Quem brilhou e quem falhou nos Jogos 7 [Podcast #561]
Neste episódio, Denis Botana e Danilo Silvestre falam sobre o eletrizante fim de semana que teve a eliminação do Denver Nuggets e TRÊS Jogos 7 na Conferência Leste, com Detroit Pistons, Cleveland Cavaliers e Philadelphia 76ers vencendo.Durante os PLAYOFFS 2026 o Bola Presa terá duas edições por semana, às segundas e às quintas.
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Bem amigos do Bola a Preza Estamos de volta com mais um podcast, eu sou o Denis E eu sou o Danilo Episódio 561 Pra falar de jogo 7 De jogo 7 De outro jogo 7 São 3 jogos 7, Denis 3 jogos 7, a única série do Leste Que não teve jogo 7 Foi uma que acabou no jogo 6 Com um time abrindo 61 pontos de vantagem E aí
O que também é um evento que vale que a gente converse a respeito. Tem evento. O que não aconteceu desde quinta-feira foi evento. Tudo foi evento. O Nuggets eliminado foi evento por um time completamente desfalcado. Nem o Ayo Dossumo jogou pelo Wolves para eliminar o Denver Nuggets. O seu Houston Rockets foi eliminado fazendo menos de 80 pontos. Pois é. Boston Celtics foi eliminado. Imagina se o corpo do Embiid tivesse aparecido também.
E eu nem quero começar a falar do que fez o Orlando Magic no segundo tempo do jogo 6 em casa pra fechar contra o Detroit Pistons. Vencendo por 24 pontos contra o Detroit Pistons pra avançar de fase nos playoffs e eles deram um jeito de perder. O Orlando marcou 11 pontos no terceiro quarto. 8 no quarto período.
E o Detroit fez 12 no segundo. Foi a primeira vez que um jogo de playoff teve três períodos com um time fazendo 12 pontos ou menos desde 1953 quando não existia nem relógio de 24 segundos. E aí os times ficavam segurando a bola infinitamente, os jogos acabavam 2x1. Então você fala, não, porque a gente voltou pros anos 2000 com essa série. A gente voltou pros anos 50.
com essa série Pistons e Mads. Esse é o nível de aberração que foi essa série. Não sei como eles não pediram pra jogar o jogo 7 sem linha de 3. É verdade. Eles podiam ter feito um pedido aí pra NBA. Que loucura. Acho que os dois times teriam aceitado. Bom, hoje tem muitas séries pra conversar.
Muita coisa, vamos embora. Faz um carinha de jabá de 10 segundos, Danilo. Só pra a gente depois falar. Bora falar de basquete? A gente é um blog, balapresa.com.br Você pode assinar a gente em balapresa.com.br barracine, muito conteúdo exclusivo, grupo exclusivo pra gente conversar sobre playoff. O bingo tá rolando e tem um monte de coisa legal, playoffística, pra você tentar adivinhar o que vai acontecer nesse mês. Por exemplo, Jamal Mosley vai ser demitido.
Ah, você colocou no bingo. Já foi. Eu botei de madrugada e de manhã já aconteceu. É isso. O pessoal tem apressado. É que já tava encaminhado a demissão dele há algumas semanas, né? Aí ele ganhou no play-in. Tipo, ah, não.
Só guarda nos rascunhos do e-mail. Mas conta pra mim, eu ouvi dizer que você botou no bingo a demissão do John Mazula? Ah, botei. Como um evento bem improvável. O que dá muitos pontos. Mas, né? Foi eliminado. Vai que. Bom, se você é hater o John Mazula, assine o Bola Presa pra apostar na demissão dele lá no Boston Celtics. E o time titular que ele botou nesse jogo 7? Sim. No mínimo, um time exótico. Foi criticado indiretamente pelo Jalen Brown depois do jogo. É verdade. Então... Então...
Deixa aí, quem quiser apostar, aposto, o bingo tá lá. Denis, gostaria de dizer que eu fiz minha parte com os 10 segundos, quem se estendeu na sua paixão que é o bingo do balapristo foi você. Ah, mas a gente tá falando de NBA no fim das contas, não é da gente. Bora, foda-basket? Bora!
Eu meio que não sei por onde começar, mas vamos começar na quinta-feira, o dia que a gente gravou o último podcast, que naquela noite a gente teve três jogos seis. E só um foi para o jogo sete, foi a vitória do Sixers para o Celtics. Vamos falar do que acabou primeiro. Nix e Hawks, Danilo. Eu não sei muito o que dizer. A única coisa que eu tenho para dizer sobre esse jogo é que em um determinado momento...
Ficou 60 a 19 pro New York Knicks. Sabe o que é 60 a 19? É praticamente o mesmo placar. 66 a 18, pra ser mais preciso, do jogo entre Michael Jordan, Pernalonga e companhia versus os Monstars.
Jura? Sabe aquela cena do Space Jam que o placar vai girando, girando o placar vai aumentando e uma hora o placar vira em vez de um número pra uma frase tipo meio que só um time tá jogando né nesse momento que o placar vira tá 66 a 18
Ou seja, tava tudo certo pro Hawks voltar pro vestiário e tomar água do Michael Jordan. Isso, faltou a água, faltou o Michael Jordan, faltou o Pernalonga, faltou a Lola Bunny. Infelizmente eles só tinham, sei lá, o Jalen Johnson e o Nicky Alexander Walker. E aí não rolou. Não tinha o Dyson Daniels, porque ele foi expulso depois de brigar com o Mitchell Robinson no exato momento que o jogo ficou 50 pontos de diferença. Acho que aquilo foi o limite do Dyson Daniels.
Mais do que 50, eu não quero nem participar. É, então... Sim, vergonhoso, vergonhoso. Não é vergonhoso pro Hawks tomar virada, né? Eles abriram 2x1. Não é vergonhoso ser eliminado pelo Knicks, ainda mais em 6 jogos. Mas em casa... Foi feio. Mas assim, eu agradeço essa surra.
pela percepção global do Jalen Branson nerd. Eu tô muito encantado com essa mitologia, esse lore. Porque, não sei se vocês já perceberam, mas o Jalen Branson ficou famoso desde a chegada dele no New York Knicks, por toda vez que ele senta no banco de reservas, ele recebe um tablet da comissão técnica.
E aí isso foi ganhando tração, principalmente nessa série, porque o Brunson não estava conseguindo jogar contra o Hawks nas duas primeiras partidas. E aí quando ele finalmente jogou no jogo 3 e conseguiu se desvencilhar um pouco da defesa do Dyson Daniels e do que o Hawks estava fazendo...
Ele disse, ah, eu tô ajustando, né? O tablet tá ali me mostrando caminhos melhores pra que eu possa me ajustar. E aí uma coisa que tava acontecendo há muito tempo finalmente tomou proporções maiores aí pro público geral. E é isso. O Dylan Brunson é um baita de um nerd que quando ele senta no banco, em vez de respirar e bater papo e tirar um cochilo ou ficar assistindo a partida, ele quer vídeos mostrando o que a defesa tá fazendo contra ele pra que ele possa se preparar e fazer melhor quando ele volta pra quadra.
Você é a favor dos tablets nas escolas, então. Para as crianças aprenderem. Desde que não tem a Roblox. Nada contra o Roblox. Mas acho que não na escola. Mas o ponto é que o que mudou a história dessa série e fez com que o Rocks estivesse na frente
E depois perdendo por 50 pontos, 60 pontos num jogo de eliminação. Foi os ajustes que o Knicks conseguiu fazer. A gente falou bastante disso no podcast passado da quinta-feira. Eu até citei sexta a sexta tudo que o Knicks fez pro Brunson chegar a 39 pontos no jogo 5. No jogo 3 eles repetiram, tanto que o Towns de novo teve muitas assistências. O Anunobi jogou demais, ele tirou proveito de muitos desses passes do Towns.
Então, vitória bem dominante do Knicks, conseguiram reverter aos poucos essa série. Os dois jogos que o Hawks venceu por um ponto, quando perdeu, foi por mais de um, vamos dizer assim. E foi legal o Branson falando, né? É, o Hawks não queria trocar a marcação contra mim, né? Eles queriam manter a marcação fixa, eles estavam tendo sucesso com isso, mas fica muito mais difícil fazer isso quando sou eu que faço corta-luz, né? Não quando sou eu que estou trazendo a bola.
E era uma das propostas da chegada do Mike Brown para o lugar do Thibodeau. Tem um ataque diferente, um ataque que o Jalen Brunson jogue mais sem a bola também para tirar proveito dos outros jogadores que o Knicks tem. O que adianta trazer o Bridges, trazer o Towns e ninguém toca na bola? Então é legal que na hora H o Knicks conseguiu essa solução.
Vamos para Nuggets e Wolves, Danilo. Denver Nuggets eliminado em seis jogos contra um time que perdeu Dante DiVincenzo, Anthony Edwards. E nesse jogo seis, nem o Ayo Dossumo jogou. O Ayo Dossumo que foi o grande herói do jogo quatro com 43 pontos. E que jogou bem no jogo cinco também. Jogou bem no jogo cinco, que eles perderam em Denver. Não jogou o jogo seis. O pessoal até comentou.
Ele tava com dores na panturrilha, né? E ele falou, putz, o cara acabou de ver o Di Vincenzo estourar o... O tendão, né? O tendão de Aquiles. A panturrilha virou esse pesadelo, esse fantasma na NBA. Porque embora os médicos digam que não há correlação entre lesão na panturrilha e o tendão de Aquiles, os jogadores estão vendo acontecer. Já são vários casos, né? Desde o Duran, lá em 2019, até outros. Então...
Parece que não é não necessariamente, mas em alguns casos é. Ou se não for oficialmente comprovado com todos os testes, tem evidência o bastante pra você ter medo. Pois é. Só lembrar do Halliburton indignado, em quadra, dizendo, nossa, me enganaram, mentiram pra mim. Então...
Entendo. O receio do Ayo Dossumo que não só isso, né? O contrato dele acaba agora. Ele não quer entrar no off-season sem contrato e com o tendão de Aquiles estourado. Então ele foi poupado e o Terence Shannon Jr. foi titular no lugar dele. Eu citei o Terence Shannon Jr. no último podcast porque ele tomou uma bronca do Chris Finch, lembra?
É verdade. Não sou eu que não boto ele em quadra. Ele não se bota em quadra. Se ele vai fazer as coisas erradas, eu não vou botar ele pra jogar. E ele sabe o que fazer. Não é hora de eu ensinar ele agora no meio dos playoffs. E sabe o que aconteceu depois do jogo? O Chris Finch admitiu um erro dele. Porque o Transchino Jr. já teve grandes momentos nos playoffs. Grandes momentos. Pro nível dele, claro. E nessa temporada ele perdeu espaço.
Se você for ouvir o nosso preview, a gente fala do Terence Shannon Jr. como um possível jogador que ia ganhar espaço com a saída do Nikhil Alexander Walker. Perfeito. E ele perdeu espaço. E esse espaço foi tomado por outros jogadores, até jogadores mais baixos que ele, tipo o Bones Highland. E o que o Chris Finch falou depois do jogo foi...
Eu passei muito tempo colocando ele na zona morta, no canto, esperando a coisa acontecer. Porque não são situações boas pra ele, né? E eu tenho que colocar a bola na mão dele, de frente pra cesta, pra ele atacar. E foi isso que ele fez. E fez uma cesta atrás da outra, em cima do Jamal Murray. Incluindo no quarto período, quando o Nuggets tentou uma última sequência.
Tudo era respondido pelo Jaden McDaniels e o Terence Channing Jr. atacando o Jamal Murray. Os dois pontuaram muito bem e mataram o jogo. E o Wolves, por vários momentos, nas últimas temporadas, não só nessa, teve um ataque muito engessado. Às vezes a coisa mais difícil para o Wolves é realmente fazer ponto. E é justamente por isso que eles dependem tanto da defesa, né? Porque a defesa gera os contra-ataques e aí sim eles brilham.
Falta poder de fogo, faltava criatividade. Foi surpreendente descobrir no meio da série contra o melhor ataque da NBA que eles têm jogadores criativos o bastante pra conseguir gerar alguma coisa, criar espaço. Mas esse foi o melhor jogo da carreira do Terence Shannon Jr., 24 pontos nesse jogo 6. O máximo da carreira do Jaden McDaniels, 32 pontos além de 10 rebotes. E 64 a 40 em pontos no garrafão.
O McDaniels foi... Olha, ele botou seu nomezinho aí na história do Minnesota e... Dos playoffs, de certa forma, porque o que ele fez foi muito marcante. De ser um cara que tá longe de ser o maior nome do time. Ele não é o Julius Randle, ele não é o Anthony Edwards, ele não é o Gobert.
E aí ele fala uma groselha ofendendo os adversários como se ele fosse uma super estrela. É tipo, a gente tem que atacar todo mundo desse time que é o mau defensor. Quem é o mau defensor? Todo mundo.
E ele vai lá e banca. Ele é um jogador muito improvável de bancar uma afirmação dessas, né? É o Dylan Brooks fazendo 32 pontos pra fechar o Lakers naquela série que ele provoca o Lebron. Exato. E parecer imparável, né? Só que o Dylan Brooks foi jogando cada vez pior naquela série. Não melhor. O J.D. McDaniels foi jogando melhor. E no fim do jogo era bola nele e ele resolveu. Pois é. Com arremesso de meia distância, como se ele fosse a estrela do time.
E o mais engraçado é que o Elvis precisava de jogadores assim com o Anthony Nader desenquadra. E aí sem o Anthony Nader desenquadra você precisa vezes 10. E o mais fascinante é que aconteceu. Rolou. E pelo lado do Nuggets, foi o melhor jogo do Yolkhty, talvez na série. Ele fez 28 pontos, 10 assistências, 9 rebotes. Ótimo aproveitamento de arremessos, incluindo o marcado pelo Gobert. 10 e 16 marcado pelo Gobert. Disparado o melhor aproveitamento que ele teve nessa série. Errou.
4 das 5 bolas de 3 que ele tentou. Isso ele não encontrou a série toda. Grande jogo também do Cam Johnson. 27 pontos, 8 rebotes. Agora o Jamal Murray. Jamal Murray, Daniel. Temos que falar do Jamal Murray. Melhor temporada regular da carreira dele. Disparado. Disparado. Finalmente foi All-Star. Não foi bem nos playoffs. 12 pontos nesse jogo decisivo. Ele acertou 1 de 6 arremessos marcado pelo J.D. McDaniels.
E tentou seis também e errou todos quando o defensor mais próximo era o Rudy Gobert. Então um de doze contra os dois melhores defensores do Minnesota. E dois marcadores muito mais altos do que ele, com muita envergadura. O que faltou claramente pro Jamal Murray foi espaço.
jogou sufocado o tempo inteiro. E o Gobert, tradicionalmente, esse defensor que você quer levar para o perímetro porque você quer driblar e quer arremessar, o Jamal Murray não teve tantas oportunidades de mano a mano contra ele no perímetro. O Gobert fez um trabalho espetacular contestando meia distância e garrafão. De fato, não foi uma série brilhante para o Jamal Murray, mas eu acho que é muito mais mérito do Wolves, que tornou a vida dele um inferno.
Mas lembra uns meses atrás quando o Yoke se machucou? Ele passou três, quatro semanas fora. E o Nuggets foi muito bem. E vários jogadores deslancharam. O Murray jogou muito bem naquele período. Não só pontuando, mas organizando o time. O Peyton Watson brilhou.
E aí chegou no jogo da eliminação, o Murray não jogou nada, o Christian Brown fez 3 pontos, o Tim Hardaway Jr. não foi bem ao longo da série, embora tenha tido uma temporada muito boa, o Valanciunas não jogou e o Peyton Watson e o Aaron Gordon estavam machucados, sentados no banco, vendo tudo.
Então, de uma hora pra outra, aquele time profundo que o Nuggets montou no off-season derreteu. E muito mérito da defesa do Wolves, que tirou o pior deles e eliminou. Mas deu um gostinho de o quanto eles insistem nisso. É um time muito forte, foi de novo o melhor ataque da temporada.
Não, é um timaço. É que contra a defesa do Wolves o que aconteceu foi que eles chegaram numa situação em que o time parecia não confiar nos seus próprios jogadores. A bola nem chegava pra esses jogadores participarem e eles não queriam participar mesmo. Foi uma partida espetacular do Yokt porque o Nuggets tava decidido que só o Yokt teria alguma coisa a acrescentar nesse jogo. E ele se superou, né? Em outros jogos ele tentou fazer isso porque nada dava certo e forçou uns arremessos nada a ver contra o Gobert e você não força arremesso nada a ver com o Gobert.
Nesse aí não, ele foi mais calmo, menos afobado. Isso, foi mais cerebral. Ele não tentou arremessar quando ele não tinha espaço nenhum. E aí ele foi melhor. Mas olha esse número que esquisito. O Nuggets foi o melhor time da NBA em aproveitamento de arremesso de 3 na temporada regular. Eles acertaram 32% nessa série de bolas de 3 livres.
Das bolas de 3 sem marcação. Disparado, pior da temporada. E em compensação o Wolves acertou 44%. Das bolas de 3 livres. Que seria a melhor marca da NBA na temporada regular. E o Nuggets fez menos de 100 pontos duas vezes na temporada regular. Em 82 jogos. Três vezes em 6 jogos contra o Minnesota nos playoffs. E 3 derrotas, né? É. Então não pareceu nem um pouco o melhor ataque da NBA nesses 6 jogos.
E a gente enfrentar a defesa do Ovos não ajuda. Mas não é que era um ataque bom. Ou melhor ataque. Você esperava um pouco mais também. Para você enfrentar o melhor ataque tem que ser a melhor defesa. E era isso que o Chris Finch estava cobrando que o Ovos realmente fosse. E eu ia comentar que a gente estava louvando aqui o jogo ofensivo espetacular do Yokti. Mas um de cinco arremessos do perímetro. A bola de três pontos. Não foi o forte dele na temporada toda. Mas nessa série realmente não rolou.
A única que ele acertou foi uma que ele recebeu de costas caindo pra trás, porque tava acabando o relógio 24. Aí é terra de ninguém. E é uma das coisas que fazia o pick and roll dele com o Jamal Murray ser imparável, né? Porque a gente comentou já várias vezes de como eles tiram aquele passe pro Yolkht na entrada do garrafão. Aquele pocket pass, que eles chamam.
Mas uma das alternativas é ele dar um passo pra trás e arremessar de três. Até porque o governo vai acompanhar isso. Sempre foi uma arma do Yokt. Há umas, uma temporada, duas, deixou de ser porque ele parou de acertar. Na Olimpíada ele não acertou nenhuma. Assim, ele assumiu o arremesso de três do Yokt.
É que assim, contra essa defesa do Oves, contra o fato que o Gobert teve uma série defensiva verdadeiramente brilhante, você precisa dessas bolas de três pontos. Especialmente do Jokic, porque justamente o Gobert não quer ter que marcar ele fora do garrafão. Mas os outros jogadores também. Chegou num ponto nesse jogo final em que o Brown não estava acertando nenhuma bola de três. Ele acertou o quê? Uma de quatro na partida. Os únicos três pontos dele no jogo.
O cara vai ganhar uma fortuna. Ele tem uma extensão de contrato que começa a temporada que vem. Vai ficar mais dolorido. Você começou a olhar o redor e falar assim, mas assim, eu vou passar a bola pra quem? E é um time que era um time muito profundo. E aí acho que surge essa despedida do Nuggets. A pergunta é, você simplesmente aposta de novo nesse mesmo elenco?
A gente repetiu aqui, muitas vezes é o melhor elenco que o Okit já teve. Pra muitos, e acho que eu tô nessa, é melhor do que o elenco que o Okit tinha quando foi campeão. No papel é, sem dúvida. Na prática não foi, não deu pra ver isso. Mas em termos de qualidade individual, do que cada um já fez, do que tem no banco. O Bruce Brown não foi metade do que ele foi em 2023. É claro. Então complicado e o Negacy tem que tomar decisões difíceis, porque é um time de sucesso. E não é simples desmontar um time de sucesso.
O Yoke te falou que se fosse na série eles estavam todos demitidos, que a derrota era inaceitável. Bom, ele não está demitido e nem o técnico do Nuggets, pelo jeito o Alderman, continua com eles. Vamos ver. Porque eu penso no Golden State Warriors, por exemplo.
O Duran foi embora, eles sabiam que era uma nova fase, eles sabiam que alguma coisa tinha que ser feita. Mas eles não demitiram o Steve Kerr, e eles não trocaram nem o Curry, obviamente, nem o Klay Thompson, nem o Godalo, nem o Draymond Green. Mudaram tudo ao redor. Apostaram na molecada, erraram vários na molecada, trouxeram o Andrew Wiggins, apostaram no Jordan Poole, aconteceu um monte de coisa em volta. Mas a gente tem um sistema e uma base boa aqui. O Nuggets faz o mesmo?
Eles ganharam um título, não três. É, não foi uma dinastia, né? Mas... Não sei se é uma coisa que eu quero mudar demais também. Incomoda que o Aaron Gordon se machuca muito? Incomoda. Incomoda que o Jamal Murray fracassou nos playoffs? Incomoda. Mas os dois têm um entrosamento tão perfeito com o Yolkut. Eu vou arriscar pra trazer quem, sabe? Não sei. Parece que precisa mudar, mas eu não sei se eu teria coragem de fazer uma coisa drástica.
Porque o time ainda é muito bom. Mas é isso, perderam. Perguntaram pro Jokic depois do jogo se ele achava que o time tava perto de um título. Ele perdeu na primeira rodada. Eles estavam bem longe. E o Chris Finch falou eles escolheram a gente. Você viu?
eles escolheram jogar com a gente então toma aí, a gente usou de motivação porque o Nuggets podia perder na última rodada da temporada regular cair pra quarto lugar, enfrentar o Rockets e fugir do do Wolves que é um time que a gente sabe que tem um histórico positivo contra o Denver
Você imagina você ficar bravo porque o time que você está enfrentando quis vencer na última rodada? Então, tem duas coisas. Primeiro que os deuses do basquete costumam premiar quem perde de propósito, não quem ganha. Então, uma coisa meio ateu aí. Ateia do Chris Finch. E a segunda é que o Nuggets poupou jogadores naquele jogo.
Eles ganharam mesmo assim, com o David Roddy jogando muito. Pois é. Então não é que o Denver também botou o Yoke pra jogar 45 minutos naquela partida. Mas assim, tanto faz, né? É ridículo. Motivação de atleta pode ser qualquer coisa. Não desistiram qualquer coisa. Tudo é ofensa. Teve até o post clássico, né? O...
O social media do Wolves postou a listinha dos palpites da ESPN gringa que todo mundo apostou no Denver. Clássico, clássico. Não tem um time que não faça isso. Isso é óbvio. Mas a gente já viu em outras iterações desse Minas da Timberwolves
O Nuggets tem muita dificuldade contra eles. E se os times são diferentes, o que sobrou é a defesa. Defesas muito fortes, muito físicas, muito sufocantes vão atrapalhar esse Nuggets. Atrapalhar quase todos os times. Mas um time que depende ofensivamente de muito espaço, muitas trocas de passe, movimentação sem a bola...
vai sofrer mais do que os outros. Então, eu acho um pouco normal. E falando de defesa, a gente tem um tema futuro aí, que a gente não vai fazer hoje, que a gente tem muito jogo pra comentar. Mas você acha simbólico? Que as melhores defesas estão passando, né? As melhores defesas passaram, e dos 11 times que mais arremessaram de três por jogo na temporada, só o Cleveland tá entre os oito últimos. E os trancos e barrancos, hein?
E quase foi eliminado pela quinta melhor defesa da temporada regular, que foi nosso...
Toronto Raptors aqui. Ah, mas de verdade, esse eu tenho orgulho da bola presa, que a gente tá cantando a bola de que as defesas voltaram já faz umas duas temporadas. Foi, foi. No começo da temporada passada a gente falou bastante disso. A gente falou ainda mais nos playoffs, porque deu pra ver com o Thunder, com o próprio Indiana. Então esse ano tem sido mais mais fácil de enxergar ainda do que na temporada passada. Mas é um tema que a gente já falou mesmo.
E aqui no Ao Vivo, o Luiz Matias, ele falou que o Nuggets parece a história recente do Bucks. Os dois times parecem ir pra uma mesma rota. E faz algum sentido dessa coisa do título único, da super estrela, da dificuldade de construir um time competitivo depois do título. Tenta segurar o time do título e parece que falta alguma coisa.
Mas você já investiu nesse time, o time começa a ficar mais caro, mais velho, mais machucado. O Bucks teve isso. Se você analisa ano a ano depois do título, o Bucks parece que nunca teve um playoff saudável de verdade desde o título de 2021. Incluindo o próprio Yannis várias vezes. Então, boa associação. Parece mesmo.
É uma época também que parece que todo mundo está sofrendo com isso. É muito difícil manter time que ganha título. Sempre foi. Isso sempre foi um dos motos da NBA. Mas agora é muito mais porque das novas regras salariais. Bom, a gente teve também na quinta-feira o jogo 6 de Philadelphia 76ers e Boston Celtics. Você quer falar dessa série ou você quer falar todas que acabaram primeiro antes dos jogos 7?
Vamos falar das que acabaram. Tá, então na sexta-feira a gente teve o Lakers eliminando o Rockets 98 a 78. Tipo, costuma segurar o adversário a menos de 100 pontos costuma ser uma coisa como sinônimo de sucesso defensivo na atual NBA com a média de pontos do jeito que é. O Rockets conseguiu segurar o Lakers com menos de 100 pontos e perder de 20. Impressionante.
Lembra que eu falei que o... Não sei se a gente já tava gravando, já tava. Ou foi no pré. Que foi o Orlando fez 11 pontos no terceiro quarto e 8 no último quarto do jogo 6. Eles terminaram com 79 pontos naquele jogo. O Rocket terminou com 78 esse. Tem que fazer ainda pior. É que o Rocket foi mais dividido, né? Eles foram ruins em 4 períodos ao invés de ser tenebrosamente péssimos em 2. Mas sim, eles se marcaram 13 pontos no segundo quarto. Ah, nossa, sim.
13 pontos, 13 pontos. Eles tomaram o dobro. É, não tem muita defesa desse time, né? O Duran não jogou, não jogou mais ao longo da série. Ninguém teve um destaque positivo. O Rich Shepard foi mais agressivo. O Lakers estava trocando muita marcação a cada quarta luz. Então o Rich Shepard teve muita posse de bola sendo marcado pelo Deandre Ayton, pelo Hatimura, por jogadores mais altos, mais lentos. E foi o jogador que mais arremessou no jogo. 19 arremessos tentados, ele acertou 4.
E não é só isso, porque quando ele tá enfrentando marcadores maiores, a tradição diz que se você é um armador baixinho, que é bom arremessador, você leva pro drible, você ameaça a bola de três, e aí é difícil marcar a bola de três ali no meio do drible, que se você é mais alto, e aí tentando marcar a bola de três você infiltra.
O Shepard preferiu só arremessar mesmo essa bora de três. Ele arremessou dez, né? Ele arremessou dez bolas de três e converteu uma, uma bora de três. O Shepard tem uma questão aí. Ele não tem confiança do Imel Doka. A defesa dele é fraca. É uma questão de limitação física. Ele é esforçado. Ele tá sempre correndo de um lado pro outro. Mas ele é baixinho, ele é fraquinho. O Imel Doka já deixou bem claro que não gostaria de ter que usar ele defensivamente.
Porém, ofensivamente, ele tem que oferecer coisas pra esse time que faltam. Eu não acho que ele é um armador tão bom assim em criar espaço pros companheiros. Eu não acho que ele é um armador tão bom assim de encontrar os companheiros e ele definitivamente não conseguiu estabelecer na NBA como um bom arremessador. Aí você começa a se perguntar o que raios ele tá oferecendo se ele tem um problema defensivo. Eu não sei o quanto disso é só ele e o quanto disso é um efeito bola de neve.
De ninguém confiar nele, de jogar pouco na primeira temporada. Do esquema tático não ser feito pra ele. Porque um armador que tá com a bola nas mãos o tempo inteiro precisa de um esquema tático que é pensado pra isso. O Shepard precisa ter a bola nas mãos num esquema que nem quer deixar a bola nas mãos dele. Então, assim, é um desastre anunciado que o Shepard tenha um jogo catastrófico desses. Mas é que sem o Kevin Durant, eles precisavam de ponto.
Ninguém no time consegue pontuar. A gente viu de novo o mérito do jogo anterior.
Foi um ataque mais balanceado do Rockets, apesar dos 19 arremessos do Shepard. Todos os titulares arremessaram mais do que 11 bolas. Então todo mundo participou. É aquilo lá que a gente já viu que eu acho até mais interessante do que tem sido o ataque do Rockets com o Kevin Durant.
Mas ninguém tem auto-aproveitamento. Uma coisa que eu falaria pro Rockets fazer. Aposta mais no Rich Shepard e faz o que o Lakers faz também. Caça mismatch. O Shepard arremessou cinco bolas marcado pelo DeAndre Ayton. Acertou uma.
5 marcado pelo Kenard e acertou 2 é o que você faz contra o Lakers você caça o Eiton e o Kenard que é o pior defensor em quadra e não tiraram ponto nenhum disso porque o Eiton foi muito bem nesse jogo marcando o Schengen você não quer que ele saia do garrafão pra marcar o Shepard mas nesse jogo ficou tudo bem
Então, o Rockets fez um pouco mais do que devia e faltou qualidade. Tirando o Ementon, ninguém se salvou nesse jogo, para falar a verdade. Não, acho que o Shepard foi mais agressivo. Ele fez mais, então os números são piores também. Mas o Shango foi, apesar dos números que são razoavelmente positivos, 17 pontos, 11 rebotes, 5 de 12 arremessos, o Shepard não conseguiu impactar o jogo em nenhum momento. Pelo contrário, ele estava tão bem marcado.
E várias dessas bolas dele foram forçadas que às vezes parecia que o Rocket estava pior com ele. E não melhor. Inclusive acho que ele é o pior saldo. Pior saldo. Menos 27 enquanto esteve em quadro. 27 foi o que o Lakers fez no final do segundo quarto. 27 a 3. Foi o que matou o jogo. Uma sequência de 27 a 3. Aí foi por intervalo vencendo por 18. E acabou o jogo vencendo por 20. O Lakers depois segurou muito bem.
Grande vitória para o LeBron James, para a carreira dele. Ter uma dessas aos 41 anos, onde ele é o melhor jogador do time. Segurando sem o Luka Doncic. Ele nunca tinha oito pontos para fechar o jogo e oito assistências. Ele nunca tinha perdido uma série de playoff em que ele abriu 2x0. Então teria sido realmente também uma mancha no currículo. Não aconteceu. Legal para o Lakers agora.
Oklahoma City Thunder. Não vamos falar disso hoje, né? Não, mas você viu o DJ Reddick. A gente deveria fazer um preview da série. É, que não vai dar tempo. Mas o DJ Reddick fez esse comentário de que os números do Thunder são equivalentes aos números daquela dinastia do Bulls e a dinastia do Warriors. E que o Thunder tá aí nessa mesma chave e que todos os jogadores do Lakers estão perfeitamente cientes disso e de quão bom o Thunder é.
É isso que ele tinha a oferecer. Eu fiquei pensando assim. O que o Lakers pode fazer? Por onde começa?
Não sei, não tenho a menor ideia. O Lakers não tem um grande defensor pra você pressionar o Shea. O Lakers não tem uma grande defesa pra tentar sair pelo contra-ataque. Também não tem um grande ataque. O Lakers quando sai rápido no ataque é por causa do Luka e aqueles passes rápidos que ele dá. Não tem o Luka. Talvez tenha durante a série, mas longe de ser garantido. Não sei por onde começar. O que eu faria se eu fosse o Lakers nesse jogo 1?
seria, tentaria uma defesa por zona, bastante congestionaria demais o garrafão é assim, tentar convencer o Thunder de ficar tentando arremesso de 3 pontos de jogadores secundários e aí torce pra errar, tem dia que acerta um monte e aí no ataque você tem que tentar ser o mais metódico possível errar pouquíssimo e não ceder ponto de contra-ataque então
O Lebron dos bons tempos conseguiria fazer isso por 48 minutos. O Lebron no auge do auge do Lebron é o jogo vai ter o meu ritmo. O jogo vai ser rápido quando eu quiser correr. E a gente não vai errar passe porque eu não vou errar passe. E aí o jogo às vezes parece mais lento, mas sempre gera um bom arremesso no final porque é o Lebron.
Não consegue mais fazer isso. Não por 48 minutos, muito menos contra a melhor defesa da NBA. Mas seria o caminho. Você controla o ritmo do jogo, fecha o garrafão, torce pra eles errarem bola de três, porque não é o ponto forte do Thunder, apesar de terem alguns bons arremessadores lá. Não vejo, não vejo um caminho.
De verdade. Com o Luka, você pode pensar que o Luka pode voar em uma partida. O último time a vencer o Thunder nos playoffs foi o Dallas do Luka dois anos atrás. Difícil. Difícil demais. Não vejo isso acontecendo.
Eu acho que existem planos que você precisa seguir, porque nesse momento, depois do título do Thunder, já são meio que senso comum. Você precisa impedir a entrada no garrafão, você precisa impedir infiltrações consecutivas, você tem que forçar os arremessos de fora de jogadores que não sejam cheios.
Não sei se o Lakers tem material humano pra desempenhar esse tipo de plano. O Lakers perdeu todos os quatro jogos contra o Thunder na temporada e foi surra atrás de surra. Qual o placar dos jogos entre Lakers e Thunder na temporada regular, Daniel? 121 a 92. 119 a 110 foi o jogo mais apertado, nove pontos de diferença. Aquele clássico que foi quando o Lucas se machucou, 139 a 96.
E o último foi 123 a 87. Sério, é só surro. É tudo 30, 40 pontos de diferença. É demais. Aqui no Ao Vivo, o André Motas falou que se o Thunder dobrar a marcação no LeBron James, o Austin Rivers vai ter que aproveitar isso e acertar as bolas livres. Eu não acho que eles vão dobrar no LeBron. A questão é que o Thunder não é um time que dobra a marcação. Eles dobram, triplicam, quadriplicam a marcação.
E infiltrações dentro do garrafão. É um time que gosta de tentar impedir as bandejas. Agora, eles não vão dobrar a marcação no LeBron quase nunca. Não é um time que cria espaços a partir desse tipo de duelo. É, o que eles vão fazer é forçar o Austin Reeves a driblar muito. E forçar a turnover dele. Exato. E o Austin Reeves dribla daquele jeito esquisito dele.
Quanto a gente ir pra próxima série, Danilo? Só uma notícia que chegou agora, segundo Shamsherania. Diga. O Dallas Mavericks contratou o Masayu Diri pra ser o novo presidente deles. Olha só. Team President. Então, tá aí. Vocês foram de Nico Harrison pra Masayu Diri que foi o arquiteto do Toronto Raptors campeão de 2019. Ficou lá até a temporada passada. Agora assume o Dallas Mavericks pra montar esse time aí ao redor do Cooper Flag.
E ele é famoso por ter uma visão bem globalizada do basquete. Tipo o que hoje todos os times têm, né? Mas ele dava muita chance para os jogadores internacionais, mesmo quando o resto da NBA era muito desconfiado. Bom, vamos continuar então. Das séries que acabaram, falta alguma? Ou tudo foi jogo 7 depois? Acho que tudo jogo 7. Tudo jogo 7, né? Então vamos para os jogos 7. Danilo, diga. Joel Embiid venceu um jogo 7.
Na sua quarta tentativa. Aí, Embidão. Que demais. Eu fiquei muito feliz pelo Joel Embid. E fiquei mais feliz que ele chegou em Boston pro jogo 7 vestido de Lebron. Vestido de Lebron do 3x1. Isso. Sabe aquele print clássico do Lebron de óculos escuro com aquele fone de fio branco com a legenda embaixo falando que nenhum time virou 1x3 numa final?
Logo antes do Cavs começar a virada em 2016. Que foi uma virada de 3x1. O Lebron saiu campeão. E virou o símbolo da virada. Eu lembro que quando o Dallas estava atrás do Boston na final 3x1. Todo mundo no Twitter começou a usar uma montagem do Luca de óculos escuros com fone. Se você vai torcer para uma virada dessa, você usa essa imagem. Que geralmente é uma montagem. Não é o jogador fazendo isso.
E do jeito mais Embiid possível ele apareceu com essa zoeira num jogo 7 e depois na entrevista coletiva ele falou, acho que foi só uma coincidência. Muito trollzinho Joel Embiid.
A gente tem um carinho pelo Embiid por aqui e eu acho que em parte isso aparece no nosso clube do livro, pra assinantes assine o Bola Presa, bolapresa.com.br a gente fez um clube do livro sobre uma mega reportagem um texto gigantesco que é uma entrevista com o Joel Embiid a gente traduziu esse texto e aí fez um podcast a respeito e mostra como o Joel Embiid é sofrido e aí
Como ele é uma pessoa em sofrimento, uma pessoa que não confia em quem está ao redor dele. Então é realmente uma pessoa que às vezes fica difícil de empatizar porque ela parece muito fechada e muito obtusa e atrapalha as pessoas ao redor. Por essa falta de confiança, pelo jeito que ele age, por ser meio negativo às vezes.
Mas ao mesmo tempo, nessa primeira oportunidade em que ele realmente abriu as portas e respondeu as perguntas, ele permitiu que a gente simpatizasse com uma figura que não é muito fácil de se aproximar. Eu saí daquele texto do nosso Clube do Livro torcendo pelo Embiid.
Que ele encontre algum nível de realização pessoal e felicidade na carreira dele. A minha sensação foi, torço por ele, torço por ele ser uma pessoa que não sofra tanto, ao mesmo tempo que a sensação era, mas até onde vai um time liderado por uma pessoa assim? Pois é. Que é fechada, que não confia, que fala por código.
E o que aconteceu essa temporada, segundo o próprio Embiid, a temporada começou assim, com ele falando, é o time do Tyrese Maxx, eu só tô aqui. E mudou tudo. O clima do time é outro, o time é mais feliz, o Ed Comby tem outra personalidade. E o Embiid falou depois do jogo, achei uma frase bem legal. Ele falou, não é uma crítica aos caras que jogavam aqui antes, mas agora é diferente. E a gente conseguiu lutar.
E entre todos os times que jogou aqui, esse aqui é diferente. Tipo, tem uma... Tem uma energia diferente. Uma energia diferente, uma energia menos fracassada. E a coisa mais curiosa que eu acho sobre o Embiid, a personalidade do Embiid, é que ele chegou na NBA um pouco nesse clima, um clima que não existe mais, um clima quase meio antiquado de atleta de luta livre dos Estados Unidos.
De ser falastrão, de provocar os adversários, de chamar a torcida. O McDaniels abraçou esse daí. Completamente, né? Mas o Embiid tinha essa energia de mandar a torcida calabouca, de gostar de ser o vilão. E aos poucos, o fracasso do Sixers foi criando uma pressão de que ele não poderia ser assim.
De que ser assim envolvia um nível de vitória e comprometimento e disponibilidade pro time que ele não tinha nas lesões e nos fracassos. E você tem que ganhar, né? Você tem que bancar. Foi o que a gente falou do McDaniels. Claro. Senão você vira o alvo. Se você provoca e não banca, vão te detonar porque você provocou e deu munição pro adversário, etc. E tem gente que não gosta dessa personalidade provocativa, mas não vem ao caso.
O ponto é que o Embiid chegou na NBA muito mais feliz do que ele foi se tornando.
Essa personalidade dele foi morrendo, foi atrofiando. Ele foi ficando uma pessoa seca, desconfiada, ressentida, amargurada. E aí quando o Embiid chega para o jogo 7 na skin LeBron 3x1...
Esse é o Embiid. Finalmente, assim, é o Embiid se divertindo. Ele fez uma cesta e falta nesse jogo 7. Tudo aos trancos e barrancos, porque vamos ser bem sinceros, foi tudo aos trancos e barrancos pro Embiid nessa série. A coisa tá tão diferente nessa temporada, por enquanto, bate na madeira 27 vezes, que é, ele machucou o joelho duas vezes nesse jogo. E levantou! Levantou dessa vez. Mas ainda é o Embiid. Ainda é o Embiid onde acontece tudo com ele.
Mas assim, ele estava aos trancos e barrancos, com a cirurgia, muito, muito profundamente fora de forma. Eu falei no jogo anterior que talvez tenha sido a melhor atuação de um jogador se arrastando em quadra que eu já tinha visto. E aí talvez o do jogo 7 tenha sido ainda melhor.
Mas foram duas atuações se arrastando em quadra. E aí ele fez uma cesta e falta e aí ele botou a mão na cabeça, como se estivesse sendo revistado e o banco inteiro fez também. Foi uma outra energia do Embiid que a gente não via desde que ele chegou na NBA. Tem uma cena que ficou mais forte agora, depois que eles conseguiram vencer o Boston Celtics, mas na época já comentaram, duas semanas atrás.
Que foi o jogo do play-in, quando eles vencem o Orlando Magic. Então eles garantem a sétima colocação e aí todo mundo sabe que eles vão enfrentar o Boston. E a torcida começa a gritar, nós queremos Boston. We want Boston. E dá um close na cara do Embiid e ele acha graça. Ele ri e faz uma cara tipo, é isso aí, bora lá.
Ele faz uma cara meio sádica. Tipo assim, não, é isso, é isso. É disso que eu gosto também. O Embiid, que já enfrentou o Celtics umas mil vezes nos playoffs e perdeu todas. Porque o Sixers não eliminava o Celtics desde 82. A coletiva dele no jogo 6 foi Estou exausto de perder pro Celtics, não aguento mais. Tem uma frase clássica dele de anos atrás. Falando dessa rivalidade.
Não é uma rivalidade. A gente perde todas. A gente perde todas. Como é que vai ser uma rivalidade? Então ele já falou que ele odeia o Boston, mas que ele sempre perde. Aliás, ficou legal outra cena, se você revisa pra ver, quando ele e o Paul George estavam numa transmissão de uma das finais da NBA. Acho que dois anos atrás. É dois, porque o Paul George estava no Clippers ainda.
E o Embiid fala que eles querem vencer o Boston. E aí seria bom se a gente tivesse alguma ajuda. Ele dar uma olhada pro Paul George, que ia ser free agent. Porque todo mundo sabia que o Sixers ia atrás do Paul George. E de fato, o Paul George foi. E agora juntos os dois venceram o Boston Celtics.
Assim, de um jeito todo torto. Muito, muito torto. Profundamente torto. O Max é o dono do time. O Paul George jogou muito mal a primeira temporada. Foi pego por doping na segunda. O Embiid fez 15 cirurgias. Em vários lugares diferentes do corpo. Adorei a teoria de que o que era amaldiçoado era o apêndice do Embiid. Agora foi, agora foi. Agora que tiraram? Ufa, agora vai. Todo apêndice é amaldiçoado, né? Nossa Senhora. É fantástico, fantástico.
O que mudou de sorte, de azar, foi pro outro lado. O Jason Tatum sentiu a perna no jogo 6 e não jogou o jogo 7. Ele sentiu o joelho da perna que não foi operado.
E pior que o Mazula já tava sendo criticado Técnico do Celtics, Joe Mazula Por minutos excessivos do Jason Tatum ao longo da série Era uma crítica dupla Uma crítica por por que você tá fazendo Isso com o Tatum, que voltou Há poucas semanas E ao mesmo tempo por que você tá fazendo isso Abrindo mão do nosso banco de reservas
Que deu tão certo quando o Teito não estava disponível. Que foi um dos pontos fortes da temporada. E a gente falou isso no podcast passado. Sobre o Hugo Gonzalez, por exemplo, jogando tão pouco. A gente falou do Gonzalez e do Garza. Porque a nossa ouvinte favorita do Bola Presa, a Patrícia Agusso...
tava reclamando do Vucevic, né? Que não tava jogando nada. E o Garza não tava tendo a mesma oportunidade que teve ao longo da temporada. Raio, mas vou dar um sucesso titular no jogo 7. Você e o Ron Harper Jr. E o Baylor Shireman. Um quinteto que não tinha jogado nenhum minuto na temporada. Ou, sei lá, 5 minutos juntos. Mas bom, o jogo 6...
O Filadélfia ganhou. Ganhou bem. E o Teiton saiu machucado. Foi 106 a 93. O Sixers abriu bem no segundo tempo. Um jogo fraco do Celtics em geral. De novo fraco em arremesso de 3. Foi uma tendência da temporada e dessa série. Me pediram no Twitter por favor, não justifica tudo com arremesso de 3. Aí eu falei, não vou justificar, mas você sabe qual é a verdade.
Um time que foi montado pra isso, cuja maior marca identitária são as bolas de 3 pontos, é o fato de que 5 jogadores simultâneos arremessam de 3, se as bolas de 3 pontos não estão caindo, é claro que você vai ter um problema bem grave. Celtics na temporada regular, quando arremessaram menos de 35% de 3. 15 vitórias, 23 derrotas e perderam todos os jogos nessa série.
35% de aproveitamento ou mais, 44 vitórias, 6 derrotas na temporada regular. É outro nível. E ganhou os 3 jogos nessa série acertando 35% ou mais.
Então assim, dado a importância desse tipo de arremesso pro esquema do Celtics, não é uma correlação forçada. Não, imagina. Não é nem um pouco leviana. O time é feito para isso. E aí é claro que você tem que criar válvulas de escape, rotas de fuga desobstruídas, quando a bola de três não tá caindo.
E aí você entra naquela questão que eu acho muito difícil de decidir como um técnico da NBA. Porque a bola de três pontos ela varia. A gente sabe que ela oscila mais porque a porcentagem de aproveitamento é menor do que as outras bolas. É que compensa ao longo prazo. As mãos de três pontos não estão caindo, você só continua arremessando. Porque uma hora vai valer a pena. Ou você começa a encontrar outras bolas que são bolas mais seguras.
Não é fácil, já não é uma resposta tranquila. Mas se você for pra decisão de vamos arremessar menos bolas de três, porque hoje não tá muito bom, vamos achar outros arremessos, isso passa necessariamente pelo Taito. Isso passa pelo Taito encontrar mismatches, pelo Taito na meia distância. É, o Taito era o principal jogador também, o Jaylen Brown, obviamente, tanto que arremessou muito de meia distância nessa temporada.
Mas o Tayton sempre foi esse cara que podia fazer uma coisa diferente pra além do esquema normal do Boston Celtics. Assim, você tem toda a razão. O Jalen Brown é fundamental pra isso também. A grande diferença dessa temporada sem o Tayton foi que o Jalen Brown teve muito mais liberdade, liberdade tática pra arremessar de meia distância. E isso faz diferença nos momentos em que você precisa de uma bola de segurança o cabelo de três não tá caindo.
Mas a bola de três ainda é fundamental. E se o Sixers está convertendo bolas de três, que é uma coisa que o time tradicionalmente não converte, essa conta começa a ficar muito mais difícil. É, tem o lado das bolas de três dos Sixers também, né? O Sixers ganhou todos os jogos que o VJ Edcom acertou pelo menos uma bola de três. E geralmente acertou bem mais de uma. É no jogo sete aí ele acertou cinco bolas de três. É no jogo seis que ele acertou uma só, mas no jogo sete ele foi sensacional.
Mas no jogo 6 o Paul George acertou 5 bolas de 3. E só pra comentar rapidamente, a gente tá falando dos célticos, mas eu queria comentar rapidamente sobre o Paul George, que é essa oportunidade. O jogo 6 foi espetacular, ele teve um quarto bem dominante.
Jogou muito bem, mas muitas vezes ele não está fazendo parte da movimentação ofensiva e a bola chega para ele em arremessos que são muito difíceis. No jogo 7, eu acho que todos os arremessos que ele deu foram arremessos muito contestados, a maior parte deles perto do estouro do cronômetro. Ele fez 13 pontos no jogo, 10 no primeiro tempo, só 3 no segundo, uma bola de 3.
Mas sim, são 13 pontos e parece muito pouco. Mas você pensa que são 13 pontos em arremessos que nem deveriam ter existido. Que são postos de bola que deveriam ter sido perdidas. Ajudou demais o fato de que ele é essa válvula de escape quando a posta de bola tá quebrada.
É muito bom ter o Paul George, que é um cara que sabe criar o próprio arremesso, como essa válvula de escape, pra além do Max, pra além do Edcom, pra além do Embiid. Que às vezes a dificuldade do Embiid é receber a bola no lugar certo. Mas nossa, foi uma série cheia de assunto, né? O Paul George eu acho que foi mais assunto até na defesa. Achei que ele marcou tão bem o Jalen Brown. É verdade. Acho que fez toda a diferença pro Sixers conseguir essa virada. O Sixers tava perdendo de 3x1, né? Foi uma das viradas de 3x1 pra 4x3.
E achei que o VJ Edge Como marcou bem também O Jalen Brown E acho que é uma coisa que me deu um pouco de Esperança De que o Sixers vai ser um baita adversário Para o Knicks O quanto eles estavam preparados para enfrentar o Boston Celtics Para impedir as bolas de três Para atrapalhar as bolas de três Para forçar o Jalen Brown Sempre a arremessos muito difíceis E é o que você vai ter que fazer com o Branson Por exemplo Obrigado
A quantidade de arremesso que o Dylan Brown deu de meia distância naquele double pump, que assim, você pula e depois você precisa segurar um tempo no ar e subir a bola de novo. É tipo um arremesso em duas etapas. Porque a primeira etapa estava sendo contestada.
Eles vão ter que inverter o lado agora, né? Eles sempre estavam tentando forçar o Jalen Brown pra esquerda. Agora você tem que forçar o Jalen Brunson pro outro lado. Se bem que o Jalen Brunson, né? O Shunnyu não tem lado favorito. Mas é o tipo de preparo que você tem que ter mesmo. E achei bem...
Assim, tava todo mundo sabendo o que tinha que fazer nessa série. Mas tudo virou quando o Embiid chegou, né? A gente não pode esquecer dessa parte. A gente pode falar de... Ah, foi o sétimo eliminando o segundo. O Celtics decepcionou. A história do Celtics é esquisita também.
Eu vi uma definição muito boa no The Athletic, que era... Ninguém esperava nada desses Celtics até esperarem tudo. Exato. Então ninguém dava nada pra essa temporada do Celtics. Era uma temporada jogada fora. Se eles acabassem em décimo, ninguém escreveu uma linha detonando o time. Iria. Porque iam dizer que eles iam ter feito que nem o Pacers e simplesmente perder de propósito. Tinha ficado em décimo quarto, não em décimo. Que era um dos caminhos possíveis pra esses Celtics.
E ao invés disso eles ganharam mais de 50 jogos e tiveram a segunda melhor campanha da temporada. E recuperaram o Taiton depois. E aí a gente começou a achar que eles iam ser campeões da NBA. Só que aí quando você chega nos playoffs com 50 e tantas vitórias e o Taiton saudável, você é o favorito. Exato.
E aí você perde na primeira rodada, vira um fracasso. Então é... É difícil de julgar essa temporada dos Celtics, de fato. E uma coisa engraçada, o Celtics perdeu três jogos seguidos duas vezes no ano. Agora? Os jogos 7, 6 e 5. E os primeiros, né? Os três primeiros. O jogo 1, 2 e 3 da temporada, dos 82 jogos da temporada.
Então eles começaram a temporada numa sequência de três derrotas e sem o Teito em quadra. E terminam com uma sequência de três derrotas e sem o Teito em quadra. O miolo foi perfeito. O recheio desse sanduíche é de sucesso. É que o pão é muito fracasso. O pão tava embolorado.
Mas o recheio foi uma temporada dos sonhos. E é isso, o John Mazula talvez ganhe técnico do ano. É porque o que ele fez com um time que ninguém tinha expectativa nenhuma foi fantástico. Mas no jogo 7 ele inventou um quinteto titular, com o Ron Harper Jr., o Baelow Shireman e os Luka Garza.
Que todo mundo olhou e falou, de onde você tirou esse negócio? E aí o Sixers fez 9x0 pra começar o jogo. Foi isso. E aí voltou, entraram os reservas, e aí começaram a jogar bem. Viraram o jogo no segundo quarto. Eles não perderam por causa disso. Não, imagina, inclusive, por cinco ocasiões no quarto período, o Celtics ficou só um ponto atrás.
E eu até postei no Twitter, no nosso Twitter, umas das jogadas que aconteceram quando o Celtics estava um ponto atrás. Uma jogada perfeita do Celtics para um arremesso livre de Jalen Brown de três pontos. Jalen Brown livre de três, sem ninguém perto dele, de frente para a sexta, ele errou. Aí tem um contra-ataque depois de um tocasso do próprio Jalen Brown, que tem um passe para o Queta.
Por um segundo, uma janela pra achar o Keta livre embaixo da cesta, ele não passa. Mas a solução é um passe pro Peyton Pritchard, livre, quilômetros de distância da defesa de três. O Pritchard erra também. E depois um arremesso de meia distância do Jalen Brown, da linha do lance livre. O Maxey cai no chão, não, ele cai no joelho do Embiid. É verdade. E é só isso, é só acertar esse arremesso.
Isso aconteceria com o Sixers dois anos atrás. Faltando três minutos, a diferença que era de 14 vira uma desvantagem a favor do Celtics no arremesso de meia distância, que a torcida vai o delírio e o Embiid machuca o joelho. O arremesso não caiu, o Embiid voltou pro jogo e o Maxey foi lá, fez duas cestas seguidas e matou a partida. Pois é.
E pouco antes disso... Essa é a diferença. Às vezes é um lance. E um pouco antes disso, quando o Celtics ainda estava vencendo por um, numa das várias instâncias que isso aconteceu, o Embiid foi lá, acertou o arremesso de meia distância e voltou fazendo o gesto de calma, calma. E não dá pra saber se ele está falando com a torcida. Com ele mesmo. Não fica feliz, não. Ou você está conversando com o time, que é calma.
Mas tá lá, tava o Embiid pra dar uma resposta, pra não deixar essa diferença de um ponto ficar assustadora. Foi uma mudança realmente de paradigma muito forte. Um Sixers não amaldiçoado sobrevivendo num momento de pressão. Fora de casa. Mas é um dos meus assuntos favoritos de playoff toda temporada. A gente fala muito de historinha, né? A gente tá contando historinhas da NBA aqui. E o quanto as coisas ficam perto de ser o completo oposto.
Jamal Mosley foi demitido hoje. Não é mais técnico do Orlando Magic. Se o Orlando Magic tem um quarto período regular no jogo 6... Normal, normal. Normal. Um quarto período fraco, eu diria. Eles ganham aquele jogo 6, eliminam o Detroit Pistons, estão na segunda rodada pra enfrentar um Cavs, que eu não boto nenhuma fé.
Imagina se o Orlando Magic chega na final do Leste. Três dias atrás isso não era absurdo. Aí é um quarto de pesadelo, o Franz Wagner se machuca, o cara tá demitido. E tão falando hoje quem vai ser trocado primeiro, se é o Franz Wagner, se é o Banqueiro. Banqueiro chega agora não, porque de novo ele brilhou nos playoffs.
E pro Celtics foi isso. Eles estavam perdendo por 14 pontos. Pro Celtics e pro Sixers. Por 14 pontos no quarto período. E ficaram a 1 de virar. E tiveram 3 arremessos completamente livres. Perfeitos. Bem criados. Pelos arremessadores que você quer. E se isso acontece, o papo hoje era. De novo o Embiid. De novo eles perderam uma liderança de 14 pontos no último quarto. E ele machucou o joelho. Nunca vai dar certo. O cara é o fracasso ambulante. E isso reforça toda a narrativa. Todo o estereótipo.
Ficou a centímetros de acontecer Mas depois deu certo E o Maxi fez o que o Ben Simmons não fez Nas outras oportunidades Foi lá e ganhou o jogo E é um jogador muito diferente De postura muito diferente Que assumiu um nível de protagonismo Nesses Sixers que o Ben Simmons nunca Pareceu confortável em assumir Se a gente lembrar dos jogos 7 do Embiid O primeiro jogo 7 que ele perdeu Foi aquele de 2019
que o arremesso do Kawhi pingou no ar 20 vezes antes de cair. Depois, em 2021, eles perderam pro Hawks, no jogo 7, no famoso passe do Ben Simmons, onde ele tinha um enterrado e resolve passar a bola. E também pode ser lembrado como o jogo que o Kevin Herter pegou fogo. Aconteceu, né? Esse tipo de coisa acontece nas derrotas do Embiid.
E a outra foi em 2023 contra o próprio Boston Celtics em Boston, quando o Jason Tatum fez 51 pontos. Agora podia ser o jogo da virada, que eles perderam 14 pontos no último quarto. E o Embiid tentou um arremesso de 3 da zona morta, quando a diferença estava em 1 ponto. Eu falei, não é esse arremesso, Embiid. O que você está fazendo? Então, e esse eu acho que é uma diferença.
Porque, é claro, no fundo, o jogo é decidido pelo fato de que o arremesso do Jalen Brown ou do Pritchard não entrou. Mas ao longo existe uma construção dessa narrativa. E o tipo de arremesso que o Max tentou no quarto período é um tipo de arremesso que o Embiid não tentou nessa bola zona morta e que o Ben Simmons nunca tentaria, entendeu? Porque envolve tentar um arremesso.
Tem isso também. Mas são arremessos de meia distância que o Maxey fez, conseguindo aquele descolamento do defensor, aquelas freadas bruscas que ele dá.
É um arremesso que é mais confiável, de um jogador que o time já confia. É uma outra realidade que permitiu que essa narrativa mudasse. Mas foi muito legal. O time precisava de uma cesta. A diferença estava em um ponto só. E aí foram dois pick and roll seguidos. Maxey e Embiid. O Maxey atacou o Keta. Falou, não vou parar não. Foi rápido até a cesta. Duas bandejas. A diferença de um foi pra cinco. E aí o jogo já era.
Quem matou esse jogo foi o Max em duas postas de bola. Acho que era isso que o Embiid precisava. Que não fosse ele o tempo inteiro, né? Ele disse sim. Ele não foi decisivo. Ele fez 34 pontos, 12 rebotes em 39 minutos. Deu o toco.
No jogo 6, ele liderou aquela jogada, a sequência dos Sixers na temporada, no jogo 6. Ele dá um passe de costas pro Kelly Ubrey, aí o Celtics vai pro ataque, o Embiid dá um toco, aciona o Paul George, que dá um outro passe de costas pra uma enterrada do VJ Edcombe. Esse é o Sixers completo. Esse é o Sixers que a gente nunca viu. Foi muito legal. Ao meu ver, a coisa mais importante que o Embiid fez no jogo 7 8,
foi ele existiu embaixo da cesta enquanto o Sixers arremessava. A dificuldade que o Celtics teve de garantir rebotes defensivos. E a maior parte das faltas que o Embiid sofreu foram nessas circunstâncias. Foram faltas em cima do Embiid pra impedir ele de pegar um rebote de ataque. Com o Embiid com mobilidade muito reduzida. Toda vez que o Sixers acelerava, ou que o Celtics acelerava também,
O Embiid nem voltava. Ele não tinha condições de ficar voltando. E todo mundo que era mais baixo, ele puniu. Ele só puniu. O Jaylen Brown foi marcar ele uma hora, tentou, bateu, foi roubar a bola, falou um monte, o Embiid foi lá, fez a cesta e falou o dobro. Ele puniu, arremessando pra cima desse pessoal na meia distância.
Às vezes não dá um passo pra frente que eu detesto quando ele faz, porque parece que cai o aproveitamento dele quando ele se mexe. Mas girou pra dentro do garrafão com muita facilidade, mas os rebotes ofensivos que ele não pegou, mas que ele ia pegar e o Celtics fez falta, os lances livres do Embiid foram surgindo um atrás do outro e parecia que nunca engatava o Celtics porque tava um monte de lance livre na mão do Embiid. E a gente falou isso do Celtics no começo da temporada, né?
Que você vai pros playoffs Com Nemi Asqueta E Luka Garza E aí no meio da temporada eles pegam a Vucevic Isso é uma opção a mais Ninguém é páreo pro Embiid
Vucevic só apanhou dele a série inteira, tanto que nem jogou o jogo 7. Eu acho que o Mazula colocou o Garza como titular no jogo 7 pra ver se o Garza acertava umas bolas de longe e forçava o Embiid a sair do garrafão. Claro. O Garza saiu zerado, assim como o Baylor Shireman, assim como o Ron Harper Jr.
Acho que é a primeira vez na história que três titulares saem zerados de um jogo de playoff. E só cinco jogadores do Celtics pontuaram no jogo. Também é um recorde desde 1900 e bolinha. E o Vucervich nem jogou. O Vucervich nem pisou em quadra. Inclusive, deixa eu fazer um parênteses rápido. O Tui Ball, aqui no nosso ao vivo, ele comenta assim...
Quem diria que no final das contas faltaria um Anthony Simons para os Celtics melhorarem a porcentagem de acertos nas bolas de 3? E o Vucevic jogou 0 minutos no jogo 7. Nesse jogo 7 fez mais falta, porque eu acho que o Anthony Simons faz mais falta quando o Tatum não existe. Exato. O Tatum foi trocado no mundo em... O Simons foi trocado no mundo em que o Tatum estava voltando. Isso. Essa foi a minha grande interpretação da trade deadline.
Já que o Taiton vai voltar, a gente precisa menos de um jogador de perímetro e mais de uma opção de garrafão porque a gente quer brigar nos playoffs. Perfeito. O Vucevic acho que foi a melhor coisa que eles conseguiram pelo Simons. Acho que o Celtic sabia das limitações do Vucevic. Acabou dando errado e nesse jogo 7 eles precisavam mais do Simons, sem dúvida. Mas é o que é.
curiosamente, a gente falou do Sixers completo, foi na temporada passada, então não tinha VJ Edgecombe ainda, mas na temporada passada, quando o Paul George e o Embiid se machucaram mil vezes eu achei que o grande momento deles foi a rodada de Natal, você lembra? é verdade, foi um jogo em Boston que o Sixers jogou muito e venceu em Boston e a gente falou, ó esse é o projeto, é por isso que eles pagaram caro no Paul George
Eu passei muito tempo falando sobre esse jogo. Porque esse jogo convenceu os Sixers de que era possível. De que o projeto fazia sentido. Mas aí começa a dar tudo errado ao redor. Você fala, bom, estou me apegando a quê? Você ou o Chicago Bulls apegado a meia temporada de quatro anos atrás. Não, porque quando o Lonzo Ball e o Alex Caruso... A gente estava lá no topo da Conferência Leste. Tipo, já foi, gente. Passou.
Para o Sixers, por um momento, pareceu que passou. Agora não. Paul George jogando bem, Embiid jogando bem. E ainda de brinde receber o VJ Edcombe no meio do caminho. Justamente porque a temporada passada foi um desastre. E o Edcombe é muito bom, muito agressivo, excepcional o defensor. Mesmo com as limitações de tamanho dele. Eles não vencem esse jogo se ele não acerta 5 das 11 bolas de 3 que ele tentou. Quando eles abrem a grande diferença, no fim do terceiro quarto, nesse jogo 7.
É com uma sequência do Edcom. Duas bolas de três. Aliás, a última bola de três é muito engraçada, né? Porque é uma infiltração e aí passam pra zona morta. E quem tá na zona morta? O Kyle Korver de 2,13m, André Drummond. E o que a defesa do Celtics faz?
Vai marcar. Aí você tem que marcar. Você é obrigado a marcar. E aí é assim que a defesa chega, o Drummond passa pro Edcombe. E o que o Edcombe faz? Ele ameaça um passe pro Maxey. E o que o Derek White faz? Se mexe pra tentar interceptar esse passe. E aí o VJ Edcombe fica livre. Então é um Sixers que você tem que marcar muita gente ao mesmo tempo. E aí você abre espaço.
Você tem que marcar muita gente ao mesmo tempo na linha de três. Uma coisa que a gente não viu desses Sixers. A gente não viu nem nessa temporada. O Edcombe não é um grande arremessador. O André Drummond não tava arremessando o bola na zona morna. O Edcombe é um grande arremessador. Às vezes. Uma vez, duas vezes por semana. Exato. Boa. Duas vezes por semana, às vezes é tudo que um time joga. É cinco ou zero.
Mas não era pra ser esse Sixers. O Sixers adoraria ser esse time. Mas não conseguiu ser na maior parte da temporada. E agora foi. Então, eu que tava falando do Basula antes é que ele arriscou demais. Sem dúvida. A justificativa dele foi meio que... Eu queria apresentar uma coisa diferente. Eu queria complicar. Eu queria uma...
Ele queria chacoalhar a série. Eu acho que ele queria pegar o Sixers de surpresa e deu uma chance pra molecada que ele confiou a longa temporada, mas nem tanto nos playoffs. Que já tinha gerado críticas antes de começar a virada do Sixers. Talvez ele tenha escolhido os caras errados, porque quando o Hugo Gonzalez entra no segundo quarto, o jogo muda. Mas o Hugo Gonzalez não faz um ponto também.
Ele marcou bem quando ele entrou. Eu acho que talvez a questão tenha sido não só eles juntos,
ter tantos jogadores obscuros do Celtic simultaneamente em quadra, mas o fato de que foi no começo. Tem uma outra pressão, né? É muito. É isso, eles tomaram 9x0. E se não foi decisivo pro jogo, se você pensar que o Celtic chegou a passar na frente, que ficou um ponto atrás faltando três minutos, mas imagina se é o Celtic jogando em casa, abrindo 9x0 ao invés de perdendo de 9x0.
Já vi muito o jogo 7 acabar no primeiro quarto porque o time da casa tá enlouquecido. É claro. Então, eu acho que eles deram uma chance pro Sixers nessa aí que foi bem arriscado. Não culpo o Mazula por arriscar, mas não deu certo. E a interpretação do Mazula foi, em resumo, gostei dos arremessos que a gente gerou, erramos. E o que mudou a série foi o embite.
Não tá errado. Não, não tá. O Celtics poderia ter feito mais, poderia. O Mazula não é isento de críticas, mas assim, o que mudou a série foi o Embiid. Exato. Porém, insisto aqui, já falei disso antes, e foi a história no jogo 6 e no jogo 7, nunca dobraram a marcação no Embiid. Sim, o Mazula tava incomodado com o Embiid, o Embiid mudou a série, mas nunca recebeu marcação especial. E é o que a gente falou no outro podcast, né?
Não dá pra você ser arrasado pelo Embiid e não ter uma resposta defensiva e tomar várias bolas de três. É porque se você não tá dobrando no Embiid, é pra manter a marcação nos arremessadores. Isso, a gente não vai deixar ninguém livre, deixa ele no garrafão. Eu sei que o Embiid é um cara tão fácil de dobrar desde que ele virou um jogador que vai além dos post-ups. Perfeito, mas não dá pro Ed Combo acertar cinco bolas de três?
E o Embiid tá jogando no mano a mano. E, de fato, faltou também todo um planejamento pra garantir os rebotes defensivos. Porque a gente viu outros times fazendo isso nesses playoffs. Muda o jeito com que você pega rebote. Porque não dá. Eu sei que o que não falta é criticar o fato de que o Embiid flopa. De que ele vende o contato.
Mas ele vende o contato, em geral, na busca por rebote. Ele dedura pros árbitros que tem alguém botando a mão nele quando ele tá tentando subir pra pegar um rebote defensivo. Aliás, o que você achou da live pós-eliminação do Jalen Brown? Ele que virou streamer nessa temporada, né? Ele disse que o Embiid flopa. Ele disse que eles fugiram do que eles foram a temporada toda nos playoffs. Então...
principalmente pelo Mazula, usar menos o banco etc. Justo, porque o resto não, né? Não teve uma mudança grande de estilo fora o Fácil que eles não acertaram as bolas de 3 É, e com o Taito em quadra e pelo que o Celtics, pelo que o Sixers forçou achei que teve mais mano a mano do que o Celtics fez ao longo da temporada. Justo. Mas é plano dos Sixers também. E ele falou que essa foi a melhor e mais divertida temporada da carreira dele.
Porque ele tava comandando o time sem o Taito, né? E aí não teve uma grande resposta aí da comunidade virtual de fãs da NBA, do tipo do tipo
Você já foi campeão. O que você mais gostou de fazer foi jogar uma temporada sem nenhum tipo de expectativa em que você comandava um time? Você é mais feliz sem o Taiton? É isso? Sem título também.
É que às vezes sim. Talvez sim. Talvez ele seja muito mais feliz sem o nível de expectativa que ser um time campeão gera. Mas se você quer continuar, você quer ir embora. Eu posso te mandar pra ser protagonista em vários lugares. Foi bem esquisito mesmo. E é mais um desses casos que é perfeitamente normal a pessoa se sentir assim. Você pode se sentir mais feliz em situações em que as pessoas ao seu redor vão achar que...
você deveria achar perfeitas. As pessoas devem olhar o seu redor e falar nossa, que vida maravilhosa, você pode estar insatisfeito e se sentir melhor em outro caso. Não precisa falar isso em voz alta. Não no esporte profissional. Em último comentário sobre o que deu errado pro Celtics nessa série, não foi uma grande série ofensiva do Derek White? Não, foi uma série muito ruim, ofensiva do Derek White.
E aí pareceu que ele ia ter uma redenção ontem, né? Porque ele fez acho que 19 ou 20 pontos no primeiro tempo. E aí o que o Nick Nurse, técnico do Sixers, falou foi que no intervalo o Vijay Edcombe, o novato, chegou e falou não, deixa eu marcar ele. E aí o Derek White fez 6 ou 7 pontos no segundo tempo. Mas 5 de 16 bolas de 3. Perdeu aí a bola de 3 no meio da temporada. O Derek White nunca voltou.
Dark White deu cinco arremessos marcados pelo Edcombe e acertou um só. Vamos ver. O Edcombe vai ter trabalho nessa série contra o Knicks. Tirando esses dados aqui, nossa página estatísticas do Bola Preta só pra assinantes.
Fizeram um levantamento aí que eu vi no Twitter. O Edcombe foi o segundo jogador que mais marcou o Brunson nessa temporada, em minutos. É mesmo? E bons números. Que legal. Vamos ver se vai ser ele, se vai ser o Paul George, se eles vão mesclar. O Paul George marcou muito bem. O Jalen Brown e o Brunson é mais baixinho, né? Às vezes tem mais dificuldade. O Anunobi jogou muito bem. A série contra o Hawks, talvez eles queiram o Paul George no Anunobi. E o Embiid e o Towns se detestam.
Olha o que eles já se ofenderam ao longo dos anos. Não foi pouca coisa. Estou bem interessado nesse duelo aí também. É que, em geral, eu acho que esse tipo de coisa é bobagem. Eles só falam. Se um fosse trocado por time do outro, eles estavam se abraçando. Estava tudo bem. Mas, em geral, o Embiid... O Embiid sente de verdade, né?
E vai provocar na primeira oportunidade que tiver. O Embiid compra essa aspira. Estou empolgado. O Knicks me convenceu nessa série contra o Hawks. E o Sixers é outro time com o Embiid. Não sei se tem muito favorito aí nessa série. Acho que o Knicks, por ter um elenco melhor, um banco melhor, jogar com o mando de quadra. Talvez o Knicks seja o favorito, mas não ficaria tão surpreso se o Sixers conseguisse... отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич отлич
levar Joel Embiid pela primeira vez a uma final de conferência.
Ele nunca tinha vencido o jogo 7 e venceu. Nunca foi pra final de conferência? Quem sabe. Quem sabe. E aqui no Ao Vivo, o Daniel Carafini sugeriu que a gente tenha o prêmio alternativo, né? Nos prêmios alternativos bola presa de fim de temporada, o prêmio Joel Embiid de melhor jogador com mobilidade reduzida. É verdade, pode ser um bom prêmio. O fato de que ele jogou tão bem se arrastando em quadra é muito engraçado. É que ele não pode chamar de prêmio Joel Embiid por enquanto, né? Acho que ele tem que ganhar algumas vezes.
Mas quem que pode ser? É o Jordan gripado. Que na verdade não tava gripado, tava com dor de barriga. Tem o Isaiah Thomas, né? Aquele jogo que ele quebra recorde de pontos em final, em um quarto. Que ele joga com um pé só, né? Ele joga bancando. O Isaiah Thomas do Pistons, não do Celtics. Também tá com mobilidade bem reduzida naquele jogo. Talvez um dos dois possa dar o nome aí. O troféu que o Embiid levaria nessa temporada.
Podemos fazer se eu lembrar depois. Boa. Eu vou tentar lembrar você de... Você me lembra de te lembrar. E aí vai ficar... Dá tudo certo.
Vamos pra Detroit? Detroit. Basketball. Detroit ganhou uma série de playoff pela primeira vez desde... Desde quando? 2008. Faz tempo. O Bola Presa foi na sua primeira temporada, Danilo. A gente começou em 2007 pra falar da temporada 2007 e 2008. Em 2008 a gente certamente escreveu um textinho lá pra falar que o Pistons ganhou uma série de playoff.
desde então cresceu meu cabelo e ficou branco minha barba ficou branca bola presa fez 20 anos bola presa fez 500 episódios no teatro o que mais aconteceu? o John C. Billups foi o cestinha daquele jogo, tá preso é verdade
O Ben Wallace tá com o cabelo mais branco que o meu. E muitas reconstruções aconteceram em Detroit desde então. Eles pagaram uma fortuna pro Ben Gordon, pro Charlie Villaneva. Pro Charlie Villaneva. Eles draftaram um monte de gente equivocada. Muitas. Muitas. Nossa, desde 2008.
E eles fizeram isso repetindo aquela série de 2003 que eu falei no podcast passado. No fim das contas, aconteceu exatamente do mesmo jeito. O Orlando, oitavo colocado contra o Detroit, o primeiro. O Orlando ganha o jogo 1, o 3 e o 4. O Pistons ganha todos os outros, incluindo o jogo 7. O que não aconteceu em 2003? Foi uma virada épica, gloriosa pra um lado, catastrófica pro outro no jogo 6. Porque esse jogo 6 eu não acreditei no que eu tava vendo. Foi bizarro.
O Magic jogou melhor, eu achei, do que o Detroit ao longo da série. Estava vencendo por 3x2, jogando o jogo 6 em casa, vencendo por 24 pontos. E aí eles perderam. É, marcando 11 pontos no terceiro período, 8 no quarto período. E tomando uma sequência de 20x3 no quarto período. Não dá.
Você viu que eles ficaram 45 minutos sem fazer uma cesta? Como é? 45 minutos não de jogo, porque tem 48 só de jogo. 45 da vida real. Na vida... Nunca tinha visto uma estatística de tempo da vida real. Pois é, eu achei muito interessante. Eles fizeram uma cesta, era, sei lá...
7 e meia da noite lá em Orlando. Aí às 8 e 15 eles vão fazer uma outra cesta de novo. Aquela torcida ficou com a bunda na cadeira. 45 minutos até ver uma cesta. É um tempo de futebol. Eu já fiquei 45 minutos sentado com a bunda sem ver o Corinthians fazer um gol. Ontem, aliás.
Que absurdo. Que absurdo. É um time com dificuldades ofensivas, Orlando Mede. No meio do caminho eles erraram 23 arremessos seguidos. 23 arremessos seguidos. 23. Pra fechar uma série de playoff em casa. E você tá ganhando. Não é que a pressão, não sei o que, você tá vencendo. É mais fácil arremessar quando você tá ganhando de 24. Até eu acerto o arremesso que o seu time tá ganhando de 24.
Se eu tô lá, a diferença tá em 24 pontos. Eu olho do meu lado, tem o banqueiro, deixa eu arremessar, tá ganho. Sem pressão nenhuma, viro de costas, faço Steph Curry ainda. Como? Não dá. Os números do quarto período são assustadores. Enfim, é um derretimento de larguíssima escala. Números do quarto período, só do quarto período. Um de 20 arremessos. Um de 20.
Eles não deviam ter ido jogar o jogo 7. Eles deviam ter cedido só ali. Eu tô muito fascinado com o seu nível de indignação com esse jogo 6. 0 de 1 pro Jamal Kane, 1 de 6 pro Banqueiro, 0 de 1 pro Wendell Carter, 0 de 4 pro Desmond Bain, 0 de 5 pro Jaylen Suggs. E 0 de 3 pro Tristan da Silva. Esse é o quarto período, é isso? Esse é o quarto período.
0 de 10, bolas de 3. Os pontos vieram de que lance livre do Paulo Banqueiro, é isso? Foram uma cesta do Banqueiro, de 2. 2 lances livres do Banqueiro, 2 lances livres do Endo Carter Jr. e 2 do Jalen Suggs. Aí somam os 8 pontos que eles fizeram no quarto. Contra 31 do Pistons, incluindo 19 do Cade Cunningham, que é o cara mais foda que já pisou na terra.
A coisa mais legal desse jogo Mais choquente Se você chegasse nos minutos finais E você visse que o Pistons está abrindo 20 de vantagem Você fala, nossa, que jogo fácil O Kedikani já estava aqui Destruindo a partida inteira Deu tempo de você virar Um jogo que você está perdendo por 24
E abrir outros 20 de vantagem. Tranquilamente. Com o Cunningham sendo assim, completamente cirúrgico. Se o Pistons perde nesse jogo 6, o Cunningham não tava fazendo um bom jogo até o último quarto.
eu não ia ter uma palavra ruim pra falar pro Kate Cunningham não perderam por causa dele teve turnover demais? Teve mas assim, pelo jeito que o Magic marcou ele, pela falta de opção ofensiva ao redor, compreensível ele forçou uns passes nada a ver especialmente em contra-ataque acho que pelo desespero de pontuar em contra-ataque exato
Mas eu não tinha uma palavra ruim pra falar do Cade Cunningham. Pra mim tinha sido o jogador da série. Até considerando o banqueiro. Mesmo assim, ele foi além. E nesse quarto período ele carregou o time nas costas. Meu Deus, que homem. Que homem Cade Cunningham.
Impressionante. A gente já louvou ele muitas vezes pelo nível de compostura que ele tem em jogos difíceis, em placares apertados, em final de jogo. Ele gosta dessa responsabilidade, ele gosta de tomar as decisões. Mas é muito mais difícil você fazer isso se não tá perdendo pro 24.
Tipo, falar assim, não, não, não, pera Calma, não vamos desesperar não Eu sei que a gente tá sendo eliminado Que a gente é o primeiro colocado, enfrentando o oitavo A gente tá em Detroit A gente tá em Orlando, a gente tá perdendo por 24 Mas não, não, não, não vamos desesperar não Vamos manter a compostura Que eu vou começar aqui um movimento cirúrgico De acertar um milhão de arremessos De meia distância e algumas bolsas de três Vai ficar tudo bem
E eu vou confiar no Duncan Robinson e começar a acionar ele ali. Ele vai converter as bolinhas de três e a gente vai vencer com folga. E foi isso que aconteceu. E o Duncan Robinson também foi um herói bem improvável. Foram quatro bolas de três pontos convertidas pro Duncan Robinson. Num jogo bizarro desses, ele teve mais 24 de saldo. É, foi, foi. Não sei o que falar.
Não sei o que aconteceu. Eu juro que eu tava vendo. Eu só fiquei sem palavras. Do ponto de vista narrativa, né? É um desses desastres anunciados pra que o Pistons, pro pior que tenha jogado essa série, por mais fundo tenha sido o buraco que eles cavaram pra eles próprios,
É um time que a gente viu muitas vezes conseguir manter a calma e resolver jogos no final. E o Orlando Magic a gente sabe que é um time que muitas vezes é desfuncional ofensivamente. Aí você juntou essas duas historinhas, deu esse roteiro fantástico aí de um filme estranho. E não dá, assim, o Magic deveria ter vencido mesmo assim.
mas o placar da série é 3x1 quando o Franz Wagner joga a favor do Orlando e 3x0 para o Detroit quando o Franz Wagner não joga. Então, o Franz Wagner passou muito tempo da série marcando o Cade Cunningham, o marcador principal dele, e teve quarto período muito bom nessa série, que ganhou o jogo para o Orlando.
E o ataque pareceu melhor quando ele estava em quadro. Nesses últimos jogos, o ataque desandou. Especialmente a partir do segundo tempo do jogo 6. Então não dá pra ignorar essa parte também, mas... Você não pode virar um dos piores ataques do planeta, apesar da defesa do Pistons ser a melhor da NBA. Porque você perdeu um jogador. Não dá, não dá.
a gente tem que levar em consideração que não foi só uma amarelada a ausência do Franz Wagner é o tema da temporada quando o Magic começou a jogar bem a partir do jogo do play-in contra o Hornets um dos argumentos era mas finalmente está todo mundo saudável não termina com todo mundo saudável você não pode perder um jogador e marcar 8 pontos no quarto
É, não, é bizarro. E eu sei que é estranho elogiar o banqueiro, dado o nível desse desastre. O banqueiro teve uma série espetacular. Um terceiro ano seguido que ele é perfeito nos playoffs. Jogou muitíssimo bem. Forçou situações bem desconfortáveis pro Pistons. Pareceu muito maior e mais forte do que os defensores que o Pistons tinha pra colocar em cima dele. Comandou o ataque, tomou boas decisões. Comandou o jogo de pick and roll.
encontrou bons passes que nem é o perfil dele, mas ele deu um jeito. Foi o único que apareceu pra jogar no jogo 7? Exato, e jogou bem no jogo 7. Então o banqueiro salvou isso de ser um desastre ainda pior. Porém, todavia, contudo, entretanto, ele teve zero bola de três pontos em nove tentativas no jogo 6 e não conseguiu absolutamente nada nos piores momentos do Magic no quarto período quando eles precisavam de ataque desesperadamente.
É, o Magic deu um apagão, assim. A transmissão gringa começou a... Não lembro quem era o comentarista. Não sei se era o Red Miller. Mas, cara, vocês têm que ter uma jogada que é assim, a gente precisa de uma cesta agora. Uma jogada que te coloca numa boa posição. Nem que seja pra cavar uma falta, pra acertar dois lances livres e sair dessa draga. É o que a gente chama aqui de bola de segurança.
Qual é a sua bola de segurança? Qual é a bola que você confia que você tem o maior aproveitamento possível? É pra você interromper uma sequência de 23 arremessos errados seguidos. Isso. Não é tipo o Rockets que errou 27 bolas de 3. É 23 arremessos, todos os tipos de arremessos. Não é só bola de 3 que de fato é mais imprevisível.
Então voltou a ser aquele Orlando da temporada regular, que o ataque é um desastre. E não à toa o Jamal Mosley foi demitido. Porque ele nunca conseguiu resolver esse ataque. E talvez outro técnico tenha mais sucesso. Mas é que o elenco é complicado. É um problema histórico do Magic. Há muitas temporadas, mesmo com algumas mudanças de jogadores. O elenco tem suas limitações. O Jalen Suggs começou a série arremessando bem de três.
E no começo do jogo 1 ele não errou nenhuma. E só foi piorando, piorando, piorando, piorando, piorando. Esses últimos assim, o Pistons nem se esforçava pra levantar o bracinho. Tipo, arremessa aí, Dylan Suggs. Não acredito nem um pouco em você. E por que um desastre como esse jogo 6 foi possível? O Pistons é um time que mantém a calma mesmo que tá dando tudo errado. E não confia que o Magic vai acertar a bola de 3 pontos. Vale a pena você arriscar. Você pode fazer defesas muito agressivas pra forçar turnovers.
sabendo que o Magic não tem grandes arremessadores. O que o Pistons conseguiu melhorar ao longo da série, e de novo, a ausência do Franz Wagner ajuda esse trabalho, é fazer o ataque do Magic voltar a ser mais estagnado. Porque um dos comentários depois dos primeiros jogos foi onde estava essa velocidade do ataque do Magic?
Porque sempre vai faltar arremesso de três. Alguns dias vai ser um pouco melhor, mas em geral vai faltar arremesso de três. Mas eles estavam conseguindo entrar no garrafão do Pistons. Melhor defesa da NBA, melhor defesa de garrafão da NBA, melhor proteção de aro da NBA. E o Magic tava lá. Ganhando rebote de ataque, fazendo bandeja, enterrada. O banqueiro vencendo os duelos, chegando na cesta. E a defesa do Pistons parecia um passinho atrás.
A bola tava girando, o banqueiro tava entrando no garrafão. Nesses últimos jogos, tava mais lento.
voltou aquele Magic que é quando o banqueiro irrita mais aliás, que recebe a bola e trava dois segundinhos pra você decidir o que fazer aí em dois segundos o Alzar Thompson cruza a quadra duas vezes então você não pode hesitar muito mas aí você perde um jogo aí você começa a errar, eu não me surpreendi que no jogo 7 o Orlando Magic tava hesitando muito depois desse trauma do jogo 6 é claro só não perderam demais porque o banqueiro foi fantástico no primeiro tempo do jogo 7 отлич
E pra gente falar do jogo 7, Danilo? Em especial, duas palavras pra você. Diga. Tobias Harris. Que legal, né? Nossa, o melhor jogo da vida do Tobias Harris foi pra um jogo 7 que ele, como bom parceiro de Joel Embiid, também nunca tinha vencido um jogo 7 na carreira. É claro.
A gente tinha comentado aqui que ele é uma excelente terceira, quarta opção ofensiva. E que estavam pedindo muito dele, mas que se o Jalen Derry não consegue entrar na série e de fato não entrou. Ele conseguiu melhorar nesses últimos jogos nas beiradas.
Atacou mais o rebote. Foi melhor defendendo o Ender Carter Jr. no mano a mano. Eu senti que ele foi melhor nos momentos em que o Magic tava mais desesperado. Quando o Magic sentia que precisava forçar turnovers.
E aí eles fizeram marcações mais agressivas, dobras de marcação. Aí o Darren sobrou mais livre, recebeu mais ponte aérea. Foram os melhores momentos dele. Mas foi quando o Magic não tava fazendo a defesa tradicional. É, mas não foi protagonista o Jaylen Darren. Ele pontuou quando abriu espaço.
Um contra-ataque, uma ponte aérea. Não foi o Darren de 19 pontos por jogo da temporada regular. Ontem ele jogou bem, no jogo 7. Fez 15. Mas também foi quase tudo nisso aí. 15 rebotes. Então, 6 rebotes ofensivos. Ele achou um jeito de ajudar. Isso, contribuí, ele contribuiu. Não foi a segunda opção ofensiva. O Alzar Thompson, eu achei que também foi uma boa história de redenção ao longo da série. Porque no jogo 1 ele foi pro banco no fim da partida, lembra? Porque o Pistons não conseguia marcar ponto.
E no fim da série, finalmente o Karris Levert foi excluído, né? Porque, pelo amor de Deus. E o Alzar Thompson participou do ataque. É fazendo ponto? Não. Ele faz quatro pontos, seis pontos. Deu muita assistência.
cortando em direção a sexta, recebe a bola. Quando o Cade Cunningham é pressionado, ele que aparece pro passe, distribui. Ele é o passe intermediário, né? Recebe a bola na cabeça do garrafão e dá um passe extra. E aí quanto mais tempo ele tá em quadra, mais impacto ele tem na defesa, porque na defesa ele foi perfeito. Então achei que foi uma boa redenção dele. O Bickerstaff, né? Teve coragem também de deixar ele mais tempo em quadra. E um herói silencioso, Danilo, achei no jogo 6.
Paul Reed. O Isaiah Stewart estava maluco, porque ele é maluco. O Beakerstaff resolveu apostar no Paul Reed. Ele jogou muito bem no começo daquela reação do segundo tempo. Achei que ele foi muito importante. No jogo 7, não jogou tanto. Recebeu umas bolas de costas pra cesta, né? Pra definir perto do garrafão.
Mas aí o meu ponto é o Duren ajudou pelas beiradas o Alzar Thompson ajudou pelas beiradas o Paul Reed ajudou pelas beiradas alguém tem que botar o diabo da bola na cesta e de novo eles foram obrigados a usar o Tobias Harris
muito mais do que o indicado. Pediram mais do que ele era capaz. A questão com o Tobias Harris é que se ele esquenta logo, se as bolas estão entrando, ele ganha muita confiança. E aí ele conseguiu ter o grande jogo dele num jogo 7. Pra um cara que você tá pedindo mais do que ele costuma entregar, baita história, um jogaço do Tobias Harris, 30 pontos, com 5 bolas de 3. E foi rápido, assim.
aqueles arremessos normais dele ele parado, esperando, a bola chegou ele acertou um, aí ele acertou dois e aí a partir disso ele já tava procurando a bola, já tava encontrando ele na zona morta zona morta de dois pontos que ele adora dar aquele arremesso virando pra cima do ombro
E ali ele já tava extremamente agressivo. Ali já dava pra ver que se ele não fizesse 30 pontos, ele ia tentar fazer 30 pontos. Que ele ia dar um número de arremessos condizente. E é quando você fica bravo com ele, né? Tipo, eu sei que você é bom, Tobias Harris. Mas calma, é. Você não é um cara que tem que arremessar 18 bolas na partida, que é o mesmo número do Keith Cunningham.
Nesse jogo ele foi. E não dá pra tirar o mérito do cara. Foi quando mais precisava. Aliás, o Dennis Jenkins também. Sofreu muito ao longo da série pra pontuar. E nesse jogo 7, 16 pontos. 4 de 5, bolas de 3. Ele foi muito bem. Inclusive aqui no Ao Vivo, o Kiwizor. Ele comentou assim. Tô lembrando aqui de algumas pessoas no chat. Dizendo, troca o Duncan Robinson. Entendo que ele não fazia nada em playoffs.
Não foi só o Duncan Robinson, também falaram sobre o Jenkins não ser jogador de nível de pós-temporada.
E o que a gente respondeu naquele momento foi, torcedores, calma. É a primeira série de um Pistons muito jovem, sem nenhum tipo de experiência nisso. Nem dá pra saber o que os jogadores podem ou não podem oferecer. E tanto o Duncan Robinson foi importantíssimo no jogo 6, quanto o Jenkins foi importante no jogo 7. Mas olha, o Pistons se livrou de uma boa aí, porque virar 3x1 não é fácil. Ia ser um baita trauma, não ia? Ia.
Ia estragar essa molecada. Porque o time é jovem, de fato. Mas não é o primeiro ano deles nos playoffs. É o segundo. Não é tudo isso. Mas é o segundo e nesse segundo eles classificaram em primeiro. É uma pressão essa. É claro, a expectativa é maior. É uma história parecida com a do Thunder. O Thunder era jovem ano passado. Mas já tinha experiência do ano anterior que eles perderam pro Dallas na segunda rodada. Amassaram a NBA inteira na temporada regular. Ganharam 60 em muitos jogos.
Tá bom, sei que você é jovem, mas vai perder de novo na segunda rodada? É o que a gente comentava, assim, se for eliminado, é um desastre completo, mas... Mas o Jaylen Williams vai continuar no time? Então acho que o Pistons passaria por uma coisa parecida. Ainda dá pra passar por isso, né? Ela pode perder na segunda rodada, mas já seria menos feio do que tomar um 4x1 na primeira. Sem dúvida.
Palpites rápidos aí do que pode acontecer. Não um palpite de resultado. Palpite de conceito. Das finais de conferência. Olha, putz. Falta uma série, Danilo. Falta um jogo 7. A gente não falou de um jogo 7 ainda, Tênis. Cavs e Raptors. Teve jogo 7 porque na prorrogação do jogo 6, o RJ Barrett resolveu fazer homenagem ao Kawhi Leonard. No mesmo aro. Homenagem muito bonita. No mesmo aro. Na mesma quadra.
Tem alguma coisa nesse ar, né? Eu quero que meçam, porque deve ter um ângulozinho meio esquisito ali.
vi no Twitter falarem de bola com imãs. Porque alguém comentou sério. Alguém comentou sério. Eu não vejo esse tipo de arremesso acontecendo. Que a bola voa muito alto e cai dentro da cesta. Aí aconteceu semana passada com o Banqueiro. No jogo 4 contra o Pistons. Aconteceu agora com a RJ Barrett. Aconteceu ano passado com o Halliburton. Na final do Last contra o Knicks. É só em grandes momentos, no último minuto. É tudo armado pelo NBA.
Isso foi o que o usuário alguma coisa X do Twitter falou. Que preguiça. Eu adoro que a gente não consegue ver a beleza do acaso. Do fato que essas coisas às vezes acontecem. E justamente por isso que é legal. E quando acontece no primeiro quarto de um jogo do Wizards, ninguém tá vendo também.
É, claro. A gente só vê no último período de um jogo de play. E fora que vem sempre assim, né? Eu nunca vi. Ninguém que eu conheço viu. Não tem nenhum tipo de análise, né? Deve acontecer direto. Mas bom, o Cavs venceu o jogo 7, o Raptors venceu o jogo 6, porque todo mundo que jogou em casa venceu. Os 7 jogos. Não foram todos fáceis.
Jogo 6, como eu disse, foi na prorrogação. O Raptor estava perdendo. Eles tiveram que forçar um turnover, faltando 10 segundos, pra conseguir ter a chance desse arremesso do RJ Barrett. Ao invés de fazer a falta, eles gastaram 9 segundos, dos 19 que tinham no relógio, pra forçar um erro. O Schroeder passou uma bola pro Evan Mobley, e o Colin Murray Boyles... .
deu o tapão, a bola bateu no Evan Mobley, o Raptor teve o último arremesso, o Scottie Barnes atacou a cesta, vieram dois defensores e ele passou para o RJ Barrett, que fez esse grande arremesso sensacional. Eu consigo falar mal do time que venceu a série sem ofender o time que perdeu?
Porque é o que eu queria fazer. Vamos tentar. Eu acho que não foi bonito pro Kev's só conseguir resolver essa série no segundo tempo do jogo 7.
O terceiro quarto do jogo 7 foi a clássica Cavalanche. Marca registrada. Matou não só a partida, mas a série. O Jart Allen teve um duplo duplo, Danilo. Um double double. 14 pontos e 10 rebotes. No terceiro quarto do jogo 7. Porque o jogo acabou com 22 pontos e 19 rebotes.
Só o terceiro, quarto, que ele teve 14 pontos e 10 rebotes, que foi o período que o Cleveland venceu por 38 a 19. Foi quando eles resolveram. Mas é isso, eles resolveram a série no segundo tempo do jogo 7. Foi bem tarde, né?
No jogo 5 eu achei que ia dar tudo errado. O Kevies conseguiu virar no último quarto. E no jogo 6 também. Foi bem tenso. Aí o Kevies passou na frente e o Toronto virou no final. Eu não acho que o Toronto é tão bom assim. Pro Kevies precisar sofrer tanto. Eu saí com a impressão de que o Kevies não tem muita chance não. Então é que a gente falou um pouquinho no começo do podcast.
De que eu acho que o Raptors é o único time que foi eliminado e tá feliz. Porque eu acho que eles saem com a sensação de que eles são melhores do que se imaginava. É que não sei se essa impressão se sustenta quando você vê como o Cavs jogou. Que eu acho que é o que você tá trazendo aqui. Não convenceu em nada. Frágil. Eu sei que o tema foi o que a gente falou no começo do episódio. O Cavs que depende de bolas de três. Contra uma das melhores defesas da temporada. A quinta melhor defesa da temporada do Toronto.
E as defesas estão tendo mais sucesso, em geral. Mas o ataque do Raptors é muito limitado. O Brandon Wingram ou não jogou no fim da série, ou jogou mal no começo da série. Da onde o Raptors tirou ponto, não é pra tirar ponto de lugar nenhum. O Cavs deveria ser uma defesa melhor do que foi. O Cavs não devia estar nessa conversa só como o time que arremessa de três.
Deveria ser uma defesa melhor também. Ainda mais sabendo o que o Toronto vai fazer. Não é pra tomar 14 pontos do Jamal Shed em 10 minutos. Do Jameson Barrow. Você sabe que o Scottie Barnes só quer atacar a cesta. Você sabe que ele não tem opção pra passar a bola no perímetro.
Então, e eu acho que, é claro que é limitação do Kevies Mas acho que o Scottie Barnes Sai dessa série uma super estrela Porque assim, jogou demais Chegou onde queria Deu umas quatro enterradas Completamente impossíveis No meio de quatro defensores Do Kevies no jogo 6 Ele jogou realmente Um bastante altíssimo nível
Ele jogou bem, o Jamal Shed, que eu tô brincando, jogou muito bem na defesa. Encheu o saco tanto do Jonathan Mitchell quanto do James Harden quando precisou. O Jameson Battle foi apresentado pra NBA. O Murray Boyles teve, pra mim ele garantiu a vaga de titular no ano que vem. Não tem como o Pearl voltar acima dele na próxima temporada. E o mundo tá respeitando mais o nosso Mamute. É verdade. O Sam do Mamu Kelashvili, que jogou muito bem a temporada regular.
Mas não dá. O Raptors provou que dá pra vencer um jogo quando você arremessa 32%. 32%.
Isso que eu quero dizer. De quadra. Isso que eu quero dizer. Não dá pra perder de um time que acerta 32% da remessa. É legal esse time do Raptors. É uma ótima defesa. Tem grandes jogadores. É bem treinado. Joga no coletivo.
Mas tinha que ter sido 4x1, 4x2 no máximo pro Kevzes. E tá bom, se a bola do RJ Barrett não cai, é 4x2 mesmo. Mas foi muito sofrimento. Muito sofrimento desnecessário pra um time que tem muito mais talento. Aqui no Ao Vivo, o Pedro Urial falou. Raptors foi a quinta defesa na temporada com o Pottle, Quickly, Brandon Ingram e o RJ Barrett, segundo ele, todos os maus defensores no time titular. O Barnes e o Hayakovich fez milagre nessa temporada.
Eu acho que o Purtle só existe na NBA porque ele é um bom defensor. Aliás, ele é um ótimo defensor. Nessa temporada, talvez um pouco menos. Mas faz vários anos que o Raptors tem uma boa defesa com o Purtle em quadra e uma defesa péssima quando ele sai de quadra. Nesse ano que se sustentou mais quando ele saiu. Mas o Purtle... O problema do Purtle é...
Ele caiu de produção muito rápido. Acho que tem a ver com as várias lesões que ele teve. Sem dúvida. E de bônus, ele ganhou um contrato salarial. Uma extensão de contrato. Gigantesca. Que ninguém viu como necessária. Então, tipo, você tá tentando segurar ele mais anos por quê? Quem que tá tentando pegar o poro a todo custo? Alguém ia fisgar ele no instante que ele virasse free agent? Tipo...
Baixa a bola. Essa foi a crítica. Não o fato que ele era ruim. Mas entendi o que ele quis dizer. Ninguém imaginaria que a grande dupla de armação Quigley e Barrett teria uma grande defesa. Os torcedores do Knicks certamente não acreditam. Não, eles viram na prática. O RJ Barrett, quando estava em quadra, quebrava a defesa do Knicks. E nem é porque ele não consegue defender. Porque a gente viu isso no Raptors. Em termos de capacidade física, ele pode ser um dos melhores defensores da NBA. A questão é que ele nunca entendia onde ele devia estar em quadra. Claro.
é o que o Pedro falou aqui no chat já foi um bom defensor o Puddle lesão nas costas atrapalha muito e a pivô né, pivô hoje em dia tem que sair mais do garrafão mesmo quando não é o plano e você perde a mobilidade sim com problemas nas costas de fato é impressionante que o Raptor não é só uma boa defesa
Quinta melhor defesa. É, é um time que superou todas as expectativas. Mas o que você tá defendendo é que mesmo assim o Cavs deveria ter tido a vida muito mais fácil. Eles tem o Harden, eles tem o Donovan Mitchell, eles tem o Evan Mobley. Gente. Finalmente o time está saudável. Jogou todo mundo. Max Struz jogou. O banco é melhor. Não sei. E eu saí duvidando que o Cavs vai conseguir vencer o Pistons nessa segunda rodada. Essa foi a minha sensação final da série.
O que eu fiquei mais esperançoso é porque a gente não tinha visto ainda o Jared Allen ter um jogo fantástico na dupla com o Harden até esse jogo 7. E o Durin teve uma queda considerável nessa pós-temporada. E aí talvez o Jared Allen consiga incomodar bastante. Mas...
Eu quero ver se o Cavs consegue repetir o plano do Pistons De tirar o Durn do jogo Mais do que mano a mano Seria um bom começo Mas não sei, o ataque do Cavs Sofreu contra o Raptors E acabou cometendo muitos erros, turnovers O Donovan Mitchell depois dos dois primeiros jogos Não teve mais grandes pontuações отлич отлич отлич отлич
Ontem ele foi bem na hora certa, mas... Eu acho que o Pistons consegue repetir isso. Eu acho que o Pistons consegue repetir a receita, a boa defesa, a contra-ataque do Raptors. Mas eles têm mais poder de fogo. Eles têm o Kate Cunningham. E eles têm uma defesa ainda melhor que a do Raptors. Então, saí meio frustrado com esse Cavs. Justo, né? Foi uma série bem frustrante.
Tem mais algo a dizer sobre essa série, Danilo? Apesar de sete jogos, ela foi mais... Foi menos caótica que as outras. De fato. Nem viraram de 3 a 1.
É o mínimo que eu espero pra 2026. Foi mais equilibrada mesmo. A diferença, o saldo do Raptors, o saldo do Kev's vencendo essa série foi mais 12. Chegou no jogo 7 praticamente tudo empatado. Pontos, aproveitamento. Foi bem equilibrado. Nesse caso fez diferença jogar em casa o jogo 7.
A gente já deu micro palpites aqui sobre Thunder e Lakers. Sim. Falamos um pouquinho agora de Pistons e Cavs. Perfeito. Knicks e Sixers. A gente falou um pouco do Ed Combe e do Paul George quem vai marcar o Branson. De precisar estar muito preparado. Como eu achei que o Hawks estava. E o Hawks mostrou como o tamanho incomoda o Branson. Por isso até que eu cogitei o Paul George. Não só o VJ Ed Combe marcando o Branson. Perfeito.
Então eu acho que só falta a gente falar um tiquinho sobre palpites pra Spursy Wolves. Quem sei se vai ser bom, né?
Duelo de pivôs franceses aí, Danilo. Embaniama e Gobert. Uma coisa interessante de ter o Gobert. Não é tanto, eu acho, a marcação individual contra o Embaniama. Porque essa é quase impossível de fazer. Pelo lado do Gobert. De ficar acompanhando o Embaniama, trazendo a bola pro ataque, recebendo o corta-luz, arremessando de três.
Eu acho que o que é interessante é o quanto o San Antonio gosta de atacar o Garrafão com os armadores, com o Fox, com o Harper e com o Castle. E se o Gobert consegue ser um cara que intimida todo mundo, que faz evitar essas infiltrações, que faz eles terem menos um fator decisivo no ataque do Spurs, já é uma grande vitória. Então, seria incrível, mas pra isso o Gobert tem que estar perto do Garrafão. Isso. Ele não pode estar marcando o Imbaniama. Ou marca quando o Imbaniama estiver perto da sexta.
Se sai, aponta pra alguém e fala você acompanha ele lá. Mas aí quem que o Gobert tá marcando por padrão? O que os times fazem contra o Spurs é o Stephen Castle. Foi o que o Blazers fez com o Klingon. Porque você duvida que o Castle vai arremessar de três. Isso. E você confia que quando ele infiltrar você é o Gobert, você dá conta do recado. Perfeito. Tem dia que o Castle acerta um monte e o Castle já tá acostumado a enfrentar isso também. Não é que ele vai ser pego de surpresa. Ah, não. Então, esse é um plano.
Outra coisa, o Ovos tem boa defesa de perímetro. Se o Spurs confiar tanto no trio deles, vai ter muito duelo individual. Como é que você faz? O McDaniels vai marcar quem? O McDaniels vai marcar o Embanyama? Ou você não quer tirar ele de Aaron Fox? O Castle já falei que não, mas o Carper? Acho que talvez ele seja a única opção pra marcar o Embanyama.
Porque marcar o Imbaniama significa... Se ele tá no garrafão, o Goberto vai ajudar, claro. Mas você tem que ter alguém que seja pressionando o Imbaniama, trazendo a bola. E se preparar o melhor possível pra fazer dobras no Imbaniama no meio da quadra. Com alguém pressionando a saída de bola. Uma coisa que eles fizeram, que o Wolves fez no jogo 6 contra o Denver, que eu acho que eles podem tentar na série, com o Anthony Edwards voltando ou não.
Ele que é uma possibilidade já pro jogo 1. Talvez não muito provável, mas... Uma possibilidade.
No jogo 6 eles usaram os três pivôs ao mesmo tempo. Os três jogadores de garrafão, pra ser mais preciso. Julius Randle, Nas Reed e Gobert juntos em quadra. Você confia que o Randle é criador de jogado, Nas Reed arremessador, a gente se vira. Perfeito.
Talvez o Nasrid acompanhe o Embaniama no perímetro? Pode ser. De novo, né? O próprio Randall. É o mesmo discurso que a gente teve contra o Blazers. A gente ainda não sabe quais são os ajustes possíveis nas rotações defensivas contra o Embaniama. A gente vai descobrir agora, em tempo real. Tipo, o Nasrid é grande e ágil bastante pra acompanhar o Embaniama. Você não precisa colar nele no perímetro.
Você fica com o corpo na frente dele, estica o braço pra tentar... Só pra atrapalhar. Pra atrapalhar um pouco o arremesso. Na cobertura, você confia no Gobert. Esse é o plano. Então, acho que o Ovos pode usar isso. E com a Ibanema na defesa? Porque o Ovos também é um time que precisa infiltrar o corpo inteiro. Esse é meu grande ponto. Uma coisa que o Ovos fez muito bem contra o Nuggets foi atacar o Garrafão sem parar. Porque eles têm defensores ruins, a gente vai pra cima deles.
E o que a gente viu no Blazers, que o Blazers também era assim. Era um time que só queria entrar no Garrafão.
Que é impossível finalizar com o Ibanez em quadra. A minha questão por preferir o Spurs nessa série é isso. Eu não sei de onde o Minnesota vai tirar tantos pontos. Uma possibilidade. Anthony Edwards. Não hesita em arremessar de três. Cava muita falta. Tem a meia distância. Questionável para o jogo 1 ainda. Deve tentar voltar, mas ele tem que ser liberado pela equipe médica logo antes da partida. O Terence Shannon Jr.
Receita é ele atacar a sexta. O Imbanema vai estar lá. Vai ser bem mais difícil. Parece muito difícil imaginar esse ovo espontuando. O Dosumo já é um cara que arremessa mais de três. O de Vincenzo não vai jogar. Nas Ryd é arremessa de três. Eu acho que o jogo de perímetro vai ser muito importante pro Minnesota ter uma chance.
E claro, forçar erro e sair correndo. Isso sempre é um plano contra boas defesas. Mas é onde eu acho que o Spurs vai levar essa série. Eu acho que o Spurs vai fazer o ataque do Minnesota parecer muito mais limitado do que o Denver conseguiu.
E aí eu acho que o Minnesota vai encher o saco do Wolves, do Spurs na defesa. Vão ser físicos, vai ser duelo complicado de mano a mano. Fox vai sofrer, o Castle vai sofrer. Mas assim, do outro lado vão sofrer o dobro. É, parece muito difícil esse Wolves pontuar. Então eu acho que esse vai ser a grande questão.
O Wolves acha uma solução pra pontuar contra o Imbaniama ou não acha? Se não achar, não vejo o Spurs perdendo essa série, não. Boa. Mas a gente volta com a análise do que de fato aconteceu em quadra na próxima quinta-feira. E sobre a série Nix e Sixers, um último comentário só. Diga. Nix teve muito sucesso contra o Hawks levando o Towns pra fora do garrafão, né? Então vamos ver o que vai acontecer com o duelo Embiid-Towns. Talvez seja um duelo Embiid-Josh Hart. Ah, sim.
E aí alguém vai ter que acompanhar o Towns, o Paul George, mas aí ele não vai marcar o Branson, Kelly Ubre. Acho que o grande problema do Towns marcar o Embiid é a quantidade de faltas que o Towns costuma cometer. E o Embiid é muito difícil de você parar nos rebotes sem fazer falta e imagina com ele atacando. E vamos ver se ele vai estar melhor fisicamente também. Então, pensando no lado físico, você tem o Mitchell Robinson caçando o rebote ofensivo.
O Embiid não... Ele não acompanha. E tem isso. Se você quer arremessar de três em cima do Embiid, é muito fácil. Porque ele não tá conseguindo acompanhar. Quando eu falei que ele teve uma das piores partidas defensivas que eu vi dele, é porque ele não conseguia acompanhar ninguém arremessando. Aí você falou, não, mas ele teve bons momentos defensivos no quarto período.
Que foi protegendo o Garofão. Isso ele ainda tá conseguindo. Inclusive, ele deu um toco no jogo 7 que parecia impossível. Porque ele saiu muito atrasado do chão. E ele encontrou ainda assim... Ele é muito bom nisso. Acho que foi o Jalen Brown. Foi o Jalen Brown. Mas, nossa senhora, ele saiu muito tarde do chão. É impressionante. Mas ele dá um jeito. Agora, arremessando de 3...
Então em situações, mesmo que envolva troca, se o Towns acabar marcado pelo Embiid, o Towns vai poder arremessar muito a bola de fora. E por fim, Michael Bridges vai jogar, não vai jogar assim, ele aparece, faz zero pontos ou faz 20. Também é sempre o mistério. Bom, é isso, gente.
Quinta-feira a gente saiu de volta e aí sim a gente vai ler perguntando o Boutinho Spayhard, porque hoje... Não rolou, imagina. Foi recorde aí, tamanho, porque muitos jogos sete, né? Eu tava planejando a pauta e falei, quinta-feira? Seis meses atrás? Nem lembrava do jogo do Lakers na sexta. Parece que aconteceu uma vida depois dele. Impressionante.
Mas é esse playoff assim mesmo, quinta-feira estamos de volta. Alguém comentou aqui no ao vivo que parece que essa primeira rodada durou três vezes mais tempo do que tem durado as primeiras rodadas num passado recente. Até porque geralmente a gente consegue ignorar algumas séries.
Nessa a gente conseguiu ignorar Sans e Thunder. O resto, tudo teve história, tudo teve coisa acontecendo, tudo teve virada, jogo 7. Então foi intenso. Foi muito legal e a gente volta com mais análise disso na quinta-feira. Contamos com a audiência de vocês, sempre ao vivo, ao meio-dia, meio-dia e 15, lá no YouTube. E logo depois, em áudio de tardinho, bonitinho, com vinheta no Spotify, no seguidor de podcast favorito. Até lá. Tchau. Tchau, tchau.
A D&D Studio.
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