A coroa não é medalha de desempenho | Está escrito: A corrida e a coroa
Chegamos ao fim. Em seis estudos vimos o trabalho instituído antes da queda, dois modelos de gestão lado a lado, o clamor que sobe e a mão que devolve, o limite gravado em pedra, o campo onde a trabalhadora mais vulnerável pôde trabalhar sem medo, e a troca de patrão. Mas sobrou uma pergunta, e ela é a mais perigosa de todas.
Se o modo de trabalhar importa tanto assim, ele vale quanto? Se eu falhar como líder, se eu desabar como trabalhador, se o meu campo não for o de Boaz, eu perco alguma coisa diante de Deus? A resposta define se esta série foi evangelho ou apenas mais uma carga sobre gente já cansada.
Neste último episódio a gente vai a Corinto, cidade que sediava os Jogos Ístmicos, onde o prêmio do vencedor era uma coroa de folhas: no dia da vitória, glória; poucas semanas depois, mato seco. E é esse contraste que desarma a maior distorção do mundo do trabalho.
Depois, duas imagens que explicam boa parte da exaustão moderna: correr sem alvo e esmurrar o ar. E o balanço final de um veterano preso e perto da execução, que não fala de império nem de metas batidas. E, por fim, os dois desfechos que a série colocou lado a lado desde o começo: Faraó, que viu tudo e endureceu até o fim, e o homem na cruz, sem tempo e sem obra, que só virou o rosto.
O estudo completo está no site: https://www.estudandoabiblia.org/a-corrida-e-a-coroa-1-corintios-9-2-timoteo-4
Série completa: https://estudandoabiblia.org/esta-escrito-biblia-trabalho-gestao-exaustao
Estudando a Bíblia. Antigo e Novo Testamento.