Detto Costa e Flávio Bolsonaro
A VERDADE DOS BASTIDORES QUE O IBOPE NÃO CONTA! Sabe aquele quadro que fazia você chorar no domingo à tarde? Foi esse cara que inventou! Hoje (30), o Pânico recebe ninguém menos que a lenda da comunicação brasileira Detto Costa, o diretor que foi o cérebro por trás de sucessos como o "Topa Tudo Por Dinheiro" e o lendário "Arquivo Confidencial". Ele, que tem seis décadas dedicadas ao entretenimento e foi braço direito do Silvio Santos por 16 anos, vem te contar por que os programas de auditório ficaram mais chatos que mosca de padaria e, se a gente for bonzinho, ele ainda responde: qual apresentador foi o mais insuportável de dirigir? Vem entender como a mágica da TV acontece realmente a partir das 12h! Quem ficar de fora, vai ter que pagar a conta do Morgado na Dirce!
- Programas de TV e comédia brasileiraDetto Costa e sua carreira · Programas de auditório · Silvio Santos e Gugu Liberato · Criação de formatos de TV
- impacto da internetMudanças na audiência · Relação entre TV e redes sociais
- Conflito e ComunicaçãoImportância da empatia na comunicação · Desafios enfrentados por apresentadores
Pronto e detectado. Humor reiniciado. Modo
pânico ativado. No
fim da vida, só filtro e
like. O mundo tá sério, quadrado
demais. Mas o pânico vem. E ri por trás.
Zé da manga.
Olá, meus derrotados do Senado. Tudo bem com vocês? Como é que vocês estão? Tudo bacana? Estamos de volta aqui. Mais um aleatório programa Pânico pelas sinceras plataformas da Jovem Pan. Sejam bem-vindos ao programa que nunca na história desse país foi rejeitado no Senado. Nós nunca fomos. Nunca fomos. Mais um feriadinho aí. Delícia, hein? Estamos chegando aí com tudo. Vamos lá? Dicas suculentas?
Vamos aproveitar o Vinde. Vocês querem? Bora. Me dê, papai. Então
é hora de Gilbertinho Barros.
E dele. Oi. Meu Pro Pro. Oi. Maravigold. Oi.
Tudo bem, Pro
Pro? Tudo bem, Mílio. Como é que vai a vida? Já que é tudo. Vai muito bem. Tudo tranquilo. Lembrando daquela nossa... Das nossas tardes. Das nossas tardes. Quando você me pedia... Jovens tardes de domingo. Quando você me pedia um livro e eu
perguntava, quer capa dura?
E você não mais me respondia. Você era bem engraçadinho. Eu me lembro nas nossas tardes de carnaval. Você lembra que você me levava no clube?
Qual clube? No clube de
regata. Vem, Brasil! Não me diga não, é o leão sacudindo o rolo do seu macarrão!
Muito bem! Vamos
à agenda dele, é o melhor stand-up comércio do Brasil. Você sabe que ele é conhecido no meio como bumbum de estragar privada. É o nosso Rogério Morgado. Diga lá, Morgadinho! Ei, que alegre! Nossa! Que isso?
Raca-o-bola, hein?
Sou eu, Morgadinho. Olha aí, Morgadão. O negócio é o seguinte, quero agradecer todo mundo, todo mundo que foi no show do Morgadão ontem. Toda quarta-feira, você sabe, aqui em São Paulo tem show solo do Morgadão já há dois anos, todas as quartas-feiras no MyFoc in Comedy Club. Então, corre, compra o seu ingresso, clube do ingresso.com. Ontem foi sold out. Semana que vem já está a venda avançada. Então, se você está se programando para a próxima quarta-feira, já entra no clube do ingresso.
e adquire o seu, tá certo? Vou falar no My Fucking Comedy Club. Amanhã, na sexta-feira, feriadão, dia do trabalho, muita gente também vai vir. Tem meu amigo Marco Zene, vai estar lá fazendo o show solo dele, tá certo? Principalmente pra casais, ele fala sobre relacionamento e é um show muito bacana que ele tá viajando o Brasil. Um cara muito bacana e você compra no Simpla, tá legal? Você que tá em São Paulo, quer curtir o My Fucking Comedy Club?
Veja, meu amigo, Marco Zeni amanhã. Tá bom, em São Paulo? E amanhã, eu não estarei em São Paulo, obviamente, votar sabe aonde? Presidente Prudente, meu amigo. Prudentão. É isso aí, Teatro César Cava. Abraço pro Adilson aí, todo mundo do Jornal da Manhã. Hoje de manhã, o Morgadão tava lá, conversando com a galera do Jornal da Manhã.
Bilheteria Express, últimos ingressos pra você curtir o show do Morgado amanhã em Presidente Prudente é o bilheteriaexpress.com.br Sabadão, a cidade de Tupã Galera de Tupã Teatro Municipal José Antônio Parra Gomes é o show do Morgado, sábado agora tá certo? Abraço também pra Jovem Pan Tupã que tá com a gente nessa Tupã
Um abração. Tupã. Obrigado pelo apoio, tá certo? Tupã. Tupã. Tupã é o deus do trovão, não é isso? Tupã é deus do trovão. É deus do trovão. É indígena, né? É deus do trovão, né? Tem alguma coisa do trovão. Eu sei que é indígena. É deus do trovão. É algo
do trovão.
Tupã. Eu lembro
do craque
Tupãzinho. É. Junto com o Corinthians, ele pela esquerda. Deus da luz. É da luz ou do trovão? É
da luz.
da luz, a IENEL dos índios, né, dos índios Tupi Tupi Guarani representando o som do trovão associado a tempestade o trovão, o clima e o relâmpago é isso aí, então sabadão aí na cidade de Tupã, Morgadão, bilheteriaxpress.com.br
E no domingo, dia 3, nesse domingo, pela primeira vez em Adamantina, show do Morgadão. Então, ó, você corre lá no bilheteriexpress.com.br, compra o seu ingresso, anfiteatro Fernando Paloni, tá certo? Lembrando que, pra galera de Adamantina, tem ingresso solidário. Você leva um quilo de alimento e vai pro Fundo Social de Solidariedade. Aí, agradecer a Secretaria de Cultura e o prefeito José Carlos Tiveron, que tá apoiando e a gente tá fazendo essa ação muito bacana aí em Adamantina, tá bom?
Dia 16 de maio Tem show do Morgadão 16 de maio Em Mogi das Cruzes Você de Mogi das Cruzes Negócio é o seguinte, não perde tempo Compre o seu ingresso no www.hahahouse.com.br Galera de Mogi, sempre esgota Casa Incrível, show do Morgadão Dia 16 de maio Agora quero chamar a galera pro negócio é o seguinte
Morgadão tá fazendo toda a produção do show e a gente sempre fechando os patrocínios agora, né? Como a gente faz toda a logística. Então eu conto com você. Quer patrocinar o show do Morgadão? Cidade Brusque, Criciúma, Tubarão, Balneário Camboriú, Brumenau, Florianópolis, Mojiguaçu, Piracicaba e muito mais. Essas cidades quer patrocinar? Manda um e-mail pra contato arroba rogeriomorgado.com ponto BR. E você que sempre fala, Morgadão, nossa, você nunca vem pra minha cidade? Entra no site, ó, Morgadão,
morgadonasuacidade.com você que tá ouvindo? eu ouviu, me falo morgadonasuacidade.com entra lá, faz o cadastro tá certo? que a gente vai separar todas as cidades a gente vai tentar fechar o show na sua cidade, você que sempre pede morgadonasuacidade.com, cadastra você vai ser um dos primeiros a saber quando estiver fazendo show por aí, tá certo? e as redes sociais, você já conhece o arroba roger morgado obrigado emílio, que alegria
Boa, é isso aí, bichão. Vamos ver agora o nosso querido Goerezito. Goerezito, onde você vai se apresentar, meu anjo? Adivinha, Miguel. Meu anjo é maravilhoso. Santa Catarina, logo mais, logo mais, estaremos por aí novamente em Blumenau, dia 15, lá no Porão Comedy Club. Sensacional, corre lá, já garante o seu ingresso. E agradecer também, Jovem Pan Blumenau, sempre dando aquela força, né?
estão aí sempre com a gente. E sabadão, Balneário Camboriú, dia 16, também no Porão Comedy Club. Vai ser aquela zoeira maluca, então já garante o seu ingresso aí pra curtir esse show muito doido. E Curitiba, dia 23, chegando aí na The House, a casa do Diogo Portugal, pra fazer também um show muito maluco, um show tão louco quanto o Samidana.
Então já entra aí, arroba Fabio Gueré, adquire seu ingresso pra curtir essa patifaria maluca. Obrigado, Emílio, partiu feriado. Muito bem. A gente não é grande coisa, mas vai ser muito bom, pessoal cadeira. Já vemos aqui pessoas fantásticas junto com a gente, o Vander Santos. Aqui está Daniel Satiro. Opa! Olha que bacana. Muita gente bacana, muita gente legal.
Algumas pessoas chatas. Sempre. Sempre tem algum chato no meio dessa história. Alguma pessoa que está reclamando. Reclamão. Reclamão do Abaita. Reclamão. Reclamão. Mas não muda de canal. Não muda de canal. Todo dia entra aqui. Para xingar. Para fazer alguma coisa. Só
gosta. É.
Muito bem.
Então, é o seguinte.
Vamos agora homenagear quem paga pelos nossos vícios. Isso. E pelas nossas extravagâncias.
São pequenas.
Quem admira nossa beleza, nossa vestimenta e nossa maquiagem. É hora de nossa audiência à majestade.
Nossa majestade de hoje vem diretamente da terra dos casamentos. A bucólica Mairi Porã. O cara é engenheiro em segurança do trabalho. E também dá trabalho para a esposa Roberta. O bichão ainda adora bater uma pelada. Palmas
para Roberto Fernando Correia. Roberto Fernando! Quem sabe faz ao vivo.
Muito bem. E aí, meu querido? Diga lá pra nós. Mande a sua mensagem. Boa tarde, pessoal. Satisfação. Quero aproveitar cada segundo desse meu momento e vim aqui enaltecer vocês. Parabenizar. Ter a oportunidade de fazer isso de perto, né? Deve ser um privilégio pra vocês trabalhar com o Emílio. Claro, tudo dia. Você não sabe. Você acha que eu tô aqui por quê? A vinheta não poderia ser a melhor. Vou guardar pro resto da minha vida essa vinheta de vocês. Não vai, a vinheta é do programa. Não vai.
Ficou muito bom. Vai ser processado. E, Emílio, eu levo os bordões de vocês aqui, eu não esqueço, né? O jornal Supostamente, o Taxadinho Gaúcho, Carreta Furacão. E tem uma que eu quase engasguei no almoço, vocês falaram que o Brasil, no termo de política, a burrice do Brasil na política, então um passado...
Glorioso e um futuro promissor Tem outras, a gente não lembra Mas manda um abraço Pessoal da MT Plus Atibaia Que é a empresa onde eu sou PJ Até fiquei assustado quando o Delari aceitou O meu e-mail, porque eu só via nego Na França Delari não, Delari Vou mandar foto que eu vou mandar pro Delari lá Boa Agradecer, tô muito satisfeito, obrigado O cara do Sipa
CIPA, segurança do trabalho, profissão vocês já citaram aqui pessoal, sobre o psicossocial que vai entrar o mês que vem agora as empresas são responsáveis pelo psicossocial como é que vai ser isso? vai ser no nosso deixa ele falar, por favor por favor, deixa o cara falar
Bom, agora a norma de todos os marcos que teve na norma trabalhista, Emílio, agora as empresas vão se responsabilizar pelo fator psicológico também, no posto de trabalho, tá? Não é se o cara tá com relacionamento abalado, tá com dívida no tigrinho, não. É o posto de trabalho. E as empresas, a partir do mês que vem, já estão, a empresa, a MT Plus, onde eu trabalho e outras consultorias, já estão se preparando para atender as empresas. E as empresas vão ter que dar essa satisfação, Emílio. Tipo o quê? É, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é
Emílio, tem ferramentas que nós usamos para detectar um colega de trabalho tóxico, né? Tem aí, não olhe, tá? Não precisa olhar. Sempre tem um
líder, né? Um sobrecarga mental. Aqui são todos. Um chefe chato. Um dos exemplos, tá? Mas não é função do chefe ser um cara mais
chato?
Aí que essa ferramenta vem para justamente separar até que ponto é abuso. O que é cobrança e o que é outra coisa, né? Então, essa ferramenta que até o próprio governo já deu como recomendação aplicar, é o que nós estamos usando para detectar, Emílio. E também estresse do próprio trabalho. Mas não está sendo muito claro. Você está usando um monte de argumentos. É, é genérico. Mas isso também, Emílio, é complexo.
Confesso, por mais que o próprio governo que implanta essa lei, o que eles deram para a gente usar, está todo mundo insatisfeito também. Porque é um assunto muito delicado, concorda? E fazer essa separação do que é pessoal e do que é do trabalho não é... É subjetivo. Não é uma tarefa fácil. Que nem controlador de voo, acredito que seja algo muito estressante. Então, pela pressão, é isso que vocês têm que identificar. Então, mais aí que está.
A gente tem vários tipos de seres humanos. Sim, sim. Por exemplo, aquele ser humano que sobe num prédio e fica lá em
cima, construindo
um arranha-céu, ele é um ser humano diferente. Ele é um ser humano mais corajoso. E ele nasceu para aquilo lá. Exato. O que acontece é que a pessoa que nasceu para determinada coisa, não pode querer fazer outra. Não pode fazer nenhuma. Porque aí vai se dar mal. Tem que ser outra regra. Não adianta, porque isso aí é uma regra que eles querem dar.
No geral, pra todos Isso aí é o pensamento Coletivista É comunista É todo mundo igual E não é todo mundo igual Tem gente que nasceu pra ser chefe Tem gente que nasceu pra ser chefe E tem gente que não nasceu pra isso E desafio isso aí, justamente Fazer essa separação em um grupo homogêneo E tem pessoas que são diferentes Como o seu exemplo O desafio aí Pessoal, manda um abraço pra minha esposa E você vai continuar enganando a todos
Eu percebi que é a empresa dele Coitado, velho Eu percebi Eu percebi O cara vai ser mandado embora É mais um daquele que é o kit de primeiros socorros do carro Não, não fala também Você lembra disso? É o kit de primeiros socorros Mas a pulseira de equilíbrio
A sabona É a pulseira que tira o Essa sua franqueza Até pra encerrar aqui, pessoal, a minha parte Eu ia até Comentar, né? Teve um dia que eu tava assistindo O programa e você faz de uma maneira muito leve Vocês não forçam a barra
E teve aquele rapaz, um dos convidados que faz tempo que não vem aqui, que ele faz aquelas excursões pra Israel. Sim, sim, isso. Eu adoro ele, né? O Rodrigo. E ele comentou, né? Eu tava em casa e ele comentou que faz essa caravana onde, poxa, eu se eu tivesse grana já tinha levado a minha esposa, que é religiosa, eu já tinha ido.
E aquele
dia ele falou assim, a gente
fica quatro horas andando. Eu pensei assim,
uma puxa merda, quatro horas. Falei, mas eu não falaria isso pra ele. O que que você fez? Puta negócio chato.
Na cara, né? Eu admiro isso. E você faz isso de uma forma leve, cara, que não dá treta, não dá confusão. Eu não cheguei nesse nível de experiência que você tem, profissional de vida. Mas eu queria, eu falei, eu tenho que falar isso no
programa. Então eu vou
falar uma
coisa pra você
agora. Sincera. Sincera do meu coração.
Você sabe
que é uma alegria trazer vocês aqui, porque a gente tem um...
Tem um recall do programa, de ver quem são as pessoas que a gente fala. Porque quando você está no meio de comunicação, a gente fala aqui e não tem ideia.
Exato. Mas
isso que você fala, de saber que acompanha, o nosso salário no Carrefour, ele dá para um mês. Exato. Esse carinho que você tem para a gente dá três meses. É isso mesmo. Então, muito obrigado pelas audiências e de acompanhar a gente. Muito obrigado.
Obrigado. Ó, nas redes é
o Roberto Correa.
Júnior. Correia Júnior. Isso aí. Roberto, Correia Júnior é tudo junto. É Roberto, underline, Correia Júnior. O nosso Robert de hoje. E se você quiser participar, você entra aí no audiência majestade, arroba jovempan.com.br Boa, Robertão. Do quê? Grande
Robertão. Está
liberado. Vamos fazer já? Mas já? Daqui a pouquinho, Flávio Bolsonaro. Já temos o Rufo? Opa! Temos o Rufo? Cadê o Rufo? Me dá o Rufo. Cadê aqui o
Rufo?
Aqui, olha só que beleza. O Rufo está na Agri Show. É isso, Rufo. Ele não para, bicho. Cadê o Rufo? É isso mesmo, Emílio. A
viagem foi longa, viu?
26 horas
da China
até aqui para
voltar, não para a minha casa, mas para Ribeirão
Preto, para a Agri Show. E é muito legal, porque dá para fazer, Emílio, até uma analogia.
Se lá na China o Pequim Auto Show é o maior, é o epicentro da indústria automotiva global, aqui é o AgriShow, também tem esse epicentro de tecnologia. É a maior feira de tecnologia agrícola do país. Você já esteve aqui, Emílio? Eu
não fui ainda aí na AgriShow, mas eu sei que faz um grande sucesso, né? Movimento o Brasil inteiro.
Movimento no Brasil inteiro e principalmente com tecnologia. Então, quando a gente fala de BYD, esse
alinhamento é perfeito. Primeiro, vou falar um pouquinho lá da China. Eu já estive
com vocês direto lá com o Baldi. O Baldi não conseguiu chegar em tempo aqui da China, por isso que eu estou aqui em voo solo.
Mas a gente via, principalmente, uma coisa que a Estela ali, a vice-presidente global, sempre
fala. Que, além de mobilidade urbana, a BID, ela entrega muita tecnologia, muita inovação e agora uma novidade. Eu perguntei para ela, Emílio, qual seria o próximo passo? Eles já estão consolidados no mundo inteiro. Eles venderam, até esse momento, 16 milhões de carros. O ano passado, 4,6 milhões. E um crescimento muito acima da curva, que a gente vê também no Brasil.
Para você ter uma ideia, Emílio, de 14 para 15 milhões, esse 1 milhão de veículos aconteceu em apenas dois meses. Então, esse ponto fera da curva não só está acontecendo na China, como no Brasil. Aqui no Brasil, a B.O.I.D. bateu o recorde de vendas do Dolphin Mini em fevereiro, foi o carro mais vendido do varejo, isso nunca tinha acontecido antes na indústria automotiva nacional.
Em março a mesma coisa? E até esse momento, até hoje, dia 30, último dia do mês, a BYD é a marca que mais vendeu automóvel. Isso se você colocar no varejo, geral, não é só do Dolphimini. É a marca que mais vendeu. Provavelmente amanhã vai sair essa notícia como emplacar mais uma vez. Então, quando a gente fala tudo isso...
traz esses números, traz muita confiabilidade para a marca. Eu aproveitei lá para fazer alguns test drives com carros, com muita tecnologia embarcada e que realmente impressiona. Além da fábrica instalada. Então, quando você tem um pilar de sustentação tão forte como é a China e transferindo todo esse know-how aqui para o Brasil, com uma fábrica aqui já com 5,5 bilhões de investimentos.
com 150 mil veículos na primeira fase, 300 na segunda, 600 mil, essa é a conta que a BioAid faz até o ano de 2030, eu não tenho dúvida alguma que bem antes de 2030, ela vai ser líder do nosso mercado. Então, números não mentem. E aqui no AgriShow...
A cereja do bolo está sendo a Shark. Eu tive a oportunidade, mais uma vez, eu já tinha andado com a Shark na China, tinha andado com a caminhonete Shark também no México, no lançamento, e andei com ela aqui num terreno totalmente off-road, com exercícios que eu vou pedir até para o pessoal do Switcher colocar.
Esse vídeo tem atributos que não são só para o pessoal do agro, mas também para o circuito urbano, que é um carro extremamente confortável. Ele tem combinação de motores de 1.5 turbo com dois motores elétricos, um para cada eixo, que combinado dá 435 cavalos, uma autonomia de 835 quilômetros, uma capacidade de volume na caçamba.
de 1.200 litros, mais 2.400 de reboque. Então, a gente não vê nada parecido no nosso mercado com o carro super híbrido. E com o crescimento do agro que a gente vê aqui, para você ter uma ideia, Emílio, ano passado, aqui na AgriShow, foram negociados 14,6 bilhões. E você acompanha muito, você sempre fala para mim, Emílio, que o negócio é o agro. Você concorda comigo? Claro, com certeza. E essa caminhonete, ela foi pensada?
Nesse mercado, né? O mercado brasileiro e o mercado mexicano também. É feita... Eles pensaram nessa caminhonete exatamente pra isso. E eu tava vendo outra coisa, até saindo um pouquinho desse assunto que a gente tava falando, dos japoneses, né? Porque os japoneses falaram o seguinte, olha, nós vamos ter que correr muito atrás pra chegar no nível da BYD. Os próprios japoneses que a gente sempre soube, fizeram automóveis bons e tal, não sei o que, confiáveis e você vê que coisa, não é isso meu querido Rufo?
É isso mesmo, eu acho que os japoneses estão falando isso e teve um testemunhal também do Jim Farley, que é o CEO da Ford, CEO global, que ele falou o seguinte, muitas empresas
estão atirando pedra e fazendo reclamações e olhando para o próprio amigo, falando, não, essa eletrificação é isso e aquilo, olha os números de venda. Sabe o que ele falou para a equipe dele? A gente tem que parar.
de atacar a chegada desses asiáticos aqui com grandes números no mercado e procurar fazer o mesmo, fazer o nosso crescimento e ir para o mundo da eletrificação também. Então, isso já está acontecendo. A BYU, o que ela fez no Brasil, ela não mexeu só, Emílio, com o universo da eletrificação, mexeu com a nossa indústria.
Foi uma virada de chave na nossa indústria que nunca tinha acontecido antes. Esses últimos três anos, o brasileiro conseguiu ter carros com custos extremamente democráticos, extremamente tecnológicos, muito bem equipados, com uma suspensão preparada para as nossas cidades, que tudo isso foi climatizado para o nosso terreno e isso acabou mexendo com a nossa indústria, porque esse patamar era muito mais alto.
Então todos tiveram que revisar preços e deixar para o brasileiro um custo mais acessível, Emílio. Rufão, eu queria saber o seguinte,
que essa Shark aí, ela realmente pegou a turma do agro. Eu lembro que você foi para a Goiânia agora na Agri Show. Eu queria que você falasse da potência desse carro e a autonomia que ele tem, porque ele está fazendo muito sucesso com essa turma que a gente enaltece muito, que é a turma do agro. Diga lá.
Então, quando você tem um carro eletrificado, o que você tem, a entrega de torque é muito grande. E a entrega de torque, ela é reflexo da potência. A potência combinada é de 435 cavalos. Você não vê isso hoje numa picape. 435 cavalos de potência combinada é de dois motores elétricos e uma combustão 1.5 turbo e uma autonomia de 835 quilômetros.
E mais um detalhe, essas tecnologias que a BioID tem trazido para o Brasil e tem expandido pelo mundo, elas vão muito além da mobilidade urbana. Eu mostrei para vocês na semana passada que a Denza já tem um carregador de 1.500 kW que carrega um carro, veja bem, em 5 minutos.
Então, se a conta que as pessoas faziam antes era o tempo de recarga num posto de combustível, hoje já igualou. Então, você vai de 10% a 70% de carga em 5 minutos, de 10 até 97 em 9 minutos, e se tiver menos de 30 graus, que não é nosso caso, 3 minutinhos a mais. Então, todos aqueles gargalos que aconteciam antigamente da eletrificação...
A BYU-ID foi zerando todos eles. Autonomia, tempo de recarga, qualidade de produto e preço. Eu acho que isso é o principal, né, Emílio? Com certeza. Quando a gente fala no bolso do consumidor. Eu acho que esse é o mais importante. É você caber no bolso do consumidor. E é isso que a BYU-ID está fazendo aqui no agro e que faz lá na China também.
Exatamente, e aquela coisa, você sabe que o brasileiro gosta muito de automóvel, a gente gosta muito, você é um exemplo disso, o cara que conhece muito, é uma paixão do brasileiro, o automóvel, e tem uma coisa, quem compra o carro elétrico não troca mais, ele não quer saber mais se apaixona para o carro a combustão.
Meu querido Rufo, meu querido Rufo, eu queria agradecer você. E quero lembrar o seguinte. Eu quero lembrar, eu quero lembrar que as condições exclusivas continuam nas concessionárias BYUG em todo o Brasil, principalmente agora no feriado. Porque tem condições especiais, é isso, né, Rufo? Você vai estar aí, né, em Ribeirão Preto.
Eu vou ficar aqui em Ribeirão Preto e depois volto pra casa pra ver a família que ainda não os encontrei, Emílio. É isso aí. Então eu vou fazer o seguinte, eu vou convidar todo mundo agora pra apontar o celular aí no QR Code. Tá aí na tela. Você vai agendar um test drive e vai conhecer porque tem promoções especiais. Porque a BYD é do Brasil. Obrigado, Rufo. Boa, Rufão.
O cara tá trabalhando, hein, bicho? Na China, AgriShow. Vou fazer o break agora do Reginaldo. Boa. E daqui a pouquinho a gente volta aqui na programação do Pânico. Vai lá, Reginaldo.
Imediatamente eu chamarei o meu herói. Diretamente das ruas de São Paulo. Daqui a pouquinho, Flávio Bolsonaro. Já tá aí ou não? Flávio Bolsonaro. Vamos falar com o Flávio Bolsonaro. Eu quero saber o que o Flávio Bolsonaro estava conversando. Me dá imagens. Dá imagens aí, velho. Me dá imagens do Flávio Bolsonaro conversando. Com quem? Com quem você vai ver agora. Temos aí as imagens? Tem imagens aí por até então. Temos as imagens. Cadê o garrafa, velho? É algo.
É algo que ficou uma dúvida
Sim Aí está Aí está Bolsonaro Flávio Bolsonaro
Falando com Jax Jax Jax Wagner
Que é do governo. Exato. Qual seria esta conversa? Você vai ficar sabendo daqui a pouquinho, porque agora eu vou fazer o break para a nossa rede rádio. Então fique ligado. Cadê o meu querido herói do Brasil? Cadê o Fufu? Diga lá, Fufu. Gente.
E aí, Fofu?
Olha só, Emiliano! Como é que
é? Estamos
numa quinta aí hoje, paizão. Queria até te
convidar hoje, porque
hoje tem Mistérios da Suíte 18. Hoje tem Guga Club. Então, o
Guga já pode
ter 18 horas comido
todo mundo, ingressos no local. Te espero lá, Emiliano. Toda quinta. E as meninas? Como estão? Espera aí, ô. Calma, filha. Você vai estar
sozinho? Você vai
estar sozinho hoje?
Hoje, eu e Ju querido, a nossa amiga Ju
querido está lá no palco comigo. E na plateia, homens muito bem resolvidos, mulheres maravilhosas. Isso acontece na suíte 18, né, Paissão? Diga lá, e qual é a pauta de hoje que
você vai trazer pra gente? Um abraço pro Gabriel.
Pauta de hoje, Emilião, é o seguinte,
ontem tivemos o assunto mais comentado do dia, inclusive o nosso amigo Flávio Bolsonaro
hoje estará no programa, para falar daquela, a reprovação do Messias lá como um ministro do...
Então a gente quer levar esta pauta para a rua hoje. Já vou emendar porque eu estou
com muita dúvida para saber. Tudo o que aconteceu aqui foi um acordo político. As pessoas ali, os senadores quiseram dar uma resposta. Ou os políticos estão agora com medo do povo. Esta será a pauta onde já tem muitos brasileiros
aqui parados. Seu nome? São Felipe.
Felipão, me diz uma coisa, você ouviu aqui ontem, né? Foi reprovada a indicação do presidente e a gente quer saber tudo o que aconteceu ou vem acontecendo. Você acha que hoje o político está com medo do povo?
Cara, eu acho que às vezes aquele político de uma cidadezinha pequena, um vereador assim, às vezes ele ainda tem um certo medo da população, mas esses macacos velhos aí, esse pessoal que já está há muito tempo, não está com medo mais não, cara. Se for preso, eles acabam voltando depois, eles mudam as leis, aumentam o próprio salário, faz o que quiser da vida aí.
O que fazem ainda é pensando neles e não no povo,
na sua opinião? Com certeza, cara. Porque pouquíssimas pessoas, eu acredito, que hoje entram na política para realmente olhar o lado da população ao invés do lado dele. Você tem esperança num Brasil melhor?
Cara, eu tenho, só que daqui a alguns anos ainda. Eu acho que precisa muita gente, muitas pessoas velhas saírem da política ainda pra dar uma renovada, pra que a gente tenha uma possibilidade de um futuro melhor.
Porque hoje tá... Obrigado, viu? Vamos guardar no coração essa sua resposta. Chama ele, Zuzu! Diga
lá, papai. Márcio Reis.
Ó, torcedor do
Vitória, né? É, com certeza.
Repito a pergunta pra você. Você acha que hoje o político tem medo do povo?
Não, categoricamente não.
Por quê? A população, o cidadão que é o pagador
de tributo, ele está desarmado.
Então a população foi desarmada. Então, além de qualquer ilegalidade que o poder público faça contra o cidadão,
ele não pode
reagir. Então eles
estão tranquilos, por quê? O pagador de tributo está desarmado. É só o poder paralelo que está armado. E que alguns políticos, não vou citar nomes,
se nutre até desse poder também, o poder oficial e o poder paralelo. Então, o cidadão que paga imposto, cumpre as regras, ele infelizmente não tem como reagir. O único objetivo dele é final, é só pagamento de tributo.
Você acha que de repente o que aconteceu ontem lá, o Senado não aprovando a indicação, você acha que não foi uma coisa de, cara, não vamos indicar porque a gente está pensando no povo. Não vamos indicar porque, seja lá qual for o outro motivo, é uma coisa relacionada a nós políticos e não ao povo.
Vou repetir novamente. O único
papel do cidadão é pagar tributos. Isso aí. Se eles rejeitaram ou se eles aceitaram, porque tem algum resultado prático e objetivo e financeiro deles
mesmos. Boa, pai. Obrigado, gostei. Papai. Da sua volta. Revoltado, hein? E Daniela Mercury, tu não vai
falar não. Tchau.
Só fazer uma menção rosa aos nossos amigos repórteres ali da CNN. É que aqui é nossa área, né, mano?
Vocês vêm pra cá, né? É, dá uma... Dá uma bicuda. Dá uma bicuda. Dá uma bicuda lá. Dá uma bicuda na CNN. Nós estamos ganhando da CNN. Ô, Fuzil, a câmera deles é nova. Pega
pra nós. Jovem da lista.
Pergunta a pauta.
Jornalismo com o irmão aqui? Não tem com o irmão, não. Nossa, aqui a gente que faz as pautas. Vocês vieram fazer
pauta aqui
do quê? Desculpa, cara. Estamos falando sobre segurança pública. Boa tarde para vocês aí. Falando um pouquinho sobre redução no número de roubos na Paulista. Diminuiu?
Diminuiu 50%, de acordo com os levantamentos. E qual pergunta você está fazendo para as pessoas? Se elas se sentem seguras em andar com o celular na mão na Avenida Paulista. Faz primeiro, Viu? Faz primeiro. Você se sente
segura andando
com o celular
na Avenida
Paulista?
Você sente seguro andando com o
celular na Vida Paulista? Roubando pautas
da CNN. Ô amigo, você se sente seguro andando
com o celular na Paulista? Você
não sente seguro? Você se sente seguro andando com o celular na Paulista? Não sei. Sente seguro andando com
o celular na Paulista? Mais ou menos.
Mais ou menos. Ó, o pessoal tá respondendo mais ou menos. Tô facilitando sua vida, né? Deixa eu falar com a nossa amiga Silvestre. Você é um ladrãozinho de pau, tem fuzil. Um abraço, meu repórter. Você é um ladrãozinho de
pau, tem fuzil. Não, não é. Tudo bom, moça? Hã?
Não é que o cara é bonito. Você viu a voz dele? Bonito. Eu queria ter essa voz aí. Moça, você acha que o
político tem medo do povo? Não tem. No Brasil, não.
Não tem, eles fazem só pensando neles sempre?
Sim, sim. Raramente você vê um político tomando alguma atitude,
realmente pensando na população. Independente de ser direita ou esquerda. Muito obrigado pela
sua opinião. Voltando agora do break, foi essa pauta. Perguntamos se o político tem medo do cidadão, do brasileiro. E a maioria esmagadora disse, não, Emilião. Não tem medo do povo. Não tem
mesmo, não.
Tá tão gostoso. Eu acho que tem medo do povo. Político morre de medo do povo. Porra! Mas é verdade. Ué, se fizer barulho... Eu acho que ontem foi um recado, né? Quando o povo resolve sair na rua, resolve... Porra, o político se caga. Não é que tem medo, ele se caga de medo do povo. Porra a cueca, porra.
Muito bem, dito isso, meu querido Fufu, muito obrigado pela sua participação aqui no programa Pânico de hoje. Você já vai embora? Daqui a pouquinho tem o Flávio Bolsonaro. Já tá aí ou não? Flavião? Já tá aí? Não tá aí. Daqui a pouquinho. A gente combinou com ele daqui a pouquinho, então daqui a pouquinho a gente vai ter a repercussão aí do que aconteceu ontem na votação e hoje tem outra, dosimetria. Exatamente. Tem o veto, vocês lembram do veto do presidente?
O veto que ele deu na dosimetria. E me parece que tem um acordo lá dizendo que não vai rolar... Não vai não. Não vai rolar a CPMI do Banco Mato. Exatamente. É um acordo. Você ganha uma, perde outra. É um acordo político. E política você sabe que sempre tem um acordo. Se não seria a guerra. Sem dúvida.
Você tem que ganhar sua pauta e escolher ela Sua luta, pois não, vamos lá Hoje o programa ele tá muito especial, daqui a pouco tem o Flávio Bolsonaro, e só trazendo uma informação Ele deve ter comemorado ontem, porque me parece Que a oposição fez um churrasco Para comemorar a votação Quem pagou?
Teve uma festa. Um after. Um after pra comemorar, que é um feito, né? Boa, sim. Da oposição, do governo. Tiraram lá o Messias. E é o seguinte, pra quem gosta desse quadradinho aqui, que é o Veículo Televisão, hoje tem um craque.
Deto Costa. O homem. A lenda. Todos os bastidores da televisão brasileira. Mesmo porque este homem inventou o Silvio Santos. Está exagerando. É verdade. Mas tudo que foi feito no SB Toca tem o dedo do Deto Costa. Estou certo ou estou errado, meu irmão? SBT, Globo, Record e muito mais. O cara é fera, sensacional.
Incrível. O Homem dos Formatos. E tá lançando o livro. Ele tem 60 anos de trânsito. Ó, o louco. E é um produtor de muito respeito aí. E a gente tá procurando trazer pessoas do backstage. Legal. Porque normalmente quem aparece na televisão é quem protagoniza. Exatamente. A gente tá nas câmeras, tá, a gente tá trazendo um pouco pra vocês o backstage, as pessoas que estão por trás. E são realmente as pessoas que fazem a televisão. Perfeito. A televisão, ela é feita de produção.
Exato. Sem produção... Desde a época do Teatro Fênix, galera. É grande diretor, bicho. Grande dela. Grandes produtores, grandes diretores, daqui a pouco você vai entender a televisão e o Flávio Bolsonaro que ele vai entrar no link aqui diretamente, acho que de Brasoli. Acredito que lá está. Tá bom pra vocês? Tá ótimo. Vamos saber tudo do Messias. É isso aí. Qual é o futuro do Brasil. Solta a vinheta. Vamos.
Resenha, Ju, Ju, Ju Resenha, Ju, Ju Resenha, Ju, Ju Foi histórico Pra quem não acreditou Incrível O
Brasil é fascinante E você sabe que a gente tem um papel, às vezes a gente não dá tanto valor, né, o Beta Mas quando a gente, o povo mesmo, né A turma, Hulk
a voz da população, me parece que fez um efeito. Foi inédito. Jorge Messias, para quem não acreditou, que tentava um cargo no STJ, sistema, o Tribunal Federal, foi rejeitado pelo Senado Federal numa decisão considerada, como eu disse aqui, inédita.
O placar foi de 42 votos contra 34 a favor e uma abstenção, porque no finalzinho já sabiam que ele ia sair e não ia conseguir. O resultado, obviamente, surpreendeu a turma. Todo mundo falou, como que isso aconteceu? Agora, frases e momentos épicos. Por exemplo, Emílio, imagina que a gente trabalha muito tempo junto, eu tenho uma amizade com você e eu vou te fazer uma pergunta. Se você fosse lá para o...
Se fosse o juiz, se você conhece esse cargo que o Messias
não ganhou, na hora que eu fosse te entrevistar, eu pergunto pra você. Emílio, quando você vestir a toga, você não esquece dos amigos. Não esquece dos amigos, é incrível. Não esqueça de tudo o que a gente construiu. Soraya Tronic pra vocês na
tela.
Desejo-lhe sucesso e no dia que vestir a toga, eu lhe
peço que não se esqueça dos amigos que fez nesta caminhada que foi brilhante e
que tenho certeza que sairá coroada de êxito no dia de hoje. Vai a minha confiança plena.
Não esqueça dos amigos. Não esqueça dos amigos. Cara, é incrível o recado. Nada melhor que você ter um juiz amigo. Se você ter um juiz. Quem que não quer? O apito amigo. Do STF, que você tem o celular dele. Não esqueça dos amigos. Ela tá conversando como se tivesse no aniversário do cara. O que mais? Viralizou muito, inclusive, a reação dela depois. Porque ela ficou muito triste. Lógico. E aí tem essa história.
Ele não passou. Vamos pegar o desenrolar dessa história que daqui a pouco o Flávio vai responder pra gente. Mas o que você tava falando, a oposição, né? Tem essa rejeição do Messias, mas já articula, barra a indicação porque o Lula vai indicar mais um. Lógico.
Quem que o Lula vai indicar? Esta é a pergunta que ninguém quer calar. O Messias... Foi uma derrota para o governo, né, o Beto? Vai lembrar. Uma paulada, sim, que ninguém esperava. E agora, segundo as informações, o Alcolumbre, ele vai jogar para quando? Outubro. Depois da eleição. Depois da eleição. Exatamente.
Mas por que ele vai jogar depois da eleição? Porque dependente do resultado, barra outro. Exato. E aí, desculpa falar, vocês estavam falando a vitória do povo que pressionou. A
gente sabe que
não é... É país ou
menos. Exato. Por que passou os aninhos? O povo falou da mesma coisa. Não, mas não é isso. Então é bairro. É o momento político. É o momento
político, é a eleição, gordão. É barganha.
É eleição agora. Pois é, então não é o povo, não.
excelente colocação do Rogério Monjaro aqui neste programa. Rogério, foram 10 horas de sabatino. Depois dizem que ele chorou, o Messias. Foram 12 bilhões de emendas parlamentares para essa negociação acontecer.
900 milhões liberados horas antes da sabatina, para quem não sabe, para o final acontecer este resultado. E aí o que estão falando, e essa é uma discussão importantíssima, é o Alcolumbre, lá dentro do Senado, vai negociar pautas. Tanto que a dosimetria.
E daqui a pouco a gente vai falar todo esse assunto aqui Mas o que eu queria falar Sabe o que eu esqueci de falar
pra vocês? Não, mas é que a pauta foi feita aqui Depois colocou ele Aí a gente vai fazendo assim Deixa eu
falar de São Paulo Que isso é uma notícia fantástica Da cidade de São Paulo Que vocês não sabem
Você sabe que São Paulo... Vem falar, mas é que eu tenho a pauta aqui. Estados Unidos! A capital paulista. Você que gosta de pesquisas aleatórias... É de cinema. Então a próxima vez você faz a pauta dela. E aí vocês negociam aqui, porque é o que tá aqui. Deixa eu falar sobre São Paulo, que você é um amante.
Você é um amante da cidade de São Paulo. O que tem em São Paulo? Você sabia que São Paulo foi eleita a cidade mais feliz da América Latina? Você tá pegando. Segundo uma pesquisa, um levantamento internacional, Rhapsody Index de 2026. Você adora esses ranks, né, Sami? Você sempre traz piscas. Tá alegre também, igual São Paulo. Foi... São Paulo ficou a pena. Não mexe. São Paulo ficou... Não provou. Atrás, né?
No pódio ficou Copenhague, Dinamarca, que a gente sabe muito bem. E Porto Alegre. Belzonte. É a minha Belzonte. Cuiabá, Rio de Janeiro e cidades pelo mundo. Agora, você pega a cidade de São Paulo, a gente tem excelentes restaurantes, uma gastronomia fantástica e a gente sabe que é sempre muito importante enaltecer a nossa cidade. E trombadinhas competentes também.
Flávio, está liberado? Flávio.
Flávio Bolsonaro, aqui diretamente. Estamos de volta aqui. Um senador de nome e principalmente sobrenome. Você vai lutar pelo seu país ou
assistir tudo do celular.
O homem está na corrida presidencial da República. E vem falar sobre tudo que rolou nessa batida de Jorge Messias e suas estratégias para a eleição. Essa eleição não vai ser sobre Lula e Bolsonaro mais.
Essa eleição vai ser sobre qual caminho o
Brasil vai querer seguir. Esquerda, esquerda, esquerda. Trocou, direita, direita. Palmas para Flávio Bolsonaro. Muito bem, muito
obrigado. Vai atender, olha o sorriso dele, olha o sorriso desse homem. O nosso querido Flávio Bolsonaro, muito obrigado por atender a gente. Tô aqui com a Jess.
que é a nossa companheira aqui da Jovem Pan, e a Jess sempre, quando tem política, ela entra aqui para participar aqui do nosso programa. Você vai ser a responsável pela primeira pergunta ao senador que ontem esteve lá na votação. Que honra. Primeiro, feliz aniversário ao senador aí. Hoje é um dia que a oposição está comemorando com expectativa do PL da 12 metria. E a minha pergunta é de uma outra vitória. É a vitória de ontem em relação à rejeição histórica, uma derrota histórica.
do nome ali de Jorge Messias à cadeira de ministro do Supremo Tribunal Federal. Então, dentro disso, eu gostaria de saber do senhor, muitas colunas hoje, a própria colunista Malu Gaspar fez uma coluna agora falando da relação entre a sua postura de Davi Alcolumbre para levar essa derrota. Gostaria de saber quais foram as articulações e onde o senhor percebeu que realmente conseguiriam derrotar e ter essa rejeição histórica ao governo Lula. Muitíssimo obrigada.
Oi, Gerson. Boa tarde. Obrigado pelos parabéns. Eu que agradeço pela sua pergunta.
O governo Lula
acabou. Esse é o resumo que a gente pode fazer, porque não possui
mais governabilidade. O que aconteceu ontem aqui no plenário do Senado Federal, a rejeição
do indicado por STF, do senhor Jorge Messias, eu acho que teve menos a ver com
ele, especificamente. Teve mais a ver com o contexto que foi o contexto de uma resposta em primeiro ao governo Lula.
Um governo que trata mal o poder legislativo, tenta governar.
usando apenas o poder judiciário.
Uma pessoa que
não tem nem telefone celular também, convenhamos, alguém que não está inserido, não está atualizado, não está conectado. Assim como suas ideias, que são ideias atrasadas e que não tem mais nenhuma condição de
continuar trazendo esperança para o nosso Brasil. O que é o que eu tenho tentado fazer? Trazer esperança para o nosso povo, mostrar um caminho que nós temos a seguir aqui de resgate do nosso país. E outro ponto, foi uma resposta também, sem dúvida alguma, aos excessos de alguns poucos aqui no Supremo Tribunal Federal.
Não é de agora que eu venho alertando que esses excessos em algum momento teriam consequências e hoje, como eu alertava lá
atrás, o tema, o quesito,
se um senador é favorável ou não a impeachment de ministros do Supremo, do Superior.
do Supremo Tribunal Federal, é um critério, um dos principais critérios de escolha dos eleitores na hora de definir quem serão seus dois senadores representantes nesta eleição, porque os eleitores terão que escolher
dois senadores, já que há renovação de dois terços do Senado Federal. Então, foi um dia histórico, sim.
Um dia que o Brasil tem que comemorar e nos dar a esperança de que o Senado volte a respirar, volte a engatar o pouco de
credibilidade que ainda lhe resta. Ô Flávio, boa tarde, tudo bem? Você falou a respeito de impeachment, isso é uma pauta aí que sempre vem sendo comentado. Tem ministro que está acumulando aí 47 pedidos de impeachment. Você acha que o que aconteceu ontem pode ser talvez uma virada de chave para que isso aconteça futuramente, talvez?
Olha, o número já é emblemático porque
foram 42 votos contra o Messias e o número necessário para abrir um processo de impeachment é de 41 senadores dos 81. Se todos que votaram, por exemplo, para rejeitar o Jorge Messias, se eles votassem a favor da abertura do processo de impeachment contra um ministro do Supremo.
Isso, nós teríamos um número suficiente. Eu não digo que vai ser uma virada de chave, nem que isso vai acontecer. Mas, sem dúvida alguma, é um grande passo para que a gente possa fazer com que as instituições voltem a respeitar a Constituição Federal, que é o que não está acontecendo agora.
Flávio, eu acabei de... é uma notícia atual que o PT e os aliados do Lula já querem recorrer ao STF para tentar rever essa decisão que foi feita. Isso está cada vez mais recorrente, né? Os partidos procuram o Supremo Tribunal Federal para rever algumas coisas. Você acha que isso também, pegando carona do que o Rogério falou, isso também é uma...
Pode estar mudando esse negócio de toda vez pegar e recorrer para o Supremo? Pode ter uma pausa nisso tudo?
Essa é uma ferramenta costumeiramente usada pela esquerda, principalmente pelos partidos menores. Quando não conseguem
a vitória no plenário, aqui
no poder legislativo, eles recorrem ao
Supremo. Essa é uma prática que tem trazido muitos problemas para o nosso país, muita insegurança jurídica, porque o problema não é o ajuizamento dessas ações.
Porque a grande parte dela, 99% delas, são ações que mereciam ir para a lata do lixo. O problema é que chega na mão de alguns ministros supremos e eles dão prosseguimento àquilo. Então virou uma rotina. O parlamentar aí
que perde aqui no
voto tenta a sorte lá no sorteio, na distribuição do
Supremo Tribunal Federal. Um sorteio que muitas vezes acaba caindo no colo.
de um certo ministro ali, coincidentemente, em função deles darem prosseguimento dessas ações, isso acaba virando um ciclo vicioso, que é muito ruim. Então é um problema de quem está entrando com a ação, é um problema de quem está dando prosseguimento também dessas ações, mas eu acredito que o próprio presidente do STF...
o ministro Edson Fachin, precisa tomar alguma providência ali para dar uma organizada nessa bagunça, porque está uma bagunça. É algo que sem precedentes na história do Brasil, gente, porque vocês estão mudando todos os precedentes, interpretam a legislação de uma forma completamente esquizofrênica, maluca, dependendo de quem está na capa do processo, dependendo se é um político de direita que está sendo aí demandado por algum assunto.
na grande maioria das vezes, não tem nenhum motivo pro judiciário estar sendo demandado por causa disso. Eu espero que isso tenha um fim. Boa, Flávio, sempre é um acordo, né? Foi uma vitória, sem dúvida, né? Da oposição. Mas agora tem uma outra pauta. O Acolubre aqui acertou com a oposição, supostamente, encerrar a CPI do Master pela dosimetria. Queria saber o que você acha.
Não, isso não houve, isso
não aconteceu, essa
negociação. Tanto é que aqui, qualquer... O que precisa
para votar, para ler, fazer a leitura desse
requerimento de CPM do
Banco Master, é apenas haver a sessão congressual.
ontem houve sim um acordo para um item único, aliás,
hoje para um item único, que é a votação na dosimetria, porque é um assunto que está interditado ali, mas não tem, e vamos votar, vamos derrubar esse veto, se Deus quiser daqui a pouco, eu estou aqui com vocês, e o Paulo está cantando aqui no plenário, vendo a televisão, estava lá agora me divertindo um pouco, rebatendo essa esquerda odiosa.
É sempre um prazer vencer no debate à esquerda, mas não houve esse acordo, não tem esse acordo. Na próxima sessão congressual, isso vai voltar a ser pauta aí todos verão que nós aqui da direita não vamos negociar isso. A dosimetria é para diminuir as penas, né? Porque a pena até então era somada. Por exemplo, você tinha quatro anos aqui, mais quatro anos lá.
E agora vai diminuir a pena. Ela vai para quatro anos, depois a outra pode cair para um sexto. É mais ou menos isso que é a dosimetria. Você acha que vai passar? E aí o Bolsonaro... E o velho? Já aí. Diz que o velho precisa operar e não estão deixando ele operar. É isso mesmo? O velho, o Bolsonaro. Então sim, vamos lá.
Falando com relação ao meu pai, ele pediu ali pro cara lá autorizar ele a fazer uma cirurgia no ombro. Ele tá com muita dor no
ombro, precisa fazer uma cirurgia. Eu acredito que isso vai ser autorizado, a qualquer momento isso pode ser autorizado. Ele vai fazer cirurgia, que não
é uma cirurgia de urgência. Então, isso aí eu acho
que vai acontecer muito em breve. Agora, o Emílio,
a real é que esse pé da dosimetria
é o que o Alexandre de Moraes deixou.
que fosse construída aqui no Legislativo. O relator que foi escolhido aqui, o deputado Paulinho da Força, ele constantemente fazia as reuniões e sempre consultava o Alexandre de Moraes. Olha só que ponto encheu. Consultou o Alexandre de Moraes para saber o que podia e o que não podia ir nesse projeto de lei. E a gente tentando a todo momento fazer uma anistia ampla e geral irrestrita. Mas a realidade se impõe, nós não temos um número suficiente, principalmente de senadores.
para aprovar esse projeto da forma como merecia ser, de uma forma justa, e que zerasse a vida, devolvesse a normalidade para a vida de centenas de inocentes brasileiros que foram perseguidos por ocasião do Rio de Janeiro. Então, o que está sendo apreciado aqui é porque o Lula vetou, que nós aprovamos, uma votação muito elástica.
na hora de apreciar esse projeto, vai para o presidente da República, ele
vetou, e a gente aqui agora está trabalhando para derrubar desse veto. Eu acredito que o veto vai ser
derrubado, sim. E como foi dito aí também, vamos ver se não vão procurar de novo o
próprio Supremo Tribunal Federal, porque
perde no plenário e recorre para os amigos ali do outro lado da Praça dos Três Poderes. Eu espero
que isso não aconteça, mas há uma chance disso acontecer. E com relação ao velho, ô Emílio, para concluir...
Ele é um cara
tão diferente, um coração tão grande, que ele
sabe que
essa redação não vai colocar, não dá direito a ele fazer uma progressão de
regime, por exemplo. Mas 99% das
pessoas que foram perseguidas e condenadas...
nessa farsa do 8 de janeiro, elas vão poder ir para suas casas. Isso aí é o que está motivando ele. Ele está muito ansioso. Vou estar com ele daqui a pouco na parte da tarde. Espero já estar
lá com ele para dar um abraço, comemorar essa dupla vitória que o Brasil, se Deus quiser, vai ter daqui a pouco aqui no plenário também, com o derrubado do vento a 12 metrinha.
Mas agora nós queremos saber qual foi o papo. Temos as imagens aqui. Ô, pá, imagens aí. Nós temos as imagens aqui. Não vamos fazer a leitura. Nós vamos querer que você... Queria saber direto. Que você, diretamente, você vai dizer qual foi o papo. Qual a pauta. Neste momento, qual foi a pauta aí, ó. Jax Wagner. Jax Wagner. Isso, nesse momento você e o Jax Wagner. Fãs da votação. Isso. Jaquinho.
E tem muita gente dizendo aí, tem bastidor colocando a reação do Jax Wagner ali no momento do anúncio da rejeição como no mínimo estranha, porque ele sorri, ele abraça o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ele não estava satisfeito com a indicação do Messias, o
que acontece? O que está rolando aí, meu querido Flávio? Não,
a lei está...
Não, Emílio, a gente estava batendo um papo sobre a votação que ia acontecer, eu dizendo que tinha a convicção de que nós iríamos ganhar, que o governo ia perder
e tal. E eu acho que assim, eu sempre tive uma
relação boa com ele aqui, respeitosa. Eu sempre fui assim, converso com as pessoas que dão ali espaço para a gente trocar uma ideia e tentar construir alguma coisa em conjunto.
Ele é um cara que se não
fosse o Jax Wagner, o governo jamais estaria na condição que está, porque se hoje está ruim, sem
ele está bem pior. Eu quero dizer isso, que em função de ele ser o líder do governo, ele é uma pessoa que tem que reconhecer essa habilidade dele de conversar, dialogar e conversar e tentar construir pontes. Em função disso, ele ainda conseguiu
algumas vitórias para o
governo Lula. Mas agora...
Essa ele não conseguiu evitar, era inevitável, na verdade, por causa desse contexto que eu falei no começo aqui, de uma resposta ao Lula e uma parte do STF. E ele sabe que, a
partir de agora, a missão dele ficou impossível. O governo Lula
acabou.
depois dessa votação de ontem, eles simplesmente não têm, já não tinham uma base muito consolidada, agora então essa base se esfacelou completamente, eu tenho a convicção de que ele não vai conseguir mais fazer mal ao povo brasileiro, enviando aqui para o Congresso Nacional projetos que são ruins, como para aumentar impostos, ou para passar a mão na cabeça de bandida, para andar apenas para bandidos.
Senador, aproveitando para falar sobre projetos ruins, o governo conseguiu a aprovação dentro do Senado Federal de maneira unânime do PL da misoginia. Ontem, inclusive, o presidente da Câmara, o Gumota, anunciou a deputada Tabata Amaral do PSB de São Paulo como relatora desse projeto e ainda foi além. Prometeu que sua aprovação deverá vir agora já antes do recesso, ou seja, em junho.
Esse projeto, para aqueles que defendem a liberdade de expressão, ele pode ter consequências muito negativas e que até afastam algumas garantias e defesas das mulheres. Afinal de contas, muita gente vai temer as contratações, as repercussões penais que isso poderá dar num futuro.
A minha pergunta é, qual é a mobilização que o senhor, como uma das lideranças da oposição, está fazendo, se está fazendo contrária a esse projeto e mais? Muita gente colocou que o senhor não teria se prontamente, sido ativamente contra esse projeto por questões relativas ao voto feminino e à rejeição que isso gera. Como que o senhor encara tudo isso?
Ô, Jess, a realidade é a seguinte, esse é um projeto que não defende as mulheres.
que eu vim aqui, a gente tentou aprovar uma emenda do senador Carlos Portinho para tirar essa parte de ataque à liberdade de expressão nas redes sociais. Só que aqui, como é que funciona o regimento da casa? Se você faz uma
votação nominal de um projeto, para você fazer uma nova votação nominal, tem que passar pelo
menos uma hora. Então, o que o governo fez aqui? Pediu a votação.
nesse projeto principalmente, depois a gente não conseguiu aprovar a emenda do Carlos Portim e
a gente tem a convicção de que lá na Câmara esse projeto vai ter a sua redação melhorada e se Deus quiser alguma obstrução para que ele sequer seja pautado, Jess eu sou a favor de qualquer
projeto que defenda as mulheres a gente não pode ignorar
que as mulheres são sim, em função de serem mulheres aí, muitas vezes atacadas, desrespeitadas, assediadas, seja nas redes sociais ou pessoalmente. Essa é uma dor, um sofrimento que a gente não pode ignorar, porque ele
de fato existe. E eu vou estar sempre votando a favor de projetos que
vão na linha de proteção da mulher. E na prática também, como fez o presidente Bolsonaro. Se tivesse o
Guinness Book aqui no Brasil
que pudesse marcar, registrar...
maior operação que já existiu na história do governo federal, de cumprimento de mandados de prisão de agressores de mulheres, foi durante o governo do presidente Bolsonaro, onde milhares foram presos em poucas horas pelo fato de terem agredido mulheres. Então a gente faz a nossa parte, não apenas da boca para fora.
É, o Lula tá bravo, hein? Tá. Por quê? O Lula tá bravo. Não gostou. Não gostou, lógico. Mas diz que muita gente pulou do cabelo. Já pediu a erosoneração imediata. De quem? Dos cargos de convidado. Carreta Furacão. Carreta Furacão, é. Os caras ligados ao Columbre e tal. Quem foi o traíra do Lula? Quem foi o traíra do Lula? Hein, Flávio? Você que sabe. Você sabe.
Você sabe. Você sabe. A gente desconfia. Eu sim. A gente desconfia. Você tem as informações. Olha pra gente.
O votinho secreto ali é difícil de falar como é,
que cravar como é que cada um votou,
mas, obviamente, para chegar ao número de 42,
gente que estava
votando com o governo votou diferente. Eu acho que
pesou o seguinte ali, ontem até, Emílio, eu cheguei a falar que não tinha feito articulação e
tal, mas por causa daquele momento eu não gosto de ficar
tripudiando em cima...
da pessoa que acabou de sofrer uma derrota, que obviamente é muito vergonhosa para ele. Então,
naquele momento, eu preferi falar que apenas tinha pedido o voto contrário. Mas, na verdade, houve
sim uma grande articulação que eu participei, especial na terça-feira de manhã. Nós fizemos uma reunião no nosso
bloco parlamentar aqui, que vai além apenas do PEG.
E eu expressei ali isso
tudo que nós falamos aqui, o momento que exigiu uma resposta do Senado, para o governo federal, para esses poucos ali no Supremo também,
e que isso seria, sim, algo muito importante para o futuro do país, porque ia ser o
terceiro amigo do Lula que ele ia tentar colocar ali no Supremo, que a gente estava vendo como é que as decisões são tomadas aqui por parte do Supremo Tribunal Federal, em função de quem está na capa do processo, tenho certeza ali que por influência de quem indicou.
essas pessoas nesse atual governo. E a gente ia estar apenas reforçando todo esse clima que existe hoje de ativismo prejudicial e de perseguição, porque era mais um amigo do Lula e que tem historicamente relação ideológica com a esquerda e
com o PT. Então, em função
disso, e também da expectativa que já havia, não há uma promessa com
relação a isso, amigo, mas há ali um...
um sentimento de que o presidente do
Congresso, Tavio
Columbre, pode
ser que paute apenas após as eleições.
essa questão de um novo indicado para o Supremo Tribunal Federal nessa vaga, que era do Barroso, nessa vaga nem era do governo Lula, ele antecipou a saída dele para que
o Lula pudesse indicar, então essa vaga não
era de direito dele. E
essa expectativa de mudanças do governo pode ter motivado, já que eu sou uma pessoa que transito bem aqui no plenário do Senado, no plenário da Câmara, as pessoas me conhecem aqui na política e sabem que uma indicação minha, porventura, lá na frente, se fosse com a vontade de Deus, jamais ia ser na linha de colocar alguém lá.
que promovesse perseguição política aos adversários. Então,
isso tudo pode ter pesado. E vamos ver se o Davi, se é que o presidente Lula vai enviar para
o Senado Federal um
novo nome. E, em caso de
indicando, o
Davi tem duas opções. Ou ele não aprecia...
Ou ele apenas vai apreciar esse nome após as eleições, ou no ano que vem apenas se o atual governo for derrotado, como acredito que será. Porque a única certeza que eu tenho é que o presidente Lula não será mais o presidente do Brasil a partir de 2027.
Eu só vou fazer um break agora pra rede de rádio. Muito obrigado pela sua audiência. Muita gente acompanhando. Flávio Bolsonaro tá aqui ao vivo com a gente. Tá lá em Brasília. Daqui a pouquinho vai ter outra votação. Ele tá disponibilizando o tempo dele pra bater um papo com a audiência do Pânico. Que nesse momento é muito grande em todo o Brasil. Vou fazer um break rapidinho pra rede de rádio. Pra você que tá acompanhando nas plataformas, a gente continua. Vai lá, Reginaldo.
Boa. Aproveitando esse momento de celebração, esse sorriso no canto do seu rosto, Flávio, eu percebo que agora a gente pode fazer uma pergunta direta pra você. Você esteve recente agora com o Romeu Zema e falou... Será? E ao mesmo tempo... Será que o Romeu Zema vai ser seu... Ele quer montar a chapa. Vamos montar a chapa, porque agora é o momento que você saiu de um churrasco, comemorou a composição. Você pode abrir o coração aqui no programa. Essa é a minha pergunta. É Romeu Zema ou Tereza Cristina? Interrogação na tela. No pique.
Não posso falar agora. Muito bem. Jess, tem pergunta, Jess? Não, tudo bem. Você não pode falar qual dos dois é, mas o nome de Romeu Zema está sendo seriamente considerável. Teve gente que falou que ele está radicalizando. Você vê isso como um problema? Ou você acha que a postura dele ativa, até mesmo nesse caso aí do ministro Dilmar Mendes, na verdade é positiva e saudável para a democracia?
Na verdade, o que o Zema está fazendo é que a gente já faz
há quatro, cinco anos, denunciar os
excessos do Supremo Tribunal Federal. Que bom que esse ano ele também está ali atuando de uma forma
mais incisiva. Eu acho que esse é um sentimento geral.
dos brasileiros que não concordam com perseguição, que querem buscar o judiciário quando se sentirem injustiçados e ter a certeza que aquele juiz vai ser um juiz imparcial,
que vai julgar a causa, não vai colocar nenhum outro fator não republicano na hora de tomar a sua decisão e, com isso, fazer justiça de verdade. Então, o Zema
está nessa linha e ele é um pré-candidato, está colocado o nome dele, ele está dizendo para todo mundo,
Jesse, que ele vai manter isso aí
até o final.
A gente está apenas conversando, eu tenho a convicção que todos nós, no final das contas, temos o mesmo objetivo,
que é mudar o Brasil.
E eu tenho a certeza, mais uma vez, que independente de ser no primeiro ou no segundo turno, a gente vai
estar junto, porque hoje essa eleição é completamente diferente da de 2022. Na de 2022 o Bolsonaro estava lá sozinho, sendo atacado por todo mundo. E nessa agora está o Lula sozinho, ele será atacado por todo mundo com verdade, diferente do que ele
fazia lá atrás com mentiras.
contra nós e com a ajudinha, claro, de parte do Tribunal Superior Eleitoral que desequilibrou a disputa em 2022. Esse é mais um fator diferente esse ano. Não haverá...
esse desequilíbrio, porque hoje nós temos um TSE composto por pessoas imparciais, de verdade, que não vão promover perseguição política a lado nenhum. Então, a expectativa é muito positiva e é questão de vista, a gente tem que pesar. Eu, de verdade, tenho pra mim que é importante ter uma mulher experiente, competente, com visibilidade e que vá complementar algo à nossa chapa. Então, isso que vai ser o fator decisivo, Jesse. Não vai ser o nome apenas da pessoa. A gente tem que medir ali se vai agregar ou não a esse nosso projeto de Brasil.
Agradeço as suas palavras, Flávio, independente do que acontecer, estamos juntos aqui para o bem do nosso Brasil. Agora eu quero saber de você, porque a gente sabe que nas Minas Gerais eu paguei todos os servidores.
E eu quero saber de você o plano, o plano do Flávio Bolsonaro, porque eu vou fazer privatizações, sim. Seus planos aí, além de tudo isso que a gente já sabe sobre o judiciário e tudo mais, e a democracia do nosso país. Quais os seus planos?
Olha, a gente tem que arrumar essa economia para começar, as despesas têm
que caber dentro das receitas, como funciona na nossa casa,
né? Se você começar a gastar mais do que o que você ganha, você começa a entrar em dívidas, chega no momento que a dívida fica impagável, você vai perdendo tudo na sua vida, imóveis, bens, e é uma área movediça, né? Só para você ter uma ideia, agora
em março, dados de março,
A dívida líquida do Brasil cresceu R$ 222 bilhões só em março. Isso significa que a dívida líquida do Brasil cresceu R$ 7,2 bilhões por dia. Isso é uma insanidade,
é uma velocidade. Isso é uma ruína fiscal tão acelerada que o Brasil vai ter que fazer alguma coisa aqui para poder chegar até 2027.
Então a gente vai precisar fazer um governo sim de austeridade, cortar muitos gastos. O Brasil tem aí mais de um trilhão de reais em imóveis. A gente precisa ter um mecanismo de agilidade de vender esses imóveis. A União pode se desfazer de muitas ações que ela possui na Bolsa de Valores.
ações de empresas privadas que podem ser vendidas, a chamada desestatização do governo, e são recursos
que podem entrar também para esse caixa. A gente tem uma proposta que daqui a pouco vai estar mais clara para o público, em especial usando tecnologia, inteligência artificial, que a gente vai ter uma governança tecnológica.
que vai ser um acompanhamento imediato de todos os gastos públicos. Isso vai permitir uma fiscalização muito melhor, muito mais ativa. A gente vai conseguir economizar algumas dezenas de bilhões de reais com isso. E esse
dinheiro vai ser usado uma parte, sim, para poder pagar.
uma parte dos nossos juros, uma parte tem que ser usada para infraestrutura, projetos que vão ficar para as próximas gerações. E essa vai ser uma marca do meu governo, vocês vão ver. Eu não vou estar preocupado com a próxima eleição, até porque eu assinei uma PEC e vou cumprir, de acabar com a possibilidade de reeleição. E uma outra parte desse recurso que nós arrecadarmos, a gente vai poder usar para o social, para poder cuidar das pessoas que precisam, porque o brasileiro está passando muita dificuldade, a gente tem que cuidar de quem precisa e também dar uma alternativa para aqueles que ali tenham condições.
conseguir caminhar com as próprias pernas, ter um emprego que pague melhor e
levar dignidade para as suas casas. Muito bem. Temos a manifestação de Dilma. Opa! Dilma, Dilma está aqui, tem essa manifestação da Dilma a respeito da votação de ontem,
Flávio. O que é isso? Não sei se você está recebendo aí a nossa querida Dilma. Uma salva de palmas para ela também participando desse
programa.
Pois não, pois não, meu querido. Fala, Flávio, tudo bem? Pergunta sobre tretas e divisões. Agora, com a vitória de ontem, a possível vitória de hoje, você acha que, de uma forma unânime, a oposição vai votar junto daqui pra frente e as tretas, principalmente das redes sociais, vão terminar? Como é que, na sua opinião, vai ficar isso aí? E quem ganhou o jogo de hoje no churrasco?
Bom, pra começar, quem ganhou o jogo, obviamente, foi o meu time. Deixei três gols marcados ali,
registrados. Obviamente, ali o pessoal, na hora de chegar perto de
mim pra tomar a bola, tomava um
certo cuidado. Mesmo assim, o time oposto vinha, dava topozinho no calcanhar, cotovelada, tentava jogar sujo, mas a gente jogou limpo. Um time muito bom conseguiu vencer, e assim que a gente vai fazer com o Brasil também. E com relação a
essa treta na direita...
Gente, uma coisa a gente tem que
deixar muito clara. Nós aqui somos... A direita tem seres pensantes de verdade, pessoas que pensam diferente. E no fim das contas, todo mundo quer a mesma coisa. Todo mundo quer mudar o nosso país. Eu faço a seguinte analogia,
cara. Você vai... Já que estamos falando de futebol, né? Você vai pra dentro do vestiário, cara. A gente, pô...
Troca ideia ali, se xinga, fala mais alto com um, com o outro. Depois a gente se abraça, vai pro campo pra ganhar.
A diferença é que o que está acontecendo agora parece que tem uma transmissão ao vivo de dentro do bestiário. A gente acaba expondo essas conversas de uma forma pública, o que muitas vezes não é inteligente. Mas a gente tem que respeitar quem pensa diferente. Estou respeitando o tempo de todo mundo. Eu já quero agradecer o PL Mulher que está fazendo postagens.
falando já da nossa
caminhada, falando de Flávio
Bolsonaro. E assim que vai acontecendo, de uma forma natural, sem impor nada a ninguém. Porque, mais uma vez, está todo mundo querendo a mesma coisa e todos têm a consciência que o único caminho que tem é pela minha pré-candidatura, que está colocada e, graças a Deus, consolidada e crescendo a cada dia.
Senador, o Alexandre de Moraes recentemente determinou a abertura de uma investigação contra o senhor por uma suposta calúnia contra o Lula. E muitos eleitores seus temem uma inelegibilidade. O que você tem para falar sobre isso? Tem essa possibilidade?
Não, não tem essa possibilidade
de ineligibilidade, porque esse é um processo que,
em tese, ele demora
um pouco. Ali no seu mérito não teve nenhuma agressão ao Lula, eu só falei
que ele ia ser delatado lá pelo Nicolás Maduro, o ditador da Venezuela que foi preso.
porque responde a processo nos Estados Unidos, estava ali oprimindo o seu povo na Venezuela, mais de 8 milhões de venezuelanos deixaram o país para fugir da miséria,
da fome, da perseguição. Então eu fiz apenas um post falando isso, dizendo que o Foro de São Paulo, que pratica mesmo, é um grupo político na América Latina e
América Central, que se
une, os governos se unem para se ajudarem, cometem uma série de crimes, desvios de dinheiro, enfim, uma série
de atrocidades, ele resolveu.
e processar por calúnia, que não
existiu. Agora, vamos lá, sendo muito, muito franco, eu percebo que há sim
um movimento de alguns ministros do Supremo, em especial da primeira turma do Supremo, para, de alguma forma, deixar ali...
essa espada apontada para a cabeça de alguns, porque eles
estão vendo que a gente vai vencer essas
eleições, eles estão vendo que no TSE não vão conseguir nos sacanear, como nos sacanearam em 2022, e eles estão tentando, de alguma forma, criar ali um mecanismo para que o Lula...
possa usar esse atalho para não passar pelo TCE, usar ali a primeira turma do STF para nas questões criminais tentarem me atingir de alguma forma, tentarem me censurar de alguma forma ou causar algum prejuízo para a minha campanha. Isso é um movimento que eu lamento muito, eu espero de verdade que o presidente do STF, o ministro Edson Fachin, faça alguma coisa para controlar essa casa, para evitar esses desvios.
de interpretações, essas ilegalidades, burlando a lei, burlando a Constituição, burlando o regimento interno do STF, para tentar mais uma vez interferir nas eleições. Quem escolhe o presidente
do Brasil é o povo, é você que está me assistindo. Não pode ser um ministro aqui numa canetada do STF, ninguém vai aturar mais isso. Então acho que o ambiente político no Brasil está mudando, não há mais espaço para esse tipo de gol de mão.
E eu espero de verdade que essa minha previsão não se concretize. O Gilmar aqui, o Gilmar Mendes aqui no X. O Senado Federal exerceu com a soberania que lhe é própria a sua prerrogativa constitucional de sabatinar e deliberar sobre nomes indicados ao STF. Missão centenária que deve ser pautada pelo interesse público e pelos requisitos do cargo. A decisão do Senado deve ser respeitada. Pronto, acabou. Olha aqui, o Gilmar Mendes aqui no X.
É isso. O que você achou? O que você achou? A página é a página virada. Sim, mas a eleição vem aí. O que você achou da faixa lá que os caras colocaram? Me parece que a polícia foi na casa do cara para tirar a faixa. Isso também foi
muito comentado, né, Flávio? Oi, Mílio.
Em primeiro lugar,
você vê, né?
Como é que o Lula
sabe que
essa vasta era pra ele? Exato.
Não tinha escrito o nome dele? Porque no subconsciente ele sabe o que ele fez, ele sabe o que o governo dele continua fazendo, e obviamente é mais um abuso de autoridade, é inadmissível, assim, a rechega a ser
revoltante no que é que transformaram uma parte da Polícia Federal.
Essa instituição que tem que ser sempre respeitada, enaltecida, que tem um trabalho histórico, histórico, de coisas boas que fez para o nosso Brasil, investigando criminosos de verdade, mas nesse atual governo, esse grupo especial do Lula que existe na Polícia Federal, ele é utilizado para perseguir adversários políticos aqui no Brasil, lá nos Estados Unidos, como fizeram com a Camagem, lá na Itália, como fizeram com a Carla Zandelli. Isso vai acabar.
Podem ter certeza que isso vai acabar e todos esses policiais federais que estão se prestando esse papel ilegal, eles
vão ter que responder dentro da lei em algum momento ou eles acham que eles vão ficar para sempre aí fazendo essas atrocidades, perseguindo pessoas, desgraçando a vida de tantos brasileiros de
forma impune. Isso
não vai acontecer. Com certeza, em algum momento, a gente vai poder resgatar a credibilidade, a de honra da nossa Polícia Federal.
Senador, um outro ponto dentro dessas questões de caluno de informação é que o PT agora, todo dia, o deputado federal Rogério Correia até fez uma postagem sobre isso, tem tentado atrelar a imagem do caso Master a Bolsonaro e até especificamente fizeram uma postagem que atrelava o senhor.
a essa situação do caso do Banco Master. Eu queria saber quais medidas o senhor está tomando em relação a isso, e eu vou além. A delação de Daniel Vorcário, Zé, Teo e os demais envolvidos dizem que vai abalar a República. Qual é a sua expectativa e como o senhor imagina que isso impactará a eleição
de 2026? Olha, Jess, a primeira coisa que eu organizei na minha pré-campanha foi um time jurídico.
que tem tido bastante trabalho, porque a esquerda a
todo momento se organiza
para criar conteúdos falsos, mentirosos, criminosos, inventam, distorcem tudo. E não tem surtido
muito efeito na prática, porque eu acho que o povo vai conhecendo que o que vem dessa galera aí não presta e não tem nenhuma credibilidade. Mas a gente tem ajuizado várias ações.
Com relação ao Banco Master, já há pelo menos duas decisões judiciais favoráveis a mim, dizendo que eu não tenho absolutamente nada a ver com o Banco Master, que isso é uma fake news, uma mentira, está escrito assim nessas decisões. E hoje, assim, a gente pretende ir rebatendo, infelizmente não é na velocidade.
que eu gostaria, mas assim, Banco Marques é o seguinte, né, querem a todo momento vincular a gente a algo que a gente não tem nenhum envolvimento. É até difícil você falar como é que você se defende de alguma coisa que você não fez, né, como é que você prova alguma
coisa que você não fez. O que a gente está trabalhando é esclarecendo a população, porque quem fez reunião secreta fora da agenda com ele foi o Lula.
com o Daniel Vorcaro. Foi o Lula junto com o Galípolo, junto com o Rui Costa. A gente olha lá para a Bahia, onde começou toda essa fraude ao sistema financeiro. Começou na Bahia, ali os ativos começam a ser potencializados de uma forma fora da lei. Ali que há aquela questão do banco que vendia o mercado popular.
que era público e o PT privatizou para um amigo dele, Augusto Lima, e ali começa o V0 para que esses recursos pudessem começar a ser multiplicados de uma forma assim, vezes 100, vezes 1 mil, vezes 1 milhão, um rendimento assim que nenhum brasileiro nunca viu na história do nosso país. Então, assim, o que já apareceu até agora do Banco Master apenas aponta para o governo Lula.
Ele que fazia as culações, ele que tentou ajudar de alguma forma, usando seus ministros, chamando fora da agenda esses atores. O que está mostrando ali, o que mostrou o Banco Master, foi também o ministro Alexandre de Moraes usando a esposa ali para, enfim, um contrato de 129 milhões de reais. Sim.
que não para de ter
o contrato, não tem prestação de serviços, obviamente, feitas que justifiquem
esse valor. Muitas vezes, o próprio ministro atuando como advogado. É isso que as investigações estão mostrando, portanto, absolutamente nada a ver com o presidente Bolsonaro. Agora, Emílio, eles tentam também nos vincular na questão do INSS. Mais uma vez, não tem nada a ver. Dos velhinhos,
né? Dos velhinhos.
Pois é, qualquer brasileiro que olha para aquela foto vergonhosa dos deputados do PT, da esquerda, comemorando o fim
da CPI, se eles
estão comemorando o fim da CPI, que em tese me pegaria, eles estariam comemorando? Não,
eles estão preocupados com quem? Com o filho do Lula. Esse sim que é suspeito.
de ter ali recebido uma mesa adidinha de 300, mensalinho de 300 mil reais por mês, chegando a 25 milhões de reais. Assim, qualquer brasileiro com dois meninos entende que é questão do INSS, do roubo dos velhinhos, dos aposentados do INSS.
Não tem pena em cabeça a gente se acusar de ter feito isso no governo Bolsonaro. Quer dizer, vai ser o Bolsonaro fez um esquema de corrupção para beneficiar o irmão do Lula, o Frei Chico, que era o diretor, que participava da direção de um dos sindicatos ali, envolvidos no roubo, no desconto dos aposentados nos seus contra-cheques de forma ilegal.
Então assim, não tem, não dá liga, não para de pé. Mas eles vivem disso, de mentiras, de narrativas, e é o que cabe a gente com a verdade vir aqui de fazer tudo isso. Pegando essa carona aí do Banco Master, Flávio, pelo que eu consigo observar, parece que o PT e todo mundo vai colar em você essa pecha do INSS, do Banco Master, que você é o candidato do Sistema e também da Faria Lima.
Como é que você vai... Como é que você enxerga essa estratégia do PT?
Olha, eu não sou o candidato da corrupção do governo deles. Eles estão numa lama sem fim e querem puxar todo mundo pra dentro da lama.
Isso não vai acontecer. Eu sou filho do Jair Messias Bolsonaro, não sou filho do Lula, pra me confundir com o
corrupto, né? Sim. Ô Flávio, você sabe que o Valdemar da Costa Neto sentou aqui nessa cadeira recente e ele foi pros Estados Unidos conversar com o seu irmão, o Eduardo. E teve, me parece, um ruído do Carlos Bolsonaro, que também é seu irmão, que falou, me ajuda, te ajudava, Valdemar.
O que é essa relação e qual é o papel do Eduardo Bolsonaro para você?
Olha, o Eduardo Bolsonaro só está fora do país, né? Porque ele é mais um perseguido político. A vontade dele
era estar aqui. Alguém que certamente teria grandes chances aí de se eleger senador da República pelo Estado de São Paulo. Alguém que faz um trabalho brilhante. Alguém que abriu mão da própria carreira, da própria vida. Que foi pra lá com a família e está longe de parte da família. Alguém que em algum momento ainda vai ser reconhecido, sim, como um grande herói. Porque ele está de lá lutando pela liberdade aqui do nosso povo brasileiro. Em qualquer ditadura.
Quando você não tem mais a quem recorrer dentro do seu país, a ditadura está estabelecida, você só pode se socorrer a mecanismos internacionais, de direitos humanos, as organizações internacionais que prezam pela democracia. Isso que ele foi fazer lá, denunciar o mundo.
que está acontecendo no Brasil, está sendo muito
bem sucedido nesse aspecto. E agora,
com relação ao Valdemar, meu presidente Valdemar é uma pessoa que a gente respeita demais. Já pedi para ele dar um pouquinho menos de entrevista, porque a
gente acaba com a entrevista dele, a gente tem que ficar ali, indo para cá e apagar alguns incêndios, mas é uma pessoa bem intencionada, um coração de Dante, um cara que tem palavra.
enfim, ele ali toma algumas decisões da cabeça dele onde ele tem liberdade pra atuar como presidente nacional do nosso partido eu sempre peço pra ele pra antes de anunciar alguma coisa, conversar com a gente ele tem feito isso, mas em algumas situações eu também sou pego de surpresa pelo que ele fala em entrevistas só que mais uma vez, é um cara que tem sido muito
correto com a gente e mais uma vez, qualquer crítica a ele ou críticas dele a alguma pessoa ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou
ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou
ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou
ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou
ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou
pode ter certeza que as características são sempre no sentido de ganhar, de acertar e de conseguir o melhor para o nosso país.
Jess. Senador, mas você também não vê, porque, por exemplo, o presidente Valdemar da Costa Neto aqui chegou até a falar sobre a situação ali de Aécio Neves, de que teria sido injustiçado por aquela gravação, que ele está merecendo o espaço que ele está tendo agora retomado. Você não vê também que existe uma configuração dentro do sistema político que até prejudicou bastante.
Ali, o seu próprio pai enquanto presidente, que muitas vezes impede que o Brasil deixe essa página para trás, que é de um centrão que domina o jogo, faz o jogo como quer, e aí, querendo ou não, os mesmos problemas do passado voltam ao presente e dominam Brasília. Eu estive em Brasília há pouco tempo, no aeroporto encontrei com o Zé Dirceu, no Congresso encontrei com a Aécio Neves e Beto Richa, encontrei com o Eduardo Cunha, são tantas...
Figuras que lá atrás foram condenadas ou até mesmo, claro, tiveram seus processos revogados depois, anulados muitas vezes, mas que foram alvos de denúncia de corrupção e continuam poderosos. Esse não é o verdadeiro problema do Brasil na sua leitura? Boa.
Eu acho que eles não têm mais esse poder todo que você
está achando, não. São pessoas que têm as suas histórias políticas, para o bem ou para o mal. Algumas já pagaram pelo que fizeram. Eu sempre falo o seguinte, Jesse, quem tem que tomar essa decisão é o povo na hora de votar. Se tem gente votando nas pessoas que você acha que não mereciam estar aqui em Brasília...
Tem algum motivo, né? O próprio Lula
gosta de se
vangoiar e falar que quando investe em educação as pessoas ficam mais instruídas, mais inteligentes, elas deixam de votar no PT. E aí nos últimos 23 anos, 17 foram governados pelo PT. Ou seja, o resultado é esse aí. É um povo menos instruído, um povo muito dependente ainda de programas sociais do governo, que são essas pessoas
que precisam ser ajudadas.
Porque estão nessa situação ali, muito em função desse não investimento em educação ou do investimento muito ruim na educação. Você
pega aí o
ensino fundamental, o ensino médio, os nossos jovens estão saindo de lá mais militantes do que preparados para a vida. É uma coisa que eu pretendo
mudar, investir pesado.
no ensino fundamental, redirecionar esse recurso do orçamento ali para a primeira infância, de zero a três anos, com creche para as mães que precisam deixar os seus filhos para ir trabalhar, mas que nessas creches recebam os estímulos neurológicos ali que vão refletir um desenvolvimento muito mais saudável e produtivo dessas crianças, oferecer aos nossos jovens que estão fazendo ensino médio, por exemplo.
ensinos de tecnologia, inteligência artificial, para que concluam o ensino técnico profissionalizante e já saiam empregados, uma parceria com empresas, ou seja, as empresas fazendo esse
meio de campo com educação pública e dizendo quais são as suas necessidades para que nós possamos...
mais jovens para que eles possam ir para o mercado de trabalho para receber uma salada decente de 5, 6, 10, 12 mil reais e não concluir agora o ensino médio, como tem acontecido, e não conseguir um espaço de mercado de
trabalho ou até muita gente formada
no ensino superior.
E mais uma vez também, mal formada porque a instrução é
ruim, das universidades públicas principalmente, e não conseguem um lugar no mercado de trabalho, acabam precisando de ver ali de bolsas de pesquisa dentro das universidades e bolsas que, para nós, em grande parte das vezes, não são dinheiro público que é usado para que pesquisas sejam feitas para algo que não interessa para o país.
Então, isso tudo precisa mudar, mas precisamos ter na cadeira de presidente alguém que pense dessa forma que eu estou falando e também senadores e deputados aqui no Congresso que ajudem a consertar o orçamento, a legislação, para que a gente possa, de fato, pegar os próximos cinco anos e evoluir como se tivéssemos passados 50 anos. Ou seja, 50 anos em cinco de desenvolvimento do Brasil. E para concluir, eu acho que esse ano é o fim do ciclo do PT.
O Lula não deixou nenhuma liderança aí que possa fazer sombra ao alcance dele, ao espaço político que ele ainda possui no Brasil hoje, diferente de nós aqui da direita. Então a seleção de 26 vai dizer muito sobre isso. Esse é o fim do ciclo do PT e eu tenho a convicção que a partir de 2027 isso vai ser muito fácil de acabar com essa popularização. Eu acredito de verdade nisso, porque vai acabar essa história de PT. Da minha parte, eu quero olhar pra frente, eu não quero ficar falando de Lula. Óbvio que...
tudo que ele está fazendo de deterioração da máquina pública, isso vai precisar ser exposto mas eu não vou perder o meu tempo com essa guerra de discussão de discussão e narrativa, eu vou querer resolver os problemas do Brasil de verdade e é o que eu pretendo
fazer é isso aí, tem muito problema pra gente resolver o que a gente torce aqui, Flávio e quem está ouvindo o pânico
principalmente nesse ano agora, é que a gente possa ter liberdade para discutir os problemas, para debater os problemas, para que não haja perseguição, para a gente poder realmente, fala-se tanto em democracia, e você sabe que o principal democracia é você ter a oposição, a posição poder se colocar, a situação poder se colocar e o povo poder decidir, porque é ele que no final vai escolher os caras na eleição.
É isso aí, é tão simples. Oi? Ninguém aguenta mais tanta briga, a real é essa. Ninguém aguenta mais tanta briga, eu também não. É
por isso que eu falo que eu
posso acabar com essa polarização, porque quando um não quer, dois não brigam.
E pra me tirar do sério é difícil, pra me irritar é difícil. Eu não fujo de briga não, eu sou firme quando precisa ser firme, como agora tava acontecendo no plenário. Desci lá só pra dar um abraço na galera, receber os parabéns dos meus amigos parlamentares. E a esquerda subindo ali na tribuna, me atacando a todo momento. Eu pego o microfone e devolvo muito amor pra eles. E jogo na cara deles algumas verdades também. Então eu de verdade vou querer pacificar esse país.
Flávio, manda um abraço lá pro velho do pânico. O velho lá, fala que a gente tá com saudade. Tomara que ele volte aqui um dia pra gente fazer uma entrevista. Fizeram tanta entrevista bacana com o velho. E a gente quer que ele tenha saúde. Que ele não passe por essa dificuldade. Que a gente sabe que ele tá passando por muita dificuldade. Obrigado, viu? É aniversário do Flávio hoje. Ah, é seu aniversário? É, eu falei pra mim. Que homenagem. Ah, é? Então, happy birthday to you. Happy birthday to you. Dilma Rousseff. Happy birthday.
É a nossa homenagem aí pra você. É a homenagem pra você, Flávio. Eu venho pra casa pra nós comer um bolinho aí. Vem pra casa. Obrigado, viu, Flávio. Obrigado. Obrigado vocês, Etá. Vou mandar um abraço pra eles, sim. Obrigado aí pelo carinho. Espero ter contribuído aí com as dúvidas de vocês. Um abraço e com Deus. Valeu. Valeu. Direto de Brasil, então. Flávio Bolsonaro, Jazz. Obrigado. Põe aí a rede da Jazz.
A honra é minha, sempre um prazer. Obrigado você ter vindo, Jess. Jess Peixoto nas redes sociais pra você seguir e agora vamos falar daqui a pouquinho, daqui a pouquinho ele vai estar aqui, Deto Costa conversando com a gente, sim, contando histórias da televisão e agora vamos falar do Magnésio 5.0 o Magnésio que é o maior sucesso do Brasil e você sabe que esse Magnésio é aquele que tem procedência porque é feito pela Lirus, é o melhor do mercado, é isso.
É isso mesmo, Emílio. O recado é muito claro para as pessoas que vivem reclamando de dores. Muita sequência de medicamento. A pessoa tem enxaqueca, aquela enxaqueca incapacitante, que dificulta a pessoa de fazer uma leitura, de trabalhar. É a chamada enxaqueca que não vai embora. Você toma o remédio, melhora. Mas daqui a uns dias está doendo de novo. Aí você fica dependendo de remédio toda hora.
Se você vive reclamando de dores musculares, dói as pernas, dói as costas, dói o ombro, vai levantar o braço, tá doendo o ombro, faça uma experiência. Show. Utilize esse suplemento. Agora tem uma pergunta que todo mundo tá reparando, que é o inchaço. Por que que melhora o inchaço com o magnésio? Direto e reto.
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inflamações vão embora e nós não podemos deixar de falar pra fechar com chave de ouro, Emílio a questão do sono, a ansiedade tá atrapalhando as pessoas de dormir bem a pessoa tem que tomar remédio pra dormir, e muitas vezes remédio de tarja preta
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O homem por trás, no bom sentido, de vários grandes comunicadores. Criativo, ousado e muito capaz. São mais de 60 anos de glórias e relação.
Fazia uma dupla de muito sucesso na época, aluno do Gereotrope. E ele me sustentava, eu não tinha dinheiro. Se você for embora, ninguém vai chorar de você. Insista, eu
sustento você. E ele morreu. E morreu. Muitos aplausos para o grande
Dato Costa. Está aqui, ó, esta lenda da televisão brasileira. Exatamente, que honra. Um dos caras mais respeitados da televisão brasileira, lançando
o seu
livro. Vejam só.
60 anos de TV Isso não é brincadeira não São 60 anos que esse cara está criando Porque a televisão Não sei se você sabe, mas não é Quem está aqui protagonizando Nós somos os caras que estão na frente das telas Mas quem realmente faz São os produtores São as pessoas que tem As ideias que trazem E o Deto é um exemplo vivo disso
Sempre pergunto qual é o segredo da ideia? A agonia. Você tem que dormir agoniado. Exatamente. Pode estar desempregado. Esse livro foram seis anos. Tive mais cuidado de colocar as coisas
que não pode
colocar do
que as que podiam. Eu colocava uma coisa e minha mulher,
a Silvia, isso não vai dar rolo.
Sério? Tem coisas aqui Aí vem outra, vem aquele e falou Não dê nome de artistas Um famoso artista da Globo Protagonizou uma cena terrível lá no Silvio Sá Não deu o nome E outra coisa, não bote fotos
Porque você bota uma foto de São Paulo de 1940
Aparece o
neto. Essa foto foi meu avô que tirou. Entendi. Você pagou por direitos autorais pra ele? Aí você pagou? Se ele tá perguntando aqui, não.
Entendeu? Então cuidado
com fotos. E só histórias que o cara... Você
quando morrer tem que deixar saudade, não alívio. Boa frase.
Então é isso. Aí eu tô
nisso há 60 anos. Esse livro
levou 6
anos.
Porque não existe aquela ideia de você chegar numa ilha, aí senta, escreve, daí não tem nada. A gente passa um
pescador lá do outro lado, um tatu, não sei lá o quê. Então você tem que pensar, escrever,
reescrever, diminuir, porque você tem que pensar
que a pessoa não tem paciência. Exato. Não quer
ler muito. Uma história não pode ser longa. Tudo tem que ser curto.
E o senhor acha que a televisão hoje em dia está assim também? Por conta das redes sociais, a gente vê aquele lance de passar vídeo toda hora, todo momento. Como que o senhor enxerga o rumo da televisão assim? O senhor acabou de falar, o pessoal está sem paciência.
A televisão, quando surgiu, já existia rádio. Era uma coisa que é bom. Muitas vezes, caras que são atores de rádio, fazem humor. Pum, tinha cinema. Quando
a televisão surgiu, tinha tudo. Ela é uma onça que gosta de filé nenhum. Onde está, ela pega a internet e vai ser engolida pela televisão.
Porque a internet não é um inimigo. É um fazedor de pautas. O Emílio sabe isso maravilhosamente bem. Deu um show com esse negócio de pânico aí. Porque não acaba. O cara quando acha que vai acabar, diz assim, nos Estados Unidos tem televisão? Tem. Então aqui vai continuar. Na Inglaterra tem?
Então aqui vai continuar. Na China tem? Tem. Não é um inimigo. Está lançando pessoas, lança artistas conhecidos. Verdade. E a televisão usa. E eles também
pegam. Tudo é um rolo só.
A internet é a maior... É uma das coisas mais benefícios que trouxe para a televisão. Lançando
pessoas, você ia trazer de cinema. Quando a televisão surgiu, tinha tudo. Só não tinha
fanelinha. Não tinha fanelinha, não tinha. Odeto, mas você inventou muita coisa, né? Muita coisa que a gente... Muita coisa que fez sucesso na televisão, você que inventou, né? No programa Silvio Santos, Flávio Cavalcante.
Faustão, Gugu Liberato, Xuxa Meneghel. Você teve lá em todos os... Toda coisa criada tem que ter uma base. O cara fala, televisão não se cria, tudo se copia. O cinema copia. Tem que ter uma base. O teatro copia, a indústria automobilística copia, os câmeras copiam, os takes novos, todo mundo está se copiando. Só que nas outras áreas, isso é tendência. Isso é a tendência.
E na televisão é cópia Não é não, então é o seguinte Como é que surgiu o arquivo confidencial? Que é um dos grandes orgulhos que eu tenho
É ele que bolou. Caramba. Como eu estava? Como
foi? Eu estava em Goiás e o Braz, era o diretor da televisão do Brasil, eu disse, né? Não pede para o Fausto mandar um abraço para Goiás. Não há nada mais chato do mundo. Um abraço para Goiás. Quem é Goiás? Quem é Goiás? Sim, sim. Aí ele disse, não, mas o Leandro e o Leonardo vão estar aí. Eu disse, ah,
então faz o
seguinte. Mostra onde
eles moravam, uma repórter. Sim. O que eles comiam, onde eles comiam.
Mostra tudo isso que vai ser muito bom a base. Aí o Fausto, aí eles vão morrer de
rir. Aí entraram o Fausto. Leonardo, onde é que
vocês moram? A gente foi nessa casa. Descobrimos onde vocês moravam. Olha, nesse casinho humilde, eles já estavam...
Já chorando. Já estava chorando.
Aí vamos
para outro. Quantos
discos vocês vendem?
A gente vende. Descobrimos quantos vocês vendiam no início. Aí um tiozinho dele que morreu para lascar tudo. Sim. O disquinho na mão. Olha, eles ficavam cantando.
Eu ficava dando volta na praça com esse disco.
O Leandro, era só a
lágrima no chão. Aí a partir daí o arquivo confidencial criou outra dimensão. Claro. Você sabe que quem inventou
o Ice
Do Trump, foi o Gugu Liberato. De volta pra minha terra. De volta
pra minha terra. Foi uma referência. Foi
o Gugu Liberato. Volta pra minha terra. Tem um livro, Odeto. Tem tudo, menos coisas. O livro tem muitas
coisas curiosas.
Eu peguei de cada um, engenheiro do
Fausto. Fausto tem coisas curiosíssimas.
Fausto é bom,
né? O Fausto é bom, né? Como Fausto é bom. O Fausto fazia chamada do programa.
Começa daqui a pouco, galera. Começa aqui. Só que saiba imitar. Aí dizia as atrações do domingo. Aí um dia ele começou e foi bem pra longe. Saiu. Falso saiu do suíte, já desceu ali. Tá lá fora. Aí de noite eu perguntei. Falso, você foi pra longe? Fazer a
chamada. Fica difícil de ter que ver. Não é que você falou que aquele diretor teve a fideia. Eu fiquei com medo de fugir.
Mas não precisa ficar tão longe dele Ele não fedia, fez o meu comporte O cara foi embora porque estava fedendo De todas essas criações, essas participações Qual que o senhor mais se orgulha e fala assim Nossa, isso aqui Porque o senhor acabou de falar Tudo se copia, mas falou assim Isso aqui, daqui pra frente vão copiar Isso aqui que a gente fez Foi o namoro na TV Porque o Silvio tinha um programa que era do calor E aí e tal, aí entrava um maluco Aí o jurado dizia É isso aí
Ela se deu ao meio, isso aí não serve pra nada, isso é um tremendo de um 7 e 1, aí tal, tal, tal. O senhor, se
eu fizer
isso com o namoro, você chama o cara e um júri de meninas, depois você entrevista ele, aí
você pergunta, você quer namorar com ele? Será que isso dá?
explodiu, puta sucesso caramba, foi muito tá tudo aqui no livro, ó gente, o livro aqui ó o livro, compre o seu Lura, a editora é Lura, o Brasil viu o show, eu vi os bastidores são 60 anos, todos os que maravilhoso, todos os craques de televisão aqui, contados aqui
Pelo cara que estava lá, que é o nosso querido Desto Costa. É difícil não ter um... Bicho é bom. E vai ter versão digital pela Amazon também. Ótimo. Agora, não tem uma pessoa que não tem história. Todo mundo tem história. Uma do Fausto Mônico Boa foi da minha seguinte... Eu tenho uma triste que eu não botei
o nome. Nem tá do livro. Chegou assim. Eu gosto muito
do Fausto. Eu tenho uma atração por ele falando com um moço
de corpado
bonito. E foi lá e vou tacar um beijo na boca dele. Caramba. Eu quero escândalo, Desto.
Aí eu disse, o que
é que eu faço?
Não conta pra ele não, tá? Aí fui
lá e disse, Fausto, é
o seguinte, aquela atriz, tal, tal,
falou que vai entrar e tacar um beijo na sua boca. E você é casalho. Você tem que se virar. Aí ele, deixa comigo aí, uma hora, sexo holandes. Vem
aí, participa do sexo holandes,
aí, tal. Eu mando o microfone.
De longe
Isso é a parceria Parceria Não, não é O apresentador nunca pode
ter uma surpresa Sim, não pode Tem que surpreender o público Exatamente
O Silvio, por
exemplo Ele usa a técnica, usava Do Ed Sullivan
O Ed Sullivan, ele sabia tudo dos bastidores. Em cena fingia que não sabia de nada. É óbvio, claro. Mas você fez... Como é que você equilibra a garrafa? Aí ele fazia exatamente isso. Eu aprendi com ele o seguinte. Trabalhe por cara de casa. E torça para pensar igual a
ele. É o que o Woody Allen falou do Spielberg.
Eu não tenho o popular que o Spielberg tem. Por isso que faz tanta gente no filme dele, o meu vai dar um pouco. O Silvio, ele queria o popular, né? Ele queria o popular, ele não queria a elite. Ele queria falar com o povo. Povão, né, cara? E tinha essa habilidade. Por falar em Silvio, o Gugu também era um cara criativo. Ele começou mandando ideias e você trabalhou muito com o Gugu.
E a história do Ickistan, essa do camelo do Gugu? O camelo do Gugu foi o seguinte, o Gugu era um cara tímido, mas ele estava já famoso e foi para o Egito. Aí chegou lá, acordou no hotel e viu uma pirâmide mais ou menos longe. Aí ele
tinha um cara
com um
camelo, eu estava
todo certinho. How much? Five more. Five dollars. Ok. Aí ele subiu no camelo. O camelo foi e o cara na frente. Quando ele parou, o Gugu, ok. Ele, no, more five dollars.
Aí ele, eu vou deixar esse cara doido. Rota aí, irmão. Desce, desce, desce. Isso é pior do que eu. Me meteu o ar. Ele ficou vermelho. Desce. Desce. Desce.
Deixa eu só fazer um break pra rede de rádio O papo tá muito bom Olha aqui o livro A venda em todas as livrarias digitais Você pode comprar Coloca DETTO DETTO com dois T's D-E-T-T-O Costa O livro é Minhas Histórias com os Famosos São 60 anos de TV A venda nas livrarias digitais Você recebe aí Esse aqui eu vou ler esse final de semana Maravilhoso Fazer o break pra rede de rádio Vai lá, Reginaldo
Ô, Deto, mas você saiu do SBT e foi pra
Globo, né? Eu vim da Tupi, né? Ah, do SBT fui pra Globo. Do SBT você foi pra Globo? Você foi pro Faustão já? Não, fui com o Gugu. Ah, você foi com o Gugu? Fui, me levou. Então, mas me fala, mas você recebeu um contrato? Deve ter sido um contrato espetacular. Foi um contrato maravilhoso e tal. Praias, Rio de
Janeiro, Sérgio Pinho.
Então, mas pera lá, pera lá Você tava no SBT É 97 isso aí, né? 97 Aí veio aquela proposta O Gugu ligou e disse Tem um convite pra você, mas não pode falar Porque depois você fala, agora não Eu quero te levar pra Globo
Eu recebi
uma proposta lá, tal, tal O Silvio já sabe até que eu tô indo
Aí fomos pro Rio Assinei com a
Globo O
que eu
pedia dava Eu quero um
apartamento na Barra Eu
quero os outros Aí tudo Fomos pros Estados Unidos
Assistir programas. Pra trazer ideia. Pra trazer ideia, porque você sempre tem que ter uma base de ideia. Não existe uma ideia aí. Qual foi a ideia? Foi um pneu. Eu fiz um pneu, eu fiz, o mundo é redondo, não tem isso. Isso não inspira nada. Aí a
gente tá
lá, tal. Fizemos tudo, voltamos. Segundo dia, marquei
o Google da
Globo. Nove da
manhã. Chegou nove e meia. Eu disse, tem um
negócio que aconteceu aqui. Aí me deu um papel. O Silvio tá me levando de
volta. Puta. Puta
merda. Primeira coisa, tá magoado com você. Ei. Pronto. Oi.
Ele que
me trouxe
Me leva de volta
Muito chateado Você já com o apartamento na barra Não passou Eu gostei do Neto Ele me mostrou o contato Escrito a
mão
O Gugu vai ter um programa
de quatro horas. Boa. Obrigado. É da torneira, viu? É. O Justus não gostou muito da água. Espero
que o senhor
goste. Aí, aí, aí, tava. O programa terá quatro horas.
Pode dar um dibope que não
sai do ar. Segundo, se o Gugu perder a voz, ele vai ser diretor com o mesmo salário.
E deu umas luvas Que eu não vou dizer Era uma mega cena Eu digo, o Gugu, Mike Tyson Ele deixa de lutar Ele parou de
lutar Sou
eu, se ele não quiser eu topo
Aí ele voltou,
foi àquele festa E eu fiquei desempregado Você ficou no Rio
falou pra ele, me leva de volta também, ué. Ele jogou nas suas costas? Dá uma guarda comigo, ué. A culpa dela é no teu colo. Aí eu andava na rua e digo, eita, você é um mendigo
igual aquele.
O cara todo
tomando cachaça lá. Não, eu não quero
isso, não, eu quero trabalhar.
Aí fiz um quadro lá, chamado Pegadinha, que eu tinha feito pro Gugu. Ah, sim, sim. Eu tinha ideia, escuta, o
nome é do Fausto. Eu tenho uma ideia que eu sei, vou pegar um famoso e vou de casa em casa. Não muito caracterizado, pra ver se mais ou menos
a pessoa... Aí eu levei, Suzana Vieira, ela com vacina. Opa, você vacina? Eu com a roupa também de médico ali por perto, pra disfarçar. Eu sou roupa da vacina. E a pessoa ficava olhando, tô aplicando aqui nas famílias. Se ela topa, topa. Aí abri a caixa, achei que tá a pegadinha desse
tamanho de reação. Não!
Aí comia todo mundo Então foi um sucesso Aí assim que o Fausto foi pra lá Aí o Lasseme ligou Nessa altura eu tava com o Gu fazendo merchandising do Beto Carreiro Pra sobreviver Sim, nossa Topei, porque tem
hora que você
tem que
topar tudo, né Tem hora que o cachê Aí eu fiquei com o Fausto 16 anos Caramba, muito tempo Comecei com um caminhão, Fausto um cara maravilhoso Inteligente
Fugindo de beijo Entendeu? Aí ele
me ajudou muito Treibundo
Não diz aqui
para o
Fausto, o
Fausto, o Cláudio Silva, mas eu
posso dizer
o nome, ele está chorando
muito comigo
lá na edição.
Não pode contar
isso, não
vai? Porque a gente levou a casa dele. Lá no... Foi. Aí eu fui tentar contar. Aí o Fausto foi lá, fez um cheque, disse, dá para ele, não fala e nem abre. E nem você pode saber.
Um cheque que o Fausto fez. Que legal. O Fausto é. O Fausto é. Falei pra ele, foi
pra dentro, faltou, choro. Tô com a minha vida de volta. Coisa
assim. Impressionante. Eu
não consigo ficar, porque é um negócio que não existe. Exatamente. Difícil mesmo.
Ajuda muito as pessoas e não quer que fale. Entendeu? E tem
essas fias que
ele faz. Tem a caatinga que ele foi pra longe e a outra do beijo no Correio. Você sabe de uma coisa, Adeto, que eu acredito muito? Eu acho que é o seguinte, porque muita gente fala que a comunicação ou é a voz que você tem, ou é o seu talento, ou é o jeito que você faz.
mas a comunicação, você vê que você é um cara que conquistou muita coisa na tua vida e tem uma carreira tão premiada e que as pessoas se respeitam, mas a comunicação é feita do coração, né, cara? É o coração que a gente coloca aqui e você consegue chegar nas pessoas, né? O importante é você, quando morrer, deixar saudade e não alívio. É isso. O cara dá aquele cara legal, tem que ter isso, porque a gente tem nada. A gente tem uma passagem aqui na terra, daqui a 100 anos, ninguém lembra de nada daqui.
Esse estúdio aqui deve ter duas vacas aí, dando leite. Tudo passa. Então, uma
das coisas que mais facilitou a minha vida foi que eu sou casado com
uma americana. E ela trabalhou na Disney. E eu sempre passo isso para os apresentadores. E a Disney reúne todo dia de manhã e fala, vocês estão enjoados, viu, Mickey?
que perguntarem pela Mini, que você fala, ah, não sei. Você vem dizer, ah, não sei. Porque nós estamos estreando também. A gente não pode estrear, não pode enxuar. Porque as pessoas vêm pela primeira vez, cheia de ilusão. Um dia eu peguei um ônibus na brigadeira, só perguntei para o cara há muito tempo. Desce a brigadeira inteira, ele...
Tive um amigo em 70 anos Eu nunca perguntei isso É a primeira vez em 70 anos Entendeu? Que aula,
hein? Então esse é o
segredo da Disney É você
esterar todo dia E a moça que faz o Museu de Cera Ela tem de contra a volta Rambo, tal, Madonna Tem todo mundo E no final o que você vai ouvir?
Ah, vão passar por
mim e
falar Mas você é de verdade, né? E você... E você...
A boa é essa. Você ouve 2.500 vezes. Isso aí. Um dia eu estava
para estrear o programa.
Daqui a pouco, roupa nova.
Aí tudo pronto. Aí chegou o Wagner, que era o
produtor musical. E disse dentro. O Paulinho
não quer cantar o Isca Gogo.
Caramba. Digo, deixa comigo.
Paulinho, Boa tarde. Vocês não
são mais donos desse sucesso, não. Vocês conquistaram o coração das pessoas.
Vocês têm que estar satisfeitos. Elas estão esperando isso. Outra coisa, só coberça que eles terminam. Agora, joga uma plaga em vocês. Vai no show do Sinatra e ele não canta My Way. Vai no
show do Paul McCartney e ele não canta Hey Jude. Então, eu quero ver como é que vocês vão agir. Vocês, quando conquistam o coração das pessoas, se tornam escravos. Sim. Aí, cantado como ninguém. Olha que legal.
Sensacional. Persuasão,
né? É verdade.
Aquele Vini parou de cantar Eu deixei no cabecinho Acabou as cadeiras Acabou as cadeiras Ele enjoou A cadeira entrou agora Nesse real Tem que ter a cadeira
É, a cadeira ficou com o Datena. E o que você acha? Ô, Deto, sabe o que eu ia te perguntar? Essa questão toda que a gente tá falando aqui, falando das coisas engraçadas, da galera que é gente boa, mas a gente sabe que bastidor de televisão é algo muito tenso, né? E tem apresentador que realmente, assim, nas câmeras é só sorriso e tudo mais, só que nos bastidores é mais complicado. Você teve algum caso que você falou assim, putz, é difícil trampar com esse cara?
Todos. Muito bom. Mas acontece que eles respeitam a coisa, a sua intenção.
Ele diz, não, o Débora não
está pedindo isso porque quer anunciar uma peça que ele tem. Não, é
em meu benefício. Eu estou pensando diferente dele, mas a gente está me respeitando. Então, eu nunca tive problema com o apresentador.
Já tive discussão com o Silvio várias vezes. Ficaram lá no canto, entendeu? Mas ele sabia perfeitamente que eu estava liso. Que ali não tinha nenhum hinho, outra intenção financeira, nada. Eu sempre me dei bem com todos. Trabalhei com o Chico Onísio. O Chico Onísio era um cara difícil.
Era difícil, não? Não, o Chico Onísio era o seguinte. Não, porque você não pode sacar em cima dele. O Chico Onísio, Chico Onísio, Chico
Onísio, já ferrou. É o seguinte.
Ele era, ele ouvia tudo. Sim. Agora, o que eu respeito... Saber chegar, né? Na Tupi, bicho, eu chegando lá às 10 da noite, ele foi usando as caracterizações todas.
vamos passar o texto aqui uma capacidade de trabalho porque também tem isso, sucesso é a capacidade de trabalho se não trabalhar, não tem a desconfiança e a insegurança também, você não pode ser seguro quem tem que ser seguro é o médico
Isso aqui a gente recebe muito palpite em televisão. E o pior, às vezes o palpite está certo. Exatamente. O senhor falou do Chico. Como que é a questão que ele só sabia fazer a voz se tivesse caracterizado? Isso é uma pauta que ele ia falar. Ele não sabia. Faz aí aquele que ele fazia lá na polícia. Ele não sabia. Sim, não fazia. Ele tinha botar roupa. O professor Raimundo tinha botar essa peruca. Praticamente um médium, né? Ele tinha alguma coisa ali. Mas eu gostava muito dele fora de cena também. Sim. Um dia a gente estava... Um dia a gente היica היica היica היica היica היica היica היica
na escada aí da Tobi, e desceu um locutor, que eu não vou dizer o nome, se eu não sei se ele está vivo, vai me processar. Todo cheio, era assim, achava o
cara mais lindo do mundo. Aí passou para ele, boa noite. Como é que é? Como é que é? Boa noite. Tudo bem, Chicão? Chicão estava
ali. Aí desceu,
quando estava aí embaixo, o Chico olhou e disse,
a nossa sorte é que ele não é tão bonito como
pensa. Ah,
maravilhoso.
E você estava falando, você acha que para a TV hoje falta mais esse... Se arriscar, mais como se arriscava nessa época?
É mais difícil hoje, porque o meu, quando foi trabalhar,
Beto, qual é a mais fácil? Hoje ou antigamente? Hoje você
sente um estagiário dentro do computador, em quatro horas ele dá 40 programas. Antigamente você
levava quatro anos para pensar quatro. Porque
tem um mundo. Agora
tem um preço, o concorrente também vê. Sim. Quando você bota, o Pando já fez, porque eu já botei de procurador. O Pando está sempre tirando tudo. O Pando fez do mesmo. Vai imitar.
Não, porque não é a base da coisa E fez diferente Porque não existe criação, só Deus criou do zero Tem que ter uma base É impossível, não criei nunca nenhum quadro Fiz o homem mais bonito, foi um sucesso até o Pedro Aguilar Ganhou primeiro Foi, eu estava lá naquela época Eu estava vendo uma revista Esse é o cara mais bonito do Brasil Vamos fazer um
Um concurso de homem mais bonito, mas não é forte não. É um cara bonito. Se o júri não vai ter coragem, eu
quero nem saber. Aí ele disse, então vou pedir para a
Márcia de Wintz vender a ideia. Aí a Márcia disse, olha, existe homem bonito, e vamos fazer tipo aqui, homem acha outro bonito. Ele esconde, tal, tal, e topar. Foi um sucesso.
Aí o
Silvio... Já
pegou. O Silvio foi lá e chupou. É uma mão que sai assim aí. Sim, sim. Tendência. É a tendência. É
a tendência. Mas ele
fez diferente,
o Silvio.
Ele fez
o concurso cada semana. Fez
quem derrubava o mais bonito que tava. Será que o que vem aí derruba?
Sim, ele é vendedor O Silvio tem essa mania de gancho Sim E tem uma frase dele terrível que dizia O povo não gosta Aí não tem argumento Não gosta, não é bom, o Deto O povo não gosta,
o povo não gosta
O Deto,
deixa eu
fazer uma pergunta Maravilhosa, imitação Você acha
A gente erra
muito mais
do que acerta, né?
É. Erra muito mais, né? É igual um jogo de futebol. Acerta todos os gols, é de 100 a 100. Sim. Erra mais do que acerta. Mas a intenção
é de acertar. A intenção é de acertar. Agora, o resultado, você nunca
é dono dele. Sim. Porque você não é dono do que você criou. Porque consome é que vai gostar daquilo. Você vê, por exemplo, aquele...
príncipe, que ela sou com aquela senhora de bastante idade, e ele achava maravilhosa. Como é que pode? Não é como é que pode. O cara gosta dele. O sucesso não tem preconceito. Ele não aceita preconceito. Você pode se jogar no chão de raiva. Entendeu? E tem aquela música linda com todos os acordes.
Então a gente entra muito, é só errando que você acerta Agora, não questão de erro, mas Algo que não emplacou Que você apostava, tem alguma coisa que você faz assim Nossa, isso aqui eu tenho certeza que ia dar certo Mas ninguém quis fazer Ou não emplacou, teve alguma coisa? Um maldito chamado Escurinho do Faustão Era tudo no escuro Câmeras
caríssimas O
programa é alemão É infravermelha Só não, tá vazando ali Não pode, não pode Ninguém entra Que...
Aquela coisa.
Aí foi pro
ar, no escuro. As pessoas olhavam e não viam
nada. E não deu nada de boa. Aí a moça trabalha com o Lix. Que besteira aqui,
né? É só botar uma máscara.
Às vezes o palpiteiro Está certo Uma coisa muito curiosa Você pergunta, por que o fulano é sucesso? Por exemplo, o Silvio Faz o que o povo quer, briga com o auditório Joga aviãozinho, é divertido demais Faz isso também, é coisa simples Por que o Silvio dá mais sucesso? Aquela bestira de jogar aviãozinho Quem quer dinheiro, encheu
Aquilo ninguém aguenta
mais A mesma explicação é muito tom de voz
Você foi muito viajar Porque o Silvio gostava dos formatos mexicanos Ele pegava muito As feiras Você ia muito buscar também Não deixava ele nem no aeroporto Não Ele trazia,
ele vinha,
só tinha uma ideia Só ele trazia
A fita Ele chama-se Namoro na TV Mas diferente do outro, eram três moças Namoro no escuro
e um pergunta
Aí saí as moças e tal Moça número um, porque não sei o que Tavam as perguntas que o meu namorado
fazia Para escolher E ele ficava lá do palco para mim assim Danário, que é isso? Eu digo, Silvio, o que é aquilo que você estava falando?
Era para rodar o cenário Estava no original E ele Eu
achei que era para dançar Foi isso
Que maravilhoso Ô Deto Ele é bom né Dá pra ficar a hora Esse cara aqui é a história da televisão Que tá aqui ó E a gente tem o privilégio de receber aqui no Pânico O maior orgulho de estar aqui com o Deto Costa Um produtor Diretor de maior respeito Todo mundo que trabalha em televisão Considera muito o Deto Obrigado você ter vindo Aula
Lógico, você pode fazer o que você quiser Se quiser inclusive tirar o programa do outro Você pode tirar Qual é a
TV das oportunidades?
Se você pensar bem, Eliana De
criança para adultos E ela gude
a adultos, o que a gente faz? Eu e o César, eu disse, não, basta em vez de Oi! Você sabe falar
em latim, sabe tudo, é só seguir você Mas fale para a família Quando você
olhar, veja
todo mundo Ana Hickman, modelo
que virou uma
apresentadora Sensacional
Marcos Mion,
dispensa A chance nós demos Amigos
Tom Cavalcante, ele agora faz um programa que
ele usa
como humorista, como apresentador, como improvisador. Ele está completamente realizado com o Boom e com o Assércio Caia.
É o maior canal de
reality. Ninguém tem tanto reality. Ah, porque não está dando no início? É do casamento. Às vezes não vai dando certo. No início, o cara acerta e tal. Aí vai, entendeu? Não é um esquema fechado. Porque o perigo de um programa é um programa fechado. Sim. Não é com aquela ideia que o Nelson Rodrigues falou para o Boni. Eu não posso fazer novela porque o meu livro é fechado. Se não der no meio, vou fazer o quê? Sim. Aí tem Saori Nasato. Saori, japonesa.
A coisa maravilhosa.
Sim. E
o maior
canal de
reality e outra coisa.
Nada disso seria possível sem o seu Marcos Sinistro,
que é
o CEO, Luiz Cláudio Costa, que é o presidente, Marcelo Silva, vice-presidente artístico. Da Record.
Mafranduta, diretor-geral de produção,
Carlos Sérgio, diretor artístico, e o senhor Norristo Gonçalves, que também fez parte dessa mudança, dessa coragem, de vamos trazer fulano, vamos dar um programa assim. Eles todos não tinham programas, e tiveram. Então, a TV dessa oportunidade, uma hora ou outra...
Mas você que era o cara que tava lá no comitê É você que manda Diz que o comitê
A Record tem o comitê Olha, o comitê vai ter que decidir Quem decide, ó Não é lógico Não adianta você fazer essa carinha não A gente sabe que quem manda lá É o Dedo O Norilton falava É isso que o Dedo falou
Ó
Mais uma vez, quero agradecer e quero indicar para você, são histórias aqui dos caras mais importantes da televisão. Aqui, Osli, peça agora aí você que está em casa, eles entregam na sua casa, tem agora a Amazon, tem as livrarias virtuais aí, minhas histórias aqui com 60 anos de TV. Deto, obrigado, cara. E o nosso respeito. Muito obrigado. E o nosso respeito para você. Claro, vamos fazer.
Vai lá, Falcão Quanto profissional Essa fera é 60 anos de história, galera Vamos pro intervalo E depois tem mais
Pânico aqui E
volta já
Nós só vai ali E volta já
A Dakota voltou trazendo todo o seu
legado. Run Dakota, para quem carrega o poder do nome.
Chegou o novo Multimix Pastilhas. Uma combinação multi de verdade, com um mix de 10 ervas e
vitamina C. Para combater os multissintomas como irritação na garganta, desconforto
e roquidão. E vem no delicioso
sabor limão menta. Agora todo
mundo da família já sabe, tenha
sempre Multimix Pastilhas com você. Se começa com o multi, é multi de verdade.
Desde o tempo do homem primitivo, a grande civilização grega, da revolução industrial até o mundo moderno, grandes guerras aconteceram, moedas foram criadas, inovações científicas mudaram o mundo e forjaram os povos.
Todas essas transformações foram costuradas pelo fio invisível da economia. Esse conhecimento é a chave para
entender as
relações humanas,
trabalho, negócios, investimento e política. Ao longo da minha carreira, eu percebi que muitas pessoas têm dificuldade em entender esses conceitos que são essenciais para as nossas vidas, para que a
gente prospere. Quero compartilhar com você os fundamentos econômicos que moldaram e continuam a moldar o mundo.
Entenda os segredos e transforme a sua forma de investir com o meu novo curso, Economia Touro, os 200 conceitos que interessam. Acesse agora, newcursos.com.br e comece a sua jornada. Vai, Torinho!
Estamos aqui, Jovem Pan Esporte! Jovem Pan é mais gostoso hoje ao vivo! O futebol é da Jovem Pan porque o futebol é mais gostoso! Ei, que b****, hein? Tá ruim? Tá ruim. Tá ruim, Bruno? Tá ruim. Não é
isso? Não, não é
isso. Tá ruim, p****. A gente não mente aqui. Bote pronto, não tem mentira. Não deu certo, então, na Jovem Pan Esporte. Não. Eu vou ter que procurar outra coisa. Eu vou falar com o Pimpone pra ver o que eu vou fazer, p****. Vai com
Deus, vai com Deus. Valeu, valeu, Valpeta.
De volta! Voltamos! O
pânico voltou! De
volta! Voltamos! Programação
da Jovem Pan, a gente volta segunda-feira aqui
na prana, tá? Tudo de bom, tchau! Tchau, Pedro! Tchau! Mas já terminou?
Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre
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Tre Tre Tre Tre Tre Tre
Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre
Tre Tre Tre Tre
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Tre Tre Tre
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Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre
Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre Tre
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