Episódios de Divã da Diva

#207 - Crianças Provoke

23 de março de 202653min
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Assuntos8
  • Relacionamentos FamiliaresCaracterísticas de crianças que provocam · Sinceridade e falta de filtro infantil · Casos virais na internet · Comportamento desafiador e irreverente · Gestos e linguagem corporal provocadora · Crianças que não escondem sentimentos
  • Historias InfantisRecusa de presentes · Comentários inapropriados em público · Comportamento desafiador com autoridades · Respostas sarcásticas · Atitudes provocativas em situações sociais
  • Sinceridade InfantilCrianças dizem a verdade sem filtro · Comentários embaraçosos sobre aparência · Falta de educação social · Diferença entre sinceridade e maldade
  • Liberdade de ExpressãoCabelo colorido e expressão pessoal · Restrições escolares · Direito da criança de se expressar · Pressão social sobre aparência infantil
  • Caso Chopper RooIncidente com fã em evento · Comportamento de influencer · Repercussão nas redes sociais · Comparação com outros casos virais
  • Comportamento Infantil em Ambientes PúblicosCrianças em restaurantes · Atitudes provocadoras com estranhos · Constrangimento dos pais · Falta de educação social
  • Memes e ViralizacaoCrianças em vídeos virais · Imagens icônicas de crianças · Comportamentos que viralizam · Internet como palco para crianças
  • Desenvolvimento CulturalCrianças imitando influencers · Personalidades que marcam comportamento infantil · Casos de famosas e suas filhas
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Olá, divas e divas. Está começando agora mais um episódio do Diva da Diva, o podcast oficial do Diva Depressão. Eu sou o Edu. E eu sou o Felipe. E cá estamos nós numa segunda-feira. Hoje é dia 23 de março, gente. Quase fim do mês aí já, né? E não aparecemos na sexta, mas estamos aqui na segunda. A gente atrasou alguns dias aí, mas a gente também não quis deixar de lançar o episódio de sexta. Porque é um tema muito engraçado. A gente não quis pular esse episódio pra poder lançar outro nessa próxima sexta, né?

é o dia do podcast. Então, hoje vamos falar de Crianças Provoke. Verdade, né? Vivemos momentos aí onde crianças estão sendo protagonistas de fatos, né? E olha que a gente propôs esse tema antes do caso da Chopper Rowan, tá? É... Aconteceu aí, né? Tá acontecendo... Aconteceu, né? O Lola, a Palusa, 2026. E aí teve uma confusão aí, né? Entre uma fã da Chopper Rowan, que foi...

A equipe destratou ela. E aí, a gente fica imaginando, né? Imagina se essa criança fosse aquela fã mirim da Virginia. Que é um clássico do Twitter, gente. Aquela menina que parece que ela tá fazendo um rap. Que a Virginia não atendeu os fãs e ela começa a reclamar. E todo mundo... É, esse caso da Chopper Rowan teria sido um apavoro muito maior se a criança fosse uma criança Provoke Society. Porque se a criança fosse uma criança barraqueira... É. Nossa, ia ter sido um caos. Porque as crianças, elas já nascem Provoke.

Sem provoque society. Sim. E perguntamos pra vocês, né? Se vocês conheciam alguma história. Ou se vocês foram essas crianças. Porque eu vi que muita gente falou, eu já causei isso, eu já causei isso. Você foi uma criança provoque, Fih? Eu acho que eu tinha minhas bagunças. Mas eu não sei se eu era tão provoque assim. Nem tanto, né? É, não sei. Eu baguncei, já causei muito. Sim. Mas eu acho que pra ser provoque, tem que ter um algo a mais. Tem que ter um molho. Tem que ter um plano.

Não sei se eu faria que nem a menina da Virginia lá. Que começa a hablar, solta um discursão no meio de uma plateia. Mas essa menina da Virginia, ela já tem essa sagacidade. Porque é uma criança que já cresceu na era da internet, eu acho também. Sabia? Tem coisas diferentes aí. Aí eu discordo, vida. Porque se a gente pega aquela... Eu sei que vocês estão cansados dessa criança. Mas aquela do que show da Xuxa é esse? É nos anos 80 ali. E a criança... Ela era provoque. O que show da Xuxa é esse?

Indignada. Indignada. A gente até ilustrou aqui esse post no Twitter. Inclusive, sigam lá, gente. Arroba Diva Depressão. Toda semana a gente coloca o tema do podcast lá pra vocês interagirem, né? Pra gente ler aqui. A gente colocou aquela que é uma menina... Aquela imagem da menina de braço cruzado com cara de deboche. E a outra rindo. Que dizem que sou eu e você, criança, né? É, as fadas do deboche, né? As fadas... Nossa, e pior que ela são muita gente mesmo.

A de azul sou eu e a outra é você que só ri. Claramente. Claramente somos nós aqui.

debochado, sempre tem alguém que tá rindo, né? É, mas eu sou da teoria de que quem só ri também é podre, gente. Não, não tô dizendo, mas é que é isso. Tem um aqui em casa, inclusive. Sim, mas aqui eu acho que o provoke, ele traz na língua dele afirrado, entendeu? A criança provoca, mas o provoke também pode ser através de gestos, não precisa você só falar. Realmente, um olhar de deboche, uma gesticulação. Apontar. Inclusive, a gente teve a ideia desse episódio aqui, até dias atrás, porque

Quando eu tava com o cabelo vermelho, pintei o cabelo vermelho aí pra final do Corrida, né, que aconteceu em janeiro. E eu mantive aí por alguns meses, né. Eu acabei de pintar de castanho escuro de novo, voltei aqui pro cabelo escuro. Mas a primeira vez que eu pisei na academia com esse cabelo, gente, eu tava sentado lá esperando a nossa personal. E aí passou uma menina, uma criancinha, uma menininha com a mãe dela, assim, pra ir embora, né.

Eu tava sentado dentro da academia. A menina passou na minha frente pra poder atravessar ali na catraca.

academia, a menina aponta pra mim e começa a dar risada. Aí a mãe dela falou, ai filha, tipo, acho que a mãe dela deu uma contornada assim. Acho que ela nem... Ai, dá oi, não sei o que. Ela nem levou num tom de que a criança estará rindo. Ou ela já sabia que a criança era assim e tipo, ai, dá oi pra ele, sabe? Acho que não. Eu lembro que ela falou um negócio assim, ai, dá oi pra ele, tchau pra ele. Porque eu acho que normalmente a mãe conhece sua peça. Então? Normalmente, né?

Então acho que ela... Talvez ela pensou que a gente tava dando tchauzinho pra ela. Porque às vezes passa uma criança e dá um tchauzinho assim, né? Ela fica olhando e tal. Mas ela não deu tchau. Ela apontou pra mim e riu da minha cara, gente. Quem? E aí a gente achou ela bem provoque, assim. Porque ela não escondeu os seus sentimentos, né? Ela expressou ali. E apontou, né? Não só riu, mas como apontou e riu na minha cara. Apontou e correndo assim, apontando.

Então eu acho que essa garota da academia, ela já tem um futuro provoque. Com certeza. Né?

Foi aí que a gente teve a ideia. Amor, a gente precisa fazer um episódio sobre Crianças Provoke. Porque ela me provocou. E veio aí. E veio aí, tá? E aí coincidiu com esse bafão da Tia Perroa. Enfim, gente. Acabou que o destino conduziu a gente a tudo isso aí. Que bom que atrasou o episódio. Porque a gente consegue trazer esse bafo que tá acontecendo aí. E ainda estão tendo desdobramentos, né? Porque agora a mãe da menina se pronunciou.

Nossa! Um caos, gente. Um caos, um caos, um caos. Cada hora é alguma coisa, né? Mas se a gente for parar pra ver isso, né?

da Xuxa, mas sei lá, se a gente para pra lembrar, tá viralizado também um vídeo da Maísa, quando ela era criancinha com o Raul Gil, que ela tá com uma outra menininha lá, e a menininha vai contar uma piada pro Raul Gil, e aí a Maísa corta a piada dela já dando a resposta. Exato, é que a menina fala, ah, responde tal coisa, pra poder fazer sentido, né? Ah, ela já fala pro vovô Raul, né? Responde isso. Vovô Raul, vovô Raul! Qual é o céu que não tem estrelas nem lua?

Aí ela fala, responde, não sei. Responde, não sei. Aí a Maísa vem em corte e fala assim, a boca... O céu da boca, caca, caca, caca. E aí a Maísa fica nervosa. Então a Maísa era essa criança. Não, a Maísa sempre foi Provoke Society, gente. Não só por esse momento, mas a Maísa, todos os momentos que você pegar dela aí, é Provoke, né? Mas pra você ver, né? Às vezes a criança Provoke, ela não se torna Provoke a vida inteira, né? Às vezes, nessa fase da infância, ela é podada a não ser mais Provoke. Às vezes ela cansa também, né?

também, né? Acho que a Maís, ela foi tão provoque criança, bem mais nova, que hoje em dia ela cansou também, ela tá mais na dela, né? Pode ser. Às vezes as pessoas mudam, gente, é isso. Bom, vamos começar lendo aqui as coisas de vocês então, gente. Certo, ó, começar aqui pelo Instagram. Minha prima, ela devia ter uns quatro a seis anos. Aqui ela vai contar uma situação provoque da prima então, né? Certo. Estávamos no Natal com a família toda reunida para a troca de presentes.

os presentes dela foi uma boneca da Elsa, de pano. Assim que viu o presente, jogou ele no chão. Meu Deus. E disse, não quero. E eu, quatro anos mais velha que ela, peguei o presente do chão e disse, pois eu quero. Logo em seguida, que ela viu que eu peguei o presente, ela quis de volta. Eu devolvi. A família lembra disso até hoje. Porque é isso. Ela não gostou do presente.

Ela se manifestou, mas ela também não vai aceitar que fique com outra pessoa. É. É da criança provoke, né? É sempre sobre causar algo. É sempre independente. Eu já contei aquela história aqui, né? Que eu ganhei a sandalinha. Justamente lembrei disso. Eu fui muito provoke, gente. Que eu ganhei a sandalinha. Eu não queria a sandalinha. Você queria brinquedo. E aí a minha tia, a minha tia que faleceu ano passado, ela contava... Toda vez que a gente se reunia, ela contava essa história.

E ela me imitava. Ela ficava... Não quero, não quero, não quero. Porque eu fiz isso também. Verdade.

Ela te imitava. Lembra que ela me imitava? Quando eu abri a caixa e vi que era uma sandalinha. E pior, gente, que eu era tão pequeno. Mas eu tenho essa memória na minha cabeça. Eu tenho a memória de eu estar na sala dela. Aquela sala quadradona dela. Eu lembro, amor. Eu tenho uma vaga memória, assim, de quando eu abri a caixa. E provocou. E era uma sandalinha. E provoquei. Gente, a criança, ela é muita... Eu acho também... Nossa, muitas ideias aqui.

Eu acho um absurdo quando fala que a criança é muito sincera. Porque também tem criança que é mentirosa.

Tem criança que é mentirosa sim, gente. Qual, por exemplo? Não, eu vou contar uma história daqui a pouco. Tem criança que é mentirosa. Né? E... Você tá falando de você, no caso? Não, não. Toma de mim. Você trouxe do nada a criança mentirosa. É que eu lembrei de uma história que eu já conto já. E aí, é isso. Tipo, eu não gostei e tudo bem. E não aceitou. E falei que eu não gostei. Entendo. É, coisas de criança

provoque. Esse momento do presente, da cobrança, da criança que reclama, já é uma criança meio provoque ou mimada também, né? Isso. Em outros termos. É, eu acho que dentro desse âmbito da criança provoque, ela pode ser mimada, ela pode ser só chata, ela pode ser só, sei lá, arrogante. Essa história dessa prima que eu contei foi a Cecília Fox que mandou. Será que ela é parente de Lorelay Fox? Ah, eu senti que tem um parentesco. Cecília Fox. Senti que tem um parentesco.

KS, esses dias falei pra minha filha de três anos, guarda todos os seus brinquedos da sala. A gata falou, todes. Ai, que queen! Todes. Só que eu tava assistindo o vídeo da Karol Conká. Ah, isso só porque eu tava assistindo o vídeo da Karol Conká falando, a maquiagem é para todes. Todes. Aí a criança ouviu, ela achou que todes era o jeito certo de falar e ela te corrigiu por isso, eu acho.

Ai, eu amei, Angélica. A sua filha foi muito ruim. Crianças desconstruídas. Eu não sei se vocês já viram. É bem viralizado esse Heels. Acho que você já viu também. É um menino que ele grava uns vídeos curtos com a sobrinha dele. Aí ele tá assim de lado com ela. Parece um espelho de banheiro, assim. Parece que o celular tá no espelho do banheiro. Ele fala assim pra ela. Quando um viado chegar na escola e te provocar, o que você vai falar? Aí ela aponta pra ele e fala assim. Me faz rir, sua bicha.

Aí ele fica olhando pra ela. É porque acho que ele ensina ela a fazer... Nossa, é muito engraçado. Você nunca viu isso? Não lembro, não. Eu acho muito engraçado. Gente, eu acho muito engraçado, tá? É muito. Porque ela é bem pequenininha. Aí ele fala, quando o viado chegar pra você e te provocar na escola, como que você vai responder? Aí ela aponta, me faz rir agora, seu viado. Ela fica olhando pra ele assim. É um tanto quanto assim, né? Problemático. Problemático. Mas tem bicha que merece também.

Isso. Tem crianças que elas já nascem ProVolk? Eu acho que eu já nasci ProVolk. Você acha? Eu acho um pouco ProVolk. Eu acho que eu nasci. Essa daí também, do Todes aí. Pelo jeito, né? Já tem essa essência de falar Todes. Carol Detomini. Sou professora. Nossa, as professoras devem... Ai, gente, já começa aí. Sou professora e uma vez estava substituindo numa turma do sétimo ano. Aproximadamente 12 anos de idade.

Um aluno virou pra mim do nada e disse. Professora, você já pegou dengue? Aí lá vem, né? Respondi que não. Ele podia pegar, né? Ai, que absurdo. Olha a afronta do moleque. Fiquei de cara. Nem lembro o que respondi. Amiga, olha. Olha essa aqui do Everton, ó. Sou veterinário. Vou até ver a foto dele aqui antes, tá? Porque tem a ver com a imagem dele. Certo. Sou veterinário.

E uma vez atendi um cachorro que veio com a família toda acompanhando. Certo. A criança pediu pra ir ao banheiro e eu escutei ela falando. Mãe, que médico feio. Achei engraçado, mas me senti horrível. Amigo. Amigo. Amigo, poxa. Ai, caramba. Não precisava, né? Ela foi... Mas ela assim, ela foi semi... Ela foi talvez uma criança que nem eu. Ela não falou na sua cara. Ela não falou na sua cara. Ela falou no off.

Só que provou que... Ou ela falou bem alto pra você ouvir também. É, ela teve essa noção de coisa. Que chegue nele e que ele faça procedimentos. Ai, que absurdo, gente. Ele é criança abusada. Que absurdo. Ó, a Guiarba, aqui ela tá contando um caso dela. Que a mãe dela disse que ela fez, ó. Minha mãe conta que quando eu era criança, ela precisou ir na casa da vizinha pegar alguma coisa. Ela escolheu um horário entre o café da manhã e o almoço.

pessoa. E não ficarmos pra comer. É aquele meio termo pra nem pegar o café, nem pegar o almoço. Certo. Chegando lá, a moça perguntou se a gente queria entrar pra tomar um café. Minha mãe disse que não precisava, porque já tínhamos comido. Mas eu prontamente disse, quero sim. Quero café com leite e pão com manteiga. Ai, que ruim. Você já pediu o cardápio completo. E entrei na casa da mulher. Minha mãe quase

Sabe um exemplo de criança provoque também que eu adoro? Pode falar. Ai, desculpa. Não pode falar. É que eu ia falar, em questões de comer, aí eu sempre fui provoque, tá? Você pedia? Às vezes, tipo, ai, ofereceu biscoito, né? Aí você come por educação, né? E sua mãe deixa você comer. Só que aí oferece de novo, sua mãe já não quer que você pegue mais, né? Pra você parecer que tá esfomeado. É verdade, as mães têm essa frescura assim. Ai, que frescura, gente. Pois eu pegava de novo. Ai, você ofereceu.

Ah, vai pegar mais uma vez. E ainda pedia mais depois. Tá certo. E aí, o meu lado provou que era nesse sentido, talvez. O seu lado provou que falou mais alto, né? Talvez tá nesse sentido. Pode falar, vida, desculpa. Tô falando daquele Hills também, que o moleque fica girando na rede atrás. E a mulher fala, ah, ele fica girando. Aí o moleque para, o que é que foi? Eu tô na minha casa, não tô te fazendo nada. Essa franja véia feia.

Aí ela fica passada, que ele fala da franja dela. Você cortou essa merda dessa franja, ninguém te falou nada. Ele trouxe do nada a franja, ele traz.

Eu amei, eu amo. Esse também é fácil vocês encontrarem aí, gente. Tem muitas crianças provoquem na internet. Nossa, a internet é o antro de crianças provoquem. Elas são um destaque, né, inclusive. Andresa Gomes. Uma vez, uma amiga da minha mãe cortou o cabelo. E minha mãe disse que tinha ficado horrível. Assim que ela chegou no restaurante, eu falei. Tia Luciana, minha mãe disse que seu cabelo ficou horrível. Isso é coisa de criança também.

Aí vem o ponto da sinceridade, de criança sincera. Só que segundo o Eduardo, não. Tem crianças mentirosas também. Não, com certeza tem crianças mentirosas também, né? Aquele do verdade esse bilhete, você lembra? É verdade esse bilhete, sim. A gente foi numa exposição dos memes, que inclusive tem lá no nosso canal. Que teve no CCBB aqui de São Paulo. E lá tava o bilhete original da criancinha. Vocês se lembram desse meme?

finge que é a professora falando que ele não precisa vir pra aula. Aí ele, assinado, é verdade esse bilhete, né? Ele coloca assim, uma coisa assim, a criancinha. Então também, eu assim, eu já falsifiquei muitas vezes a assinatura da minha mãe. Ai, gente, que absurdo! Pra excursões, nunca coisas pesadas, né? Excursão, você já foi sem ela saber? Às vezes eu precisava dar autorização pra excursão, eu ia lá e fazia. Eu sabia que ela ia deixar. Minha mãe sempre foi...

Então, mas se ela ia deixar, por que ela não assinou? É porque eu achava mais rápido e porque eu queria testar os meus... Seus dots falsificadores. Ai, que absurdo. Às vezes reunião, que tipo, ai, vai resolver mais rápido. Aham. Coisas assim. Pra coisas mais sérias não, né, gente? Pelo amor. Aí eu já tinha medo, né, vai? Mais complicado, né? As coisas escolares, aqueles como se não fossem coisas sérias. Coisas assim, mais rápidas. Ó, Letícia Delícia.

Ou seja, Assembleia de Deus, daquelas bem conservadoras. E o pastor perguntou se algum irmão gostaria da oportunidade de cantar algum louvor. Eu ergui a mão. Divos, eu cantei A Nova Loira do Tchan na frente de toda a igreja, no microfone. Ué, pra você era um louvor. Você foi provoquíssima. Amiga, nesse dia você virou estátua de sal. Nesse dia sua mãe deve ter se enfiado no banco. Sua mãe falou, nossa, eu tenho uma herege em casa.

que pagam um pato normalmente, né? Porque é isso que a criança provoca, ela não tem filtros, ela se acaba. Por isso que os pais postam na internet pra pelo menos monetizar alguma coisa. É, hoje em dia, né? E se a criança vira uma superstar, que nem a Maísa mesmo, né? Que no fim é a Maísa. Ah, mas são raros os casos, né, gente? Mas você vê que é uma criança que já nasce com talento, às vezes, né? Já nasce doida, sim. Essas provokes, elas têm um nome, né? Criança superdotada, que fala que as crianças têm uma coisa, assim.

Mas aí já é um grau a mais. Mas essas crianças super dotadas, elas são todas debochadas também. É, as X-Men. Elas devem humilhar os outros na sala. É, ontem a gente tava vendo uma menina na internet. Aí a gente falou, ah, eu tenho uma agonia de criança que é muito inteligente. Essas crianças que falam que nem adultos. É, eu tenho agonia. Ah, eu tenho agonia também, gente. Fala melhor do que eu. Ai, eu me sinto humilhado. Tem um menino aí que ele fala uns negócios de médico. Negócio do coração. Sim. Ele faz uns rios falando de...

De coisa cardiológica, fica agonidíssima. Olha, ir pra aqui, gente. É, vai brincar no parquinho. Aquela do Itaú lá, que batia a boca com a Fernanda Montenegro. É. A Fernanda falava uma coisa, ela respondia a outra. Ai, que mina mal educada. Ela só tem umas palavras lá gigantescas. É, enfim. Recresto. Eu acho minha filha de 11 anos bem provoque. Esses dias, ela quis fazer umas mechas azuis no cabelo. Já achei provoque aqui.

Eu deixei. Fomos até a cabeleireira fazer. Lá, a cabeleireira contou que a neta dela também queria pintar o cabelo de colorido. Mas a escola não permitia. Ai, que bobagem, né, gente? Minha filha, bem séria, mandou. Mas cadê a liberdade de expressão? Achei provoque. Nossa, muito provoque. Achei provoque também. Achei provoque também. Ah, e é legal que você, amiga, também deixa ser essa criança provoque.

Porque, poxa, só o cabelo. O que tem, né? Hoje a gente vê mais crianças. Adolescentes também, né? A filha da Lidia mesmo tem o cabelo todo colorido. E quando eu era mais novo também era um absurdo. A mãe deixava a criança pintar o cabelo e não podia. Gente, o cabelo cresce. Cabelo não é uma coisa, poxa. O que eu vejo que alguns salões fazem, inclusive os circos, eu acho que eles não pegam a raiz. É, às vezes pra não machucar o corinho da criança, né? Pega daqui pra cá. Uma mechinha, né? Uma mecha. Eu acho um absurdo, gente.

absurdo, gigante. Vocês podem não concordar comigo por mil motivos, mas eu sempre vou achar um absurdo essas mães que não deixam a criança cortar o cabelo. Eu também, amor. Ai, porque a minha filha tem que ter o cabelo grande. Ai, porque eu tinha uma amiga, né, no SESI, que ela tinha... Ela era bem bonita, assim. Era aquela menina que a sala inteira achava bonita, sabe? E ela tinha um cabelo preto, bem liso, grandão, assim. Ela era linda.

E a mãe dela não deixava ela cortar o cabelo. Gente. Ai, porque minha filha não pode cortar

o cabelo, porque a menina tem que ter o cabelo grande. Gente, vai se fuder, sabe? Ai, mas a criança, enquanto mora comigo, tem que... Eu acho que tem um limite, né? Óbvio que você não vai deixar a criança fazer tudo. A criança não é independente ainda. Mas não é porque ela mora com você. É porque ela é criança, cacete. É que o cabelo é algo que às vezes incomoda a criança. Às vezes ela não quer. Ai, sabe? Deixa a criança cortar o cabelo curto.

Beleza. Mas eu também sempre achei... Nossa, acho que... Não sei se mudou tanto, mas eu lembro que as meninas

Meninas tinham muito essa pressão. E os meninos era de não deixar o cabelo grande. Os pais não queriam, porque... Porque é menina, e lá lá lá, e lá lá lá. Embora os meninos tinham, assim, tal. Mas menina era muito uma questão de que não pode ter cabelo curto, não pode ter cabelo curto. É... Eu acho uma bobagem. Mas o que é da criança provoque? Cortar sozinha em casa, enquanto o pai não tá. Faz uma franja. Exatamente. Nesse ponto, eu era uma criança provoque. Eu cortava meu próprio cabelo em casa.

Amor, quando eu comecei a namorar você, você já cortava o cabelo sozinho? Ainda cortava o cabelo sozinho em casa. Ela ainda cortava em casa, é também. Olha, eu vou te falar esse Felipe, viu? É, o meu lado provou que é nesse sentido, entendeu? Draculaura de São Bernardo do Campo. Divos, eu fui uma criança provou que sou site. E acho que até um pouco biruleibe. Uma vez, minha vizinha, já bem senhorinha, brincou que ia roubar minha boneca. Quando ela tentou, fiquei chamando ela de velha maluca. Ai, gente.

Tem senhoras e senhores que gostam de ficar provocando a criança. Exato. A criança dá uma chapuletada. Meu avô era bem... Ele ficava churiçando a gente. Dá raiva, né? Eu não gosto também de gente adulta que fica provocando criança. Jackie Hawker. Eu fui uma criança provoke. Quando alguém falava mal ou fazia uma fofoca perto de mim, eu sempre contava para a pessoa que era o assunto a fofoca.

Uma vez, minhas tias estavam falando mal de uns parentes que iriam chegar naquele mesmo dia. Quando eles chegaram, eu falei. Elas estavam falando mal de vocês antes de vocês chegarem. O clima ficou tenso. E eu, mesmo com oito anos, percebi que tinha feito merda. Depois desse dia, ninguém falava mais nada perto de mim. Amiga, você ficou marcada. Amiga, é bom que eles sabem com quem está lidando.

Eu acho também. Foda-se, sabe? Não me venha contar fofoca que eu não gosto de gente falsa. É, é isso aí. Mas dizem que o castigo talvez é de uma criança provoque. É ter um filho provoque também pra você passar a vergonha que você fez os outros passarem. Exatamente. Eu também acho que tem que se foder. Elayne, minha sobrinha com 5 anos, numa briga da escola, falou pra coleguinha. Eu não tenho medo de você. Minha tia é advogada e meu vizinho é policial.

Olha! Olha! Crianças provou que, gente. Ou sinceras demais. Irreparadeiras, né? Irreparadeiras, exato. Reparou nas coisas. Da carteirada de vizinho, de tia, de todo mundo. Olha isso! É, muitas coisas as crianças

escutam os pais falando, escutam os outros falando. É, tem essa desculpa aí também. Pra não falar que a criança é exato. Françoelle 5. Eu trabalhava no MEC. Aí uma criança chegou pra mim e perguntou, você não foi na escola, não? Aí eu respondi que fui pra escola, sim. E ela, é porque minha mãe disse que pra eu estudar... Vou recapitulando. É porque minha mãe disse pra eu estudar pra não trabalhar aqui igual você.

Olha, fiquei com tanta raiva. Ai, que absurdo. Mas não falei nada, porque a criança não tinha a culpa da mãe que tinha. É, no caso, ela repassou o que ouviu a mãe falando, né? Então não foi necessariamente a criança que trouxe, né? Ela escuta ali e aí solta. E acaba ouvindo, né? Mas esses são os perigos, você fica falando. É que é isso, né? Às vezes a gente acha que a criança não tá ouvindo, né? Que a criança não tá captando ali, mas eles escutam. Não, eu acho que criança, elas reproduzem muito mesmo.

Que elas ouvem, gente. Por isso que às vezes até reproduzem coisas erradas ali, né? Provavelmente é do lar, né? Que escuta e às vezes reproduz. O que é ruim, mas felizmente também reproduz o que é bom, né? É que aqui a gente tá falando de provoke, então, né? Normalmente são coisas mais tensas, né? Mais tensas, exato. Beatriz. Quando eu era criança, implicava bastante com os namorados dos meus tios. Uma vez, quando minha tia me apresentou o novo namorado dela

eu gostei dele, eu só falei eu não, esse homem é muito velho, olha a cabeça dele cheia de cabelo branco falei isso na cara do coitado e ele nem era velho estava na casa dos 28 anos era apenas genética já com o meu tio quando me mostrou a namorada nova me pediu para pedir a benção a moça, mas eu estava cansada dele sempre mudar as namoradas e saiu a fatídica frase que todos

ainda não comentam. É bom que sempre fica marcado na família, quando a criança solta uma dessas. Sim. É história pra vida inteira. Segue a frase. Ah, não! Todo dia é uma tia diferente? Eu não vou pedir bem. Meu Deus! Já entregou que pegava geral. Eu era uma criança na faixa dos seis anos que convivia mais com adultos do que crianças. Ah, talvez... Será que é isso que traz uma diferença ali? Eu acho também. E também tem...

Criança convive muito com adulto. Ela pode se tornar assim, eu acho. Sabia? É, eu acho que também. Ela acaba... É isso, né? Ela acaba ouvindo mais papos adultos. É, ela ouve coisas na televisão. Dependendo do que você tá assistindo, sabe? É, por isso que, né? Em paralelo a tudo isso, tá rolando também muito debate sobre a lei Felca, né? Sim! De restrição. É verdade. Então também é muito sobre isso também, né? Crianças estarem... Se no presencial já acontece isso, né? Essas gafes...

Imagina uma criança no âmbito virtual onde você não sabe com quem ela tá falando, né? Então. Vai muito além até, né? Então, né? Pra você ver como esse assunto, né? Calhou muito essa semana, né? Óbvio que isso aqui de uma forma muito mais séria, né? Não, é que a intenção desse episódio sempre foi ser mais caricato mesmo, gente. Mas é que rolaram outras coisas, né? É, e acho bizarro esse povo não querendo, tipo, reclamando de uma lei dessa.

As pessoas são loucas, gente. Você vê claramente que é pra blindar a criança de perigos.

É chocante. Como que pode ser contra algo assim? Ó o ministro da web aqui, o Matheus. Essa aqui é pesada, tá? Meu Deus! Nossa, amigos, tem um caso?

Uma criança aí que ela está indo pra um lado bem complicado da vida. Meu Deus, é que nem a Minnie Pastora. Que nem a Minnie Pastora. Tá acontecendo esse rolê da Chapel Row, né? E aí muita gente tá resgatando as divas pop e tá tratando crianças bem, né? E aí tem a... Reviveram a Katy Perry falando, né? Sobre tratar os fãs, né? Ariana Grande, conhecendo fãs mirins. E aí ressuscitaram a Azélia Banks e não dar o sabonete pra Minnie Pastora.

que tava fazendo show na Paulista. É um meme muito famoso aí, LGBT e tal. E aí a mini pastora era uma criança, né? Que soltava um discurso evangélico pesado, né? Sim. E hoje em dia, ela já adulta, ela falou que se arrepende muito das coisas que ela falou. Ela deu umas entrevistas falando que ela se arrepende, que ela realmente era uma coisa ali muito... Por ser uma criança e reproduzir muitas falas. Eu achei legal que depois ela tomou uma outra consciência baseada na vida mesmo, assim.

Ela se tocou. Tem criança que cresce errada e fica errada. Dependendo do que você... É isso, né? Muito, né? A criança é uma coisa e o desenvolvimento dela é outro, né? Às vezes pode ser que ela continue nisso, né? Amigo, que nem você tá falando, poxa, tô preocupado. Mas às vezes também dá um estalo de ter uma mudança de vida, né? E a adolescência vir, você conhecer outras pessoas e expandir essa cabeça. Acho que cabe você, como próximo, sempre contestar.

Eu acho que sempre contestar a criança. A criança solta uma coisa assim, você solta outra. Ué!

E apontou pra pessoa ali, você fala, recrimina, recrimina você. Não pode ficar fazendo isso, não. Tem que retribuir o constrangimento, tem que fazer a criança ficar envergonhada. É, ficar envergonhada também. Tem que fazer, gente, porque não é assim também. Tem provokes e provokes. Não é assim, ó. Gil Souza, minha sobrinha pega meu celular pra ficar tirando fotos com filtro. Coloquei aquele que deixa a gente careca e mostrei pra ela

Que dó. Chique. Ai, que bom que gato não fala. Ah, nossa. Mas minha, mas minha. Nossa, os gatos falam tudo o que eles veem aqui. Imagina.

E perguntou. Tu é? Ai, meu Deus. Achei muito provoque. Amei. É o Eduardo, uma vez. Ele já contou essa história também. Tava voltando de carro com uma criança, né? Que, inclusive, é mesmo essa minha tia que faleceu. A minha tia, ela pegava essa criança. Ela era amiga da família, assim. Aí, minha tia levava ela pra todo lado. Festinha, tudo. Aí, ela tava me dando carona, amor. Pra eu ir pra estação de trem, pra eu ir pra tua casa. É, verdade. Eu ia escondido pra tua casa. Sim, sim.

a criança falou na minha frente. Ela perguntou pra minha tia na minha frente, no carro. Tia, ele é menino ou menina? Desse jeito. Olha aí. É que... Porque acho que ela quis dizer se eu era viado ou não, sabe? É, ela não sabia como falar. Ela não sabia como falar. E aí ela pergunta isso, sabe? E sua tia morreu de vergonha, né? Minha tia falou, não é assim. Minha tia falou, a gente precisa... Não se fala isso. Sua tia deu um fecho nela, né?

Minha tia falou assim, não se fala isso. A gente precisa respeitar as pessoas como elas são. Ah, eu não, tia.

Aí eu falei pra ela, eu sou menino. Ela, não, tia, mas eu só quis saber. Aí a minha tia, não, mas a gente tem que respeitar as pessoas como elas são. Ele é igual a mim, ele é igual a você. Aí eu achei muito bonitinho, assim. Porque essa minha tia, gente, ela nunca me recriminou, assim. Mesmo sendo bem cristã, né? Ela sempre foi muito cristã. E aí, aqui pode entrar aquela coisa. Ai, mas você não era filho dela, mas também foda-se, gente. E se, mas não era, entendeu?

Tem gente que nem sendo filho já recrimina, né, gente? Então, a minha tia, ela nunca me coisou, assim. Nunca, e sempre me acolheu muito bem também. Porque é isso também, às vezes aceita, né? Mas aí o namorado, outras coisas… Ela sempre foi fofa com você, né, amor? Nossa, sempre, sempre foi uma querida, assim, muito, muito, muito mesmo. Ai, saudades da minha tia, gente. Ai, gente. Saudades da minha tia, viu? Maravilhosa. Vai fazer um ano que eu perdi minha tia, gente. Ai, né? Mas deixou aí muitas histórias pra contar nessa tia.

bem causadeira também. Ó, o Lu Valença. Uma vez, quando criança, fui no médico e lá estava uma criança comendo um salgadinho. Certo. Minha mãe, sem dinheiro, e eu provou o que era, fui lá e apenas estendi a mão, obrigando a mãe da criança a ceder um pouco do salgadinho alheio. Muito provou o que... É, amiga. É que a criança fica com vontade, né? Dá dó também.

Então tem isso, né? Tem a criança. Às vezes a criança, que nem você não faz, mas ela fica olhando. E às vezes o pai olha e fala até, né? Ai, dá um pouquinho pro menininho, pra menininha e tal, né? Mas se a criança não se toca, cabe a criança pro vôo que ir lá cobrar. Porque você tem essa liberdade, né? Exatamente. É uma liberdade que não vai ter mais daqui pra frente. Não, gente. A criança também tem que aproveitar dos seus privilégios infantis. Infantis, são privilégios infantis aí que te levam a ganhar um salgadinho.

Macarrão na chupa. Um dos dias mais engraçados de toda a minha vida foi quando eu estava numa festa e falei com as minhas amigas. Nossa, queria demais uma balinha. Ah, tá. Aquele tipo de balinha lá. Pra dar uma animada. Uma criança que estava próxima ouviu e um minuto depois voltou com um chiclete dizendo que era pra eu animar. Ai, que dó. Ai, ela foi muito fofa.

Tá vendo? Isso foi Jesus te mostrando que não é pra você usar essas coisas. Foi Jesus ali que se manifestou através da criança. Da criança. Ai, fofinha, né? Tá, gente, muito fofinho. Lé Silva, ó, que ela traz o questionamento. Criança chata ou provoque? Certo. Que é uma coisa ambígua aqui, né? E pode ser os dois também, né?

Não, eu não acho que você foi. Você não foi, tipo... É, não achei assim extremamente.

Achei um provoque leve por atenção. Eu achei um provoque leve também. Podia ser pior. É que criança gosta de atenção também, né? Você tem que dar atenção pra ela. E aí quanto mais você ignora, mais provoque ela se torna. Mais provoque ela se torna. Você vai ter que dar atenção. Ela é uma criança. Greg, quando eu era criança, estava em um casamento brincando no parquinho infantil da igreja. Daí uma prima me xingou. Peguei um punhado de areia e corri atrás dela. Até que ela para na frente da mesa do bolo. Sim, joguei areia nela.

E no bolo. Vergonha disso até hoje. Amiga, ai. É, aí você já foi... Você foi bem provou. Acabou o casamento. Ai, gente. Aí tem uma raiva de criança que acaba com o casamento. É, eu já dei uma vassourada num primo meu. Já deu vassourada? Isso conta como provou, que... Na cabeça dele. E era um primo que ele tinha... Eu morava em Mauá, né, gente? Eu moro num bairro que é muito morro, né? Então, tinha muito morro de terra na época.

Então as crianças iam brincar no morro, descendo o morro, escorregando na terra. Usando papelão e tal. E aí esse meu primo... E os meninos iam cortar a cana, às vezes pra chupar a cana também no mato. Olha as ideias, gente. E aí esse meu primo, ele foi cortar a cana com facão. Saiu rolando o barranco e ele caiu com a ponta da faca enfiada um pouquinho no cucuruto dele. Acredita? Ele caiu rolando, enfiou acima lateralmente. Não foi muito grave.

Respetada, assim. Ai, que agonia. E aí, ele tava enfaixado. Na cabeça dele, ele tava enfaixado nessa época. E aí, eu não lembro o que ele foi causar comigo. Ai, nossa, eu lembrei que eu já causei mais uma vez. Mas aí, foi mais... Não, depois ele é quietinho. E aí, ele foi causar comigo. Ele tava enfaixado ainda. Eu peguei um cabo de vassoura e taquei na cabeça dele. Gente, esse Felipe. Com a cabeça toda enfaixada. Olha esse Felipe.

E teve um outro primo meu que foi me caçoar. Eu dei uma mordida nele. Agora que eu lembrei.

Você revida, é maravilhoso. Eu dei uma mordida. Ele ficava me beliscando, eu acho. Ai, que ódio. E aí, eu cansei e dei uma mordidona nele. Será muito novo? Eu lembro que minha mãe falou, ai, tinha que morder mesmo. Eu ficava te beliscando. Se sua mãe te defendeu, minha mãe não me defendia. Ai, é porque eu não era de causar, assim, violências. Eu era pelo contrário, né? Você não era de causar violências? Não, era bem de boa. Só que você ficava me infernizando. E aí, eu mordi ele. Deve ter mantido assim.

aqui no meu bairro deve ter uns 10 anos, que toda vez que eu tava voltando da escola, ela me chamava de feia. Alguns meses atrás, a mãe dela foi presa por cúmplice num assalto numa UBS. Meu Deus! Agora me vingarei. Ai, que horror! Ai, que horror! Ai, gente! Ai, que horror! Achei provoque, achei provoque. Deixa eu sair aqui do Instagram, vamos ver mais comentários aqui do Twitter. Duda, uma vez meu primo, no aniversário

dele, soltou a cachorra do meu avô em mim. Eu morria de medo. Eu, junto com outro primo pra me vingar, pegamos um brigadeiro do aniversário dele, colocamos terra no lugar e ele comeu achando que era doce mesmo. Ele me bateu depois. Ah, então sofreu as consequências de ser um provoke. É. Vingança, né? Elas por elas. Às vezes é isso, né? Hoje em dia tem mais essa consciência de que não se pode bater em criança, né? Isso não educa as crianças.

Sim. Mas somos de uma geração que não tinha esse pensamento. Não, mas é que aqui foi criança batendo em criança, então... Não, também pra esse lado. Mas se a gente pega ali num... Indo um pouco além, né? Tem muitas provokes que a gente fazia em criança. E depois a gente pagava o preço por essas provocadas, né? É, você... Era chinelada, era sentada, era palmada, né? E no fim não adiantava. Porque, ó, o Eduardo aí, ó.

Gente, calma, né? Bem assim também. Olha, né? Joguei ele, mas também, né? Obviamente, eu também sou, né? Se eu sou um outro tipo de provoke, mas... Tainá. Ai, história de novena, amor. Ai, eu amo história de novena. Tainá que mandou. A minha avó me arrastava pras novenas. Círculo de oração com... Novenas e círculos de oração com ela. E sempre tinha uma senhorinha muito velhinha.

Chique. Ai, amiga. Ela contou uma outra história desses círculos. Às vezes não tinha comida. E aí ela reclamava. Não vai ter bolo? É, porque a alegria desses círculos...

da oração, novena. Além de se conectar com Deus. É, eu ia mais por outro motivo, que é o quê? Ganhar um bolo, comer um biscoito, tomar um café. Gente, eu amava e rezava o terço com a minha mãe na casa das minhas. A gente ria. Porque virava uma competição de quem servia o melhor café, né? Quem faria a melhor novena. Quando tinha novena lá na rua, cada dia, o terço, cada semana, o terço era numa casa diferente. E a santa ia passando nas casas, né? Ai, gente, isso é...

Aí, sabe como que funcionava? Era assim. Lá vai, lá. Aí a santa ficava uma semana na casa da gente, sabe? Isso, isso. Ficou na sua casa já, vida? Já ficou, lógico. Ela achava um bapho. A minha mãe não pegava. Nossa senhora, por quê? Eu não sei. Acho que ela… Não sei com medo da gente quebrar, talvez. Então, a santa já ficou uma semana lá em casa. Aí era um evento quando a santa ficava uma semana em casa. E aí, teve uma vez que foi na casa da minha madrinha, né? Que também já… Que Deus a tenha. Gente, hoje eu tô muito bituária.

A minha madrinha deixou a santa na janela, assim... Ela tinha uma janela, uma cortina de renda, minha madrinha, assim, na janela da sala. Aí ela deixou a santa... Foi na cozinha dela. Tinha uma... Tava a santa com uma vela acesa. A vela não pegou fogo na... A cortina não pegou fogo da vela? Foi um caos na rua. Meu Deus do céu! Queimou a cortina da minha madrinha. E não aconteceu nada com a santa. Não, não aconteceu nada. Não, a santa ficou intacta.

Porque Maria passa na frente, pisa na serpente. Esses acidentes que só a santa não é destruída.

Chique. Eu acho muito quente. Acho provoque. Acho provoque da parte da santa também. É. A Lares, quando eu dava aula pra educação infantil, uma aluna perguntou se eu tinha namorado. E eu disse que não. Aí ela falou, hum, mas quando for arrumar namorado, tem que ser um bem rico. Chique. Eu fiquei gag. Gag dela gag. Olha, deu a dica aí, né?

Amiga, tá difícil de encontrar um, né? Às vezes. O mais rico ainda. A gente tem que fazer um episódio só assim. Gag de la gag. Momentos que você ficou gag. Momentos que você ficou gag. O I mandou aqui, ó. Divas, a vida do professor não é fácil. Esses dias eu passei para os meus alunos a música da galinha e do galo. Na parte a galinha ficou doente e o galo nem ligou, um aluno falou que era feminicídio. Ele tem seis anos. Fiquei gag de la gag.

Divo. Meu Deus. Divo demais apenas. Nossa, gente. É porque o feminicídio, gente, sempre rolou. Mas hoje é um termo muito mais usado, né? É porque hoje é um termo mais abrangente, assim. Se fala muito mais. Se especificou um tipo de violência, né? Que se entende que não é um furto, não é um... É uma coisa simplesmente ali, né? São homens ali que se acham no direito de fazer o que quiser com as mulheres.

mulheres, né? Sendo... Em questões de violência, sendo em questões de tratamento, né? Sim, de tudo, como um todo. É, né? Obviamente, o feminicídio é mais envolto ao homicídio, né? Mas se entende que existe um tipo de violência, né? E aí, eu acho que como é um assunto muito dito, assim, em jornal, em TV e tudo, a criança ouve e ela já associou que é isso, tipo, que o galo, que é o homem, né? Que o galo não ligou, a galinha não sei o que lá,

E aí ele já se associou com feminicídio, sabe? Achei bonitinho. Porque ele tá desenvolvendo uma consciência na sociedade. Uma consciência de alguma forma, né? Desse tratamento, né? E em paralelo, a gente escuta, né? Que atualmente, né? Até falando desses incels aí, né? Esse rolê. Que é muito contra a mulher, né? Tipo, de destratar a mulher. Tratar como se fosse um ser inferior. Ouvir uma coisa dessa faz a gente acreditar que, poxa...

Talvez venha uma geração pós aí, né? Ou está se criando, né? Essa preocupação de que não tenha isso, né? É isso. Eu dei uma leve risada agora, gente. Porque eu vi aqui, não tem nada a ver com o assunto, tá? Mas o Macarrão na Chupa mandou aqui também. Gente, que dia que sai esse episódio? Tô aqui esperando pra ouvi-lo pra poder dormir bem. Ele mandou isso ontem. Porque era pra ter saído na sexta, né? Na quinta, meia-noite. Aí ele mandou um gif tão engraçado. Olha esse gif. Deixa eu falar uma coisa, gente.

aqui que pode atrasar o episódio às vezes, né? Assim, a gente vai postar de sexta, mas eu acho melhor começar a falar assim que toda semana tem episódio novo. Isso. Episódios novos toda semana, gente. Não, de preferência vai ser na sexta. Por uma organização interna. Mas se não acontecer, uma hora vem. Uma hora vem. Semana passada não teve, mas essa semana vai ter dois. Que é o de hoje e o da próxima sexta. Mas é isso, vamos tentar.

Como a gente explicou lá nos íntimos, né? Mas trazendo um pouco aqui, essa semana foi muito

de acontecimentos, viemos da semana do Oscar, né, que consumiu a gente um pouco pra assistir os filmes e tal, mas em paralelo aqui, as obras em casa andaram um pouco mais, né, a cozinha a gente terminou ali uns 85% dela, e aí terminar faz com que a gente traga de volta os móveis e utensílios que estavam espalhados pela casa, porque a gente tava sem poder usar lá, então a gente passou meio que esses dias trazendo de novo as coisas, né, limpando,

E arrumando outras também dos outros ambientes. Exatamente. Isso desgringolou um pouco, mas a intenção é voltar aí. Mas como a gente já falou em outros momentos, né? A gente tenta o máximo, mas pode ser que não aconteça, tá? Já vamos deixar bem claro. Mas veio aí. Veio aí, gente. É isso. Ó, a Letícia, ela conta que o espírito provou que dela baixava em aniversários.

Eu sou criança e criança tem que ganhar brinquedo. Minha mãe ficava roxa de vergonha. Ah, é uma concepção que é pro adulto. Aqui nesse caso é pro adulto se tocar, né? É, eu acho também. Se toque. Você vai querer ganhar uma roupa? Se fuder, né? Dá um brinquedo pra criança. Ah, eu também acho, gente. Ah, eu também acho, tá? E ó, criança adora ganhar dinheiro também, tá? É, o gente... Eu amava ganhar dinheiro, gente. Abrir o envelope e ter dinheiro, ó. Então, chega uma idade da criança

Você não sabe mais se a criança ainda quer brinquedo ou se ela já quer outras coisas. Por exemplo, meus sobrinhos, eu costumo, depois de uma idade, eu dou dinheiro na mão deles. Aí, tipo, faz o que você quiser. Quer comprar jogo? Quer comprar coisa? Deixe na mão deles, assim. É, então. Deixa a criança ser feliz, né, gente? Libi, quando eu era criança, fui em um culto numa igreja pequena. E lá, pelas tantas, o pastor começou a falar do dízimo e de oferta. E dizer que ele vivia pra obra.

ele tirava a comida dele, da família e etc. Eu virei pra minha mãe e perguntei, por que ele não arrumava um emprego? E falei bem alto. Aí é que tá, né? Aí é que tá. Gabi, tem um irmão muito pro Vogue Society. Quando ele tinha nove anos, levando ele e nosso primo ao Museu do Mês do Orgulho, olha,

estava com a bandeira LGBT projetada. Ai, tô até vendo. Nosso primo falou, isso é coisa de viado. Ai, amei! E meu irmão, você é ridículo, seu homofóbico. Olha! E o meu irmão odeia ele, não se falam. Olha, criou-se essa... Olha, criou-se essa rivalidade. Em disposição. Em disposição. Ai, primo, sempre tem primo que a gente é tretado. Mas quando a gente fica velho depois... Ai, passa, né? Ou a gente não fala mais mesmo e tudo bem. Ou passa também. É, eu acho que passa, gente.

É isso, né? Olha, Isabela, o marido da minha prima do meu... O marido da prima do meu marido... O marido da prima do meu marido. É, o marido dela tem uma prima. O marido dela tem uma prima. Que tem um marido. É isso. Que tem um marido. Que mal conhecia, começou a me fazer massagem no ombro e eu fiquei sem reação, muito constrangida. Minha sobrinha, filha da minha cunhada, chegou nele e falou, sabia que você não pode fazer isso?

E ela também é. Fiz abraçar ela pela sororidade mirim. Chique! Ela percebeu, amiga, que estava desconfortável. E a Queen interviu. Amei! Olha as percepções que essas crianças têm, gente. Olha! Então... Ó, Desajustada mandou aqui. Meu Deus, daria tudo pra ver a cara de cu do Edu na hora que a Fê dele retirou o sarro dele. Gente, eu ri de volta pra ela. Eu não fiz cara... Vocês pensam que eu sou uma pessoa muito ruim, né? Não, gente. Jamais, gente. Eu jamais faria isso, gente.

Te deu tchauzinho, assim. Eu só só provou que com gente chata, que merece ser... Com criança, jamais que eu vou. É, crianças a gente entende que tem a... Jamais. A noção. Ontem a gente foi lá no Dragsíssima da Ícaro. Aí uma bicha veio falar com a gente, tirou foto com um monte de gente. Fiquei super feliz, assim, um pessoal super querido. Aí uma bicha veio tirar foto comigo, assim, com a gente, né? E falou, ai, tava morrendo de medo de vir aqui, porque o Edu é um nojo.

Aí eu tirei a foto e falei, tá vendo? Eu sou tão nojento que eu fiz a foto com você.

Sim. E eu já falei pro Felipe que eu... Inclusive é um tema pro próximo episódio. Exato. A partir de agora, não me importa se é fã, se tava só brincando, não me importa. Eu vou retribuir o constrangimento, porque eu não sou obrigada a ouvir isso. You can take me hard to go. Ah, gente, vai se foder. Ai, mas você é pessoa pública, eu não tô nem aí. Eu não tô nem aí. Se você fala uma coisa assim, eu não entendi direito. Ele falou isso.

Eu não ouvi. Porque ele falou pra mim. Eu vi só depois que você falou. Porque é isso, assim. Eu tenho esse jeitão na internet e tudo. E não tem problema a pessoa brincar comigo pessoalmente dessas coisas. Mas vem. Ai, o Edu é todo nojento. Fiquei com medo de vir aqui. Ah, então por que você vê, então? É, fala assim. Então não vem. Poxa. Você me poupa se você não vem. E às vezes, só o fato de você ter sido retribuído de uma forma que não foi a que você esperava, já faz você não falar isso, né?

Você espera acontecer algo, né? Pra você ter uma percepção dessa, né? É, porque assim, gente, a pessoa vem, eu sorri e tudo mais.

que a pessoa quer que eu faça? Se você passa a situação e depois você fala, ah, ele foi nojento, né? Que era o que eu esperava. Mas se você vai, aí antes mesmo de uma atitude você já fala isso... Ah, eu não tô nem aí, gente. Hoje em dia é assim. Veio zoar com a minha cara pessoalmente e vai tomar chapisco de volta. Tô nem aí. Gabriel Salvagio. Eu já fui uma. Uma vez, meu tio veio me provocar por eu ter o jeito afeminado.

Estava me atazanando a noite toda. Até que eu virei pra ele e falei. E você, que é desempregado e sustentado por sua mulher? Resultado, minhas tias tiveram que segurar ele. Porque ele veio me bater. Nossa, Gabriel! Chique! Gente, quando a criança é uma criança LGBT, eu dou todo o meu apoio por provokes pesados. Porque só a gente sabe o que a gente passa, né? De piadinhas, né? De olhares.

Então, eu achei, Gabriel, você cantíssimo. Cantíssimo. Cantíssimo. Glitch Girl. Meu filho tem dois anos e oito meses. Ó, quase três aninhos aí. Hoje, na mesa do almoço, eu, ele e a diarista, uma senhora evangélica de mais de 40 anos, e ele pergunta, Maria, você tem periquita? A véia engasgou e respondeu não. Daí ele, e você então tem pingulinho?

Daí eu engasguei e comecei a rir. Ah, ele quis saber. É, mas você não tem, você deve ter outro. Tem respondido que sim, é. Ou você tem um, ou você tem outro, né? Eu amei. Ai, crianças provoque, né, gente? Gente, amei esse episódio. A gente pode fazer uma parte dois, porque eu achei muito legal. É, porque tem muitas histórias aí, né? Tem muitas. Se vocês quiserem dar uma olhada tanto no nosso Twitter, né? Que a gente postou, né?

Arroba Diva Depressão. Ou lá no nosso podcast, que também tem a postagem, né? Sim. É podcast Diva da Diva.

Tem muitas histórias engraçadíssimas Muito obrigado por terem engajado nesse episódio A gente tava contando que ia ser divertido Mas me surpreendeu Gente, não desistam do nosso podcast, tá? É isso, a gente atrasa alguns dias Mas a gente tá aí, firme e forte Um beijo pra vocês E nessa sexta a gente volta com um episódio novo Isso, boa semana, bom começo de semana pra vocês Fiquem de olho lá no Twitter Pra gente colocar o tema do próximo episódio Pra vocês interagirem, tá bom? Beijo Até a próxima