Chainsaw Man - O arco de Reze: O estouro que impulsionou o anime | KP#284
Com Markus Anisio Trolleis, Rodrigo Cardozo e Alex Guerra
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- Chainsaw Man: Arco de RezeComparação com a primeira temporada · Estrutura cinematográfica do filme · Desenvolvimento de Denji · Relação de Denji com Makima · A natureza de Makima · O papel de Reze · Motivações de Reze · A batalha final · O coração de Denji e do Chainsaw Man · Referências culturais (rato de campo/cidade, Daphnis e Chloe)
- Dica da SemanaCrônicas do Wesley (Instagram) · Livro Crônicas do Édor · Livro O Psicopata e a Volta do Vingança · Apocalipse das Capivaras · Dungeons & Ducks: Batalha de Patos · Podcast 20 Mil Léguas
- Participacao OuvintesComentários sobre Frieren: Beyond Journey's End · Comentários sobre a aposta de Coiquimo · Comentários sobre The Mighty Nein e Vox Machina · Comentários sobre Kagura Bachi · Comentários sobre a animação de Chainsaw Man · Relato de recuperação de Luiz Gusso após infarto · Comentários sobre Diário de uma Apotecária · Comentários sobre a Tier List de armas de anime · Comentários sobre a espada Z · Comentários sobre a personagem Ema do Zoro · Comentários sobre a espada do Brook · Comentários sobre o chapéu da Big Mom · Comentários sobre a Crazy Slots do Kaido · Comentários sobre a espada Zabimaru · Comentários sobre a foice da morte (Soul) · Sugestão de Tier List de sistemas de poder · Comentários sobre a Bazooka do Akuma no Mi do cachorro · Comentários sobre Death Note · Comentários sobre a espada do Oden · Comentários sobre a Dragon Slayer · Comentários sobre a Excalibur de Soul Eater · Comentários sobre as Correntes de Kurapika · Comentários sobre o Cajado do Eins Ongol · Comentários sobre a espada do Minato · Comentários sobre a espada do Zoro · Comentários sobre a espada do Gohan · Comentários sobre a espada do Kurosaki · Comentários sobre a espada do Goku · Comentários sobre a espada do Aki · Comentários sobre a espada do Denji · Comentários sobre a espada do tubarão
Fala meus queridos amigos Sejam mais uma vez muito bem vindos ao Camui Podcast, o seu podcast Semanal de animes Estamos aqui em mais uma semana Maravilhosa com vocês Hoje pra falar de Change So Man
Como vocês viram no título desse podcast. E claro que eu estou com eles, os queridos colegas, parceiros, amigos, amantes de Kamui. Primeiramente ele, do meu lado esquerdo. Ele, o nosso querido Motochuva, Alex Guerra. Fala, meus lindos. Aparentemente eu tenho o poder da dúvia quando eu veio pra cá, que é de trazer a chuva.
E toda vez acontece essa porra aí É o Deus da Chuva, tá? É o Deus da Chuva aí Da Zezzy, nosso Zezzy aí Alex Guerra Itigo Você sabe E do meu lado direito Tem o ele que cada vez mais Nos tornando os maiores DJs da cidade de Aracaju Encamelando festas Por aí Rodrigo
Twin Garosso. Salve, salve, galera. Fiquem ligados na próxima playlist aí, vai rolar. Rodriguinho aí vai rolar. Rodriguinho. Rodriguinho. Moreninho, safado, marre, cheiros. É isso, Lino. Vamos pro podcast? Bora. Partiu.
Meus queridos amigos, antes de a gente começar esse maravilhoso podcast, não se esqueça que vai começar aquele momento lindíssimo, a tal da caixinha de perguntas. E a gente vem com aqueles avisos maravilhosos para você que está ouvindo esse podcast na sua plataforma de podcast favorito. Não se esqueça de colocar para seguir, assim você vai ser sempre notificado quando tiver um podcast novo. E claro, você está ouvindo a gente através do Spotify. Por favor.
Não esqueça de avaliar a gente em 5 estrelas. Isso ajuda a gente demais a crescer e alcançar novos públicos. Sabe que ajuda também a gente a fazer isso? Você compartilhar esse ou outro episódio aqui do nosso querido podcast com um amiguinho, com sua tia, com seu cachorrinho total. Compartilha esse porque tem muito conteúdo legal por aqui. Mais de 280 episódios que você pode curtir e se apaixonar totalmente pelas nossas vozes e de outras pessoas que participam por aqui.
inclusive tem muito tempo que eu não tenho nenhum convidado nesse podcast é verdade, cadê o barrenho? vai sair ou não vai? enfim pode ser um parrenho que eu posso botar na gaveta? não sei, tem que ver enfim outra coisa que eu queria dizer pra vocês se você quiser ter um contato mais íntimo mais gostoso, mais tchuk tchuk com a gente vai em apoia.se barracamuitorne se você também é um apoiador do milênio tem mais de do nossa
Ele ia meter um 2000, Alonso. Eu tô péssimo mesmo, não sei quanto isso não. Quero estar bêbado todo dia. Vai, vai. Vai ser com tua vida, irmão. Enfim, tem várias formas de você conseguir nossos conteúdos. Tem podcasts extras, postos em texto, em vídeo, em áudio. É, porque é podcast. Rapidinhas do Alex. Grupo de WhatsApp. E de Rats do Camus. Entre outras coisas.
Você já sabe. Fazer eu esquecer. E agora vamos para a caixinha do nosso último podcast. Qual foi o podcast, meu querido? Lembrando que tem duas caixinhas, na verdade. Temos caixinha colada. Vamos começar com a caixinha do podcast de número 282. Frierem, segunda temporada. A jornada ainda vai mais além nos animes. Brincadeira, não tem nos animes não. Olha aí, tá vendo? Atenção, críticos. Pedro. Oi?
Fala rapaziada do Camus Fala Pedrão Beleza Frierem anime conforto demais Toda semana ficava esperando lançar Pra assistir antes de dormir
Episódio da Fern e o Boy do Cabelo Vermelho. Sim. Ele tem um nome. E o nome dele é Vinícius. É funny. E para dar mais contexto para o romance no futuro. Não leio o mangá. Mas dava para fazer melhor. Ficou meio chatinho mesmo. Bom podcast, meus amigos. Muito obrigado.
Realmente, prefiro o podcast de apotecária. Porém, vou assinar o Apoia-se só pra cobrar Marcos com Coiquimo. É verdade, o Marcão lançou uma proposta aí. Eu nem lembro mais o que era. Ele queria que a gente visse Coiquimo pra gravar o podcast. Mas ele deu uma condição, não foi?
X pessoas falassem tal coisa. É, não fiz isso. X pessoas que assinassem. Pô, vocês não ajudam também. Eu falei a contraproposta, né? Que era gravar a pontacária. Não, é. Mas tem essa coisa da aposta que ele fez com a galera que tava ouvindo. É, que eu sei que eles não cumpriram, infelizmente. Então, mais uma vez, né? Falhamos junto com vocês, né? Vagabundos, né? Vagabundos são assim. Opa! Um Pedro é bom, dois Pedro é bom demais. Big Pedro.
Opa, Big Pedro. Boa tarde, noite e dia. Boa. Cara, você é... Megalomaníaco, né, velho? Tem que cobrir todos os horários do dia. Pra que isso, pô? Boa tarde, a gente vai entender. Vai entender. É, calma. Não criticarei ninguém hoje, pô. E eu comecei criticando ele, né, velho? É, pra você ver como é que é. Marcos em BH.
Tem que dar o contexto aí. Verdade. Inclusive, porra, comentaram comigo sobre minha ida BH e tal. Pô, legal. Pô, próxima vez que você vier, traga amigo seu. Falei, pô, trarei e tal. Fique aí, né? Pode seguir. Fique aí, fica aí.
Não criticarei ninguém hoje. Apenas digo que a recomendação de Alex é muito boa. The Mighty Nein é muito bom. Esperando a nova temporada ansiosamente. Sim. Vox Máquina também é muito bom. Sim. Nossa, bicho. Você tava apático nesse comentário, né? Ele tava apático. Nem robótico, né? É muito bom. E também é muito bom. Menos criatividade do que a de 3 anos atrás.
Ansioso também por Kagura Vati. Kagura Vati. Pra quem não sabe, é o anime que vai lançar aí que o protagonista é Samuel. KK. Olha aí. Pelo teaser. E engraçado que eu sou TS e realmente a gente achou ele parecido, velho. De alguma forma. Na mangação, né, a gente dá um jeito. No rolê, né? Teja aí. Acham que o anime terá uma animação parecida com o Chen Song-Man?
Acho que sim, grande potencial para ser tão boa quanto, ou até mesmo melhor, porque Kagura Bate é uma obra de ação, muito bem desenhada, e o diretor que vai pegar esse anime aí é um Kaba Rock Lee vs Gara, né? Então, dispensa apresentações. Luiz Gusso, olha o nosso véio dos animes.
Salve, rapaziada, como eu ia. Salve. Estive sem ver os episódios de vocês. Que é isso, cara? Porque tive... Caraca. Eita. Você ia zoar? Não, não ia zoar, não. Só foi... Nossa, a vida real bateu agora. Bom. Porque tive um infarto. Caralho. Bacana. Pois é, pois é.
E tive que fazer uma angioplastia. Fiquei 42 dias internado, sendo desses 27 em coma induzido. Puta que parada, irmão. Porque meu coração tinha que ter um tempo para se recuperar.
Quando voltei e estava em plena recuperação, voltei a ouvir os episódios do Kamui e senti muitas dores, porque não parava de rir com você. Que bom, querido. Bem-vindíssimo de volta à vida, né, meu irmão? Bem-vindo de volta, meu Luizão. Que loucura, velho. Que loucura, Luizão. Que bom que você está bem.
Só tenho que agradecer pela companhia. Um grande abraço do véio animado com os animes. Então tá aí, Luizão. Valeu. Muito obrigado pelo... Melhoras aí, definitiva, né? Melhoras. É muito melhoras, irmão. Muita saúde pra você, irmão. Cuidado. Que doideira, vó. João, cara, nome gigante. João Guilherme Prates Fine. Esse Fine, ele mentiu aí. Fine. Júnior botando Fox. É, Fox é tipo isso. Fala, meus. Fala. Fala. Beleza? Beleza.
Primeira vez comentando. Bom demais o podcast. Obrigado. Que delícia. Comecei a ouvir, deve ter uns seis meses. Tô desenterrando vários episódios antigos. E cuidado com alguns aí, viu? Que você desenterra. Alguns segredos são melhores deixados escondidos. Eu não responsabilizo, não. Peligro.
PQP, vocês são bons demais. Pô, obrigadão. Obrigado, querido. Apoio demais a ideia de um podcast sobre diário de uma apotecária. Abraço. Marcos, dois comentários. Acho que a gente tá indo bem na aposta aí. 2 a 0, diria.
Agora ele, Samu KK. Samu KK. Quero saber quem que esse arrombado tava respondendo no zap no início. Eu acho que era eu, velho. É, tem três arrombados. Eu queria saber quem. Mas o que fica respondendo no zap é Rodrigo. Porque eu não era. Marcão responde no Instagram. Pelo ciúme dele. Ele é esperto, ele é esperto. Pelo ciúme dele da ser Rodrigo. Frierem é lindo demais. É lindo. Lex.
Ela pegando o diário do herói e vendo que ele escreveu todas as coisas mais triviais e mundanas do mundo, mas que para ele eram as grandes aventuras do grupo, foi papo de chorar um rio pro Samu KK. Cara, ele tá ficando que nem Nica, né? Se referindo a si mesmo, que seria pessoa, mano. É, tá contagioso. Tá contagiante.
David Golki Petruelo. Falou, nosso Deus. O tem moral. O DVD tava por aqui na Bahia, né? Tá na Bahia. O Alex viciado em viajar. Tava em Porto com a mulher. Eu não vou meter numa dessa. O macho não foi não, porque ele só vai viajar se for de avião. Se não for de avião, ele não vai não. Exatamente. Ele acha pai. Pra ele não conta como viagem. Não conta não. É um voo ali, né? Foi eba. Não tem qual é o sentido disso.
Sabe, seus lindos? O que falar de frierem? Pois. Como bons adultos, acho que temos uma visão bem diferente quando vemos esse anime. Temos uma concepção diferente de como ver e aproveitar momentos. Como o luto pode ser visto.
E momentos que às vezes deixamos de lado e que eles fazem muito bem. É de fato aproveitar os momentos com aqueles que realmente importam. Sim. Você que pode ter perdido um ente querido até pensa diferente. Depois da minha humilde visão, parabéns por mais um cast incrível. Pô, querido. Obrigadão, DVD. Muito obrigado, DVD. Nosso Deus. Tamo junto, irmão. Ah, alface deve. Ah, alface. Alface. Salve, galera do Camuí. Salve. Tudo beleza? Tudo belezinha.
Parabéns por mais cast grandioso. Obrigado, querida. Dito isso, Friere é de longe meu anime favorito do momento. É, mudou. Junto com Dungeon Mesh. Muito bom. Aventura no seu ápice e sem muitas coisas que tem me cansado em algum show nem por aí. Perfeito. Todo amor do mundo para a véia e suas duas crianças e adolescentes. Muito obrigado, meu querido Alphacinho. Obrigado, Alphacinho. E agora, indo para a caixa do nosso...
Último podcast de número... Onde costa? 283. Armas dos animes. Ó. Ó. Ó os animes aí. Quais são as melhores? Tearlist. Vocês gostam de Tearlist, né, galera? A gente também gosta.
Ele gosta, todo mundo gosta Ele gosta Vamos ver aqui Samu KK Olha ele, dois seguidos Tá estranho, né? Dois seguidos Todo interativo Alex e Rodrigo Brincando com bolas Cliquei Eu não entendi
Gosta desses comentários que tem duplo sentido, né? E eu tenho o círculo de transmutação do Mustang tatuado na minha mão, bicho. Pelo amor de Deus.
Que bicho doente da porra. É sério mesmo? Que massa, legal. É sério mesmo? Eu acho que é sério. Pô, que loucura aí, Thaleta. Ele falou, né? Se ele falou, tá na internet, é verdade. É, cada um, seu cada qual também, né? Parece períodico. Só Deus pode lhe julgar, irmão. Breno Palhares. Olá, Breno Palhares. Sentir falta da corrente de Andrômeda. Corrente de Andrômeda. Paz.
Na verdade, a corrente é parte da armadura de Andromeda. Brincadeira, ele não lembrou mesmo não. Ele não lembrou mesmo não. Não lembrei não. Mas tem que lembrar que os cavaleiros de Atena lutavam sem armas. Porque lutar com armas era uma coisa de covardia. Então a gente respeitou. E eles já eram covardes suficientes. Eles já eram covardes suficientes. Tinha um cabra que andava com 12 armas, inclusive. Um tal rei da justiça aí, Libra.
Nada a ver. Então pra respeitar a vontade da deusa, ele decidiu não trazer a armadura. Burro, meu irmão. Barra corrente de Andromeda.
Agora um usuário aqui que parece senha de Wi-Fi, que eu não vou ler o nome porque é aleatório. Ok. Meu Deus, os caras tiveram capacidade de colocar a Kunai no Minato. Meu Deus. Pô, obrigado, velho. Realmente a gente foi longe nessa. E obrigado aí quem tá premiando a nossa criatividade. Eu entendo pelo comentário dele. Valeu aí. Eu acho que não sei. É, não sei.
Se foda aí, irmão. Lucas Queiroga. Nossa, Lucas Queiroga é um nome muito incrível, né, velho? É, eu estudei com o Lucas Queiroga. Não, é pior que poderia ser aqui, né? Não tem Chico Queiroga, pô? Verdade. Poderia ser o Laura Queiroga. Verdade. Sobrinho.
Vocês falaram da tesoura. Lembrei de um. Scissor 7. Desenho top. Usa tesoura também. Top, recomendo. Muito obrigado. Nosso querido amigo Arthur Doria também recomendou já. Scissor 7. Grande Arthur Doria. Então, mais uma pessoa no time. É o pessoal recomendando, Rogênio.
Marx. Karl pisaram em cima da minha espada Z, mano. Foi mal. O próprio desenho pisou dela. É isso. A gente só relatou aqui, entendeu? Não pode culpar o jornalista por relatar fatos. A gente abriu a cova. Olha o cara quando quer meter um argumento assim, que é tipo, bicho... A gente tá entendendo o que você tá fazendo, não adianta. Olha o que ele falou. Ela é fodona exatamente por ser superestimada no próprio anime. Ah!
Rapaz, esse jogador é fodão justamente porque ele não sabe jogar bola. Olha só como ele é bom. Exato. Nem você acredita no que você falou. Nem é? Pelo amor de Deus. Pelo amor de Deus, se toque. Ainda assim, ela é tão legal que todos desejam ter mais dela. Só você. Só você, irmão. Só você. David Gokeb. É o DVD. Fala, seus lindos. Fala, baby, baby. Bom. Bom.
Primeiramente, muito obrigado pelas felicitações. Muito melhor que muitos que estão perto e dizem ser amigos. Tá caralho! Essa foi pra você aí, que é amigo de DVD e não deu parabéns. André, você deu parabéns pra David, André? Deu parabéns direitinho? Se corte nos stories aí, meu irmão. Vocês são os melhores, não tem jeito. Obrigado. Gostei do cast em dupla e o convidado do Marco.
Esse negócio que ele tem que fazer é muito bom, pô. É muito divertido. Pô, é engraçado demais, velho. Ele realmente gosta, né? De criar essa rivalidade que não existe, né? Convidado Marcos, perdido, atrapalhando o desenrolar. E ainda incentivando o jogo de azar. Pô, muito obrigado. Alguém tem que falar isso? Alguém tem que falar isso? Alguém tem que falar isso? A da Betzinha lá. Que deu ruim, inclusive. O Péssimo. Betzinha.
A fã do Palmeiras do Flamengo tomou empate ainda. Era melhor ter sede que os 59, cara. Tá que pariu, meu velho. Desgraça! Bimarcos, mais uma vez, vai apostar hoje. Porque ele é assim, meu irmão. É a febre. Ele é o nosso... Qual o nome daquele de Jujutskaisen, velho? É o... Que tem tesão nas coisas. Qual o nome dele? Caralho, foi de... Hakari. Hakari é o nosso Hakari, pô. Fazer o quê? Ele é movido pela febre. É pica, viu, bicho?
O negócio é difícil, não. Também não sou assim, não. Calma aí, galera. Brincadeira, brincadeira. É para a dia, mano. É para a dia.
Cast incrível que não via o tempo passar graças a essa dupla incrível. Crime, Ragnir ficar fora do S. E as fotos de Rodrigo não serem citadas para S. Uma pequena observação está nas mãos de Rodrigo. Marcos, beijo. Foi aquela parada do erro lá, valeu. Ele realmente está muito atento a qualquer cagada que Marcos faz. É muito bom, é muito bom. DVD, eu não sei. A parada lá do título que eu falei, mandaram aqui.
Obrigado, meu querido. Porque ficou bom se você se difere. E eu gostei que ele falou. Não, uma coisa é uma coisa. Eu criticar Marcos e o podcast são coisas completamente diferentes. Perfeito, perfeito, perfeito. E veja, assim como está ficando mesmo. Eu parava pra fazer essa semana a correção, não parei. E assim, achei que você ia fazer isso depois desse podcast. Fica aqui a ratificação, né? Você que assistiu aquele, sabe que tá errado lá.
Mas assim, vocês nem prestam atenção disso aí, eu tenho certeza. Porque a maioria de vocês ouvem áudio, sabe? Foco no conteúdo, pessoal.
Aí o usuário J, nome gigante aqui, sendo Wi-Fi, botou aqui.
Pegaram pesado com a Sam errada. Não, meu amigo. Ela que é pesadamente feia. Infelizmente, questão de estete também. E faltou... Muito bom quando começam, faltou. Eu fico feliz. E faltou a Ema do Zoro. Mas é o ditado, né? Ema, Ema, Ema. Cada um com seus problemas. Infelizmente, não tinha... Foi ter arma pra caralho. Arma pra caralho. Se for por isso, faltou a soltadeira do Zoro também. É, faltou a lâmina negra lá. Fodou...
Vocês nem sabem o meu nome, inclusive, né? É. É, mas pra falar da MC é um nome, porque aparece o nomezinho ali. Tem a outra espada do... Do Oden que tá com a menina. Faltou a espada do Brook, né? Faltou também. Faltou aquela porra do Barba Branca. É. Faltou o chapéu da Big Mom, que vira espada. É verdade, caralho. Já faz isso. Lorde Rudy. Olha, Rudy. Fala, meus manos do Kamui. Fala. Camus e Rudão. Rudy Jones. Tier List do bom. Opa. Mas... E...
Ah, pronto. Oi, oi. Eu gostei do comentário que ele fez. De verdade, sem ironia. Gostei, gostei. Mas senti falta da Crazy Slots do Kaido, de Hunter x Hunter. Boa, boa, boa. São nove armas em uma só. Só o Prisa de Sorte. Cara, é uma boa...
Bom comentário, realmente faltou. Eu tava em dúvida em relação às armas que aparecem na Terranta, porque tem essa coisa de ser um negócio feito de nem e tal. E sobre as armas em si ainda tem existem boatos aí de que não é tão na sorte assim, né? Ele meio que foi aprendendo a adastrar o negocinho. Ele é safado.
Ele não é bobo. Mas vocês veem, né? A crítica só é válida se Rodrigo acordar, né? Como é arbitrário. Olha como é razoável. Faltou o Ema dos Ouro. Olha a diferença. Faltou o Ema dos Ouro. Ponto. Mas senti falta. Perfeito. É sobre ele. Ele sentiu falta. Ele sentiu falta. Isso aí faz parte da psicologia. Se aponta o dedo, é pior, amigo. Ah, verdade.
Quando você aponta um dedo Ele fez um comentário muito psicológico E o nosso psicólogo aqui Tem três dedos voltados que votam pra você Marca fazendo assim agora Agora pra entender Assim Aí se fuder Aí vou ser meu Prossiga amigo
Sugestão de pautar. Sugira. Animes do tempo de vovô. Só os clássicos de qualidade. Eu acho que a gente já fez alguma coisa assim. A gente já é parecida já. Mas obrigado pela sugestão. Muito obrigado. Estamos chegando nesse momento, hein, galera. Guilherme Spini.
Fala camuizeiros. Fala bebê. Fala lindo. De boinha. De boaz. Pô, que é listo cabrão com essa daí? Concordo com quase tudo. Quase tudo? Com exceção da Dragon Slayer fora do ranking S. Com relação a Espada Z, eu sempre considerei ela mais como uma piada do que como a Amnesty. Ele falou do cabrão? Não, ele tava falando fora do ranking S? Não, o que ele falou aí é listo do cabrão?
Do cabrunco e cabrunco. Você falou um cabrunco aí, mano. Tier list e do cabrunco. Ah, é um ser equipado pra ele, será? Ah, é, foi ele. Falou cabrunco, foi verdade. Caralho, de uma forma muito natural que eu... É, então, é verdade, ok. É verdade. Tinha me surpreendido na hora que veio. Bom ponto, bom ponto aí. Boa, boa. Será que ele mora aqui? Boa colocação, Alex.
Com relação a espada Z, eu sempre considerei ela mais como uma piada do que como arma em si. Me lembro até hoje daqueles 200 episódios do Gohan treinando com o Kaioshin. Só pra depois ele ganhar a espada e quebrar ela logo em seguida. Ele fazendo aquela macumbinha. Uma bosta. Vai tomando o cu. Que borra que espada merda do caralho.
Sugestão do cast. Tier list de sistema de poder. Qual é o mais completo e equilibrado? Porra. Talvez não para uma tier list, mas é uma discussão legal. A gente já fez uma vez no... Qual era o melhor sistema de poder? Mas a gente pode fazer algo nesse sentido assim. Spoiler. Quem diria que seria isso? É de falar tanto. Vamos lá.
Alface, deve. Olá, alface. Salve, rapaziada do Kamui. Salve. Tudo suave? Tudo. Mais uma vez, uma forma exemplar de comentar coisas que faltaram. Aprenda. Olha como ele falou. Nos ensine. Aprenda. Gostaria de ver uma parte 2 com as seguintes armas. Olha aí. Ele já demonstrou gostando que viu. Ele só não tá mostrando o que ele achou que esquecemos, de uma forma educada, como ele tá sugerindo. Que ele continua. E numa segunda parte. Isso.
Cajado do Eins Ongol. Excalibur de Soul Eater. Air de Gilgamesh. Correntes de Kurapika. Bazooka que comeu Akuma no Mi do cachorro One Piece. Essa faltou mesmo. Essa faltou.
Lohan Vasque. Vamos ver o que é que o Lohan Vasque falou aqui. Dá pra fazer um bagulho desse aí só com um bankai de blitz. Pô, não tem como. Death Note é a melhor arma.
Se inscrever lá e o Kurosaki já era Depende Vai que ele é meio também Ele é meu caderno também Aí não vai Já tá errado Cala a boca pai Já perdendo argumento Pra pegar o Goku Talvez seria complicado O certo seria escrever Só um Goku
ou... Kakarot. Sabe o que é foda? Sabe o que é foda? No caderno tem escrito assim, ó. O nome do humano que foi escrito nesse caderno vai morrer em 40 segundos pra tentar cardíaco. Goku não, mano. Acabou, é. Caralho, end of discussion. Caralho. Perdeu o argumento. Necrodrigo. Será que sou eu? Olá, Necrodrigo. Salve, camuizeiros. Salve, Rodrigão. Tudo bom? Bão. Sacanagem não ter nenhuma espada dos ouro na tier list.
Ou até mesmo a Zabimaru... É, eu nem deixei nem a pau, velho. A Zabimaru é isso aqui. Nem a pau que essa ia entrar, velho. Rodrigo nunca nem fala disso aí. Eu lembrei dele e fiz questão de não colocar. Porque aqui é uma bate-spada legal. O Zabimaru! Que na minha opinião é TS fácil. Porque ela é maneira mesmo. Ela é maneira de chegar ali. O problema da Zabimaru é o range, né? É o usuário maior. Ele é um bosta, né? É foda.
Estilosa que soa porra, mas infelizmente tem um usuário bucha total. Justiça por Zabimaru. Ok, vai. Zabimaru vai. É, me pareceu justo também. Pedro. Pedro. Fala, rapaziada do Kamui. Oi. Bom.
Em categoria de armas, Soul, a foice da maca, ganha disparada de todas. Não tem como. Dica de tier list. Os estilos de luta mais maneiros do mundo dos animes. Como diria meu amigo Marcos, bom pó de costa, meus amigos. É isso, Fav. Então é isso, muito obrigado, Pedrão. E todos que comentaram nas duas caixinhas. Caixinha já aberta aqui de Chainsaw Man, o filme.
Mas antes, é claro, vamos pra aquele momento maravilhoso, hora da Dica da Semana. Dica da Semana!
Dica da semana, meus queridos, aquele momento maravilhoso que a gente dá uma dica gostosinha pra vocês aqui nesse maravilhoso podcast, de algo que você pode consumir, assistir, jogar, ler, enfim, várias questões aí para você. Essa é a nossa Dica da Semana, já sei qual vai ser a minha Dica da Semana, já mudei aqui instantaneamente. Boa, boa. Perfeito. E vamos começar com mais um programinha maravilhoso, mais um quadrinho maravilhoso da Dica da Semana.
Vou começar com ele, o príncipe mestiço da África do Sul, Alex Guerra. Alex, qual a sua dica da semana? Fala, babies. Bom, minha dica da semana vai ser um pouquinho diferente dessa vez. Você pode encontrar ela dentro do Instagram, que é a página Crônicas do Wesley, da qual eu comprei recentemente o kitzinho de apoiador lá, que foi, entre muitas coisas, o livro do...
Crônicas do Édor. É muito bom, pô. Desde a época do Facebook, a Converse de Cidadão. Nossa, isso é muito... O livro do Psicopato e a Volta do Vingança, Retorno do Vingança. Excelente história. Tá lá todinha no Instagram. Você pode ler parte a parte. Além de outras histórias muito daoras, tipo o Apocalipse das Capivaras também, que é excelente. Que, Rodrigo. E ele respondendo os apzapos aí. São o KK. Não é você. Não é você.
E também veio o joguinho do Dungeons & Ducks, Batalha de Patos. Excelente. Mas deixo aí minha recomendação. Tem muita historinha legal, muita tirinha engraçada lá, com diversas referências de coisas diferentes. E ele já falou também que tem coisas muito daorinhas vindo aí, coisas que ele vem trazendo, tipo, as carinhas felizes que só o branquinho do Wesley vê lá dentro das histórias. Perfeitamente. Boa dica, boa dica. Gostei da dica do meu queridíssimo Alex Guerra.
Agora eu quero saber de você, Rodrigo Cardoso. Qual é a sua... Qual é a sua dica da semana? A dica... A minha dica da semana é um podcast. Um podcast chamado 20 Mil Léguas. É um podcast que fala sobre ciência, mas com um viés diferente. Que é tratar os cientistas, os autores, como literatura. Que é apresentado e produzido por duas...
profissionais que se formaram na área de literatura entendendo tudo numa linha de livros, é bem interessante bem gostoso bem mágico estou aprendendo mais sobre Charles Darwin foi pro Carnaval da Bahia não sabia disso falando sobre coisas como
Adão tem umbigo ou não? A Terra tem quantos anos? Perfeito. E esse tipo de coisa. Ele vai desenvolvendo bem, pega o autor, vai destrinchando e depois vai mostrando como era a época em que ele estava para chegar nas ideias dele também, as referências.
Estamos ainda na viagem aqui do Charles Darwin no Beagle. Tá muito massa. É um podcast muito gostoso de ouvir. Bota um fifinha sem som com isso aqui. Meu amigo, dá pra ouvir facilmente uns 3 episódios. Perfeito. 20 mil léguas. Perfeito. Excelente dica aí de Rodrigo. Dica de podcast. Gostei. Gostou. Achei muito interessante a sua dica. Vou dar uma olhadinha. E agora eu vou passar pra vocês a minha dica da semana. Minha dica da semana só vale...
Até onde eu sei. No estado de Minas Gerais. É uma dica culinária, tá vendo? É uma dica de algo pra você comer. Tem que ter coragem. A minha dica da semana, meus queridos, é da pão de queijaria. Recentemente tive em BH e comi nessa rede que eu já tinha ouvido falar algumas vezes no TikTok e no Reels. Que é uma rede de pão de queijo recheados. E aí a crítica é o seguinte. Aqui em Aracaju, tem um local que vende, se propõe a vender pão de queijo recheado.
E realmente a diferença é gritante, óbvio, até porque, especialidade da casa, né? A gente tava em Minas Gerais. Mas assim, achei muito bom, achei muito gostoso. Pedi um pão de queijo cheiro, que o nome dele é Angusburger, tá? É tipo um hamburgão com pão de queijo. Bonito aquela volta.
Muito gostoso Uma cebola caramelizada com barbecue de café Gostosinha pra caralho E vem com uns sticks de queijo Que são uma delícia Muito gostoso, ambiente legal A galera que trabalha lá, pelo menos na minha experiência Foi muito bacana, conversou um pouquinho sobre como é as paradas Deu umas dicas legais Explicou algumas coisinhas da origem De como eles fazem o parado do pão de queijo deles Gostei demais da experiência Então uma dica pra você que está em BH, por favor, vão aí E...
comam pão de queijo na pão de queijaria. É muito gostoso. Logo, logo, voltaremos ao BH. Eu, Alex Guerra, meu amigo Rodrigo, estaremos indo por aí. Tem o nosso querido do Vitor das Camisas lá em... Vitor das Camisas em BH? Em Minas. Não lembro exatamente se ele está em BH ainda. Perfeito, perfeito. É isso, é isso. Vamos para o podcast, meus queridos? Partiu!
Meus queridos amigos, chegou o momento de a gente falar deste filme que tanto foi prometido aqui para a minha pessoa, por Rodrigo Cardoso, que falou tão bem deste filme. E agora a gente vai poder falar sobre ele aqui para vocês. Rodrigo Cardoso, como é o título do filme mesmo? Porque eu esqueci. Arco da Risse.
Arco da Rede Exatamente Título péssimo, tá? Péssimo título Péssimo título Péssimo título Me deu spoiler Me deu a descrição É Eu não precisava da descrição Me deu spoiler Me deu spoiler Eu achei pra época que eu tava vendo Eu falei, ah, já sei Podia ser Bomb Girl Podia ser E aí Uma história tinha em seu meio É isso Que aí eu ia ficar Pô, e aí, será? Mas enfim
Esse é o título desse filme maravilhoso que trata desse arco, que é o arco da Riz... Olha só, que loucura. E que é a continuação dessa obra maravilhosa que é Tim's Homem. Não é mesmo? É mesmo. Estamos aqui com duas pessoas que assistiram a primeira temporada e assistiram esse filme. E uma pessoa que nunca assistiu porra nenhuma. Né? E Alex é foda, velho.
Eu nem precisava dizer, na verdade. Só pelo retrospecto. Eu não, eu não, eu não, eu não. Não, não, não. E outra pessoa que só assistiu esse filme. E vai trazer um feedback de você. Sou feio no rápido filme. Não li porra nenhuma. Não assisti nada, Tim Sobe.
Eu sou meu irmão, falam para o assistivo, vou ver essa porra, e é isso que a gente vai estar falando aqui, neste podcast maravilhoso, junto com vocês. E aí eu quero saber, primeiramente, de vocês, lindos, uma comparação rápida, bem rasa, só para a gente começar, as quintas motores.
Em relação ao que vocês viram na temporada anterior e ao que esse filme tem, é algo que vocês acham melhor ou pior do que a inaugural de Chainsaw Man? Eu acho que o filme fez gostar mais da obra do que a temporada. É mesmo? Sim. Concordo. O filme melhorou muito a primeira temporada pra mim.
Aí eu revisitei pelo mangá e, cara, já tava tudo ali, só eu não vi. Sim. Tava ali o tempo todo, só eu que não vi, o brilho tinha somente. Mas o filme, assim, reassistindo de novo, né, hoje, e você vendo que, pô, realmente é um filme muito precioso. Muito lindo, funciona perfeitamente como filme.
Diferente até mesmo de outros filmes de animes aí que rolam, né? Como... Você tava dizendo que o Demon Slayer... Eu acho que o filme de Chainsaw Man é muito melhor que o Demon Slayer. É da sua história melhor. É uma história completa ali. E filme, é filme. É um filme, né? É só um anime gigante. É um filme. Você tem uma sutileza ali, umas referências, um jogo de coisa ali rolando que é de filme. Não é só um episódio longo. É.
Inclusive a aberturazinha, eles colocam uma aberturazinha pro filme, que é a música Air is Out, que papocou aí no ano passado. E a versão do filme, como eu falei no dia do podcast do Comedy Records, eles fazem a versão de abertura sem a voz da Raze na música, porque senão ia entregar, porque ela era...
A demônio da bomba. Quem diria, né? Arco da Raze. Quem será aqui? Quem será aqui? Mas, porra. Uma bomba gigantesca na capa aí. Peraí, sacanagem. É uma mina com o nosso querido motosserra. Mas, veja, tem gente que não vai ver as coisas sem assistir 13. Vê capa de nada. Quando tem filme que eu quero muito ver, eu não vejo trailer. Eu não vejo nada.
É que nem quem bota a bola de futebol No papel desse presente É que você vai comprar o ingresso do filme Vai estar lá escrito Vou querer Como é que você não vai? Esse daqui? Ah não!
Por favor! Mas realmente não problema. Foi uma coisa interessante. Cocu perde a luta. Enfim. Mas eu achei muito interessante. Eu concordo com o que o Rodrigo falou. Que assim, dando a perspectiva de quem teve contato com o Tia Samui pela primeira vez.
esse filme, sou eu. Eu gostei muito desse visual, esse estético de velho. Realmente parece um filme. Ele não é realmente uma parada de que tá alongando uma coisa e tudo mais. A comparação foi perfeita. O filme de Demosley é realmente uma episódio de alongão e tudo mais. É lá o lindo maravilhoso, maneiro, mas porra. A estrutura de uma progressão narrativa está totalmente presente ali. Principalmente porque acho que é um filme.
Não sei, né? Se foi uma escolha, se foi uma questão que já é assim no mangá e tudo mais. Mas por terem dois personagens muito bem definidos, como, eu vou até tirar esses aqui, protagonistas aqui dentro desse filme, que é a Reise e o nosso querido Denki, fica muito mais de boa pra você...
O nosso deixou ele ficar muito fechado. Por exemplo, sei lá, no filme de Demonsley que você tinha lá, sei lá, com os personagens, eles não focaram, por exemplo, no Asuka, como o grande protagonista junto com o Deco da história ali do Nuka Konsena, que tinha vários núcleos muito fortes. Você acaba ficando realmente parecendo que você estava assistindo um compilado de anime. Aqui não. Então, tipo assim, a problemática que é apresentada aqui do Nuka, que no início do episódio ali, do Deity e tudo mais e tal, e da relação dele com a Reise, é continuada durante todo o filme.
E é concluída no filme. Então, isso dá um ar realmente de uma obra que tem um início, meio e fim.
por mais que seja uma continuação numa história anterior, mas que funcione independente. E acho que pra mim, por exemplo, na experiência de ter tido esse contato sem saber nada, foi muito boa. O próprio Demonsley em si, o filme, eu tive contato sem saber de as coisas mais recentes da obra, tá ligado? Então, também foi alguma experiência parecida pra mim. E nisso me pegou muito mais do que no filme Tissou Mente. Então, acho que foi um excelente comentário de Rodrigo, porque, pra mim, teve esse efeito. Totalmente.
E eu comparo até com outro filme também anterior de Demon Slayer, do trem, que é um ótimo filme. Mas o de Tienção Ainda é melhor. Assim, realmente, eu assistindo hoje de novo, fiquei, bicho...
A parte, e veja, a batalha é muito boa. Sim. É interessantíssimo. Sim. Só que eu olhei assim, bicho, é a parte que eu menos quero saber. Com certeza também. Porque o filme tem um ritmo tão gostoso. Pra caralho. O jeito que aparecem os dramas ali e as mensagens vão revolvendo. Eles conseguem te envolver de uma forma muito boa no filme. Tipo, Demons Lays chega uma hora que você tá cansado de assistir. Por mais que esteja bom ali com as coisas que estejam acontecendo, mas chega uma hora que você já tá tipo assim, caralho, já tem muito tempo, né? Sim.
E esse filme você vai sendo conduzido de uma forma muito mais orgânica. E você só vai sendo levado, puxado pelas coisas ali. Cenas tipo a cena da piscina, por exemplo. Porra, lindo, lindo. Mano, você é completamente comprado pelo bagulho. Totalmente. E tipo, as cenas dele na cafeteria com ela lá conversando. Mano.
Elite, cinema, a cena do telhado, cantando o Jimmy Do, a perseguição com o tubarão, né? Porra. Eu tava realmente, tipo assim, caralho, tô vendo um filme aqui, sabe aquela tensão que você tá vendo? Você tá vendo o pré-assinamento do filme? Caralho, meu Deus, agora o que vai acontecer aí, tudo mais e tal? Eita, caralho. Pô, é totalmente imersível cinematograficamente falando.
Nem fraiu direito. Pô, pô, pô. Prossiga, Alex. Cinematograficamente falando, é muito da hora. Então, assumi você agora. Sem necessidade, né, velho? É otário, né, velho? Na sua cara, velho. O meu cara não. O Marcos cinemat... Não. Siga, Alex. Não. Cinematograficamente falando. Vamos ficar aqui depois, começar a bloqueio. Não vou te cuidar. Vou te mostrar quem é que manda. Quem é que manda no cinema. Ele já me deu regebete no primeiro minuto.
Você é vingadinho, hein? Você é vingadinho. Você é vingadinho. Você é vingadinho. Você é vingadinho.
no começo da obra até o final do filme você vai tendo esse momento de tensão, de expectativas do que pode acontecer, do que não pode acontecer e realmente a história vai começar e acabar aqui e eu não sei o que vai rolar e tipo, eu gosto muito quando eu tenho essas obras que são adaptadas para anime de mangá e eu não tenho noção nenhuma do que está acontecendo ali pelo mangá, tipo, eu sei algumas coisas lá da frente porque meu amigo já conversou comigo sobre uma vez, a Alisson inclusive Eu soube
E pra me vender, né? O anime. Porque eu tava meio desanimado com a primeira temporada. E ele, mano, posso falar algumas coisas assim, meio aberto, que vai acontecer mais na frente? Pra ver se você se empolga. Pode, vai, falei. Aí ele foi me falando umas coisas e eu achei legal. Ele não falou nada desse futuro mais próximo. Então foi interessante, porque quando chegou essa parte, eu, caralho! Ok, ok. Esse arco foi diferenciado. E realmente faz sentido essa escalada aí.
E a parte 2 e talvez anime inteiro, né? Mangá inteiro, tem acabado agora também. Não se sabe ainda se vai ser uma terceira parte. Pelo que eu ouvi falar, não precisaria de uma terceira parte. Dá pra acabar, mas acabou. E assim, tem material pra bastante conteúdo aí. É, eu queria saber um pouquinho de vocês. É, é, é, é, é. É a véia do Debbie. Cago, e é, mano? Se liga, hein? Se liga. Vou pegar a ligada de você também, vou pegar lá. Ah, se eu pegar, obrigado, querido.
Eu queria saber de vocês a respeito do Denki. Quem é Denki? Quem é Denki? Denki, Denki. Brincadeira. Ele tava pensando em freirem ainda. Verdade.
Do Denji. Em relação a essa parte dele... Humano, né? Humano, quando fala assim, essa parada dele é apaixonado e tudo mais, que a gente tiver abordado. Se isso já tinha na primeira temporada, como isso era na primeira temporada, e o que vocês acharam disso agora, com esse desenvolvimento, assim, mais específico com uma pessoa só, né? Eu vi também que tem uma relação dele com a outra menina lá, que eu esqueci o nome agora, a Demônio... Power.
Exatamente. A área de outono. Exato. Mas e aí, o que vocês acharam agora disso dele na próxima temporada? E o Dengue nesse quesito aí, especificamente, dessa parte dele afetuosa? Rapaz, é o seguinte. Esse filme, ele tem certos núcleozinhos que vão se repetindo ao longo da obra. Obrigado. Que é muito interessante.
A hidratação é muito importante, gente. Bebe um algo, como a gente tá fazendo aqui agora. Eu acho que o primeiro é essa coisa do Denji, né? O filme começa com ele com um sonho, um sonho que ele nunca lembra. E o Post tá falando, ó, nunca abre essa porta, né? Algo sobre ele mesmo que ele não pode saber ainda, né? Pelo jeito. Sim. É, isso aí. Cadê seu microfone, porra? Não. Cadê seu microfone, cara? O melhor foi eu, bicho. O melhor foi você falando, sei lá o quê. E eu respondendo assim, com o copo.
Aí depois eu troquei, aí eu arreço.
Exato, exato. Essa coisa assim do date também é muito interessante. Eu acho que uma das minhas coisas favoritas do filme é aquele date com a Máquina. Porque... Com cor do cinema, dos filmes. Nossa, muito bom, muito bom. Porque ali pra mim eu tive certeza de algumas coisas. Primeiro é como o Danger sempre fica atento à reação do outro pra poder se posicionar ali. Ele meio que não sabe. Ele fica meio... Ué, a galera riu. Aí ele olha pra Máquina.
Ah, beleza. Pode rir, pode rir. Ele sempre usa ela de referência porque ele mesmo não entende muita coisa ali. E a reação mais natural que ele tem é no último filme lá, que é o filme que mudou a vida da Máquina, que é triste. Que é o que é interessante. É uma cena totalmente fora de contexto. É um pedaço de um filme imaginário.
Mas que parece ser um retorno de casa, assim. Alguém retornando pra casa e sendo abraçado ali, né? Bem-vindo de volta, né? Pra mim pareceu assim. E ele se emociona muito com aquilo que passa aquela ideia de...
Algo ali realmente tocou nele. Essa ideia de ele não tem um lar, ele não tem família. As coisas dele é muito baseadas em experiências, sabores, desejos. É bem primitivozinho, né? Supérfluo pra ele. Essa relação de eu existo nesse mundo. E também essa ideia de que ele e a máquina são mais parecidos. Pra mim, pareceu essa ideia que dá um pouco até de pista sobre a verdadeira natureza da máquina.
Em relação a poderes dela que até tem um certo mistério ainda. De quem ela é. O que ela faz. E essa cena me passou a ser ideia também. Eles são mais parecidos do que a primeira vista parece ser. Isso me deixou curioso pensando já para o futuro da obra também. Perfeito. Alex? É vero. Essa cena do cinema começa de uma forma despretensiosa. Como se fosse tipo...
Quase como uma carinha de enrolação. Certo. E à medida que você vai vendo essas nuances do Denji e da Máquima lá também, você vai vendo que, tipo assim, ok, não é só sobre passagem de tempo. Tem coisas a mais aqui, subentendidas, né? E é como o Rodrigo falou, quando chegar no final, é ler que você realmente vai vendo um pouco mais. Que é como se fosse assim, tipo, ó, essas coisas aqui que pessoas...
que vivem vidas, entre aspas, normais, sentem mais, pra eles dois que vivem uma vida completamente diferente, e ele principalmente que viveu uma vida totalmente disfuncional ali, é uma coisa muito irrelevante. Mas quando traz uma coisa, um sentimento do qual ele conhece, de certa forma, ele sente falta e realmente pega.
E a MacMillan é aquela coisa meio incógnita, né? Ela aparece no início, ela aparece no fim e se você reparar bem as coisas tem sempre aquele que é de tipo assim eu estou te observando é como se ela estivesse presente o filme inteiro sempre no controle você sempre fica aquela sensação de que ela está lá
E tipo, vou deixar pra comentar mais no final, né? Mas aquela cena do final é como se estivesse dizendo assim, ó. Tá aqui, bateu do martelo. É exatamente isso, tá ligado? E... Ela tem essa presença, essa aura de personagem diferente. E na primeira temporada, a gente sempre fica sem entender muito bem o que ela é, o que é que ela faz, até chegar naquele momento lá que ela...
Dobra os bagulhinhos na mão lá depois da cena do trem. Sim, sim. E você fica tipo, caralho. Que isso? O bagulho é foda. É isso, Max. É, não. Bizarro, é bizarro. A mina é insana. Paulo Giorgio. E acho que outro personagem que me chamou muita atenção no filme é o Ranjinho lá.
Sim. Que lua cabeludo. Que lua cabeludo. Que é um personagem curioso. Um personagem que você não sabe muito bem quais são as motivações. Você não sabe quando ele tá falando a verdade, quando ele tá só falando qualquer coisa. Eu não sei quando levar ele a sério, tá ligado? Porque ele passa o filme todo dizendo que quer morrer, que não sei o que, pra lá, e daqui a pouco ele...
Lança Eu gostei muito desse rolê, desse início Dessa parada dos dates, da saída Dele empolgado com o date E tudo mais e tal Porque pra mim, principalmente ao longo do filme também Isso Essa parada de relações Do dele Era a parada que era mais importante pra mim Do que O plot aparentemente positivo de Ah, querem pegar ele aí e tudo mais e tal Qual o motivo, ele é muito importante e tudo mais
Essa pra mim é a parte mais legal, tá legal? Foi a parte que eu fiquei tipo assim, caralho, e aí, velho? Cara, a menina que ele tava, essa dúvida emocional, eu tava totalmente investido na parada do, caralho, e aí, mano, quem você gosta, mano? Você gosta dela, você gosta da outra, e tudo mais e tal. Você teria caído na baita, Marcão? O quê? De...
Não. Os caras fazem as perguntas pra mim que é foda, tá ligado? Eu tava o tempo todo no filme só falando, caralho, você tá me identificando demais com esse personagem, você é muito frio. Tá ligado? Eu achei, pô, que personagem engraçado, velho. Achei legal essas dúvidas, óbvio, tipo assim, dentro da realidade mental dele, mas eu acho que essas dúvidas de sentimentos e tudo mais, ele tem umas palavras que eu achei, caralho, interessante esse pensamento, ele tipo...
relacionando, porra, caralho, isso aí, meu corpo não quer fazer, mas eu falo, tipo, você achei, achei, não é que eu achei uma parada, tipo assim, genial, mas eu achei engraçado isso no anime, assim, eu não esperava isso nesse anime, esse ponto aqui, eu não esperava que ia ver isso aqui, tá ligado? Uma parada tão bem feita de romance. Exato, tá ligado? Bem interessante, dúvidas interessantes, tratadas assim, e aí eu fiquei tipo, pô, isso foi o norte pra mim da obra, porque a partir do momento que ele conhece a outra, a nossa querida Reise,
E eu fiquei, pá, saquei aqui qual vai ser a parada e tudo mais e tal. E onde é que vai estar a problemática da situação? Que legal. Como é que vai ser isso aí? E eu amo que o filme vai disso do início ao fim. Porque realmente a parada é interessante mesmo de se acompanhar. Esse... Nossa senhora. Esse... Esse... Esse lado dele...
Eu jogando basquete. Exato. Os caras muito burros, meu Deus do céu. Esse lado dele emotivo também influenciando essa questão da vida, de querer ou não lutar, de como fazer ou não a luta e também, enfim, em alguns níveis do lado da Reis.
Mas eu gostei muito disso e achei curioso nesse sentido. E aí, claro, o filme também vai tratando outras coisas que eu ia perguntar pra vocês aqui. Mais de um lado de curiosidade. Que talvez tenha alguém assistindo que também não saiba. Mas qual é a parada do Deng? Por que ele é tão importante? Qual é a parada dele assim? E tipo assim, é normal terem outros demônios que vão atrás dele só pra você pontuar na relação a isso? Rapaz, aparentemente ele tem uma coisa especial ali. O que aconteceu com ele é algo diferente. Certo.
E há essa ideia do... O coração dele tem um grande valor. Coração do motosserra. Você não viu a primeira temporada, mas basicamente ele tem um amiguinho, que é o Potita. Que é o demôniozinho. Eu falei, cadê aquela porra ali? E o Potita meio que se torna o coração dele ali. Entendeu? E eles até citam no filme esse poder de regeneração dele muito forte. O demônio normal já teria morrido. Talvez possa ser nessa linha que ele é tão diferente, especial.
Tem uma cena na primeira temporada também no Hotel Infinito que pra gente é só uma cena meio estranha, mas eventualmente se explica mais sobre também. Faz parte do que Alisson me contou um pouquinho ali sobre o motosserra em si. Acaba doidinho pra dar esse pôr aí. Não, não vou falar, obviamente, pra não cagar na cabeça de quem não sabe exatamente o que tá acontecendo. Mas é explicado. Não tá solto. Não é uma coisa só de tipo assim, ah, o poder do protagonismo lá do cara. Tem porquê.
Mano, aquela parada... Ele é diferente. Ele é especial. Toma. Ele é especial. Tem essa ideia de que ele é especial. Tem uma coisa diferente nele ali. Em relação ao próprio demônio e a própria constituição dele ali. Como... Ele é humano, demônio, meio demônio, meio humano. E lembra muito do que ele falou. As pessoas estão atrás do coração do motosserra. Mas e o coração do Denji? Sim, isso é muito massa. Acho que eu me divirto com esse lado dele quando ele tá no motosserra que ele fica... ...
É muito engraçado, muito engraçado. Muito bacana. Perfeito, perfeito. Rodrigo, Alex, tragam o que vocês quiserem trazer aí, meus queridos. Poxa, Rodrigo. Rapaz.
Esse filme, pra mim, o Danger, ele tá muito naquela vibe do Ukiyoha, de Bleach. Sim. Aquela ideia do o que é um coração? Sim. Porque o Danger, ele fica muito sempre atento à reação dos outros, meio que, não, o que é? Vamos ver. Ah, é isso aqui? Tá, é isso aqui. Sim. Eu tenho um coração e aí a máquina... Tem, tá batendo, tem coração. Esse, Turo. Nossa, é uma lindíssima cena. E aí ele vai nessa ideia biológica, né? Como é que o cara não vai cair nesse bait, meu amigo?
Você também, pô. Eu tava no dia seguinte lá também, bonitinho. Essa ideia... Esse, Turo, Turo.
Não, é um músculo, é um órgão, é uma coisa, é uma carne ali. E o Dengue fica nessa procura também de algo metafísico, essa ideia de, não, mas o que é isso? Ele fica até, não, eu tenho um coração. Engraçado isso, que ele faz essa associação de ter um coração com atitudes bondosas. Não, eu doei aqui, porque agora eu sei que eu tenho um coração. Perfeito. E ele faz essas coisas e fica meio que, caraca, que interessante que ele fez essa associação de ter um coração com ser uma boa pessoa. Interessante essa associação que ele faz.
Mas essa procura, o que é um coração? Isso é a diferença. O coração do Denji e o coração do motosserra. Essa coisa que fica sempre entre o que é real e o que é falso. O que é essência e o que é só superficial. O filme faz muito essa discussão, tanto em relação ao Denji, como na própria Reza, sobre o papel que ela está fazendo.
Peraí, quanto disso daqui era manipulação e quanto disso daqui era real? Era só manipulação? Era real? As duas coisas. Assim como o coração do Denji é o do Denji e do motocerro. Perfeito. Ela fica meio perdida, né? Se ela tava só realmente querendo realizar a missão ou se tinha alguma coisa dela realmente envolvida no meio ali.
E, porra, isso é massa, né? É massa. Eu gostei que isso também é bem realmente colocado ali no final mesmo, tá ligado? Porque eu não lhe matei logo, né? E eu amei isso, porque você fica com aquela parada de, não, mano, essa guria aí, ela tá mentindo e tudo mais, mas ela é muito seca ao longo de toda a parte depois da revelação ali. E só no final que tem esse ponto de, tipo, pô, gostei. Achei massa. Achei que legal trouxer isso só no final pra personagem e achei uma profundidade interessante. Prociga, Alex.
Sim. Não, de boa. Tipo, a gente começa inicialmente vendo aquela ceninha da cabine telefônica, dele vomitando a florzinha, não sei o que. E as coisas vão escalando de uma forma, tipo, realmente, se você for parar pra pensar um pouquinho, é meio estranho, né? Porque tudo se encaixa muito fácil, muito rápido. Mas acontece. Mas acontece, claro. Ainda mais pra ele, que é uma pessoa completamente ingênua. Batata das redes. Ingênua, exato. Batata. Ele é totalmente fora do normal.
Então, tipo, pra ele, aquilo ali foi tipo, caralho, mano. Estourei aqui agora. Por que não? Por que não? Por que não? Exato. Por que não? Se eu me encanto rápido, as pessoas também podem se encantar rápido. E parece justo. Não parece justo. Então ele só vai. E aí as coisas começam andando de uma forma genuína pra ele ali. Ela vai ensinando algumas coisas pra ele, né? Tudo mais. Ah.
Vamos embora daqui e vamos pro campo, em outro lugar, sem movimento, viver uma vida nós dois. E tipo isso, a gente vai vendo ali, naquele primeiro momento, é como se ela estivesse realmente manipulando ele por uma coisa... Nossa senhora! Ele é luto! Ele é luto! Isso foi muito pica! Isso foi muito cruco! Isso foi muito cruco, caralho! Ah, se boluto esse meme, ah! Pô!
Então, assim, a gente não sabe de início, né, se ela tá falando sério ou não. Caralho, mais um mesmo, tá, pô. Quebrou o jogo. É, isso aí. I did it. Pra abaixar as calças aí. Legal. Niggas, these niggas are fucking great. Então, assim, acho que chega um momento que nem ela mais sabe se ela tá realmente propondo aquilo de uma forma de, tipo, estou te manipulando ou se, tipo, me ajuda a fugir disso aqui, pelo amor de Deus. Perfeito, perfeito.
E eu acho que essa é a grande camada ali que vai se criando primeiro ao redor da Raze. E o que faz dela uma personagem absurda. E que fez ela também ser muito querida no ano de 2025. Inclusive, fortíssima candidata ali. A personagem feminina, né?
Best Girl da Crunch. E do nosso Camelot. Perfeito, perfeito. Do nosso Camelot. Cara, vamos falar aqui um pouquinho da Raze. Aproveitando que teve essa deixa aí de... Bora. De Alexandre. Que personagem legal. Gostei muito da dinâmica dela ali. Tipo assim, após a dinâmica inicial ali deles, como o Alex apresentou. Quando eles já estão juntos ali, sei lá, na terceira, quarta vez que o... O DG tá indo lá. O maluco foi a semana toda. Exato. Ela cuida ruim.
Achei muito massa o rolê dela do date ali em cima. Aí você falou das coisas que você cairia. Se eu olhar esse date na escola abandonada, pra mim já seria um opa. Talvez eu não vou na área. Do que ele vai se preocupar? Se transforma no demônio em motocelmo. Perfeito, ok? Esse é o ponto. Foda-se, ele também foda. Exatamente, exatamente. Nesse ponto eu concordo com você. Como não? Como dizer não? Mas achei muito massa esses questionamentos que ela fez, que ela começa a fazer e que tem a ver com essa questão dessa vida deles e que é revelado pela internet no final também.
Isso de, não, mas você não acha isso errado, não? De você, pô, não ir pra escola, você tá sendo obrigado a trabalhar. Não, você não repense isso, não. E eu acho que é muito massa como essa pergunta volta...
Ali no final, né? Tipo, sobre esse ponto e tudo mais e tal. E no meio também, nessa virada do outro. Tipo, sei aí. Você iria? Ele, não, não. Acho que eu quero ficar lá mesmo de boa e tudo mais. Não me parece uma parada que... Sabendo do sentimento dela no final, como se fosse um teste dela interno de... Pô, se ele falar que topa fazer isso, eu vou com ele. Tá ligado? Fica aparecendo pra casa. Fica aparecendo muito isso, tá ligado? E no final ele fala, mas aí ela tipo... Não, mano.
A partir do momento que ela já expôs, já fez todas as graças, ela meio que não tem mais condição de eu... E eu achei isso muito bonitinho. Isso pra mim é uma parada que volta nessa questão de personagem e dessa questão cinematográfica que o filme tem, que o Rodrigo colocou no início. Que são pontos que aprendem daqui uma coisa, desenvolvem um pouquinho isso aqui e depois concluem. E eu acho esse arco dela nesse ponto é muito legal, porque ela tá o tempo todo sendo aquela pessoa de que eu estou colocando coisas em você aqui que são coisas minhas. Eu tô só impondo em você coisas minhas aqui, mas que...
Eu quero vivenciar ao mesmo tempo que eu quero ter alguém junto pra estar comigo fazendo isso. E esse alguém ser você. Então eu achei isso muito massa, essa dinâmica deles. E desses lados dela internos, desses problemas que ela tem. Como ela coloca pra fora do filme. O que vocês acharam da Raising mais além disso? Uma coisa colocada com força no filme é essa ideia do verdadeiro e falso. O que é verdadeiro, o que é falso. E que em certa medida...
O maioral aqui E aí, bora falar do quarteto fantástico E Ted Poo Aí não, aí não Pode passar, pode passar Fica aí na bananinha Na zona da obediência Da supernã Na zona de conforto Da obediência da supernã Consiga, digamos
Essa coisa do... De certo ponto de vista, a mentira tem um valor também assim, né? De que por mais que ela estivesse manipulando, ela tava mostrando algo dela ali ao mesmo tempo. Sim, sim. Porque ela manipulava de um certo jeito. E a gente vai entendendo que não, ela tá... A cena da piscina ali, que ela manda ele pular, pra mim ela foi real oficial ali, velho.
E ela gostando dele mesmo. Não necessariamente gostando, mas tipo, velho... Eu quero te ensinar. Que é o que ele fala. Ah, não, mas você me ensinou a nadar. Sim. Que ela fala, velho, eu tentei te matar, etc, etc. E você ainda quer, se eu fugir comigo, ele... Não é, mas você me ensinou a nadar. Assim como ela ensinou ele a lutar também. Dizendo que, ó, eu vou lhe ensinar como é que a gente luta. Sim, sim, perfeito. Então, tem essa coisa meio de áreas de professora, né? Nela ali também.
Que é colocado de forma literal, além daquela cena inicial. Na escola, né? Ela, dois mais dois. Perfeito, perfeito. E é o tempo todo. Mas isso é uma parada que realmente, desde os primeiros contatos deles juntos, é que ela realmente tem esse tom de guia. E é perfeito, Rodrigo. E ao mesmo tempo, ela tá na mesma que ele. Exato. Eu também queria ir pra escola. Sim. Eu também não fui pra escola.
Mas acho que é aquela função de saber quando você é uma pessoa que viveu algo que você viveu e tudo mais e tal. E que não necessariamente você esteja curado ou você esteja totalmente tranquilo em relação àquilo. Mas você consegue aconselhar melhor perante essas situações. Sim, sim. Acho que dá essa pegada, sim. Tem duas referências que eles colocam no filme que, pra mim, mata muito essa questão de será que ela gostava dele, será que ela não gostava.
Mas vou deixar pra falar um pouco mais depois. Ok. Perfeito, perfeito. Diga, Alex.
Eu acho que ela constrói muito bem realmente essa personalidade que o Rodrigo falou de ser um guia. E acho que realmente é a parte da escola que começa tudo a...
Descarrilhar pro outro lado, né? Que até aquela cena que eles estão na sala de aula, que eles estão secando, começa a chover e tudo mais. Ela tá bem nesse modelinho de tipo, ó, tô aqui pra orientar, etc, etc. E aí quando ela sai pra ir no banheiro, começa a rolar toda aquela parte da tempestade. Sim. E a partir daí, não só pra obra, mas como pra gente também, né? Fica escancarado ali que tipo, ó, não é tão simplório quanto você tá imaginando aí. E ela começa a cantar depois a musiquinha da Jenny Do, né?
Que é tipo um Zé Ninguém Tipo o John sem nome lá É tipo a Maria sem nome, vamos dizer assim E como ela é uma espiã Que fica deitulada na obra Você também começa a conectar coisas diferentes Em relação a Jenny Do
E é muito interessante isso porque ela é programada para ser uma casca vazia para enchida daquilo que o governo deles lá querem que se preencha. Então se ela vai ter que ser uma menininha que trabalha na cafeteria e vai enrolar quem ela precisar para conseguir o objetivo dela da missão, ela vai fazer. E a senhora teria que fazer outra coisa se fosse uma outra situação. Então, tipo, quem é ela?
Não importa. Exato. E ela é isso. Ela é a Janie Dew. Ela tá ali pra fazer, pra ser quem precisa ser. Mas ao mesmo tempo, ela não consegue totalmente ser a Janie Dew. Ela também é ela. E isso é mostrado de formas muito interessantes aí, como vocês já citaram aí também. Dela guiando ele, chamando ele pra morar no isolado lá no interior, não sei o que. Dela, eventualmente, não querendo destruir mais o Danger ali naquela parte, depois que eles caem na água e tudo mais.
E eu acho que... Muito foda. E eu acho que isso é a Raze que a gente conhece no filme, né? Esse entrelaçado de coisas que eu gostaria de ser, com coisas que querem que eu seja, com o que eu realmente sou aqui atualmente. E ela é uma personagem, véi, muito foda. Só aparece durante esse filme, pelo menos até então no que eu sei da obra.
E... Não, não, não, não. Eu realmente não sei se ela aparece depois. Felizmente... Se ele souber, ele teria contado já. Felizmente, eu não sei mesmo. Pra mim, eu só sei o que rolou até aí. Permaneço assim. Amém.
Então assim, por mim ela volta, que eu gostei pra caralho da personagem, é muito da hora. Me parece que ela... Pô, mas é isso, eu não sei não também. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Agora, vocês querem comentar alguma coisa relacionada à batalha? Porque... Maneiro. É isso, eu acho isso, porque eu acho que não tem muito o que a aceitar. Se Sharknado fosse bom. É incrível, é incrível. Se Sharknado fosse bom.
no comentário. Como assim cheque não é bom? Eu não tinha pensado nisso, eu não tinha pensado nisso. Seria tempo aquilo ali. Perfeito, perfeito, perfeito.
A batalha é muito legal. Eu sempre vou fazer uma metade aqui. Você falou que o filme tem uma resenha muito tranquila e muito imersiva também. Me lembra muito essa última temporada de Jujutsu. Muito essa... Se vocês não viram a cena do Itadori com o cara lá que a gente já financiou mais cedo aqui. Lá na sala das TVs e tudo mais de monitoramento. É a vibe desse filme. Totalmente vibe desse filme.
Mas assim, a ação realmente é muito legal. Muito legal mesmo, gostei. Só que é isso. Ao mesmo momento que começa a ação, pra mim, eu vou dizer realmente que talvez isso seja um pouco do ponto negativo pra mim do filme. É que tudo isso que a gente tava falando, ele morre muito na ação.
Na minha opinião. Eu não acho que isso é tão bem trabalhado na ação em alguns momentos. Eu fiquei tipo assim, ela tá ali presente e tudo mais, eu não tô dizendo que isso não tá. Tem falas como o Alex comentou. Pô, aí o que tá no coração do Dey e tudo mais e tal. Mas pra mim, fica... Eu senti mais falta disso em alguns momentos. Pra mim, virou uma parada de, mano, corre, corre, corre, todo mundo envolvendo ali, ela é muito perigosa e tudo mais. Não sei. Eu senti um pouco mais essa profundidade. Ainda é um show, né?
É, tá ligado? Acho que essa parada que a gente está sendo construída, parece que tem um momento que ela sai pra a ação acontecer, a ação acontece e aí ela volta na partilha da ação. E acho que, não sei, na minha visão, no meu sentimento de sentimento, acho que não sei se precisava fazer isso. Dá pra dar mais presente.
Rapaz, a sensação que eu tive Nessa parte da batalha É que, meu irmão A Azula contra o time Avatar Chegou a mestra aqui Que sabe o que tá fazendo E detonou todo mundo Então eu gostei desse tom meio maluco Que ficou na luta também Meu Deus, como ela é perigosa Puta que pariu Puxou o pino e fudeu Muita apelação
Matou a galera da Pagana. É importante. Perfeito. E o Aki naquilo ali meio que eu tenho uma espadinha. E o Sharingan. Ficou legal. Acho que ficou incrível. E foi um modo ali também de desenvolver um pouquinho essa coisa do anjo com o Aki ali também. Não toque em mim não.
E essa coisa do Dengiel Com o tubarãozinho lá Acho que ficou legal Pra mim não piora o filme Mas de fato é a parte que menos me interessou O resto do filme é muito mais legal É como se a luta fosse o respiro Tem que ter Tem que ter Episódio 9, Game of Thrones É a batalha Perfeito
Mas é isso, é isso. Eu gostei. No geral, eu gostei. Foi um primeiro contato interessante. Acho que eu vi a primeira temporada a respeito disso, mas foi algo muito bacana de ter visto e, realmente, eu entendo o quanto o Rodrigo estava falando bem nesse filme, porque eu falei, caraca, que interessante. A propaganda do cara é pra Marcos que eu fiz isso aí. Eu tava falando, viu, Rodrigo? Tá bom.
Meu filho, assista, você vai gostar, meu irmão Assista Até hoje, já sabia que ia gravar hoje Mas hoje ele ainda tava falando bem do filme no grupo Pois é, exatamente Eu vi o metade do filme Esse bicho aí também Presta atenção aí Que talvez eu mostre um momento que tem um jogador que se machuca Tomando um drible, velho É sério? É o que eu marquei pra você no Twitter O cara se machuca tomando um drible, foda pra caralho É muito bom, pô Desmoralizante, moralizante
Mas é isso. Mais alguma coisa que vocês querem acrescentar? Rodrigo Cardoso. As duas referências. Referência. As duas referências. No filme tem uma bem explícita que eles ficam citando muito essa coisa do rato de campo e rato de cidade. Sim, perfeito, perfeito.
E o filme é um pouco disso também, quando essa coisa do coração do Denji, quem o Denji é, a identidade. O Denji parece não saber ainda muito bem que tipo de rato ele é. Se ele é o da cidade, que gosta daquelas coisas, meu Deus, sabores, mas é o perigo constante ali. E o do campo, que é mais tranquilinho. No final das contas, a Arese queria ser do campo. Exato. E é isso que destrói ela também. Sim. Se ela tivesse vazada ali, tava de boa. A máquina é da cidade. Sim.
Os ratos têm essa coisa de praga também, né? Assim, essa coisa toda. E se relaciona com outra referência que aparece bem rápido no filme, quando eles chegam na escola à noite, aparece rapidamente um quadro assim. E esse quadro é uma pintura de um conto assim grego, uma coisa assim, que é Daphnis e Chloe, que são dois bebês abandonados, que eles são adotados um por um pastor, outro por um agricultor, e vão crescendo.
Se apaixonam e aí o Daphne se fode todo, tem um monte de desventura, é sequestrado por piratas, quase estuprado por um Beybon. Mas no final das contas, eles ficam juntos e vivem no campo. Que é o que não acontece com a Dengi e a Reze. Perfeito. Mas era o que eles queriam, né? Perfeito, perfeito. Que pena. Maneiro, maneiro. Bota um detalhe isso aí. Muito bacana, muito bacana.
Alex, você tem alguma coisa a comentar? Ou você não tem esse conhecimento tão profundo que nem o Rodrigo tem? Não me aprofundei nesse ponto aí, não. Aí gostou. Mas se serve, se serve pra você quando você vai assistir, lembre de assistir todas as endes que são diferentes. Perfeito, perfeito, perfeito. É isso, é isso, galera. Espero que o senhor goste desse maravilhoso podcast. Certinho, finalizamos aqui mais um podcastzinho com vocês, meus queridos.
E claro, lembrando pra você, não se esqueça de ir lá no Apoia e se tornar um apoiador do milênio muito importante.
Pra gente compartilhar esse outro episódio com um amiguinho, com uma amiguinha. Tudo mais? Alex Guerra, muito obrigado, meu querido. Valeu, bebê. Isso. Até a próxima. Rodrigo Cardoso, muito obrigado, meu querido. Muito obrigado. É isso. Valeu, até a próxima. Falou!