Episódios de Morning Show

Lula aprova lei que endurece penas para roubo, furto e fraudes digitais

04 de maio de 20262h
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Confira no Morning Show desta segunda-feira (04):

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, uma lei que endurece penas para roubo, furto e fraudes digitais. A medida foi publicada nesta segunda-feira (04) no Diário Oficial.

O quadro de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve boa evolução, de acordo com o boletim médico divulgado neste domingo (3). A esposa de Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, disse que o ex-presidente está um pouco chateado e que ainda enfrenta limitações.

A defesa de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como "Débora do Batom", protocolou um pedido de redução da pena de 14 anos de prisão imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A movimentação ocorre logo após os avanços legislativos no Congresso sobre a Lei da Dosimetria, que busca revisar critérios de punição. Débora foi condenada por sua participação nos atos de 8 de janeiro, onde foi flagrada escrevendo a frase "Perdeu, mané" com batom na estátua da Justiça.

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (4) a atualização das regras para o programa Desenrola, visando ampliar o combate à inadimplência no país. Sob a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a nova fase mantém o foco em descontos de até 90% para que os brasileiros possam limpar o nome e recuperar o acesso ao crédito.

Um gorro capaz de decodificar sinais cerebrais e transformá-los em palavras escritas sem a necessidade de chips implantados é uma das grandes novidades da tecnologia. Ela utiliza sensores não invasivos para captar a atividade neural e permitir que o usuário digite apenas com o pensamento. A especialista em Inteligência Artificial, Laura Dubugras, traz os detalhes.

O governo federal lançou oficialmente neste domingo (3) uma campanha nacional em defesa do fim da jornada de trabalho 6x1. Com o slogan “Mais tempo para viver. Sem perder salário”, a iniciativa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) busca pressionar pela aprovação do projeto.

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), causou polêmica ao defender, neste Dia do Trabalhador (1º de maio), que crianças possam trabalhar no Brasil. Zema afirmou que a proibição rígida é uma "noção criada pela esquerda". Reportagem: Rodrigo Costa.

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um comunicado de alerta máximo nesta segunda-feira (04) devido ao alto risco de deslizamentos de terra em diversas regiões do estado. As chuvas persistentes que atingem o Sul do país elevaram o solo a níveis críticos, especialmente em áreas de encosta e vales. Reportagem: Jader Trindade.

Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Assuntos8
  • Aumento de penas por crimeLei sancionada por Lula · Aumento de penas para roubo e furto · Fraudes digitais e bancárias · Receptação de animais domésticos · Uso de contas laranja em golpes
  • CV e PCC como ameaças à segurançaAmpliação do controle territorial em Paraisópolis · Proibição e controle de acesso · Operação policial para remoção de barreiras · 20 anos do Salve Geral
  • Trabalho infantilDeclarações de Romeu Zema sobre trabalho infantil · Debate sobre a proibição do trabalho infantil · Programa Jovem Aprendiz · Opinião pública sobre trabalho infantil
  • Programa DesenrolaLançamento do Desenrola 2 · Uso do FGTS para abater dívidas · Educação financeira
  • Tecnologia de leitura de pensamentosGorro com sensores não invasivos · Decodificação da fala interna · Aplicações para pessoas com deficiência motora · Monitoramento de funcionários pela Meta
  • Escala de Trabalho 6x1Slogan "Mais tempo para viver. Sem perder salário" · Pressão pela aprovação do projeto
  • 8 de JaneiroPedido de redução de pena · Lei da Dosimetria · Condenação por vandalismo
  • Tempestade no Rio Grande do SulAlerta máximo da Defesa Civil · Chuvas persistentes e solo saturado · Municípios afetados · Investigação de mortes
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Olá, seja bem-vinda, seja bem-vindo, bom dia, eu sou o Fernando Rocha, esse é o nosso Morning Show de começo de semana, na verdade começo de maio, né, porque depois do feriado, agora que o mês começa de fato, e a gente tá de olho no que acontece no Brasil, no mundo, movimentação lá em Brasília.

É, depois de uma semana com duas derrotas seguidas, o governo está reagindo, foca na eleição e promete perdão aos caloteiros. O Brasil, a gente já falou por aqui, tem mais de 80 milhões de pessoas endividadas. E vem aí, tchan tchan tchan, o Desenrola 2.

Mais uma jogada eleitoral? Será? Dá pra usar até o fundo de garantia por tempo de serviço pra abater nas dívidas? Vamos debater isso no nosso sofá da discórdia democrática. E tem mais lenha nessa fogueira. Criança tem que trabalhar. Ou criança tem só que estudar. O que você acha?

O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, presidenciável, defende que além de estudar, a criança pode, assim, ajudar ali num trocadinho pra economia doméstica, de escolão qualquer, gente, será? O que você acha disso? Vão discutir isso com a gente? Eu quero muito saber a sua opinião. Criança tem que estudar ou tem que trabalhar também? Ou estudar e trabalhar?

É, polêmica por aí. Você que está em casa, está no carro, está no trabalho, participe com a gente. Deixe a sua opinião nos nossos canais. Tem um site te esperando. Tem também um WhatsApp prontinho te esperando. 11-9132-580-55. Eu quero você comigo aqui no Morning Show. E eu quero você também do sofá da Discórdia Democrática. Doutora Priscila, criança trabalha e estuda? Ou criança só trabalha e não estuda? Ou criança só estuda? Qual a sua opinião, doutora?

A minha opinião é que criança tem direito ao lazer, à educação, a brincar. É por essas e outras que a nossa Constituição, através de uma cláusula, inclusive pétrea, ou seja, só pode ser mudada em regra, por outra Constituição, é que criança tem direitos e não em regra esse tipo de dever, Fernando. Então eu sou...

taxa ativamente contra e antes que alguém diga, ah, leva pra sua casa não, eu não vou levar pra minha casa, porque na minha casa eu já cuidei de uma criança que agora é adolescente, tá passando a fase adulta, quem tem que cuidar das crianças é a família e o Estado, nós como Estado devemos também fazer uso dessa questão da criança, inclusive o artigo sétimo da Constituição Federal

Ele diz e afirma e ratifica que criança deve ter lazer, estudo e outros direitos que lhe são inerentes dentro de uma dignidade da pessoa humana. Então, eu vou aqui discordar com todas as letras da fala. Eu sei que às vezes pode não ter sido isso que ele tenha querido dizer, mas foi o que foi falado. E criança... Agora...

Foi isso que a gente já viu. Sim, agora adolescente... Foi isso que ele disse. Foi isso que a gente já viu. É bom dizer que o adolescente, a partir de 14 anos, a gente tem a questão do menor aprendiz, ele pode, sim, dentro de ser menor aprendiz, trabalhar como menor aprendiz e a partir de 16 anos trabalhar. Agora, ele disse criança.

É uma outra história. Depois ele corrigiu falando de adolescente, mas, Matheus, o príncipe infante das Gerais, regando de um périplo pela América do Sul, você defendeu até quando o Zema comeu banana com casca. O casca com banana, sei lá. Mas agora ficou difícil para defender o seu subterrâneo, o conterrâneo. Bom dia, Fernando. Totalmente. Embora normalmente eu esteja a favor do Romeu Zema,

Eu acredito que ele errou e errou feio ao afirmar que as crianças devem trabalhar no Brasil. Uma coisa é você dizer que as crianças podem ajudar dentro de casa, lavando uma louça, ajudando a limpar a casa, ajudando com pequenas tarefas domésticas. Agora, propor, ainda que tenha sido mal interpretado, propor, em qualquer sentido, que uma criança deva trabalhar é um grande absurdo. Eu, por exemplo, acho que a partir de 14 anos, sim, esses programas do menor aprendiz, esses programas que vão inserindo no mercado de trabalho, eu comecei...

trabalhar os caras. Que estejam vinculados com a escola. Totalmente, um ensino técnico, algo assim. Agora, Romeu Zema errou feio, eu acho que se não foi o que ele quis dizer, deve se retratar. Por quê? Porque já foi dito. E aí a gente, como você disse, ele disse com todas as letras que a gente tem que apoiar uma criança trabalhando. Então acho que Zema, errou a mão aí, errou feio. Ele falou que quando era pequeno ele entregava jornal, que nos Estados Unidos criança vende.

A gente vê cena de filme, Henrique, nos filmes, as crianças vão vender limonada. Menino americano vai lá na porta de casa e vende limonada. Isso é muito lindo no cinema, em Hollywood. O cinema é muito lindo. E assim, se a criança às vezes está... É que vender limonada ficou um negócio que aparece muito no cinema, mas não é muito...

A Mônica, o Cascão e o Cebolinha também vendem limonada, né? Na história em quadrinhos. Mas é uma coisa mais cinematográfica. Isso não existe na realidade brasileira, né? Os trabalhos normalmente exercidos ilegalmente por crianças aqui são trabalhos pesados. Sim, trabalha às vezes até escravo. Vem contar esses meninos que vendem pano de prato no bar. Vem com a mãe ali, o menino vendendo pano de prato. Vem com torcas na fábrica do avô dele.

Então, uma coisa é esse tipo de trabalho exercido por ele. Não há um demérito algum, né? Obviamente que ele quis dizer que ele virou gente. Mas outra coisa, como vocês estão dizendo, é o trabalho dentro de uma ausência ali de dignidade da pessoa humana, como o Fernando aqui colocou.

Vendas de panos de prato, a questão de colocar crianças nos semáforos, né? Sob condições ali até perigosas, inclusive é crime fazer isso, né? Exposição a perigo lá no artigo 132 do Código Penal. Ou seja, gente, tem bem diferença entre ajudar um pai e uma mãe, que isso não há demérito.

Mas o jovem aprendiz, vamos deixar claro que o jovem aprendiz é uma outra coisa. E nem a criança, é adolescente. E tem ligação e obrigatoriedade para que o menino, o jovem esteja na escola. Tem uma supervisão, tem um sistema vinculado ali. Normalmente, às vezes, vai para um Senai, vai para um Sesc. Então, são programas técnicos, né? Eu quero ouvir de essa.

Eu quero ouvir jazz. Será? Será? Ela contou da liberalidade, esse pensamento jazzístico que corre o mundo. O que você achou da fala do ex-governador jazz?

Eu acho que ele trabalha uma realidade do Brasil e é uma realidade que eu acho que pode levar, sim, a um mal entendido na forma como é posta. A minha visão sobre isso é a criança deve estudar, ela deve buscar um futuro, ela deve se aprimorar e a gente precisa construir formas.

disso ser possível. Isso pode acontecer mediante algum tipo de atividade de trabalho? Exemplo, algum estágio na escola. Hoje nós temos aí, globalmente, esses grupos, esses laboratórios de profissões dentro das escolas. Isso é uma atividade dentro das escolas. Lá nos Estados Unidos é muito comum você ter um jornal da escola. Ele fala isso, o Zema fala isso, que nos Estados Unidos... Agora, peraí, você está defendendo o Zema?

Não, não. Inclusive ele vai estar no pânico hoje, vou perguntar isso pra ele. Mas eu acho que a grande questão aqui é o que a gente precisa entender do dia a dia e da forma como as crianças veem o trabalho. A forma como as crianças veem o trabalho, eu acho que a nossa educação precisa incluir isso mais. Isso é trabalho direto, pagando? Não, nós não queremos ser a China, não é mesmo? Às vezes algumas pessoas da esquerda até defendem que sejamos.

Mas, por exemplo, uma escola hoje. As escolas, por muito tempo, elas foram muito tradicionais. Eu posso ter lá o jornal da escola, eu posso ter o clube de empreendedorismo, eu posso ter áreas dentro da escola, coisas dentro da escola que mostram as profissões, a vivência das profissões e tantas outras questões. E nisso eu acho que é muito positivo a gente parar de demonizar.

Esse tipo de formação que mostra o dia a dia, o cotidiano do trabalho dentro disso. Agora, eu acho que o Romeu Zema olhou para uma realidade. Muita criança trabalha no Brasil. Muita criança precisa complementar as rendas dos pais. E isso é muito triste. É muito triste porque o lugar ideal para essa criança estar não é trabalhando.

É estudando, é aprendendo, é fazendo a diferença do que lá na frente vai se materializar no trabalho dela. Então, assim, não é normal uma criança de oito anos trabalhar. Esses dias eu conheci com o Gabriel, aqui embaixo no prédio da Jovem Pan. O Gabriel tava engraxando.

Tem muita gente que fala, não faz, não engraxa isso. Mas eu sou uma entusiasta, muitas vezes, da gente tentar entender e compreender a realidade das pessoas. Então, sentei com o Gabriel, ele fez ali, engraxou meu sapato e me contou dos sonhos dele e por que ele trabalhava. Ele queria comprar uma chuteira. Eu falei, Gabriel, vou te dar então a chuteira.

pelo seu trabalho aqui, vou te dar essa chuteira. Eu acho muito triste que ele precise trabalhar nessa realidade familiar dele para ter o sonho dele vivido, que é esse de ser jogador, de ter essa chuteira. Então, assim, mas ao mesmo tempo eu admiro que o Gabriel tenha a maturidade e esteja fazendo isso, ainda que por necessidade. Quando a gente sabe que muitos jovens podem ir para caminhos errados, como questão de crime.

Pois então, crime. Esse é o grande problema brasileiro, né? Essa fase de 15 a 17 anos, onde acontece o abandono escolar muito grande, a evasão escolar. Um grande problema brasileiro por causa da criminalidade. Queria colocar esse assunto pra gente falar sobre isso. Daqui a pouco a gente vai pra Brasília.

saber sobre a movimentação política por lá, mas é um problema que preocupa quem mora em São Paulo, como todos nós aqui. A ampliação do domínio do PCC em comunidades como a de Paraisópolis. Segundo uma reportagem da Folha de São Paulo, a facção está ampliando o controle territorial na região. E tem adotado táticas aqui em São Paulo que são muito parecidas com outros comandos, tipo o Comando Vermelho.

proibindo o acesso ou controlando o acesso de moradores, visitantes, comerciantes. E a polícia fez uma operação para remover algumas barreiras que foram colocadas pelo crime organizado. O governador Tassim de Freitas fez uma postagem nas redes sociais dizendo que, não, aspas, não haverá lugar em São Paulo onde a polícia não entre ou onde o Estado seja impedido de atuar na luta contra o crime organizado. É uma luta diária.

E não vamos permitir que bandidos controlem territórios e subjulguem moradores e comerciantes. Fecham aspas. Essa reportagem que a gente está citando, da Folha de São Paulo, fala dos 20 anos daquele famoso salve geral que parou São Paulo, onde o governador, então, Geraldo Alckmin, vocês lembram, disse o PCC está morto. Ele tinha dito um pouco antes disso. O PCC, durante uma semana, barbarizou a cidade de São Paulo.

Foi uma loucura. Eu era repórter de geral, corri muito atrás desses eventos. Bancos depredados, postos de polícia com tiros. Isso está fazendo 20 anos. De lá para cá, o PCC só cresceu, só aumentou. E agora a gente vê essa ação aí da polícia tirando esses empecilhos, doutora. É uma luta perdida contra o crime organizado?

O problema dessa luta, Fernando, é que está enraizado não só nas comunidades. Na verdade, as comunidades, elas estão, a gente tem percebido, reféns também, não só, mas também desse crime organizado. E o que nos chama a atenção é que não era muito uma conduta desse tipo de organização criminosa chamar a atenção para si dentro das comunidades.

Quando a gente vai pegar estatísticas de trabalho dessas grandes organizações, o que eles fazem? Eles não querem chamar atenção para alguns locais, para que eles possam trabalhar tranquilamente, como é o caso, por exemplo, da traficância que acontece nessas comunidades. Agora, quando eles colocam ali barricadas, logo mais o que a gente tem percebido? Que eles têm visto lá, por exemplo, no Rio de Janeiro, onde há cobrança de trânsito.

Você só pode entrar em determinadas comunidades se for através do serviço de motoboy.

serviço de gás, né? Aí envolve um pouco da milícia também, né? Pois então. Agora, quero ouvir Matheus, Henrique e Jess, porque é o seguinte, o governador Tassiço falou uma coisa certa, o ex-governador. Não tem lugar em São Paulo que a polícia não entre. No Rio de Janeiro não é assim. Tem lugar que a polícia não entra no Rio de Janeiro. É prova disso a gente lembrar daquela operação que o ex-governador do Rio de Janeiro...

levou à frente e mais de 100 pessoas foram vítimas ali, perderam a vida, mas foi um confronto direto. Foi uma tentativa não de recuperar a comunidade, porque talvez a gente possa dizer lá que sim, que lá no Rio de Janeiro existem favelas, comunidades perdidas já para o tráfico, mas uma forma de dizer assim...

Se vocês abusarem, nós também vamos pesar a mão. Eu acho que é, de uma certa forma, muito mais amena, mas é também uma resposta que o governador Tarcísio traz. Ele diz, olha só, uma coisa é saber que vocês têm muito domínio, outra coisa é vocês quererem limitar o acesso, e até constitucionalmente falando...

Esse infringir da liberdade de ir e vir é muito sério. Você imagina você ser um morador ali da comunidade que vive refém, que vive vítima desse tipo de domínio. Existe uma romantização, Fernando, aqui no Brasil, da favela, da comunidade, como se tudo fosse lindo, como se tudo... Existe...

A maioria das pessoas que estão lá são honestas, trabalhadoras, suam muito, mas estão, sim, pagando muitas vezes aquele impostozinho local. O tráfico vai lá, recolhe do pequeno comerciante, recolhe da pessoa que quer sair e voltar. Então, é necessário uma ação como essa, mas é necessário muito a vida. Mas é o seguinte, Dias, o PCC hoje, sabidamente, está em todos os estados brasileiros, mais o Distrito Federal, e tem uma pesquisa recente mostrando que ele está em quase 80 países.

Não é ali em Paraisópolis, não é só essa questão, né? É, eu acho que a questão aqui é mais o acesso a um espaço dentro do Estado do Brasileiro do que, de fato, o poder dessa organização criminosa que nós sabemos que é muito alto. Por quê? Você bem trouxe a situação do Rio de Janeiro. Principalmente por conta de uma DPF ali no período da pandemia.

houve uma limitação até das entradas do Estado, das incursões dentro das comunidades no Rio de Janeiro. E o que acabou acontecendo? Esses espaços não é que eles foram só dominados, eles foram totalmente cooptados e viraram um grande paraíso das organizações criminosas. Muitas vezes, aquele espaço, ele vira algo de domínio geral. Então, a polícia não vai poder entrar.

E aí eles colocam as barricadas, eles colocam as grades, eles colocam estruturas até mesmo para coibir que isso aconteça. Quando o governador Tarcísio faz essa operação e diz que não há espaço no estado de São Paulo que a polícia não pode entrar, ele não está falando só sobre o combate, mas ele está falando sobre a presença do estado por meio de seus agentes de segurança, os policiais, dentro desses espaços.

E esta é uma mensagem muito importante. Muitas vezes eu falo aqui que o governo ele alega essa narrativa muito fraca de soberania, soberania, soberania, sem olhar que a nossa soberania está sequestrada pelo crime organizado nesse momento. E quando há espaços que o Estado não pode nem entrar, aí, meu amigo, a gente perdeu as forças totalmente.

E aí começa a disputa entre a esquerda e a direita. Eu quero ouvir o Henrique, porque na ação de 20 anos atrás, mais de 500 pessoas foram mortas, a maioria civis, né? Teria sido uma revolta ali muito grande, né? Muitos soldados morreram e muitos civis morreram. Por que essa questão divide tanto e polariza a esquerda e direita, Henrique? Você não concorda com essas ações do Rio de Janeiro? Com essa ação de 20 anos passados? Você é contra?

Eu acho que esse tipo de ação só mostra que o tipo de combate que está sendo feito não funciona. Você mesmo trouxe que o PCC, nesses últimos 20 anos, só cresceu. E esse tipo de operação foi a que foi mantida durante vários anos. Mas se não fizer nada aí, que não acontece nada.

tirar as barricadas, por exemplo, eu acho que é um bom sinal. A polícia tem que estar presente, sim, ali nas comunidades, mas também tem que estar presente onde está o coração do crime organizado. Esses dias a gente viu operações em centros do mercado financeiro que a polícia tem que entrar também. E o Estado tem que entrar em todos os lugares.

Só que, principalmente nas comunidades, para que você evite que haja a cooptação do crime ali, de crianças, de moradores, que eventualmente vão trabalhar no crime, o Estado tem que estar presente não só através da polícia. O Estado tem que estar presente através de escola, através de saúde, através de políticas sociais. E não está por quê?

E não está presente por falta de interesse, talvez. E quem é o governo? Hoje o governador... O Estado está presente, sim, dentro dessas escolas, dentro desses espaços. Você já visitou alguma dessas comunidades aqui? Ou aqui em São Paulo? Sim, existe. Tudo bem, existe a escola lá. Mas a escola é extremamente sucateada. O governo precisa entrar ali com dinheiro para...

Não, não, não é bem assim. Existem algumas unidades, sim, de boa qualidade. Não, não existe. A escola precisa ser boa. Sim, existe. Não existe escola por quase de boa qualidade. Não, não existe, sim. Estrutura boa, sim. Acho que a educação está sucateada a nível Brasil. Agora, existem estruturas até bem modernas e bem dentro de comunidades.

Não, do Rio de Janeiro especificamente não, mas de muitas comunidades sim. Para os jovens eu até diria que é uma exceção dentro disso, porque sei que tem. Mas assim, no mais, as escolas públicas no Brasil não são muito boas, elas têm muito a melhorar mesmo, tem que ter esse cuidado. Mas eu vou além, Henrique, eu acho que o ponto central é, muitas vezes esses grupos dentro dessas comunidades são dominados por...

pessoas que só permitem candidato X, Y ou Z entra lá. De que partido? São currais eleitorais. Não vou falar o partido. Não, mas partidos da esquerda ou mais da direita? Mais da esquerda. Bem mais, eu acho que da esquerda, quando a gente olha pra lógica... Mas pra ser justa, aqui eu vou ser justa. Eu vejo mais da esquerda, mas eu acho que são dos dois grupos, muitas vezes tem, porque no Brasil tem muito partido que trabalha muito mais.

como uma organização problemática, uma organização criminosa também, do que como algo legítimo para se fazer uma transformação social. Então nós vemos, e aqui a gente vê o quê? Que muitas vezes o dono do morro, ele vai ter um acordo com, não é nem com o partido só, é com aquele político, aquele político pode entrar lá, aquele político pode mandar emenda para lá, aquele político pode mandar recurso para lá.

Então, eu diria até que tem um desincentivo de outras forças estarem presentes. Quando você está fazendo campanha eleitoral, qualquer um que já fez campanha eleitoral sabe o que eu estou falando, a realidade é que nesses espaços não existe chance de você falar assim, vou mandar uma equipe de rua para fazer lá...

pra estar fazendo a campanha. Não tem como. Então, assim, é bem complicado. Algumas pesquisas recentes aí mostram que a população de mais baixa renda está mais inclinada à direita a nível Brasil, tá? Isso é um fenômeno recente que tá acontecendo. Mas essa também nem é a questão principal que isso mostra. Os currais eleitorais, que chamamos assim, mostra que a gente precisa...

urgentemente uma reforma política que mude a forma de eleger. Talvez colocar ali um voto distrital em lista. Isso vai um pouco mais além. Porque se você consegue cercar um local e tornar ele seu pra que você faça a manutenção do poder ali, a gente tem que mudar a forma de que aquela figura é eleita. Porque você não vai manter eternamente daquela forma.

Ali eu diria que até um problema mais sério, um problema mais grave, porque não é nem um curral eleitoral naqueles moldes que nós pensamos usualmente. É literalmente um espaço negado e dominado por um grupo de interesses. Nós temos pessoas e nós vimos agora o ex-presidente da Lerge, Rodrigo Bacelar, ele foi preso e ele chegou a ser preso por supostamente envolvimento.

com comando vermelho a partir de uma outra prisão, de um outro político supostamente também envolvido, que era a TH Joias. Então, assim, essas nuances estão registradas em textos, estão registradas em filmes, são uma coisa que a população já está ciente, mas que, mais uma vez, o Estado falha em olhar para o problema. Então...

Lembrem disso, quando vocês verem, vocês observarem uma coisa assim, por que um determinado político pode entrar em uma determinada comunidade e os outros não podem? Com quem ele falou? Ele pediu o ok do crime organizado? Isso é legítimo? Eu diria que não.

Essa é a questão. E daqui a pouco a gente vai falar, porque o Lula sancionou agora, no fim de abril, uma lei que endurece o Código Penal, com leis mais severas para vários crimes que tinham abordagens mais brandas. A gente vai saber mais disso. Temos o privilégio de ter uma professora sobre esse assunto, mas antes a gente vai para Brasília, porque tem notícia lá sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segue internado, realizou uma cirurgia no ombro e o boletim médico indica que ele teve boa evolução. A esposa, a Michele, revelou que Bolsonaro está um pouquinho chateado. O que está acontecendo por aí? A repórter Rafaela Almeida está lá. Bom dia, Rafaela. Conta pra gente. Bem-vindo ao Morning Show. Você está em frente ao hospital, não é isso? Bem-vinda.

É isso aí, Fernando. Bom dia para você e para toda a audiência do Morning Show. E, de fato, a evolução do ex-presidente Jair Bolsonaro, o quadro dele, né? Vem evoluindo bem, é considerado positiva após a cirurgia que ele fez no ombro direito, que foi realizada na última sexta-feira. E, de acordo com o último boletim médico, divulgado ontem só, abrindo um parêntese, normalmente a assessoria do hospital solta esses boletins por volta do meio-dia. Mas, desde o último boletim... Vamos lá.

Ele mantinha a boa evolução clínica, estava com a dor controlada, permanece ainda internado aqui, recebendo medicação para dor, além de todas as medidas de prevenção de trombose, já iniciando o processo de reabilitação motor e funcional também. A expectativa da equipe médica é de que ele possa receber alta hoje ainda, quando deve retornar para casa onde cumpre prisão domiciliar.

A ex-primeira-dama Michele Bolsonaro, assim como você disse, atualizou o estado de saúde dele nas redes sociais, dizendo que apesar da boa recuperação, o ex-presidente ainda enfrentava limitações. Segundo ela, Bolsonaro estava com dor controlada, mas não conseguia se alimentar sozinho nesse momento, e isso porque a cirurgia foi realizada no ombro direito e ele é destro. Então, por conta disso, ela mesma tem ajudado nas atividades básicas durante esse período de recuperação.

A cirurgia foi considerada de média complexidade, teve como objetivo reparar lesões do manguito rotador, que teriam sido agravadas após uma queda no início desse ano, quando ele estava na cela da superintendência da Polícia Federal aqui em Brasília. E aí, diante da situação, o procedimento foi autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal.

Alexandre de Moraes, já que Bolsonaro cumpre pena de mais de 27 anos por tentativa de golpe de Estado e como eu disse anteriormente, está em prisão domiciliar por questões de saúde. A expectativa agora gira em torno dessa alta hospitalar, principalmente sobre a evolução para as próximas semanas, já que o tratamento envolve também fisioterapia para a recuperação desses movimentos do ombro. Fernando, volto com você.

Muito obrigado. Continuamos atentos aí. Qualquer novidade, Rafa, chama a gente por aqui, tá bom? Bate na janela aqui do Mônio. É isso aí. Então, é recuperação do ex-presidente Bolsonaro. Enfim, a questão política passa...

Por lá, né, Matheus? De alguma forma, tudo que envolve Bolsonaro envolve esse legado todo, né? Por isso tanta atenção, né? É, a gente não pode se esquecer que ele tem ficado, né, seguindo até as orientações do ministro Alexandre de Moraes, bem quieto, sem aparecer, sem comentar, sem... Ele teve boas notícias.

ele teve boas notícias aí com relação a dosimetria, né? Sim, a gente daqui a pouco vai comentar isso aí tá movimentando o Brasil e com certeza é uma ação muito em prol do próprio Jair Bolsonaro e também dos manifestantes do 8 de janeiro essa dosimetria envolve tantas pessoas, vou fazer aqui um rápido break na rede de rádios

para ouvir a doutora Priscila falando sobre a dosimetria. Muita expectativa com relação ao veto, mas agora parece que o Bolsonaro vai ter que segurar um pouco ali, talvez um ímpeto, porque o STF ainda vai ter que avaliar isso. Me parece, Fernando, que o PT, o Partido dos Trabalhadores, já está com uma petição ali engatilhada, aguardando a promulgação da norma, no sentido de uma questão que é formal. Por quê? O que seria o fundamento desse questionamento?

Na hora da votação, o presidente teria votado na integralidade. E como ele vetou na integralidade, eles poderiam promulgá-la também na integralidade. Eu estou dizendo qual é o fundamento da petição, tá? Que há ali uma problemática formal que vai ser indagada.

Pelo Partido dos Trabalhadores, Salva Meira Juiz, eu acho que já está até com a petição pronta. E aí, rapidamente, ao Supremo Tribunal Federal, porque ele é o guardião da Constituição, não é? Então, só ele poderia manifestar a inconstitucionalidade dessa votação que houve ali, um fatiamento. O que foi esse fatiamento? Até a gente perguntou ao senador aqui na semana passada com relação a esse veto, privilegiar pessoas que são feminicidas e...

Era o grande risco, o grande risco de abrir para todo mundo. Isso, e ele até respondeu para que isso não acontecesse. Ele fez ali esse fatiamento que é considerado para esse partido e para algumas pessoas, na verdade, uma falha formal na forma de votação. Então, eles vão questionar isso ao STF e aí a gente tem que aguardar a manifestação do STF. Imagina, então, a expectativa lá.

É, Bolsonaro, companhia. Mas nada impede que eles façam uma lei, tá? Não, claro, a família toda esperando, né? Nada impede que eles façam uma lei. O que foi, Henrique? O que foi? Estão esperando aí, né, a soltura. A soltura não, né? O adiantamento da soltura da cadeia. Eu acho que tem que entrar mesmo com a petição, dado que, pelo que a doutora explicou aqui, deveria ter sido a queda do veto integral e fizeram uma manobra lá. Inclusive, manobra essa que conta...

Não foi bem o que ela disse Ela explicou uma linha É que se fosse, deveria ter caído tudo Mas pra fins de entendimento É que deveria ter caído tudo Caso fizessem lá, agora cabe a petição Espero que o STF derrube isso daí E dê mais um trabalhinho Porque o Congresso está muito empolgado Pra tirar golpista da cadeia E pouco empolgado pra provar coisa útil pra população

Mas independente disso, quando uma lei favorece, atinge mesmo, retroage. Mas aqui eu quero fazer uma ponderação rápida, Fernando. A lei, principalmente no tocante à dosimetria, ela fala que os artigos 359L e o 359M, eles não são somados, né? Que seria o golpe de Estado, enfim. Mas no direito penal, a gente já tem uma... A gente chama de consumção. Independentemente da lei passar ou não, a doutrina fala que quando eu vou praticar um crime...

E eu tenho uma finalidade para a prática do outro. Eu passo por um deles, esse vai ser absorvido. Então, tecnicamente, o STF, na verdade, ele erra em não adotar, dentro da dosimetria da pena, dos condenados de 8 de janeiro, o princípio da conjunção. Tendo que vir uma norma, um preceito legislativo, para interpretar isso que a gente chama de conflito aparente de normas. Então, não sei se ficou muito claro para a nossa audiência, a lei mudava o seguinte, não pode somar.

Então, somando a pena, ficou nesses moldes. Só que a doutrina, os estudiosos do direito, eles dizem que quando duas normas, eu preciso passar por uma para fazer outra, essa que eu passo, que seria o crime meio, vai ter que ser absorvido. Então, de toda maneira, eu acho que a defesa pode arguir isso. Basicamente, absorver seria somar.

absorver, eu tiro. Vamos dar um exemplo. Para furtar, vou dar um exemplo aqui bem clássico. Para furtar, eu tenho que entrar na casa de alguém, certo? Então, eu tenho furto e violação de domicílio. São dois crimes. Só que eu não uso a violação de domicílio, por quê? Para furtar aquela casa, eu preciso necessariamente passar por esse crime. Então, independentemente do preceito legislativo, penso que a dosimetria estaria errada, na minha opinião e de boa parte da doutrina.

no sentido da consunção entre esses dois crimes que eu acabei de citar e que na legislação está todo esse embrólio que não foi aceito pelo ministro Alexandre Marques. A expectativa é saber com que rapidez tudo isso vai correr, né? Tramitar, né? Como é que vai ser esse trâmite?

Voltamos para a rádio nesse momento. A gente está discutindo como é que a dosimetria, na prática, vai chegar numa possível diminuição das penas dos envolvidos, no 8 de janeiro, mas principalmente com relação ao Jair Bolsonaro e também os generais, os militares todos que esperam essa redução. Tem a história da Débora do Batom presa também no dia 8, que está pedindo redução de pena depois dessa derrubada do veto da dosimetria.

A cabeleireira, a Débora, foi condenada a 11 anos de prisão. Segundo a Polícia Federal, 14 anos. Me desculpem. Então, é porque ela colocou a frase, perdeu o mané. A Jess usa sempre o exemplo dela para falar de algo que, enfim, poderia ter tido uma avaliação diferente, né, Jess?

A gente sempre fala. Esse caso da Debra, ele é bem emblemático. Eu sempre gosto de fazer esse paralelo. O que a Debra fez foi errado. Você pegar um patrimônio público e vandalizá-lo, eu digo isso à Debra e aos pichadores de todos os locais brasileiros. Isso é errado. Isso destoa do que eu espero de uma cidadã brasileira.

A partir disso, a grande questão é, ela escreveu por demanda, alguém foi lá, passou o mago, um sabão, no outro dia a estátua estava intacta, estava normal. Existe um crime aí, um vandalismo dentro dessa ação, mas a Débora passou mais de dois anos já em regime fechado e foi condenada a 14 anos de prisão.

O ex-presidente Collor, ele teve um processo ali de várias questões correlacionadas aos processos de corrupção, às situações bem problemáticas, e a pena dele é 10 anos. E ele já está na domiciliar menos de uma semana depois... Mas o problema foi quem filmou, não foi não, Jess? No final das contas, existe um atributo aí muito grande. Quem é que filmou ela escrevendo? Porque se ninguém filma, ninguém nem sabe quem escreveu. Isso foi problemático. Foi uma foto jornalista. É um dos primeiros casos.

O dela específico, mas o Fernando trouxe uma coisa legal. O primeiro caso que as pessoas criaram massivamente provas contra a civis. Fazendo vídeos, lives. Mas muitos criaram provas contra a civis. Mas você é a favor da Débora ficar tanto tempo? Você acha 14 anos de pena? Acho proporcional, Henrique. Não tem antecedentes, não tem nada que ela tenha feito pra...

de duas crianças menores lá atrás na Lava Jato quando uma esposa de um certo deputado foi pego. Ela errou, ela errou. Mas 14 anos... Ô, Henrique. 14 anos, velho. Vamos lá, o pichador aqui da Paulista. O pichador que vai lá e faz de uma estátua pública, como fazem muitos. O pichador é pior, porque não tira com água. Ele às vezes nem é preso. Eu posso falar. Não, mas é pra te perguntar. Eu posso falar.

Eu acho que assim, ela tava lá junto com as pessoas e que, poxa, se ela tinha dois filhos menores, a primeira coisa é que nem deveria estar lá. Ela deveria estar cuidando dos filhos dela. Porque ela é mulher? E não ter pegado um ônibus. Não, poxa, poderia ser o pai também. Deveria estar em casa cuidando dos filhos. Uai, eu já estava. Usar a argumentação de que, ah, eu tenho dois filhos, aí eu peguei um ônibus e fui lá tentar dar um golpe.

Aí agora, porque eu tenho dois filhos, eu preciso voltar pra casa? Não. Eu acho que, por ela estar... Você não acha que a mulher pode estar onde ela quiser, não, Henrique? Pode estar onde quer.

Mas se tiver dando golpe de Estado, vai ser condenada. Eu acho que foi condenada corretamente por estar lá no meio da muvuca tentando com as pessoas que estavam ali claramente. Mas você acha que é justo o proporcional? Só um detalhe. A questão dos filhos pequenos, eu não usei assim, tipo, ela tendo dois filhos pequenos. É porque legalmente falando, por serem dois filhos, doutora Priscila, me corrija se eu tiver...

errada, existe também este peso de duas crianças estarem ali dependendo dela. Então lá na Lava Jato, teve deputado que a esposa foi presa e o que aconteceu? Tinha criança menor e aí tem uma medida direta pra domiciliar porque tem criança menor. A Débora não, a Débora passou...

mais de dois anos em regime fechado e isso, na minha visão, na minha visão não, isso é um absurdo quando a gente olha pra outros casos e compara com quem desviou da saúde com quem levou propina mas não passou um

mês em regime fechado. Mas aí a moça do batom que escreveu nessa estátua, numa situação que ela errou, pese esse erro com que é desviar da saúde ou pegar propina de uma grande empresa como a OAS. Ou do INSS, ou o caso do Banco Márcia. É desproporcional, são vários pesos e medidas diferentes, sempre a depender de quem está sendo julgado ou de que lado está sendo julgado. Esse que talvez seja o grande problema.

A gente vai falar muito sobre isso, vai falar sobre essa mudança no Código Penal que endurece crimes contra, como por exemplo, fraudes bancários, uso de contas laranjas. Vamos saber mais sobre isso daqui a pouco. Mas eu quero falar do fim de semana de muita chuva no estado, no Rio Grande do Sul. 24 municípios estão com muitos danos, a defesa civil...

Está em alerta e a gente vai para lá agora. Vamos falar com Jader Trindade para saber a situação atual. O Rio Grande do Sul já viveu situação muito difícil e essas chuvas voltam com muita força agora ao Estado. Jader, bom dia, bem-vindo ao nosso Morning Show. Como é que está a situação por aí?

A gente está acompanhando desde sexta-feira e na sexta-feira a gente já falava aqui na Jovem Pan justamente sobre a previsão dessas instabilidades que se confirmaram, principalmente no sábado aqui no Rio Grande do Sul, onde a gente teve diversos temporais sendo registrados.

nas mais variadas regiões aqui do estado. A Defesa Civil emitiu um alerta ainda na sexta-feira sobre a possibilidade de muita chuva, chuvas acumuladas, e a cidade de Rosário do Sul, na fronteira, e São Gabriel, foram as cidades que mais choveram, quase 300 milímetros, em apenas 24 horas. Outros municípios registraram muito vento, vento, queda de mortes.

energia em muitas cidades. Algumas cidades, mais de 20 cidades, registraram alagamentos, principalmente na região da fronteira e também na região de Nova Hearts. Nova Hearts, inclusive, que teve aí, pela Defesa Civil, um aviso de possíveis deslizamentos por conta da chuva no final de semana.

Nessa segunda-feira, o INET e a Defesa Civil alertam que a gente tem instabilidades em algumas regiões. Chove fraco nesse comecinho de semana em algumas regiões aqui do estado, mas é na próxima sexta-feira que, novamente, a gente deve ter novos episódios de bastante chuva em poucas horas. Isso, claro, assim de um alerta na Defesa Civil aqui, Gaúcha, por conta das chuvas em poucas horas. As cidades não estão ainda preparadas, mesmo após as enchentes, para suportar tanta chuva.

A gente está acompanhando de perto. Nós temos três mortes em investigação em decorrência da chuva do final de semana, que está sendo trazido pela Defesa Civil. Está sendo investigado desde morte por raio, enfim, descarga elétrica também.

A gente vai acompanhar, claro, e a gente vai trazer no decorrer dessa semana todos os detalhes aqui no Morning Show, Fernando. Valeu, Jader. Direto de Passo Fundo no Rio Grande do Sul conosco aqui. Muito obrigado. Bom trabalho para você aí. Uma boa semana. Tendo novidade, chame a gente por aqui. E no Jornal da Manhã, Paula Nobre, com toda a sua competência e talento, já disse que essa frente fria vai chegar com tudo na próxima semana.

Essa semana esquenta ainda, mas estamos no outono, né? Está tudo dentro do que a gente espera mesmo. Então, frio em São Paulo no próximo final de semana. Vamos falar agora sobre as penas, Manager? Vamos lá, a gente está aqui com um privilégio de ter uma professora de direito aqui conosco para a gente entender melhor.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou essa lei que altera o Código Penal para aumentar penas de crime como furto, roubo, estelionato, recepção. Essa nova legislação vai criar tipos penais específicos para a recepção, até mesmo a receptação de animais domésticos, fraudes bancárias e até o uso de contas laranja em golpes. Isso inclui roubo de celular também, né?

Esses ladrões que atormentam a vida do paulistano. Exato. Tira o sono de qualquer paulistano, principalmente no bairro de Pinheiros. São 23 celulares roubados por dia em Pinheiros. Um bairro por hora, né? É praticamente um por hora. Vamos ser sinceros, né? Tá todo mundo com medo. Cheguei hoje no aeroporto. Aquele momento que você vai mexendo, tentando adiantar alguma coisa. Aí você pensa, nossa, mas é perigoso, né? Vou guardar o celular.

Isso que a gente tá em frente, né? Mas se o cara rouba um celular, se eu ele vai ter medo demais do que você pode fazer, Jess.

Eu teria medo. Eu teria medo. O cara veio. Não, é a Jess? Que é isso? Devolve a vida. Quem me deram. Se bobear, ainda dá um de presente. Não, a gente teve um endurecimento. Teria bom ficar com os contatos dela, né? Teria bom ficar com os contatos dela. O celular hoje tem tudo, como vocês estão dizendo. Pois então.

Hoje em dia, o celular armazena a vida das pessoas, né? E os meliantes, eles têm uma facilidade na circulação dessa mercadoria, desse bem móvel. E aí, o que veio o legislador e traz para nós uma mudança, um endurecimento? Eu acho que tardio, mas sempre é tempo desse endurecimento, Fernando. Mas não foi só. O crime de latrocínio, que é o roubo com resultado morte, nós tivemos também uma relevante...

mudança, antes a pena era de 20 a 30 anos, passa a ser 24 a 30. Lembrando que é hediondo e a partir da legislação atual, ele tem que ficar 85% da pena em cumprimento. Nós tivemos o furto, que também houve mudança. Tivemos mudança na receptação animal. Então, quando a pessoa pega pedaços de animais ou animais, compra animais, por exemplo, um açougue que compra animais, isso também teve mudança. Isso no interior é muito comum, né? Mas os açougues compram animais.

O boi é animal. Ah, bom. Rouba de um frigorífico, né? Rouba de um frigorífico. Tem muito roubo de carga de gado em Goiás, Minas Gerais, do Sul Grosso. Ah, Goiás não tem não? Tem, sim. Roubo de carga, dá uma olhadinha. Tem de gado, tem.

mudou fraude eletrônica mudou, tivemos mudança no furto, fraude eletrônica tivemos no roubo, tivemos no furto se for furto de arma de fogo, também a pena mudou então tudo dobrando, aumentos de penas mínima e máxima, o estelionato mudou

Tivemos a inserção da fraude eletrônica também, que passa a ser de 4 a 8 anos. E eu acho que colocar penas mais graves pode ser que para alguns não seja um preceito relevante. Mas é. Ninguém vai deixar de roubar por causa da pena. Isso é fato. Mas, na medida em que os primeiros forem sendo pegos, eu acho que isso faz dentro de...

a fraude digital. Na sexta-feira a gente teve a participação aqui do nosso correspondente lá de Lisboa, que é nosso colaborador, falando sobre como é fácil mostrar que usando a inteligência artificial você é vítima de um sequestro.

Ele fez uma imagem ali com o IAD sequestro e um detalhe. Aqui, o presidente Lula, ele está sancionando, ele está promulgando uma lei que foi aprovada pelo Poder Legislativo. Essa foi uma grande campanha, principalmente dos partidos à direita. Teve, inclusive, oposição.

em relação a algumas dessas questões, situações de vetos, e busca por não alcançar este resultado, que o Congresso Nacional tem como pauta, a sociedade está com essa pauta da segurança pública como uma das principais pautas. Então, isso nasce do Congresso Nacional e é promulgado, é sancionado pelo presidente...

Diminuiu a força, diminuiu a paternidade do projeto. Ainda bem que o presidente Lula sancionou essas penas maiores. Ele sancionou, mas ele sancionou depois da situação. E o Congresso não está tão interessado na questão de segurança pública, que é uma coisa bem parcial. Eles aprovam essa lei quanto ao aumento de pena para alguns crimes e também...

recentemente, ontem, aprovaram a redução de penas para outros crimes. Esses dos golpes. Então é uma coisa meio seletiva, essas punições que um Congresso aprova. Mas eu fico muito feliz que tenha esse aumento de penas, que tenha sido sancionado pelo presidente Lula.

E um detalhe, talvez o ponto mais importante que muita gente fala, nós já recebemos aqui, agora é secretário, o Nico, falando sobre isso, é a questão da receptação. Por quê? Porque o cara vai lá, rouba seu celular, e aí ele revende para uma loja específica que sabe, pelo preço sabe de onde veio. Mas como a pena é pequena, não vê muito risco e tantas outras coisas,

Pega. E aí esse cara rouba mais celulares, leva pra mais grupos pra essas vendas. Então, assim, eu acho que a receptação é uma das mais importantes pra barrar essa quantidade absurda de furtos que nós estamos tendo de celulares.

Pois então, né? A gente vai falar mais sobre isso, porque realmente é um absurdo. Porque eu já disse aqui, eu moro na região central, moro na Avenida São Luís, e eu vejo quem rouba o celular. Todo mundo vê, a polícia também vê. E eu já perguntei algumas vezes, você não sabe que aqueles meninos ali, que são os que roubam o celular? Sei, mas eles estão roubando agora? Não, mas eles roubam. Pode fazer alguma coisa para impedir? Não, se não estiver roubando, não dá. Mas quando rouba, ele corre.

Aí como é que faz, gente? Tem que ser cômico e triste, é, dá ao mesmo tempo, né? Pois, então... Alguns celulares têm aquele buscar, e às vezes o buscar está colocando, olha, o celular está ali, até teve um menino, que era guarda municipal, que ele fez ali um vídeo falando, o celular dela está aqui, está falando que ele está aqui.

O senhor está preso em flagrante. Então, Fernando, quando você comenta que o policial disse ele não está roubando agora, o Código de Processo Penal não fala que é só estar roubando. Ele pode estar roubando, ter acabado de roubar, ser perseguido na sequência ou ser encontrado com o objeto que faça presumir ser ele o autor da infração. Então, manda muito mal essa pessoa que fala que ele está roubando agora. Porque nós temos inúmeras situações flagranciais no Código de Processo Penal.

quem está conosco há muito tempo aqui no Morning Show se lembra fui fruto ali, teve um furto e tinha um dispositivo que localizava eu fui para a delegacia alegre, não dá para fazer nada é só ir lá

Mas tudo isso tem como pano de fundo o endividamento da população. Isso é indegável e é uma campanha também. Quer dizer, faz parte de uma campanha política. Nós temos hoje 80 milhões, quase 80 milhões de brasileiros endividados. A cada três brasileiros, dois estão endividados. E por isso agora a gente vai falar dessa segunda edição do Desenrola, o Desenrola 2, que vai ser lançado esse projeto hoje pelo presidente Lula.

prometendo perdão aos endividados com descontos de até 90% entre os valores de dívidas de juros no cartão de crédito, enfim. Tem o uso até do fundo do FGTS, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Bom, quem está lá, Marco Viana, está em Brasília. E conta tudo pra gente. Bom dia, Marco. Bem-vindo ao Morning Show.

Oi, Fernando. Bom dia para você, bom dia a todos que nos acompanham ao vivo aqui no Morning Show. Pois é, estamos aqui no Palácio do Planalco, onde já já acontece uma coletiva de imprensa com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, junto com ministros também da Fazenda, planejamento do trabalho, para trazer detalhes sobre como vai funcionar.

o novo Desenrola Brasil. Bom, foi anunciado no dia do trabalhador, em um vídeo, o presidente falou sobre o lançamento do novo Desenrola Brasil, deu ali algumas informações sobre o programa e o objetivo hoje, a expectativa hoje, é de entender na prática como o Desenrola Brasil.

Vai funcionar. Bom, já sabemos do objetivo, que de fato é tirar o nome do brasileiro da inadimplência, oferecendo melhores condições de crédito, oferecendo facilitação na negociação, oferecendo a possibilidade do uso de 20% do fundo de garantia por tempo de serviço para...

quitar dívidas relacionadas a cartão de crédito, cheque especial, fiéis, e também com uma regra de quem aderir a esse programa ficar vedada, ser proibido o acesso.

a apostas virtuais. Bom, o objetivo agora aqui nessa coletiva de imprensa é entender, na prática, como tudo isso vai funcionar. E claro, uma das perguntas que inclusive eu quero fazer, Fernando, ao presidente, aos ministros, é tudo bem que existe essa possibilidade agora de tirar o nome do brasileiro da inadimplência, mas...

Existem também objetivos relacionados a uma educação financeira, seja a longo prazo, já diretamente nas escolas, a curto prazo, em uma educação também para os adultos. Entender como que vai funcionar essa fiscalização a quem aderiu ao programa em relação aos sites de apostas, como que tudo isso vai funcionar.

essas e outras perguntas, a expectativa é que sejam respondidas aqui nessa coletiva de imprensa, marcada para as 10 horas, agora são 10 horas e 46 minutos, não começou. Muitos colegas de imprensa aqui aguardando a chegada do presidente Lula e dos ministros para trazer todos os detalhes sobre como tudo isso vai funcionar. Continuo por aqui, qualquer novidade eu chamo você, Fernando.

Valeu, Marco Viana. Olha, eu só quero dizer o seguinte, você foi aplaudido aqui por Jess durante a sua fala sobre as perguntas que você pretende fazer ao presidente. Que você as faça e depois conte pra gente como foi, viu? Queremos ver você também um dia aqui no nosso sofá da Discord, quando vier a São Paulo. Bom trabalho pra você. Bom dia. Será uma honra. Valeu. E é isso aí, pô. Bacana, Marco Viana. Jess se entusiasmou. Pergunta, ok, mas como é que a gente vai ensinar a não ter mais dívidas, né?

É porque, assim, o paliativo é o quê? Um programa de empréstimo. Que é um programa que empresta com juros mais baixos. Esse é o paliativo do Brasil. Desde o primeiro mandato, o presidente Lula tem uma política de incentivo ao crédito. E não ao investimento, à poupança, ao cuidado. Educação financeira. Não, e ela é criminalizada muitas vezes no Brasil. Ela é perseguida, essa educação financeira. Ela é vista como capitalismo malvadão, sabe?

E de forma curta, Fernanda, no Desenrola 1, a gente tinha mais ou menos 70 milhões de endividados no Brasil. Hoje a gente tem 82,5. Ou seja, não adiantou para nada. Quem disse a frase, eu não vou dar um peixe, eu vou dar uma vara para ensinar a pescar? De quem é essa frase?

de quem essa frase. Certamente não é do Lula. Com relação à educação financeira, é a mesma coisa. Não adianta dar o dinheiro para pagar a dívida, tem que ensinar como não entrar em mais dívidas. E relembro o deputado Reginaldo Lopes, autor do Pé de Meio e de outros projetos, que eu já fiz o convite para ele para a gente fazer um projeto de educação financeira, e isso nunca saiu do papel.

Agora, gente, estamos aqui com a nossa Ellen Manager aqui mandando acelerar, porque o tempo voa, o tempo voa. Eu tenho que falar sobre tecnologia, tem um assunto interessantíssimo para a gente falar com uma convidada, nossa chiquérrima, direto da Califórnia.

Vai falar sobre inovações que chegam até a assustar. Olha só, a gente vai conversar com essa especialista, que eu vou mostrar para vocês agora, especialista em tecnologia, Laura Dubogras, que fala de um gorro capaz de ler nossos pensamentos. Imagine esse gorro no sofá da discórdia. Laura está na ponta da linha, na janela do nosso Morning Show. Laura, que alegria falar com você. Bem-vinda ao nosso Morning Show. Muito obrigado por nos atender.

Muito bom dia, muito obrigada pelo convite. Meu nome é Laura do Bugraz, eu moro aqui na Califórnia, no Vale do Silício. E vou trazer algumas notícias super interessantes que estão rolando por aqui no mundo da tecnologia. A primeira notícia, como o Fernando falou, é um catapro da Califórnia.

Oi? A gente está muito curioso para saber desse gorro. Porque adivinha o que a gente está pensando? Esse gorro é muito interessante. Ele promete ler os seus pensamentos. É como se alguém pudesse descobrir os segredos mais profundos que passam pela sua mente. A ideia é decodificar aquilo que os cientistas chamam de fala interna. Então imagina, você, em vez de abrir o WhatsApp e abrir o teclado e digitar estou chegando, você só pensa essa frase e ela aparece na tela.

Muito impressionante, né? Eles estão também desenvolvendo um boné. Então, o que é interessante dessa tecnologia é que não precisa de cirurgia. Já existe uma tecnologia parecida, que chama encefalografia, que é desenvolvida pela Neuralink, fundada pelo Elon Musk, e eles colocam implante cerebral. Então, isso já existe e requer mais ou menos dezenas, centenas de sensores, mas esse boné usa...

70 a 100 mil sensores para conseguir um marco parecido. Hoje, eles estão tentando uma meta de 30 palavras por minuto, que ainda é um pouco mais lento do que a gente consegue digitar, mas no futuro, a promessa é que eles vão conseguir acelerar essas palavras por minuto para a gente poder pensar ao invés de digitar.

Laura, como é que você acha que um boné, um gorro como esse pode ser usado em situações corriqueiras da vida? Por exemplo, aqui no nosso sofá da discórdia. Coloca um boné no Henrique e um chapéu na Jazz. Como é que seria essa discussão? Eu já vi um chapéu. Então, o André é maravilhoso. A gente ainda...

A gente não acha que vai conseguir colocar esse boné em alguém aleatório e vai conseguir ler o pensamento de qualquer pessoa. Afinal, cada pessoa tem ondas cerebrais e padrões de ondas cerebrais muito diferentes das outras. Então, ainda não vai, a gente não vai conseguir ler o que...

o que seus convidados estão pensando no sofá, alguma coisa assim. Mas o mais legal pra mim disso, dessa tecnologia, é conseguir capacitar pessoas que perderam a sua habilidade motora e ainda conseguem pensar. Então, a gente consegue ver isso com várias doenças de pessoas hoje em dia que perderam essa capacidade. Então, isso seria super interessante.

Sim, é. Isso sim, isso sim seria. Mas também fica imaginando em outros usos, né? Por exemplo, uma relação entre marido e mulher. Isso economiza muita DR, né? DR só de pensamento, né? Só de pensamento. Não adianta o divórcio. É aquele momento que a pessoa fala assim, o que será que ela tá pensando? Ela tá calada? Aí vai ter uma tradução ali. E, Laura, um prazer que você esteja aqui conosco. Eu acompanho você já há algum tempo. Parabéns pelo seu trabalho. Sempre bom ver mulheres brilhando na tecnologia.

Eu tenho uma pergunta, tem alguma recomendação desse gorro para questões de terapia? Porque eu imagino que talvez esse seja um recurso fora da linguagem para um terapeuta fazer algum tipo de acompanhamento. Especificamente, quem sabe, com crianças. É possível isso?

Nossa, é verdade, não tinha pensado nisso? É, eu adoraria ver como que eles vão conseguir mapear isso também para o uso das crianças também. Eu não sei, hoje em dia, como é que vai funcionar, mas seria super interessante isso também, a gente conseguir ler pensamentos de pessoas ou pelo menos decifrar sentimentos sem ter que depender no uso da linguagem de uma pessoa que ainda não se entende 100%.

a criança, por exemplo. Laura, e com relação a decifrar pensamentos, tem também algo que a Meta, que é a empresa do Facebook e do Instagram, está monitorando teclados, batidas dos dedos, para entender também o que vem por aí, o que o funcionário está pensando.

Isso, falando em monitorar o comportamento, né? Ou ler os pensamentos, a meta que é dona do Instagram, Facebook, WhatsApp, ela está monitorando o comportamento de seus funcionários. Hoje em dia, a inteligência artificial, ela é muito boa de receber um corpo de texto e gerar um outro corpo de texto em resposta.

Só que porque ela é ruim hoje em dia? Ela é muito ruim de interagir com uma interface de computador visual. Isso é muito importante para a gente poder replicar, por exemplo, o fluxo de trabalho, preencher uma planilha, encontrar algum arquivo ou preparar uma apresentação. Então, o que eles estão fazendo? Eles estão monitorando os batimentos dos teclados, os movimentos dos maus dos funcionários, os próprios funcionários da meta.

E eles estão treinando inteligências artificiais para poder entender interfaces de computadores, por exemplo, onde clicar, como navegar, que menu abrir, coisas assim. Coisa que para a gente é muito fácil como ser humano, é só clicar ali. Mas para inteligências artificiais, hoje em dia ainda é um pouco difícil.

E é um dos dados mais valiosos do mundo hoje em dia, que é como que os humanos realmente trabalham. E aí a gente entra nesse debate se isso é uma coisa boa ou não para a sociedade, porque alguns argumentam que a gente está sendo professor involuntário de uma ferramenta que um dia pode substituir a gente, imagina. E aí entra esse debate de a inteligência artificial vai acabar com todos os empregos ou não.

Será? Essa é uma grande pergunta. E com relação à medicina, tem um avanço que você traz para a gente, né? Drogas também, remédios criados pela inteligência artificial, ou seja, falando em novos empregos, né? Que podem também ter uma transformação. Estamos entrando agora na área da saúde.

Essa é a maior promessa para mim, a parte que eu estou mais animada no mundo da inteligência artificial, que é esse impacto na medicina. Eles têm uma empresa nova chamada Isomorphic Labs, que eles estão finalmente hoje levando para testes clínicos em humanos, medicamentos que foram desenhados.

por inteligência artificial. Isso é muito promissor, é muito, muito legal. Está vindo uma leva muito grande de medicamentos com uma velocidade muito mais rápida, que antes falhavam por segurança, eficácia, dosagem ou até efeitos colaterais. E antes, para você descobrir uma droga nova...

podia levar anos ou até bilhões de dólares. E a inteligência artificial entrou em uma dessas etapas para acelerar esse processo. Então, ao invés de você ter que testar no escuro, você pode procurar uma chave para abrir uma fechadura, digamos assim, que isso que é uma descoberta de medicamentos, em um estádio cheio, só que pelo menos sabendo onde está a seção, na que bancada que essa chave pode estar. Então, reduz muito mais a área de busca. E agora a gente vai conseguir cortar...

pelo menos um pouco o número de anos que pode demorar para descobrir uma droga nova. Então, estou super animada com esse novo avanço. Laura Dubogras, muito obrigado pela sua participação. Queria falar só para fechar aqui, seu podcast também, né? Chocolate com pimenta, cast, né? Com toda essa competência sua, esse brilho. Está aí nas plataformas de áudio. Muito obrigado. Sempre bem-vinda com mais novidades. E quando estiver no Brasil, sentar no sofá com um boné que você vai trazer para a gente entender.

gramonete. Tá bom? Muito obrigada, Fernando. Tchau, tchau. Bom dia pra vocês. Deixa você, valeu. Laura Dubogras, direto da Califórnia. Mas os funcionários treinando a IA, daqui a pouco põe o chapéu no funcionário também. Aí você sabe que ele põe o que ele escreve. Mas seis por um, coisa que ela seis por um ou não? A IA trabalha na 7x0, né? A IA.

É um pouco de ilusão, né? Achar que tá treinando pra saber a interface do computador, em qual botãozinho clicar. A sensação que a gente tem é que, o que a Laura trouxe muito bem, ele tá antecipando a demissão. Eu tô treinando quem vai me substituir. Daqui a pouco põe o chapéu, lê o que ele pensa também e aí pronto, você tem um modelo idêntico ao que era o funcionário. Isso é modernidade, né gente?

Eu ia falar um pouco do que a gente fala sobre a importância da gente tentar entender mais sobre essas tecnologias pra gente ficar menos propensos a ser substituídos. O fato é, quem realmente não conseguir acompanhar, nem pelo menos entender o todo, aí tá fadado. É questão de poucos meses aí, pouco tempo.

Os vínculos lá já é mó legal, né? Que tira foto, filme, filme... Não, e lembrando que a gente tem a pergunta de hoje sobre criança e trabalho, né? Criança e trabalho. Será que tem que começar essa experiência de trabalho desde cedo? O Romeu Zema disse que criança, na opinião dele, segundo ele disse recentemente, tem que trabalhar. Daqui a pouco a gente vai ter também o Toninho aqui falando sobre...

É carreiras, enfim, trabalho, né? A mudança da forma como a gente enxerga o trabalho atualmente, né? Tem muita coisa ainda. Estão te perguntando também o que você acha. Criança tem que trabalhar ou não? Mas que o boné é bom, é, né? Um boné que é tensa. Agora você falou, será que os casais, eu acho que foi antecipação de vossos, Fernando. Se começar a ter muito sincericídio aí é um perigo. Colocar na sogra um boné desse, hein? Trouxe um presentinho pra você, minha sogra. Saúde mental.

Meu Deus do céu, né? Tem coisa que é melhor não mexer. É melhor que você não saiba, né? São as maravilhas da ignorância, né? É, a ignorância é uma bênção. É melhor não saber. Hoje eu tava caminhando pra cá, né? Eu sempre ando pela Paulista aqui. Quando eu chego aqui, já dei mais de 5 mil passos.

pela manhã, caminhando, e vendo que o tempo está mudando, outono, chegando, outono, já com tudo. Paula Nobre falou, vai fazer frio no fim da semana. E aí me vem sempre essa palavra imunidade, a gente cuidar dela. A imunidade que vai proteger a gente não só da gripe, mas no resfriado, até de crise alérgica, até de questões assim, sabe? Coriza, coisinhas chatas que atrapalham a nossa vida. E aí, quando a gente fala disso, tem que falar de 200 funcionalidades de um só mineral.

que se chama Daniel Magnésio. É isso aí. Olha, é uma alegria estar aqui com você, Fernando. Grande abraço a todos que estão nos ouvindo, nos assistindo. Obrigado. Você sabe, Fernando, que essa questão da imunidade, geralmente tem um ditado que diz assim, só se valoriza a água quando o poço seca. Isso. E a saúde, infelizmente, às vezes a gente age, acabamos agindo dessa forma. Quando fica doente, aí a pessoa, opa, deixa eu cuidar da saúde.

Mas a regra é a seguinte, quem cuida da saúde não trata de doenças. E se você fica doente toda hora, além do incômodo, às vezes a pessoa tem que faltar no serviço ainda, tem que tomar remédio. Tem que tomar. Como é que vai ficar sem tomar remédio? Eu quero convidar você a turbinar a sua imunidade, que é o que o Fernando falou aqui, a questão das dores. Se você é uma daquelas pessoas que vive reclamando de dores. Ah, eu tenho muita dor no joelho, tenho dor nas costas, dores nas pernas.

Dores de cabeça que é terrível. E você, além de sofrer com as dores, ainda tem que tomar remédio. Porque aquele remedinho que você toma hoje melhora, mas daqui dois dias está doendo de novo. Aí o que faz? Toma remédio de novo. Eu quero convidar você a usar um suplemento maravilhoso, natural, não tem contraindicações, que é o Magnésio 5.0 da Lírios.

Cinco tipos diferentes de magnésio e todos eles na forma quelata. É o magnésio quelato, que manda embora suas dores, que manda embora suas câimbras, para quem vive reclamando de câimbras, e ajuda a cuidar da sua imunidade. Agora, você sabe como que é o melhor remédio para você turbinar sua imunidade? Uma boa noite de sono. Quando você dorme o sono profundo, o chamado sono REM,

Você fortalece a sua imunidade. Então nós estamos falando de um suplemento que ajuda a diminuir o estresse, diminui a ansiedade, melhora a qualidade do sono. É impressionante como você percebe isso em questão de alguns dias. Apenas cinco dias que você usa, você percebe. Então eu quero convidar você, use esse suplemento.

Esse magnésio 5.0 ajuda também a tirar inchaço, porque muitas vezes a pessoa está com os pés inchados, com o rosto inchado, que é a retenção hídrica. O magnésio 5.0 é maravilhoso para tirar inchaço. Para diabéticos também é bom. É coisa demais. Ele ficaria aqui até mãe de manhã de tarde falando, mas eu quero saber. Você sabe o que é da promoção. Ah, você quer saber?

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Eu vou fazer um rápido break na rádio, mas eu vou fazer também uma rápida pergunta pra você. Criança tem que trabalhar ou só estudar? O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, polemizou. Ele disse que defende, além do estudo, que a criança ajude na economia doméstica. E aí eu quero te perguntar.

Eu quero saber a sua opinião. Porque você que está em casa, no carro, no trabalho, onde você estiver acompanhando a gente, eu quero muito saber o que você acha. Porque isso envolve toda a nossa sociedade. A gente tem que cuidar das nossas crianças. A gente tem que cuidar da educação das crianças. Claro que ela precisa entender o que funciona em casa, entender de economia também, entender e valorizar o dinheiro. A gente está falando de educação financeira. Agora, trabalhar? Pois é.

Manda a sua opinião, 11913258055. Matheus, cada vez que eu pergunto, eu fico meio indignado com isso, sabe? É de se indignar, Fernando, porque ninguém quer uma criança trabalhando. Agora, acende um debate necessário que há muito tempo acho que a gente não fala aqui no Brasil.

Seu mic está desligado, vamos trocar, por favor. Pega o microfone da doutora. Eu acho que isso é realmente de se indignar, mas a gente não pode deixar de entender que isso acende um debate muito necessário no Brasil. Um debate que fala sobre essa grande massa que nós ainda temos infantil trabalhando, ou os adolescentes ali, 10, 12 anos, e também...

A falta do olhar para isso. Nós não vemos políticas públicas eficientes para isso. Nós não vemos um investimento realmente relevante em educação básica. A gente viu o Brasil tentar se transformar pelas universidades, que seria reformar a casa pelo telhado, mas a estrutura continua precária. Então, acho que o Romel Zema, sigo dizendo, errou, errou feio, e deveria explicar, não vou nem dizer se retratar, porque talvez ele siga com esse pensamento.

Hoje, eu já quero chamar, hoje tem pânico, né? Depois do Morning Show e tem jazz entrevistando ali junto com a turma toda do pânico. O próprio, o próprio, você vai perguntar? Não, prometo que vou perguntar. O espaço está aí. A Jovem Pan sempre buscando esclarecer as coisas.

Muito bacana, né? Muito bacana. Eu queria lembrar para o Henrique que quando teve o movimento de privatização das escolas públicas aqui em São Paulo, com a melhoria muito bem colocada pelo governador Tarcísio, teve uma revolta enorme por conta dessa privatização. Eu não sei o que que defende em termos... Projeto de parceria público-privada.

Eu não sei o que que defendem tanta questão de privatização. O próprio Zema defendeu aí que se ele ganhasse, ele vai privatizar tudo. E as grandes empresas, como a Petrobras, como o Banco do Brasil, até a Caixa Econômica Federal entrou no balaio. Eu não sei o que que as pessoas defendem tanto. É contra modernizar, é contra oferecer mais serviços. Oferecer mais serviços é importante. Modernizar é importante. Só que assim, a gente vai lá, constrói uma empresa como a Petrobras, por exemplo, gasta bilhões do povo e depois a gente vai entregar pra alguém. Pelo amor de Deus, não dá pra...

Só para você saber, não é uma doação para uma empresa privada. É uma venda. É uma venda por um preço baixíssimo. Você já sabe o preço? Normalmente é baixo. A Sabesp aqui em São Paulo foi um preço baixo. E mesmo que seja um preço elevado, tira do Estado. Mas o Estado tem que aguentar de tudo. Henrique, mas o Estado tem que ser dono de tudo. Esses braços largos, longos e muitas vezes incompetentes do Estado. Não dá para dividir e receber um dinheiro a partir disso?

Adicional exemplo disso é o caso da Vale. Por que eu coloco a Vale aqui? Porque quando a gente olha para o caso da Vale, a Vale hoje rende mais aos cofres públicos do que ela rendia quando ela era uma empresa privada.

ou uma empresa pública, perdão. Então, olha para a Petrobras. A Petrobras é escândalo aí desse petrolão. A Petrobras foi escândalo de grandes processos de corrupção do Brasil. Henrique, não é sobre o povo fazer e dar de graça, não. Tem que ser um bom preço, tem que se ter as avaliações, tem que se avaliar os setores. Mas a grande questão é, tem áreas hoje no Brasil que não faz mais sentido. O maior exemplo disso tem um prejuízo bilionário. Para mim, são os Correios.

Ah, sempre tem esse argumento, tem um monte de ladrão na empresa pública, na privada também tem, várias empresas privadas também tem um monte de ladrão. O objetivo é a gente fazer o seguinte, é você pegar, e a gente tem lá a Petrobras, né? A Petrobras, poxa, é uma empresa estratégica, é uma empresa que é importante pro Brasil.

Agora sim, voltamos para a rede de rádios Estamos comentando aqui sobre a questão Falando que você está defendendo o que agora? Você está defendendo a não privatização Das empresas estratégicas Aqui no Brasil, até porque são Pelo próprio nome, estratégicas A gente não pode entregar na mão do setor privado O Estado deveria ir para cima Deixa a Jess concluir Você pega a vaca, você tem carrapatos na vaca Tem que tirar os carrapatos, não matar a vaca O que está sendo feito aqui é você matando Eu concordo

Eu aguardo com ela, mesmo se a vaca estiver indo pro churrasco, porque aí a gente precisa ali da nossa carninha. Mas assim, o negócio é o seguinte, o que você tá falando é, ah, a empresa privada também tem corrupção. Pode ter corrupção, mas você sabe qual que é a diferença? O olhar do dono engorda a vaca.

E aí o que acontece é que numa empresa privada, a atenção a essas planilhas, a atenção ao que está acontecendo, é historicamente maior do que a atenção quando é uma empresa pública. Então, o dono ali, os donos, os sócios, aquele conselho, ele não quer levar 20 bilhões de prejuízo.

Se ele fizesse isso, essa empresa ia falir, ou ele ia desistir, ou ia vender essa ação. Mas veja que isso não acontece nos Correios. Os Correios vão lá e patrocinam um festival nada a ver, que não traz nenhum benefício orçamentário ou financeiro. Isso não acontece numa empresa privada. Ou pelo menos não deveria acontecer. Não acontece. É a realidade que não vai dar para o mundo. Você está defendendo... Mas é na realidade.

É um bom exemplo. Porque onde que ele mais ganhou? Onde está o grande gargalo do Master? Nas previdências públicas. Que se colocava lá e ninguém pensava é um péssimo investimento, vai falir, vai dar errado para os nossos idosos. Não, é os escândalos das previdências ligadas ao Banco Master. Eles reforçam o meu exemplo. Henrique está defendendo aí a não privatização de vários setores públicos. Mas eu queria saber o seguinte, você defenderia um navio petroleiro americano contra os ataques do Irã? Você encararia essa bucha?

Não, passa. Pois é, mas então, vamos falar sobre isso. Boa, Liria, para o Irã. Vamos lá, vamos para lá, vamos para lá. Vamos saber o que acontece no Oriente Médio, vamos para a Europa, né? Porque temos o correspondente lá. Os Estados Unidos revelaram um plano de escolta no Estreito de Orbus, enquanto o Irã revela que promete atacar navios não autorizados. Mas quem tem autorização para falar sobre todas essas informações é Luca Bassani, conosco, direto da Europa, todos os detalhes sobre a tensão na região. Alegria te rever, meu amigo. Bom dia, boa semana para vocês.

Você conta aí o que está acontecendo. Muito bom te rever também, Fernando. Boa semana a todos que nos acompanham. Os Estados Unidos, ao longo desse final de semana, com negociações acontecendo nos bastidores, divulgaram um plano para que o Estreito de Hormuz possa retomar sua navegação de forma relativamente segura.

Segundo o presidente Donald Trump, a Marinha dos Estados Unidos vai escoltar as embarcações petroleiras e outros cargueiros que queiram fazer o trajeto sem que tenham o risco de serem atingidos pelo Irã. Enquanto que o Irã prometeu atacar navios não autorizados ou que não pagarem aquele pedágio também pelo mesmo trajeto do Estreito de Hormuz.

Para tornar essa história ainda mais complicada, Fernando, a gente tem hoje duas narrativas opostas e que podem colocar em xeque o cessar-fogo já bastante frágil que está em vigor desde mais ou menos o final do mês de abril. É um momento em que os iranianos dizem ter atacado com dois mísseis uma embarcação militar norte-americana que tentava passar no estreito de Hormuz.

Segundo a mídia semioficial Fars do Irã, eles teriam atingido com a sua marinha essa embarcação, que recuou, evitando fazer o trajeto por medo. Enquanto que o Comando Central dos Estados Unidos nega essa informação, diz que não foi atingido, que isso é uma narrativa apenas fabricada pelos iranianos para tentar demonstrar força em meio a negociações que tramitam com a mediação do Paquistão.

Como sempre falamos, em uma guerra a primeira a morrer é a verdade. Mais uma vez, narrativas que surgem dos dois lados e, por enquanto, não conseguimos confirmar, seja de um lado, seja de outro, a veracidade dessas diferentes versões. Fato é que o Estreito de Hormuz continua com o bloqueio.

seja dos iranianos, seja dos norte-americanos, o que comprometeu severamente a navegação pelo principal gargalo do Oriente Médio, onde 20% do petróleo mundial passa e fez com que o preço do barril estacionasse aí na faixa dos 110 dólares, algo muito, muito preocupante, principalmente aqui para a Europa, onde já temos a gasolina sendo vendida.

a preços exorbitantes que relembram até mesmo o início da guerra entre Rússia e Ucrânia sem nenhuma perspectiva de mudança. Vai ser um verão quente aqui e com muita dificuldade para as pessoas viajarem, seja através dos carros, dos ônibus, pelo preço da gasolina, seja através dos aviões, onde já há também o risco de escassez do querosene de aviação por conta deste drama geopolítico também.

Muito bem. Luca, muito obrigado pelas informações aí direto desse teatro de operações aí. Muito obrigado pelas informações. Bom trabalho para você. Boa tarde para você aí na Alemanha. Valeu. Pois então, gente, olha só o que é a especulação, né? A gente já mostrou aqui, o Luca Bassani trouxe para a gente. O barril do petróleo lá já sai por 3 dólares a produção ali. O que seria de fato gasto ali, o que é de fato gasto. Mas a especulação leva para 110 dólares o barril.

Impacta diretamente. Ele falou do verão. Se fosse no inverno, teria um problema maior do aquecimento. É um inverno rigoroso. E vale a gente recordar... Por combustível, por óleo, né? Vale a gente recordar, perdão, só para a conexão com a Ucrânia. A Ucrânia e Rússia ali afetou muito o fornecimento de gás para a Europa. E agora a gente vê, na verdade, é um acúmulo. A doutora fala sobre a soma de penas. A gente vê agora uma soma de consequências das duas guerras. Porque, ainda bem que não é inverno.

Porque para a calefação, para o aquecimento, se consome muito. Agora, o fato é, o efeito chegou. A gente falava, como é que vai ser daqui a um mês, quando começou a guerra? Esse momento já chegou. E a conta também. Então, Fernando, todo esse esquema de mudança da dependência do petróleo, ele não se resolve sozinho. E ele não se resolve rápido. E isso coloca a Europa numa posição de corrida energética, né? Não só a Europa.

Isso que é até um ponto que eu queria tratar. Essa inflação, esse custo da energia, esse medo da energia. Alguns países estão fazendo restrições. Por exemplo, Tailândia, quantas vezes você pode abastecer no dia? Quais são as lógicas de funcionamento? Porque nesse ponto, até diria que o Brasil, apesar do preço, a gente tem aí, mesmo se a gente olhar hidrelétricas, a gente tem uma certa...

segurança energética, mas muitos países, eles estão com essas restrições por conta desse aumento desses conflitos bélicos e do risco da região ali, do Estreito Hermuz e do Irã e dos países que também estão envolvidos como por exemplo o Qatar, que também é um país

Forte no petróleo, Arábia Saudita. Então, nós vemos que em breve vai ter um aumento do custo de vida. Já está tendo global por conta disso. E claro, o mercado funciona nessa especulação. E aí essa especulação tende a ser negativa. E a partir do momento que isso acontece, isso volta para os nossos cofres, para os nossos problemas financeiros do cotidiano. Exato. Isso envolve a nossa campanha política.

É, envolve nossa campanha política também aqui, com os preços de especulação na bomba de gasolina, enfim. E a intransigência do Trump, na maior parte das vezes, né? É, uma desaprovação absurda para os Estados Unidos.

E vale lembrar que é um tema de eleição, né? A gente falou aqui que é segurança pública, que é educação, mas o combustível aqui no Brasil... Mas nos Estados Unidos também tem eleição. Também, em termos em novembro. Isso. E a situação não está boa para o Trump. Ele já disse que perdendo a maioria, ele perde bastante base. Corre risco até.

do impeachment, né, que ele chegou a falar o Trump comentou sobre isso, porque tem um receio tem uma soma de fatores dentro dos Estados Unidos um desses fatores é que um grupo dentro do partido republicano ou seja, até os apoiadores de Donald Trump e aqui eu quero pegar um nome que no passado foi mas mais recente, ao longo dos últimos anos, um crítico

que é o Tucker Carlson. Ele tem criticado bastante os empréstimos de Donald Trump em alguns países, o custo de comprar aí as situações de outros países em relação ao coloque a América em primeiro lugar. Então, o American First. E aí, nesse jantar dos correspondentes que teve lá, que ele atentou a vida dele, que teve toda aquela situação.

viralizou uma das convidadas que é casada com um dos secretários dele, que tem esse discurso de produtos americanos, América na Frente, que estava com um vestido que era de uma empresa de internet chinesa. Então ele está tendo várias crises pequenas e ao mesmo tempo macro correlacionadas à guerra que estão potencializando que mesmo seus apoiadores estejam muitas vezes...

decepcionados, porque eles estão vendo esse custo, eles não queriam se envolver. O próprio Charlie Kirk, que foi aquele ativista da direita que faleceu num atentado vergonhoso enquanto debatia, ele era um forte nome que falava, não devemos mexer com o Irã.

porque o custo para os Estados Unidos será alto, não é uma boa ideia. Nós precisamos focar em nós. E agora tem todo esse custo aumentando nos Estados Unidos por conta dessa empreitada dentro do Irã. Então, o Trump está passando por uma crise bem grave em relação à situação política dele e até mesmo a alguns de seus aliados.

Dor de cabeça para o presidente americano. Sabe quem está com dor de cabeça também? A torcida do Corinthians. Está aqui, o Henrique. Eu não quero comentar. Difícil, hein? Ah, demorou, mas chegou. O dinizismo, sabe o que aconteceu? Perdemos. O dinizismo está chegando. A arbitragem... Mas eu não vou falar disso agora, não. É depois do intervalo. Temos Júlia Ballarini para falar sobre isso. Temos também a questão do trabalho infantil.

A gente vai repercutir mais. A gente tem muita coisa boa. Intervalo rápido no rádio e na TV. E daqui a pouco o corintiano vai...

Explica o que aconteceu. Diniz chegou. É daqui a pouco. Morning Show. Jovem Pan. Morning Show.

É, sempre tem amor também Ainda bem que tem Hoje é sem

Estamos aqui, Jovem Pan Esporte, Jovem Pan mais gostoso hoje ao vivo. O futebol é da Jovem Pan porque o futebol é mais gostoso. Ei, que b****, hein? Tá ruim? Tá ruim. Tá ruim, Bruno? Tá ruim. Não é isso? Não, não é isso. Tá ruim, p****. A gente não mente aqui. Bate pronto, não tem mentira. Não deu certo, então, na Jovem Pan Esporte. Não. Mas eu vou ter que procurar outra coisa. Vou falar com o Pimpone pra ver o que eu vou fazer. Vai com Deus, vai com Deus. Valeu, valeu, Valdeiro.

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mil novecentos e cinquenta e oito na Suécia. O primeiro grito de campeão ecoou pelo mundo. Mil novecentos e sessenta e dois no Chile. O Brasil mostrou que era gigante. Mil novecentos e setenta no México. Tricampeão. O futebol virou arte. Mil novecentos e noventa e quatro nos Estados Unidos. Raça, superação, tetra. Dois mil e dois, entre Japão e Coreia do Sul. O mundo viu

Estados Unidos, México, Canadá. Três países, um só sonho. A Copa do Mundo FIFA 2026 está chegando. E a Jovem Pan te leva junto. Em cada lance, cada emoção, cada gol. É o Brasil, rumo ao Hexa. Vem viver essa paixão com a Jovem Pan. Onde tem futebol, tem Jovem Pan.

Jovem Pan, Manejou!

Saúde! Estamos de volta no nosso sofá da discórdia democrática. Na verdade, tem pessoas que estão dizendo que o sofá deve ser o sofá da esperança. Porque a discórdia não leva a nada. Então tem uma sugestão muito boa do seu Rodolfo para a gente mudar o nome do sofá para sofá da esperança. Vocês concordam? Você gostou? Não, não gostei. Eu acho que ele está muito esperançoso. Eu acho que ele está muito esperançoso. O Rodolfo é um esperança. Obrigado pela sua sugestão.

Colocar esperança aqui eu acho difícil. É discórdia, é discórdia. Eu tenho esperança que a Jazz vai vir pro lado certo. Eu tenho esperança que o Rick acorde um dia. Eu já tô do lado certo. Vamos concordar com o que? O Fernando Diniz chegou no Corinthians. Agora chegou. Isso concordamos. Júlia Ballarini. O jogo foi uma passada de mão absurda. No sofá da esperança. Bem-vinda, querida. Obrigada. Bom dia, Fernando. Bom dia, sofá. E excelente dia pra você que acompanha a programação do Jovem Pan.

Pois então, vamos falar que agora começou a era Fernando Diniz, o Corinthians. Por falar em esperança, né? A gente está fazendo esperança aqui também. Ele chegou. Foi, não foi. O que aconteceu? É, muitas colégicas com a arbitragem, né? A gente começa falando então pelo Corinthians. É a primeira vitória, a primeira derrota do Diniz desde que chegou. Sete jogos de invencibilidade e isso acabou caindo, né? O Corinthians.

Acabou perdendo para o Mirassol e volta para a zona do rebaixamento, para a 17ª posição, com apenas 15 pontos. A gente viu ali Libertadores contra Penharol, um jogo praticamente irretocável. E agora no Campeonato Brasileiro começa a ligar ali o alerta vermelho, situação preocupante, mas tem que manter a esperança.

deu a lógica, né, Júlia? deu a lógica teve uma expulsão que depois voltou atrás e depois teve o pênalti, foi uma bizarrão a criança de jurídico ficou na bronca voltamos voltamos pra nossa rede de rádios estamos aqui com Júlia Ballarino em nossa rodada esportiva falando o Corinthians perdeu, voltou pro Z4 deu a lógica você sabe o que é Z4, né, Jess?

Z4 é o pior lugar da tabela. Zona da morte. Zona do rebaixamento. Onde ninguém quer estar. Aquela confusão. O Luxemburgo falava a zona da confusão ali. O Henrique tá triste porque o Corinthians é o time dele. Exatamente, exatamente. E o Fernando Diniz esteve no Cruzeiro, então eu sou uma das vítimas do Fernando Diniz. Traumatizado. Todo mundo tem tachicardia, problema cardíaco, enfim. E agora ele tá no Corinthians. Graças a Deus saiu do Cruzeiro.

Ele tem a cara do Corinthians. Eu acho que a gente vai falar mais cruzeiro. A loucura cruzeiro também não teve um bom... Vamos falar de Palmeiras. Palmeiras. Palmeiras. A loucura começou. Outra ponta da tabela. Vamos lá pra cima. Estava lá embaixo, vamos lá pra cima. Estava lá do líder do campeonato contra o Santos, que estava também na zona da degola, só que com esse empate, né, com que isso é um pontinho, acabou saindo do Z4.

E o Palmeiras perdeu a oportunidade ali de aumentar aquela gordurinha contra o Flamengo, né? Que fica ali naquela briga polarizada entre as duas equipes, as maiores nesse momento, né? No Brasil. E esse empate que pra muito torcedor que tava ali no Allianz Parque, inclusive eu estava lá também acompanhando essa partida, teve um gostinho de derrota pros palmeirenses, viu? E vale a gente destacar, Fernando, que tava pra voltar, lembra? Paulinho, aquela toda história, jogador caro e muito talentoso. Enfim.

Paulinho retomou os gramados, jogou ali um pouquinho, uns 15 minutinhos. Ele que estava fora há nove meses, tratando de uma lesão. E aí volta a campo, pelo menos fica um alento aí pro torcedor do Palmeiras com essa boa notícia do retorno no Paulinho. Baita reforço, inclusive. É, mas a torcida esperava mais. Tudo bem, é um clássico, né? Podia ter qualquer resultado, porque é normal.

O Santos jogou bem também. A gente tem que destacar também o Santos, o Peixe, que estava na zona do rebaixamento, fez uma boa partida, principalmente ali em rolês e sem Neymar. Daqui a pouco a gente vai falar de Neymar também. O Santos vem aos trancos e barrancos. Neymar arrumou confusão com um menino de quantos anos? 18. E o Neymar tem quantos anos? 33. Não, de verdade mesmo assim. A mental? Aí eu já não sei. Arrumou confusão com o filho do Robinho.

O Fernando fica na bronca. Ele arrumou confusão com o filho do Robinho. Gente, mas às vezes o erro é do menino.

Não bem. Foi uma situação bem delicada no CT, Rei Pelé. Estava tendo aquele rachão, treino com bola, quando o Neymar estava jogando ali com o Robinho Júnior, filho do Robinho, uma das promessas aí do Peixe. Teria levado um drible. Aí ele não gostou.

Sentiu desrespeitado. Lembrando que Neymar também driblava muito a garotada, né? Era ousadia e alegria de Neymar, mas ele não gostou. A gente não tem essa informação se teve uma briga que partiu para a agressividade física. Mas teve ali um bate-boca, os ânimos ficaram muito exaltados.

Mas disseram que depois o Neymar, com a cabeça mais tranquila, pediu desculpa aí à família do Robinho Júnior, pro Robinho Júnior também. A gente viu que o Neymar tá muito reativo, né, Fernando? Tem que colocar a cabeça no lugar. Copa tá aí, dia 18 tá chegando. Dito isso, o Neymar fora da Copa, né? Não, Neymar. Dito isso, bora!

Eu acho que quem joga uma peladinha Que bom sabe, de vez em quando Tem um momento ali que você tá com a cabeça quente Eu acho que o problema é o seguinte, realmente a turma Pega no pé do Neymar, tudo que ele faz Vira notícia, então eu acho que Tem as vezes, poxa, quem nunca Tomou uma pancada sem querer ou acertou O outro atrasado na bola

Eu vou passar pano pro Neymar, tá, Jair? Só que nesse caso eu achei desnecessário uma confusão ali com o garoto. Ele é ídolo do garoto. Era um treino com bola. Enfim, normal um rachão realmente ter isso, né? Se bate boca, mas vacilou, não precisava. Uma história sempre tem duas versões. Então não sei do Neymar, vou me omitir aqui disso. Mas agora o que eu vejo? Eu vi alguns vídeos nesse final de semana de pessoas, um menininho beijando o joelho dele ali.

Eu acho que tem uma comoção nacional para o Neymar estar na Copa pelo que ele representa. E vi um senador da República, Romário, falando também que, mesmo machucado, Neymar ainda é bom de bola e melhor do que vários. Melhor convocar o senador, então, para jogar. Não, tudo bem, mas eu acho que tem também uma questão...

da imagem, do que é torcer, do que é ver seu ídolo lá, do que é ter essa figura lá. O Neymar nos deu muitas alegrias. Eu acho que deveríamos acreditar nele e dar essa chance. Porque o futuro a Deus pertence e o Neymar pode nos surpreender.

Legal, ele pode surpreender. Por que ele não está fazendo isso no Santos? Nem contra os adversários. Eu acho que nem no Campeonato Paulista ele conseguiu fazer. Mas vem, vai fazer na Copa do Mundo. O time do Santos também não está no momento, está ajudando muito. A gente vê pelas imagens, olha a relação boa que ele tem com o Robinho Júnior. Ele é padrinho do garoto. Pois é, acho que foi um mau momento. De menino nem para adulto nem. Mas mau momento também passou o time do Matheus. O time do Matheus, São Paulo.

É, São Paulo também cedeu o empate O machadismo tá Não, vamos lá, vamos lá Eu sigo fora Roger, mas o fato é O time de São Paulo Tem tido uma performance muito ruim No fim do segundo tempo Não é a primeira vez que deixa Poxa, no último lance do jogo Só que vale destacar aqui, né Vou deixar passar, mas o Rafael falhou e falhou

feio no lance. A mão de alface, ele teve a mãozinha de alface ali, foi pegar a bola. Então assim, foi um frango. Foi um lance ruim, né, Júlia? Foi um lance ruim do Rafael. Exatamente essa leitura perfeita, Matheus. O São Paulo começa bem a partida, abre uma boa vantagem, só que depois o time parece que vai desmanchando.

Agora, um fato também que eu quero destacar da partida de ontem, né? Foi a volta de Lucas Moura. Foi uma cena bastante dramática. O jogador que estava tratando de uma lesão na costela. Volta, né? Cheio de esperança. O torcedor também, porque é um excelente jogador, acaba se machucando sozinho. Ele cai, tem aquela cena do carregado, chorando bastante, é levado ao hospital e agora foi diagnosticado com uma ruptura do tendão. Vai passar por cirurgia e deve ficar fora aí, pelo menos até ano que vem. Vamos lá.

A cidade inteira. Bom, boa sorte aí pro Lucas. Grande jogador, né? Importantíssimo. História bonita, né? Um cara bacana, história muito bonita que ele tem com o São Paulo. Um futebol, um grande atleta. E aí, nosso abraço a ele. Toda força pro Lucas.

E vamos de clássico carioca também. O Flamengo foi bom para o Palmeiras, né? A gente está falando de empate. Teve empate do Palmeiras, empate do São Paulo e empate também do Flamengo. O jogo parecia controlado também. Aos 38 minutos da segunda etapa. Chegou a abrir boa vantagem com dois gols.

Mas aí também é importante destacar o Cruz Maltino, que foi aguerrido, não desistiu, acabou cedendo aí, fazendo dois gols. E tudo isso, Fernando, sobre o olhar atento de Carlo Antilotti. Ele estava no Maracanã, assistiu até um belo gol do Pedro e esse empate que deixa o Flamengo com essa distância. Manteve, na verdade, os seis pontos que separam o Flamengo e Palmeiras. Como diz a gira carioca aí, o Flamengo deu mole.

Pois é, deu mole vencendo de 2 a 0, o Vasco. O Vasco cresceu muito no jogo. Agora tem a nota triste que a gente fala sobre o que aconteceu entre as torcidas. Dois torcedores do time do Vasco foram espancados, cenas muito tristes, precisaram ser levados ao hospital no centro do Rio.

e vários focos de brigas entre as torcidas também, em vários pontos da cidade. É uma rivalidade muito grande, mas é também uma desesperança para quem acredita num futebol mais humano, com duas torcidas no campo. Isso não acontece aqui em São Paulo. Então, quando a gente vê essas cenas, fica difícil até defender a divisão de torcidas num clássico, por exemplo, entre Corinthians e Palmeiras, o que não existe em São Paulo.

E a gente estava falando agora há pouco de, desculpa, Fernando, mas de guerra, cena de guerra, essa correria. Mas eu prefiro pensar que esses torcedores são pessoas violentas, tá? Que elas utilizam o esporte para colocar essa violência de forma ali desproporcional, fazendo selvageria, covardia. Porque dentro ali do Maracanã, eu gosto muito de acompanhar também as partidas lá com torcida mista.

funciona super bem, a gente vê ali torcedores rivais com camisas diferentes, na civilidade como tem de ser dentro de futebol que esse é o bacana, as duas torcidas uma provocando de forma saudável e sem essa tristeza aí que a gente... No Rio de Janeiro existe a possibilidade das duas torcidas é uma evolução, aqui em São Paulo não, em Minas Gerais isso tá muito... O retrocesso, na verdade, que acontece aqui, porque isso sempre existiu a torcida...

É, mas por causa de cenas como essas, né? Que as torcidas foram separadas. Então tem clássicos só com uma torcida, é muito sem graça isso. É o retrocesso também mental, né, Fernando? Claro. Retrocesso mental dos torcedores, né? Porque a gente fala do retrocesso da lei, mas se a lei mudou, se começou a proibir, porque infelizmente... Tem razão.

ninguém inventa isso por nada se perdeu essa civilidade, essa harmonia então é muito triste a gente ver mais uma vez uma cena lamentável dessa, parece que cinco homens foram presos Julia, muito obrigado, uma boa semana pra você, você vai ter muito trabalho aí, né, porque o calendário tá corrido, né Vai, Corinthians

E 5 horas da tarde, o Pan na área, gente. Ah, 5 horas da tarde tem Pan na área. É, eu tô assistindo que é pra aprender mais. É muito bom. Obrigada pela audiência. Obrigado, Júlia. A gente segue, então, falando sobre essas cenas aí, né, Matheus? Eu queria falar que em BH também teve o clássico cruzeiro atlético.

Não sei nem quanto foi. Eu queria te ajudar. O Cruzeiro perdeu por 3x1, mas com a torcida também é presente. A torcida do Atlético estava lá. Teve uma cota dividida para a torcida do Atlético. Não foi meio a meio, o que deveria ser ideal, mas foi evolução, evolução. Dividir a torcida. O torcedor dos dois times tem direito de estar no estádio.

E fica o recado, né, Fernando? Pra responsabilidade de nós, torcedores também, darmos esse bom exemplo de quando tivermos oportunidade de torcida dividida dentro do estádio, não fazer uma barbaridade como essa, que infelizmente entre Cruzeiro e Atlético Mineiro a gente vê várias vezes isso também acontecer. É, é. Que mude, né? Porque aí sim a gente vai poder ter, porque é tão gostoso, né? Ter essa rivalidade lá dentro do estádio. É gostoso. Gostoso pra quem?

Para assistir, principalmente quando a gente ganha, né? É que o seu time não está muito acostumado. Eu sou mineiro, eu torço para o Cruzeiro e torço para o Atlético. Para o Cruzeiro ganhar e para o Atlético perder. Sempre. Já ia perguntar, você não está tomando seu remedinho, né? Não é possível. Mas eu sei que a pancada de sábado foi feia. Perdemos de 3 a 1, deu dor nas costas. Dor nas costas. Coisa que 80% dos brasileiros têm.

Mas quando acontece uma derrota no clássico, fica pior. Daniel, dor nas costas. É algo que a gente também pode tratar.

Essa dor crônica, já falamos desses números absurdos. Milhões de brasileiros com essa dor crônica estão brincando com o futebol, mas é uma realidade para muita gente. E dor crônica é que não tem tratamento, não tem solução, não tem cura, mas tem um tratamento sistemático. Sim, exatamente. Um tratamento com um suplemento.

que faz toda a diferença para quem vive reclamando de dores crônicas. Você vai melhorar a sua qualidade de vida, assim, saindo do zero para ir 100% de melhora. Porque veja bem, a partir do momento que você não tem mais dores, não tem mais câimbras, e não precisa usar medicamento todo dia, isso aí você evoluiu a sua vida em muito.

invista na sua saúde, não é gasto porque a gente costuma dizer né Fernando, que gasto é aquilo que você gasta com cerveja com coisas que, e tantas outras coisas que vai trazer um prejuízo pra nossa saúde agora investimento na sua saúde, quem cuida da saúde não fica doente, não trata de doenças, e o magnésio 5.0 da Lírios é um suplemento natural não tem nenhuma contraindicação e traz alívio pras suas dores, pensa

É apenas uma semana que você usa e já vê diferença. Por isso que eu falo assim, de fazer um desafio. Anota no calendário pra você ver. Olha, já tem cinco dias, já tem sete dias. Tem uma semana que eu tô usando duas cápsulas à noite. Toda noite você toma duas cápsulas apenas. Não precisa lembrar de tomar durante o dia. Você vai ver que você vai dormir melhor. Vai atingir o sono REM. Aquele sono profundo. Aquele sono restaurador.

Isso é impressionante. Em uma semana você observa isso. E as dores e as câimbras vão embora. Muito bem. Isso é muito bom, Fernando. Porque não é algo que vai ser, não é um remédio, a gente fala. É um suplemento. Então é preciso começar a tomar. Hoje é segunda-feira, é um dia bom pra começar. Boa. Decidi fazer esse investimento na minha saúde, né? Que permanece, né? Permanece. E é importante a gente lembrar, Fernando, que você sempre fala aqui, são mais de 200 indicações. Se for ficar aqui falando pra tudo que é bom o magnésico o dia inteiro,

Nós falamos aqui das dores, das câimbras. Falei aqui das dores de cabeça, que muita gente tem dores de cabeça incapacitante. O magnésio manda embora essas crises de enxaqueca. Falei do sono. Pensa, se você cuidar da sua ansiedade agora com um suplemento...

Se você passar a dormir bem e diminuir a sua ansiedade agora, lá na frente você não vai precisar tomar remédio de tarja preta. Porque tem muita gente que fica dependente disso pra poder dormir. Agora, quero falar aqui que ele ajuda o funcionamento intestinal, muito bom. Ajuda a tirar inchaço no corpo, pra quem vive reclamando de retenção de líquido. Às vezes tá com o rosto inchado, com os pés inchados. Outra coisa que é muito bom, ele ajuda a controlar os níveis de glicemia.

Para quem sofre de diabetes, quem tem pressão alta, então suplementa. Eu vou um dia passar esses 200 benefícios aqui, mas eu quero uma promoção pelo menos. Ok, vamos fazer um negócio bacana. Não vende em farmácias, não vende em lojas, só vende no telefone direto do laboratório. 0800...

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para você não ter perda de músculos. E eu vou mandar também um relógio digital smartwatch. O que você achou, hein, Fernando? Presentão. Muito bom. Promoção em pedido 0800-787-3030. Liga agora e aproveite que você vai cuidar da saúde. Só vou te falar três coisas. Só três coisas. Três coisas. Ligue, ligue, ligue. 0800-787-3030. Daniel, boa semana para você. Obrigado igualmente. Grande abraço. Maravilha. Ótima semana também.

Para um cara que a Jazz é muito fã, nosso tenista brasileiro, nosso candidato a ídolo, né, Jazz? O João Fonseca tá subindo, né? Tá subindo. Tá subindo. O João Fonseca voltou ao Top 30 e vai disputar aí toda uma situação nos próximos meses. Mais um torneio importante, né? Pode subir mais ainda, né? E vai subir, vai cada vez mais além. Lembrando que na última vez ele caiu na estreia.

Mas, dessa vez, a expectativa é que não, que ele avance nas rodadas. E eu sempre falo isso, acho que o João é um exemplo do que muito se cobra nos nossos esportistas, que é esta disciplina, né? Só que o brasileiro gosta muito de resultado e, às vezes, ele não olha para o processo.

O tênis é um esporte de processo. E nesse processo vem derrota, sobe, cai. Aqui ele tinha saído do top 30 e já retornou. E mesmo assim, muita gente quando ele caiu já falou Ah lá, foi fogo de palha, não vai ser assim. Então a gente tem que ter cuidado com os nossos superstícios. Eu acho que no Brasil a cobrança por resultado imediato destrói muitas vezes o psicológico dos nossos grandes atletas. Parece bloqueado.

E cuidado com nossas crianças. Crianças têm que trabalhar ou estudar? Fala do candidato a presidente, Romeu Zema. Ele deu uma entrevista e disse, olha, eu acho que criança tem que trabalhar, ajudar na economia doméstica. Enfim, a gente vai falar mais sobre isso. Estudar, estudar. Estudar.

trabalhar, trabalhar e estudar e adolescente, parece que ele corrigiu e falou que, não, eu tava falando sobre os adolescentes mas eu quero saber o que você acha sobre isso, né, a gente tem um Brasil muito endividado, a gente tem problemas seríssimos com a educação e também com o mercado de trabalho, mas enfim é a sua opinião que vale, então eu quero saber o que você pensa enquanto você vai pensando e mandando a mensagem pra gente nós fazemos um rápido intervalo, depois temos Marcos Toninho aqui falando sobre carreiras burnout, o número aumentou também o número aumentou

Cresceu 800% nos últimos anos. Os diagnósticos de burnout no trabalho, muita coisa boa vindo por aí. Sofá pegando fogo e a gente te esperando daqui a pouquinho no rádio e na TV também.

Em 2026, a emoção do futebol é o ano inteiro.

Tem brasileiro. Copa do Brasil. Tem libertadores. E o maior espetáculo esportivo do mundo. A Copa do Mundo da FIFA. 2026. E onde tem futebol, tem jovem.

Nos últimos meses, eu venho dizendo aqui, o ciclo de 2026 está repetindo 2015. No dia 9 de maio, eu vou explicar por que essa é a grande oportunidade na Bolsa brasileira e também na renda fixa, em uma década. A virada financeira é uma imersão ao vivo de 5 horas, em que eu vou abrir o raciocínio completo que eu uso para analisar o mercado brasileiro.

Câmbio, eleições, Copa do Mundo, política fiscal, ao vivo, mostrando exatamente como eu leio esse cenário e qual oportunidade está em jogo. Você entra sem saber ler o mercado, mas sai com o raciocínio de quem estava posicionado em 2015, quando a última janela parecida como essa se abriu.

E a maioria da população não entendeu o que estava acontecendo. Não precisa já ser investidor, nem ter estudado finanças. Você precisa de 5 horas e de R$ 47. O link está em newcursos.com.br. Aviso oficial!

Ele governou Minas e agora quer chegar ao Planalto. Romeu Zema está chegando para falar da sua pré-candidatura à presidência da República e os rumos da política. Pânico, hoje, ao meio-dia, na Jovem Pan. Jovem Pan, Jovem Pan.

Estamos de volta no nosso sofá movimentadíssimo, movimentadíssimo. Marcos Toninho, como toda segunda-feira, aqui conosco para falar sobre mercado de trabalho, dicas importantes do mundo corporativo. Bom dia, tudo bem, Marcos? Bom dia, bom dia, Fernando, bom dia, sofá. Maravilha. O sofá não responde, quem responde são as pessoas.

É isso. É o sofá boy? É isso. Ainda, mas ainda, com tanta inteligência especial, vai ter um sofá falante. Sofá vazio. E ele, um sofá vazio. E eu queria mostrar o seguinte, para começar logo a incendiar esse sofá, o governo federal lançou oficialmente, oficialmente, a campanha da escala, do fim da escala 6x1, com o slogan Mais tempo para viver sem perder salário, porque o tempo não é um benefício, é um direito.

O tempo é um direito. Quero ouvir o Henrique. O tempo é um direito, Henrique. Está corretíssimo. Agora vai, hein? O tempo para cima do fim da escala 6x1. Deveria ter feito isso até antes, mas acho que é uma campanha muito bem construída nesse momento e acho que a gente precisa realmente ir para cima do fim da escala 6x1. É uma urgência social.

E nesse momento voltamos para a rede rádio. Falando o quê? Falando o quê? Estamos falando sobre o fim da escala 6x1. O governo foi para cima, lançou uma campanha sobre essa pauta e defenderam que essa escala acabe numa necessidade urgente para a sociedade. E eu estou dizendo que concordo plenamente tanto com a campanha quanto com o fim da escala 6x1 em urgência. Faltam poucos dias para essa escala acabar.

Henrique, o que você acha de contratação por hora? Trabalha quem quer? É uma pergunta que eu estou fazendo para você. Se eu quero trabalhar 12 horas, eu ganho por hora? Se eu quero trabalhar 3, isso também tem a ver com a pessoa ter preservação da sua questão psicológica. O que você acha disso?

Eu acho que esse negócio, eu quero trabalhar 12 horas e você ter... Vai ser muito difícil, porque aí parte de um pressuposto de que você vai conseguir negociar com o seu patrão a carga horária. E se derem a permissão para você trabalhar 15 horas por dia, muito provavelmente vai haver exigências ali de alguns patrões para que haja esse trabalho de 15 horas, dando pouco direito para o trabalhador negociar isso aí. Toninho, isso não causa burnout?

Essa estrutura que está montada atualmente, a gente precisa acabar com essa escala 6 por 1. Vamos lá. Pode discordar do Henrique, pode concordar. A questão é a seguinte, vamos lá, Fernando. Que nós precisamos ter um novo modelo, uma forma de trabalho, isso realmente é uma coisa que a gente está totalmente de acordo. Os RHs estão que nem uns loucos, Fernando, tentando achar um jeito de deixar com que as pessoas estejam mais engajadas, mais saudáveis, num ambiente menos tóxico, etc. 800% de aumento de afastamento por causa do burnout?

Eles descobriram a palavra também. Agora todo mundo vai falar de burnout. Todo mundo tem burnout. Isso, na verdade, está em alta. Agora a questão é a seguinte. A forma com a qual essa questão de tirar essa escala 6x1 está sendo feita, ao meu ver, o negócio é o seguinte, está sendo olhado só para um lado. Então, assim, é um projeto eleitoreiro, a gente sabe disso.

Isso está muito pouco embasado, está muito pouco, na verdade, estudado, porque é o seguinte, eu não vou mexer em salário, eu estou falando de escalas, eu estou falando de custos, e quem, na verdade, vai pagar a conta, no final das contas, somos nós, Fernando, porque, na verdade, a realidade é essa, vai aumentar os custos, as empresas não sabem ainda, ou, aliás, não sabem, na verdade, já foi falado. Mas você não acha que tempo é um benefício, não é um direito? Lógico que é, Fernando, mas é um direito?

A questão é assim, a gente precisa ter mais organização na forma de fazer as coisas. Eu não sou contra a gente reavaliar o mercado de trabalho e a forma com a qual nós estamos trabalhando. Isso, na verdade, é um ponto essencial e as novas gerações já contam isso pra gente, Fernando. Se a gente olha pós-pandemia, o que aconteceu, a forma com a qual essa geração Z chegou questionando o mercado de trabalho, é evidente. A gente vai falar de burnout? Os números são assustadores.

E depois também que a gente teve a LACID11, a partir de 2022, onde o burnout entra como realmente uma doença ocupacional, a gente tira de estresse, etc., os números explodiram. Então também tem um ponto com relação a isso. Agora, 6 por 1, a gente tem que pensar o seguinte, quem vai pagar essa conta? Como é que a gente vai organizar isso dentro das empresas, Fernando? A gente está falando isso sempre aqui. E eu queria agora, o assunto do nosso dia hoje...

Eu queria fazer uma parte nesse aqui. A pergunta da doutora Priscila passou desapercebida, mas ela é muito boa para o Henrique. Porque se o tempo é um direito e o tempo é meu, qual o problema de eu negociar sobre o meu tempo? Países como os Estados Unidos, eles têm uma fórmula de pagamento, uma lógica de funcionamento que é muito mais ligado ao número de horas. Ali você recebe, você tem um valor hora.

específico. Isso não acontece. Então, atendente do McDonald's... Muito boa a pergunta. Eu ia falar, vale uma jantada, não vale? Vale. Ele não respondeu. Eu respondi. Eu respondi. 11h44, eu ia dizer... Mas eu respondi a questão. 11h44, a doutora Priscila jantou. Poxa, se você faz a permissão de horas impedidas, a lógica de você negociar com o patrão não é tão funcional. Ela é muito bonita na teoria.

Mas na prática não é nem um pouco funcional. Note que aqui não necessariamente eu preciso negociar. Se você limita o número de horas... É salário mínimo, é valor da hora. Se você limita a jornada, eu acho que tudo bem você receber por hora. O problema é você deixar livre. Porque se você abre a permissão para que a pessoa possa trabalhar 16 horas no mesmo local, você gera certos problemas. Porque a exigência dessas 16 horas serem cumpridas, muito provavelmente vai ser o que vai acontecer. E criança? E criança? Mas já vai fazer isso.

Desculpa te interromper. Já faz isso, PJ. Gente, eu tenho que ir para Minas Gerais, porque criança, né? Vão lá para Minas Gerais, porque a gente tem que repercutir essa fala do pré-candidato à presidência da República, pelo partido novo, Romeu Zema. Ele defendeu que crianças possam trabalhar no Brasil. Aí tá. Rodrigo Costa, direto de Minas Gerais, chega com os detalhes. E essa fala, Rodrigão, conta pra gente. Bom dia, bem-vindo ao nosso Morning Show.

Bom dia, Fernando, pra você, pra todos aí no estúdio, pra quem também nos acompanha. Zema tem ligado a sua metralhadora giratória de declarações. E uma delas é justamente essa a respeito das crianças não poderem trabalhar atualmente.

A lei brasileira era proíbe o trabalho infantil, ou seja, de menores de 16 anos. A partir dos 14 é possível atuar como aprendiz, atividade que tem regras específicas. O ex-governador aqui de Minas, pré-candidato a presidente, ele disse que desde os 5 anos de idade ajudava o pai que vendia peças automotivas e que tirou a carteira de trabalho aos 14 anos. E para ele...

pré-candidato presidente pelo Partido Novo, o trabalho infantil hoje é proibido por causa da esquerda. É uma declaração dele, o Romeu Zema. Ele reconheceu que estudar deve ser prioridade das crianças, mas que elas podem ajudar com questões simples, como questões ao alcance delas ao trabalhar.

Um dia após defender, então, essa questão do trabalho, o ex-governador de Minas Gerais publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que se referia a adolescentes e não a crianças. Ele lembra também no vídeo de hoje que a lei prevê a atuação de pessoas com idade a partir dos 14 anos como aprendizes e fala em ampliar.

essas oportunidades. É esse o posicionamento do ex-governador Romeu Zema, que gerou bastante debate nesses últimos dias em relação à questão do trabalho infantil e também de adolescentes, Fernando. Pois então, é isso aí, a gente vai repercutir isso por aqui. É a pergunta que a gente está fazendo pra nossa enorme audiência em todo o Brasil e em todo o mundo. Rodrigo, muito obrigado, ótimo trabalho pra você na belíssima Poços de Caldas. Muito obrigado, valeu.

Grande abraço. Valeu. Então, Toninho, aí fica difícil a gente até falar qualquer coisa que não seja uma discordância. Parece que aí a gente teve quase um equilíbrio. Aí sim, foi o sofá da esperança aqui. Acho que bem pouca esperança depois dessa, né? Você viu que bonitinho? No dia do trabalho, dia 1º de maio, a gente tem uma conversa como essa. Então, assim, vamos colocar a criança para trabalhar.

que aí ela resolve todos os problemas econômicos do nosso país. Então, assim, acho que a conversa é muito esquisita. Acho que, assim, não foi o que ele quis dizer, mas foi o que foi dito. Então, a gente acaba olhando um pouco para esse tipo de situação, Fernando, de uma forma um pouco, aliás, bem preocupante. Porque, assim, se essa é a forma da gente fazer com que as famílias tenham mais renda, que a gente resolva o problema econômico desse país, a gente está perdido.

Acho que a conversa, né, Jess, acho que ela não chega nem aonde ela deveria chegar.

Que é justamente falar de a gente ter escolas melhores para que a gente possa preparar sim essas crianças. Sabe o que eu acho muito gozado? É o seguinte, os exemplos são muito legais. Ah, porque a criança nos Estados Unidos vai lá distribuir jornal, que foi o que ele falou lá, né? Que ganha centavos. Aqui a gente não consegue fazer nada nem com salário mínimo, você imagina com centavos. Mas a questão é a seguinte, assim como a 6x1 que a gente falou agora, Fernando, é o seguinte, ah, porque na Dinamarca eles trabalham menos, porque na Suécia... Os caras pegam exemplos só de primeiro mundo.

E aí colocam aqui, só que a gente não consegue resolver os problemas que a gente tem para que a gente possa fazer isso. Aí vem esse comentário sobre a criança. Então, o Estatuto da Criança e do Adolescente vai para o Terra, acabou aí a conversa. Então, a gente fala assim, o que é o aprendiz? Como é que a gente faz com que essa criança, esse jovem, a partir de 14 anos, que a partir de 14 anos a gente fala do aprendiz, que existe um programa aonde ele entra.

formal, onde ele trabalha, que obviamente não pode atrapalhar as atividades dele, de escola, não pode expor ele a nenhum tipo de problema, de nada que seja insalubre. Agora, peraí, gente, em vídeo a gente fala assim, vamos fomentar o mercado, vamos melhorar a forma de contratação destes jovens, vem um comentário como esse.

E só para colocar um contraponto à fala dele, quando ele fala que é a pauta da esquerda, não estou defendendo, nem contrário. O artigo 7º, me permitam aqui, no inciso 33, ele diz proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de 18 anos e de qualquer trabalho a menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz a partir de 14 anos. Ou seja, isso é desde a Constituição...

Doutora Tonin, Henrique e Jess, tenho aqui o resultado da pesquisa. Eu queria trazer antes, porque... Eu posso só fazer uma fala bem... Você pode quase tudo, Jess. Mas bem rápido aqui. O Zema dá o exemplo dele, né? O governador dá o exemplo, o ex-governador dá o exemplo dele. Assim, eu trabalhei também, quando eu era criança, trabalhei com a minha avó.

nas férias, ganhando o dinheiro ali pra ela pra comprar presente. Isso não é trabalho. Isso é uma realidade muito diferente de um jovem que passa fome, que tem uma necessidade familiar e que por conta disso tem que muitas vezes levar a evasão escolar pra que ele possa alimentar a sua família. Isso não é uma realidade similar.

Ao meu trabalho infantil de criança mimada, que estava lá ajudando, mas estava dando importância ao trabalho. Então, que bom que a minha família fez isso. É muito diferente de dizer que criança tem que trabalhar. E criança é menos de 12 anos. Pois, muito bem. A pergunta que foi feita, vou deixar bem clara a pergunta que foi feita. Está na tela. Você que está no rádio, eu vou ler. Criança deve só estudar ou deve trabalhar também? Foi a pergunta para a nossa audiência. E o resultado vai surpreender.

Sim. Estudar e trabalhar, 65%. 65%. Tá bom? Só estudar, 35%.

dormamos com barulho desse. É a criança, né? Exatamente. Eu acho que tudo gira em torno... Eu não falei adolescente, hein? Não perguntei adolescente. Eu perguntei criança. Menor de 12 anos. Menor de 12 anos é criança. Entre 12 até 18 configuraria adolescente, sendo que o trabalho, a partir dos 14, é possível com regras específicas. E aqui nós não estamos falando de ajudar em casa, nós não estamos falando de, às vezes...

Pegar umas férias e passar na empresa com seu pai, alguma coisa legal. Não, não, não é isso. Nós estamos falando de muitas vezes fábricas ilegais que tem pessoas, crianças de nove anos, de dez anos, imigrantes muitas vezes, que estão trabalhando lá. O menino que engraçou seu sapato.

O Gabriel tem uma realidade que é, ele só vai viver o sonho dele daquela forma. Eu não acho que tem que prender, não tem... Eu acho que o Conselho Tutelar também, eu acho que tem muita coisa pra debater dentro disso. Mas falar que assim, o problema do Brasil é esse, ou que isso é uma legislação de esquerda, eu acho extremamente até negativo para a própria direita, que também galgou, lutou por esses direitos. As crianças precisam...

se formar, estudar, num mundo de inteligência artificial, num mundo de habilidades que a gente quer desenvolver, isso é fundamental. Então, por exemplo, as ETECs aqui em São Paulo, elas oferecem um curso formativo também técnico junto. Acho isso muito importante, acho isso uma iniciativa. Acho que as iniciativas de mercado de trabalho, levar o mercado de trabalho, ter o jornal da escola, fazer coisas em relação à valorização do trabalho, os meus pais, minha família...

me fez valorizar o trabalho nas férias. Mas não é uma realidade de necessidade. É uma realidade quase elucidativa, criativa, familiar. Eu vou despedir dos meus amigos da rádio. Muito obrigado. Uma ótima semana para vocês. Amanhã a gente está de volta. E continuamos aqui. Gente, eu vou repetir. 65% das pessoas. E foi uma pesquisa muito grande.

Acham que as crianças têm que trabalhar e estudar. Um absurdo. 65%. Pois é. Um absurdo completo. O Henrique não concorda, claro. Não, não concorda. Ninguém aqui concorda. Mas o Zema falou, é a esquerda que fica inventando isso? Ah, é sim, é a esquerda. Isso foi, como a doutora trouxe aqui, é uma questão constitucional. É uma luta da sociedade impedir que as crianças trabalhem. Não, se isso for uma pauta de esquerda, me desculpa. A sociedade está falida como um todo.

Tem que ser uma pauta universal. Todo mundo concorda que criança não deve trabalhar. A criança deve estudar. Como a Jazz mesmo falou. Acho que é uma pauta de concordância de todos. Menor de 12 anos, mais uma vez, criança é menor de 12 anos. E as crianças, vamos dizer assim, os adolescentes com 14 anos, já tem os programas vinculados a estudo, como jovem aprendiz e tudo mais. E a L-Manager... O que a gente está falando é de trabalho menor de idade. Está me lembrando aqui, a nossa L-Manager, que no site também...

Qual o resultado, Mened? Me fala aqui que eu vou... 82% falam que tem que trabalhar e estudar. E 17% dizem que só estudar, 17%. Eu acho que esse dado... Obviamente que eu não estou questionando quem votou, porque o resultado é resultado.

Só reafirmando, não são adolescentes. A pergunta é criança, gente. Exato. Eu quero voto impresso. Eu acho que a questão é a seguinte. Nós estamos passando por um desafio hoje na sociedade por conta dessa nova geração que está chegando no mercado de trabalho e que as empresas estão...

fartas de tentar contratar, eles não ficam, eles não engajam, etc. Esse é um ponto. Outro ponto é a gente ver como essas crianças estão sendo educadas hoje. Talvez hoje, pela falta de educação que eles estão recebendo em casa, excesso de digitalização, não sei se você concorda, doutora. Então, assim, perderam a educação, perderam a relação familiar, etc. As bases, estão achando que isso vai colocar as crianças, Fernando? Vão colocar todo mundo no jeito aí, porque vão começar para trabalhar.

perguntar, você acha que o Zema sabia disso ou ele deu um tiro no escuro assim, falou, ah, eu acho isso, porque ele voltou atrás, ele falou assim, não, não. A confusão do que é criança. Eu acho que a palavra criança no Brasil, ela é muitas vezes interpretada como, por exemplo, 16 anos, criança menor, eu acho que existe uma confusão entre menor de idade e criança. Uma adolescente de 14 anos, ser um jovem aprendiz, trabalhar, empresas darem mais acesso, expandir esse tipo de programa, ter uma rentabilidade...

positivo. Quer saber, criança? Criança é minha filha. Nicole tem 10 anos. É uma criança. Exato. É uma criança. Não dá pra ela trabalhar. É, vamos pensar uma criança de 6 anos. Aliás, já trabalham, né? E que trabalho crianças executam nessa idade? Ela sabe fazer pulseirinha, por exemplo. Não é. Exato. Isso é ser empreendedora. Eu acho que é justo se for da vontade dela. Não, doutora, mas não dá, não. Não, eu faço isso. Papai, eu quero.

tem que estudar, inevitavelmente. Mas papai, eu quero vender, eu quero criar um site. É uma coisa. Você fazer a criança de oito anos ir lá tem bem diferença. E ser responsável por um labor... O trabalho de um esportista, ele começa cedo. Eu quero dizer que essa conversa, ela está terminando aqui, porque o nosso tempo está acabando, mas Jess vai pro pânico. A Jess vai pro pânico, vai perguntar pro Zema. O Zema está no pânico. O pânico está trazendo e a Nata...

Mande um abraço lá pro Emílio e companhia. É um show. É muito bacana. Eu sou fã também. Tem que trazer também um dia aqui o pânico pro nosso sofá. Muito bom. Então o Zema vai estar no pânico. E Jess, você garante que vai perguntar isso pra ele? Vou perguntar. Amanhã você conta tudo e a gente vai ver, vai acompanhar. Por isso, eu digo muito obrigado pela enorme audiência. Obrigado, Toninho. Obrigado, doutora. Obrigado, herói de todas as resistências.

Mateusão também e Jess. Valeu. Amanhã adivinha? Tchau. A gente tá de volta. Valeu.

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