Roberto Justus
Peguem os botes salva-vidas, o TUBARÃO está em Pânico! O homem que já demitiu mais gente do que muito RH por aí, Roberto Justus vem sem filtro pra responder tudo que o afegão médio quer saber: o Brasil incentiva ou pune quem quer empreender de verdade? O que separa quem faz acontecer de quem só tenta? E será que hoje a galera quer mais parecer rica do que construir riqueza de verdade? Negócios, carreira, dinheiro, família e exposição nas redes: o papo é completo e sem rodeios. É nesta terça-feira (24), vê se não perde… ou vai continuar sendo aprendiz enquanto os outros são efetivados!
Pronto e deteitado. Humor reiniciado. Modo pânico ativado. A vida só filtra e like. O mundo tá sério, quadrado demais. Mas o pânico vem. E ri por trás. A manga. E a escreve. O humano copia. O algoritmo manda e a galera obedece. Mas calma, respira, dá risada. Confia que o erro é que faz o sucesso.
Fala amor, como é que vocês estão? Tudo bem com vocês? Tudo bacana? Tudo certo? Estamos de volta aqui. Sim, mais um destemido programa pânico pelas corajosas plataformas da Jovem Pan. Sejam bem-vindos ao programa mais esperado que os gritos de brasa nos estádios. Vamos lá, gente. O Brasil é brasa. Você decide. Para falar novamente dessa importante questão. Ah, questão muito importante.
Não tem problema nenhum no Brasil. Baita relevância. É só essa discussão aqui. Vamos falar com ele? Roberto Avalone, calça grande. Vamos lá, calça. Eu vou pra onde? Acabei de chegar. Cadê o Brasa? Cadê a Brasa? Vai ter churrasco? Quem chama o Brasil de Brasa? Tá brisando.
Provavelmente, né? Essa mocinha tá mais louca que a Britney Spears numa festa do Vorcaro. Eu sou mais usar a camisa do Capiroto que chama o Brasil de brasa. Isso deve ser culpa do Neymar. Já que ele tem os parças, agora ele quer ter os brasas, né? Assim não dá. Eu vou buscar meu babador e agora vai lá o nosso querido Provolone.
O caralho de três pernas de São Manoel. Ah, meu São Genaro. Onde essa mocinha fumada tirou o braço? Meu Deus do céu. Meu Deus. Tirou do cachimbo do vovô? Tá mais fácil chamar o Pablo Vittar de meu denguinho do que chamar o meu Brasil de braça. Eu sou do Brasil da época do Rei Pelé, Ademir da Guia, do Rivaldo, do Rivelino. E por que não dizer do Amaralzinho, o grande Amaralzinho Caolho? Meu Deus. Exclamação.
ver o show do Justin Bieber, que na qual eu sou fã, chamar o Brasil de braço, é como chamar uma areia de carro, chamar o Jaininho de governador, meu Deus, agora vamos a maçã, o Belo Poupetone, o Lelis Trattoria, com o meu Dipolini Maggiore, 7 centímetros mais alto, vai surito, o volumoso do Rádio Nacional, meu Deus. Boa, é o Dipolini, o nosso clássico Dipolini. É diferente de Dipolini. Isso aí, muito bem, esse é o melhor stand-up comer do Brasil, do nosso querido Morgadinho, no meio.
ou chamam de umbigo de cisterna, vejo vocês. O nosso Morgado é o Rogério Morgado. Diga lá, Morgadinho. Quem é esse? Rocambola, hein? Uma hora dessa. Sou eu. É o Morgadinho chegando com um show pra você. Porque ele é o quê? Ele como que ele é? Ele é fofinho, hein? Hum, Rocambola. Porque ele é gordinho, é um rocambola. É redondo. Sou eu mesmo. Toda guarda-feira tem o rocambola aqui em São Paulo. Faz o seguinte, entra no Clube do Ingresso, já adquire o seu.
casa de comédia de São Paulo, clubedoingresso.com, se não puder amanhã, vai na próxima ou na outra, tem aí dois meses pra frente pra você já adquirir o seu, e é muito bacana que a galera acaba entrando, já sabendo que vai vir pra São Paulo, né, ou pra trabalho, ou pra convenção, feira, ou somente passear, e já entra no clube do ingresso e já adquire o seu, tá certo? Show do Morgadão, então, amanhã. Quero chamar a galera pro dia 26 agora, mais conhecido como quinta-feira agora, tem show em Cotia,
Lá no Rock Bar Rota 270. Show solo, tá? Simpla.com.br. Dia 1º, que é a próxima quarta-feira, já tá vendo, como eu falei, My Fucking Comedy Club. Dia 2 em Rio Claro, 2 de abril. Você de Rio Claro, compra hoje o seu ingresso, porque vai esgotar. As vendas estão bem avançadas e o show do Morgadão aí vai esgotar mais uma vez, tá certo? O show em Rio Claro é lá no Vila Raiz.
Vários shows de comédia stand-up aí em Rio Claro. Então, no dia 2 de abril, você vai comprar no Simpla. Dia 4 de abril, sabadão, show do Morgado em São José do Rio Preto, Teatro Municipal, Humberto Sinibal de Neto. E você de São José do Rio Preto, compra no bilheteriaexpress.com.br. As vendas também estão avançadas, mas 50% já foi pro vinagre e vai esgotar como da outra vez. Bilheteriaexpress.com.br. Você de São José do Rio Preto. Galera da Granja,
9, um projeto muito bacana aí, ó, lá no Enjoy Gastropub, uma casa sensacional, Rogério Morgado e convidado, você compra no Clube do Ingresso, você que é da Granja, sei que foi no show solo do Morgadão, esse projeto quinzenal vai ser muito bacana aí, Rogério Morgado convida e no dia 9 de abril tem na Granja Viana, Clube do Ingresso, Barueri no dia 12, você compra no Simpla e a galera de São José dos Campos vendeu, começou a vender ontem e a galera já tá comprando de São
Lá no Teatro Colinas, você sabe muito bem ali dentro do shopping. Teatrocolinas.com, você compra o seu ingresso no dia 24 de abril. Pra contratar o Morgado, manda um e-mail pra contato arroba rogerimorgado.com.br. A gente falou aqui, Emílio, do Nordeste lá. Galera toda aí, ó, produtores mandando mensagem querendo levar o Morgadão. Então, ó, a galera do Nordeste, esse ano, desse ano não passa. Prepara o camarão. Se o Morgadão não for aí via produtores, eu vou produzir esse show. E se você da cidade fala,
Eu filmo e falo. O negócio é o seguinte. Você quer patrocinar o Morgadão? Falar, Morgado, você vai vir pra minha cidade? Então eu vou entrar junto com você nessa, meu chapa. Manda um e-mail, contato. Obrigado, Emílio. Muito bem. O Erezito estará em Floripa. Novidade, né? Novidade. E outra coisa, já avisar a galera de Floripa, que é dia 10 de abril, sexta-feira, showzão aí, inutilidade pública lá no Floripa Comedy. Corre, porque
tá vendendo muito, muito bem. Ontem, difícil até, né, Morgada? Alguém mandava em casa e falava assim, olha, tá vendendo bem. Sempre na última semana que fala assim, mano, se vira que não tá vendendo. Então, já tá vendendo bem, corre lá, adquire o seu, pensa no evento.com.br, florei pro lugar sensacional, a gente vai lá, faz um showzão doido, come alguma coisinha, depois, bar freguesia no dia seguinte, é sensacional. Mais informações tem lá no arroba Fábio Gueré, tudo bonitinho, segue lá também e bora que bora.
Obrigado, Emiliano. Toca o barquito. Muito bem. Temos aqui várias pessoas nos acompanhando aqui neste programa. O André Luiz, o Wester Bang. Está aqui também. Claudete Aparecida. Muito obrigado pela sua audiência. Porque esse é o momento de homenajar quem gosta da gente. Independente do nosso humor um tanto quanto duvidoso. Quem briga pela gente no almoço de domingo. É para você essa homenagem. Chegou o momento de nossa audiência.
A Majestade. Majestade de hoje trabalha com a lei, meu chapa. O cara é investigador de polícia e ainda curte um rolezão de motoca. Casado e estabelecido em São José dos Campos. Muitos aplausos para Adolfo de Assis Chacon. Olha o Adolfo lá. Fala, Dolfão. Fala, Viote. Tranquilo ou não? Ah, mas se não tem correção, não é correção.
Esses dias atrás erraram o nome da audiência Majestade. Dessa vez erraram a minha cidade. São Bernardo do Campos. Cada dia é uma. Você sabe quem expulsou o São Bernardo do Campos. Quem foi o São José dos Campos. Então vamos entrar no mérito para não falar mal dele aqui ao vivo. A gente tinha sido juiz de fora. Muito bem.
Quem... Opa, não, não, não, tá aqui. Desculpa, desculpa, desculpa, Fábio. São José dos Campos. Tá aqui, mandou. Tá errado. Foi eu, foi eu. Foi eu, foi eu. Foi eu, foi eu. É que eu achei que eu tava falando com ele nos bastidores e ele falou que ia separar, ia morar. Passar o problema um para o outro aí. Mas, meu, você é de São Paulo, irmão. São Bernardo, vamos falar de São Bernardo. Ah, grande São Bernardo. São Bernardo tem aquela pulenta lá do... Maravilhosa. Lá do... Como é que chama? Rota dos restaurantes. Isso.
Isso. Não me recordo o nome do... Como é que chamava o restaurante lá? Que tinha aquele imenso... Até o Roberto Carlos fez show lá. Vocês não conhecem? Não conheço. São Judas sabe. São Judas, tem show pra caramba lá. São Judas... Não, acho que não tem. Acabou? Fechou? Morgado, fechou, fechou. Que porcaria, tinha tanto show bom. César Menotti, Roberto Carlos. Mas era um lugar que tinha muito show. A polenta lá, o frango com polenta.
Puta, eu amo o frango com polenta. Mas lá do São Judas era um negócio de cinema. Infelizmente fechou.
Nos deixou. Muito legal. São Bernardo, mandar um grande abraço aí, pessoal, do ABC. Tem 10 anos que fechou. Tô sabendo legal. Agora abriu em São José dos Campos. Não, é porque eu fiz metodista. Eu fiz lá em São Bernardo do Campo. E aí, ó, eu lembro que tinha os comerciais de São Judas no Frangão. Muito bem. Emílio, se o senhor me permitir, eu gostaria de mandar um beijo para minha querida esposa. Lógico. E para o meu filho, Tales. Boa. Que eu os amo muito. Olha que bonitinho. Ah, Grunde, Tales.
Bom, aí está a nossa audiência, então. O Chaconzinho 78. É esse o... Motoqueiro. Motoqueiro lá fumando uma charoga. Motociclista. Emílio, eu queria falar que aquilo ali é um fake news. Ah, é? Aquilo nada mais que é. Eu fui viajar para a Argentina e aquilo nada mais é que um pedaço de graveto de árvore que estava no chão com um canivete e eu fiz essa encenação toda aí, mas não é um cigarro. Você só colocou o pau na boca.
É o policial. E vamos aproveitar também e homenagear aos policiais. Sim, quero inclusive agradecer em nome da Polícia Civil de São Paulo que vocês têm um carinho imenso pela polícia. E um respeito, a gente tem que ter um respeito. Eu sei disso, então eu quero agradecer em nome de todos os policiais civis de São Paulo. É isso aí. A gente tem que respeitar muito quem defende a sociedade. Eu tenho certeza que vocês fazem um trabalho. É um serviço árduo, diário.
muito satisfatório. Muito obrigado pelo serviço. Homenagem à polícia civil. E aí está, aí está a nossa audiência sendo representada aqui pelo nosso querido Chaconzinho. Se você quiser participar, você entra lá. Audienciamajestade arroba jovempan.com.br Dito isso, opa, vamos lá. Pode soltar a vinheta. Agora falaremos de filmes, de séries, porém é importante
É importante ter você aqui, homens que adoram brincar de médico enquanto esperam no hospital. Linhagem Geek com o Homem-Aranha que anda ainda mama. É isso. É o André Alba. Diga lá, Alberto. Linhagem Geek, Linhagem Geek, Linhagem Geek, Linhagem Geek com Zé da Manga. Pai da manga. Zé da manga.
Boa tarde. Boa tarde a todos. Se inscreva no canal da Linhagem Geek no YouTube. Lá temos informações. Hoje tá polêmico o quadro. É polêmico? Não é culpa minha. Tá polêmico? Eu não invento as notícias. É o que Wagner mora. Eu reporto as notícias que são aprofundadas e discutidas na internet. Se tá polêmico, é nós mesmo. A primeira... A primeira é o seguinte, meu querido Zuzu e Samidana. É sobre a audiência do Oscar. Saiu o relatório e não foi bom. Esse Oscar não foi bom.
de audiência, é o menor índice desde 2022. É o que também mostra a crise do cinema que nós tanto conversamos aqui, que ninguém mais vai ao cinema. E são vários fatores. Tem o preço, tem a concorrência dos streamings, a concorrência do celular, das redes sociais. Tem os filmes ruins também, que não emocionam mais ninguém. Mas, segundo os relatórios, naquele 15 de março, registrou 17,86 milhões de espectadores,
o número representa uma queda de 9% em relação ao ano passado. E é o pior desempenho da cerimônia desde 2022. Eu gosto dos sites brasileiros que eles falam, apesar do cinema do Wagner Moura estar concorrendo, que é sempre que tá tentando, né? Dar uma protegida. Apesar de ter muita audiência do Brasil assistindo o Oscar, a audiência não foi boa. A turma ficou brava com o Celba. Não tem problema, eu adoro quando eles ficam bravos.
Linhagem Geek. Veio até Deputada do Pessoal. Eu gosto bastante. Você não enaltece o Brasil. O filme, assim, eu não vejo nada. Se o filme é bom, a gente fala, por exemplo, ainda estou aqui, tem a nossa transmissão aí do ano passado. A gente fala, pô, ela atuou bem. Beleza. Ananda. Fernanda Torres atuou bem. Beleza. Agora, o Wagner Moura não. O Wagner Moura foi um piloto automático desgraçado. Ainda fez ele mesmo. Você achou que ele não atuou.
Aí não tem como. A vontade. É, fez ali no pilotaço automático ali e vambora. Faz parte, mas não mereceu. O cara que ganhou o Oscar fez dois também. Mas você tem vários. Assim, é muito discutível. Por exemplo, o cara que fez o Blue Moon, não sei se alguém aqui assistiu. Pra mim, ele merecia ganhar todas as premiações. É bom o Blue Moon, que é o Ethan Hawke. Acho que ele fez o nazista lá do Bastardo. Esse cara é bom. Esse cara é sensacional. Ele fez o Blue Moon, pra mim. Ele faz um também que ele pega
véia, que ele é um golpista que pega a véia. Bom, esse cara é um putador. Esse cara é monstruoso. E diminuíram ele de tamanho, que ele tem 1,80 pra ele ficar baixinho ali. É praticamente um monólogo o filme, mas ele mesmo acabou não ganhando absolutamente nada. Então, não adianta chorar. E por falar em choradeira, o nosso diretor, o nosso diretor, Kleber, que é do seu filho, ele tá chorando bastante na rede social. Eu separei um post dele no Instagram, que é muito curioso.
Aí é lógico, né? Mas a culpa do filme, não e bem, é dele. Eu também acho. Sim, porque ele é o diretor. Exatamente. Exato. Ele que é, não o... O Moura. O Moura. O Moura também faz sempre o mesmo papel, mas esse Kleber... Pô, ele fez Bacurau, bicho. Isso aí. Não, Bacurau não dá, né? E olha que legal. O cara de Bacurau, pô. Eles queriam, Morgadinho, que todo mundo torcesse pelo Brasil. E aí ele fez esse post no Instagram, interessante, né? Pra você ver. Ele disse o seguinte.
Eu acho que é ex-Ciro Gomes. E ex-moristas. Eu acho que é ex-Sérgio Os Mouros. Os moristas que seguem. Talvez o agente secreto tenha trazido vocês aqui. Sei lá por quê. Mas, por favor, vão embora. Aqui é democracia. Melhor igualdade social, cidadania, educação, cultura, paz, justiça e Lula. Oi! O cara é a favor da democracia. O cara fala tanto em democracia, mas você não é bem-vindo. Você só é bem-vindo se você
É uma democracia. É a democracia do Maduro. Eu aceito qualquer opinião, contanto que seja igual a minha. Eu nunca pensei. Nossa, que democrata que ele é. Esse post representa toda a esquerda, né? Aí ele faz o seguinte. Nesse cercadinho de quase 500 mil seguidores, o clima é de ajudar o Brasil em ser um país e não um chiqueiro. Parem de me seguir. Grato, grande abraço. O negócio é o seguinte. Você quer ajudar o Brasil? Para de votar em gente errada que nem o Emílio.
Você quer ajudar mesmo? Faça isso. Não é o seu filme que foi ruim aí, que Bacurau também é outra porcaria, que você vai ajudar o Brasil, meu irmão. Mas é pela democracia. Foi infeliz no post, hein, o Mendoncinha? Mas ele parece o quê? Um universitário de 18 anos? É, o cara tem 18 anos, não tem o menor... Responder, responder... Criticazinha na internet, velho. Já é página virada. Eu sei, mas foi ontem que ele postou. Página virada. Ele é do Brasa. Ele postou ontem. É o diretor do Brasa, meu. Página virada.
já era. Ele postou ontem. Aí você faz isso na internet, o que acontece? Vai pro Twitter com aquele meme do Sentiu. Posso falar uma coisa pra você? Pararam de seguir. Ele tava com 500, foi pra 486. Vou falar um negócio pra você agora. Falar um negócio pra você agora. Sério. Por que que deu tanta confusão? Porque o filme é ruim. É isso mesmo. Porque se você pegar outro filme do Capitão, do Capitão Nascimento. Tropa de Elite. O Tropa de Elite, ele é um filme de esquerda. É isso aí.
Ele tem toda a conversa do canhoteiro pra caramba. Tem aqueles valores. Mas o filme é bom. É bom. Ninguém. É um filme cheio de mensagens. Universitários. Dos universitários. Opa, cacete. Porque o filme é bom. É bom. Esse filme é ruim. Entendeu, Mendonça? Porra, bicho. Mendoncinha. Aí os caras ficam. Aí fica a turma do Bolsonaro. Eu sei.
Mas é engraçado. O outro faz o erro. O cara é o diretor do filme. Não tem como não. O outro filme. É bom. É bom e acabou. Ninguém falou nada. Foi todo mundo sempre. Só reclamaram que tinha cópia pirata. Lembra? Sim. Isso é verdade. Antes de lançar o filme. Não tava nem no cinema. Ainda já tinha DVD pirata. O Padilha. O Padilha é bom diretor. Ele é bom mesmo. O Padilha é bom. Ele é bom mesmo. Você entendeu? Entendi. Fez bom filme.
O Padilha faz um filme pra galera. Esse quer fazer um filme. Lógico. Ele quer fazer um filme meio europeu.
Narrativa fragmentada. O que chama a atenção é que o cara é o diretor, ele concorreu ao Oscar. Esse post aí parece de um adolescente. Então não vem reclamar que divide o Brasil depois. Não vem reclamar do Alba que conta se conta. Depois é a linhagem geek. Tô vendo a turma que concordou com ele. Não, eu sou contra o linhagem geek. Eu chamo a palhaçada. Você vai se arrepender quando seu filho crescer. O que você espera do humor?
Seu filho crescer vai... Eu torci, eu torci... Pro Wagner. Pro filme ganhar. Eu também. Só que o filme é ruim.
É ruim. Mas a gente torce. É igual a seleção. É igual torcer pro Santos, bicho. Se a seleção tá ruim, a gente vai torcer do mesmo jeito. Sim. Um filme ruim, a gente torce igual. Tipo, agora, isso não tira o que o Alba falou. O cara parece um moleque de 15 anos. É, ridículo. Sai daqui, vocês não torceram pra mim. Vai dormir. Aí ele fala que quem politiza são os outros. Eu vou seguir, dane-se. São os outros que politizam. Ele e o Wagner Moura, eles não fazem absolutamente nada.
É, eles são os democratas que não aceitam opinião contrária. Foi engraçado esse post que ele fez ontem.
deu uma repercutida, claro. É, Ingrid Guimarães curtiu aqui. Brigada de nada. E ele travou os comentários também. Travou. Não pode comentar. Só quem segue ele não é Bolsonaro. Só quem ele te comentar. Só quem ele considera democrático aí consegue. Não, mas tudo bem. O cara bloquear, tudo bem. Mas o cara fala em democracia. É direito. O cara fala em democracia e fala, saiam daqui vocês. O cara não é nada democrático. É que esse pensamento, você tem que pensar o seguinte, porque muita gente fala que é progressista. O progressista por si só,
Ele é um cara que tem que aceitar tudo. Correto? Sim. Cada um é cada um. Cada um no seu quadrado. E nenhum no meu redondo. Então, esse é o pensamento do progressista. Esse pensamento desse cara é o woke. Porque o woke age dessa maneira. É o que eu digo, você tem que fazer o que eu... Eu amo todo mundo desde que pense igual a mim. Quem não pensar igual a mim não tá nessa... Não é que não tá, é fascista. Isso que irrita. Isso aí é pensamento totalitário. É o woke. Esse cara é o woke. O woke, ele age dessa maneira.
maneira. Ele é cancelador. E lembrar ele que tá cada vez mais saindo de moda, viu, irmão? Então, cuidado aí, vocês não saem de moda. Puta, fica essa conversa. A turma do Mendoza. Me deu saudade de falar da Paramount agora. Que mais? Vai lá, Chuchu. Eles querem comprar Netflix. O negócio é o seguinte, e por falar em politização, eu estava ausente durante o... O Sami, acho que deu, reportou aqui, o falecimento do Chuck Norris. Muito mal, muito mal. Não, mas essa você fez muito bem, que o Chuck Norris faleceu.
E aí que tal? Eu fiz esse link com a notícia anterior, por quê? Sempre quando a gente acaba repercutindo essas notícias, quem politiza somos nós. Certo. Não, vocês acabam politizando. Mesmo o Kleber Mendonça, o Wagner Moura, a todo instante falando de política. E eu separei uma manchete do G1, olha que legal, sobre o falecimento aí do Chuck Norris. Olha só a manchete. Bolsonarista Chuck Norris. Mas é praticamente isso. Ele é bolsonarista Chuck Norris.
contra o Obama. Mas o que que tem a ver isso com o falecimento do Chuck? Pois é, porque ele só morreu por causa disso. Você não entendeu? Ele morreu por causa disso. Depois sou eu que politizo as coisas. Não, mas você politiza assim. Como vai politizar o negócio? Não quero dizer que você não politiza. O cara morre e aí os caras colocam. O Chuck Norris defendeu o conservador, ele desapoiou o Trump, votou contra... Mas o que que tem a ver?
O que tem a ver, exatamente. Mas é isso que tá acontecendo. Que peludo. Foi a causa da morte. Isso que acaba acontecendo.
com a mídia, não só a mídia nacional, mas a mídia global. E por isso também que os caras estão perdendo cada vez mais credibilidade. E isso aconteceu com o Charlie Kirk também. Veja o que Charlie Kirk defendia. Meio que dando a entender que ele procurou a própria morte. Defensor de armas, vírgula. Charlie Kirk é morto baleado. Mas posso te falar? Na real, a maioria dessa galera que faz esse alvoroço todo, às vezes nem acredita na própria coisa que tá colocando ali. Tá fazendo por causa de engajamento e isso dá grana pra cacete, bicho.
Eu sei, mas é a mentalidade de Kleber Mendonça, filho. Se você não pensa igual a mim, você não pode, não tem que me seguir, não pode comentar. Por exemplo, eu sigo um monte de gente do PSOL. Eu quero saber o que os caras estão fazendo. Eu sigo um monte de gente que eu não gosto. Pra falar mal. Não, pra ver o que tá fazendo. Pra ver o que tá fazendo. Aí é um pouco demais. Pra falar mal. Isso aí na Dark Room a gente chama de sadomasoquismo. Mas tudo bem. Mas é só pra um pequeno desabafo aqui.
morte do Chuck Norris. Eles fazem isso com todo mundo. Agora vai ter uma batalha espiritual pra vencer. Agora é o seguinte. A grande polêmica. Zuzu, você se dá bem com os seus vizinhos ou não? Com meus vizinhos? Com as vizinhas, sim. Me dão muito bem com meus vizinhos. Cada um mora numa quadra. A casa dele tem uma quadra. O vizinho é a quadra do lado. Me dão muito bem. Um abraço pro Max. Meu querido vizinho. Não mora mais em prédio, é tranquilo.
A gente tem um rapaz muito corajoso. Eu não sei se você viu a grande polêmica envolvendo
Alan Ritson, que é o Richard. Ah, desceu a porrada. Porra, meu. É, mas esse cara é escroto, né? Então, a grande polêmica é o seguinte, não sou eu que escolho essas imagens, só pra deixar bem claro aí que a produção tem. É assim, é assim. É assim que o Bernardo já contou. Eles fazem de propósito. Quando eu fiz o Linhagem, não teve uma imagem dessa. Verdade. Só teve mulheres. Então, o que aconteceu no caso aí do Alan Ritson, né?
Que ele fez o Máquina de Guerra, o último grande sucesso da Netflix ali, em audiência. É ruim esse filme. Mas em audiência, os caras...
Foi audiência? Não, audiência. Até o pânico da audiência. Todo dia a gente fica em primeiro lugar. Se for esse o critério. E olha o que a gente faz de camisa, hein? Vazou esse vídeo aí dele agredindo o vizinho dele. E aí começaram várias as imagens, o TMZ postou várias imagens aí do condomínio fechado, muito parecido com o do Sami. E aí começou a seguinte história. O Alan Richardson chegou e bateu forte no vizinho. É lógico. Começou as versões.
versões, né? O vizinho falou que ele tava fazendo barulho com a moto e o Alan Richardson disse que o vizinho foi pra cima enquanto ele tava com os dois filhos, né? Tava com os dois filhos ali atrás e ele chegou e foi parar a moto. Hoje, logo hoje, saiu a câmera do Alan Richardson. Então, parece que realmente... Ele tinha razão. Parece que o... Tem a câmera direto da... Isso, essa câmera. Isso acabou de sair. Uma câmera praticamente primeira pessoa e aí o cara, ele praticamente derruba
ali fica na frente do Alan Richardson. E aí tem várias questões de você defender a honra ali com os dois filhos. O cara tá com essa puta moto fazendo barulho. Então, pode ser. E agora? Mas aí, você vai desafiar o Alan Richardson? Vai ter que aguentar, parça. Os Estados Unidos as ruas são tranquilos. Quase não tem ninguém na rua. Os Estados Unidos não tem ninguém na rua. Esse cara com essa moto aí. Como é que chama o negócio que os caras fazem com a moto? Dá o grau, né? Dá o grau.
Queria ver ter um fluxo. Um fluxo de funk aí nesse condomínio aí, pra esse cara ver o que é bom. Então, parece que o vizinho que tinha começado tudo foi uma grande confusão, mas o Alan Richardson sentou o braço. Mas, lógico, nele. Mas o cara parece que nem americano. Em vez de entrar na frente da moto, atira, porra. É, só daria pra desafiar o Alan Richardson armado. É uma opinião minha. Tá bom, né? O que mais? O que mais? Bom, muito bem.
Acabou? Chegou a hora dele. Um break. Um breakzinho para o Reginaldo. Hoje, presença ilustre nesse programa, hein? Quem?
Não sai da Jovem Pan, você que está no rádio, que vai ver. Roberto Justus vai estar aqui com a gente. E agora eu vou fazer um break para os nossos patrocinadores nacionais. Vai lá, Reginaldinho. É isso aí. E ele? Ele. Sucesso. Diretamente das ruas de São Paulo. Hoje ele está na ZL. Ele inspirou a camisa da seleção. Aí está o nosso herói, com a camisa do demônio. A cara também. Está dando muita repercussão, não é isso, Fuzil?
Peraí só um segundinho.
Ninguém nunca mostrou a design e falou Brasa. E vou dizer, Milhão, próximos passos eu vou já lhe avisar, hein? Muito em breve, talvez, teremos uma campanha com os grandes astros e as maiores lendas do futebol para tentar fazer pegar essa história de Brasa. Ah, lá vem o Brasa, Brasa is coming. E depois você vai ver muitas transmissões, crianças e pessoas jovens falando torcida Braseira.
os braseiros que invadirão os Estados Unidos, Canadá e México. Aguarde porque vão tentar empurrar a goela abaixo essa história de Brasa. Mas aqui não. Vocês fazem o que querem com o nosso país e a gente finge que está aceitando. Mas com a seleção do povo ninguém mexe. Essa será a pauta. Você vai gritar gol do Brasil ou gol do Brasa? Fuzil. Só um segundo, por favor. Fuzil, belo preâmbulo, porém o cabelo que você me diz.
Ah, mas eu tenho uma explicação, Emileão. Aposta. Eu confesso que eu deixei a janela do quarto aberta e eu tomei um pouco de feriagem, eu mal consegui dormir devido ao refluxo, porque isso está me virando estômago, essa história da seleção brasileira. Então eu não dormi, aí eu vim dormir no táxi. E o canário? Até que está moderninho. O canário de três pernas é uma homenagem ao trans? Não, é ridículo. Você sabe que o canário tem três pernas.
O canário de três pernas é um homenagem... Pegou! É uma homenagem subliminar? Pegou! Subliminar! Você é um gênio, meu amigo. Você é um gênio. Tem mundo na camisa, um canário com uma bilonga no meio das duas patas. Você é um gênio. O que você acha do canário de três pernas? É canary. É canary. Como erram, né, meu amigo? Não é?
Com a nossa seleção, né, velho? Nosso país virou uma chacota. E o pior, chacota interna. Porque ainda assim, o gringo zoa, beleza. A gente vai e sai na porrada, beleza. Mas chacota interna. Parabéns aos envolvidos, hein? Muito bem. E também feito com aquela inteligência artificial que a gente faz os filmes aqui também, né? Ficou feio, né? Esse negócio de... O Sami é melhor. Não é? Politizar o futebol é chato demais.
Mas agora é assim. Agora tudo é brasa. Agora é assim, ó, o canário de três pernas. O fuzil, então a pergunta é o brasa, né? O brasa é o açúcar. Como se a gente não tivesse problema nenhum. Vem esta CBF, esta Nike. Esta Nike. Essa empresa imperialista. Essa empresa que escraviza os caras no Vietnã, no Oriente. Bota o Michael Jordan na nossa camisa. Bota o Michael Jordan.
Bota o cara do basquete na camisa canarinho. Arruma aquela estilista com uma boina de franjinha. Tirando um puta sarro da gente. Que era a única coisa que a gente tinha era o futebol. Olha que legal. A gente vai brasa. Porra, bicho. Vai lá, Fufu. Então a pauta é essa hoje. O que você vai gritar na hora do gol na Copa do Mundo? Você vai falar, é gol do Brasil ou é gol do Brasa?
Essa será a pergunta no Tatuapé ZL. Muito bem. Aí está o nosso herói do Brasil, então, hoje, com a camisa do capeta, que é essa camisa que tem o... O capiroto. O capiroto. É isso aí. Vai acompanhar a seleção brasileira também na Copa do Mundo. Fique ligado. E aí, Suzy? Beleza? Como é que você está? Estou aí. Estou bem. Tive um probleminha pessoal, mas já resolvido. Nossa, está desanimado. Eu passei a noite no hospital, mas está tudo bem. Meu filho quebrou o braço, mas agora passa bem.
da infância, né? Uma criança tem que quebrar o braço, né Samidana? Claro que não. Uma criança saudável jogando bola acontece isso. O Felca vai achar ruim isso aí. É, eu sei. O Felca talvez não vai gostar que eu vou nem postar meu filho pra não ter nem problema. E agora, estamos de volta na programação e hoje a gente tem um convidado especial que é o Roberto Justus, que você já disse aqui. Empresário, apresentador, vem falar dos seus novos negócios.
Jovens empreendedores e tudo sobre o mercado brasileiro. Aliás, eu tenho uma pergunta pro Roberto Justus.
Sabe que a construção civil, Samidana, você que gosta muito dos números, não existe mais pedreiro como antigamente. Tem uma falta de mão de obra. E ele tem uma empresa? Na vila tem. Na vila tem, mas cada vez, para quem trabalha nessa área, o Roberto pode confirmar, mudou o cenário da construção civil, porque tem menos pessoas. Pessoa é mulher? Não, não, não. Menas e menos. Tem menos trabalho braçal.
A turma tá gostando mais o filho do pedreiro. Menas preocupações. Menas preocupações. Tem menas. Menas lajes. Mais ou menas. Menas. Tem menas lajes. Não, mas então, acho que a empresa dele chama Steel Corp. Sim, é uma tecnologia... É uma tecnologia diferente. Uma tecnologia diferente. E ele vai ensinar pra gente qual é o futuro do mercado brasileiro. E, aliás, ele que é um empreendedor empresário, ele pode ensinar como você não cair na lábia de um Vorcaro, de um Banco Master,
Porque ele fez grandes negócios na vida. De publicitário, ele fez empresas bilionárias. É um grande empresário em cima de qualquer coisa. Daqui a pouco, uma aula com o Roberto Jus, que no passado teve até uma pretensão política. Candidato. Candidato, mas existiu. Será? Ou ele tem vontade de voltar para a política? Tudo hoje no programa Pânico para vocês. Ele fez uma chamada do Globo Repórter. Então é isso. Robertão para você, Emiliano. Você que gosta. Então vamos soltar a vinheta, porque começa agora...
A resenha. Temos uma novela com um desdobramento. Qual? Você viu o que aconteceu? O ministro André Mendonça. O ministro do STF determinou que o presidente do Senado prorrogue as atividades da CPMI e do NSS. Na decisão, o ministro entendeu ser inconstitucional. O que chamou de omissão deliberada.
O Congresso, que a gente sabe que quem manda lá, Davizão, Davi Alcolumbre. Falou, opa, Davi, vamos atrás da CPMI. Dá procedimento. Só que, Emilião, o Davizão não gostou. E aí a novela agora tem um desdobramento. O André Mendonça quer que aconteça a CPMI. Ele deu uma volta. É, é. Aí o presidente do Congresso Nacional, que é o Davi Alcolumbre, reagiu com irritação à decisão do ministro André Mendonça.
que foi na segunda-feira. E aí, o que aconteceu? O ministro concedeu uma liminada dando prazo de 48 horas para o Alcolumbre que ele oficializasse, né? Porém, sabe o que o Alcolumbre vai fazer? Vai jogar de novo para o STF, porque tem uma turma no STF, tem gente que gosta e tem gente que quer que não aconteça a CPMI. Alguns ministros que eu não preciso falar o nome e vocês sabem quem são eles. Então é um impasse. Passa ou repassa?
Vai acontecer a CPMI ou a gente vai ter aquelas decisões monocráticas que acontecem na justiça brasileira? Porque tem interesses, Fábio Gueré. Tráfico de influência. E aí o bicho pega. E aí eu te pergunto, Samidana. Eu te pergunto. Você que é um cara do mercado e o mercado se adapta. Você acha que vai pra frente a CPMI ou o STF com alguns membros podem jogar água no chão?
cima pressionando, vai em frente. Se todo mundo abafar o caso, eles vão fazer o que eles mais querem, que é engavetar o... Mas isso aí a população tinha que sair na rua também. É interesse de todo mundo saber quem que pegou dinheiro dos velhinhos. Na rua não adianta mais nada. Todo mundo. É de interesse de todo mundo. Tem gente idoso de esquerda que foi roubado, de direita também que foi roubado. Roubaram todos. Então tem que ter uma manifestação aí do povo também. E por que que o governo atual, ele tá votando contra essa CPMI, Elbeta?
Excelente pergunta. Um milhão de reais. Por que que quando vem um deputado aqui, ontem veio de direita e falou assim? Pois é, eu perguntei isso. Por quê? Por que que se eles querem ser uma corrupção, por que que eles não querem ser investigados? Porque o deputado ontem falou, ele falou que você quer a versão do governo? O que que eles falam? Ah, a polícia já tá investigando. E é isso. Então deixa lá, ninguém vê nada, não põe lente de aumento, não põe holofote nada.
Até a galera esquecer. A polícia tá investigando, mas a gente tem um nome aí que chama-se insegurança jurídica no nosso país.
Existe também uma blindagem de alguns ministros com nomes que a gente já conhece. Um deles é o Lulinha. Lulinha viajou? Foi ou não foi? Tchau, pessoal. Supostamente. Vamos aguardar, então, se esses nomes vão lá. Você leu o Metrópolis hoje? Li o Metrópolis hoje sobre o Lulinha. Li sobre o Lulinha. Mas pode falar que sua voz é boa. Você tá sabendo? Eu tô sabendo. Tá nada, não tá nem... Viagens pagas pelo Lulinha foi feita... Continua. Não, não. Pra onde ele foi?
Lulinha viajou. É o meio jornal. Lulinha, filho do Lula. Metrópolis. Andresa Matais. Metrópolis. Tá fazendo um trabalho bom, Metrópolis. Lulinha. Foi a Finlândia. Finlândia. Você sabe aquele hotel que o Samidana foi? O Samidana esteve lá. Esse hotel. Esse hotel.
37 pau, a diária. E ele foi com a lobista, que pagou pra família inteira, a Roberta Luxinga, que pagou a viagem. Isso foi em janeiro de 25. Perfeito. Agora há pouco tempo. Aí, me explica isso. E a lobista, o Lulinha que foi na Finlândia, bancado por essa lobista que está falando, que teve essa diária cara de 37 pau, vale lembrar que ele teve também uma supostamente, sabor supostamente,
Uma mesada. Leia a matéria. Lulinha foi a Finlândia bancada pelo lobista. É longa, mas se você lê essa matéria... Então bota o animal pra dançar. Eu sei, mas é que você tem que fazer isso antes. Tem que dar uma destrinchada pro rádio e pra TV. Lógico. Essa matéria, se você entra agora, põe lá Metrópolis, põe lá o... como é que chama aqui o jornalista? Muito boa até a matéria. Andresa Matais. Andresa Matais. A leitura vai te dar uma panorâmica, você vai entender.
como é que tá o esquema todo aí, ó. E tem o André Schaulers também aí, ó. Schaulers? É, é isso aí. Matéria boa, você vai entender direitinho. Você viajou a Noruega, a Finlândia em janeiro de 25, pra ver a Aurora Boreal com a sua família. Com todas as pesas pagas pela lobista Roberta Lussinger, que é a Roberta Lussinger, que a gente já conhece, que ela também, é, iam abrir, né, as contas dela, mas aí algum ministro não deixou e algum ministro pode, não, né, supostamente uma relação.
E aí me fala dessa viagem que foi na Escandinávia. Foi organizada pela influenciadora de turismo de luxo. Opa. Ah, tá bom. Foi uma... Entendi. É. Entendi. Leia a matéria. Leia a matéria. Entendi. Poxa vida. Agora entendi. É só você destrinchar. Mas aí a gente tem, né? É só você... Um coleguismo. É, entendi. É só você destrinchar. Você apresenta como luxury. O Leonardo. É o luxury. Luxury travel. Luxury travel.
Você leu a matéria, Sam? Vem aí, pô. Lê pra gente, pô. É muito longo. O que mais? Vai lá. Segue o jornal. Agora entendemos. Agora é o seguinte. Eu tava vendo o nosso Ricardo Feltrin. Um abraço pra ele. E ele falou que ele também gosta muito de falar de política e televisão. E ele abriu os olhos da turma. Você tem visto o Feltrin? Tem um canal muito fantástico que já veio aqui. O Feltrin tem analisado a relação do PT, segundo ele,
Rede Globo, que a Globo no passado era contra o Bolsonaro e agora parece que é contra o PT, na visão do Ricardo Feltrin, e a turma do PT não tem gostado do editorial. Você tem acompanhado essa turma? Eu não tenho acompanhado. É, porque a Globo News, depois que apareceu o excelente trabalho da Malu Gaspar, que denunciou a história do Vorcaro, tem uma teia, né, que acaba colocando alguns políticos da esquerda envolvidos nessa história. O PT não tem gostado do editorial
da Rede Globo. E a Globo também tá fazendo um trabalho, mas ontem a Globo News, o Sam me mandou, pediu desculpas por ter exibido aquele famoso PowerPoint, que ele falou aqui, no programa Estúdio 1, que ligava o Vorcaro à política de forma equivocada. Tem aí na tela, aí tem algumas relações conexões com o Daniel Vorcaro, mas o ponto é, Sam me dando. E o estagiário provavelmente perdeu o emprego. Ele com certeza perdeu o emprego e parece, supostamente,
Tem que averiguar, viu, Alberto? Você que gosta muito da Rede Globo. Que um diretor de alto calibre da Rede Globo, televisão, do jornalismo, parece que pediu o chapéu. Tem que ver que é um supostamente. Porque está tendo uma pressão no editorial. Eu lembrei de você que não é só aqui que tem o suposto news. Você viu? Lá também tem suposto news. Lá também tem o suposto news. Vocês estão bem fofoqueirinho, hein? É verdade. Vai vir trabalhar comigo, hein?
Pediram desculpas lá. É, pediram desculpas. Mas é assim, amigo. Mas você errou. Sim.
problema. Qual é o problema? Nenhum, desculpa, nada. Errar faz parte da humanidade. Pra mim o problema maior foi esse PowerPoint mais feio do que o do Dallagnol, pelo amor de Deus, velho. O cara não sabe usar o PowerPoint e não usa, bicho. O que a imprensa tem que fazer é noticiar os fatos, né? E agora, essa é a maior discussão, né? O Albeta que tá mais no Twitter falando, ah, agora a Globo tá falando. Quanto tempo que a turma tá nesse assunto.
Isso é verdade. Começou, Albeta, você deve lembrar muito bem, inclusive, que era
2018. Exatamente. Sete anos? E que ano foi 2018? Quem que estava em 2018? 2018. Lembra que tinha o consórcio? Consórcio. Você lembra, Emílio? Lembro. E a gente já falava disso, desde essa época. A gente tomando o pau aqui, eram os negacionistas. E agora, parece que estão passando um pouco do limite agora, né? Depois de 2026. 2026 é um pouco tarde, né? Agora o gigante acordou.
Chegou a trolha agora lá na rabeta, no rabicó. Aí o cara fica todo arrepiado. A vida é assim. Uma hora o mundo dá voltas e uma hora pode bater na tua porta. Agora, o ponto maior em relação a isso é qual que é o caminho que vai ser seguido porque tem um editorial. Ou a turma vai até o final com essa história. Vamos aguardar porque tem interesse. Mas a Justiça de São Paulo intensificou uma ação contra o patrimônio do Daniel Vorcaro,
o ex-controlador do Banco Master e a sua família. Aí, Samidana, não sei se você viu e você gosta muito de dados aqui. Entre os bens listados, tem imóveis de luxo, tem mansões, tem um hotel e tem um jato que é muito caro, Emílio. Talvez só um cara na posse do Roberto Jus, que é um cara competente e fez patrimônio. Tem um Gulfstream G700 que vale 400. Você fala como se eu souber. Você também gosta de jato. Porra, vale dinheiro, né?
Eu gosto de dar na linhagem. Só o jato, 420 milhões. E aí, nesta investigação, a turma quer saber, quer destrinchar melhor pra onde foi o dinheiro. Porque tem a rota do dinheiro sujo. Uma parte em patrimônio. Uma parte ele distribuiu pra família, namorada, né? O pai e a namorada. 400, 500 milhões pra namorada. 2 bi para o papai. Imóveis em Miami.
Trancoso e região. Eu gostaria que ele não usasse o dinheiro para onde? Para comprar o Minha Casa Minha Vida na Raposo Tavares. É isso que ele quer? Eu queria. Ele não vai fazer isso e nem precisava ter bilhão. Isso faz eu. Aluga a casa em cotia. Eu sei, mas não precisava de um golstream? Precisava, bicho. A gente está falando de bilhão.
A turma gasta. É que ele vem almoçar na Dirce, cara. E só pra finalizar o caso, o que estão mais definindo agora... Só tem uma notícia, o jornal de uma notícia só. É uma notícia que eu destrinjo em 12. Mas é boa. Não, só tem uma notícia. Mas é boa. É uma boa mesmo. É um jornal nacional só com uma notícia. Não, eu tô falando do Vorcar. Você quer mudar de assunto? Não, não. Eu quero saber se tem uma notícia. Esse é o assunto do momento.
Se você quiser ficar em primeira, é aqui. Nesse assunto do Vorcar. É, eu tenho um pouco de sensibilidade com o editorial do jornal. Eu quero informações. Informações você quer o quê? Quer mudar de assunto?
Não, eu quero... O que você quer? Você quer o empresário competente que pode mudar o país? Não, espera aí, calma. Calma que está organizando. Só para falar... Está muito assustado que o filhinho quebrou o braço e está nervoso. Passou a noite no hospital. Posso só finalizar o Vorcaro? O Vorcaro é o seguinte, está num impasse... Todo dia tem o Vorcaro. Tem o Vorcaro News. O Vorcaro e você, tudo a ver. Ele está ganhando. Querem saber se o advogado do caso do Vorcaro vai continuar. Porque se na delação dele pode, supostamente, News,
envolver nomes que supostamente o advogado tem relação. Então, não sei se vai mudar ou não o advogado do Vorcar. E amanhã o Fachin vai votar lá, se vai prorrogar ou não o Leonardo lá. Muito bem. Vamos aguardar. Vamos agora falar com esse. É o seguinte, começou aí o esquema de imposto de renda. Sim, começou.
e tecnologia. Não existe uma conversa simples sobre isso. Duas áreas, você sabe muito bem professor Samina, porque são duas áreas extremamente complexas e por isso você contador, você tem uma empresa de contabilidade ou você trabalha em uma empresa de contabilidade interna, você precisa ter um sistema especialista e consagrado ao seu lado. O software é a principal ferramenta de trabalho da sua empresa. Esse assunto é muito sério e não dá
se aventurar. Presta atenção. Estamos falando aqui de uma empresa de tecnologia contábil. Esses caras têm 35 anos de história e é responsável pelo primeiro sistema contábil em Windows no Brasil. Foi premiado na Fenasoft em São Paulo. Isso em 1996. Lá atrás, teve o Max Awards, que é um prêmio muito especial e por essas e por outras que nós trouxemos aqui. Esse cara já esteve aqui uma vez. Ele manja tudo de tecnologia para empresas contábeis no Brasil.
do Oktoberfest. Opa! Exatamente. Vem de Blumenau, Santa Catarina. Wellington Marçal, sócio fundador dessa empresa. SCI Sistemas. É isso, né? É isso aí, Emílio. Obrigado. Obrigado, audiência. Obrigado, Daniel. Guere, meu grande amigo. Morgado lá. Você, Emílio. Boa. O Albeta. Boa. Turma toda. Turma toda. Sim, o Alba, o Sami. Também já esteve lá com a gente. Já, já. Falta o Daniel, o Emílio, o Alba e a Blumenau.
Porque o resto é todo mundo que vive lá com a gente. Mas assim, 35 anos para uma empresa de tecnologia é um tempo muito... Porque a maioria das empresas com menos de um ano já acabam morrendo aqui no Brasil. Exatamente. Brasil é assim. Porque tudo que a gente sabe que acontece aqui. Então a ESC, 35 anos no mercado, isso já é um grande feito. Parabéns. Aliás, a gente teve a oportunidade, já soube da empresa dele.
SCI é uma empresa disruptiva, o tamanho que você fez da empresa no Brasil inteiro. Para quem não sabe, Emília, é uma empresa também de sistemas. Tem também o Síndico Sistema 100% Web para administradores de condomínios. Até queria que você contasse para a gente como é que funciona. Você que é proprietário, síndico, conselho, funcionário e um banco de uma única plataforma que também tem soluções, que o Sami gosta, de gestão de LGPD.
públicas e privadas conta como é que funciona a sua empresa que ela é muito consagrada e valiosa e você fez ela na raça também comecei sozinho hoje nós somos uma equipe de mais de mil pessoas em todo o Brasil, são 50 unidades somos hoje a maior empresa do Brasil em sistemas contábeis com capital 100% nacional os concorrentes nossos são multinacionais e com relação aos sistemas a gente ficou muito conhecido no mercado com tecnologias contábeis
Mas hoje a empresa já virou uma gestão ambidestra, onde a gente desenvolve outras tecnologias. Viramos uma fábrica de software. Então nós temos um sistema de administração de condomínios. Legal. Moderno. Também a nossa terceira geração de sistemas. 100% web. Tudo integrado, os moradores, proprietários. Tudo na tecnologia. O teu negócio é tecnologia, né? É desenvolver software. E esses caras... É que isso é muito específico, né? Lógico. Você fala com quem agora?
O público que você está falando agora, que está acompanhando o pânico. Legal. É o cara da contabilidade. Contabilidade, né? Empresas contábeis, empresas que têm departamento contabilitário, geralmente são as maiores empresas, né, Emílio? Hoje existe 25 milhões de empresas no Brasil, sendo que 15 milhões eles são MEIs. Caramba! 25 milhões e 15 milhões MEIs. Apenas 280 mil são empresas de lucro real. É muito pouco. Entendi. É muito pouco, né? Então, assim, e tem mais 5, 6 milhões de empresas do...
Simples Nacional. Simples. Então, assim, esse é o nosso mercado. A gente trabalha com empresas de contabilidade e trabalhando, são mais de 15 mil clientes. Você tem 15 mil clientes. Brasil inteiro. Brasil inteiro. E aí nós temos toda essa, além do sistema contábil, a gente tem o sistema de administração de condomínios, temos o sistema de LGPD. E estamos lançando uma... Proteção de dados, né? O LGPD. É o mais importante. Tu vê assim, né? Hoje, assim, um dia desse eu recebi
de uma pessoa dizendo que era promotor e falando de um processo meu. Ele sabia meu nome, sabia o nome de todo mundo. Como ele tem essa informação? Era um golpe. Eu logo saquei e disse, não, beleza, vou falar com o meu advogado. Não, tu não precisa falar com o teu advogado, tu vai deixar de ganhar 50 mil. Mas ele sabia todo o meu CPF, sabia o meu nome, o nome da minha esposa. E, pô, o Ministério do Trabalho, né, cara? O cara tá tirando a informação de lá. E como é que você ajuda o seu cliente
com isso? Com a gestão. Existem várias regras com relação a isso. Por exemplo, se acontece um problema na tua empresa, por exemplo, uma invasão, você tem que comunicar a NPD. Então, tudo isso tem que estar lá registrado, a data, o horário que isso aconteceu, ou se um cliente reclamou querendo que você saia da lista de transmissão dele. Por exemplo, você está fazendo um marketing e ele não quer mais receber. Então, você tem que ter tudo isso registrado, a data e o horário, caso ele abra um processo contra você, você vai provar que naquele dia você recebeu a informação
e acabou retirando os dados dele para provar esse tipo de coisa. Isso é um pedacinho. Sim, é uma puta assessoria que você dá. É uma assessoria de lei geral de proteção de dados. É uma coisa ainda que é nova no Brasil, mas está cada vez mais a gente vê a necessidade disso. Com relação a isso aí. Então, quer dizer, você entra lá, é caro? Não. Não é caro? Não. Não é caro? Não. Um software de LGPD... Minha empresa é pequena, não é lá.
R$ 500,00, você já tem R$ 500,00 mensais, você já tem todo esse serviço. Já, para uma empresa. E aí você pode, se você é consultor, faz LGPD para várias empresas, aí é um adicional ali, também não muito alto, acho que R$ 50,00 por CNPJ. Mais ou menos esse valor, não tenho bem certeza agora, mas vai adicionando e você paga conforme o consumo. Você paga conforme o consumo, não é um valor fechado.
Se você é pequeno, você tem condições de ter. O grande tem, todo mundo tem condições de ter. É democrático. Tanto nos sistemas contábeis, como no sistema de condomínios. E nós vamos fazer aqui um sorteio. E a folha? Tem folha também. Sim, a folha de pagamento é um dos principais produtos nossos. A folha de pagamento é um sistema que tem toda a gestão de folha de pagamento. Desde o ponto, banco de horas, apuração de ponto. Organiza.
Sim, o funcionário hoje quer pedir um afastamento. Ele informa, vai direto no celular.
dele, ele informa, né? Não precisa mandar por e-mail. Tudo no celular agora. Tudo no celular, né? Afastamento, solicitação de férias, tudo. Então, e o funcionário tem todo o acesso ao histórico dele, todas as informações da vida dele que aconteceu ali, né? A admissão, por exemplo, a parte admissional, contratar um funcionário, tudo pelo aplicativo, pelo celular. O próprio funcionário, o próprio candidato cadastra os seus dados, né? Esse teu esquema, assim, é a maior empresa do Brasil. Sim, a gente...
teu é gringo. É. É gringo, né? A maioria é gringo. Os menores, tem menores nacionais, mas os maiores são de fora do Brasil. E essa parte de folha de pagamento é fundamental pra empresa, né? Porque tem um ponto importante, Emílio. Ele tem um contato. Isso é uma coisa que é do seu trabalho, né? Que tem dentro da empresa, que vocês tem um contato do WhatsApp das pessoas, né? Sim. Como é que funciona? Eu sou meio maluco. Eu tenho WhatsApp.
Eu tenho WhatsApp de 15 mil. Mais de 15 mil clientes. Sério? Todo cliente que quiser. Você responde? Responde.
15 mil. Por Wellington. Sério, Wellington. O cara é seu de fábrica mesmo. Eu mostro pra vocês. Greja viu, né? Não, não, não para. Ele tá com o celular dele tocando direto aqui. Uma vez eu peguei... Eu vou dizer uma coisa. Não, não, não. Isso quer dizer pra vocês. Os clientes sabem usar muito bem isso. Eu recebo em média quatro, cinco contatos por dia de cliente. É só quando realmente existe um problema mais grave. Porque a empresa tem todo um suporte, tem todo um atendimento.
Eles vão lá. Só que existe alguma... Porque eu quero saber se o cliente tá insatisfeito, né? Entendi. Então eu quero ter o teu...
oportunidade de resolver. Você gosta do... Eu quero ter a oportunidade de poder resolver, né? Por isso você tá há 35 anos o negócio, porque, pô, a gente percebe que você tem uma paixão pelo que você faz. Pô, parabéns, cara. Muito legal. Nossa audiência. Então, se você se interessou, os sistemas, a empresa chama-se SCI. Você pode acessar agora SSD. Saúde, C de Carvalho e I de Impossível. Opa! Gostou? Bonita, velho. Impossível.
.com.br. Você vai solicitar uma demonstração, é grátis e não tem compromisso. É isso, né? Isso você garante. É isso aí. Isso aí você garante. É importante. O cliente tem que conhecer o produto. Na minha empresa é proibido vender um software sem o cliente conhecer. Boa. O cliente tem que conhecer o produto pra ele poder comparar. A gente não tem nada a ter mesmo. Então o produto, a gente sabe o produto que a gente tem, né? Aqui, ó.
O kit que nós vamos sortear. Ah, vai ter um kit. Vai ter um kit. Aqui, um teclado aqui, ó. Boa, muito legal. Pra usar, inclusive, em celulares, tá?
É verdade, olha que legal. Com o Bluetooth, né? Alta performance começa com as ferramentas certas. Mais o copinho ali, Stanley, mais o mousepad, régua, um monte de... Ele capricha, hein, meu? Então, assim, ó. Esse é o kit. Esse é o kit. Pra correr, tem que entrar no meu Instagram, arroba Ellington Marcal. Ellington, e Ellington é com E. Tá na barra lá. É Ellington, com E. Boa. Ellington Marcal. É mais simples do que você imagina. Meu nome é muito simples. É Ellington em português.
Não é Wellington. Boa. Um E. Então o pessoal entra lá no meu Instagram pra participar do sorteio aí do kit. Muito legal. Parabéns, velho. Outra vez eu trouxe pra ti, nem mesmo. Trouxe dessa vez pro Daniel. Uma JBL personalizada da SCI. Muito legal. Tem um sonzinho bala. Obrigado, Wellington. Parabéns, cara. Obrigado você ter vindo aqui, contado aqui pra nossa audiência. Essa empresa se interessar pra você. Tá aí em tela pra você, que é importante, né? E é um negócio chato, né, Sammy?
Contabilidade é uma coisa... Não dá pra brincar. E ele trabalha com segurança também, que tem backup, né? Tudo é criptografado. E principalmente agora com esse negócio aí do leão, né? Isso. Agora tem o imposto de reino, mas também vem aí nova legislação tributária. É isso aí. Vem na forma tributária. No nosso Rabicó. Muito bom. Pão demais. E o Wellington, gente finíssima. Não, e é um cara que... Muito gente boa. Trabalhador. Muito gente boa.
E o cara manja. Você esteve lá, né? E humilde, né? Eu fiz uma palestra no evento, um evento gigantesco. Eles são os maiores do Brasil.
Sensacional. Muito bem. É o Brasa, né, gente? É o Brasa. O Brasa que dá certo. O Brasa é o que dá certo. É isso aí. Break, Dedê. Vamos fazer um break rapidinho agora pra você que tá acompanhando o programa Pânico aí em todo o Brasil. Vai lá, meu querido. Vou chamar ele das ruas de São Paulo, o meu querido repórter fuzil, o herói do Brasil. Diga lá, Fufu.
polêmica, né, Emiliano? Na Copa do Mundo, 79 dias pra Copa do Mundo, World Cup of United States, México e Canadá. E você vai gritar gol do Brasil ou gol do Brasa? Pegar a corinthianada aqui da Tuiuti, ZL. Seu nome, meu mano? João. João, você que é o gerente da rua aqui, me diz uma coisa. O Brasil marcou gol, você vai gritar gol do Brasil ou gol do Brasa? Gol do Brasil, com certeza. Não tem Brasa pra você? Brasa só de churrasco. Não vai engolir essa? Gol do Brasil, né? Vai Brasa.
o gol do Brasil, Coitiano. Esse que é fã do Vampeta, fã do esporte da Jovem Pan, é isso? É isso. Seu nome? Evangelo Marcos, o Atalaia da Quebrada. O Atalaia da Quebrada. Tô com o cara certo, Atalaia. Copa do Mundo, Seleção Brasileira marcou um gol, você vai vibrar, obviamente, vai gritar o quê? Gol do Brasil ou gol do Braza? Com certeza, Brasil. Braza é de churrasco, aqui é Brasil, Zona Leste é Brasil, meu mano. Vamos que vamos.
E você acha que estragaram a camisa azul, mano? Que era do manto da Nossa Senhora. O que você acha disso? Cara, eu sou fã da Amarelinha, né? O Canarinho. Que dali é... Canarinho não. Canary. Canary. Canário de três pernas. Vê se ele gosta. É tradicional. É a reguinha. Amarelinha. Você é aceito? Deixa eu perguntar com você, que é um cara aqui. O Atalaia da ZL. Você tem muita fama aqui. Você encararia um Canário de três pernas ou não? Canário de três pernas? Já viu algum? Não.
cara. Aí é um terceiro a perna grande? Não, não, com certeza não. Tô fora. Aí não. Montada num pau em cima dentro da gaiola? Não, não. De maneira alguma, de jeito nenhum. Então pra você o canábio tem só duas pernas. E vai Brasil. E vai Brasil. Que mama. Ô, doutor, ó um dentista aqui. Seu nome, doutor? Ulisses. Ulisses, tá difícil, né, com essa seleção aí a gente vê algum sorriso aberto e tal, mas eu pergunto, Copa do Mundo, Gol
Gol do Brasil, o senhor vai gritar gol do Brasil ou gol do Braza? Certeza que vai ser gol do Brasil, né? Mas agora a seleção chama Braza, você nunca ouviu isso no estádio? Não, não, não, tô por fora. A designer falou que todos os estádios, é um jeito carinhoso, esse apelido que sempre existiu. Alguma vez você escutou esse apelido Braza pra nossa pátria? Nunca. Mas não tem esse negócio de Braza, você vai Brasil? Vai Brasil. Obrigado, doutor.
E você, bonitão, vai Brasil ou vai Braza? Vai Brasil, com certeza, né? Não vai engolir o Braza? Não, que Braza o quê?
Aqui é torcedor raiz. Vamos passar um pouco aí de nervosismo, mas vai Brasil, né? Agora você tem mais bigode que os não tem de sobrancelha. Seu nome? Daniel. Daniel só me diz uma coisa. Vai Brasil ou vai Brasa? O que você vai gritar no gol? Vai Brasil. Então, mas tem a campanha, vai Brasa. Os jogadores no meião vai estar Brasa. Tem uma foto aí que está escrito nas costas, Brasa. Você não vai aceitar isso? Isso nunca vai combinar com a seleção? O cara está aceitando muita coisa pelas costas.
É isso aí, hein, meu? Brasa, pô. Mete brasa, não dá. Só no churrasco, né? Tem uma cara de mágico de buffet, não tem, Zuzu? Tem. Tá engraçadão hoje. Vê quanta ouro aí, ó. Vende ouro aí, ó. Ô, Coritiano. Compre o ouro aí. Vê o ouro aí, ó. Coritiano, peraí. Deixa eu pegar o Coritiano. Vai Brasil ou vai brasa? O que você vai gritar na Copa? Vai Flamengo, né? Porque essa seleção aí... Não tem brasa com você. Não, sei não, hein. Deixa eu ver o ouro aqui. Ô, Dú.
Ô tio do ouro. Não, não sobe não, é perigoso. É que aí vai cair o sinal aqui. Deixa quieto aí o ouro. Não, então não sobe, é perigoso, né? Vai que eles... Onde você tá aí? Você vai gritar vai Brasil ou vai Brasa na Copa do Mundo? Brasil, né? Não tem vai Brasa pra você? Vai Brasa não existe. Vai Brasa não existe. Isso é o povo, o design. Onde é que você tá aí? Que rua é essa? Eu tô na Domingos Agostinho com a Toyota atrás do shopping metrô Tatuapé aqui na ZL. Ô Toyota, um clássico, ZL. É.
Porque não é outra companhia, é Nike também?
também. Essa é a pergunta que fica. Meu Deus, interrogação. Por quê? A seleção americana não tem Air Jordan sendo também da Nike. Eu acho que essa coisa, o Air Jordan é mais pra colecionador, né? São os caras... É outra linha. Teoricamente é mais premium. É, premium da Nike. Porque... Não, mas essa é... Precisa ver se todas. Horrorosa também. Não tem. É melhor ter o Air Jordan e não ser essa porcaria também, viu? Essa aí, quem tem epilepsia, tem um ataque na roda. Dá um batimento. Dá um batimento.
Mas a número um do Brasil, a amarela, não tem a Jordan. Só a segunda. Só a que tem o capeta. Mas o que eu estou perguntando é, por que a segunda, que seja, da americana, não tem também? A primeira, com todo respeito, ficou mais bonita. A amarelinha. Ficou bonita. Ficou básica. A canary tem referência das copas.
Tá brincando que essa camisa é bonita. Ah, você achou feia essa? Tá bonita. Não, mas tá melhor que a azul. Pô, a azul é o teu capeta. Tá brincando. Você não gostou? Pra mim é o Pikachu. Eu gostei desse. Tem a cor da de 70. Muito bem. Canary. Vamos, vamos. Vamos. Vamos. Agora. Professor, então solte a vinheta que o professor chegou. Pompom. Toca, poca. Toca na economia. Toca na economia. Samuel Dana.
um papo! O animal dançou mais um papo! O dia do cabelo maluco. Ele gosta. Ele tá animado. Ele gosta. Ele tá animado. É o salpicão de hoje. Ô, professor, como é que está o dólar hoje, professor? O dólar, nesse momento, opera em alta de 0,52% aos R$ 5,25. Agora sim, o switcher sincopado com a minha tela. Não teremos mais divergências. R$ 5,26. É, vai mudando. Pô, esse seu é moderno, hein?
Ele dá uma piscada. Ele gosta quando pisca. Eu gosto, você gosta quando está em alta. Está subindo 74% o dólar. Está em alta, está em alta. Guerra, momento geopolítico. Mas vamos lá. Vamos ao que interessa. Começo falando dos supersalários. Teve um estudo da república.org que apontou que o Brasil poderia economizar mais de meio trilhão de reais em 20 anos se revisasse os supersalários. O que acontece?
Você tem o teto. Teto constitucional de salário. Que é 46 pau. Só que aí tem os penduricalhos. Fala, olha, isso aí é uma indenização. Funcionários que têm privilégios. Só que isso acaba indenizações que não contam pro teto e estorem muito. Pra gente ter uma ideia, quem conduziu a análise foi o Sérgio Guedes Reis. E ele comparou os salários dos magistrados, que muitos estão nesses.
nesses super salários, com 10 países, Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha. Adivinha só, a gente é o mais caro que tem. Sim. Dos 25.900 magistrados e pensionistas, 86% recebem, acima do teto constitucional, excedente de 12 bilhões e 600 mil reais. O que a gente vê aqui é uma captura da máquina pública,
Porque aí você tem um teto, isso não é respeitado. São dois Brasis. Você cria um drible. O Brasil e o Brasil. Dois Brasis. E mais, sabe o que os incentivos fazem? Eles são baseados mais em antiguidade e cargos administrativos e não eficiência. Então o cara tende a ganhar mais quando ele é mais antigo no cargo. E o Brasil gasta proporcionalmente quatro vezes mais com o judiciário do que a média da OCDE. Quatro vezes.
É muito caro. E são países muito mais ricos. Ninguém mandou fazer aqueles negócios dos moros. Bonecão, moro. Agora tem que engolir. O Brasil é assim. Deixa eu fazer uma pergunta para você agora. Tivemos aqui o homem da contabilidade. Você é o homem da contabilidade. Eu sou das finanças. As finanças também. Também, também. Também das contabilidades. Então vamos lá. Um salário de 10 conto. 10. 10 mil reais.
Esse salário, eu ganho por mês 10 mil reais. Desses 10 mil reais, eu deixo para o governo o imposto de renda e o que eu vou consumir. Não, e INSS. Calma, calma. Não, tudo bem, porque o INSS tem todos os descontos. Sim, aí sobrou o líquido. Sobrou o líquido. Se eu gastar bem, eu vou deixar de imposto uns 4 pau. Ou seja... Ou mais. Ou mais? Mentira. Foi o seguinte, Emílio, vamos superar. Me traga a lousa!
Me traga a lousa. Porra, o cara tem que tacar a bolsa. É tudo desorganizado. E não tá nem aqui, então saiu. Então quer dizer, 10 mil reais que é um bom salário. Aí você vai tomar lá no imposto, vai supor que ficou 7,5 por aí. Tá, o imposto de renda. É o imposto de renda. Aí tem outras coisas, vamos supor que ficou 7 mil. Só que esse 7 mil, você vai usar pra comprar as coisas. Isso. Só que quando você compra, você vai comprar um...
Uma parcela de um carro, um computador, uma roupa, alguma coisa. Às vezes metade é imposto. Entendi. Então, na verdade, você já tomou... Você ganhou 10, a empresa pagou 15. Olha como que é a conta. Teoricamente, seu salário é 10. A empresa pagou 15 e você ganhou 7. Certo. Desses 7... Desses 10 mil, o empresário pagou 15. Pagou 15. E eu peguei 7. Você pegou 7. Quem tá fazendo conta? Esse buraco todo tá na mão do governo. De cara.
Dá pra carreta furacão. Isso já na cabeça. Pra pagar aí os... O judiciário... Os judiciários tem delicados, a máquina pública, a democracia, o que você quiser chamar. Aí, você vai comprar as coisas, tudo tem imposto. Correto. Então, você também devolve pro governo assim que você gasta. Claro. Então, no geral, muita gente deixa metade do dinheiro em imposto. Meu Deus. Não, mas não chega a ser 50%. Será que dá 50%? A carga tributária média, que bateu recorde,
inclusive nessa gestão do Lula, 34%. Mas lembra que isso é uma média. Tem gente pagando muito mais. Geralmente o assalariado paga mais. E o empresário que tem aquela... Às vezes tem subsídio, às vezes tem uma compensação, consegue pagar menos. Mas o assalariado paga muito imposto. E nos produtos que a gente consome também tem muito imposto. Mas 34 já é muito, né? É muito. 40, 50, metade do seu salário você dá para o governo. É, quase metade do salário. E o que o governo te devolve? Nada.
O INSS, essa CPMI do INSS, essa questão. Bom, outra... Porque aí você vai ter que ter um plano de... Teoricamente, ele é que dá saúde. Ah, viva o SUS. E quem vai no SUS? Saúde, segurança e educação. Educação, você paga escola. Quem pode, paga, porque é ruim o ensino público. Que é uma porcaria. Saúde... Saúde, quem pode também paga. Segurança... Então, bichão, é isso aí. Muito obrigado, professor Vassal.
Aula, aula. Delari não trouxe a luzinha sem lousa. Aula sem lousa. Chamada oral. Que situação, né? Vergonha do professor. Como Delari não foi na escola... Desculpa, professor. Desculpa se interromper. Agora tem uma outra notícia interessante que eu achei legal, que foi sancionada uma lei que autoriza a venda de medicamentos em supermercados, visando aumentar o acesso em áreas com poucas farmácias. Então, o que acontece, Emílio?
Nos Estados Unidos é muito comum. Você vai no supermercado, você pode também comprar remédios. Agora, no Brasil também vai poder. Tem que ter os remédios com prescrição, vão ter o guichê especial, vai ter que ter um farmacêutico presente. Mas, de qualquer forma, aumenta um pouco a concorrência. Na minha opinião, deveria ser assim. Para os remédios que não precisam de prescrição, que é aqueles que você passa, deveria ser liberado.
Qualquer lugar. Porque você vai na farmácia, você não precisa passar por farmacêutico e ninguém isso. Paracetamol. Por que eu tô falando isso? Porque supermercado pequeno não vai ter dinheiro pra pagar um farmacêutico o tempo todo. Custa caro, imagina. Mas é melhor do que nada. Você sabe que os mercados, pela estimativa, eles devem ficar com 15% das vendas de medicamentos isentos. Por isso que eu achei legal, precisa aumentar a concorrência do setor. E essa é uma forma.
Tem farmácia pra caramba, hein? Aqui, né? Uma do lado da outra, inclusive. São Paulo, né? Aqui na região da Paulista tem várias por quadra, mas tem áreas remotas do país que não tem tanta farmácia e tem... Facilita o acesso. Boa, Samy. É, tudo que tiver mais fácil, mais concorrência é melhor. É isso, Fufu? Vamos. O que você quer fazer? Ô, por falar aqui, ó, quem chegou. Ó, quem chegou. Olha que homem lindo. O homem. Daqui a pouco ele, hein? Roberto Justus aqui. Robertão tá aí, hein? E aí, Xará? Beleza? Beleza.
conta aqui, precisamos de muito magnésio pra dar uma acalmada na turma. Tem novidade hoje, hein? Hoje tem novidade. Vamos lá. Vamos lá, falar do magnésio. O que vocês querem? O magnésio já é um sucesso aqui pra nossa audiência. Todo dia a gente tá batendo essa tecla. Por quê? Porque a gente quer que você tenha mais saúde. A gente quer essa audiência durante muitos anos nos acompanhando. E você que tá na terceira idade, tá sem força, sem mobilidade, desanimado, pode
sei que seja falta de magnésio aí na sua vida. Você sabe que 70% das pessoas têm falta de magnésio e não sabem. Não tem a menor ideia que está faltando. É isso aí. Aí é o que ele falou, dorme mal. E temos aqui um produto muito especial, muito bem produzido, que são cinco tipos de magnésio num só, numa cápsula só, que é o magnésio da lírios quelatado. E os sinais são claros, né, Emílio? Os sinais que você tem carência de magnésio,
A pessoa de manhã já está sentindo uma canseira, um desânimo, bocejando toda hora. Outra coisa, se você vive reclamando de dores, sabe aquela pessoa que entra num ciclo vicioso de tomar medicamento por conta própria? É um perigo isso daí. Hoje eu estou com uma dor de cabeça terrível. Aí toma um remedinho. Daqui dois dias a dor de cabeça volta. Hoje eu estou com muitas dores no ombro.
Paral, porque o ombro dói, trava. Articulação. As articulações estão sofrendo. Ah, eu tenho muitas dores musculares, por aí vai. Geralmente, a pessoa entra num ciclo vicioso de medicamento. Por quê? Tem que render, tem que trabalhar, tem que ir pra cima, enfim. Lembrando que não é um remédio, né? É um suplemento. E como ele falou aqui, o Emílio, as pessoas nem sabem que não tem baixa de magnésio. Aí nós vamos fazer esse convite pra você sair desse ciclo vicioso de medicamento
um suplemento que dá resultado. O magnésio são mais de 15 mil estudos científicos, são mais de 300 indicações, como se fosse assim, 300 gatilhos de saúde para você todos os dias. E é simples, duas cápsulas apenas. Emílio, eu vou falar um negócio para você. Uma em cada dois americanos usa suplemento. Nos Estados Unidos... Culturalmente, a turma sabe tomar. É uma cultura de usar suplemento. Aqui no Brasil, é um a cada seis que usa suplemento.
Então, a hora que você entende a importância de você suplementar, você vai usar o melhor. Você vai usar um suplemento que ajuda na absorção de outros nutrientes, outras vitaminas e minerais. Então, é um suplemento que faz toda a diferença. Para dar uma desacelerada no estresse, na ansiedade, induz ao sono profundo. Meu xará está aqui do meu lado. Até ia pedir para você falar aquele negócio, você me falou do sono. É transformador. Você está dormindo muito bem.
tipo de magnésio, cada um serve, obviamente, pra uma coisa. E para o sono que repõe, né, na sua saúde física e mental, é transformador. A minha vontade, eu vou dando pros meus amigos, familiares, é que todo mundo tem a oportunidade de tomar o magnésio, porque eu sei que tem relatos, fibromialgia, turma que tem muita dor e nunca imaginou que poderia parar com esse sentimento, é possível com o magnésio da vida. É possível. Você toma duas cápsulas à noite, só isso. Não precisa ter que ficar lembrando de tomar durante o dia, nada disso.
Só toma duas cápsulas, chegou a noite, o resultado vem. E vem, e o melhor ainda, não tem contraindicações. Então, por isso que a gente sempre fala. E pra jovem, o Emílio falou aqui pra terceira idade e tal, que vive reclamando de dor. Mas o jovem também é importante usar. A partir de 18 anos, melhor aqui, ó. Concentração. Às vezes a pessoa tá na escola, na faculdade, não consegue prestar atenção. Não consegue ler uma página de um livro. Porque tá lendo ali, a mente tá viajando lá em outro planeta.
Então vamos fazer uma promoção especial agora. Vai para você a creatina, essa creatina, super creatina aqui também. E vai essa... É a Alexa. Isso é a Alexa Nova. Corre para o telefone. É a Alexa Nova. 0800-787-9999. Só vende nesse telefone. 0800-787-9999. Vai continuar com aquele preço de funcionário? Vamos fazer isso daí. Mantenha 20%. Você só paga 20%.
Compra direto no laboratório o preço de funcionário. E você vai ganhar dois presentes. Ganha uma Alexa e ganha a Creatina Premium pra fortalecimento de massa magra. Mas tem que ter, ó, atitude e correr pro telefone. 0800-787-9999. Ligação é grátis pra você. Liga lá que tem negócio. Dito isso... É o seguinte, meu querido professor Alau. Você sabe o que a gente fala aqui, ó. Entrou uma audiência delária e me manda aqui. Professor Wagner.
de imposto aqui no Brasil, eu tava falando que o cara não oferece o serviço bom pra gente, que é saúde, educação e segurança, que o Estado não dá pra gente, aí fala a educação não é uma porcaria senhor Emílio, é o professor Wagner, a educação não é uma porcaria senhor Emílio, temos ótimos professores, o que está ruim é o sistema de educação, não fale que a educação pública é ruim, então eu falo pra você então você discute aqui com o PISA, por exemplo o Brasil, em 81
Em matemática, ele é o 65º. Em leitura, é o 53º. Em ciência, é o 61º. Ou seja, o Brasil está entre os 20 piores países em matemática e ciência. Então, se para você isso é bom, querido professor, parabéns. Eu sinto muito. Fique você com a sua educação aí. Emílio, pelo amor de Deus, para o cara que é um professor não entender que você está falando da educação e não dos professores, é o sistema. Eu acho que vem de português,
não sabe interpretar texto. Solte a vinheta que o nosso convidado chegou, senhoras e senhores. Programa de hoje, um dos maiores empresários do planeta Terra. O homem ainda é apresentador, cantor e um grande paizão. That's all I do. Ah, não, aí não, aí ele estrapalou. Charmoso. Elegante e refinado. É referência pra muita gente. Você tá demitido. Uma saúde e palmas para Roberto. Justo. Ao justo, já.
Júcio, lógico que eu não vou deixar de fazer essa pergunta pra você, porque é o seguinte, o Júcio é um dos maiores publicitários do Brasil. Já foi, não perdeu a majestade. O que você achou dessa campanha da Nike? Essa campanha da Nike, você que já fez tanta campanha grande aí. Pode falar a grande verdade, eu nem vi. Da nova camisa.
canário de três pernas. Eu não vi a campanha. Eu soube da camisa. Eu vi a camisa, mas eu não acompanhei a campanha. O que fizeram de errado, na sua opinião? Não. Falaram que Brasil, a turma grita vai brasa. Vai brasa em vez de vai Brasil? É isso. Politizou. Politizou. Nada a ver. Aquela história do Brasil com Z, sabe? Aquela história que o gringo gosta, né? Porque teve uma turma da Nike, da diretoria, que falou. E a outra camiseta também pode ter uma mensagem, né?
Mas eu acho que o ponto principal é a declaração, né? É legal ele ver a declaração da moça falando sobre o Brasil. Ele vai entender o contexto. Tem a moça que fala do Brasil. É, mas a designer, ela é uma funcionária. Sem dúvida. Ela é uma funcionária. Mas ela bolou o conceito, porque tem uma funcionária... Mas não é só ela. Não, não. Alguém aprovou. Alguém aprovou, não é o artista. É uma expressão que eu nunca ouvi ninguém falar vai brasa. Você fala lá em Miami.
que possa pegar, mas... Isso deram uma forçada. Você fala, vai brasa. Vai brasa, ninguém vai falar isso. Brasa do Erasmo, cara. Brasa amor, brasa. Brasa amor. É uma brasa, mora. Vai ver isso. Hein, Roberto? Muito bem. O que você quer, vai falar o que do... Ah, eu, o Roberto, eu falei que ele tem uma nova empreitada, como ele falou, a publicidade ele já foi, ele é consagrado. E agora ele está na construção civil. E eu estava trazendo aqui uma informação. Construção industrializada. Industrializada.
da construção civil no passado. Que é a falta da mão de obra do pedreiro e formar novos pedreiros, né? Como é que funciona a Steel Corp, que é a sua nova empreitada? Bom, primeiro, boa tarde a todos. Um prazer estar de volta. Eu curto muito vir aqui. Faz muitos anos que eu venho, né? Boa, lógico. E é muito legal. E se eu falar rapidamente, eu acho que o que está por trás disso e o que as pessoas falam muito pra mim é o seguinte.
Eu vou fazer 71 anos mês que vem. Eu já me realizei profissionalmente, já me realizei financeiramente,
pra que que eu fui procurar sarna pra me gostar, né? Mas é porque produzir, fazer acontecer é muito legal. Então eu saí da publicidade 10 anos atrás, resumindo rapidamente, entrei em alguns negócios, entre eles no mercado financeiro, tem uma wealth, tem uma empresa de private equity e tal. Você cuida de... O Sami conhece meu parceiro de Picobol. O Sami deixa a fortuna dele na tua mão. Você deixa a fortuna dele na sua mão, é isso, né?
Você cuida de grandes fortunas. Eu fui o primeiro cliente da nossa Legend, que é a nossa empresa de...
É grande já, só para o Sami saber de valores, que ele conhece bem, já estamos com perto de 35 bilhões de reais de ativos sob gestão. O que é muito legal. Eu saí com aquele discurso de que agora eu vou ser meu know-how e meu know-who, que eu conheço gente, tenho experiência, eu vou ficar no conselho das empresas. Mordi a língua, que eu assumi como CEO de um negócio que eu comecei a enxergar. Gente, Constituição Civil representa 23% do PIB brasileiro. Movimenta 2,3 trilhões de reais dos 10,3 trilhões.
milhões de PIB que nós temos. Você imagina, Emílio, um mercado desse tamanho, operando nos anos 60. Ele ainda está construindo. Claro que evoluíram alguns processos, mas constrói como se construía nas últimas 50 anos. Tudo evoluiu no mundo, né? Tudo hoje é tecnologia e tal. Por que a construção se vive comparada? Na China, o cara faz prédio em 60 dias, prédio de 40 andares. Então, o que acontece com a construção? Que você tem sempre o dobro do preço pelo dobro do tempo.
É isso aí. E é uma loucura. E entrar numa obra é uma verdadeira aventura, né? A gente fez uma fábrica,
No Brasil, outro nos Estados Unidos que a gente montou, é uma fábrica de construção industrializada, ou seja, tudo que a gente consegue fazer off-site na obra, em ambiente confinado, controlado, é muito mais eficiente. Então a gente consegue entregar uma obra na metade do tempo, a gente consegue fazer, obviamente que tem que ainda fazer on-site, montar coisas, porque no Brasil você não consegue ainda levar tudo para a obra pronto.
Então é complexo até o nosso sistema viário, tudo é muito complexo. Nos Estados Unidos já dá para levar uma casa 100% pronta da fábrica, aqui você não consegue. Mas a gente está adiantando isso, e é muito interessante,
porque o nosso material é muito superior ao convencional. Então, a gente tem, na acústica, 50% de vantagem. Na térmica, a gente é muito... Nosso ambiente fica entre 22 e 26 graus, porque nossas paredes, elas não absorvem umidade. Elas não absorvem o calor. Então, o ambiente fica sempre muito bom. Você gasta muito menos ar-condicionado. Não tem patologia, não tem umidade, não tem mofo, não tem trinca. Olha as vantagens. Hoje em dia, já no mesmo custo.
Nosso básico é o Light Steel Frame, que é o aço galvanizado, mas a gente usa todos os outros materiais que já existem e que estão sendo homologados
cada vez mais no Brasil, para fazer construção muito mais moderna, muito mais eficiente. Então, eu fiquei encantado com esse oceano azul que isso representa, com a oportunidade que tinha por trás disso, e montei a Steel Corp, junto com parceria com grandes sócios meus, que eu não sou da construção civil, meu sócio, Daniel Gispert, que toca a empresa hoje como presidente executivo, vem da construção civil, vinte e tantos anos de construção.
Então, as pessoas que estão com a gente são experts nesse assunto de construção industrializada. Esse é o futuro de um ramo gigantesco, importantíssimo, que é a construção.
terem uma ideia, que vocês cobrem muito esporte e tal, a gente fez o estádio do Red Bull Bragantino, que é um estádio temporário que o Red Bull precisava fazer, enquanto não reformam o Nabi Abichedi, que é o grande estádio lá, e a gente fez em sete meses o estádio pra 13 mil lugares. 100% e lá, este foi o primeiro no mundo. E o que vai acontecer? Esse era um terreno da prefeitura que eles usaram lá, uma doação tal, que eles vão devolver quando forem usar o estádio grande, nós vamos desmontar, tá aí a imagem do estádio, nós vamos desmontar esse estádio e fazer escola, creche,
com material reaproveitável. Se fosse a alvenaria, tem que implodir ou virar um elefante branco. Que vendedor, hein? Que vendedor! Eu já comprei. Já vou fazer a sua nova casa. Eu já comprei. Ele vende bem. Esse é o segredo. Mas é porque eu acredito, gente. A gente só vende aquilo que a gente acredita. Não tem como, entendeu? Então, eu não ia entrar nessa... Eu investi muito dinheiro nesse negócio. O negócio é muito investimento. Fábrica, equipamento. Gente, tem quase 500 funcionários.
três anos em julho agora, então pra eu botar em risco um patrimônio numa fase em que eu tava de vida, onde eu posso já fazer manutenção de capital e não novo capital, tem que ser muito doido ou tem que acreditar demais eu prefiro optar pelo acreditar demais e tem o educacional, que era esse o ponto que eu queria trazer agora você batou bem, eu esqueci de comentar nós montamos a Steel Academy que é quase uma universidade pra treinar essa mão de obra nova sai o pedreiro, entra o montador a gente só monta, sai a pá pra fazer o concreto
entra a parafusadeira. Mulher nas obras, porque não tem tanto peso para carregar. Obras limpas, não tem entulho. 90%. A obra seca, a gente gasta 5 litros de... Desculpe. A gente gasta 5 litros contra 500 litros por metro quadrado da obra convencional. 1%. 1% da água. Então, a obra seca, não tem sujeira. É outro mundo. É outro mundo completamente diferente. Tem outras pessoas fazendo, tem outras empresas, mas é um mercado ainda que vai crescer muito. Tem muita resistência. Você sabe,
Emílio, e vocês todos, que quando entra uma coisa nova, quem tá no antigo, não, isso não funciona. Não, isso é caro. Não, não sei o quê. Porque sai da zona de conforto do engenheiro tradicional. Ele não quer se formar na nova tecnologia. Que é o carro elétrico, né? Perfeito. E o meu sócio usa esse exemplo. A gente vai numa apresentação e fala, por exemplo, carro elétrico. Olha a resistência que teve do tradicional. Eu cheguei hoje de elétrico aqui.
Eu só uso elétrico. É uma delícia, pô. Não precisa nem abastecer. Tem uma autonomia hoje que te dá conforto total. E não polui a cidade. Tem um monte de vantagem.
É a mesma coisa, foi resistente, resistente, daqui a pouco no mundo não vai ter mais carro a combustão. Pode ter certeza, não vai acontecer. E, Justus, você que está falando desse novo negócio, do seu investimento, e o empresário para investir aqui no país? Como é que você enxerga o investimento empresário que quer e, ao mesmo tempo, tem muito receio e medo de investir no Brasil? É uma pergunta muito legal e as pessoas... Eu dou algumas palestras, eu falo muito com jovens sobre isso, porque, em primeiro lugar, vamos deixar bem claro que, infelizmente,
melhorou um pouco, mas assim, o ambiente para o empresário no Brasil é hostil. Muito. É hostil na carga tributária gigantesca, vocês mesmos estavam falando agora aqui, o quanto um salário chega na mão do cara, o quanto custa para empresário empregar hoje em dia. Legislação trabalhista. Cargos sociais. Trabalhista. Não existe nos Estados Unidos juiz trabalhista. Nos Estados Unidos não tem lei. A lei é o seguinte, é livre negociação entre patrão e empregado.
Você faz o que você quiser. Você contrata o cara por um salário anual, que você paga mensalmente, mas o contrato é anual.
Ah, o cara vai ganhar 100 mil dólares por ano. Pronto, 8 mil dólares por mês. Tá certo, tá certo. Acabou. Vai embora, vai embora. Ficou, ficou. Agora, tem participação em resultados. Os caras fazem um monte de coisa legal. Então, assim, e é um mercado que o PIB dos caras é 30 bilhões de dólares. O nosso é 2. Vamos aprender com os caras um pouquinho como faz. Onde o governo não atrapalha. Eu tenho uma fábrica lá. Eu vejo como...
Claro que as licenças são complexas. Porque não pode fazer coisa errada. Então, pra tirar uma licença demora. O cara quer entender o que você vai fazer. Eles vão na sua fábrica ver o que você tá fazendo.
Eles controlam, porque o ambiente é um ambiente que funciona. Então, lá tem que fazer direito. Não pode fazer besteira. Porém, eles estimulam. Eles financiam. O juro é barato. Nós estamos falando de juros de 6, 7% ao ano, quando é muito caro. Quer dizer, o nosso juro é 15 ao mês. O nosso juro real, na verdade, é muito alto. É o maior do mundo. É o maior do mundo. Então, assim, é muito difícil empreender num ambiente como esse.
Isso é a primeira coisa. Agora, por outro lado, eu acho que para o jovem, por exemplo, comparado com a gente, quando eu comecei a empreender,
o volume de informação que você tem hoje na mão, o IA, as coisas, as oportunidades. Você consegue se embasar melhor, você consegue pesquisar melhor, você consegue ter aliado ao seu desafio muita informação para embasar o teu negócio. Então, assim, é muito mais, talvez, é muito difícil, mas você tem um ambiente, talvez, onde você consegue tomar uma decisão mais... Nós íamos muito pelo feeling,
E hoje você vai muito mais por dados, que a informação que está na mão permite você fazer. Agora, é difícil, cara. Empreender é difícil. Acesso ao capital é complexo. Eles não têm... E assim, o foco do jovem hoje, o jovem que se forma, olha muito para o lado da tecnologia, muito para o lado das redes sociais, etc. Mas é complexo um pouco. É um pouco diferente da nossa época. A gente tinha um foco muito diferente, uma determinação diferente.
Eu busco nesses jovens que eu contrato essa determinação, essa vontade de fazer acontecer.
Não essa acomodação que, de certa forma, tudo acaba te levando para um lado um pouco mais de acomodação.
Então, acho que esse é um desafio a ser superado. Ô, Justus, um ouvinte que mandou pra gente, pediu pra te perguntar, e eu reforço a pergunta, querendo saber de você como foi essa questão da SAF lá do Curitiba e como que você tá aí, né? Nessa questão, porque o cara é torcedor do Coxa e ele falou, pergunta pro Justus, ele tá preocupado com o Coxa aí. Como que foi lidar com o futebol assim? Primeiro, deixa bem claro, eu não tive nada a ver com isso.
o genro, o Bruno Dancona, numa empresa chamada Tricorp, não é Steel Corp, agora é Tricorp, é parecido o nome, que é uma private equity, que compra empresas, investe em empresas, cria fundos que investem em empresas. Criaram um fundo para uma SAF e compraram Curitiba. Como eu sou sócio da empresa, caiu para mim, né? Vira e mexe e fica... Eu nunca entrei lá, nunca fiz uma reunião, não tenho nada a ver com aquilo. Torço para dar certo como negócio.
E vai dar, e está indo bem. O Curitiba ganhou a Série B. Curitiba subiu, está entre os seis, agora entre os seis, está em sétimo, acho.
com 13 pontos, se eu não me engano. Vai pegar o Santos da Copa do Brasil. Vai pegar o Santos da Copa do Brasil, é verdade. Então, assim, o time fizeram boas contratações e o time está muito bem administrado, o trabalho que eles fizeram lá. Venderam a parte agora do clube para aquele clube do... Como é que chama? Do Equador. Que agora eu esqueci o nome dos caras. É um clube muito bom, que ganhou, inclusive, sul-americano, etc. Como é o nome?
Agora eu esqueci. O Equador não tem time bom, não. O Equador não, pelo amor de Deus. Já chega aí ao Brasa.
São caras que são bons e são bons gestores. Sim. Compraram parte do clube, entraram na gestão. Então, tem ali uma troca bacana de informação, etc. Então, não tenho nada a ver com isso. Finalmente, posso esclarecer. Torço bastante. Torcida minha por futebol. Ah, é o Tricolor. Outro dia jogou São Paulo e Curitiba. É o Tricolor. Eu sou um Tricolor doente. Sim, lógico. Outro dia jogou São Paulo e Curitiba e eu, obviamente, contrariando o meu gerro, eu torci. Se empatasse, eu não ia ficar tão triste.
eu torci pro São Paulo ganhar. Boa, é isso aí. Você fala tão bonito de private equity, de holdings, né? O mercado financeiro. Osuadora. Você viu lá com a roupinha. Ô, Justôs, como é que você enxerga a situação do país vendo um banco master, já que você também é do mercado financeiro, e fizeram uma coisa muito infeliz, né? Eu acho quase criminosa com a sua pessoa, nem sei se você acompanha, porque você não acompanha tudo, não vê a camisa do Brasil, que tentam ligar teu nome sempre com uma história que você fez no passado, uma publicidade pro mercado,
e aí fizeram, não sei se você viu isso daí. Foi uma maldade que você sabe disso. Mas como é que você vê o caso do Banco Master que está com esse lugar que é o mercado financeiro, onde pode ter pirâmide e por aí vai, é onde a gente chegou. Infelizmente no mundo a gente vê muitas histórias, e aqui particularmente, em 2012 ou 13, uns 12, 13 anos atrás, o Henrique Vorcaro, que é o pai do Daniel, me convidou para um empreendimento imobiliário em Belo Horizonte. O velho. Ele me convidou.
É gente boa, viu? Aliás, os dois são. Eu não estou aqui defendendo, mas eles são... Eu já vou entrar na minha opinião sobre o assunto, mas que eu não queria falar muito sobre isso, porque acho até um assunto super desagradável. Mas eu conheci eles na época. O Daniel tinha 30 anos de idade. Por incrível que pareça, gente, eu achei ele tão sério nas reuniões, que eu falava ao pai dele, ó, vou fazer negócio por causa dele, não por sua causa.
E eu fiz um investimento imobiliário com ele. Apenas. Foi um investimento imobiliário. E o Henrique falou assim pra mim, vamos usar a tua imagem, então metade do investimento nós vamos te entregar,
era um retrofit de um hotel, de um prédio que ia virar um hotel. Uma metade vai ficar pra... E a outra metade eu te dou 50% de desconto pra você comprar. Então ele me deu 5 apartamentos no hotel em troca da minha imagem, que é uma conduta absolutamente normal, né? Quando você é uma celebridade. É de praxe. Eu tava na televisão. Mídia fora. É, então é mídia por equity, né? Sim. Do empreendimento. E esse metade eu paguei. Ele falou, olha, isso que você gastou em dinheiro aqui, se der errado, porque você botou tua imagem com a gente, eu te devolvo tudo. Me devolveu cada centavo.
Não posso falar mal do pai dele, que devolveu tudo para mim, corrigido. No CDI. Então, tudo certo, porque não deu certo. O empreendimento acabou, acabou. Aí desencavaram isso daí. Agora, eu não vou aqui mentir para vocês. O próprio Daniel me procurou recentemente. A gente conversou. Porque sabe o que é engraçado no nosso país? É o seguinte. Primeiro, a minha decepção com eles, com o Daniel, obviamente. Porque imaginava que nunca fosse capaz desse tipo de coisa que fez.
Eu e outros empresários. Ele entrou em muitos negócios. E negociou comigo, eventualmente, porque ele falou,
legal, tal, me interessa, tal. A gente conversou várias vezes, etc. Não saiu o negócio. Graças a Deus. Não saiu o negócio. Mas, mesmo que se tivesse tido também, não ia ser um dinheiro que se eu recebesse, se o empresário é decente, aplicou no seu próprio negócio, não fez nenhuma pirâmide com o dinheiro, não pegou dinheiro. Coisas distintas. Aí é diferente, entendeu? Tem vários empresários decentes que eu conheço, quando ele investiu na rede de restaurantes, rede de academias, ele investiu num monte de negócios. Os caras são muito sérios. Eu não vejo mal,
esses caras, agora estão preocupados, lógico, porque ninguém imaginava, gente, como é, agora estamos sentados aqui, e se eu for um pilantra, e você fizer negócio, comprar uma casa minha, eu estou dando exemplo errado, porque eu tenho muita credibilidade há muitos anos, difícil de acontecer um negócio desse, mas difícil não é impossível eu ser pilantra, mas você fala com uma pessoa, fala daqui três anos esse cara vai quebrar, como é que você sabe?
É que tem quebra de má fé e quebra... Não, mas como que você vai saber? Quando você está sentando na mesa negociando, você não sabe o histórico. Não, e o histórico é o seguinte, o cara operava com
Regularmente pelo Banco Central, aprovado pelo Banco Central. Fazia todos os investimentos dele. O mercado tinha zoom-zum? Tinha. Eu fiquei um pouco assim na época. Porque, não, toma cuidado. Porque esse dinheiro todo veio muito rápido e tal. Resumo da ópera. Para mim, foi uma grande decepção. Esse menino ter feito o que fez. E agora está pagando por isso. É assim que funciona o mercado. Aqui se faz, aqui se paga. Se você errou, você vai pagar.
O que não pode é... É um exagero tão grande. Assim, virou o tema. Porque foi a maior quebra da história.
mercado financeiro. Não tenha dúvida. E muito envolvimento. E esses problemas institucionais, envolvimento de políticos e tal, isso é complexo no Brasil e não é de hoje. A gente já conhece de muito tempo atrás. Não pode botar todo mundo no mesmo bolo. Eu vejo alguns empresários que nos fazem ele investir, que de novo, repito, sei que são decentes, sei que são sérios e que são levados de repente por esse cataclisma todo pra dentro de um bolo que não deviam ser levados.
Mas você acha que é o que? É o jeito que ele fez, o jeito que ele se mostrou. O Epstein também foi a mesma coisa.
Aquelas mansões, a ilha, o jato e não sei o que. Todo mundo fala, o cara é bom. O cara é bom. Mas o escândalo do Epstein não está no que ele fez como empresário. Está no escândalo sexual, com menor idade. O outro planeta. Eu digo o seguinte, para todo mundo entrar na jogada, confiar nisso é o que? Dizem que as pessoas que têm essa habilidade de enganar os outros eventualmente, às vezes o cara começa com boa intenção, depois desvia,
depois entra num rolo que não consegue voltar mais. Aí começa a tentar se salvar fazendo outros negócios. Tudo pode acontecer. Aquele que eu conheci lá atrás era um menino sério. Quem conheceu ele pessoalmente, o cara é educadíssimo. O cara não levanta a voz com ninguém. Por isso que ele se deu bem, conseguiu fazer essa teia de relacionamento. Eu gostava das meninas. Vamos falar. Ele tinha bom gosto. Ele sabia selecionar. Sabia fazer festa. Não precisa ter tudo de uma vez.
Por que não pode ter uma de cada vez? Só não sabia falar não. E sabia fazer festa. Mas é lamentável passarmos por isso. É lamentável acontecer isso no Brasil. É lamentável ter um banqueiro que causou um dano tão grande. É uma pena. É uma pena, gente. Eu torci muito pra... Eu torço pra esses caras que investem, que acreditam. Fazer direito, gente. Por que não faz direito as coisas? Pra que fazer assim? É muito ruim isso. É uma coisa que você trabalha.
Por exemplo, até acho que é uma coisa legal pra você abrir a cabeça. Nos Estados Unidos tem um negócio que tem o lobby, né? Que é uma coisa legalizada. Como é que se enxerga no Brasil?
poderia organizar o lobby sem seu tráfico de influência política por interesses que a gente sabe que vira um outro. Infelizmente, está tão queimado isso há tantos anos, né? Essa relação promíscua entre poder público, muitas vezes, e não vamos generalizar, tá? Está cheio de governador decente aí, tem gente muito séria na política, mas tem grande parte, né? Da raia miúda, da raia de cima, a gente sabe que criam dificuldade pra poder trazer facilidade.
Infelizmente, o Brasil sempre foi vítima desse tipo de coisa. O importante é o empresário não
isso, não subornar os políticos, tentar... E dá pra andar direito, gente. Quantas empresas maravilhosas esse país tem que andam direito, que não fazem esse tipo de coisa. Então não podemos... Agora o empresário virou vilão, porque um empresário, ou dois, ou dez, erraram. E os outros 150, 200 que fazem direito, pagam imposto, não subornam ninguém, não fazem nada errado, são honestos. Mas o Justo... Não tem que ter esse tipo de cabeça.
Isso do empresário vilão não foi construído na cabeça do brasileiro? O cara... Porque tem bastante isso. Aquele cara,
ele obteve sucesso, ele fez algum esquema. Não é possível... Mas isso sabe o que é? O povo brasileiro é um povo de uma índole maravilhosa, né? No seguinte sentido. Tem uma enchente, tem uma tragédia. O cara não tem nada, ele dá tudo. É isso aí. Então, assim, ele tem um coração maravilhoso. Porém, nós temos... E o povo brasileiro é criativo, é divertido, etc. Nós temos uma característica que me incomoda. Eu sempre falo isso. O povo brasileiro é um pouco invejoso.
Eu sempre falo, queira ter, mas não queira que o outro não tenha. Pode até dizer que é bastante.
Nos Estados Unidos, você fazer sucesso, um artista, um empresário e tal, é um benchmark, é uma referência. Você se inspira na pessoa. Eu me inspirei em muita gente, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, como empresário, pra chegar e fazer igual. Eu achava bárbaro os caras. Agora, não pode ficar ostentando no Brasil, jogando na cara. Tem uma desigualdade social muito grande no país, infelizmente. Então, às vezes, isso incomoda muito.
Porque, é claro, aquele coitado que não tem o que comer, tá vendo outro andando de jato, fazendo bagunça com mulheres, etc.
Não tem necessidade. Eu tive uma vida muito confortável, construída com muito esforço. Eu não fico jogando. Minha mulher é uma influenciadora. Acaba aparecendo coisas nossas, mas dentro de uma parcimônia, dentro de uma forma que, assim, as pessoas sabem que foi conquistado. Mas você é um cara sério, né? É diferente. E aí não é vergonha o que você usar, o que você conquistou. Mas não joga na cara da sociedade. Tem muitos empresários, muita gente que ostenta demais.
Aquele que menos tem é o que mais ostenta, pra te falar a verdade, né? Ou que conquistou errado. O que tá ruim, né? O que não devia fazer. Deixa eu só fazer um...
candidato. Tá falando bonito. Eu vou fazer o break. Eu vou fazer o break agora pra rede de rádio. Muito obrigado pela sua audiência em todo o Brasil. Tamo com o Justus aqui. Roberto L. Justus nas redes sociais. Vai lá, Reginaldo. Ô, Justus, e você foi, quase você foi candidato, né? Quase você foi candidato. E você seria um cara? Porque é o seguinte, o que a gente vê? Vamos ter mais uma eleição esse ano, né? Pra presidente. E eu não vejo ninguém traçando um rumo pro Brasil.
O que o Brasil quer? O que a gente quer como país? O que vai ser? Que é aquilo que a gente fala, que nem você estava falando agora. Ah, que tem a inveja. Tem aquela história cultural. Ah, por trás de toda riqueza tem alguma coisa errada. Sempre é desse jeito e sempre a gente fica patinando, patinando. Nunca vai pra frente. Hoje em dia a gente vê a Índia, que é o lugar que o mundo está apontando. Ah, vai ser aqui. Maior população do mundo. Vai ser aqui que nós vamos focar e tal. E o Brasil vai sempre ficando pra trás.
Você acha que tem alguém que tem uma ideia de país que realmente, sei lá, daqui a alguns anos o Brasil vai ser alguma coisa ou vamos ficar nessa? Como nós todos gostaríamos que isso acontecesse, né? Na verdade, assim, em primeiro lugar, que nós estamos, vamos ser bem sinceros, todos nós, eu duvido que alguém que está nos ouvindo ou assistindo agora não vai dizer a mesma coisa. Estamos cansados dessa polarização. Ninguém mais aguenta isso.
Essa pancadaria de um lado e de outro, essa ideologia dominando o cenário. Eu não quero nem a extrema esquerda, nem a extrema direita. Eu queria equilíbrio.
Eu queria um meio. Nós temos que ter um candidato no Brasil que trabalhasse pelo Brasil. Não faz com que o primeiro-ministro da Suécia, que um deles, não sei se o atual, vai de bicicleta trabalhar e mora numa kitnet. O cara entregou quatro anos da vida dele para o país dele, para fazer acontecer serviço público de qualidade, para poder melhorar o país. Pensando naquilo que um governo tem que fazer, não se meter a competir com a iniciativa privada.
Entregar tudo o que puder para a iniciativa privada. Uma mentalidade dessa jogaria o Brasil no primeiro mundo. Nós somos um país rico demais para quebrar.
Nós temos tudo a nosso favor. Energia, o agro, o pulmão do mundo é nosso. A comida do mundo é nossa. Então, assim, é tanta coisa legal pra esse país, se fosse bem administrado. Mas pegar um CEO competente pra fazer o Brasil administrar como se fosse uma empresa gigante que fatura 10 trilhões de reais por ano. Manda embora um milhão de funcionários que estão lá pendurados e que não precisam. Coloca ministros ganhando bônus de performance.
Vamos fazer acontecer o Brasil competir com os gringos. Olha, em uma década nós somos outro mundo.
saúde de qualidade, melhorar todo o acesso à população, uma série de coisas, parar de ficar. Não pode um país onde o plano social chamado Bolsa Família tem mais membros do que a gente com carteira assinada de trabalho. Ninguém está contra planos sociais de ajudar quem precisa. Agora não pode acomodar quase 50 milhões de pessoas num plano que inibe a vontade deles trabalharem. Então são certas coisas tão inacreditáveis, seriam tão fáceis de consertar.
Fácil nada, porque admissar um país como o Brasil é muito complexo. Mas é tanta coisa,
na nossa cara, que podia ser feito diferente. Eu não vejo assim, a gente vai votar de novo no menos pior, é que a gente faz sempre assim, né? Quem sobra pra gente votar? Ou a gente tem admiração por alguém e fala, meu Deus do céu, esse é o cara que vai resolver o nosso país. Infelizmente não é assim, não temos essa possibilidade no momento. Eu tinha um candidato que eu adoraria que fosse candidato, que é o nosso governador do estado de São Paulo, torci muito pra ele ser.
O governador Caiado agora parece que vai ser, também parece ser uma peça maravilhosa, é o governador com 86
sete anos de aprovação, acabou a violência no estado de Goiás, é um estado pequeno, oito milhões de habitantes, pena, porque se ele tivesse uma visão de um estado grande, ele seria competente também, o cara é muito competente, sério, ilibado, o cara tem quarenta anos de vida pública sem um escândalo, nunca ninguém ouviu falar de roubo, de sacanagem na... Eu acho que o Caiado merece ser candidato, mas acho que ele não leva. Não, infelizmente...
Não leva, não leva, mas ele merece, porque o Caiado é o que você falou, o Caiado sempre foi um cara que trabalhou pelo... O estado, né? Mas acho que vai ser ele mesmo, porque o Ratinho
Mas o Ratinho... O que aconteceu com o Ratinho? O Ratinho ficou sozinho. Por quê? Porque não fechou com o Moro e com o Deltan. Aí ele ficou fora. Mas a política é isso. Mas já estão dizendo que já sentiu que não tinha chance e preferiu garantir a reeleição no governo do que garantir o sucessor do que correr o risco de não ganhar a eleição. E perder os dois. Isso é engraçado no discurso da ONU que sempre o presidente brasileiro faz.
o Ratinha falou, ladies and gentlemen, the president of Brazil, Mr. Little Mouse. Não é bonito. Vamos mudar esse nome, é Carlos Massa, não é isso? Carlos Massa. Little Mouse não dá, né? Virou a Disney o Brasil. Mas e você, Justo, você já pensou em ser o CEO do Brasil em algum momento? Você sabe que lá em 18, já contei essa história, não vou repetir aqui, teve esse convite até do presidente Temer na época, antes do Bolsonaro. E aí,
a minha própria mulher falou, você vai sozinho pra Brasília, né? E muita gente falou, você vai morrer nesse troço, porque assim, um cara com o meu temperamento, com o meu jeito, não engole sapo, entendeu? Muito difícil. E se você não tiver a característica de engolir sapo, de ter paciência, de entender como funciona isso, porque bota um CEO lá que não tem poder, que depende do Congresso Nacional, que depende de uma série de coisas.
Uma vez um ministro de Estado, que eu conheci muitos anos atrás, falaram pra mim, Roberto, vou te falar como é que funciona a Brasília. Falei, como? Eu quis demitir, juro por Deus, gente, não é brincadeira, eu não quero dar o nome dele, você vai ficar chateado comigo.
Foi ministro de planejamento. Falei assim, eu não pude demitir a mulher do café. Mas como assim? Não pude. O café era fraco, era ruim, era frio. Eu chamei o secretário executivo do ministério e falei, vamos trocar essa mulher. Não, foi nomeada pelo deputado fulano. Não é bom mexer com isso, é a cota dele. Então assim, se o ministro não pode mandar embora a mulher do café. Você imagina mexer num país, num anil de vespas, que é mexer nos problemas brasileiros. Por que justos? São dois Brasis, né? É o Brasil e o Brasa.
O Brasil. Porque esse Brasil que a gente tá falando lá, que é do salário lá dos juízes. Super salários. Esse negócio que tem em Brasília. Carreta Furacão. Esse monte de emprego e tal. E a gente financiando. Tem que financiar. É o cara que ganha 10 pau e deixa 4 pro governo. Não, não deixa 4. Deixa 7. Depois no que ele consome tem imposto em tudo. Então ele deixa
três de cara, depois vai deixar mais três. Enquanto tiver essa moleza, a coisa continua assim. Infelizmente. Não tem como melhorar. Não tem caminho. É muito triste, viu, Emílio? É muito triste a gente ver que teria tantas atitudes a tomar para o Brasil melhorar. Tanta coisa. O empresariado, a iniciativa privada tinha que ter um papel de protagonista. Mais Brasil, menos Brasília. A Brasília tinha que cuidar de segurança pública, social, educação e saúde.
acabou, o resto deixa para a iniciativa privada fazer, não se mete com banco estatal, com petróleo, nada, porque ali é cabide de emprego, ali que os problemas sempre foram oriundos desse tipo de coisa, banco estatal, agora foi o BRB, cada hora tem um problema. Não, você pode olhar. A questão da previdência do Rio. Correios. Correios. Correios. Os precatórios da Bahia. É, é só rosto. A gente não aguenta mais isso. Exato. Chegou uma hora que não dá mais. O Rio só vai funcionar o dia que eliminar esse câncer.
nós vamos ter outro tipo de país, mas quem tem coragem de fazer isso e quem tem condição de fazer isso? Infelizmente é sempre, gira nos mesmos políticos, nas mesmas pessoas, nessa ideologia, nessa loucura, nesse nós contra eles, é uma loucura, ninguém quer mais isso, ninguém quer essa agressividade na eleição, vai ser, vamos preparar nosso fígado e nosso estômago pro horário eleitoral que vem aí. Primeiro, pro nível de muitos candidatos que a gente tem até pena de ver.
Segundo, para os candidatos que estão aí, como eles vão se atacar e o que nós vamos ouvir. Infelizmente,
mais do mesmo e aí nós vamos de novo optar pela opção que a gente acredita que é menos ruim pro nosso país e não a melhor. Ô Gil, você falou que foi lá antes do Bolsonaro, conversaram com você, se por acaso tivesse alguém que você considera um cara que você admira, por exemplo, você citou o Tarcísio aqui, se ele te chamasse pra integrar, eu preciso de você numa área que... Economia. Não sei, que seja, você toparia ter um cargo com um cara que você fala, esse cara eu admiro,
eu acho que funciona, que nem o Bolsonaro teve o Salim Matar, que acabou também abandonando por conta disso, falando, pô, é tudo tão difícil, vou sair porque eu não consigo fazer o que eu gostaria de empregar. Mas se tivesse alguém lá na presidência que você admira, que você acha bacana, você toparia entrar no governo para ajudar de alguma forma ou não? Eu andava assim, brincando, um empresário amigo meu falava assim, ah, mas os caras podiam convidar você para vice, igual o Alckmin, aí assume o Ministério da Indústria e Comércio, você fica com os negócios, um vice empresário,
pode ajudar muito a eleger, como foi o caso do Lula com o Teminas, o Zé Alencar. Então assim, acham que é um momento. Mas gente, pelo amor de Deus. É brincadeira. Vício do Lula aí, ó. O Lula tá procurando um vício. Pode ser. Justos e Lula. Tá fácil. Tá fácil, né? Você consegue uns votos lá. Você toparia alguma coisa assim pra ajudar o Brasil? Porque, como a gente tava falando, às vezes um cara que você admira e você falando... Tudo que a gente puder fazer pelo nosso país,
Um caiado é um cara que eu admiro muito. Trabalhar com o caiado, ajudar a eleger ele, o próprio Tarcísio. Então, assim, são caras que realmente... Eu não saberia te responder agora, que depende de uma série, de aspectos a terem avaliados. Mas não negaria de cara... A ideia de nós empresários ajudarmos o nosso país tem que estar sempre clara na nossa mente de si, mas aí dentro de um ambiente que a gente acha que realmente vai funcionar.
Para pisar naquele lamaçal lá, não tem a menor vontade. Tem que estar bem calçado. E o filho fica torcendo de fora e fazendo o meu papel de empresário, dando emprego,
Esse é o maior plano social que nós podemos ter. Emprego. É isso que nós temos que fazer. Oportunidades, emprego, crescimento, investimento. Estou investindo no meu país. Eu podia morar fora. Tinha recursos para estar lá. Tenho casa em Miami. Podia estar morando lá. O que eu estou fazendo aqui? E TV? Você fez muita coisa. Na TV, muita gente pergunta, inclusive aqui no chat, você volta para a TV? Tem algum projeto? Esse capítulo da sua vida já acabou.
Fiquei 16 anos na TV. Fiz tudo que eu postaria. Você pode imaginar que as pessoas nem lembram, né? Eu fiz o Aprendiz. O Aprendiz eu lembro. Eu fiz o Reality Show, que foi o Aprendiz. Eu fiz a Fazenda. É, isso eu não vi. Nem combinava comigo. Eu fiz 1 contra 100, que era um programa muito legal. Eu fiz o Topa ou Não Topa das maletas que o Silvio Santos fazia. Eu fiz o Roberto Justus Mais, que era um talk show de... Falava de temas, etc.
Muito legal, uns domingos à noite. Então, assim, eu fiz tudo que eu queria na TV. Toma 3, 4, 5 meses do ano teu. Não dá pra trabalhar ser CEO.
de empresa e tá na televisão. Eu competia com os apresentadores sendo empresário e competia com os apresentadores sendo apresentador. Então, eu virei um pato. Nem voa, nem nada. Não precisa fazer nada. Tem que escolher. E eu amo o mundo dos negócios. Então, apesar da minha idade, eu ainda estou bem conservado pra poder entregar mais. Hoje em dia, os 70 atuais dos bem cuidados é os 50 do passado. Ninguém diria que o Emílio já tem quase... 80. Eu tô com 80. Eu tô com 80. 80 de jovem pano.
Então TV não dá. Olha lá, olha o Justus. Olha, isso aqui eu tinha 15 anos de idade. Caramba, velho. Hoje é capa do Pinto Mole. Isso é. Ele foi capa do Pinto Mole. Que isso? Capa do Pinto Mole. Capa da revista, pô. É a revista do Pinto Mole. Eu, ele, o Ronivon. Ronivon saiu. Otávio Mesquita saiu no Pinto Mole também. Você não lembra dessa época, pô? Foi um sucesso. O governador também, o Dória. O Dória saiu no Pinto Mole.
O Rivaldi Pulover de Campo Jordão tinha o desfile do Pinto Mole. Vamos respeitar. A revista Pinto Mole era um clássico. Era outra época, meu. Ô, Justus. Você tá na revista também, não? Ele é o saco abacate. Deixa eu falar sério agora. Você sabe que você é um cara que você é meio polêmico. Porque eu concordo com muita coisa que você fala que eu concordo. Mas...
A tendência é populista. As pessoas querem ser enganadas. Exato, a turma gosta. Entendeu? As pessoas querem ser enganadas. Por exemplo, o Donald Trump. O Donald Trump é um cara muito populista. E é o cara que dominou a eleição. Então tem que ser populista aqui. E você é um cara que fez o aprendiz desse jeito que você tá sendo ganha a eleição. Porque você tá sendo muito sincero. E muito realista. Muito honesto, né? Por isso que eu falei que eu não combino com ser governante ou ser pra fazer média com ninguém. Não consigo.
Eles brincam que eu sou sincericida, eu falo o que os outros pensam. Eu falo tudo o que eu penso. Eu vim pra cá, não fala de tal tema, não fala de tal tema. Eu juro que a minha assessoria ligou aqui, olha, não pergunta tal coisa. Eu mandei ligar de volta e falar, fala pra perguntar o que eles quiserem. Quem não tem rabo preso, não tem problema de falar o que pensa. Claro que eu não sou grosseiro e mal educado também, não vou ofender ninguém.
Mas eu tenho o direito de falar o que eu penso, porque eu não devo nada a ninguém. O problema é que tem que fazer médium. Donald Trump, que tem problema com Epstein, que tem problema não sei aonde,
conheci ele pessoalmente na época do aprendiz, é um ególatra total. Como é que é? Como foi sua relação com ele? É um ego puro. Tudo bem, você tem um pouco de vaidade, eu também tenho minha vaidade e tudo. Agora, eu não sou o centro do universo, como ele acha que ele é, né? E tem boas limitações intelectuais, tá? Conversa com ele, não é? Não fluida, assim, sinceramente. Não é tudo isso que ele vende, né? Já quebrou cinco vezes.
Coisas imobiliárias. Complexo, o cara é complexo. Agora, gostei que ele tirou Maduro, gostei que ele atacou Irã, essas coisas eu gosto. Agora, por quê?
o cara que financia o terror mundial tem que ser atacado mesmo. E o outro que só é amigo do nosso presidente, mas é um ditador que destruiu o país chamado Venezuela, tem que sair também. Então essas coisas eu acho que ele tem coragem de fazer, coisas que nenhum presidente americano teve nas últimas décadas. Então isso a gente tem que admirar. Vai saber se ele vai saber parar na hora certa também. Mas enfim, mas de resto não posso apoiar um cara também que tem esse estilo, é o que você falou, né?
Populista no sentido de radical de direita. Só ele sabe tudo, ele é bom em tudo, ele entende de tudo, quando é o meio ao contrário.
É, mas essa é a tendência, né? E nós vamos aqui também, não adianta ter terceira via aqui, que são esses dois aí. É a mesma eleição. É a mesma eleição. É uma continuação. É a terceira, terceiro turno no tempo inteiro. A gente não teve, desde quando teve as manifestações lá, 2013, sempre teve terceiro turno. Não teve, você não pegou, não tem um novo nome, né? Agora, seja lá quem vier, vamos torcer pelo nosso país, né?
isso. Eu não votei no presidente Lula, mas eu torci pro governo dar certo. Eu não sou aquele que fica gorando. Vamos perder quatro anos de vida? Vamos torcer pra dar certo. Vamos torcer pra fazer direito. Mas tudo bem, não adiantou muito torcer. Torceu pro São Paulo, torceu pro governo. Nesse caso a gente tem que torcer pra se ferrar menos. Vai Brasa. Eu vou dizer uma coisa pra você. Eu torci muito esses quatro últimos anos. Torci pra tudo. Eu também torci muito. Torcer eu torço. Só que Deus não me ouvir.
Eu torço contra o país, fala a verdade. Eu torço. Se o povo escolheu, a democracia disse, se o povo escolheu, nós temos que aceitar. Então, assim, o que vier, vai vir. Eu não vou desistir do Brasil, independente de quem vai ser o nosso novo presidente. Tenho minhas preferências, mas não vou desistir do país. Eu torço pela minha audiência. A audiência desse programa, Jus, é tudo cara bacana, trabalhador. É uma galera legal que acompanha o nosso programa. Esse reizinho que eu não entendi. É a audiência.
Esse é a audiência. Estou aqui representando toda a audiência do Pânico. É a nossa audiência. Ele representa cada dia um ursinho também. O ursinho, ele faz uma dança sensacional. E ele fala, fala, ursinho. É o Celso que quer saber do justo. Faz uma pergunta aí. Ele canta e eu danço. Oi, vai. Manda ele dançar. É o Celso. É uma musiquinha. Ô, Justus, quero agradecer sua participação aqui no Pânico. Foi muito legal. E, pô, espero que você volte sempre aqui. Sempre dando uma aula bacana.
Posso dar um spoiler? Claro. Lá nos bastidores, a produção deu uma ideia, falou assim, você e Ana Paula, na Semana dos Namorados, Dia dos Namorados, eu falei, coincidentemente, o Dia dos Namorados a gente faz 13 anos juntos. 11 anos de casada agora em abril, e 13 anos juntos, nós namoramos dois anos. Então, na Semana dos Namorados, elas querem que venha eu e ela aqui. Boa. A gente fez um podcast divertido pra caramba, foi super polêmico, as pessoas acharam que nós estávamos brigando no podcast, e ao contrário, tudo vendo o outro brincando.
Aí eles querem que a gente venha pra cá falar com vocês. Eu falei, Paula, já liguei pra ela antes,
Eu topo, adoro o pânico. Ela é muito sucesso no Instagram. Ela é hoje uma das maiores, se não a maior influenciadora do Brasil. E sua filhinha também é uma graça. O que que deu o negócio lá do professor, da foto? O que que aconteceu aquilo lá? Aquilo lá é ridículo. A Bic posou com uma bolsinha de grife. Por sinal, só pra vocês saberem, ganhamos de presente. Eu também não pagaria uma bolsa cara.
Poderia pagar, mas não pagaria. A gente veste ela super bem, com marca, tudo, bonitinha. Ela é meio patricinha, que nem a mãe, não tem problema nenhum. A gente assume isso. Agora, no caso, não era. Mas tudo bem. Aí veio esse professor dizendo que é guilhotina, que tinha que matar a criança. Então, assim, é um cara de esquerda radical, professor da Universidade do Rio de Janeiro. Foi já do governo Lula, inclusive, e tal. E uma outra mulher também que a gente processou.
Ganhamos o processo. Eles foram condenados a pagar 150 mil reais, que é muito dinheiro pra ele, pelo salário dele. Lamento, mas...
Qualquer um. Segura a boca e não deseja a morte. Exato. Ainda mais uma criança. Pode criticar, gente. A crítica é direito democrático de quem quiser falar. Quer falar mal da gente, quer não sei o que, mas a grande maioria fala super bem da gente, da minha família, de toda a relação que eu tenho com todos os meus filhos, etc. Então não tem problema nenhum com isso. Agora, desejar a morte de uma criança inocente, que nem sabe que bolsa é aquela, que a mãe vestiu bonitinha e tal.
Então, sabe, é uma coisa assim, é nojenta, é uma coisa terrível. Então, eu não aguentei, processei e ganhamos. Isso aí. Obrigado, Injustos.
O papo é muito bom, o Justus aqui, puta empresário, tem o tempo dele contadinho, mas ele faz questão de vir aqui no Pânico, o papo sempre é bom. Adoro vocês. Vou colocar as redes sociais, Roberto L. Justus, para você seguir o Justus aí no Instagram. Obrigado, Justus. Reginaldo, vamos lá, vamos lá, faz um break.
Para nós, ir além é...
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