CBOPECast #4 – Olhares da América Latina
No penúltimo episódio da nossa série do CBOPE Cast recebemos a Dra Claudia Polo, chefe do setor de oftalmologia pediátrica do Hospital Piñero, vice presidente do conselho argentino de estrabismo e membro da WSPOS. Ela nos conta, em uma conversa muito enriquecedora, particularidades da especialidade na américa Latina, principalmente argentina. Além disso, também divide conosco sua vasta experiencia em estrabismos complexos, cirurgia de estrabismo ajustável , dia-dia de consultório e muito mais!
Chistiane Rolim
Ian Cury
Dra Claudia Polo
Luisa Hopker
Roberta Zaghi
- Desenvolvimento da Oftalmologia Pediátrica no BrasilParticularidades da especialidade na Argentina · Dra Claudia Polo · Hospital Piñero · Conselho Argentino de Estrabismo · WSPOS
- A Importância da União e do Diálogo na OftalmologiaEstudos prospectivos e populacionais · Estudos multicêntricos · Compartilhamento de conhecimento · ISAA (Congresso de Estrabismo)
- Cirurgia ocular e pós-operatórioTratamento binocular · Atropina diluída · Lentes de contato com desfoco periférico · Parche · Sífilis congênita
- Técnicas Cirúrgicas de EstrabismoExperiência em estrabismos complexos · Cirurgia de estrabismo ajustável · Dra Claudia Polo · Avaliação pré-operatória · Impacto psicológico do estrabismo
- Retinopatia da PrematuridadeDr. Alberto Ciancia · Dra. Nelly Damelec · Dr. Julio Prieto Díaz · CLADE · Dr. Julio Mancitti · Dr. Luis Díaz González · Dra. Jorgelina Falvo · Dra. Karina Karczewski
- Perigos da Era DigitalAcesso à informação via internet e IA · Confronto de opiniões · Necessidade de confiança e escuta · Desafios de comunicação com famílias
Olá, esse é o CBOP Cast, nosso quarto episódio. Eu sou Cristiane Rolinha, atual presidente da SBOP.
E eu sou Ian Cury, atual presidente do CBE. Oi, Cris, tudo bem?
Tudo bom, Ian. Estamos juntos de novo gravando essa nossa introdução. Para falar um pouquinho desse episódio bacana, né, da Claudia Polo.
Muito legal, um episódio que vem numa sequência de uma série de episódios bem legais. A Claudia Polo foi uma das nossas convidadas do nosso 8º Congresso Brasileiro de Oftalmologia Pediátrica e Estrabismo. E já apresentando a nossa convidada, ela é uma pessoa muito experiente, ela é uma argentina, mas que é uma cidadã do mundo, vamos dizer assim, ela circula em em vários locais do mundo, em várias oportunidades, vários congressos, mas na Argentina ela atua como chefe da Seção de Oftalmologia Infantil do Hospital Pinheiro, que é um hospital tradicional em Buenos Aires.
Lá ela pratica estrabismo adulto e infantil, oftalmologia pediátrica e se dedica também à retinopatia da prematuridade. Ela é atual vice-presidente do Conselho Argentino de Estrabismo e é membro do Connectivity Bureau da WSPOS, uma pessoa bem atuante na WSPOS também. E que teve uma participação muito legal no nosso congresso. A gente teve essa sorte de, nessa edição, eleger pessoas que trouxeram um espírito bem bacana para o congresso, né?
Todos têm muita contribuição científica e por isso eles vieram, mas pessoas com uma energia muito bacana, que contribuem, que gostam do Brasil, e ela é uma dessas pessoas, né?
Ela é muito alegre, muito participativa de fato, e ela teve umas inserções bem interessantes no nosso congresso, principalmente na parte de estrabismo. Ela participou discutindo um caso bacana na sessão do também teve a oportunidade de discutir outros casos de estrabismo e também uma discussão bem legal de um dos vídeos que foi escolhido para ser apresentado, que foi o ângulo perfeito corrigindo o pescoço através dos olhos. E nesse episódio vocês vão ver que ela fala de uma maneira muito espontânea, delicada, e faz considerações de quem enxerga além dos olhos.
Assim, ela fez comentários bem sensíveis aí da impressão também que ela teve do nosso congresso, né, Ian?
É, isso foi uma coisa que eu acho que marca, vocês vão ouvir no final do episódio, e ela faz um comentário sutil, mas muito profundo e representativo do que as palestras silenciosas dentro de uma mesma sala, com todos reunidos ao mesmo tempo, o que isso representa dentro da oftalmologia e para as nossas subespecialidades como sociedades irmãs. Eu acho que vale a pena ouvir até o final, que ficou bem interessante. Eu acho que vale a pena salientar essa participação na discussão dos vídeos, porque eu acho que a sessão de vídeos foi uma aposta que a gente fez, uma novidade do Congresso, né?
Pelo menos ao meu ver, uma coisa que veio com importância e relevância, com espaço para ficar, porque as pessoas gostaram muito da sessão de vídeos, né?
É, o número de vídeos que a gente recebeu também foi bem acima do que a gente imaginava, né?
Pois é, isso foi bem legal.
É, e também eu sei que ela adorou a nossa festa com a participação do nosso convidado, ela super dançou, tava muito animada na festa.
Uma participação completa, do início ao fim.
Completa.
Então nós vamos convidar a Dra. Luisa Hopker e a Dra. Roberta Zaghi, que falam um belo castelhano, para poder entrevistar a Dra. Cláudia Polo nesse nosso 4º episódio da série CBOP Podcast.
Olá a todos, eu sou Roberta Zaghi do Centro Brasileiro de Estrabismo. Estou aqui hoje com a Luisa Hopker da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica e vamos entrevistar nossa querida Claudia Polo. Olá, Doutora Claudia, é uma alegria enorme ter você conosco nesta conversa. É muito especial conversar com uma colega tão querida da Argentina e com tanta experiência em oftalmologia pediátrica e estrabismo. Queremos tender un puente entre Argentina, Brasil, América Latina, especialmente después de tu participación en nuestro congreso brasileño de oftalmología pediátrica y estrabismo.
Entonces, para empezar, cuéntanos un poco tu historia, cómo llegaste a la oftalmología pediátrica y al estrabismo, y si hubo algún maestro o maestra que haya influido en tu elección y tu pasión por la especialidad.
Hola, buen día. Muchas gracias por invitarme, qué placer estar junto a ustedes. Uy, hay que hacer un largo viaje, hay que empezar por el comienzo. Yo hice la residencia con la doctora Melek en Buenos Aires, en el Hospital Piñero. La doctora Nélida Melek es una referente del estrabismo latinoamericano sin duda y fue mi maestra. Un honor haber sido su residente y cuando empecé la residencia nunca me imaginé que iba a elegir ese camino porque El estrabismo parecía muy difícil.
En el hospital se juntaba el Dr. Ciancia con la doctora y 20, 30 fellows para aprender. Y yo ahí chiquita mirando todo lo que hacían. Y la verdad que me pareció una especialidad muy interesante, muy cerebral. Creo que eso fue lo que más me atrajo del estrabismo. Y bueno, al estar al lado de un referente como ella y ver su pasión, su disciplina, Creo que eso me motivó a elegir, primero que nada, seguir estrabismo y más adelante, 2 añitos más después, con la oftalmología infantil, porque hubo una gran ola de retinopatía del prematuro en Buenos Aires y se empezó a organizar en los hospitales el estudio y la atención del prematuro.
Entonces, en medio de mi formación de estrabismo apareció la posibilidad de hacer la formación de retinopatía del prematuro. Y profundizar la oftalmología pediátrica. Así que empecé una beca en el Hospital Garrahan, que es un hospital dedicado a alta complejidad en la niñez en Buenos Aires. Y bueno, ahí empezó todo junto a la par. Y así empecé desde casi antes de empezar la residencia. Y ya cuando terminé la residencia, obviamente con el fellow en oftalmología infantil y retinopatía del prematuro, específicamente porque era lo que se necesitaba en el hospital.
¡Qué bien! Y nosotros sabemos que Argentina tiene una tradición muy fuerte en estrabismo, ¿no? Ha sido como una referencia para Latinoamérica por muchos y muchos años, hace mucho tiempo. Y también para el tratamiento de la retinopatía del prematuro, nosotros sabemos que ustedes tienen ahí unos desarrollos incluso de nuevas formas de hacer el tamizaje. Pero nos gustaría que describiste la escuela argentina de estrabismo y si puedes también hablar un poco de la escuela de Rob, que es un poco más, ahora como se dice, más actual tal vez, y sus mayores fortalezas, tanto en la escuela de estrabismo como de Rob.
Bueno, con respecto a la escuela de estrabismo argentina, yo creo que es impresionante, ¿no? El Dr. Alberto Ciancia, quien fuera mi maestra, la Dra. Nelly Damelec, ella fue su co-equiper durante toda su carrera. Fue gente muy dedicada, muy estudiosa, muy disciplinada. Formaron una escuela, formaron los fellows de Ciancia y a partir de ahí empezaron a hacerse, creo que más adeptos al estrabismo, que siempre fue una especialidad muy reservada dentro de la oftalmología porque fue vista muy difícil de acceder.
Muy difícil. Nadie quiere hacer cosas tan difíciles. Nadie se imagina haciendo una especialidad tan, que requiere un proceso cognitivo del profesional, no solo práctico, pero un procesamiento cognitivo del entendimiento del estrabismo. Creo que la escuela argentina es una escuela fundada por estos próceres, porque Ciancia está considerado un prócer en Argentina en oftalmología, y después seguida también por el doctor Julio Prieto Díaz, que junto con el Dr.
Sousa hicieron ese libro que es la Biblia del Estrabismo para mí, en español, y en inglés también lo hicieron, y en portugués. Creo que la Escuela Argentina de Estrabismo es parte fundamental del CLADE y que el CLADE realmente es el grupo de maestros del Estrabismo de Latinoamérica que nos ha encaminado, nos ayuda, y nos ayuda con el tema de los idiomas, porque tanto el español como el portugués son los idiomas más relegados. Ya sabemos que si no publicamos en inglés no accedemos a las grandes ligas.
Entonces el CLAADE es el semillero para que nos estimule a todos los que no somos hablantes nativos del inglés a publicar nuestros trabajos, nuestra experiencia y pasarla a ese idioma. Creo que la Escuela Argentina de Estrabismo es una escuela muy productiva. Se está extendiendo mucho, la gente a través de la oftalmología infantil se introduce el estrabismo como parte de su especialidad. Y hemos ido ganando un montón de fellows, un montón de alumnos a través de los años.
Así que creo que esa brecha que había cuando yo empecé siendo residente entre la residencia y el estrabólogo ya es mucho más corta. Acceder al conocimiento y el estudio del estrabismo está muy acercada ahora gracias a que a los que nos dedicamos a esto transmitimos la pasión que nos produce esta especialidad.
Sí.
Y con respecto a lo otro, a la escuela de retinopatía del prematuro, en Argentina fue iniciada por el Dr. Julio Mancitti, el Dr. Luis Díaz González, la Dra. Jorgelina Falvo, la Dra. Karina Karczewski, la Dra. Celeste Mancilla. Fue el primer grupo de trabajo de retinopatía del prematuro, fue el Hospital Garrahan, donde recibíamos los niños de toda la Argentina. La verdad que teníamos un pasillo de atención y otro pasillo de espera donde una cuna Estaba una incubadora al lado de la otra esperando ser revisado porque éramos pocos los que nos estábamos formando y eran pocos en toda la Argentina.
Así que ahí empezó la lucha contra la retinopatía y empezar a los oftalmólogos pediatras a aprender a revisar, aprender a diagnosticar y aprender a tratar. Fueron muchos años, años muy difíciles, muy intensos, con oportunidades perdidas, chicos que venían de desde el norte o el sur de Argentina ya tarde para la prevención, para el tratamiento de láser. Pero bueno, fueron los años donde empezamos a aprender, y aprender sobre todo que no solo el oftalmólogo estaba involucrado, sino que había que armar un equipo en la NEO, en la Unidad de Terapia Neonatal Intensiva, para prevenir que haya más retinopatía del prematuro.
Y bueno, fueron largos años de trabajo. Creo que hemos avanzado mucho. Casi todas las NEOs del país tienen un referente en retinopatía del prematuro para diagnóstico diagnóstico, tratamiento y seguimiento. Pero bueno, todavía queremos más éxito, queremos menos prematuros, menos prematuros inusuales que todavía tenemos en Latinoamérica. Pero bueno, creo que el camino ha sido largo y se ha avanzado bastante.
¿Y qué te parece que con todo eso, como has dicho, para la retinopatía de prematuro, especialmente en Latinoamérica, nosotros tenemos algunas dificultades relativas a neonatología, a todo lo que es necesario, ¿no? ¿Y qué te parece, por ejemplo, en la oftalmología pediátrica, qué son las principales dificultades? Si es el acceso al tratamiento o si es como la formación de especialistas, porque hay algunos sitios del mundo donde la formación de especialistas de oftalmología pediátrica está disminuyendo porque la gente no quiere hacer esta especialidad.
En cambio, por ejemplo, en Brasil, al revés, tenemos más gente que quiere ir a esta área. Entonces, ¿cómo está en Argentina eso? ¿Cómo es la estructura pública para esta formación, la tecnología disponible, la parte quirúrgica, seguimiento de pacientes, específicamente para oftalmología pediátrica? También para el estrabismo. Como no tenemos mucha tecnología para estrabismo, creo que es más tranquilo, pero por ejemplo, la parte quirúrgica de niños pequeños, ¿cómo es la parte para anestesia general? ¿Se puede hablar un poco sobre eso? Nos gustaría oírte.
Bueno, en Latinoamérica sabemos que la oftalmología pediátrica sigue siendo una subespecialidad exitosa. Que sigue estimulando el acceso de nuevas generaciones y eso nos reconforta muchísimo porque en el primer mundo está dejando de existir esta especialidad. En Canadá, yo he hablado con una colega en Canadá y se preocupan cada vez más porque son muy poquitos. Lo mismo en Inglaterra. Bueno, nosotros tenemos la suerte de que eso no nos ocurra.
Cada vez hay más médicos oftalmólogos queriendo y eligiendo esta subespecialidad, que sabemos que económicamente no es tan rentable, que tiene una curva de aprendizaje mucho más alta que la de adultos, porque examinar un niño genera realmente grandes dificultades al inicio, que tenemos que aprender nuevas herramientas en el consultorio, en lo social, en la forma de comunicarnos con los padres, con el niño. En Argentina tenemos oftalmología infantil dentro de la Ciudad de Buenos Aires, que es donde yo me desempeño y a lo que me voy a referir, 3 hospitales infantiles que tienen formación en oftalmología pediátrica y estrabismo: el Hospital Gutiérrez, el Hospital Garrahan y el Hospital Elizalde.
Son exclusivamente infantiles. En estos 3 hospitales se cuenta con tecnología y con experiencia y médicos de experiencia en la formación de estos fellows, de esta subespecialidad. Se operan niños de todas las especialidades, de todas las subespecialidades dentro de la oftalmología pediátrica, desde el momento en que sea necesario. Así que eso es un lujo, tener hospitales dedicados a esto en la ciudad de Buenos Aires. Y en el interior de Buenos Aires, en las grandes ciudades, también hay centros de referencia de formación en oftalmología infantil y estrabismo.
Así que por ese lado, creo que eso, más la cantidad de los recursos humanos que estamos tratando de estimular a que se acerquen desde la Sociedad Argentina de Oftalmología Infantil y desde el Centro Argentino de Estrabismo, haciendo actividades, cursos anuales, participaciones y cursos específicos de formación, ha hecho que esta especialidad sea realmente tenida en cuenta desde que terminan la residencia o aún antes.
¡Qué bien! Me alegro.
Es bueno porque tenemos dos grandes escuelas, Claudia, con mucha tradición, muy buenos alumnos de cirujanos, de médicos, de muchos pacientes complejos para tratar. Entonces creo que podríamos colaborar mucho más como comunidad latinoamericana, desde Argentina y América Latina y Brasil. Y ahora vamos a pasar para los adultos. Vos tenés mucha experiencia, que yo sé, con estrabismos adultos, complejos y reoperaciones, que son casos que muchas veces no entran perfectamente en los libros.
Entonces quería saber cómo tú organizas tu razonamiento antes de operar esos casos. ¿Qué pesa más para vos, las mediciones actuales, la historia quirúrgica previa, la aducción, el versiones? Patrones de incomplicaciones, si la sensorialidad hace mucha diferencia para ti, las expectativas del paciente, los halagos intraoperatorios. Entonces quiero saber si haces como nosotras las cirugías por centímetros, de milímetros, o te gusta más la cirugía dinámica de los mexicanos, ¿cómo haces para esos pacientes complejos?
Yo creo que soy un híbrido. Que aprendo y sigo aprendiendo de las dos escuelas. Creo que en realidad es todo lo mismo, ¿no? Nos basamos y nos apoyamos en los milímetros, especialmente en el examen preoperatorio del paciente en el consultorio. Evaluamos las abducciones, las versiones, filmamos, fotografiamos la historia previa del paciente. Si no tenemos el antecedente, si es una reoperación, el antecedente de la cirugía por escrito, buscamos las cicatrices.
Pedimos imágenes. Creo que la previa es muy más milimétrica. Creo que algo que nombraste, que es la expectativa del paciente en la reoperación o en el estrabismo complejo, tiene que ser hablada de una forma muy— a un nivel de gran eficiencia comunicacional. Porque a veces los pacientes quieren cosas que no vamos a lograr. Podemos mejorar muchas veces la mirada al frente, la mirada abajo, pero no arriba, no a los costados. Entonces en la comunicación, generar un ambiente de comunicación efectiva con el paciente o con los padres, si fuera un adolescente o un niño.
Algo que para mí es fundamental durante el examen prequirúrgico del paciente es ver el impacto psicológico que tiene el estrabismo y el impacto en la calidad de vida. Sabemos que el estrabismo genera una secuela psicológica, que el niño tiene una mirada diferente porque el mundo lo mira diferente. Ese adulto nació con ese impacto, impacto psicológico. Y he visto realmente alteraciones psiquiátricas en estos pacientes, por lo cual el resultado quirúrgico, aunque sea aceptable, no va a ser suficiente.
Y eso es algo que a medida que pasan los años más trato de poner en evidencia, de que se note el sufrimiento del paciente y cómo podemos aliviarlo, pero nunca estar en cero. Por eso también pido muchas veces la evaluación psicológica del paciente. Después, cuando nos vamos a quirófano, para mí es el final del examen del paciente. Nosotros operamos con anestesia general, muy poca anestesia local. La verdad que nadie quiere estar despierto durante la cirugía de estrabismo acá en Argentina.
A mí me ayuda porque todos los estrabismos complejos y las reoperaciones bajo anestesia general me dan mucha más tranquilidad, me dan un tiempo, me permiten hacer todas las maniobras, la semiología intraoperatoria de una forma exhaustiva, no dejar ninguna maniobra de lado. Y todo eso me ayuda a terminar el diagnóstico del paciente y hacer la decisión quirúrgica y la técnica basada en forma dinámica a lo que voy a encontrar. Pero siempre salimos desde lo mismo.
Cambia muchas veces lo que yo pensé. Sí, muchas veces la semiología intraoperatoria me cambia el diagnóstico previo o el monto de cirugía o la cirugía a veces que yo pensaba hacer. Pensé un plegamiento, a veces lo transformo en una resección. Pensé que no iba a ser ajustable y la transformo en ajustable. Entonces no porque no lo haya pensado antes, yo entro con 5 planes, a veces 6 planes, y hago esto, si hago— Pero la semiología para mí es introductoria, es mandatoria y es lo que me termina de definir el caso.
Y bueno, y después tenemos la técnica, la ejecución de la técnica, de qué tipos de técnicas elijo. Siempre elijo lo que dentro de lo último que estoy haciendo, lo que me genera más seguridad para el paciente. Y soy una cirujana muy innovadora, pruebo todo, me gusta probar, tengo que probar. Si alguien dijo que esa era mejor, yo la tengo que probar. Y se lo cuento al paciente, digo, mira, yo escuché esta técnica Hice pocas, pero el resultado fue increíble y creo que se merece tu gas.
Y les cuento, y creo que eso ayuda también en el proceso, ¿no? Y en el final, la curación de las heridas y en la aceptación del nuevo estado motor y sensorial. Y creo que la sensorialidad es muy importante. Mi escuela es la escuela que me formé con la doctora Melek. La sensorialidad es fundamental, saber si ese paciente tiene correspondencia normal o anómala. Si ese paciente había desarrollado su correspondencia y le interrumpió el estrabismo, o si está en proceso de desarrollo y el alineamiento va a favorecer el posterior, completarlo después de la cirugía.
Perfecto. Y cuando eliges hacer alguna cosa ajustable, Claudia, ¿cómo tú haces?
Creo que lo primero que hay que saber para la cirugía ajustable es qué paciente tolera el ajuste postoperatorio, porque ese sí lo hago en consultorio, no lo llevo a quirófano, lo hago al día siguiente. Por lo tanto, si es un adulto, tengo que saber que sea un adulto o un adolescente, que he tenido sorpresas con los niños también, que se va a dejar hacer el procedimiento. Y para eso tengo que molestarlo en la consulta, en las consultas prequirúrgicas.
Pruebo la tolerancia del acercamiento, pruebo la sensibilidad con un hisopo, trato de hacer maniobras. Bueno, tomo muchas veces la presión ocular, trato de acercarme para ver qué me va a dejar manipular. Inclusive trato de hacer colocar el velofarostato, porque creo que lo que más impacta psicológicamente en el paciente durante el ajuste es la colocación del velofarostato, porque es un instrumento grande, parece que molesta mucho, y cuando después que lo colocamos se dan cuenta de que realmente no molesta, ya es un paso más para que a mí me garantice que el ajuste va a estar hecho en buenas condiciones.
Y decido antes Si el paciente tiene visión doble, especialmente, creo que la visión doble es necesidad de ajuste. Las reoperaciones también requieren muchas veces una cirugía de tipo ajustable. Algunas DVD también, especialmente las DVD asimétricas, a veces tomo el recto superior, lo dejo ajustable sin retrocederlo y veo al otro día qué pasa con el otro ojo. Entonces, la previa es elegir al paciente, durante la cirugía ver si ese músculo realmente me va a dar respuesta en un ajustable.
A veces son músculos que no tienen elasticidad. Cuando el músculo no está elástico durante el acto quirúrgico, la verdad es que me va a costar moverlo después. Entonces también elegir el músculo, ¿no? ¿Qué músculo se va a prestar a ser retrocedido sobre todo o avanzarlo? Si tengo un músculo con poca elasticidad, esos son los que a veces no sabemos si lo estamos moviendo en el ajuste postquirúrgico. Y bueno, después hacer el ajuste en las mejores condiciones, con buena anestesia tópica, con anestesia con hisopo en la zona donde voy a tocar y con un ambiente relajado para que el paciente lo permita. Perfecto.
Y de la parte de la oftalmología pediátrica, además de la parte quirúrgica, ¿qué es más frecuente en tu consultorio? ¿Qué es lo que más preocupa a los padres? ¿Están viendo mucha miopía? ¿Cómo es la parte de cuán temprano llegan los niños, por ejemplo, con ambliopía? ¿Cómo es el día a día del consultorio de oftalmología pediátrica?
Bueno, varía mucho en la parte pública y en la parte privada. Como venimos hace años, por lo menos 15 años, trabajando con la Sociedad Argentina de Pediatría para tener controles de screening reglados. En la infancia hemos avanzado mucho en la prontitud de los diagnósticos. Logramos revisar a un bebé antes de los 6 meses de vida como parte de su primer control y eso es fundamental. Eso ha mejorado la detección del retinoblastoma en Argentina, ha mejorado la detección de todas las causas orgánicas, congénitas y genéticas de ambliopía.
Entonces, la verdad que trabajamos en Capital, en Buenos Aires, de una forma muy acertada, porque el pediatra nos manda el paciente a su control de rutina. Nosotros promovemos hasta 3 controles en el primer año de vida: antes de los 2 meses, al sexto mes y al año. Imagínense que parece imposible. Yo creo que justamente es en la parte pública donde más lo logramos.
¡Qué bien!
Porque están más involucrados los pediatras. En la parte pública tenemos altas tasas en este momento de recién nacidos de alto riesgo, con sífilis, con adicciones maternas, con bajo peso, coquetosis, diabetes materna. Casi el 85% de la población que yo veo en mi hospital son chicos de alto riesgo, dentro de los cuales un pequeño porcentaje va a ser prematuro, pero la mayoría no son prematuros, pero tienen madres muy, muy jovencitas, muy desnutridas, con adicciones, sífilis, congénita.
Estamos teniendo una epidemia de sífilis congénita que ya sabemos que se extendió, se está extendiendo.
Pero en Brasil la misma cosa, hace como unos 4 años que estamos viendo mucha sífilis congénita, mucha.
Cosa que nosotros cuando nos recibimos pensamos que esa enfermedad había sido desterrada. No es así, porque estamos aprendiendo a ver cosas nuevas. Es terrible, pero bueno, ha cambiado, ¿no? Ha cambiado el mundo. Eso en la parte pública. Entonces, la verdad que tenemos buenas referencias por el gran trabajo que hacemos junto con el pediatría. Entonces, a nivel público tengo mucho más de este tipo de recién nacidos de alto riesgo, ambliopías, obviamente patología orgánica.
No tenemos tanta toxoplasmosis como otros años, pero sí mucho relacionado al alto riesgo, problemas de retina, hemorragias. Que después se solucionan y quizás terminan siendo ambliopías refractivas o estrabismos. Todas estas hemorragias o estos chiquitos con alteraciones de alto riesgo se asocian a estrabismos también. En la parte privada, a veces el acceso es más tardío porque el pediatra hace el primer chequeo sin hacer el fondo de ojos.
Ahí ya tenemos este problema, el fondo de ojo hay que hacérselo antes de los 3 meses en nuestra idea. Entonces por ahí tengo un coax de 3 años en la parte privada también, cosa que no debería pasar con todo el trabajo que estamos haciendo. Pero bueno, son excepciones, pero pasan. Obviamente a nivel privado tengo más miopías, tengo más ampliopías por anisometropía y estrabismo asociado a pantallas, sobre todo acomodativos descompensados.
Es el otro extremo, los dos extremos de la especialidad, dependiendo donde trabajes.
¿Y te parece que algo ha cambiado en el tema de la atención de los chicos en los últimos años? ¿Cómo te parece que la relación del médico con las familias se volvió más difícil o más fácil? ¿Qué te parece? ¿Cómo están las familias? Y creo que, por supuesto que es distinto del sector público del consultorio, pero ¿cómo te parece como médica la relación médico-paciente?
Yo creo que desde que la gente, las personas tienen acceso a preguntarle algo a la computadora y que te dé una respuesta que uno cree que es correcta, tenemos problemas en el consultorio en cuanto a la comunicación. Porque a veces vienen con ya el diagnóstico, ya saben lo que tienen porque Google, ahora es la inteligencia artificial, antes era Google, se los respondió y vienen como a confrontarnos nuestra opinión. Creo que en ese aspecto estamos como dañados, ¿no?
Empezamos con unas relaciones tensas, pero bueno, está en nosotros tratar de crear un ambiente donde realmente la relación médico-paciente-familia, porque con los niños tenemos más relación a veces con los papás, de explicarles, ¿no? De que confíen en nosotros, establecer un grado de confianza. ¿Cómo confían en Google o la inteligencia artificial y no confían en el médico que está revisando al niño en ese momento, que les está dando un espacio de escucha, un espacio de explicación.
Creo que ahí ya hay un tema de generación, un tema de social, donde la tecnología quiere ser, va a ser la última palabra, ¿no? Si la IA me dijo esto y usted me dice eso, y ahí empezamos con los problemas de comunicación. Creo que eso es lo que más va a interferir en las próximas generaciones, en la comunicación efectiva con la familia. Eso es realmente doloroso porque uno se siente subestimado, pero hay que estar seguro de lo que estamos haciendo, ¿no?
Obviamente que siempre va a haber 10 opiniones distintas, todo depende de quién lo diga, si lo dice una IA o la otra, o lo dice Google, o lo dice un médico de otro país, pero hay que ver en qué contexto estamos actuando, qué niño nos toca y qué familia nos toca. Pero sí, está más difícil, yo creo que ahora está más difícil que antes.
Claudia, quiero volver a la pregunta de Luisa para te preguntar que sé que en Argentina ustedes tienen acceso a algunas plataformas de tratamiento binocular para la ambliopía, anisometrópica por supuesto. Quería saber si tienen experiencia en esto, ¿qué te parece? Porque acá en Brasil aún es muy difícil para tener el tratamiento. Intentamos para algunos, pero aún es un tratamiento que no es económicamente fácil de hacer para el paciente.
Y también para el tratamiento de la miopía, ¿ustedes utilizan más la tropina o también la tecnología de las lentes, de las gafas con desfocos periféricos y las lentes de contacto? ¿Son una realidad para ustedes?
Bueno, con respecto a miopía, tenemos acceso a tratamiento binocular. Hace varios años ya. Obviamente la limitante es el costo, es un tratamiento que no puedo usar a nivel público, a nivel privado sí. Para poder ingresar al tratamiento hay que tener una sensorialidad normal, no hay que tener supresión. Entonces las anisometropías, generalmente las ambliopías por anisometropías refractivas, son las que se van a beneficiar del tratamiento binocular son las mismas que mejoran con el parche, y sabemos que el parche es muy económico.
Entonces, ¿a quiénes se le puede plantear un tratamiento binocular? Yo creo que a todas las personas que puedan acceder por el costo económico. El tratamiento que me gusta a mí de tratamiento binocular, que es binocular, que no estoy tapando un ojo, no estoy interrumpiendo la binocularidad. La miopía no es un problema monocular, la miopía es un problema de la binocularidad del paciente y la falta de conexión entre un ojo que el otro a nivel de la corteza.
Entonces creo que el tratamiento binocular debería ser más accesible, pero tenemos que tener un paciente con sensibilidad normal, sin supresión y sin una desviación manifiesta. Entonces todo lo que sean miopías estrábicas con correspondencia anómala, supresión, no pueden entrar, que son las que más me interesan. Ya tratamos, tenemos algunas, algunas cositas. Entonces, me encanta el tratamiento binocular porque estoy convencida que es la fisiopatología y la fisiopatogenia de la ambliopía.
No se lo puedo indicar a todos, y menos a la ambliopía más grave, que es la ambliopía estrábica. El costo es una limitante. En los casos que lo pude indicar y que los pacientes cumplieron, los resultados son muy buenos, pero exige un paciente que pueda estar manejando una computadora y entendiendo todo lo que se le pide. Eso es para un niño grande, no es para un niño pequeño, un niño que ya pueda estar escolarizado, un niño escolarizado lo puede hacer de 7 años en adelante.
Segundo, es como un premio para no usar el parche, pero el parche siempre es lo más barato, lo más accesible y lo podemos interrumpir cuando sea necesario. Lo malo del parche es que no estimula la conexión binocular y sí con la terapia binocular he observado unas mejorías en la estereogudeza notables. Si voy siguiendo al paciente con agudeza visual lejos, cerca, de contraste y estereoscópica, no mejora tanto la estereoscópica con el Bartsche porque no la estoy estimulando, la estoy anulando.
En cambio, la binocular mejora primero la estereoscópica y después las demás. Entonces yo creo que esa es la gran ventaja, pero tiene sus contras. Que son todas las necesidades y el costo. Con respecto a tratamiento de miopía en Argentina, empezamos con atropina diluida. Después del primer estudio de ATOM, habíamos empezado con atropina al 1% en pacientes seleccionados con miopías muy progresivas en casos aislados hace 20 años o más, más de 20 años.
Y ya con los siguientes estudios de la atropina, ya con la atropina más diluida, empezamos con atropina obviamente a bajas concentraciones. Mi conclusión es que la mayoría estamos usando tropina de los oftalmólogos infantiles, no los oftalmólogos generales. Y hace 2 años tenemos casi todos los lentes de mejor resultado en el mundo, lentes con buenos estudios y con buen respaldo, de desenfoque, con beams, con HAL, con todas las tecnologías para poder tener todas las terapias.
Inclusive ya tenemos el lente de contacto. Obviamente esto es Hermoso poder contar con todo lo que hay en el mundo que sabemos que sirve, que está probado con estudios y a largo plazo, pero limitante sigue siendo el costo. Entonces lo más barato sigue siendo la tropina, lo más barato sigue siendo el parche. No significa que lo más barato sea lo mejor, pero antes que nada, a empezar con algo. Creo que esa es la premisa, no dejar una miopía sin gestión, no dejar una miopía sin tratar, porque no llegamos a lo último, a lo último que se desarrolla, a lo mejor que se desarrolla.
No, tratar de empezar por algo. Sí. Y después ir viendo cómo podemos sumar tratamientos. Creo que a medida que progrese el tema de miopía en el mundo va a ser un tema de salud pública, va a tener que ser contemplada por los gobiernos, a ver cómo manejamos el acceso a esta última tecnología de anteojos, ¿no?
Claudia, agora queria falar do congresso brasileiro que estuveste conosotros, que foi muito especial para a oftalmologia pediátrica e estrabismo no Brasil. Tivemos tantos invitados internacionais tão importantes. Queríamos saber qual foi tua impressão geral. Del encuentro?
Bueno, fue un crash, como dicen los chicos ahora. Fue realmente un flechazo. Primero, lo que más me gusta y lo que más veo, quiero ver en los congresos, y más de nuestra especialidad, es el compromiso de las nuevas generaciones, de los jóvenes. La asistencia de gente joven en un congreso de oftalmología infantil y estrabismo define el éxito de los que convocan y de las sociedades que están detrás. Si no tenemos nuevas generaciones, nuestro mensaje no está llegando y no va a llegar a la población.
Entonces creo que eso fue shockeante. Me encantó ver el número de gente joven que hubo en su congreso. Los felicito por todo. El segundo impacto fue el aula única para las dos especialidades. Nunca lo había vivido en ninguna parte del mundo. Primero estaba como sorprendida y digo "wow". Y claro, es hermoso porque los inquietos podemos ir cambiando de canales y no perdernos nada, o podemos ver solo una cosa. Eso unifica el trabajo de las sociedades, unifica la sensación de la especialidad.
Estamos como en Argentina, ustedes tienen dos sociedades divididas, un lado extravismo y un lado pediatría, y en realidad hacemos lo mismo. En definitiva, que es trabajar para la salud visual de los niños, adolescentes y también de los adultos. Entonces, esa sensación de unidad que da estar en una misma aula con las dos ponencias simultáneas me pareció impresionante. Así que los felicito. Creo que queda, deja ese mensaje subliminal que somos lo mismo, que todos somos uno, que estamos haciendo lo mismo, que no nos queremos perder nada.
Porque todo es realmente importante. Me encantó. Bueno, las ponencias, los invitados extranjeros, todo como siempre uno espera de esta gente tan divina. La generosidad de los maestros, me encantó, me encantó compartir eso y me encantó el nivel de las generaciones nuevas. Los felicito. Fue un lujo ese congreso.
¿Y la fiesta? ¿Te pareció bien? Ni hablar.
Ni hablar. Sí, me encantó. Creo que no hay ciencia sin festejo, que no hay ciencia sin fortalecimiento de lazos afectivos, de camaradería. Creo que esa es la forma de coronar la ciencia. Si no, nos quedamos muy fríos. Y más en nuestra especialidad necesitamos la calidez del encuentro, del encuentro comunicacional, del abrazo, del brindis y del baile.
Y pensando así hacia adelante, en el futuro, ¿qué te gustaría ver en los encuentros y colaboraciones entre Brasil y Argentina y países de Latinoamérica? ¿Qué te viene a tu cabeza?
Bueno, yo soy muy curiosa y soy muy ambiciosa. Yo creo que tendríamos que tener, compartir estudios, estudios prospectivos, poblacionales. Tenemos lo mismo, fíjense, nos sube la cifra y acá les digo a ustedes, en estudios apareció en Moebius, apareció en Argentina. Somos lo mismo. El continente América del Sur es un flujo de circunstancias sociales, políticas, que nos impactan evidentemente de la misma manera. Por eso lo que pasa en un lado pasa en el otro.
Si pudiésemos tener estudios multicéntricos en nuestra especialidad, sería magnífico. Nosotros somos pocos, ustedes son muchos. Entonces imagínense contar con estudios aún revisiones compartidas por las sociedades. Creo que eso sería de mucho valor y creo que poner en valor lo que hacemos frente a las nuevas generaciones es muy importante. Por lo que digo, ¿no? La diferencia entre lo que se publica en inglés y lo que publicamos en nuestras sociedades latinoamericanas.
Nosotros hacemos mucho trabajo, muy intensivo y muy bueno, y a veces no llega a ser conocido por los más jóvenes o en otros países, ¿por qué no? Los sumamos, no, no cambiamos de idioma. Entonces hacer estudios, combinar propuestas, hacer estudios multicéntricos nos va a enriquecer como enriqueció todos los estudios que han hecho en el mundo multicéntrico. Creo que nos falta colaboración en trabajo porque entre sociedades las tenemos, compartimos muchas sociedades madres desde la internacional, la WSPBS, la SOPLA, el CLADE.
Entonces creo que ir un pasito más y empezar a estudiar juntos, a estudiar nuestras poblaciones. Sería maravilloso. Sí, por supuesto.
Incluso Claudia, me gustó mucho de esa charla de hacer estudios y todo junto, pero estabas hablando de encuentros, de congresos. Antes de terminar, ¿podrías hablarnos un poco del ISAC que va a ocurrir en Buenos Aires?
Bueno, en este momento el mundo está revolucionado con el mundial de fútbol, ¿verdad? Del 11 al 14 de noviembre el mundo debe debería estar revolucionado con el Mundial de Estrabismo que se va a hacer en la ciudad de Buenos Aires, que está muy cerquita de San Pablo, muy accesible para Brasil. Y algo muy importante para los que quieran un poquito más de oftalmología infantil es que siempre en el ISAA, en el precongreso, el día anterior, tenemos un día dedicado a la oftalmología infantil, al estrabismo, perdón, a la miopía, al glaucoma, a las cataratas, y viene gente Increíble.
Desde que Michelle, Dominique Bremont, Ramesh Tekunaya, no sé, nombres maravillosos. Espero que vengan. El mundial sigue en Argentina, pero va a ser Elisa con oftalmopediatría y con estrabismo. Así que los invito a participar porque va a ser un evento magnífico. Viene gente muy, muy valiosa que está bueno poder conocer. Si no la conocen, acercarse y escuchar. Siempre, Inés. Buenísimo.
Estaremos allá, yo y Luisa. Quería hablar una cosa importante porque dentro del Congreso Brasileño de Oftalmología Pediátrica y Estrabismo, en sus últimas ediciones, las charlas simultáneas son siempre en un punto muy, muy alto y a todos les gustan, gustan mucho. Eso empezó con la directoría de Luisa, que tiene esta mente abierta y también muy inteligente y ambiciosa, hermosa que puso todas las personas juntas en una sala y todos compartiendo de todo el conocimiento que necesitamos. Sí, entonces tenemos que agradecerla por la visión del futuro.
Genial, Luisa.
Claudia, fue una alegría enorme tenerla aquí con nosotros en el congreso, participando de todas las actividades, de todas las ponencias y de la fiesta y de toda la hermandad que tenemos de nuestra sociedad. Muchas gracias por compartir tu experiencia y tu mirada y camino por la oftalmología pediátrica y estrabismo, y que esa conversación sea un puente más entre Argentina, Brasil y toda nuestra comunidad latinoamericana. Fue un placer hablar contigo nuevamente.
El placer es mío. Yo les agradezco la invitación por haber sido parte del congreso, que fue magnífico para mí, E me encanta esta sensação de que não há barreiras, não há paredes, tendamos pontes, juntemo-nos e sigamos estudando, aprendendo. É o caminho. Buenísimo.
Aproveite essa série de episódios, que é o CBOPE Cast. Ele vai estar presente nos feeds das duas sociedades, da SBOP e do CBE, substituindo temporariamente o SBOPcast e o STRABcast.
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