#217 - ESPECIAL OVNI NO PARANÁ com Lorelay Fox
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- Fenômenos ufológicos e suas nomenclaturasVazamentos de arquivos ufológicos nos EUA · Operação Prato e relatos no Brasil · Relatos de pilotos de avião · Avistamentos em locais remotos e no mar · Fenômenos meteorológicos e satélites · Lorelay Fox · Maiky
- Ficcao CientificaFilmes de Steven Spielberg sobre OVNIs · O filme 'Contatos de Quarto Grau' · A série 'Arquivo X' · A influência da mídia em relatos · O papel da ficção na percepção de OVNIs
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Edu:Olá, divos e divas! Tá começando agora mais um episódio do Divã da Diva, o podcast oficial do Diva Depressão. Eu sou o Edu.
Felipe:E eu sou o Felipe.
Edu:E hoje, de novo, novamente, mais uma vez, estamos na presença de Lorelay Fox!
Lorelay Fox:Ai, amigas, eu que me convidei dessa vez.
Felipe:Eu falei que eu queria falar sobre o ET.
Edu:Eu achei ótimo de você vir, porque a gente pode ter episódios especiais com você de vez em quando, né.
Lorelay Fox:Obrigada.
Edu:Não é, amiga?
Lorelay Fox:É um motivo a mais pra gente fofocar. Exatamente.
Edu:E a gente vai fofocar hoje de um assunto que muito te interessa.
Lorelay Fox:Né? Um assunto muito sério.
Felipe:E é um assunto que você manja também, né, amiga?
Lorelay Fox:Amiga, eu tô aqui como especialista. Não tô nem como amiga, nem como drag. Tô como especialista ufológica.
Felipe:É, o Brasil... Esse ano tá sendo um ano muito... Ufológico.
Lorelay Fox:Ufológico, né? Ah, por quê?
Edu:Porque teve aqueles vazamentos lá...
Felipe:É, nos Estados Unidos.
Lorelay Fox:Mas não é a primeira vez que eles soltam esses arquivos, né?
Edu:Você acha que eles soltaram os arquivos desse ano pra ofuscar o negócio do Trump, não é? Entendi. Ofuscar...
Lorelay Fox:O escândalo do Jeffrey Epstein.
Felipe:Você acha que foi isso?
Lorelay Fox:Amiga, eu tenho a plena convicção, certeza. Porque os arquivos que eles soltaram, nada é muito comprometedor. Não é nada que "ai, meu Deus, tem uma revelação".
Edu:E é muito mais do mesmo, né. É mais do mesmo que ele já tinha.
Lorelay Fox:Amiga, eu assisti muita coisa, muita. Eu baixei todos os arquivos. Tem um site lá que você pode baixar, né. Todos os arquivos, e é uns arquivos antigos, uns documentos antigos. E tem histórias babadeiras lá, de coisas que viram...
Edu:Não é só vídeo, tem relatos também.
Lorelay Fox:A maioria é relato, a maioria é a polícia arquivando relatos e coisas, tanto de civis quanto da própria polícia.
Felipe:Então os relatos que são babadeiros mais do que as imagens, você diria?
Lorelay Fox:As imagens estranhas é que são sempre pontos voando, as imagens, né?
Felipe:Nunca tem um, né, em HD, 4K.
Edu:Bom, a gente começou a falar de outros casos ufológicos aqui, mas na verdade trouxemos a Lorelay, gente, para poder falar da Maike, aquela gay do Paraná que avistou aí supostamente uma nave espacial, um OVNI ali, ouviu barulhos estranhos. Esse assunto tomou conta da internet nos últimos dias. Decidimos fazer um Divã da Diva especial sobre isso. E como a própria Lore já disse, ela se convidou para estar aqui. Eu amei, porque aquele episódio que a gente fez, amiga, do testamento, deu muitos players. É, o povo amou. E aí você também, como investigadora, volta hoje.
Lorelay Fox:Como senhora em coma, como senhora.
Edu:E agora eu peço por Deus, o que que você acha que a Maiky viu? Já vamos Chegou nesse ponto, será?
Felipe:Vamos começar assim.
Edu:Vamos dissertar a Maíke. O que você acha que a Maíke viu, amiga? Você acha que era uma rave?
Lorelay Fox:Eu acho que a gente precisa começar pelo começo da história dela. A última parte da história é o avistamento. O dia dela começa já muito estranho. Ela é uma gay fazendeira. Ela mora sozinha no meio do mato, isolada mesmo.
Edu:Você sabe que tá em alta essas gays de fazenda que faz conteúdo pro Instagram, né?
Lorelay Fox:"Mas ele é de verdade, né, amiga?" Porque a maioria das outras... Não, conheço até gente que... Ai, depois eu conto uma fofoca. Eu sei de um influenciador que não era essa pessoa, finge ser. Amiga, é um caso assim bizarro.
Edu:Mas vamos focar. A Maíke realmente é essa gay do agro.
Lorelay Fox:E ela mora sozinha, ela cuida da fazenda dela. Então ela tá acostumada a lidar com os animais, com o meio do mato. E ela acordou aquele dia percebendo que tinha algo muito estranho acontecendo.
Edu:Então foi desde de manhã cedo que ela percebeu. O que tava esquisito, de manhã?
Lorelay Fox:Por ela vendo aquele avião. Teve um avião lá que ficou sobrevoando o céu em círculos por muito tempo. Muita gente filmou isso, todo mundo achou muito estranho. Tanto é que saiu até post no G1 lá da região explicando por que esse avião não pôde aterrissar ali. Já começa ela fazendo esse story sobre esse avião. Depois ela começa a falar do comportamento dos animais dela. Que eles estavam mais ariscos, que eles estavam nervosos, que eles estavam vendo alguma coisa.
Edu:Tudo isso antes de tiver passado.
Lorelay Fox:De manhã, gente, de manhã. Bicha da roça acorda cedo, né.
Edu:Sim, 5 da manhã, 5 da manhã.
Felipe:E ela mostra o dia a dia dela, né, nas redes.
Lorelay Fox:Cuidando dos bichuchos.
Felipe:E ela já foi mostrando isso no dia.
Lorelay Fox:E tudo sem camisa, o que é mais importante.
Edu:É, a Mike, gente, é importante lembrar que ela entrega um biscoito, né. Por nosso gosto, a gente acha ele bonitinho. Eu acho, né.
Lorelay Fox:Ela é muito gostosa.
Edu:O Mike é um boy agro suado, né. Tem uma coisa. Então tudo sem... Até as entrevistas que ele deu, ele tava sem camisa, né, gente.
Lorelay Fox:Depois foi muito legal ter vindo lá ele sem camisa.
Felipe:Tava mesmo?
Edu:Parece que ele tava.
Lorelay Fox:Teve algumas que ele tava.
Felipe:Teve algumas que ele tava.
Edu:Ah, é? Mas parece que eu vi um vídeo assim dele, enfim.
Lorelay Fox:Ah, pois que ele biscoite demais ainda. Mas também, quem trabalha na roça, gente, todo mundo fica sem camisa.
Felipe:É, né, gente.
Lorelay Fox:É normal, né. Muito quente, né. Muito quente, muito trabalho. E daí, ele começou... Primeiro que ele observou que uma das cercas que ele tinha na propriedade dele tinha sido derrubada. Uma cerca caiu. Daí ele foi lá pra arrumar essa cerca. Só que ele tava ouvindo um barulho estranho também. Um barulho que ele falava que ou era um rosnado ou era um tec-tec-tec, parecendo uma pedreira.
Edu:Igual o do trailer lá do filme do Steven Spielberg.
Lorelay Fox:Tanto é que ele vai consertar a cerca dele, ele leva arco e flecha. Porque ele ficou com medo de ter algum bicho ali.
Edu:Aí ela é russa, porque ela vai no arco e flecha.
Felipe:E o Katniss.
Lorelay Fox:É, Katniss.
Edu:Aí que ela vai de arco e flecha.
Felipe:Armada.
Lorelay Fox:Então ela achava, durante o dia, que tinha algum bicho solto ali. Ela não acha que era um alien.
Felipe:Que pode acontecer no meio da mata, né. Às vezes o bicho ali ataca algum animal do lugar ali, né.
Lorelay Fox:Muita coisa ataca.
Felipe:Uma onça, não sei, né.
Edu:Uma raposa.
Lorelay Fox:Mas tem onça na roça? Claro que tem, amiga. Tem muita onça. Onça é muito mais normal do que a gente imagina, você acredita?
Edu:Tigre não tem.
Lorelay Fox:Tigre não tem no Brasil.
Felipe:Não tem aqui no Brasil.
Edu:Tá, é importante a gente saber.
Lorelay Fox:Elefante também não. Urso também não tem.
Edu:Imagina aparecer um elefante lá na roça da bicha. É uma coisa louca.
Felipe:Lógico, é lógico. Abre uma fenda.
Lorelay Fox:Amiga, eu não duvido mais de nada.
Edu:Abre uma fenda e sai um negócio.
Lorelay Fox:E daí ele ficou muito assustado com esse barulho. E os stories do dia inteiro dele é sendo assustado por isso. Ele ficou... E pelo comportamento dos bichos dele. Só que na filmagem dele, ele consegue captar o som que tava assustando ele. E aí que eu falo, eu falei no meu vídeo investigativo que isso torna esse caso muito diferente dos outros. Porque captar esse som Ninguém nunca fez.
Edu:Então, e acho que no mundo não tem uma captação como essa, igual a nossa.
Lorelay Fox:Não tem, não tem. Captar esse som, que é um som já característico das naves. Tanto é que depois a gente vai entrar nisso, tem lá o cara que participou da Operação Prato, ele descreve exatamente o mesmo som há 40 anos atrás.
Felipe:Então eu vi algumas pessoas comparando ao som de bambus.
Lorelay Fox:Sim, que é o som parecido, só que quando você vê ele descrevendo, ele fala que ao mesmo tempo que era tec-tec também era um grunhido e também era uma vibração. Tem várias, ele dá muitas descrições.
Edu:Eu vi um vídeo dele falando, acho que deve ser um dos stories dele, acho que do dia seguinte. Ele fala que tinha um som que parecia que tava dentro dele, um dos sons parecia que tipo tinha entrado na cabeça dele, como se—
Lorelay Fox:muito bizarro. E ele disse que a coisa que mais assustou ele foi o som, não foi ver a nave. Ele, a nave, ele disse que ele achou a coisa mais linda.
Edu:E ele falou assim: eu tô diferente hoje, eu tô estranho, porque foi uma coisa dentro de mim, é um som. Então como se os ETs tivessem comunicado com ele dentro dele.
Felipe:E aí coincidiu muito com o lançamento, né, vai vir aí um filme novo do Steven Spielberg, né, que é o Dia D.
Edu:Tanto que muita gente achou que era uma ação, né, de marketing.
Felipe:Começaram a levantar. E aí o som meio que dá para ouvir no vídeo, é parecido com o som que lá a personagem, né, da Emily Blunt faz, né, no trailer. O filme ainda não passou, então não sabemos o contexto, mas meio que ela começa a fazer um som. E aí até fica o questionamento, será que o Spielberg se baseou esses outros relatos, né?
Lorelay Fox:Porque acho que sim. Porque não é o primeiro filme que coloca esse som em alienígena também. É um som meio clássico de alienígena, baseado, acredito, nesses relatos que já tem. Tec, tec, tec. Porque eles não vocalizam igual a gente, né. Diz que eles têm assim, a boca deles é diferente. Então eles não conseguiriam falar igual a gente.
Felipe:Apenas o E.T. Bilu é bilíngue e consegue.
Lorelay Fox:É que ele é o que tem...
Edu:You are, you are! Ai, eu amo quando ele fala isso. Você é inconhecimento, you are!
Felipe:Certo, amiga. Então, aí ele gravou tudo, postou isso.
Edu:Ouviu os bagulho louco.
Lorelay Fox:Ouviu, ficou nervosa. E os stories, ó, só aumentando cada vez mais a audiência.
Edu:Isso, ele já começou a ganhar seguidores, eu acho, né.
Lorelay Fox:Ele tinha 40 mil seguidores.
Edu:E foi pra mais de 2 milhões, né.
Lorelay Fox:Já tá com mais de 2 milhões.
Edu:Deixa eu ver, eu vou entrar aqui no Instagram do Mike. Porque inclusive, a gente tá gravando esse episódio, o primeiro que tá atrasado do dia que a gente solta. E já tem um. No mesmo fervo que aconteceu esse rolê do Mike, já sumiu essa história. Mas eu acho que vai dar no Fantástico, tá?
Felipe:Mas continua reverberando ainda um pouco.
Lorelay Fox:É que agora estão tentando desmentir tudo que ele viu, estão investigando, tem gente indo lá no lugar.
Edu:Ó, o Mike Leão, ele tá com 2,5 milhões de seguidores, tá? E é isso, a descrição do perfil dele continua a mesma. Aqui tudo é energia, Campo Largo, vida e dia a dia no sítio, não se vendeu.
Felipe:E que dia a dia são esses, né?
Lorelay Fox:São esses.
Felipe:E aí, muito se questionou assim, vovó: "Ai, mas o que o alienígena estaria fazendo lá no Paraná?" Amiga, eu tenho a minha...
Edu:A sua teoria.
Lorelay Fox:A minha teoria, eu falei no meu vídeo também. Que é uma teoria que eu não vi as pessoas expondo na internet.
Felipe:Então aí, né, você tá falando em primeira mão.
Edu:Amiga, eu furo, eu furo. Segura a sua teoria aí.
Felipe:Ai, segura?
Lorelay Fox:Mas é porque a gente precisa explicar o avistamento, tá, meu amor?
Edu:Calma, vamos contar tudo. Porque às vezes você caiu aqui, se você mora em Marte...
Felipe:Verdade.
Lorelay Fox:Não, ela caiu, tá pagando o episódio. Esse é pago ou não?
Edu:Não, amiga, esse aqui é o geral, porque às vezes você no pelo, esse daqui, esse é no seco. Às vezes você ouviu falar dessa história, mas você tá meio por fora, então a gente tem que explicar tudo que aconteceu.
Felipe:Estou meio perdido ainda, dá preguiça de se inteirar, né?
Edu:Mas você contou numa ordem que eu não sabia que era essa, então achei bom a gente se inteirar.
Felipe:E aí então paramos aqui no Nas filmagens à tarde.
Lorelay Fox:Vamos chegar no avistamento em si. Porque até então ele não tinha falado de OVNI, nem nada disso. Ele achava que era um bicho, um rosnado, um sei lá o quê. Que ela ficou com muito medo. À noite, ele abre os stories e fala: "Gente, eu acho que era disso que eu tava ouvindo o barulho". E mostra as luzes a uma distância de mais ou menos 2 km da casa dele.
Edu:Girando, né?
Lorelay Fox:Girando, brilhando assim, em ordem, né. Tipo, blu, blu, blu. Sem fazer som, tava muito longe, sem fazer som, mas brilhando muito. E ele começa a falar que é uma coisa linda, ele fica muito encantado. O que também é uma descrição muito comum de quem avista essas luzes, dizem. Tanto é que é muito interessante a maneira— eu acredito muito nele, porque o jeito que ele descreve é muito igual às pessoas que já viram, de não conseguir colocar em palavras, sabe? De explicar, tipo, "Ai, brilhava com todas as cores". Tipo, você não consegue explicar direito.
Edu:E assim, amiga, ele viu relativamente de perto, né, se parar pra pensar.
Lorelay Fox:Não, calma, porque vai passar em cima da casa dele ainda. Então, espera aí. Primeiro ele vê de longe, ele fica filmando por uns 20 minutos. Daí a luz começa a sumir, se apaga, some. Daí ele continua ali, ele fez live nessa hora. Ele disse que ligou pra mãe, ligou pra família, ele tava desesperado. E ficava falando nos stories, tava louco, louco, enlouquecido.
Edu:Com medo ali.
Lorelay Fox:E com medo. Só que as luzes não deixou ela com medo, né, ela ficou mais maravilhada.
Felipe:Porque acho que você fica pensando: "Nossa, o que tá rolando ali?" Gente, mas a primeira coisa que eu ia pensar é ET.
Lorelay Fox:A primeira coisa. Eu ia pensar que... Será?
Edu:Eu acho, amiga.
Lorelay Fox:Será que ele mora ali, ele nunca viu ali nada aceso?
Edu:Então essa é a questão. Tipo...
Felipe:Mas é que eu acho que a gente... Eu pensaria que é algo alienígena no céu. E tá meio na mata, né? Parece assim.
Lorelay Fox:E ele fala que ele também vê se movimentando à medida que tá apagando. Ele fala, tem uma hora que ele fala que entrou no rio, saiu do rio. Tá muito perto da água, diz que tem um rio que passa por ali. O que também é um clássico ufológico ter avistamento de naves em rio e mar. Sempre eles entram na água, saem da água. Isso é muito normal.
Edu:É, amiga, você já criou muito conteúdo em cima disso, né?
Lorelay Fox:E é sempre assim, é babado. Rio vai aparecer.
Felipe:Que aí talvez traz aquela teoria de que Que talvez não é que eles estão fora, talvez eles estejam aqui.
Lorelay Fox:Dizem que pode ser. Só que daí a luz se apaga, Duda. Certo. Só que depois de um tempo, não sei quanto tempo. Porque ele não fala isso nos stories. Ele vê de novo. Só que dessa vez, ele vê passando em cima da casa dele. Então ele disse: "Nossa, tem aproximadamente 60 metros".
Edu:Muito grande!
Lorelay Fox:Muito grande, ele falou que era muito grande. Era um negócio dele, faz até um desenho pra tentar descrever durante a própria live que ele tava fazendo no Instagram. Ele desenha, tem um formato, né, de um kiwi.
Felipe:Um kiwi, né, Kiwi?
Lorelay Fox:Tá, de uma vagina. Uma vagina, no meio tem uma grande luz vermelha.
Felipe:Caracas!
Lorelay Fox:Que também lembra muito a descrição lá do cara da Operação Prato. Ele descreve um que tem uma luz vermelha no meio. Gente, mas existem vários tipos de veículos. Amiga, com certeza.
Edu:Igual a gente tem os carros.
Lorelay Fox:Porque nunca é igual, avistamento. É, então, será que realmente existem? Eu fiquei pensando nisso.
Edu:Depois, porque como eles são muito— até as imagens que a gente vê, cada uma é diferente da outra. Umas tem essas luzes em volta, outra parece só um prato mesmo assim. Então talvez eles tenham vários tipos de veículos, assim como nós temos vários modelos de carros.
Felipe:Às vezes essa era a moto dele, é uma moto de 60 metros.
Edu:Caralho, era um avião, às vezes é o transporte público deles, é o caminhão, tava levando todo mundo embora. E aí tinha uma luz vermelha no meio, em volta todas as luzes coloridas.
Lorelay Fox:Daí ele tenta descrever essas luzes, ele Eles escrevem de uma maneira muito louca.
Edu:Passa em cima da casa dele, ele tinha que ter gravado. Amiga, então é aí que estão pegando, dizendo que como que ele não filmou isso.
Lorelay Fox:Aí daí ele volta a filmar quando já tá bem longe. Daí parece que é aí que ele fala que aí passou pelo rio, alguma coisa assim. Tá muito longe. Quando ele volta a filmar, ele fica assim: ai, gente, passou aqui. Ele tá filmando sua própria cara, só que já não tá mais ali. Ele disse que passou. Sabe? E daí depois as pessoas fizeram análise das imagens, vendo o brilho que tava lá longe, calculando o tamanho daquilo pela distância da casa dele até lá, calcularam que provavelmente aquele brilho tinha uns 70, 100 metros mesmo. Nossa, então era muito próximo do tamanho que ele falou, era muito grande, muito grande.
Edu:Que coisa Coisa bizarra, sabe?
Lorelay Fox:Voando. E diz que quando voa não faz barulho nenhum. Esse também é um clássico. Passou por aqui sem barulho nenhum, ele fala. Olha, tanto é que o barulho que ele tava ouvindo, ele não ouviu enquanto a nave passava.
Felipe:Então o barulho era outra coisa.
Lorelay Fox:Barulho, acredito que a comunicação do além.
Edu:Por exemplo, todo meio de transporte humano faz barulho. Avião faz muito barulho, todos os aviões fazem muito.
Lorelay Fox:Drone faz muito barulho.
Edu:A gente não existe uma tecnologia silenciosa para o transporte, né?
Lorelay Fox:Só a morte.
Felipe:E em contraponto, né, nós que estamos aqui próximos à Paulista, por exemplo, quando a gente vai gravar podcast, de vez em nunca até a gente comenta aqui, que fala: "Ai, ó, tô ouvindo a interferência aqui da rádio." A gente consegue ouvir quando a gente tá gravando podcast.
Edu:Esse fone aqui que o Felipe— a gente usa um foninho, gente, branco, para ouvir se tá tudo bem com o microfone, né? Às vezes aqui nesse fone pega a frequência de rádio.
Lorelay Fox:Porque as antenas tudo aqui, né?
Edu:Aí você ouve tipo uma estação, sabe? Então o que faz nos pensar, né?
Felipe:Falou que ele sentia algo dentro da cabeça dele quando ele ouviu o som. Será que são tipos de ondas, frequências? Que é isso, essa frequência de rádio a gente não escuta, mas se eu boto aqui no equipamento, aí eu escuto aqui no fone. Então será que também estava rolando uma transmissão?
Lorelay Fox:Amiga, o que acham é que daí os alienígenas querem se comunicar, eles entram nessa frequência. Tanto é que eles só aparecem quando eles deixam ser visto, dizem, entendeu? Porque dizem que tem muita coisa no mundo que a gente não consegue ver. Por exemplo, ultravioleta. Nosso olho não consegue captar. Frequências de áudio que só animais captam, entendeu? Então diz que os aliens também vivem nessa.
Edu:Ih, mas quer falar o quê? A gente não entende nada, gente.
Lorelay Fox:Amiga, porque diz que ano que vem é o ano que eles vão aparecer oficialmente. Já diziam que esse ano ia ter muito avistamento. Mas diz que ano que vem que eles devem.
Felipe:Quem que diz isso?
Lorelay Fox:Ai, nossa, investigador!
Edu:A babá vovó.
Felipe:Tem uns cara aí que vive dessas coisas, né.
Edu:Porque eu, assim, eu acho que eu sempre meio que acreditei, assim. A gente conversa muito sobre isso, né, amor. Sobre... Ai, meu, só no nosso sistema solar tem bilhões de estrelas.
Felipe:A gente tava assistindo muitos filmes, né, de astronomia. E falando sobre planetas, né, sobre o raio do universo, né. Até onde o olho humano vê.
Edu:Até onde dá leitura. E aí a gente pensa que é muita coisa. É muito uísmo pensar que é só a gente, né. Você acredita de verdade, amiga?
Lorelay Fox:Amiga, eu acredito de verdade. Mas também não acredito.
Edu:Você acha que é uma coisa meio...
Lorelay Fox:Eu acho que existe uma probabilidade grande de ser e de não ser também.
Edu:Entendi. Mas você acha que seria o quê, esse tipo de coisa?
Lorelay Fox:Tem muitas explicações. As pessoas dizem que podem ser tecnologias sendo testadas. E elas são... Ninguém pode saber. Falavam muito isso de uns... Principalmente desses avistamentos militares, sabe? Querem tipo, ai, coisa da Rússia testando, então por isso que ninguém sabe. Só que geralmente são tecnologias que filmaram há 30 anos atrás e até hoje não existe uma nave que andava 30 mil km/h, sabe?
Edu:O que pode cair por terra é essa teoria de que é uma tecnologia humana, né?
Lorelay Fox:Mas isso é o mais provável. Também diz que pode ser coisa, principalmente avistamento de luz, pode ser coisa meteorológica, né?
Felipe:Sim, muito fala dos balões, né?
Lorelay Fox:Tanto que tem aqueles raios redondos, já viram raio redondo?
Felipe:Que às vezes também tem efeitos naturais também, que às vezes meteorológicos, que às vezes parecem outras coisas também.
Lorelay Fox:Coisas muito bizarras.
Felipe:Tem umas coisas que a gente não tem como dizer.
Edu:Mas já pensou se ano que vem eles— Ai, que medo!
Lorelay Fox:Dá meio medo, né? Mas também dizem que eles já estão aí, nunca fizeram nada, então tudo bem, né? Do mal eles não são.
Felipe:Então, mas aí também, por que ficar se escondendo ou ficar aparecendo aos poucos? Isso que me pega muito, né? Né, porque ficou: "Ai, não querem aparecer." Mas aí aparece um pouco, mas também não aparece completo.
Lorelay Fox:Mas quando aparecer, eu acho que tem que ser aos poucos.
Edu:Mas por quê?
Lorelay Fox:Porque choca todo mundo demais, sabe?
Felipe:Porque eles têm uma tecnologia babadeira, eles têm esses poderes, entre aspas, né. Por que se esconder tanto?
Edu:Mas amor, isso que o Danilo falou é muito real. A gente sabe que se uma hora aparecer de fato, vai se instaurar um caos na sociedade, sabe.
Felipe:Mas foda-se, na sociedade deles, eles tipo...
Edu:Tipo, tô cagando, não existe.
Lorelay Fox:Não é de mim, não. Mas eles pensam na gente, amiga. Por quê? Dizem também, tem a teoria de que na verdade eles não são nada além de uma raça humana vindo do futuro. Ah! Aí já começa a entrar cada vez mais o chapéu de alumínio de gente louca, né. Dizem que esses Greys, eles são seres humanos daqui 5 mil anos, por exemplo. E daí eles não conseguem mais se reproduzir, eles voltam aqui nessa época pra cruzar com seres humanos. Por isso que são os híbridos. Lembra que se fala desses híbridos? E daí, por isso eles não assustariam a gente. Porque eles sabem como a gente reagiria, entende? Então diz que eles podem ser só pessoas do futuro.
Edu:Olha que coisa maluca!
Lorelay Fox:Ai, gente, todas as explicações são malucas, porque não tem.
Felipe:Dizem que eles estão... E a Yasmin Brunet, né, diz que eles estão no meio de nós.
Edu:Nós fingindo que são seres humanos, né?
Lorelay Fox:É que tem raças deles que são muito parecidos com seres humanos. Nós temos avistamentos— avistamento não, tem vários casos antigos assim de nave que parou tipo no quintal da casa da pessoa e sai umas pessoas parecendo uns elfos assim. Sim, eles são altos e brancos e loiros.
Felipe:Parecem a Halicia. Esse caso, como é que eles são brancos?
Lorelay Fox:Brancos, amiga, porque eles não tomam sol, eu acho. Igual eu, que sou sem cor mesmo. Mas tem os outros que são de outras cores, que é da raça de uma cor.
Felipe:Só que os que são de outra coisa é tudo, entre aspas, feios. E aí os loiros são uns boyzão grandão assim.
Lorelay Fox:É que diz que esses daí também são a porta de entrada. Porque como a gente enxerga eles mais próximo da nossa imagem Eles meio que são moldados pra que a gente aceite eles, entendeu? É a colonização europeia, mais uma vez.
Felipe:A padronização alienígena.
Edu:Esse avistamento que você falou desses elfos é relato de pessoas que viram isso acontecer?
Lorelay Fox:Sim, tem relato até no Brasil disso.
Edu:Caramba, gente!
Lorelay Fox:De que eles vêm. E tem gente... Olha que engraçado. Tem uns relatos que eu precisaria ler ele inteiro pra saber descrever. Da pessoa vir alguém assim conversar com ela na casa dela e tal. Ela tá achando que é uma pessoa, e daí quando ela vê, a pessoa vai embora numa nave. Tipo, nossa, eu tava achando que era uma pessoa, mas na verdade— Tanto é que dizem que os anjos são meio que isso, entendeu? Tem várias histórias assim. Nossa, que coisa maluca!
Edu:E aí você cavucando nesses anos todos, fazendo vídeo sobre isso, você foi caindo nesses conteúdos.
Lorelay Fox:Amiga, e é bizarro porque é muito difícil duvidar, sabe? Porque as pessoas É gente que não tem por que inventar. Pode ter sido um surto da pessoa, pode ter sido um grande mal-entendido. Mas o que eu sempre falo é que pra pessoa, ela viveu aquilo. Então não é legal você ficar zoando a pessoa, sabe? Porque a experiência dela é real.
Felipe:A gente já assistiu um, acho que foi no Netflix, um que contava dos moços que eles trabalhavam numa pedreira. Que eram vários caras. E aí, eles viram a nave e tal. Isso dos anos 70, se eu não me engano.
Lorelay Fox:Eles cortavam árvore. Cortavam árvore.
Felipe:"Árvore". E até hoje, eles dizem que viveram isso. E aí, eu lembro que eu e o Eduardo assistimos, e a gente ficou: "Pô, por que o cara estaria falando isso até hoje?" Até hoje!
Lorelay Fox:Ai, mas nesse caso, ele tinha motivo pra inventar, né. A empresa dele parece que tava com dívidas. E ele meio que tinha que dar um jeito dele sair da sociedade, da empresa. Tem um rolê assim, porque eu expliquei no Arquivo Oculto esse caso. Só que também é aquilo, sempre vão achar um motivo pra não ser o que a gente acha que é. Eu acredito que ele realmente foi abduzido, tá? Ele passou muito tempo longe, ele foi encontrado assim completamente desorientado. Que a gente viu, é, como que é o nome do documentário mesmo? A gente viu junto, é esse, né?
Edu:É muito interessante, ele realmente fica muito tempo, ele fica muito tempo mesmo, fica mais de uma semana, eu acho.
Felipe:O próprio do Brasil aí, né, que você falou que é o do Prato, né?
Edu:É Operação Prato, esse é bem bom também.
Felipe:Esse até hoje as pessoas também, né, Gente, esse daí não tem explicação.
Lorelay Fox:A única explicação era ser naves alienígenas atacando a população de— acho que o nome da cidade é Colares, é uma cidade bem pequenininha que fica na beira de um rio enorme. E as naves entravam dentro do rio, saíam, tem inscrições detalhadíssimas. E o mais bizarro é que toda a polícia, os militares foram para lá porque a cidade estava sendo atacada. As naves passavam viviam e atacavam, queimavam as pessoas. Tanto é que eles ficavam tocando fogos de artifício para tentar espantar as naves, que tinha muito. É bizarro, amiga, é uma história assustadora.
Edu:Nesse caso, eles estavam querendo fazer mal pra gente.
Lorelay Fox:Então dizem, na verdade, chamavam eles de chupa-chupa, olha só, porque parece que eles sugavam o sangue com as queimaduras que eles causavam. Então pode ser uma coisa para "Vamos fazer teste, pode ser?" "Exame de sangue na gente." "Exame de sangue, que eu passo mal." A gente assistindo esses vídeos sobre, por exemplo, origem da Terra, né.
Felipe:Quando a gente segue assim, né, pega ali, né, como surgiu a vida na Terra, fala-se que a gente é uma grande coincidência. Pra existir vida, né, precisou tudo ser de uma forma, de determinada forma, porque senão não teria vida. Assim como nos outros milhões de planetas que já encontraram, né. Que a gente vê daqui, né, assim. E o que faz pensar: será que foi uma coincidência então tudo isso? Ou será que tem alguém além? Muito, né, se você for religioso vai falar de Deus, mas e se fosse uma outra coisa que fez tudo isso acontecer aqui?
Lorelay Fox:Fez nascer a humanidade, nascer a vida na Terra, você diz?
Felipe:De existir tudo isso, é.
Lorelay Fox:Eu acho que é uma coincidência. Não é uma coincidência, né, é resultado de muitas coincidências. De muitas coincidências. Tudo coincidiu pra que tudo acontecesse.
Felipe:Temos uma lua, que não é essa lua. Não teria o mar, que tem a maré certa. Porque se tivesse uma lua a mais, já não seria da mesma forma. Se não tivesse não sei o quê, uma outra coisa a mais, não seria dessa forma.
Lorelay Fox:Tudo é perfeito pra gente, por isso a gente tem que agradecer pelo nosso planeta e cuidar muito bem dele.
Edu:Que é o que não tá acontecendo.
Lorelay Fox:Que é o que não tá acontecendo.
Felipe:Mas aí, será que eles têm interesse aqui? Tem muitos filmes alienígenas que os alienígenas querem nosso planeta.
Lorelay Fox:Tá, tem. Vocês assistiram esse último Devoradores de Estrelas?
Felipe:Assistimos.
Lorelay Fox:Ai, tão lindo, né?
Edu:Eu chorei umas 3 vezes no filme, você acredita?
Lorelay Fox:Mas é lindo, é lindo, lindo, lindo, lindo. E o final é tão bom.
Edu:É isso, né? A gente tá falando aqui de coincidência, né, tudo. Eu acho que nesse caso, gente, acho que desde quando a gente é criança a gente ouve falar de gente que viu. São muitos e muitos relatos, né? Né, é uma coisa que tá entre a gente há muito tempo assim, acontecendo há muito tempo.
Felipe:Sei lá, às vezes vão pegar artes lá de civilizações que nem existem mais. Tem coisas que tipo, que ficam tão desenhadas ou ilustradas que as pessoas tipo, sei lá, né.
Lorelay Fox:É, sempre foi dito que tem seres no céu, né. Então sempre foi, sempre existiu. Tanto é que eram deuses ou eram anjos, tanto é que tem aquele livro Eram os deuses astronautas? Na verdade, será que não eram passageiros que estavam viajando e consideravam deuses? Pode ser.
Edu:E uma coisa que eu li também é que o curioso é que é isso, né? Talvez eles estejam aqui há muitos anos, porque a gente vê muita coisa aqui, mas lá do espaço nunca ninguém viu nada, né?
Lorelay Fox:Então não tem, viram, amiga? Primeiro que a gente vai muito pouco para o espaço, mas tem muito relato de avistamento de quem vive na na— como é que chama? Na Estação Espacial. E também nesses arquivos, acho que a coisa mais interessante que saíram nesses arquivos revelados agora do governo norte-americano é que na Expedição Apolo 12 e na Apolo 17, enquanto eles estavam na Lua, eles tiraram fotos de algumas coisas que eles não sabem explicar até hoje o que que era. Então tem coisas que diz que apareceram, e tem áudios também que apareceram coisas na Lua enquanto eles estavam ali. Eles não sabem explicar o que que era. Nas fotos aparecem uns pontos assim que são descritos como não conseguimos saber até hoje o que que era aquilo, entendeu? Então existem avistamentos de fora da Terra também. É mais difícil, mas existe, gente.
Edu:Que coisa!
Lorelay Fox:Eu, esse da Lua me deixou passada.
Edu:E aí é isso que me faz pensar, tipo, igual você Ele falou, são coisas de pessoas que não têm o porquê mentir. E aí, eu já acreditava, agora eu tenho certeza, gente.
Lorelay Fox:Amiga, eu tenho muita certeza.
Felipe:Só que ao mesmo tempo é isso também, não se identifica o que é. Então fica— Também pode não ser nada.
Edu:Mas é isso que ao mesmo tempo deixa tudo mais curioso ainda, né. O fato do desconhecido, da gente não saber, da gente não ver. Tudo que a gente não vê e dizem que existe é mais assustador. Assustadora ainda, sabe? É assustador, faz a gente pensar em muitas coisas. Eu acho, quando eu acho que o gente, só recentemente que eu tive noção do tempo de vida da Terra. Eu sou muito burra, amiga.
Lorelay Fox:É, mas você achou pouco, achou muito?
Edu:Eu achei bizarro de muita coisa. Eu achei muita coisa. Milhões de anos, amiga, é muita coisa, amiga.
Felipe:É bilhões de anos.
Edu:É você pensar que a gente, a gente tá contando a vida humana esses 2000 anos é depois do nascimento de Cristo, não é? Isso. Só que antes disso já tinha também uma conta de quanto tempo humano viveu, não tinha uma conta assim?
Lorelay Fox:É porque já existiam civilizações muito antes, né?
Felipe:Isso já surgiu quando já tava muita coisa.
Lorelay Fox:Eu acho que já tinha uns 30 mil anos.
Edu:Então vamos colocar 30 mil anos, vamos colocar esse número aqui simbólico. Vamos supor que a humanidade existe há 30 mil anos e dependente de antes de Cristo ou não, seres humanos existem.
Lorelay Fox:Existem.
Edu:Os dinossauros viveram milhões de anos. É isso que eu acho assustador. Eles foram extintos há 65 milhões de anos, mas o tempo de vida deles foi mais de 100 milhões de anos.
Felipe:Foi mais, bem mais.
Edu:E a gente tava vendo aquela série do Netflix que chama Dinossauros, que é do Steven Spielberg. Amiga, é maravilhoso.
Lorelay Fox:E aí eles começam a falar disso, e aí, mas é por isso que eles evoluem, porque para evoluir precisa de milhões.
Felipe:E aí vai mostrando Mudando conforme as evoluções, eles mostram, eles param em períodos das principais evoluções. Quando primeiro apareceu com pena, apareceram os que voavam, ele vai pegando aqueles também que eles foram passando.
Edu:Aí tem o período Triássico, e aí tem aquela chuva que choveu por mais de 1 milhão de anos.
Lorelay Fox:Como pode, né?
Edu:E aí eu acho muito bizarro pensar que a Terra teve todo esse ciclo, e enquanto tava acontecendo tudo isso aqui em volta da gente também, o espaço acontecendo. E aí quando eu penso pensar nisso. Por exemplo, a gente teve seres aqui bizarros. Os dinossauros são bizarros, gente. Os insetos gigantes são bizarros.
Lorelay Fox:Ai, que horror, né?
Edu:Então eu, aí eu paro para pensar que é impossível que existem milhões de sistemas por aí, gente.
Lorelay Fox:Não, com certeza existe vida por aí, gente.
Edu:Aí é muito, é muito pequeno a gente pensar que é só a gente, entendeu?
Lorelay Fox:Mas é que também existe vida, é uma coisa. Existe vida inteligente a ponto de viajar viajar pelo espaço é outra coisa. Você precisa de muito mais. Porque eles falam assim, mesmo que os aliens viajem próximo da velocidade da luz, pra chegar aqui, mesmo assim, demoraria muito tempo de você estar na próxima galáxia, sabe? É muito longe. É muito longe. Por isso que acredita que ou eles viajam através desses buracos de minhoca, que eles conseguem dobrar o espaço-tempo. Ou essa é a única explicação pra vir parar aqui. Porque mesmo viajando próximo da velocidade da luz, é muito difícil chegar em algum lugar. Demora muito.
Edu:E aí, eu acho que às vezes buga a minha cabeça. E aí, é uma coisa que eu falo: "Ai, eu vou parar de pensar nisso agora".
Felipe:Porque não tem o que pensar.
Edu:É meio desesperador, até.
Lorelay Fox:É que a gente não entende, né. Mas quem entende sabe explicar direito.
Felipe:E mesmo assim, é algo que nunca... Assim, né, gente. Nunca é concreto. É que assim, são cálculos, são cálculos.
Lorelay Fox:Por exemplo, Einstein fez um monte de cálculos da teoria da relatividade dele e as pessoas ficavam assim, tá, são teorias. Mas ano após ano as teorias conseguem ser provadas. Por exemplo, a foto do buraco negro que não existia, mas pelos cálculos, foi, foi pelos cálculos, eles já imaginavam como seria essa foto. E só quando conseguiu de ser feito, falaram: é, realmente é mais um babado que a gente sabia. Então eles são muito inteligentes, os cálculos mostram a verdade, sabe?
Felipe:É porque tudo à nossa volta são cálculos, né? Falam assim, né?
Lorelay Fox:Diz que a linguagem universal é a matemática.
Felipe:É a matemática, é tudo, tudo está envolto a isso.
Edu:Eu vou no mapiralém assim, né? Eu também, como eu tenho esse pé na religião, eu também leio algumas coisas sobre isso, né? Sobre espiritualidade. Não vou nem falar de catolicismo, acho que até os espíritas falam muito sobre isso.
Lorelay Fox:Amiga, espírita enfia alien em tudo, tá? Ah, eu sei porque eu sou de família espírita.
Felipe:Tem alguns alienígenas que parecem muito as descrições, às vezes, espíritas, né, das emoções.
Edu:O que se fala muito, olhando, indo para esse lado da espiritualidade, é que a compreensão humana é muito limitada.
Lorelay Fox:Sim.
Edu:Então, o que eles falam é que assim, tudo que a gente compreende é muito pequeno. Então, por exemplo, para quem acredita em Deus, dizem que quando a gente vê Deus é uma coisa tão fora da nossa compreensão que tipo o seu joelho cede. Você automaticamente cai assim, porque é uma coisa meio— é uma coisa, é, num nível aqui. É, agora acrílico, Júlia, fica acrílica num nível. Então é esse tipo de coisa. Às vezes o alienígena também é uma coisa muito fora da nossa compreensão.
Lorelay Fox:É por isso que eles não aparecem.
Felipe:E é o que, por exemplo, né, uma explicação do Mike não ter gravado, ele tava acrílica demais.
Lorelay Fox:Acho que você não consegue agir, tipo, amiga, muita gente fala isso, você não tem a reação de filmar.
Felipe:E Vou trazer de exemplo assim, tem um vídeo que ficou muito famoso de uma menina que passa um cometa na casa dela.
Edu:Ai, é verdade!
Felipe:E ela tava coincidentemente gravando, né, e passa um cometa. É incrível, né?
Edu:Você já viu?
Lorelay Fox:É incrível, né?
Edu:É linda essa imagem. Parece uma computação gráfica, né, de tão...
Lorelay Fox:E brilha, né, nossa.
Felipe:E aí, pra mim, eu acho que só está gravado porque ela tava gravando ali e coincidiu. Porque se você vê uma imagem daquela, você não vai pegar um celular, você não vai lembrar.
Edu:Lembrar. Eu acho que mexe com a cabeça da gente de um jeito que é isso, foge da nossa compreensão.
Felipe:É algo que você nunca viu, né? Como você vai pensar: "Ai, preciso gravar." Não, você fica passado assim.
Edu:Tanto que o rolê espírita também é muito sobre isso. Dizem que a morte é muito além da nossa compreensão, é uma coisa que ninguém imagina de tão— vai muito além da compreensão assim, tipo essa coisa de umbral, de— é cada religião vai para um lado, né?
Lorelay Fox:Amiga, tem que viver. E se a próxima vida a gente é flopada?
Felipe:Eu também fui.
Lorelay Fox:Tem uma vida que você vai detestar, sabe?
Felipe:Esses dias eu tava vendo um vídeo. Quem nasceu na época medieval, olha que azar, a gay que nasceu no medieval.
Edu:Eu tava vendo um vídeo espírita, né, que diz que o Clodovil Silva Santos tá no umbral, amiga. E aí eu fiquei vendo esse vídeo, tipo, olha que palhaçada, porque eles acreditam nisso, né? Né, no pessoal espírita, eles recebem mensagens. E aí tem os detalhes assim, é assustador você ver, ouvir.
Felipe:Mas ao mesmo tempo eu penso assim, se falam que é tão incompreensível, como as pessoas saberiam como é que estão as outras pessoas, né? Você meio se botar acima de algo que você diz que é muito—
Lorelay Fox:Como assim?
Felipe:Eu acho que assim, ó, eu sei como é que está o Condovil. Ah, meu bem, não, o que eu tô falando da nossa insignificância, mas o que eu tô falando da incompreensão Não, mas o que eu tô falando é que ele disse que o Clodovil explicou, não é?
Lorelay Fox:É uma mensagem psicografada direta.
Edu:Por exemplo, vou contar um relato pessoal, gente. Eu tenho uma parte da minha família que acredita em espiritismo. E aí, não vou citar nomes, mas tem uma parente minha que foi e viu os meus avós, viu tudo, viu. Ela viu assim uma parte dos meus avós, acho que foi a parte paterna ter, né? E aí os meus avós maternos não estavam prontos para entrar em contato. Então a mensagem que eles receberam, que eles não quiseram, eles— é uma coisa tão forte que eles não, eles não se sentiram confortáveis, bloquearam. Então eu acho que o contato com seres humanos que se foram, segundo o espiritismo, se eu não me engano, ele é possível de descrever e tudo mais. Agora o divino é fora da compreensão, entende? Tipo, você Tanto que o anjo que é descrito na Bíblia é aquele cheio de olho. Aí isso é muito— dizem que o divino foge da nossa compreensão, entendeu?
Felipe:Vai além, vai escalar cima.
Edu:Quando você vai naquela teoria de que tem duas teorias, né? A teoria da evolução, que é ciência, e tem a teoria de que Deus criou tudo, que é mais religioso. Então o que dizem da incompreensão é isso assim, tipo, ai, quem criou Deus? Mas Deus sempre existiu, então a nossa mente não consegue compreender.
Lorelay Fox:É, são uma resposta que ninguém tem.
Edu:E aí eu acho que às vezes isso também, assim, sabe?
Felipe:Mas aí eu acho que aí temos, acho que é meio discordante, eu acho, porque aí eu acho que é botar o Alien como uma divindade. Só que ao mesmo tempo a gente vê naves, a gente vê eles, a gente escuta eles. Então eles seriam coisas mais concretas, seriam outros seres, não seriam coisas divinas.
Edu:Mas vamos supor, eu dei exemplo do divino. Mas às vezes a compreensão e a inteligência humana tem um limite. Às vezes, por eles não serem daqui, se encaixa numa outra— não que exatamente são divinos, mas se encaixa numa outra, num outro rolê que a gente não consegue compreender porque nós somos da nossa raça, entendeu?
Felipe:Entendo.
Edu:Fez sentido o que eu falei ou não?
Lorelay Fox:Não sei. É, mas você acha os nossos deuses, esses espíritos e tudo, é sobre a gente? E os aliens têm outros deuses deles? Ou existe um deus que é pro alien, pro ser humano?
Edu:Eu sou de uma criação católica, então é muito difícil você— por exemplo, eu não— eu assim, se você for falar, se eu for dar minha opinião, eu não sei se eu acredito em muitos deuses. Eu acredito em um ser supremo. Supremo, e eu acredito nos santos, entendeu? Eu acho, por exemplo, quando as pessoas falam de orixás, tudo, eu acho que são santos.
Lorelay Fox:Então eu acho que existe um ser supremo que comanda tudo, que criou até os ETs.
Edu:Eu acho, eu acho que para mim faz mais sentido ser sobre isso, entendeu?
Lorelay Fox:Mas é um ser, eu acho, eu acho que é uma coisa só.
Felipe:Não sei pensar, é, eu vou na linha de que eu acho Se eles têm naves, estão aqui. Eu acho que eles são seres tanto quanto a gente. E aí eu fico muito pensando, tá, mas aí o que que eles estão fazendo aqui? Eles querem nos olhar? Querem nos estudar? Eles são meio que a gente também?
Lorelay Fox:Querem cruzar com a gente, fazer híbridos?
Felipe:Porque aí tem bilhões de relatos de várias coisas diferentes, né, do que, tipo, ai, tem gente que tem relações, tem gente—
Lorelay Fox:Eu tô esquecendo de dar o Ouro. É isso que eu precisava falar. Encaixa nisso que você tá falando, certo? A questão é, Mike falou que ali atrás de onde ele mora, perto de onde ele mora, e ele falou isso mais para reclamar da prefeitura, dizendo que é uma cidade muito rica porque ali eles tiram ouro. E sempre que tem minerais preciosos, pedras preciosas, tipo na Chapada Diamantina mina, tem aparição de UFO, gente. Sempre que é mina vai ter aparição de UFO. Isso é batata. Quando ele falou esse negócio do ouro dizendo que a cidade era muito rica, eu falei: então é isso, é isso, gente.
Felipe:Então eles querem recursos.
Lorelay Fox:Então dizem que ou eles pegam a energia ou a vibração em lugar que tem muito mineral, eles estão sobrevoando. Gente, é bizarro. É rio e é minério.
Felipe:Gente, pensar em São Tomé das Letras, que aqui se misturam várias coisas, falam de Exorcismo, duende, mas também tem avistamento. Acho que também lá tem, tem, tem, né?
Lorelay Fox:Ali eu não sei, não é em Varginha só que teve, gente? É, Varginha caiu a nave.
Felipe:E lá tem coisas de minas também, será?
Lorelay Fox:Mas como caiu a nave, às vezes nem era ali que ela queria ir, verdade.
Edu:E aí a pergunta é: para onde que levaram essa nave?
Lorelay Fox:Amiga, levaram para— é que não acharam Quer dizer, dizem que avistaram uma nave que caiu ali, né. Mas o alien levaram pra Campinas, e de lá foi pros Estados Unidos.
Edu:Igual nossas compras da China, que vem pra Campinas.
Felipe:Aí começou também, depois de tudo que o Mike falou, aí começou os debates e as investigações. Tem gente que foi ver no Google Maps a localização. E aí dizem que tá borrado lá.
Edu:Só que não é outro ponto que tá borrado, entendeu?
Lorelay Fox:É outro ponto, e é uns borrão que é normal. Mal, entendeu?
Felipe:Então essa já caiu, essa descarta. Eu vi um moço que foi no ponto, ele meio calculou a visão, e é meio que uma pedreira lá, parece, né?
Lorelay Fox:É um barrancão assim, é um, realmente é um precipício, vale assim.
Felipe:Então não teria como.
Lorelay Fox:E daí eu já não sei se é verdade, a verdade que deu problema na bússola dele, isso eu não ouvi também relatos assim, é que tava meio subhistória, gente. Esse cara que foi Ah, ele é respeitado porque ele acha que ele é da— ele estuda isso, ele faz um programa de TV, parece, não é?
Felipe:Eu vi que ele vai, ele entra nesse, ele vai tipo, ele faz essas leituras, ele faz essas coisas, ele é trilheiro. Aí ele aproveitou, acho que tipo, ah, tá rolando isso também, vou fazer meu conteúdo.
Lorelay Fox:É, ficou curioso também, vai saber o que você acha lá, né?
Felipe:Porque eu fiquei pensando nisso, gente, porque ninguém vai lá para ver?
Lorelay Fox:É, e realmente é um lugar bem difícil, né?
Felipe:Porém eu vi também falando que era um sítio, vi umas pessoas falando que as luzes na verdade era de um sítio que tem lá perto.
Lorelay Fox:Mas esse povo do sítio já falou: ai, aqui não teve nada de diferente, não teve festa, não falei nada.
Edu:Então quando falaram de rave tudo, eu pensei: tá, mas os organizadores da rave também não se manifestariam?
Lorelay Fox:E durou só 20 minutos as luzes, foi muito rápido.
Edu:Aí disseram: teste de uma tenda. Mas aí também as pessoas, a empresa fala: não, gente, era a gente fazendo teste, sabe?
Lorelay Fox:Não, e tem aquilo também pela distância que tava, falou que era mais de 100 metros de luzes, né? Então, que rave é essa? Que testes são esses? Que— e a chácara lá que falaram que devia ser de lá que tava vindo as luzes é algo que sempre teve lá, que o Mike já teria visto 1 milhão de vezes e que apareceria em qualquer filmagem, entendeu? Mas é aquilo, agora vão desmentir de todas as formas, igual quando saiu em Varginha.
Felipe:E aí você acha que é Que é o quê, amiga? É apenas as pessoas para desacreditar mesmo, tipo, ah, não é isso, ou tem alguém mais que tipo não quer que as pessoas, tipo, ah, é o governo, acho que tem tudo junto.
Lorelay Fox:Acho que o governo encobre as coisas, tá?
Felipe:Porque a FAB, né, também falou que não teve nada típico no céu, né, nada diferente. Só que aí também, ah, se eles têm uma tecnologia avançada talvez não apareceria. Aí também tem gente que fala que os alienígenas têm tecnologia que bugam nossas tecnologias também.
Edu:Ai, isso eu já ouvi falar também, que dá pane nas coisas.
Lorelay Fox:É um clássico de avistamento, para carro, para o carro desligar mesmo.
Edu:Às vezes é uma outra coisa que conflita com a nossa, não necessariamente que eles são divinos, entendeu?
Felipe:Uma tecnologia para não se mostrar. Ou só interfere mesmo, só interfere mesmo. Igual rádio interfere uma coisa na outra, que nem eu falei aqui, o sinal, né? Porque eu acho até hoje, né, uma coisa tão tonta, mas eu acho muito engraçado eu botar o fone aqui para gravar o podcast, aí eu vi uma rádio aqui no meu ouvido falando.
Edu:É o nosso gravador que capta, né? Tipo, é esse aparelho que capta.
Lorelay Fox:E não tinha aquilo que antigamente a caixinha de som, quando tocava o celular, ela começava a apitar? É bizarro, essa era a ligação.
Edu:Sabia já que ia tocar o celular, porque a caixinha de som tinha uma frequência.
Felipe:Às vezes você atende o telefone, você ouvia conversa de outra pessoa no telefone. Que medo! O que eu achava mais bapho era a TV com a sintonia, que antigamente tinha umas TVs com botão que a gente podia mexer na sintonia.
Lorelay Fox:Ficava entrou meio termo ali. Eu sempre tive medo de ver coisa bapha no telefone.
Felipe:E eu amava ficar procurando pra ver se aparecia alguma coisa.
Lorelay Fox:E vocês também sentiam? Sentiam quando a TV tava ligada? Se ligassem a TV, mesmo sem som, se tivesse em outro cômodo, a energia estática dava para sentir.
Felipe:Realmente, gente, você sentia, Duda?
Edu:Não sei se eu já percebi.
Lorelay Fox:Nossa, era bizarro. Ai, alguém ligou a TV por causa da energia. E ficava uma energia, lembra?
Edu:Você colocava a mão, ficava parecia um pelinho assim.
Lorelay Fox:Que saudade, bons tempos.
Edu:Era uma tela de vidro assim.
Lorelay Fox:Será que fazia mal isso, gente?
Edu:É uma coisa mó estranha. Já vamos falar de radiação, vai para um outro, um outro negócio.
Felipe:A própria radiação é algo bizarro.
Edu:Bizarro, que eu também fiquei com hiperfoco em radiação, amiga. Ai, amiga, eu fui ver o seu vídeo de novo do Arquivo Oculto, fui lá procurar para ver de novo porque eu vi a série, aí eu quis ver. Nossa, fui ver tudo de novo, gente.
Lorelay Fox:Tá em alta.
Felipe:Mas então, se a gente volta Tá, eles estão— você acredita na teoria de que eles estão entre a gente ou não?
Lorelay Fox:Acredito, convivem. Eu acredito, eu acredito que eles estão entre a gente convivendo também, e também que eles estão escondidos. Eu acho que tem os que estão aqui, não querem ser vistos, e tem os que querem ser vistos e estariam escondidos.
Felipe:Aonde, amiga?
Lorelay Fox:Eu acho que tem gente— gente, aqui é bem brisa assim. Eu acho, mas não quer dizer que eu acredito híbrido, sabe? Mas que podem ter pessoas que são híbridos mesmo, entre alienígenas, e nem sabem. Sabe o negócio que a Gretchen falou?
Felipe:Eu vou ler da Gretchen, juro que ia falar isso.
Edu:Que é uma pirâmide humana.
Felipe:Ela postou um vídeo hoje falando mais sobre. Ela falou: "Ai, gente, vou contar pra vocês." Ai, que queen!
Edu:E como ela viu que o Mike tá em alta, ela quis pegar.
Felipe:Mas é uma coisa que ela já fala há muito tempo, tá, gente? Ela já tinha falado em outros lugares.
Edu:Sim, a gente tem um vídeo bem antigo no nosso canal Canal que já tinha essa aspas dela, assim, né.
Felipe:Nem é de hoje, tipo: "Ai, a Gretchen começou a falar isso agora". Mas então, assim, amiga, como seria a teoria então?
Lorelay Fox:De que seria uma híbrida, mas é alguém que sofreu alguma interferência de um alien e tem uma vida diferente por conta disso. Acho que tem muita gente que pode ter isso, sabe.
Felipe:Mas aí, por que o alien faria isso? Será que eles estão testando algo, será?
Lorelay Fox:Ai, tem uns relatos tão horríveis de abdução crianças.
Felipe:Ai, meu Deus!
Lorelay Fox:Pra ir brincar com criança em nave, gente. Tem uns relatos bizarros de crianças que são abduzidas, de mulheres grávidas que o bebê simplesmente some. Ai, então é bizarro. E que não fica nem rastro no corpo da mulher de que ela esteve grávida. Ai, que horror, gente. Ela passa pela gravidez inteira e o bebê simplesmente some porque eles levam. Tem uns relatos assim muito horríveis de coisas que eles fazem. Que são coisas ruins, mas que seria para o bem deles, entendeu? Também dizem que eles usam a gente como se fosse gado.
Felipe:Eu acredito mais nessa teoria. Se eles tiverem— se eles não aparecem, eles ficam escondidos e não sei o quê, eu acho que a gente seria um experimento, uma cobaia. Eu vejo muito por esse lado, caso existam.
Lorelay Fox:Também tem a teoria de que o próprio ser humano humano veio de fora, né? De que a gente não evoluiu daqui mesmo e sim teria vindo de algum meteoro, alguma nave, alguma coisa que deixou a gente aqui para ser criado mesmo como gado para os aliens ou alguma coisa assim. Aí pode ser de um tudo, gente, mas no final a vida é tão sem graça, por isso que precisa inventar esse monte de coisa, amiga. Tem que dar uma distraída, amiga. E nunca é, né?
Felipe:Nunca era uma coisa incrível as coisas, amiga.
Edu:Sempre é uma coisa muito chata, muito chata.
Lorelay Fox:A vida real é muito chata.
Edu:Realmente era um monte de coisa do governo testando tecnologia, sabe?
Felipe:É, não sei. Eu sou muito, eu sou muito fascinado assim por, pelo, você falou do, de rios e mar, né? Eu sou muito obcecado pelo fundo do mar. Eu acho que é um, porque a gente conhece mais um pouco mais fora do nosso planeta do que o fundo do nosso próprio oceano.
Lorelay Fox:A Lua a gente conhece mais do que o próprio oceano.
Felipe:Não, dizem que o fundo do mar tem coisa bizarra. Então, eu sou muito curioso.
Lorelay Fox:É impossível chegar lá no fundo.
Felipe:Não tem como, né? Não temos tecnologia pra isso, né? E eu acho muito fascinante de pensar que, sei lá, será que tem algo lá embaixo? Será que eles estão lá dentro?
Lorelay Fox:Ah, é, mas pode ter de tudo, né? Eu acho muito interessante. E daí tem um ramo da da coisa que estuda a vida fora da Terra, que estuda a vida na Terra para entender fora, que é astrobiologia, que chama. Eles vão investigar, tipo, vida que nasce dentro de vulcão, que nasce em lugares extremos. Sim, daí vê que tem lugar que todo mundo tinha plena convicção que era impossível existir vida, ou é muito gelado, ou é sem oxigênio nenhum, ou sem luz nenhuma. Achavam que era impossível, mas tinha vida. Daí quem estuda isso também estuda como que uma vida dessa pode estar surgindo em outro planeta também. Então, gente, pode ter coisas bizarras em lugares que a gente nem imagina, tanto aqui quanto lá fora. Você olha um, a gente, por Marte, que é um lugar super inóspito, um grande deserto, às vezes tem vida lá, porque tem vida aqui em desertos que era para não ter.
Felipe:Se a gente pegar risca, né?
Edu:Então não falavam que Marte mais próximo que poderia, não é uma coisa assim?
Lorelay Fox:Mais próximo poderia o quê?
Felipe:Ter vida?
Edu:Já habitado, não é? Ou não?
Lorelay Fox:É porque ele, mas ele não, ai amiga, a gente não vai habitar lugar nenhum, tá? É tudo mentira isso que o povo fala. É muito difícil, é muito difícil, né? Eles estão querendo povoar a Lua agora para lançar foguete de lá para outros planetas, porque é mais fácil, né? Porque não tem atmosfera daqui. Só que mesmo assim, quem vai não pode voltar, né? É porque você volta zoadíssimo e a radiação mata as pessoas da coluna, né, da coluna, o corpo, a visão, tudo se estraga rapidíssimo. Então ou você ficar lá e não volta. Ai, mas isso tudo daí não vai acontecer, gente.
Edu:Será?
Lorelay Fox:Não chega nesse ponto, é muito difícil, é muito custoso.
Felipe:É, então essa questão custos, né, é tudo, é tudo é dinheiro.
Edu:Elon Musk pagar esse filha da puta.
Felipe:Mas também, em contraponto, também é meio sobre poder, né? Tipo, somos a nação que conseguiu fazer isso primeiro, né? Então também não desconto. Eu ainda acredito que talvez possa acontecer.
Edu:Você acha? Por ego e orgulho.
Lorelay Fox:Ah, igual quando o homem foi para a Lua, foram várias vezes, mas não foram mais porque era muito caro, né? Tipo, é só para vencer a Guerra Fria que eles foram, né? Essa corrida com a Rússia. Sei lá.
Felipe:É, eu vi que os Estados Unidos tava assim porque a China tava querendo fazer.
Lorelay Fox:E vai todo mundo tentar povoar a Lua agora. Só que é isso, não vai existir isso, pelo menos não nesse século, eu acho, da gente morar em outro planeta. Tipo, ah não, só coisas científicas vão estar lá, sabe?
Edu:Não é uma segunda casa da gente.
Felipe:Eu já acho bapho quando os satélites, né, que é isso também, demoram humanos, né, quando eles lançam satélites, né, que aqueles com câmera para tirar foto dos planetas. Ai, eu adoro ver! E aí eles conseguem alcançar uma distância para ver, tipo, Plutão, né, que é muito longe. Aí você consegue pelo menos ver uma imagem lá assim, né, que existe ali uma coisa distante da gente, muito distante, gente, e tá lá assim.
Edu:Que coisa doida!
Lorelay Fox:E tá lá para mim, para mim, tá lá, né, amiga? Tá lá sendo um planetinha da vidinha de planeta dele, gente.
Edu:Tá acontecendo ali? Que que tá acontecendo ali?
Felipe:É esquisito, né?
Edu:Aí eu acho, aí isso começa a bugar minha cabeça, gente.
Felipe:Ó, vou ver se é que temos algum. Ó, o casal, vamos ler alguns casal com canal. Eles colocaram que acreditam nos aliens, né? Até hoje nós guardamos uma experiência inexplicável que vivemos no nosso antigo apartamento. Aqui não é hobby, nada disso, tá? Depois de um dia longo. Fomos nos deitar, é como sempre fazíamos. Ficamos conversando bastante antes de pegarmos sono. Pouco tempo depois de dormirmos, nós dois acordamos de repente com uma luz branca e absurdamente forte dentro do quarto.
Edu:Ligou a câmera, ligou a lanterna do celular sem querer.
Lorelay Fox:Bem, senhora, aí tem um medo disso de aparecer luz do nada, gente. Ai, É o primeiro episódio de Arquivo X, é assim. Ai, é verdade, é uma luz que aparece do nada, uma luz que sequestra a irmã do protagonista.
Felipe:É um clássico, é verdade, né, gente. Saudades, né. Será que vai ter um reboot, um remake aí do X?
Lorelay Fox:Teve, teve, faz uns anos aí atrás.
Felipe:Teve, mas não veio, né, assim.
Lorelay Fox:Ai, não vem mais, né.
Felipe:Acordamos com uma luz branca e absolutamente forte dentro do quarto, parecendo o farol de um carro aceso diretamente na nossa Claro, aquilo durou uns segundos e logo em seguida apagamos e já era dia.
Lorelay Fox:Que estranho!
Felipe:Abdução! Para nós isso nunca fez o menor sentido.
Lorelay Fox:Abdução, gente!
Felipe:O mais intrigante é que nós dois temos exatamente a mesma lembrança.
Edu:Nossa, gente, é porque às vezes é um sonho, se um só lembra, às vezes você ficou louco e sonhou.
Felipe:Mas até hoje não fazemos ideia do que realmente aconteceu. Beijo, amamos vocês! E E aí comentaram, o comentário deles: "Vocês foram abduzidos".
Lorelay Fox:Mas é, gente, é a única explicação. Eu amo que a única explicação é a mais absurda, né. Mas ó, acendeu a luz e do nada já tinha amanhecido. Esse tempo, eles estavam abduzidos. O tempo que sumiu da memória deles, eles foram abduzidos. É assim que funciona, gente. Por isso que no dia que avançou o horário, eu achei que eu tinha sido abduzida. Porque "Ai, eu tô olhando aqui, é 10 da noite". Quando eu vi, já era 1 da manhã. Eu falei: "Caralho, o que aconteceu?" Não, nesse tempo era sol, o horário de verão que mudou. Mas a sensação é essa, do tempo avançar e você não ver.
Felipe:E é isso, com uma outra pessoa, não foi tipo individual.
Lorelay Fox:Ai, que horror, gente. Morro de medo.
Felipe:"Eu super acredito em alienígenas", a Françoise. "Não sei se vocês conhecem o filme chamado Contato de Quarto Grau, que fala sobre e tem filmagens e depoimentos reais. Eu assisti e foi mais de uma semana sem conseguir dormir direito".
Lorelay Fox:Aí não era real. Aqueles depoimentos do filme, não, eles só fingiram, igual a bruxa de Blair.
Edu:Ih, Fran, ih, Fran, olha.
Lorelay Fox:Não é? Vocês sabem qual filme que é, né?
Felipe:É um clássico esse, né? Mas eu não lembro muito dele, não.
Lorelay Fox:Ele parece muito real, mas não são reais.
Felipe:Mas ele é um grande clássico ali, marcou uma geração, né? Ah, ela assistiu quando tinha 12 anos. Ah, gente, quando é criança, eu dormia, eu dormia, meu quarto era fora do restante da casa, né?
Lorelay Fox:Ai, que medo!
Felipe:Então, nossa, eu ficava no meu quarto e qualquer barulho que eu ouvia, eu pensava sozinho lá fora, tadinho. E aí, amiga, eu morria de medo. Qualquer barulho fora, eu pensava que era um alienígena, assaltante.
Lorelay Fox:Não, né?
Felipe:De vez em quando, quando tava rolando às vezes furtos no bairro, a gente ficava meio assim, mas eu ficava com mais medo de ser um alienígena.
Lorelay Fox:É porque naquela época tava muito no auge, era o ET de Varginha, era o documentário lá no Fantástico. Místico da autópsia do alien, lembra? Essa daí traumatizou uma geração, né?
Edu:Ó, eu vou ler o comentário da Lu aqui. Essa semana mesmo eu estava vendo vídeos sobre por que ainda não encontramos outros seres. Existem 400 bilhões de estrelas só na nossa galáxia, como não existe vida além da nossa? A promo fortíssima para o filme Dia D por uma gay interioriana no nosso mês. Amei! É isso que eu falei agora pouco.
Lorelay Fox:E é uma gay também caipira, Porque é festa junina, ela é o combo de tudo, amiga. Tudo, tudo.
Felipe:Amo que no comentário aqui da Françoise comentaram embaixo: amiga, aquilo lá era uma dramatização. Ai, que dó! O Rei Rocker, ele mandou aqui, ó: ele foi muito corajoso, estou muito fã do Mike, super acredito nele, porque quando eu era criança pequena lá em Barbacena Ops, quis dizer Tupã. Íamos em um local no meio do mato ver luzes idênticas a essas. Quem morava em Tupã e fez isso na década de 90 deve lembrar. E aí ele marcou um monte de gente aqui, nem lembro mais quem ia com a gente. Até meus pais e meu irmão também já foram. Então era meio que um rolê, todo mundo ia ver essas luzes.
Lorelay Fox:É que toda cidade do interior tem um lugar que todo mundo sabe que ali aparecem luzes. Lá em Sorocaba tem também. Esse morro que é certeza que se você ficar olhando você vai ver, só que não sabem se é OVNI ou se é esses fenômenos meteorológicos, esses balão meteorológico. Tem aquele negócio de gás também, não tem?
Felipe:Tem.
Lorelay Fox:Que é a mula sem cabeça, é por causa disso.
Felipe:Aqueles negócio, aqueles balão de gás meteorológico.
Lorelay Fox:Não, tô falando aqueles gás que sai da terra e pega fogo, sabe? Fogo fatuo que chamam, eu acho. Tem um monte de coisa que pode ser essas luzes, mas aí tudo é sobrenatural também. É, mas toda cidade é que São Paulo aqui não tem, né? Porque todo lugar que olha é prédio. Mas é normal no interior?
Felipe:Falam muito de também satélites, né? Às vezes satélite passando.
Lorelay Fox:Mas é muito diferente, é muito legal. Eu ia na casa do meu amigo Alan, ele tem uma casa com uma cobertura assim bem grande, mas desocupada, né? Às vezes a gente virava a madrugada lá olhando o céu, querendo ver ali mesmo, que a gente era louco. Amiga, daí quando você olha, se o céu tá bem limpo, você vê, é muito bonito satélite mesmo, porque ele anda muito rápido, dá para você perceber que é muito alto. Não é como se fosse um avião, é uma coisa muito mais alta, e é um pontinho brilhando assim, ó, e é rápido. Daí você percebe que é um—
Felipe:você não confunde, senão é diferente. É diferente.
Edu:O Oscar falou aqui, ó, eu acho engraçado que a nave estava com luzes coloridas isolado em junho. Os ETs queriam dizer que são aliados. Nenhum homofóbico vai nos peitar depois desse fecho.
Lorelay Fox:Estão sendo protegidas intergalaticamente.
Felipe:É, a Xuxa, ela vem numa nave. É verdade que a Xuxa é um alien, né? Sem parar.
Lorelay Fox:Ela parece que ela é loira, né?
Felipe:Não, ela merece bem aqueles lados.
Edu:A Xuxa é uma pessoa muito diferente ao vivo assim. Ela é uma pessoa muito E ela gosta de bicho, ela é um ser diferente, sabe?
Lorelay Fox:Elas têm um magnetismo nessas, quem é muito famoso, né?
Edu:A Madonna também tem, eles têm, a Gretchen também tem, a Gretchen também tem.
Felipe:É, no fim são realmente pessoas, né? E dizem que eles, que também eles estão infiltrados em cargos importantes, né?
Lorelay Fox:Tem essa questão, começa a entrar as teoria dos reptilianos, né?
Felipe:Reptilianos vem, será que justamente pensando nessa essa evolução, nesse bom réptil que teve a Terra num período, será? Tipo, de répteis, dinossauros.
Lorelay Fox:Não, eles não são daqui.
Felipe:Ah, não é nada que se criou aqui, são de outro lugar.
Lorelay Fox:E eles são a raça mais cruel de aliens, eles são os aliens do mal, são os reptilianos. Não são os Grey cabeçudo, não são os outros, é os reptilianos. Cuidado, gente.
Edu:Cuidado onde você pisa. Mai, eu e mais 5 amigos fomos acampar no meio do nada e vimos um ser bizarro. Parecia uma pessoa muito alta em cima da montanha, parecia ter uns 3 metros de altura, e simplesmente ficou de 4 e saiu se arrastando. Apelidamos de Chupacu. Minha amiga chora até hoje só de lembrar.
Lorelay Fox:Gente, eu tenho um amigo que teve um avistamento assim, você conta, num lugar onde outras pessoas também veem a mesma coisa. Uma criatura, mas daí já entra aqui que pode não ser alien, mas ser tipo chupacabra, essas coisas, né? Um bicho, um bicho estranho. Mas é, esse relato aí de uma criatura muito alta no meio do mato é comum, gente. Aí o amigo viu, e no mesmo dia outras pessoas que moravam, que estavam ali junto com ele, tinham sonhado com uma coisa assim. E disse que ali daí falaram com o dono da casa, que era uma chácara que eles estavam "pra passar fim de ano". Dona da casa falou que ali aparece uma coisa mesmo. Ai, gente, lugar remoto, eu não vou.
Edu:É, amiga, eu tenho pavor também de rolê com mato.
Felipe:Tem que ter vizinho em volta, tem que ter pessoas. Mato, no meio do mato, eu não tenho coragem. Eu tenho muito medo, eu não me arrisco. Raquel Gravity, olha, senti aqui já uma gravidade. Minha irmã e eu vimos um objeto grande quadrado parado no céu por alguns segundos. Achamos que era um balão, mas ele rodou no próprio eixo e sumiu.
Lorelay Fox:Eu, hein?
Felipe:Num piscar de olho, apenas sumiu. Estávamos fofocando no meio da calçada, na rua. Somos casadas e moramos em casas separadas. Esquecemos até a fofoca.
Lorelay Fox:Olha, ai, que medo, amiga!
Felipe:Não filma. É isso, né? Você tá tão gag que você não consegue filmar, né? Consegue, né?
Lorelay Fox:Gente, você gosta de acrílica, vai pegar, amiga. Mas é que é uma gíria antiga, não é?
Edu:Acrílica? Nunca tinha ouvido falar disso.
Lorelay Fox:Já tinha essa gíria, não tinha? Eu tô louca.
Felipe:Eu não lembro não, tá? Olha aqui um relato de uma filha de piloto de avião. Acho que aqui temos, né, embasamento. É a Desirée Louise. Super acredito. Meu pai é piloto de avião e conta que uma vez, voando à noite, surgiu uma luz forte ao lado do avião voando em paralelo. Ele acionou a torre de controle e disseram que não havia nada no radar. Ficou assim por uns 40 minutos. Meu Deus! Depois voou rápido e simplesmente sumiu. Quando ele pousou, haviam militares aguardando para falar com ele e o copiloto sobre o que havia acontecido. Acontecido. Vi os vídeos da gay, morri de medo, pareceu ser bem real. No lugar dele, eu jamais ficaria no meio do mato sozinha. Concordo, Desirê.
Lorelay Fox:Gente, quem anda de avião assim, piloto, todos eles têm relato, todos. Que coisa, todo piloto já viu coisas estranhas no céu.
Felipe:Eles falam que eles estão o tempo todo lá em cima, né?
Lorelay Fox:É isso de acompanhar o avião, é muito normal.
Edu:Que apareceu esses dias assim perto do avião, não teve um negócio, uma filmagem?
Lorelay Fox:Mas sempre tem. Teve um aqui no Brasil que era a Noite Oficial dos OVNIs, o nome do caso, que foi o caso de maior quantidade de avistamento perto de avião. Foi avião assim, dezenas de aviões da Força Aérea foram chamados e viram em várias regiões do estado de São Paulo ao mesmo tempo. Foi uma coisa bizarra. Tem matéria do Fantástico na época sobre isso, uma coisa bizarra. Todo mundo viu e todo mundo deu. Os oficiais mesmo da aeronáutica falaram que viram e que ninguém sabe explicar o que que é, e com medo que seja alguém querendo atacar a gente, né?
Edu:Então esse é o maior medo, né?
Felipe:Acho que a primeira preocupação é ser algum ataque, né? Ó, essa daqui para finalizar, ela, ela, maná, ela tá falando aqui de seres mesmo que ela viu. Divos, já vivi algo sobrenatural e acredito nele. Moro na Austrália e tive uma festa entre amigos na propriedade particular de um deles, no meio do mato, mato, mato, mato. Estávamos ao redor de uma fogueira bebendo e dançando, e só me lembro de presenças ao meu redor. Eram seres azuis muito altos e compridos. Lembro de uma luz azul e branca vindo no centro ao redor deles. Meu esposo disse que eu sumi por umas 2 horas durante essa festa. Caramba, eu não lembro de nada a não ser esses seres azuis e me sentir feliz. Enfim, acho que é muita ignorância realmente acreditarmos que estamos sozinhos. Acredito no Mike.
Lorelay Fox:Ai, parece uma coisa espírito isso daí, né? É misturar tudo. Ai, morro de medo.
Edu:Independente do que era, gente, eu acho que o Mike não tava mentindo. Essa é a conclusão, sabe?
Lorelay Fox:A gente descobrir que ele tava mentindo e a gente— eu dei todo um textão de que eu acredito nele, sei lá, com que cara que a gente vai ficar, gente?
Edu:Eu acho que ele não tá mentindo, gente.
Lorelay Fox:Eu acho que vão arranjar justificativa porque ele viu, assim como aconteceu em Varginha, que tem 1 milhão de explicações porque elas viram. Mas eu acho que ele viu alguma coisa inexplicável.
Edu:Eu acho também.
Lorelay Fox:E ainda Mas ele falando que passou em cima da casa dele, amiga, e a descrição dele parecida com só se ele pesquisasse muito, sabe, para dar essas descrições bem clássicas das coisas.
Felipe:Então, mas aí fica pensando, pô, o cara tirou um dia do nada porque para causar tudo isso. Quando aconteceu, até falei assim, ai, mas né, eu lembro que o pessoal tava contando, eu falei, ai, mas gente, mas ele já criava conteúdo nas redes? O pessoal já, ele já tinha uma rotina de vídeos, ele já fazia Tanto que já tinha 40 mil seguidores, até eu considero bastante, gente. Assim, já um público ali que você tem.
Lorelay Fox:Diz que ele já tinha viralizado antes com um vídeo de uma galinha com sobrancelha, não era? Um pintinho que nasceu com sobrancelha, alguma coisa assim.
Felipe:Mentira que era do Mike, o pintinho com sobrancelha!
Lorelay Fox:Era, não era?
Edu:Não tô sabendo, eu não acompanho.
Felipe:Eu já cheguei a ver o pintinho com sobrancelha.
Lorelay Fox:Que no TikTok viralizou.
Edu:Ah, então o Mike já teve alguns hits.
Felipe:No Diva ao Vivo, olha que coincidência. No Diva ao Vivo, a gente tem um pintinho.
Edu:Eu lembro.
Felipe:E eu falei: "Ai, vamos botar uma sobrancelha nesse pintinho". Porque eu vi uma notícia do... Então será que os aliens estavam mexendo nos animais dele pra um pintinho nascer com sobrancelha?
Lorelay Fox:Dizem também que aparecem justamente por ele se dar bem com animais. Que ele tem uma conexão com animais.
Felipe:E ele cria vários bichos, né. Ele meio que é uma ONG, né, o Mike. Ele cuida de vários animais.
Edu:Ai, eu gosto de bicho. Não vem me aparecer um cara Não dá para ver nada, gente.
Lorelay Fox:Amiga, mas ela ama, bicho, é diferente. Ela gosta de—
Felipe:E se você for ver esse trailer do Spielberg, que é bem imerso nesse mundo, ele gosta muito, né, de alienígena. Só você ver aí o tanto de filme que ele tem sobre o assunto, né. Tem animal, tem muito animal no trailer.
Edu:E ele se comporta de um jeito diferente também.
Lorelay Fox:É sempre um clássico, né, nos filmes de terror de alien, tem os animal ou sai correndo ou fica hipnotizado.
Felipe:Será, gente, que é uma propaganda do filme? Não, acho que não. Acho que não vai ser.
Lorelay Fox:Não é, eu acho que não é.
Felipe:Eu queria que o Spielberg viesse para o Brasil, encontrasse o Mike.
Edu:Ah, entrevistasse ele, sabe?
Felipe:Que nem colocaram a Mariah e a Sandy. Coloca ele com Spielberg, gente.
Edu:Eu quero ver a matéria do Fantástico, que eu acho que o Fantástico vai ter uma matéria.
Felipe:Vamos ter que aguardar.
Lorelay Fox:Eu espero que te dê orgulho. Não, amiga, Não serve pra nada. Poxa.
Edu:Mas você fez um vídeo e tá rendendo, né?
Lorelay Fox:Amiga, ontem na PokéCon todo mundo me parava pra falar desse vídeo.
Edu:Tá vendo?
Lorelay Fox:"Ai, assisti seu vídeo, assisti seu vídeo pra entender a história." Vão lá ver meu vídeo também, gente.
Edu:Bom, gente, essa foi Lorelay aqui no Diva da Diva.
Lorelay Fox:Amiga, muito obrigado. Entregamos seriedade, hein. Vão achar que é pensamentos chapados isso aqui, né.
Edu:Eu quero que vocês usem os comentários aqui deixar somente no Spotify aqui os comentários da própria plataforma do Spotify para vocês comentarem o que vocês acham desses pensamentos sobre religião, sobre divino, sobre ciência. Comenta tudo aqui, tudo, tá? Comenta para depois a gente podia ler no semana que vem. A gente podia ler, amor, que acho que esse vai render comentários bons, tá?
Felipe:As pessoas vão deixar.
Edu:A gente vai ler. Lore, mais uma vez muito obrigado.
Lorelay Fox:Eu que agradeço, querida. Precisando de uma especialista.
Edu:Sempre, amiga.
Lorelay Fox:Gays no topo, hein?
Felipe:Português no Topo.
Edu:Até o próximo grande caso, né, da gente trazer você de volta aqui. O que será que 2026 nos aguarda, gente?
Felipe:Surpresas. Dizem que vai ter uma abdução na Copa, né?
Lorelay Fox:Coletiva, né? Coletiva.
Edu:Ah, tomara que seja o time do Brasil.
Lorelay Fox:Ai, me leva, gente.
Edu:Ah! Gente, obrigado. Obrigado por ouvirem. A gente se vê na semana que vem. Vão lá pro episódio de apoiadores, tá bom?
Felipe:Tchau, tchau.
Lorelay Fox:Beijo.
Orelo
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