PFC 892 - Stemma Sports
Neste episódio, recebemos Fábio Bessa e Thiago Kawamura, fundadores do Stemma Sports. Eles compartilham a trajetória de criação e o crescimento do hub de conteúdo focado em esportes de endurance, que nasceu de forma artesanal durante a pandemia e se transformou em uma estrutura profissional de mídia. Eles detalham os desafios enfrentados no início, a importância da constância na produção de conteúdo, a evolução técnica dos estúdios e das transmissões ao vivo de grandes eventos, como o Ironman e maratonas. Além da história da marca, a conversa aborda a dinâmica de trabalho atual do Stemma, que conta com diversos programas especializados na grade, a estratégia por trás da escolha dos temas e convidados, e a visão de futuro para continuar engajando a comunidade de corredores e triatletas.
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CLUBE DE AUTORES - PFC 10
- O surgimento do Stemma Sports durante a pandemia e a profissionalização do projetoPandemia de COVID-19·Podcast·Paulo Visaco·Estúdio de gravação
- A trajetória de Fábio Bessa e Thiago Kawamura no esporte e fisioterapiaFisioterapia esportiva·Cruzeiro, São Paulo·Adriana Maratona·Care Club
- A evolução das transmissões ao vivo de eventos de endurance e os desafios iniciaisIronman·Ironman 70.3 Florianópolis·Maratona do Rio·New Balance 42K
- A grade de programação atual do Stemma Sports e a diversidade de conteúdosExtrema·Na Roda do Estema·Na Trilha·Café com Tri·Girls Who Run·Stemma Performance·Natação Extrema·Radar Extrema
- Desafios e conquistas na gestão do Stemma Sports como empresa de mídiaSustentabilidade financeira·Empreendedorismo no Brasil·Geração de receita
Escute agora o Por Falar em Correr.
E o Por Falar em Correr começou novamente. Sim, aqui estamos no nosso quadro PFC Convida. Quando o que acontece? Eu convido pessoas que fazem parte do mundo da corrida para participar, contar um pouco da história deles, do que eles fazem, o que eles fazem, fizeram, vão fazer, enfim. Esse é mais um desse modelo do PFC Convida, e você ouvinte está convidado também a participar, ouvir, porque hoje nós vamos conhecer a história de duas pessoas que criaram um hub de conteúdo enorme que têm atualmente.
Então vou apresentá-los, eles aqui, que a gente vai conhecer um pouco mais da história deles, da história do Estema Sports. Começando aqui, ó, Fábio Bessa está conosco. Tudo bom, Fábio? Seja bem-vindo.
E aí, boa noite, boa noite, boa noite, bom dia, boa tarde, né? Depois o pessoal ouve, eu ouço você em horários alternativos aí, então bom dar bom dia, boa tarde, boa noite aí. Obrigado pelo convite, prazer enorme tá aí. Programa que a gente ouve sempre como base de estudos, né? Não só consumindo conteúdo de corrida, mas, cara, sempre que a gente vai estudar algum convidado A gente digita no Spotify, é batata, assim, vai achar algum do PFC aí, cara. Então muito feliz de estar aí.
Ai, que legal! O Thiago até tava falando em off aqui, né? Thiago, bem-vindo, tudo bom com você?
Fala, Enio, prazer aí tá falando com você. É exatamente isso que o Fábio falou, cara. Acho que já perdi a conta aí de quantos episódios eu ouvi do PFC justamente para estudar. E acho que você já falou com bastante gente também e tem mais tempo de conteúdo que a gente. Então a gente estuda bastante os nossos convidados pelo PFC também.
Valeu aí pelo convite. Então tá aí, ó, temos aqui Fábio Bessa e Thiago Kawamura. Então a gente vai conversar com eles aqui sobre a história deles e também como é que eles se uniram, reuniram para formar o Esquema. E isso eu vou contar para minha mãe, para os meus pais. E ó, eu sou motivo de estudos. Eu nunca achei que eu fosse ser referência para alguma coisa, geralmente é do que não fazer. Vou dizer, ó, tá aí, ó, o pessoal estuda o que eu faço.
Olha só que coisa interessante isso que virou. Que é verdade, né? O PFC vai completar agora 14 anos na sexta. Então teve uma época que era só entrevista, né? Aí eu cansei, porque, putz, só entrevista dá muito trabalho. Vocês sabem disso, ir atrás das pessoas. Ainda vocês têm que levar presencialmente, mas putz, daí tem que ir atrás e ver a data. Aí esse ano 2026 deu uma preguiça de fazer, mas agora estou voltando. E daí o que que a gente cria?
A gente cria outros programas que não precisam de convidados, que é o que vocês também fizeram nesse tema ali, tem um monte e não precisa necessariamente trazer alguém de fora. Mas hoje sim temos aqui nossos convidados e vamos conversar. Já tem o pessoal comentando aqui, é o pessoal, tava falando com o Thiago em off também, tá em todos os lugares comentando, tipo a Jana que tá aqui conosco. Mas enfim, vocês vão comentando aí no YouTube, curte o vídeo, se inscreve no canal e se torna membro, vai ajudando a gente.
Estamos na semana de comemoração do Por Falar em Correr, então porfalaremcorrer@gmail.com é o Pix no valor sugerido de R$14, porque são 14 anos que você tem que fazer. Contamos aí com a sua presença. Bom, para começar aqui, Fábio, eu quero primeiro que você fale quem que é o Fábio, se ele pratica esporte desde sempre, que eu quero primeiro construir a história de vocês dois para daí eu entender como se encontram e como surge o esquema. Então, o Fábio, como é que é o Fábio aí na vida?
Eu acabei de ver aqui que minha câmera tá travada, né? Mas é isso mesmo, né?
Vai no áudio, vai no áudio.
Ah, cara, eu sou— a minha formação, né, eu acho que isso até um pouco da história do sistema, né? A gente é fisioterapeuta, fisioterapeuta, ainda atende alguns pacientes e muitas coisas do sistema surgem da fisioterapia. Mas eu sou, eu sou de Cruzeiro, Cruzeiro, que a cidade é Cruzeiro, São Paulo, né? Perto, é divisa ali com Minas e Rio. É a cidade da Adriana, da Adriana Maratona aí, da feminina aí de maratona no Brasil. E, cara, cresci lá até os 17 anos, morei no interior, fui estudar fisioterapia em Volta Redonda, lá no Rio de Janeiro.
E com 21 anos eu vim para São Paulo, e desde então tô aqui. Então já tô mais tempo em São Paulo do que em outra cidade. E foi aqui que eu conheci o Thiago, foi aqui que eu comecei a trabalhar com fisioterapia esportiva. Foi aqui que, trabalhando nesse mercado, eu conheci muitas pessoas interessantes, principalmente o pessoal que gosta de correr, maratonistas. E aí, como eu atendia muito esse público, né, que era executivo, executiva, profissionais, empreendedores, a galera que curte endurance, a gente ouvia muita história, né, durante os tratamentos.
Não sei quem aqui já precisou fazer fisioterapia alguma vez na vida, mas espero que não muitas, mas como o público de vocês é corredor, acredito que não escapem tanto aí de algumas sessões. Você acaba fazendo amizade com os fisioterapeutas, né, que cuidam de você. E o Thiago acho que vai falar um pouco disso também, mas eu e ele, a gente basicamente convivia nesse ambiente conhecendo as pessoas que faziam maratonas, faziam triatlon, provas de ciclismo, travessias, mas muito mais corrida E isso foi a matéria-prima para a gente contar, para o sistema, né, para contar essas histórias através de podcast, um pouco nesse momento que o podcast começou a ficar mais em evidência, né.
Então sou de Cruzeiro, cidade da Adriana, eu gosto de falar isso. Estudei fisioterapia e a fisioterapia me trouxe nesse ambiente de corredores, de a galera que trabalha e gosta de fazer maratona. E isso foi mais ou menos o começo do esquema aí, bem resumido, mas que a gente pode entrar em detalhe durante o programa.
Perfeito. Então você nunca vai ser a pessoa mais famosa da sua cidade, né? Não vai ter jeito, nunca.
Impossível, cara. Eu nunca vou andar num caminhão de bombeiro, cara. Ela andou no caminhão de bombeiro quando ela, acho que ela foi terceira na Ação Silvestre. Cara, a cidade parou lá.
Só se fizer o recorde brasileiro algum dia aí.
Do quê?
De mais entrevista, talvez, de podcast, quem sabe, né? Mas é, ainda sua cidade era pequena, mas aí teve a Adriana. Eu, no caso, que nasci em Florianópolis, é impossível, porque qualquer esportista que nasceu em Florianópolis é mais importante que eu. Mas não tem problema. Bom, Thiago, Thiago, quero saber a história de Thiago.
Tá bom, vamos lá. Eu sou paulistano mesmo aqui, nascido em São Paulo, Zona Norte, bairro do Limão. E cara, sempre gostei muito de esporte. Eu lembro, tava lembrando esses dias que eu lembro que meu pai comprava jornal, né, existia jornal ainda impresso. E aí eu sempre pegava o caderno de esportes para ler assim. Eu lembrei disso esses dias. Então cara, desde pequeno sempre foi uma paixão assim. E sempre fiz muito esporte desde pequeno, jogava bola, nadava, tudo.
E aí fui crescendo e tal. E naquele processo seletivo ali para ir para faculdade, queria fazer alguma coisa ligada a esporte, não sabia o quê. E aí pensei, né, educação física. Depois fui conhecer as outras áreas da saúde também que mexiam com esporte. E aí decidi fazer a físio, e desde o começo da físio sempre quis ir para esse caminho do esporte. Então as outras áreas que tem ali, né, respiratório, UTI, neuro, não era muito minha praia.
Sempre queria ir mais para coisa do esporte. E foi assim, acho que bem, bem resumido é dessa forma. Fiz esporte na faculdade, a gente jogava ali todos os esportes, porque não sei se todo mundo sabe, mas fisioterapia geralmente é um curso muito feminino, né? Então os poucos homens que tem, tem que jogar tudo, né, nos campeonatos lá. Então a gente jogava basquete, handebol, futebol, tudo que tinha a gente jogava. E aí acho que a gente trabalha numa clínica, né, eu e o Fábio na mesma clínica, na Care Club, E acho que nossos caminhos se cruzaram ali, né?
Na verdade, um pouquinho antes. O Fábio, como é um pouco mais velho que eu, ele chegou a dar algumas aulas para mim ali na pós-graduação, tudo. Mas a gente se cruzou mesmo assim na Care Club. A gente era, a gente se divide ali em equipes, né? Então a gente era da mesma equipe. O Fábio era o líder da equipe ali, tinha eu e mais outra colega juntos. E aí, nesse perfil que a gente vai atendendo, né, de esportista, maratonista, bastante agora já o que o Fábio comentou.
E aí foi onde se deu o início desse tema. Acho que aí é onde a gente vai entrar aí, o próximo capítulo.
É isso que eu quero saber, como é que foi? Diga, Fábio, você quer falar alguma coisa antes?
Não, é que eu ajustei a resolução aqui, eu acho que agora Tá funcionando, tá rolando, tá rolando.
Então tá, então vamos lá. Como é que surgiu essa ideia de vamos criar um— não sei o que que vocês pensaram na época, se era só um podcast, um canal do YouTube, o nome também, da onde é que surgiu. Como é que vocês bolaram assim, ó, Thiago, ô Fábio, vamos fazer? Como é que foi isso?
Bom, vou começar aqui, cara. A gente começou na pandemia, né? A gente dá a data do sistema de começo ali, outubro de 2021, né, que a gente lançou o primeiro episódio. Mas a gente começou a trabalhar antes, assim, a gente começou a gravar, ter as ideias no primeiro semestre de 2021. Então era uma época que a gente consumia muito podcast, né, a gente ouvia muito na época ali Flow, o Podpah, e a gente gostava muito do conteúdo. E aí o que o Fábio comentou antes, né, a gente já atendia muito esse público e na fisioterapia é isso, né, você tá ali atendendo o paciente, mas você tá conversando com ele.
Então o pessoal já trazia muitas histórias, né, do que eles viviam ali. E a gente falou, pô, a gente podia criar um podcast com a história dos nossos pacientes. E foi mais ou menos isso, pô, vamos fazer? Vamos. O que que precisa para fazer um podcast? Aí compramos na época ali o gravadorzinho, a gente gravava no próprio celular lá na casa do Fábio, a gente expulsava a esposa dele lá do escritório e começava a gravar os episódios. E assim foi por um bom tempo, né, Fabião?
A gente, a gente no começo a gente queria assim, a gente, o Tiago falou, a gente consumia muito conteúdo. Não sei se vocês lembram, teve uma época teve a pandemia e foi assim, antes disso já tinham alguns programas de podcast, mas a cena ela explodiu muito durante a pandemia. Eu lembro, cara, tinha uma filha pequena na época, quer dizer, ela era pequena, ainda tenho a filha, né, mas ela tá maior agora, ela era pequena. E eu lembro muito de ficar meio em casa, não podia sair, eu deixava aqueles conteúdos.
Eu lembro da entrevista de 4 horas, 5 horas, rolando na televisão. E o podcast é muito— às vezes você muda a opinião de uma pessoa que você não tinha ideia da vida da pessoa. E quando você ouve um programa longo, né, que o podcast dá essa liberdade, né, de você ouvir por mais tempo, não são aquelas coisas muito rápidas e rasas, principalmente esse formato que depois ele deu uma saturada. Mas acho que o Flow foi muito isso, o Podpah também teve um pouco desse formato, era perfis diferentes de convidados, mas O Flow, cara, os cara ficava com inteligência limitada.
Tinha podcast lá com, sei lá, com Pirula, que é 12 horas de gravação, sabe? Então era um tipo de conteúdo que a gente gostava muito. E aí, por ter acesso a essa galera na nossa profissão, né, então a gente, cara, atendia muita gente interessantíssima que era muito discreta, era pessoa às vezes que, sei lá, fez uma trajetória executiva Mas não tinha Instagram, tinha nada assim. Mas fazia maratona e fazia Ironman, e a gente sabia da história, mas as pessoas não sabiam, né?
Às vezes nem as pessoas que trabalhavam com essas pessoas, às vezes sabia mais do lado técnico, né? Não sabia da parte esportiva. Então foi isso, né? A gente começou a gravar igual o Thiago falou, no começo muito artesanal. Ficamos quase um ano bem artesanal. A gente brincou que foi o investimento de risco mais alto que o Thiago entrou comigo, que foi comprar um gravador. Parcelamos em sei lá quantas vezes, 12 vezes, porque assim, a gente viu que o áudio tinha que ser legal, né?
Câmera a gente nem, a gente colocava celular filmando, mas o áudio, a gente lá, o áudio tem que ser legal. Então a gente comprou, era um gravador da Zoom, né?
É isso aí.
Não lembro quanto foi na época, foi acho que uns R$2.000, foi caro assim na época. Era ele mais 3 microfones de cantar mesmo, sabe, desses Shure aí da vida, que era R$200 e pouco. Aí parcelamos em 10 vezes, deu 10 de R$200, cada um dava R$100, era mais ou menos, mais ou menos isso. Até que logo no começo assim foi a gente, na verdade, aí um ponto importante, a gente combinou que a gente ia fazer no mínimo R$200 200, não, 100 episódios.
Era 100, né, Thiago? É que dava 2 anos, né, um por semana. Porque a gente ouviu em alguma desses caras de podcast falar isso, a gente guardou essa informação, falou, cara, podcast é recorrência, né? Podcast você tem que mostrar que toda semana você tá lá, que aí você vai aos pouquinhos. Não tem um momento que dá uma tacada assim, o negócio é muito gradual assim, é muito gradual. Às vezes A gente achava que ia levar um cara, pô, a gente conseguia trazer uma pessoa influente para caramba, aí sobe um pouquinho e depois cai.
Então quer dizer, era essa constância que a gente falou, vamos fazer por 100 episódios pelo menos. E no meio do caminho, um dos convidados, o Paulo Visaco, que é sócio hoje do Estema, né, ele gravou com a gente. E aí no dia seguinte ele chamou a gente para tomar um café, que ele queria começar também ele gostou do projeto, achou interessante. E aí foi quando ele entrou de sócio e ajudou a gente a montar o estúdio, né, o estúdio que hoje a gente grava e que grava todos os podcasts nossos.
Então foi logo no começo. Então praticamente a gente, a gente nasceu dessa forma, né, esse tema mídia esporte, que é um pouquinho mais do que o podcast. Um pouco depois desse começo artesanal aí que a gente, que a gente fez por um bom tempo.
Perfeito. Que normalmente, pelo menos antes, né, agora já nem tanto, mas o pessoal começava assim, né, é um pega um microfone aqui, daí grava meio de qualquer jeito e vai aumentando. E no caso de vocês aumentou e daí foi para um estúdio. No começo eram só essas entrevistas? Quando é que foi que vocês viram que veio essa proposta de ter o estúdio ali e tal? Como é que vocês viram que o negócio foi crescendo, crescendo e crescendo?
Que hoje tem, se você abrir lá no canal do YouTube do Estevam, você vai ter todo dia, se tem alguma coisa para ver, às vezes tem duas por dia, né? Que não são vocês que fazem todas elas, né? Senão também não ia dar, né? Tem que viver um pouco. Mas tem a programação lá, né, Thiago?
Tem, cara. Logo que o Paulo entrou, né, acho que o o que ele propôs ali foi, meu, o que que a gente precisa para profissionalizar o negócio, né, tornar um negócio mesmo, né, um business. E a gente falou primeiro de tudo o estúdio, né, para a gente ter uma qualidade mais profissional de tudo. E mas junto com isso a gente começou a fazer algumas, algumas outras coisas além do podcast, né. Então a gente já ia muito acompanhar as provas, tal.
A gente começou a gravar tipo uns documentários Então a gente levava ali um videomaker e aí gravava ali com alguns personagens, tudo amigo, né? Os amigos sempre ajudando. Então gravamos o Diego lá no Iron Man, né, Fabião? Primeiro. E aí fizemos uns documentários assim, tudo. E acho que isso foi tracionando um pouco o esquema e ganhando ali um pouco mais de seguidores, né? E de pessoas que acompanham o trabalho. E o podcast recorrente, né, toda semana, toda semana.
E aí acho que a virada foi na transmissão, né, na transmissão do Iron Man. Essa história é muito boa, cara, porque o Paulo, nem sei como, ele conseguiu uma reunião lá com o Galvão do Iron Man, né, o CEO lá do Iron Man. Falou, não, a gente podia fazer a transmissão da prova e não sei o quê e tal. O Galvão falou, não, pô, já vieram um monte de gente aqui me falar, não quero fazer transmissão, nada. Não, deixa eu falar com vocês.
E aí, cara, a gente propôs um negócio para ele diferente do que já tinham proposto algumas vezes para ele, né? Então a gente falou, meu, a gente quer fazer junto, a gente quer ser um parceiro de vocês, tudo. E o Galvão topou. Só que a gente tinha proposto para ele fazer a transmissão do Ironman, que era dali um mês, um mês e meio. Ele falou, não, a gente pode fazer um piloto no 70.3 de Floripa, né, que é daqui 15 dias. E a gente lá, tá bom, a gente pode.
E aí, cara, foi um caos para a gente correr atrás de tudo, né, fazer acontecer. Foi muito ruim. Depois o Fabião comenta aí, mas foi muito ruim essa primeira transmissão. A gente perdeu câmera, os comentários foram péssimos, mas a gente foi resiliente. Aí acho que as coisas começaram a ir melhorando. Fabião quiser complementar aí, a gente—
então essa, acho que assim, essa associação do Estêma ao Aeroman é, a gente sempre gosta de A gente é bem grato, né, assim, de tudo que o Galvão— porque nessa primeira, assim, a gente brinca assim, depois dessa primeira transmissão, ela deu tão errado que assim, dá vontade de ir embora do Brasil. Assim, a gente foi escrachado, ainda mais que a gente não era do triátilon, a gente não fazia triátilon, mas era o rosto meu e do Thiago.
E a gente tem um, não sei se vocês conhecem, Mas tem um podcast que também é das antigas, o que chama o Endorfina, né, do Michel Bogli. Cara, tava, a gente convidou ele, então tava eu, ele e o Thiago, sem imagem da transmissão, cara, um caos. E aí tava aparecendo a gente, né, então a gente tinha que render alguma coisa. Os comentários no chat era assim, ah, virou podcast, putz. Cara, foi horrível assim, horrível. Aí a transmissão do Iron Man Brasil também não foi, não foi boa assim, uma transmissão longa de, cara, 12 horas streamando assim, deu muita coisa errada.
Mas o Galvão foi apostando, né? Então a cada transmissão foi melhorando um pouquinho, melhorando um pouquinho, e foi assim até hoje, né? Até hoje a gente ainda tem Tem muito o que melhorar, mas a gente foi isso que conseguiu levar a gente inclusive para as maratonas, né? Esse ano a gente fez a transmissão da Maratona do Rio e da New Balance 42K, as duas selo Elite aqui, por causa do case do Ironman. Então assim, quando a gente chegava na discussão para mostrar, a gente já tá tentando há muito tempo, né?
A gente pode falar isso, a gente tá tentando entrar na corrida já muito tempo. Então entrar agora nessas duas Foi assim, a gente já participou de negociações em outros carnavais, mas foi muito case do Iron Man assim, mostrar, ó, a gente sabe entregar isso. Então ali foi um divisor de águas para visibilidade. E os negócios, eu acho que os outros podcasts, né, eles foram vindo meio de, cara, quase orgânico assim. Teve alguns que foram intencionais, assim, de, a gente tá precisando desenvolver mais essa área feminina, porque assim, a audiência nossa era sei lá, 75%, 80% homem, né, quando olhava YouTube, Spotify.
Então, por exemplo, Girls Who Run, que hoje tá na grade nossa, era um programa já existente que já rodava sozinho com a Mariana e a Marcela. Então elas fazem a pauta, o programa é assim, a marca é delas, mas a gente conseguia agregar um pouco na parte da entrega audiovisual, da da parte comercial com as marcas. Então, e foi intencional, porque, cara, a gente traz o público feminino que elas conversam para o canal nosso. Alguns foram acontecendo meio naturalmente assim, da gente se encontrar.
Por exemplo, Café com Tri também, que já é um podcast bem forte de triátilon. Eles tinham parado um tempo, aí tinha a questão, ah, é difícil a parte de edição, de organizar. Isso em conversa de bastidor, de evento, de transmissão. E aí a gente também fez a proposta para eles, a gente cuidava dessa parte, eles, né, ficavam com conteúdo. Então foram, cada um tem meio que uma história diferente, né. A Gisele Gasparetto também na Roda do Estema já tinha um podcast de ciclismo, também com essas dificuldades de edição, tudo.
E aí a gente fez essa proposta. O Togumi, o Sidney Togumi do Estema na Trilha, Também é um cara que faz muita live assim, sempre fez live, e também tava com a ideia do podcast. Então foi chegando conversas nesse meio, e aí quando a gente viu, tava com 10 programas conversando, é, conversando com várias, várias pessoas diferentes, né. Então eu acho que o Iron Man sim foi um ponto de virada, mas eu acredito que o podcast, principalmente, né, o o que que a gente criou lá no começo é onde origina tudo, né?
É sempre quando você tem uma conversa no podcast, podcast gera contato, né, relacionamento e negócio. Então acho que foi um pouco isso.
É por isso também que eu faço esses. Antigamente eu fazia muito porque eu não tinha outros conteúdos aqui no canal, mas é bom para isso porque de alguma forma você acaba falando com as pessoas, né? Ainda que Você fica depois 3, 4, 5 anos sem falar, talvez nunca fale, mas naquele momento você falou e de repente pode gerar alguma coisa ou não. E ali você falou desses outros programas que foram agregando. Eu acho que a maior dificuldade que as pessoas têm hoje de começar, pelo menos essas coisas de YouTube, podcast, a gente sempre pensa, mas como é que eu vou editar?
Eu não sei. Isso eu acho que é um dos maiores limitadores, né? Porque mesmo que você diga, ah, eu não vou editar nada, Você tem que ter um mínimo conhecimento para pelo menos subir na plataforma, fazer um corte inicial, final. E aí já dá uma desanimada na pessoa, né? E se vocês oferecem isso, pelo menos é bom, eu só tenho que sentar aqui e falar. Aí a pessoa vai, ninguém segura, né?
É mais ou menos isso que a gente fala para galera, que a gente tem já essa estrutura, né, de edição, de gravação, tudo. Então a gente fala, meu, você tem que cuidar assim, quem você vai trazer, garantir que vai sair um episódio toda semana. E essa parte de edição e gravação a gente cuida, e a gente ajuda também, né, com a parte das marcas que querem associar, né. Então a gente, essa parte a gente cuida também. Então o trabalho do restante aí da galera é gravar.
Mas e aí assim, por exemplo, é porque assim, ó, tem a programação ali e tal, mas vocês que o sistema hoje é um negócio ali, né? Vocês nem, o Thiago falou, vocês nem atendem mais fisioterapia, né? Faz um outro ali pela amizade, né? Já largou, entendeu?
Coloca, atende, atendemos.
Mas diminuiu bastante ou não por causa do sistema, cara?
Assim, diminuiu uma parte, mas a gente ainda atende, assim, ainda tem agenda. Ainda, que surge muitos negócios lá dentro também.
Então, ah, sim, ainda o sistema surgiu lá, né? Então ainda tem muito relacionamento lá dentro também, não é? É uma parte que a gente sempre considera manter.
Eu tinha visto ali, tem a programação daí, por exemplo, tá? O sistema ele tá todo estruturado. Tem algum tipo de, tipo assim, cobrança de pó? Tem que ter o episódio? Esse episódio não teve na semana? Ou é meio que orgânico ali? A pessoa, se não quiser fazer numa semana, não faz, tá tranquilo? Porque que vocês tenham de vocês, né, que vocês aparecem ali, que vocês fazem, que esse semanal sempre tem, pelo menos o do podcast e o do radar, né, que vocês sempre estão ali, os dois que eu vejo.
Daí tem mais, né, que agora eu já me perdi, é que vocês têm muita coisa, mas vocês vão falar como é que funciona daí essa programação do pessoal que tá ali gravando, não necessariamente faz parte, mas faz parte porque tá no canal, cara.
Toda assim, a gente tem um tem que ter toda semana. Então uma coisa que a gente, assim, o formato hoje que a gente combina é um episódio por semana. Cara, tem raríssimas exceções que às vezes acontece de, cara, a pessoa foi viajar e aí às vezes dá uma segurada numa semana, duas, ou às vezes reprisa um episódio, mas não é o ideal assim. A gente fala que tem que ter, você tem que se organizar para ter toda semana pelo menos pela questão de você criar audiência, né?
A pessoa tem que saber que ela vai entrar toda semana e vai achar um episódio novo. Então parte do acordo, né, quando a gente fecha com alguém para fazer essa frequência, né, ser responsável pela agenda, pelos convidados e por gravar toda semana. Então todos esses episódios, todos esses programas são semanais.
Como as pessoas vão se organizar. E cada um faz do seu jeito, né? Tem gente que às vezes grava 4, 5 episódios numa tacada só, né, numa, num período ali. Não necessariamente a pessoa vai toda semana gravar, mas isso a gente deixa super aberto ali para os hosts do programa, né? Mas a garantia de que vai sair um episódio toda semana é porque já tenha a estrutura, a estrutura ali, né?
Tipo, ah, eu só tenho que sentar e falar. Então a minha vida, por exemplo, já facilitaria muito. Não que eu faça muita coisa diferente hoje, né, porque eu já não edito mais nada, só o Redação que eu edito, porque eu e o Marcos falamos coisas que não podem ser ditas. E aí eu entro no negócio, vocês fazem um ao vivo no sistema, né?
É, a gente faz o Radar que é ao vivo. A gente até chegou a fazer o nosso ao vivo, mas aí depois a gente tirava e subia de novo. A gente entrevistou a Patrícia, que era do YouTube, ela falou que não era muito bom para plataforma.
A gente até pensa em voltar assim, mas hoje ao vivo é só o Radar, que aí é liga e fala. Que a gente fala que é o programa de maior risco para imagem nossa, né? Porque você não pode editar nada, né? Então, e aí você põe um monte de maluco lá na, vai pôr lá, fica um, vai convidando um, convidando outro. Aquele programa é um caos, né? Então ele fala que a gente fala que ele é de maior risco. E aí a gente fazia isso no nosso, a gente, para quem era membro, era isso, né, Thiago?
Quem era membro assistia ao vivo, mas não tinha muita gente assim, sei lá, umas 20 pessoas assistiam ao vivo. Aí depois a gente derrubava do canal e subia editado, e fizemos isso por muitos anos. Aí a gente gravou com essa Patrícia Muratori, que é a diretora do YouTube aqui no Brasil, para América Latina, na verdade. Ela falou Eu acho que isso não é muito legal para o algoritmo, não. Vocês vai achar que vocês vão pôr e vão tirar e vão voltar a editar.
Talvez isso até atrapalha a entrega. Eu falei, que ótimo, né? Fizemos isso por muitos anos, aí a gente parou de fazer. Mas é talvez algo que a gente pense assim, porque acho que tem muito lá fora, galera, né? Lá fora assim, nas outras áreas Inteligência Limitada, Flow, eles costumam fazer ao vivo, né? E aí vão, deixam depois o episódio lá, e no Spotify sobe um pouco depois, né? Mas o YouTube normalmente tá disponível antes.
Que daí é o que vocês fazem com o Radar, por exemplo? Deixa disponível e daí só sobe depois nas outras plataformas?
E aí sobe no Spotify depois, é. Aí sobe no Spotify depois, mas no YouTube já fica direto lá.
Tá, é porque esse de fazer ao vivo sempre tem, sempre pode dar complicação, né? Todos os que a gente faz aqui no PFC são ao vivo, exceto o Redação. O Redação, antes a gente colocava o bruto no YouTube, mas também, pois eu vi que não era uma boa ideia algumas coisas que a gente falava. Então esse não. Então realmente as partes ao vivo são de maior risco. Vocês falaram dos das transmissões que vocês fizeram. A gente faz aqui o bem mais simples, né, que é a gente, por exemplo, vai ter Sidney agora, provavelmente eu vou ligar aqui, a gente vai ficar comentando com audiência e tal.
E nessas lives de 4, 5 horas é bom porque é muito tempo que as pessoas esquecem às vezes alguns absurdos que a gente acaba falando, né. Então também é bom quando demora bastante tempo. E quando vocês fizeram essa primeira transmissão aí de meio Iron Man, Vocês viram como as pessoas podem ser chatas falando também, né? Porque o pessoal, tipo, é um negócio novo que tá ali crescendo. Ainda bem que o, como é que é o nome do cara do Iron Man?
O Galvão, ele continuou. Porque é isso, na primeira, se a primeira for muito boa, é porque está fazendo errado. Não pode, né, a primeira ser a melhor. Então é normal isso, né? Tipo, mesmo que você já tem experiência falando, comentando, quando muda ali um pouquinho o cenário, tem outros desafios, né? Ainda vocês tinham todo negócio de cenar e tal. O nosso, por exemplo, se quiser levar eu e o Marcos para comentar, é muito fácil porque a gente só sabe falar.
Agora você tem que levar a câmera e fazer, daí não, aí já não sabemos fazer essa parte.
A gente entrou num negócio, cara, totalmente desconhecido para a gente, né? Essa parte de audiovisual tal, e montamos uma Acho que hoje em dia a gente pode falar que a gente conhece e tal, né? A gente tem uma baita operação ali para fazer as transmissões, mas o começo realmente foi, foi bem, bem difícil, bem complicado. Mas eu acho que também a galera ali do meio, os mais próximos, né, quem gosta mesmo do negócio, tava junto com a gente, sabe?
A galera falou, não, continua, vamos aí, porque Cara, a gente tava entregando uma transmissão, por mais que não estivesse tão boa, mas meu, de graça você assistia no YouTube, né? Assiste ainda hoje, é algo que nunca tinha sido feito, talvez, né? E cara, modéstia à parte, hoje em dia é muito boa a nossa transmissão. Assim, pô, a gente tá com basicamente a mesma equipe desde sempre, então foi tendo aprendizado também da galera da operação mesmo, né, dos câmeras.
Galera que fica no corte ali de tudo. Então, cara, a gente fica bem feliz com o que a gente entrega hoje em dia.
Mas é isso, pessoal. Bom, cara, o chat é, na verdade, a internet, né? A internet é um pouco assim, né?
Pessoal fica assim, ignorar, você tem que ter só uma crítica e daí evitar. Ok, onde vamos melhorar? Mas não levar em conta, você tem que ter uma inteligência emocional grande.
Grande assim, porque é isso, pode ter 10 comentários legais, se tiver um ali atravessado você já fica puto. Só que, cara, na transmissão é muito comentário assim, cara. Você tem ao longo de horas, cara, dezenas de milhares ali de comentários um atrás do outro. Só que eles vão, quem entra normalmente para comentar e fica ali, eles ficam, eles conversando e eles se autorregula. A gente aprendeu isso. Deixa o pau quebrar lá assim, porque vai entrar a galera que gosta de você, aí vai entrar a galera que entrou para te xingar, aí eles ficam brigando entre eles e vai por aí.
O importante assim é você ter o senso crítico de, cara, quanto tá ruim, né, quanto precisa melhorar, porque é isso hoje. Cara, assim, o Thiago falou, vem melhorando. Se você assiste, por exemplo, a transmissão do Rio e de Porto Alegre, cara, Porto Alegre ainda choveu um pouco, então o começo ficou meio ruim, depois ela foi arrumando. Mas, cara, dá para você ver como é que é a corrida, dá para você saber a história dos corredores, dá para você entender a dinâmica de prova.
Os comentaristas que a gente coloca são pessoas do meio, então, e é uma entrega meio de graça, né? A pessoa tá lá assistindo em casa. É, então acho que tem que ter um pouco desse senso quando lê um comentário para não abalar, né? Porque senão, porque assim, é que realmente o começo foi tão ruim e a gente teve assim, foi tanta porrada que agora aparece algumas coisas ali, mas agora a porrada é leve.
Antes até tinham razão, agora não tem tanta, né?
É isso, agora não tem tanta. Mas é da outra vez, eles tinham razão, tá?
Olha só, me atualiza aí, atualiza quem está escutando por falar em Coreia, que provavelmente deve conhecer vocês. Se não conhece, tá errado, porque conhecer o PFC e não o Estevam tem um— é que o Estevam tem muito mais programas e audiência. Então, mas ainda assim, conta para nós como é que tá a programação hoje dos programas do Estevam, porque eu abri hoje aqui, já tem, tem um negócio da trilha, tem a entrevista que vocês fizeram, daí também tem o Extreme Sports.
Eu fiquei perdido nessa programação e eu quero que vocês repassem toda ela para nossa audiência. Eu quero ver se vocês sabem.
Não, vamos lá.
Sabemos.
Quer falar, Jota?
Vou falar que você vai esquecer algum, tenho certeza. De segunda-feira a gente tem o Extrema, né, com a Xubi. Então fala de esportes extremos, coisas mais radicais ali. E tenho Na Roda do Estema também com a Gisele Gasparotto, que é o programa de ciclismo, então mais voltado para o ciclismo. Aí na terça-feira tem o nosso, né, o Estema Podcast, que geralmente são mais histórias da galera, né. A gente leva gente de todo tipo. E tem o Na Trilha com o Togumi, então falando mais sobre a parte do trail running.
Ali.
Quarta-feira, Café com Tri, com Wagner Spadotto, Beto Nitrini e o Serginho Magalhães, falando muito ali sobre o mundo do triatlon, né? Então era um programa que já existia até antes do nosso, eles faziam também online tudo. Então eles trouxeram uma audiência grande desde lá de trás. E o Girls Who Run com a Marcela e com a Mariana, que é um programa mais ali para o público feminino, né? Elas falam mais, conversam mais com essa, com essa galera.
Aí de quinta-feira a gente tem o Estema Performance com a Bruna Mann. Então fala sobre assuntos mais técnicos. Já foi o Paulo Puccinelli também, ele gravou um tempo, começou, aí depois a Bruna assumiu. Tinha o Estema na China, né, que a gente fez uma temporada, o Fábio e o Carlos Gueiros. A gente tá pensando aí como é que a gente vai fazer. E de sexta-feira tem o Natação Extrema com o Vanderlei e o Samir Barel, também falando sobre natação.
E o Radar Extrema, que é o programa de notícias, aí sou eu, Fábio, o Cado, a Yara e o Carlos Gueiros também. São esses os programas. E agora vai estrear mais um, né, Fabião? Já pode falar.
Pode falar, pode falar.
Então vai começar também o Se Liga Nelas com a Cris e a— esqueci o nome da Luciana. E a Luciana, é, vai virar às quintas-feiras a partir da semana que vem também para trazer mais esse público feminino junto. E aí, final de semana, os eventos e transmissões.
Tá, 11 programas então. Eu contei 10 que já estão, mais um que vai entrar, então são 11 atualmente.
O Sistema China a gente deu uma parada.
Ah tá, foi um lapso ali de loucura, mas foi legal assim, foi uma, é, foi uma temporada. Na verdade a gente tava com muitos interesses no mercado chinês, marcas chinesas, tênis chinês, tava aquele assunto China em alta, né? E o Carlos Gueiros, que hoje tá no Radar, ele era um cara que eu conversava muito sobre esse assunto. A gente falou, porra, acho que caberia um programa sobre isso, né? E aí a gente fez algumas pautas e a gente gravou, acho que foi 12 episódios.
Então chamamos bastante pessoal para falar sobre as marcas chinesas e o que pessoas que trazem marcas chinesas para o Brasil Então acabou que ficou legal assim, ficou uma série, mas a gente viu que talvez foi mais uma temporada mesmo do que fazer um programa recorrente, porque acho que até questão de pauta, de assunto dentro da galera, tá pedindo nos comentários para voltar aqui o Extrema China, Fabião.
Mas então isso é bom, é bom ter essa saudade, porque às vezes é bom o pessoal ficar só assim, ó, era muito bom e tal. Mas só o Fábio e o Carlos sabem o trabalho que devia dar para produzir, para ficar achando assunto toda semana para falar dos tênis chineses.
A gente, pois é, a gente trouxe assim, inclusive na semana que vem vai sair um episódio no Estema Podcast que era para sair no Estema China, mas como a gente já tinha combinado com os dois, a gente falou, vamos gravar com os dois juntos. E vamos soltar no sistema podcast, que tem muito mais alcance do que o China, né? O China é um negócio nichado, que a galera que curte vai lá e ouve. Então, mas a gente gravou com o Neto, que é do Tênis Consciência, e junto com o Heitor, que é do Corre Barato, sabe?
Teu Corre Barato, que é o site Ele tinha acabado de voltar da China, que ele foi com Gustavo Maia lá, e os dois estavam em São Paulo para SP City. Então a gente pôs os dois sentados juntos e fomos falando de tênis chinês. E o Neto trazia mais a parte que ele usa, faz review. Então terça que vem vai ser um episódio bem legal sobre isso no Extrema Podcast. Mas foi, foi bom enquanto durou.
É porque às vezes é umas ideias boas que a gente tem, mas que, né, tipo, não dá para manter por tanto tempo. Mas é bom que fica tipo uma série, né, uma temporada assim, ó, Estevam na China tá ali. Depois, se aparecer outras coisas, dá para atualizar ali também, né?
Exato.
Então, e aí assim, ó, no YouTube ali, quando sai, eles têm hora para sair os vídeos? Tipo, é todo dia, tipo 6 da manhã, 7, 8, tem programação?
É todo dia 5 e 7 da manhã, porque a gente tem um número cabalístico ali, 5.
Mas os dois saem às 5 e 7 ou tem diferença? E aí, por exemplo, tem ali os 10 programas, tem uma— qual que tem mais desses todos que tem? É o sistema podcast, que é o que costuma ter mais audiência, ou Algum outro, dependendo do convidado, vai? Vocês têm uma rivalidade para ver assim, não, esse aqui é o que deu mais audiência na semana do que esse outro?
É, cara, não, rivalidade não tem assim. A gente pensa tudo como um bolo só, né? Então a gente vai agregando, vai crescendo o bolo. Mas assim, se a gente for parar para ver os números, tem os 3 programas que tem mais audiência ali, é o Esquema Podcast, o Girls Who Run e o Café com Tri. Até no Spotify, né, que é onde a gente consegue ver um pouco mais as métricas assim, eles sempre estão no top 50 de esportes. Isso considerando o futebol, né, cara, tem muita coisa de futebol, né, tem a página do Corinthians, a página do Flamengo, a página do Palmeiras.
Então a gente tá, esses 3 programas sempre estão no top 50. Então para a gente é Cara, assim, é muito bom, é muito significativo ter esses 3 programas ali nos top 50 do Brasil, né, de esportes.
Sim, porque é complicado.
A gente, sim, não, mas é isso, a gente assim tem esses 3 que hoje talvez tenham 70% da audiência toda do sistema, sabe, 70, 80. Os outros eles são mais nichados, então Tem, e eu acho que tem uma questão de tempo também, né? A gente, esses podcasts já estão há mais tempo também, então acabam. Mas a gente gosta de olhar o bolo como um todo, a gente gosta de olhar assim tudo que a gente, porque quando a gente olha o Spotify, ele tem algumas métricas, né?
Uma das métricas são usuários únicos que já passaram ao longo dos anos e vieram pelo menos uma vez para ver. Então acho que isso ajuda, sabe? Você tem um valor alto porque às vezes a pessoa tá num, tá num, como vai tudo para o YouTube para o mesmo lugar, a pessoa que se inscreve lá de repente é impactado por um outro conteúdo. Às vezes não vai assistir todos, né? Mas às vezes vai uma pessoa legal. E igual, por exemplo, nosso público é assim, 70% homem talvez.
Mas aí a gente pega umas convidadas mulheres fortes, grandes, atraem o público delas. Então vem, ouve um pouco, e aí quando vem, vê que tem um outro conteúdo do Grosso Run, e aí nisso vai alimentando o sistema lá, né?
É, eu sempre acho curioso como as pessoas acabam chegando no podcast, no programa, e acabam ficando. Até tinha que fazer uma enquete com o pessoal, porque tem umas coisas que a gente faz que a gente pensa, não, não é possível que a pessoa chegou e gostou por causa disso, né? E tem, é muito interessante como as pessoas se cativam pelo programa, né, que a gente nem imagina que, ah, mas foi por isso. E às vezes a gente tá lá, vai ser por causa disso. Não, isso aqui ninguém deu bola, foi por causa dessa outra coisa aqui.
Total, cara, total. Acho que cada programa tem o seu jeitinho ali, né, que as pessoas gostam. Acho que até o Radar Extrema mesmo assim, cara, é uma coisa muito louca. Mas, meu, toda semana, né, a galera tá viajando, que tá ouvindo aqui o PFC também, pô, cara, religiosamente a galera tá lá acompanhando. Então, pô, isso é legal demais.
A minha esperança é pegar aí 10% do público do Estema agora que eu fiz entrevista com vocês, trazer para o UFC também, com certeza. Ó, deixa eu ler aqui umas mensagens antes de fazer mais perguntas. Como vocês falaram, né, a Jana tá aqui, ó, uma collab dos meus dois podcasts preferidos. Ela falou que desconfiava do horário marcado, é que fui eu que marquei, foi por isso, senão teria outro horário de de início da live. Quem mais está aqui, ó?
Edilene Martins, nosso ouvinte lá do Canadá, que eu já falei com ela aqui no PFC. A Yara, que sempre me ajuda aqui nas pautas, me ajudou nessa também, que ajuda vocês no radar, né, principalmente ali. Isso aí. Quem mais aqui, ó? A Mariana é membro do canal. Você pode ser membro também, dando parabéns pelos 14 anos. A Jana falando que esses meninos do sistema valem ouro, trabalham muito, dão visibilidade para o nosso esporte, garante informação, entretenimento e qualidade. Olha aí, você vê, é o pessoal que gosta do trabalho que vocês fazem.
Até que eu vou chorar com essa mensagem, quem realmente a gente trabalha bastante, viu, para trazer aí as coisas.
É porque, por exemplo, eu tava vendo aqui no canal do YouTube, tem quando tem a parte de principalmente de Ironman e tal, que teve essa semana que passou ali do Rio de Janeiro. Vocês têm um videozinho entrevistando cada atleta ali, né? Isso daí Dá trabalho também, ainda que seja uma conversinha curta. Você tem que estudar quem vai falar, você tem que perguntar, tem que perguntar, sei lá, inglês, espanhol, tem um monte de coisinha, né, também para sair.
Isso é legal, cara, que foi uma coisa que a gente desenvolveu também, né, de fazer essa cobertura dos eventos. Então, cara, não é só transmissão da prova, né, a gente faz esse esquenta antes, pô, dá super visibilidade para todos os atletas profissionais profissionais ali, né, que vão disputar a prova, fala com eles. E para eles é uma oportunidade também, né, de se mostrar, de mostrar o que eles estão fazendo, o trabalho. Então, cara, a gente, né, faz esses conteúdos ali, uma entrevista um pouco mais curta.
E aí tem a parte de rede social também, né, de subir os conteúdos em Instagram. Então, cara, Dá trabalho, viu? Só quem mexe com isso sabe o trabalho que dá. Galera às vezes acha que é, ah, vai fazer só um reelzinho ali, né, fazer um videozinho ali, coisa rápida, mas é trabalhoso.
É por isso que, por exemplo, o Instagram do Por Falar em Correr, ele não tem muito desses reels não. Eu faço uns do de notícia que a gente faz, mas os outros, putz, como sou só eu que faço, aí dá uma preguiça de fazer alguns. Às vezes a inteligência artificial não faz do jeito que eu queria. Ah, então esquece esse, vamos manter esse. Pelo menos tem atualização lá, né? O pessoal que quiser o conteúdo completo, ele vai no YouTube, no podcast, que lá tá mais denso, né?
Eu costumo dizer que a gente faz o conteúdo é mais denso, não é superficial. Superficial já basta eu de apresentador e o Marco. Conteúdo em si e tal, né? A gente não. Aí é uma horinha, 50 minutos, você fica lá entretido. Ó, mais mensagens para a gente continuar aqui. Aliás, aí eu tinha colocado a caixinha de perguntas, e aí eu quero que vocês expliquem o contexto para quem não acompanha, porque a Yara pediu para vocês comentarem dos personagens que aparecem no Radar ao Vivo. Jubileu e Radamelson, eu quero entender isso.
A gente ainda não sabe quem são, né, se são amigos, se O fato é que eu não sei, lembro quem que apareceu primeiro, qual dos dois, mas um é o fã do Thiago e o outro é meu fã ali, o Radamelson.
Não sei nem se pode chamar de fã, viu? Acho que tá mais para admirador, que os cara manda umas mensagens.
O Radamelson acho que entrou uma vez lá e falou, ah, sonhei com o Fábio de Como é que era? Ué, Casadelta, Sungasadelta. Imagina mandar uma mensagem dessa ao vivo com Cado ali, com Thiago do lado.
Puta, aí já virou resenha, né?
Aí o Jubileu, cara, ele tem aparecido em todos assim, ele quer o Thiago de qualquer jeito.
A gente gosta, eu gosto, eu sou da resenha, então eu vou, vai na zoeira, vamos embora.
Muito bom, muito bom. Então tá lá, é sempre, sempre é quinta-feira à tarde e dá para ver ao vivo esse todo mundo aparecendo aí. A Yara monta a pauta, mas nem sempre vocês seguem o que tá para fazer, né?
É isso, Radar é de quinta, geralmente às 5, tem dia que é às vezes 3, às vezes é 4:30. Mas o oficial é quinta às 17h. E aí é o programa ao vivo que a gente comenta as notícias, e quem faz a pauta é a Yara, né, jornalista. Então ela tenta colocar controle no programa e a gente descontrola o negócio, vai para uns assuntos aleatórios. E aí tem essa participação da galera também, que é muito legal.
Aliás, tem perguntas aqui, mas Por que que vocês decidiram fazer o Radar especificamente ao vivo? Vocês quiseram testar uma vez para ver o que acontecia? Porque ele era gravado, né, quando começou, gravado, publicado, que nem todos os programas. Por que que esse especificamente vocês decidiram fazer ao vivo? Foi para testar, ver o que acontecia? Vocês gostaram? Vocês acharam que valia o risco?
Acho que era de notícias, né. Normalmente notícia é ao vivo, né, ou mais próximo possível do timing ali da notícia. E já era uma vontade da gente, da gente testar fazer ao vivo até para interagir, né. Eu acho que tem um pouco isso, por mais que a gente também, cara, entra 20, 30 pessoas, quando muito 40 ao vivo, não é muita gente, mas são pessoas que a gente sabe que gostam de interagir. Eu acho que isso Isso é bem legal, né? Deixa mais dinâmico, igual você tá fazendo aqui.
Tem as pessoas de sempre que vão, ouvem, a gente conversa com eles. Eu acho que traz uma outra dinâmica, né? Você tem aqueles, aquela galera que curte mesmo e que vai entrar sempre. Então eu acho que tem um pouco isso.
Mas o Radar foi se transformando assim, cara, porque no começo era o Fábio e o Cado que apresentavam, né? Aí às vezes o Fábio não podia ir, eu ia e tal. E aí, cara, aí a Lara começou a comentar também um pouco. Aí eu comecei a ir frequentemente. Aí o Carlos Gueiros apareceu e começou a frequentar também. E aí, cara, hoje em dia virou a bagunça que é, mas uma bagunça que traz ali as notícias, as informações, né?
É, não, isso é importante, né?
Tem as notícias aí. Não, mas ele é muito caótico mesmo assim. Ele tem um que eu acho que até um pouco assim, você tem um pouco essa linha no começo, né, que vocês começam também falando das coisas que aconteceram no dia, naquele, sabe. Eu acho que aí surpreende de alguma forma também, sabe. Você vai acostumando a ouvir a pessoa e lá a coisa perde um pouco o controle. Às vezes a gente precisa lembrar que é um programa semanal de notícias que acontecem no universo running, porque uma pauta recheada, uma pauta recheada.
E a gente vai agora, vai ter o TSE, né? A gente vai participar de uma sessão no palco, então a gente vai fazer o Radar Extrema como se fosse uma retrospectiva de tudo que aconteceu. Aí acabou de fazer a pauta agora, a gente tá acabando apresentação. Então semana que vem, na quarta-feira, de tarde a gente vai estar lá no palco do TSE Summit para fazer esse programa ao vivo e a cores para quem tiver lá.
Legal. E vai para o YouTube também?
Não, aí vai para o YouTube também.
Legal. É porque assim, é legal falar das notícias e tal, mas é que normalmente, né, se a pessoa tá interessada nas notícias, ela pega, abre lá o site, vê, ela vê, lê, escuta. Então o que eu acho mais interessante, claro, das notícias, mas também dá o que que a gente acha daquela notícia, e também dá essa viajada que vocês dão. A gente faz no começo também, porque às vezes o mais legal tá fora das notícias, porque todo mundo já falou, ah, bateu recorde lá, tá, bateu, legal, fez isso, a gente traz.
Mas é legal também você saber que em 1889 alguém fundou tal coisa, e daí dali você vai para outros lugares que talvez você linke com o final do programa, com alguma coisa que aconteceu.
Então, porque notícia só, só notícia, né, fica parecendo como se a gente tivesse, né, lendo as notícias ali, mas depois comentando numa roda ali de bar, alguma coisa. Aí o outro lembra de um negócio X aleatório, aí o outro lembra do negócio da infância, e aí vai.
Perfeito. Antes de fazer a pergunta, só ler aqui mais mensagens que o pessoal está comentando bastante. O Fortalecimento para Corredores tá aqui, ó: adoro acompanhar o trabalho de qualidade. A Jana falando que o Radar é uma festa, ainda bem que tem a Yara para segurar a loucura toda. A Glaucia falou aqui que acompanha os dois programas. A Maria falando que o primeiro a gente nunca esquece. O Fernando falando que o tema China era excelente, volta Estema.
Imagina aí, ó, o pessoal querendo que voltasse. A Jana: eu acho que o melhor conteúdo de todos é o Radar, a pauta da Yara rende assunto para semana toda. E a Yara fala aqui, né, o elenco faz toda a diferença, o time é bom. Então tá aí, o time é bom. E tem uma pergunta da Bia que eu acho interessante, que daí eu vou fazer duas em uma. Ela pergunta assim, ó: quem o Estema ainda não conseguiu trazer pro podcast, porque vocês já conseguiram trazer muita gente.
E desses todos que vocês trouxeram, não quem que vocês mais gostaram, mas quem que vocês acharam que foi mais significativo ou que foi mais interessante no momento, né? Que a gente sabe que todos que a gente traz, eles são bons, pelo menos no momento que foram. Às vezes depois a gente olha, putz, eu não acredito que eu falei com essa pessoa e tal. Mas eu quero saber assim, os 3 que de repente faltam vocês falar, ou alguém que ainda falta muito, E dos que já vieram, quem que foi assim que vocês pensaram, nossa, eu achei que eu não ia conseguir falar com essa pessoa nunca na minha vida?
Quer começar aí, Fábio?
Acho que tenho, eu posso falar alguns que eu penso aqui, e o Thiago, que acho que talvez sejam diferentes. Cara, de trazer, eu já tento há muito tempo o Bernardinho, que foi o técnico de vôlei, ele fez teatro um tempo, gosta de pedalar. A gente já, cara, eu falo com o assessor dele assim 6 em 6 meses, eu tô enchendo o saco dele lá. É um que eu gostaria muito de gravar. O Ben Chimal, que é o fundador da XP, que, cara, já fez ultramaratona, maratona para caramba, muita gente nem sabe, né?
Então, cara, é conhecido pela XP que ele fundou. A gente começou recentemente tentar o Rodrigo Hilbert lá que pedala também. Assim, eu tô lembrando esses 3 agora, assim, de que são os últimos que eu acho que sim, que eu tentei entrar em contato, né? Não sei se o Thiago quiser falar também.
Os caras do Thiago falar, vocês sempre tentam ter que a pessoa tenha alguma relação com algum esporte também, né? Não só porque a pessoa pode ser super famosa, ela tem que ter tipo, ah, pedalou aqui, foi triatleta aqui, tem que ter Nem que seja no passado distante, né?
Ou trabalhar com— é, ele tem que ter alguma relação com esporte. Pode não ser talvez pessoal fazendo, mas ela pode ser uma organizadora de prova, pode ter alguma relação com esse mercado, sabe? Mas é isso.
Beleza, Thiago.
Diga, Thiago. Da minha parte assim, cara, eu acho que da parte do esporte, acho que o Ronaldo, fenômeno assim. Acho que, cara, seria uma coisa top. Eu acho que do mundo que a gente tá mais inserido ali, a Ana Marcela. A gente já tenta um tempo também e aí nunca, já encontramos ela em evento, tudo, ela é sempre muito simpática, mas a gente nunca conseguiu trazer. E, cara, assim, é uma coisa minha, tá, não tem nada a ver com esporte, mas eu queria entrevistar o Gustavo Lima um dia, velho. Cantor, eu sou muito fã.
Olha só, esse é um gosto bem específico, aleatório, específico. Muito bom.
E de que a gente trouxe, cara, que eu acho que, acho que tiveram alguns nobres numa época assim. Assim, tem história, né? Acho que a gente trouxe uma vez, assim, eu lembro bastante desse caso, né? O João Amoedo, que era candidato à presidência da República, foi pelo Partido Novo, né? Ele fundou o Partido Novo. E, cara, ele já fez Sub-3, fez Iron Man para caramba. E a gente conseguiu o WhatsApp dele por esses contatos que a gente tem, mandei a mensagem, ele respondeu, né?
Mas bem assim, ah, vou ver, uma coisa meio fria. E aí passou um tempo, tinha até esquecido. E aí ele chamou, falou, ah, vou estar em São Paulo, vocês quiserem gravar, tal. E aí ele foi sozinho, tudo. Eu acho que foi esse assim de atleta. Teve alguns, cara, o Vanderlei Cordeiro, quando foi no estúdio gravar, ele levou a medalha olímpica, levou a PR de com o Bertan lá também foi puta dia assim. Acho que teve um impacto grande tá com ele, cara.
Eu acho que um episódio marcante assim da história do sistema também, né, foi o do Escadinha lá, né, do Serginho, que foi episódio que a gente fez no auditório lá na época, no, na Arena Centauro, lá dentro do Ibirapuera. Convidamos a galera, ele também levou as medalhas, passou as medalhas ali para todo mundo ver. Acho que foi um episódio muito marcante. E, cara, tem dois episódios recentes assim que é o— e aí é da galera olímpica, né?
Galera olímpica é muito fora da curva mentalmente também, né? O Bruno Fratos e o Caio Bonfim, que são acho que episódios mais recentes assim. Cara, são sensacionais.
O Caio, bom, é porque sempre quando você pega um cara olímpico assim, o Vanderlei, o Caio, Bruno, Apoliano Kimoto, o Fernando Schaeffer, que foram as pessoas que ganharam medalha olímpica, cara, você vai aprender alguma coisa. Você ficar conversando ali é um pessoal realmente é fora da curva, né? Você tem um cara de elite, o cara que vai para as Olimpíadas, e o cara que é medalhista olímpico. É realmente, você percebe diferença e você aprende muito, sabe?
Então sempre legal essa galera. Aí eu acho que mais recente teve o Kipchoge, né? O Kipchoge, eu acho que Assim, tá de frente com ele foi, acho que foi, não tem mais para onde ir, né?
Agora é tentar.
Aí só a minha dúvida é a seguinte, claro, o Kipchoge, ele é sensacional, super estrela da corrida e tal, mas quando você tá para lá para falar com ele, dá para desenvolver uma conversa? Ou porque eu já fui entrevista coletiva com ele em Boston, que eu tava lá, tipo Claro que você fica assim, cara, eu tô na frente do Kipchoge, mas parece que, sabe, a conversa não desenvolve. Não sei se é porque o inglês dele que é tão bom quanto o meu, mas dá para desenvolver depois de um tempinho com mais intimidade a conversa com ele?
Cara, não, não teve, se não teve momentos de intimidade assim, teve só os 3 momentos, né, os 2 eventos lá e a coletiva. Então eu acho que você fica meio anestesiado falando com ele, sabe? Você é uma mistura ali de, cara, tô falando com ele, ele tá falando comigo, mas eu acho que ele também trabalhar aqui e não consigo, né? Eu acho que assim, você teria que, sei lá, sair para correr com ele, só você e ele, para ter esse tipo de experiência, porque ele não fica sozinho, né?
Assim, onde ele vai é muita gente, cara. Então ele tá meio que cumprindo agenda. Ele não tá, e é natural, né, o cara, enfim, muito assediado. Acho que não tem essa sensação de, ah, virei amigo dele, assim. Foi um momento muito especial, mas foi extremamente profissional, foi um negócio bem profissional mesmo.
E aí, ali que vocês falaram do pessoal que quer trazer e tal, uma das dificuldades talvez é porque vocês fazem eles os episódios todos presenciais em São Paulo e a pessoa tem que encaixar tudo certinho para estar aí? Essa seria uma das dificuldades de trazer às vezes algumas pessoas? Ou normalmente, se a pessoa dizer eu posso tal dia, vocês estão lá?
A gente, a gente fez esse acordo entre a gente de fazer tudo presencial, sempre tentar fazer presencial. A gente, alguns casos, a gente paga as passagens, então alguma pessoa que a gente quer trazer muito, a gente cuida da logística, às vezes uma diária de hotel. Então, por exemplo, Vanderlei, cara, o Vanderlei não cobrou nada. A gente conseguiu falar com a gente dele, a gente pagou as passagens aéreas e pagou uma diária de hotel e levou ele para tomar um chopp depois.
Aí ele aproveitou, veio aqui, aí ele se encontrou com o pessoal que ele conhecia. A pessoa acaba e faz uma agenda em São Paulo porque vem gravar, né? O Heleno Fortes, o Heleno Fortes era um cara que a gente queria muito trazer, a gente Pagou a passagem de volta, ele chegou de manhã, gravou e voltou de BH. Então a gente, algumas pessoas a gente faz assim, às vezes a gente vai, a gente tem feito menos, mas a gente se desloca também para ir gravar em alguns lugares.
Às vezes a gente perde o conteúdo, mas é um risco, né? Porque tem uma história boa, cara. Mano, tem a gente, porque é foda, né? Quando você tá no estúdio é tudo mais controlado, né? Você tem a pessoa vendo se tá gravando, se não tá, você vê na hora que o microfone não tá funcionando. Quando você vai com uma lapela, você mesmo dá os rec lá, cara, você reza para estar gravando aquele negócio. E aí aconteceu um caso muito chato, inclusive encontrei isso, esqueci de falar para o Thiago, teve o evento daí aqui, encontrei, cumprimentei ele, só não falei, toquei nesse assunto.
Mas sabe, a gente já contou essa história em outro podcast, o treinador PP do Rio, que é aquele Correr é Bom Demais, que ele corre por tudo quanto é canto, cara. A gente foi gravar um episódio no Rio de Janeiro, uma marca de aquela Blue 70, que é de roupa de natação e tal, levou a gente para gravar com o Djal Madruga, que que foi um cara, um nadador brasileiro, medalhista olímpico das antigas assim, que fez o recorde da natação em Kona no Mundial do Havaí, né, que ele nadava muito bem.
Então ele bateu o recorde, acho que fazia 40 anos do recorde dele, e ele levou a gente no Rio. Só que a gravação ia ser de tarde, a gente ia chegar de manhã. Vamos tentar gravar com alguém do Rio, a gente já vai estar com a estrutura. A gente marcou com um treinador PP lá na no recreio, né? Eu acho Recreio dos Bandeirantes, cara. Ele foi lá, a gente gravou um cenário lindo, imagem linda. Quando a gente chegou aí, gravamos, tal, despedimos, ia ser um puta episódio, cara.
Quando a gente chegou no aeroporto, que o cara foi descarregar os arquivos, viu que tava tudo, não tinha, né? Tava corrompido e tal. A gente perdeu o episódio inteiro, cara.
Mas não, para piorar, a gente tinha uma redundância, né? A gente colocou lapela, tudo, não sei o quê. Só que, cara, tava muito vento aquele dia, muito vento. Aí o áudio tava tudo— aí a gente perdeu a redundância também.
E nunca mais conseguiram gravar com ele?
Nunca mais.
A gente tem até vergonha de convidar. Eu ia dizer isso, né? Como é que vai fazer agora? Acontece, faz parte, acontece. Bom, e aí, para terminar aqui, o O sistema então hoje ele tá bem estruturado, tipo, ele é uma empresa que funciona, gera rendas, receitas, despesa. Agora vocês conseguiram profissionalizar ele bonitinho, né?
É, cara, assim, eu acho que é qualquer, é a dificuldade acho que de qualquer empresa, né? Eu acho que é parar de pé tudo, né? Ao mesmo tempo que tem assim, vão tendo entradas de vários projetos diferentes, o custo também é um negócio que tá na sua, tá atrás de você o tempo inteiro, né? Então vai ficando mais, vai ficando maior, vai ficando mais profissional, mas ao mesmo tempo as responsabilidades vão aumentando, né? Você começa a ter muita gente envolvida, mas Mas é isso, aí a vida do empreendedor no Brasil, na vida, cara, assim, você tem um sócio que é o governo que tá desde o dia 1, você dando lucro ou não dando, e ele quebra facilmente uma empresa.
Ele quebra por você ter que pagar a parte dele sem ter nenhum rendimento. Então eu acho que essa é a dificuldade de todo mundo que tá começando, tem zero facilidade E é um dia atrás do outro, né, sabendo como que você vai fazer para viabilizar.
Mas sim, a gente gera receita, né, a gente gera renda aí para uma galera, né, paga um monte de gente, tem funcionário, tudo. Então estamos fazendo girar a economia, mas a gente paga muita gente, tá.
Se olhar a folha aqui, a gente paga muita, só a gente que a gente é o jantar, né, o jantar nos eventos. A gente tem esses, a gente tem exatamente esse acordo, cara, de todo evento a gente tem uma refeição livre à vontade pela empresa. Então cada lugar que a gente vai, a gente escolhe. Por exemplo, Porto Alegre foi uma delícia, cara. Porto Alegre, cara, você tem churrascarias ótimas, né, e Foi muito bom. Então é a nossa regra.
Quando vier para Florianópolis e for utilizar essa janta, me chama, que daí eu quero aproveitar para comer também.
Pô, eu vou aí sexta-feira, eu tô indo aí, hein? Sexta eu tô aí.
Ah, você vai correr a maratona? Vai fazer alguma coisa daqui?
Não, eu vou fazer a maratona, fazer a maratona.
Vamos fazer a maratona então, eu e você. Muito bom, os dois doidos fazendo a maratona.
Você vai fazer?
Vou, estarei lá.
Você já correu ela?
Já, né? Já fiz desde quando ela não era essa maratona ainda. Eu já fiz várias vezes, um monte de vez.
Eu, é a minha primeira vez fazendo Floripa.
Tem um vídeo no canal do, acho que é Por Falar em Correr, aquele rapaz lá dá dicas do percurso. É bem bom aquele, uma live que ele fez, é bem bom.
Dá uma olhadinha lá depois.
É, eu assisti, eu já assisti, eu já vi. Então é bem bom, mas eu descobri que tem umas subidinhas lá pelo seu vídeo.
Ah, então é o meu vídeo, é muito bom. Eu queria ter feito de carro pela cidade, mas eles divulgaram muito em cima da hora o percurso, daí não encaixou na minha agenda. Mas de carro dá para fazer perfeito o percurso, mas daí fica para o ano que vem. E aí, para eu terminar Eu só queria que vocês me falassem qual que é o significado do nome Esquema, que eu acabei não tendo a resposta de vocês. O que que significa Esquema e por que Esquema?
Cara, quando a gente foi criar o nome do negócio, a gente era só o podcast, né? E aí a gente não queria que fosse pode alguma coisa, alguma coisa cast. A gente falou, meu, tem que ser um nome marcante ali, né, emblemático, único. Que a gente já tava pensando num futuro, talvez fosse uma marca, né, uma empresa mesmo. A gente começou a ver coisas relacionadas com esporte e tal, e a gente foi, começou a buscar coisas no latim, no grego.
Aí o Fábio achou um nome muito ruim na época, aí eu falei, não, esse nome não dá. Aí a gente achou o Estema. Estema em grego significa coroa, e aí remete a sucesso, né. Nas Olimpíadas lá atrás também, né, existe as coroas de louro que as pessoas eram coroadas. A gente achou o nome legal e ficou esse tema. A história é essa, tá?
Então por isso que o logo remete a uma coroa, que são os negocinhos ali, né? É porque 6 tem algum significado?
É por causa da galera que fez. Deve ter algum significado, né, Fabião? Não lembro, Fabião, deve ter caído aí.
Tá, mas é assim, quem faz o design da coisa sempre diz que tem algum significado.
Às vezes não tem, mas a pessoa sempre dá um jeito de inventar. Os caras contaram uma história legal na época para gente lá, e aí a gente adotou.
Voltou aqui, eu tinha perdido. Ah, tá. Não, é isso, foi o pessoal do logo que criou e foi isso e ficou perfeito.
Então tá aí, ó, você que escutou e viu até aqui, você não esqueça de curtir o vídeo, se inscrever no canal, se torne membro. Pix para porfalarencorrer@gmail.com no valor de R$14, em comemoração aos nossos 14 anos. Faça isso. Comente o que que você achou desse episódio. Se você ainda não segue, vai lá seguir o Estema. Os links estão na descrição do vídeo. Pode seguir também o Fábio e o Thiago, tá tudo na descrição. Você vai lá, acompanha o conteúdo deles, a programação e todas as postagens.
E aqui eu preciso agradecer Fábio e Thiago pela presença. Fábio, obrigado por participar aqui conosco deste episódio.
Muito obrigado aí, né? Aí, cara, continua fazendo, que eu sou um dos ouvintes aí assíduos. Então eu tenho meus programinhas aí de corrida que eu vejo se já publicou toda, toda semana. Prazer. E vamos marcar de você, cara, você vir para cá. Manda uma mensagem, pega o contato nosso com a Yara, que a gente grava um programa lá no estúdio e devolve aí o convite.
Não, maravilha, vamos ver isso. Agora tô indo menos para São Paulo, né, que agora a esposa veio para cá, então a gente tá todo em Floripa. Mas quando eu for para São Paulo, eu vejo, eu aviso, eu aviso a Yara sim. E você viu, né, Fábio, tem periodicidade podcast, pelo menos um por semana eu coloco na segunda. Daí o que vem depois é lucro.
É, o seu deve ser um, acho que, cara, se não for o que mais tem na corrida, é um dos mais, né, porque Porque acho que você tá mais tempo, né? Assim, você é o seu. Sérgio Rocha tem muito também acumulado, né, de anos. No teatro é o Michel Bogle. Os caras do Três Lados da Corrida também tem bastante tempo. Mas o seu, acho que talvez é o que tem mais, ou um dos que tem mais, né?
É, provavelmente. Tipo, por exemplo, o do Sérgio, que ele faz diário, ele provavelmente no volume de episódio ele já deve ser o que mais É bem complicado, mas nós estamos aí há 14 anos fazendo, brincando de fazer isso aqui.
Legal, parabéns, obrigado.
Eu que agradeço. E agradeço também, Thiago, por ter participado aqui conosco. Obrigado mais uma vez por estar aqui.
Tamo junto, obrigado pelo convite mais uma vez, Enio. É o que a gente falou, né, a gente acompanha há bastante tempo. Espero ter contribuído aí para galera conhecer um pouquinho mais da história do sistema. A gente quer fazer muita coisa ainda e tá convidado já quando você vier para São Paulo para gravar com a gente também.
Valeu, perfeito! Então muito obrigado. Não se esqueçam de curtir o vídeo, se inscrever no canal, se tornar membro no Spotify, avaliar. Você já sabe, né? Faz todo esse processo, comenta aí. Nós voltamos em breve.
Tchau para vocês!
Produção Por Falar em Correr Podcast Multimídia.
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