Episódios de Pânico

Tomé Abduch

25 de março de 20262h4min
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BASTIDORES DO GOVERNO, TRETAS DE BRASÍLIA E INFLAÇÃO NO TANQUE! O deputado estadual que ajudou a fundar o movimento Nas Ruas e hoje é o vice-líder do Tarcísio na Alesp: Tomé Abduch é o convidado do Pânico! Não vou mentir, o bicho vai pegar. Ele vem abrir o jogo sobre o que realmente tá rolando nos bastidores do Governo de SP, falar sobre a delação do Vorcaro no caso Banco Master, o rombo absurdo do INSS e te contar se Flávio Bolsonaro vem forte pra eleição de 2026. É a partir das 12h, e quem ficar de fora tá na lista de investigados da CPI do fã ausente!

Participantes neste episódio4
E

Emílio Surita

HostApresentador
B

Bárbara Kogos

Co-hostProfessora e produtora
J

Jess Peixoto

ConvidadoDebatedora
T

Tomé Abduch

ConvidadoDeputado estadual
Assuntos9
  • Lei da MisoginiaConsequências da lei · Liberdade de expressão
  • Governo e Gestao Publica
  • Atuação de Lucia na política
  • Critica Politica
  • Eleições
  • Embates em redes sociais e política digital
  • Banco Master
  • Escandalo INSS
  • Críticas ao Governo Lula
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No filme da vida, só filtro e like O mundo tá sério, quadrado demais Mas o pânico vem E ri por trás A, I, A, escreve O humano copia, o algoritmo manda E a galera obedece Mas calma, respira, dá risada Confia que o erro é que faz o sucesso

O pânico vem pra desinstalar

Só se fala em meter o shape e tomar suco. Vamos para as dicas saudáveis? Vamos eles. Igor Guimarães e Marininha Selva.

É uma dificuldade nesse cinegrafista. Vou reclamar. Boa tarde, Emílio e Marombinhas desse programa. Como todos sabem, eu sou uma máquina de saúde. Sou praticamente a Ramondino do Acre.

Meu corpinho de suricato é invejado por mulheres como Gisele Bündchen, Anitta e Rita Cadillac. Assim como uma peleleca selvagem, eu me alimento da natureza. No meu corpinho só entram folhas, frutos e paus secos. Adoro um chá de vara torta, feito com água de chuva.

E adoçado com baba de tucunaré. Meu pré-treino é óleo de bota batido com açaí. Por isso sou essa mulher forte, robusta, disposta e guerreira. Eu sou a Xena das florestas. Comam a goma da mandioca, tomem o chá de pau trincado e façam crossfit com pouca roupa. Agora vai lá, menino doido. Preciso voltar para o soro. Nossa, senhorinha.

Minha senhorinha, você tá mal, hein? Tá fazendo a dieta do Gandhi, meu chapa? Olá, Emílio, tudo bom, ô saco de mamute? Ai, o saco de Emílio vai ser uma sacola de feira. Brincadeira, meu. Não me manda embora, não. Nossa, Emílio, eu sou calistênico.

Você sabe que é calistenia, né? Meus exercícios é igual o do mico leão dourado. Eu passo o dia pendurado girando num pau. É o polidense da melhor idade. Também não como glúteo, não, viu? Eu como glúteo. Viu, Sandana? Esse glúteo branquinho aí. Brincadeiroso, Tantena. Agora eu vou falar pra você. Eu sou fitness. Eu aguento sorrindo o que antes eu não aguentava chorando.

Graças ao produto Cariane Cariane é um produto que você não bate no leite Fica biruleibe É emagrecimento biruleibe Agora eu vou embora que eu vou levar minha avó Pra tomar bomba nos grúteos Emílio, beijo pra você E alegria dos extremos Muito bem, muito bem, chegou a hora da agenda É o melhor stand-up comer do Brasil

Você já tem aí na sua cidade o show dele? No meio é conhecido como Elefantinho da Páscoa. É o nosso Morgadinho, Rogério Morgado. Diga lá, Morgadinho. É isso. Bora, Albertinho. Juta. Quebra. Não, não. Não, quebra. Não é teu. O cara acostumado.

a trabalhar com pá e picareta dá um produto caro. É isso que acontece. É um monte de sexo. Ferra tudo que toca. Olha lá, que bonitinho. Olha lá a carinha dele agora. O que mais? O que mais é a hora da agenda do gordão. Pode voltar aqui, carequinha. Vamos lá.

E esse rock'n'ball, hein? Uma hora dessa. Sou eu. Peraí, deixa o carenca voltar do INSS. Tudo bom? Morgadão, fazendo show toda quarta-feira em São Paulo. Hoje tem. Corre, que são os últimos ingressos pra curtir o show solo aqui no My Fucking Comedy Club, a melhor casa de comédia de São Paulo. Entra lá. Clubedoingresso.com, os últimos ingressos pra hoje. Tem as próximas semanas. Como eu falei, toda quarta-feira.

Entra lá e já adquira o seu, você que tá vindo pra São Paulo a trabalho ou tá vindo curtir Sampa. Você que é do Brasa, vai curtir Sampa? Vai curtir o show do Morgadão, clubedoingresso.com. Amanhã eu vou estar em Cotia, galera de Cotia aí, ó. Rockbar Rota 270, simpla.com.br. Show solo amanhã em Cotia, então você da região Rockbar Rota 270, tá bom?

Vila Raiz, lá em Rio Claro Tá pra esgotar também, se eu fosse você comprava Hoje já, você de Rio Claro, dia 2 De abril, simpla.com.br Galera de São José do Rio Preto Teatro Municipal Humberto Sinibal de Neto, tem show do Morgadão Morgadão de volta, primeira vez, foi no ano passado Casa lotada e vai lotar De novo, então já se programa Compra hoje o seu ingresso no bilheteriaxpress.com.br E pra galera da granja ali Você que é vizinho do Emílio Morgadão

Enjoy Gastropub, um projeto muito bacana Rogério Morgado com vida Clube do ingresso.com Eu, Edgar Agostinho E também o nosso amigo Rodrigo Capela Barueri, dia 12 do 4 É no Simpla E no dia 24 de abril, São José dos Campos Teatro Colinas, entra no site do teatro E compra o seu, que alegria, obrigado Emílio Manda um e-mail pra contratar

É isso aí, gente. Vamos agora ao Guerezito, vai se apresentar sempre em Floripa. Sempre. Ele não é tonto, ele não vai pra Carapicuíba. Já avisando até Brasil e Mercosul, nem me chamem pra outro lugar, só vou pra Floripa. Brincadeira. Dia 10 de abril, estou aí sexta-feira, Floripa Comedy, corre lá, pensa no evento.com.br, adquire seu ingresso, show novo, inutilidade pública, quero sair preso de lá com mais gente. Então, bora lá curtir esse showzão.

no Floripa Comedy e mais informações, arroba Fábio Gueré, tudo bonitinho obrigado Emílio e toca o barquinho muito bem, temos aqui o Suíno 1369 temos aqui também o mensagem apagada você que apaga Dedê

Você apaga, é ele mesmo. Quando o pessoal... Como é que chama aqui? Xandão. Você é o... Moderador. Moderador. O nosso querido Don 536, Segurança e Trabalho. Muita gente bacana, porque agora é o momento de homenagear quem gosta da gente, mesmo sabendo dos nossos pequenos delitos. Sim.

É hora de nossa audiência, a majestade. Nossa majestade de hoje é um belo empresário, youtuber e podcaster. Nascido e criado em samba, casadaço e puxador de ferro. Aplausos para Luan. Oh, não!

É Luan Fala Luan Alô, alô Tudo bom? Obrigado por ter Tudo certo Queria agradecer vocês Muito bom o programa E pra mim

Fazia tempo que eu não ficava um pouco nervoso. Tá nervoso? Porra. Tá no trono. Nem em palestra eu fico nervoso, mas aqui eu tô um pouco nervoso. Você faz palestra? Já fiz algumas já. Do quê? Sobre investimentos, que é o meu canal no YouTube. Ah, você é um cara... Influencer. Tipo influencer. Eu tenho um canal de podcast, né? E eu comecei falando sobre investimentos, porque eu vi a necessidade que eu precisava investir.

E aí apareceu muitas oportunidades na vida e eu comecei a gravar vídeos no YouTube. Tubacast. Tubacast é o meu canal no YouTube. Fala sobre tubaína. Mas você fala o que? Eu falo sobre economia, investimentos, teoria da conspiração, tudo, entretenimento, né? Então meu canal é bem diversificado. Eu comecei com investimentos, mas se eu ficasse só falando de investimentos no YouTube eu ia passar fome. Aí eu acabei dando uma diversificada e hoje em dia eu levo muita gente lá.

O Sam vai lá. Eu vou, eu, o Emílio, o Zucar meio morgado. O Sam vai, o cabelo e vai. Tem lugar pra quatro dias que se eles forem eu vou. Cinco. O Emílio vai abrir a carteira dele. O Sam vai, vai levar o sogro. Ele tá em Cílio da Deira. Ele tá em Cílio. Vamos, Sogrinho, vamos lá. De boina. Vamos lá, vamos lá. Você e... Antes você tem que sentar e almoçar com o Datena lá em Ribeirão. Isso. Então o que você tá falando aqui? Verdade. Datena de equipar no peça. Caralho.

O cara tá se escondendo Do Datena Tomando os quatro copos de vinho O Datena de boina, ele é o Boulos Daquela boina Parecendo o Sidney Magal Hã? Não é? Beijo pro meu sogro Vocês mudam tudo aqui Luan Onofre, nosso querido Luan E você faz o que da puta da vida?

O podcast é uma coisa muito genérica, né? Mas hoje eu vivo do YouTube mesmo, né? Do canal da monetização, patrocinadores. Então a minha renda principal é o YouTube e os patrocinadores que tem lá. Mas vai acabar essa mamata, hein? Vai nada. Opa. Tá repreendido. Você não tá sabendo? Vai vendo, vai. Vai esperando aí. Não, mas no final das contas também tem outras fontes de renda, né? A gente acaba se virando.

Muito bem, mas originalmente você é o que? Originalmente eu estudei pra ser engenheiro civil. E por que que não fez a... Porque, na verdade, tava meio fraco quando teve a 2014, que teve aquela... Copa do Mundo.

Não, que teve a corrupção lá e tudo. Sim, sim. Fiquei desempregado. Aí eu comecei a trabalhar de táxi, depois eu voltei para a área. Mas, na realidade, eu comecei a falar sobre investimentos na internet. Em pouco tempo, eu comecei a ter a renda que eu trabalhava na empresa. Caramba. Aí eu peguei e me dediquei 100% na internet, porque eu vi que rendia muito mais.

Entendi. Então tá aí, ó. Tá aí o podcast do Luan representando a nossa audiência. Provavelmente ele veio fazer uma... Um jabá aqui. Ele veio fazer comercial do Tubacast. Deu 50 reais. Provavelmente o que ele quer... É inscrito. Então eu não vou fazer muita homenagem pra ele, não. Mas lá já tem bastante inscrito. Você vai na área comercial da rádio. Eu senti que ele só quer fazer uma propaganda. Nem gosta da gente. Não, não gosta. Não, não gosta.

Vamos pedir pra galera parar de seguir Não, é pior que na verdade Eu vim aqui pra conhecer vocês mesmo É um prazer estar aqui, viu? Parabéns pelo trabalho de vocês Mentira! Muito bem Seja bem-vindo, Luan O endereço dele é Luan Underline Onofre E o YouTube é o Tubarão Da Bolsa É o Tubacast Obrigado aí pela sua participação Muito bem, vamos agora? Vamos!

Vamos falar de filmes, vamos falar de séries. Porém, nesse momento, os homens que adoram um churrasco e são aqueles que levam a linguiça, adoram. Gostei.

É hora do Homem-Aranha que está na quarentena. É o nosso André Alba com Linhagem Guique. Diga lá, meu querido. Linhagem Guique. Linhagem Guique. Linhagem Guique. Linhagem Guique. O Zé da manga.

Ei! Tudo bem? Canary. Isso aqui não é omelete, é Canary. Canary. Amarelo Canary. Boa tarde a todos e se inscreva no canal da Linhagem Jique, no YouTube, que eu tenho informações. Então se inscreva lá.

Se inscreva lá num grande momento. Vamos começar aqui. São várias mutações. Vamos começar com o nosso querido Wagner Moura, lógico. O Wagner Moura é o grande sucesso. Você não desiste do Wagner Moura. O Wagner Moura é o grande sucesso. Torço pra ele. Torço muito pra ele. Isso porque em qualquer outro país do mundo já teria o Tropa de Elite 9.

Mas só aqui no Brasil que o sucesso, ele é... Pegou no contrapé, né? O trapadelite aí não quiseram fazer mais. Mas em qualquer outro lugar do mundo já estaria no nove. O fascista. É, entendeu? Mas o Wagner Moura, ele pode ser o vilão do 007. Olha que legal.

Ele pode ser... Provavelmente ele vai se inspirar no Bolsonaro, né? Pra fazer o vilão e vai falar do Bolsonaro lá em todas as junkets ali do 007, as entrevistas pra fazer o marketing do filme. Mas é um... O Wagner Moura, ele substituiu o Pedro Pascal como o woke da rodada. A cada momento, a cada seis meses, se renova um novo woke ali pra passar todas as pautas progressistas de Hollywood. E o Wagner Moura caiu nas graças. Ele é muito talentoso, obviamente.

Mas tem ali a agenda ideológica que a turma gosta. Então, ele pode estrelar aí o vilão do 007. E a gente torce bastante, porque as entrevistas vão ver, né? Se ele vai se inspirar em algum... Vai ser um general, o vilão do 007 e da ditadura militar aqui do Brasil. Vai ser o Bolsonaro. Vai ser o Geisel. Vai ser o Geisel. Ou vai ser, sei lá, até o Figueiredo. Ele vai tentar...

puxar ali, mas o Wagner Moura ele tá, e teve a polêmica com o Pedro Pascal, Zuzu que ele está namorando o Pedro, o Wagner Moura? não, o Pedro Pascal está namorando um rapaz, achei que os dois estavam namorando e o rapaz é sionista

E aí o fã clube parou. Ele criticou. Pedro Pascal criticou o fã clube. E o fã clube desmanchou do Pedro Pascal. Mas ele não é pro palestino, Pedro Pascal? Então, e agora? Ser pro palestino é uma coisa. Sentar onde ele quer é outra. Agora não é só você. É com quem você namora também. Que tem que ter as posições de acordo com a agenda certíssima. Então você é tchau, pessoal. Eu acho que pelas posições foi por isso que ele escolheu o cara.

É isso mesmo. Então, Wagner Bora pode ser o vilão do 007. Estaremos ligados nisso. Morgadão, você lembra do... Acho que você e o Gueré vão lembrar do Vince Vaum. Sim. Vince Vaum. Vince Vaum. Comediante. Vince Vaum é um comediante, né? Fez muito sucesso ali na... Acho que no início da década de 2000. Bom roteirista.

Ele é roteirista, comediante, amorista E ele deu uma declaração Ali num podcast Falando dos late shows Dos Estados Unidos Ele foi perguntado Ele tem a impressão que todos os late shows São o mesmo programa

E aí ele acaba discorrendo sobre esse assunto. Ele falou que todos esses programas ali que acontecem nas noites dos Estados Unidos, pode deixar rolando aí, Luquinhas? Ele fala que deixou disso engraçado e parece que ele tava numa aula que ele não queria assistir. E aí ele vai desenvolvendo e ele diz o seguinte, eu acho que os talk shows, em grande parte, se tornaram baseados em agência, em agenda política. Ah, é.

Isso porque, assim, você tem uma queda de audiência muito grande nos talk shows ali dos Estados Unidos, né? O próprio Jimmy Kimmel, o Jimmy Fallon, Jimmy Kimmel, ele voltou a uma leve ascensão que brigou diretamente com o Donald Trump. Você brigar com o presidente dos Estados Unidos é incrível. Então, mas a audiência de todos os late shows ali dos Estados Unidos, eles vêm caindo muito parecido com o Oscar, que se perde a conexão ali com o grande público.

Boa parte também, porque ninguém aguenta mais toda essa politicagem. É, o que ele tá falando, tipo, verdade, né? Não é mentira. Mas só tá reclamando porque não tá sendo convidado pra porcaria nenhuma também. É, ele fez o filme com o Mel Gibson, né? Então, qualquer relação com o Mel Gibson, você não entra em nenhum lugar. Ah, vou recalcar. Mas tá certo, não, ele tá certinho.

você não entra em nenhum lugar, né? Porque você se... Quando você entra... Isso, o Mel Gibson deu uma entrevista ali no... A respeito do Jim Caviezel, depois de 2004, né? Que é o Paixão de Cristo. O Mel Gibson tá só o pó. Você assistiu o filme dele? Eu não assisti o filme dele. Assiste o último filme dele. Só a capa da gaita. Mas ele tá... Não, não. Ele tá... Ele tá com uma barriga. É. Gigante. Maior que a nossa. Porra. É o Mel Gibson, porra. Não, só não. É o Mel Gibson.

Ele era coração valente. Sim. William Wallace. Mas ele era cachaceiro também. Você viu o último filme dele? Não vi. Porque ele tem a filha. Não vi. Porque a filha acha o cara... É não vi. A outra mina não viu. É muito bom. É alguma coisa de sangue. Como é que é? Ó, Mel Gibson. Mel Gibson. Não, mas isso aí... Tá pior. Isso aí sou eu. Isso aí tá bom, né?

engatou a primeira mas a gente vai falar muito dele porque o ano que vem tem dois filmes da paixão de cristo e vão estrear nesse nessa época já estavam gravando lá na itália é um roteiro que demorou 10 anos pra ser executado, é um filme que eu não vejo a hora de começar principalmente pelas manchetes dos portais daqui

Mas o Jim Caviezel, o Mel Gibson falou pro Jim Caviezel, ó, se você fizer interpretar esse filme aqui de Jesus Cristo, você vai ser banido de Hollywood. E o Vince Vaughn, ele acabou fazendo até o último homem com o Mel Gibson ali, com o Andrew Garfield. Então, essa turma que mais fica posicionada mais à direita de Hollywood é esquecida. E como você disse, Guilherme, às vezes não é chamada. E o Jim Caviezel tá abençoado. Vai fazer Jesus e o Messias. Tá certo, pô.

E falando em Esse filme aí também Vamos aguardar A crítica já está pronta dos portais Mas o Bill Skarsgård Ele que faz o It E faz um monte de personagens Ele está sendo contado para ser o Coringa No próximo filme do Batman

A internet fala que é o casting absolutamente perfeito. Ele que gosta de interpretar esses personagens mais estranhos. Mais louquinhos, né? É bom. Pra ser muito educado. Ele pode aí interpretar o Coringa nos próximos filmes. Lembrando que ano que vem tem o Batman do Matt Reeves. E também tem outro Batman do James Gunn. Deus me livre. Tem muito Batman. Deus me livre. Muito Batman pra pouco Robin. É isso aí. O Samy seria um excelente Robin, né Samy? Não, Robin Williams. Ele seria a mulher gato.

Então, pra gente finalizar aqui... Tá rápido hoje. É. O cara tem filho agora. É pra não enjoar. Ó. É até as quatro da manhã. Presta atenção. Eu já liguei lá pro doutor Durso daqui a pouquinho. Foi votado ontem, hein? Sim, ligado. Xiu.

Foi votado no Senado a lei da misoginia. Prepare o seu rabicó. Prepare. Vai no seu. Então nós vamos trazer o doutor aqui. Para esclarecer. O doutor aqui vai trazer tudo que pode te ferrar na internet.

Na internet Exatamente Você está lá passeando Você está lá na internet Toma um negocinho Você vai ver O que que aprontaram Para a sua liberdade Pena de 2 a 5 anos Calma E nós vamos trazer o doutor aqui É isso aí

E uma notícia que eu acho que você vai gostar, Emílio. Teremos uma série de gangster ambientada em 1930 com Quentin Tarantino e Sylvester Stallone. Aí é uma dupla muito boa, obviamente. Eles estão maquinando aí essa série de gangster que deve estrear este ano. Vai se passar nos Estados Unidos na década de 30. Testo de drone, hein?

Provavelmente ali naquele momento da depressão dos Estados Unidos. Estados Unidos! Então, se você gosta aí do velho Stallone e do velho Quentin Tarantino, Quentin Tarantino tá produzindo, tá roteirizando também essa série que provavelmente vai chamar bastante atenção com esses dois aí.

Parece o Fofão, meu. O Stallone é um... Que isso, mano. Já tá com 70, quase 80 anos. O Fundo Augusto. Mas tá bem, pô. Quase 80. Tá uma loucura. Olha aí, ó, como ele tá bem. Tá voando. Quase 80 anos. Vai jogar na Copa, hein? Pior tá o Tarantino, parecendo a Bruxa do Mar.

Mas tá bem, pô. Quase 80 anos. Mas vai ter aí. Vai ter essa série aí de gangster que é sempre bom ver esses dois aí na tela. Um filme. Muito bem. É uma série? Uma série. Bom, hein? Muito bem. Vamos a ele? Opa! Então vamos falar com o nosso repórter diretamente das ruas. O nosso homem. Mas antes, Reginaldo me lembra, teremos um break. O Dedê já se mandou. É. Foi tomar um café. Foi tomar um café. Um café no meio do programa. Tá tomando uma jurubeba. Ele um morgado.

Vamos fazer um break agora pra nossa rede de rádio. Fique ligado aqui no Pânico. E agora sim, pra você que está nas plataformas, é o Fuzil, o herói do Brasil. Diga lá, meu querido Fufis. Alô, Fufa. Como é que você está, meu amor?

Salve, salve. Delegância, hein? Muito bem, graças a Deus. Hoje, dentro do Parque Trianon, estamos oficialmente liberados agora pra fazer sem estresse, sem nenhuma expulsão de segurança, ao lado do Fauno, ao lado do Joaquim Eugênio, agradecer toda a assessoria. Então, agora, sem estresse, hein, Milhão? E debaixo dessas árvores antigas, como o Pau Brasil e tantas outras...

Como vocês disseram nesses 29 graus da Avenida Paulista, ontem passou a lei, né? E vale frisar que por unanimidade, nenhum voto contrário, como dito aí, misoginia igual a racismo. E a gente, Emiliano, na pauta hoje, para os transeúdos na rua, nós vamos tirar a pergunta do texto da lei. Então a gente quer saber o que é.

A conduta que exteriorize aversão às mulheres. Pergunta retirada exatamente do texto da lei. Exatamente. Para as pessoas o que é...

Conduta que exteriorize aversão às mulheres da lei aprovada ontem. É isso aí, Bichobis. É isso aí. Então, você hoje vai saber da população o que a população entende sobre essa conduta ou aversão.

Ou ódio. Essa falta, né? E essa lei, né? Por exemplo. Explique. Eu, desde que eu parei de fumar, eu tenho aversão a cheiro de cigarro. Certo. Tá claro. Eu tenho aversão. Agora eu quero saber qual é a conduta que pode ser destinada às mulheres que leve você a ficar cinco anos em cana. Sim. Porra.

Não é? Cinco anos. Cinco anos. É a mesma... Inafiançável. Entrou no pacote do racismo. Aliás, o pacote do racismo está aumentando cada vez mais e vai virar uma carreta furacão. Ai, meu Deus. Porque... Claro, é claro, porque já tem LGBT, já está no pacote. Tem espaço para todos. Já tem espaço para todos aí nesse pacote. Então é um pacotão.

É um pacotão grande. Vai tudo no mesmo saco. E estão todos enfiando lá. E nós vamos discutir isso e vamos falar de uma coisa importante, que é um advogado aqui. Porque afinal de contas você tem que ter um bom advogado na sua vida. Tem que ter. Um bom padre e um bom carcereiro. Boa, senhor. Claro. Pode levar um cigarro. Nós estamos no Brasil, nunca se esqueça disso. No Brasa. Certo, Fufu?

Exatamente, Emiliano, disse tudo. Esses três amigos que a vida deve nos acompanhar. Um bom carcereiro, um bom advogado e eu coloco até bons amigos. Eu tiro um e coloco bons amigos. Essa é a pauta. Uma fona. Porque também uma versão pode ser uma antipatia. Claro. Não é? Lógico.

Claro. E o que é o se sentir ofendido? Sim. O se sentir ofendido é a grande mágica de tudo isso. Você se sente ofendido por... Ou, por exemplo, eu posso fingir que eu me senti ofendido com alguma coisa que o Morgado falou. Exato. Está subjetivo, né? Muito bem. Então hoje teremos a presença aqui no programa. Perfeitamente. Do nosso advogado queridíssimo, que é o Luiz Augusto Durso. E se você quiser entender um pouco o cenário político... Comprei dois celulares.

O Abduche. O Abduche vem aí. O Abduche e a nossa querida... A Jess. A Jess. A Jess. Jess. Jess do Morning Show. Jess vai estar aqui hoje também fazendo perguntas. Ela que manja muito de política. Boa. Coisa que nós não entendemos muito. Nada. A gente finge que a gente entende muito, mas... Pra passar aquela... Que faz parte da vida.

Algumas coisas, não é isso, professor? O professor entende bastante E nos bastidores temos Charles aqui Que é um cara que eu amo demais Salve de palmas para Charles Vamos aplaudir Um dos maiores Um dos maiores Sócio fundador do Pânico Sócio fundador do Pânico Do Velho Testamento E agora o Charles Está com as lives Sim, no TikTok

Lives do TikTok na madruga. Passando um sermão, uma palavra de fé. Ele está estudando a Bíblia. Ele manja. E tem lá muitas passagens que o Charles está fazendo de madrugada. Qual é o endereço, Charles?

Obrigado, viu? Nem precisava. É Carlinhos Humor Oficial no TikTok. Carlinhos Humor Oficial no TikTok é de noite. Sim, sim. Às vezes eu vejo. Eu faço nove, dez. Vou pegando outros públicos. Não tenho horário fixo, mas é interessante. Uma loucura boa. Carlinhos Humor Oficial. Humor Oficial no TikTok e a presença encantadora. Já ele. Cristina. Da Cristina. Fala, dona Cristina. Dona Cristina é da Bahia? Você é baiana, Cristina? Fica lá.

Eu sou paulista, mas eu moro há muitos anos. Que delícia, hein? Um. Mais ou menos. Mais ou menos? Ah.

Eu sou paulista de alma Muito bem, seja bem vinda Obrigada, é um prazer imenso Estar aqui com vocês Muito obrigado, valeu Charles Então, vejam pessoas Sensacionais Carlinhos Humor Oficial no TikTok Pode seguir lá que é bom demais Ele faz a live e o Carlinhos é bom Esse aí é da velha guarda da Portela

Adoro Charles Fala Charles Fica quieto Era outra época que a gente podia falar Caber da linguinha Dá a pata Imagina os da pata Fica quieto

Agora com esta nova lei. Olha a caixa. Digo isso, digo isso para você acompanhar ele, que ele está estudando muito bem e está fazendo um trabalho muito bacana. De noite aí, quando a gente, se você estiver sozinho, acompanhe lá as lives do Carlinhos, que é muito legal mesmo. Show. Muito bem. Dito isso. Vamos. Vamos? Eu ficaria assim, falando. Solte a vinheta. Então solte a vinheta, porque começa agora.

Olha só, o deputado federal Guilherme Derritzi. Derritzi. Derritzi. Obviamente ele criticou o presidente Lula por seus vetos no PL antifacção. O Derritzi que trouxe a pauta, né? E agora, Morgadão, no ano eleitoral, político adora pegar pauta. Candidato.

E o Lula, segundo o nosso The Hit, falou que ele não tem compromisso com a segurança pública. Ele tem? Eu acho que não, porque as falas desse governo, elas acabam defendendo os bandidos. A gente não precisa nem lembrar da cervejinha, o prende mal, né?

A gente conhece, né, o Beto? É isso aí. Então, essa é uma lei que é do The Hit, né? A gente sabe que, pela crítica dele, né, teve uma demora de 40 dias para sancionar o projeto, né, e vetar dois trechos cruciais. Um veto impediu também o enquadramento de pessoas em organizações criminosas sem a comprovação, alegando inconstitucionalidade e insegurança. O que acontece?

A gente lembra da pauta que é muito polêmica, porque os comandos, as facções são o quê? Os terroristas? Podemos chamar de terroristas ou não vamos chamar de terroristas? O que eu sei é que teve a saidinha. Teve a saidinha agora. Você viu quantos pegaram fazendo... Todo cara que sai, segundo o derrite. Eu vi. A maioria dos que saíram... Ribeirão Preto.

Santos, pegaram 150 em Santos. Quantos foram em Ribeirão Preto? Cara fazendo... O cara já cometeu crime. O cara sai fazendo coisa errada. Mais do mesmo. Então quer dizer, a polícia vai lá e prende o cidadão. Aí vai preso. Aí tem a saídinha.

Saidinha, tem várias saidinhas Que é um benefício pra bandido É o único lugar do mundo que tem Puta benefício pra bandido Aí o cara sai Aí o cara sai Isso é lei que os caras fazem lá no congresso Congresso ruim Daqui a pouco nós vamos falar dessa nova aqui que vem

Congresso porcaria. Aí, vamos dar o benefício? Vamos. Aí, fala, não, tem que ressocializar. Aquele discurso bonito. Sim. Maravilhoso. Olha, é importante a ressocialização. Vejam vocês, na Dinamarca isso funciona muito bem, na Noruega funciona muito bem. Vamos trazer esse benefício para o Brasil. Aí traz, aí solta a turma.

Solta a turma que o cara já prendeu. E já custou muito caro para a turma prender. Exato. Para o policial trabalhar, aí solta o cara, aí o policial tem que ir lá e prender ele de novo. O Nico vem aqui, ele cansa de falar isso.

Você mobiliza uma equipe inteira. Aí você fala isso. O que adianta? Você prender se a lei é frouxa. Você mobiliza uma equipe inteira por seis meses pra pegar um cara, aí vai lá e solta, e todo esse trabalho foi jogado no lixo. O Nico vem aqui, ele cansa de falar isso. Sim, é uma lei antifacção que foi liderada pelo The Hit, e ele não concorda o que...

o rumo que está tomando pelo Lula. Por falar no Lula, Emílio, vamos lá de novo para os números que o Samy Dana sempre acompanha. Desaprovação do Lula sobe para 53,5%. Eu vi, tá fia com esse. Pior resultado é no Centro-Oeste. Essa é uma pesquisa da Atlas Bloomberg, que o Samy gosta muito da Bloomberg, que mostra a aprovação e desaprovação também deste governo do Lula. Teve uma alustração. Lula! Lula!

Olha, você sabe que tem uma coisa interessante? A gente falou do Carlinhos que leva a palavra de fé, da turma que tá na lata, da família brasileira, dos evangélicos. Você sabe qual que é a desaprovação entre os evangélicos? Não, sei não. 85%...

No recorte da região, estão falando que tem uma desaprovação. E aí, eu sei que ano eleitoral, Albetá, principalmente a turma da esquerda... Daqui a pouco vai pra igreja. Vai pra igreja. Daqui a pouco, já tá colando aí. Já tem umas aí que eu já tô ligado que estão indo pra igreja. Já vai colocar essa aí, ó. E a uma de lado na moto. Então é um ano que a turma precisa de votos. Quanto você falou?

A desaprovação do Lula sobe 53,5%, o pior resultado é no Centro-Oeste. Eu tenho aqui de 61%. A desaprovação maior entre homens, 63%. Para as mulheres é de 45,9%. Além disso, alcança 72,7% na faixa dos mais jovens. Você é Metrópolis. Metrópolis. A gente só tem outros jornais aqui, a gente rouba de todo mundo. Poder 360. Vamos lá. Desaprovação de Lula vai a 61%, maior em dois anos.

Power Data, Poder Data. É a pesquisa. Poder Data mostra que esse é o maior percentual. Puta, 61 é pesado, hein? 61. Se cair 10% fica bom. Chega a pouco mais de seis meses. Daqui seis meses já vai ter o primeiro turno da eleição. É isso aí. Tem a desaprovação de 61% dos...

O Brasil, maior taxa já registrada desde março de 24, quando a pesquisa começou a ser feita com duas perguntas binárias. Se o eleitor aprova ou desaprova tanto o desempenho pessoal do presidente como do governo. Então quer dizer, é ele na pessoa física e é na pessoa jurídica o governo como um todo. A carreta furacão, que tem muita porta carreta furacão. A turma não gosta da carreta furacão. É muito dinheiro que a gente tem que pagar.

A avaliação dos eleitores fazem do petista o pior desse governo como um todo. No caso, a administração federal, 57% aprova e 37% aprova. Os dados são da pesquisa do Poder Data, realizada 21 a 23 de março de 26. Isso aqui não começou a delação ainda, hein? Isso aí vai piorar, né? Opa, isso aí piora. Então, a gente tem duas pesquisas, então uma é amiga e outra...

Mais ou menos. Não, pesquisas amiga. Pesquisas amiga. E aí, o Uau... Uau. Uau. Uau. Uau é creoteiro, hein? Meu Deus. O Uau... O Uau tem aquele... Falou que... Divulgou também. Brasil.

Flávio Bolsonaro, foi divulgada hoje pela Atlas também, que é da Bloomberg, a mesma instituição. Mostra que o Flávio Bolsonaro, numericamente à frente do presidente Lula, e uma simulação no segundo bumbo, na disputa pelo Planalto. Então aí, o Flávio está aparecendo na liderança no segundo turno. E aí o que conta, por isso que a gente está trazendo aqui, é rejeição. No passado, Samidana, não foi eu que disse, hein?

Discussão da Globo News. A rejeição, ela conta muito para a eleição, porque a gente tem ainda a turma... Tem a turma do mais ou menos. Até o Delari tá indo. Mas é que você precisa falar qual que é a rejeição. Porque tem a turma que não gosta nem daquele, nem do outro. E se você não gosta muito de alguém... Nem aquele, nem o outro, né Samir? A gente nem vai lá. Voto nulo.

Acontece isso Mas trazendo mais sobre segurança pública Você viu o Cláudio Castro? O que ele fez? O Cláudio Castro TSE condenou O Cláudio Castro Inegilibilidade até 2030 Ele tentou dar um

Ele tentou sair antes para não ter o esquema, mas... Ele tentou sair antes para concorrer ao Senado. Acho que ainda é a ideia dele. O Castro teve o destaque na segurança pública do Rio de Janeiro. Mas precisa explicar também, né? Porque a turma, o jogo é jogado e você sabe como é que é. Mas o TSE condenou o Cláudio Castro à inelegibilidade. Ó!

É isso que aconteceu Até 2030 Que é logo ali Mas aí volta pra pauta da segurança pública E é impressionante Fiz uma observação Amigos Que é o seguinte Depois que teve a ação de segurança Lá na favela do Rio de Janeiro Que ele ganhou muita popularidade Aí ele começa a incomodar E a pauta qual que é agora? Segurança pública Eventual

É isso que o Lula também quer pegar uma pauta que não é dele, é do Guilherme De Viti. Vamos ver qual vai ser o bolão para quem vai ser o próximo inelegível. Quem vai ser o próximo inelegível aí. Cada mês tem um. Boa. E o Bolsonaro? Tá certo. E o Bolsonaro? E aí, presidente? Vai para casa? Agora eu vou. Ministro Alexandre de Moraes, do STF.

concedeu a prisão domiciliar pro Jair Bolsonaro por 90 dias. Ele inventou esse esquema. Por que 90 dias? Não, ele bolou. É uma coisa que não existe. Meu, esse país tá muito louco. Tá complicado, Emilio. O Brasil tá muito louco. O Brasil tá muito louco, Samir. Tá.

A gente precisa, não sei. O Brasil tá tão maluco. Tá louco e tá piorando. Tchau, Brasa. Precisa botar alguma coisa na caixa d'água. Diz que na caixa d'água, quando você tem um lugar onde tem uns caras loucos lá, os Pinel, eles colocam na caixa d'água o... Barbitúrico.

É um negocinho para a turma Salitre Não é salitre, é outra coisa Eu não me lembro agora, mas é muito importante Dar aquela calmada A gente pensar nisso, porque tá muito louco O cara inventou do nada Mas há muito tempo No país, o nosso judiciário Com todo respeito a eles Eu falo com muito respeito mesmo Tá com medo É frouxo

Eu acho que a gente chama, né? O Durso pode falar. Não, não. Chama-se decisões monocráticas. Você é o juiz. Você que defende. Você dá o pênalti, né? É o juiz de futebol. Palmeiras e Corinthians. O cara torce pro Corinthians e apita pro... É mais ou menos quando você briga com a mulher. Ela acusa, ela julga e ela... Muito bem.

Chegou aqui agora. Agora vai. Ó, chegou. É muito importante na sua vida ter um bom advogado. Um advogado firme. E nós temos aqui uma salva de palmas. Durso! É, até noite. Você compra a dúvida. Aqui está o doutor Durso.

Vocês gostam de fazer muita brincadeira. Deixa o Durso. Deixa o Durso. Você acha que eu pareço o Daniel Gentili? É, isso aí é coisa... Deixa ele. O Durso tá aqui pelo seguinte. É a voz fina. É muito importante a gente ter orientação. Nessa hora. Por quê? Porque a gente pode cair numa história que é muito, hoje em dia, que a gente tá falando.

que eles falam que insegurança jurídica, a gente não sabe muito bem, mas como é que está o negócio. E é o que eu estava falando, o Brasil está muito louco, precisa colocar, é lítio que coloca na caixa d'água. Talvez colocar um pouco de lítio na caixa d'água resolva essa loucura que a gente está vivendo. E essa...

Esse substitutivo que foi aprovado ontem pelo Senado, tudo bem, vai para a Câmara, pode ser que caia lá alguma coisa, que eles mudem alguma coisa, mas a princípio é preocupante, não é, doutor? Principalmente em rede social, que a turma aqui utiliza muito. Boa tarde, Emílio, boa tarde a todos, prazer voltar ao pânico. Olha, Emílio, você tem razão com relação às preocupações que inclusive foram pauta.

de alguns deputados que vão receber esse tema já se posicionando em algumas plataformas. E por que existe preocupação? Porque no papel, na teoria, é muito bonito. Todo mundo quer combater a misoginia. Isso é inegável. Não existe ninguém a levantar a mão e falar não, não, tem que deixar acontecer. Ninguém vai dizer isso. Agora, a forma de se combater...

uma questão dentro de uma sociedade e quais seriam, de fato, as aplicações de uma lei que a gente tem que refletir. Então, o nosso debate hoje é uma premissa de que a gente não está defendendo quem aplica a misoginia ou quem comete a misoginia.

A gente está defendendo um debate amplo sobre ideias que normalmente são populistas e faltam o debate jurídico para que se tenha, de fato, a efetividade da proteção à mulher e também que se iniba o uso indevido por parte de algumas mulheres. Por quê? Porque se a gente pegar o exemplo da Lei Maria da Penha, no papel ela é maravilhosa, mas a gente vai ver que durante o uso dos últimos tempos, são muitas as mulheres que usam isso como arma contra o homem.

Exatamente. Então a gente tem que limitar a previsão legal para ela ser justa, trazendo a previsão da punição daqueles que cometem o crime e não permitindo com que algumas mulheres usem isso como uma arma. Qual o problema desta lei especificamente? Porque a gente está tendo uma tendência na sociedade a usar o direito penal para resolver qualquer problema.

E às vezes até repetindo coisas que já estão na lei com um rigor muito maior. E a gente fica na dúvida sobre se isso é proporcional, adequado, ou se isso resolve a questão. E eu vou dar um exemplo. Por exemplo, se hoje alguém comete misoginia, se alguém hoje é misógino, esse indivíduo já comete crime.

a vítima já pode processá-lo, inclusive criminalmente. Nós temos os crimes contra a honra, injúria, difamação. Está lá na lei. Então já existe previsão legal como crime e já existe punição para o autor. Por que a gente precisa repetir, colocando essa possibilidade como imprescritível, afastando a possibilidade de pagamento de fiança e colocando como equiparado ao crime de racismo? Isso é a dúvida, essa é a dúvida. Por que precisa? Controle.

censurar. Porque aí, vamos pensar, se nós já temos a regra geral que se aplica se o indivíduo sofre, a mulher sofre misoginia, ou se um homem sofre um crime contra a honra, aplica a regra geral com as penas previstas, além disso, cabe uma ação de indenização, então nós temos a esfera cível também pra resolver esse problema, porque a gente precisa encrudecer a pena. Porque precisa ter uma punição mais gravosa por uma questão específica.

Ah, porque tá tendo muito. Crime contra a honra tem muito, contra qualquer um. Contra indígena,

contra quem quiser, contra minorias. Já existe a lei, né? Porque a gente tem que repetir previsões legais e aumentar a pena. Outro problema é de aumentar a pena indiscriminadamente só por uma questão de aplauso social e político. Você começa a trazer penas muito elevadas para crimes não tão gravosos em comparação a outros crimes. Por exemplo, se esta pena passar, se esse crime passar na Câmara e for aprovado, for sancionado...

Ele terá como pena máxima quando a gente fala de injúria contra a mulher, ali com pena de cinco anos de prisão, que é maior do que, por exemplo, uma mulher hoje ser perseguida por um agressor ou tomar um tapa na cara. Você está brincando. A lesão corporal leve tem menos. Tem menos em peso. A pena máxima é de um ano. O meu xingar é mais grave. É pior xingar do que agredir.

Será, se essa lei for aprovada, melhor você dar um tapa na cara de uma mulher do que você ser misógino. Outra coisa, que é a sua preocupação. Qual é o ponto principal da dubiedade da lei? Porque para satisfazer esse clamor social de vamos encrudecer, é mais pena, mais rigor, sobra subjetividade e aplicação. Que aí vem a história da lei Maria da Penha. No papel, é lindo. No papel, qualquer um vai defender. Tem que combater a misoginia. Tem que. Como?

Com lei, ok? Com pena mais rigorosa, ok. Só que a previsão legal, ela favorece aqueles que simplesmente vão chegar e vão usar isso como arma contra alguém, não necessariamente contra um homem. Uma mulher pode ser misógina.

Sabe a misogina de uma mulher? E aí vai falar, não, não, esta piada é misogina. Porque não tem materialidade isso aí. É subjetivo. Então, é subjetivo. O que que fala? Qual é o texto que tá lá? Conduta que exterioriza aversão ou ódio às mulheres. É isso, basicamente é isso, correto? Por exemplo, você tem um homicídio, você tem um cadáver.

Você tem um roubo Você tem alguém que subtraiu o dinheiro Agora isso aqui Quem vai decidir? Vai ficar na mão do juiz de falar Eu fui com a tua cara Olha, você tem uma puta cara de imbecil Eu vou te dar 5 anos aqui

Meu, é isso. Esse é o problema. Esse é que é o problema, doutor. E como é que passa um negócio desse, doutor? Passa pelo clamo. Pressão social. Ontem nós tivemos quase unanimidade. Foi unanimidade. Foi unanimidade. Isso quer dizer que esquerda, centro e direitos se uniram por isso. Exato. Inclusive figuras que criticam ontem cederam. Por quê? Pela pressão.

É porque é um negócio que ninguém aceita, né? Misoginia, ninguém aceita. É o negócio da criança. Porque se deturpa o debate. O debate não é uma crítica legítima, como a gente está fazendo aqui. Exatamente. Tecnicamente isso não resolve. É uma arma contra a sociedade. Às vezes vai ser usado, inclusive, para diminuir... No dia eleição os caras não querem se filmar. Mas peraí, peraí, peraí. Isso aí é o seguinte.

Esse nosso congresso é ruim. Ruim. Porque o cara fazer uma lei dessa é ruim. Está mal escrita. Você sabe disso. A lei do Felca também é ruim. Exato. É um monte de lei ruim que a gente tem. O que acontece agora? Os caras sabiam que iam perder. Isso é que é ruim. Isso. Aí vota a favor porque não pega a mão. Isso. Porque o que acontece? Eles sabem que... O cara da direita, ele sabe que ele vai perder. Então ele fala, olha, eu não vou jogar contra.

Porque eu só vou me queimar. Só que ele nunca vai ter o voto da esquerda. É isso que ele tem que entender. Esse cara, um cara que é progressista da esquerda, o canhoteiro, nunca vai votar num cara da direita. É isso aí.

que é o negócio. Só que eles vão lá, eles são bunda mole, eles têm medo de pressão social, eles têm medo da internet. E aí eles vão lá e votam. Aí o que acontece? O cara da direita, ele fala, que coisa, eu votei nessa mesa. É isso aí.

Ela é efetiva para alguns casos, então vai ter misógino sendo condenado, que vai ser bom. Só que vai ter uma grande parte que é utilizada por ativistas para dizer isso é discurso misógino, e não necessariamente é, e vai ter uma previsão legal muito alta, com rigor. Poxa, porque, vamos lá, vamos partir de outra premissa da previsão legal. Você não pode pagar fiança. Quer dizer que o indivíduo que comete crime contra a honra, porque isso nada mais é do que um crime contra a honra.

2.0, tem que ficar preso. Se é preso em flagrante, pode pagar fiança. E tem outra, Lucio, tem outra. Sendo que, só sabe, sendo que tem crimes muito mais gravosos, isso que eu falo de proporcionalidade entre as condutas, que permitem a fiança. Então eu gostaria de pegar um trecho do Jornal Nacional. Vamos lá. Isso é o Jornal Nacional. Jornal Nacional. A vida inteira a gente ligava 8 da noite. Boa noite. Olha o Jornal Nacional explicando para as pessoas o que é essa lei que ontem foi. Pode rodar aí, por favor.

O Senado aprovou hoje projeto de lei que equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres. Vocês já ouviram essa frase? Não precisa reagir assim, você está de TPM? Muitas de nós já ouvimos essa e outras variações em situações de desqualificação e desprezo. Isso é misoginia.

Isso. Ou seja... Cinco anos de cadeia. Meu Deus do céu. É isso aí. E é interessante. É louco. Não é que é. É uma papagaiada tão grande. Isso mostra subjetividade, porque isso foi colocado por uma jornalista, que assim interpretou sendo misoginia, e mostra que...

a conduta subjetiva vai ser punida com muito rigor. O pior é o ensinamento para a população o que ela pode denunciar uma pessoa. É, porque um indivíduo que é até sem graça, faz aquelas piadas retrógradas.

O que esse cara merece? Ele merece isolamento. Às vezes ele merece uma multa. Paga uma indenização. Medidas que o próprio Estado tem direito de conceder e aplicar por decisões judiciais que são pedagógicas. Por isso que a gente usa primeiro o direito civil, antes do último arraso, que é o direito penal. O que está mudando no Brasil é que tudo tem que ser crime e tem que punir com muito rigor porque vai resolver.

E na verdade isso não resolve Só que o que tem que resolver não é resolvido A impunidade A impunidade, a corrupção E de crimes que não são subjetivos Mas eu queria te perguntar o seguinte Tem uma preocupação Isso acontece Principalmente nessas áreas subjetivas Que é a falsa acusação Então vamos supor Que é crime Apesar de a gente não concordar Se uma mulher chega assim Ele falou algo misógino pra mim Obrigado

Não tem prova, palavra contra dela. Você pode ser condenado. Mas se você não for, a pessoa que acusou, ela não tem nada a perder, né? Nada. O que os sistemas de justiça no mundo dizem? Porque é muito do jeito que está. Eu não estou falando só em relação a esse crime, não. Estou falando em relação a alguns. A pessoa que fizer uma falsa denúncia...

Se não for comprovado, ela não ganha. Só que o outro lado, mesmo saindo vencedor da ação, ele teve a imagem abalada, muitas vezes ele foi cancelado nas redes, perdeu emprego, teve transtornos familiares. Então, eu acho que o custo ainda é desproporcional e a favor de quem acusa. Perfeito. Então, com relação à primeira fala da pergunta, a gente não concorda, e não é nem isso, não é nem concordar. Eu acho que já é crime.

já está previsto em lei, já é difamação, já é injúria. A questão é que o legislador, quando colocou no Código Penal difamação e injúria, ele foi cauteloso com relação à proporção da pena. Tanto é que recentemente a gente chegou e falou para difamação e para injúria a pena está baixa quando é na internet. Tem previsão de triplicar a pena. E mesmo assim, a gente está, por SPL, insatisfeitos que isso tudo não resolveu e a solução seria...

Rigor, mais rigor, no que é subjetivo. Mais rigor, pena de 5 anos, daqui a pouco é pena de 10 anos. Que é tipo penal aberto, né? Permite qualquer coisa. Exato. E aí a resposta pro Samy. Nós temos duas formas de inibir a falsa acusação. Quando é a público, é o crime de calúnia. E quando é causando uma investigação criminal, provocando em órgãos de justiça ou até órgãos administrativos, você tem o crime de denunciação caluniosa. O problema, quais são?

O problema nesse caso é que, por exemplo, quando você acusa falsamente alguém, que é o que diz o crime de denunciação caluniosa, quando esse processo encerra com a absolvição, por exemplo, você tem que comprovar que aquela pessoa acusou de maneira a falsear aqueles atos. E se ela acreditava ser vítima de misoginia pela interpretação da subjetividade da lei? Ela não vai responder, porque ela acredita finalmente que foi vítima daquele crime.

Então, doutor, mas isso aí, porque pelo que eu entendi, qualquer constrangimento, se a mulher sentir, qualquer constrangimento que seja, já cabe aqui. Esta, este é o risco. É qualquer constrangimento. Qualquer constrangimento. Então, pensando cá, com os meus botões, que às vezes eu penso, eu sou burro, mas eu penso de vez em quando.

Então eu penso o seguinte, essa lei, ela vai prejudicar as mulheres. Opa! Por quê? Porque você vai pensar muito em dar um emprego, em contratar alguém. É verdade. Por quê? Porque você vai estar à mercê da interpretação dela ou de um juiz. Exatamente.

Esse é que é o ponto. Tira espaço. Relaxa, que já eles fazem uma lei que sua empresa tem que contratar 50% de mulher. Eles vão te forçar. Eles vão criar outra lei. Merda. Você pensa duas vezes antes de ir para um debate com uma mulher, porque amanhã ela fala ah não, isso é mansplaining, você está me derrumpendo. Então esse exagero na tutela, porque já existe tutela, a gente não está debatendo que o Estado está sendo omisso. Não, o Estado já previu em lei.

E o legislador foi muito inteligente quando ele previu, por exemplo, que o crime contra a honra é ação privada.

O que significa isso? Significa que o Ministério Público não te representa. Você move a ação criminal e o juiz analisa se merece rejeição ou se ele recebe, transformando isso em processo. É assim que funciona o crime contra a honra. Aí, se já existe crime contra a honra e a mulher pode ser vítima e isso já cobre misoginia, por que a gente tem que alterar esse cenário para um mais gravoso, que é altamente subjetivo, por uma expectativa de que isso vai resolver, sendo que, na verdade, a gente vê a experiência que isso gera, muitas vezes, arma contra...

Mas isso não é pra chegar na rede social? Então, essa era a minha pergunta. Porque a gente tá falando de situações aqui pessoais, né? Físicas. E na internet? Se um comentário seu, a gente... Sei lá, um comentário aqui de São Paulo, alguém se sente ofendido no Acre. E aí? Como é que faz? Também vigora do mesmo jeito? A sua pergunta... Olha como é importante a gente refletir sobre o PL, por isso que vale esse debate. Eu sei, mas o que eu digo é o seguinte. Por quê?

Por que que esses caras no Senado não discutiram isso? Não teve discussão? Porque o debate... Porque eles acham que a gente é burro. Eles acham que a gente é burro. Como sabiam que a maioria ia votar... Porque aqui é um advogado bom. Tudo bem, o advogado é 20 pau a hora. 20 pau a hora. Não sei como vocês estão pagando. É 20 pau a hora. Tudo bem, a gente não manja muito. Mas, porra, os caras lá estão fazendo uma lei, porra.

Eles sabem as críticas. É que não vale a pena abraçar. Quem vai ter coragem de vir? Vai ser cancelado e vai perder o que ele precisa, que é apoio popular. A gente aqui não precisa de voto, Emílio. Doutor, mas graças a Deus a gente tem rede social e o povo não é mais tonto. Graças a Deus a gente tem isso.

A gente não cai mais nessa conversa. Esta lei não é, ou não traz o resultado que a população está enxergando. Olha o que o Alba perguntou, faz muito bom a pergunta do Alba nesse sentido. Porque quando ele vem e fala assim, ah, e agora se eu falar e vem alguém que, porque no crime contra a honra, a vítima depende de uma ação privada, então ela precisa se sentir, isso precisa ser direcionado. É aquela história...

Quando a gente fala de crime de racismo É coletividade Por isso que tem júria racial Júria racial é contra aquela vítima O racismo é coletividade, qualquer um E tá certo, o racismo é gravíssimo Tem que estar em lei Mas tem materialidade Você identifica E botaram no pacote

Quando ele colocou, isso foi adaptado no Poder Judiciário e a gente não tem muitos excessos. É difícil ver uma história de falar, puxa, aquela pessoa não foi racista e foi condenada por uma subjetividade ou por uma piada. Não, é muito certinho, aplicado por isso que isso tem doutrina, inclusive, e jurisprudência consolidada. Quando a gente vem para uma história de, hoje, nós precisamos ter defesa contra os crimes contra as mulheres. Eu sou a favor.

Eu sou a favor de defender a mulher, eu acho que a mulher tem que ter uma tutela maior, nós tínhamos problemas graves dentro de casa e tal, desde que a lei, ela traga um cenário justo, inclusive para o julgamento. E aí essa história de equiparar ao racismo resolve, tem um problema grave, porque quando a gente equipara ao racismo, nós estamos falando de crime que o dano é coletivo. E aí você não ofende uma mulher, você ofende uma ativista, vem e fala, isso é misoginia e ela tem capacidade de mover a ação criminal, porque antigamente seria cível, e tá tudo bem, vamos discutir na esfera cível.

Não, tem que criminalizar porque ele vai ficar quietinho, porque ele vai ter medo da reação e eventualmente vai para a cadeia por causa de um comentário numa rede social que ele pode errar. Agora, qual é a consequência justa e como a gente lida com isso de maneira também a impedir que uma mulher vire e fale assim, o meu...

Eu vou ter alguns exemplos, tá? De casos que nós atuamos. O marido estava com uma medida protetiva, a ex-mulher marca, ah, você precisa buscar o nosso filho e tal, e ela estava escondida no apartamento filmando. Ele entra no apartamento, ela pega essa imagem, violou a medida protetiva e perde a prisão dele. Usando o mecanismo...

Pra prendê-lo. Criou uma situação. Armadilha. Aí você vai em outra medida protetiva, que o cara tem uma namorada, ele tem a própria residência, ela vem morar com ele, entra com a medida protetiva e tira ele da própria casa e ele vai morar na rua. Dane-se que a propriedade é dele, eles namoraram alguns meses e assim por diante. A gente vai vendo abuso. Por quê? Porque a premissa é, dessas leis, a vítima tem razão.

Não se questiona muito. Isso pode acontecer no ambiente virtual. Vai acontecer. 100 pessoas se reúnem para denunciar um cara que não gosta, uma influência. Quer ver um outro exemplo? Se você tem uma conversa no WhatsApp privada, e você tem uma namorada, e você está brigando com essa namorada, você fala assim, você é interesseira. A mulher é interesseira. Você pode deixar genérico isso daqui. Pela subjetividade, isso daí pode te criminar? Pois é.

Aí ela responde Te ofendendo Você pode reagir criminalmente Mas você foi vítima de injúria Ela foi vítima de misoginia Você é autor

Você vai pagar a cesta básica, ela vai pagar a cesta básica e você vai encarar. Você tem uma briga no relacionamento. Ela como autora vai substituir a pena por uma cesta básica, porque ela te ofendeu. Agora você como autor de uma briga mútua, você vai pra cadeia. Por quê? Porque o legislador conseguiu emplacar essa história de isso é inadmissível, a pena tem que ser quase a pena do homicídio, porque pena mínima de homicídio é seis anos.

Pena mínima de homicídio é seis anos. A gente tá chegando a cinco anos por um crime.

Muitas vezes de opinião. Porque uma coisa é você... Isso que eu falo. Teoria e aplicação, que é a insegurança jurídica. Teoria. Todo mundo é contra a misoginia. Prática. Às vezes uma opinião é misógina, crime. Cadeia.

Então a gente tem que adequar Uma pena justa, uma aplicação justa Então, mas, doutor O senhor vai me desculpar Mas crime de opinião É de país Que não é democrático Crime de opinião É ditadura O país democrático não tem crime de opinião Não existe isso, não é?

E aí, por exemplo, nós não estamos trazendo previsões legais que nós enfrentamos de fato o preconceituoso. Porque quando a gente está equiparando, a gente está colocando isso como preconceito e discriminação ou injúria contra a mulher. Preconceito e discriminação tem que ser combatido. O cara não gosta de mulher por alguma razão, está errado. Tem que responder dentro de um limite razoável, que seja até multa.

Não precisa ir pra cadeia muitas vezes. Então, mas isso não diminui a importância do racismo quando o cara coloca tudo no pacote? Porque ele coloca no pacote pra ferrar o cara, né? É, hoje o pacote é... Qual que é o pior cenário com relação a algum preconceito? É o racismo. É o racismo. É o racismo. É o racismo. Tanto é que hoje é equiparado ao racismo. Misogínia se for aprovado e homofobia.

homofobia foi equiparado, porque também na época, quando a gente debateu homofobia, isso não entrou como a regra geral do crime contra a honra porque naquela época foi uma pauta, mas e o caso da Érica aí com o Ratinho que o cara nem define o que é mulher

Nem isso, cara, nem tem essa definição. E estão acusando de homofobia. Lá no Supremo, o Gilmar Mendes falou, não, isso aqui... Subiu até o Supremo. Eu tenho um debate no caso meu, Emílio, que um rapaz que era casado, foi ofendido pela ex-mulher, ela é investigada, e ele se diz vítima de homofobia sendo hétero.

Sim, e o Supremo tem uma jurisprudência Que entende que você não precisa ser homossexual Pra ser vítima de homofobia Porque se aquela pessoa está te ofendendo Com a intenção de ser homofóbico Ela responde pelo crime Mesmo que a vítima seja hétero Isso tá acontecendo, isso já tem julgamento Que é o cara que tem um jeitinho Não precisa ter nada Não é o heterônio afeminado Por exemplo, o cara chega assim Larga a mão de ser bicha

Isso, pra um homem. Você falou comigo? É, Pedro. Você falou comigo? Aí ele vira e fala, ó, você tá sendo homofóbico. Mas é? Vai pra cadeia. Oi? Tá bom. Break. Vamos saber, viu? Eu vou fazer o break, eu vou fazer o break. Então eu vou fazer o break. Tá muito bom. Ele quer um break, ele quer break. Ó, é o seguinte. Eu? Eu trago aqui, adivou, 20 mil reais. A hora. É, Bíblia, para de... Ele negocia, ele negocia. Vai enquadrar ele. É mais pequenininho. Ele negocia.

Então vocês aí, meus queridos ouvintes Agradeçam Agradeçam de joelhos E anotem tudo que o doutor falar Certo? E tá ganhando o da Globo também Porque quando a gente ganha Eu vou fazer o break agora Porque vai pra primeiro a besta A estratégia é boa Deu primeiro, vamos pro break É a estratégia do Congresso Nacional É o cara que fez a camisa do Brasil É a brasa Vai brasa

Vai, faz o ar aqui pro prazo Tira do ar, tá indo muito bem Já que a gente tá aí primeiro, vamos pro intervalo Eu vou fazer o break agora Para o meu querido Reginaldinho

Quer ligar pro senador ou não? Muito bem. Não, não quero ligar não pro senador. Você não tem participação agora não? Eu nunca vou ligar pra senador nenhum, porque os senadores pisaram na bola pelo seguinte. Não, eu entendo. Tem que cobrar. Não, não. Eu entendo a parte política do senador, que evidentemente ele quer voto. Então ele não quer perder pro PT. Porque aí o que acontece? Se o cara do PL vota contra, o cara fala, ah, misoginia, ele quer voto de mulher.

Agora, na minha humilde opinião, eu acho que nenhuma mulher que é progressista, que é de esquerda, vai votar num cara do PL. Jamais ela vai, ele não vai ter esse voto. Então é um negócio de nego frouxo, que não aguenta pressão.

É uma coisa que o parlamentar é frouxo e não aguenta pressão popular. E quem faz lei tem que fazer a lei certa, não fazer lei para agradar o outro lado, né, doutor? Turma. É isso, lei é lei. Porque senão, a pretexto desses ativismos, daqui a pouco você não fala absolutamente nada. Exatamente. Tudo é crime.

Tudo é crime. Então, poxa, eu nem defendo o modelo americano. Eu acho que o modelo americano também deixa os limites muito elásticos. Mas o problema do Brasil também, além dessa situação que a gente está criticando aqui, é que depois que isso vai...

em vigor, a aplicação é deturpada. Porque no plano ideal, é isso que eu volto a dizer, no plano ideal seria maravilhoso. Estamos combatendo a misoginia, só vai responder por esse crime que é misógino e tal? Lindo, perfeito, tudo bem, mesmo que seja exagerada a pena, tá bom. Agora, não é o que acontece.

Vem o ativista, ou vem uma mulher que quer prejudicar o ex-marido, alguém que tá falando, e vai tentar limitar a liberdade dele de expressão, dizer, não, não, o que você tá falando. O exemplo da reportagem. Nossa, você tá bravo, você tá de TPM, acabou. É crime. Que isso. Porque poderia até ser.

Eu tava tentando ver, né? É um olhar. Um olhar. Não, é uma... É complicado. É subjetivo, né? Uma risada. Um riso de lado pode... Uma piada. Você fala, a mulher não sabe dirigir. Que é uma piada antiga. É misoginia. Não, sabe uma coisa que a gente tá falando aqui? E algo que foi muito pesado? Uma mulher, ela vai e risca uma estátua. Ela pode ficar 14 anos presa. Isso não é um abuso também? Então. Não é misoginia?

Esses casos que causam... Porque é isso, fica dessa forma. E também coloca a situação, mais uma vez, aí você vê como é importante a gente debater as questões do ponto de vista jurídico. Porque quando a gente olhou aí, qual é o problema disso? O problema dessa Débora foi a falta de individualização da conduta. Porque a pena prevista em lei para o crime que foi imputado é um crime grave.

tentado contra a democracia golpe de Estado, mas ela não participou ela pichou uma estátua ela não tinha nenhuma capacidade ela entrou no pacote no pacote, e aí o pacote a pena mínima era essa isso aí, pra dar pro Bolsonaro 30 anos pro velho agora, quando você olha isso e fala puxa, é justo? Não é então, também quando a pena é exagerada a gente tem que debater, por isso que não é só aumentar a pena de tudo porque daqui a pouco pichar a estátua também vai ser e vai ser o crime assim e aí

Pichar a estátua do Supremo.

10 anos de prisão Então, mas eu, na minha Eu não posso ser ingênuo Não podemos ser ingênuos E achar que a gente Tem o mesmo direito Que um cara que tá lá em cima Eles tem muito mais Eles tem muito mais direito do que a gente tem Então a gente não adianta chegar e falar Vem com essa balela Os deputados aqui, o senador Fica essa conversa Sou corajoso Então, só que...

Esses caras, eles... A vida deles é muito mais tranquila, esses caras daí, do que da nossa. Com segurança, carro, motorista. Carro, segurança. Entra no esquema, tem amigo que vai lá e tira. Aí tem outra, doutor. Entendeu? Então a verdade é essa. O Brasil faz isso. Não, o que tem a ver com isso, você já emenda as duas. Você cria um monte de lei subjetiva. É misoginia, é o negócio do felca, negócio digital. Aí, qualquer um, qualquer um.

Pode ser preso. Qualquer um pode ser preso. Como que você faz isso? Você faz uso político pros seus inimigos. Porque quando tá todo mundo errado, você processa quem você quer. Então vira um sistema, primeiro, que quem tem mais poder de contratar advogado acaba... Ao acesso processual. Segundo, político.

Então, a gente vai virar um país em que está todo mundo devendo. E fazem coisas parecidas com tributação. Cria um monte de regra que ninguém entende. Está todo mundo irregular e muta quem quiser. Mais uma coisa que eu digo para você que a direita é bunda mole. Muito. Porque, por exemplo, vamos pegar o exemplo da maioridade penal. Certo? Certo.

O cara de esquerda vota contra. Sabendo que 90%... 90% da população... Eles são muito mais defensores das pautas. 90% da população quer que... 90% da população eles vão lá e votam contra. E não estão nem aí. E não estão nem aí. E sempre o cara fala assim... Agora essa direita aí está votando...

Essa direita. Depois vem com conversa. É TikTok. Depois vem com conversa. Não aguenta a pressão. O cara fala assim, ah, mas se eu fizer isso, o PT vai lá e vota contra. Mas eu votei no cara pra justamente ele fazer isso. Se eu quisesse que ele agisse que nem o PT, eu votava no PT. Exatamente. Então o cara é covarde. Eu tô cansado. O pior é o cara que é covarde. Porque aí você acha que ele vai fazer um negócio. Ele fala, ah, mas aí você queria que eu perdesse e votasse?

Não, eu queria. Eu votei no cara pra ele enfrentar. Virou da cena. Agora eu tô nervoso. Eu tô nervoso.

É isso aí, meu menino. É isso aí, meu menino. Você tá prendendo comigo, velho. Meu sogro não é covarde. Mas esse, essa é a jogada política que eles fazem. Até o Flávio Bolsonaro. Sim. Votou, por favor. Votou.

O Flávio votou porque na cabeça do Flávio Bolsonaro, ele falou assim, não, eu preciso do voto das mulheres. Ai, agora eu vou, ai, o Lula, eu tô empatado, eu tô ganhando, eu preciso do voto das mulheres. Aí ele vai lá e aprova essa lei besta, achando que a Câmara agora, porque tem mais não sei o que, vai mudar o negócio. Então olha que interessante, ele tá falando, aprova a lei...

pensando em voto não resolveu o problema o problema não é a questão você me fez lembrar meu pai tem 40 anos de advocacia criminal e aí eu fui numa palestra dele recente e ele falou assim ele tava falando sobre o risco de ser empresário no Brasil e ele falou quando eu comecei a trabalhar no direito penal ser empresário não era uma atividade de risco penal

Hoje é de extremo risco penal. O empresário faz qualquer coisinha, processo criminal. Você está dirigindo processo criminal, tudo virou penal. Isso realmente aconteceu dos últimos tempos para cá. A mesma coisa para o cara que tem exposição, o cara que fala. E sobre o que você falou, é meu último comentário. Você me fez ter uma reflexão muito interessante.

A gente está até deturpando e deixando para trás algumas garantias dos próprios políticos que eram exatamente para eles terem coragem. Imunidade parlamentar é uma previsão constitucional para que ele fale o que precisa ser dito sem medo de até sofrer processo. Isso é imunidade.

Hoje, a imunidade foi revogada pelo patrulhamento das redes sociais. Porque ele não está com medo de processo, ele está com medo do que vão falar dele na internet. Mas ele não pode ser... ele tem que aguentar a pressão social. Por isso que tem. É claro, ele está lá representando o cara que é da direita, ele tem que estar representando o cara que votou dele na direita. O único voto está mole, isso que o Domino falou, tudo está mole.

É claro, mas isso é óbvio. Agora, você entende politicamente o cara fazer isso, porque ele quer... Voto. É, ele quer o voto. E aí você vai acreditar quando o cara fala que vai votar contra... Vai fazer contra a reeleição. Vai bosta nenhuma, o cara quer ficar lá na... Isso tá pautando tanto debate que além dos políticos, a imprensa não tá tendo coragem de bater.

Cadê a imprensa? Vamos pegar todos os portais de imprensa chamando alguém ou eles mesmos fazendo matéria sobre os pontos negativos desta lei. Não, porque como a sociedade abraçou e precisa passar, que nem passou a lei do ECA digital, não tem ninguém pra falar contra. Ninguém tem coragem porque vai ser cancelado, porque vai ser taxado de eu mesmo. Quantas vezes eu falei aqui?

sobre pele das fake news. E criticaram. Eu falo, não, tem lados positivos e lados negativos. Porque lei é assim. Tem lados positivos, essa mesmo. Tem lados positivos e lados negativos. O que não dá é pra provar em bloco. Tá tudo bom ou tá tudo ruim, porque um é um lado ou outro. E isso tá forçando a ter só um lado. Tudo tem só... A imprensa tem só um lado e o Congresso só um lado. Porque se falar contra, você é misógino, você é racista, você é preconceituoso, e assim por diante.

Tá tudo errado Mas e aí, o que a gente faz? Eu sugiro lítio na caixa d'água E faz o que? Votar bem Se até hoje a gente achou O Emílio mesmo todo dia tá falando Eu votei mal Aí você acha que você tá votando bem Só que chega lá o bunda mole é bunda mole Fazer o que? Que coisa Até pela namorada Ixi

Muito bem, dito isso O que você quer, Dede? Doutor, doutor Durso Tem mais perguntas ou não? Então é o seguinte, vamos esperar Essa discussão que devia existir Lá no Senado Praticamente não teve Futuro Pelas manifestações, não vai ser igual na Câmara

Eu vi pelo menos uns sete ou oito deputados já se posicionando, falando inclusive o Nicolas Ferreira, já falou, não é bom. Tem lado que aqui gera insegurança, gera dubiedade e a gente, se quiser aprovar, vamos melhorar. Não precisa equiparar. Não precisa, vamos para os crimes contra a honra. A única que foi contra foi a Zanatta, né? Foi, acho que é a única. Por isso que eu falei, eu não sei se foi VU. Foi o Nelly. Quem votou? E votou a favor?

Não, não sei se ela votou ou não. Eu também não sei, porque eu não acompanhei direito. Não vou falar se eu vou ser preso já. Então, doutor, o que vai ser o futuro? Câmara vai analisar. Se tiver gente corajosa lá que consiga mostrar para a população que a gente não tem que votar projetos de lei por populismo e sim por técnica, analisar e falar assim, estamos com um problema. Vamos ver, vamos ver os números. Estamos com um problema de misoginia? Vamos resolver isso aí. Como?

Já tem lei penal? A meu ver, já tem.

Tá aplicando mal, vamos tentar... Você falou bem, você começou a entrevista perfeitamente, Emília, um papo. Você chegou e falou assim, a gente tá legislando mal, a gente tem que legislar pra acabar com impunidade. Porque não adianta nada ter lei penal sendo que tem impunidade. Não adianta nada ter lei penal sendo que na internet ninguém é pego. Porque isso aí é pra enganar o trouxa. Sim. O que que eles fazem? É falar, pô, não tá funcionando.

Então vou fazer uma lei mais dura pra vocês. Só que chega no final, o Brasil é um país que, porra, a gente tá... ...

A gente está acostumado a ver impunidade toda hora. Olha aí. Todo momento tem impunidade. Você falou, Emílio, da Zanatta, ela é deputada. Então, a direita está dizendo que promete barrar o projeto que equipara a misoginia ao racismo. Está o Nicolas, a Zanatta, a Bia Kis, o Mário Frias, a turma do PL, que são deputados. Eles falaram que, dependendo deles, vão barrar isso daí. Mas lá no Senado... Foi todo mundo.

Se depender No discurso Joga pros outros A turma toda Astronauta O pescador O astronauta foi pro banheiro Foi pro banheiro Ó querido Votou com o capacete de astronauta O mais frouxo É o que não vota Esse é o pior Esse é inferno direto

essa turma vai tudo para o inferno eu só acredito na justiça divina agora só eu vou dizer, eu mesmo assim eu assisto o programa, vejo o colega André Marcíliga vem aqui e tal a gente, quando vai para a advocacia, quando a gente escolhe trabalhar com justiça a gente presume uma justiça ideal e imparcial que seja justa de fato

Então, mesmo que se tivesse esses absurdos em lei e não fosse tão flexibilizado, ou um ativismo... Porque aí, sabe o que acontece na prática? Na prática, a gente está falando que o Congresso se debruça a opinião popular, a imprensa muitas vezes se debruça e a gente está vendo juízes.

então o juiz ao invés de ter coragem falar não, isso é absurdo vou arquivar, absolver não, ele também fica preocupado porque tem também o patrulhamento em cima da conduta dele e aí a gente começa a criar, aí sim a censura plena, porque vem o judiciário e vai aplicar uma norma dessa com rigor excessivo porque a norma em si, como eu falei, pode ser boa ter uma regra geral

Precisa ver a necessidade, precisa ver a proporcionalidade das penas. E eu critico há muito tempo. Desde a época, quando falaram do crime de estoque, que eu defendia, eu falava, veja a pena. Porque a gente está, às vezes, criminalizando e aumentando pena de alguns crimes que são muito mais leves do ponto de vista de comparação. Sim, sim. Então, se você aumentar, você vai ter que aumentar todo o resto. E o que mudou? Você tem quantos anos aí na estrada, Emilião? O que mudou desde quando você começou de colocar novas leis?

Sobre impunidade. É, tem muita lei e... Pouca efetividade. Isso, é isso aí. É isso aí. Mas hoje em dia, está tudo ao contrário. Exato. Está tudo em vez. Distorcido. Exatamente. Boa. Muito bem. Então tá bom, Dursão. Valeu.

Obrigado, doutor Durso. Então tá aí pra vocês uma pequena aula agora. Qualquer coisa vai avisando. Eu vou passar aqui as redes sociais do doutor. É Luiz Augusto Durso. Luiz com Z. Augusto Durso. Durso é D-U-R-S-O. Pra você que está no rádio, seguir o doutor Durso, que tem muitas dicas lá. Cyber crimes. É milhão. Vamos ver se com esses debates a gente estimula o debate público. Pra as pessoas realmente terem coragem de falar não gosto desse projeto por causa disso. Analisar o texto legal, né? Porque também não é só...

a ideia, isso tá previsto pra falar, isso aqui é subjetivo vamos alinhar, vamos organizar pra termos leis melhores, porque é assim que a gente vai mudar a sociedade. Ah, mas isso aí tem que ser o legislador né? Você quer que a gente falta nós eu não vou lá em audiência pública levar ideias isso aí, boa, tá certo não é meu trabalho claro, não é meu trabalho luta por nós

Você não ganha, mas você é um... Você é nosso representante. Expoente jurídico. Você é um intelectual. Você é um notável do programa PAN. Isso aí. E são poucos os notáveis desse programa. Eu quero o troféu depois para te ler. Obrigado, doutor. Conversou com a gente aqui, explicando para vocês aí. Está bem claro, hein?

Doutor, explica. Agora, se você não entendeu... Se você não entendeu, você é uma anta. Menos as mulheres. Aí dizia que você não vai entender. As mulheres não, as mulheres todas entenderam. As mulheres compreenderam bem. Os homens são anta. Muito bem, vamos falar do magnésio agora. Agora é show. Magnésio sim. Ó, e é o seguinte, e é o seguinte. Pessoa que tá cansada, acorda de manhã cansado, né? Ou o tempo todo tá cansado. Tem. Tá cansado, de manhã tá cansado. Não tem energia.

Aquela dor nas costas, dor na articulação, pode ser a falta do magnésio. É isso, não é? É isso, sem dúvida. Cansaço, fadiga, falta de energia, falta de disposição. Às vezes não dorme bem também, né, Emílio? A pessoa rola pra cá, rola pra lá, não consegue pegar no sono. É muito importante usar o magnésio. Ele tem essa função poderosa, né? Ele vai nutrir o cérebro, melhorar as conexões neurais. Então é importante pra concentração, foco.

Hoje em dia as pessoas começam a ler algo, Emílio. Passou uma página e ela já esqueceu o que ela leu na página anterior. Justamente porque tudo tira o seu foco, a sua concentração. Então é muito importante você suplementar. O magnésio é fantástico porque ele melhora a absorção dessas vitaminas, nutrindo diretamente o cérebro. Então isso é muito importante para que você tenha energia, tenha disposição, para que você melhore a sua produtividade.

E claro, é importantíssimo também pra dormir melhor, ter uma boa noite de sono, descansar bem. Que isso faz parte, né, Emílio? Quando a gente fala de qualidade de vida, bem-estar, uma boa noite de sono, ela é importante. Saúde, né? Saúde. E você sabe que às vezes quando você não tá bem, a primeira coisa que afeta é o sono.

sono, já repararam? Sim. A primeira coisa afeta o sono. Ó, tô com um problema, o pessoal não dorme bem, fica ligado. Aquela ansiedade, né? Ela até deita na cama, mas a cabeça tá mil por hora, não consegue desligar. Então é muito importante usar o magnésio, porque ele vai ajudar muito você ter uma boa noite de sono. O nosso amigo Daniel...

Eu sou embaixador. Embaixador do sono. O nosso embaixador do sono, né? Olha, eu tenho vontade de dar pra todo mundo, assim. É até chato, porque ele dera a caixa. Não dá não, tem que vender. Tem que vender. Mas eu gostaria que a nossa audiência experimentasse o magnésio uma vez na vida. É transformador. Melhorou demais minha vida, cara. Eu agradeço vocês.

Obrigado, obrigado, Daniel. E é importante a gente falar isso, porque ele estimula essa produção da melatonina, melhora também o relaxamento muscular. Ele tem ali o óxido de magnésio, que é o óxido de magnésio, que faz esse relaxamento muscular. Então você dorme melhor, o seu corpo descansa. Isso é muito importante. E além do mais, a gente fala de saúde mental. Relaxa.

Quem tem muitas tensões nervosas, né, Emílio? Às vezes espasmos musculares, às vezes sofre com muita cãibra. Use o magnésio, ele estimula a produção da elastina, então ele devolve elasticidade para a musculatura, essa elasticidade que a gente vai perdendo com o passar do tempo.

A gente vai atrofiando mesmo. Você pode reparar que às vezes você vê... Eu tenho idoso em casa. Então, você olha assim. Normalmente, a gente vai... A nossa... Existe uma pressão que o corpo vai encurvando. Então, o que você tem que fazer? Você tem que melhorar a sua elasticidade. É muito indicado se alongar pela manhã. O seu corpo precisa desse alongamento. E o magnésio, ele devolve essa elasticidade. Além de melhorar a elasticidade, ele fortalece os ossos. É ele que... Ô, Emílio...

antigamente as pessoas falavam muito no cálcio, né? Lembra que tinha muita propaganda de cálcio espalhado pelo Brasil todo? Hoje os estudos já mostram que você precisa tomar o cálcio, mas você precisa tomar o magnésio junto, porque é o magnésio que leva o cálcio para os ossos, fortalecendo essa estrutura óssea, evitando ali osteoporose, desgaste de cartilagem, inclusive, muito indicado para você que está nos acompanhando, que às vezes tem uma dor lombar, uma dor na coluna, você pode usar o magnésio que ele alivia muito a dor.

É isso aí. Falou bonito. É isso aí. E a promoção? Tem promoção? E a promoção? Tem promoção especial. A melhor que a do Leão, quero ver se é bom. Melhor que a dele, assim, é impossível porque você sabe que nós estamos com uma campanha muito bacana, né Daniel? Para as pessoas poderem conhecer o produto.

Então, você vai ter a oportunidade de conhecer, se você, às vezes, está com aquela dor lombar, às vezes, está com aquele desgaste de cartilagem, ou, muitas vezes, quer cuidar do coração, né? Que é muito importante, o magnésio é fantástico para isso. Então, você que está nos acompanhando agora, você pode ligar a partir de agora, 0800-787-9999. Liga agora mesmo, 0800-787-9999. A gente atende todo o Brasil, Emílio. E nós vamos fazer o seguinte.

Você vai comprar esse magnésio. O preço dele normalmente é 100%, certo? Hoje você só vai pagar 20% do valor do produto. Ô, louco. Olha que campanha fantástica pra você. Você só vai pagar 20% do valor do produto pra você conhecer. Assim como o Daniel conheceu. É uma oportunidade. É uma oportunidade pra você conhecer, pra você testar o magnésio. Claro, se fizer sentido pra você, você compra novamente.

É isso aí, muita gente já está fazendo a recompra. E leva de presente aqui, ó, essa maquininha que é sensacional, é um cafezinho, show de bola. Esse café expresso, isso aqui é portátil, você leva para qualquer lugar, coloca aqui o cabo, ele fica quentinho, aí você toma o seu café. E tem também a criativa, vai tudo no pacote, 20%?

Preço especial? Só vai pagar 20%, vai ganhar a creatina, essa cafeteira portátil pra você, só que você tem que ligar agora. É mil pessoas que ligar neste momento. Ligue e aproveite. 0800-787-9999, Emílio. É isso aí. Ligação é grátis. Eu vou fazer o break? Então eu vou fazer o break agora. Vai lá, Reginaldinho. Daqui a pouquinho, Tomé Abduxa aqui no Pânico.

Deixa eu ir pra rua agora Eu vou chamar o meu herói do Brasil Que tá lá Aprendeu direitinho com o doutor aqui Meu querido Fufô Que alho, hein, amigo? Belos questionamentos vocês fizeram Que os senadores estão ouvindo aí?

Bela aula, belos funcionamentos que vocês fizeram que os senadores não tiveram coragem de fazer. E justamente essa é a pauta da rua, né, Emilhão? Sobre o texto, a gente tirou só a partir do texto e fez a pergunta se você sabe o que é a conduta que exteriorize aversão às mulheres. Vamos ouvir os dois lados. Seu nome, meu campeão? Meu nome é Hércules. Hércules. É romano, né? É fortinho. Não é com força e tal? É grego. Era Grécia. É grego, é. É isso.

Você sabe o que é uma conduta que exteriorize a aversão às mulheres? Olha, pelo que eu fiquei sabendo há pouco dessa lei que foi aprovada, é uma lei que dá uma segurança para as mulheres em relação à discriminação, à violência. Hoje no Brasil a gente vê que está acontecendo vários casos, muitos casos de feminicídio. Então é uma lei que dá uma segurança.

Pelo pouco que eu fiquei sabendo foi isso, né? Que é uma lei também que é bem parecida, assim, contra a lei do racismo. É, agora a misoginia tá na mesma régua, no mesmo degrau que o racismo. Você concorda? Ah, sim, né? Porque pelo pouco que eu fiquei sabendo, o que eu concordo é que é assim, que deu uma segurança pras mulheres em relação ao feminicídio, assim, à discriminação, em relação tanto fisicamente quanto digitalmente também. Hoje na rede social a gente vê também alguns comentários, né?

Assim que a gente vê que ofende as mulheres, né? Nesse caso eu concordo em relação a isso. Por quê? Porque assim, eu tenho minha mãe, tenho minha noiva. Então assim, a gente quer assim um local, um Brasil seguro em relação a isso. Isso, eu tenho que ver. Isso, eu tenho que ver sua decisão. Obrigado. Manda um abraço pro seu ídolo. Pronto. Emílio, Daniel, meus amigos. A gente tem uma admiração aí pelo trabalho de vocês. Um abraço e um alô, tá?

E é isso aí. Muito legal poder participar, tá? Fica aí que o Morgado vai fazer uma pergunta que eu sei que é pra você. Isso. Morgadinho, eu só vou pegar a opinião.

Feminina agora e eu volto pra ele. Seu nome? Gabriela. Gabriela, o que é uma conduta que exteriorize aversão às mulheres? Eu imagino que sejam brincadeiras ou comentários que possam desqualificar a mulher como pessoa ou menosprezar ou subjugar ela.

Agora a misoginia aprovada a lei pelo senador está na mesma régua, no mesmo degrau que o racismo. Você como mulher concorda? Concordo, muito. Eles estavam debatendo e a última pergunta prometo liberar, mas para a gente saber. Por exemplo, aquela coisa de eu falar assim, ah, mas você está nervosa aqui porque você deve estar de TPM. Isso pode me dar uma cadeia de 3 a 5 anos. Você concorda com esse teor?

Eu imagino que colocar isso na lei é uma forma de mostrar para as pessoas que esse tipo de brincadeira não é uma brincadeira que se faça com as mulheres. Então, com o tempo, vai parar de ser feita se for aplicada uma lei.

como foi, como tá sendo proposta. Obrigado pela sua participação. Ótima tarde. Agora sim, eu tô com o fã do Emílio. Qual que é a sua pergunta? Até imagino. Fala pra ele a mesma coisa que você falou pra ela. Pergunta se ele já fez esse tipo de brincadeira. Pergunta pra ele se ele já falou um tom de brincadeira pra esposa. Ah, você não sabe dirigir, mulher não sabe dirigir. Se ele já fez esse tipo de brincadeira e se ele concorda também com isso. Porque a moça já concorda, né? Vai, piada. Vai todo mundo pra cadeira.

Mas isso é como é vendido. Pelo teor da lei agora, o Morgadinho... A venda é essa. A venda é essa. É a venda da canhota. É isso aí. Exatamente. O Morgadinho falou que até pelo exemplo dado, a mulher que participou, a gente refaz já que você concorda. Se alguma vez você já brincou, por exemplo, com a sua companheira de... Ah, você está muito brava porque você deve estar de TPM, está naqueles dias. Ou, pô, mulher dirige mal. Você já fez algum tipo de brincadeira desse tipo?

Já, já fiz algumas tiradas. Daria de 3 a 5 anos de cadeia pra você agora. Então toma. É importante a gente conhecer o que tá sendo aprovado, o que tá sendo, assim, constituído no país, né, em relação a isso. Mas, assim, eu acho que depende, assim, também dentro do respeito, sabe? Dentro do respeito da atividade da pessoa, a entonação que a pessoa fala, tudo é um conjunto, contexto, né? Então, assim, em relação a isso, é muito delicado. Mas é a lei agora. É a lei, né? Mas, então, assim, nesse quesito...

Eu acho que tem um pouco assim de... Como é que eu posso dizer? É, você viu o balão que tá indo? É, bichão. Não, mas... Eu te entendo e esse A, o A, o A é o que todo mundo vai ficar em função disso que a gente não sabe o que vai acontecer. Não temos mais tempo, né, Emilão? Não temos mais tempo. Tivemos aqui dois a zero, né? Olha o Tomé aqui, ó. Olha aqui, ó. Linhetinha do... Hã? Que isso aqui, ó, Tomé? Olha, Tomé!

E Tomé, tá aqui o nosso Tomézito E aí, solta a vinheta Que o homem chegou Programa de hoje Um político atuante E imparável

O empresário de sucesso. O cara ainda é deputado estadual e vice-líder do governo na Lesc. Você vai ter o bônus e o ônus do teu problema. Pega esse corte. Palmas para Tomé!

e presença encantadora presença feminina nesse programa tomar cuidado para não estrangela é a nossa querida Jess que está aqui hoje e vai conversar vai fazer a primeira pergunta para o nosso querido Tomé

E aí, você estava assistindo, eu estava vendo o Morning hoje, estava lá. Tem um canhoteiro lá, fraco, hein? Tem, o Henrique. Fraco, hein? Ele é fraco. Ele tem uma dificuldade, às vezes, de ler as coisas que ele defende. Ele é fraquinho. Hoje tivemos um embate lá que ele fica falando, Emílio, o tempo inteiro.

que o voto de tal ministro é bom. Aí eu pedi uma coisa do voto e ele não sabia. Isso é misoginia também. É verdade. Ele se negou a responder. É verdade, é verdade. E com uma mulher, né? É, então. Bem lembrado. Mas minha primeira pergunta é essa, deputado. Esse projeto aí... Vai todo mundo preso. Vai todo mundo preso. Ninguém mais vai poder brincar agora. Acabou esse negócio de você falar alguma coisa num tom de brincadeira. Ou mesmo se não for uma brincadeira, você falar pra uma mulher, você tá de TPM, você tá irritada, vai virar crime?

Isso é bárbaro. E vou te falar, esses projetos vêm sempre da esquerda. São sempre projetos... Mas é isso. Esse é o grande problema, porque eu mesmo, agora há pouco tempo atrás, eu estava votando um projeto na Assembleia aqui de São Paulo que falava sobre mulheres também. Sobre defender as mulheres contra crimes sexuais. E olha só, eu votei contra.

Por que eu votei contra? Porque eu percebi que o projeto era totalmente ideológico. Já existe lei para isso. E aí a esquerda, eles acabam se utilizando desses projetos para poder atacar a direita. Quantos professores de direita foram acusados de cometerem crimes que não cometeram, porque no final foram julgados e não condenados, e acabaram perdendo suas vidas? Acabaram perdendo o respeito das pessoas, foram cancelados.

Então, ou seja, é uma barbaridade o que a esquerda faz. E quando você vai votar um projeto desse, é delicado. Porque você fala em algo e você fica em cima de uma linha muito tênue. E aí, eu voto a favor ou eu voto contra?

Então, ou seja, a gente vive um momento de Brasil muito delicado. Então, mas você não acha que... Vai lá, vai lá. Você não acha que é o seguinte, que nem o Emílio a gente comentou anteriormente. A esquerda, eles sempre votam com a cartilha embaixo do braço. Dane-se os princípios. A direita, quando a gente vota na direita, a gente vota porque, pô, esse cara tem os mesmos princípios que eu. Aí ele chega lá e vota com a cartilha da esquerda, putz, quem votou no cara fica maluco.

Sabe, não vou votar nesse cara novamente. Eu acho que nós temos que aguardar um pouco o posicionamento do próprio Flávio, né? Pra entender quais foram. Então, sim, sim, mas ele se posicionar pra entender... Mas ele votou pra não perder voto de mulher. Pra não perder voto. Vamos lá. Porque o cara não quer levar a pecha de misógeno. É o que eu entendo. Mas vamos entender a posição dele em relação a isso. Quem... Estou meia abducho.

Isso vai pro Congresso agora. Quem não aguenta pressão não entra na panela. Exatamente. Se o cara quer ser presidente da República, ele tem que aguentar pressão. Ele tem que fazer a coisa certa.

e não adianta passar pano não adianta ficar passando paninho tem um ditado tem um ditado que diz o seguinte do Ronald Reagan se você tem mais de 80% de alinhamento com uma pessoa ela é sua aliada e não sua inimiga existe um grande alinhamento o Flávio tem uma missão muito importante que é resgatar esse país, que é trazer esse país de volta pra mão das pessoas de bem é uma pessoa ponderada, equilibrada que se posiciona sempre de uma maneira muito firme que tem um histórico em relação não

Não aguentou a pressão da rede social. Mas a gente não pode fazer isso. Mas esse é o grande problema da direita brasileira. Eu vou ter que dizer isso aqui. Qualquer coisa que sai fora, uma vírgula do que o todo acredita, a gente se ataca entre nós. Porque tá errado. Mas tá errado. Isso é uma barbaridade. Não, não. Desculpa, Tomé. Eu não concordo com isso. Desculpa, porque assim, na hora de levantar as bandeiras, os caras falam isso, é isso, isso e aquilo.

Na hora que os caras votam junto, aí você vem falar... Ou você vem e fala que a gente tem ondulações ou é flat. Ou é ou não...

Você concorda 100% com a tua mulher? Você concorda 100% com o seu pai? Você concorda 100% com o Emílio? Ou seja, uma divergência não pode fazer com que a gente ataca uma pessoa dessa forma. Isso está errado. Você me desculpa porque isso não é divergência. Porque os caras sempre cagaram regra falando que era certo e errado.

Ganhou o nosso voto porque a gente acreditava que tudo aquilo que os caras falavam era certo e errado. Não só esse exemplo. Falar aumento de impostos. Ah, a gente é contra aumentar impostos. Aí você vota em vereador. O que eles fazem? Vota para aumentar imposto aqui em São Paulo. Aí é a mesma coisa. Então assim, ou você acredita e fala que é aquilo, ou você se vende de uma forma que você... Porque assim, senão eu não voto.

Você fala assim, se você vai votar com a esquerda algum dia porque você acha que tem coisas que é certo, então você me fala antes. Mas vamos lá, a minha questão não é o juízo de valores sobre a forma como ele votou. O meu juízo que eu estou fazendo aqui é sobre o alinhamento que nós da direita temos que ter no ano eleitoral. Vocês vão bater no Flávio agora? Isso pra mim não é natural bater no Flávio Bolsonaro no ano eleitoral.

Não é bater no Flávio. Não, não, não. Mas não pode criticar. Não é bater no Flávio. Isso aí é uma crítica. Não é bater no Flávio. É crítica.

Porque assim, o cara poderia Ele poderia segurar o Rojan e falar assim Eu não vou votar por tudo que a gente falou aqui Que o Durso falou, que ele falou, eu não vou votar Vocês podem me bater, eu não vou votar Porque isso tá errado, isso já existe Isso aqui, agora, o cara votar junto É o que o Emílio falou, foi bunda mole Como que você vai Aí você fala, eu não vou criticar o cara Porque ele é da direita, vou criticar sim Ele, tanto ele, o Saif O Cleitinho, que eu adoro E aí

Cara, se você não colocar a cara tapa pra perder voto, então desculpa, não merece o meu voto. Ele não vai conseguir os votos da esquerda. Ele tem medo de perder voto de mulher, porque o Bolsonaro mulher não votava em Bolsonaro. A rejeição dele é alta contra as mulheres.

Ele tem rejeição. Só que a mulher que não vai votar nele, que é a mulher de esquerda, ela nunca vai votar no Flávio Bolsonaro. Ela nunca vai votar no Flávio Bolsonaro. Esse é o ponto. Ela nunca vai votar no Flávio Bolsonaro. Ele trai os dois. Trai os dois lá. Deixa eu falar uma coisa pra você. Ou eu tô errado aí, velho. Deixa eu falar uma coisa pra você. É um assunto político, né? Não é. Você não pode trair o seu público. Exato.

A sua base. Essa galera legal que tá aqui acompanhando a gente, que é pessoal trabalhador, é pessoal que tem um pensamento. Você trai esse cara, você perde o teu público, cara.

É assim que você elege o ministro da STF. É assim que você elege o presidente do Senado. O Brasil chegou aonde chegou por isso. Já que vão votar nele, é melhor passar, porque depois ele vai estar lá e eu não vou me comprometer. E agora, José? É o mesmo que discutir aquela coisa, né?

Nenhum nem outro. Não quero nenhum nem outro ficar em cima do muro e entregar o país na mão da esquerda. Não é essa a questão. Gente, se a gente não falar em estratégia, eu concordo com o que vocês estão dizendo. Vocês têm razão. Tem que se posicionar. Tem que ter colhão pra dizer o que tem que ser dito. O cara tem que saber ouvir crítica. Eu concordo com você. Mas transformar agora uma posição do Flávio Bolsonaro em tudo que nós estamos transformando, vindo um ataque da própria direita no ano eleitoral, eu não acho inteligente.

Mas que não tem gente? É paciência. Vocês que são os candidatos que lutem. Porque a gente...

Ah, vocês não podem atacar. Podemos sim. Eu vou presidir. Podemos sim. Na hora de votar, a gente pode até votar. Pode estar junto. Mas assim, se você não pode falar que o cara errou e o cara falar, beleza, errei mesmo, aí você vai me desculpar. Porque aí sabe o que vai ser? É aquilo que a gente está falando. Mas você sabe melhor. Vamos votar no menos pior, como sempre. Eu estou aqui desolado. Não vai chorar. Sabe por quê? Lula, escuta essa, Lula é a alma mais honesta desse país.

O Lulinha é o empresário da década. O Haddad é um grande economista. O Alexandre de Moraes é o herói da democracia. E a Erika Hilton é a mulher do ano. Nós estamos vivendo um hospício em forma de Brasil. Essa é a realidade que nós temos hoje no país.

Tem tanto assunto importante para a gente poder discutir. É INSS, é Banco Master, é o que está vindo pela frente agora nas eleições, é toda a estratégia da esquerda que está sendo montada, dinheiro que está sendo gasto sem fim, o Estado quebrado, os empresários fechando empresa. E a gente para aqui para poder discutir uma votação do Flávio Bolsonaro. É isso que me incomoda. Não sou ele, não sou ele. É o que a gente está discutindo aqui não. É o que a gente está discutindo aqui não. É o conceito.

É mais importante do que a liberdade de expressão hoje no Brasil. Nenhum. E quando eles votam, eu nem acho que é ele que não comprou o rojão. Vou ser sincero. O que acontece? O presidente lá no Congresso, estava ontem lá em Brasília. O presidente, ele pauta do nada. Às vezes a assessoria vai ler o projeto em cinco minutos, cinco horas no máximo, o texto que vai ser o texto votado. Então, semana passada, teve um projeto que estava na pauta, que era o 6494.

Ele definia a mulher, Emílio, como mulher, também uma definição jurídica, transexuais, travestis e pessoas não binárias. Esse projeto estava na pauta, os deputados ainda não tinham visto a pauta. Faltava poucas horas, então tem toda uma jogada. Tem outro projeto de criminalização que estava no Senado, que é o PL2. Tem muito projeto.

E a esquerda, ela joga. Ela joga, ela deixa de última hora, ela faz os acordos e de repente aquilo tá lá. E aí cai no colo, e aí? Você vai ficar com a peste de odiar a mulher ou não? E eles vão sempre escolher não ficar com essa peste porque é um ano eleitoral. Mas aí é que tá. De ano eleitoral em ano eleitoral...

Passa muito, absurdo. E a gente aceita pessoas que, às vezes, numa sabatina não deveriam ter passado porque era o jogo. Então tem que parar de fazer concessão que está sacrificando o Brasil. Porque aí vem Banco Master, vem tudo. Isso é fruto de uma política de centro, centro. Sempre o centrão ali. Vamos jogar, vamos jogar. Jogar, a gente está jogando o país no lixo.

É isso aí, concordo com você, Jess. Tanto que os deputados de direita, o Nicolas e a turma Biaquiz, falou que lá eles vão tentar resolver e não passar isso. Não, mas tem que resolver, não pode passar. Mas agora, semana passada, passou um ruim. Mas a questão é todo juízo de valores que nós estamos fazendo por conta do Flávio.

Não é só o Flávio, a gente tá falando de todo mundo. A gente não tá falando do Flávio. Ninguém aqui tá com perseguição. Eu tô tentando ser um pouco mais pragmático. Eu não tô aqui pra defender o Flávio. Mas você tem que defender. Nós não temos que defender. Eu não tenho que defender ninguém. A única coisa que eu defendo aqui é a minha audiência. É a única coisa que eu defendo. Eu não tenho que defender ninguém. Você é do padrinho.

Não, não, não sou. Eu sou republicano, não tenho nada a ver com o PL. Eu tô defendendo aqui o que eu acredito.

precisamos de união esse ano. A esquerda, eles se matam no bastidor e pra fora eles se defendem. E a gente se ataca entre nós. No meu ponto de vista, isso tá errado. Nós vamos perder as eleições por conta desse tipo de postura. E eu tenho que ter a coragem de vir aqui e falar isso na cara de todos vocês. Nós temos que parar com isso. E a gente também tem coragem de falar na cara.

A gente não é cabo eleitoral Deixa eu falar uma coisa Agora você quer que a gente seja cabo eleitoral? Quando o cara vai falar uma coisa que a gente não confunde E vou dizer uma coisa pra você E eu vou dizer uma coisa pra você E eu acho que todo mundo Que votou na direita

E tá decepcionado, tem todo o direito De tá decepcionado Tem todo o direito, Tomé Tem todo o direito Quer um exemplo? Marcelo Van Raten, você gosta dele? Ele não tava lá pra presidente da Câmara? Em quem entrou? O Hugo Mota, por quê? Por essa linha de raciocínio De falar, vamos votar no Hugo Mota Porque tem um acordo entre os partidos Não, não é diferente É a linha de raciocínio Se votar no Hugo Mota Pra mim é uma barbaridade Eu jamais teria uma posição dela

Mas o que aconteceu com a maioria dos políticos? O que eles fizeram, Jess?

Eles votaram em quem estava ali, vamos ganhar isso, vamos ganhar isso. O partido indicou, falou, ele já vai ganhar. Mas aí que está, a turma não tem culhão. Eu, por exemplo, sou totalmente independente. Não tenho esse negócio de partido direcionar meu voto. Eu voto em quem eu quero, do jeito que eu quero. E não tenho que dar satisfação para ninguém. Mas muitos realmente se vendem, é verdade. Ele entra lá, pensa, o que eu vou ganhar com isso?

O que eu vou perder com isso? E acabam votando, infelizmente, contra o que é o anseio da sociedade. Esse é o problema do Brasil. E por isso que eu digo, o Brasil é o reflexo da classe política brasileira.

Eu sei, Tomé, mas o que eu tô dizendo pra você o que eu tô dizendo pra você é o seguinte, que nem você colocou Flávio Bolsonaro, isso aqui vai nós vamos ter eleição, você tem que pensar no Jair Bolsonaro, o Jair Bolsonaro foi um cara que apareceu e essa confusão toda de direita apareceu com ele, porque foi um cara que se fez sozinho, o Bolsonaro aquele povo que saia na rua, que tinha os bonecos, escolheu o Bolsonaro falou, pô, esse é o cara ...

Junto com o Bolsonaro, apareceu um monte de oportunistas. Que são esses caras que estão lá votando nas coisas que não tem no nosso. É verdade, é verdade. E a gente tem que estar aqui, porque nós estamos aqui fazendo programa para a nossa audiência, para o nosso público. E muita gente do nosso público está muito decepcionada com essa votação.

E a gente tem que abrir o olho pro cara não votar de novo num cara que tá lá com oportunista dizendo que é de direita e vai votar tudo que é da esquerda. É esse que é o negócio. E vota além. Temos que mostrar que esse projeto não é o que ele disse, não é?

Ninguém que tá contra esse projeto odeia mulheres. Não. A esquerda é muito boa de dar a narrativa e defender a narrativa. A direita, não. Se a gente não critique, não mostra os riscos, o que acontece? Não vai acabar passando na Câmara. Sim. Porque nós não estamos mostrando aqui dentro. Estamos conversando com as pessoas que é ruim pra liberdade de expressão. Você viu na rua? Exato. Na rua.

Eles reproduzem o que a esquerda falou. A narrativa. Exatamente a narrativa. Você odeia mulheres. Porque lá apareceu um cara, não apareceu um, um senador para falar, não, não, calma. Isso que os deputados estão fazendo agora.

Nenhum senador fez isso. Isso é hoje. Quando você vota no cara da direita. Mas eles só fizeram o que já estourou. Quando o cara chega da direita e fala assim, eu sou a favor da liberdade, isso, aquilo. E você nota que um projeto desse pode ferrar a liberdade de expressão, você falar, a gente tá falando um clima de opinião aqui, pelo amor de Deus. E aí o cara vota sim, aí você não poder falar, porque a esquerda vai ganhar paciência, irmão.

Se for, você vota na esquerda. Mas eu compreendo você. Mas você compreende o que eu disse também? Porque acho que nós temos que ter um equilíbrio aqui. Eu compreendo o que você está falando e concordo. Você tem que ser coerente com os seus ideais. Você também tem a compreensão.

que a gente acaba brigando, a gente que eu digo, onde eu estou, no lado da política, porque a direita, eu sou da direita, nós brigamos e acabamos atacando a nós mesmos sem necessidade e causando conflitos internos totalmente desnecessários. E a esquerda faz o que eles batem palma. Mas eu não sou político, eu não tenho contato do Flávio. Entrega o país na mão deles. Quem tá ouvindo também não tem o contato do Flávio pra ligar e mandar inbox pra ele. Então, assim, eu acho que o Flávio tinha que vir e falar assim, ó, vacilei.

E é isso aqui, vou juntar junto com os deputados lá e tentar barrar isso. Porque eu vacilei, votei na correria. Foi mal. E fala isso, porque assim, se você fala a favor da liberdade e vota sim pra um projeto que pode cercear sua liberdade, desculpa. Então, se você não achou que você tá errado em ter votado assim, então assim, o cara tem a oportunidade. Não dá pra você falar amém pra tudo, porque senão você acaba virando...

Sempre a gente ouviu falar da direita. Você vira um gado. Gordão tá bravo, hein? O Dino. Lógico que eu tô. Eu tô com fome. Porra, 1,42. O cara pode ser preso pra uma piada. Agora, é o seguinte. Isso aí é uma falha de comunicação gigante. Porque hoje todo mundo tem rede social. Todo mundo tem o Instagram. Exato. Você chegou o projeto e falou assim, ó, galera, é o seguinte. Esse projeto tem isso aqui, tem isso aqui, tem isso aqui. Eu vou votar contra.

Agora o que nós temos que fazer para reverter isso? Vai caminhar para a Câmara e lá nós vamos ter que reverter esse texto e fazer um texto que tenha algo relevante, outra, com clareza. Porque quando a coisa não é clara, você vai depender da interpretação de juízes, embargadores ou quem é que vai pegar um caso deles na mão. E normalmente, a turma hoje, infelizmente, está sendo formada para estar mais no lado esquerdo da força. E aí acaba sempre prejudicando as pessoas que não cometem crimes, se utilizando disso como algo ideológico.

Então, ou seja, acho que o equilíbrio é importante. Mas o que eu quero passar para quem está nos assistindo é que nós não podemos agora, nesse momento, ficar brigando entre nós. É o que eu falei, mais de 80% de alinhamento, nós somos aliados. Eu entendo o que você está falando, mas tem um ponto. Até agora, eu estou muito preocupado com a economia porque é a minha área. Até agora, eu vi os políticos falando, vamos cortar imposto, os de direitos. Vamos cortar imposto, vamos desinchar o Estado.

que os preceitos liberais de economia. Mas quando você pergunta qual imposto você vai cortar em quanto? O que você vai retroagir? Vai sair dinheiro da onde? Você tem que diminuir o orçamento. Nenhum fala. Por que ele não fala? Porque ele tem medo de perder voto.

Aí eu tenho que ficar dando um voto irrestrito para o cara que não fala exatamente o que ele vai cortar. Foram criados inúmeros impostos nos últimos anos pelo Haddad. Além disso, foram majoradas as tarifas. E nenhum fala quais vão voltar e quais vão ficar.

Até a questão do arcabouço fiscal, que tinha teto de gastos, nenhum se compromete em acabar com o arcabouço e voltar com o teto de gastos. Então, é aquela história. Ah, eu não gosto da esquerda, mas certas coisas da esquerda que são boas, serão boas no entendimento dele. Se ele ganhar, porque ele vai ter mais orçamento.

Ele não fala nada. Então, assim, eu concordo com você, eu entendo uma parte que você fala, mas eu discordo que o cara não se posiciona. Mas tem um plano de governo saindo. Hoje eu ouvi umas postagens interessantes que o Paulo Guedes me parece que está ajudando no plano de governo. Então já é algo extremamente relevante para nós. E nós sabemos. Mas já está começando a rodar nas redes sociais. Depois deu uma verificada. Ou seja, tem pessoas... O que o Bolsonaro fez? Você acha que o Fábio vai fazer alguma coisa diferente?

vai fazer exatamente o que o pai dele fez. Claro que vai. Vai diminuir o tamanho dos ministérios. Vai colocar gente competente pra estar lá. Mas é isso que a população espera. É isso que o Brasil inteiro espera que aconteça. Eu creio que nos próximos dias vão ter boas novidades.

Eu vou dizer uma coisa pra você, tem que esperar. O que você acha, Jess? A Jess manja. Fala, Jess, você que manja. Ah, eu acho que o Sam tá certo. Não tem nada aqui que tá sendo claro ainda. Eu acho que tem que ter um projeto claro de governo pro Flávio, pros outros candidatos também.

Mas a grande questão é que também precisamos criticar, porque são coisas pontuais que podem custar muito caro. Eu acho que nesse projeto eles deixaram a bola passar. Não sei se vamos conseguir mostrar para a população, porque uma vez que ninguém critica, Emílio, fica impossível falar, olha, esse projeto é perigoso.

E aí a narrativa do ódio às mulheres vai pegar nos deputados que decidirem ir contra esse projeto. Então está muito complicado essa situação aí. É péssimo, são vários e vários projetos. E os deputados muitas vezes não são cientes. Eles só descobrem depois que está aprovado. Na semana passada, o 6491, eu mandei para 10 deputados lá... Qual que é 6491?

um projeto que tinha uma política de ensino de gênero em escola, que definia a mulher juridicamente dessa forma que eu tinha mencionado, que também criminalizava qualquer doutrinação que pudesse levar à submissão. Abrindo margem até pra uma questão de problema em relação à liberdade religiosa no país. Isso aí é uma coisa...

que até algumas pessoas, alguns pastores que viram, até entraram em contato para falar sobre isso. Mas, assim, o projeto não criava nem exceção. E esse projeto Senado teve uma emenda do senador Girão que não passou. A senadora Soraya bateu bastante, que era das excepcionalidades, entre elas a excepcionalidade religiosa.

Os parlamentares, os senadores, eles não tiveram a postura nem de aprovar uma emenda que deixasse claro que aquilo não se aplica à situação religiosa, falando que aquilo já era constitucional, mas em outros projetos eles fazem isso. Então, assim, é muito preocupante a liberdade de expressão do Brasil. Acho que é o maior problema do Brasil hoje.

É isso aí, é isso aí. É o que eles querem. É o que eles querem e eles conseguem. Conseguem. Porque não aparece um cara da direita para falar para a população. Se você for aqui na Avenida Paulista agora, você perguntar para a população, eles vão falar, olha, realmente, precisamos fazer isso, parabéns. Que maravilha que foi feito isso. Por quê? Porque a consequência, o problema é a consequência do negócio, a Paulinha.

É por isso. Por isso. Ele votou pra ter voto de mulher. Ele acha que as mulheres vão votar. A mulher de esquerda não vai votar. A mulher de esquerda nunca vai votar no Flávio. Ah, lógico que não. Ela não vai votar nunca. A Paulinha acha que é certo. É. Certo. Ah, a Paulinha acha que é certa. E ela tá certa. Ela tá certa. Você tá certa. Olha lá, Paulinha. Ela apareceu. Essa é a primeira demitida. Enquanto não aprova a lei. Tinha que vir aqui, Tomé. Porque vocês se acham muito espertos. O Morgadão hoje tá que tá.

Tipo assim, você acha mesmo que a equipe do Flávio Bolsonaro, eles não fizeram uma pesquisa para saber o que isso poderia impactar? Nós somos para a rua. Quem fala com a gente, a maioria das pessoas que falam com a gente, são nossa audiência. Então, pensam ao contrário do que nós pensamos. Entende? Então, por isso que o Flávio votou a favor.

Então, coitado do seu filho. Então, assim... Eu rezo todo dia pro seu filho. Olha, eu vou rezar muito pro seu filho. Eu não tô falando que tá certo. Pra todas as mulheres que têm filho, eu também vou rezar muito. Eu só vou pedir justiça divina pros filhos. Eu tô falando que numa época de eleição, isso pode ser usado contra o candidato. E aí a esquerda vem pra cima do mundo e o cara é misógino. Então você vota coisa que você não é a favor pra agradar. Só pra ser bonitinho. Gente, são interesses políticos, gente.

Eu sei, mas eu não estou preocupado com o interesse político. Eu não sou coveiro. O que ficou do Bolsonaro? Ninguém vai ver o trabalho que o cara está fazendo. Hoje alguém vai lá... Você entende? Então, você está analisando isso. Agora tem a lei, não dá nem para falar nada. Você não sabe a vontade que a gente tinha. Você não sabe a vontade.

Você não sabe o que a gente queria te falar. É isso aí. Eu posso estar drasticamente errada. Ontem, Flávio estava ali, senador, estava com a filiação do senador Sérgio Moro no partido. Muita coisa acontecendo, entrevista. Posso ser sincera? Muitas vezes a equipe deixa passar. As pessoas... É muito rápido. O processo de votação no Brasil é uma vergonha. Aquilo é uma vergonha. Você tem cinco horas para mudar o código penal. Você não avalia.

Então, Emílio, tem um vício que é a estrutura. Então, não é passando pano, mas pode ser que isso tenha passado realmente ali por baixo e na hora do vamos ver, vem a pressão e o cálculo é esse. O cálculo são as mulheres, a rejeição dele nas pesquisas entre as mulheres é realmente maior. Só que a grande questão é, esse aí, se deixa isso ir pra frente, isso vai ser usado contra ele, isso vai ser usado contra a direita, isso vai ser usado contra muita coisa. Que pasme, é o que está acontecendo. Mas tudo isso nós concordamos.

Tudo isso nós concordamos. Mas eu acho que o grande problema não está só nisso, sabe, Emilio? O grande problema está que as leis que já existem não são cumpridas. Nós estamos vivendo num país de 44 mil assassinatos por ano. Mais de 89 mil estupros. E isso dados oficiais do governo. Deve ser muito mais. Um país onde mais de um milhão de telefones celulares são roubados ou furtados. Mais de 50 mil residências foram invadidas. Mais de 40 mil estabelecimentos comerciais.

foram assaltados. 28,5% de todo o território nacional está na mão do crime organizado. E nós temos leis. Agora, quando você prende e a justiça solta, quando a gente não consegue fazer com que as pessoas tenham, no dia seguinte, algo que puna realmente um crime cometido, a gente pode ficar discutindo aqui o projeto de lei, o que for, mas na hora que caia na mão desembargadores, juízes, de procuradores, de promotores, e eles se utilizarem das interpretações da lei para soltar bandido, o Brasil não vai pra frente. Esse é o grande problema do Brasil.

Mas o problema é quem vota. Porque, por exemplo, quando você fala lá, tentaram fazer a maioridade penal aqui de Mirui. Acontece que o cara chega lá e fala, não, isso é populismo jurídico. Isso é populismo judicial. É da esquerda. E a esquerda vai lá e vota contra. Não tá nem aí. 99,9% da população pensa exatamente igual a você. Pô, o cara vai lá, roubaram meu celular, tal, não sei o quê. Mas os canhoteiros vão lá e votam junto, contra.

Não, o que você está fazendo aqui é um populismo judicial. E o oposto não acontece. Vai todo mundo e vota igual os caras da PSOL. Com medo. Com medo. Com medo do povo.

O cara tem medo do povo. É ano de eleição, o Nicolas tá nesse balaio e tá falando contra. Por quê? Porque o cara, ele tem opinião. Liga pro Nicolas. Rocambole News. Rocambole News. Deixa eu fazer o merchan aqui. Vou fazer rapidinho. Deixa eu falar sério com vocês agora, Zuzu. Vamos falar aqui que tem um negócio legal aqui. Isso aqui é bom demais.

Muito bem. É o seguinte, vocês estão vendo que o programa hoje, né? Eu quero saber do Zuzu agora. Fala pra mim. Academia, Zuzu. Você disse que ia, não é? Como é que você está? Confesso que está me faltando, sinceramente, um gás, Emilião. Falta um gás, você sabe o que eu estou falando. Gás extra.

A solução tá aqui pra você. O Sammy já tá nessa, né? O Sammy, vocês já sabem como ele tá. Vocês também sabem. Tô voando. Mais energia. Vitamine-se. Ele tem 150 miligramas de cafeína, coenzima, Q10 e muito mais. Zuzu. Ó só, monstrão vai sair da jaula, Guere. Opa! Vocês me aguardem. Eu quero falar pra vocês. Aliás, produção, pode me deixar um balde aqui que eu vou tomar agora e vou ficar gigante, Emiliano. Vou ficar com energia.

Eu já tô muito mais produtivo, não sei se vocês estão percebendo. Não esqueço mais as coisas como está esquecendo. Por quê? Porque eu tô tomando. Eu quero mais concentração. Bem melhor. É claro. Eu vou te falar, isso aqui faz a diferença, Zuzi. Total, tá? E eu vou te falar uma coisa. Tem pra todas...

As necessidades, Emiliano. Tá aqui, ó. Esse aqui, ó. Tem o verde, tem esse aqui. Cada um... Eu tô tomando, viu? Sabe quem tem coenzima Q10, esse amarelinho aí, ó. O vermelho é pra concentração, que você vai tomar, que tá tomando, que faz muito bem. Você sai voando. É isso aí. O melhor. Tem uma promoção muito legal rolando nas farmácias do Brasil. Você leva duas unidades da sua escolha e paga só uma. Já sei. É o combo, não é isso? E você aí...

casa, participe também, porque é muito legal, é isso é isso, vitamine-se vitamine-se, é um grande social, pode dar pro Tomé que ele vai adorar tem pra tudo, tem pra boa forma concentração, energia olá Tomé, o Tomé

O Tomé é um cara que não precisa de... O Tomé é um puta cara legal. Ele é. Todo mundo gosta dele. O Tomé é um cara muito legal, um cara que não precisava estar na política. É um super empresário. É um cara que faz com o coração a política. E é um cara que tem valores. É um cara muito bacana. Só que nesse aspecto...

Você tem que aceitar. É um apaixonado. Que há. Ele é um apaixonado. Que há audiência. Ó o Gordon. Estamos com o Nicolas aqui na linha. E aí, Nicolas?

Fala comigo, Emílio. Boa tarde aí, pessoal. Boa tarde. Ô, Nicolas, a gente tá discutindo aqui a respeito da lei da misoginia, que todos os senadores votaram a favor e a gente tá bravo porque a gente sabe o que essa lei pode trazer de malefício no que tange aí a liberdade de expressão, inclusive. E eu vi que você tá numa frente aí.

para que essa lei não passe. Então, eu queria entender um pouco de você, se você conversou com alguns senadores, por que o PL votou a favor no Senado.

Olha, antes de mais nada, esse projeto não tem nada a ver com proteção das mulheres. Não se trata de um projeto contra a agressão física ou contra a morte de mulheres. Pelo contrário, tudo isso já tem tipificado. Se você cometer qualquer um desses crimes contra a mulher, você vai ser condenado, ou ao menos deveria.

O que esse projeto traz? Uma definição ou uma falta dela sobre o que é misoginia. E quando você vê a própria Globo, a Band, reportagens, fala que misoginia é praticamente... Você já perguntou para uma mulher se ela está estressada porque ela está de TPM? Sim.

Então, assim, aquilo que o Emílio falou, cara, não sei se foi semana passada, né, de que se você dá um bom dia diferente para uma mulher, você pode ser preso, é real, tá? Isso é real. Inclusive, eu acabei de postar um vídeo a respeito disso, peço quem estiver me ouvindo que veja, porque eu vou falar com mais profundidade a respeito disso e as implicações disso. E eu deixo bem claro, minha decepção com o Senado é inacreditável.

como que todos os senadores, incluindo esquerda, centro, de direita, a não ser os ausentes, né, que não votaram, concordaram com essa aberração. E eu não sei por quê, com medo de ser cancelado, com medo de quem, caramba? É um absurdo, assim, em nível estratosférico, é porque a gente sabe que é um conteúdo sensível, porque trata, obviamente, ali de mulher, etc e tal, só que o projeto não fala a respeito disso. Enquanto isso, nos últimos quatro anos, a gente tem um Brasil...

que teve a maior taxa de estupro. A gente tem o Nordeste com o maior número em 10 anos de morte de mulheres. O nosso país atingiu no ano passado o recorde de feminicídio no nosso país. Então, assim, é muito discurso e pouca ação concreta. Na hora da esquerda votar para poder aumentar a pena...

para crimes hediondos, elas são contrárias. Na hora de votar para poder fazer castração química para estrupador, eles são contrários. Na hora de criar cadastro de pedófilos, eles são contrários. Na hora de votar para reduzir a maioridade penal, porque tem um monte de menor que está aí roubando, traficando, sequestrando, estuprando... Exato.

E a prioridade da caramba, e perdão aqui a palavra, dessa porcaria de Senado, é fazer com que a misoginia que na mente deles é o cara literalmente discordar ou debater de uma mulher com uma mulher, e literalmente o cara pode ir para a cadeia dois a cinco anos e não fiançado. Vergonhoso. Isso mostra que boa parte da direita ainda está num berço infantil da guerra cultural. Boa, Nicolás. Obrigado pela participação aqui, viu? Valeu, Nicolás.

Cara, tamo junto, se Deus quiser vamos derrubar isso aí na Câmara Boa, isso aí, tamo junto Agora vai pra Câmara e vai Ô Tomé, eu já vou marcar outro dia com você Mais calma Temos que falar do INSS Temos que falar do Banco Master Mas isso aí, uma grande parcela da população Aqui da nossa audiência E é uma super audiência que a gente tem Tá decepcionada Tá muito decepcionada Com essa E depois fala, não, tem que colocar a cara de direita lá Ops

vamos aumentar o Senado, vamos aumentar o Senado. Agora vai. E agora vai, porque nós vamos fazer um Senado totalmente direita, em nome da família, em nome disso aqui. Chega lá, vota tudo pauta, essas pautas loucas. Hein, Tomé? E agora? Vocês têm razão. Você é candidato? Se eu sou candidato, eu venho... Vai votar com a turma ou vai votar com a turma? Vai votar com a turma.

Você vai votar como? Olha lá. Eu venho novamente candidato a deputado estadual. Sou um pré-candidato a deputado estadual. Você vai ganhar. Gosto do estado de São Paulo. Tenho me dedicado muito pelo estado. Você é o líder. Aliás, eu queria... Posso aproveitar aqui e fazer um elogio para os policiais militares que salvaram a vida essa semana de uma criança engasgada? Boa.

Eles são do 21º Batalhão de Polícia. Eu queria dizer que vocês são um grande orgulho para o Estado de São Paulo. Tem tanta coisa boa acontecendo aqui no Estado. O Tarcísio tem feito, assim, no meu ponto de vista, um governo maravilhoso, diminuindo o tamanho do Estado, trazendo investimento, agora ainda mais, levando benefício para as pessoas mais pobres. Temos um programa que é maravilhoso, que é muito interessante, que é mais ou menos o que deveria ser o Bolsa Família.

que você tem como trazer as pessoas pra dentro de um programa social, mas já com um caminho de saída, que é maravilhoso. Tem tanta coisa pra gente falar, Emílio. Eu tô animado e eu acredito que nós vamos trazer esse ano, sim, o país de volta pra mão das pessoas de bem. É só uma questão de tempo. Boa. E aí, Jess, o que você tá achando de tudo isso?

A eleição vai ser puxada e eu acho que a direita precisa se unir. É muito importante essa união. Vê lá, de repente, todo mundo no mesmo palanque. Isso é importante de fato. Mas ao mesmo tempo, o partido dos trabalhadores sabe jogar na eleição.

Eu vou falar uma coisa. O Caiadão não tem medo, hein? Não tem medo e vai. O Caiado... Diz que é o Caiado. É macho. Lógico. Ratinho já foi. Tchau, pessoal. Caiado é macho, hein? O Caiado não tem medo. É o debate do Lula, para Lula, para o presidente Lula foi pior a possível escolha aí do governador Ronaldo Caiado do que do Ratinho. O Caiado briga com ele desde 89. O Ratinho ficou sozinho. É coisa louca.

O Moro e o Dalanhol. O Dalanha. O Lava Jato no Palanque. O Dalanha fechou com o Flávio. Fechou com o Flávio.

E aí, o que que acontece? O Ratinho ficou sozinho. E é um caso da direita unida. Política é um jogo muito danadinho. Certo? Vambora? Bora. Ô Tomé. Ô Tomé, então vamos lá no Gero. Vai pagar o almoço. Hoje nós vamos lá no Gero. É, você vai pagar. Vamos levar o Carlinhos. Carlinhos e a família. Nós vamos pagar no Gero. Vamos. Não, não tô não. Tô tranquilo. Hoje não tem disso, senão. Nós vamos no Gero. Vamos no Gero e ele vai pagar pra nós. Vim no dia certo. Vamos unir aí a direita.

É o couvert mais caro do mundo Tchau pessoal Vai lá, obrigado Tomé Tomé Abduche nas redes sociais Já tá marcado outro dia aqui Que hoje foi só discussão séria Obrigado pela sua audiência Vai lá, Ginaldinho Nós vai ali E volta já Nós só vai ali E volta já Pórico

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Pra me preparar pro meu programa, tem uma coisa que eu nunca deixo em off. A música. E claro, pra isso, eu escuto na minha Alexa. Como? Simples. Alexa, tocar Classic Pan. Tô produzindo Classic Pan. Classic Pan é a minha vibe de todos os dias.

Roupa errada eu até troco. Agora música errada não dá, né? Porque aqui só tocam os clássicos. Aqueles que marcaram gerações, só os melhores de todos os tempos. Porque clássico é isso, nunca sai de moda. Né, Alexa? Classic Pan, 76.7, a trilha sonora dos seus melhores momentos. De volta! Voltemos! O pânico voltou! De volta!

voltamos. Então nós vamos embora. Aqui não vai passar nada, não. Aqui não baixa a cabeça, não. Amanhã voltaremos meio, muito obrigado pela sua audiência, meio-dia, horário de Brasília e cuidado, hein? Cuidado, cuidado. Tchau, pessoal. Tchau, pessoal. Mas já terminou?

Tchau, tchau.

A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação. Realização Jovem Pan

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