TPP81 | 25 Sucessos da XUXA - TierList
E hoje trazemos os 25 Sucessos da XUXA no formato de Tier List. Venha nos ajudar a problematizar, discutir e classificar as músicas da rainha dos baixinhos.
Com os nossos queridos Diovane Pedruzzi, Fábio Nunes e Amanda Elias.Estamos no Spotify, Youtube, Deezer e Amazon Music
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#xuxa #podcast #tempestana #musica
- Classificação das músicas da Xuxa em uma Tier ListNave da Xuxa·Dança, Gira e Não Para·Baú da Xuxa
- Análise da música Ilariê e seu impacto como hitComposição musical·Sucesso comercial
- A influência da Xuxa na infância e diferentes geraçõesXuxa Só Para Baixinhos·Planeta Xuxa·Angélica·Eliana
- A música Arco-Íris e sua ressignificação pela comunidade LGBTComunidade LGBT·Músicas lentas
- Problemáticas e críticas à carreira da Xuxa e Marlene MattosMarlene Mattos·Documentário Xuxa·Paquitas·Preconceito
- A música Estátua e sua relação com a brincadeira infantilBrincadeiras infantis·Música infantil
Olha ali, a gente, quando ela começa, a cara dela de só no começar o vídeo. Chuchu tem gogó!
Olá, eu sou Verônica Elias e este é o seu podcast de música. E para começar, tem pestana?
Que show da Xuxa é esse? Que show da Xuxa é esse?
Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio do podcast Tempestana. Hoje de novo a gente vai trazer nossas opiniões, nossos achismos e, claro, nossas famigeradas contradições. Lembrando que a gente tá disponível nas principais plataformas de áudio e vídeo. Você pode, deve procurar para poder comentar, para deixar suas indicações, para compartilhar com coleguinha, com familiar. Tem alguns episódios aqui que a gente dá uma deslizada aqui, mas dá para assistir tudo em família, sim, dá para botar para assistir com a mãe, com pai, com primo, com todo mundo.
Indica aí para o seu amigo, ainda mais a temática de hoje, que se você é mais ou menos aí da nossa idade, deve ter muito apreciado a diva e ter ouvido todos esses hits. Sim, hoje nós vamos falar dos 25 25 sucessos que nós selecionamos da diva, né, da queen, da Xuxa apresentadora. Muito queen, com as suas ressalvas, tá? Todo mundo envelhece aí, tem, né? Nós vamos abrir os parênteses aí, mas enfim, vamos trazer ela aqui para analisar esses 25 sucessos que alguns tem nos shows polêmicos dela que tá rodando por aí.
E, né, não vai trazer a virilha dela, a gente vai— não vou mostrar virilha aqui de ninguém, vai ficar devendo isso.
Vamos botar todo mundo numa tier lista e fizemos umas 3 categorias para encaixar, para ver o que que você lembra, o que que a gente lembra, o que que vale a pena ser lembrado, o que que tá guardado, o que que tem que, né, continuar perpetuando aí nesse repertório dela. E deixar bem claro, né, que como a própria rainha diz, né, a rainha dos baixinhos fala Ela não é cantora, nunca foi cantora, tudo foi playback. Então se você não sabia, fica sabendo disso.
A gente não vai avaliar a questão técnica vocal da Xuxa porque isso nunca foi, né, uma questão. A Xuxa sempre foi uma artista performance, né, nunca escondeu isso. E tanto é que nos shows que ela faz atualmente ela faz sim o seu playback, assim como ela fazia muito antigamente, com até as paquitas junto, né. Mas então tá, então hoje eu trago os nossos divos, nossos meus Queens aqui para poder me ajudar a arrumar essas músicas, esses 25 sucessos nessa tier list.
E eu vou perguntar para eles como é que foi o dia deles hoje, se foi aquela vontade de dar um soco-soco, se eles partiram para o bate-bate, ou se tipo virou um vira-se, né, um foda-se. Então, Fábio Nunes, pela risadinha, muito obrigada aí pela sua presença hoje. Como é que foi seu dia? Foi mais soco, aquela vontade do soco, soco? Foi pro bate-bate ou vira-se um grande foda-se?
Boa noite, pessoas. Obrigada, Verônica, pelo convite. Eu tive que rir, porque eu fiquei pensando: Tá, e agora? E agora? Não, não perdi meu véu primário. Não teve bate-bate, tá? Foi mais um vira-vira. Tipo, te vira, te vira, vai ali. É, resolvam, tô nem aqui. Então, mais ou menos, foi pro vira-vira mesmo.
Garantiu emprego.
Exatamente, garantiu emprego e ainda estou com réu primário, ainda tem possibilidade de soco-soco.
Calma, nós só começamos esse episódio, calma. Muito obrigada pela presença hoje, Giovanni Pedruza. Então muito obrigado pela sua presença. Como é que foi o dia, amigo? Foi soco-soco à vontade? Do soco-soco foi para o bate-bate ou vira-se?
O pior é que não, porque eu me bati e me virei o dia inteiro, mas assim, mas aquele Não tive vontade de socar ninguém hoje.
Tá ótimo, tá ótimo.
É que já é quinta, né? Então assim, já foi assim, né? A vontade do soco era segunda, terça e quarta. Aí agora aqui a gente já tá, ai, se vira, já tá acabando a semana mesmo.
Então não vai, já foi, já era, tá ótimo. E Amanda Elias, muito obrigada pela sua presença hoje, estou impactada com a sua performance, com o seu figurino. Quero saber se você, mesmo de Paquita, quis dar um soco-soco, foi pro bate-bate ou viras?
Então, olha, achei que ia rolar hoje um bate-bate. Eu fui pro bate-soco-soco, realmente. Hoje foi um dia difícil também, uma semana toda. Vencendo um mês, na verdade.
Uma vida! Uma vida daquelas.
Vim aí 33 anos assim, sabe? Só dias de luta, não teve dias de glória ainda. Isso é outra música, outra banda, outro artista. Mas daí fui pro vira-vira mesmo, tentei deixar. Porque a gente precisa de dinheiro pra comprar, por exemplo, esse chapéu, né, gente? Então inclusive já pedi pra quem tá nos escutando, né, nos vendo aí em todas as plataformas, deixar um like, curtir, compartilhar já esse episódio, né? Minha irmã aí que se esforça tanto, gente.
Pra editar, pra gravar. E eu, até eu gastei dinheiro comprando esse chinelo. Então, realmente, colaborem, por favor. Engajem esse episódio.
Engajem.
E com certeza vai ser muito bom. Vamos fazer chegar na Mara.
Quer dizer, vamos lá.
Ai, não, amor. Ela vai derrubar o canal.
Apudei, ó.
Se tu quiser lidar com a Mara, né?
Pelo amor de Deus.
Supostamente.
Não, então, ó, os 25 sucessos aí foi escolhido, tirado alguns do repertório dela, alguns de memória afetiva também, e alguns não de memória afetiva. Então sim, tem músicas aqui que eu também não conhecia e fiquei conhecendo porque é de uma outra época da rainha, né, quando ela fazia até principalmente aquela parte do Só para Baixinhos. Então vou já para nossa tier list aqui para a gente começar a organizar. Compartilhar aqui, deixa eu ver se eu enxergo todos vocês.
Enxergo sim. Nessa tier list então tem vários cardzinhos com o nome das músicas aqui para a gente botar então o que que vai para nave da Xuxa, aquela que tá no topo, que é um grande hit, que é aquelas músicas que são uns hinos consagrados, né, dessas 25. Ali no Dança, Gira e Não Para é aquelas músicas ok, músicas boas que a gente tem alguma memória afetiva ou enfim, que foi um grande sucesso, que tá tudo certo, nada de muito especial assim.
E as do Baú da Xuxa são aquelas que não dá, né? Porque a rainha já vive pedindo desculpa aí, com certeza o repertório dela também tem umas coisas assim meio erradas, meio close errado. Que tem músicas que até não fazem muito sentido, porque enfim, o mercado mudou e elas precisam se atualizar. Enfim, músicas que não fazem muito sentido.
Nenhuma música dela faz sentido no mercado atual. Assim, isso não é—
será?
Ai, não. Um remix, uma nova coisa, talvez. Agora, nenhuma música dela cabe no mercado atual.
Pois é, eu pensei muito nisso, sabe?
Mas é que não tem mais o— cadê esse nicho? Não tem mais, é uma coisa que não se consome mais, né? É difícil assim.
Mas eu acho que talvez criança consuma, mas aí porque a mãe mostra.
Mas é porque não tem a criança vai ouvir o quê? Escuta o quê hoje em dia? Galinha Pintadinha. Coisas assim, mas tu não tem uma referência de um artista assim também, né, novo, novo, infantil e tal, porque mudou.
É porque mudou, sim.
Você sabe por que isso, né? Isso tem toda uma teoria que eu até tava lendo sobre, de que tudo começou, inclusive dos programas e tudo mais, tu não vê mais nada por aí por causa do Conar, né? Conar é o responsável. Beijo, Conar! E desde que não deu mais para fazer, tem um documentário ótimo inclusive falando nisso. De publicidade infantil, né? Desde que não deu para fazer mais, caiu tudo por terra, realmente, né? É um mercado que tá meio esquecido.
Faz sentido. Ô Verônica, cadê a categoria giro disco ao contrário ali para trazer?
Aí essa do baú, eu sei exatamente qual música que a Verônica pensou ali, só pelo que ela falou de sintonizada, que acabei de ouvir, né?
Eu também sei, assim que ela falou isso eu também já Não cabe na minha cabeça.
A minha dúvida é: a gente vai tentar equalizar assim o mesmo número de músicas em cada categoria? Tipo, se é 8, 8, 8, uma coisa assim, ou não?
Eu acho que não.
Acho que não.
É porque senão eu acho que a gente vai acabar não botando quase nada no baú, porque a gente vai ter alguma memória, alguma coisa que vai jogá-las para cima.
Sim, acho que não tem problema de não ser equilibrado.
Ou a gente pode então, como não vai dar certo porque é 3, 25, é, seria 8 em cada uma e alguma com 9, se fosse tentar equilibrar. Se fosse tentar equilibrar, ou a gente deixa então 10 numa categoria, 10 na outra e 5 na outra.
Eu acho que até o que vai acontecer, tá? Eu acho que a tendência ali, até o baú inclusive, ficar pouco, né? Para mim aqui, tá, pelas músicas, olhando aqui por cima, não tô— óbvio, tem música que eu não tô lembrando de cabeça, mas são poucas. Para mim, a maioria ali é primeira e segunda categoria até então.
Sim, a gente pode tentar estabelecer 10 para nave, 10 5 para o Dança e 5 para o Baú. Porque assim, por mais que a gente não goste, eu acho que tem close errado, mas a maioria é umas músicas ok, entendeu? Eu não vejo— tem uns hits, tem música boa, mas também não é—
não dá para pensar em close errado. É mais hoje em dia, mas na época fez sentido, na época, entendeu?
Tirando uma bem específica, né?
Tirando essa uma específica, que dia, dor, enfim, tirando essa, as outras não tem. De resto, eu acho que realmente, né, ali, ah, é as menos conhecidas, né? As que sabe, o baú ali para mim é realmente, ah, o que tá mais enterrado, tá mais esquecido, tirando essa, né?
Podemos fazer sem estabelecer nada, ou podemos estabelecer tipo 10, 10, 5 só pra gente brigar um pouquinho. Vocês que sabem, entendeu?
É, eu acho.
10, 10, 5 fica legal?
Eu acho.
Já é alguma coisa que dá pra gente...
Sim, porque já é um pouco...
Ou tipo 11, 10.
Não, pra gente ter alguma discussão também, pra não ficar tudo no kumbaya de jogando pra cima, né?
Ai, isso só— cadê a paz no coração?
Cadê o amor?
Essa música não entrou, Amanda. Essa música, paz, não entrou. A Verônica que escolhe, entendeu?
Se fosse para dar briga, a gente botava 5 na nave, 10 no dança e 10 no baú.
Ah, para mim também podia ser.
Misericórdia! Daí, daí é pá.
Agora, as 5 da nave é os hinos assim incontestáveis que todo mundo vai concordar.
Ai, gente, mas eu acho que 10 no baú é um pecado.
Pois é, mas daí dá polêmica, né?
É, exato. E só 5 na nave, a gente— tudo bem que eu até poderia passar da nave para o Dança Gira e Não Para, mas daí dali para o baú é complicado. Então a gente poderia fazer tipo 10, 10, 15 era a proposta inicial. Então tipo 9, 9 mais alguma coisa, sei lá.
Eu acho que até injusto botar 10 no baú, que eu acho que é tudo aqui é muito sucesso, gente.
É, pois é. Então 10, 10, 5 é bom, hein?
A gente vai botar uma ou duas no baú só e o resto vai ficar tudo para cima.
Vamos botar 10, 10, 5 então. 5 10 pessoas?
É o mínimo, 5 ali no baú dá para pôr. Agora 10 no baú eu já acho bastante.
Tá, tá.
Então vamos lá, então vamos começar. Vamos já começar com uma clássica aqui. A gente tem Hilary. Que que vocês acham?
Vai começar de baixo?
É, eu ia começar na ordem das músicas que eu passei para vocês ali do roteiro.
Tá, ok, ok.
Que aí tá bem misturado ali. E aí perguntar para vocês, Hilary, Hilary, ou Hilary, que é o nome da música, que que vocês acham da música? Colocamos ela onde e por quê?
Aí eu, para mim é Nave da Xuxa.
É Nave da Xuxa, eu acho que é assim incontestável para todo mundo, assim, é um dos grandes hinos.
É, é nave. Assim, ela é assim, nossa, é um primor de composição e de letra.
Não é? Se tu vai te basear nisso, nenhuma é, né? A gente tem que se colocar. O que que a gente tá analisando? Música infantil, né? É. A gente não tá analisando Benito de Moraes.
Não, sim, mas é que ela tem músicas que são mais desenvolvidas. Eu acho que o que a gente não tá julgando é o talento dela pra cantar. Isso a gente já tirou fora. Agora, agora a música, a gente vai, a gente vai avaliar, tipo assim, ela musicalmente, composição, alguma coisa assim, para tentar jogar para cima, para baixo.
Mas o sucesso em si que a música fez ou não, porque tem música aí que mal tem letra.
Exatamente.
Tu vai analisar a letra, tá? Mas tem música que não tem letra, libera geral ali, é toy que eu sei.
Eu acho que é tipo assim, ó, em termos de composição ela é intermediária, mas ela é um hit, ela é um sucesso, ela é, ela com certeza é nave. E é, eu acho que sim, não tem nem o que dizer, é uma das mais. E outra coisa assim, daí acho que a Verônica pode falar mais aí sobre isso, que eu peguei, escutei todas para estudar, mesmo pra ver as que eu não conhecia, pra relembrar as que eu conhecia. E eu me surpreendi, porque, por exemplo, como as músicas dela, assim, pelo menos as mais mais, elas têm uma introdução forte, sabe?
E outra coisa também que não tem mais hoje, tipo, todas as músicas têm 3, 4, às vezes mais minutos. E hoje em dia a gente tá acostumado com músicas de 1 minuto e meio, 2. Quando chega a 3, já passou. Não, nem chega a 3 nunca. Sabe? Então eu achei bem interessante assim fazer a comparação e ver o quanto é forte as introduções. Só pela introdução tu já sabe o que que vem. Gostei, tipo, muita guitarra, muita umas coisas assim que tudo pensa, ah, música infantil não vai ter, e tem. Não sei se vocês prestaram atenção nisso também, mas eu achei super legal.
Não é, eu adoro esse início aí, de mim é melhor que tem o início dela. De todas aqui, eu acho sensacional.
Já começa a tocar e é muito música de festa assim, é de festa, exatamente.
Por exemplo, ser bem sincera, não todo mundo sabe aqui que eu sou a mais nova de vocês, mas não é isso que eu vou jogar na cara nesse episódio. Mas eu sou uma pessoa, eu não assisti Xuxa, não era mais do meu tempo e eu não lembro de assistir, mas as músicas para mim são muito vivas. Então, de festa mesmo, enfim. Isso que eu acho mais engraçado, assim. Pra mim, muito mais uma questão da Xuxa em si como cantora. Que eu sei que ela não é, ela mesma não se reconhece.
Que perdurou, né. Mesmo tu que não assistiu, tu conhece. É forte! Sim.
Sim, né. E passa ainda até hoje em dia. Tu vai em aniversário infantil, toca essas músicas.
Toca em coisa. Tudo bem que, que nem a Verônica disse, eu acho que pra nova geração, sei lá, da Z pra cá, talvez. Pegue mais essa segunda, vamos chamar de segunda fase, sei lá, terceira, que é o do Xuxa só para baixinhos. Tipo, eu vejo que as crianças conhecem mais as novas assim do que as da gente, mas eu acho que as antigas são mais fortes em todos os sentidos.
Não, até vou te dizer, até eu peguei mais o Xuxa só para baixinhos do que essas outras. Sim.
E tu comparando, tu acha mais forte as antigas, marcantes assim?
Depende, eu vou te dizer que depende da música, porque tem muitas ali que são— o Soco Bate e Vira, por exemplo, é só para baixinhos. Eu já acho muito mais forte.
Concordo, essa música é muito foda e eu acho muito boa que ela tem essa Essa introdução dela, ela vai te dando uma sensação assim de que tu vai te preparando para uma coisa boa assim. É um trabalho de percussão bom, é uma bateria legal assim, é uma construção dela, da música é muito boa assim. Não é uma coisa, não querendo, né, mas assim quando a gente pensa infantil, ela tem um pulso muito forte, ela é muito, é uma energia muito boa.
Eu acho que realmente, acho que é uma das melhores. Se não for a top 1, tá no top 3 ali das melhores músicas, pelo menos na nossa lista aqui, né, da Xuxa, senão de todo o repertório dela.
Eu acho que ela vem exatamente nisso, numa crescente, sabe? E aí vai aquilo. Eu tenho muito essa memória dela em festa, e aí de indo e ter essa introdução maior mesmo, e aí vai te animando, vai te dando exatamente isso que o Frank falou, vai te dando uma sensação boa. E aí não chega, porque tem ali, ó, não vou dizer que é, mas na minha cabeça, tipo, de criança era quase um minuto pra chegar nessa e parecia que nunca chegava no início da música.
Ficava meio assim, ia, ia, ia, quando é que vai começar, sabe? Mas pra mim, olha, nessa passada rápida aqui, eu acho que é a melhor, inclusive.
Comercialmente também é boa porque ela leva o nome da Xuxa, né? Se bem que várias tem, né? Tem uma outra também que é muito boa, mas essa aí também é, né? Tem a fala da turma da Xuxa, Xuxa. Então você tem no refrão e ela vai que nem a Amanda falou, né? Ela vai te preparando e tu fica naquela angústia quando é que começa. E a coreografia muito marcante, todo mundo já começa a música, todo mundo já começa a bater palma, né? Então já vai aquecendo, a percussão também te dá esse Essa sensação, né, de que tu tá se preparando, que tu tá uma energia para cima, né.
Acho que independente de se ouvir ou não, ela acaba te cativando assim pelo coletivo às vezes, né. As pessoas começam a se envolver assim. Eu acho muito, muito boa assim, muito boa no geral assim. Ela tem vários compositores assim, como a gente vai ver. E eu até acho que das outras músicas tem umas ali que eu acho bem ruinzinha, que tem um monte de gente que compõe. Essa aí acho que só tem uns 2 ou 3 ali, de 2 assinando a composição, mas muito boa essa música, muito boa.
Depois a gente até pode organizar, se vocês quiserem, ali, né, da melhor até a menos melhor, né, na ordem ali. Mas vamos lá então para outra que por nome eu tive dificuldade de lembrar, que é Arco-Íris. Quando eu peguei o nome da música para olhar nas listas ali, eu pensei, nossa, Arco-Íris! Daí que eu me liguei, né, eu vou pintar um arco-íris. Ai, que toupeira!
Para mim essa música também é mega famosa, não sei para vocês, mas sim, mega famosa. E nos últimos anos, pelo menos para mim, eu tenho visto nas redes, ela tem se conectado muito com a comunidade LGBT por causa do arco-íris e tudo mais. E eu acho que isso também fez ela Perdurar ainda mais e se manter, sabe? Então, pra mim, com certeza seria Nave, assim. E que nem tu comentou ali no próprio roteiro, pra ver que músicas mais lentas também eram super hits dela.
Não só música de festa, música animada, música assim, mais agitada, né. Gosto, gosto muito.
É que entra teus queridos, né, Amanda? O Sullivan, né?
Eu não tenho essa mesma visão, tá? Eu não reconheci a música. Para mim ali é dança gira. E se tivesse que botar, por exemplo, algumas mais ali no baú, até botaria no baú, porque eu não tenho essa— não, baú também não tô exagerando, mas para mim seria ali um dança gira, não para, porque eu não tenho essa Não, eu não tenho a memória dessa música, eu não tenho de verdade. Eu fui escutar e para mim nem— nossa, ainda assim é, não é, e não é uma música antiga, né, tão antiga assim.
Mas engraçado, de todas aqui, vou dizer para vocês, é uma das poucas que eu não lembro.
Nossa, para mim é muito engraçado de eu lembrar e já começar a cantar, sabe?
Eu também não tenho a memória, porque igual a Amanda, eu também não vi a Xuxa. Então a memória que eu tenho não é de infância de jeito nenhum, assim. É de que eu ouvi depois, em algum momento depois, assim. Quando que eu ouvi cada uma também não sei. Mas foi tudo depois, não foi nada na infância. Pra mim, essa música, ela é nave da Xuxa. E pra mim, ela é na frente de Lariê.
Aí não sei.
Mas aí, mas aí aquilo que eu tava tentando ver, o que que a gente vai analisar. Porque pra mim ela é uma música, ela tem uma composição muito mais rica que Larié. Sim, sim. E aí assim, se a gente for ver o que que a gente tá ponderando, e Larié é muito mais bombástica. Mas Larié também ficou com um estigma ruinzinho, né. Que foi bem quando teve o rolê do incêndio, que essa música ela ficou estigmatizada, esse Larié.
É, eu não sei vocês aí, eu tô avaliando questão de, porque que nem para mim, eu não consigo ver a composição. É, eu não tô conseguindo, até porque tem música aqui que não tem letra, tem música aqui que não tem muito instrumento.
Então se eu for avaliar, mas o que que tu acha, Verônica, assim, para a gente desempatar? Tu acha que vai para nave ou vai para duas propostas completamente diferentes?
Composição é que nem tu falou ali, né, Fábio? Ela é uma parte mais melódica, ela traz uma outra proposta, uma outra faceta da Xuxa, né? Já o Hilariê é uma coisa muito mais percussiva, muito mais para abrir o programa, para, né, para abrir um show. Ela tem um outro tipo de apelo, né? Então assim, comparar ela seria difícil nesse sentido de propostas diferentes. Uma tem uma letra muito mais rica, a outra tem um trabalho de percussão mais rico.
Então assim, são propostas diferentes. A questão é agora do— e ambas eu acredito que tem o mesmo impacto. De repente, Amanda, para ti não tenha, mas para mim pelo menos, nossa, sabe, é muito forte. Mas eu entendo, Amanda, que tu fala que tu não Não teve o mesmo impacto dessa música.
Não lembro dessa música mesmo assim. Se eu disser para vocês que, ah não, lembrei, ah não, escutei, não tem essa memória. Para mim ali tem outras músicas que daqui a pouco para vocês, vocês vão dizer, ah não, mas essa nem sei lá, o Dançando com Tchutchucão, ah não, mas eu tenho a memória porque é época, né, fase assim, então Eu acho que ela foi, foi até de repente para nova geração ela foi sendo ressignificada, essa arco-íris, sabe?
Sim, pode ser isso também assim. De repente hoje para uma outra faixa etária que na época não foi tão impactada, tá tendo que nem vocês falaram para o movimento LGBT, né? Então por causa das cores e tal. Acho que nesse primeiro momento, não sei o que que vocês, se vocês concordam, mas eu acho que ela podia ir tranquilamente para nave. E aí depois a gente estabelece se vai ficar na frente do quê ou da onde.
Sim, acho que para nave, com certeza.
Sim, botar aqui, ó. E aí a gente vai para Outra música que para mim tem uma grande referência, mas eu vou super entender, principalmente para quem não viveu a época, que é Estátua, né? Eu não sei se vocês já tinham ouvido essa música, principalmente a Amanda e Giovanni. Fábio, não sei se tu lembra dessa música, se tu teve que ouvir para tipo, ah tá, essa música.
Não, é tipo assim, ó, eu acho que já devo ter ouvido, mas para mim ela era uma das novas. E para mim ela entra muito naquela, não sei, categoria que não existe, só na minha cabeça, que é tipo músicas e brincadeiras que ela canta. E ela faz isso com várias brincadeiras. E eu acho que ela rita muito, enfim, todas que ela faz. Eu fico pensando como ninguém pensou nisso antes, né, de fato. E enfim, pelo menos se alguém fez, ela que se destacou fazendo.
E ela faz isso com várias e várias e várias, até inventa algumas brincadeiras que eu acho que nem de fato existem. Ela canta e inventa brincadeira ao mesmo tempo. Eu acho legal, mas tipo assim, eu não colocaria direto na nave. Para mim não tem tanto esse impacto, apesar de, apesar de ser tipo legal por ser uma brincadeira que ela canta, sabe? E nessa, nessa que que vai se assim passar para todas as outras que são brincadeiras cantadas.
Eu gosto, o que eu gosto muito é o quê? Que ela bota lá crianças para fazer a movimentação, para fazer a dinâmica, para fazer a brincadeira de fato com ela. E eu acho que é bastante certo. Até vários clipes que eu vi, as crianças mesmo se repetiu e todas arrasaram bastante assim. Daí eu não sei como é que vocês sentem essa música para vocês, né? Mas para mim é por aí.
É, para mim, por exemplo, Estátua é muito mais conhecida que Arco-Íris, por exemplo. Não preciso, eu leio, eu leio o nome Estátua, para mim é uma brincadeira que eu sempre brinquei. Não é uma música que eu não, nunca ouvi, entende? Não, não tinha essa memória de ouvir, bato o olho, não, eu eu bato o olho, uma música chamada Estátua. Imagino que só seja essa, vou ouvir, vou confirmar realmente, sabe? Para mim é uma coisa muito— mas é que nem eu falei para vocês, é questão de outra.
A gente nem vai— eu vou brigar aqui sozinha daqui a pouco, entende, por algumas músicas. Porque para ti é nave, tipo, é impactante, porque para mim é muito mais conhecida que Arco-Íris. Quem é que nunca brincou de estátua? Quem é que não conhece a música música Estátua.
Mas aí tu me deixou com dúvida. A brincadeira Estátua existiu só por causa da música?
Acho que não, não, não. Para mim, a brincadeira é muito mais famosa e vem muito antes da música, entendeu? Ela musicou a brincadeira que já era super antiga.
Mas quem é que não conhece a música, entende? Para mim é uma coisa muito óbvia, porque depois, no brincar Mas isso aí, outra época, por isso que eu falei para vocês, outra época. Quando ela musicou isso aí, só se botava música para brincar.
É exatamente isso que eu ia dizer agora. Provavelmente a brincadeira atualizou usando a música, tá?
Eu só lembro da brincadeira com a música.
Entendi. Não, eu lembro só sem.
Eu não, é, para mim não, eu não lembro de, ah, essa brincadeira antes da música, de um sermão. Eu acredito que seja antes a brincadeira da música, porque para mim é uma coisa atrelada à outra. Eu sei que não tá, mas eu cresci, né, até descobrir que não, eu cresci estando, né. Então para mim era uma música primeiro e não uma brincadeira.
Nossa, eu tenho sensação de quem tá nos ouvindo que não é da nossa geração, que não faz a mínima ideia de que música é essa.
Não sei, Dio, o que que tu acha?
Quando eu vi o nome, para mim não veio logo que música era, mas depois ouvindo eu reconheci. Mas para mim, mas para mim assim, vendo todas as músicas que a gente tá lidando, para mim essa de forma alguma vai estar na nave.
Então, eu tenho mais ou menos a mesma sensação que tu.
E pra mim, olhando todas, ela tá ali entre o Dança, Gira e Não Para e, se bobear, até no Baú. Eu ia dizer. Porque eu ouvi todas e eu fui dando notas de 1 a 5 pra todas. Essa tem uma das notas mais baixas pra mim, ela tá com, tipo, nota 2.
Não, também não.
Mas não porque eu acho ela ruim, mas mesmo olhando...
Comparando com as outras, entendi.
Então é que a gente tá fazendo um tier de várias músicas. Ela nesse tier com as outras não vai estar na nave de jeito nenhum para mim. Agora daí a gente pode entrar num consenso aqui entre as outras pessoas se ela vai estar no Dança Gira e Não Para, pensando nas outras que ainda tem para vir, ou no Baú.
É, não que a gente não possa trocar depois. Acho que por enquanto ela pode ficar ali no Dança Gira e Não Para, e qualquer coisa a gente ver depois de trocar, se for o caso. Porque eu não acho que ela seja tão baú também, entendeu? Acho que ela fica aí. No teus critérios, eu daria— não sei se tu tá usando meio ponto ou só ponto inteiro, Gil.
Não, gente, mas ignora os pontos, porque a gente não fez coisa de ponto.
Não, não, não fez. Mas tipo assim, ó, se eu usar o teu critério, eu daria uns 3, 3,5. Eu, ah tá, deixa a mala no meio.
Não para, ela tá, ela não é ruim também para estar no baú, mas também pensando nas outras, aí depois a gente vai ter que dar um remedinho.
Eu não, é que eu vou sair, eu acho que a gente não tá tipo, é que a gente não tá na mesma fase, entende? Para mim aqui vai dar, eu vou brigar sozinha.
Não tem problema, a gente vai pela maioria, manda e pronto.
Não, é que é completamente— não, eu nem vou. Não, é que não tem, entende? Para mim é que é completamente— a gente vai se bater nessa daí, mas é que vocês estão numa geração e eu tô em outra, então não tem.
Assim, eu e o Fábio sim, agora tu e o Giovanni estão na mesma.
Não, o Dio nem acompanha Xuxa, tu entende? É uma coisa muito, muito mais distante para o Dio do que para mim até, inclusive.
Mas é isso que eu achei bizarro.
Pois é, isso é bizarro. E ele consegue, ele consegue, sei lá, reconhecer arco-íris e ver que passou, ficou e ainda está por aí hoje. E eu não sei, para mim estátua, claro, para mim arco-íris é superior, mas é que arco-íris está atrelado a um movimento. E ainda assim eu não consigo ver estátua como tão— eu acho que arco-íris superior assim para mim, mas eu não acho que está tão abaixo quanto para o Dio, por exemplo.
É que o fato é quem viveu vai ter uma experiência, vai ter uma memória e vai ter um apego que é muito assim, que não tem como botar no mesmo balaio de quem não viveu, de quem só pegou depois. Não tem. É que daí entra nessa coisa de não tem como comparar a opinião de quem viveu e de quem quem tem alguma memória por ter vivido e quem só foi, tipo, ouvir, conhecer e tal depois. Não tem como.
Mas eu acho que a Státua pega a parte da onde ela fazia as músicas do Só para Baixinhos. E aí eu e o Fábio já saímos fora dessa.
Sim, para vocês, da gente não foi impactado pelas mesmas músicas aqui. A gente vai brigar sozinho, eu vou brigar sozinha aqui, que nem eu falei para vocês, porque o Dio já não tem essa vivência. Vocês têm uma outra vivência pela época que vocês realmente assistiram, e aí tem outra pegada. E aí, e aí que entra, me surpreende o Dio botar arco-íris na frente de Lariê. Para mim não tem nenhuma chance, por exemplo, porque já é uma coisa, entende, completa.
Aí é que nem a gente vai parar em outras músicas ali, mais do Só Para Baixinhos, que para Precisam dizer, meu Deus, não sei o que que é isso.
E tá tudo bem, entendeu?
Não tava de cropped, entende? No tempo que eu usava cropped.
Adoro. Depois, como é que é, comentem muito lá que a Amanda vai postar fotos dessa, dessa.
É por isso, é por isso, é por isso que eu instiguei ali no começo o que que a gente ia fazer, porque se depender, tipo assim, todo mundo vai jogar para cima uma música porque para si ela é relevante de alguma forma.
Mas é subjetivo, a gente vai avaliando assim. Como é que tu tá avaliando subjetivamente também, entende? Não tem, a gente não vai conseguir analisar pelo mesmo critério, até porque não são músicas, não dá para, ai, vou analisar pela letra ou vou analisar musicalmente. A gente tem um controle no Hilariema, não tem. É uma memória muito sentimental.
Mas assim, para ti, Amanda, esse abecedário da Xuxa, por exemplo, porque ela também, ela vai bater numa outra questão. A Xuxa, ela engajou em várias causas e uma delas nessa aí de Libras, né?
Vocês aprenderam o Libras com essa música ou não?
Aí pra mim ali já entra temporal, entende? Aí Lariê, Lua de Cristal, a do Abecedário são músicas que não são do meu tempo, mas eu entendo que são atemporais. Então, e pra mim fez sucesso, pra mim é nave.
Pra mim é nave também.
Diferente das outras duas ali, sabe? Que daí já não seria nave.
Pilaria para ti não é nave ou arco-íris não é nave?
Ah não, arco-íris para mim era baú inclusive, porque eu não conheço muito.
Credo, nem escutando não, nada, nenhuma parte?
Muito pouco assim, muito pouco.
Tá, mas vamos de novo aqui, pera aí, vamos entender até que eu acho que é para ficar claro também para quem tá ouvindo a gente. Vamos tentar deixar claro em que época que cada um viveu esse negócio da Xuxa. Fala, Verônica, vocês tipo assim assistiam, pegaram do começo, assistia o programa, via a nave, ouvia as músicas e tudo certinho assim?
Sim, assim, assim, via as crianças darem um beijo para, como é que é, um beijo para minha mãe, para o meu pai, para você, Xuxa, e no final para Sasha também, entendeu?
E no final a gente vai terminar o episódio como ela terminava, fazendo assim para câmera.
E Amanda, aí tu pegou a Xuxa mais tipo assim na época do Só para Baixinhos?
Para mim, a Xuxa, ela não se intitula, mas para mim a Xuxa é cantora. Para mim, a Xuxa não, entende? Porque quando eu era criança, a Xuxa já tava fazendo programa para adolescente, basicamente. Então é um outro viés, eu não tenho Xuxa apresentadora para mim. Para mim, infantil, tu pegou o Planeta Xuxa já, sei lá. Então para mim é uma outra memória ali. Eu não tenho essa, eu tenho mais essa questão musical, mas é de uma outra fase dela ali, né?
Sim, sim. Tu acompanhava ela na época do Só para Baixinho? Tipo assim, tu assistia ela ou a música chegou para ti, tipo assim, sem ela, sem ela, sem assistir ela?
Não, sem assistir ela, porque ela já fazia programa de, de para adolescente, tu entende? Para mim a música chegou como Xuxa cantora, não como Xuxa. Eu não tenho a vivência da Xuxa apresentadora infantil, apresentadora assim.
Apresentadora do tempo, por causa que ela fazia, né, o Xuxa Hits.
Eu não acompanhei a Xuxa, nem ela, e já não, eu não era o público-alvo dela porque ela deixou de fazer programa para adolescente. Não tenho, não tenho, vou dizer para você, eu tenho já no programa de adulto que ela tinha um programa mais parecido ali com o programa da Angélica, né, Planeta Xuxa, o Xuxa Parque, o Xuxa Hits, sei lá, foi mudando os nomes. Planeta Fuxa, Fuxa Aparta. Eu não lembro lá da história da nave, aquilo lá, gente. Eu fui ver em video show.
É porque a gente pega o final dos anos, final dos anos 80, início dos anos 90, eu e Fábio, né? Amanda pega a partir de 98, por ali.
É, é 10 anos de diferença. É, é bastante diferença.
E a gente era influenciado tanto as roupas, o cabelo, o que ouviu, que a gente tinha como referência Xuxa, né?
E outras também, era o que tinha na TV, mas era o que tinha de mais forte, era espalhar, era só isso que vinha para nós, não tinha que nem, mano, um bombardeio de outras coisas também, entendeu?
Eu me lembro de ouvir a música dos Patinhos, que vai aparecer aqui, por causa que a Amanda assistia alguma coisa E aí os patinhos, que eu ficava debochando dos patinhos, porque naquela época dos patinhos eu odiava os patinhos, já não, não sei mais.
Era de ouvir, porque a Xuxa nessa época ela já não tava ali no início dos anos 2000, ela já tava com programa para adolescente, entende? Então era de ouvir mesmo, era que eu ouvia as músicas só para baixinhos. Me orgulho disso? Não, mas eu era uma baixinha.
E o meu recorte também não é nenhum desses, porque eu não assisti ela em nenhum momento também, igual a Amanda. E eu também não ouvia ela como cantora, porque a minha época ali é Eliana e Angélica. É as que eu consumia, tanto de música quanto de apresentadora. Então todas as músicas da Xuxa que eu ouvi, elas vêm num recorte de que elas chegaram em mim depois.
Pra mim é estranho ouvir isso, sabe por quê? Porque pra mim, em nenhum momento consigo pensar na Angélica na TV sem a Xuxa tá em algum lugar, sei lá. Nem sei se faz sentido isso que eu tô falando, talvez não. Mas tipo assim, eu sempre pensei que as duas estavam na TV tipo ao mesmo tempo apresentando programas diferentes. Eu tenho essa sensação, saca? Por mais que não tenha acontecido. Não sei se para Verônica ela tem isso também.
E a Eliana para mim é uma coisa que é posterior melhor, por mais que eu ame a Eliana também, sabe?
Eu lembro, para mim, da Eliana assim, de olhar programa infantil com Eliana. Eu não tenho a Eliana aí, sim, um pouco da Eliana cantora, mas mais da Eliana ali apresentadora, por causa de desenho e tudo mais. Nem comentou até ali do SBT, né? Ah, o SBT tinha uns desenhos mais legais, eu lembro disso. E não dá, porque para mim já era TV Globinho, então Entende? Já era um, era esse tipo de programa infantil, por exemplo, que eu olhava.
Fica aí, Fátima Bernardes, tirou a TV Globinho do canalha, canalha.
Mas aí, a Angélica também, mas Angélica também me passa uma vibe mais adulta assim. Eu não, eu não me lembro tanto que nem a Fada Bela. Eu não lembro da Fada Bela, vocês falam.
Eu lembro muito Era muito horrível. Nossa, era muito horrível.
Eu tenho até medo de voltar a assistir e achar um horror.
E achar muito ruim. Melhor não, melhor não. Vamos manter a nossa memória boa.
Nossa, eu vinha correndo pra casa pra assistir Fada Bela, eu adorava.
Mas eu acho que a gente pegou a época do Caça Talentos, né, do Fada Bela. Eu acho que a Amanda deve ter pego a época do Bambu Luá, não foi?
Pode ser. É, ó, Caça Talentos de 96 a 98, não tinha nem como pegar, gente. Não lembro disso, não tinha.
Que é quando a Angélica ela dá uma estourada, né? Porque ela faz a personagem principal daquela novelinha.
Sim, era isso.
Já não tava mais para criança, não tava irritando ao mesmo tempo.
É Bambu Lualia 2000. Início 2000.
É, Bambuluá, eu lembro do nome, mas eu não consigo lembrar de mais nada. Talvez assistindo assim eu lembre, mas só do nome, sabe?
Tipo, eu lembro mais de Bambuluá do que de Caça Talentos, porque de Caça Talentos eu era muito novo, eu tenho uma memória de osmose assim. Mas aí eu já tinha tipo 10, aí eu já tenho uma memória um pouquinho melhor.
Sim, que engraçado isso. Não, eu parei pra pensar nisso agora, que pra mim a Xuxa não era apresentadora, pra mim a Xuxa é cantora.
É estranho, né? Para mim, para mim, para ver, é muito estranho.
Mas ok, se a gente pega a linha do tempo, às vezes tem umas coisas, umas coisas bizarras.
Sim, tá. Então como é que fica a tua referência, Giovanni? Aí puxando a outra, Lua de Cristal. Porque para mim e para o Fábio não tem como não lembrar do filme, né?
Eu vou dizer mais para vocês, nisso nem dos Trapalhões nem da Xuxa eu não olhei nenhum filme. Não, não, não, não, não, não, eu não, eu não olhei nem o porquê, não sei. Mas quem, como é que é, quem me conhece sabe, eu tenho esse déficit que eu não sei por onde eu andava nesses momentos.
Mas nunca, o filme que mais passou na TV brasileira depois de—
exatamente. E esses filmes é os que eu nunca olhei.
Nós vamos ter que marcar uma noite. Para assistir Lua de Cristal com Fábio.
Vocês teriam, fariam isso?
Sim, eu faria, claro.
Não, mas gente, aqui assim, dependendo, Lua de Cristal é meio que uma comoção nacional assim, não tem gente que não gosta de karaokê, é música de festa fantasia.
Lua de Cristal é maravilhoso, tá entre as músicas assim que eu botei na na minha playlist de vida. Eu amo muito assim. Só não olhei, não, eu, para mim é tanto, mas para mim de fato, mesmo sem olhar o filme.
E ela tem aquele rolê que vocês falaram em Lariê, que ela é uma música que ela cresce assim, ela começa, gente, ela vai assim, ela vai, tu vai junto.
E tem uma composiçãozinha mais elaborada, né?
Ela tem.
Não, a letra é— não, se tu for te basear na letra ali, é uma letra.
Mas isso de eu botar na minha playlist é recente, de tipo assim, ó, escutar de novo, assim, ficar com a nostalgia e sei lá, me trazer uma mensagem, mas tipo bem para cá, entendeu? Mas daí vem de lá, te traz, entendeu? E por que o quê? Porque ela ficou até hoje e é nave, não tem nem o que dizer para mim.
Essa música, Lua de Cristal, tá na frente de Larié.
Ah, eu acho que talvez sim, mas daí eu fico, eu fico brigando entre as duas porque eu acho que são as duas mais famosas. São, eu fico brigando porque tipo assim, talvez eu escolhesse Lua de Cristal pelo conjunto do todo, mas eu ainda acho que Larié Estoura, estourou mais em geral na carreira toda do que Lua de Cristal.
É que eu acho que o Hilariê pega todo mundo e eu acho que Lua de Cristal não pega tanto criança.
É, pode ser isso, pode ser assim, pode ser.
Eu acho que até Lua de Cristal, eu acho que tem aí, para mim assim, pessoal gostava mais inclusive. Eu acho que eu prefiro Hilariê porque Ah, é umas reflexão assim, tudo que eu quiser o cara lá de cima vai me dar.
É, isso me incomoda, porque o cara lá de cima—
não, mas não, na minha época o cara lá de cima tava naquele negócio do, ai, a música é não sei do quê, do mal, não sei o quê. Para mim é a primeira coisa, referência que sempre vem dessa música. Mas daí tipo ressignificando mais aqui para frente, eu acho ela super boa, sabe?
A gente vai entrar no mérito da letra e composição. Ou a gente entra, ou a gente não entra. Mas aí, ó, tá. Mas eu até entendo que o Hilary e o Luan de Cristal, eles brigam ali no topo da coisa. Mas para mim, o abecedário da Xuxa tá na frente de Arco-Íris.
Tu acha que tá?
Eu acho que tá também.
Por mim, eu acho que é ok, porque também para mim é muito marcante, sabe? Tipo, a de Amor de Bem de Baixinho, Sete Corações, eu lembrava desde sempre, eu nunca esqueci. Daí o resto, reescutando, vem bastante também.
É, me lembrou que eu acho que o abecedário sempre foi icônico.
Ele nasceu icônico e continuou icônico. Eu acho que o arco-íris, ele não nasceu muito icônico, mas ele pode ter ficado um pouco mais icônico se ele envelheceu melhor.
Ele envelheceu melhor. Sim, posso concordar. E o meu coração continua aberto.
Ilaria e o Lua de Cristal, para mim eles tivessem como cair empatado.
Pois é, a gente vai ter que mexer nisso aí depois, tem que decidir.
Mas e aí, são o quê, 10?
São só 10, só. E aí, são só vocês também tem esse carinho por Tindolelê ou não?
Vou dizer, eu não sei tu, Verônica, mas eu vou dizer que tenho. E que eu pensei, ai, eu quero que ela coloque. Claro, não é algo tão forte que nem essas 4 que estão ali. Mas pra mim é bem forte. E eu vou te dizer mais. Quando eu fazia curso de violão, a professora me passou pra tocar Tindo Lelê. Não sei que sentido fazia... Não, não lembro mais, tá, Verônica? Não vai acontecer. Mas sim, então... Tenho uma boa memória, eu acho uma música muito boa.
Mas não sei, eu vou, voto com a maioria. O que que tu acha? Como é que tu se sente? Eu acho muito boa.
Ah, eu acho uma música super para cima, super para cima. A letra super profunda, nheco nheco, chique chique, balancê.
Não, mas é aquelas músicas tipo, né, que tu faz um lá lá lá, já tem uma música ali, inventa uma palavra. Enfim, eu Não deixei de ser icônico por isso, mas...
Eu não me perdi, né, Fábio? Ela começa... Eu tô na minha cabeça, tá? Hoje é dia de folia, meu coração...
Não, essa é outra.
Ui!
Não é? Essa é outra, não é?
A música é tão boa que ninguém sabe nada além do refrão.
Mas ela é só...
Não, não. Aham! Nossa, eu nem botei essa. Me leva pro futuro, me leva pro futuro...
Botou sim, essa é outra.
Eu quero ver você sair.
Essa é ótima, mas tá, não é essa aí.
É, então misturei.
Essa já é Todo Mundo Tá Feliz.
Tá feliz, todo mundo quer. Não é super icônica, tá?
Mas para mim essa Tindolelê, ela tá ali no Dança Gira e Não Para.
Não, eu aceito, eu aceito, eu aceito também, eu aceito de boas. Eu me perguntado, mas eu acho Sim, também, porque tem que perguntar para ela agora.
Não dá para todo mundo dar sua opinião só.
Tava perguntando para todo mundo. Não, mas é que perguntou para todo mundo, espera chegar na minha vez, né? Mas não, eu acho que é que eu acho que tem outras icônicas. Acho que daqui a pouco até dá para subir ela depois, mas primeiro ver o que que é.
Talvez depois, mas eu subiria ela. Assim também, sem muito esforço.
Tá, mas e vocês acham que ela tá na frente ou atrás de estátua? Para mim tá na frente.
É, agora na frente, na frente.
Lembrando dela, é, todo mundo tá— nossa, ela é bem mais— tá feliz, todo mundo. Essa Doce de Mel, gente, eu tive que ouvir ela aqui por nome. Na hora eu não me liguei que música que era.
Não, eu me liguei porque eu já sabia. E outra coisa, mas eu fiquei com aquela sensação assim, ó, para mim eu lembrava do refrão, né? Mas daí, tipo assim, quando eu escutei o início, eu achei que o início dela, tirando o refrão, né, eu achei que fosse outra música. Tirando o refrão, eu achei que fosse outra música. E daí eu achei melhor ainda quando descobri que as duas coisas são da mesma música, porque daí é doce mel estar com você, né? Mas muito boa, para mim é nave.
Eu amo essa música, eu amo, amo, amo, amo. E eu amo mais ainda aquele remix que eu mandei para vocês.
Eu vi um remix com a Madonna, não procurei, vou mandar para vocês também, por favor.
Mas tu conhecia essa música, Amanda? Só pelo nome?
Pelo nome não, eu tive que procurar qual era a música, porque para mim não era, não tinha ligado o nome na música ali.
É, podia ser Doce Doce Doce, a música, o nome da música, né?
Faria muito sentido, né?
Claro, sim.
Agora ela vai para nave ou não vai para nave?
Sim, para mim é nave, mas assim, atrás de todas, assim. Mas eu entendo que ela não é assim, não é um supra-sumo também.
Deixa ali, a gente poderia repensar, mas é ótima.
E essa aqui eu acho que é uma candidata para o baú. Não sei por que eu acho ela meio boba, não sei o que vocês acham. A festa do Stik Puxa, eu lembrava muito dela, eu lembrava também.
Só que daí, tipo assim, ó, o que acontece do frão. Daí ouvindo ela na íntegra, tipo, para mim ela desce fácil para o dança, gira e não para. Mas daí vamos ver o que que os outros dizem, qual é a memória, porque eu gosto bastante. Mas que nem tu disse assim, ó, e vendo ela inteira, nossa senhora, eu vi até aquele negócio do como assim a Xirra namorando o esqueleto? Eu fiquei, gente, olha quanta coisa eles misturaram nessa música!
Chocado que eu não tinha entendido referência na época. Não, nem lembrava disso, entendeu? É uma parodia. Não parece que eles pegaram vários clichês e socaram? Vamos fazer uma música de, né?
Sim, mas a Xirra e o esqueleto não tem nada a ver, né?
Não, tipo assim, o que que o He-Man tem a ver com, entendeu?
Mas que eu digo assim, eles nem são par romântico, né? Para não, não são.
Por isso é tipo assim, alguém foi tipo assim, ah, Sei lá, fez isso propositalmente e ninguém percebeu, ou percebeu, ou sei lá se qual era, qual eu nem imagino qual seria a repercussão disso se fosse algo atual assim, porque tipo é uma coisa muito, muito nerdzona assim, muito, muito, ai, vou fazer uma quebra de paradigma, sabe? Não sei agora para vocês aí, mas eu tinha uma memória, mas daí era só do refrão, daí eu até Pior, sabe?
Esse é o rolê, esse é o rolê da coreografia e do refrão, porque tirou nem da coreografia.
Olhando eu vi a coreografia, achei bem legalzinha, mas eu não lembrava assim.
Amanda, botamos no baú? Não botamos no baú?
É uma pedida para o baú ali, se vai sim. Depois a gente pode mexer, a gente pode mexer depois, mas por enquanto pode deixar no Qual é o— porque nave com certeza não é.
Não, nave não é.
E aí, Amanda, sua querida aí, Síncope? Para mim ela é tão irritante que eu vou ter que concordar que ela é nave.
Eu adoro, é sensacional, muito cantei, muito Muito dancei essa. Vocês falando de coreografia, eu fiquei, ué, que coreografia que é uma festa aí da festa Chique Puxa? E até teve outra também, teve outra ali que tu falou que eu fiquei boiando. Disse, meu Deus, que coreografia é essa que eu não sei? Adorei!
Tá, mas isso não é uma coreografia, né? Não, tem uma coreografia assim, é que eu não sei fazer.
Mas tem.
Nossa, eu me lembro de eu cantando, cantar.
É uma performance, é uma performance.
Sensacional.
Ai, gente, essa tem uma outra ali que é maravilhosa. As duas melhores do Só para Baixinhos.
É, eu posso concordar com isso, as melhores do Só para Baixinhos.
Ah, sim, ela é, ela é muito famosa. Ela não é, ela não tem idade ainda para ser temporária.
Eu não consigo mensurar o impacto dela com as outras da nave, mas eu concordo que ela é grande, entendeu?
Essa aí é mais famosa para as crianças de hoje em dia do que Lariê e Lua de Cristal.
Ah, sim, hoje em dia eu acho que sim. Acho triste, mas acho que sim.
Aí eu preciso muito assim desligar o meu gosto pessoal para avaliar. Para mim ela é uma, ela é, ela é ruim, horrorosa, ela é pobre, ela sabe, é o máximo.
Eu acho que ela só é infantil, gente. Ela é, tanto é que eu acho que eu nunca tinha escutado até o fim, porque tipo virava meme antes, virava piada antes. Eu parei para escutar até o fim, sabe? Tá, mas e daí no fim, tipo, deu tudo certo? Não deu tudo?
Aí do tipo assim, procura a gente pensar em impacto, em conhecimento, ela é tipo super. Mas aí agora, como é que eu vou botar ela numa mesma categoria que Lua de Cristal, Hilária, Abecedário, Arco-Íris e Ela é nave.
Não, não fez sucesso. Fez sucesso é nave, não tem. É que tu tá querendo refletir sobre a letra da música, é que nem eu te falei.
É, eu acho que ela é grande, que ela assim passou também, né? Tipo assim, ela virou perene. Eu não consigo botar ela no mesmo impacto que essas outras, mas talvez ela esteja tão grande quanto, no sentido de estourou porque sim, né?
Ela é grande, mas não é análise de Garota de Ipanema versus Cinco Patins, fiquem tranquilão, né?
Calma, não é. Pera, onde tu botaria Garota de Ipanema?
Tá, parei.
Vamos para Quem Quer Pão. E eu pensei que fosse, eu pensei que fosse a das Paquitas, vocês não?
Pois é.
E aí eu pensei, daí quando eu escutei, eu pensei, gente, eu conheço, mas eu nem lembrava que ela cantava isso.
Qual é a música das Paquitas?
Quem quer pão, pão, pão, pão, vou estar contigo no seu coração. Para nós é a melhor música, a mais famosa das Paquitas.
Só não era. Ah tá, eu achei que não, eu tinha entendido que tu tinha falado que não era das É das Paquitas?
Não, não é das Paquitas. Essa que tu botou aqui não é das Paquitas, é? Não, né? É a da Xuxa.
A da Xuxa?
Como é que é a da Xuxa? Canta para mim.
A da Xuxa, pelo que eu ouvi, é— como é que é? Calma, calma, que agora eu cantei a outra, misturei com as duas.
É, agora cagou.
A da Xuxa é aquela: quem quer pão, quem quer pão, quer pão bem quentinho, bem quentinho, bem quentinho. E eu nem lembrava, eu lembrei que Ah, ok, mas eu nem lembrava que era música dela.
Gente, quem quer pão?
Quem quer pão?
Quem quer pão?
Vai me quitar. Ai, Fábio, tu me bugou geral. Eu justamente não botei a das Paquitas porque é das Paquitas, né?
Sim, porque é muito melhor e ia para nave. Agora essa, por mim, vocês podem colocar onde vocês quiserem.
Ah não, para mim era da— eu achei que era das Paquitas, eu nem fui atrás da letra Que é para mim quem quer pão.
Então, exato, exato, foi a minha primeira impressão. Então, mas não é.
Quem são? Do que que é alimento? De pão, pão, pão, pão.
Então, mas eu acho que dentro de todo o contexto ela até vai ficar lendo dança gira e não para.
Ai, não, eu acho que a gente pode deixar ali. É, depois a gente pode subir ela e deixar mais ali no baú. Se passar, quando a gente vê, quando a gente vê, a gente tá descendo em laria. Ah, imagina, queria, né? Tô de bem com a vida, tô de bem com a vida, tô de vento. Essa eu lembro muito, eu não sei exatamente de que álbum ela é, mas é, para mim ela é hiper famosa. Não, não lembro, lembro mais do refrão também, mas enfim, né?
Ai, para mim essa música é Tidinha cantando, principalmente no ídolo. Ai, é muito para mim, tô de tempo. Eu não consigo não lembrar da Tidinha, não consigo. Eu não tenho essa memória da Xuxa cantando Tô de Bem Comigo, é Tidinha.
Eu tenho, só que A partir disso, tu colocaria ela onde, Amanda?
Pelo amor de Deus, Amanda! O problema é que eu ouvi ela e me deu um ranço, um ranço, porque ela parece muito discurso de coaching. Se ficar de body, se fica feliz, né?
Fique feliz, felicidade táxi.
É um pouco do mesmo ranço que eu que eu tenho de Lua de Cristal, da letra de Lua de Cristal, que é muito motivacional. Eu não sou coach, o cara lá de cima não vai me dar, porque o cara lá de cima, não sei se ele existe. Quem é esse cara lá de cima?
Ele me odeia. Não, pera aí, deixa eu pegar até a letra.
Não, mas eu queria dizer, agora vocês querem ver letra?
Não tô entendendo. Não, não, é só para mim dizer o ódio que eu tenho dessa letra.
Tava até 5 Patinhos analisando a letra. Aí a letra é—
e onde é que os 5 Patinhos tá?
Mas então, nas montanhas, eu tô analisando a letra agora, que sim, como tu tava analisando anterior.
Ah, mas tu falou que não era para analisar, não é, não era Garota de Panela.
Mas continua sendo a música meio caída.
Onde é que foi, gente?
Não, eu super concordo que pode botar essa, tô de bem com a vida na nave, mas é que eu Não, na nave não, na nave não, também não, não, deixa então ela ali. Porque eu só fiquei chocada o quanto a letra é irritante, que aí não, eu não me lembrava da letra. Para mim era tô de bem com a vida, tô de bem, era só o refrão, né?
A mesma coisa, é mais o refrão.
É que a gente é umas pessoas amarguradas.
Se ficar de bode, você se explode. Se ficar à toa, a vida voa. Se faz corpo mole, alguém te engole. Fica, fica de preguiça.
Ai, que síndrome tipoliana! Que síndrome tipoliana horrível!
É uma música positivista assim.
Não, mas não, eu não tive esse ranço da— eu não tive.
Estranho.
Agora voltou.
Qualquer coisa você também fala. Não, eu também nunca tinha percebido assim muitas assim a fundo. Muita gente ficava só com refrão, né? E daí outras, sei lá, escutando. Daí agora a gente já tem outra ideia, né?
É que é muito, é muito É muito complicado. A gente tá lidando com uma artista que tem do tipo assim, que tem um Lua de Cristal, aí que tem uns Cinco Patinhos, e aí que tem um Tô de Bem com a Vida. É umas, é um, é uns nichos assim muito diferentes. Ainda tem uma depois ali que é uma lambada que eu não conhecia. Eu fiquei assim, gente, eu fiquei na minha cabeça, na minha cabeça Não sei se é isso. Eu acho que ela tava assim, de saco cheio de cantar pra criança e falou, ai, gente, deixa eu fazer um negócio aqui pra alguém da minha idade, pelo menos.
E, gente, é porque não é. As coisas, elas não estão no mesmo patamar assim, sabe? Não tem como.
Sim, é. Os Cinco Patinhos eu enfiava tranquilamente na categoria músicas que são brincadeiras cantáveis, sabe? Que é bem infantil, bem infantil.
Mas se a gente for numa linha do tempo ali, eu acho que até Essa que tu tá te referindo é antes dos Cinco Patinhos. É antes?
É antes.
Pois é.
Não, eu acho que eles foram assim, ai, vamos, já que ela tá expandindo para América Latina, vamos botar uma coisa mais ritmo latino. E daí socaram esse ritmo, entendeu?
Eu não sei até que ponto ela tinha autonomia para escolher.
Não tinha, né? Ela era guardada em cárcere privada pela Marlene Matos. A Marlene Mas com certeza botou o próprio nome na composição de Hilary. Acho que a Marlene Matos fez alguma coisa da letra de Hilary, de ponto.
Percebi isso também.
E quando eu li ali agora, eu pensei, meu, nem citei isso no episódio porque eu acho que ela não merece nem ser citada, entendeu? Em todo caso, mas fiquei, meu Deus, gente, como assim?
Eu até vi um outro influencer comentando, eu nem lembro o nome, senão que falava, comentando que ele acha que ele não gosta muito hoje em dia da Xuxa porque ela meio que botou tudo nas costas da Marlene, que ela parece muito um adulto assim que não se responsabiliza pelas coisas assim, sabe?
Não na época, ou na época do programa, mas eu acho que ela não tinha muito poder de decisão não, não tinha. Se tu olhar o negócio. E tipo assim, a Marlene não desmentiu nada, entendeu? Só piorou a situação para ela assim. Então daí tu vê que ela— e também a Xuxa era— não vou dar, é uma criança, não sei o quê, não. Eu acho que assim, ela tinha muito pouco poder de decisão, e quando ela começou a ter, as coisas já começaram a azedar, entendeu?
Sim. Tu chegou a ver a série dos Batistas?
Vi, achei— nossa, é muita de nostalgia. Gostei bastante assim, sabe? Vi o das Paquitas, vi o do Balão Mágico. Tô só esperando um do Trem da Alegria para ver se eu lembro de alguma coisa lá. Vi o de Friends, vi o de Harry Potter, vi todos, todos eu vi. Tudo da Xuxa também. Mas daí, tipo assim, o da Xuxa feito pelo Bial, assim, eu entendo que tem bastante conteúdo ali, mas ao mesmo tempo eu fico, ah, é muito, muito da Globo. Para de repente talvez pudesse ser mais aberto se não fosse tão, tão dentro, sabe?
Sim. Mas você não acha que o das Paquitas foi muito para terminar de jogar a culpa na Marlene? É, sabe, de enterrar Marlene assim? Porque não sei se foi proposital, mas essa conversa cai muito em cima, né, das Paquitas terem sofrido por, ai, tem que ser magra, tem que ser loira, não tinha nenhuma Paquita preta. E a Xuxa só botando, ah, porque a Marlene, porque a Marlene, porque tu disse para limpar a cara dela, meio que também, meio que também. Será que ela não tinha nenhum tipo de—
eu acho que se jogar o contexto da época Eu acho que ela até estava de acordo. Não sei se ela podia vetar, mas eu acho que se ela quisesse, ela poderia incomodar. Mas com o contexto, aspas, histórico, como ela era loira, como ela era modelo, eu acho que ela não tinha assim noção assim de tipo, ah não, ah, tem que ser tudo loira. Ai, que legal, parecida comigo, sabe? Eu não sei se ela tinha profundidade para assim até É tipo assim, eu acho muito bonita a história.
Ai, veio do Rio Grande do Sul, ai, o pai militar, ai, sofreu abuso, não sei o quê. Mas se tu for ver assim, eu não vejo isso como uma história de redenção. Eu acho que ela sempre acabou, foi indo, foi indo e dando certo. Eu não acho que ela era uma coitadinha. Ela não tem recorte de classe social, sabe? Sim, para julgar, para assim, para ela poder entender que o que estavam fazendo era racismo, por exemplo. E ela concordava, ela nem entendia.
Talvez a Marlene entendesse melhor do que ela, mas a Marlene jogava com a questão de mercado, o que que é melhor para, né? Tanto é que se tu for ver, a Xuxa foi muito violentada, de tipo assim, até o parto dela foi filmado. Coisa horrorosa se tu pensar hoje, que assim, revendo do documentário, tu consegue focar nessa questão. E a gente via e a gente achava o máximo. Não sei, eu não tinha assim, eu não lembro, eu não posso dizer, ai, que legal, achava legal, mas passava e a gente via.
E muito conteúdo que a gente via na TV era umas coisas absurdas, entendeu? Umas coisas absurdas, umas coisas misóginas, umas coisas que não tinha, era tudo preconceituosa, era umas coisas horrorosas. Por exemplo, não sei se dá para botar na mesma coisa, mas por exemplo Hoje eu admiro muito a Vera Verão, hoje eu admiro muito Jorge Lafon enquanto da comunidade, enquanto o que ela fez. É um personagem que era visto só como chacota, e eu também via só como motivo de risada, e eu não conseguia nem me identificar, porque naquela época pra mim nem tinha significação.
Mas tipo assim, eu só via como um personagem, como motivo de risada. Como uma coisa, não via como está quebrando a barreira que ela quebrou para hoje a gente estar aqui. Ela precisou ser chacota lá e ela aceitou ser chacota porque ela preferia que tivesse um LGBT lá, sabe, atuando como drag queen ou enfim como uma personagem para que tivesse alguém LGBT na tela, no grande. Hoje eu acho admirável, entendeu? Na época, não. Então daí, o contexto histórico pesa muito, eu acho, na questão da Xuxa também, entendeu? Sim.
A gente aqui... Eu também acho que não tem como fazer uma crítica retroativa de uma problemática de uma época em que não se sabe se no contexto já existia o discurso da problemática.
Sim.
Pois é, a gente olhando, eu não lembro, assim, de tipo assim, ai... Todas as Paquitas são loiras. Até tinha, assim, essa questão de a gente via e tal, mas a gente não se sentia mal por ter Paquitas loiras. Ou por, ai, as morenas não podem. Sabe? Eu não pensava em nada disso. Mas eu, enquanto criança. Eu não sei se os adultos pensavam nisso.
Não sei.
Não é sobre pensar ou não. Tipo assim, mas se o discurso da problemática, ele vem agora... Eu queria saber se esse discurso ele existia naquela época e aí não foi, não foi trabalhado naquilo, ou se naquela época não tinha essa visão problemática e aí agora que isso virou assunto, porque agora no pensamento social isso é uma pauta. Mas também não adianta tu pegar uma pauta de agora e querer aplicar lá atrás se lá atrás isso não era, não fazia parte assim do pensamento crítico social daquela época.
Sim, sim, é mais ou menos que nem a história da virilha dela. Ninguém, pouco se fugia para as roupas dela, entendeu? Todo mundo usava coisa muito pior na TV brasileira. Por que que agora, sabe? Não, aí porque ela tá velha.
Isso aí não foi um ponto, isso aí foi a Mara, a Mara. Gente, ninguém falou disso, ninguém falou, falaram muito.
Pode sim, muito, muito.
Falaram porque a Mara falou?
Não, não, o pessoal da extrema-direita falando antes já da Mara.
Antes da Mara, eu acho também.
Eu vi depois, eu não sei quem falou primeiro, de ser bem sincera, mas eu vi o pessoal da extrema-direita primeiro falando, ai, absurdo.
Eu vi as críticas logo depois, muito antes de eu saber que— eu acho que foi antes da Mara, com certeza até.
E eu tive que, gente, eu tive que E eu fiquei pensando, o quê?
O quê? Sabe? Eu nem tinha sequer parado pra pensar nada disso, sabe?
A Xuxa não é uma pessoa assim que, ai, vou, gosto bastante, sabe? Tem um apreço assim, sou fã. Mas eu defendi a Xuxa porque eu achei uma absurdo. Eu tive que pegar e defender realmente de ouvir assim, ah, umas bobagens, sabe? E umas bobagens de mulher, inclusive. Ai, pelo amor de Deus! Sabe? É o corpo da mulher. O que que é inveja? O que que é? Não, de verdade, eu não gosto de pensar nisso assim, mas sabe, me levando a crer que era isso.
Ai, por quê? Porque aí vão bancar de conservadora agora, que nem a Mara querendo bancar de conservadora, sabe?
Não, eu só trouxe essas questões de por que nos dois, até a Amanda viu os dois documentários, né, o da Xuxa e o da Paquitas, eles botam o confronto dessas problemáticas atuais nos documentários. E aí, como se a Marlene fosse responsável por questões que agora que a gente discute, e a Xuxa fosse uma zero esquerda, um ser, parece um ser humano nada funcional assim, sabe? Parece um robô que era— claro que hoje eu entendo também que as pessoas são manipuladas, a gente fala muito de relacionamento destrutivo e tal.
Mas do jeito que é colocado no documentário, a Marlene tinha todo e qualquer tipo de, sabe, é tipo assim, é, não conseguia, não, literalmente dela ter sido mantida em cárcere, em hotel algumas vezes, e parecia super normal, entendeu?
Isso também não chegava para nós, pelo menos não para mim assim, sabe, nesse nível.
E agora que nem tu falou ali, Fábio, para mim como criança era que eu queria ser Paquita, mas eu nunca nem sequer verbalizava isso, porque na minha cabeça era tão entendido: gordinha, morena. Por que que eu vou pedir para minha mãe para me inscrever quando eu vi o anúncio de Paquita? Porque era uma coisa muito fora da minha realidade assim, sabe? E não uma questão financeira, geográfica, era uma questão visual. Só tem menina branca A maioria ali de olho claro, magra.
Se tu olhar o documentário, mais serena, você também é branca.
Se tu olhar o documentário das Paquitas, que eu não terminei, a série da Globoplay, todas elas tinham um conhecido dentro do— ah, porque a minha mãe trabalhava lá, ah, porque a fulana me levou lá, ah, Porque, tchê, então assim, teve umas que foi escolhida ali pela inscrição, tudo bem. Mas as outras, a Marlene via porque tinha algum tipo de contato e ela dizia para menina, bora fazer um teste, sabe? Então assim, a gente sabe que não era, não era só uma questão também física, né?
Era uma questão também de Dona Bira aí, ó, Senhorita Bira aí já explicou isso, né? A herança ali, então. Mas enfim, é só por isso mesmo que a sensação que eu tenho vendo os documentários é que eles precisavam botar a culpa em alguém. A Marlene Matos topou receber, foi o bode expiatório, como é que é, sabe? E aí até no, pois é, até no documentário ele fala que ela tinha 35 anos ali, que ela gerenciava. Pô, ela era mais nova que eu atualmente, sabe?
Olha a pressão que essa mulher devia sofrer. Não tô defendendo, longe de mim, mas né, acho que não tem só uma pessoa.
De trabalhar até adoecer, todas elas, quase todas apresentadoras infantis. E se tu olhar aquele documentário, que eu não sei se agora fiquei na dúvida se eu olhei, acho que eu olhei, que é das crianças lá do iCarly lá, do Disney, não sei, da Nickelodeon. Meu Deus, é pavoroso! Não tem um que não tenha sofrido o uso, entendeu? Sei lá, pavoroso.
Então daí pegam a cara da apresentadora e dão para ela a cara do programa, como se ela tivesse orquestrando tudo, mandando em tudo, tivesse a voz ativa para tudo. Só que na verdade ela é uma, só uma contratada, uma laranja quase.
É, não, mas daí aí que tá a nossa discussão, era será que ela tinha algum poder de veto caso ela resolvesse ter um olhar mais crítico? Será que tinha? Será que não? Não sei se algum dia a gente vai saber de verdade, entendeu?
Eu acho que com o tempo talvez ela tenha ganhado, talvez não. Ela ganhou com— eu acho que dá para afirmar que ela ganhou com o tempo, né? Mas aí já era um tempo de Paquita ainda ou não?
Pois é, eu acho que quando ela começou a ganhar, que a relação dela com a Marlene começou a azedar Entendeu? Que ela começou a não querer tantas coisas, que ela começou a ver que tava errado, sabe?
E aí também eu acho que é um outro viés até em relação, por exemplo, às crianças da Nickelodeon, que era crianças, né? A Xuxa já era. Eu fico pensando nisso assim, ah, eu entendo que tem essa questão de manipulação, mas a Xuxa já era uma adulta também, né? Então, mas aí tem questões de Paquita Negra e tudo mais, e fica ajeitar. Eu não tenho, não tá nem para cobrar isso aí, porque a gente não tem a consciência, né, que a gente naquela época, consciência que a gente tem hoje em dia.
Mas aí também não, eu ainda fico com essa ressalva, sabe? Acho que não dá também para botar tudo no da Marlene, porque a Marlene também não devia enfrentar, né, coisa boa ali, né? Passavam maus bocados também.
Sim, falando de todas as problemáticas, agora a gente pode tirar o elefante branco da sala. Brincar de índio. Botamos aonde?
Vamos analisar essa letra? Não, não, não, não.
Assim, para mim, o único motivo da gente botar lá no baú é se a gente julgar com olhos de hoje em dia, de entender que é uma música problemática e que envelheceu mal e tal, não sei o quê. Porque senão, se depender de mim, gente, apresentação de escola no Dia do Índio tocava essa música.
Sim, sim. E a música eu escutei, tipo assim, tive uma boa memória, lembrei da letra, tudo mais. Eu acho que ela é bem forte, entendeu? Daí tipo o critério seria só esse mesmo, de tipo, ah, precisaria de uma atualizaçãozinha para hoje aí, entendeu?
E ainda eu, para mim não seria nave, tá? Para mim seria no máximo—
ah não, não seria nave, não seria nada.
Assim para mim.
A gente não tá falando de estrutura porque todas elas têm meio que um padrão assim, salvo algumas, mas a maioria delas são super simples, são músicas de comando simples, são músicas de resposta do público, muita interatividade, é muito, muito simples as coisas, e até melodias, letras bem repetitivas para pegar, para ser chiclete mesmo. Então Esse não seria o problema dessa estrutura dessa música, já que essa mesma fórmula se repete em várias outras que a gente já citou aqui, né?
Deixamos no baú então, né? Deixamos. Eu acho que ela não é baú por enquanto. Eu acho que, enfim, se for ver, talvez, talvez ela suba depois. Eu acho que ela poderia ficar no Dança Gira e Não Para.
É, apesar disso, tem muita música ainda aí, né?
Tem muita. Que eu acho que muita vai para o banco.
Fala para nós então, Amanda, que com certeza se tu não conhece, ninguém mais conhece. Dançando com o Tchutchucão.
Mexe a cabeça com o Tchutchucão. Essa tem coreografia também, mexeu.
Eu vi várias versões.
Então essa aí para mim, ah, eu colocaria no Dança Gira e Não Para, mas eu vou entender você Se quiserem botar no baú também, porque, né, entendo.
Não, para mim essa dança gira não para na frente de estátua e antes de Timbalelê.
Mas nossa, não, estátua é mais famosa, eu acho.
Não, do que Chuchucão não é?
Com certeza, com certeza.
Verônica, qual o número de visualizações?
Eu já tô achando que ela é mais famosa, eu tô de bem com a vida, é mais famosa que o Chuchucão.
Com certeza também.
Sim, com certeza também.
Não, dançando com o tchutchucão.
Ah, sim, aqui sim, sim, sim, sim.
Mas dançando com o tchutchucão é a última aí.
É, eu deixaria ali também. E tipo, eu já tinha ouvido, mas era mais só essa frase mesmo. E ela é curta, simples, e é isso.
Parece que ela é uma adaptação de uma música. Música, né? Então eu não sabia disso.
É uma adaptação, ela tem umas outras estrofes ali além dos latidos do tchutchucão.
Que barato, né?
Então não, mas ela tem, não, ela tem um pouquinho mais de letra além do refrão.
Mas tu lembra dela? Eu não consigo lembrar da música.
Eu lembro de toda a música. Canta aí, mulher!
Como é que começa a música?
Ah não, como é que começa eu não vou saber, mas lembram? Daí ela começa: vem com a gente dançar, nós vamos brincar também. Aí vai para o refrão: mexer a cabeça com tchutchucão. Tem, tem mais coisa mexendo com tchutchucão, mas tem, tem mais umas duas estrofes.
Eu só sei mexendo com tchutchucão, mexer a cabeça com Tio Cansa mexendo com o tio Cansa.
Aí ela chama todo mundo para dançar. Tem um pouquinho mais aí, tá?
Vai essa próxima. Eu me lembro muito no episódio que a gente gravou, que a gente se bateu horrores das 15 músicas pop que cada um tava indicando, e que a gente fez umas classificações horrorosas naquele E eu me lembro que alguém classificou como pop dançante. Vamos para o Libera Geral, que eu acho que seria o pop dançante da Xuxa. E para mim essa música, não sei qual programa adolescente, ou enfim, para jovens senhoras que ela fazia, mas essa música para mim, Libera Geral, acho que era a abertura desse programa. Não sei, não sei se era Xuxa Parque, Xuxa Xuxa não sei o quê.
Não era abertura?
Não era Planeta Xuxa? Não, Planeta Xuxa, a abertura era Planeta Xuxa.
Como é que é a música Planeta Xuxa? Que eu nem botei aqui.
Planeta Xuxa, ô Xuxa! E é muito boa, inclusive. Eu acho que talvez fosse para nave se tivesse aqui.
Planeta Atlântida, perdidíssima. Eu já tava puxando esse hit, eu já.
Amanda fumou na nave.
Ah, deve ser.
Não, eu não participei da nave, Fábio.
Ah, tá.
Não, gente, mais sério, pra mim eu acho que Libera Geral é nave.
Eu também acho que é nave.
Pra mim também é.
Eu acho que pode ser, mas tipo, eu fui escutar ela, eu só lembro o refrão, eu fiquei pensando Esse resto todo não sei se eu consideraria nave, sabe? Mas é famosíssima. Mas eu botaria por último ali também.
E Cabeça, Ombro, Joelho e Pé, Amanda. Eu lembro de tu ouvir essa música aí.
Sensacional. Para mim também é nave.
Nossa, porque eu detesto essas músicas da época dela, só para baixinhos.
Ah, então é porque entra na mesma categoria de Psicopatinhos, entendeu?
Exatamente, é que tu já era velha.
Aí tem tipo que nem, sei lá, para mim é meio que nem estátua. Ah, eu já conhecia a brincadeira antes da música, e daí ela foi inteligente de musicar, e daí virou base para brincadeira, sabe?
Eu botaria do lado de estátua tranquilamente, mas se vocês quiserem, para mim fez muito sucesso, para mim é, para mim é vibe Cinco Patinhos, então eu colocaria em nave.
É que eu entendo que ela é vibe Cinco Patinhos, mas eu acho que Cinco Patinhos assim furou bolhas e é muito fora da curva para mim. Eu acho que ela é boa ali no Dança Gira e Não Para, mas para um Nave, eu acho que um Nave, até por causa da coreografia, né, que Cinco Patinhos ali também não—
a gente brinca, mas não tem a coreografia, né? Tem ali interpretação, né? Ai, mamãe patinho, pai patinho, enfim. Mas tem os gestos ali, é mais gestual.
E eu adorei que eu olhei aquela versão com dois palhacinhos, sabe? Achei tão fofinho.
É que eu gosto muito, é para mim ali é a tríade, né? Cinco Patinhos, eu gosto muito, parece, eu vou fazer parte disso. É Cinco Patinhos, Soco Bate Vira e Cabeção do Joelho Pé, entende? Eu ainda prefiro Soco Bate Vira, mas das três, enfim. Mas para mim ali é meio que a mesma, tem a mesma memória assim, a mesma interpretação das três, né? O que para vocês daqui a pouco é a Dona Girafa, iconografia, para mim vou deixar para falar quando chega lá.
É, eu não sei, eu deixaria no meio também. Verônica desempata.
Não, eu tô pensando aqui no que que falta, porque a gente já tá com C3.
É porque eu acho que eu mexeria ela depois Depois, se botar em cima, provavelmente eu vou descer ela. Eu acho que eu desceria ela depois, daí teria que ver.
É que na verdade a gente deveria estar botando e mexendo conforme surgem novas.
É, por enquanto eu não vi ainda.
A gente já tá fazendo essa conversação antes.
Eu botaria no meio, no meio.
É que assim, ó, olhando as que tem ainda, eu não subiria. Eu subiria 3 ali fácil e deu. As outras ali eu encaixaria no resto. Eu já tô olhando no futuro já. Não, não, é porque cada uma que vocês estão falando, a gente tá falando, eu já tô pensando nas 10 ali para fechar a nave, por exemplo. Então eu já teria ali tranquilamente as 3 da nave, essa seria uma dessas, e para mim já encerraria bem de boa, porque agora para mim o melhor já passou.
Então não, para ela, porque que nem ela disse, é o nó, a nossa Hilary e Lua de digital e abecedário barra arco-íris é essas três aí. Que que você pode fazer? Mas ainda assim eu deixaria lá no meio.
Para mim, ele tirando, claro, não é as três, mas é que se tu for olhar, Fábio, as outras ali não tem muitas que batem essa não.
Esse é o problema.
Por isso que eu botaria e mexeria depois, se fosse o caso.
É que Eu acho que ali, soco, bate e vira, cabeça, ombro, joelho e pé e dona girafa.
Tu não quer pular essa então?
Calma, calma. Vou fazer assim, ó. Bota ela e depois pula. Bota ela, depois a gente... Vamos aí no Bambolê. Vocês conheciam essa música ou não conheciam?
Então, não, não. E eu acho que entra na categoria músicas de brinquedo que ela fez pra brincar. Só que eu acho que no caso de Bambolê, pra mim, não funcionou.
É porque daí a gente não era muito do—
acho que não, não, não, não, não, não, não, independente de não ser na época. Porque, por exemplo, ali soco, soco, bate-bate, que eu vou falar depois, eu acho que super ela inventou, funcionou, e a brincadeira, e deu certo. Agora, bambolê, eu consigo lembrar mais do El Tchan do que essa. Eu acho mais divertida deles do que essa. Eu acho que tem que fazer isso com El Tchan.
Não, por favor.
Eu topo, eu topo, eu topo. E a Amanda também tem que vir caracterizada.
Não vou mais ser palhaça, chega.
Não é palhaça, mano. Tu vem de loira, eu venho de Sheila Carvalho.
Pelo amor de Deus.
Mas a gente tem que achar aquele top azul delas, que é azul com branco.
É, puxar certinho. Daí vocês podem escolher se vocês querem uma ou duas listas. Letras brancas no shortinho, que foi diminuindo, né? Ô Amanda, mas tem o Cubado de Washington, tem o Jacaré e esse Dio Disco.
Anda, galera, para ver quem vai ser o Jacaré.
São dois caras que cantam.
Eu esqueci o nome do outro.
Eu esqueci. O Beto Jamaica. Meu Deus, eu prefiro ser o jacaré. E quem não quer, não é?
Ah não, mas o compadre Washington é icônico.
É perto ordinária, né, gente?
Eu quero fazer companhia para vocês.
Ele quer o shortinho, vocês entenderam?
Dança, gatinho!
Tá, a gente deslocando, volta. Não acho, não acho que o bambolê funcionou, nem é brincadeira, nem que vira.
Eu acho que baú, para mim é baú.
Exatamente. Daí quando eu ouvi, pensei, aí vão gostar, virou brincadeira, vira. Não, não funcionou.
Não conhece porque é bem dessa época. Tipo, caindo dessa música de brincar.
Então, se Amanda não conhece, bom, aplicar cartada nessa que eu não sei. Para mim, olha, para mim eu achei que tu ia dizer não, vai virar minha quadrilogia, vou botar Bambolena na—
não, é bem honesto, para mim essas músicas, essas músicas que a gente tá dizendo que é música de brincar, para mim elas são tudo no mesmo nível, é tudo uma baboseirinha, só que umas fizeram mais sucesso que outras. E esse que tá de diferenciando elas. Para mim elas são tudo a mesma pataquada, é a mesma coisa.
Para mim tudo aqui, salvando ali Lua de Cristal e Lariê, não tem, é tudo igual. E para mim tá tudo mesmo balaio.
Mas e o Soco Soco Bate Bate?
Ficou muito famosa, muito famosa. Eu acho que ela inventou uma brincadeira nova de mão que eu, eu não associo com nenhuma outra que a gente conhecia. Então ela inventou e fez funcionar e está até hoje. Então eu acho que essa, eu prefiro botar essa na nave e tirar Cabeça de Ombro, Joelipé, se eu fosse rankear, né? Daí eu não sei como é que é para vocês.
Eu acho que ainda, porque é o que tem ali embaixo, eu acho que nenhuma assim mais, tirando que eu já salvo uma ali, de resto para mim já fecharia tranquilamente as 10 da nave junto com Soco Soco Bate Bate. Isso junto, subindo soco, soco, bate, bate, porque daí ficam 9, né? Eu acho que daí ainda dá para subir mais uma, porque as outras, vou ser sincera para vocês, assim, eu só sei o refrão, Pio e Abacaxi, Marco com X.
Calma, calma aí, mulher.
Mas é que as outras para mim aí são músicas mais antigas mesmo, eu acho que é por isso. E aí não conheço tanto.
Tocamos isso então na nave?
Então eu acho que é o caminho que a gente tá desenhando, não tem muito o que fazer. O que a gente tá levando em consideração na verdade é tipo assim, é o quão famosinha a música é, a repercussão dela, e até a questão do impacto, né?
Porque são realmente coreografias que ficaram muito famosas, né? Cabeça, ombro, joelho, pé.
Isso tem uma coreografia tem uma interação aí. Mas aí se a gente botar, né, esse critério para umas outras, aí também não se aplica. É que como ela tem muitas músicas diferentes, a gente tá tendo que ter critérios diferentes para as músicas diferentes.
Exatamente, a gente não consegue avaliar pelo mesmo, não tem, não tem o nível, né?
A mesma categoria, para mim, que Bamboletta é essa, Pique Alto, porque ela meio que inventou. E daí, tipo assim, legalzinha, mas não me pegou, não, não Não sei se funcionou para as crianças. Vocês que são os mais novos, digam aí se vocês conheciam, porque nem conhecer eu conhecia.
Mentira! O quê? Ah, pique alto! Eu achei que, nossa, por um momento que eu dormi, eu disse, meu Deus, tá aí soco bate e vira aí.
Não, soco eu adoro, adoro também.
Tá no mesmo nível que bombom?
Não, de forma alguma não.
Essa para mim tem uma das notas mais baixas que eu dei, tá com nota 1.
Desculpa assim.
Ai, sim. Ai, gente, boring.
A gente vai botar 10 no baú da Xuxa, gente.
É aí que tá, galera, porque assim, ó, só tem mais um lugar na nave e acabou o baú.
Aí é que tá, na verdade tem 3 lugares porque a gente vai descer.
Eu queria equilibrar, vocês estavam achando que não.
A gente vai descer arco-íris, então a gente vai ter mais 2 lugares.
Amanda, esquece, não vai acontecer. Esquece. Tu vai passar, conheça a música e depois a gente vai para as fronteiras aqui, ó.
Depois para ouvir, tem alguma outra versão? Que que eu nunca ouvi?
Não é essa versão, eu lembro muito dessa música. Pois então, eu vi que tinha outras versões, eu fiquei, mas será que eu conheço? É a da Xuxa? É o que era? O que, Balão Mágico ou Trinta Alegrias? Trem da Alegria, né? E eu lembro também, daí eu vi que eles fizeram, depois assim, gente, collab, tinha feats na época. E daí eu fiquei assim, mas eu só conhecia também o refrão e acho bastante famosinho, mas aí não, para mim o que vocês decidirem, tá bom. Eu botaria no baú de boa assim.
Não, essa música não é baú, porque essa música ela foi famosinha assim, ela foi, ela é, e ela é engraçadinha, ela é boa, ela é, tem cima, né?
Tem, não sendo nada essa daí, é tipo assim, ó, se comparar ela ali com pique alto, por exemplo, ela é super, sobe ela, entendeu?
Aí, gente, eu vou ser polêmico, mas eu já vou dizer agora uma coisa que vai vir depois, é que eu acho que a gente vai ter que subir o Brincar de Índio.
Não começa, Giovanni, não começa!
O pior que é verdade, pior que não começa. Acho que Acho que talvez tá certo, mas começa.
Acho que eu fiz merda, mãe. Eu vou ter que cortar toda problemática.
Como é que é?
Se tirar toda militância, esse problema ainda existe?
Se cortar, como é que é, toda letra da música e deixar assim apenas Duas palavras, imagina.
Mas e aí, assim, ó, vocês preferem brincar de índio ou curumim?
Aí, gente, é muito difícil, eu não sei, é difícil. Eu acho que elas estão assim, ó, gente, eu gostava de curumim.
Eu acho que a gente precisa, daí nesse caso a gente não tem lugar de fala, a gente precisa ouvir o Dio.
Achei pesado.
Não, eu queria deixar, eu queria deixar crivado aqui que vocês que botaram o brincar de índio no baú, não fui eu.
Não foi?
Ah, quem é que botou? Quem é que rebaixou os índios?
Os brancos aqui do podcast. Verônica, sobe isso agora porque ele tem lugar de fala. Toda uma tese só para essa, para botar no nosso, né?
Acabou com meu discurso.
Mas vamos para marquinho X, vamos.
Eu vou seguir o diabo aqui.
Pronto.
E ele é mais na frente.
Ai, que ódio, gente! Ele é na frente do Tio Verônica. Para com isso, Verônica! Ah, não, não, não, bota em terceiro lugar. Lugar, pelo menos, Verônica.
Para com isso. Não, Verônica, aí a vida é muito, muito mais legal.
Muito mais legal.
A versão da Tidinha, escuta.
Não, procura não, Amanda. Manda para nós lá que eu também quero ouvir, tá?
Ela canta, a Verônica conseguiu chegar no mesmo tom ali da Tidinha cantando aquela. Sim, exatamente o mesmo tom. Assim, impressionante como é, como conseguiu modular a voz. O quê?
Ficou melhor que a Xuxa? Como é que é?
Não, não, não ficou melhor que a Xuxa, mas é verdade que eu consegui. Você dava para fazer um Tidinha cover.
Marquei um X, um X, um X no seu coração.
Essa é aquela que é meio lambada, não é?
Antigamente ia esquecer, juro que não, eu lembrava disso e o resto Eu não lembrava, mas eu achei bem ok, bem, sabe? E daí, exato, eu acho que ela tava na fase de espalhar para América Latina. No documentário fala, né, que é, acho que era Uruguai, né, que todo mundo amava, não sei o quê, não sei o quê. Eu acho que de repente era essa fase. Não sei se bate as datas, tá? Mas na minha cabeça botaram essa coisa meio latina por causa disso aí.
Aí eu fico me questionando como é que a gente pode estar brincando disso com uma artista que tem marca aí, o X, e cabeça, ombro, joelho e pé. Como é que não tá?
Então, sendo que ela só pegou uma brincadeira que já existia, que já era famosa, que todo mundo já brincava, e ela só cantou. Ela foi esperta, na real, entendeu? Agora, eu não colocaria nunca uma do lado da outra, mas é que é aquilo. Daí vem a questão da Amanda. Para Amanda É ombro, cabeça, joelho e pé, a mesma coisa que marquei o X para nós. Como é que eu vou dizer que não?
Vocês estão estragando a minha criança interior.
Tia, calma, Fabián.
Não, mas eu tô concordando com ela, não discordando. Tá me defendendo, ele tá me defendendo tecnicamente, entendeu?
Essa aí vai ser dura.
A Verônica tinha uma excelente versão lá do Versão da— ah, eu não acredito, tu esqueceu. Eu não consigo lembrar. Eu escuto Festa do Estica e Puxa, eu lembro de ti cantando. Eu nem lembro da— e pega a cara da mãe, estica e puxa, ela vai dar uma—
isso daí era o que de menos péssimo cantavam com essa música, que eu lembro de versões não publicáveis.
A minha mãe não acha, a minha mãe não acha.
Onde é que a gente bota o Marquei o X, Amanda?
A quem bate esquece, né? Quem apanha não. Olha, eu tô por vocês, se vocês quiserem botar um em nave ou em dança, porque eu acho que baú não é, né?
Não, a minha questão é, eu acho que Marquei o X não é baú. Eu acho que ela é muito menos conhecida do que várias músicas que estão no dança.
Eu colocaria em dança porque eu acho que tem ali uma outra que eu colocaria em nave ainda.
Seria essa ali embaixo.
Eu tenho uma que eu acho mais famosa do que Marquei um X, então colocaria Marquei um X em dança por enquanto. E eu acho que eu não desceria mesmo assim.
Tem 9.
Não é que eu acho que, é que eu acho que quase todas do dança são mais conhecidas do que o Marquei 1X. E aí a gente tá usando o critério de a música ser conhecida, ser famosa e tal. E daí para mim não faz sentido.
Dá para deixar o Marquei 1X no último do Dança. Tu acha que Marquei 1X é menos conhecida que Piu e Abacaxi? Sim.
Olha, sei não, eu acho que elas são tipo É, mas a gente tá com 8 no nave.
Eu não sei, eu acho, eu nem sei se eu botaria alguma daquelas que estão sobrando ali no nave.
Eu botaria mais uma assim, eu botaria mais uma.
Tu acha que tem alguma ali que vai direto para o nave e que não iria para o dança e subiria alguém, alguém do dança para o nave?
Meu Deus, o meme da Nazaré agora, o repete.
Vocês acham que tem um ou dois ali nos que estão sobrando que iria direto na nave?
Vamos lá, vamos fazendo na ordem, porque senão é Bobiou, Dançou, Não Conhecia. E para mim é baú direto, não sei o que vocês acham.
Também não achei, conhecia, mas não acho tão impactante não. Acho que é uma música bem discutida.
Essa vai vir ainda, calma aí. Então, Dona Girafa, não conhecia, não lembro de ter escutado antes.
Não acredito que tu não conhecia.
Acho que não, cara. Mas eu gostei pra caramba, tá? Posso votar com a maioria, porque eu gostei pra caramba. Assim, eu acho que tecnicamente eu poderia ir em Dança Gira e Não Para, mas vocês?
Eu também acho. Estrelinha, eu até botaria. Eu não vou botar em nave porque daí também eu acho exagero.
Eu acho que estrelinha para mim tem que ir para um dos dois de cima. Eu botaria em baú tranquilamente.
É, eu também não.
Para mim não, estrelinha assim, eu acho que a gente pode até botar tranquilamente no baú porque não tem como ela subir disso.
Que horror, Fábio! Vem, vem, estrelinha, vem para mim!
Tem que acender baú, né, Verônica?
A Verônica é o voto vencido, super animada com estrela. Agora, Verônica, bota estrelinha ali. Agora canta, tu queria cantar o episódio de canta, agora tu canta então.
Eu li ali, Pinel, juntinho, cantando comigo essa nossa casa.
Olê, olê, olê, olê, olê, olê, olê! Quando eu vi pneu, por exemplo, eu nunca escutei essa música, daí eu fui botar para escutar. Não, mas calma, eu tenho esse, eu tenho esse disco Xuxa 5, né? Eu digo, não, mas eu então, daí eu vou conhecer, gente. Daí quando começou, ah é, e para mim é a Senave, eu acho que ela é super conhecida. Não, tu acha que não? Tem que ser no mínimo Dança Gira e Não Para então.
Sabe que eu não conheço a música.
Meu Deus, escuta, Amanda, que tu conhece sim.
Escuta, eu não conheço, gente.
Bota, bota tocar que tu vai conhecer.
Tá, eu, eu não, eu conheço, mas não nem de nome assim. Eu demorei para conhecer ela.
Não, de nome eu achei que eu nunca tinha ouvido na minha vida. Daí depois que começou a tocar eu conheci só pela melodia.
Mas eu não acho, eu acho ela conhecida e acho ela boa, só que eu acho que ela vai cair naquele critério de que eu botaria ela no dança e subiria alguém que já tá no dança.
Eu acho que ela é dança. Para mim, quem tu subiria?
Libera Geral? Então sim, concordo.
Ou até as duas primeiras ali, estátua, Timbolelê e Brincar de Índio. Eu acho que até mais conhecidas. Sou contra subir Brincar de Índio, mas não tô brincando.
Mas o Dio aqui, ó.
Eu subiria, marquei um X.
Então sobe Timbolelê e marquei um X.
Eu subiria até o Libera Geral, tô de bem com a vida também, eu subiria facilmente.
Ai, que ranço, mas tá assim.
Então Timbolelê, então, que tá na ordem, né?
Vamos seguir a ordem aqui, vamos seguir a ordem.
Não, mas a Estafa não pode subir.
Não, Timbolelê. Se tiver que escolher uma só, é a que tá em primeiro. Daí, se tiver que escolher duas, daí a gente pula para terceira ou para quarta.
Tem que subir duas.
Ah, eu não conheço essa pneu aí. Tu não põe ela muito para frente não?
Não, mas ela fica na frente da Dona Girafa e do Pinguim.
Fica tranquilamente, fica.
Acho que ela fica na frente de Dona Girafa, mas tudo bem.
Eu sei que eu acho que fica, eu acho que ela fica na frente do Marquinho X até, talvez.
É, fica, elas ficam semi-empatadas ali. Mas eu não sei se eu não botaria Libera, eu não sei se eu, porque o Libera Geral eu lembro muito do refrão, mas eu não lembro do resto que nem essas outras duas.
Gente, na minha cabeça Libera Geral era abertura de um dos programas dela, ela era muito Era muito famosa.
Não, ela é muito famosa, mas pegou uma das músicas mais legais lá do Imagine, Imagine o Mundo Que Poder.
Que música é?
No lindo mundo da imaginação. Jesus, não sei o que que é isso, Amanda. Mentira, deixa eu ver o nome.
E beijinho, beijinho, gente do céu!
Tá, a gente vai subir, a gente vai subir o tô de bem com a vida ou libera geral.
15 anos para cá, nossa, tem que subir uma.
Tá, deixa assim então. E daí a gente vai subir qual a outra ou vai botar beijinho, beijinho? Eu botaria estica e puxa para cima então, se tiver que pôr alguma.
Estica e puxa para cima. Ah não, tá.
Não, não. Então eu digo subir um, subir um assim.
Não, mas eu acho que até que ficou mais equilibrado do que deixar só as 5 ali, porque eu curti.
Qual? Estica e puxa?
É, pô, porque você subir estica e puxa?
É, se quiser, né?
Realmente toda dá uma desviada assim e deixa assim.
Deu.
Por que que subiu libera geral?
Pra fechar o teste, tinha que subir Libera Geral.
Eu tô de bem com a vida ali, ou tem outras que são mais famosas, gente.
Mas tá, vocês acham?
Eu não sei, pra mim essas três empatam, entendeu?
Eu não sei, eu não tô entendendo o que que aquela estátua tá fazendo ali em primeiro.
Por mim não, mas eu estou. É, então eu estou tipo assim, por mim estátuas nessa ordem aí tinha que ficar lá. Depois de Dona Girafa.
Mas depois de Dona Girafa, tá maluco?
Mas eu entendo, mas eu entendo.
Estão botando lá, é que nem essa arco-íris aí no meio do nada, e vocês estão inventando música.
Arco-íris podia até ir mais para cá até, ó. Para de ser doida, você não pode desejar aquilo que você não pode ter.
Ninguém conhece. Pergunta para— eu duvido, desafio vocês, podem perguntar, porque a pessoa da minha idade ninguém conhece essa música.
Aguardem o novo quadro Tempestade, entrevista com Amanda Elias.
Pode? Não, eu vou— umas 5 pessoas, chamam 5 amigos aqui, ninguém conhece essa música.
É nessa vibe, o Dio disse, vou mostrar 5 músicas da Zara Larson, ninguém conheceu. Então tu já sabe ver como isso vai acabar.
Gente, tem que subir uma música do Baú!
Não precisa subir, deixa aí. Essas 6 estão ótimas aí, não tem como subir nada.
A Verônica quer ficar aqui mais uma hora.
Não, para fazer 10:05.
Não, não precisa, não precisa. A gente alterou o critério agora.
Todo mundo quer dançar.
Tá, eu acho que pode ficar assim agora. Só que a gente pode ir de linha em linha e ver se a ordem tá ok.
Não, eu acho que essa ordem tá boa também.
Podemos ir. Eu botaria Tindona mais para cá, eu botaria, mas que nem eu digo, eu entendo, sabe?
Eu acho que ficou bom assim, vai. Eu acho que tá bom.
Eu, eu subiria o Soco Bate-Vira 1 Onde é que ele tá?
Ele tá embaixo?
Não, aí assim. E aí eu fico na dúvida se o Tindolelê não é maior do que o cabeça, ombro, joelho e pé.
Não, já tem essa, já tenho. Ah, então tu troca pelo Arco-Íris? Não dá assim também.
Do Hilary até Os Cinco Patinhos não vai mudar.
Não, não, mesmo.
E a gente já tá dando a colher de chá nos Cinco Patinhos.
Não, esse não é colher de chá. Vai, vai atrás de pesquisa, música mais escutada não é colher de chá.
Eu ainda tô engasgada com aquela estátua, mas vocês não, eu nem conhecia.
Vamos deixar a Tia Alice assim, estátua. Pronto, fixou. Deu, ficou assim.
Não mexe, bate print, bate print, que essa merda cair de novo eu nem sei mais. Fechou assim então, não cumprimos o combinado, ficou 10, 9, 6.
Quer cumprir o combinado? Vai subir o quê, estrelinha? Ou a estrelinha ou é bambolê, mas por mim ela fica ali tranquilamente.
Quer subir ali no dança? Sabe quem quer pão? Ah, pronto.
Não, tu sabe que o quem quer pão, vocês acham que é o primeiro ali do baú?
Claro, eu acho que sim.
As outras, tá certíssimo assim. É que na verdade seria quem quer pão e poderia fazer uma outra categoria para baixo para pôr todas as outras.
Mas é que eu acho que aqui, ó, estrelinha, vocês estão menosprezando a estrelinha.
Só tu lembra dela, Verônica?
Ai, que triste! Como vocês são tristes!
Alguém mais lembra dela mesmo depois de escutar?
Não, é que para mim assim, ó, o Quem Quer Pão é o primeiro e o Beijinho Beijinho é o último. As 4 ali do meio, ela pode trocar de ordem o quanto quiser, tá tudo bem.
Beijinho Beijinho, tipo assim, é beijinho beijinho tchau tchau que ela dizia, mas eu nunca achei que isso era uma música, entendeu? Mas é só, exato, é só ouvir essa música toda. E daí eu não sei o quanto essa estrutura me irrita.
Me irrita, é.
Daí pelo menos as outras têm letras, se for assim, né? Mas enfim, talvez eu até botasse Pique Alto para depois de— antes de Beijinho Beijinho. É que eu não botaria até por último, até.
Não, mas Por último, mas é que eu acho que, ó, por exemplo, a Bobiou Dançou é mais conhecida que Bamboleia e Pique Alto.
Não, Bobiou Dançou.
E Estrelinha é conhecida ou tu vai deixar aí mesmo? Porque tu que vai, tu que vai avaliar, porque tu é a única pessoa que conhece.
Estrelinha é depois de Bobiou Dançou?
É, é. Assim tá legal, assim tá legal.
Aqui fico triste. Pela Dona Girafa, tá feliz.
Eu consegui fazer vocês colocar o índio lá no primeiro dança.
Sim, para a gente não ser processado por você depois, cara.
A FUNAI tá de olho, viu?
Que barbaridade! Eu vou parar de compartilhar isso aqui agora. Eu preocupada aqui com os arquivos, mas se Deus quiser vai. Deus quiser, olha, não vai dar tudo certo.
Se o cara lá de cima vai te dar os arquivos, se o cara lá de cima vai te dar, se o cara lá de cima vai te dar, é, se te der um X já era, né? Aí fecha tudo.
Mas então tá, conseguimos, conseguimos.
Com muita briga, peleja, chegaram a um acordo. Imagina nisso, não é o tchan? Porque daí Amanda também pegou uma fase diferente. A gente, a gente, eu não sei se eu falo primeiro. Eu acho que eu e a Verônica chegamos a pegar até a Débora Brasil. Daí tu tira uma ideia.
Eu tava na dúvida se eu vi.
Para mim, a Sheila Mello era a nova loira do Tchan. É linda, deixa ela entrar.
Não, para ti a Carla Pérez era.
Sim, não, por isso que eu disse, a Sheila Mello era a nova loira do Tchan. É linda, deixa ela entrar.
Não, para mim também. Não, é o Tchan, vai ser mais tranquilo.
Não sei.
É, o Chan não tem uma carreira que perdurou tanto tempo.
Não, eu acho que é o Chan. Porque as músicas dele são todas assim, dentro do mesmo nicho, assim. É tudo igual, não tem uma diferença aí, eu acho.
É que achei que ele perdeu, né.
Não tem?
Como assim não tem? E a Paris, quando eles começaram a cantar funk? E quando elas começaram a cantar música solo? E aquela música Água, da Sheila Mello? Ou é Fogo? Nem sei.
Meu Deus, mas então tá, gente, muito obrigado.
E a dança da Motinho versão da Sheila Mello, tá?
Parei.
Não, sem jet ski, Motinho, o que for, acabou. Para, cara. Muito obrigado pela sua presença nesse episódio, deu tudo certo aí. Gostou do final da lista? Manda um beijo, um abraço para quem ficou nos ouvindo até essa hora.
Um beijo, um abraço. Hoje é dia de festa porque a gente conseguiu fechar isso. Então abração aí para todo mundo, boa noite e muito obrigado.
Giovanni Pedruzzi, satisfeito com a nossa lista? Chegamos até o final sobrevivendo, sem soco, sem bate, sem vira-vira. Se despeça aí do pessoal que ficou até essa hora nos ouvindo, hein?
Tchau, gente, obrigado pela companhia em mais esse episódio. A gente sempre dá uma discutida, né, gente?
Mas é para isso que serve, trabalhamos para isso.
E assim, ó, eu vou esperar o do El-chan, né? Rolou uma promessa e eu gostei da promessa.
Terça-feira que vem já vamos gravar aí o do El-chan.
O Dio, ele quer analisar letras mais construtivas, né? Por isso que ele escolheu El-chan dessa vez.
Já sabe, jacaré, foi tu que deu a ideia. Pô, Fábio? Não, foi Amanda.
Amanda, eu primeiro, Fábio, porque eu queria analisar músicas mais construtivas.
Olha, então viu, conseguiu, conseguiu.
Parabéns, Amanda, teu desejo vai ser realizado.
Parabéns, Amanda.
Eu não tava sabendo que eu fui voltar, porque nem eu lembrava mais disso.
Amanda se salvou o episódio, a gente não tiver que gravar de novo. Eu volto e confio.
Foi mal, gente, seu beijo, né? Não era assim.
Muito obrigada pela sua presença hoje no nosso episódio. Vai mandar um beijo para sua mãe, para o seu pai, especialmente para o Diego?
Sim, para minha mãe, para o meu pai, para o meu namorado. Gente, aqui, ó, para vocês todos. Obrigada, gente, por, né, terem nos escutado até aqui. Engajem esse episódio em todas as redes sociais, onde vocês estarem. E obrigada, gente, aqui isso tudo é só uma brincadeira, viu? A gente jura que se gosta, que a gente tem que dar uma polemizada, né? A gente não briga tanto assim quando a gente— mentira, a gente briga. Não, mentira, a gente— eu juro que a gente se dá bem, viu?
Mas é que a gente tem que dar uma polemizada de vez em quando para ritar o episódio. Mas não é, não é tipo xuximara, viu? A gente realmente se gosta. E é isso, pessoal. É isso, gente. Beijo, até a próxima.
Beijo, até a próxima, galera. Faz esse episódio chegar na Mara. Beijo, vem derrubar nós, Mara. Beijo, abraço.
Eu vim é para os advogados.
Ai, tô nem tô, mulher louca. Beijo, tchau!