Rubinho Nunes fala sobre pancadões e CPI da Habitação em São Paulo
Confira no Morning Show desta quarta-feira (06):
Em entrevista ao Morning Show nesta quarta-feira (06), o vereador Rubinho Nunes (União) criticou os bailes funk, associando-os a crimes, e também apontou falhas do governo federal no combate ao crime organizado. Ele ainda questionou uma exposição no Museu da Língua Portuguesa, alvo de críticas do deputado Tenente Coimbra (PL-SP) por suposta “narcocultura”. Além disso, Nunes detalhou a CPI sobre moradias populares em áreas nobres de São Paulo, que já resultou em notificações a proprietários com anúncios na plataforma Airbnb por possíveis irregularidades.
O prazo para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) promulgue o Projeto de Lei da Dosimetria termina nesta quarta-feira (06). Caso o presidente não assine a medida, a responsabilidade passa automaticamente para ao líder do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). A nova lei altera o cálculo de penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito.
A Casa Branca confirmou a reunião entre os presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos, e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do Brasil, nesta quinta-feira (07). A expectativa gira em torno dos assuntos que serão discutidos na reunião, que deve durar cerca de 1 hora. Segundo o governo americano, ambos discutirão temas relevantes para os dois países, como economia, tarifas sobre produtos brasileiros e o combate ao crime organizado devem ser pautados. Reportagem: Marco Viana.
A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, se manifestou, nesta terça-feira (05), sobre imagens geradas por inteligência artificial onde aparece usando lingerie. Ela alertou o público e reforçou a importância de não se acreditar em tudo que é compartilhado na internet.
O Conselho de Ética da Câmara aprovou relatório que recomenda a suspensão por dois meses dos deputados Marcos Pollon, Marcel Van Hattem e Zé Trovão, por ocuparem a Mesa Diretora do plenário em agosto de 2025. Em entrevista ao Morning Show, Van Hattem (Novo-RS) criticou a decisão. Os parlamentares ainda podem recorrer à Comissão de Constituição e Justiça.
Uma funcionária da Organização das Nações Unidas (ONU) agrediu uma atendente do McDonald’s na Asa Norte, em Brasília. O episódio ocorreu na última sexta-feira (1º) após uma discussão motivada por um erro no pedido. A entidade afastou a mulher de suas funções. A ONU reiterou que tomou medidas assim que soube do caso, tratando o incidente com a gravidade que as diretrizes internacionais da organização exigem.
Uma brincadeira chamou a atenção em um casamento em Criciúma, em Santa Catarina. Ao invés do tradicional buquê de flores, Laura Bettiol levou uma caixa de mounjaro e uma avaliação médica fictícia para distribuir para as convidadas.
A defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro entregou formalmente nesta quarta-feira (6) a proposta de colaboração premiada à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República (PGR). O material, entregue em um pendrive, cita políticos de diferentes campos e será analisado.
Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
- Pancadões e Bailes FunkAssociação com crime organizado e facções · Lavagem de dinheiro · Narcocultura · Perturbação de sossego · Regulamentação de bailes funk · Propostas de espaços culturais estatais · Fiscalização e demolição de locais irregulares · Aumento de penas para organizadores · Crítica à criminalização da manifestação artística
- Punição de deputados e pesos e medidasSuspensão de mandato por ocupação da mesa diretora · Comparação com outros casos de protesto e agressão · Crítica à isonomia e seletividade na punição · Direito à defesa e manifestação legítima · Interferência do STF no processo legislativo
- Habitação e Airbnb em São PauloAnúncios no Airbnb e irregularidades · Apartamentos populares em áreas nobres · Fraude na comercialização de imóveis · Incentivos fiscais para habitação popular · Crítica à ideologia à frente da prática em políticas públicas · Reurbanização de comunidades vs. habitação em áreas nobres
- Greve na USP e reivindicações estudantisMelhoria na moradia estudantil e alimentação · Reposição de professores e isonomia de bônus · Reajuste de bolsas de estudo · Crítica à greve como manifestação política e partidária · Sucateamento da universidade e depredação por alunos
- Uso de Inteligência Artificial na educaçãoEscolas sem professores e aprendizado com IA · Personalização do aprendizado e ritmo individual · Riscos de isolamento social e dependência tecnológica · Impacto no mercado de trabalho e surgimento de novas profissões · Letramento em IA e adaptação à tecnologia
- Encontro Lula e TrumpDiscussão sobre economia e tarifas · Combate ao crime organizado e tráfico internacional · Geopolítica internacional e terras raras · Soberania nacional e intervenção americana
- Exposição 'Funk, um grito de ousadia e liberdade'Acusação de apologia às drogas e narcocultura · Debate sobre o limite da arte e expressão artística · Financiamento público de exposições · Diferença entre incitação e apologia · Representação da periferia e objetificação da mulher
- Processo contra Sam Altman e OpenAIOrigem da OpenAI como organização sem fins lucrativos · Transformação em empresa com modelo de lucro limitado · Valorização das ações e beneficiamento de cofundadores
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Olá, bom dia, seja bem-vinda, seja bem-vindo, eu sou o Fernando Rocha, esse é o nosso Morning Show, com tudo o que você precisa saber para ficar bem informada, bem informado, nessa quarta-feira de muita expectativa, de muita discórdia, no nosso sofá habitual da discórdia. Olha só, a gente vai falar, por exemplo...
De uma exposição aqui no Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, que está sendo acusada de fazer apologia às drogas. Mas não é arte ou é apologia? Tem também governador puxando a orelha de marmanjo na USP, que não quer voltar às aulas, à greve, na principal universidade brasileira.
E as confusões habituais de Brasília, claro, por lá também não falta discórdia. Daqui a pouco a gente vai ter aqui um convidado muito polêmico para falar de assuntos mais polêmicos ainda. Por exemplo, prédios chiques disfarçados de habitação popular. Você já deve ter visto aqui em São Paulo. Baile funk com facções criminosas tomando as comunidades. Talvez você já tenha ouvido falar sobre isso aqui em São Paulo. E a gente faz uma pergunta.
Você que está aí no carro, em casa, no trabalho, como eu digo, só não tem ninguém na lua porque o povo já voltou, então você pode responder também. O baile funk tem que ser regulamentado? Existe alguma legislação própria para isso? Ou é apenas uma manifestação artística que tem que acontecer onde quer que seja?
Olha o nosso WhatsApp aí te esperando. 11-9-1-3-2-5-8-0-5-5. Falei de confusão em Brasília porque onde, claro, teve mais uma confusão com relação à suspensão daquela... daquele encontro, né? Que teve... Daquele encontro, não. Daquela manifestação em agosto, Matheus. Você lembra? Paralisaram. Chegaram lá na mesa da presidência, sentaram e falaram... Barraram. Não passa nada.
É triste a gente ver, mais uma vez, né, Fernando? Pesos e medidas diferentes. Quando é conveniente, a decisão é uma. Quando não é conveniente, aí tá tudo bem. Aí pode fazer, aí o outro pode dar tapa no outro, aí o outro pode dar soco no outro. Mas quando é conveniente? Quando é e quando não é? Não sei. O que ele tá querendo dizer?
recentemente a Câmara, apesar de todos os erros que são cometidos, está mostrando que, pelo menos com alguns casos, não está tendo tanta tolerância não. Teve o gancho que o Glauber tomou, agora esse pessoal também tomou um gancho que travou a mesa por 30 horas, acho correto o gancho. Pelo menos para dar uma prendida. É CPI que não é prorrogada, né? É CPI que acaba e tem gente que comemora. A Jess fez uma careta aí que eu fiquei até com medo. Aliás, a Jess chegou hoje e falou, eu não estou boa.
Não tô boa, fiquei com medo Hoje ela chegou até com antecedência Ela chegou e falou assim Hoje eu não tô bem Então, esse é a fala, Henrique Ela não é apropriada O Glauber não aconteceu nada O Glauber realmente não foi punido E mais, o Glauber chutou um cidadão Ele agrediu uma pessoa Dentro da casa do povo
E vou além, Janones, né? O Janones também teve uma situação aí de questão de rachadinha dentro do seu gabinete, teve, fez acordo com a PGR e não teve punição. Mas sabe qual que é o crime desses deputados? O crime desses três deputados foi o protesto e desafiar alguém que se acha rei do Brasil.
essa configuração de protesto, ela tem que sim ser um mecanismo viável o presidente da casa, o Hugo Mota, em muitos momentos se acha rei do Brasil, e quando ele tá lá, naquele dia, ele entra, naquele dia, ele fala que a polícia legislativa vai tirar os parlamentares, como se a casa do povo não fosse casa dos parlamentares ou quando, pra lembrar, que ele removeu a imprensa
Ele removeu. Jornalistas mostraram e falaram abertamente sobre até mesmo truculência nessa remoção, tirar a imprensa da casa do povo, da casa que deve ser transparente. Isso é grave. E aí o que aconteceu com ele? Nada. Mas o que aconteceu...
Ontem com aqueles deputados. Eles foram sancionados por exercerem o seu legítimo direito à defesa. O deputado Glauber também fez isso. Também foi lá. Também ficou no dia que a imprensa também foi proibida de entrar. Ali na frente, na mesa diretora. Foi tirado por forças policiais.
E sabe o que eu acho? Eu acho que quando um deputado faz uma dessas ações de protesto, não é o deputado só, são os votos que o legitimam. São as pessoas, é a voz do povo. Então, eu acho que o erro ontem, essa punição é absurda, ela não é isonômica, ela não olha porque vários outros parlamentares também estavam ali presentes. Então, ela é mais uma jogada de um sistema que não quer que quem tem a coragem de levantar a voz e denunciar os abusos realmente permaneça fazendo isso.
A gente daqui a pouco vai ter a Rafaela falando sobre essa suspensão, né? Pra quem tá no rádio, o deputado Van Harten, o Marcel Van Harten, o Marcos Polon e também o Zé Trovão foram suspensos por 60 dias depois que eles ficaram 30 horas impedindo os trabalhos. Doutora, 30 horas de suspensão, de bloqueio dos trabalhos da Casa do Povo, mas que tem que ter ordem, e 60 dias de suspensão dos salários.
valeu pra senhora como legislativa que é legisladora que de certa forma é? Não, o problema aqui que a gente tem que mostrar pra nossa audiência realmente são dois pesos duas medidas no sentido de que não estou dizendo que eles possam fazer arruaças, destruir nada, eles estavam ali legitimamente pedindo que uma pauta fosse votada né Fernando, e na verdade havia uma questão de arrastar a votação daquela pauta Obrigado
Não vi nenhuma destruição, não vi nada. Era um protesto que, evidentemente, se mostrou, na minha opinião, obviamente, legítima. E a gente observa mais do que isso. Essa suspensão vai acontecer também com os salários. Eles ficam momentaneamente sem receber salários. E também diminuição de valores que são destinados ao gabinete. O gabinete continua funcionando, mas há uma diminuição da destinação de verbas que são dadas.
prejuízo, né? É um prejuízo, claro que passou-se ali por um devido processo legal, o CCJ vai confirmar ou não, depois vai pra Câmara, né, pra poder ver se ratifica, mas a gente observa que no momento em que eles estavam fazendo as suas defesas, né, eles disseram...
que eles estavam ali manifestando pelo povo, pelo parlamento, e não por uma pauta pessoal. E aqui eu quero deixar registrado que a anistia, sim, quem dá anistia é o poder legislativo. Queira, né? Aqui eu não estou dizendo se ela é certa, se ela é errada, mas ali eles estavam no momento... Exercendo o seu direito, né? É, estavam pedindo que algo fosse feito que deveria ter sido feito e que não o foi. Henrique, foi de bom tamanho?
Ou o que é a suspensão? A suspensão está de bom tamanho. São 60 dias ali para eles. Pararam por 30 horas o trabalho legislativo para uma pauta que, assim, tudo bem, pode ser até legítimo o interesse dos deputados que estavam ali pedindo por aquilo. Mas é uma pauta totalmente contra o interesse popular. Não, mas contra o interesse popular de quem? Dos eleitores dele? Era a favor, era coerente. Da maior parte do país. Se você fala que a manifestação é legítima, entende?
Você pode manifestar o que você quiser. Mas, assim, é uma manifestação contra o interesse popular.
Eles pararam durante 30 horas o trabalho legislativo. O Congresso Nacional está parado nos últimos 20 anos. Mas se você for levar em consideração as horas trabalhadas diárias por grande parte dos parlamentares, essas 30 horas devem corresponder a uns 4 meses de trabalho. Não, 4 anos, você quer dizer. Porque tem gente lá capaz que vai lá só para figurar em Brasília. Eu vou ser sincero. Eu acho que o Henrique está, na verdade, está concordando com a gente. Ele está concordando.
Dá pra sentir, no jeito que ele é conhecido. Não, é que deixa que ele fala. As pessoas falam assim comigo. Eu encontro gente na rua e falo assim, poxa vida, vocês não deixam o Henrique falar. Tudo o que ele fala vai todo mundo em cima dele. Não, não é verdade. Você tem lugar.
Vamos levar em consideração que a Jazz muitas vezes faz uns discursos alongados aqui. Quem tem muito a dizer merece mais tempo. Com todo respeito, uns discursos levemente alongados. Se a gente tivesse um morning show exclusivo pra ela... Fica a sugestão. A gente não mostra o discurso que tem no intervalo. O intervalo pega fogo aqui. A gente conversa aqui. Vai escorregar e salve. Mais uma vez, ele vai colocar dois pesos e duas... Já que o Henrique me provocou...
para o que eles bem entenderem. O problema é paralisar os trabalhos da casa para poder defender... Mas se fosse alguém do governo fazendo isso... O próprio Camila Jara fez isso. A Camila Jara fez isso e o Glauber Braga fez isso. Mas você acha que eles deveriam ser suspensos?
Eu acho que deveria paralisar os trabalhos da casa. E vai precisar avaliar também quais são as motivações, como a paralisação foi feita. Tem uma série de fatores aí. Agora, a suspensão, eu acho, que foi cabida. A suspensão deveria ter acontecido até antes. Demorou muito para acontecer. Mas dar soco durante sessão parlamentar, durante CPI, pode.
E não tem punição. Eu só vou dizer o seguinte, daqui a pouco a gente vai ter sentado aqui no nosso sofá um parlamentar que já passou por muito fogo bravo. Já passou por muita punição também e saiu de todas elas. E vai sentar aqui no sofá.
Mais ou menos, vocês sabem de quem eu estou falando? É o cara que luta contra baile funk, que contesta também às habitações que são populares, mas que ficam em bairros chiquérésimos e viram ali isca para a Airbnb. Tem muito assunto polêmico com o convidado que vai sentar daqui a pouco aqui.
dentro disso, Henrique, não é assim a manifestação era legítima e mais, qual foi o problema ali? e eu quero pegar duas situações recentes que aconteceram Glauber Braga, deputado do PSOL ele também parou os trabalhos ali, foi no dia que mais uma vez a imprensa foi removida pela depó, a polícia legislativa Glauber também foi, a época eu falei que era um absurdo ver a polícia legislativa remover um deputado federal com aquela truculência não porque ele é melhor não, não, não, não não, não, não não, não, não não, não, não não, não, não não, não, não não, não
do que ninguém, mas porque quando a gente olha pra imprensa e pros deputados, nós precisamos entender que eles são pilares da democracia. Um deputado federal são votos de milhões de brasileiros. Então isso é muito importante. E agora, nesse caso, o que é bom a gente lembrar? Olhem as imagens que estão na tela. Quem paralisou ali? Quem tá gritando ali? São só três? O Polon, o Marcel Van Hatten e...
O Zé Trovão? Não. São diversos. Por que apenas esses três foram punidos? Esta é uma pergunta fundamental e mostra que a avaliação não foi isonômica. Escolheram a dedo esses três. Vários outros parlamentares estavam ali. E uma das razões da escolha é porque o presidente da Câmara, presidente da Câmara dos deputados, ele chega e tem alguém sentado na cadeira dele.
E essa é uma cena emblemática da dinâmica de poder que os grupos do Central muitas vezes têm em relação ao Brasil. E é um absurdo que eles tenham sido sancionados nesta natureza quando nós temos casos notórios de agressão, até mesmo situações que foram supostamente denunciadas como assédio envolvendo a deputada federal Júlia Zanatta, um deputado que teve uma imagem problemática com ela.
Então são muitas situações que são muito mais graves e que não vêm com qualquer punição. O que a paralisação daquele dia é legítima. Nos Estados Unidos as obstruções são instrumentos da democracia, ainda que físicas. E a democracia, ela precisa ter voz. Esses casos mostram, e mais, se era para punir, punisse todo mundo. Por que então não teve coragem de punir todo mundo?
sabemos a resposta, né? Escolheram ali os bodes expiatórios e estão deixando pra lá. Esse é um Brasil que não dá pra acreditar. É um Brasil de impunidade. Já Nunes foi suspenso em 90 dias, o Glauber por seis meses também. Houve a suspensão. Não foi validado na Câmara. Essa é a grande questão.
também pode cair agora, vai ter a segunda votação. Gente, mas tem a liturgia do cargo. Tem lugares, outro dia a gente falou até da roupa que coloca ali a autoridade em quem está falando, com juízes, promotores. A liturgia da cadeira do presidente, Jess, ela significa muito também. Então, tudo isso tem que ser observado. Com certeza. Teve vários presidentes presos. Tem muita liturgia.
Eu não tô falando nem de quem sente, eu tô falando da própria cadeira, a sentada da cadeira. Existe um protocolo, né? E não pode nem dizer quem que ela quer que sente nela. Existe um protocolo a ser respeitado, né? É, protocolo este que eu vou falar que tem um que vai acontecer agora, porque termina hoje, quarta-feira, o protocolo, o prazo pro presidente Lula promulgar...
A famosa derrubada dos vetos do PL da dosimetria, que foi aprovada pelo Congresso Nacional. Pela Constituição, está aqui a doutora, professora Priscila, o chefe do Executivo tem até 48 horas depois da comunicação oficial do Congresso para fazer, para formalizar essa decisão do Legislativo. Caso isso não aconteça, a responsabilidade passa, então, automaticamente para o presidente do Congresso Nacional, que é o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
É claro, né? Tô imaginando que o presidente Lula não vai nem encostar nesse documento. Que é inconstitucional, por sinal, né? O que que é? Oi? Constitucional. A gente trouxe a doutora, né? Pra tratar dessa parte. Pera, pera, pera. E aí, eu que falamos que é inconstitucional. A gente trouxe a doutora Priscila, que aí sim tem propriedade, né, doutora? Calma, dois pontos, né?
Uma coisa é brigar com a Jéssica, outra coisa é brigar com a professora de direito constitucional. Derrubaram o parcial o veto. Deplique, doutora. Ele quis dizer ela ajudando ele. Derrubaram o parcial o veto. Deveriam ter derrubado tudo. Não é constitucional.
Calma, gente, deixa eu falar. Primeiro, com relação ao que o Fernando colocou, realmente, caso ele não o faça, a omissão por parte do presidente da República faz com que o Columbre, então, o faça. Eu acho que vai ser mais ou menos nesses moldes, porque como ele já havia vetado, ele tem que promulgar algo...
contrário àquilo que ele havia feito, talvez teria ali uma discrepância, mas nada impede que ele também faça isso. Algumas falas dão no sentido de que ele estaria, neste momento, mais preocupado com o encontro que ele terá, enfim, com o Trump. Talvez por isso, eu não acho que isso seria fundamento, mas se ventila uma dessas possibilidades, até porque não é ele particularmente que vai fazer isso. E com relação ao que o Henrique disse, não é que é inconstitucional.
colocando para a nossa audiência o que aconteceu ali, nós já falamos até mesmo isso um pouquinho na segunda-feira, é que a forma como foi feita a votação traz uma problemática formal na votação e não no tema em si. Então, não é que é incondicional. O que é isso? Na hora de votar, o presidente da República teria feito veto na totalidade.
E para que a votação se desse nesses moldes, também teria que ser promulgado na totalidade. Como houve um fatiamento da votação sem que isso colocasse em voga uma nova votação para aquilo que não havia sido colocado pelos seus pares, pelos deputados, isso traz uma violação ao artigo 22, inciso 1º da Constituição, Fernando.
que é quem pode, quem tem o poder de legislar. Então, estaria se criando uma norma dentro de um fatiamento. Então, o que aconteceu ali? A votação não obedeceu, segundo alguns estudiosos do direito, ela não teria obedecido a tramitação, por isso que ela estaria com uma problemática formal, não com relação ao que se foi discutido em si.
Muitas coisas ali, nessa dupla questão de acontecimentos, a não aprovação do Messias também está sendo agora levantada. Aquela fala que o Alcolumbre faz para o Jacques Wagner, dizendo que vai ganhar por oito, pode também ser contestada na indicação.
o Brasil não pode ser contestado. Tem gente que foi preso, condenado em todas as instâncias. Ele simplesmente antecipou o resultado do placar eletrônico. Chute também. Eu também antecipei o resultado. A gente olha e fala assim, o Fernando vai votar. Você ainda não tem mandato. O Henrique é prova. Aquele dia eu falei, Henrique, o Henrique estava confiante que ia dar certo.
Eu achei que fosse passar na risca, não sou eu Olha só Henrique, a gente não pode falar Eu acho que o Henrique vai votar não O Fernando vai votar sim, o Matheus vai votar não A gente pode, foi o que provavelmente O Colo Freire foi eu prendo ali Não, isso é impossível, é difícil provar Mas foi esquisito E o Fux é um juiz que olha ali Tudo certinho É o Fux que vai olhar e vai dizer, foi ou não foi?
Eu acho que é difícil provar... A Lava Jato tem esse meme, né? Diziam que em Fux nós confiamos. Eu acho que é difícil provar, Fernando, pelo seguinte sentido. Ali poderia, sim, ser uma questão aritmética. Até porque ele estava articulando. Ele já sabia quem havia lhe prometido votos. E com relação a gente falar da votação, é importante a gente dizer. Concordemos ou não, queiramos ou não. A Constituição Federal diz que o presidente nomeia.
Mas quem escolhe, quem chancela, por maioria, é por votação do Senado. Ainda bem.
É o Senado. Pois então, tem essa questão aí. Mas quem anuncia o resultado é o placar? Ou é um sussurro no microfone, Henrique? Um sussurro com antecedente. Quem anuncia o placar? Diria eu que a aritmética... Mas tem um bastidor... Estão dizendo que tem aquelas casas de aposta lá. Será que tem mercados preditivos? Mas eu não vi uma aposta sobre isso aí. Mas Henrique é jovem, mas ele não está atualizado.
bosta disso aí, viu? O Henrique é jovem, mas se rolar é crime, porque a Carmen Lúcia se não é uma decisão monocrática, ele proibiu. Mas a bosta no celular pode, o Brasil é uma ironia. Detalhe, o Henrique ele tá desatualizado, ele falou, será que tem um mercado preditivo? Tem! Inclusive a brasileira mais bem sucedida com menos de 30 anos, a Luana, ela estudou no MIT, ela é assim, uma fortuna passou até a Taylor Swift, fundadora, uma das cofundadoras da Cauch.
que é uma plataforma que olha para mercados preditivos, que não é bet, que não é aposta, é uma bolsa de valores da opinião. Não é bet, não. Não é bet. E se você acha que é, eu vou te perguntar por quê, você não vai saber, você vai passar vergonha e depois você vai ficar magoado comigo. Mas já que você não conhece o mercado preditivo, primeiro você lê, depois você opina. O mercado preditivo é o mercado de previsões. Assim como a bolsa de valores... E como que ele funciona?
para fazer uma análise fria, a Bolsa de Valores é uma grande casa de apostas. Essa é a realidade. O mercado financeiro é a forma que o mercado financeiro atua é um mercado de previsões. Não, não, não.
A especulação é uma coisa, outra coisa é a coisa real. Quando você vai numa empresa, num frigorífico, quando você vai numa indústria, quando você vai numa siderúrgica, aquilo ali é matéria, aquilo ali é concreto, aquilo ali é real. A empresa é real. A especulação em cima dos valores que sobe em 10 são preditivos. A única coisa que eu falei, especulação é uma coisa. Você pode imaginar assim, vai vender 10 carros ou vai vender mil.
Então, essa parte é especulativa. Não é necessariamente especulativa. Não deixa de ser uma grande casa de apostas. Especulação é outra coisa. Ô, Henrique, não, aí você vai pervar. É tão absurdo isso que você me fala. Eu estou dizendo que há necessidade de você fazer e legalizar isso, né? Não é o que eu estou dizendo. Mas é uma grande casa de apostas.
Existe esse mercado que lá nos Estados Unidos aposta até o tempo de entrevista coletiva. E existe até uma acusação... Eu acertei as... Eu ganhei numa plataforma porque eu acertei quem seria o perdão presidencial do Trump. E assim, o que é importante? Não é uma aposta, é um contrato. Então, a ação tem um valor e à medida que o tempo passa, a sua opinião, que é um seu ativo, ele aumenta ou ele cai.
bet, uma casa de aposta necessariamente, não tem isso. Você joga contra muitas vezes a banca. É totalmente aleatório. Ou deveria ser. Então, assim, um mercado preditivo, pensem assim, o maior patrimônio hoje, em ascensão, é de uma brasileira que está brilhando no mundo, a Luanda.
E o país dela decidiu que vai ser ilegal ver isso, ter esse mercado preditivo para política, para questões do entretenimento. Então eu apostei que uma música da Taylor Swift ia ficar no top do Spotify. O que é essa aposta? É um contrato nesse caso. Então eu estou pegando e olhando para aquele contrato. E esse contrato valoriza e desvaloriza a partir de um valor. E lá nos Estados Unidos eles podem apostar sobre a eleição brasileira também, né?
podem apostar sobre os resultados. Só que agora barrou essas plataformas. A partir de dia 4 de maio, elas não podem mais operar aqui dentro do Brasil com essas áreas. E quem decidiu isso? O Conselho Monetário Nacional, composto de dois ministros do governo Lula e o indicado de Lula ao Banco Central, que é o Gabriel Galípolo. Só que o que acontece? Eles definiram que pode fazer isso, ou seja, ter mercado preditivo, para a economia, para a taxa Selic, para outras coisas. Olha que irônico.
Na área deles, é a área que é possível esse tipo de caso. Eu acho um total absurdo. Eu acho que plataformas como a Cauch, de uma brasileira que está brilhando no mundo e que faz um trabalho bem legal. Então, por exemplo, nos Estados Unidos, o mercado preditivo aceitou o swing states na votação. Lá nos Estados Unidos, na eleição. Enquanto as pesquisas erravam. É muito bacana e para o nosso trabalho de analista, é uma plataforma fundamental. Uma grande debate.
Não é, Beth, pelo amor de Deus. Ontem a gente fez uma previsão do que seria, quase um mercado preditivo, do que seria o grande tema de conversa entre Lula e Trump, Trump e Lula. Será que ele vai falar aquele aperto de mão de quinta série que balança tudo? Ou vai falar... Quais segundos vai durar o aperto?
Vamos saber mais, porque está tudo certo por lá. Vamos para Brasília, né? Porque esse encontro vai ser realmente algo que a gente vai comentar muito. Está marcado. Então, está confirmado. Presidente do Brasil, Lula, em Washington. Marco Viana, que está em Brasília. Tem os detalhes. Fala aí, Marco. Bem-vindo ao Morning Show. Bom dia.
Bom dia, mais que confirmado. Amanhã esse encontro acontece com grande expectativa. Vamos ver o que vai rolar nesse aperto de mão, aquele aperto de quinta série, como você falou, aquele sorrisinho de dentes brancos ou nem tanto, para entender exatamente como vai ser essa conversa. Uma conversa bem rápida, diga-se de passagem. A Casa Branca confirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai receber o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Washington.
O encontro está marcado para amanhã, deve acontecer no Salão Oval com status de visita oficial. A reunião terá duração prevista de cerca de uma hora, considerada inclusive bem rápida e deve ser seguida posteriormente.
por um almoço entre as duas comitivas. Segundo o governo americano, os dois líderes vão discutir temas considerados prioritários para os dois países. Adiantamos isso ontem ao longo da programação aqui da Jovem Pan, inclusive aqui no Morning Show, sobre esses possíveis temas.
que serão discutidos nesse encontro e também nesse almoço. Economia, segurança, terras raras, entre os assuntos na mesa também estão questões comerciais, tarifas sobre produtos brasileiros e a cooperação no combate ao crime organizado também deve entrar no assunto. O encontro acontece.
Nesse momento de relação bem delicada entre Brasil e Estados Unidos, marcada por disputas comerciais recentes, mas também por tentativas de reaproximação entre os dois governos. Essa visita já vinha sendo costurada, articulada.
Desde o final do ano passado, início de janeiro, marcada inicialmente para março, mas devido às guerras, foi remarcada agora para maio. E acabou pegando algumas pessoas até de surpresa, porque essas negociações estavam acontecendo ali nos bastidores, mas não havia ainda nenhuma confirmação.
Mas está marcada para amanhã. A expectativa é que esse encontro possa avançar em acordos e ajudar a reduzir tensões entre os dois países. Vamos acompanhar as repercussões desse tão esperado aperto de mão entre Lula e Donald Trump, meu querido amigo.
Valeu, Marco Viana, muito obrigado, hein? Vamos ficar de olho, tá? Obrigado pelas informações, bom trabalho pra você aí em Brasília. Rápido break na nossa rede de rádios. E aqui nós recebemos aqui no nosso sofá, convidado de hoje, especial aqui no Morning Show, polêmico, Rubinho Nunes, o vereador Rubinho Nunes, vai explicar pra gente o que deu, por exemplo, a CPI dos Pancadões. Ele foi o relator.
PCC realmente ali dentro de prefeituras, subprefeituras em São Paulo, funkeiros ouvidos na comissão estão presos por lavagem de dinheiro. Ou seja, isso aí já estava antes, antes de tudo isso acontecer, notícias que a gente deu por aqui já estavam na mira dessa CPI. Vamos entender tudo isso com o vereador Rubinho, que está aqui conosco. Bem-vindo, vereador. Tudo bem? Bom dia, tudo bem. Obrigado pelo convite. Bom dia a todos. Bom dia a todos que nos assistem também. Obrigado pela oportunidade de estar aqui.
Preparado para o nosso sofá da Discordia? Tomou uma água, um cafezinho. Queria logo te perguntar o seguinte, você viu, né? Trump e Lula conversando por lá. Um dos assuntos que a gente fez uma aposta aqui, que seria prioritário, que seriam prioritários lá dos assuntos, é a questão da intervenção do governo americano para combater o crime organizado e colocando, quer dizer, na verdade, o tráfico internacional, colocando aí as nossas facções como um alvo.
do governo americano. Entra em jogo aí a soberania nacional. Como é que você vê isso? O que você acha dessa questão, vereador Rubinho? Eu entendo a reunião entre o Lula e o Donald Trump um pouco mais profunda até do que o interesse dos Estados Unidos em classificar como organizações terroristas o Comando Vermelho e o PCC.
Veja, o Lula tem um interesse em entrar na pauta de segurança. Acho que é consenso entre todos que a pauta de segurança é a pauta das eleições de 2026. As pesquisas mostram o Lula em frangalhos, derretendo, performando em segundo na pesquisa que saiu ontem atrás do Flávio Bolsonaro.
E, ao mesmo tempo, ele tenta, de alguma maneira, entrar e surfar em pautas de segurança para dizer que o governo dele está entregando algum tipo de resultado. Do outro lado, existe uma crise de geopolítica internacional atrelada a terras raras. O Brasil é o segundo maior detentor de reservas de terras raras.
do mundo. 23% das terras raras do mundo estão no Brasil. A China é a primeira detentora, sendo que 99,4% de todos os minérios raros do Brasil são fornecidos para a China, ao passo que os Estados Unidos detêm apenas 2% dessas terras e fica refém da necessidade desses materiais, especialmente para a guerra aeroespacial. Eu entendo que a profundidade da conversa do Lula vai muito além.
do que a questão do combate ao crime organizado. Mas sua opinião com relação a isso? Qual o ponto? Com relação à intervenção americana para combater o crime organizado? Eu sou a favor e considero necessário. O governo brasileiro se mostrou ineficiente no combate ao crime organizado. Tanto é que são organizações ricas, prósperas no Brasil, que dominam áreas, dominam comunidades.
O crime organizado que a gente viu está nos funks, nos pancadões também, né? A gente agora pode falar sobre isso. Você enxergou ali um problema que logo depois as páginas policiais mostraram também, né? Pois é, desde 2023 eu tenho enfrentado pessoalmente os pancadores na cidade de São Paulo com operações diretas nas comunidades. Eu acompanhei mais de 40 mandatos de busca e apreensão na comunidade da Brasilândia por lavagem de dinheiro do crime organizado.
O que eu extraí com isso tudo? O crime organizado usa a estrutura desses bares pra lavar dinheiro, pra fomentar o tráfico de drogas e pra manter o domínio daquelas áreas dentro do que a gente chama de narcocultura. Mas, vereador, são regiões, a gente tá vendo aí, muito pobres, não tem um teatro, não tem um cinema.
Não é uma manifestação popular. O Henrique outra vez falou, vocês, por favor, me ajudem aqui na conversa também, mas o Henrique falou, poxa, e os bailes lá no Anhangabaú, aquela barulhada? Eu moro na Avenida São Luís, é muito barulho por lá também. Ali não seria também algo que poderia ser avaliado? O Henrique falou muito bem sobre isso da última vez, né, Henrique?
Eu havia perguntado daquelas questões dos bailes do Angabou. Até eu vou aproveitar e fazer uma nova pergunta. De que maneira seria possível, na sua visão, combater, então, os bailes funk, o incômodo nas periferias, vamos dizer assim, sem necessariamente criminalizar? Você acha que uma regulamentação é cabida? O Estado ceder algum lugar de espaço cultural para que essas festas sejam realizadas? Oi, e aí? E voltamos agora para a rede de rádios. Falando o quê? Falando sobre os bailes funk, falando sobre...
Com o Rubinho Nunes, estamos aqui, está aqui do meu lado. Eu estou perguntando, vereador de São Paulo, né? E inclusive a pergunta que eu estava fazendo era sobre essa questão dos bailes mesmo. Se havia, na visão dele, alguma possibilidade de regulamentar esses bailes e oferecer algum espaço, o Estado oferecer algum local para que essas festas sejam realizadas, talvez de uma maneira até mais segura para a própria população.
A criminalização já acontece pelo Código Penal, porque tráfico de drogas é crime, prostituição infantil é crime, lavagem de dinheiro é crime, perturbação de sossego também existe tipificação e não é uma conduta...
lícita no aspecto da lei civil. Então, naturalmente, todo esse contexto que está atrelado ao pancadão, ele é criminalizado. Aquilo é uma questão que vai muito além até da parte da segurança, porque é uma questão de saúde pública. Quem mora nas comunidades não consegue dormir. Quem não consegue dormir enfrenta problemas severos de saúde por conta desses bares que acontecem, às vezes, começando na quarta, na quinta-feira e se arrastam até o domingo.
Eu discordo do argumento de que a prefeitura não oferece estrutura, oferece. A prefeitura de São Paulo...
reformou mais de 40 céus na cidade de São Paulo. E os céus estão próximos de comunidades. São áreas de lazer destinadas às pessoas. São áreas novas, preparadas. O que acontece é que o organizador do baile não quer ir no céu e encerrar a festa às 10 da noite. Ele quer que a festa comece às 10 da noite e vá à noite perturbando o sossego.
Ele não quer que tenha controle de acesso pra evitar que menores entrem pra meninas de 13, 14 anos engravidarem na tábua sem saber quem é o pai. E o crime organizado não vai lavar dinheiro numa festa dentro do céu, tampouco traficar drogas. E por conta da segurança dada por essa estrutura, eles não usam os locais.
Eu queria saber, vereador, porque realmente há uma contravenção penal, que é a perturbação de sossego, e eu queria saber se a prefeitura tem alguma dinâmica com relação ao horário. Porque o senhor bem colocou o horário ao problema. Eles não gostariam de fazer esses pancadões num sábado à tarde. Eu acho que a questão do crime, ela fica...
mais favorecida com relação à questão noturna e à virada de noite. O senhor acha que controlar e colocar uma figura criminosa, com a pena mais assim exercebada, evitaria com que essas traficâncias, esses outros crimes, e não só a questão da cultura, porque pancadão tem a ver com a questão de se ouvir músicas em específico, em especial funks, enfim. O senhor acha que colocando uma maior reprimenda, evitaria esses pancadões? Sem dúvida.
Defendo que isso, para termos de Brasil, segurança pública, segurança é sentimento. A revisão da lei penal como um todo. O Código Penal é de 1940. A lei de execuções penais garante direitos ao bandido e não que ele cumpra a pena dentro da cadeia. O Código de Processo Penal torna amoroso e ineficiente a lei penal no Brasil. A gente precisa ter essa revisão como um todo. No caso específico do pancadão dos bares funks...
O aumento de penas, em geral, gera a sensação de segurança, mas, ao mesmo turno, eu apresentei um projeto de lei que cria multas para quem organiza, que são multas estratosféricas, partindo de 50 mil reais. E a gente está perguntando, a pergunta do dia é essa, o baile funk tem que ser regulamentado? Você que está em casa, no carro, no trabalho, está ouvindo a nossa jovem pan, está acompanhando o morning show, responde.
A gente quer saber a sua opinião. Baile Funk é uma manifestação artística. A gente sabe que é também. E é um espaço que precisa ser preservado também. Mas a regulamentação precisa acontecer. Jess está calada, está pensando, está aí, está confortando com tudo. Estou meio impressionada. Porque é assim, quando é que está... Tudo, não acredito. Uma crítica que dura. Quando estamos aqui debatendo esse assunto, tem gente que é leão. E quando traz a pessoa que está tentando implementar essa medida...
Cadê? Cadê? Não, vai. Pergunta. Qual que é a crítica? Eu fiz a primeira pergunta. Calma, a gente pode fazer. Aonde que tem discordância? Eu quero explorar essa discordância. Cadê? Vai ser o momento, Henrique. Eu tô aqui. Hoje eu tô de analítica. Eu vou ajudar o Henrique. A gente tava falando sobre punição de legislativos, né? O senhor teve um mandato. O mandato chegou a ser cassado. O que aconteceu com o mandato do senhor? Foi...
Uma decisão de primeira instância que caçou meu mandato por compartilhar, a minha assessoria compartilhou aquele laudo do Marçal por incríveis 23 minutos. Na hora que eu vi, eu deletei, mas foi revetido em segunda instância no TRE por 7 a 0. Muito bem. Eu queria colocar, então, queria colocar essa questão. O senhor tem polêmica, assim, polêmica que dá na canela.
Já teve uma comigo aqui também, em relação à medida, mas inclusive eu quero parabenizar, porque uma coisa que eu acho que os parlamentares precisam ter e que naquele dia você demonstrou, é uma escuta e mais, quando uma ideia não é boa, rever essa ideia e seguir com o trabalho, né? A política muitas vezes é problematizada porque as pessoas não escutam, mas eu queria ouvir o Henrique Tá muito bonzinho o Henrique Eu tô esperando, eu respeito vocês terminarem de falar pra gente poder fazer as perguntas
Eu acho uma sacanagem que a interrompia. Não vou replicar o que normalmente é feito comigo, principalmente aí talvez pela Jérgio. Eu quero te silenciar mesmo pro bem do Brasil. É boa parte das vezes. É recíproco. Eu acho que você tem lugar de falar. Ele consegue ser hipócrita. Mas eu não posso te silenciar, mas eu gostaria. É psoroginiano, né? Daqui a pouco vai pra isso.
Vereador, assim, o crime organizado ocupa normalmente lugares em que o Estado não está. Então abre uma brecha, abre um vácuo para que o crime ocupe. Os bailes funk, como você listou, muitas vezes têm atividades do crime organizado e tudo mais. Você não acha que há uma falha do Estado em estar presente nas comunidades de maneira eficiente e abre uma brecha para que o crime ocupe esse espaço? Porque se o Estado oferecesse saúde de qualidade, educação de qualidade, lazer de qualidade, até o espaço para o baile funk...
Existem festas privadas que acontecem, às vezes varando à noite. Poderia, sim, oferecer um espaço para que esse baile funk, sem os atributos do crime que nós somos contrários, acontecesse. Você não acha que o Estado falha nisso? E se fizesse um bom serviço, talvez o crime não ocupasse tanto espaço nas comunidades?
Eu não concordo com o argumento de que o Estado tem que fornecer tudo porque o Estado não tem que ser um pai. O Estado não compete ficar tratando o ser humano sendo babá de marmanjo para ficar cuidando da vida das pessoas. O Estado tem que fornecer segurança. Segurança é essencial. E o Estado falha miseravelmente nas comunidades no aspecto de segurança quando a gente trata do crime organizado. Também falha na educação. Tem uma saúde de péssima qualidade do Brasil. É consenso.
A questão é que, no aspecto de segurança, o Estado falha. Os bailes acontecem por quê? Por culpa da polícia? Não, por culpa das subprefeituras. Esse é o ponto. Existem agentes vistores que têm que, deliberadamente, autuar, fiscalizar esses locais, porque quem realiza os bailes são bares, adegas e tabacarias que, na sua grande maioria, são construídos em área pública invadida. A solução é fácil.
Basta a subprefeitura ir lá e notificar para que se retire. Em 15 dias a subprefeitura pode ir lá com um trator e demolir o local. Eu já fiz isso. Eu já acompanhei. É lícito, é exitoso, dá certo e entrega resultado para as pessoas. Acontece que boa parte dos agentes vistores e alguns subprefeitos não tem vontade política de realizar esse tipo de serviço. Porque são eleitores, né, vereador? São eleitores que estão ali envolvidos.
Exatamente. E tem um outro... Não, eu posso ir antes. Eu queria colocar... Só queria colocar, porque vai ser interessante aqui para você comentar também, porque está dentro do que nós estamos falando. O deputado estadual Tenente Coimbra, do PL, partido do senhor, daqui de São Paulo, ele acionou o MP contra a chamada Narcocultura. Uma exposição que está lá na língua portuguesa.
O que acontece é que ele quer esclarecimentos sobre o que ele viu lá. A exposição chama Funk, um grito de ousadia e liberdade. E aí o deputado constatou o uso de imagens de jovens em bailes funk, como é o que a gente está falando aqui, com a conotação sexual e a apologia ao tráfico. Vamos ver o que ele fala.
A gente não quer criminalizar arte ou cultura, mas a associação com crime organizado não é arte e não é cultura. A gente está pedindo as medidas para a nossa secretária para que reveja essa exposição, para que ou a encerre ou tire as obras que fazem esse tipo de apologia, aquelas obras que contribuem para a narcocultura, que começa a desassociar o crime do mal, que começa a confundir o bem e o mal, que relaciona a arma.
Com favela, favela com comunidade, crime com comunidade, tudo acaba virando a mesma coisa. E a gente não. A gente quer mostrar que dentro da favela tem gente de bem. Que até mesmo dentro do funk, não é só crime. Então, pra isso, a gente tem que lutar. E pode ter certeza que aqui a gente vai estar fiscalizando no Estado de São Paulo. Muito bem. Qual é o limite da arte, da legalidade, da possibilidade da expressão artística? Só corrigindo, o deputado não é do PL. É o deputado, o senador. Olha só. Olha só.
O vereador, olha, quem sabe, hein? Quando eu falo, foi ou é ou será, hein? E aí o vereador Rubinho é do União, né? Do União Brasil. Jazz, eu quero te ouvir. Por isso que eu quero que você me diga. Porque você acha que tudo pode? É uma expressão artística. Eu não acho que tudo pode, mas eu acho que fiscal de museu é uma coisa ridícula.
O Museu da Língua Portuguesa foi procurado por nossa reportagem e ainda não se manifestou. Disse Jess, né? Às 10h38. Eu concordo com a Jess. Eu concordo com a Jess. Fiscalizar o museu é embaçado. Não, aqui ó. Senão você vai fechar o...
Conte de exposições aí ao redor do Brasil que usam várias coisas. A arte tem um caráter que muitas vezes não é um caráter de avaliação moral ou qualquer coisa em relação a isso. O que eu acho importante a gente avaliar nesses tipos de análise? Classificação. Então, faixa de idade para as exposições. Exposições, tal como cinema, teatro, tem faixa de idade. Mas mais do que isso, qual é a forma de financiamento?
Se existe um financiamento direto público, ou seja, lembrando, Lei Rouanet, por exemplo, é um financiamento que uma empresa dá a uma exposição, a algum show, aí é uma coisa. Agora, se não existe, é uma totalmente diferente. Então, eu, como cidadã, não gostaria de ver uma arte que tem ali como fator principal uma glomerização do narco-estado.
Eu já disse isso em vários momentos. Eu não acho. O que eu vejo também? Tem muita gente, é diferente a situação do baile. Veja que no baile funk... Só um parêntese. Aí você não quer ver. O que você faz? Você não vai até o Museu da Língua Portuguesa. Pra você ver, você tem que ir pra Estação da Luz, você tem que se deslocar até lá.
Por exemplo, eu odeio exposições modernistas no geral, não todas. Eu não vou. Eu vou proibir? Eu acho ridículo, mas eu vou fazer o quê? Também tem uma coisa que é importante a gente falar. A diferença entre incitação e apologia, né? Como foi mal colocado até pelo deputado, explicando... Mas o vereador, o que o vereador acha? Eu ia perguntar, o que você acha, vereador, sobre essa exposição? Você acha? Você iria?
Não iria. Não, mas ir é uma coisa. Agora, o direito de existir é outra coisa, né, vereador? A arte tem o direito de existir, mas ela não é imune à crítica. E a sociedade tem o direito de criticar, inclusive, a própria porcaria que eles apontam ali como arte. Aquilo, na minha leitura...
traz consigo uma denúncia até sobre a forma como acontecem os bailes, a forma como a sociedade é vista dentro desses ambientes, a forma como a mulher é objetificada e tratada como uma mera alegoria nesses pancadões. Tudo isso está denunciado nessa arte. Agora, como a Jess bem colocou aqui, a questão é que a Estelle e Rouanet.
Na própria publicidade a gente vê, é dinheiro público indo pra fomentar ali, a gente vê uma folha de maconha, mulheres sendo objetificadas, a narco-cultura toda sendo glamorizada como algo feito com dinheiro público. Mas, vereador, é a defesa de uma realidade da periferia, a realidade periférica. E também existe aí a liberdade e a possibilidade de uma transmissão oral do que acontece na história. É um jeito de contar, olha, isso aqui pontualmente...
aconteceu dessa forma. A vida é assim. E isso também faz parte do que a gente chama de cultura. Entendo o seu argumento, mas eu considero uma visão preconceituosa com a própria periferia. A periferia não é isso. Os moradores da comunidade não são isso. A maioria das pessoas que moram nas favelas estão lá por uma condição que a vida lhe expôs, não estão lá porque querem. E são pessoas trabalhadoras, sérias... Pode não ser, mas é também...
isso. Eles são obrigados e forçados a conviver diariamente com isso e como reflexo desse tipo de porcaria são as duas crianças que acabaram estupradas na semana passada na Zona Leste no que os agressores classificaram como uma brincadeira que acabou indo pra um outro lado.
Uma barbárie que chocou todo o Brasil, uma criança de 8 e 10 anos, justamente pela ultra-sexualização dada nesses locais pela narco-cultura e por esse tipo de exposição, onde pra eles a sexualização infantil é algo normal. Deixa eu só ser advogado do Fernando aqui, porque na realidade a exposição não é a realidade das periferias, mas sim do funk, né?
A exposição é voltada ao gênero funk, aos bailes funk, mostra isso, não a realidade da periferia como um todo. Eu agradeço, viu, Henrique? Eu agradeço, mas de fato é o ponto alto. Eu agradeço, mas eu não preciso de advogado, porque eu não preciso dar a minha opinião aqui, porque a minha opinião não é importante. O que é importante é a opinião do sofá. E ela é tão importante que eu preciso do contraditório, porque o público quer ver isso mesmo.
Quer ver o sofá pegar fogo. E está meio brando esse foguinho. Está devagar esse fogo.
A Jess tá boazinha com o vereador? Imagina o seguinte, se eu resolvo me sentir artista e colar uma banana na parede. A minha arte é colar uma banana na parede. Aí eu vou lá na prefeitura e pego 100 mil reais. A prefeitura deu 100 mil reais pro vereador colar uma banana na parede. Você acha sério? Venderam caro. Já custou caro, viu, vereador? Já custou caro. Em homenagem ao meu amigo Josias Teófilo, que não está entre nós hoje, mas está vivo.
Eu falei como se ele tivesse ido de arrasta. O que que acontece? A Lei Rouanet é um incentivo...
Só um parênteses. Privado. Se for dar banana na parede, tem que tomar cuidado, né? Se o Zema for na exposição, quem sabe ele não come a arte. A obra de arte. Opa. O Zema fez um vídeo comendo banana com casca um tempo atrás. Quem sabe ele... Que piada.
Um minuto de silêncio pela piada. Ninguém nem entendeu. Mas voltando à seriedade desse morning show. Quando a gente olha pra essa situação da Lei Rouanet, a Lei Rouanet é uma empresa, acha que aquela arte é legítima e doce aos impostos, é abatido daquele valor. Então eu vejo pra... Eu vejo não, é privado.
Agora, o que é a questão? Se um vereador tiver uma emenda e pôr essa arte, vai ser contestado. Mas talvez o público dele ache que é arte, etc. Eu acho ridículo usar dinheiro público para isso, até porque tem outras prioridades, como educação, saúde. Agora...
Se um investidor decide bancar uma banana na parede numa exposição, eu não gostaria de ver. Acho um pouco ridículo. Mas a arte tem esse caráter, muitas vezes, individual, subjetivo. E está acontecendo no mundo. Tem muito quadro. Por isso eu não gosto do modernismo. Eu sinto saudade da Bela Epoca. Eu gosto bastante das coisas clássicas. Mas esse é um gosto pessoal meu. Eu respeito e entendo que outros gostos podem ser relativos. Agora, o que a gente precisa entender? Em um tempo de banco master...
INSS, crises, tantas questões que estão acontecendo. Será que o melhor uso do tempo do deputado estadual em questão do tenente Coimbra, se eu não me engano, que ele sim é do PL, é ir ao museu, fiscalizar e opinar sobre estas artes? Será que esse é o melhor uso? Será que essa é a melhor denúncia que ele pode fazer? Na minha visão, não. Agora, a sua conclusão fica aí para você.
Isso aí, sofá falando, né? O que eu quero também colocar, a arte também nessa conversa, falando de educação. Agora, vereador, olha essa história aqui. Henrique também, professora e jazz. Faculdade mais importante do país, uma das mais importantes do mundo, continua paralisada durante uma vasta greve de estudantes que está acontecendo agora. Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, se mostrou indignado com a greve e disse que a situação...
não entra na cabeça dele. Ele disse, eu não consigo entender por que essa greve acontece. Vamos ver o que ele falou.
O regulamento é a perda de oportunidade dos estudantes. Se eu fosse estudante, o que eu faria? Eu estaria estudando. Estudando o máximo que eu pudesse, eu estaria aproveitando, agarrando com unhas e dentes as oportunidades, procurando aprender ao máximo, procurando ir além do que meus mestres estão passando, porque eu sei que um dia eu vou estar no mercado de trabalho e o mercado vai cobrar. Então eu quero o máximo de ferramenta.
Então, para mim, não entra na minha cabeça a greve de estudante. Estudante, na minha opinião, tem que estudar. Estudante, na minha opinião, tem que fazer o melhor.
Assim disse Tarcísio de Freitas e Jazz aplaudiu aqui. Só quero dizer a reivindicação dos estudantes, os grevistas. Eles pedem melhoria na moradia estudantil, pedem melhoria no bandejão também, na comida, na alimentação, reposição de professores, eles reclamam que não existem professores disponíveis quando acontece a saída e a aposentadoria de alguns, e isonomia do...
de um bônus que os professores tiveram para também os funcionários técnicos. E o reajuste nas bolsas que eles têm. A bolsa dos que têm. Estão pedindo quase nada, né? Só o básico que deveria ter na universidade. Você estava fazendo uma piada até. Estão pedindo muita coisa.
É o que deveria acontecer, deveria ter a reposição de professores, as moradias estudantis. E o Tarcísio dizer que não entra na cabeça dele a questão da greve já era esperado, visto de um governador que disse há um tempo atrás que diploma não é mais tão importante. Então, a figura do governador Tarcísio normalmente se mostra, se encontrar a questões de educação, a USP a gente vê que está cada vez mais sucateada e essas reivindicações...
O governador é engenheiro, o governador é engenheiro. Mas falou que diploma não é importante. O engenheiro sem diploma, eu não sei se seria tão importante. Mas ele tem diploma.
mas disse pros outros que não era importante ter, seja claro nisso aí eu acho que realmente tem que estudar mas a gente precisa lembrar que a constituição infelizmente ou felizmente vai fazer um equilíbrio nessas questões, porque tem liberdade de manifestação, liberdade de se falar, de se protestar a única coisa que se afasta aqui da legalidade é se houver dano se houver violência a professora tá defendendo os estudantes? não
até porque eu nunca faltei a uma aula. Minha filha passou na USP e treini. Então, assim, o santo de casa, lá em casa, faz o milagre. Eu acho que tem que estudar e cada um que sabe o seu aperto, entende? Eu acho que reivindicar existem outros meios... A senhora está defendendo o direito da greve. Eu estou dizendo que a Constituição permite que eles assim o façam.
Então eles têm o direito de manifestação De protestar Não estou dizendo que eu o faria Nem acho que seria o correto Eu não imagino a professora fazendo o correto Eles estão correndo Tinha bandejão com alimentação Com larva lá Tem que protestar mesmo pra melhorar Inclusive vereador, aproveitar a pergunta Nessa questão da greve As reivindicações, você acha que elas são corretas As reivindicações feitas pelos estudantes? É um bando de estudantes que não estuda O governador Tarcísio foi cirúrgico E aí
Essa gente tá ali pra estudar ao custo dos nossos impostos. Normalmente são pessoas mais bem situadas financeiramente, porque cursaram escolas particulares. O mais pobre vai ter que pagar uma Unip. Enquanto isso, esses playboys estão lá fazendo greve ao invés de estudar. O sucateamento da universidade vai muito pela depredação desses próprios alunos. Você vai na USP, você tem uma horda de desocupados que fica pichando a universidade, que fica sentado aplaudindo o sol, fazendo sarau, usando droga. E não...
estuda efetivamente e naturalmente não entrega para a sociedade a contraprestação que é o pagamento do estudo deles. É um absurdo. E não entra na minha cabeça o estudante fazer greve. Ele quer se manifestar, ele tem livre manifestação. Mas, professor, com todo respeito, a greve é uma característica sindical do trabalhador. Eles não são trabalhadores, eles estão estudando para talvez um dia serem.
Não, mas eu tô falando, não te cortando, só pra esclarecer. Eu não falei que eles fizeram greve. A Constituição, no artigo 5º, o vereador fala direito à livre manifestação, né? É só pra apontar que não é greve. Sim, se manifestar sim. Agora, há mais de 15 dias parados, sem estudar, reivindicando questões que são de ordem trabalhista, que deveriam ser feitas pelos sindicatos da respectiva categoria.
É simplesmente uma mobilização com o viés político. Não são estudantes. Tanto que você entra lá, a atuação partidária dentro dos diretórios acadêmicos é muito maior do que a atuação acadêmica e a produção acadêmica dentro da universidade. E não pode também impedir, só pra falar, Jess, não pode impedir o total funcionamento, né? Que eu acho que é o que eles estão fazendo. E até a professora também parlamentar, Janaína Pascoal, já esteve aqui conosco. Fico convite pra retornar pra falar, inclusive, desse tema.
Ela foi dar uma aula e os alunos foram gritar, bloquear, ela até ofereceu seu próprio gabinete para dar essa aula. Eu tenho uma relação de longos anos, inclusive em junho, nós tínhamos um evento, o Campeonato Brasileiro de Debates, lá para ser feito dentro do Largo de São Francisco, que é a Faculdade de Direito da USP.
E tem risco de não podermos. Ou seja, todos os jovens que vêm aqui para São Paulo para debater, para ter essa atividade extracurricular, podem não conseguir em relação ao espaço. Nós talvez tenhamos que conseguir um outro espaço por conta desse bando de gente à toa.
Vou pegar só um minutinho aqui. 11 de agosto. Centro acadêmico 11 de agosto, que é o Centro Acadêmico do Direito. A programação para hoje, dia 5 de maio, é aula aberta de yoga no Pátio das Arcadas. Transmissão do filme Medida Provisória nas salas João Mendes Júnior. Depois, educação popular e greve, intersecções emancipatórias.
e depois tem lá a bateria para fechar o dia de show. E amanhã tem, além disso, xadrez e cine-debate. Comida de mentira. Isso aqui está postado. Isso aqui é a programação. A realidade é que isso é uma militância para atrapalhar um ano eleitoral, que é um ano importante do candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas. E quando a gente olha para essa greve, a gente tem que olhar para as pessoas que querem estudar e não podem.
que estão esperando, que vão ter seu diploma atrasado, que precisam entrar no mercado de trabalho, que às vezes têm uma família para sustentar e não conseguem estudar. Quem está depredando o nome da USP, destruindo a USP, são essas pessoas de cabelo colorido muitas vezes, que estão fazendo greve como se fosse uma militância partidária ignorando os malefícios. A Poli, a Politécnica, a Faculdade da Engenharia, ela não entrou em greve.
Tem um monte de vídeo no TikTok de jovens lá que estão tendo aulas e estão falando a faculdade inteira parada, a gente estudando. Isso é uma vergonha no sentido de que muita gente queria estar como eles estão e não estão. Por quê? Porque existe uma situação e um uso político. Um uso político. Quando a gente vai lá na USP com um parlamentar de direita, não pode. Quando é de esquerda, olha quantas vezes a Luna Zaratini não foi lá, a Erika Hilton já não foi lá. Então, assim, isso aí é só para inglês ver. É uma vergonha sagrada. Então...
uso político, quero aproveitar a presença do vereador no sofá pra falar de uma questão muito polêmica. Quem vive aqui em São Paulo vê isso a todo lado, principalmente nas áreas mais nobres, mais valorizadas. Os donos de apartamentos em São Paulo que anunciam no Airbnb essa plataforma de aluguel de curta temporada, todo mundo sabe o que é o Airbnb, começaram a receber notificações sobre possíveis irregularidades e risco de exclusão dos anúncios no site. O problema é que muita gente compra apartamento popular que não tem.
Em bairro nobre de São Paulo. Aqueles apartamentos que são do tamanho de uma mesa, aquele apartamento que é do tamanho de um armário embutido. Caríssimo. Caríssimo. Caríssimo. E aí seria um projeto de moradia popular, né, vereador? É para trazer ali o morador para um bairro nobre, para trazer ali uma facilidade. A ideia inicial seria essa. O que acontece nessa história? Tem muita maracutaia nesse meio aí, não tem? Tem.
Esse projeto é um exemplo claro de que quando você coloca a ideologia à frente da prática, você arrebenta uma política pública. Esse projeto foi criado em 2014. A ideia é boa? Não. Nem a ideia é boa? A ideia é bonitinha e vende bem, só isso. Esse projeto foi criado em 2014, salvo engano, relatado pelo vereador Nabil Bonduque, do PT.
Qual que é a ideia na prática? Vamos incentivar, vamos trazer iniciativa privada pra fazer habitação popular. Ganha incentivo da prefeitura, não paga alguns impostos pra cidade, e você faz imóveis mais baratos que tem que ser destinados à população de baixa renda. Legal, vamos cobrir o déficit. Vamos fazer na área nobre, olha que bonito. Vamos tirar as pessoas lá de Paraisópolis, vamos tirar das comunidades e trazer pra morar nos jardins, pra morar em Pinheiros. Vai ser incrível. Só que eles esqueceram um detalhe.
O terreno custa caro. A pessoa vai vir morar nesse local. A pessoa não tem recurso para fazer compra no pão de açúcar. Não consegue ter lazer na região, porque até o cachorro quente é mais caro. Não consegue usufruir o bairro. Resultado, as incorporadoras, dentro do que determina a política, começaram a comercializar imóveis nas regiões nobres. Teve um boom aqui. Você vê a H&S.
Pra todo lado. Só que o cidadão pobre não vai comprar. Ele vai vir com a família. Com quatro filhos pra morar, como você bem colocou, numa caixa de fósforo de 30 metros quadrados. Não consegue morar... HHS é habitação de interesse social. Tem a 1 e a 2. É mais barato, um pouquinho mais caro. É a HMP. Que é habitação de mercado popular. Todos destinados à família de baixa renda.
Aí criaram os prédios aqui. Quem compra? O cara que tem 24 anos, trabalha na Faria Lima, que o pai é empresário, ele vai pagar 300 mil reais no apartamento e vai morar ali sozinho, então ele vai levar as namoradas dele lá no fim de semana. Essa é a política pública que foi criada pelo PT em 2014.
Nós abrimos a CPI na Câmara, eu sou presidente da CPI, sou autor do pedido, para investigar essas habitações. Porque existe fraude na comercialização. Começaram a comercializar com investidores, começaram a vender acima do preço, começaram a abrir o mercado para todo mundo. Tem a famosa outorga onerosa, que dá uma vantagem.
bi, deixou de ser arrecadado pela cidade de São Paulo e as pessoas mais pobres não tiveram acesso ao apartamento. Quando eu falo que o correto é fazer reurbanização de comunidade, você faz habitação de interesse popular próximo à favela, chave a chave, chave na mão, barraco no chão. O cara sai do barraco, vai morar no apartamento, habitação digna, melhora a densidade, a expansão da área, aí eles falam que eu sou higienista. A questão é que essas pessoas, as pessoas mais pobres, não tem condição financeira de morar nesses locais. Nós temos que levar emprego até eles.
Henrique, não tem jeito de discordar do vereador. A gente tem que fazer mais políticas públicas para poder resolver. A gente precisa tirar a pessoa da comunidade. Mas esse chá da chave é muito bom. O chá da chave é uma ideia interessante. O projeto hoje realmente foi colocado de uma maneira e a gente precisa combater isso. Porque o projeto do Minha Casa Minha Vida, HIS1 e 2, Minha Casa Minha Vida, inclusive...
mais funcional de todos, o que acaba entregando chave também. Mas os financiamentos imobiliários, principalmente com a taxa de juros que a gente tem hoje, fica caríssimo para as pessoas comprarem apartamento. E aí acaba acontecendo até o que o vereador trouxe. Quem acaba comprando apartamento são pessoas de classe média que colocam às vezes o apartamento nessas plataformas de aluguel. Não acho que deveria parar de fazer esse tipo de imóvel, mas talvez, quem sabe, subsidiar mais o Estado, fazer alguma coisa assim. Eu acho o contrário.
Você poder entregar essa moradia, fazer o chave a chave com essas moradias. Porque a pessoa mudando também de regiões mais afastadas da cidade, indo pro centro, você faz ali, às vezes, que ela consegue um emprego melhor, às vezes, ela consegue melhorar de vida. O tempo que ela perdia no transporte até o trabalho, pode acabar investindo em estudos. A vida dela melhora como um todo. Talvez, no curto prazo, ela não tenha renda suficiente pra poder habitar ali.
Mas é uma política de médio e longo prazo. Você não pode pensar que ela vai se mudar e a vida...
dela vai ser transformada inmediatamente. Eu fico aqui, mas eu sigo comandos da nossa Ellen Manager e a gente vai ter que agradecer o vereador. Eu quero te agradecer muito, a sua coragem e quero te convidar para voltar aqui e com uma amiga do Henrique, a gente é doido para ter ela aqui. Mas ela não tem coragem. Ela chama Luna. Ela tem coragem. Ela não tem coragem. Estará aqui. Estará aqui em breve.
Em breve que dia, marca aí Aceita um debate? Para que a Luna venha debater comigo aqui Vamos ver se a Luna vai ter coragem Ela já foi convidada duas vezes e aí não veio Está sendo convidada agora a terceira vez ao vivo Mas tem que vir também o vereador Rubinho Vai vir os dois? Eu aceito o debate Quando a Luna quiser Vai ter instituto de incêndio, vai estar tudo preparado aqui
Pus na agenda já aqui. Vamos ver? Tá feito o convite. Vereador, muito obrigado. Hoje foi leve. A próxima vez vai ser mais pesado. Obrigado pelo convite. Foi um prazer estar aqui com vocês. E obrigado a todos que nos acompanham. Alegria, valeu. E a gente segue então aqui no nosso sofá. Muito obrigado pela presença do vereador. Continuamos falando aqui. Eu acho que o Henrique prometeu muito e entregou pouco. Você não acha, Jess? Entregou.
pouco, e o que eu noto, sabe? O Henrique, ele precisa fazer as minhas aulas lá de debate com os meus aluninhos, porque ele tá com pouca vontade de debater, e debater com classe, sempre com respeito, mas assim, o Henrique do dia a dia é um Henrique diferente, então, eu acho que isso conta bastante. Agora, indo nessa questão das casas
populares, eu acho que a grande dificuldade aqui é entender qual é o caminho, tendo em vista que esse investimento já foi feito pelo Estado. E é isso que dificulta toda essa situação. As melhores intenções não levam às melhores conclusões de projetos de leis.
Muito bem. Agora, é uma polêmica também, porque a mão de obra nesses bairros nobres é feita por quem? Por esses moradores, né? O custo, né? O custo de um cafezinho nos jardins versus o custo de um cafezinho em Jardim Tiradentes é diferente. Muito diferente. Mas esse morador estando perto do emprego, ele não teria um tipo de economia também?
Mas olha como o que o vereador narrou pra gente é o contrário disso. Não há interesse deles comprarem, porque eles também calculam o custo de vida, o tamanho, né? O metro quadrado nas regiões mais nobres, ele é muito caro. Então, nas regiões mais nobres, às vezes você vai morar em 20 metros quadrados pelo preço que numa região mais distante, você vai morar numa casa de 100 metros quadrados. Então, isso entra na conta também, na decisão.
Exatamente. E a gente fala aqui que muitas pessoas vivem com muitos problemas de endividamento. Hoje a gente tem em cada três, quatro brasileiros, quase metade de gente que tem dívidas. Problemas de cabeça, problemas... A vida entrega muitos problemas, mas a gente tem que falar de solução.
A gente tem que falar de um suplemento que eu gosto muito dele, que é considerado o cimento do cérebro. Não é que ele vai solucionar os seus problemas, acabar com suas dívidas, acabar com tudo que tem de errado, não. Mas ele vai te ajudar a ter coragem e disposição. Vai organizar a sua saúde mental. Eu estou falando do magnésio e tem aqui o Manolo para me ajudar.
Tudo bem, Fernando? Alegria, Manolo. Alegria poder falar contigo, com toda a audiência aqui do Morning Show. E sem dúvida nenhuma, quando a gente fala de magnésio, você toma o seu magnésio, né? Sim, eu sei disso. Você tá tomando duas cápsulas antes de dormir. À noite, à noite. À noite. À noite. Tem feito muito resultado no sono e principalmente na disposição que eu tenho no dia. Porque eu falo sempre aqui, dormir bem significa uma noite boa. Sem dúvida. E o quanto... Dormir bem significa uma noite boa, não.
Um dia bom, entendeu? Um dia bom só acontece com uma noite boa. Sem dúvida. Até porque, Fernando, durante a noite o nosso corpo libera alguns hormônios. Citocina, endorfina, serotonina. Quando você sofre para dormir, isso acaba afetando no seu próximo dia. Quando amanhece, você sente cansado, desanimado. Tem pessoas que ficam muito irritadas com a rotina. Então o magnésio estimula essa produção da melatonina. E uma coisa que você falou que está dando resultado para você que é muito bacana é a questão da energia.
O magnésio age diretamente no núcleo das mitocôndrias. Então ele ajuda muito, principalmente a da energia, disposição, a renovação celular. Isso é muito importante. E o grande detalhe desse mineral, que é mais de 200 rações no seu corpo e todas elas muito importantes para equilibrar sua saúde.
O magnésio melhora. As conexões neurais, previne ali o declínio cognitivo, que é importante. Conexões neurais, o que seria? Foco, concentração, memória, que é muito importante. Quando a gente fala de sistema nervoso central, ele age diretamente nesse sentido, melhorando principalmente a sua saúde mental. Inclusive, Fernando...
Ele vai ajudar na síntese da vitamina D. Você sabia que o nosso corpo, ele não produz várias vitaminas? Só que tem algumas que ele produz. Por exemplo, a vitamina D. Em contato com o sol, o seu corpo produz. E o magnésio, ele ajuda nessa síntese. A vitamina B12, ela é muito importante, por exemplo, para os nervos. E o magnésio, ele ajuda nessa produção também pelo corpo. Então, ele vai agir.
na saúde mental. Ele vai cuidar da saúde física, quando a gente fala de ossos, 60% do magnésio que você consome vai pros ossos, evitando a osteoporose. Por isso que quando você tem um déficit de magnésio, o que que acontece? O seu corpo vai na estrutura óssea. E aí você desenvolve a osteoporose. Vários sintomas. Os seus ossos ficam mais porosos, mais enfraquecidos. São 200 funcionalidades. A gente pode ficar aqui até amanhã de manhã, de tarde, falando sobre isso.
Com certeza. Mas eu quero falar de uma coisa que eu gosto muito, que se chama prologue.
promoção, mano. A promoção é muito bacana, Fernando, porque é uma oportunidade principalmente pras pessoas poderem conhecer o nosso magnésio. Isso é muito importante. Eu quero que você teste, que você experimente. Se fizer sentido pra você, na sua rotina, assim como faz pra mim, pro Fernando.
você volta a consumir o magnésio. Então você vai ligar agora mesmo. 0800-787-3030. Esse é o melhor magnésio do Brasil. São cinco minerais numa única cápsula. E hoje com o melhor preço também no Brasil. Você vai ligar agora. Você só vai pagar 20% do valor do produto. É uma coisa muito bacana. É uma oportunidade pra você.
Gente, só paga 20% do valor do produto. Vai ganhar a cafeteira. E além da cafeteira, nós temos a creatina. Pra ajudar na manutenção da massa magra. Tudo isso eu vou entregar na sua casa, em qualquer lugar do Brasil. Só que é muito importante você ligar na hora. Você precisa ligar agora. 0800-787-3030. Eu vou repetir. É importante repetir, Fernando, que é muito bom. Não, eu vou tirar um rádio, né? É lógico. Eu vou falar, eu vou falar. Eu só digo três coisas. 0800-787-3030.
0800 787 3030 Ligue, ligue, ligue 0800 787 3030 3 coisas, valeu Manolo, valeu demais, muito obrigado A gente segue aqui no nosso Morning Show com um rápido break Na rede de rádios
E a gente continua por aqui. Olhem só essa notícia. Inteligência artificial cada vez mais presente no nosso dia a dia. Mas as fake news e os deepfakes também. Dessa vez foi a primeira ministra da Itália, a Giorgia Meloni, que denunciou que imagens...
dela, feitas com inteligência artificial, estão circulando na internet. E ela pediu, encarecidamente, que as pessoas verifiquem as informações antes de compartilhar. A gente já deu várias dicas aqui, né, Jess, sobre como identificar isso. Dicas práticas. A linha dos dentes, né, não existe muito a separação entre os dentes. Esse é um detalhe que acaba sendo aperfeiçoado também. Os olhos, né, muito.
E essa declaração, ela chegou a postar algumas imagens que eram possíveis no próprio Instagram para alertar. São imagens sexualizantes de uma... De uma não. Para mim, Georgia Meloni é a maior líder de direita do mundo em termos do que ela faz, do que ela fala, das coisas que ela coloca. Então, nós temos aí a imagem gerada.
E a quem interessa fazer imagens assim, colocando a Georgia Meloni, uma líder de direita, né? A gente fala muito sobre misoginia, sobre machismo e ignoramos que muitas vezes é aceitável pra muita gente que quando com mulheres mais à direita isso ocorra.
É lamentável, nós precisamos começar a ter ciência e cuidado com essas imagens. E é muito importante, por quê? Porque imagine a dor de ser exposta nesse nível com imagens cada vez mais realistas. Não vemos isso acontecendo com frequência, mas vai aumentar à medida que a inteligência artificial melhora. Então, antes de compartilhar, verifique as informações e vá além. Mesmo se fosse real, não seja um babaca, não compartilhe isso.
Muito bem, Jéssia. Assim disse Jéssia, assim disse Jéssia. E assim a gente diz aqui. Muita atenção a essas coisas todas, porque a gente tem muita informação sobre isso aqui, sobre o mundo tecnológico, principalmente. Vamos falar sobre isso? Vamos lá para os Estados Unidos, vamos para a Califórnia. A gente tem uma chiquérrima correspondente, uma chiquérrima colaboradora por lá. Está sempre aqui conosco, Laura Dubogras, mestre em ciência da computação em Stanford, especialista em inovação. Está falando agora...
sobre situações que acontecem no espaço sideral. Laura, bem-vinda ao Morning Show. Alegria ter você de volta. Muito obrigada pelo convite. Meu nome é Laura Dubugraza, moro aqui na Califórnia, no Vale do Silício. E vou trazer algumas notícias super interessantes que estão rolando por aqui no mundo da tecnologia. Primeira notícia, parece ficção científica.
Mas o CEO do Google, Sundar Pichai, anunciou que eles estão jogando servidores para o espaço. Para quem não sabe, esses data centers, esses prédios de servidores, eles ocupam muito espaço aqui na Terra e eles consomem muita energia. Então, uma das dificuldades que eles têm é de construir a quantidade necessária de servidores e data centers para conseguir arcar com a demanda muito latente da inteligência artificial. Então, uma solução que eles visaram é jogar tudo para o espaço em órbita para o espaço.
Por quê? Assim, não tem que se preocupar com governo barrando a construção, você também tem sol infinito para gerar energia suficiente e pode ser uma ideia super interessante. Tem até o ditado aqui que é, quando o CEO do Google concorda com o que o Elon Musk fala, porque o Elon Musk foi o primeiro a falar isso anos atrás.
o ditado diz, pode ser que seja realmente uma previsão de fato do futuro. Então estamos super animados, vamos acompanhando, ainda não está comprovada essa tecnologia, se vai funcionar, por quê? Tem muitas coisas que podem acontecer. Tem que comprovar se vai funcionar o sistema de resfriamento, quando alguma coisa dá pane, não é tão simples quanto mandar um técnico da TI para o espaço.
E tem radiação, lixo espacial, enfim, vários fatores para considerar, mas estamos bem animados aqui para ver se daqui a alguns anos os servidores vão estar de fato no espaço ou não. Laura, a gente aqui no nosso sofá tem muita curiosidade sobre essas coisas todas, acho que nossa audiência também, mas uma particularidade, você já esteve com Elon Musk pessoalmente, assim, conversando com ele? Ah, eu já troquei algumas palavras, rapidamente.
Que chique, né? Muito chique. Como é que é uma pessoa... A gente agora, nesse momento, está voltando para a rádio. A gente está falando sobre tecnologia com Laura do Balgrás. E ela está contando agora que já esteve com Elon Musk. Queria que você contasse um pouco como é que é essa pessoa que enxerga o futuro onde a gente não enxerga nada.
Pois é, ele foi muito gentil com a gente. Eu fui com meu marido e a gente estava num evento chamado Breakthrough Prize, que é um evento onde é o Oscars da Ciência, que é hospedado em Los Angeles. E ele estava lá também. E aí a gente foi apresentado a ele por um amigo em comum.
E ele foi super gentil com a gente, a gente achava que ia ser só um oi, a gente trocou, na verdade, dois minutos de conversa, o que eu achei muito, na verdade. Mas a gente conversou um pouquinho sobre o Brasil, um pouquinho sobre o futuro da tecnologia, enfim, foi super gentil o Elon Musk, muito gente boa. Atualmente ele tem pouca gentileza com alguns processos e com lutas que ele enfrenta, né, Laura? Que é até um assunto seu aqui conosco também.
Ele na internet é um pouquinho mais duro. Na verdade, uma das coisas que eu ia falar também, uma das notícias, é que ele está processando um outro grande titã da tecnologia, o Sam Altman, que é o fundador da OpenAI, a empresa que criou o ChatVT. Então, eles estão agora numa briga que parece novela. Então, a gente está acompanhando essa briga de longe. E para quem não sabe...
A OpenAI começou como uma organização sem fins lucrativas. E ela foi, na verdade, muito investida pelo próprio Elon Musk. Então eles começaram quase como cofundadores. E começou há 10 anos atrás, mais de 10 anos atrás. E eles, então, começaram com essa iniciativa para beneficiar a população.
e estudar a inteligência artificial para melhorar a população. Só que em 2019, eles perceberam que ia ser muito difícil manter essa estrutura de ONG. E eles quiseram abrir um braço com um modelo de lucro limitado. Então, eles abriram esse braço, mas até aí tudo bem. Só que aí eles viraram uma das empresas mais valiosas do mundo. Hoje em dia, eles valem...
850 bilhões de dólares, quase um trilhão de dólares. Então, as pessoas que têm essa sociedade dentro do braço que é mais lucrativo, agora eles se beneficiaram muito com essa valorização das ações. Então, o Elon Musk está processando o Sam Altman, que é o CEO, e também outras pessoas-chave da empresa. E vamos ver o que vai acontecer. Está ainda em aberto, mas é uma briga que a gente está acompanhando.
Cenas dos próximos capítulos, né, Laura? A Jess tem uma pergunta. Laura, bom dia, um prazer tê-la aqui novamente conosco. Nessa lógica aí do início, né? Ah, vamos ser uma associação sem fins lucrativos, de repente tem um investimento, e o lucro disso foi gigante na vida dele, uma das maiores do mundo. E vemos isso se reproduzindo em outras, outros grandes grupos, tem Antrópica, tem muita coisa acontecendo no universo da inteligência artificial.
E eu vejo muitas declarações de até membros que foram parte dessas empresas e saem, vão para fora, alertam sobre os riscos que isso pode gerar. O próprio Altman, nessa semana passada, deu uma declaração falando que talvez o caminho seja, entre aspas, dar dinheiro para conter alguns estragos no mercado de trabalho, nessas análises. Como que você vê isso? Qual que é o real dano e o impacto que você analisa da inteligência artificial na sociedade? A sua visão é mais positiva ou mais negativa?
Então, exatamente, a gente tem esses dois lados. Tanto o lado mais positivo, mais otimista, e tem o lado que a gente chama de Doomer aqui nos Estados Unidos, né? As pessoas que acham que o mundo vai acabar. É o lado mais apocalíptico. Eu me considero uma pessoa bem otimista. Eu acho que essa tecnologia vai vir a trazer grandes benefícios. Eu acho que a gente vai ter...
Melhoras no mundo da saúde, dos medicamentos. Eu trouxe isso alguns dias atrás também na Jovem Pan. Eu acho que as melhorias nesse lado de inovação e de tecnologia vai ajudar muito a nossa população. Eu acho que, no geral, as pessoas também vão ter mais...
acesso a conseguir melhorar suas próprias vidas. Acho que isso é uma coisa que a gente vai ver. Uma coisa que eu acho que a gente tem que tomar cuidado, eu acho que a gente vai ser uma sociedade, pode ter um risco de ser uma sociedade um pouco mais solitária. Eu acho que cada vez mais a tecnologia, toda vez que ela é introduzida, a gente se distancia um pouquinho mais.
acaba ficando um pouquinho mais interagindo com, por exemplo, uma tecnologia e não interagindo com pessoas na vida real. E eu acho que isso é um risco muito grande. A gente tem que ter cuidado para não se isolar muito como sociedade e ficar preso em casa só assistindo Netflix ou interagindo com essas inteligências artificiais. Eu acho que esse é um risco que me preocupa muito mais do que, não sei, a inteligência artificial que pode acabar com os empregos ou coisa assim.
Eu acho que vai ter muita... Na minha opinião, eu acho que vai ter... Vão ter muitos empregos que vão acabar, mas...
Dez vezes mais empregos vão surgir, na minha opinião. Laura, mas outra coisa que você traz para a gente aí tem também um ponto muito importante do que a Jess disse. Uma escola sem professores, só com inteligência artificial. Daqui a pouco não vai ter nem aluno, só professor e aluno de inteligência artificial.
É, exatamente. Então, esse é outro modelo que a gente está acompanhando também. Tem uma escola que chama Alpha School, que foi criada aqui nos Estados Unidos, no Texas. E eles prometem uma pedagogia muito diferente. É uma escola que não tem professor. Os alunos aprendem com inteligência artificial e tem duas horas por dia com aprendizado personalizado. E o resto do dia, o resto das quatro, seis, sete, oito horas, são designadas para projetos, habilidades práticas, empreendedorismo.
esportes e essas coisas. E a ideia é super sedutora. Por quê? Imagina, se cada aluno tem um professor particular, digamos assim, só que ele não precisa aprender no ritmo médio da turma. Ele pode, por exemplo, se ele é bom de matemática, ele pode avançar mais rápido na matemática. Mas se ele tem dificuldade com a leitura, ele pode receber mais prática. Então, é super interessante esse modelo, sem você ter que pagar, obviamente, por um professor particular para cada aluno.
E aí tem essas duas reações, né? Exatamente isso. Ou você entra no campo de, nossa, isso é muito fascinante, ou você entra no campo de, não tem consenso científico se isso é melhor para os alunos, né? A gente tem que acompanhar para ver se a ciência vai dizer se isso é melhor para todos os alunos. E acho que a gente tem que dar mais tempo a isso. Eu vou acompanhar de perto porque eu tenho alguns amigos que já colocaram seus alunos nessa escola aqui na Califórnia.
E minha filha nasceu em janeiro, né? Então eu tô já pensando assim, que tipo de educação eu quero dar pra minha filha e que tipo de modelo de pedagogia eu vou querer que ela tenha. Vamos ver.
É, cenas dos muitos próximos capítulos, né? E a gente sabe que a hora que você vem falar conosco aqui é a hora que você se divide aí com sua filhinha. É uma parte muito apertada aí pra você na Califórnia. Quero te agradecer enormemente a atenção. Um ótimo dia aí. Tá de manhãzinha aí, né? Quantas horas aí? Muito bem, não é? São 7h15 da manhã. É um prazer gigante estar aqui com você. Espero que eu consiga voltar mais vezes. Com certeza.
Tchau, tchau. Bom dia. E um dia ao vivo aqui conosco, tá bom? Valeu, muito obrigado. Com certeza, sem dúvida.
Valeu. É a Laura Direto lá dos Estados Unidos. Henrique, por favor. Temos dois professores preocupados aqui. Eu também sou professor, doutora Priscila também. Mas assim, eu preciso dizer que a educação não pode se basear apenas numa transmissão de conhecimento, né? Porque aí a gente já tinha o Google, enfim. Eu acho que...
várias IAs assim, não estou menosprezando, acho que a gente tem que ter um letramento e vai ter, existirão pessoas que vão querer ficar só na questão da transmissão de conteúdo como já existe hoje, e assim como tudo se evolui, aqueles que são exclusivamente professores, que não é o meu caso
aqueles que são exclusivamente professores vão buscar um outro elemento, como por exemplo uma humanização. Olha, aqui comigo você não vai aprender apenas a questão do conteúdo, vou te ensinar questões humanitárias, de posicionamento, sentimentos que também influenciam na questão... Talvez incluam a aula...
assim, né? A aula de humanização, de interação social, de relações. E como ela disse, profissões vão acabar, mas outras vão surgir. E isso é a evolução da sociedade. É o caso dessa escola. É, é a revolução. Então, primeiro vinha a máquina, depois veio gente, depois voltou a máquina. E assim, a gente tem que ter eu acho que quem vai ficar pra trás é quem não for e caminhar junto com a IA. E não acompanhar.
Ela falou uma coisa aqui que é importante, que as escolas passem desde já, pra que não fique até obsoleto, a fazer esse letramento de A pra não fique como a minha pessoa. Que eu não sei o que pergunto, onde que pergunto. Faz o prompt, não sei do que. Então eu estou aprendendo. E aprender abre mentes e eu vejo que o estudo muda tudo.
Então, a gente vai se adequando com o tempo. E alguns com mais dificuldade, outros com mais facilidade. Gerações que têm mais facilidade de acesso à internet, obviamente terão mais facilidade de aprender, assim como outros que não os têm, vai buscar o prejuízo. A IA tem uma oportunidade gigante de combater a desigualdade no mundo. Por quê? Imagine a quantidade de espaços no mundo que não tem uma qualidade de um professor, um professor bem formado.
ou um professor que consegue ler 50 milhões de artigos de habilidades inumanas, podendo ensinar para um jovem que tem acesso à internet. Então, nós tendemos, como humanos, desde lá das máquinas, quebra-máquina, a demonizar. Eu também sou uma entusiasta. Para muita gente, a Alpha School pode parecer assim, ah, absurdo, mas não. Eles trocam duas horas personalizadas. Imagine seu filho ter o ritmo dele, da turma, não, dele. A dificuldade ali, a troca. E é visível que eles…
está estudando. O software está lá com ele e ele está numa cabine estudando. E depois disso, ele tem que se engajar em projetos. Ele tem guias que são pessoas físicas que vão acompanhar, motivar, ensinar coaches ali pra ele nesse desenvolvimento. A educação brasileira, eu tenho muito medo, Fernando, de como que vai impactar, porque ela vai ficar atrasada. O vestibular da USP, ele é o vestibular dos anos 80.
O mundo mudou muito, as habilidades mudaram. Decorar, abrir ofta, essas coisas, está bem decadente, né? É, durante a pandemia a gente viu como um professor faz falta e qual é a importância real dele ali, fisicamente, né? E falando sobre vida real, não tem exemplo melhor de vida real do que o Rio de Janeiro, porque tudo acontece por lá. Claro, tudo, tudo, tudo. E quando tem alguém tão competente quanto...
O cara que vai aparecer aqui agora vai falar o que a Polícia Federal, Ministério Público estão fazendo nessa manhã com a Operação Centelha contra a lavagem de dinheiro do Jogo do Bicho. Vamos lá, então, falar com quem sabe das coisas, apesar de ser flamenguista. Vamos lá, Rodrigo Viga.
Cadê ele? Tá achando que ele voltou pra aquele lugar que ele tomava café todo dia. Faliga Flamenguista. É, gente. Tá comendo um pão de queijo. Chamado de vascaíno. Tá na padaria, certeza. Então ele fala umas verdades. Fico preocupada, ele não aparecendo. Alguém liga pro Vigo. É, ele faz uns trocadilhos interessantes. Jornalismo é profissão de risco.
Vou chamar ele de vascaína, ele aparece rapidinho. Mas realmente, veio de janela uma realidade nua e crua. Para tirar a satisfação presencial. Ele vem do Rio para cá. Gente, eu estou te perguntando hoje, se você acha que o baile funk, de uma forma geral, precisa ser regulamentado. Tivemos aqui o vereador Rubinho falando sobre isso. Uma boa entrevista aqui.
E a gente quer saber o que você acha. E daqui a pouco a gente vai voltar com o Rodrigo Viga. Mais um rápido intervalo na rede de rádios e na TV. E daqui a pouco o Morning Show e o nosso sofá da discórdia. Tá de volta. Morning Show. Jovem Pan. Morning Show.
Sempre tem amor também Ainda bem que tem Hoje é sem
Comunicar vai além de falar. É marcar presença onde o seu público está. Textos, vídeos, posts e relatórios. Dezenas de canais exigindo presença, consistência e velocidade. É por isso que criamos a Samp. Um ecossistema de inteligência artificial que entende, cria e publica conteúdo com velocidade e consistência, onde quer que o seu público esteja. De PDFs a notícias, de textos a voz, de ideias a impacto. Samp. Conteúdo inteligente para o seu negócio.
A Copa do Mundo mexe com o planeta e a Jovem Pan faz parte dessa história, desde quando o rádio ajudou a construir as maiores glórias do futebol brasileiro. Foi o doutor Paulo Machado de Carvalho, o Marechal da Vitória, quem liderou as delegações que trouxeram as Copas de 1958 e 1962 para o Brasil. Olha para o cara que está aqui na terra é fogo. Quatro horas da tarde, a inscrição acabava meia-noite.
Pelé ainda se ressentia de dores, da trombada que tem levado em São Paulo. Veja como são as coisas. Ele foi pra Copa do Mundo e se fez lá. Doutor Paulo Machado chegava, todo mundo já falava, vamos ganhar. Ele falava, vamos ganhar, não quero saber de pensar diferente.
Cinco estrelas, um legado, uma escola de vencedores. Agora é dois mil e vinte e seis. Estados Unidos, México e Canadá. Desde sempre, a Jovem Pan está presente nas Copas do Mundo, com equipe completa, informação em tempo real, opinião forte e a energia de quem nasceu grande no esporte.
No rádio, no digital, no vídeo, no carro ou no celular. Copa do Mundo dois mil e vinte e seis é na Jovem Pan. Tradição que virou voz, história que virou emoção. Jovem Pan. Oferecimento, Bet Nacional. Jogue como sênior, com responsabilidade.
Jovem Pan, Florejo. Saúde, estamos de volta. Nosso Morning Show de hoje, muito bom. A gente está te perguntando, né? Essa polêmica com baile funk aqui em São Paulo. Será que é uma manifestação artística? Será que é algo que precisa de uma regulamentação da prefeitura, do estado? Enfim, qual a sua opinião? Em casa, no carro, no trabalho, participe com a gente. Mande a sua opinião nos nossos canais aqui na internet. Tem um WhatsApp prontinho te esperando. Onze, nove e um.
3, 2, 5, 8, 0, 5, 5. Muita gente, muita gente já mandando mensagens aqui. A Ellen Manager me mandou aqui. O Guilherme Piva, 2, Guilherme Piva, 26, 64. O Estado falha miseravelmente nas periferias, sim. Opinião do Guilherme. Obrigado, Guilherme. Dulcinea Silva Gomes, 70, 25, está dizendo. Esses bailes funk falam muito sobre falta de fiscalização do poder público.
Ou seja, de uma forma geral, as pessoas acham que pode ser até uma manifestação artística importante, mas precisa de algo ali para regulamentar. E vivem outras pessoas. O vereador falou isso, né, Matheus? Sim. O vereador falou sobre isso. Até que foi curioso, porque eu estava esperando aqui também algumas discordâncias nesse tema, mas até o Henrique, como de esquerda, no momento, ele falou, ele falou, existe um consenso sobre a perturbação da tranquilidade, que de fato não é o funk.
Poderia ser o sertanejo, o pagode, qualquer outro tipo de manifestação artística, não só música, mas que nos perturbasse a uma da manhã, as duas da manhã. Muito bem. Muita gente, comunidade, precisa acordar às quatro, cinco da manhã para pegar dois, três ônibus. Como é que dorme, Fernando? E nesse momento... E nesse momento voltamos para a rede de rádio. Falando o quê?
Falando sobre os bailes funk, especificamente em São Paulo, mas eu acho que vale para o Rio de Janeiro, para o Brasil todo, se deveriam ser regulamentados ou não. Inclusive, se você ainda não votou, corre para a nossa rede social ou para o WhatsApp e vota na final. No nosso sofá a gente recebe aqui com muita alegria Bruno Lóvis, que fala sobre coisas, como eu digo, do céu, da terra, da água, do mar e do Vasco, né? Ah, por favor, uma das melhores coisas para se falar é o Vasco. Muito bem.
Muito bom, já que estamos falando em Vasco Vamos para o Rio de Janeiro, será que agora ele aparece? Deve estar tomando um bondo, um café As padarias cariocas Olha lá ele Conte tudo para a gente Operação sem ter Fala, fala Posso te garantir que não estou no baile funk Nem dançando nenhum batidão Posso te garantir isso Eu estou tranquilão, estou no Baboa Só curtindo a emoção
Olha, ô Viga, como é que é essa operação centelha? A coisa não para por aí, né? Agora é lavagem de dinheiro do jogo do bicho. Você já ouviu falar no Castor de Andrade, Fernando? Opa! Certamente, né? Bom dia pra você, pra turma toda aí do sofá, pro nosso ouvinte, espectador, internauta da Jovem Pan. Ele deixou como legado.
A família Andrade, do Rogério Andrade, que hoje é alvo, essa família, dia 16, mandar de busca e apreensão, expedidos pela Justiça, que estão sendo cumpridos aqui pela Polícia Federal, em Mangaratia, bem pertinho de Angra dos Reis, no sul do estado, um paraíso brasileiro, nosso Caribe, também zona oeste, zona sudoeste da capital.
A contravenção liderada pela família Andrade estava lavando o dinheiro do jogo do bicho, onde, eu tenho dito aqui no microfone da Jovem Pan, há muito tempo, esse mercado de combustível está cada vez mais complicado. Lembram daquela operação que foi...
bater na porta da Faria Lima em São Paulo, que já mostrava um certo enlace, uma certa conexão entre o mercado de combustíveis e também o crime organizado, no caso do PCC. Aqui é a contravenção, lavando o dinheiro dessa arrecadação irregular e legal do jogo do bicho, impostos de combustíveis, lojas de conveniência e também empresas de fachada e de estruturação imobiliária. São 16 mandados de busca e apreensão.
Já apreenderam embarcações de altíssimo luxo, não sei quantos pés, também carros blindados, carros de altíssimo valor agregado. E os mandados de busca e apreensão contemplam, envolvem ainda, quatro agentes das Forças de Segurança do Rio de Janeiro. Três policiais civis e um policial militar.
que teriam atuação nesse esquema de lavagem de dinheiro, de sonegação fiscal, de organização criminosa, a serviço da turma do Rogério Andrade. Rogério Andrade, para quem não lembra, está preso desde o fim de 24 de 2024, no Presídio Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, em regime disciplinar diferenciado.
porque foi acusado de ser o mentor do assassinato de um rival dele, Fernando Inácio, que era quase ali no mesmo bolo da mesma família, num crime cinematográfico que aconteceu no ano de 2021. Ele ponto na Barra da Tijuca, agora rebatizada de zona sudoeste do Rio de Janeiro. Já que estamos falando de operações da polícia, só para pontuar.
na zona oeste da capital, agora há pouco me chega a informação, apreenderam 16 fuzis e uma metralhadora antiaérea. Esse é o pancadão, esse é o bantidão aqui do Rio de Janeiro, com funk ou sem funk. Mas para quem tem 1.100 favelas na capital, 1.800 no estado, você pode imaginar que tem mais baile funk do que baile de debutante no estado do Rio de Janeiro, viu, meu caro Fernando?
É isso aí, hein? A gente está discutindo essa situação aqui em São Paulo, situação no Rio de Janeiro, é também preocupante, porque isso atrapalha a vida do cidadão comum, como o Matheus disse, o cara que tem que acordar no outro dia para trabalhar, pode ser manifestação artística assim, mas precisa, né? Talvez de uma regulamentação mais eficiente. Viga, muito obrigado, sucesso para você aí. Acho que você não ouviu quando a gente chamou...
Valeu, bonitão! É, não ouviu. A gente te chamou de vascaíno, você ficou calado, tudo bem, né? Beleza.
Não, eu não tenho nada contra o Vasco. Eu sempre conto essa história aqui no microfone da Jovem Pan. Paz da minha família vascaína parte a rubro-negra. Mas eu já era um convertido. Eu ia para o estádio com a nata vascaína da minha família. Mas eu já estava olhando o futuro, sabendo que o futuro me reservava um grande sucesso. Agora, quem anda fazendo baile é lá em BH, hein? No tal do Mineirão...
Deu galo. E o Vasco tá fazendo gracinha porque empatou de dois a dois com o Flamengo. É o baile deles. Cada um se contenta com o que tem, né, meu caro Fernando? Calma, calma. E atrás de monte vem monte. E atrás de morro vem morro. Pau que dá em Chico dá em Francisco. Vamos lá. Segue o jogo. Valeu. Viga. Abraço.
E atrás do Flamengo e do Palmeiras tem um monte de gente. Grande abraço. Inclusive o Vasco e o Cruzeiro. Tá bom, amiga. Tá bom. O mundo dá voltas e voltinhas. Valeu. Beleza. Seguimos, então. A gente continua aqui com o Bruno Lopes. Vamos falar de chamar a funcionária da ONU agora, manager? Olha só a situação. Imagina. Você se afastar do trabalho porque brigou por causa de um lanche.
Gente, um lanche, um sanduíche. Bruno Lopes, o que é isso? Isso aconteceu com a funcionária da ONU. Olha, você trabalha na Organização das Nações Unidas. Imagens feitas por câmeras de segurança nesse atendimento do McDonald's mostram a cliente agredindo uma atendente com um tapa no rosto. Segundo o delegado do caso, a mulher teria pedido um lanche sem cebola.
Mas aí tinha cebola. Isso causou tudo isso. Poxa, ela tá igual o presidente dela, né? Tá igual o Trump, né? Brava! É muito triste ver essas coisas. Isso mostra que independente do seu cargo, você não deixou de ser ser humano. E você sendo ser humano, você tem sim as suas dificuldades, as suas vulnerabilidades. É extremamente necessário que você entenda quais são, enxergue quais elas sejam e vá atrás de melhorias. A ONU não luta pela paz?
talvez os seus funcionários não tanto. Inclusive, eu pesquisei, existe um código de ética e conduto para os funcionários da ONU. Então, não é um afastamento assim, porque vazou, né? Porque a ONU espera que o funcionário represente bem a organização. Organização das Nações Unidas. Foi fundada depois da Segunda Guerra Mundial, né? Uniu a mão ao rosto da funcionária. Mas você sabe que menos de 2% da população mundial se preocupa com inteligência emocional?
Então você pega que Muitas dessas pessoas que estão ocupando Cargos extremamente Sérios Que de repente eles vão fazer com que outras pessoas Tenham uma qualidade de vida Ou não, eles também não estão preocupados Com a sua própria inteligência emocional Então como é que você cuida das pessoas Se você não cuida de si? Eu falo que o primeiro impacto do amor é você com você mesmo Por isso você é o Bruno Lopes É por isso que eu sou o Lopes
E Pelé disse Love, love, love, love três vezes Mas eu fico pensando como é que uma pessoa fica desse jeito a ponto de dar um tapa no atendente de lanchonete, na cabeça dessa moça, dessa agressora tá muito perturbada, Bruno Tá muito perturbada, não só dela
Pois é, de todas as pessoas. Tem muita gente passando por muitas dificuldades emocionais, pessoas que não estão entendendo como é que funciona, como é que elas têm que lidar com as pessoas. As pessoas estão com uma irritabilidade muito alta. Qualquer coisa que acontece ao seu entorno, qualquer discordância que acontece, como é o caso da cebola, por causa de uma cebola num lanche, ela saiu.
Ela foi até a janela onde a atendente está lá. Ela deu um tapa na atendente. Isso não pode acontecer. Ela perdeu o cargo, mas tem que acontecer coisas ainda mais sérias. Porque tem que servir de exemplo. A gente não pode seguir a impunidade. Eu acho que tem um detalhe ali, Fernando. Que talvez seja o risco que às vezes algumas pessoas correm na sensação de poder. Porque como era uma funcionária do outro lado...
que em teoria a pessoa pode pensar que ela está aqui para me servir, quando o servir tem limites, ele tem que ter um respeito. O que a gente vê, não é só o caso dessa funcionária, mas em vários outros, é a pessoa que trata mal o atendente do iFood, do delivery. Esses dias eu estava conversando com um rapaz que me contou que ele tinha sido humilhado em um prédio que o rapaz não queria pagar, enfim, todo um rolo. Então a gente vê, às vezes, essa relação de poder, ela coloca a pessoa numa sensação de eu posso fazer o que eu quiser.
Então, eu acho que esses casos, eles têm sim que ser mostrados para servir como exemplo, para que não se repitam. Uma funcionária, coitada, estava trabalhando, às vezes, num turno exaustivo e toma ainda um tapa na cara, pelo amor de Deus. Mas é, doutor, um justo a causa? Pode fazer isso? Ela não estava no ambiente de trabalho, doutora Priscila?
tem um código onde fala da questão da paz, reatividade, eu acho que como um gancho, não tem nenhuma problemática impeditiva de tirá-la momentaneamente até que se apure, até porque se houver ali uma questão de crime, não sei se poderia ser vias de fato, que é uma contravenção penal, enfim.
não vi ali o contexto de como ficou o rosto da moça, sendo uma lesão ou sendo uma contravenção penal, ela pode ser inclusive até mesmo demitida, se for o caso. Então esse afastamento, neste momento, penso eu, que é para apurar o contexto fático, e nada justifica, na minha opinião, nenhuma violência, mas ali também ela vai ter o direito de se manifestar, se é que há algum motivo, pelo fato de ela ter ali revidado alguma agressão verbal, eventualmente, às vezes, não estou dizendo que justifica, pelo amor de Deus.
Eu acho que violência sempre gera violência e esse é o cenário que aconteceu. Mas ela deve se manifestar em seguinte sentido. Ah, ela debochou, ela cuspiu, eu não sei. A gente não vê, pelo menos eu não vi. Embora não justifique entender o contexto, né, doutora? Não, não tem motivo. Ela bateu, só que às vezes, né, pode ser, não podemos descartar também, que ela tenha feito uma reação, porque, na minha opinião, eu não vi o vídeo dali pra dentro.
A gente vê que há uma fala, acho que joga o lanche e ela vai lá. A gente não vê o que foi dito. E não estou dizendo, fazendo até a defesa sem ser contratada, mas estou dizendo que às vezes pode ser que ela tenha dado um tapa ao invés de ter dito algo. E aí vai se apurar a defesa dela. Não sei se é o caso, porque acho que ela dá dois socos ali, enfim, dois tapas. Mas eu não sei o que acontece da parte de dentro.
Só que ali há uma violência, a violência que a gente vê é do lado de fora. Então, por isso que momentaneamente, para se apurar o contexto, até porque a ONU, como o Fernando bem colocou aqui, é em busca da paz. Então, isso atinge também, de alguma forma, a honra ali do trabalho, a imagem da ONU. Então, acho que mais para poder dizer, olha, nós estamos apurando e para isso, para que não haja um contexto de priorizar ali ou de prejudicar a investigação, vamos afastá-la do seu cargo.
O que dá pra entender ali é que algum gatilho foi acionado nela. E o gatilho só é acionado quando alguma verdade acontece e essa verdade vem justamente de um passado dela, provavelmente da primeira infância ou algum trauma que é pertinente a algum período da vida dela. Agora, não justifica nenhum tipo de agressão nunca. Eu fico pensando se ela faz com os colaboradores dela, lá na ONU, qualquer...
qualquer tipo de discordância que acontece, será que ela vai agredir verbalmente, psicologicamente? Eu tenho muita curiosidade de ouvir um debate, por exemplo, a Jess, que fala que sabe debater sobre tudo. Como é que você defenderia uma moça dessa falando um debate? Como é que uma pessoa pode agir dessa forma, Jess? Esse seria um caso indefensável?
Não, todo caso, praticamente, em alguma nuância, é defensável. Não que eu a defenda, mas já que você me fez o desafio, mas o que eu vejo, Fernando, e o que eu usaria se eu fosse sorteada, porque no debate você não escolhe sua posição, você é sorteada. Você pode, por acaso, ser sorteada para defender o...
Você não escolhe o lado que você vai defender. Então, você quer acusar ou defender ela. Vai ser um sorteio, você vai ter um lado ou outro. E aí, o que eu acho que acontece aí, um bom aspecto, é a questão de momentos em que todo mundo é passível de perder a estribeira. De sair do prumo.
e como a sociedade tem um ímpeto de cancelamento muito grande sem se colocar no lugar que em muitos momentos, num dia difícil, num dia que você está passando por alguma coisa, numa fala dolorosa, como o Bruno bem coloca, a reação é errada, mas ela é uma reação humana. Nós muitas vezes saímos desse complexo civilizatório, pensante, reflexivo e vamos para uma reação violenta e emocional.
Então, eu iria numa linha assim. É muito triste que isso tenha acontecido. Me solidarizo com a funcionária que foi agredida ali. E eu acho que as coisas vão ser apuradas. Mas, ao mesmo tempo, eu iria por essa linha, se eu tivesse que defendê-la, do que estava por trás disso, do que foi dito, do momento que ela passa ali. Se fosse um debate competitivo.
Eu falaria sobre números. Eu colocaria também, por exemplo, o número de pessoas que vivem com burnout, com estresse, com muita ansiedade, depressão também. A gente fala que ansiedade é o excesso de futuro, depressão é o excesso de passado, a dificuldade de viver o presente, de viver a bênção que é você estar vivo, respirando, olhando as coisas.
Dá pra fazer isso de um jeito, de um dia pro outro? Não, mas dá pra ter um cuidado com algo muito importante que a gente sempre fala aqui, e eu tô com o Daniel, que me ajuda sempre a falar, das maravilhas do magnésio. Pode parecer um caso, nossa, tá solto no mundo? Não. O exemplo? Não. Estamos falando de saúde mental, Daniel. Falei com o Manolo sobre isso hoje também. Sim, com certeza, Fernando. Às vezes, entrando aqui um pouco na discussão, às vezes a pessoa tá passando por uma situação também que ninguém sabe, tá com um pedreiro em casa. Sabe lá o que é? É.
Quer ver uma coisa terrível? É você ter pedreiro, pintor, eletricista e marceneiro dentro da sua casa. E sogra, junto, no mesmo tempo assim. Nossa! Ou seja, são vários gatilhos que muitas vezes a pessoa vive num estresse danado. A pessoa, como diz o ditado, briga com a própria sombra.
E aí vai fazer o quê? Eu quero te dar uma dica de um suplemento que ajuda você a ter um pouquinho mais de controle nessa questão. Sabe o que acontece? O magnésio não é calmante. Você não vai ficar dependendo de calmante o resto da vida. Tomando calmante, você fica lesado, lesada.
Então, você vai usar um suplemento que influencia, sim, na sua saúde mental. É o Magnésio 5.0 da Lírios. É um suplemento que desacelera isso aqui, ó. O cérebro muito acelerado, muito estresse, muita cobrança. Tem que trocar o pneu do carro, tem que buscar as crianças, tem que levar, tem que...
Calma, respira, toma duas cápsulas do magnésio 5.0 todas as noites. O que que acontece? Vai normalizar a produção de melatonina. Você sabia que a melatonina é conhecida como mãe dos hormônios? E aí os seus hormônios, ó, equilibrou, pronto, sai desse pico. De uma hora tá muito nervoso, muito nervosa, outra hora tá muito triste, tá muito... Que isso? Esse pico emocional ninguém aguenta.
Use o magnésio 5.0, faça um teste, que você vai ver. São mais de 200 indicações. O que a gente mais fala aqui, Fernando, é o magnésio para as dores. Para quem vive reclamando de dores musculares, ele relaxa a musculatura, ele tira as inflamações. Para quem vive reclamando de câimbras...
Uma semana apenas. Não é um remédio, não é um negócio que você toma, daqui 20 minutos aparece o resultado. Mas uma semana, os anos, você percebe a diferença. Você dorme melhor, acorda melhor, manda embora as dores, as crises de enxaqueca, melhora o funcionamento intestinal, tira inchaço do corpo. Vale a pena.
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Ligue, ligue, ligue. É isso aí. 0800-787-3030. Grande abraço. Valeu, meu amigo. Muito obrigado. E o nosso sofá de hoje pegando fogo com a pergunta do dia. Estamos falando sobre baile funk, legislação, fiscalização, controle sobre essa manifestação artística importante das periferias.
Tem toda uma questão para a gente discutir. Por isso a pergunta cabe à sua participação. Por isso a gente quer saber a sua opinião também. Temos os nossos canais na internet, tem o nosso site e tem o WhatsApp prontinho, te esperando. 1191-3258-055. O que você acha que vai dar, Matheus? Você acha que as pessoas... Vai dar que tem que ser regulamentado. E eu acho que vai dar, sim, de lavada. De lavada. Porque eu acho que está todo mundo meio cansado disso, viu, Fernando? É.
É arte, né, Bruno? É arte. É, não deixa de ser uma manifestação artística, mas tem que ser regulamentada também, também acho. Eu acho que tem que pensar no bem da população em geral e não só de uma fatia pequena que curte esses movimentos. É porque a manifestação artística tem até a exposição no Museu da Língua Portuguesa, que fala também sobre o funk. A Jess falou super bem sobre isso aqui. Quem não gosta aqui, não vá.
deputados que foram lá falando que tem uma narcolinguagem sobre isso tudo, mas tem a questão de vai quem quer, né? Vai lá ver quem quer, né? Tem muita gente também por aí, inclusive a gente vê os escândalos em Brasília que escuta jazz e música internacional e também faz muita coisa errada, né, Fernando? Então, assim, a gente não pode associar o crime a um estilo musical.
Pois é, tem tanta coisa nesse mundo, né, Bruno? Daqui a pouco eu vou falar de uma influenciadora digital que casou em vez do buquê que aquela jogou. O quê? Monjaro. Monjaro! O Monjaro está substituindo o buquê. É isso, senhor. É isso aí, Bruno. Isso é demais. Isso é demais. É daqui a pouquinho, é depois do intervalo. Isso aconteceu de verdade. Daqui a pouco a gente fala sobre isso. Um rápido intervalo na rede de rádios e também na TV. E a gente volta logo.
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Saúde, estamos de volta. Estamos com o Bruno Lóvis aqui, estamos com a doutora Priscila, estamos com o Matheus, estamos com o Jess, estamos com você conosco participando do programa, respondendo a pergunta. Você acha que o baile funk deve ser regulamentado? Precisa ter algum tipo de controle nessa manifestação artística? Muita gente respondendo. O Guilherme Piva, por exemplo, disse o baile funk precisa ser regulamentado sim. Quem quiser que pague ingresso e imposto.
É simples. Casa de show pra ele. É, tá aí a opinião dele. Vanderlei Curvelo tá dizendo, pra ser manifestação artística, tem que ser arte. E pra mim o funk é qualquer coisa, menos arte. Opinião dele. Pães e pães, questão de opiniões. Sempre digo isso aqui, Guimarães Fosso.
Falar que se realmente as subprefeituras, como o desverador aqui colocou, quisessem impedir que essas manifestações ficassem na madrugada. Por exemplo, em Santo André, o secretário adjunto de Segurança Pública, o que ele tem feito, Fernando? Ele aciona a guarda municipal lá em Santo André. A gente estava tendo, temos bastante questão ligada a esses pancadões. Então as pessoas ligam insistentemente para o 90, enfim. E aí...
Estamos de volta agora para todos os ouvintes da rádio. Nós estamos falando sobre os pancadões, a autorização, a regulamentação. E eu estava dizendo que em Santo André, o que eles têm feito? Juntado o poder da Guarda Municipal com o GOI. Eles têm ido até esses lugares, né? E aí fazem com que, principalmente as músicas após as 10, por causa da perturbação de sossego, elas sejam, na verdade, finalizadas, né? Então eles vão lá, conversam, falam, é para parar a música agora, senão vão todos para a delegacia. E lá tem...
não sei, lá está valendo e claro que há críticas porque como o Fernando disse aqui há pouco é voto, né gente? E tem aqueles que estão no código penal é importante lembrar as perturbações da tranquilidade é uma infração de menor potencial ofensivo, mas é uma contravenção penal e assim já de antemão quando ele vai lá imagine você que vai trabalhar e vai acordar às 4 e meia da manhã, às 5 da manhã, que eu seja E aí
Ou até mesmo que não vá acordar. Que você não quer escutar aquele som, né, Fernando? E aí você tá lá às quatro da manhã escutando. Então eu acho que tem que regulamentar sim. Não é uma música pra dormir, né, gente? Isso não quer dizer... Não é uma pancadão, não é porque é suave. Isso não quer dizer que vai violar a liberdade de expressão. Apenas vai dar uma equidade à escuta dessa música ou qualquer de outra que o seja.
Gente, vamos... Sobre aquela história do buquê. Influenciadora digital que chamou a atenção nas redes sociais jogando o buquê no casamento lá em Santa Catarina. Só que não era exatamente um buquê. Vamos falar com o nosso repórter Luiz Fernando, que está lá para contar para a gente que noiva foi essa. O que aconteceu, Luiz Fernando? Fala, conta tudo, meu amigo. Bom dia.
Bom dia, Fernando. Bom dia a você. Bom dia a audiência do Morning Show. Pois é, um caso tanto quanto exótico aqui no sul de Santa Catarina. Esse casamento aconteceu em Turvo, que fica a mais ou menos 50 quilômetros aqui da cidade de Criciúma, no sul do estado. Turvo normalmente é uma cidade conhecida muito pela sua agricultura, pela agricultura do arroz e pelo plantio de outras sementes, mas nesses últimos dias ficou muito conhecido pela noiva, pela noiva Luara.
Detiol, que é a influenciadora digital, e pelo noivo Gustavo Arcaro, que na sua comemoração, no seu casamento, fizeram uma brincadeira diferente. Vamos dizer que eles quebraram o protocolo. Normalmente a noiva vai lá, joga o seu buquê para trás, e as outras convidadas disputam por ele, tentam pegá-lo. Mas na hora que chegou esse momento, esse momento tão esperado por muitas pessoas, no casamento...
A Luara decidiu fazer de um jeito diferente. Ela levou, na verdade, uma caixa de monjaro e uma avaliação médica fictícia para jogar e para distribuir para as convidadas que estavam ali presentes. A dinâmica foi muito divertida, todo o pessoal da festa gargalhou, ninguém levou a brincadeira.
Num lado mais pessoal, todo mundo achou a brincadeira divertida, essa quebra de protocolo muito legal. E essa medida também tomou proporção nas redes sociais. Muita gente achando divertido e compartilhando que os casamentos modernos têm ficado cada vez mais criativos. Mas, Fernando, eu te faço uma pergunta. Quando a noiva joga as flores para trás, quem pega normalmente é a próxima quem vai casar. E quando ela joga o monjaro, o que a pessoa que pega ganha? Eu volto com você. Porra!
Boa Luiz Fernando Olha eu quero te convidar pra você vir aqui conhecer O nosso Luiz Fernando que a gente tem também Ele se chama Pedro Perfect É o nosso Luiz Fernando Aqui da redação Estamos te esperando aqui no nosso sofá Combinado? Sempre bem vindo Valeu
Um abraço pra você. É, toda redação tem o seu Peter Parfax. E aí, gente, o que a noiva ganha quando pega a caixa de monjada? Ah, ganha ali um incentivo pra emagrecer, né? Eu não sei se a noiva tava achando todo mundo acima do peso ali, falou, deixa eu contribuir.
Eu ia brincar, será que foi uma indireta? Mas certeza que não teve gravata nesse casamento, porque de caixinhas não estão precisando. Mais ou menos, sabe por quê? O monjaro pode chegar aí até uns 3.500 reais, dependendo da dosagem, mas tem um buquê que eu fui pesquisar, tem um buquê que chama de flores conservadas, que dura anos, você pega o buquê e fica anos, se não casar nesse tempo todo, fica lá esperando. Custa 3.500 reais também o buquê. Sem contar que o bolo de noiva normalmente é fake.
É só pra mostrar ali. Então, quer dizer, não vai ter nem vontade de comer o bolo, mesmo porque não existe o bolo. Mas a caixa do Monjaro também é fake, né? Afinal de contas, não tinha nada dentro. Será? Eu acho que tinha ali uma avaliação de notícia. Acho que rolou uma disputa intensa ali pelo Monjaro. Você já foi num casamento que eles jogaram uísque? Uísque, sim, já. Mais do que um, inclusive um na fazenda. Fui no casamento e inclusive tive a sorte de pegar a caixa de uísque, né?
É claro que vazia, mas eu acho, inclusive, muito melhor do que o buquê, entendeu?
E ali também tem uma coisa, né? Não só quem quer casar poderia pegar o buquê. Porque a coisa do buquê, a história do buquê é de que as pessoas vão ali pra trás pra poder pegar. Porque quem pega, casa. Então ali teve uma participação democrática, igual o nosso sofá.
Gente, falar em casamento chique, desculpa interromper vocês, porque tem uma notícia agora, que a defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcar, que teve um pedido de noivado lá, tão chique, né? Acaba de entregar a proposta de delação sobre o caso do Banco Master. A polícia entregou para a Polícia Federal e também para a Procuradoria Geral da República. Vem coisa por aí, Jess? Vem chumbo grosso por aí, hein? Tremei, tremei, República!
De fato, isso movimenta Brasília. Havia uma corrida para a entrega da delação. Por quê? Porque quem entrega primeiro bebe água linda. Quem chega primeiro. Ele fez essa primeira entrega. Agora a Polícia Federal vai fazer a avaliação. Isso pode demorar. Os especialistas estão apontando um, dois, três meses. E por assim vai. Mas agora a delação de Vorcaro está, ao que tudo indica, na mesa da Polícia Federal.
O rapaz diz aqui que entregaram um pendrive. Imagina o que não tem neste pendrive de Daniel. Quero saber o tamanho desse pendrive. Tem que ter um tera, no mínimo, esse pendrive pra, como disse a Jess, entregar conteúdo relevante. Acho que a doutora pode falar melhor. Mas além de informações novas, elas têm que ser relevantes pra investigação.
eu queria completar que é comparativo então isso também vai apressar a delação do Zé Tio, isso também vai apressar a delação que dizem que será feita pelo ex-presidente do BRB então tudo isso agora num momento de muito olhar político e daqui dois meses estaremos sabe onde, Fernando?
Nós estaremos em plena campanha eleitoral. E a Jazz já disse aqui, das frases jazzísticas aqui do sofá, ela disse que a delação do Vorcaro tem o poder de definir o novo presidente da República. Posso agregar uma informação que eu estou vendo aqui das notícias, que é o seguinte, talvez agora a gente entenda por que demorou tanto. Aqui já diz que há citação a políticos de direita, de esquerda, mas principalmente de centro na proposta da delação.
Então, a gente brinca aqui muitas vezes que o centro que governa o Brasil, agora a gente começa a entender por que demorou tanto, e aí sim, vamos ver o que está lá e quem está lá, que eu acho que é o mais importante. Todo esse trâmite, eu fico imaginando ali a conversa, o que vai, o que não vai.
eleição. E os valores que nós já falamos aqui, não é só falar não, tem que pagar gente, tem que pagar. Eu quero avisar pra nossa audiência enorme que a gente tá em conexão aqui com um dos deputados mencionados no relatório de suspensão que foi aprovada, aquela confusão, a gente abriu o programa falando sobre isso, pelo Conselho de Ética da Câmara, né? O deputado Marcelo Van Hatten, ele está aqui, vai falar conosco daqui a pouquinho, vai dar a sua opinião, a sua versão, né, Jess?
O deputado Marcelo Van Raten, do Partido Novo, do Rio Grande do Sul, foi um dos punidos, na minha visão, erroneamente, por esse processo absurdo aí em que ele estava protestando. Vamos lá, então. Ele está na ponta da nossa janela, abrindo aí. Olá, deputado. Obrigado por atender aqui o nosso Morning Show. A gente queria te ouvir sobre essa punição que acabou definida ontem, a partir de muita confusão, enfim. Daqui a pouquinho a gente encerra para a rádio, mas, por favor, fique à vontade aqui no Morning Show.
Muito bom dia, bom dia a todos que estão nos acompanhando na rádio, pela internet. Suspensão, na verdade, completamente absurda, não tem precedente. Já houve várias manifestações aqui na Câmara dos Deputados, inclusive algumas violentas, com invasão, com ocupação da mesa, comendo marmita lá no Senado da República, e nunca deu em nada. E não deveria dar em nada quando não tem violência, quando não é algo que seja...
realmente fora do que define o regimento interno. E foi o que nós fizemos, algo absolutamente pacífico, nós defendemos uma pauta e agora o que recebemos? Uma suspensão de dois meses. Não foi por rachadinha, aliás, se tivesse rachadinha seria inocentado, como foi com o Janones aqui, né? Ou não foi por dinheiro na cueca, não foi por tomar macala com banqueiro corrupto em Londres, nada disso. O nosso crime foi protestar.
contra um presidente da Câmara ou, na verdade, a favor de uma decisão da presidência da Câmara que favorecesse aquilo que ele mesmo havia se determinado a fazer, que era faltar a lei da anistia. E o Supremo Tribunal Federal sempre interferindo aqui no processo legislativo, não deixando o moto trabalhar. Nós fomos ali para, em apoio a ele, fazer essa...
manifestação de defesa de um projeto, e agora o que a gente recebe? Suspensão de dois meses no mandato. Mas ainda tem recurso ainda a CCJ, tem recurso ao plenário, com certeza não haverá essa punição no fim do dia, essa é a nossa convicção.
Quais são as medidas previstas aí, deputado? São dias tão tumultuados esses em Brasília, né? Tudo acaba tomando uma proporção muito grande, né? O senhor acha que esse caso pode também repercutir sobre o que ele significou na época e o que significa agora com relação à punição?
Na verdade, a gente ainda tem a CCJ, depois o plenário da Câmara dos Deputados, para discutir esse assunto até de uma forma mais aprofundada. Na CCJ, a gente discute a constitucionalidade. A nossa suspensão foi completamente inconstitucional. Incluíram três parlamentares no mesmo bolo, no mesmo processo. Se não se paga, deveriam ter individualizado as condutas.
Assim como fizeram no 8 de janeiro, colocaram vários parlamentares juntos no mesmo processo e fizeram a votação ontem virtual. Nós não podemos nem falar com os nossos julgadores, com as pessoas que estavam à distância votando para nos condenar. Esses dois exemplos já são claríssimos de violações e a gente precisa rediscrutir o que é possível fazer de manifestação ou não. Porque, veja bem, nós fomos denunciados à mesa diretora por uma ocupação e a gente precisa ver o que é possível.
que não era ilegal, porque se fosse ilegal, não teriam proposto uma semana depois da ocupação da mesa um projeto de lei proibido de ocupações. Então, se não havia lei proibido no momento que a gente fez a ocupação, não pode que a gente está sendo punido agora. Então, nós vamos trabalhar para reverter isso, lamentavelmente, na votação. Nós não contamos com os votos a partir de cedo, sim.
Não, muito obrigado. Eu queria perguntar mudando um pouco de assunto. É porque a gente já vai encerrar aqui, infelizmente. Vem o pânico por aí, tem a programação da Jovem Pan. Venha para o sofá aqui. Venha para o sofá. O convite é esse, deputado. Vamos organizar, então, um dia que eu vá para o sofá e a gente conversa presencialmente. Muito obrigado. Desculpe a urgência. Tá bom. Um abraço para meus amigos de pânico depois. Obrigado.
Muito obrigado, muito obrigado. Então a gente fica por aqui. Muito obrigado pela audiência. Um grande abraço. Até amanhã. Valeu. Obrigado. Valeu. Valeu.
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