UAI VALETIM - EPISÓDIO #89
É uai, é ele mesmo, veio correndo pra cá! UAI Valentim na área, influenciador, maratonista e como um bom mineiro… proseador!
Bora trocar muita figurinha e conversar sobre nossa grande Beagá
- Ansiedade e saúde mentalCrises de ansiedade e medo de morrer · Tratamento com psiquiatra e medicamentos · A importância da atividade física para a saúde mental · Diferença entre ansiedade e depressão
- Início da carreira digitalPrimeiras postagens em redes sociais · Recebendo cortesias em restaurantes · Leilão de tortas e pizzas online
- Competição de corridaInício na corrida e planilha de 5km · Acidente na esteira e lesão na canela · Participação em provas de corrida (Volta da Pampulha, Meia Maratona) · Corrida na Lagoa da Pampulha e suas condições · Treinos em academia e estúdio
Não faz isso, rapaz. Você me compromete. Sobe o primeiro áudio. A gente tá conversando aqui, num bastidores. Aí você brinca com esse negócio de mesa de áudio, aí sobe ou não sobe, rapaz. Enfim. Já tá mal vivo, já?
Coisa boa, coisa boa. Mais um episódio do MostardaCast oficial, gente. Tem que ser oficial, né? Nessa terça, nesse horário nobre de terça-feira. Recebendo um convidado extremamente especial aqui, tá? A gente tem que ir com calma, conversar com calma para desacelerar o homem. Porque o homem é corredor.
Calma, calma. Antes de a gente apresentar e trazer ele aqui para a mesa, eu queria te pedir, já dei as boas-vindas para você, queria te pedir para você se inscrever no nosso canal, ativar o nosso sininho e compartilhar esse episódio para o maior número de pessoas, de amigos possível para você ajudar o nosso canal a crescer cada vez mais aqui nessa plataforma.
Se inscreva, não custa nada, vai lá rapidão, ativa o sininho, toda vez que sair um vídeo novo, um episódio ao vivo, você vai receber um short bacana, um bate-papo legal, um corte legal, você vai receber aí para você acompanhar e não perder nada do MostardaCast, tá? Se você compartilhar e comentar com alguém, é MostardaCast oficial, tá? Não se esqueça, é o oficial. Hoje nós estamos no episódio 89, chefe?
Número 89, logo, logo nós estamos batendo o 100 aí, vai ter novidade, vai ter uma comemoração bacana aí. Então acompanha a gente aqui, porque a gente traz o melhor, o melhor do mundo gastronômico e dos atuantes, dos personagens da gastronomia que a gente tem em BH, região metropolitana, Minas, São Paulo, Rio, você que está nos acompanhando aí. Sem fronteiras, sem fronteiras, tá certo? Pessoal, hoje nós estamos recebendo aqui o Valentim, o nosso grande parceiro aí das redes sociais, das mídias, é um cara que eu só vejo o cara...
fazendo exercício, muito exercício, mas o cara também come bastante. Então nós vamos trocar uma ideia aqui das experiências dele, do dia a dia aí. Meu cara, seja muito bem-vindo ao Almoçar da Cast. Prazer te receber aqui. Obrigadão. Obrigado você ter aceito esse convite, maluco. Obrigado é eu. Ó, bom demais estar aqui participando, curtindo esse podcast aqui. Novidade pra mim. Novidade? É, um pãozinho de queijo. Uma bandeja de pão de queijo. É novidade, me esperando. Olha.
Eu imaginei, por um acaso, que você gostasse. Ah, será? Por um acaso, será? Será. Tá no hype não, será? É, eu gosto muito, viu? Bom demais, né? Ponte queijo, nós que é mineiro. Gostou demais da conta, né? Nossa senhora. Fala não, ó. O ué até brilha. Esse daí tem... E tá recheado. E tá com... Peito de peru, chefe? Peito de peru, ó, pra você ver que coisa bacana. Eu vou colocar até peito de peru. Bom demais. É, ué.
Você começou nas mídias, como é que foi? Comecei em... Foi antes da pandemia. Foi antes da pandemia, você já estava na atividade?
Foi, deixa eu ver aqui, deixa eu só confirmar. Foi, foi, não, foi, é, foi antes da pandemia. Um tiquinho antes da pandemia. A pandemia começou em 2020, né, menino? É, finalzinho de 19, 2020, até março ali, né? É, aí eu tava, eu fui pra praia com a minha esposa, aí tinha uns amigos nossos, assim, que falaram, ah, já que você vai lá, posta lá uns trens pra gente ver.
Aí eu me empolguei, falei, não, então vou fazer também. Aí a gente foi para Aracaju. Um lugar bacana. Bom, aí a gente foi e tal, estava lá de vez em quando. Mas eu fazia muito avacaiado. Até que também não mudou muita coisa, não. Aí a gente foi, aí eu filmava no espelho, me mostrava lá e tal. Aí eu postava.
Aí é só postar, aí teve um dia que eu fui num restaurante, aqueles de beira-mar, aqueles quiosques. Só que era um quiosque, eu acho que é o mais chique lá de Aracaju. Aí eu fui lá, tinha até umas camas pra deitar. Aí eu peguei o celular e tô gravando, assim, postei, tô aqui e tal, não sei o quê. Aí eu falei, vou marcar esse pessoal aqui também. Aí eu fui marcar o perfil deles lá e continuei na praia. De repente, chegou dois champanhes. Ó. Aí eu falei, uai.
Eu falei, eu não pedi isso não. Ele falou, não, o proprietário pediu para passar para você. Eu falei, uai. Eu falei, eu estou gostando. Você tenta ficar um bom. Será que ele já imaginou que você era... Eu falei, será? Ele falou assim, uai, aquele ali tem jeito. Tem jeito. Só que a gente gostou muito desse lugar, não por causa do champanhe também. Gostamos muito desse lugar, aí pegou... No outro dia a gente voltou.
Aí eu falei, eu vou fazer de novo, vai que dá certo. Então eu fiz o estudo lá. No mesmo lugar? No mesmo quiosco. Chegou uma sobremesa. Aí eu falei, uai, esse trem é bacana. Aí eu falei, esse trem tá ficando legal. Isso tudo na faixa, né? Tudo 0800. Tudo 0800. Eu só peguei lá, acho que eu tinha 500 seguidores. Acho que eu tinha só amigo mesmo. Mas te incentivou bem. É, aí eu falei, não, esse trem ficou interessante.
Aí eu continuei postando. Aí voltou pra cá, eu fiquei meio assim e tal. Não, aí entrou a pandemia. Aí que treino. Ninguém sai, ninguém vai pra lugar nenhum e tal. Aí...
Uma tia minha comentou comigo, ué, porque você não faz umas lives fazendo uma receita? Eu falei, ué, legal. Aí eu peguei lá, tinha, aí tinha subido pra 600 seguidores. Aí já era mais no meio pro final de 2020, né? Já tava todo mundo lá.
Naquela época o algoritmo entregava, né? É. Aí tinha esses parâmetros. Colocava o celular assim e comecei a fazer uma pizza. Fiz uma pizza. Aí eu comi. Só que aí na próxima, eu falei, vou fazer uma outra coisa. Vou fazer uma torta doce. Aí eu fiz uma torta doce e falei assim... Falei com minha esposa, o que você acha da gente leiloar numa live essa torta? Olha. Ela falou, não, vamos.
Aí eu peguei e coloquei a máscara, né? Porque tava um negócio de pandemia. Coloquei máscara, coloquei touca, luva. Aí tava passando a live e aí eu ia fazendo a torta. Uma torta, aquele cheesecake de caramelo salgado e tal. Aí eu falei, ó, gente, vai ter uma live aqui e vai rolar o lance. Cada um vai dando um lance aí. O maior lance leva. Você foi lê-lo ano. É, e eu vou entregar.
Aí a minha esposa estava lá. Aí eu comecei a chamar. Ô assistente, olha aí quanto já está os lances. E ela ia olhando. Ah, deu tanto. Fulano deu tanto. Eu falei, opa. Ela ia falando e você movimentando. Eu ia fazendo. Movimentando e fazendo receita com o celular aqui. Ela olhava pelo dela os lances. E foi dando o lance e tal. Eu sei que uma toça saiu por 160 reais.
maior lance. É, tô igual a confeiteira, famosa, aí eu fui, a gente entregou a torta, aí depois eu falei, eu vou fazer a pizza de novo, porque ficou boa. Aí eu fiz a pizza também, leilo amo, saiu a pizza, mais de 100 reais também, uma pizza.
As pizzas boas de marca famosa é menos de 100. A minha foi mais de 100. Naquela época ainda, né? Ué, todo mundo parado. Mas acho que eles ficaram mais com dó de mim. Do que pra... Você acha que foi mais incentivo do que... Mas naquela época tinha muita coisa atral, né? É uma atração, né? Aconteceu muita coisa assim. Porque a pessoa não tava... Ninguém tinha... Não tava fazendo nada. Não podia sair? Não podia sair, não podia fazer nada.
Eu acho que eles falaram... Ah, vamos... Ele tá brincando de lá, vou brincar de cá. E depois a gente come a pizza.
E eu gosto de fazer receita, eu gosto de fazer coisa diferente. Pois é, cara. Eu tô vendo que você fala, não, fiz uma torta, fiz uma pizza. Você já cozinhava? Não, eu sempre fui curioso. Curioso. É, curioso e gosto de comer, né? Tanto que eu corro pra comer. Aí eu sempre tive curiosidade, sempre gostei, sempre pesquiso coisas no YouTube. Tem algo que eu invento uns trens de cabeça lá, faço.
Só que eu não gosto de fazer o básico, aquele de todo dia, sabe? Arroz, feijão e tal. Eu faço. Você faz umas coisas diferentes. Só que eu gosto de fazer um trem diferente. Eu gosto de fazer uma galinhada, um arroz carreteiro. Eu fiz uma canjiquinha cremosa. Postei até hoje no meu perfil uma canjiquinha cremosa. Porque eu fui numa pousada aí, aí eu fui e fiz uma canjiquinha cremosa. Aí postei.
O que é diferente nela? O que rola? Ela tem a canjiquinha, né? Que vem com costelinha, que é tipo um caldo. Só que essa não. Você deixa reduzir. Aí ela vai quase secar. Aí você joga um queijo meia cura ainda. Aí o trem fica ruim. Fica ruim, né? Ela fica mais consistente. Fica mais cremosa. E não fica aquele caldo.
Mas aí você equilibra no tempero por causa do queijo. É, só tira um pouquinho do sal. Tira um pouquinho do sal, porque na hora o queijo já vai salgado. Qual queijo você jogou? Meia cura. Meia cura. Caramba, cara. Ó, o trem fica bom. Sua esposa alimenta bem, né? Quando você faz umas coisas bacanas. Sim, e ela não sabe fazer nada. É mesmo? Nada. Quer dizer, ela sabe fazer lasanha...
Não, ela faz o trivial e você que inventa a diferença. Nada? Não, não faz o trivial, não. Você que desembola, então. É, eu que faço. Eu gosto de fazer. Só que eu gosto de fazer quando eu quero e o que eu quero. As coisas diferentes. Não fica mandando eu fazer, não, que eu vou fazer, não. Aí não sai. Aí não sai. É o dia que eu vou fazer um negócio diferente aqui. Vou fazer, vou bagunçar esse trem, vou ficar com dor nas costas, porque eu sou alto. Aí as bancadas sempre é barra. Aí você fica aqui trincocundinho, assim.
E você não grava mais não? Esses processos que você faz em casa? Eu gravo a receita, né? Só que aí tem que ser bem rápido, né? Por causa do Reels, do Instagram. Tem que ser tudo muito editado rápido, né? Eu gravo lá 40 minutos para transformar em menos de 3.
Três minutos ainda passa batido? Três minutos dá... Quando é uma receita ainda passa batido, né? É, mas o bom seria menos de um e meio. Um e meio, né? Só que é difícil demais eu postar uma receita com... Não tem jeito, né? E aquele negócio também que o pessoal posta no 2X ali, você não entende nada, não correria dá nada. Eu até ponho um pouquinho, mas eu falo assim, eu tenho que ficar até quando minha voz começar a mudar. Quando não atrapalha a voz, né? Aí você segura. Aí dá, mas se for mais que um... aí fica ruim.
Mas naquela época você ainda não corria. 2019, 2020, não. Era só, você ficou um período só comendo. Só comendo. Só comendo. Aí deu certo. Aí deu, aí eu comecei, aí depois acabou a pandemia. Aí eu falei, vou tentar também umas parcerias aí com restaurante, esses trens. Só que era tudo permuta, né? Chamar, ô, eu vou ir gravar.
vão trocar? O que eu estiver gravando, você deixa eu passar na lenda. Aí começou. Aí tem também uns influencers que me dão muita ajuda, um que tem que agradecer muito é o Eduardo do Coma BMH. Legal. Ele me deu muita moral no início. Pedi dúvida, tirei, chamei ele no Instagram. Como é que faz? Você pode me dar moral.
De braço aberto. Ele tá forte, né? Agitadão lá, sempre. Ah, ele é ligado no... E tem um monte de canal, né? 380, é. Tem um monte ali de vertente que ele desembora ali. Um monte, na hora é um treino que ele inventa. Do nada, aí você tá olhando assim, nossa, ele tá lá no centro. Aí você vai no outro perfil, ele já tá lá em outro estado. Nossa Senhora.
É legal que ele tem umas ações sociais bacanas também. Também, bem bacana. Faz umas ações sociais legais. Aproveita, vamos falar assim, o alcance que tem, né? A influência que tem para ajudar, para fazer uma coisa bacana. Eles sempre fazem uns treinos de doação de comida, de uns eventos assim bem legais. E você parou de fazer leilão.
Eu parei, parei, fiquei só na pandemia. Aí eu falei, ah, mas com esse tanto de gente não vai dar certo, não é? Aí você vai ter que fazer todo dia, todo dia um bailãozinho. Nossa, aí eu não vou aguentar não, porque eu só gosto de cozinhar no que eu quero. Aí você tem que ficar, ah, faz. Ó, hoje tem que fazer. É porque aí vai virar obrigação, né? É, aí que tá o problema, você tem que dar obrigação de cozinhar.
Mas hoje em dia o seu roteiro, vamos falar assim, o seu roteiro diário já é uma coisa mais suave. Você não produz mais para você gravar. E quando foi que você teve essa mudança? Desculpa, quando teve essa mudança? Por exemplo, estou só comendo, agora eu preciso de fazer exercício, vou trazer isso para mim aqui. Rolou alguma coisa de saúde? Foi de cabeça mesmo? O que pegou? Comeu demais? Não, teve a pandemia. Durou o quê? Uns dois anos?
Foi uns dois anos. Vamos falar assim, né? Um ano e pouco, até o pessoal pegar a confiança de mim. Vamos bater dois anos. Só que aí, nisso, muita gente morria, muita gente falou matéria no jornal. Não, ela tá morrendo, não sei o quê, não sei o quê. Aí bateu ansiedade. Ih, cara. Aí... Medo de pegar estranho. Nossa senhora. Aí eu fui na psiquiatra e tal.
Falei com ela, eu tô com alguma coisa. Primeiro eu fui no cardiologista, fui no pneumologista. Tudo quanto é médico eu fui. Gastei horrores de dinheiro, achando que eu tava tendo um troço, achando que eu ia morrer. Mas tava dando crise de ansiedade? Crise. Sério? Crise forte. E eu falei, não, vou morrer, tô com falta de ar. Aí eu ia no médico e no outro médico, você tá com ansiedade. Aí eu falei, eu paguei pro cara vir olhar pra minha cara, você tá com ansiedade. Você tá ansioso. Sacanagem, sacanagem.
Não, eu tô tendo, eu tô sentindo. Você tinha certeza que você tinha alguma coisa? Eu tô sentindo que eu tô indo embora. Aí eu ia no outro. Não, você tem ansiedade. Eu falei, não pode, não. Aí eu fui no outro. Acho que eu fui nos quatro médicos. Todo mundo falou que eu tava ansioso. Tudo mais ansioso. Eu falei, então vou nas psiquiatras, vamos ver se ela fala também. Vai que ela não fala. Ela fala, não, você tá com problema mesmo. É.
Aí ela pegou e fez o diagnóstico lá, era realmente ansiedade. Aí eu faço tratamento até hoje, tomo medicamento pra ansiedade, porque tiver algum efeito aí. Eu já tentei até parar o remédio, fiquei um ano. Só que aí depois teve uma recadida, aí eu voltei. Tive uma crise de novo. Tive. E... E...
Aí, início da ansiedade, na hora que eu cheguei na médica, ela sempre perguntava assim, você está fazendo alguma coisa? Eu falei, não, eu como. Como, gravo uns vídeos, aí eu falei para ela. E trabalho, né, de CLT mesmo, de 8 às 18. Aí ela falou, você tem que fazer alguma atividade.
Tem que ter uma válvula de escape. É, eu falei, você tem que fazer atividade, porque atividade vai te ajudar a melhorar a ansiedade. Tem um remédio que ajuda, mas a ansiedade vai melhorar. A atividade fixa vai melhorar mais. Aí eu falei, academia eu não gosto. Não gosto de fazer academia? Nem.
Aí, natação... Ai, você tem que ficar... Mas é bom. Eu gosto de natação na praia, não é que eu tô no mar. Lazer, né? É. E acaba virando uma obrigação também, né? Eu preciso de ir pra melhorar e tal. Aí perde o prazer de ser diversão, né? Sim.
Aí, com isso, não consegui nada. Aí a minha esposa falou, não, vamos para a academia. Eu falei, então vamos para a academia, eu vou tentar esse trem. Aí puxei ferro lá, falei, não, não vou fazer esse tanto de ferro. Aí eu ia para a esteira. Eu comecei na esteira. Tá, tá, tá, caminhando, aí depois comecei a dar uns trotezinhos, aí depois andava. Aí eu entrei no Google, digitei, como correr 5 quilômetros?
Aí eu achei uma planilha lá. Falava, ó, tem todo um preparo. Sim. Cinco quilômetros em trinta dias. Aí fala lá, ó, no primeiro dia você vai andar dez minutos, depois você vai correr um trotezinho leve, dois minutos, aí você vai caminhar mais tanto. Aí pula um dia que é descansa, aí no outro dia você vai... Aí vai aumentando, vai aumentando. Até chegar no trigésimo dia que eu vou estar correndo. Não igual usei boat. Sim, mas você vai conseguir correr cinco quilômetros. Para...
5km. Aí eu fui na esteira. Tá, tá, tá. Mas aí você foi correr os 5km na esteira. Na esteira, eu fui fazendo só na esteira. Tô pagando academia. Ambiente controlado. É, eu falei, pelo menos eu tô na academia aqui. Aí eu ia, que trotezinho e tal. Aí...
comecei e tal, falei, eu tô gostando desse negócio. Aí achei uma assessoria, eu falei, como eu tô gostando de correr, vou procurar um assessor pra ele também me ajudar nos planejamentos, né? Porque vai que isso aqui também não adianta nada, é só pra mim conseguir.
Aí eu comecei com essa assessoria junto com o negócio. Só que aí na assessoria tem todo tipo de preparo. Tem o preparo de resistência, tem o preparo de velocidade. Aí tinha um dia lá que teve um treino que chama de tiro. Que é você correr uma distância pequena em uma velocidade alta. Aí na esteira eu falei, na esteira é fácil. Porque aí eu ponho uma velocidade e já fiz várias vezes.
Só que aí teve um dia que eu tava fazendo e suei muito.
Aí terminava essa corrida, vamos dizer que era a 16 por hora velocidade. Aí passava assim um minuto, aí eu tinha que parar. Só que você está quase morrendo. Para você até desacelerar a esteira, aí você já morreu. Aí o que a gente faz? Você tinha que pular para fora. Aí você pula e põe os pés para fora assim e depois diminui. Escuta só. É. Aí eu dou. O que que eu... Você já morreu.
Pulei. Não é que eu pulei, meu pé escorregou. Foi pra esteira. Aí eu caí na esteira e... Prá!
Dei uma lenhada na canela Que eu tenho uma cicatriz desse tamanho Sério, cara? Cortou? Deu uma rasgadinha Eu tenho a cicatriz aí Deu ponto? Não Só uma esfolada boa mesmo Agora tenho tipo uma tatuagem Só que não é nem a dor O negócio O negócio que depois que eu caí pra trás assim Olhei pra esteira de cá Tinha uma mulher Quando eu olhei pra esteira de cá tinha outra mulher As duas olhando assim Amém
Eu falei, meu Deus. Que vergonha. Eu vou embora porque está doendo, ardendo. Ou eu levanto e fingo que nada aconteceu. Eu fiquei sem fazer. Que vergonha. Já tinha acontecido, não tinha jeito. A vergonha era maior. Eu levantei rapidinho e fui na esteira de novo. Falei, vou continuar correndo.
Aí eu tipo, meio que assim, não aconteceu nada. Aí eu coloquei a velocidade um pouquinho menor. Menor pra você... Aí eu continuei, só que tava doendo. A canela. E tava escorrendo. O zanguacinho. Nossa, que vergonha.
E você tentando fingir que nada aconteceu, mas o sangue está correndo. Olhava para o relógio assim, falando, não, foi nada, foi nada. Está tudo certo. Ninguém te falou assim, ô moço, está machucado aí. Não, falou não. Aí eu peguei, só fiz mais uma corridinha, desliguei e falei...
Acabou. Peguei minhas coisas e saí. Só que quando eu cheguei na recepção, eu falei, eu quero fechar a academia. Não quero vir mais, não. Aí eu cancelei meu plano. Eu falei, eu vou correr na rua mesmo. Na rua é melhor. Academia é muito perigoso pra mim. Eu já não gosto de academia, né? Eu sou pro acidente. A academia foi e te machucou, né? Foi e me machucou. Falei, não, não vou fazer isso, não. Aí eu fui, cancelei e comecei na rua.
Mas se o esposo não tava no dia lá, não, né? Não ia conseguir, não. Tava, mas ela fazia outra atividade.
Ela fazia aquele negócio de aeróbico. Ela estava em outro local e eu estava lá em cima. Aí você contou para ela. Ela riu até, né? Que vergonha, hein? Ficou gravada na academia, com certeza. Pior que é, né? Mas aí eu não sei não, porque eu cancelei também o plano. Aí você foi para a rua. Aí eu fui para a rua. Aí eu comecei no treino na rua.
Aí eu consegui correr meus 5km devagar, no trotezinho, mas completei. Aí depois fui pros 10. Aí já tem brincando, brincando. Aí vai pra quarto ano já. Quatro anos já. Que eu fico brincando aí nesse negócio de correr.
E como que transformou essa sua relação da comida com a corrida? Hoje você tem a sua chamada, correr para comer. Correr para comer. É claro que você está cuidando do corpo e também você está falando de comida. Quem te acompanha nas redes sociais, você está sempre dentro de um estabelecimento gastronômico, você está sempre mostrando o rango do local, o prato, enfim.
mas sem perder também a linha da corrida. Hoje você mostra mais esse seu dia a dia da corrida e com a comida. E você vai ali, por exemplo, você foi lá e fez um vídeo num restaurante X. Mostrou ali o cardápio e tal, e comeu e desembolou. Mas você ainda pensa em alguma coisa. Por exemplo, você ainda segue um cronograma de alimentação? Ou hoje eu vou correr realmente para poder comer?
Ó, vou contar. Tem 16 anos que eu fiz redução de estômago. Não parece, mas tem 16 anos que eu fiz redução. Então, gostava de comer desde sempre. E você tem 16 anos, então você lá no comecinho, vamos falar assim, né? Começou que teve essas cirurgias, né? Esse tipo de cirurgia. Foi em 2010 que eu fiz. Aí eu fiz a redução.
E eu sempre gostei de comer. Aí, tanto que na hora que eu saía para comer já, muito, aí eu fui para a praia, comecei a gravar, mostrava comida. Aí eu voltei e falei, já que eu vou gravar, eu vou comer. É uma coisa que eu sempre gostei e gosto de fazer também. E ao correr para comer...
É que todo mundo tem um objetivo, né? Ah, eu vou correr pra ficar assim, quase assim. Tem gente que corre pra ficar mais saudável, essas coisas. Tem gente que corre pra...
Para ganhar mesmo, provas, fazer negócio. Sim, competir. É. E eu gosto de correr para me divertir por causa da ansiedade, que é a única coisa que eu consigo fazer, assim, que eu faço, não, amanhã eu vou correr. Eu me sinto bem e quero fazer. É corrida de atividade física, é corrida.
E eu falei, vou misturar os dois. Correr, que eu comecei a fazer, e comer. Só que quando eu comecei a correr, eu não mostrava tanto. Eu falei assim, não sei se o pessoal que me segue vai... Vem mais pela comida, vai ver na corrida. Vai ver o correr.
Ah, eu falei, ah, mas também vou mostrar o que eu gosto também, não vou ficar também mostrando. Se limitando, né? É, vou falar, meu perfil é de comer. Não, meu perfil é o Ai Valentim, sou eu Valentim, então vou mostrar o que eu gosto, que é correr e comer.
Aí eu voltei da praia agora e eu e minha esposa, a gente saiu da linha. A gente comiu um pouquinho a mais. Você foi pra praia agora? Foi, tava lá em João Pessoa. É? Fiquei lá dez dias. Só vai pra uns lugares legais, né? O Aé é uma vez por ano, CLT, né? Pegou as feiras e foi. É, já que vai, põe no cartão lá. Depois a gente resolve, né? Depois se vira pra pagar também.
Aí eu gosto muito disso, aí eu falei, ah, vou manter isso, vou correr. Tem muita gente que gosta, também o pessoal tá crescendo muito esse negócio de corrida. E eu quero fazer de forma descontraída também. Nada aquela pressão, ah, você tem que fazer isso, isso. É o meu jeito que eu faço. Só que antes de ir pra praia, agora, a gente tinha um acompanhamento nutricional. Sim.
A gente segue assim, entre aspas, não 100%. Você sabe que tem, mas... Uns 80%. Uns 80% em 100%. Tipo assim, se você olha hoje, eu não vou seguir não. É. Só que durante a semana até que dá para seguir. O negócio é o final de semana. Esse é complicado. Final de semana é um dia que você se permite.
É porque é quando a gente tem mais tempo, a gente vai sair, vamos sair para gravar alguma coisa, que eu deixo mais para gravar final de semana. E a hora boa, que é comida.
Aí a gente pega e sai da linha um pouquinho e tal. Só que aí nesse tempo aí já tem o quê? Um mês que a gente voltou de viagem, um mês e pouquinho. Esse final de semana a gente já tem nutricionista. A gente ia voltar. De cabeça baixa. De cabeça baixa. Arraba entre as pernas. Fala, é, agora nós precisa voltar.
Aí a gente já marcou sábado agora Pra fazer de novo acompanhamento Eu ia te perguntar Se você contou pra sua nutricionista Que você faz uns vídeos comendo Só que com certeza Seu nutricionista te segue É
anterior, eu contei essa novata ainda não. Mas com certeza ela te segue. A gente está fazendo assim, vamos testar outra também. Uma que não vê rede social, uma que não é muito ligada nisso. Aí eu falei, é porque essa tem um pouquinho de... Ela faz nutrição para...
Para atleta. Tipo atleta. Não que eu seja um atleta. Não, você é um atleta. Você é atleta. Mas que faça uma nutrição para atleta. Você pode ser um atleta de final de semana, você pode ser um atleta amador, mas você não deixa de ser atleta. Não. Eu sou atleta de academia, então assim, eu, você correndo na esteira aí, eu estou morrendo de inveja. Porque ali é só, opa, academia, no 5 ali, no máximo ali, tranquilo. Faço meus 20 minutinhos, já doido para ir embora.
E tá tudo certo. Eu tô morrendo de inveja de você falando aqui que tá correndo 5, correu 5 quilômetros. Hoje, claro que você corre mais, né? É, eu já fiz o final do ano passado a volta da Pampulha. Meio do ano agora eu tenho a meia maratona. Corra a lagoa toda? Olha só uma parte dela.
A volta internacional da lagoa é toda. Tem 16 quilômetros? 18. 18 quilômetros. 18 quilômetros. Daí no meio do ano agora, em finalzinho de junho, tem a meia de Belo Horizonte, a meia maratona, que é 21 quilômetros. Aí ela pega a lagoa toda, mais um pedaço do zoológico.
Tá. Aí dá os 21 quilômetros. Vai pra dentro do zoológico? Vai pra dentro do zoológico. Sobe, pega aquele morrinho do zoológico, depois desce. Porque o morrinho é puxado, né? É, e é mais na parte final ainda. Pra ficar pior. Nossa. Você tem impressão também que o zoológico, parece que tem um sol lá dentro do zoológico? Tem também. Tem um tempão que eu não vou, mas às vezes que eu... Cara, você vai dentro do zoológico pra gente, não é possível.
Eles estão criando um sol aqui dentro aqui. Eu não sei se a gente deixa pra ir só nas férias, assim, de final de ano, que aí tá um verãozão.
É, é a hora que você tá mais assim. Na época que a gente ia com escola também, né? É, lá é bem quente, né?
Parque também, né? Parque é muito aberto, muito quente. É, porque tem muita umidade, né? Tem muita umidade. Humidade que é o problema. Muita árvore. Igual na volta da Pampoelha, você fala assim, que dia bonito e tal, agradável. Mas para quem está correndo, a umidade é complicado. Didrata, né? Didrata muito, você fica cansado, tudo pesa. Tanto que na volta lá, acho que eu demorei duas horas para dar a volta na...
Os campeão lá, acho que ele já estava até no aeroporto indo embora, enquanto eu terminei de dar a volta. Ele estava em casa assistindo lá, ó, o rapaz terminou agora. E o pior da volta da Lagoa é o quilômetro 9. Porque se você desistir, tem 9 para voltar.
Não tem jeito, você está no meio do caminho. Você está no meio do caminho. Aí você termina, você termina. Não tem outra escolha. E ele está mais ou menos em que altura? Nossa, não vou saber de cor, não. Ele começa onde? Sai ali da... Pelo Mineirão? Sai ali naquela rua debaixo do Mineirão ali. Da entrada do... Daquele negócio do céu, né? Sim. Sai dali... Aí, sentido...
Barragem Indo pro lado direito ali Indo pra barragem, né? Isso, aí dá a volta toda Aí teve uma hora lá também que eu falei assim Ah, tô cansado, vou andar nesse trem aqui Ah, não de boa Eu que paguei o trem A sua esposa corre com você? Não Não? Não Não animou não? Não, não agradou muito não
A gente faz, apesar de eu não gostar de academia, a gente faz duas vezes na semana, ela conseguiu me convencer. Só que é uma academia diferente, que é aquela academia estúdio. Sim. Tipo, são cinco alunos. É mais intimista, mais fechadinho. É, que eu acho que a outra lá não gostava, porque é assim, você faz o seu exercício, vai lá e faz. Tem muito acompanhamento.
É, já essa não é essa. Já tem um professor lá falando, não, você vai fazer assim, não, você tá fazendo errado, não, não é assim, é assim, é assado. Mas legal quando você tem alguém te orientando, acompanhando. É, porque se não tiver me olhando, eu não vou fazer, não. Você vai ser auto-sabotado. Ah, eu sou batata pra fazer isso. Falei, ah, não vou fazer nada, não.
Ah, vou pôr aqui, ó, 30 quilos. Ah, aqui 30? Vou pôr 10 aqui, tá bom. Tá tudo certo, depois fui embora. Você fez? Fiz. Fiz. Fiz o exercício. Aí essa outra até que é legalzinha. E é um tempo reduzido, é 40 minutos. É. Aí, e ela gosta de fazer, aí eu fui e já tenho... Vai fazer um ano agora que a gente tá nessa... Ver mais resultados. Só que é duas vezes também na semana. Você consegue ver um pouco mais de resultado também, né? Sente melhor, não fala assim. Só que aí nos outros dias eu corro, aí eu... Mas você cortou o dia não, né?
Não, costuma ser dia sim, dia não. Hoje você correu? Não, porque eu vim aqui. Você correu à noite? Corro à noite. Ah, de manhã eu já tentei acordar. Só no acordo, eu estiver acordando. De manhã você não funciona muito bem? Funcionar eu funciono, mas tem que ser depois das sete. Depois das sete? Seis, sete. Ah não, mas tá cedo ainda. Só que eu trabalho, eu sou CLT. Eu tenho que estar lá oito horas aí. Você faz o quê? Trabalho com informática. Com informática? Isso.
Aí, pra mim, tá lá oito horas. Aí eu tenho que sair, correr, voltar suado, tomar café. Tomar café, tomar um banho e já chega. Tomar um banho e aí já atrasou. Já chega a cabeça, já apertando os tênis tudo errado, programando tudo errado. Até que pra começar o dia é muito bom. É bom, né? Você correr e depois continuar o dia é bom. Só que o problema é o horário. Aí eu corro a noite. Já sábado e domingo.
Aí eu... Já dá pra correr de dia. É. Mas se tiver prova, aí pode ser que horário que for. Pode ser 5 horas da manhã. É, porque é objetivo, né? Ah, tem vezes que tem corrida, assim. Uns corridas bacanas. Já acorda, é 4 e meia. Bum, tem corrida. Já acorda, empolgadão. É mesmo, cara? Você fica empolgadaço, assim? Ah, eu gosto. Domingo agora tem uma prova da corrida da Polícia Civil.
Domingo agora, a Polícia Civil. Domingo agora. Onde vai ser? Vai ser na Lagoa ali, na Praça Nova da Pampulha, do lado da igrejinha. Sei. Aquela praça lá. Tá ficando bem movimentada ali, perto da igrejinha, no final de semana. Outro dia eu fui lá e disse, cara... Ah, tem muita gente correndo, fazendo atividade. Gente correndo, fazendo atividade, bicicleta. Bicicleta, sim, mato. Mato. Parece o pessoal, bicicleta de BH, tudo foi pra lá. E tem uns que correm devagar, tem uns que parece que vai...
Foguete, competição? É, no meio de um monte de gente ali, uma meninada correndo, a bicicleta passando. Cara, é excesso de informação e ninguém bate nem ninguém. E a roda gigante rodando, o pessoal comentando. Você tá doido, mano? Olha o coco, olha o coco, olha o coco. O jacaré bizoendo também. O jacaré olhando. Você já achou um jacarézinho lá?
Não, até hoje nunca vi ele. Eu já vi capivara, muita. Ah, capivara tem um monte. Igual praga aqui. Muito, muito. E é simpática. Filhote, adulto. Simpática, nadelas, acho que já acostumou com o pessoal. Se bobear, faz pose pra tirar foto, né? É. Agora o jacaré eu nunca vi, não. Também nunca vi, não. Eles falam que tem, postam uns vídeos, postam a foto.
Nunca vi Diz que é mais de um, né, diretor? O jacaré lá, você viu uma vez Mais de um jacaré? É, nunca vi nenhum, imagina ver mais de um Diz que tinha um famosão lá, né Como é que era o nome do famosão lá? Você lembra, não? Acho que já morreu também Símbolo lá da lagoa, alguma coisa assim, não tem? Comia os bichos lá, os patos lá Agora pato tem muito lá Tem uns passarinhos lá, né Mas é gostoso, né, você correr na lagoa Só podia ser mais limpa, né Você acha?
Ah, eu já podia limpar ela direito, né? Tava rolando um projeto aí que tava navegando, parou já? Ah, não sei. Não sei, eu não tenho vontade de...
Me interessou muito, não. Porque ela não tá limpa. Mas num barquinho passa batido, não passa nada. O problema tá lá no meio, tá aquela cheiradinha ruim. É igual os 9km, você não tem pão de correr. Pois é, você sabe que não é limpo. Aí você faz esse trem, dá uma afundadinha aqui. Você vai nadar junto com os jacarés, sabe? Que jacarés que o pessoal...
Você sai igual o jacaré, né? Verde. Já sai verde. Cheio de negócio. Que loucura, cara. Porque dá pra você ver. Na hora que você tá andando assim, correndo em volta da lagoa, você vê aquelas tubulações assim. Você tá vendo que... Tá vendo o esgoto caindo. É. E tem umas bordinhas ali. Nossa, gente, é muito ruim. Vamos falar de comida. Comida é mais legal do que a gente falar. Comida é legal. A lagoa é muito bonita, a pampulha é muito bonita.
Mas aí, ó... Podia ser mais. Podia ser mais, né? Podia ser mais. É a promessa de sempre, né? É igual o metrô ir pro barreiro. É a lagoa da pampulha. Você limpa, né?
É, mas o metrô também é uma vergonha, né? Nossa, o trem é uma linha. Você é de BH mesmo? Sou de BH. E carrega esse... Eu tenho uma teoria que quem conversa assim, igual a gente conversa rapidinho, mineirinho, pão de queijinho, é o pessoal daqui, da região metropolitana, porque interior cada um tem um jeitinho mais.
Mais puxado para interior mesmo. Agora, esse que passa na televisão que o pessoal fala, o Mineirinho, o Belo Horizonte, é a gente que fala daqui, não é? Você acha que... Acho que é. Você nunca percebeu isso, não? Não.
Eu sei que nós comemos muitas palavras, né? Não, encurta tudo, né? Pra que falar tudo também? Cansa. Bobagem, cansa. Todo mundo vai entender do mesmo jeito. Gasta energia pra correr. Deixar a energia pra outra coisa, pra comer. Pra comer. Ó, o ponto de queijo tá aí, cara. Pode ficar a vontade. Pode chegar junto aí, que esse é nosso aí.
E que comida, vamos falar de comida, falar de lagoa não, comida. O que é esse rolê seu e o que é que você já viu de legal, que eu sei que é um trabalho, né? Vamos falar assim, você está nas mídias, está nas redes, influenciar outras pessoas a...
conhecer esses estabelecimentos, hoje em dia é uma vertente, é um trabalho. Você tem uma troca permutária, alguns trabalham com valores, e você acaba divulgando para outras pessoas. E o pessoal acha muito curioso quando a gente bate o papo com o influencer, não sei nem se você curte essa nomenclatura, não, eu sou influenciador e tal.
Tem alguns que não gostam muito. Não, bobagem. Eu estou só fazendo nos vídeos e o pessoal gosta. Mas, de uma certa forma, ele acaba influenciando as pessoas. Nessa sua jornada nos estabelecimentos de BH, região metropolitana, até fora de Minas, nas suas viagens para a praia, em outras viagens que você fez também.
O que você já viu de legal é que te surpreendeu? Por exemplo, eu fui no estabelecimento, não vi nada demais, mas fiz um trabalho ali. E se tem esse lance, tipo assim, não gostei do atendimento, não gostei da comida, não vou postar. Ou eu posto mesmo assim, não estou nem aí, está tudo certo. Como é que você trabalha hoje?
Sem te comprometer. Não, pode ficar em paz. Se eu não gosto, eu não posto. Se eu não gosto, eu não posto. Mas eu passo feedback. Entendi. Chamo o gerente, o proprietário, tá assim, assim, assado, não tá bom. Olha aqui como é que tá. Você quer que eu volte outro dia? A gente faz de novo, não tem problema. Aí eu falo, não vou postar. Ou então trouxe lá várias coisas. Trouxe o pão de queijo aqui, trouxe mais um negócio, um negócio.
O pão de queijo e esse outro aqui tá bem bacana. Já o outro ali não tá bom. Eu falei, ó, vou mostrar esses dois aqui, ó. Porque esse aqui não tá legal. Vou mostrar, depois a pessoa vem aqui e pede, o trem tá desse jeito.
Aí te coloca em xeque. Aí não fica legal. Eu prefiro não... E eu gosto de mostrar a minha experiência. Não quero falar assim, ó, vem comer, que é isso. Ó, eu... O gosto é meu, né? O que eu gostar não quer dizer que você vai gostar. Mas eu mostro a minha experiência. Ó, tá muito gostoso e tal. Isso, eu gostei. Isso aqui é bacana. Nossa, esse trinco é maravilhoso.
Pode ser maravilhoso pra mim, mas não pra você. Igual, você chegar pra mim e falar assim, tem pouquíssima coisa que eu não como. Mas antes de eu falar que eu não como, eu tenho que provar. Só que aí, igual, uma coisa que eu não gosto é coentro. Só que eu amo bobo de camarão. E tem coentro. A maioria do bobo vem coentro.
eu tô nem aí pro coentro você esquece dele, mas eu sei que ele tá ali, eu vou sentir o gosto dele mas o babó de camarão eu vou comer, apesar de eu não gostar dele só que eu não vou chegar pra você e falar assim o Mário é...
É, tá delicioso esse aqui, você tem que comer. Mas você não gosta de coentro. Mesmo se tiver coentro, você não vai comer. Mas como é que eu vou falar pra você comer? Vou falar a minha experiência. Eu não gosto de coentro não, mas esse bobó aqui, rapaz, tem que estar bom, viu? Porque tá gostoso. Só que eu não gosto de coentro, eu já tô vazando.
Ah, eu também não gosto de coentro, então não vou. Aí eu falei, tá bom, mas tem o tal do... É bom que você deixa as pessoas até mais confortáveis também. Pô, eu também não gosto de coentro, mas se ele falou que tá legal, pô, vou lá experimentar. Vou lá ver como é que tá esse negócio. Às vezes eu me permito, né?
comer o bobo e nem prestar atenção no coentro. É. Ou então tem coisa também igual. Eu já tentei comer várias vezes piqui. Eu não consigo. Não agrada. Toda hora que eu falo que eu não gosto de piqui, o pessoal que é isso? Mas o piqui puro ou ele... Ah, tentei de tudo. Já tentei ele põe no arroz, o piqui puro, com frango.
Não vai. São os mais comuns, né? Você comer no alvo e no frango, né? Ah, eu vou... Não vai, não consigo. Já tentei. Aí, se tiver um prato de piqui, eu não vou comer. Não vou gravar um piqui.
Porque eu não como, eu não vou pegar... Mas já aconteceu ou não, né? O quê? Você achar um... Que tem piqui? Um restaurante que te ofereceu piqui? Não, né? Não. Só naqueles self-service, né? Sim. Aí eu nem ponho. Porque eu não... Se me oferecer... Grava pra mim um prato de piqui. Eu falo, não vou gravar não, porque eu não vou comer esse trem. Eu passo. Não sei se tá bom. Ruim vai estar, porque eu não gosto de piqui. É, a sua experiência é o que você falou. Você mostra a sua experiência. A experiência não vai ser boa.
É, eu não vou falar o quê? Eu vou falar, tá ruim. Mas você chega e fala, né? Eu não curto piqui, não, irmão. Eu não vou... É, eu vou falar, isso aí não dá, não. Isso aí eu vou comer, não, porque eu não gosto disso, não. E algum estabelecimento já achou ruim com você de alguma coisa? Você pô, lá e fala, não desembolou e tal. Não, até hoje não. Foi suave. Graças a Deus, não. Foi suave. E o que você já comeu de mais legal nessa... Tipo assim, cara, que negócio ali foi... Foi top.
É muita coisa que já comeu também, né? Nossa, é coisa demais. Ainda mais quando o pessoal pergunta pra gente. Fala assim, me indica um negócio... Some tudo a cabeça. Some tudo. Mas as perguntas também. Não é mais que me indica... Some tudo na hora. Não sei, não consigo lembrar nenhum. Vira e mexe, eles me mandam mensagem. Ah, Mário, eu quero comemorar o meu aniversário. Tem uma hamburgueria legal que você conhece? Caramba, cara, eu conheço tanta. Nossa, é difícil. Mas qual que eu indico?
Ah, tem um restaurante legal, você que trabalha com gastronomia, me fala um restaurante legal, gente. Aí minha cabeça vira o mapa, né? Aí eu fico rodando em BH, fico procurando aqui um lugar legal, mas a gente tem que saber pra quê. Eu penso o seguinte, pra poder me ajudar.
Pra quê? Quem que vai? Ah, vai 20 pessoas, nós vamos zoar. É aniversário da minha mãe, aniversário de um amigo e tal. Nossa, é difícil demais. Ah, me mandam um restaurante que vai eu e minha esposa. Pô, aí já é uma coisa diferente. Aí você diz assim, pô, então vou pensar um restaurante legal, que você vai impressionar a sua esposa, ou vai impressionar o esposo. Então deixa eu pensar num negócio aqui bacana, pra poder te mandar.
Ah, cara, me fala, é um lugar legal que eu vou para um show e depois que eu sair do show, eu vou para esse lugar de madrugada, 5 horas da manhã. Aí vem Nonô na cabeça, vem o do Pastel lá na Professor Moraes. Como é que chama? Rei do Pastel? Rei do Pastel. Rei do Pastel. Aí vem um monte desses assim, que são de ocasião. Não, cara, vai nesse, porque tem muita coisa que não está aberta.
Muita coisa. Muita coisa. Cinco horas da manhã. Tem um das pulas lá em cima. Tá vendo? Então, assim, depende da ocasião. É difícil demais. É difícil demais. E pra mim, pensar, falar assim, ó. Posso te responder amanhã? Eu preciso de muito tempo pra mim pensar. É muita coisa, né? Até mesmo entrar no meu perfil e falar assim. Deixa eu ver o que eu posso. Dá uma rola. Você vai falar, não, entra no meu perfil lá, dá uma olhadinha lá.
Tem um monte de coisa. É bem... É muito difícil esse negócio. O pessoal pede, me indica tal lugar.
Não, é muito difícil. Não é? É difícil demais. Tá vendo? Vocês me entendem agora. Tá vendo que quando eu fico também com dificuldade de indicar pra vocês é porque realmente é difícil. É melhor entrar num perfil e... Entra num perfil e dá um... Ou então dá um tempo. Dá um tempo pra poder pensar, pesquisar, pra falar. É. Mas você não lembra o que foi mais legal que você comeu? Legal. Deixa eu ver. Ó, eu... Não foi... Não foi de... Não, foi uma parceria.
Uma parceria de permuta, né? Que eu fiz lá em Curaçal. Fui lá em Curaçal. Legal, hein? Legal. Comi aquele peixe... Peixe-leão. É leão? Não conheço. Peixe-leão. É um que é cheio de... Tem aquário. Ah, todo... Todo negócio assim. Porque aquele peixe ali, ele tá... Como é que eu posso falar? Ele tá sendo uma praga nos oceanos.
Tá tendo muito, né? Muito, muito. Aí eles estão tentando caçar eles pra diminuir um pouco a... E ele é, claro, comestível, não tem nenhum toxina. Ele é comestível, só que ele tem tanta pouca carne, só que ele é muito gostoso. Aí eu vi lá a moça fazendo sashimi. Só que aí como ele tem aqueles...
A maioria deles ali é tudo ferrão. É uns ferrão? Com uns espinhos. Com uns espinhos violentos. E eles pegam, fazem brinco, fazem uns artesanatos lá. Então eles aproveitam praticamente o peixe inteiro.
Cada parte dele faz uma coisa. E a carne é muito pouca. Se é pouca carne, não deve ser barato, né? É, não é barato não. Ainda mais lá que é dólar. Mas ele é bem gostoso. Uma carne suave. Tomou um coração blue lá? Tomei, trouxe. É? É. Lá é legal. É bom mesmo? Bom.
Fui lá na fábrica que eles produzem o Curaçal. Você foi na fábrica? Fui na fábrica lá, mostra o processo todo. Legal, né? É bem bacana. Lá é... Comi iguana. Iguana, cara? Ah, é iguana também. Você comeu iguana? Iguana. Lá em Curaçal tem muito prato com iguana. Tomei... Comi iguana, tinha sopa de iguana. Ah, outro negócio que eu comi foi sopa de quiabo. Sopa de quiabo? É. Ah, não, mas aí já vem normal.
Não, é sopa mesmo. Agora imagina, sabe aqueles que é babento? Eu tava babando. Babando? É mesmo. Não é aquele que você pega a colher levantada assim. Tem que fazer assim. Mas era gostoso. Era bom. Bom, muito bom. Muito bom. Iguana também é melhor. Lembra o frango, a iguana.
É, os tipos de lagarto, rã, essas coisas assim. Ah, também eu gosto. Muito frango, né? Rã é mais comum, né? Ah, eu como tudo. Eu tenho que provar, quer dizer, eu não como tudo porque eu não como piqui. Não, é? Eu já comi. Mas isso é prova de tudo. Só que eu tenho que provar tudo. Igual, ah, tem iguana. Eu falei, eu quero iguana, eu quero comer iguana. Pode trazer iguana aí, porque eu quero provar esse trem. Tinha mais alguma coisa diferente assim? A sopa de quiabo, esse peixe diferente.
Acho que foi essas coisas. Onde mais você rodou fora do país? Já fui em Curaçal, Paris. Quando eu casei a Lua de Mel, eu fui lá em Paris. Que chato, hein? É que a gente prefirou não fazer festa e investir na viagem. Inteligente. Se for olhar, fica mais barato do que festa.
E você saiu feliz, né? Ah, é bem melhor, né? Porque festa, você faz festa. É legal fazer festa no casamento, gente. É bacana e tal. Sim, se tiver condição. É, é legal. Mas aí você não agrada ninguém. Aí todo mundo fica com aquele negócio. E passou no outro dia. Aí eu tinha que escolher. Ou a viaja ou a festa. Eu falei, ah, vamos viajar. E a memória tá... É muito mais legal. É bem bacana. Olha, eu já fui também em Portugal.
Aí foi tudo nessa leva ou você... Não, fui em Portugal, depois voltei e fui para Paris. Aí eu fui para Curaçao agora, tem uns dois anos. E há muito tempo, quando era bem novo mesmo, aí eu fui com o meu tio, a gente passou assim rapidamente pela Bolívia. Na Bolívia? É, para poder pescar no Pantanal. Aí era divisa, a gente foi lá, deu uma passeada e voltou. Você gosta de pescar? Gosto. É. Só que tem um tempás que eu não pesco, mas eu gosto muito. Tem meu kit. É mesmo? Minha tralha toda, muita coisa.
E quando você sai pra pescar, sai pra pescar aqui em Minas mesmo? Minas mesmo. Minas tem muita coisa boa, né? Tem.
Tem tanto a Represa, né? De Três Marias. Furnas, tem também. São as maiores, mais conhecidas. É, mas... Tem uns cantinhos perdidos nas cidades aí que tem muita coisa legal de pescar. Aí tem os pesqueiros, né? É o que eu mais ia. De pesqueiro? De pesqueiro, é. Ah, pesqueiro é certo que você vai pescar. Você sabe que o peixe está ali. Você sabe que ele está ali, mas tem hora que ele fala assim, não vou. Eu já saí, fiquei lá o dia inteiro e não ia pegar nada.
Mas você vai naquele lado ali que tem uns peixão mais bacana. É, 30 quilos, 25, 30 quilos.
Não é aquele lado que os peixes SLT que eles vão fazendo rodo. Não, agora você. Os pequenininhos. Não, agora você. Tem certeza que você vai ali, pesca cinco vezes. É o mesmo peixe. Tem. Aí tem um cantinho ali que o pessoal pega os peixes. Tem os grandes. Tem até um perfil. Que é eu e um amigo meu. Só que tanto tempo que a gente não coloca, chama Pega Tromba. Pega Tromba. Tem no Instagram. Tem um canal no YouTube também. Terrível. Que vergonha. Terrível.
Só que já tem muito tempo que a gente não pesca De pesca? De pesca, só de pesca Que legal, cara É um canal bem avacaiado também Você curte então aqueles canais de pesca esportiva?
Gosto. Fiz TV. É. De vez em quando eu assisto, gostava mais. Perdi um pouco a paciência. Por causa da ansiedade. Perdi um pouco a paciência. Hoje em dia, pra mim, poder assistir um filme tem que estar assim. Tem que estar bom. Começar bem. Porque eu perco a paciência. Eu não consigo assistir. Cara, eu perco a paciência. Eu tenho que gostar muito. Falar assim, eu tô muito afim de ver e tenho que acabar de acordar.
Porque se... Cedo? Não. Eu vou te assistir de noite. É. Aí você já acorda... Aí minha esposa... Vamos ver, sério. Vamos. Deixa eu achar uma aqui. Aí põe. A olho só vai fechando assim.
Acho que não deu 10 minutos e já estou dormindo. Já cai, já dá aquela cochilada. Sabe o que eu gosto muito de ver? Documentário. Documentário? Documentário, eu gosto de ver documentário. Principalmente esses documentários, esses trens que dá errado. Esse trem de política, esses trens bagunçados. O caso de não sei quem, o caso de não sei o que lá. Eu gosto desses trens. Gosto desses documentários. Eu tenho ansiedade por causa desses trens de tragédia, essas coisas. Não gosto de ver. Mas eu gosto de ver. Eu tenho um problema.
Igual esses acidentes que tem Você tem curiosidade, né? A gente tem curiosidade pra saber Mas isso não deixa a gente mais É igual jornal, jornal à tarde Roubou fulano, matou ciclano Eu gosto de ver jornal Não gosta? Gosto de ver? Jornal local Eu dei uma reduzida justamente por causa disso Porque jornal local não tem muita coisa legal pra ver
Não, só mostra os treinos. Só mostra isso. Ah, mas o jornalismo precisa de mostrar isso. Isso é o que está acontecendo. Cara, é muito sensacionalista. Ah, teve assalto, mas é igual quando um bandido leva o feio. Igual, tem aquela polícia 24 horas. Aquele é legal. Ah, aquele é legal.
Mas é que ele já é encaminhado para a justiça. Dá certo, né? Você não vê lá em nenhum momento ali que o bandido fugiu. É, também não vai mostrar como é. Porque fugiu porque ele não sabe que ele era bandido. Pois é, velho. Mas é legal, eu gosto dele se derrubar.
de motoca da polícia também é legal eu gosto do YouTube tem mas que demora demais cara aí eu acelero eu vejo o começo e o final é eu também eu começo a ver assim não tá aí eu já fico com ansiedade Nossa mas que será que aconteceu aí eu avanço aí o cara tipo duas motos aí o cara caiu na moto eu vou e volta um pouquinho para ver ele vai ver caindo caramba eu faço isso também eu acho
Mas isso dá ansiedade na gente Dá Esperar a polícia pegar a moto dá ansiedade São pequenas coisas que dão gatilho É E a psiquiatra falou Você falou com ela que você está assistindo A polícia pegando a moto Igual tem a noite Sábado a noite que eu gosto de ver
É um trem que passa, não sei se é na SBT, não sei. De... De polícia também. De polícia? De polícia. É na RedeTV? É na RedeTV, né? Que tem um cara lá, que o cara é mó de temas, grade atrás. Isso, é esse mesmo. É esse. É legal, né? Ah, eu gosto de ver. Aí vê a polícia entrando lá, assim, entrando os caras e tal. Aquele ali não tem hora que não dá muito certo, não. Tem hora que os ladrões fogem. Dá uma fugida, né? É. Essa eu acho, eu gosto de ver. Eu acho legal. Aquele do aeroporto eu também acho legal. O aeroporto é legal.
Pega o pessoal e gente trazendo comida de outro país, traz tudo enrolado. Com as mãos de macaco. Mão de macaco. Você viu o dia da mão de macaco? Como é que pode a mão? Nossa, isso é bem nojento, né? Parece que é para fazer outra coisa, né? Não é possível que vai comer aquilo. Não sei. Sei que tem uma que trouxe um porco. Xing Ling trazendo os peixes enrolados. Não, não, tá bom, tá bom. Não tem nada bom no negócio. Tá bom, tá bom, não pode não. E é legal que eles vão pegar. Não, não é meu, não pode não.
Cara, eu acho muito louco. Eu vejo o do Brasil, tem um legal também. Os Estados Unidos é sempre bacana, né? Sempre. Os deles é sempre bacana. Tem um do Canadá, você já viu do Canadá? Na fronteira com os Estados Unidos. Na fronteira. Chama na fronteira. Na fronteira, né? Eu tenho com os Estados Unidos e com o Canadá. Cara, eu acho muito legal aquilo.
Engraçado, é um negócio que é um entretenimento, eles entenderam o que é entretenimento e aí prende a gente. Ah, eu gosto de ver. Igual a série também, aquelas de polícia também, de cadeia, aquele tal Vis a Vis. Nossa, eu vi aquela lá. Vis a Vis é espanhola, não é? É espanhola, só que é umas presidiárias. Tem até umas atrizes da La Casa de Papel, não é?
Tem, tem. É bom. É bom, eu acho legal. Tem uma outra que saiu agora que eu esqueci o nome também. Acho legal também. Já tá na segunda temporada, eu vejo. Esse negócio eu acho legal. Tremembert, meia série. Não é muito legal não, mas eu gosto. É que tem a turma real lá, né? É que tem ela.
É Nardone, é Vonstov lá. Parece que tá todo mundo junto num programa só, né? Pegou os bandidos tudo e colocou no lugar só. É, colocou tudo junto lá, assim. Você vê que o trem é meio avacaiado, mas eu acho legal. Eu gosto desse trem das cadeias, assim. Eu acho legal. Eu gosto de ver umas séries assim também. Eu gosto de ver muita coisa de de comida, lógico, né? Ah, comida eu gosto. Gosto muito. De NT. De NT, muita série de comida. Da Rita Lobo. Da Rita Lobo. Daquele feioso, Rodrigo Hilbert.
Roroso O cara não sabe fazer nada O cara faz qualquer coisa O cara construiu um monte de coisa Uma temporada Hoje nós vamos fazer na churrasqueira Cadê churrasqueira? Vou botar churrasqueira antes Vai lá, pega uns trens, solda, não sei o que Do nada sai na churrasqueira Eu vi o dia que ele falou assim, vou fazer um bolo E fez o forno pra poder fazer o bolo Faz o forno, a forma Aí amassa do bolo, põe o bolo E aí
E o trem fica bonito, né, cara? Fica bonito. E o cara é bonito. Feioso. Cara, é foda. Como que pode, né? Mas eu acho legal. Sem zoeira. Eu acho legal porque, tipo assim, quebrou o paradigma. A gente que tá aí nas redes, a gente tá aí nos canais, assim, o grande X é a gente tentar quebrar o paradigma, né? A gente vê que hoje, principalmente BH, tem um monte dessa galera aí de influenciador que todo dia... Às vezes até no mesmo lugar que você tá. Sim.
Eu conheço vários. Às vezes até se esbarra, né? Tem hora que a gente junta e vai todo mundo. Vai todo mundo. Faz, se encontra. Só que cada um tem uma identidade, né? Cada um tenta fazer uma parada diferente. Sim. No seu caso, você tem essa pegada bem mineira, tem o lance da corrida. É. Que você traz pra... Você tem o público da gastronomia, mas também, pô, o cara corre pra comer, ele come legal, aí, pô, eu me identifico com ele.
E a gente falando do Rodrigo aí, o cara quebrou paradigma, né, cara? Ele chegou na televisão e tipo assim, ator, a esposa, atriz, apresentadora. Não, vou fazer isso daqui, vou pintar, vou construir. E o negócio acaba que prende a gente. E você fica ali meio com inveja e meio curioso com o negócio. E o cara cozinha muito bem, né, cara? O caralho deu super certo. Porque o dele também é meio avacalhado, né?
Você vê que ele faz um trem e o porcão tem horas. É, não tem muito... É bem jogada ali, né? Não é aquele trem, ah, você vai fazer assim e tal. Passa a mão na roupa e joga o limão ali pro canal, tá tudo certo e tal. Pega a colher e prova, hum, é muito bom. Pode de novo. É, isso é legal. Eu acho que é o lance real, né?
É, o real dele. Da gente criar uma parada real, entendeu? Eu acho legal demais, demais, demais, demais nesses canais que a gente vai acompanhando. Aquele cara do bolo também, o cara sumiu, né? Que machucou os dedos lá. Ah, aquele... Bud. Bud, Valasso. Não é? Ele chegou a machucar, não foi? Acho que ele perdeu um dedo, não? Um dedo só?
Acho que é, não. Acho que foi um punhar de dedo. Sério? Aí eu não vi mais. Eu não sei se foi... Machucou a mão. Olha aí, diretor. Agora é um podcast. Agora fiquei curioso. Quantos dedos perdeu o Bud? Quantos dedos? Agora vamos contar aqui. Como é que está aí, diretor? Como é que está? Tem esporte aí? Para a gente comunicar com o pessoal aqui? Não, né? Tem alguma novidade aí? Não, né? Está tudo do jeito que era? Ah, parabéns. Deixa do jeito que está o pessoal de casa. Não precisa nem saber o que é, mas... Essa semana teve bom, né?
Foi bom demais, né? Glória a Deus O pessoal já descobriu, já porque eu fiquei três anos Aqui no podcast, ninguém sabia para que time que eu torcia Mas eu acho que o pessoal já descobriu Eu sempre dava dica A gente tem que ser imparcial, né Valentim? A gente não pode estar aqui, né? Falando e trazendo Para um bom time de futebol Eu tento, mas o pessoal sabe Eu falo, eu gravei lá também
A gente se encontrou lá, inclusive, né? Lá na arena, lá. E o restaurante bacana, né? Nossa, legal, né? Aquela central restaurante. Eu achei muito bacana. E assim, o serviço, a experiência. Eu não presto muita atenção no jogo, não. Porque também o jogo não era bom, né? Primeiro era o meu time. Nem lembro que jogo era aquele. Atletique. Atletique, Atletique. O meu time já não era bom. O outro é pior. Eu falei, eu vou comer. Como é que ficou o que é dia? O resultado.
Eu não assisti quase o jogo, eu fiquei mais comendo, gravando. Ganhou aquele dia? Ficou 1x1? Você ia ir pra ver campeonato, Mineiro? Não, não é 1x1. 1x1? Não, não foi. Foi 1x1? Foi não. Hã? Pênalti? O que? O time de preto e branco fez gol de pênalti? Os dois são. Nossa.
É mesmo? Nossa, eu não vi não, porque... Foi bom. Foi bom pela comida, né? Ah, só fiquei no comida. Boa, né? Comida. Boa. Boa. No final teve um arroz de rabada. Legal. Nossa. Que delícia aí.
Costelinha. Tinha costelinha, linguiça, mandioca, uns queijos. Teve até sobremesa. É um formato legal. É uma experiência. Você vai assistir um jogo e o espaço gostoso, come bem. É camarote. E é open. Open tudo.
É legal que você está sentado assistindo futebol e o pessoal está chegando lá. Você quer comer? Você quer beber alguma coisa? Nossa. E o pessoal te serve ainda. Te serve. Eu queria uma tal. É gente todo simples. Não, amigão. Pode deixar que eu vou lá e busco. Não, estou aqui para poder te servir. É, teve um que falou. Não, pode deixar que eu fico lá em volta da mesa, rodando para lá, rodando para cá. Ó, o diretor mandou para aqui, ó.
Achou para nós aqui, ó. Quantos dedos o homem perdeu? É, você acredita? Meu Deus. Ó, teve uma notificação diferente do esporte aí, hein?
Fez barulho aqui. Depois de esmagar a mão direita em um acidente... É estranho falar no YouTube? Ah, bobagem. Esmagou mesmo. Esmagar a mão direita... Você já falou? Eu já falei. Ao vivo não tem como cortar. Esmagar a mão direita jogando boliche? Ué. Foi em boliche? Eu acho. Para mim, tinha um machucado trabalhando lá. Maçambolo, não? Não é não?
Eu acho... Vamos ler isso de novo. Depois esmagaram a mão direita em um acidente jogando boliche em 2020. O Bud Valasso passou por cinco cirurgias reconstrutivas. Somente na mais recente dela que o próprio chamou a mudança de jogo. Ele recuperou os movimentos e pá pá pá. E tal, e tal.
Eu achava que na época que ele machucou, eu até fiquei meio assim, que eu achei que fosse alguma coisa... Não, foi numa máquina, não? Numa máquina. Eu achava também que era numa máquina. Então, diretor, você fez três orçamentos de informação para nós? Não é possível que...
Informações encontradas Jogando boliche, cara Jogou a bola pra cima Soltou a bola pra ver se era pior Pra esmagar a bola caiu na mão Pode ter acontecido Eu acho que foi numa máquina Gastronomia é perigoso, cara Você fala o negócio de peixe aí Tem uns peixes malucos Tem
Você nunca teve experiência de ter alergia com nada? Nada. Graças a Deus, não tem. Ou não sabia que tinha algum produto que você não podia comer? Ou você tem alergia tirando o piqui? Você não tem alergia a nada, né? Não tenho alergia a nada. Porque a gente come demais, né, cara? Come. E a probabilidade de a gente achar um trem desse no meio do caminho...
É. Não, mas graças a Deus se ninguém lá fala... Comida não tem... Quantos estabelecimentos você já rodou? Vamos comer pão de queijo? Pega pão de queijo. Vamos comendo e... Falar de boca cheia? Ah, vamos falar de boca cheia. Você quer a coisa mais legal de você fazer um podcast falando de gastronomia e falar de boca cheia? Deixa de ser fora de educação, né? Mas não tem nenhum que eu tenha...
alergia, nada graças a Deus, porque senão ia ser triste igual tem muita gente, eu amo camarão pra mim o meu prato predileto é camarão acho que não ia dar bom se eu tivesse alergia a camarão não porque tem gente que é grave que fecha a garganta e tal por causa do camarão respira direito
Ainda bem que eu não tenho esse trem, não, porque senão acho que eu ia. Eu ia falar, não posso ficar sem comer camarão. Já comeu muito. Nó. Mas é bom. O povo de casa aceita o pão de queijo. É a hora mais legal, é a hora que a gente come. O pessoal de casa acompanha. Esse pão de queijo aqui é um pão de queijo de padaria. Muito boa, que tem que perder a gente aqui, mas já passou do...
A gente fica aqui no estúdio e a marca mais ou menos hora, ó. Cinco e meio, cinco e pouquinho, sai na fornada lá. A gente corre lá e pega. E é bom. Esperto, hein? Diretor que marcou a hora de sair já o pão de queijo. Alguma coisa ele tem que fazer, né? Vai ficar só ali, só mandando quem que esmagou os dedos pra nós, né?
É isso mesmo? Os três orçamentos foi a mão de boliche? É isso mesmo? Mão de boliche mesmo? Eu estava vendo. Renan, se você for chegar na sua casa, você vai procurar lá o vídeo dele amassando a mão de boliche. Não, não pode não. Será? Agora eu fiquei curioso. Eu achei que tinha perdido um dedo. Ou um pedaço do dedo.
É, eu li correndo aqui, né? Tá bom, hein? Bom, né? Não é mais. Deixa eu te perguntar um negócio. O mercado gastronômico em BH, região metropolitana, eu pensei muito em falar isso com você, mas eu tô vendo que você já é um cara internacional. Você roda bem? O que tem de diferente que você viu lá fora que você acha que tá faltando aqui ainda? Ou que a gente tem um grande potencial de crescer?
Em que sentido mais ou menos? Gacionomia. Não, senti tem um monte, porque, nossa, a gente precisa de melhorar demais.
França, vamos falar de França. O que te marcou lá na França? Você acha que aqui tenta, mas não consegue ou que falta um pouquinho? Porque a França é o berço da gastronomia. Mas eu não sou muito... Eu acho que poderia ter, pelo menos a experiência que eu fui lá, achei bem lero. Igual, eu fui lá com a minha esposa, a gente estava num hotel, mas na...
Ó, chegou outra informação aqui, ó. Outro orçamento? Outro orçamento. Outro orçamento. Não, mas na verdade, o que acontece? A gente não tá tão errado, não. Foi por uma máquina de empilhar a pena de bolicha.
Agora, o que que o cara... Vai mexer na máquina dele? Tá fazendo aqui. Eu imagino que aquelas máquinas lá no fundo que puxam e empinam. O que que o cara vai fazer lá? Será que ele tem na casa dele? Mas não precisa. Ele tem na casa dele? Então, tem na casa dele. Ah, o cara também é bem humilde, né? O cara tem uma pista de boliche em casa. É, uma pista de boliche na casa dele. É. Que nojo.
A gente aqui faz campinho de futebol, né? É mais nossa praia. Você mora em casa ou em apartamento? Apartamento. Apartamento? Então não dá pra fazer ali uma corridinha, né? Num apartamento. Não, mas teve um caso aí no início, quando eu tava com ansiedade, eu tava sem ir pro médico, voltando lá. Eu não sabia que eu tava com ansiedade, mas tava com aqueles sintomas assim, achando que eu ia de arrasta.
Eu andei dentro do meu apartamento em 50 metros quadrados. 50. Andei duas horas sem parar. Andando. Andando. Ia da cozinha pro quarto do quarto banheiro, quarto cozinha. Mas por causa da ansiedade ou de propósito? Não, a única coisa que eu conseguia fazer pra aliviar um pouco, eu consegui me acalmar, era andar.
Só, só se eu andasse que eu ia me acalmar. Só que aí nesse dia demorou um bocadinho, duas horas. A sua esposa já acostumou já, e nessas horas como é que ela... Já, ela chega e fala assim, você está com ansiedade, calma, você está com ansiedade, relaxa. Quer caminhar, quer dar uma corridinha. Quer dar uma voltinha. É, porque a única coisa que me acalma seria andar.
Mas ela é mais de boa, ela fica mais calma. Porque já imagina, ela fica ansiosa com ser ansioso. Não, ela é relaxa. Com essa ponta de negócio de saúde estranha, ela é bem relaxa. Bem paz. Bem paz. Aí, nesse dia, eu andei duas horas. E ela...
ela ficava só olhando se você quer alguma coisa ela ficava ali quando você completar 10 quilômetros eu vou te dar um copinho d'água e fiquei e fiquei andando sem parar, aí teve outra vez também tive crise, eu tava numa casa da minha tia aí a gente ia almoçar, já tava com o prato todo
bateu uma crise, aí eu levantei e como ela mora em casa eu fiquei andando lá no quintal e não voltando, todo mundo acabou de almoçar, aí eu só caminhando aí eu voltei
É, é um escape, né? É. Aí eu comecei o medicamento, o medicamento ajuda muito, só que o medicamento, o problema dele é que pode demorar até 30 dias pra começar a fazer o efeito. Porque ele vai devagar e tal, no organismo. Aí você fica ansioso esperando ele fazer o efeito e dá ansiedade. Não, aí você faz assim, essa bosta não tá fazendo o efeito de nada. Você não tomou mais trem, não? O trem é caro, muito caro o remédio de ansiedade.
Falei, essa bosta ainda não faz o efeito? Aí, como eu tinha um contato da médica,
Falei, ó, o trem tá funcionando, não. Ela falou, mas tem dois dias, você começou. Você acabou de comprar na farmácia? Uai, uai, uai. Eu tomei. Ela falou, não, pode esperar aí uns 20 dias. Aí, eu acho que o pior de tudo foi esses 20 dias. É esperar ele fazer o efeito. É, porque eu sabia que eu tava com ansiedade. Aí você toma o medicamento, o trem não funciona. Até ele fazer esse e demorar, você pensa, essa bosta não tá funcionando. Aí depois que passa os 20 dias, você fala...
Só que você também nem percebe. Do nada vai sumindo. Aí fica de boa. Aí fica de boa. Fica mais tranquilo. É. É isso. A gente fica tranquilo no dia a dia. Hoje em dia, né? No dia a dia. Eu não posso falar muito não, porque eu já andei dando uns piripá aqui ultimamente também. Já dei um bocado de trabalho esse mês passado. Mas acho que... Mês passado, diretor? Mês passado ou mês retrasado? Eu andei meio bagunçado aí também. E eu também achei que eu ia...
De arrasta. É um sentimento ruim, né? É ruim. É muito ruim. Falta de ar, o braço formigando. É muito ruim. Você acelerado e roda tudo. Você pesquisa na internet, você vê todos os sintomas. Eu estou com tudo. Tudo extremo ruim que vai acontecer, eu tenho. Você fica esperando qualquer minuto o coração parar. E eu acho que te deixa mais ansioso você esperar um momento de alguma coisa acontecer.
Sim, você fala assim, meu Deus, é agora. É nesse instante, é agora, é nesse momento. A cabeça é terrível, né? A cabeça é terrível. Eu vou te falar que essa última aí me deixou errar o tempo forte. Tive umas duas ou três no máximo.
Vem aquela crise que você fica ansioso, você fica nervoso, você fica agitado, mas passa. Eu tento controlar, passa. Mas essa última aí, eu achei, não, hoje é meu dia. E tem dois tipos de ansiedade, né? Porque tem aquela ansiedade, igual hoje, vou no podcast, legal. Aí é uma ansiedade, você tá esperando, aguardando algo acontecer. Ah, vou viajar nas férias. Aí você fica ansioso, ó, as férias vão chegar. Essa é...
É a expectativa da chegada. É. Aí o pessoal fala assim, ah, mas eu tenho também. Você fala assim, ah, não, eu tenho ansiedade, eu faço tratamento. Ah, eu tenho também. Só que são diferentes. A ansiedade é essa, que ah, vou para férias, ah, vou viajar. Isso é uma outra coisa. A ansiedade mesmo de... É, a crise que te bate ali é uma coisa que você não escolhe. Você acha que você vai morrer. Ela simplesmente vem.
O coração acelera, aí você começa a suar, você começa a ter falta de ar. Ela é completamente diferente da depressão. A depressão, você quer se afastar, você está querendo ir embora daqui.
A ansiedade não, você tem medo de ir embora. É um ao oposto do outro. Aí quando você fala que você está com ansiedade, muitos pensam. Ah, isso eu também tenho. Eu sei que todo mundo tem. É hora que dá uma crise dessa bem puxada para você. Eu quero ver você querer ter esse trem. São diferenças. Nossa, você tem ruim demais. Você está doido. E vai para o médico e o remédio. Eu fui em quatro.
fui em gastro achando que eu tinha uma coisa que olha o pulmão fui, fiquei com o aparelho 24 horas, dormi com o trem lá pra ver se eu tô respirando, achando que eu ia morrer a noite
Essa última eu te falei que eu entrei no hospital, na cadeia de roda, pra você ter uma ideia. Aí, o trem é... Hoje o bicho vai pegar. Aí chegava pras enfermeiras, vem cá rapidinho aqui, deixa eu te dar um remédio. Numa paz, numa tranquilidade. Porque todo dia tem um ali passando mal desse jeito. Só que cada um se sente de uma forma, né? Sim. E eu, nossa, hoje eu, tava eu e me expulso, hoje eu vou.
Pior que aí vai e te manda fazer aquele tanto de exame, aí te põe lá e põe aquele tanto de aparelho e tal. Nada. Tá normal. Tá normal. Você tá com ansiedade. É isso mesmo. Aí você fala, não, não pode. Não, fala que eu tô com outra coisa. Não é que você fica esperando falar assim, não. Você tá com isso. Você tá com isso. Você tá com uns troços. É esquisito, né? A gente fica esperando realmente ter um diagnóstico. Diagnóstico. Fala assim, não é, realmente você tá.
Não, mas a ansiedade é um diagnóstico. É um diagnóstico, mas... Não é o que a cabeça da gente pensa, né? É, você faz. A cabeça da gente fica esperando uma coisa mais... Porque a gente pensa na coisa mais grave, né? Sempre o pior, né? Sempre o pior. Nossa, eu tenho muita coisa pra viver. Meu Deus do céu, eu tenho que fazer muita coisa. Eu tenho muita coisa pra correr, eu tenho muito podcast pra poder fazer. E eu não posso deixar.
E a gente acha que a gente é forte demais, né? É nada, o corpo grita, o corpo responde.
Aí o negócio é viver o hoje mesmo, agora aproveitar. Vamos falar da França que você estava falando lá? Ah, aí muita experiência com comida na França eu não tenho, porque a gente estava de lua de mel, lá é euro. É pior que o dólar, mais caro. Nossa, era puxadasse. Aí em frente ao hotel tinha uma pizzaria. Era até bonitinha assim, só que era uma área mais...
Vamos dizer assim, de periferia da França. Mais popular. É, que eu falei assim, vamos ficar... Metrô lá é impressionante, são 14 linhas de metrô. E França, acho que é menor do que... Quer dizer, Paris é menor do que Belo Horizonte. E lá tem 14. Aqui nós temos uma. Tem uma. Você estava contando ainda? Uma.
Aí a gente ficava perto de uma estação de metrô e você roda Paris inteiro, só de metrô. E lá o legal, já vou misturar as conversas tudo. Lá o legal é que você não compra assim, igual aqui, a gente compra uma passagem, você entra no metrô, no Eldorado, e desce no Larinho. Aí você quer voltar para o Eldorado, você vai e compra a passagem. Lá você compra ou uma viagem, você pega em tal lugar, você vai para tal lugar, você desce. Ou então você compra por dia.
Você roda o dia inteiro. Você pode ficar rodando a roleta no metrô, entrando e saindo. Ou você compra por semana, você já compra pra semana inteira, você pode ficar entrando e saindo no metrô. É mó bacana isso. E aqui você tem que ficar comprando. Essas coisas a gente tem que aprender, né?
Aí em frente lá do hotel, lá tinha uma pistaria Falei, vamos comer uma pizza? Vamos Só que a gente não sei falar nenhum português direito E a gente... A esposa também não? Não Vocês foram com a cara e a coragem, nada? Nem um inglezinho Nem um inglezinho Só no mineirês
Só no mineirês um portunhol O inglês só Yes, no Yes, no, op the door Aí tá lá, nossa senhora A gente olhava assim Lia uns nomes, tentava jogar no Google A gente pediu uma lá que era Tipo três carnes Vamos pedir essa
E lá as pizzas, não é assim, você pede uma pizza grande e divide. Lá vem uma pizza por pessoa. Só individual. É, só que uma pizza lá, é tipo a média daqui individual. Vem com a pizza num prato assim, pra você comer. Só que a gente pediu uma, tipo era três. Ela veio com uma rodela de mortadela numa banda, um quadrado de um presunto na outra banda, e um outro tipo de embutido na outra banda. Só.
Só que é uma rodela. Imagina uma rodela de mortadela. Assim, ó. Tuf. Em cima da pizza, num canto. Aí, do outro lado, um quadrado do presunto. E no outro, mais um negócio. E é uma pizza ruim. Se olhou assim, e disse, caralho. Eu falei, será que é assim mesmo? É isso mesmo? Aí, ele falou, não, vamos comer isso. Isso só que era ruim ainda. É bem ruim. Não comeu de garfo e faca, não.
Não. Na mão. A gente partia lá e comia. Rasgava e comia na mão. Mas era bem ruim. A pizza era bem ruim. Não tinha recheio de nada? Não tinha essa mortadela. Essa fatia fininha assim. Queijo e molho. É.
Acho que não tinha queijo não, acho que era o molho e a mortadela. E a mortadela em cima. Mortadela mesmo, literalmente é uma mortadela. Aí um quadrado de presunto e um outro negócio lá. É bem ruim. Outro também é um... Lá tem muito negócio de você pegar e sair andando, comendo. A gente foi pedir um crepe. Viu uma mulher, um pessoal saindo. É, é francês. É, eu falei, vamos pedir um desse.
Nossa, um trem sem gosto, ruim. O trem era desse tamanho. Grandão? Grandaço, grandaço. Rony puro. Puro. Aí a gente pediu um de frango. É tipo um frango sem tempero dentro de um crepe. Sem molho, sem nada. Sem nada. Bem ruim também. Na pizza, vocês não pediram ketchup também. Não, eu devia ter pedido para ficar com o mesmo. Mas como é que eu ia pedir ketchup se eu não sei falar nada? Você me faz raiva que eu te faço raiva. Você está doido.
Vai para a Itália, vai para o Brasil, que pede ketchup e vai ficar doido com você lá.
Um dia que foi engraçado lá, a gente estava no hotel, não sabia falar nada, não tinha internet para jogar. Cara, vocês foram com a cara coragem. Nada, que loucura. Ficou quanto tempo na França? Ficamos dez dias. Dez dias. É, porque bater aqui na França não vai final de semana. Um bate e volta? Não, não vai não. Aí a gente tinha que pedir papel higiênico. E como é que falava papel higiênico em inglês?
A recepem-me, você pensou no inglês, né? É, porque francês não ia sair nada. Eu falei, meu Deus, como é que é? Como é que nós vamos falar com a recepção? Papel higiênico. Papel higiênico. Aí eu falei, paper. E chegou lá embaixo, lá com a mulher. Eu falei, meu Deus.
Aí a gente tentou. Fez mímica, não. Paper, toilet, paper, toilet, não sei o quê. Como é que é, é isso mesmo? Paper, toilet? Só que não funcionou, não. Ela não entendeu nada. Ô, ô, ô, merce. Falei, meu Deus do céu. Falei, Pepe.
Você não... Não sei o que, não sei o que. Aí passou. Acho que a gente ficou uns 10 minutos tentando falar com a mulher que era o papel higiênico. Aí deu uma hora que a gente pegou e falou assim, ah, papel higiênico.
Você fala em português. Aí ela foi entender o que era o papel higiênico. Falei, nossa, eu gastando aqui todo o meu inglês, meu francês. A mulher olha pra vocês, não, eu sou brasileiro. Não, essa não. Foi o que... Mas aconteceu uma dessas assim já? Sim.
Ah, você tá brincando. A gente tava lá, a gente foi comprar um tênis. Porque lá fora, não tem aquelas lojas igual aqui, a Centauro. Sim. Que vende Nike, Adidas, Viboca, não sei o quê. Lá tem a loja da Nike, a loja da Adidas. A loja de cada marca. É, a gente foi nadar Adidas. Eu falei assim, tô aqui, vou levar um tênis daqui, né?
Eu falei, quero experimentar. Aí mostrava e tal. Aí o cara foi trazendo. Aí eu tentando conversar com ele em inglês, com espanhol. Sei lá o quê, um poquito. Não sei o quê, não sei o quê. E ele com dificuldade lá de entender, falando espanhol também. É que eu não entendi bosta nenhuma. Aí uma hora passou um tempo, já tinha visto uns 10 tênis. Aí eu fui e virei para minha esposa.
Você acha que eu levo algum? Ele virou para mim assim. Você fala português? Nossa, aqui conversando em espanhol, você fala português? Eu falei, é. Então vamos conversar em português. Era brasileiro? Não, era português. Português de Portugal mesmo.
Tem um português de Portugal um pouquinho diferente. É, um pouquinho diferente. Mas dá para entender muito melhor. Ah, não. Aí ele foi e falou, você fala português? Pô, me salvou, hein? Você não quer passar uns 10 dias comigo aqui na França, não? Para poder pedir umas pizzas? Lá tem muito português que vai para lá para trabalhar em Paris. Aí essa vez deu certo. Aí conseguiu comprar o tênis. Aí eu comprei o tênis. Comprei o tênis porque ele estava lá.
Não pegou o zap do cara? Não, não. Se tiver dúvida, eu posso te perguntar. Acho que não tinha zap nessa época, 2012. 12? 12. Já tinha, já tinha. Mas não era igual hoje, que a gente é viciado, dependente do WhatsApp. Eu acho que não tinha zap, não. Não lembro, não sei. Também não lembro se 12 tinha. Já tinha? Ué. O negócio na França lá que a gente foi é que os... Ah, fede, viu? É mesmo. O pessoal fede. O pessoal fede.
Nossa, a gente foi numa loja lá. Se o povo não toma banho? Eu acho que... Ah, deve ser, porque tinha uns lá que estavam nus. Uma carniça que só... Aquele azedo mesmo, que você chega até a chorar. Tinha um vendedor na loja. E eles vão na notarialidade, porque anda pra lá, anda pra cá, anda pra lá. E você fala, meu Deus. É de azedar mesmo. É o que perfume bom lá é o francês. É o francês, né? Deve ser por isso. Tampa uma carniça toda.
Mas é brabo. Essa experiência com vendedor foi ruim, né? E só lá no... Nessa loja que você pegou uns fedorentos desses? Não, metrô. Metrô também tinha uns...
E metrô você foi aonde? Você foi dar rolê de metrô? Tudo, país inteiro Só passear no metrô? Só entrava no metrô, saia e ia Arco do Triunfo, descia e ia lá na Torre Eiff Mas ia com mapinha ou não ia na hora? Ah não, tinha um mapinha Não, porque são 14 linhas Aí uma tipo são Vamos dizer assim, são 3 ou 4 andares De metrô
Tudo subterrâneo, né? Eu acho que é uma ou duas linhas, só que passa um pouquinho por fora. A maioria é subterrânea. Aí tinha a linha, vamos dizer, a 7. Aí lá na frente ela encontrava com a linha 6, que aí é mais embaixo. Aí você tinha que sair olhando qual que eram as linhas pra você poder chegar em tal... Lá na torre, lá. Lá na torre. Subir na torre. Subiu na torre? Subir. Ah, se não for lá, eu não subi. Ah, é... Ah, é...
Lá também tem muito Mickey Mouse. Tamanhão, assim. É mesmo? Dentro da vitrine, a gente viu dentro da vitrine. Mas lugar de comida ou não, né? De comida. De comida? Pão na padaria lá. Acho que eles não ligam muito pra esse trem, não. Igual aqui, né? Aqui a gente... Que loucura, gente. E o berço da padaria, né?
Vai ver que é isso, né? O sabor. Ah, por isso que tem filme lá com o rato na cabeça do menino lá. O ratatúlio, né? Ratatúlio. Na cabeça do menino lá. Não é à toa, né? Fizeram homenagem pro rato, né? É.
Que loucura, cara. Que loucura. Tem uns brasileiros que trabalham lá na torre. Que eu vejo no Instagram. Fazendo foto. Na torre? Você não achou não? Tem um bem conhecido na rede social. Hoje, né? Você foi em 2012. Não quis voltar lá não? A querem te quer, né? O problema é que eu vou voltar. Já que você vai, vai em um lugar diferente. É, eu tenho isso com a minha esposa. A gente não gosta de repetir o lugar.
E aonde você está querendo ir agora, fora do país? A gente tem muita vontade de ir para a China. China? China ou Japão. Só que tem que juntar muito dinheiro. É muito dinheiro. Muito caro. É muito caro. Ir para o Japão não é mais legal, não? Será?
Ah, não sei, eu tinha vontade. É época também, né? Tem uma época que o pessoal gostava muito de ir pro Japão. É. E agora já tem esse lance da China ser, né? China tem tudo. China vai dominar o mundo, só. Tudo tem China. Tudo tem China. Tudo que você vai ver é China. A gente compra as coisas aqui da China? É tudo China. E coisa boa.
Hoje em dia tem muita coisa boa. Comer aqueles trens esquisitos, escorpião. Cachorro. Não, cachorro não. Mas uns escorpiãozinhos, uns trens de feira ainda. Você não experimentaria, não?
Ah, eu não sei. Talvez. Eu também sou desse que experimento. Não sei se eu comeria tudo, não. Experimentar, sei experimentar. Tem uns colegas influências que tá lá. Tá na China? Tá na China. Agora? Ele tá postando. Acho que o... Tá aí o marido dele. Aí eles foram. Acho que é por causa do trabalho do marido dele.
Aí o Mário trabalha e ele fica posseando. Aí vai postando. Nossa, ele postou outras coisas. Como é que é o nome dos dois? Sabores do Mundo. Sabores do Mundo. Isso, o Ricardo. Não sei quem que é. Ricardo e o Bernardo. Eles também já estão. Tem muita na rede social, né? Tem. Esse tem muito seguidor.
Aí eu fico seguindo eles lá. Aí eles pedem uns trens lá. Estranho. Mas ele... Opa! Ele escurece. Bate o sol e escurece. E ele é levisso. Acho que é 20, 25 gramas. Pra correr é uma maravilha. Pra mim, baixar meu tempo. Vamos baixar esse tempo pra dois. Não, oxe. Dois dias. Dois dias. Isso aí.
Gente, muito obrigado por ter acompanhado a gente até agora nesse episódio maravilhoso. E acompanhe amanhã nas plataformas de áudio, Spotify e todas as outras plataformas de áudio. Esse episódio vai estar lá e a gente vai compartilhar com vocês. Siga a gente nas redes sociais, arroba bustardacast oficial. E também compartilhe esse episódio com o máximo de pessoas. Não se esqueça de ativar o sininho e se inscrever no nosso canal.
E até semana que vem, às 19h30, na terça-feira, ao vivo. Mais um episódio, um abraço e até mais. Tchau, tchau.