? A discussão eterna. Olha, ele está muito gordo. Ai, dormi. Tem que adaptar o jogo direito. Mas agora eu posso fazer cosplay. Diga. É mitologia nórdica. Ah, é mitologia nórdica. É que tem alguns elementos, né? Poseidon aparece rádio. É que eu não joguei o jogo, enfim. Mas vai ter essa adaptação. Posso fazer cosplay agora dele. E já tem essa primeira foto.

A última notícia é que Zuzu, a Britney Spears apareceu novamente. De novo. Teve aquele rolo, né? Inclusive tinham até falado, né? Que ela ia fazer o show em Copacabana. E aí a produção dela chegou a desmentir. Ela apareceu novamente fazendo os vídeos. E aí levanta ela. Aí levanta toda... Tá bem judiada. Teve toda aquela briga, né? Que os fãs dela falaram que o pai dela mantinha ela em cárcere privado. Free Britney.

E tinha uma campanha do Free Britney para deixar ela sozinha com os próprios negócios. E parece que está cada vez pior. Ela sempre aparece aí nos tabloides, fazendo essas aparições meio bizarras. Enfim, é mais uma aparição aí que eles chamam de, não é rainha, é princesa do pop em um estado bem ruim. Princesa do Capes. Muito bem. Foi? Fechou? Fechou a tampa. Então, agora vamos a ele.

meu querido break. Então, vou fazer um break do Reginaldo. Na sequência, a gente volta. Hoje, presença ilustre aqui no programa Pânico. Teremos ele diretamente da Rede Globo de televisão, Rodrigo Boccardi. Boccardi! Que isso, Boccardi? Agora eu vou para o break na nossa rede de rádio. Fique ligado aqui na programação da Jovem Pan e eu vou chamar o herói do Brasil diretamente das ruas de São Paulo. Onde é que você está, meu querido Fufu?

Estamos naquele jardim, naquela praça que foi construída muito bonita em frente à Fiesp aqui, perto do metrô Trianon Masp. E com essa bela imagem, Emílio, eu vou lançar a pauta de hoje. Porque é o seguinte, ontem o Nicolas esteve no programa. Aliás, um grande abraço ao Nicolas. E, politicamente falando, os dois lados na internet colocam verdades e mentiras.

expõe alguns pontos de vista, ponto de vista contrário, ponto de vista a favor. A rede social, a internet está infestada, digamos assim, desses ataques e também dessas opiniões. E em cima de tudo isso, a gente quer saber dos transeões o seguinte, você acha que o voto de alguém pode ser mudado? Você acha que post, manifestação, assuntos da internet podem mudar?

de alguém, a opinião da pessoa, vou voltar nesse. Ah, não, o Nícolas falou tal coisa, vou voltar em outro. Ah, não, o Morgado falou tal coisa, vou voltar em outro candidato. A gente quer saber, Emiliano, se o voto pode ser mudado por algum motivo da internet. Boa pergunta. É isso aí, Fuzil. Então, o Fuzil está hoje de testas franzidas com a população. Sisudo. Sisudo? Por que está sisudo, Fufu? Está bravo. Isso é o Botox.

Parece um... Jim Carrey. Não. É o Jim Carrey brasileiro. Fala, Fufu. É. Eu não tô... Eu não tô se sudo não, Emiliano. É que eu tô meio anestesiado, que eu fiz um procedimento hoje pela manhã. E aí eu marquei no horário onde eu pudesse trabalhar, porque jamais vou faltar ao trabalho. Isso aí. Por qualquer motivo que seja de saúde, porque eu amo estar aqui. Então eu ainda tô meio anestesiado, tô meio abobado. Tô quase um sami, tá ligado? Mas você fez o negócio de... Como é que chama?

Harmonização facial, é isso? Não, não, não. Martelinho de olho. Não, não, nada a ver, não. Algumas coisas na axila, foi. Na axila? De saúde, não tem a ver com estético, não. Ah! O que você fez? Curioso. Passou desodorando. Não, retirada de verrugas, coisa normal. Olha, que simpatia. Verrugueiro. Mas por que? Vai ficar mais lindo? Agora você está trabalhando o peitoral?

O rosto já ficou lindo. Eu tô abrindo espaço aqui e tal, porque eu tô fazendo alguns testes, porque a gente vai ver se coloca algum silicone no abdômen, no peitoral, pra dar uma definida. Era só coisa de saúde mesmo. Eu fiquei sabendo que você foi com os acionistas e agora você está exigindo um camarim. Sério? Verdade. Camarim? É.

verdade? Ou só é um comentário dos corredores aqui da Jovem Pan? Não, é que assim, Emílio, eu fui na sala de reunião e, por exemplo, hoje eu fui lá. Aí eu não tinha onde sentar, porque tava muito cheio o

onde vocês fazem a reunião. Aí eu falo assim, pô, isso aqui já tá muito cheio, a gente precisa abrir uma nova sala. Mas só que a injustiça é o seguinte, não pedir só pra mim, pedir pra mim, pro Samy e pro Morgado, em nome dos três. Ah, então tá. Não, não, não fala a mim não, eu tô... Muito bem, Fufu, eu achei que isso era só uma conversa, mas tudo bem, sua reivindicação eles vão atender. Valeu, Fufu, aí está o nosso herói do Brasil com essa simpatia

São Paulo perguntando para o povo. Você mudaria seu voto? Sim ou não? É importante você mudar o seu voto. É difícil, hein? Você acha que não? É difícil. Você acha que tem que ser igual ao amor? Sério? Mas se o candidato for mal, você muda. Exato, tem que mudar. A democracia serve para isso. Pode se arrepender? Os discursos mudam, então o voto tem que mudar. O lado talvez não. Bom, vamos ver o que a população acha. Se vai mudar o voto ou não. O político quer que você fique com ele.

Até ele morrer. Eternamente. Estamos de volta aqui na programação da Jovem Pan para todo o Brasil. Esse é o programa Pânico. E hoje teremos uma presença especial nesse programa. É isso, meu querido Zuzi. É isso aí, Emiliano, jornalista de credibilidade e relevância. O nome dele é Rodrigo Boccardi. Boccardi? Que isso, Boccardi? Boccardi, um dos maiores nomes da rede Globo e televisão. Hoje ele vai falar sobre o futuro do jornalismo.

Jornalismo brasileiro. Jornalista. E me parece que ele tem uma empreitada solo. Ou seja, será que a Rede Globo é esse império todo? Ou você pode montar a sua grade de jornalismo? Hoje o Boccardi vai dar uma aula pra vocês. Jornalista. Mas só lembrando que o Boccardi não faz mais parte da Rede Globo. Exato. Ele saiu da Rede Globo Televisão. Houve muitos anos. Houve muitos anos. Teve aquela história lá um pouco polêmica que a gente pode abordar com ele. Por que ele saiu da Globo? Ele pode explicar.

ele vai, através da plataforma, acredito que no YouTube, ele vai gerar conteúdo de jornalismo com Bocard News. Boca TV. Boca TV. Boca TV. Boca louca. Competente ele é, credibilidade ele tem. E eu vou te falar uma coisa, sou muito fã do trabalho do Bocard, mesmo porque ele tem uma malemolência no jornalismo. Malemolência? Malemolência. Ele é um cara que joga solto. Não é, Samy? Já trabalhou com o Bocard, né? Não, não trabalhei diretamente, mas eu acompanhava o trabalho dele.

Ele acompanha, é um grande jornalista. Conhece tudo, sabe fazer reportagem em Rádio News, sabe fazer furos de reportagem. Trabalhou, acho que foi correspondente também nos Estados Unidos. A gente vai perguntar para ele. Ele é muito competente. Boccardi aqui na programação da Jovem Pan daqui a pouquinho para vocês. Então, dito isso, vamos ao nosso jornal. Começa agora. Pode soltar a vinheta, porque aqui temos também...

Só para trazer aqui uma informação, ontem teve a reportagem do Fuzil, que ele teve até uma certa dificuldade para apurar o que aconteceu, com aquele buraco na Consolação para quem reside em São Paulo, e existe uma treta. Ricardo Nunes e Enel, Emílio. O prefeito Ricardo Nunes cobrou a Enel após aquela explosão que a gente mostrou aqui, daquela cratera na Rua da Consolação, que foi no centro da cidade. Isso daí ocorreu na noite de domingo, né?

Deus não causou nenhuma vítima, mas, quando a gente fala de mobilidade, afetou 25 linhas de ônibus. E a Enel disse o seguinte. O prefeito falou, Enel, resolve o BO, Albetá. Porém, a Enel disse que não há transformadores na área e detectou a presença de gás. Então, olha a treta. O prefeito cobrou a Enel. A Enel cobrou a Congás. E fez um trabalho em conjunto para resolver a situação. Já está resolvido. Quem reside em São Paulo,

Pode ir para a rua da Consolação, descer à vontade e pegar o seu ônibus também. Mas é um colocando... Toca, toca, toca errado. Ninguém assume o BO. É o que acontece muito na cidade de São Paulo. Se a gente for falar de segurança pública, tem outras tretas para a gente resolver com o prefeito. Tem o IPTU também que não está barato, meu querido prefeito. Está barato. Mas essa situação, ele deu a culpa no Enel. E a Enel já vive uma treta muito forte com a prefeitura e o governo de São Paulo. Correto? É um empurrando para o outro. É assim.

Essa é a qualidade do brasileiro. É o tic-tac. Delari, a gente nunca assume o BO. A gente coloca a culpa em alguém e esse daí que resolva a situação. Escola Delari de... Administração. De Miguel. Bom, vamos falar do assunto do momento? A gente está no momento de guerra. Guerra. A gente está falando do Irã. Vocês devem ter acompanhado. A gente fez uma compilação junto com o Bernardo. Samidana, Donald Trump afirmou,

da feira, né, e afirmou hoje também que essa guerra não vai ser curta. Pelo menos nós temos aí cinco semanas de guerra, de quatro a cinco semanas contra o Irã, lembrando que é Israel e Estados Unidos contra o Irã, e aí a questão que nos move nesse momento é se vai estender esse conflito para outros países. E aí vem a maior treta desse momento, Emílio, porque a gente sabe, só pra gente fazer, a gente tem memória curta, principalmente do nosso governo,

a Glaze Hoffman, teve gente que condenou a morte do Ayatollah desde 1979, esse regime teocrático, que a gente sabe o que acontece com as mulheres, aliás, convoco as feministas para estudarem um pouco mais sobre a situação do Irã. E a gente agora está neste impasse, Albetá, porque esta guerra vai se estender. O Sami acho que vai abordar na economia o que vai acontecer com o petróleo, se a gasolina sobe ou não, porque no final a gente quer saber

Tem algum reflexo. Será que sobe? Para quem tem mais Deus no comando e fé, você sabe que muitas pessoas estão ligando agora a parte da religião com esta guerra. Estamos no momento de Purim, que é a festa onde o rei... Ramadã. E Ramadã também. O Purim, mas só para dar uma contextualizada, o Purim foi um rei Arashverosh, que era da Pérsia, que queria condenar a morte de todos os judeus. Essa é a parte judaica, o Betá.

Nessa festa, Púrim significa sorteio. Nesse sorteio, a mulher do rei conseguiu se livrar dessa história e acaba matando o rei da Pérsia. Fazendo agora um paralelo com o Irã, estamos para a terceira guerra mundial. Alguns acreditam na volta do Messias. Vocês já ouviram sobre essa relação religiosa com os tempos atuais? Vou voltar aí. Não sei, mas esse é o momento. Final dos tempos? Final dos tempos. Não sei se é uma terceira guerra mundial.

Mas a Europa tá se movendo pra isso. E aí a gente tá mostrando agora, né? Se você olhar os livros sagrados, é isso mesmo. Não é? Tá na Bíblia. Pode ir lá em Esther, que você vai ver essa história que eu contei aqui. Se você... Estamos aí no final dos tempos. A Lua Vermelha, tem outros que falam. Mas tem aquele que vai pacificar, né? Teria aquele personagem que vai ser... Que vai pacificar todos os lados.

Aí vem o Messias, né? Que é o Salvador. Acreditando nisso, o mundo já tinha acabado em 1998. Agora, muita gente comemorando, né? Os Estados Unidos. Os iranianos, as comunidades iranianas nos Estados Unidos comemorando bastante. E lá também, em Israel também. Em Israel, foram lá agradecer o Netanyahu. Sim, Netanyahu, né? Em algumas embaixadas pelo mundo, né? Tem uma divisão, obviamente, né? De um país teocrático, né? Se a gente bater um papo nos bastidores, você explicando da relação dos chiitas,

dos sunitas, é uma divisão também tem dentro do Irã quem apoia o regime e tem muita gente que gostaria que acabasse com esse regime que a gente sabe o país você também gostaria dessa situação a gente separou imagens curiosas você viu que se estendeu Sam, você esteve em Dubai recentemente Dubai teve um drone em Abu Dhabi aí tem no Kuwait, vocês viram o piloto que caiu lá do do avião, tem umas imagens aqui, sempre chama muita atenção

São duas imagens, uma de um resgate, me parece, com um piloto que caiu, ele saiu do próprio avião, quando você aciona. E esse, no caso, estão salvando o piloto, está tendo até uma relação mais amistosa. Na outra, o cara quase saiu, injetou, porque a guerra se estende também no Oriente Médio.

bater no soldado americano. E aí você vai vendo as imagens em todos os lugares. Em Dubai, Sami, que você esteve recente, aquele hotel muito chique, como é que chama? Burj Khalifa, que é o maior prédio do mundo. Lá teve uma explosão de um drone, até pegou fogo e por aí vai. Estão falando que tem muita gente que está saindo desses países. Não, os voos estão cancelados. É o Burj Al-Arabi, não é o Burj Khalifa que foi atingido. Foi o hotel.

não o prédio maior. Então, boa correção aí, Morgado. E também toda a região, né? Eu acho que Catar teve ataque, eu acho que a Arábia Saudita, porque a lógica do Iraque, no mapa, não sei se vocês já viram, o Iraque é grande, né? Sim. É assim, todos que tem... Todos que tem... Que fica do lado. Todos que tem base americana são alvos. Mas o poderio americano não dá pra comparar. Não tem, sim. Mas por que eles estão... Um porta-avião já é.

O problema é o tempo que o Trump vai aguentar essa guerra, porque ele pode ficar três meses lá sem pedir para o Congresso. E se começar a morrer soldado, ter inflação, piorar a economia, ele já é meio dividido no americano. Depende de como é que o americano vai aceitar essa guerra. Isso. Lembrando que é a questão da parte nuclear do Irã, aquela história que eles voltaram a operar por lá. Aí se estende para a Europa também.

a Europa precisava gastar com arma. Não sei se vocês viram um vídeo muito impactante do Emmanuel Macron. Você viu? Põe na tela aí, meu querido Bernadão. Aí essa imagem aí, você vê, a gente recorda o momento de guerras que a gente teve na Europa. É a imagem que o Emmanuel Macron afirmou que o país ampliará o número de ogivas nucleares e aprofundará a cooperação com oito países europeus para reforçar a proteção do continente. Vale lembrar que aquela história antiga

O Donald Trump cobrou a Europa também, né? De se fortalecer, de se proteger. Sim, lógico. E ficar menos dependente da Rússia. Menos dependente da Rússia e também da parte migratória, que é uma crise por lá. Recebeu muita gente e agora você vê o Macron cantando o hino numa situação que também mostra que precisa ter uma defesa de guerra nesse momento do mundo. Para finalizar todas as informações, recente agora, a gente tem que recordar, né, Emílio?

os grupos terroristas, tanto o Hamas, quanto o Hezbollah. Sim, o Hezbollah, os Hutis lá. O Hezbollah, pra quem não sabe, a gente tem uma comunidade imensa, né, de libaneses aqui no Brasil, que fica no Líbano. Agora, Israel tá fazendo uma ação terrestre no Líbano. E tem muita gente saindo do Líbano pela situação de guerra, que é muito caótica. E você pode acompanhar também na programação da Jovem Pan. Bom, foi bem, hein? Foi bem? Só uma resumidinha pra vocês. Mais uma? Mais uma?

Maisuba? Maisuba? Maisuba? Maisuba? Maisuba? Maisuba? Eu queria maisuba, cadê? Maisuba? Maisuba, não. Maisuba, não. Maisuba. Maisuba. Como é que está o dólar, professor Samidana? É importante o dólar nesse momento. O dólar subiu, hein? Lógico, guerra. O dólar sobe quase 3% nessa manhã, R$ 2,92. E está R$ 5,32. Uma forte alta por conta justamente das tensões.

geopolíticas. É isso aí. O Celso Amorim, que é sempre muito infeliz nas declarações, ele representa o nosso país, alertou sobre a necessidade do Brasil se preparar para o pior no conflito entre o Irã. Só para lembrar das manifestações do governo brasileiro, muitas vezes muito antissemita, inclusive, eles condenaram a morte do líder iraniano, o Khamenei, que foi abatido pelo exército israelense e americano,

E agora ele está falando que vai ter uma tensão. O Brasil me assusta muito quando ele vai declarar, porque um dos abatidos... Está sempre do lado errado. Os companheiros. É a nossa turma. Você sabe quem a gente já recebeu aqui? O Ahmadinejad, que também foi abatido. Se eu não me engano, a Dilma recebeu ele. Se fizesse um protesto na época dele, do Ahmadinejad, você com certeza não estaria vivo. E de novo, eu fico muito assustado.

Eu convoco agora as flotilhas, a turma da USP, a galera que levantou a bandeira lá do Hamas,

inclusive do Irã, para pelo menos se manifestar nesse momento, né, Obeta? De guerra. Feijoada do Hamas. Como você falou, o mundo, muitas embaixadas, tem gente agradecendo essa operação norte-americana, porque lá é uma teocracia, uma ditadura onde as pessoas não podem se manifestar. É uma guerra, é uma situação horrorosa, mas o Brasil sempre vai muito mal quando tenta levantar alguma bandeira, e a bandeira a gente sabe para que lado que é. Não é isso? É isso aí. Celso Amorim.

Um abraço. Sempre do lado certo. Sempre do lado certo da história. Da história. É uma turma boa. Nossa turma, é nosso bloco. Glaze Hoffman, essa turma que condena, gosta de postar muito em rede social. E não usam o termo de terrorismo, não usam o termo de ditador. Trata como se fosse um líder democrático. É companheiro. Mas depende, a democracia, você sabe como é que ela é. Relativa, em alguns lugares. É, claro. Uma democracia esquisitíssima. Vamos, vamos. Uma notícia boa.

chegou aqui, ó. Ó, tá com a camiseta agora, tá impossível. Estamos recebendo aqui o Felipe, o Felipe é o fundador aí, fundador, o cara que bolou a Loca agora. E é um prazer receber ele de novo aqui, tá sempre aqui com a gente, já esteve outras vezes, e ele tá trazendo uma oportunidade pra você quiser entrar num negócio diferente, não é isso? É o que? Aluguel de motos. Certo. Ele tem a Loca agora, que é essa empresa, ele aluga motos, você vai entrar, ele vai explicar pra você direitinho, porque ele

Ele começou trabalhando com esse negócio de motos e montou essa empresa e hoje é um sucesso em todo o Brasil. É isso, né, Felipe? Boa tarde, Emílio. Boa tarde, Zucco. Exatamente isso. Hoje a Locke agora, ela começou com uma moto e hoje nós já temos 20 mil motos alugadas pelo Brasil, que são distribuídas em 43 galpões. Hoje somos a maior rede de franquias de aluguel de motos e hoje o nosso grande diferencial é que o nosso investidor, você que está assistindo, você não precisa fazer uma loja ou contratar funcionários.

Você basicamente compra a sua frota de motos e eu vou alugar para você. O que, na verdade, a pessoa quer entrando no negócio assim é um rendimento. Exatamente. A gente quer um rendimento, quer uma grana lá no final do mês. Quanto é que dá isso aí? Uma moto, por exemplo, dá quanto de retorno? Esse é o maior diferencial. Eu comecei fazendo essa comparação. Minha mãe, ela tinha uma casa alugada que custava 250 mil. Ela sempre alugou essa casa por mil reais.

que vai custar 21 mil reais, eu consigo ter mil reais de lucro líquido. Hoje, por exemplo, 10 motos, que vai ser dos 200 mil, por exemplo, o cara vai ter 10 mil reais de lucro líquido. Se você colocar 200 mil no banco, hoje dá 1.800, 1.700. No aluguel de motos, 10 motinhas já vai dar ali 10 mil reais de lucro líquido. Isso porque o mercado está carente de motos. Esse sistema de entrega está precisando de muita gente. Então, o custo é maior. Tudo isso tem um motivo.

para a rentabilidade ser tão alta. Primeiro, são 1 milhão e 600 mil entregadores no Brasil. O Brasil precisa, na verdade, de 4 milhões de entregadores. E hoje os grandes bancos não financiam motos. Eles não trabalham com esse produto. Então, o que acontece? O cara da classe D e da classe E, que ele está negativado, ele não consegue financiar essa moto. Então, os meus franqueados, eles compram essa moto e alugam para esse público.

Por isso que a rentabilidade é um pouco mais alta. Tá, mas e o trabalho no meio? Trabalhista, encheção de saco?

A moto, bucha. As buchas. Porque não tem coisa pior do que ter funcionário na vida. Samidana fala isso. Não existe coisa pior do que funcionário na minha... E isso aí? Como é que funciona para quem for entrar no negócio? A gente identificou isso quando a gente chegou a 50 franquias. A gente tinha lojas menores e a gente conseguiu resolver esse gargalo. O que eu faço hoje? Eu alugo um galpão grande. Dentro desse galpão eu coloco 50 franqueados. O meu franqueado não precisa alugar nada.

nada. A única coisa que ele precisa fazer, meia hora, 40 minutos por dia, ele vai receber os aluguéis e vai administrar a parte financeira. O restante, toda bucha, né, que acontece, obviamente, como todo negócio, eu resolvo. Nós temos mais de 400 funcionários hoje no Brasil que tá ali 24 horas resolvendo acidente, multa. Meu franqueado só precisa de meia hora, 40 minutos por dia pra cuidar da parte financeira. Boa. É um sucesso, né, Locke?

Agora, muita gente tem curiosidade pra entender a tua história. A gente até brincou da última vez. Sim.

Foi na pandemia que você teve essa sacada. Como é que surgiu o Locke agora pra ser esse monstro de franquias no Brasil inteiro? Eu tinha quatro lojas de produtos naturais e de uma hora pra outra deu lockdown. Então eu tive que fechar as minhas quatro lojas, quebrei, resumindo a história. E pra recomeçar eu precisava entregar produto natural na rua. Eu fui contratar motoboy e eu não achava motoboy mais pra entregar. Eu ofereci ali 1.500 reais de salário, ninguém comparecia na entrevista. Eu falei, cara, tá acontecendo alguma coisa.

Big Techs estavam pagando muito bem pra esse motoboy. Falei, cara, tem algum negócio aí. Tipo o iFood? Isso. Aí eu conheci a minha concorrente, hoje que é uma gigante, que é a Motul. Falei, cara, esse negócio ele funciona também, só que ela é com fundo de investimento. Ela pega dinheiro com fundo e cresce. Eu falei, cara, tem algum negócio aí. Comecei com uma moto, depois fui pra 20 motos. Eu falo que 20 motos é a melhor frota. 20 motos? 20 motos é o ideal. Porque 20 motos você vai com o próprio lucro, todo mês você compra uma moto.

no cacauzinho. Cacau hoje dá meio milhão, 20 motos. 20 motos vai te dar 20 mil de lucro líquido, investimento de meio milhão. E hoje eu preparei uma coisa aqui no Pânico que ficou interessante, Emílio. O pessoal do Pânico liga pra gente. Então vamos lá. Vamos falar de negócio. Agora que eu gostei. Vou chegar perto aqui. Vamos lá. Nesse ano, o pessoal me pediu uma coisa que a gente sempre teve ali muita cautela de fazer. Todo o meu investidor, ele não tem nem uma hora por dia pra lidar com o motoboy, que é de fazer a cobrança do aluguel.

Tá. O que a gente preparou? Nós fizemos um galpão na cidade de Contagem. Minas Gerais. Minas Gerais. Com uma grande parceria com uma empresa de iFood, Iquita. O que a gente vai fazer? A Locke agora vai alugar essa moto do meu franqueado. Ele não precisa mais se preocupar com nada. A única coisa que é requisito. Ele precisa comprar no mínimo 20 motos. Eu vou alugar essa moto e vou sublocá-la para uma empresa. Então, eu vou pagar ele ali um pouco menos. Vou pagar ele ali 700 reais por mês a moto.

nenhuma. Zero. Faz a gestão inteira. Zero. Isso aí pra um público mais qualificado, o cara que não tem ali realmente meia hora, uma hora por dia, tem que comprar no mínimo 20 motos. Eu já fiz isso uma vez no Pânico, há seis meses atrás. Não tem como fazer isso sempre, porque eu tenho que primeiro achar o cliente. E o local, né? E o local. Preparar tudo. Então a gente preparou, depois de seis meses a gente voltou com essa condição.

Eu vou alugar a moto do franqueado e vou sublocar ela. É uma promoção muito legal que a gente fez. E quanto é que eu tenho?

botar no negócio? Nesse caso, o mínimo são 20 motos, que vai dar 490 mil. 490 mil? Isso. A rentabilidade? A rentabilidade vai ser de 14 a 20. 14 a 20. 14 a 20. Sem preocupação. Sem preocupação com nada. Operação é sua. Operação vai ser 100% minha e eu vou sublocar ela. Eu que vou pagar o aluguel pro cara. E tudo isso de forma antecipada. Então, tá aí, ó. É uma oportunidade. Total. Pra você que tem um dinheiro aí, não sei como é que vai ser o juro, não sei como vai ser o negócio, tá aí uma oportunidade.

de você entrar num negócio diferente, que é o Locke Agora. Como é que faz para entrar em contato? Você que está escutando e quer participar dessa grande oportunidade, acesse o nosso QR Code que está na tela ou entre panico.lockeagorafranquias.com.br que a minha equipe vai te dar uma consultoria gratuita para ver se você pode ser franqueado. Eu vou te dar uma consultoria financeira de investimento, tudo isso de gratuito, para ver se você consegue fazer o aporte, se você está no momento certo. E à noite eu vou fazer uma live, mas você precisa se registrar agora.

registrou agora, você já pode entrar nessa promoção da sublocação das motos. Legal. Como é que faz pra entrar hoje? Pânico.loqueagorafranquias.com.br Acesse o nosso site, deixe o seu cadastro, que a gente vai fazer uma consultoria gratuita. Ou você que tá vendo na tela, só acessar o QR Code que tá aí. Começou o ano, né, Emílio? Sim, agora vai. Já passou carnaval, já passamos janeiro, agora é hora de começar a ganhar dinheiro, começar a fazer negócio.

É isso aí. Sua oportunidade, então, é aquela franquia que você não tem que abrir loja,

não tem aquela encheção, ele faz tudo pra você. É uma boa ideia e uma oportunidade pra quem tá acompanhando. Entra lá, dá uma fuçada, vê se interessa pra você, se cabe aí no seu bolso e se você tiver essa vontade de participar aqui do Loca agora. Obrigado, tem negócio. Obrigado, Filipão. Parabéns, cara. É isso aí. Muito bem. Eu vou fazer um break agora, um break para o Reginaldinho. Vai lá, Reginaldinho, eu faço o seu break. E é mais uma agora? E vou aproveitar e vou para o meu querido

O herói do Brasil, eu vou para o herói do Brasil, diretamente das ruas de São Paulo. É com você, meu querido Fuzilzinho. Diga lá, Fufu. Ah, papaizinho, hoje a pauta política, né? A gente quer saber se notícias que saem na internet são capazes de mudar o seu voto ou se você acha que muda o voto de alguém. Seu nome, meu ídolo? Leonardo. Leonardo, que aperta o forte, Leonardo. Leonardo, você acha que notícias que saem na internet, não importa o lado político,

que muda o voto de alguém? Hoje em dia, não. Hoje em dia, não. As figuras que estão no cenário político estão pelo menos 10 anos aí no cenário. E você vê que já entrou um, saiu outro e não mudou nada. No sentido deles mostrarem algo nos seus portais, nas suas plataformas, nas suas propostas, isso realmente não acontecer. Então, eu acho que hoje não mais. Eu acho que o histórico do profissional, do político que está lá,

do que a internet. É o político futebol clube. Eu tenho você como paixão, não importa o que eu leia, não importa se você foi um mau administrador, fez coisa errada ou certa. O meu voto em você, então, eu vou carregar até. Não importa o que você fez de bom ou errado, eu estou com você. E isso a gente está vivendo muito forte aqui no Brasil. Não importa se vier uma terceira via com uma proposta muito boa, não. Aquela coisa, que nem você falou, o Fla-Flu está inserido no cidadão já.

que a internet inseriu isso no cidadão. É porque cada um fala pro seu nicho, né? Exatamente. Muito obrigado pela sua opinião. Olha, gostei. Opinião forte. Ah, meu volantão. Ei, meu volante da vaga. Tudo bom com o senhor? Esqueci seu nome. Reinaldo. Reinaldo, me diz uma coisa. Você acha que alguém ou algo consegue mudar o voto de alguém? Não, não muda o voto, mas precisa dos políticos ter a grande atitude e ajudar o povo. O salário do povo melhorar também.

Você votou no Emílio. Aí você está vendo que o Emílio não está fazendo uma administração boa e de repente você está acompanhando que o Zuzu está com ideias melhores e tal. Você é capaz de mudar o seu voto ou você continua acreditando naquele que você depositou o seu primeiro voto? Eu posso acreditar, mas se eu ver a atitude do Zuzu, a melhor atitude dele de trabalho, eu vou votar nele. Você muda seu voto então? Sim, mudo meu voto pela atitude, não por outras coisas. Obrigado, viu?

Sabadão, hein? Ó uma turma boa aqui. Salve, rapaziada. Ó, seu nome? Magno. Magno, você tem uma cara de coach de Bitcoin, não? Qual que é a sua área? Minha área é informática, TI, eu sou analista. Diz uma coisa, você acha que notícia que sai, um posta, o outro posta, manifestação, você acha que algo é capaz de mudar o voto de alguém? Ah, eu acredito que sim. É? É, sim. Porque eu acho que quem você segue ou que você curte, normalmente é uma tendência de potencializar

o que você sente, né? Então você se sente mais cômodo de assumir aquela posição. Mas você, por exemplo, vota no candidato A. Você viu ali na sua rede social, ah, ele roubou, ou ele fez tal coisa, ou ele fez uma administração má. Você é capaz de falar, não, então esse A não é pra mim. Vou acompanhar o B e o B vai levar meu voto. Você acha, e você tem essa capacidade de pensar em votar no B porque o A roubou? Eu acho que eu tenho essa capacidade, sim. Mas eu acho que normalmente o povo brasileiro gosta mais de ser um

Eu sou um pouco enganado, né? A gente gosta de ficar junto com aquele político de estimação que é nosso. Isso, a gente gosta de seguir ele e a gente tenta justificar muitas vezes, né? Mas eu acho que todo mundo tem essa capacidade. É que às vezes a gente gosta de se enganar. O brasileiro gosta de se enganar um pouquinho só pra sentir uma emoção. Obrigado pela sua opinião sincera. Uma ótima tarde.

Tá bom. Boa. Vem cá falar de Flamengo. Vem cá, vem cá. Fala de Flamengo. Vamos tentar no carisma. Aquele show de carisma, né, Emílio? Você acha que alguém muda seu voto, moça? É? Boa tarde, pra senhora, viu? O horário de almoço é corrido, né, Emílio? Você acha que alguém mudaria o seu voto, meu parceiro, por algum motivo? Valeu. Não, eu não perguntei isso. Eu só perguntei. Por que valeu? Valeu o quê? Você tá bravo, por favor. Tá bravo, por favor. O cara bate no entrevistado. Não, sabe o que eu gosto, Emílio? É que assim,

Vou explicar porque a gente tem muita vivência aqui na Paulista. O Morgado uma vez acompanhou comigo. Sim. Às vezes o cara tá sozinho, ele dá a maior atenção. É aquela coisa do torcedor organizado. Manada. Quando ele tá em grupo, ele quer ver o seu... Entendeu? É aquela coisa. Quer ver o seu malandrão e vou deixar o repórter Otávio falando sozinho? E muitas vezes acontece isso. É isso aí. Eu vou tentar mais um aqui na sorte. Boa.

Voltou no break, graças a Deus. Ponto. Olha como ele não gosta de trabalhar. Não gosta. Tá vendo? Vocês sentiram, né?

Ele fica cinco minutinhos. E um violão. Cinco minutinhos no ar. Fica contando pra contando. Ele fica torcendo. Eu vou mais uma hora, irmão. Vai. Então vai. É isso, animal. Hein, animal? Deixa o animal falar. Ele já vem querendo ir embora, né? Ele já vem pra ir embora. E ele quer saber quando é que vão ser as férias. No primeiro dia. É, é isso aí. Muito bem.

Camarim. Quer? Isso. Camarim dos famosos. Com Coffee Break. Muito bem. Vamos lá? Vamos. Vamos seguir. Mais Zuba. Mais Zuba. Mais Zuba. Mais Zuba. Mais Zuba. Mais Zuba. Mais Zuba. Mais Zuba. A roupinha. O que contar? Convidado? Daqui a pouco. Calma. Calma, Fuzil. Tá nervoso. Quanto tá o Bitcoin aí, pessoal? Bitcoin? Bitcoin. Bitcoin. Bitcoin. Bitcoin é importante. Bitcoin. Sessenta e quanto? Sessenta e sete, eu acho. Meia sete?

627. Bolsa em Israel. Bolsa em Israel. Não, a Bolsa ontem subiu quase 5% ontem. E no do esporte? Quer dizer, a guerra vai ser curta. Vai. Se a Bolsa subiu... Mas o mercado adianta ou o mercado... E a gasola? O petróleo sobe e desce. Como é que está a Bolsa em Israel agora? Bolsa. Você é bom, meu. O cara que é bom, ele

da Bolsa Israel agora. Estela Vive Stock. Estela Vive Stock. Vai lá. 5,83 de alta. Tá vendo? Você que investiu em Israel. Quer dizer. Quer dizer. Guerra curta. Ah, é? Lógico. É. Dinheiro. A Bolsa antecipa... O mercado você me ensinou. O mercado antecipa. Não é? Você que ensinou, o professor que ensinou.

Vamos lá. Vamos lá o quê? Mais uma. Mais uma. Mais uma. Deixa eu te falar uma coisa. Vocês estão falando de bolsa? E uma das piores coisas na vida, Beta, é quando você faz uma prova e aí você olha lá na lista se você foi aprovado ou desaprovado. Não está o seu nome lá. E o político precisa de aprovação. É verdade. E PIX. E PIX também. Saiu uma nova pesquisa da Real Big Data, que foi divulgada nesta terça-feira,

Desaprovação ao governo do presidente Lula atingiu 51%. Boa ideia. Mais do que a metade. Não aprovam o governo Lula. E por que não aprovam, Samidana? É muito fácil. Você faz contas. Gastos exorbitantes, corrupção que precisa ser explicada e o teto que já estourou. Então a turma que tinha, turma do amor, tem aí esta pesquisa da Real Big Data

presidente Lula não tem uma boa aprovação. Que coisa, hein? Num ano eleitoral, a aprovação conta demais, né, Emílio Surita? Você precisa ser aprovado. Não esperava. Exatamente. Não é? O governo não tá, não tá agradando a população. Não agrada. Não agrada. Uma surpresa. E aí, meus amigos. A carreta furacão está feliz. A carreta tá. Você viu que pro Milton Nascimento agora foi cinco milhões? Milton Nascimento. Milton Nascimento. Milton Nascimento. Caetano Veloso. Caetano Veloso foi um milhão.

1 e tralalá, 1 e 800, o Milton Nascimento 5 e tralalá. A turma. Vamos lá, professor Samidana. Não, tô checando o que vocês estão falando. Eu sei que você checa. Governo Lula libera a captação de 5,3 milhões via Ruanê pra homenagem a Milton Nascimento. Grande Bituca. Homenagem ao Bituca. Grande Bituca. Maria Maria. Aí eu concordo. E essa é a turma que sobe lá no

o trio elétrico, pra chamar a população, para a gente falar sobre democracia, e a gente sabe que os artistas bem pagos, eles têm um caminho a seguir. Falar nisso, só pra gente seguir, quer mais? Eu tô hoje animado. Se bem que eu prefiro muito mais entrevistar o Boccardi do que ficar dando notícias. Então para. E eu vou pra ele. Opa, então continua. Porque tá em primeiro? Vou largar no pódio.

Então vamos, lógico. Vamos para ele? Professor. Então solte a vinheta que o professor chegou. Professor, você sabe que o senhor está na mais alta estima a sua presença nesse programa. E nesse momento eu vou perguntar para você, porque senão os caras falam, você faz fake news, você é o José Fake News.

com credibilidade. Portanto, você está aqui agora para checar informações e agora eu vou dar cheque e precheca. Tá boa. Vejam, senhores, a puta da situação. Diga lá. Não, Gordão, tô falando sério. Não, porque uns falam que o Brasil tá muito bem. Aí se você abrir, você começar a ler, você fala, pô, revista Veja. Indústria corta vagas porque é o pior janeiro desde 2017.

É verdade ou é mentira? É verdade. É verdade. É verdade. Porta vagas de pior janeiro. Vou digitar aqui, mas eu lembro dessa notícia. Pior janeiro desde... Desde 17. Vamos ver aqui. É verdade, saiu há sete dias. Inadimplência no Brasil atinge nível mais alto desde 2017. O que é inadimplência, professor? É quando você tem a conta, não paga e demora 90 dias.

dias atrasado, você não tá. Inadimplente. É, atinge maior nível, no Brasil atinge maior nível desde... Desde 17. Cacetola. Brasil em pleno emprego. É o que falo. Brasil... Sim, aí saiu um... É? E tem... É, em pleno emprego, mas saiu uma questão do Samuel Pessoa na Folha. Valor econômico. Falando de subutilização. Calma, calma, calma. Valor econômico. Seguro... Brasil está em pleno

Brasil está em pleno emprego, ou seja, maravilha. Seguro desemprego cresce pelo quarto ano, apesar do mercado de trabalho forte. Como é que você explica isso para mim, que sou burro e só dou informações erradas? Isso saiu no dia 27 do 2, no Valor Econômico, e é verdade.

O que pode acontecer, não acho que é o caso, mas poderia ser, é o seguinte. Você tem muito mais gente hoje do que no passado. Então, mesmo que proporcionalmente o desemprego seja menor, em número absoluto, é verdade. Mas eu estou falando da possibilidade matemática. Mas o que acontece, Emílio, saiu inclusive o Samuel Pessoa na Folha falando da questão do emprego. A jornada de trabalho do brasileiro é menor do que a média. Não, calma. Calma que eu ainda tenho mais dúvidas aqui.

Mais dúvidas. Falências de empresas aumenta mais de cinco vezes e bate recordes durante o governo. Durante o governo. Procede essa informação? Isso eu também lembro. Cinco vezes e bate recordes. Mas vamos checar aqui, né? PIB desacelera e marca resultado mais fraco desde 2021. Revista Veja. Revista Veja. E aí? E aí?

perdeu intensidade, marcando o resultado mais fraco desde o início da recuperação pós-pandemia. É verdade. É verdade. Perdeu intensidade. CNN Money. Indústria do Brasil marca décimo mês seguido de retração. Isso também lembro que é verdade. Tá vendo aí? Fico vendo as notícias que nem um palhaço. Puxa aí. Que nem um palhaço. Tem que dar fonte agora. Filha das mães aí. Tem que ficar dando fonte.

Da indústria. Da fonte das ondas concorrentes. O PMI da indústria é o... Correio. Do cara que compra. Não, eles perguntam pro pessoal que compra. E aí, você tá otimista? Tá pessimista? Porque o pessoal que faz as compras antecede o futuro. Então é verdade também essa notícia. Correio. C&A anuncia fechamento de 24 filiais em meio à crise. Que coisa. Subaru fecha a última loja.

E deixa de vender carros no Brasil. Subarão. Fechamento, é verdade, Jornal Correio. E a Subaru, Subaru, fechamento no Brasil. Subaru. Que coisa, hein? Mas e aí? Subaru fecha a última loja e deixa de vender carros novos no Brasil. E agora? E agora? Concessionária funcionária. E agora, professor? Mas não tava voando, pô. O que você vai fazer agora, professor? Tá voando, professor? O dólar, a bolsa. O que você vai fazer agora, professor?

Eu vou guardar muito Jogar picobol Hoje a tarde, atenção Pico bom Porque a economia lascou Eu gosto de jogar picobol Explica isso, eu só queria uma explicação Se a gente está voando Explicação que a gente tinha um país Muito endividado É um país que tem uns juros muito altos Tem muita gente que vai pagar essa conta Seja via impostos Que estão chegando Outro dia você deu uma lista de impostos Seja inflação

é pagar via inflação. É como se fosse um imposto. Você tem mil reais, só que daqui a um mês, esses mil reais compram menos. Cada vez menos. Então você tem a percepção que tá tudo igual. Poder de compra. Mas no seu bolso, você se lascou. Então, você paga via depreciação, via inflação, a irresponsabilidade do governo. Muito bem. Eu tenho algumas provocações aqui, um estudo. Não vou pra ver o professor. Eu tenho essas dúvidas aqui.

Tudo pré-checado. Checado e pré-checado. É isso aí. Por isso que eu tenho o professor. Uma salva de palmas. Um grande professor. Homenagem ao professor. Homenagem ao professor. Esse é bom. Se você precisar de alguém para digitar no Google, me contrate. Eu dito muito rápido. É isso aí. Vamos lá. A The Economist fez uma publicação recente de um estudo muito interessante que saiu na revista Science. Eles investigaram, Emílio, 34.839 indivíduos

Alto desempenho. Então eles olharam esportes, olharam música clássica, xadrez, ciência, prêmio Nobel. E a questão é, crianças em destaque, prodígios, se tornam adultos em destaque? A resposta é não. Só 10% dos adolescentes da elite se tornam grandes na fase adulta. E aí fala o seguinte,

essas escolas que a gente identifica os grandes talentos. Sim, gênios, pequenos gênios. Dá problemas. Marmotagem. Falam que a melhor coisa quando você tem um filho é ser multidisciplinar. Os maiores atletas do mundo testaram vários esportes, fizeram várias coisas diferentes antes de achar o campo que ele faz melhor. Também falam que a criança, quando faz uma coisa só, ela pode ter, se enjoar, ter um burnout daquela atividade. Então, a aprendizagem

não é contínua e não é de uma forma linear como se imaginava. O talento duradouro, segundo o estudo, emerge de uma combinação de amplitude de experiências, perseverança e escolha tardia de foco. Então, se o seu filho gosta de fazer um dia a cada coisa, deixa ele fazer bonitinho. Não é DDA, não é aquelas coisas que a turma começa a falar. E outra coisa, falam que talento é um processo,

rótulo. Ah, ele é talentoso e deu. Sim. É um processo. Não tem assim, nasceu... Nasceu pronto. Nasceu brilhante e já era. É, não é o Michael Phelps. Então, cuidado se você não tá matando aí seu filho. É a criatividade. Outro ponto, que é uma notícia importante, é a questão do petróleo. O petróleo subiu mais de 15% desde o início das tensões. Foi na sexta-feira. Preocupa. Há bancos que estão falando que vai ultrapassar como o caso do banco Barclays. É um banco

inglês, que vai passar de 100 dólares o barril. Qual que é o problema? O estreito de Hormuz tem 20%, tá fechado, tem 20% do petróleo mundial. Estão deixando passar pra China pros amigos só. Pros amigos, mas isso isso complica, porque você sabe que quando... Mas o Irã só vende pra quem? Pra China e pra Rússia também não precisa. Pra que que eles vendem? O Irã. O Irã tá no... Mas é rota pra outros países. Não, eu sei, mas o Irã... Que passa pra Europa. Não, o Irã tem

tem a sanção americana lá. O Irã não vende. Sim, não poderia. Não, não, mas pra Europa. Pra Europa acho que vai. O IREX? Não, o IREX não. Joga no Google. Eu sei, mas passa por lá. Não, não, sim, sim. Não precisa ser necessariamente o petróleo. Sim, o petróleo do Irã. Mas passa por lá. Sim, entendi, entendi. E aí o preço tá em alta e aí a pergunta é e a Petrobras? Em tese o Brasil ganha com a Petrobras porque ela obviamente vai vender

uma comodidade de preço mais alta. O Brasil tem muito petróleo. Tem petróleo, é um exportador líquido, do tipo Brent, e a Petrobras deveria aumentar o preço. Tem o pessoal que fica marcando quanto custa o preço na distribuidora da Petrobras e quanto custa o preço internacional. A defasagem está 17%. E estão falando que, por uma questão política, a Petrobras está segurando. Porque é um ano eleitoral. Isso aconteceu na época da Dilma.

Lembrando que, na época do Bolsonaro, era imediato. Subia lá o preço, vinha na bomba, para cima ou para baixo. Agora, a Petrobras tem uma política específica que não é clara. Então, a gente não sabe o que acontece. Mas, de qualquer forma, petróleo alto é ruim para o mundo, porque isso gera inflação e estagnação. Então, é a estagflação que chamam quando acontece... Está muito pessimista, hein? Está muito pessimista.

Por quê? Que a guerra vai durar mais tempo e que a demanda não responde aos preços no curto prazo. Então, você já está consumindo, não tem muito o que fazer, o preço subiu disso. Agora, o petróleo subiu bastante. Ele estava sendo negociado, salvo engano, a 60 e pouco e agora ele já está a 80. Nos últimos cinco dias, ele subiu mais de 9,94 dólares por barril, uma alta de 14.

14,07. Mas ele... É, ele tava na casa de 70, o Brent. O Brent é um pouco mais caro, tá na casa de 70. É, mas é bom pro Brasil, pô. Bom pra Petrobras. E pras receitas do governo, já que o governo, ele é o majoritário. Isso, se repassar o preço. Se não repassar... Vamos fazer aqui, ó, rapidinho aqui, ó. Vamos fazer o Magneto, fazer um relâmpago. Faz uma relâmpago boa. Boa, daquela boa mesmo. Sem muito falatório. Sem frufru. Sem frufru.

Vamos ligar agora, ó, ó, põe o telefone aí, ó. 0800-787-9999. Eu quero uma oferta relâmpago pra arrebentar. Não quero conversinha, não. Não quero muita conversinha. Vamos fazer o seguinte, sem conversa, 20%. Você vai pagar 20% do valor. Quanto você tem no estoque? Quanto você tem no estoque? Temos mil kits com essa cafeteira expressa. Mil kits da cafeteira aqui, ó. Cafeteira top. Cafeteira tá fazendo o café. Ó lá, ó. No amarelinho ela tá fazendo o café.

Tá esquentando. Tá esquentando aqui, ó. Esse é o presente. Tem mil no estoque. Ó, coisa rápida. Mil acaba.

tem o magnésio que é o carro-chefe da empresa. Sim. O magnésio é o melhor magnésio que a gente tem no mercado, que é o magnésio da Lírios. Show. No pacote vai pra você a creatina. Sim. Diz que velho que toma creatina fica com as funções cerebrais bárbaras. Sim. Bárbaras. Melhora, né? Sim. Cognição, né? Tudo científico isso aí. Pra velho, pra velho. Memória, foco. E pra jovem é no músculo, não é isso? É, mas pro velho também é pro músculo. A creatina. Fortalecimento da massa

Porque o velho perde massa magra muito rápido, Emílio. A creatina dá uma segurada. Velho é difícil criar músculo. Não vamos enganar. Não é pra criar músculo. É pra fortalecer o que tem. Velhinho bombado. Velhinho saradão. Pra ficar sarado tem que treinar. Tem que tomar bomba. E não tem jeito. A creatina, pra quem é jovem, pra quem é jovem, a creatina vai no mundo.

Isso aí, fortaleça, fortalecimento muscular. Eu ouvi dizer que pra quem já passou de uma idade, é ó, é aqui que faz bem. Então, se você já passou da idade de querer ficar bombadinho, sabe aquela coisa mesmo? Garotinho, vovô menino. Garotinho, vovô menino, manda isso aqui, ó, que é importante também a gente ter a cabeça boa. Vai no pacote. Vai no pacote de presente e a creatina. Lembrando já que você tá falando da creatina, é uma creatina saborizada, sabor chiclete. Pode mostrar essa pastilha aqui, olha.

mastigável, sabor chiclete, mas é zero açúcar e zero calorias. Essa creatina é bala, viu? E o magnésio, inclusive os médicos estão recomendando muito magnésio. É, o magnésio da Lyrius, ele é diferenciado porque nessa fórmula tem cinco tipos diferentes de magnésio e todos eles na forma quelata. É o magnésio quelato. É quando o seu corpo absorve 100% desse nutriente que faz uma diferença enorme.

na qualidade do sono, pra aquela pessoa que tem dificuldade de dormir bem, aquela dificuldade de relaxar. Às vezes a pessoa tá numa pilha durante o dia, estresse, nervoso, chega em casa e não consegue relaxar. Aí tem aquele sono bagunçado. O magnésio vai ajudar você a fazer isso aqui, ó. Desacelerar. Sono, dor, o que mais? Dores pelo corpo, dores musculares, dores nas articulações. Manda embora essas dores. Cãibras. Se a pessoa sofre com cãibras, toma esse magnésio aqui, duas cápsulas só. E o que mais?

Eu vou falar. Ossos. O magnésio é excelente na prevenção da osteoporose. Porque ele fortalece os ossos. Inclusive, eu tenho uma conversa pendente com a Dirce. Ela veio falar comigo. Daniel, eu tô precisando pra cuidar dos ossos. Eu falei, tá iniciando a osteoporose? Tem que usar o magnésio. A Dirce tá velha. Não, mas ela vai começar. A Dirce tá velha. Tá velha, tá velha. Tá velha, tá velha. Tá velha, tá velha. Tá lá no caixa o dia inteiro. Magnésio. Fortalece os ossos.

na prevenção, mas não é o cálcio que fortalece os ossos, mas é porque o magnésio leva, ajuda na absorção de cálcio. Então o magnésio... O magnésio, ele é o cimento da bagaça. Boa. Não é isso? É isso aí. Ele que aglutina tudo o que a gente precisa. Quando o Emílio fala do cimento... São 300... São mais de 300 indicações. Olha o cafezinho. Está saindo o cafezinho. Olha o cafezinho aqui, olha o cafezinho.

787-9999. 0800-787-9999. Liga, porque a promoção hoje é a seguinte, que o Emílio pediu aqui, ó. Apenas 20% do valor que você vai pagar. Só 20% que você vai pagar. Vai ganhar essa cafeteira que faz o cafezinho. E a creatina. E a creatina. O frete é grátis e se quiser parcela, mas tem que ligar 0800-787-9999. O melhor presente de todos

saúde. Boa, Leão. É isso aí. Solte a vinheta que o nosso convidado chegou. Programa de hoje, com jornalista Raiz e dos Brabos. E lá no Pinheiros, bolinha de tênis no Pinheiros? Você vai pegar bolinha de tênis no Pinheiros, o Rodrigo tá perguntando ou não? Não, não, não, eu sou atleta lá do Pinheiros, jogo polo aquático. Oh, cara não passa pana para ninguém e vai até o fim da notícia. Oh, manda chuva do canal Boca TV. Ah, vai,

também, a gente não tem nada a ver com isso. O sempre bem aliado, Rodrigo Boccardi! Boccardi! Olha o Boccardi, ó. Grande Boccardi. Boccardi lançando o canal e o caramba, é isso ou não? BocaTV, cuidado com que você pode juntar essa história de boca, vai criar nome de programa, daí a galera começa já, tem que tomar cuidado. Cuidado onde você vai e botar a boca, hein? Abre a boca. E é o que? É exatamente o que, Boccardi? É uma TV mesmo?

Putz, precisa de um pouquinho de tempo, né? E a gente tem, a gente vai bater no papo aqui. Mas não quero deixar de falar das bolinhas, falar de outras coisas, não. Ah, da bolinha do... Ah, eu tô ligado, tô ligado. Essas coisas, é só isso que lembra. A gente faz 70 coisas legais, ninguém lembra. Mas tem bastidor bom. Essa história, no fundo, ela é bacana. Aquela coisa toda, lacração, tal, não sei o quê. Mas tem bastidor bom que eu vou contar depois.

Agora, já? Conta já. Então vai, agora. Já que rodou a vinheta aí, a história do clube. Tava lá, jornal ao vivo, tal. E eu sempre tive essa coisa de tomar risco.

Eu sempre fugi do roteiro. Pra mim, se não tivesse roteiro, era melhor. E eu tava ali numa, sempre nessa, todo dia. Falei, cara, quer saber comigo? Eu vou capitalizar essa história. Porque eu sou um cara que... Eu tenho ali uma afinidade com a galera. Tamo no transporte, na rua, todo mundo. É tudo irmão. Irmão. Aí eu falei, cara, vou capitalizar isso aí. Quando eu olhei praquele cara, eu tive a certeza absoluta. Eu não olhei se ele era branco, preto, azul, amarelo, arco-íris.

Não olhei pra nada dele. Pra mim, eu tive a certeza. Quando eu vim com o uniforme, eu falei assim, esse cara...

Ele é pegador de bola no Pinheiros. E eu jogava tênis no Pinheiros, jogo tênis no Pinheiros todos os dias. E aí era a coisa mais normal do mundo. Eu tava junto com os pegadores, pegador é irmão. E quem joga tênis sabe que pegador não é uma palavra pejorativa, nem nada. O cara vira professor, ele vai ensinar os outros e tal. Eu falei, quer saber, eu vou faturar em cima. Eu vou demonstrar aqui que esse cara me conhece, eu conheço ele.

E aí, pô, o Rodrigo é o cara que tá junto da galera. Eu virei pro repórter e falei assim, é pegador de bola.

Ele vai lá pegar a bolinha no tênis, no Pinheiros. O moleque virou e falou assim... Puta, o nome dele eu tenho aqui no meu celular. Tenho até as conversas com ele. Ele virou e falou assim... Estou tentando lembrar o nome. Ele falou assim... Não, eu sou jogador do polo. Aí foi aquela coisa. Não, ele só perguntou porque era pegador, porque ele era negro. Ou porque não sei o que. Aí começou essa coisa. Mas daí o melhor. O melhor da história.

Eu fiz questão de procurar esse moleque. Eu fiz questão de procurar ele. Eu falei, olha, juntei lá o diretor do tênis,

do polo do clube, juntei. Todo mundo falou, eu quero com a presença de todo mundo me encontrar com esse rapaz. E a gente foi lá, chamaram ele, todo mundo, testemunha e tal. Eu fui lá, cheguei pra ele e falei assim, puta, tô louco pra lembrar o nome dele, ele é cubano, cara. Vim aqui pra pedir desculpa pra você. A primeira coisa que ele virou pra mim, ele falou assim, e eu falo isso com tranquilidade, porque as testemunhas estavam lá.

Ele virou e falou assim, cara, você pedir desculpa pra mim, não tem que pedir desculpa? Eu só respondi uma pergunta que você fez, eu não me senti em nenhum momento ofendido por nada.

pessoas na cor da pele dele. Nada. Zero. Eu falei, vamos em frente. Conversamos, não sei o que, tal. E bateu papo. Puta, legal. Todo mundo. E lá fora o mundo. O racista. Esse cara é racista. O mundo ama. Cancelamento. Cancelamento. Virei o maior, cara. E eu, puta. Fala o que quiser, amigo. Fala o que quiser. Ele virou no final da conversa e falou assim, Rodrigo. Eu falei, desculpa mais uma vez. Não tem que pedir desculpa. No final da conversa ele falou assim, Rodrigo, muito obrigado pelo que aconteceu.

Nunca tanta mulher me procurou no Instagram. Pra pegar bolinha. Ainda julgou. Pra pegar bolinha.

Ô, Bocardi, e que relação você faz isso, por exemplo, na comunicação, né? Por exemplo, a pessoa não se sentiu ofendida, só que metade da internet se sentiu. Como é que você analisa esse momento que a gente vive da comunicação? Que é assim, a pessoa se sente ofendida, mas a pessoa não. É isso, mas você vê que coisa. E a pessoa que foi lá e me ofendeu por causa disso, ou porque ela se sentiu ofendida, olha o ridículo que ela tá passando agora.

disso. Não tinha nada disso. Você toma uma dor por uma coisa que você nem... É assim. É você tomar atitudes mediante a minha informação. Mediante a minha informação. Ninguém procura saber qual é a real. Ninguém se põe no lugar do outro. Já fica essa coisa da lacração. Eu tenho que emitir opinião. Eu tenho que... O cara é isso e aquilo. Cara, vamos nos colocar no lugar do outro. Vamos tentar buscar a informação correta, a informação verdadeira.

Vamos tentar fazer isso. Mas não é bolha. Bolha de internet. Porque é isso que você falou. Você é um cara que está na rua. E você tem que saber separar ou capitalizar. Muitas vezes quando o cara vai te encher

saco, principalmente em rede social, se é um cara que responde, se acha que isso daí deve ser feito, ou você ignora as pessoas. Cara, eu tentava responder, mas depois já desisti. Tem uma coisa que eu falo o seguinte. Pensa comigo aqui, e numa boa, tá? O Samy pode avaliar junto comigo. É dado matemático. Nós temos no Brasil 320 milhões de habitantes, sei lá, 220 milhões de habitantes, 230, sei lá, enfim. Mas 300 e tal é número de aparelho celular. A gente tem mais

É verdade. Pensa que nós temos 100 milhões de pessoas vivendo na linha da pobreza. Pensa que nós temos 20 ou 30 milhões de pessoas que passam fome, que não tem o que comer. Só que a pessoa, ela não tem o que comer, mas ela tem um celular. Essa pessoa que tem um celular, não é culpa dela, tá? É o jeito que tá colocado. Ela tem um celular, ela encontra uma rede social aberta pra ela escrever o que ela quiser e o Wi-Fi também é de graça em algum lugar.

Como é que vai dar certo isso, gente? Como é que vai dar certo isso? A pessoa com todo aquele rancor, aquela insatisfação, aquela mágoa, aquele problema, como é que isso vai dar certo, cara?

Desconta no bocado. Não, desconta em tudo, em qualquer coisa. E beleza, mas também é legítimo. A pessoa tem a oportunidade, tem a opinião dela. Não é culpa dela. Sim. É culpa do que a gente tem colocado e que a gente tem que tentar criar uma ordem, um respeito. Ah, mas é difícil. É difícil controlar, né? É difícil porque isso aí, isso é moralidade altruísta. Isso. A gente tá vivendo esse mundo. Ou seja, todo mundo vai virar escravo de todo mundo.

Por quê? Porque é uma confusão que ninguém sabe direito. Onde vem, pra onde vai. Eu vou ficar vigiando a tua vida, você vigia a minha.

E todo mundo se vigiando. Isso é o final dos tempos. Mas tem um outro ponto que o Boccardi deve ter sentido. O Boccardi foi um dos principais apresentadores da Globo durante muitos anos. Tem uma carreira longa lá. E aí tem o pessoal de fora que tem inveja. Mas tem também o pessoal de dentro que torce. Ele tem exposição. Tem mais exposição. É competição. Eu não sou jornalista de formação. O que eu percebi é assim. Todo mundo quer ser apresentador. Lógico.

editoro quer ser apresentador, o roteirista quer ser apresentador. Você fala o tabacou dentro da emissora? Inclusive o apresentador muitas vezes quer ser o apresentador de um negócio maior. Então é simples a conta de matemática. São quantos jornalistas formados, são quantos jornalistas na empresa para poucos cargos de destaque. Então toda hora estão tentando te puxar e às vezes por formas não

Muito republicanos. Jogo é bruto. Jogo é bruto. Já sentimos isso aí? Jogo é bruto. Para. São quantos anos? 13 anos apresentando um jornal de manhã. E todo mundo pode dizer isso. Sendo o principal nome. O principal nome de São Paulo. Eu falo isso com tranquilidade. Não foi eu que fui fazer pesquisa. Me contaram. Poxa. É lógico que você tem. Você cria inimizade. Porque você faz um trabalho crítico. Todo mundo reconhece aqui. Eu fazia um trabalho como... Você era bonito na Globo.

Eu falaria que é bem dos Estados Unidos. Isso aí é uma coisa de Michael Jackson. Você sabe outro cara? Acho que é um ML lá de Los Angeles. Você sabe outro cara também? Outro cara que saiu da Globo virou um caído. O pilhado. O pilhado na Globo. Era lindo. Era um puta gatinho. Era um gatinho. Era um gatinho.

na Globo, na Jovem Pan. Ficou um caco. A Globo é espetacular. Sem dúvida. Nesse assunto mesmo eu queria voltar. Olha o pilhado. Olha que gatinho. E agora? Tem até cabelo. Agora tá acabado. Tá acabado. Eu ainda melhorou um pouquinho que eu passei na maquiagem aqui que é nota 10. Olha isso. Tá parecendo um craqueiro.

Procurados no metrô. Eu achei que era o Rafael Willian, cara. Pois é. Eu não tô nesse nível, não. Olha aí, velho. João, meu. Vamos ajudar ele. Ô, Bocardi, pra finalizar esse lance da bolinha lá, a gente sabe que é tudo polarizado. Tem a parte da lacração, tem a parte que não tenta não ter muita lacração. Você sofreu dos dois lados? Por que que eu pergunto? Primeiro, a parte da... Tô só tentando achar o nome do cara que eu fico incomodado aqui, viu? Sem problema.

falando, ah, que racista, e tudo mais, e o outro lado falando assim, ah, bem feito, é da Globo, que gosta de lacrar, agora tá provando pó veneno. Você sentiu isso daí dos dois lados, ou só foi um lado querendo te cancelar mesmo? Cara, tem uma história aí que rolava, é... Puta, me desculpa, eu fico louco, eu não coloco a memória, não ajuda. Leonel Dias Pinguita. Leonel Dias Pinguita. Tá aqui, ó, a conversa com ele, ó. A última aqui, ó, em 2020. Ele me desejando feliz ano novo,

O Emílio tá vendo aqui a conversa. É, é isso aí. Quer ver? Vem cá. Mais aqui, ó. Pra trás, ó. Meu caro, prazer. Aqui, Bocardi. Preciso falar com você. Me liga quando puder, por favor. Então, esse episódio aconteceu no dia 7 de fevereiro de 2020. Certo. Vocês podem confirmar aí que foi o dia que eu mandei a mensagem pra ele. É isso aí. Acho que acabou só a bateria. A gente se vê no polo, tal, não sei o que. Alguma coisa desse tipo.

Depois ele mandou um feliz ano novo pra mim lá na frente. Tem essa treta que a turma queria. Zero, zero. Aliás, pô, depois ele conta aí das meninas e tal. Traz aquele aqui pra contar. Mas aí você sentiu dos dois lados? Cara, não.

Eu tentava olhar, fazer sempre do aspecto do público. Eu sempre fiz isso. Eu falava assim, eu não sou apresentador. Fiquei enxergando o modelo de negócio, a transformação que a televisão passava. Então, assim, eu não sou aqui um cara pra apresentar. Vou apresentar o quê? Uma coisa que você já sabe, Dani? Você já sabe, você já viu em outro lugar. Então, assim, eu tentava fazer um papel de mediador, como se estivesse do lado da pessoa que estivesse assistindo.

Então, isso criava uma afinidade, uma aderência, que eu falo muito grande com as pessoas. Então...

Eu procurava olhar por esse lado. Mas é claro que meu nome existiu até hoje, porque eu não fiz nenhuma conversinha, eu não fiz nenhum acerto com ninguém de rede social, desses influenciadores que falam. Aliás, nunca procurei, eu nunca tive nada disso. Então, assim, e como eu sempre fui polêmico, digamos assim, ou teve uma opinião muito forte, isso às vezes até acabava, o cara tem uma pegada meio arrogante, mas é o meu jeito, né?

O meu jeito, assim, de ser dessa maneira, acabou que começaram, e fazem muito até hoje,

É sempre assim, cara, tem que falar, tem que encontrar alguma coisa pejorativa pra ganhar o clique. Exato. Tem que fazer o negócio, a matéria, é tudo ao contrário. A realidade é ao contrário. Mas mete uma matéria pejorativa, que é racista, que é não sei o que lá, que é... Como é que é? Assédio. Inventa tudo. O que quiser. Machista, tal, não sei o que. Bota lá pra poder ganhar o clique. Então, assim, tinha muito disso. Aliás, até tem um pouco assim ainda.

Cara, vamos falar tanta coisa boa pra falar, porque eu não vou falar das coisas boas. O que eu fiz pra você? Exato. O que eu fiz? Qual é o problema? Cara, muda o jogo.

Massa, tem uma multidão que me apoia e gosta de mim. Ganha essas pessoas, fatura em cima disso. Mas não, prefere ganhar outro clique. Teve um episódio, eu cheguei uma vez, todo dia era uma manchete, todo dia. Eu chamei o CEO do portal lá, o portal grande, conheci o cara, falei, vamos tomar um café? Um café de negócio, vamos fazer negócio. Ele chegou lá no café, um café ali no Shopping Eldorado, lembro até hoje. Ele chegou lá, sentou na mesa, trouxe o chefe de redação dele.

Eu virei pra ele e falei, esse cara vem aqui fazer negócio. Tem aqui, ó, os últimos 10 dias, olha o tanto de matéria. Olha a matéria lá de baixo e vê se tem a ver com isso. Não, não tem nada a ver.

Então é o seguinte, negócio. Você pode continuar publicando todos os dias, desse jeito mesmo, só que a gente vai ser sócio. Você vai usar meu nome, publicar desse jeito, mas você me manda a grana. No clickbait, né? Porque você coloca meu nome na exposição, então divide o dinheiro de faturamento de publicidade do site. Foi isso que eu fiz. Ou a gente discute na justiça. Aí, infelizmente, eu queria louco pra montar um negócio e ganhar um dinheiro, porque meu nome já tava lá mesmo daquele jeito.

No dia seguinte, não parou de publicar, cara. Mas você acha que... É porque dá clique, né, cara? É o que você falou. Não, mas aí é isso.

É o ético, né? Não é o ético. E fazem com tantas pessoas. E você fatura em cima do nome dos outros. Cara, a gente precisa ter uma... E sabe o que é uma porcaria, cara? Que é o Boccardi, desculpa, Emile. Ele tem uma trajetória no jornalismo, assim, gigantesca. Você estava mostrando aqui, Michael Jackson, cara. Você foi no ML. Como é que foi? Pô, você foi correspondente internacional. Morei lá em Los Angeles. Qual matéria dessa do Michael Jackson, por exemplo, cara, que te marcou?

Morei em Los Angeles, lá na cobertura do Michael Jackson, por 30 ou 40 dias, tal. Uma cobertura louca, insana. Foi muito legal.

lá uma cobertura, daí tinha eu e o outro Rodrigo, o meu xará, a gente dividiu ali na cobertura, o Rodrigo Alvarez. Ele fazia parte mais do entretenimento, digamos assim, e eu fazia a parte mais investigativa do negócio. E aí, todo dia, aquela correria e tal, foi muito legal, marcante nessa história, a gente conseguiu dar furos aí internacionais, porque, e aquela sorte, você vai fuçando uma coisa do seu caminho, também você tem que contar com isso, né?

Eu lembro que eu vivia frequentando o fórum lá de Los Angeles, e tinha aquela história, que horas que foi, foi pro Pofol, não foi, aquela confusão toda.

ninguém acreditava, Michael Jackson tá vivo, que nem o Elvis, aquela história toda. E aí, puta, chegou lá no fórum, cara, a chefe de comunicação do fórum de Los Angeles era uma brasileira. Olha isso. Tô revelando minha fonte aqui hoje, mas já faz tanto tempo, acho que não vai ter problema. Mas aí, cara, poxa, é aquela coisa da relação, falar a mesma língua, não sei o que, buscando informação e tal, obviamente, sem comprometer o processo ou ela e tal, mas assim, trazendo informação.

Então, pô, experiência muito, muito bacana de cobertura. De como ele morreu, porque tinha essa polêmica. Depois você foi no Staples Center, né?

Stable Center lá. Pra entrar ali era uma loucura. A gente conseguiu lá uma credencial de última hora pra estar lá dentro, acompanhar em tempo real. Enfim, acho que é Nova York. Washington Square. Ali perto da... Aquela imagem ali. Da N... Da Universidade de Nova York. Aquela imagem ali. Foram cinco anos e meio lá nos Estados Unidos. Enfim, viajando lá o país inteiro como correspondente. Aí mais uma ali. Olha lá. Era melhor. Mas você pegou...

Você conseguiu fazer uma coisa meio descontra... Não é descontraído. Como é que eu vou falar? É mais autêntico.

no Jornal da Globo, que sempre é muito... O Jornal da Globo é muito William Bonner. Olá, tudo bem? Como é que você está? Aquela história que eu falei no começo, é muito do meu jeito. É muito sério, né? É muito professor. Porque eu acredito que, cara... Improvisar. A gente tem que ser imprevisível hoje nos meios de comunicação. A essência de vocês é isso, é a imprevisibilidade. O cara que liga aqui no Pânico, ele não sabe o que vai acontecer. Ele tem uma ideia. A gente também não sabe. É com a gente. E esse é o sucesso.

O que é o processo de vocês? O Guaré faz o roteiro na Enem. O público que nos acompanha espera que a gente faça cagadas. E a gente oferece muitas. Aliás, a gente é muito bom no ruim. A gente falou da CIA foi na França. Ah, é na França? Pra ver mais uma cagada. Mais uma fake news do Enem. Uma sorte que eu chequei depois do... É isso aí. Muito obrigado. O segredo da correção é importante. Eu falava isso.

Você toma risco, toma risco, você erra, mas daí você corrige imediatamente. É do ser humano. Sim. E eu falo isso, falo muito assim, então você pegar uma conta e fazer uma aritmética ali, uma conta ali, você vai botar erro mais correção, vai dar igual a humildade. Humildade a gente pega o cara no colo, faz carinho nele, beija, faz tudo. Agora a arrogância, o cara não tá nem aí. Então faz isso, errou e vamos tomar risco. Então fazia isso.

Cara, eu não consigo, vamos tomar risco. Eu falava assim, cara, eu preciso fazer alguma coisa, eu não posso ser previsível, porque previsível o cara vai assistir em outro lugar. Eu preciso surpreender.

com alguma coisa. É isso, você precisa surpreender com alguma coisa. O cara tem que ver que merda que esse cara vai falar hoje. Que cagada, que meme que ele vai soltar. É óbvio que não era de propósito, mas isso acontecia. E óbvio que você acerta muito e óbvio que você erra muito. Então você vai lá, errou no pegador de bolinha e tal. Se é que considera um erro. E assim vai indo. Então você vai, mas pelo menos fazendo um negócio diferente. Mas por que você errou se você fez uma pergunta?

pra casa. O Dili EX2, carro do líder do BBB 26, pode ser seu. Reserve agora com uma condição especial e ganhe mil reais em recarga. Mas atenção, o estoque é limitado. Dili, a marca de carros oficial do BBB 26. Clique no banner pra garantir o seu. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas. Como nesse caso aí, eu fiz uma pergunta, mas que eu errei. Na verdade, eu não errei. A sociedade me impôs um erro. A sociedade não.

Eu acho que não é a sociedade. Eu acho que tem uma demanda dentro da rede social que o cara vai lá e realmente ele quer te rotular, principalmente porque vai dar clique, você vai dar resultado pro site. E tem umas muito boas. Quando o cara te mandou tomar caju também, você foi bem. Ali eu devia ter vindo com a camiseta. Cara, eu vi aqui vocês aqui logo na abertura do programa. Eu fiz uma camiseta. Que maravilhoso. É uma camiseta, é um...

Deve ter aí na internet. Vocês vão ter... É um balão naqueles de desenho de gibi, né? Balãozão. Vai você também.

Como se eu estivesse falando aqui. E embaixo está Boccard, Rodrigo. Muito bom. Outra frase, vai. Fala a verdade. Essa é de intelectual, vai. Porra, essa é de intelectualidade profunda. Fiz um PHD, estudei na França, já que você estava dizendo de lá, para poder soltar essa frase. Ô, Boccard, e esse projeto novo? BocaTV é o seguinte, as pessoas contaram comigo. Primeiro que é importante falar, tá? Todo mundo, volta para a TV, volta para a TV.

A galera, agradeço, agradeço muito. Todo mundo, volta para a TV. Só que, eu conversei, discuti,

A conversa, a discussão e tudo mais. Beleza, isso não existe. Só que, até agora, os projetos são projetos que eles parecem bons só pra um lado, não pra todos. A gente sabe que o modelo de negócio, a gente tá aqui no digital, tá na TV, mas tá no digital, tá em todo lugar, a gente sabe que o modelo de negócio, ele mudou. E tá mudando cada vez mais. Então, assim, a TV aberta em si, ela enfrenta, e todo mundo sabe disso, não é nada, assim, ela enfrenta um desafio do seu tamanho, o que ela vai fazer, o que ela vai oferecer, conquistar audiência.

em TV aberta. E aí você olha os projetos, as conversas são legais. Pô, são coisas legais. Você olha o programa e fala, cara, que programa delícia de fazer. Aí você vai ver a audiência. A audiência é injusta com aquele programa. Cara, é injusta. Aí você fala, pô, aí eu vou entrar num projeto desse. Quem vai ser o fracassado? Alô, internet. O fracassado vai ser o modelo de negócio? Vai ser o produtor? Vai ser o comercial? Ou vai ser o apresentador?

Bocar de fracassa. Bocar de fracassa e não leva audiência. Então isso aqui acabou. Cara, por que eu vou entrar nessa? Então assim, se pintar um projeto legal, cara, de audiência,

Pra quem tá produzindo, pra quem tá comercializando, pra quem tá veiculando, pra quem tá apresentando, tamo dentro. Então, isso posto, tá aí colocado. Aí, a galera sempre contou comigo pra ser a voz das dores dela. Todo mundo assim, pô, Rodrigo, você é o cara que defende a gente, você que não sei o que lá e tal. E realmente é isso. Pô, cara, aquela coisa... A coisa da insatisfação pessoal. Você não ser ouvido por ninguém, você não sabe pra quem correr, você é desrespeitado, você paga tributo, ninguém te...

Nem aí, essa confusão toda. Falei, vou criar um número de WhatsApp no meu perfil mesmo, no meu perfil de Instagram,

e quando eu falo perfil do Instagram, está sempre espelhado TikTok, Facebook e YouTube. Está lá. Era para ter um número muito maior de seguidores. Está crescendo agora rapidamente, mas não tem tanto que era porque eu tinha uma restrição muito grande. A cada postagem que eu ia fazer, eu tinha que pensar para além de Deus. E aí me gerava um desgaste que eu falava assim, cara, eu não vou postar nada. Porque isso é aquela coisa, é a interpretação do outro.

Então você vai, cara, não vou postar nada, deixa assim. Então minha rede sempre foi muito parada. Mas eu vou criar um número de WhatsApp que aparece ali. A pessoa grava um vídeo com as dores dela,

Pô, aqui o asfalto, a água, a Enel, o caramba. Empresas que prestam serviço ruim. Voltamos no outro dia, agora, recente, o cara foi abrir um saco de flocão, tinha um monte de coisa dentro, surpresinha, tal, isso aqui. Vai ser o Kinder Ovo, o flocão. Daí, pô, os caras erram de produção, tal. Vamos lá, mas assim, é com intuito, não é um intuito denuncista, armamentista, agressivo. É um intuito do quê? De chamar o outro lado e trazer a solução dos problemas de todo mundo. E construirmos ambientes legais, relações melhores. Esse é o objetivo.

quando a marca tá junto. Cara, a marca, vem. É melhor você estar junto, porque você vai atender melhor o seu cara do que você ficar bravo porque você tá ali publicando alguma coisa ao seu respeito. Não, vamos construir juntos. Eu falo do poder público. Cara, ouve. Ouve a demanda do seu cidadão, do seu eleitor. Resolve o problema dele. Vai ser muito melhor do que você fazer de conta que você não ouve. Eu achava que não ia vir vídeo nenhum, Emílio. 400, 500 vídeos por dia de gente que manda o negócio pronto.

Manda o negócio pronto. Esse WhatsApp eu tenho acesso aqui. Óbvio que daí botei uma equipe.

fazer triagem, pra olhar todos esses vídeos, ouvir o outro lado, publicar, e depois também a solução, que é isso que mais importa. Eu publico lá as soluções dos problemas e tal. Aí, poxa vida, esse negócio colocado, vai atualizar aqui, ó, você pode ver, ó, esse aqui é o WhatsApp do número que tá lá. O último foi meia-noite e vinte e cinco, mas vai atualizar, você vai ver que vai ter algum vídeo, algum vídeo agora, vai atualizar, eu já te mostro.

Aí, cara, eu olhei isso e falei, poxa, é tanta gente, isso pode acontecer em outro lugar também. E aí veio a ideia de regionalizar o Boca TV.

significa o quê? Fazer essa mesma coisa que tem aqui em outras regiões do Brasil. Semana passada, lancei, lançamos Boca TV Campinas. Então, quem é da região de Campinas, Campinas e região, tá assistindo a gente? Saiba que tem lá pra você um perfil, um perfil desse, bocatv.campinas, com o DDD de Campinas e região, com o WhatsApp exclusivo pra eles, pra que as pessoas de Campinas e região enviem os vídeos, a gente faça a triagem, a gente publique, cobre e venha a solução. Boa!

Agora aqui, elas são 13h41. Repita. 13h41. Olha aqui, 13h40. Olha o vídeo já com o problema na rua. Boca TV, um buraco na rua, não sei o que lá. São vídeos e as pessoas mandam elas falando. Conteúdo a rodo. Conteúdo a rodo com as pessoas com as dores delas, estão aqui. E a gente vai tentando dar vazão pra isso. Aí criei lá o negócio Boca TV Express. Porque daí é o vídeo curtinho que você consegue dar vazão e mostrar aquele problema da pessoa.

Aí então regionalizamos. Então fizemos Campinas. Campinas, você vê como tem a carência das pessoas?

semana, na segunda-feira da semana passada, nós lançamos Campinas. Só no Instagram, em uma semana, nós temos já 20 mil seguidores. Caramba. Em uma semana. E recebemos, sabe quanto? Recebemos cerca de 150, ontem eu peguei o número com a minha equipe, foram 143 vídeos em uma semana. E eu não tinha publicado ainda, tá lá, Boca TV Campinas na tela, tá vendo ali? A gente publicou ontem, segunda-feira, ontem que a gente começou ali, o terceiro vídeo que tá ali na timeline, foi de ontem que a gente começou com as denúncias ali. É denúncia, é denúncia,

É denúncia, é problema. Mas, de novo, Emílio, que é importante, eu gosto de falar isso, cara. Eu não tô aqui pra ficar, sabe? Mas não é uma TV. Pra deixar o ambiente pior. É pra melhorar. É uma TV. Aí, regionalizando. Então, nós vamos ter agora, se o pessoal se prepara, o estado de São Paulo inteiro. Nós vamos repetir esses perfis nas mais diversas regiões de São Paulo e nas capitais. Pra esse ano, previsão, é 60 perfis. Os 40 maiores PIBs de São Paulo e todas as capitais. Todo modelo igual. Aí, volta pra TV. Volta pra TV. O que eu fiz?

que eu já coloquei aqui sobre TV, por que não montar minha própria TV? Eu falo minha, parece uma coisa, mas é nossa, de quem está junto comigo. Nossa, de quem vai ajudar a fazer. Produção de conteúdo. Produção de conteúdo. E aí, o que eu fui buscar? Algumas coisas diferentes do que já existem. Boca TV Canal. É o quê? Uma TV digital, 24 horas no ar, no streaming, que nem a Pan. 24 horas no ar, com conteúdo a princípio, para começar, 12 horas ao vivo, de fato, com conteúdo novo.

horas a princípio a gente reprisa melhores momentos e tudo mais, pra começar a brincadeira. Programas variados. Uma coisa que, a única coisa que eu quero levar da TV aberta nesse projeto, a única coisa é a grade. Eu acho importante ter grade. Hoje são poucos que tem grade, como vocês aqui tem. São poucos que tem. A gente vê outros que são sucesso, mas não tem grade. Eu não sei que agora 1h43 está passando lá o pânico. Então assim, criar uma grade com diversos programas. Cerca de 10 programas, mais ou menos, por dia de temas variados,

Não quero entrar no hard news. Se vocês esperam isso de mim, eu não tenho essa disposição. O hard news que eu digo é o seguinte. A politicagem, o factual do dia a dia, a esquerda, a direita, o centro, o inferno que for. Eu não quero entrar nisso. É o que a turma gosta. A gente quer sair. A turma gosta. Não, não. Gosta, mas eu não quero. Eu prefiro estar do outro lado. Estou do lado de você, independentemente das suas escolhas.

Por isso que eu não quero entrar no hard news. Vamos ser felizes, gente? Vamos fazer o pane. Vamos fazer o pane para dar risada. Vamos fazer um programa de moda. Os caras gostam. Mas vai ter bagunça.

Tem que dar essa oportunidade do povo te odiar. Te xingar. E falando nessa oportunidade... Essa é a nossa função social hoje. É deixar com que a turma nos odeie muito. Mas é um masoquismo. Porque quanto mais odeia, mais vem. Tem esse lugar. E colocando essa questão do ódio, a gente viu que sempre saía nas mídias e tudo mais. Tretas de bastidores.

Pô, não, Boccardi é isso, Boccardi é aquilo. Só que assim, a gente assistindo, a gente via muito o contrário. Que era um cara que na maioria das vezes comprava a briga do senhorzinho, da senhorinha e tal. Então você ficava pensando, você falava assim, pô, esse é o cara que briga, sei lá, com a tia do café, um exemplo. Esse é o cara que briga com a companheira de jornal. Isso, até onde existiam realmente essas tretas? E até onde era uma criação pra tentar já demonizar?

de concluir o processo do Boca TV Canal, porque eu acho importante pra compreensão das pessoas. Mas vamos lá pro que você coloca com o maior prazer. Cara, é mais fruto daquilo que eu falei inicialmente. Eu falo aqui com a maior tranquilidade, cara, do jeito que quiser, porque assim, todo mundo que trabalhou comigo diretamente, se quer ligar agora, liga. Liga agora. Faz uma surpresa, faz uma entrevista pra pessoa que trabalhou comigo diretamente pra saber qual era o ambiente, qual era a parada, que jogo eu jogava. Faz agora, na boa. Pode ligar agora. Quer ligar pra Glória, Vani,

quer ligar pro Thiago Oliveira do esporte que foi lá quer ligar pro Jodar, quer ligar pra quem mais? Abel Neto que passou lá comigo quer ligar pra Cíntia Toledo que trabalhou lá comigo de manhã pode ligar pra Sabina Simonato que tá lá hoje, liga pra quem quiser e pede um relato verdadeiro cara, zero aliás, pelo contrário, desculpa aliás, pelo contrário, eu falava assim pra todo mundo cara, se você tá vindo junto comigo aqui e você tá vindo de peito aberto nós vamos ganhar junto

Eu preciso, Emílio. É equipe. Eu sozinho não faço nada. Então, assim, eu tenho que ganhar com a pessoa e a pessoa ganhar comigo. Ali na hora da apresentação, essa é a parada. Não tem graça fazer sozinho. Você não consegue fazer. Vem de jogo aberto. Vem de peito aberto. E os caras que passaram por mim só foram para a situação melhor. Vou fazer um break agora para o meu querido fuzil. O herói. Fazer um break agora para a nossa rede rádio. A gente continua nas plataformas. Obrigado pela sua audiência em todo o Brasil.

Reginaldinho ele vai falar no Boca TV mas só pra gente finalizar esse assunto me parece uma grande calhordice como você tá colocando aqui porque você é um cara que tinha um tempo uma história na Rede Globo Televisão quando saíram essas notícias de assassinato de reputação que acho que eu posso usar dessa forma fica muito esquisito então o que aconteceu de fato pra alguém te tirar da Rede Globo no momento é uma coisa interna você sentiu uma puxada realmente de tapete essa história é a seguinte cara eu tenho uma relação de trabalho de um funcionário com uma empresa

Sabe, isso aí... Mas tem todo o contexto que você já viu aí. Eu falava da questão de construção de inimizade. Interessava muita gente, eu não estar ali. Pois é. Interessava muita gente, eu não estar ali. Interessava muita gente, eu não falar tudo o que eu falava. E tem questões de disputa e tal. Mas essa história, cara, pra mim eu já falei, já dei declaração. É uma relação de uma empresa com um funcionário. Pra mim é o seguinte, é uma conversa silenciosa, jurídica e tal.

E já faz mais de um ano. Um ano e dois meses. Agora é Boca TV, bonitão. Cara, Boca TV. Vamos no Boca TV.

Mas tô animado com o negócio, sabe? E que pra mim é algo tão maior do que tudo isso. É algo tão maior. E junto com as pessoas, que é mais importante. Sabe, isso pra mim é que... E se renovar, né, Bocardi? Tá com tesão fazendo trabalho. E o fato é que é muita falação, cara. Assim, não tem. Apareceu prova de tudo que me acusaram, cara? Cadê, gente? Cadê? É uma puta maldade. Eu durmo o sono dos tranquilos, cara. Assim, enfim. Uma maior tranquilidade mesmo.

E feliz da vida. E construindo minha história, sabe? É o que vale. É isso que vale. Então, cara, BocaTV. BocaTV Canal.

Estou me dedicando a isso. Toda essa história que eu já falei dessa construção espalhando o Brasil inteiro é um negócio que não existe. Um negócio novo. Que dá voz às pessoas. O slogan é BocaTV, um canal que dá voz a você. Dá voz às pessoas. Então, poxa... Mas é uma bala, né? Bala do que existiu? Financiar, bancar a brincadeira. Lógico que é. Como todo negócio é. Como todo negócio é. Só que assim, dá pra você fazer. Porque esse aí, o que acontece nesse BocaTV Regional? O conteúdo,

Ele vem pronto pra mim. As pessoas produzem e elas não cobram nada. E não é que elas têm que cobrar. Pelo contrário, eu tô no meu formato ajudando ela. É uma troca. Então é uma troca. E é uma coisa que você vai lá e sensibiliza e ajuda também o outro lado. Então assim, é uma coisa que é boa pra todo mundo num custo relativamente baixo. Baixo. Tem equipe, tem que fazer triagem, tem que ter inteligência artificial. Tem a Kombi. Tem uma Kombi.

Tem uma Kombi da equipe. A câmera. O cara fala assim, ó, precisa mandar a Kombi. Puta, entra a Kombi. Tudo é custo, né? Custo de produção.

Mas aí a parada é a seguinte, é você tentar também isso. Da mesma forma, você vai lá como qualquer negócio. Vamos monetizar. Quem são as empresas, as marcas, o poder público, que quer estar junto do seu povo, do seu setor privado, que quer estar junto do seu cliente, que quer construir ações que sejam relevantes e sejam importantes. Cara, eu tenho, nessa brincadeira, eu estou falando para você. Campinas agora. Para quem quiser.

Para Campinas eu tenho. Em uma semana já aumentou muito mais. Estou falando do dado de sexta-feira. Eu tenho 150, 143,

WhatsApps dos moradores de Campinas. Você quer chegar comigo? São todos meus amigos. Vou chegar para o cara e falar assim, cara, você tem aí um... Você quer abrir uma lojinha aí? Você quer abrir um shopping? Você vai abrir um supermercado? Eu tenho como amigo meu 150 pessoas que podem ser clientes seus também. Quer? Vamos mandar lá uma mensagem para eles oferecendo... Estou dizendo aqui um exemplo. Serviço, um produto. Fala para ele ir na sua loja tomar um champanhezinho só para o cara ir lá.

Mas você recebeu propósito. Mas você recebeu propósito SBT, essas empresas normais, né? Sim, conversas.

Lógico, com todos Os caras não pagam nada Não, mas a primeira conversa Emílio, a primeira conversa É o inferno Não tem dinheiro Mas calma, eu vou lá ainda Faz o seguinte, eu sei, tá difícil, não tem dinheiro Então é o seguinte, o que a gente pode fazer Pra nós ganharmos juntos? Beleza, não precisa ter o dinheiro na entrada Vamos construir coisas Qual é o plano? Vamos construir Daí você entra naqueles outros fatores que eu olhei

Você entra numa linha que a galera quer seguir, que você não acredita. Você entra numa linha que, pô, é difícil viabilizar aquilo por causa da audiência, do ponto de vista comercial. O formato é um formato que não é tão inovador, que não vai chamar ninguém. Então, se começa a entrar em outros elementos... Você sai que é furado. Não é nem o problema da grana pra mim, diretamente. Não, o que que tô aqui disposto a ficar trabalhando de gato?

E agora o YouTube vai deixar de pagar também, né? O ganho do YouTube não vai ter mais monetização. Não vai ter mais monetização no YouTube. Ele já tá diminuindo.

vai diminuir, já entrou as grandes redes. Ele já tem grande rede lá no... Nós estamos lá. Sim, claro. Aquela grana que você ganhava fazendo o negócio, os caras vão parar. Nós vamos buscar o nosso caminho, mas acontece também o seguinte, cara, se começar a fazer muita ação, quem sou eu pra dizer isso, mas se fazer muita ação comercial, muita coisa, as suas custas e não te remunerar, ninguém vai querer fazer mais nada também, né?

Então tem que ver essa medida aí, como é que vai funcionar. Você busca outro caminho.

O professor sabe. Ele sabe. Conta aí pra nós. Eu acho que ajuda muito. Mas é morto, né? Apresentador morto. Sem alma. É o back office. Então, quer dizer, hoje você consegue ter, num curso bem mais barato, uma gravação, uma edição. E o conteúdo é isso. As pessoas fazendo o ao vivo e o book card, que é a personalidade dele, atuando.

coisas que antes você precisava de muita gente, você consegue substituir. Mas não é um modelo que a gente tem certeza que é replicável para qualquer pessoa. Mas é sacada. O cara teve sacada. Para mim, você está tendo uma sacada. Você falou, cara, tem um público que tem uma demanda, que a turma gosta de reclamar para caramba. Posso resolver essa treta? Vou colocar essa demanda como conteúdo. O nome é legal. Boca TV. Coloca a boca na TV para reclamar.

Coloca a boca no trombone. O nome é legal. Estamos torcendo. Bom demais. E vem aí um...

um estúdio também super novo, ontem foi o dia, tá aí nas redes sociais, BocaTV é canal, busca lá, tem lá de chapeuzinho assim e tal, fazendo a demolição da primeira parede, de onde vai funcionar o estúdio aqui em São Paulo, uma destruição só, hoje já avançou bastante a obra, e a gente tá lá, só na porrada, põe o som aí, você vai ver, tá na raiva toda, você imagina, cada marretada era uma cabeça, vai gastar em Bocardinho, vai abrir o bolso,

o bolso, hein? Não, cara, fazendo negócio. E assim, as pessoas muitas vezes falam, mas como é que tá montando um negócio de gente? É uma empresa. Eu tenho aí, tô buscando parceiros, investidores. É um negócio, gente. É um negócio. Tem investidor que tá interessado no negócio pra colher... Não, é investidor mesmo pra estar junto no negócio. Isso é claro. É que as pessoas muitas vezes no meio da comunicação, ninguém entende isso.

Em redação, a pessoa... Raro um cara que você encontra ele capaz de empreender e montar uma empresa. Já nasceu pra quê? Não é do DNA do cara. Ele não faz ideia. Como é que eu vou sair ou vou montar

Não, é. Do empreendedor. Do patrão. Que é um vendido. Aí tem o patrão. Então assim, cara, só aí nessa brincadeira aí, eu tava, tem um vídeo, você pega o vídeo inteiro ali, o tanto de gente que tem ali só de oportunidade de emprego que eu tô dando pra essas pessoas, não sou eu. São parceiros que estão comigo, que são empreendedores e querem estar no negócio. Cara, é o jogo de empreender. Eu quero, aliás, ser visto até mais como do que, primeiro que jornalista, cara, não precisa me chamar de jornalista, não faço questão, faz tempo, tá? Na boa. Isso é bom falar.

Não é porque o jornalismo, com todo respeito, todo mundo que é jornalista, é difícil hoje, inclusive, pulverização, onde todo mundo virou um repórter, cada cidadão. E outra, de novo, a gente sabe dos veículos e tudo mais, como é que o negócio tem cada vez mais tocado, como é que a banda tem mais tocado. Todo mundo tem opinião, isso eu acho legal. Eu acho legal a audiência também ter condição de rebater.

É a mesma coisa que aconteceu agora que a gente deu notícia da CIA. A gente deu notícia da CIA aqui. Falou, não, essa notícia não é do Brasil, é na França. O ouvinte corrigiu a gente. Xingando. Antigamente... Não, mas não é xingando. Antigamente você não tinha esse recall imediato. Ou o cara ia escrever uma carta pra você. Eu acho isso maravilhoso. Eu sou fã da resposta. Eu usava muito isso. Eu uso muito isso. Eu sou fã de ter as duas mãos. Eu sou bom usando isso.

Eu sou movido pela massa, por todo mundo. A gente agradece quem mandou aqui. Sempre aqui. O Delari me mandou essa informação. E o professor está aqui para resolver qualquer problema que a gente quiser xingar. Se quiser xingar, xingue a vontade. Eu tenho uma mala de dólar em casa que eu conto. A cada xingamento. Eu tenho dólar, eu tenho frango suíço.

Emílio, tem um... Eu vou à tarde. Filha da puta. 10 mil. 10 mil. Ô, seu filho da puta. Fique à vontade. Tem um livro aí de um cara que chama... Eu gosto dessa coisa do palavrão também. Mas não é nesse sentido de ficar. É mais no sentido de você... De falar mesmo. Que não é esse sentido que você está falando. Que é aquele de atingir a pessoa mesmo. Mas a coisa assim de você... Ah, merda. Mas vai você também. E aí estava um livro chamado Guy Cavazard. O cara foi um dos criadores da marca Macintosh.

toche lá atrás, lá atrás. Daí ele dá os cinco mandamentos pra você encantar uma pessoa. Os dez mandamentos pra você encantar uma pessoa. O primeiro é um aperto de mão, que tem que ser um aperto de mão forte. Firme. O segundo é o olho no olho. Pra você, porra, sentir o negócio. O quinto é xingar. Vai mostrar personalidade. O pessoal me ama. Vai tomar caju. Vai, baleia. É, isso aí. Daí você tá lá no quinto. Então isso é bom. Chama atenção, né? Isso é bom demais. Bocardi, porra, desejo...

A gente é fã do seu trabalho aqui que você fez na Globo com naturalidade, que era muito bacana. Não tinha aquela coisa parada na Globo. Você fez com maestria aquilo lá. Espero que dê muita sorte pra você aí esse novo projeto. E conta com a gente aqui. Nós estamos juntos. Vocês também. Se eu puder, a gente botar junto, construir. Nós estamos juntos nesse negócio. Só pra... Que eu não tinha falado da questão do canal, então. Só pra finalizar, pras pessoas entenderem bem.

O canal com uma programação ali variada. Muita coisa na área de entretenimento e tal. Obviamente, algum fato importante do dia.

seja no jornalismo e que mereça uma intervenção minha, uma entrevista, um negócio, estarei pronto para isso. E aí, um dos programas comigo, nessa grade de 10, 11 programas por dia. Esse programa comigo é o único ponto onde a gente vai ter, a princípio, a inter-relação disso tudo que está nas redes sociais, da história dos perfis, com o canal. E esse programa vai ser o quê? Emilio, você mandou um vídeo para a gente, você sofria para caramba lá o cara, você sofria que não resolvia seu problema,

a Enel dando uma dor de cabeça, não sei o que tal. Vem cá, publicamos, resolveu sua vida, vamos bater um papo. O que que melhorou? Que prejuízo você teve? Aí chama do outro lado a Enel, seja lá quem for. Vem cá, qual é a sua dificuldade também? Fazer um negócio bacana nisso com o público, o platé e tal, um negócio bem legal. Então essa é a ideia do canal e tem uma outra coisa que não existe, que não existe pelo que eu conheço, no Brasil, que é um estúdio de vidro, tudo isso vai acontecer num estúdio de vidro, piso térreo, numa avenida importante aqui de São Paulo, com caixa de som pra fora,

todas as leis do silêncio da vida pra que as pessoas saiam lá do metrô, dedicarem com aquilo e possam participar. Chama pra dentro, vai pra fora, vai lá pra fora, pra poder acompanhar. Vai virar um ponto turístico de São Paulo. A demolição já começou, segunda-feira a galera começa a descobrir, porque no domingo acho que vamos instalar os tapumes ali da obra. O tapume vai ter, entre várias coisas, o tapume já vai ser uma interação com a cidade.

O tapume vai ter lá trombone, pra você botar a boca no trombone. Então você vai lá, vai Corinthians, se ela fala o que você quiser,

Eu vou gravar a xinga, faz o que você quiser. Eu vou gravar o seu vídeo, vai ter uma autorização ali embaixo. Eu vou gravar o seu vídeo, o seu rosto e vou publicar nas redes sociais do canal a sua trombonada. Bem legal. O meu programa? Ah, vocês querem chutar? Eu já falei, não sei se já chegou aí. Já vou dar um nome perfeito. Qual que é o nome do programa comigo? Boca Livre. Boca Livre? Não vai ser esse. Boca Louca. Boca Louca já é 24 horas. Alguém chuta mais ou não? Alguém chuta mais esse programa comigo?

questões aí, dessas coisas aí da cidade. Boca no trombone. Boca no trombone, vai ter o trombone lá fora, vai ter um trombone na fachada sempre, a ideia é que tem logo o trombone. Cara, você quer, tá com aquela raiva mesmo? Tá com aquela...

negócio, vai lá e solta tudo. É terapêutico. Boa, boa. Mas o programa vai se chamar? Pode falar. Meia Boca. Ah, o fuzil Buzz Lightyear aí na tela. É isso aí. E o fuzil vai fazer o meia boquinho. O Instagram é arroba Rodrigo Bocardi pra você seguir e aguarde aí o bocatv.com. Obrigado, Bocardi. Obrigado, galera. Obrigado. Bom estar aqui. Valeu, valeu. Tamo junto. Valeu, valeu, valeu.

Todo início de ano eu penso, beleza Lohan, o que dá pra fazer melhor daqui pra frente?

Aqui em Médicos Sem Fronteiras, eu aprendi que a gente nunca erra quando escolhe cuidar das pessoas. Fazer o bem não pode esperar o ano passar. Milhares de pessoas precisam da nossa ajuda agora. Te convido a começar esse novo ano fazendo a diferença na vida de quem mais precisa. Seja um doador mensal de Médicos Sem Fronteiras. Porque urgente é a vida. E a vida não pode esperar. Quem tem Sky tem futebol o ano inteiro. É jogo atrás de jogo. Brasileirão, Copa do Brasil, Copa do Nordeste, Libertadores.

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Jornal Jovem Pan, de segunda a sexta, às oito da noite, na Jovem Pan News.

E aproveite. De volta! Voltamos! O pânico voltou! De volta! Voltamos! Vocês gostaram? Muito bom. É isso aí? Meia boca. Assista a visão crítica. Vamos embora? Meia boca. Amanhã quem é? Amanhã é um historiador. Marcelo Andrade.

Acho que é o nome. Isso, isso. Marcelo Andrade. Ele é um explorador que mostra que nem sempre o que aprendemos... Falou, Dan Estuba. Vai falar sobre a guerra, o Oriente Médio, história e idade média. Dan Estuba da Pan. Idade média? Exatamente. Idade média. É a idade mais sem graça da humanidade. A melhor... Mas será que não tem algo a ver com os reflexos de hoje, o que está acontecendo? Ah, deve ter. Vamos saber amanhã. Isso. Idade média é uma coisa muito sem graça, né? Não, é muito boa a idade média. O que teve bom na idade média?

Primeiro o Mike... O meu advogado pediu pra não falar. É, não vai arrumar problema. Quase, sai. Eu não sei, eu acho a Idade Média muito sem graça. O mundo não teve nada na Idade Média. Demorou muito pra evoluir a Idade Média. E a Idade Média, ela demorou muito tempo. Muita desgraça na Idade Média. Será que a gente tá indo... Muita peste. Muita peste.

que isso, você quer? Então amanhã um programa... Idade Média. Vamos pensar direito. Refletir se continua a palma. Tchau, pessoal. Amanhã a gente volta ao meio-dia. Valeu, tchau.

A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação. Realização Jovem Pan.

Rodrigo Bocardi | Castnews Index — Castnews Index