#219 - Somos adultos que amam brinquedos
Episódios novos toda sexta-feira, 00h. Comente o que achou do episódio ou mande um recado para a gente diretamente no Spotify!
Apoie o Divã da Diva e tenha um episódio a mais, exclusivo, no Divã da Diva para Íntimos!
Apoia-se: https://apoia.se/divadepressao
- Hobbies adultos vistos como infantisBrinquedos como decoração · Memórias afetivas ligadas a brinquedos · Brinquedos antigos e vintage · Mercado de colecionáveis · Monster High · Barbie · Funko Pop · LEGO
- Toy Story 4Jessie como protagonista · Introdução da tecnologia · Interação infantil com tecnologia · Importância do brinquedo para imaginação e criatividade · Toy Story 4 · Woody · Buzz Lightyear · Betty
- Memórias de infânciaBrinquedos marcantes da infância · Brinquedos de terror · Bonecos de ação · Pelúcias · Chucky · Cavaleiros do Zodíaco · Kinder Ovo · Baby da Família Dinossauro
- O Papel dos Parques e Brinquedos FísicosProtagonismo feminino em brinquedos · Diversidade de corpos em bonecas · Brinquedos para todos os gêneros · Mães de Reborn · Barbie · Monster High · Suzy · Bratz
- Objetos amaldiçoados e museus sobrenaturaisBonecos de terror como colecionáveis · Chucky · Annabelle · Killer Klowns from Outer Space
- Vínculos afetivos com objetosImportância de passar brinquedos adiante · Memórias afetivas e apego a brinquedos · Doação de brinquedos para crianças · Toy Story 3
- Direitos LGBTQIA+Brinquedos como forma de expressão · Representatividade LGBTQIA+ em brinquedos · Monster High · Shun (Cavaleiros do Zodíaco)
Olá, divos e divas! Tá começando agora mais um episódio do Divã da Diva, podcast oficial do Diva Depressão. Eu sou o Edu.
E eu sou o Felipe.
E a gente ama brinquedos! Acho que já deu pra perceber, né, gente. Vocês que acompanham aí os vídeos, né, os stories, nossa vida ao longo dos anos. A gente tem muito brinquedo em casa. Muito, muito, muito brinquedo. A gente tem praticamente uma coleção de brinquedos variados aí. Desde brinquedos mais antigos até brinquedos mais novos. Brinquedos de filmes, brinquedos que também não são brinquedos. Necessariamente, né, mas aquelas toy arts ali de enfeite e tudo mais.
E é isso, o episódio de hoje é sobre amar brinquedos. Porque vimos Toy Story 5, né, amor?
É, acho que esse é o principal gancho, né. Acho que Toy Story é um filme que, né, tem várias coisas que dá pra ser tirada ali, né. Várias lições são tiradas do Toy Story, né.
Até porque acho que como tem 5 filmes meio que cada um deles tem uma...
Aborda alguma coisa. Aborda alguma coisa.
É. E também, gente, o Toy Story existe desde 93, 94. Então muitas gerações pegaram Toy Story, né.
Sim, muitas gerações pegaram Toy Story. E é um desenho onde os brinquedos são protagonistas, né.
Ai, gente, eu acho incrível. Pra mim é o melhor desenho da Pixar, assim, disparado, sabe.
E assistindo agora esse quinto, né, o MOT é meio que sobre a introdução da tecnologia também, né.
Que já poderia ter sido a história do 4.
Poderia.
Porque já tava em alta as telas no 4 ali, né.
Mas assistindo ele agora, né, inclusive eu assim, quebrei muita cara, tá. Porque eu tava com um pré-julgamento muito grande.
Eu também tava, porque eu me decepcionei muito com o 4.
Me decepcionei. E o trailer também não me trouxe muito. Mas já entendi que ultimamente os trailers, eles não tão... Sei lá, será que mudou-se a forma de fazer trailer? Porque pra mim eles não tão... Entregando tanto, né. Mas em paralelo, também acho que foi uma estratégia. Estratégia pra talvez não afastar os fãs clássicos do Toy Story. Porque a grande protagonista desse filme é a Jessie.
Ai, eu amo a Jessie, gente!
E não que ela não tenha brilhado, né. Acho que o 2, ela também é grande destaque, né, que ela aparece ali.
É, o 2 é quando ela surge e ela convence o Woody de ficar ali na exposição, ir pra exposição, né.
Isso. E aí, acho que no 4, nem lembro exatamente dela muito. Foi muito sobre o Woody, eu acho, o 4, né.
É, porque como o 4 é o Woody indo embora, né, toda a história dele indo embora.
Eu entendo. E confesso que eu até senti um pouco dessa falta. Porque, poxa, ela é uma... Pra mim, ela foi a protagonista mulher, né, ali do elenco, né, quando ela entrou. Já que a boneca lá antiga de porcelana, né, a Betty, meio que voltou no outro, né. Mas ficou meio perdido nessa história. Sim. E aí, acho que no trailer eles talvez não quiseram mostrar tanto quanto a Jessie realmente é a protagonista desse filme. Com medo, sei lá, de fanbase antiga, talvez.
Inclusive, já vi alguns comentários assim nas redes de: "Ai, não é sobre o Woody, não é sobre o Buzz." muita coisa sobre a Jessie. Mas poxa, isso que é o legal, né, trazer ali, né, outros brinquedos.
Até o Buzz, se for ver, ele ficou bem apagado nesse. Não vou dar muito spoiler não, tá, gente?
É, não, acho que ele tem uma importância, né?
Ele tem uma importância.
Mas é mais sobre a Jessie.
É mais sobre a Jessie. Aliás, é total sobre a Jessie, sim, né. É muito sobre ela, sobre o passado dela, sobre a antiga dona dela que abandona ela. Que é uma história bem triste lá no filme 2, né.
E... E fala sobre vida, né, sobre vivência, né. Justamente por trazer essa trajetória da Jessie, que é um brinquedo antigo, né. Ela brincou com várias pessoas durante a vida dela, né. E aí tem a tecnologia que é introduzida. Mas é introduzida de uma forma assim, não só do tablet. Mas também como as crianças também interagem com essa tecnologia.
E a gente realmente sabe que tá desse jeito. A gente vê as crianças à nossa volta, né.
Mas não só com a tecnologia. Mas como elas interagem com as outras crianças através da tecnologia. Sim. E ele traz muito a reflexão reflexão do quanto o brinquedo também é algo que é importante, né, para imaginação da criança, para desenvolver criatividade. Sim, que eu acho que é uma coisa que em todos eles tentam trazer, mas acho que até um pouco além. Ele também é uma peça de interação para que a criança interaja com outras crianças, porque eu acho que esse é um grande mote desse último filme, é como as crianças interagem com as outras e como a tecnologia às vezes prejudica essa interação.
Sim, mas os brinquedos antigos antigos.
E também, né, vocês vão assistir o filme, provavelmente, né, gente?
É maravilhoso, vale muito a pena.
Como também dá para se usar tecnologia de uma outra forma também, não só de uma forma negativa, né? Mas é isso, acho que a gente também esquece o quanto o brinquedo também é uma ferramenta de se conectar com outras pessoas na infância, né? Poxa, desde você emprestar seus bonequinhos ou você levar seu boneco para brincar com os outros bonecos, as outras pessoas.
Eu tive uma infância muito assim, da gente brincar com os bonecos, a gente brincava muito com boneco assim.
E aí E aí, você juntava assim, os bonecos dos outros.
Aí, cria-se uma história. E tem muito isso no filme, né, deles criarem as histórias. Já tinha com o Andy também, sempre teve. O Andy sempre criou aquelas narrativas com os bonecos, né.
Mas você para pra pensar, pelo menos eu lembrando agora, o Andy era muito de brincar sozinho.
Era ele brincando com os bonecos. Não aparecia ele com os amigos.
Então, o legal desse é que traz isso.
A importância de ter amigos, né.
Como o brinquedo gera também essa interação também com outras crianças.
Não só ali o imaginativo da própria.
Propria. Mas também é um objeto que pode ser usado pra criar relações. Que eu acho que é isso, na infância tem esse fator. E na vida adulta, eu acho que também isso meio que sai, né. O brinquedo conecta também com outras pessoas.
A gente tem toda uma história com brinquedos, eu também tenho. Acho que talvez até mais eu do que o Fih. Acho que o Fih é mais tranquilo com isso, mas... Não. Não?
Acho que não.
A gente vai falar sobre nossos brinquedos aqui de infância, tudo. A gente nunca fez um episódio assim, né. Tô ansioso pra poder falar de brinquedos. É... eu não vou me aprofundar tanto em Toy Story, porque é isso, acho que vocês ainda vão assistir, não quero dar muito spoiler.
É, tá muito fresco, né, ainda acabou de sair.
Mas eu quero rankear os filmes do Toy Story antes de começar a falar dos meus brinquedos. Vamos rankear?
Nossa!
Qual que a gente gosta mais?
Mas não é melhor rankear no final?
Rankear no final Toy Story? Ou não? Ah... não, é porque a gente encerra o tópico Toy Story aqui e fala dos brinquedos e lê as histórias das pessoas.
Tá bom, beleza.
Ó, o meu favorito é o 2. Então, pra mim, o 2 é o melhor. Aí depois vem o 3. Depois vem o 1. Aí vem o 5, pra mim, agora. E depois vem o 4, pra mim, é o pior. Certo. Então, o 5, pra mim, ele é top 5. Aham. Aliás, ele é top 4. Ele é o 4º filme melhor pra mim, esse que a gente viu.
É, eu não tenho tanta memória de todos eles, das histórias.
A gente podia tanto ver o 2 de novo qualquer dia, né, amor? Podemos. Eu lembro que o...
O primeiro é sobre a chegada do Woody.
A chegada do Buzz.
Do Buzz, do Buzz.
É, que é um brinquedo tecnológico.
Que é um brinquedo tecnológico.
Que assusta todos eles, né.
Isso que é o legal. Nesse, ele também aborda um pouco do que, de certo modo, a gente já viu em outros. Que é a chegada da tecnologia. Mas é isso, né. Hoje é um tablet, né. Que até o Woody, tem no trailer até essa parte que ele fala que a tecnologia não é mais uma questão de apenas brincadeira. Ela está na vida das pessoas, independente do rolê, né. Aí, até remete um pouco do primeiro. Poxa, o Buzz chegou já como um brinquedo. Que meio que anulava os outros.
O mote muito do primeiro é que o Woody é o brinquedo favorito. Aí o Buzz passa a ser o brinquedo favorito, sabe? Esse é o mote do primeiro.
Porque ele é novo. E aí, nesse, tem outros personagens que surgem que também meio que chegam...
Eles passaram por isso também, né.
Eles passaram, mas eles passaram e já também foram descartados, né.
É, eles tiveram uma vida útil muito curta.
Muito curta, porque são tecnologias ali. Ai, é muito legal, muito legal. Gosto muito desse primeiro. Se eu for rankear, o terceiro pra mim é muito marcante, é muito emocionante.
Que é o do— pra mim é o mais emocionante, é o terceiro também.
Eu colocaria ele no meu primeiro lugar, aí colocaria o primeiro em segundo.
Ah, pra você o primeiro é melhor que o dois?
Eu acho que eu colocaria o dois em segundo.
Ai, o dois é maravilhoso, gente.
Porque eu acho muito legal o rolê do dois, de justamente— é isso, o primeiro é sobre o buzz chegar e o outro já é sobre traz até um pouco do tema do podcast, que traz o rolê do colecionar, né. É um colecionador que tem...
E o 2, eu lembro que eu gostei, ele me impressionou muito. Porque é quando os brinquedos saem da casa, eles vão muito longe.
Eles vão pra outros lugares.
É o primeiro que acontece, eles vão pra muito longe. Que eles vão resgatar o Woody, né. Que o Woody é levado por um colecionador.
Então eu acho isso muito legal.
Ai, gente, quando eles entram naquela loja de brinquedo... Ai, eu acho muito divertido. Eu acho que todas as piadas funcionam muito. Ele é muito engraçado o tempo inteiro, o 2. Muito bom.
E é muito bom, porque acho que lá nesse também tem um rolê de que tem alguns deles que nunca brincaram, né. Porque eles sempre ficaram na caixa.
Sim, tanto que ele convence a Jessi a ir embora com ele, né, o Woody.
Eu entendo as pessoas que não tiram da caixa, né. Mas ao mesmo tempo, eu não entendo.
Mas a gente tem coisas dentro da caixa ainda. Aquela Sakura tá na caixa.
Mas eu quero tirar ela esse ano, já tô pensando nisso aqui. Já tá pensando? É isso, né? Quando sobre o brinquedo, é também sobre você tocar nele, você interagir. Por mais que você não vá depois, principalmente quando a gente é adulto, você não vai brincar com ele exatamente, mas acho que você quer tocar, você quer sentir, você quer deixar ele— a gente, né, decora muito com os nossos brinquedos assim as coisas. Então às vezes eu quero mudar a posição que ele tá no lugar, eu quero deixar ele meio que sente pertencente ali ao ambiente.
Então eu lembro que eu gosto muito disso do segundo. Acho que eu colocaria o segundo em segundo, aí o terceiro em primeiro. Aí agora colocaria esse 5. Eu gostei muito dele, achei muito legal. Porque acho que ele é muito pertinente ao momento. No fim, é isso. Eu acho que casou muito bem. Acho que a tecnologia poderia ter sido abordada antes. Mas acho que ele vem num momento também muito bom, também. É um pouco também sobre redes sociais, sabe?
Ele tá meio que inserido ali. E acho que a forma que foi contada, trazendo a Jess nesse destaque, achei muito fofo. Eu sentia muita falta do Bala no Alvo. Bala no Alvo, né, o cavalinho.
Bala no Alvo.
De ter um destaque dele nos últimos...
O Bala no Alvo tem bastante destaque no 2.
Sim.
No 3 ele também tem ali no Sunnyside, mas agora ele volta a ter.
É, eu sinto que ele volta a ter isso.
Porque agora ele é o cavalo da Jess, né. Ele era o cavalo do Udge.
É, eu vi gente reclamando. Humano, que era do Woody, o cavalo.
É, eu sou apaixonada pelo Woody. E pra mim, o 4, o que acontece com ele no 4 me quebrou muito, assim. Eu não tenho mais esse encanto todo, você acredita?
Mas nesse eu acho legal.
Eu acho legal, deram uma função.
Você entende o porquê.
Deram uma função, mas eu achei muito tapa-buraco, assim, sabe? Porque eu já vi também na internet, não sei se é verdade, que não era nem pra ter ele.
O Woody?
É. Só que aí os executivos obrigaram a ter por conta do gancho e tudo mais. Então eu preferia que nem tivesse tido. Porque eu fiquei com uma raiva no 4, gente.
Amor, eu acho que as pessoas iam criticar muito.
Mas eu achei lindo o protagonista. Eu acho que se tiverem novos filmes, é muito legal que agora a Jessie seja a principal, entendeu?
É, eu vou além. Eu acho que... Vi algumas pessoas reclamando. E acho que o próximo, caso tenha, é falar sobre os outros brinquedos, né. Que sempre fizeram parte da franquia, né. O Slink, o Senhor e a Senhora Cabeça de Batata, o Rex, né. O Rex tem um destaque até maior. Ele tem, acho que no quarto, né, que ele encontra os outros dinossaurinhos. Ele até que tem um brilho maior ali, eu acho.
É, não, é no 3 que ele reencontra os dinossauros. É porque ele faz amizade com os dinossauros do orfanato lá, da creche. E aí ele conhece aquela que fica na internet. É muito, gente, é muito legal. Aliás, aquelas que ficam na internet é da Bonnie.
É verdade.
E aí ele faz contato com elas pelo computador. Ai, gente, eu adoro. O Rex pra mim é um dos melhores também.
Então, vi algumas pessoas: "Poxa, nesse e os outros brinquedos que tinha." que tinham mais destaque nos outros não apareceram tanto. Quem sabe num próximo a gente talvez possa, né, ter eles mais. Mas gostaria também da Jessi ali, né, porque ela meio que virou a xerife ali, né. Então gostei muito desse último, colocaria. E por último, eu colocaria o quarto, né, que é o do Garfinho. Entendo o rolê do Garfinho, acho uma coisa legal de se trazer, porque é um brinquedo que é criado, né, não é um brinquedo brinquedo comprado assim, né?
Não é um boneco de uma loja. O Garfinho meio que ele é uma criação da imaginação. Eu detesto. Eu acho legal.
Eu acho legal.
Porque se eu paro para pensar na minha infância, eu brincava, sei lá, às vezes eu cortava um papel e fazia um brinquedo.
Não, eu assim, eu detesto o Garfo. Eu acho que faz sentido, só que eu achei que ele teve um protagonismo absurdo no filme 4 que não precisava, porque a menina fica enlouquecida por ele por causa não faz nada. O Woody se esguela por causa de um gato. Ai, eu quero, ai, enfim, não vou entrar nessa seara.
Principalmente pensando que, poxa, a tecnologia tá muito em alta, pô, ela não ia se empolgar mais com uma outra tecnologia ali? Não sei, né? Mas gostei dele nesse último, acho que ele ficou divertido junto com a esposa dele, que é muito engraçada.
Então, é, não, aí eu achei que agora ele tomou o lugar dele, que é de coadjuvante mesmo, sabe? Mas aprendi a Precisar um pouco mais, mas assim, assistam, gente, assistam os 5, é muito bom, vale muito a pena. Eu acho que ele, para mim, ele entra nesses 2 melhores, mas para mim o primeiro filme ainda é melhor que esse. Não acho que os 5 supera o primeiro, entendeu? De lá de 94, sabe? Ah não, esse último não, acho que ele só é um mais, ele só é um filme que também é bem legal. Eu acho ele muito bom, só que ele não É um dos melhores, o melhor, né.
E acho que ele traz novidades pra franquia, né. Vi até também tweets falando, né: "Ah, ele não é lacrador". Tem um tweet viralizado que é assim: "Ah, ele não é lacrador, mas traz muito protagonismo feminino". Aí eu falo: "Pô, mas isso, de certo modo, é algo ainda lacrador de se trazer, né". Querendo ou não, trazer um protagonismo feminino. Ele é bem... Não que seja sobre isso, sabe. Mas ele traz, então acho que é... E traz de uma maneira muito assim...
Uma coisa assim leve. Então acho muito legal. A gente assistiu o filme numa sessão que tava meio vazia. E tinha um grupo de meninos que eu acho que deviam ter uns 10, 11 anos.
Eu senti que os pais deixaram eles entrarem sozinhos na sala. Tipo, eram 5, 6 meninos assim, eles foram juntos assistir o filme.
E aí eles estavam meio badernando, falando alto, não sei o quê.
Eu tava tão irritada, gente.
Gente irritada. Aí eles andavam de um lugar pro outro, sentavam em outro lugar. Só que aí, depois a gente foi prestar atenção no que eles estavam falando, eles estavam torcendo.
"Ah, o brinquedo, menina, não sei o quê." E aí, no fim, eu achei tão bonitinho que ele virou e falou assim: "Gente, vamos bater palma pra esse filme." É muito bom! E ninguém bateu. Aí eu e o Fih, a gente bateu. "Ah, ele tá vendo? Eles são legais!" Aí eu fiquei morrendo de dó. Aí eu já fiquei com dó dos meninos, sabe?
Porque eles estavam torcendo ali pelo filme.
Eu achei que eles estavam aloprando o filme, mas eles estavam gostando.
Porque eram todos meninos, eu pensei: "Ah, às vezes eles estão encrencando." Porque não tem ali, né. Era mais... é isso.
É uma boneca, né, gente.
É uma boneca.
É uma boneca o tempo todo em evidência, né. Tem coisas de romance ali no meio.
É meio, né?
Sim, mas gente, mas também assim, gente, a parte dos Buzz pra mim é um destaque, tá? Os Buzz...
É meio um surto.
Quando a gente viu, mas quando a gente... Porque assim, o Buzz ele é um brinquedo que todo ano ele se atualiza. Ele chega no primeiro filme como um brinquedo tecnológico. Aí no segundo filme ele tem aquele cinturão, não sei se vocês lembram. Aí acho que no terceiro não tem nenhuma novidade sobre ele.
Não, que ele fala espanhol.
É, que tem como você mudar a linguagem atrás, né? Aí acho que o 4 não tem nada dele assim.
O quarto, eu acho que o Buzz, ele não tem grande destaque. Acho que ele é meio apagado.
E aí, eu percebo que nesse também tem um Buzz. Não vou contar do jeito que ele tá, porque foi um choque, foi um plot, assim, pra mim, o jeito que ele tá atualizado.
É muito bom.
Ele tem uma atualização de wireless, logo no começo mostra, assim, que eles se conectam um com o outro, né. Eles se conectam, eles se conectam através do wi-fi, assim, tal. E aí, tem um plot também de uma outra coisa. Aí, eu percebo que é o próprio mercado tentando atualizar o Buzz pra que ele continue vendendo.
"Então isso é muito legal também, né?" Acho que é, mas ao mesmo tempo se explica o porquê depois. Isso! Tem um mote do filme.
Que é uma coisa muito legal, gente. Só de lembrar assim, eu dou risada sozinho. E pra mim essa foi uma das coisas mais legais do filme, você acredita?
Foi! Foi!
Eu achei isso muito Toy Story clássico, o que acontece ali, sabe?
Tem uma mensagem da Jessie que é muito legal, que eu acho que é muito...
Mas eu não fiquei emocionado como falaram que a gente ia ficar. Ah, e tem a cena mais emocionante da franquia, eu não achei?
Eu acho que depende muito. Porque acho que a gente talvez não tenha passado por essa situação que tem. Mas eu acho que tem algumas pessoas que talvez tenham passado em questão, assim, principalmente de pai e filho. Acho que tem um lance assim, talvez, né. Não dá pra gente falar muito, pra não dar o spoiler.
Não, não vamos falar não, deixa o povo assistir.
Acho que traz uma conexão. Uma reflexão muito bonita, que acho que vai tocar algumas pessoas. Mas eu acho que o principal impacto é o quanto realmente o brinquedo pode marcar a vida de uma pessoa, sabe? O quanto o brinquedo pode significar muito, né. A gente sempre fala que um grande clássico, eu acho, né, da gente que é gay é brincar com as bonecas de outras pessoas.
Ai, a gente não podia, né. Tinha até vergonha.
Porque é uma vergonha, é um medo, né. E ao mesmo tempo, a gente... É isso, a gente não consegue se segurar. Porque brincar é uma coisa natural, né, de qualquer criança. E seja o que for, seja um garfinho feito por um papel, que você cria, né. Às vezes é isso, eu não podia brincar com uma boneca. Mas sei lá, eu pegava ali uma... Eu pegava um boneco e fazia uma roupinha de papel pra fingir que era um vestido. Ou pegava ali uma coisa de cozinha pra fingir que era um...
Um boneco, alguma coisa, sabe? Então é meio que... é isso, né? Se não fosse uma boneca, eu poderia pegar qualquer outra coisa. Por isso que eu acho legal do Garfinho, de certo modo. Que você monta ali, né? Exatamente, sobre o boneco. Tanto que quando tem as imagens de imaginação, eles se transformam em outras coisas, né?
É muito legal, gente. Ai, eu gostei muito de como ele simula. Evoluíram as brincadeiras nesse novo filme.
Ai, gente, é muito fofo.
É muito fofo. Sabe? Porque antigamente era só o Andy. Aliás, no 2 tem uma cena. Tem, tem todos. Tem uma cena gigante assim da... Lembra quando ele fazia o porco de nave?
Verdade!
Aquele porco cofre era uma nave.
Em todos não tem, morri.
Não, no primeiro não tem, é só os bonecos, ele brincando. Aí no segundo, ao invés de ser um desenho meio lúdico, é como se fossem eles de verdade. Como se eles existissem de verdade, é uma cena de filme. No 2, a cena inicial é, na verdade, o Rex jogando videogame, lembra? Ai, é verdade. Que é maravilhoso, é uma cena de ação. Tanto que essa foi considerada a melhor cena de introdução da franquia do Toy Story. O Buzz indo derrotar o Zurg.
O desse é muito engraçado, gente. E o desse também é muito bom. É um clichê de brincadeira, mas é muito engraçado.
O desse é muito bom também, o jeito que começa. Enfim, estou apaixonada pelo Toy Story 5, gente. Quero ver mais uma vez. E aí você tava falando desse rolê de poder criar o próprio brinquedo, né. De que isso possibilita as coisas, né.
É, tava falando justamente que nesse, né... Acho que ele traz muito significado do brinquedo na vida, né. O quanto ele é marcante, né. Falei das bonecas, que tipo, é isso, né. A gente acaba... A gente talvez não lembre da boneca que a gente brincou a primeira vez. Mas a gente lembra de brincar com uma boneca. E da reação disso, seja de quanto a gente ficou feliz de poder brincar com a boneca. Ou, sei lá, fomos repreendidos, né, ou não podemos e tal.
Mas marca, né, a nossa vida, assim. Tanto que a Barbie mesmo, né, não é necessariamente sobre uma Barbie em si. Porque às vezes a gente nem brincou com uma Barbie. Era uma versão alterada ali, que alguém tinha, a gente brincou. Mas marca na nossa cabeça, né, de tipo: "Ai, eu nunca tive". E aí, na vida adulta, quando a gente ganha às vezes uma, né, alguém dá uma ou algo parecido, a gente fica: "Ai, olha, tive uma Barbie ali, né, tive uma boneca aqui", né. E meio que isso fica na sua vida, entendeu?
Ou resumindo, somos adultos que gostamos de brinquedo até hoje, né, porque a gente tem esse carinho desde criança. E a gente ama até hoje, eu amo brinquedo, gente.
Que não necessariamente, que acho que é isso, né, do Toy Story, não necessariamente a gente a gente está com um brinquedo, mas ele está, ele marcou a nossa vida.
Não, tanto que os nossos servem de decoração hoje em dia, né? Então a gente não brinca mais.
É, foi isso que eu falei, né? A gente tá ali, eles estão aqui, até vez ou outra a gente, ai, vou, né? A gente tem o dos Toy Story, né? Tô pensando em tirar eles de onde eles estão e trazer aqui para o nosso escritório, na verdade, porque eu acho que lá, ah, deixar eles mais em evidência, que eu gosto. E aí a gente consegue consegue movimentar eles assim. "Ai, pega pó, ai, que não sei o quê". Ai, gente, mas é isso, né. A vida é essa, né.
Não tem muito o que fazer.
Faz parte, é isso. Mas acho que isso que vai... Esse Toy Story, acho que deixa muitas mensagens, assim. Mas trazendo nesse mundo dos adultos, questionamos vocês aí nas redes, né, sobre colecionáveis, sobre as memórias, né. Os desejos de brinquedos antigos, que às vezes, poxa... "Não tive, mas até hoje tenho a memória". "Sempre tive a memória, quis ter, consegui ter na vida adulta". Ou "não consegui, apenas tenho a lembrança, mas fica aqui na minha cabeça", né. Questionamos vocês aí nas redes e vocês mandaram mensagens.
Tem gente que mandou até foto dos brinquedos aqui que tem, que coleciona. Pessoal caprichou, tá? Pessoal caprichou. Vamos começar?
Não, pode falar.
O que você ia falar?
Eu ia falar se você tinha, mas acho que dá pra gente ler e vir trazendo.
Aí eu conto, gente. Não, eu tive muitos brinquedos. Brinquedos, né. Meus pais se puxavam, não posso reclamar. Eles se puxavam pra me dar brinquedos, assim. Eu tive muitos brinquedos. Alguns eram a versão mais barata daquele que eu queria, assim, né.
Eu tive... Eu tinha desses.
É, tinha desses. Mas faz parte, né, gente.
É esquisito, né, porque... É isso também, né. Não sei se é de onde a gente vem, né. Talvez se a gente tivesse nascido em locais diferentes faria muita diferença de ter um original de uma réplica. Acho que inclusive isso é uma coisa que o Toy Story poderia ter trazido em algum momento.
Não sei se eu brinquei do caos. Ah, do brinquedo falso?
É, das versões que não são originais, né.
Eu acho que não tá nesse momento muito assim, pra eles trazerem essa abordagem, sabe.
Ainda existe, obviamente, né. Claro, claro. Porque é isso, sempre quando... Trazendo um rolê capitalista, né, onde tem desigualdade, vai ter, né... As versões onde outras pessoas podem acessar, né. E eu nunca tive os originais. Mas ao mesmo tempo, as versões que eu tinha sempre me satisfizeram, né.
Eu também. Eu lembro que eu tive um boneco do Woody muito pobrinho, gente. Que foi o meu boneco do Woody por muitos anos. Eu não tinha o Woody de fato, assim, né. Eu lembro que depois minha mãe até comprou um melhor. Só que ainda não era esse de corda. Que é o que a gente tem agora, né, que é isso que a gente até comprou lá em Nova York. Tem o vlog de eu chorando comprando porque era muito caro na época, a gente ainda não podia comprar. E lá a gente pagou tipo $25, $30, acho que uma coisa assim na época, né.
E aqui era meio que, né, não, aqui era 500, 600 reais, né.
Não, não, nem se cogitava, nem se cogitava.
Para mim, muito marcante eram os bonecos do Cavaleiros do Zodíaco. Que eram os bonecos de ação, né, que eles tinham muita mobilidade. E você encaixava as armaduras nele, né. E também já contei milhões de vezes, né. Eu lembro que a gente ia em Aparecida. E na feira de Aparecida tinha, nas feirinhas lá, né, das versões.
É, lá tinha, né.
Tinha muitos Cavaleiros. Eu lembro que era uma oportunidade... Eu lembrava que quando eu ia pra Aparecida, eu tinha a possibilidade de comprar os bonecos do Cavaleiros do Zodíaco. Que era um meio termo ali de uma... Tinha um Sailor Moon, mas não dava, porque era muito... Muito feminino. Até consegui comprar uma Sailor Netuno, até. Eu lembro que era uma boneca que não era tão articulada, mas nossa, quando eu consegui comprar aquela boneca...
Ai, chique, né, amor?
Até hoje eu lembro, assim, que eu brincava muito com ela.
Esse era um boneco que você gostou, um brinquedo que te marcou muito a infância, então?
Era, porque era o boneco mais feminino que eu tinha. Entendi. Ela não era articulada, era meio que esses de mais de... Borracha. De borracha, então era duro. Mas era de saia, o cabelo, e eu: "Caraca, consegui comprar!" E pior que eu gostava até de boneco de menino também.
Eu adorava, eu adorava os bonecos de menino, gente. Eu nunca tive questão com isso, assim, de preferir as bonecas. Eu também queria ter as bonecas.
Exatamente, queria ter os dois, né.
Queria ter os dois. Mas eu sempre gostei de vários tipos de brinquedo. Eu acho que eu não tenho um único brinquedo favorito de infância. Eu tive vários brinquedos que eu gostei por muito tempo, assim, sabe?
Eu lembro que tinha muitos chaveiros da Disney. Disney, que era um Pato Donald, eu adorava chaveiro também. Só que aí eu brincava como se fossem brinquedos, não como se fossem chaveiros. Eu tirava a corrente deles e eles viravam bonequinho ali que eu interagia, né, e trazia e tal. Então, para mim, esses foram muito marcantes, os Cavaleiros. Eu não tenho nenhum dos Cavaleiros hoje em dia, acabei não indo atrás. Era o que eu mais tinha, eu tinha um Baldi.
Você gostava de Cavaleiros do Zodíaco, né? Eu não era muito ligado em Cavaleiros do Zodíaco infância, gente.
Porque era isso, eu podia montar eles, né, meio que vesti-los, né. Tinha isso, os bonecos meio de menino, você não era muito sobre vestir eles, né, as bonecas que eram, né. Mas aí eu conseguia encaixar as armaduras, né. Eles assistiam muito desenho também, né. O Cavaleiros do Zodíaco tinha ali, né, o Shun, ele tinha uma certa assim, é... Um LGBT no meio, né. Feminilidade, feminilidade. Tinha ali uma coisinha ali. Então me conectava um pouco.
E aí eu conseguia ali ter eles, assim, né. Até nessa vida adulta, eu já pensei assim: "Poxa, né, poderia ter e tal, ir atrás". Mas hoje em dia, eu acho que fui deixando. Porque eu conseguia até que viver bem essa emoção, né.
Então não é uma coisa que você queria ter hoje, né.
Acho que a Sailor Moon foi algo mais, assim, que eu queria muito, né. As Guerreiras Mágicas.
Ah, você nunca me pediu a Sailor Moon, onde comprava? Você queria ter uma Sailor Moon?
Ah, as Guerreiras Mágicas, já falei várias vezes aqui.
Não, já. Mas eu não sabia que você queria ainda essas bonecas da Sailor Moon.
Quero! Ai, eu acho... Mas eu tenho algumas, então. Eu tenho algumas, né, de... As Drag Box deram uma pra mim linda, decorativa e tal, né. Então consegui saciar um pouco disso, né, com o tempo. Mas são alguns assim que eu lembro agora, né. Na vida adulta surgiram outros gostos. Que aí eu acho que a gente pode falar daqui a pouco. Tipo, Monster High.
Ai, a gente adora!
Já é da vida adulta, que era algo que se fosse na infância, eu gostaria de ter.
Ai, a gente adora as Monster High, gente. Se eu pudesse, eu teria todas, todas elas. Eu acho elas incríveis.
Ai, todas é muito, hein, Dani.
Não, eu sei que não dá, não tô nem cogitando. Só tô falando que se eu pudesse, tivesse onde pôr, eu queria ter todas. Eu acho elas lindas.
A gente tem uma relação muito engraçada com as Monster High. Porque a gente ganhou uma Draculaura, né, no começo do canal. E ela fez muito parte do nosso cenário.
Na verdade, amor, foi assim, a gente comprou uma Draculaura pra sua sobrinha. E ela já tinha.
Ela já tinha, é verdade.
E aí a gente ficou com ela.
Verdade!
E a gente comprou aquela versão que era mais simples. Porque é igual a Barbie, tem aquela que é mais bapho. Que vem numa caixa cheia de coisa. E tem uma que é mais slim, que vem numa... Só que essa Draculaura, ela era original. Só que ela era uma Draculaura sozinha, assim. Numa caixa menor. Aí nós compramos pra sobrinha do Fih, só que ela já tinha.
Ela já tinha.
Aí ficou pra gente. E aí, poxa... E ela ficou no nosso cenário muitos anos.
Muitos, gente. A gente tem ela até hoje, ela ficava aqui no escritório. Ela tá lá dentro agora, que a gente tirou tudo do escritório. E aí, a gente já se vestiu de Monster High, a gente, né, foi além. E foi um universo que, tipo, poxa, né, hoje eu consigo ter um brinquedo desse que se eu sei que fosse na minha infância, nossa, eu piraria, né. E elas têm um... assim como outros brinquedos, né, também tem uma fanbase grande de fãs, né.
Então descobrir isso também foi meio que, poxa, tem muitos adultos que gostam, consomem as Monster High, né. Tem canais, tem canal de YouTube só sobre Monster High, e pessoas adultas, adolescentes, desde criança. Então você vê que o brinquedo é isso, ele não tá pertencente apenas ali, né, ao mundo infantil. Tem outras pessoas que consomem, gostam dele, tem outra, tem sobre outras coisas também.
Hoje em dia acho que cada vez mais, mas hoje em dia tá muito em alta pra você colecionar, de fato. Não é só pra criança mais, né. Tem muitos canais no YouTube de pessoas que compram brinquedos, que abrem brinquedos. É um conteúdo, né, você fazer unboxing de brinquedo. De comprar coleções e mostrar, né.
E diria mais, um lifestyle, né.
Um lifestyle, exato.
Porque hoje se entende que por muito tempo as pessoas meio que olharam feio, né. Assim, se você tem uma coleção de carrinhos... Ai, super legal, né, uma coleção de carrinhos. Coleção de boneca, se você é uma mulher, legal você ter uma coleção de bonecas. Mas aí ficava muito limitado. E mesmo assim, né, acho que obviamente o peso pra homem é uma coisa e pra mulher é outra, né. Então acho que com o tempo agora a gente vem entendendo que não, poxa, não tem problema você ter, né.
Acho que é uma coleção como se fosse qualquer outra coleção. Assim como você tem coleção de arte, assim como você tem coleção de selos, assim como você tem coleção de notas. Você tem coleção de cartão telefônico, né? Na minha época tinha muita coleção de cartão. É um outro tipo de colecionismo também, né?
Sim, sim. Colecionar nunca esteve em baixa, na verdade, né?
Só que existia um preconceito, eu acho, pra algumas determinadas coisas.
Sim.
Que hoje a gente... Acho que o povo foi entendendo mais que isso primeiro é um mercado muito grande, né? Gera, assim, um mercado. E também é uma forma de... Justamente do que o Toy Story 5 fala, de conexão com outras pessoas.
E a gente também... Eu acho que a gente vive... Como somos millennials, a gente também vem de uma geração de muitas pessoas à nossa volta que não podiam ter os brinquedos e agora podem comprar.
Fala-se muito sobre isso também.
Então eu acho que essa geração é muito isso, a nossa geração. A gente não tinha como, hoje a gente tem como. E a gente tem muitas coisas que... Os próprios brinquedos do Toy Story mesmo, né, os originais que a gente comprou lá nos Estados Unidos, eu não tive quando criança. E aí pude ter depois de adulto.
É, eu acho, gente, que isso nunca vai passar, na verdade.
Eu acho que cada vez só se aumenta, na verdade.
Acho que a nossa geração chegou nesse momento onde a gente está conseguindo consumir o que a gente não pôde. Mas acho que daqui 20, 30 anos, a geração de agora também quis um Labubu e às vezes não conseguiu um original. O original, conseguiu pirata.
Aí futuramente vai conseguir comprar um Labubu, exato.
Eu acho que isso sempre vai ter e acontecer. Só que talvez eu acho que a próxima geração seja vista de uma outra maneira. Não como a nossa veio com um preconceito, talvez, né. Do "pô, ai, por que você tá comprando um boneco?" Ai, acho que talvez tenha um outro olhar, sabe. Um olhar um pouco diferente de "ah, você gosta disso?
Que legal". Também acho.
Também é uma coleção que dá pra você fazer. Sei lá, assim como uma coisa que sempre foi muito normalizada, né. Álbum de figurinha. Sempre existiu colecionadores de álbum de figurinha. E às vezes as pessoas não olhavam com um olhar tão crítico quanto um de bonecas Monster High, de Barbies, entendeu?
É, eu acho que a figurinha é mais bem vista. Ou era mais bem vista, né.
Acho que agora as pessoas estão mais, né...
Não se importam tanto mais.
Acredito eu.
Tem um menino que a gente segue no YouTube que ele coleciona um monte de Monster High, que eu adoro.
Ai, é o Felipe o nome dele?
É um menino que coleciona boneca, eu acho muito legal, sabe?
É que ele vai além, né, ele é um colecionador que faz manutenção.
É, ele cria roupas pra elas.
Eu não sou nesse nível. Tipo, a nossa Draculaura tá toda descabelada, coitada. Saiu as chuquinhas dela.
Ela tá destruída.
Vocês deram o Sylvanian Family pra gente, né.
Ai, montamos o negocinho, né. Te mostrou no membros, até.
Tá guardadinho lá, a casinha. Mas eu quero montar um... Eu quero deixar ele mais guardadinho, porque ele pega mais pó, acredito eu, né.
E é pequenininho, né. As coisinhas são pequenininhas. O salão de cabelo das pôneis, a gente ganhou.
É, exatamente.
Um clássico, um clássico.
Enfim, vou voltar aqui então pra ler, tá?
A gente não leu nenhum ainda, gente.
Malu Carneiro. "Guardo com muito carinho alguns bichos de pelúcia." Um clássico, bichos de pelúcia. "Já outros brinquedos, Barbies, Polly, roupinhas, móveis e acessórios, minha mãe apenas não deixa eu doar ou vender." "Porque quer que eu passe para meus filhos." Olha, um clássico também. "Eu apenas aceitei, porque sinceramente às vezes pego pra ver e me trazem boas lembranças." Obrigada, mãe. "Ou mami?" A Malu, ó, fofinha.
Ó, a Nari mandou: "Tenho muito mais do que esses brinquedos da foto. Colecionar é uma forma de conectar comigo mesma. E eu amo a variedade e representatividade das bonecas hoje em dia. E minhas dolls são todas lésbicas".
Ai, queens!
Ela mandou fotos aqui, ó, das dolls. Aí tem Monster High, tem Barbie, tem vários tipos de bonecas aqui.
Que legal, chiques! Bonecas de pano. Gente, dolls lésbicas, é sobre isso. Falando um pouco aqui do que a Malu falou, que eu li. Eu acho que o brinquedo, ele fica meio nesse lugar de... Ao mesmo tempo que eu acho que a gente coleciona, a gente tem que guardar. Eu acho que também bate um estalo de "Ai, talvez agora chegou o momento de eu desapegar". Acho que também faz muito parte.
Eu acho também, tudo bem também, né? Desacuendar, passar pra frente, dar pra outra pessoa. "Deixa uma criança brincar".
Que é o mote do Toy Story 3, né. Sobre você passar pra frente o brinquedo.
Ai, gente, foi muito lindo aquilo, né.
É lindo, a gente crava muito na tristeza da despedida. Mas é muito bonito o gesto da doação, né, gente. A gente foi assistir o Toy Story, né.
E eu gosto muito da Bonnie também, acho ela muito fofinha.
Porque é isso. Que o Andy encontra alguém que quer muito os brinquedos, né. Que deseja muito brincar.
E brinca mesmo!
Não tem, né. Lá onde a gente foi assistir, tinha uma caixa de doação de brinquedos, por exemplo.
Onde a gente foi assistir o filme. Ai, amor, se eu soubesse!
Então, às vezes também é esse momento de repasse, sabe. Você perceber que, ai, quando você se sentir à vontade, né. Porque é isso, o Andy ainda, ele tem um pouquinho... Parece que ele não brinca, ele tem um apego, né.
Ele fica apegado. "Obrigado".
Mas aí ele percebe que não, pô. Tenho que ir, né. Tanto que o... O Buzz, não. O Woody, ele não quer, né. Ele não quer dar.
Ele quer guardar. Ele quer ficar com o Andy, né. Ele quer ficar guardado lá no Andy. Acho que é isso.
Acho que o Andy quer ficar com apenas um, pra lembrar. E aí ele bota todos os outros pra ir.
E aí a Bonnie, ela pede o Woody. Aponta o dedinho.
E aí ele fica, ele dá, porque ele, pô, quer brincar.
É muito emocionante.
Porque também acho que chega esse momento, né, esse contraponto. Mas, Malu, pelo que eu senti, você ainda não está pronta. Então é aguardar, às vezes, né, começa a lembrança ainda. Porque acho que vai chegar um momento, se você pensar que não, acho que agora é o momento de ir, né, de ir para uma outra criança brincar, né. Às vezes a gente bate também assim, de pensar, poxa, amor, Isso aqui, quando a gente foi na Mônica, lá no Maurício de Souza, a gente ganhou um monte de brinquedo.
Aí alguns a gente guardou e alguns a gente: "Pô, amor, vamos dar esses outros brinquedos, né". A gente guarda umas lembranças e outros dá pra gente fazer outras pessoas ali felizes, né.
Fransuelle Castro: "Hoje tenho 28 anos e sou completamente apaixonada por brinquedos. Dei a sorte do meu marido também amar brinquedos". Importante. "E hoje temos nossa estante de brinquedos". "Porém, eu ainda tenho um baú cheio de brinquedos que adquiri ao longo de 9 anos trabalhando no MAC." Essa é a nossa estante. Aí tem a estante com os brinquedinhos. E aí tem muito brinde do MAC. Eu sempre amei os brindes do MAC. Mas eu gostava mais dos antigos, assim.
Hoje em dia, os brinquedinhos, né, de...
Ai, quando a gente comeu MAC, ai...
Os brinquedos de brinde não são mais a mesma coisa.
Não são mais a mesma coisa. Gosto muito, eu gostava muito dos brinquedos do Kinder Ovo também quando eu era criança. Então esse foi um brinquedo que fez muito parte da minha infância também, os brinquedos do ovinho assim, sabe?
Muito, muito também, na minha também era de juntar o dinheirinho para poder comprar o Kinder Ovo para poder ter o boneco, né? E era uma maneira, entre aspas, acessível de você ter um brinquedo da Disney, né? Um brinquedo, tinha as coleções que não eram, mas eu lembro muito, sei lá, do Corcunda de Notre Dame, Tinha... Pra mim, foi muito marcante ter a Esmeralda, né. Ter o moço lá, esqueci o nome dele. Tinha os personagens, então era uma maneira de você ter alguns brinquedos ali que não eram tão acessíveis de uma outra maneira.
E fiz muitas coleções. Ah, eu gostaria de ter as minhas coleções dos leãozinhos, dos hipopótamos. Mas com o tempo, se perdeu. As minhas, eu não tenho mais. Mas marcou muito minha vida, nossa.
É, eu tenho muita coisa. Por exemplo, eu lembro que teve um Natal que a minha mãe... A minha irmã me deu um e minha mãe me deu outro. A minha mãe me deu esse Woody, que era um pouco melhor. Que ele era de pano, mas não tinha corda. E você apertava um botão na barriga dele, ele falava. Não tinha corda pra puxar. E a Valéria, minha irmã, ela me deu um Buzz. Ai, que arrependimento de não ter guardado isso. Era um Buzz, era um planeta roxo assim, pela metade.
Um cofre. Aí era um planeta roxo pela metade, ele era o cofre, era tipo uma lua roxa. E ficava um boneco do Buzz em cima assim, com o braço meio que na cintura. Aí quando você enfiava a moeda, ele falava. Aí ele fazia assim com a mão, ele rodava assim, sabe? Eu queria muito ter guardado isso, mas foi com Deus. É, se foi.
Ah, deve ter ido pra outra pessoa, não?
Você acha? Ai, não sei pra onde foi, gente. Cobra também, né? Nossa, queria muito, muito, muito, muito.
A gente, né, perguntaram, né, do nosso— a gente já teve muita pelúcia, né, que já não veio no momento de brinquedo, foi um momento mais de carinho, de relacionamento, que nossas pelúcias foram também aí, seguiram a vida delas. E às vezes a gente pensa, poxa, a gente poderia ter guardado, mas ao mesmo tempo também eu penso que, ai, mas acho que se era para ir, foi também, sabe?
A gente pensa muito isso, eu e sabe? Não tem como você ficar muito apegado. E às vezes a gente quer muito, se a gente for atrás, a gente acha os vintage, sabe?
A gente acha os vintage. É talvez você procurar, encontrar, né.
Deixa eu ver se eu acho aqui Buzz Lightyear Planeta Roxo.
Um que eu lembro que foi muito assim, marcante pra mim, que eu sempre tive uma versão menorzinha, era o Baby da Família Dinossauro.
Ai, a gente não teve, né, amor. Eu não tive o Baby. Eu tive o menorzinho.
Eu tinha o menorzinho também.
Eu também tive o menorzinho. De feira, assim, de borracha.
É, de borrachona. Mas era um sonho ter o Baby da Família Dinossauro, né. Mas hoje em dia eu penso: "Ai, não sei se eu teria". Porque, né, acho que acaba que outras coisas vêm, né. Outras coisas vão. E aí não me vem tanto ali, né, o Baby, né. A gente conseguiu um melocotom, né, cochilo. Que a gente ganhou de um fã, que é o Eduardo Zecchini.
Você me deu um melocotom cochilo também.
Eu encontrei na loja, na verdade, né. É, eu encontrei online.
E aonde tá esse melocotom cochilo que você me deu de presente? Lembra que eu até choro quando você me dá?
Amor, aonde ele foi parar, o melocotom?
Então, eu acho que foi...
A gente tá com o Dufan, que ele deu.
Mas o que você me deu, como que eu deixei isso, sabe? Onde que foi parar isso, gente?
Amor, aonde ele foi parar, o melocotom cochilo, hein?
Porque eu fiquei tão emocionado quando você me deu, foi tão legal, sabe?
Será que ele foi nessa mala pelúcias? Eu não lembro onde o meu lokotoko shiro foi parar. O que o fã deu está aqui.
Tá guardado, tá guardado.
Mas eu não lembro pra onde foi, não lembro, amor.
Ah, é isso, né.
Mas esteve presente.
Esteve presente, gente, é isso. Em algum momento aconteceu.
A Santos Estela tá falando justamente essa questão aqui de homens adultos, né, sobre mulheres. Isso me faz pensar muito naquele papo de que homens são mais envolvidos movidos, mesmo adultos, com as brincadeiras de quando era crianças. Vocês sempre vão ver um, vão ver algum ou jogando bola ou videogame ou empinando pipa. Mas mulheres sentem a pressão, sentem mais essa pressão e não esse estímulo. Não somos instigadas a isso, e raramente você vai ver uma brincando, por exemplo, com boneca.
Somos ensinadas a sermos adultas desde cedo, e nem lembro, até por questões financeiras, de não ter muitos brinquedos. O auge pra mim foi ter uma casa da Barbie. Mas tive pouco tempo pra brincar. Hoje em dia recupero isso assistindo desenhos. E é algo que procuro fazer sempre que posso. Deixo sempre isso vivo em mim. Amo vocês. E aí, até a Camilla Teles comentou aqui o que a Santos Stecco falou, né. Quando mulheres têm esse hobby, por exemplo, as mães de reborn, elas são ridicularizadas. E é isso mesmo, né, Camila? Nós sempre defenderemos as mães de reborn.
Ai, de verdade, gente, elas estão todas no direito delas.
Elas não estão fazendo mal a ninguém, sabe? Estão se divertindo, brincando lá com as bonecas dela, sabe? E é uma arte também que vai além do bebê reborn, tá? Muitas são feitas à mão, é um trabalho de costura, é todo um trabalho ali manual para fazer o BB ali. Então acho que vai até um pouco além. E realmente é isso, né. Espero que hoje em dia, até esse rolê do— eu sei que muita gente criticou, né, zoou as mulheres do Reborn. Mas eu acho que muita gente também viu que, ai, poxa, tem um monte de gente que faz, eu vou admirar.
Então acho que também deve ter trazido pessoas interessadas a curtir também o rolê.
Espero que tenha esse lado positivo. Eu também acho, foi uma uma febre que veio, passou, veio de novo, passou de novo, mas tá aí, tem gente que gosta, né.
Espero que tenha acrescentado também, obviamente traz o negativo, mas também acho que muitas pessoas viram a possibilidade, talvez, de ter uma reborn, de comprar, de participar. É isso, né, as mães reborn iam se encontrar no parque com as bonecas. E aí, ó, uma interação, você encontra outras pessoas que têm o mesmo gosto que você.
Exatamente, gente, é isso.
Lembro que quando a gente foi Disney, né, nessa última vez que a gente foi, tinha muito lugar de card onde você poderia, você pode encontrar pessoas que colecionam card, que para mim não deixa de ser um brinquedo, uma brincadeira. E é um monte de gente que vai trocar carta, isso não é a mesma coisa, gente? Qual a diferença?
Sabe, mesma coisa. Laura, os últimos brinquedos que comprei foram pelúcias da Disney na CCXP 2023, tem alguns guardados que não Não consigo desfazer pelúcia e Barbie, por exemplo. Hoje em dia compro Funko e muito às vezes aqueles de fast food, tipo Friends do Bob's. Então ela coleciona esses mais pontuais.
A gente que veio dessa geração de ganhar muito de compra, né, a gente fica muito, né, não sei se só a gente também, mas tipo, ai, tem um brinde do McDonald's, o Habibis também hoje em dia tem brindes. Você fica, né, com uma vontade de pegar Ai, tem alguns que eu tenho.
Aquele do Mario, do McDonald's, nós pegamos todos.
A gente pegou, é verdade, né.
Porque o do Mario foi uma febre, né, assim, foi um caos pra conseguir os bonequinhos do Mario.
A gente tem uns do Hora da Aventura também, que estão ali dentro.
Que são lindos também.
É porque é isso, eu não conseguia comprar, gente. Na época não dava, né, custinho ali maior. Também não era um grande empecilho, porque é isso, eu conseguia de outras formas. Armas, outros brinquedos. Mas ali, quando você tá adulto, você pensa que, poxa, eu consigo hoje pegar o brinquedinho.
Eu queria, né?
Sim, né? Às vezes é isso, às vezes a gente até pega, e aí a gente depois eu vejo, ai, poxa, não precisava. Aí eu boto na nossa caixa de doação, sempre tem uma caixa de doação aqui que a gente bota. A gente ganha muito recebido, né?
Então, às vezes nosso síndico aqui, ele leva para igreja, ele faz doação na igreja.
"Então às vezes até pego, penso: 'Ai, acho que não vou ficar'. Mas aí vai pra caixa, então vai pra alguém de qualquer jeito, entendeu? Alguém vai brincar". Sei que tem questões aí, né, de sustentabilidade, né. Peço desculpas, Nátaly. Mas aí, como eu penso que vai pra alguém, então não está indo pra um lixo, entendeu?
Tá indo pra alguém que vai brincar ali com ele.
Ó, o @timarquesfit mandou os quê sobre LEGO, né.
O LEGO... Nossa, o Rafa Dias, gente, enlouqueceu.
Viciado em LEGO aí. E LEGO é um brinquedo que... Que ele... É isso, ele tem versões adultas, né. Ele traz versões adultas.
Ele evoluiu muito bem, o LEGO, né.
Mas assim, não deixa de ser um brinquedo, né.
Não deixa de ser um brinquedo.
"Amo LEGO, mas não tenho espaço pra guardar os sets. E depois que fizeram as minifiguras, amo colecionar." Que é aqueles mais menorzinhos, né, acho que é isso. "Tenho mais de 150".
Meu Deus! Nossa, é muita coisa.
"e tudo no seu devido lugar, e quero ter mais". É isso, isso é uma questão, né. O espaço também, né. Acho que você tem que encontrar um espaço que guarde. Aqui a gente vive essa batalha, a gente tem um apartamento grande. Mas mesmo assim, eu falo: "Amor, por exemplo, ai, vamos colecionar Monster Highs, talvez?" A gente fica nessa questão.
É, a gente tem essa vontade de colecionar Monster Highs.
Então talvez a gente tenha que desapegar forrar de algumas outras coisas para deixar elas, porque eu também não quero deixar elas, ter elas para deixar dentro de uma caixa, deixar ela num lugar legal para, né, aparecer ali, porque eu quero ver elas. Pra telheira aqui, sabe? Aqui no—
eu já pensei em enfiar umas prateleiras aqui, mas colocar outras assim para a gente enfiar Monster High. Então eu pensei aqui em cima forrar de Monster High aqui, já pensou que legal?
É, eu acho que seria eu acho que ficariam muito legal ali na nossa cristaleira que a gente tem de madeira.
Eu acho ali legal. Ah, mas é que eu gosto tanto dos que estão ali, ia ter que tirar eles dali e pôr onde?
Você gosta muito deles mesmo? Ah, dos que estão ali?
Gosto, é que tem muito Funko, né. Gente, o Funko tá embaixo, vocês sabiam que o Funko tá acabando, né?
O Funko tá... Funko tá...
Daqui uns anos vai ser uma raridade.
Mas eu acho que uma hora ele volta de novo, tá?
Você acha que volta o hype?
Ele volta, ele precisa dar uma, um up, eu acho, o Funko. Mas é, o Funko também é aquilo, é uma peça, você adquirir algo de um personagem que às vezes você não conseguisse.
Sim, ele tem, ele traz essa coisa, né? Mas também não é nada barato.
Não que fosse barato, exatamente. Às vezes encontrava na promoção ali, né? A gente tem a parte ali dos Funkos, eu penso, sei lá, de mudar talvez ali a parte dos Funkos nosso, não sei. A gente tem uma parte só de bonecos que a gente que ganhou baseados na gente, que tem biscuit, tem crochê. Tem vários ali, tem uma parte só nossa.
Vários rolês, né.
Nessa Pinheiro: "Eu não sei se sou uma adulta que ainda ama brinquedos. Mas sei que sou uma adulta de 37 anos que ama desenhos animados." "Ou filmes e séries de animação." Ah, tá tudo ali, né.
Tá tudo ali.
Nessa, nós também amamos, eu e Eduardo.
A gente adora. Eu adoro desenho, gente.
É animação, é stop motion, é quadrinhos. Eu acho que hoje em dia pecam um pouco na leitura. Acho que a gente tem vários aqui em casa que vez ou outra eu penso: "Poxa, quero ler, né? Quero parar e ler." Mas a gente acaba que não lê.
É, a gente acaba não lendo, gente.
Mas eu quero voltar, eu quero voltar com esse hábito. Porque eu gosto muito, né? Acho que o último que eu li quadrinho foi Scott Pilgrim. Que a gente tem alguns aqui.
Aí tem uma narrativa legal, um jeito diferente. Gente te contar uma história, né.
Aí, de vez em quando, eu pego a minha Sakura, li, leio, eu penso: "Poxa, né, que legal". Mas a gente também, nós somos esse tipo de adulto, né, que assiste. Mesmo porque também tem animações e desenhos que são para adultos, né.
Não, tem várias.
Tem uns que são classificação livre, mas tem só para adultos.
E hoje, por exemplo, Toy Story mesmo funciona para adulto também. O Shrek é um desenho super adulto, né.
Dá uma polêmica, inclusive, imensa.
Aí, época do traço do Shrek, gente.
"Vamos se foder também, né?" Que são adultos reclamando, né, entendeu?
Exatamente, adulto que reclama disso. Criança não tá reclamando de nada.
Gabi Albuquerque: "Brinquedos não, mas jogos sim. Na verdade, aquele apego confort de ver animes, ver desenhos, jogar. Acho que são símbolos de uma infância que a gente queria manter e conseguimos acessar nessas pequenas coisas." É, Gabi, eu acho que talvez Acho que às vezes vem um pouco disso, quando a gente consegue adquirir aquele brinquedo que a gente sonhou, né.
Sempre quis, né.
Traz muito de: "Poxa, né, consegui". Ou muito da lembrança, né, daquele momento. Acho que realmente também vem um pouco disso, né.
Ah, eu acho que é tudo junto, gente. Nossa, eu amo. E é isso, né. Por exemplo, quando a gente era criança, não tinha as Monster High ainda. Não tinha as Monster High. Foi depois que a gente ficou mais adulto, assim. Assim, e a gente se apaixonou por elas assim. Aí eu, e mesmo que eu não brinque, eu quero as Monster High, entendeu? É, eu gostaria, eu gostaria. A gente pensou em fazer as vilãs, né, as de filme, né?
Aquelas que são baseadas em filme.
Então eu preciso comprar do Killer Klowns, não vai esgotar, eu não vou ter.
Saiu uma do Killer Klowns, que é aquele filme dos palhaços de terror dos anos 80. Vocês não conhecem? Procurem aí.
Eu sou apaixonada, eu sempre falo aqui do Killer Klowns, ele sabe. Eu amo de paixão Killer Klowns.
E eu queria muito a do Alien, que saiu. Saiu uma do Alien, gente, que eu fiquei assim... Boneca do Alien. Mas tem várias, tem a do It, tem a do Chucky, a Tiffany. E aí é uma mistura, é uma coisa meio drag até, eu acho, a Monster High. Ela mistura, né. É um brinquedo que eu, sendo uma criança viada, eu queria... Nossa, se eu tivesse a oportunidade de ter aquilo na minha casa... Infância, eu não sei como teria sido a minha cabeça, entendeu?
E aí, pra vocês terem noção, eu achei um site aqui que chama Doll Collector. Lembra que a gente trouxe esse site?
A gente já falou desse site aqui.
A Monster High do Killer Klowns, ela tá no lote 3. Tá aqui, lote 3, pré-venda, boneca Monster High pré-venda, né? Gente, ela custa R$1.800.
Não, essa aqui é feita justamente pra coleção, acredito, né?
Não, essas de filme, ela tem mais essa essa intenção mesmo, acredito eu, né?
Mas não que não, uma criança ela tem mais essa intenção aqui mesmo. Ó, Jennifer Ferreira: sim, guardo todas minhas Barbies da infância, estou louca para comprar algumas novas e continuar a minha coleção. Ó, Jenny, ela quer seguir ali com o rolê dela, comprar novas, porque é isso, né? É que coleção me dá uma, um ataque cardíaco de pensar que não para de lançar Aí eu fico: "Mas nunca para de lançar. E aí eu vou querer todas. Onde eu vou socar tudo isso?" Me vem muito esse pensamento.
Mas eu acho lindas as Barbies clássicas. Ai, tem umas Barbies que são lindas, né. Bratz também, eu acho muito bonito Bratz.
A Barbie, eu gosto da... Assim, eu amo a Barbie do Toy Story. A gente tem uma aqui, né, que tem toda uma história que no primeiro filme a Mattel não quis liberar que fizeram pro Toy Story os direitos, porque eles acharam que ia ser um grande flop.
É verdade.
E aí parece que no 2 eles pediram pra Barbie estar. Tanto que a Barbie tem... Como eles entram numa loja de brinquedo, tem aquela ala das Barbie, lembra? Que os brinquedos ficam lá se divertindo com ela.
Tem o Ken também lá, né?
Ah, o Ken é no 3 que ele vem, né? Ai, gente, é muito legal. Ai, eu amo demais, acho muito divertido.
Eu gosto quando eles trazem, né, os brinquedos de outra época.
É muito bom, é muito bom, é muito bom, é muito divertido.
Gabriela CSO: esse ano é, gastei um bom dinheiro para fazer a coleção do Playmobil da DC do Kinder Ovo. Comprei a Melissa do Woody e um amigo me deu um boneco do Buzz. Agora tô na expectativa de lançar a coleção do Playmobil da Disney no Kinder Ovo. Nossa, que coleção são essas?
É que tem gente que tem Pira do Playmobil, né? A gente não teve essa pira do Playmobil.
E é do Kinder Ovo. Nossa, eu não vi essas coleções.
Eu também não vi, não.
Muito bom ser adulta e ser a única responsável pelos meus gastos.
Amiga, se você pode, acho que é isso, né? Tem que ter um cuidado aí também para não se passar muito, mas eu acho isso também. Se você pode, aproveita.
É isso aí, ó. Gabi Dallen, ó, sobre repassar brinquedos. Eu tinha uma "Suzy, porque Barbie era muito caro, kkkk. Amava ela, foi a única que não pintei o rosto e cortei os cabelos, kkkk." É um clássico, né. "Quando cresci, dei pra minha filhada. Ela tem até hoje. Amo vocês, divos". Ai, que fofo, né. Aí tem... Ó, que legal, né. Alguém comentou, né, a Sim Costa comentou esse comentário. "Eu também gostava da Suzy, porque era uma criança gordinha e as roupas da Barbie não cabiam nela". Ah! Então me sentia representada.
A Suzy e a Bratz, elas são mais cheinhas. A Bratz, elas têm um corpo magrelo e a cabeçona, né. Elas são pesudas.
Elas são... Ela tem proporções... Proporções doidas. Doidas, é.
A Suzy, ela é mais gordinha que a Barbie.
Isso, isso. Ela é mais redondinha.
A Barbie é padrão. Só que hoje em dia também tem Barbies fora do padrão.
Não, hoje as Barbies, elas... Tem a Barbie cadeirante.
Tem, é isso, tem branca, tem preta, tem Barbie síndrome de Down, tem Barbie com vitiligo.
Barbie com vitiligo.
Eu acho isso muito, essa atualização da marca, eu acho muito bom.
O filme mesmo da Barbie, né, gente, foi um reposicionamento de uma, de um brinquedo. Isso é muito doido, né?
Foi um grande posicionamento.
Você pensar que um brinquedo, né? As Monster High, por exemplo, no mês do orgulho, elas fizeram uma postagem falando sobre diversidade.
Ai, eu até compartilhei porque eu fiquei muito orgulhoso assim.
E é muito legal você ver que, poxa, é uma empresa, é uma marca que é o brinquedo para todos assim, sabe?
É um brinquedo para todos. A princípio, gente, se você ver, se eu tô nesse site das Doll Collector aqui, várias coisas aí. Se você ver a Monster High do— eu vou entrar aqui para ver se é o que eu tô pensando. Ela é o esqueleto do He-Man. É a Monster High esqueleto do He-Man.
Caracas! Nossa, legal ela.
Gente, e aí, eu acho... Sabe o que eu acho um bapho da Monster High? É como se ela fosse a versão drag daquele personagem.
Então, eu vejo na minha cabeça isso.
E aí, é isso que eu acho um bapho, sabe? A Coraline é a coisa mais linda. A Monster High Coraline. Enfim, gente, dá pra vocês pirarem aí. Vou ler o comentário do Greg aqui, ó. "Hoje eu gosto muito mais de brinquedos diferentes, tipo slime." slime e coisas mais assim pra brincar, sem ser necessariamente brinquedo. Os poucos brinquedos de fato que tenho são mais pra decorar meu quarto. Mas fico mal imaginando eles se sentindo tristes por serem brinquedos que não brincam. Amigo, é só um filme.
É, é só um filme.
Não precisa se preocupar.
Mas eu acho que é ali que bate o rolê da gente, às vezes, você olhar pro brinquedo que tá ali na sua prateleira e pensar: "Poxa, ele poderia estar com uma criança." criança brincando, sabe?
Ah, mas os nossos ficam ali na estante, se a gente for pensar assim.
Então, mas aí eu acho que— mas alguns ficam, mas alguns vão nisso. Às vezes uma pelúcia ou outra assim, a gente olha: "Ai, amor, será que essa pelúcia assim a gente não vai mudar?" Alguns eles entram. Acho que é isso, alguns a gente guarda, alguns a gente fica, mas outros— e até vou para além, né? Por exemplo, a gente tinha um boneco chuck, né. E tem o Maicon, ele tem um canal de secano, ele fala muito de chuck, de filme de terror.
A gente tinha um sobrando, né, que a cabeça quebrou.
E a gente tinha um sobrando, a gente, pô, amigo, a gente tem um aqui. Ele só soltou a cabeça, mas a cabeça era presa ali num negócio, naquele, não sei o nome certo do negócio, mas era conhecido por enforca-gato, que é um nome horrível, né, mas é aquele negócio que você prende assim. Então só era cortar esse, botar um novo, que dava para prender.
E a gente não conseguia fazer Sozinho eu fiz, gente.
Mas também porque a gente acabou conseguindo outro depois.
A gente pegou outro, isso.
E a gente, pô, amigo, você gosta, ele tem o dele.
Ele tava aqui em São Paulo, né.
Fica pra você, sabe.
Então demos pra alguém que a gente sabe que gosta, que tá lá no cenário dele, né.
Tá lá com ele, né. A gente comprou, a Mandy tava vendendo o Glenn dela, né, pra custear um pouco da viagem dela, né, pro Japão, as coisas, né.
Ai, compramos da Mandy o Glenn, gente.
E ela, amigos, podem ficar. E até legal " Independent do dinheiro". Ela falou: "Pô, sei que vocês vão cuidar bem dele".
É, ela falou: "Ai, eu tô feliz que meu filho vai pra um lugar que faz sentido". E eu falei: "Mente, você pode ir visitá-lo de vez em quando".
Então é uma coisa até carinhosa, sabe assim. Vai um pouco além, sabe. Por isso que assistam esse Toy Story de novo. Porque tem um pouco disso.
Tem um pouco disso.
A @analiseoliveira mandou: Pela infância inteira, meu vício era Barbie. Tanto os filmes quanto os brinquedos. Ah, é, a Barbie ainda tem uns filmes, né. Me lembro de quando ganhei uma que eu queria muito, a Merliah, da Vida de Sereia 2. Tenho ela até hoje, guardo com muito carinho.
Merliah, o nome da queen, gente!
Fora todas as coisas que tive o privilégio de ter. Entre cavalos, casas, navios, acessórios. Fui muito feliz.
Chique!
A Liz fazia inveja, então, aqui pra todos. Com os brinquedos dela. Espero que você não era aquela criança que não dividia, que não deixava brincar.
Você era? Você dividia os seus assim? Eu dividia, eu brincava bastante com os meus amigos.
Eu também nunca fui de dividir nada.
E aí, a gente misturava muito os nossos, assim, sabe?
É, e aí brincava. Nunca fui de ser uma criança regulenta, não, gente.
Ai, que bonzinho.
Ai, brincar é todo mundo, né, gente?
É isso. Isso, ó. Gabriel Surace: o meu quarto tem meus brinquedos favoritos da infância que não consegui desapegar. Recentemente comprei um boneco do Steven, do Steven Universe, mas o que mais me orgulho é da minha boneca da Ariel. Sempre amei a Pequena Sereia e queria ter uma. Quando fiz 18 anos, me dei de aniversário, já que na infância não me davam porque era muito caro. Minha família não ligava de eu brincar com boneco, boneca, já que, por exemplo, pegava os brinquedos do McDonald's e amava pegar as personagens femininas, como por exemplo a Fiona do Shrek.
Ai, chique!
Gente, é muito— parece que não, mas para você ver, né, como a sociedade é uma coisa doida. Eu acho que tem uma diferença gigante você comprar uma boneca da Fiona e da Barbie.
Sim, com certeza.
É muito diferente, porque a Fiona é verde, a Fiona é gorda, a Fiona é um ogro.
Então eu lembro Agora, puxando a minha cabeça...
Não é diferente?
Eu conseguia, por exemplo, comprar a boneca do X-Men da Tempestade. Que não era aquela com cabelo... É um cabelo de plástico.
Sim, mas você tinha a boneca da Tempestade.
Conseguia ter essa. Mas uma Barbie que tinha o quê? Um cabelo, uma roupa. Aí esse já era um pouco fora da curva, entendeu? Aí esse já era uma outra coisa.
Olha, um que eu sofri muito, que eu não tinha. Tive. Aliás, não tive entre aspas, vou explicar. Em 2001, 2002, quando saiu Harry Potter e a Pedra Filosofal, a ReHap lançou o Harry, Rony e Hermione todo articulado assim. E a Hermione tinha o cabelo de verdade. Isso. Gente, eu lembro como se fosse hoje. Eu ia na ReHap, eu ia no shopping com a minha mãe e eu entrava no corredor da ReHap e eu agachava porque eles ficavam embaixo. E eu ficava vendo, mas a gente não comprava porque não tinha dinheiro. Eles custavam R$126. Era R$125,90, uma coisa assim. Pra época, muito, né.
Ainda hoje, será? Não, é que hoje é caro também.
Hoje eles seriam uns R$300, eu acho. Mas na época era isso. E aí, minha mãe não podia me dar. E o meu primo tinha esses bonecos. Aí eu brincava quando eu ia na casa dele, né. Ele tinha. Ai, gente, eles eram uma graça! Esses dias a gente foi numa feira aí de antiguidade, achamos a Hermione, lembra?
Você encontrou ela também, né?
Aí a gente comprou a Hermione.
Ela é muito bonitinha, uniforme.
Gente, uma graça! A cara dela não tem nada a ver com a Emma Watson.
Ah, mas...
Mas ai, linda! E depois eles relançaram, mas eles nunca mais foram iguais, esses antigos, sabe? Os antigos são mais bonitos, eu acho.
É o sucateamento, né?
É o sucateamento.
Eles vão cortando custos.
Aí o cabelo de verdade vira um cabelo de borracha. O que você acha? Ai, eu acho que as bonecas meninas têm que ter cabelo de verdade, gente.
É, eu acho que é isso. Mas é isso, pra algumas crianças. Pra mim, o fato dela não ter ajudava eu conseguir tê-la. Porque aí ela não era passável, sabe? E acho que assim, as coisas mudaram muito. Mas a gente sabe que ainda tem lares onde as pessoas continuam, né, com esse preconceito de não dar determinado brinquedo pra um menino. Então talvez essas bonecas, as de cabelo de plástico, amor, precisam existir pra essas crianças, entendeu?
Não, você disse tudo agora.
Pra poder não ser algo ali, pelo menos eu posso ter essa.
É verdade. Mas quando eu era criança, nem essas de cabelo de borracha eu tinha. Eu não tinha boneca.
Eu conseguia enfiar uma Tempestade, uma Jean Grey. Acho que eu tinha uma da Jean Grey, que era super-heróis mulheres. Mulheres dava uma passadinha ali. Porque você pegava junto com os outros, aí passava, ninguém ia reto.
Eu não lembro de ter tido um personagem feminino, não lembro mesmo.
Tinha uma mística, agora tô lembrando, ó. Tinha uma mística também.
Tinha uma mística?
Os X-Men fizeram muito parte, assim, da minha...
É, eles são mais, entre aspas, masculinos. Dá pra você dar um truque.
Porque são super-heróis, né. Então você conseguia ali.
Ó, olha essas fotos aqui. Amor, um monte de brinquedo dessa pessoa aqui, ó. Bastante cheia.
Olha, estantona!
Ó, é a Bela. "Faz anos que eu coleciono brinquedos. Sou do tipo que vai em bazar procurando mais. E se forem antigos, da época da minha infância, fico ainda mais animada. Uma das coisas que mais gosto é ir no MEC ou no BK e pegar a coleção inteira. Só pra ver as crianças do meu lado chorando." Ai, amiga! Olha que maldade!
Mande!
Não gostei dessa atitude.
Ai, gente, eu não gosto de ver criança passando vontade de brinquedo. Eu fico com dó também, porque eu me vejo ali na minha infância também, olhando os outros de brinquedo. Não fico bem, não gosto. Sei lá, se é uma criança que me xingou, aí, né, mas se acaso ali a criança tá me vendo, aí não me sinto bem não.
É, eu fico chateado também, gente.
Se é um Adulto, aqueles, né. Amanda Lima: "Eu sou uma adulta que ama brinquedos. Amo brinquedos. Quando vou nas lojas, fico alucinada e querendo comprar tudo." Aqui, vou dar uma pausa. Amanda, eu e Eduardo amamos entrar em loja de brinquedo. Pra ficar olhando, pra ver bonequinhos.
Ai, amor, faz tempo que a gente não vai, né.
Mas não, a gente entrou tempos atrás lá com as boxes.
É verdade, na PB Kids, né, pra ver a coleção do Toy Story até.
Eu gosto de ver como estão as bonecas. Atualmente, dou uma olhadinha pra ver o que tá rolando.
Mas a gente nunca compra um negocinho.
Não, mas às vezes eu gosto de entrar.
Só pra você ver, né.
Só pra mim ver, assim, né. Queria aproveitar pra fazer uma reclamação. Porque sou louca naquela coleção da Sylvans Family. Mas vocês viram o preço de cada mini brinquedinho, né. Cada um custa na casa dos R$70. Ou eu compro o almoço "Recurso ou completo a coleção?" E um emoji de choro. "Amo vocês, divos". É a Silvânia, gente. É muito caro, né. É um babado, assim. E é isso, é um brinquedo que você compra um, mas você quer comprar uma outra coisinha, você quer comprar uma outra coisinha.
Quando deram pra gente lá a casa, gente, eu fiquei com um misto de: "Nossa, gente, obrigado pelo carinho. Mas poxa, vocês gastaram muito dinheiro nisso? Não, gente, é muito caro".
Não precisava, gente. O Silvana Families é muito caro, então eu fico— não precisava, gente, terem feito isso.
Mas é caro mesmo.
Mas também, já que deu, não vou reclamar, né? Porque a gente— eu amei assim.
Bem, ó, seguindo a linha de bonecos do terror, né? O Brandon Cazuza: Oi, Fih, oi, Edu, amo vocês! E sim, amo brinquedos e compartilho uma coisa em comum com o Edu, que é amo brinquedos de terror. Aqui eu vou Chegar num ponto, gente.
O Fih também gosta.
Eu também amo bonecos de terror, gente.
É que assim, eu sou muito fã do Chuck. E eu lembro que quando aquela... Como chama a empresa que eu comprei? Esqueci o site, gente.
Trick or Treat.
Trick or Treat. Quando eles lançaram a tiragem do Good Guy, foi em 2019. Eu fiquei enlouquecido.
Ficou.
Porque era a possibilidade de eu ter o boneco do filme. E esses bonecos nunca foram lançados antes. Não tinha isso. "Isso!" E aí, eu quis comprar, mas ele nunca me impediu, porque ele também acha legal.
Ai, gente, eu amo!
Nossa, eu amo! Ele nunca me impediu.
Eu adoro também, gente. Eu adoro bonecos de terror. O Chucky mesmo, né. Eu, por mim, eu tinha toda coleção do Chucky. Desde a Tiffany, antes de se transformar. O Chucky. Queria ter todos eles, o Chuck normal, Chuck costurado, né?
Tem uns outros Chucks que tem o Chuck envelhecido agora, né, que aquele da série que ele fica bem velho.
A gente conseguiu o Glenn agora com a Mandy, mas tem o Glenn montado, tem o Glenn de outro jeito.
Eu amaria ter todos, queria, mas a gente não tem espaço. Eles são grandes, gente, eles são enormes porque eles são do tamanho do filme mesmo, né?
É, tanto que antes do Glenn da Mandy eu tinha pegado um Glenn um menorzinho pro Edu.
Que eu tenho uma paixão nele, amor.
Que é uma gracinha, é uma fofura.
Ai, eu tenho uma paixão, porque ele me deu de Natal. Sabe quando você cria um carinho assim pelo... Sim. E aí eu acho ele a coisa mais linda. Eu acho que eu gosto mais dele do que do Grunge ainda, você acredita?
Mas o Grunge é muito engraçado, gente. É muito fofo ele.
Gente, eu queria começar a fazer vídeo dessas coisas, amor. Vídeo curto desses brinquedos.
A gente já não mostrou uma coleção do Chuck? Nossa. A gente fez um vídeo curto, por exemplo, vou comprar as bonecas, vou encerrar os bonecos de terror que a gente tem. Acho que sim, foi isso.
Eu acho que a gente tem que começar a abrir isso no Instagram, sabe? Começar a abrir. Você chegou o boneco, a gente abre para as pessoas verem.
Pode ser, pode ser.
Eu já abri aquele Chuck para elas verem, aquele que tem que tá—
ainda não, a gente não mostrou.
Não mostrei ainda.
Um outro Chuck aqui, miniatura, bem baixo.
Esse é daquela daquela loja oriental, né? É a mesma que faz o Pop Mart, que é a mesma que tem os Labubus.
Isso, né? Eu gostaria muito de uma Megan, então muita Megan.
Mas em tamanho real, a Megan?
Não, acho que é imensa.
Não tem a Monster High da Megan? Tem.
Então é uma maneira de ter, entendeu? É isso, é isso. Porque a Annabelle que a gente tem é muito grande. E a Annabelle é ruim de sentar, ela esquisita.
É, ela tem umas pernas zoadas.
E aí ele falou bonecos de terror, tipo Chuck, Annabelle. "Mas quando eu era criança, eu não tinha brinquedos devido a minha família ser muito humildinha". Certo. "Mas depois que comecei a trabalhar, virei a bicha velha dos brinquedos". "Adoro vocês reais". "Adoro vocês reais". Desculpa, gente, hoje eu tô meio acelerado, bagunçando tudo aqui.
Você tá acelerado?
Um pouquinho. Adoro vocês, real. Tudo de moto? Como assim tudo? Todo, todo de moto, aplicativo? Eu não entendi aqui. Ou será que estou de moto, aplicativo, e vocês são minhas? Ah, entendi, é que tá digitado aqui também, ó. Estou de moto, de aplicativo, e vocês são minha companhia nas pistas. Obrigado por estarem sempre aqui e mandem um beijo para o "Meu marido, eu transformei ele em fã do vídeo de vocês. O nome dele é Jorge Luiz e ele é farmacêutico aqui em Manaus, Amazonas." Olha, Brendo, obrigado pelo carinho, um beijo para você aí.
Que bom que a gente acompanha no seu trabalho, tá? Estamos agradecidos. E que bom que está conseguindo agora seus bonecos, amigo.
Isso, amigo, é isso aí, caiu de cabeça.
Legal do Chuck é isso, hoje em dia tem outras pessoas que também estão criando os bonecos. Então esse primeiro que a gente o povo teve que vir lá dos Estados Unidos. Foi um caos. Mas hoje já tem gente no Brasil que faz outras versões também, você consegue. E muito bem feitas.
E acho que hoje a Trick or Treat até entrega aqui. Na época não entregava, sabe?
Ah, então, ó, pra você ver.
Vou ler o chat do Diva, da Amanda. "Eu era pequena, perdi meu Snoopy de pelúcia numa loja de doces. Me lembro que sempre quando eu ia na loja perguntava para os funcionários sobre ele. Eu assistia Toy Story 2, chorava imaginando que eles se estivesse sentindo como a Jessie, esperando que eu voltasse pra buscar.
Ai, que dó!
É, a gente pensa, né.
Pior que a gente pensa, né, gente.
A gente pensa essas coisas, sabe?
A gente pensa, né. A minha sobrinha, ela tinha um cachorrinho de pelúcia que ela teve na infância dela toda. E aí, ela perdeu esse cachorrinho.
Ai, gente!
E aí, foi um caos na família, de todo mundo indo atrás se encontrava um cachorro parecido. E ela não queria outro cachorro. E a gente comprou o cachorro, só que uma versão menor. Aí ele foi meio que a versão bebezinho dele. Só que não era o mesmo, pra ela não era. E foi um tempo, gente, um tempo, até ela se acostumar com a falta do bichinho. E era uma pelúcia comum, né, não era uma pelúcia famosa, de alguma coisa.
Geralmente é isso, né.
Era só um apeguinho ali que ela tinha, né. E ficou muito, lembro muito dessa situação, assim. Eduardo fez um textão aqui, ó. Guardo, Dona Mil, Dona Witch, tenho 36 anos e ainda guardo muito dos meus brinquedos e objetos ligados ao universo Disney e Pixar. Para algumas pessoas eles podem parecer apenas itens de coleção ou até mesmo cacarecos que dão trabalho para limpar, mas para mim representam muito mais do que isso. Filmes como Toy Story, Bela e a Fera e os clássicos Mickey e Pateta sempre tiveram significado especial na minha vida.
O que mais me encanta nessas, nessas histórias é a capacidade de conversar com a criança e com adulto ao mesmo tempo. Quando eu era mais novo, eu me conectava com aventura, diversão e os personagens. Hoje me identifico com as mensagens sobre amizade, crescimento, mudanças, propósito e superação. Por isso gosto de manter esses brinquedos e lembranças por perto. Quando olho deles, não estou apenas vendo personagens que marcaram minha infância.
Estou revisitando momentos da minha história, lembrando dos desafios que enfrentei naquela época e reconhecendo o quanto cresci e evoluí desde então. Esses objetos funcionam como uma ponte entre quem eu fui e quem eu me tornei. Eles me ajudam a manter viva a imaginação, a curiosidade e a capacidade de o brincar que eu tinha quando era criança, sem perder a maturidade e os aprendizados da vida adulta. Mais do que nostalgia, eles representam memória, afeto e uma conexão muito genuína com a minha própria trajetória.
Olha, uma mensagem linda pra encerrar o episódio de hoje, né.
Nossa, amigo, acho que é muito disso, né. A gente entende que, né, eu sei que a gente também não Não pode, assim, né. Tem muita discussão, né, falando de consumo, né. Que a gente não pode se limitar, né, a nossa vida a consumir, né. Ou a deixar, sei lá, objetos ali como se fossem, né. Acho que a gente vê, pelo menos eu aqui, né, trazendo assim um paralelo, assim, né. Talvez a gente, os nossos pais, por exemplo. Por exemplo, acho que meus pais não conseguiram manter os brinquedos da infância deles até a vida adulta, né.
Mas aí tem outras coisas que meio que tem esse apego. Como, sei lá, né, uma chaleira ali que era da avó, que ficou. Uma bandeja. E aí eles têm esses apegos que às vezes a gente pensa... Até, né, na minha vida adulta lembrava assim da minha mãe. De "ai, não pode usar isso". "Não vai usar isso". Aí eu falo: "Pô, mas por que não vai usar se tá aqui, né?" E aí, hoje em dia, eu entendo o ponto. Porque é isso, né? É um apego, é um outro tipo de apego que você tem, né?
Não é exatamente sobre usar, é sobre ter ali aquela memória de algo que você batalhou pra ter, que você nunca teve, né? E hoje eu vejo isso com os brinquedos. Mas em contraponto também, eu penso que às vezes é isso também. Não deixa de ser algo material que pode se desfazer, pode quebrar.
Pode acontecer, gente. Pode acontecer, né. Não tem jeito.
E tudo bem também. Acho que é isso que é importante, talvez, da gente entender que, novamente, esse Toy Story, acho que fala até sobre isso, né. Às vezes as coisas se vão, mas elas vão ficar na nossa memória. Se a gente puder guardar, né, ter ainda, ótimo, maravilhoso. Mas pode ser que ela vá por conta própria da gente querer passar pra frente. Ou sei lá, por quebrar, ou por a vida seguir, né. Mas não deixa de ser algo especial na nossa vida, no nosso coração.
No nosso coração, né, assim. E vai ficar independente, né, do físico ali, né. O brinquedo vai marcar nossa vida de diversas maneiras. Pode ser pra gente ter ele depois, pode ser da gente só ter ele no coração, de uma memória. Mas fica, né. Fica assim.
É, gente, é um episódio saudosista aí pra vocês, ó. De muito carinho, muito amor. Vamos continuar colecionando nossos brinquedos na medida do possível aí.
Chegando novos, indo outros.
Exato. E mostrando tudo pra vocês aí nos conteúdos da vida. Eu queria começar a gerar mais conteúdo em cima desses objetos que a gente tem aqui em casa. Porque a gente tem muita coisa legal mesmo, né.
A gente gosta, né, de mostrar. Porque a gente vê outras pessoas que têm, outras pessoas que falam: "Ai, pô, vocês também têm, que legal, né". Ontem a gente foi comer num restaurante, uma menina veio na gente e falou assim: Fala assim: ai, poxa, toda conquista que vocês têm, às vezes vocês compraram alguma coisa, eu fico muito feliz por vocês também, né? E é legal que quando a gente também às vezes vai fazer um evento, a gente encontra alguém que, poxa, que nem um amigo falou aqui: ai, hoje eu também consegui comprar meu boneco do Chuck.
A gente fica: ai, que legal que você conseguiu comprar também, né? Que você— então é meio que uma felicidade mútua, né? Até quando a gente vê um criador, né, a gente citou o Felipe que fala das Monster High, pô, ele consegue ter uma coleção de Monster High. Olha que legal! Então a gente fica feliz também pelo outro, né.
Muito legal, exato. E vamos começar nossa coleção de Monster High, então, de filmes.
Ai, gente.
E a gente pode começar com essas duas. A Killer Klown, que é uma que eu quero. E a Alien, que é a que você quer. A gente começa com essas duas. E a gente vai vendo o que acontece aí, a partir daí, tá bom? Gente, espero que vocês tenham gostado. Gente, ficou um episódio enorme.
A gente tem uma atrasadinha nos outros.
Mas aí fica aí um episódio pra vocês, tá bom? E a gente também vai soltar o íntimos, né, pra vocês, tá bom?
Isso, muita gente mandou as suas coleções aí nas redes. Tem comentários lá no Twitter e no Instagram. Se vocês quiserem dar uma olhadinha aí pra se conectarem com brinquedistas. Será que tem um nome? Brinquedistas, algo assim? Pra pessoas que gostam de brinquedos.
Acho que não, acho que brinquedista não.
É colecionista, né?
É colecionador, né? É colecionador, é colecionista.
Não tem isso aí?
Enfim, gente, o que que vocês acham? Ah, comenta bastante aqui embaixo também no episódio para engajar a gente, tá?
É isso aí, é, comenta se você tem alguma coleção de alguma coisa ou você quer ter, você sonha em ter, comenta aí.
Isso aí. Tá bom? A gente se ouve então no próximo episódio. E seguimos nessa, gente. Um beijo, viu?
Tchau! Amigo, estou aqui.
Amigo, estou... Nossa, nem tocou no filme a versão do...
Viu o povo xingando: "Ai, não tocou a música".
Fez um inferno pra gravar, foi lá na Disney, gravou o clipe e tudo e não teve a música no filme?
Nossa, é verdade.
Fez um inferno.
Mas teve a da Taylor.
Mas no fim, no crédito só.
Ah, mas teve.
É isso que importa. Beijo, gente.