#205 - Regras de etiqueta para redes sociais
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- Regras de etiqueta e convivênciaNetiqueta · Comportamento online vs presencial · Respeito e educação digital · Diferenças entre vida online e offline
- Combate à Desinformação e Fake NewsCompartilhamento irresponsável · Verificação de fontes · Disseminação de boatos · Correntes na internet
- NetiquetaEvitar letras maiúsculas · Não espalhar fake news · Ser claro e conciso · Evitar gírias excessivas
- Personalidade online vs presencialAutenticidade · Adaptação de comportamento · Zoação como brincadeira · Ofensas online
- Arquitetura e Ferramentas de SoftwareBloqueio de pessoas · Silenciar · Restringir · Palavras-chave bloqueadas
- Likes e engajamento socialPressão por likes · Seguir de volta · Like como demonstração de amizade · Engajamento genuíno
- Investimentos FinanceirosCréditos em repostagens · Marca d'água · Roubo de conteúdo · Tags e menções
- Resolução de conflitos onlinePrivacidade em desentendimentos · Evitar exposições públicas · Indiretas · Denúncias justas vs fofocas
- Preconceito e Julgamento SocialVerificar quem políticos/artistas seguem · Definir caráter por redes sociais · Bolhas políticas · Contexto de momento político
- Reuniões diplomáticas e governamentaisCâmera aberta · Microfone fechado · Pontualidade · Consenso e alinhamento
- Compartilhamento de conteúdo e mensagensFotos de pessoas hospitalizadas · Pessoas em estado terminal · Conteúdo de acidentes · Falta de sensibilidade
- Postagens provocativas onlineFrases provocadoras · 'Vocês não estão preparados' · Intenção de causar raiva · Bloqueio como solução
- Privacidade em FotosMarcar pessoas em fotos indesejadas · Respeito à imagem · Marcação sem contexto · Engajamento artificial
- Criadores de conteúdo e independentesSeguir amigos criadores · Comprar de pessoas próximas · Suporte a pequenos negócios · Expectativas vs realidade
- Conteudo Prejudicial OnlinePostar filhos de outros · Sharenting · Privacidade de menores · Cuidados ao compartilhar
Olá, divos e divas! Tá começando agora mais um episódio do Divã da Diva, o podcast oficial do Diva Depressão. Eu sou o Edu. E eu sou o Felipe. E estamos na internet, né, gente? Estamos na internet o tempo inteiro, seja vendo um vídeo, seja comentando um post, seja fazendo post, produzindo um conteúdo, consumindo um conteúdo. E com tudo isso, a gente promove vários tipos de interações diferentes, principalmente nos comentários. Eu acho que eu colocaria até o Twitter como uma base principal.
aqui desse assunto, tá? Aqui, pensando no podcast? Pensando nesse episódio, porque a gente vai falar aqui de regras de etiqueta da internet. Será que existem regras de etiqueta na internet, gente? Ou deveriam existir, pelo menos? Bem, pensando que a gente tem... Dizem que a gente tem duas vidas, né? A vida presencial e a vida online. Certo. Tanto que algumas pessoas são uma coisa, né? Presencialmente e online, elas se transformam em outras.
Eu concordo plenamente com isso. Eu acho que a maioria das pessoas não consegue ser pessoalmente o que elas são na internet. E isso vai tanto... Nem dizendo só negativamente. Mas às vezes, sei lá. Às vezes uma pessoa é mais retraída presencialmente, mas online ela consegue se soltar mais, fazer piada, né? E também o contrário. Também indo por um outro lado, né? Às vezes a pessoa também é mais grossa, online.
na liberdade de às vezes soltar mais comentários maldosos, né? Quando ela está ali. Principalmente porque na internet às vezes não é exatamente a nossa cara que está ali, né? Às vezes é um avatar. Uma foto. Ou é a sua cara de um jeito diferente, né? Você consegue meio que se camuflar na internet, né? E com esse poder que a internet te dá, muitas vezes a pessoa se torna uma pessoa podre na internet, né? Ela faz o que ela bem entende.
É uma outra pessoa. Mas assim, tem todos esses tipos de casos, né? A internet é muito mista. Sim.
Você pode também estar com o seu perfil mesmo e também sendo venenoso da mesma forma. Ou também sendo uma pessoa diferente do que você é, né, fora da internet. É, e na verdade, gente, quando a gente fala aí de regras de etiqueta da internet, né, a gente tá aqui falando de hate, de pessoas que comentam o que querem e tudo. Mas existem mil outras maneiras de você, sei lá, por exemplo, você dar like em gente casada. Você ficar provocando, sei lá, deu um like numa foto de uma pessoa casada.
Você fica mandando foguinho pra uma pessoa casada. Ou você recebe foguinho sendo casado. Que seria, por exemplo, vamos supor que você dá uma cantada em alguém... É, online, né? Obviamente, estamos falando da internet. Vamos supor, na vida real, você dá uma cantada em alguém que é comprometido. É, que é comprometido. Você faria isso presencialmente, como faz online, entendeu? Ou, por exemplo, você tá passando na rua, alguém mexe com você.
Ou você mexe com a pessoa. É meio como se fosse isso, né? Você não sabe se a pessoa quer que mexa com ela.
lá e mexeu. Acho que online também tem um pouco disso, sabe? Tem, acho que tem também. Acho que tem pessoas que começam uma interação assim, tipo, sem saber se você quer ser abordado. Tem, tem. Né? Tipo, às vezes você não conhece a pessoa, né? Isso, e aí vai aparecer outro âmbito, né? Então, aí também já envolve relacionamentos, né? De outras formas. Enfim, gente, eu acho que até pegando aqui já um primeiro comentário que eu vi, tem uma pessoa falando que deveria existir uma regra de etiqueta, mas não existe, porque as pessoas ainda fazem o que elas querem.
Entrando na internet, né? É, acho que essa é a grande questão, né? Que trouxemos aqui pra esse podcast, né? Acho que a gente primeiro ambientou aqui, né? Dessa diferença que tem online presencial, né? E aí a gente tem regras no nosso mundo real, né? Fora da internet, a gente tem regras disso, né? De, ah, eu não vou necessariamente... É preciso cumprimentar todas as pessoas. Quando eu entro num ambiente físico,
bom dia e boa tarde pra todo mundo que tá na sala. Tem gente que é contra, tem gente que é a favor, mas tem uma regra de etiqueta que, às vezes, é legal, pelo menos, cumprimentar as pessoas. Mas aí, quando você tá online, como é que funciona? Você precisa mandar bom dia num grupo todo dia, entendeu? Então, exato. Você precisa? É, mas aí também já vai pra um outro tipo de regra de etiqueta, né? Será que você precisa exercer isso, né? Então, precisa online? Você precisa responder com bom dia?
Quando você vai mandar uma mensagem pra alguém, você vai mandar... Não conversar com essa pessoa hoje. Aí eu vou mandar uma mensagem pra... De alguma coisa. Se é um amigo, talvez não precisa. Mas se é uma coisa mais empresarial, precisa mandar um bom dia? É. Você precisa seguir as pessoas que você trabalha? Nossa, sim. Agora você tá indo pra um outro âmbito. Tem gente que não gosta de seguir ninguém, por exemplo. A Lorelay é uma pessoa nossa amiga, gente.
Ela não gosta de seguir ninguém. Mas aí se a pessoa te adiciona, aí você fica... É de bom...
Por exemplo, você não quer, você não siga ninguém, mas a pessoa adiciona. Você se sente numa obrigação de adicionar ela, já que você conversa com ela presencialmente? Então, isso é uma coisa que eu sinto uma obrigação. Se eu conheço a pessoa e ela me segue, eu fico assim, ah, eu acho que vou ter que seguir de volta, né? Então, isso é uma regra de etiqueta. Eu acho que é uma regra de etiqueta. Você sabe que é uma educação por educação?
Ou a regra de etiqueta é entender que a pessoa tem o direito de não aceitar você na rede social dela. Esses são os questionamentos.
Trazer aqui, entendeu? Acho que é meio que isso. Olha, vamos começar a ler então o que as pessoas falaram? Aí a gente vai desenvolvendo. Elfa dos insetos. Oi, meninos. Quando eu comecei a usar a internet em 2010, ainda tinha um termo chamado netiqueta. Mas nunca parei pra ler quais eram as regras. Nossa, eu vou até pesquisar isso aqui. Eu vou pesquisar agora. Netiqueta. Netiqueta. Netiqueta. Netiqueta regras.
Nossa, não tá tendo, então. Tá aí, gente. Às vezes eu escrevo de caixa alta. E eu já vi muita gente me falar. Nossa, por que você tá gritando? Só que, gente, não é. Assim, eu... Eu acho isso meio bizarro, assim, sabia? Mas eu com essa, eu vou ter que concordar. Com essa, né?
Você acha que essa na etiqueta é válida? Eu acho válida, porque é isso, né? Na nossa linguagem, botar tudo em letra maiúscula dá a entender. Se você bota tudo, não é só uma palavra, entendeu? Sim. Mas aí também pode ser meio que um deboche, né? Então, eu acho que botar tudo em... Algumas coisas em maiúsculo pode sim significar algo. Eu lendo.
Mas eu entendo. Mas, gente, assim, às vezes eu já escrevi tudo em caixa alta e, tipo, sabe? Só porque eu queria, assim. Não porque eu tava gritando, porque eu tava nervoso. Mas por que você escreveu tudo em caixa alta? É que eu acho que a caixa alta é mais bonita. Eu acho que fica tudo mais bonito de caixa alta, sabe? Eu não gosto muito da caixa... Eu não sei, eu tenho um pouco de agonia essa coisa de... É um toque meu, assim.
Mas você prefere mandar áudio, né? É, aí eu prefiro mandar áudio, gente. Nenhum nem outro prefiro mandar um áudio, sabe? Enfim. Ah, eu concordo com essa netiqueta.
Bom, vamos pra outra etiqueta aqui, ó. Não disseminar fake news. Nossa, essa é a maior de todas. Eu acho que essa é a maior regra de etiqueta que as pessoas não... Que só é a mais desrespeitada. Mais desrespeitada. Ninguém tá nem aí. E cada vez mais nem aí, gente. Entendo. Às vezes até sem querer. Às vezes até você não... Nesse impulso de compartilhar e repassar, a gente nem percebe. Então é um erro que pode acontecer. Pode ser... É suscetível a todos.
Mas é uma coisa a se atentar, realmente. É uma coisa a se atentar. Eu desci aqui. Aqui a gente tem as principais regras e diretrizes da netiqueta. Eu vou ler mais algumas, tá? Gente, eu tô passado com isso. De novo, né? Aprofundando aqui. Comunicação. Evite escrever mensagens inteiras em letras maiúsculas, pois isso é interpretado como gritar. Seja claro, conciso e educado, evitando gírias excessivas e ofensas. Gente, já tá tudo errado aqui. O povo ofende, o povo usa gíria online.
Gag dela gag. E aí são gírias giracionais de internet. Exato. Muda-se as coisas. Gíria já não tem como. Então, acho que assim, se você tá mandando uma mensagem no seu trabalho, realmente acho que isso exige... Dependendo de onde você trabalha também, né? Se você trabalha, por exemplo, nos nossos grupos de trabalho que a gente tem com editor, né? Com conteudista e tal. Eu mando um gifzinho.
a Gretchen de vez em quando. É, pra você dar uma amenizada, tipo uma brincadeirinha assim, né? É, porque eu me comunico assim com todo mundo mandando um gif. Mas se é um grupo, sei lá, que tem... Ah não, pior que até não dá dia, eu mando um gifzinho às vezes. Mas aí eu tenho cuidado com o gif que eu vou mandar também. Então, o gif também quer dizer muita coisa, o meme quer dizer muita coisa. Vou mandar um tão assim, né, doido.
Vou mandar um bichinho. Um bichinho é meio universal, né? Um bichinho dando um joia. É, tem memes que são universais, tem memes que fazem mais
parte de um grupo de amigos mais seletos, tipo, sabe, é uma piada interna, entendeu? Não é todo mundo que vai entender o tempo inteiro. É, então acho que aí depende do ambiente. Concordo com essa netiqueta também. Bom, essa foi a netiqueta da comunicação. Vamos parar do comportamento. Não repasse boatos, spams ou correntes. Ou seja, espalhar correntes na internet é um mau comportamento, gente. Concordo plenamente, detesto. Eu detesto também.
Tinha corrente por e-mail que as pessoas mandavam. Que era um hit. A corrente era o momento. Ainda existem correntes, assim, né? Mas eu acho que elas perderam bastante força com o passar dos anos, assim, tá? No Facebook, você ainda encontra. Você ainda encontra alguma coisa ou outra. E ainda no campo comportamento, ó. Respeite o tempo e a privacidade alheia. Evite marcar pessoas em fotos indesejadas, por exemplo. Concordo. Concordo.
concordo em partes, porque assim, eu já desencanei das marcações. Eu nem fico vendo que as pessoas me marcam. Muito raramente eu vejo. É, sim. Então eu não ligo, assim, se as pessoas me marcarem numa foto que eu tô feio. Eu não ligo mais, assim. Eu desencanei, sabe? Mas você lembra quando ficavam marcando você horrores em animais gigantes, por exemplo? Lembro, mas aí eu aceitei. Eu aceitei. Você aceitou, mas você não gostava, entendeu?
É que eu achava que era uma piada velha, sabe? E é aquilo, às vezes já te marcaram, né? Então você já viu.
Continuam marcando. Sim, exato. Isso é uma coisa que me irrita, gente. Às vezes, sei lá, apareceu aí uma tartaruga... Existem muitas tartarugas gigantes que o povo me marca. Eu me incomodo quando não tem relação nenhuma comigo. Ah, sim. Esses tempos tinha um perfil marcando o nosso arroba. E umas coisas assim, uma pessoa criando conteúdo, falando de algum assunto determinado. E a gente não tinha nenhuma relação com aquilo, nem com a pessoa.
E ela ficava marcando a gente. Sim. E eu fiquei tipo, por que você tá marcando a gente?
entendendo, assim. Não tinha nada que envolvesse a gente. E a pessoa marca, bota o arroba, não sei se é pra alguma coisa de engajamento, sei lá o que que é. E eu acho que é uma netiqueta válida também. Então, essa aí eu acho que, é, olhando pra esse lado faz sentido mesmo. Esses dias eu também teve uma pessoa que eu vi fazendo um monte de vídeo aí, e aí marca a gente pra quê, sabe? Eu não entendo também. Eu não vou assistir, não vou compartilhar e eu já fico com raiva. Se você faz isso esperando que a gente vá conhecer, eu já fico com raiva.
Reuniões virtuais. Olha, tá aqui uma coisa, gente, que eu achava muito ruim com reunião online, assim. Hoje eu acho melhor, porque cada um resolve o dia da tua casa. É melhor online ou presencial? Então, prefiro online. Só que eu continuo achando que tem reunião que não precisa nem acontecer, tá? Concordo. Mas já que elas acontecem... Mas é que a reunião, às vezes, ela é um... Ela é um... Ela é um processo, eu pelo menos acho, tá?
de uma coisa assim. Tivemos uma reunião, ou seja, todos estão alinhados com isso, entendeu? Sim. Então, a partir disso, poxa, se você contestar ou reclamar ou falar de algo, falar, pô, mas a gente teve uma reunião sobre isso, onde poderia ter sido discutido isso. Não que não fique aberto depois, né? Porque também, né? Ninguém é obrigado. Sim. Mas eu acho que pra mim, pra ter um consenso geral até, né? De todas as pessoas que estão participando.
talvez importante, pra todos estarem alinhados. Acho que é meio que isso, né? Vou ler o que tá falando aqui, que a gente só falou e já foi dissertando, né? Tá bom, tá bom. Mantenha a câmera aberta quando possível. Gente... Tá aí um ponto também. A gente faz reunião com muita gente que não gosta de abrir a câmera. Eu não me sinto bem. Eu não me sinto bem também. A gente tá o tempo todo... Isso é uma coisa que eu posso encher a boca pra falar.
A gente pode tá destruída, a gente pode tá comendo... A gente pode tá... Mas a gente sempre abre a câmera, porque eu acho que é de bom tom. Todo mundo
conversar e conseguir se enxergar com quem você tá conversando, sabe? Principalmente quando é um cliente, assim, você vai fazer uma reunião com um cliente, né? Eu acho, mas eu acho que muita gente vai discordar da gente, assim. É, e tudo bem também, né? Acho que não é todo mundo que concorda. Mas eu acho, eu me sinto melhor vendo que as pessoas ali, do que... É, eu também acho. Porque às vezes você vai falar alguma coisa, você sente que, sei lá, que ninguém tá prestando atenção, talvez. Então, aí depois que tá falando aqui da câmera aberta, né?
Vem uma coisa que vai ser complicado pra você, amor. Atraso. Além de pontualidade. Eles pedem também o microfone fechado pra evitar ruídos, né? Isso já é com você. Isso, eu gosto de deixar o microfone aberto. Além de pontualidade. Ou seja, é como todos os compromissos presenciais. Tudo tem um horário, né, gente? Só que a online parece que te obriga a ser mais pontual, né? Porque você tá em casa. Não necessariamente você tá em casa. Essa é a questão. Sim, mas você tá remoto, né? É, então, tipo...
meio que deixou agendado ali, acho que é mais difícil você falar que me atrasei o trânsito, é um pouco mais complicado. Essa próxima aqui, gente, eu confesso, eu acho que eu consigo eu consigo exercer bem essa próxima, mas conheço muita gente, a maioria não consegue, conheço muita gente que não consegue e morro de raiva. Conflitos. Em caso de desentendimento, resolva no privado e nunca publique ofensa ou exposições
Tem gente que ama, né? Tem gente que ama resolver publicamente. É a famosa indireta, né? É a famosa indireta online. A pessoa tá com uma indireta já sabendo que é uma direta, esperando que te atinja. E é isso, entendeu? Você compartilha umas mensagens de indireta. Sim, mas é muito raro. É muito, muito, muito, muito raro eu fazer isso. Eu já resolvi muita coisa no offline que as pessoas nem têm ideia que eu resolvo, assim, sabe?
Mas é... É, eu já publiquei coisas assim. Não, mas eu posto umas frases aleatórias. Mas assim, ó. Tá aqui em caso de desentendimento. Resolva no privado. Não publique ofensas ou exposições. Eu não faço isso, sabe? É, gente. Eu acho que... Óbvio que tem casos e casos, né? Talvez, né? Se a gente reflita aí. Tem gente que já teve que expor situações. Porque não tinha outro lugar pra se expor. Acho que a internet também... Ela tem esse lugar, né?
onde, às vezes, algumas minorias, algumas pessoas conseguem encontrar ali, né? Uma forma de conseguir uma resolução, um acolhimento, né? Fazer uma denúncia. Então, assim, acho que é mais ou menos. Eu acho que é você entender, talvez, o que você está expondo, qual o objetivo dessa exposição, a necessidade disso. Eu acho que talvez é fazer perguntas antes. Sim. Acho meio ambíguo.
coisas que realmente, por exemplo, a gente expôs lá o que aconteceu com a gente no booking. Tem gente que olha e fala assim, ai, desnecessário. Isso aqui não é o procon, não é o reclame aqui. Vai reclamar lá onde dá. E aí a gente tentou antes fazer todas essas coisas e não conseguiu. Exatamente. E assim como, sei lá, outras pessoas, né? Tô escalonando aqui. Tem gente que sofre violência e vai fazer uma denúncia e não consegue, sabe? Nada. Então, acho que isso é... Eu acho que às vezes é você ver o
motivo, né? Às vezes são bobagens que as pessoas... Aí você quer fazer um grande rolê. Mas hoje em dia as pessoas também acho que tem menos saco pra isso. Quando as pessoas veem que é uma coisa meio tosca, as pessoas começam a zoar já. Exato, exato. Também acho. Quando é algo muito fútil. E aí, por fim, ó, segurança. Cuidado com o compartilhamento de dados pessoais e verifique a fonte das informações antes de divulgá-las. Então, esses são as principais diretrizes aqui da Netiqueta, tá?
uma coisa mais geral, né? Não é tão esses pontuais. Eu acho que a netiqueta, ela parece que é grande a lista. Aí ela deve se destrinchar. Mas eu peguei os pontos altos, né? Os pontos mais importantes pra gente discutir aqui. Porque senão eu vou ficar o episódio inteiro lendo netiqueta, né, gente? Vamos ler também o que vocês mandaram aqui. O que vocês pensam a respeito das regras de etiqueta na internet. A Stacey Caldas comentou aqui, ó. Me irrita ao extremo ver as pessoas repostando coisas que eu postei.
Ou repostei. Mas não curtem o meu post. Cara, dá um ódio no coração. Mas por que você quer esse like? Por que você quer esse like, sabe? Você depende desse... Não é meio um pouco de ego isso? Aí o like, sabe? É... Porque assim, quando você compartilha uma coisa... Assim, se for uma coisa sua, que você criou, entenda o seu ponto aí, né? Porque, poxa, é uma coisa minha, você tá repostando.
Eu poderia ter dado um likezinho, porque isso... Exato. Se você trabalha, isso é meio engajamento, né? Ajudando o engajamento. Mas se não, amiga, acho que... Ó, por exemplo, sabe o Luan que faz os cortes, os edits engraçados? Ele até mandou aqui, ó. Uma regra que me afeta é as pessoas não darem os créditos. Como vocês sabem, eu faço muitos edits e tals. Aí pegam e não dão nenhum arroba. Às vezes até apagam.
O Luan, ele já... Não sei se ele trabalha com isso, mas ele faz muitos edits criativos. Sim. Então, quando você faz esse tipo de conteúdo na internet, ganhando dinheiro ou não, é natural que se espere os créditos. Eu acho que tudo bem. É. Acho justo, né? A gente, como criadores de conteúdo, acho que sempre é legal, né? Colocar. Mas é que a gente já
Chegou num estágio assim. Gente, nós estamos muito tempo, né? Na internet. Desde o Facebook. A gente tá há mais de 10 anos pelo Facebook, né? Que a gente já meio que cansou. Às vezes até as pessoas marcam pra gente. Falam, poxa, vocês não deram crédito, tal, pros meninos. Aí marca nosso arroba e tal, né? Mas é óbvio que a gente, hoje em dia também, a gente tem uma relevância numa bolha, né? Então, as pessoas vão fazer... Às vezes as pessoas fazem isso pela gente.
Elas mesmo vão lá e reivindicam, né? Quando você tá começando, quando você ainda tá no início,
Pega muito mais. Eu lembro que no Facebook, nossa, a gente cansou das pessoas tanto pegar as frases que a gente criava, ou pegar o nosso post e cortar a nossa marca d'água. Porque é isso, a gente tentava colocar a marca d'água na esperança. Tanto que tem gente que zoa até, às vezes, eu vejo hoje em dia, às vezes as pessoas botam marca d'água ainda numa esperança. Sim. E aí, às vezes, eu vejo alguém zoando, falando, ah, esse povo coloca marca d'água, que tosqueira. Ah, hoje em dia é mal visto.
Talvez ganhar um crédito dela, né? Um créditozinho ali, né? Em cima de uma coisa que ela gerou e tal. É meio que isso, né? Mas eu concordo, Luan. Acho que, poxa, não custa, na verdade, né? Não custa ali dar uma marcadinha, né? Então. É que às vezes também é isso. A pessoa já pegou de uma outra pessoa que já pegou de uma outra pessoa. E aí ela já nem sabe de quem é. Agora, quando você vê que a pessoa, sei lá, te segue ou te acompanha e mesmo assim fez questão de não marcar, aí dá uma raiva mesmo, né?
Ele colocou aqui pra ele uma coisa que incomoda ele na internet, que assim... Bom, vamos ver o que você acha, amor, ó. Acho over o tipo de comentário, geralmente no X. Ah, fulano votou em quem? Pra saber se a gente gosta. Ou então, quando vão caçar, quem a sub ou o artista segue? Pra ver se tem algum político pra definir o caráter com base nisso. Acho que isso já deu. Amigo, eu entendi o seu comentário,
Mas, ao mesmo tempo, a gente vive um momento político tão caótico. E coisas tão podres e lixosas aconteceram com a nossa política. Que também não tem como a gente não olhar pra uma pessoa... Desculpa, eu não sei se eu... Assim, eu acho que... Ofensas, ofensas, comentários à parte. Mas eu não consigo também... Enfim, não sei se eu tenho muito o que falar a respeito disso, sabe? É, eu acho que quando é usado como complemento... Tipo, a pessoa fez uma...
coisa podre. Aí você já tem lá um outro sinal. É, então, exato. Mas eu acho que isso não define também totalmente. Eu já conheci muitas pessoas de esquerda nessa vida que eram pessoas podres, entendeu? Exato. Agora eu acho que você definiu bem. Que eram pessoas antipáticas, pessoas ruins. E aquilo também, em paralelo a isso até, também, né? Aqui tem uma outra questão até, né? Às vezes a pessoa cria um conteúdo legal que se fala, poxa, que conteúdo
legal da pessoa. Mas a pessoa em si não é legal. E aí você fica nessa ambiguidade. Tipo, eu entendo o seu ponto. Entendo o seu ponto. Acho que isso não define tudo. Porque realmente existem pessoas ruins em todos os lugares. Pessoas e pessoas, né? Com posicionamentos de esquerda e direita. Mas eu acho que às vezes acaba calhando. Aí você fica também meio que... É, eu acho que você fica refém disso assim, né? Eu não sou uma pessoa que
vou fuçar essas coisas, entendeu? Eu não vou. Mas aparece pra mim na linha do tempo a minha timeline. E aí eu fico meio gag, entendeu? Mas eu não vou procurar. Eu confesso que eu também não procuro, tá? Mas quando acontece, eu julgo. Então também não vou poder falar, entendeu? É, a gente dá uma julgadinha. A gente dá uma julgada. Mas entendo o seu ponto. É meio que... Mas é que eu acho que isso é muito reflexo do momento que a gente vive também.
Talvez se fosse num outro momento, isso seria um pouco de menos. Mas acho que dos últimos anos,
Isso meio que impacta, né? Um pouco mais ali as coisas. Eu acho. Eu acho que é sobre o momento que vivemos também, sabe? Mas eu acho que às vezes é isso. Também são regras que, assim, é aquilo que você tá falando. Eu não gosto disso e pra mim isso não é parâmetro. E tudo bem pra você isso não ser parâmetro, entendeu? Mas existem pessoas que levam isso em consideração. Mas é importante lembrar, gente, que a internet, essa vida online, resume assim. Às vezes é isso, né? A gente entra no Twitter e tem um assunto lá no Twitter.
Que fora dele, a maioria das pessoas nem sabe. As pessoas nem estão se importando, entendeu? Tipo, 98% das pessoas não estão nem aí, tá? É uma bolha lá também, entendeu? Tem uma relevância, mas ao mesmo tempo... É isso, né? Quando a pessoa sai cancelada do BBB, às vezes na rua ela... Ela nem sente tanto isso, entendeu? Exato. Ó, a Franciella, ela trouxe um ponto que irrita ela aqui na internet. E que eu acho que já é meio antigo, mas eu super entendi a frustração dela aqui, tá?
atualmente são aquelas pessoas que soltam uma opinião na internet junto com a frase. Mas vocês não estão preparados pra essa conversa. Af, que prepotência. Eu também odeio. Eu também detesto. Ai, gente, sabe? É você ser... Enfim, me faltam-me palavras. Mas são pessoas que estão procurando justamente isso, amiga. Porque é isso, o desconforto, a raiva, a curiosidade, tudo isso engaja, né?
Então esse tipo de postagem fica aberto pras pessoas embaixo dissertarem milhões de teorias sobre o que a pessoa tá querendo ali dizer. Tipo, ah, você vai falar disso, né? Aí você vai falar disso, você vai falar disso. Aí quem não gosta vai reclamar e às vezes vai comentar, que nem você, que nem eu também, porque eu detesto esse tipo de postagem. Eu detesto. Tem outras no estilo também, ah, eu não posso dar a minha opinião, senão o meu advogado não sei o quê. Você não tem nem coragem de dar a sua opinião.
Mané demais, meus advogados, não sei o que lá. Ai, vai se foder, gente. Ai, eu tenho muita preguiça. Eu também tenho preguiça. Muita preguiça, muita raiva. Mas eu entendo que é justamente pra isso a intenção. É, então. É intencionalmente feito pra isso, entendeu? É, pra causar essa raiva, né? E aí, às vezes, gente, bloqueia. Eu acho que é isso. Eu acho que uma grande resolução, uma regra de etiqueta que tem que ser adotada por todos na internet, é que se algo, alguma coisa te causa um desconforto,
bloqueie. Bloqueie a palavra, bloqueie a pessoa. Ah, não quero bloquear. Silencia, restringe. Essas ferramentas, gente, elas ajudam muito na saúde mental. Eu acho que é uma ótima solução mesmo você começar a fazer isso. E eu acho que é de bom tom você fazer isso online. Porque presencialmente a gente se afasta. E online é uma maneira de você se afastar. De você se afastar também, né? É uma coisa educada você entender isso. Tipo, eu não quero atritos com você.
Quero discutir. Por isso eu vou te restringir. E aí, meu bem, eu vou viver minha vida. E é sobre isso, né? Nós temos tantas aqui. O pessoal mandou muitas regras de etiqueta, tá? Tem bastante coisa. Você quer ler uma? Deveria ser regra básica. Não bancar o especialista com PHD em comentários de coisas que você só acha que sabe. E mais, não ir em posts com assuntos embasados cientificamente.
tal jeito. A Andressa FRN comentou. Amiga, é isso, né? Na internet todo mundo manja de tudo, né? E é isso também. Às vezes as pessoas criam conteúdo falando de assuntos de saúde, por exemplo. E às vezes a pessoa nem é médica. É. Eu acho bem complicado. Eu acho que, cara, tem um pouco de fake news nisso também, assim, né? De você tomar cuidado pra você não falar uma merda. Eu acho que, assim, se você ainda é um médico,
E sempre deixando claro que é isso. Cada um, cada pessoa é uma pessoa, né? Então, às vezes, tem coisas que não se aplicam a todos. Tem criadores, eu acho que fazem um trabalho muito bom nesse sentido. De conscientizar. Mas, às vezes, você cai numas coisas. Eu vi uma... Tava circulando um post aí, né? Falando da Ana Paula e da Milena. Meio que diagnosticando elas de um monte de coisa. Nossa, sim. Tem muito disso rolando. Época de Big Brother acontece muito isso, né?
o povo tava comentando, poxa, essa moça aí, eu fui pesquisar, ela nem tem, essa pessoa não tem nem o negócio de médico, de medicina. Ah, essa pessoa, se ela fosse médica mesmo, ela saberia que não dá pra se fazer, se basear no comportamento de uma pessoa num reality show pra descrever e passar. É que o povo já vem falar de, ai, esquizofrenia, ai, TDAH, ai, não sei o que, depressão. Gente,
Sim, são coisas que você precisa. Ela pode ter tudo isso, ela pode não ter nada disso, sabe? Então já é alto classificar as pessoas através de cortes, de atitudes. E não dá, né, gente? Não dá. A gente não dá pra se embasar em coisas assim. Então eu concordo muito com a Andressa. Mas o sinal, a resolução pra isso é realmente a gente se atentar, né? Ao que a gente tá consumindo, o que a gente tá vendo. Porque às vezes a gente cai nessa cilada. Às vezes eu sigo alguns perfis.
de uma pessoa que é psicóloga e tava falando sobre LGBTs. Aí apareceu um vídeo muito legal, eu segui. Aí depois a pessoa postou um vídeo totalmente assim, eu... Nossa, eu não acredito que essa pessoa postou isso. Nem lembro o assunto, mas era uma coisa meio absurda, assim. Aí eu deixei de seguir de novo. Jura? Porque eu pensei, putz, eu segui por uma coisa, agora tô vendo que é outra coisa. Deixei de seguir já, meu bem, porque eu vi que não ia pra um lado legal. Ah, eu queria saber, eu nem vou lembrar o que é.
Nossa, mas que podre, né? Mas é uma coisa que, tipo, meio... Ai, enfim. Mas a gente tem que ter cuidado mesmo. Concordo com essa regra. A Sol de Junho, aqui é uma coisa mais básica. Quem não dá amém em todos os stories que eu posto dos meus pets? É... Ai, amiga... Esses dias a gente tava conversando com a Lorelay. E... Porque assim, gente, a Lore é uma grande amiga nossa, tudo assim. A gente fala sobre muita coisa. Só que ao mesmo tempo que a gente é muito amigo,
Por exemplo, nossa, como que eu posso? Eu queria fazer toda uma introdução antes de explicar, mas eu vou falar primeiro, depois eu disserto. Tá. A gente tava falando sobre, às vezes, ver um post de um amigo e não dar like. Sim. E ela falou, ai, amigo, ela perguntou pra mim, amigo, o que você acha disso? Tipo, ai, você viu um post meu, ou sei lá, eu vi um post seu, mas eu não dei like. Você acha isso ruim? E, gente, eu acho que é uma besteira, porque, às vezes, tipo, não é porque você não deu like naquilo,
que você não gosta da pessoa, que você não gostou do... Sei lá, às vezes eu dou like, às vezes eu não dou, assim. Tipo, eu acho like uma ferramenta muito banal pra mim, assim. Eu acho que as pessoas levam pra um lugar... Que não precisa, entendeu? De uma importância. É, eu acho que demonstra um carinho, muitas vezes. Acho legal a interação. Acho importante também. Toda vez que eu vejo publi de um amigo meu, eu faço questão de dar like. Sim, sim. Porque eu tomo esse cuidado.
Ai, eu posto uma foto no cinema. Ai, eu não dei like, mas não por maldade, sabe? Tipo, não foi uma maldade, entendeu? É, eu já vi, né? Teve uma época que tava rolando muitos vídeos de pessoas Ai, se afaste dos amigos que não dão like nas suas coisas. Pra quê? Porque dá, dá, dá. Porque isso é um sinal de que elas... E gente, vamos com calma, sabe? Eu acho que às vezes você postou algo que a pessoa não gerou aquela vontade de dar um like, assim.
Às vezes a pessoa... Você passou ali só e você viu. Mas aí você não... Eu tenho isso, assim. Eu sou muito desligado. Às vezes eu só estou no meu feed. Acho que eu dou mais like em coisas de Twitter. Porque eu leio. Mas normalmente, pelo menos pra mim no Instagram... Por exemplo, o vídeo. Eu preciso assistir pra entender o que eu tô dando like, assim, né? Ah, você gosta de saber o contexto certinho, né? Normalmente, pra você entender o que você tá dando like, né? Aí quando é uma foto muito legal que eu gostei,
Mas às vezes passa por mim. Histories mesmo. É uma coisa que eu quase não vejo muito dos outros. Eu não sou muito ligado de ver. E aí às vezes eu passo por alguns. Mas jamais vou lembrar de ficar dando like assim. Não lembro tanto. Aí por causa disso, sabe? Significa que gosta menos, gosta mais, né? Eu acho que as pessoas levam muito. Ou às vezes também é uma questão de... É que é aquilo também, né? Às vezes você só tem uma relação online com a pessoa. Certo.
presencial, porque é isso, né? A gente encontra a Lorelay todas as vezes, a gente conversa e fofoca. Então acho que isso não mudaria, a gente dá like ou não no negócio. Mas acho que talvez, se você tem uma presença somente online com a pessoa, talvez simbolize algo mais. É uma forma de você demonstrar mais ali, né? Mas é que pra mim, online mesmo, a maior forma de entendimento se a pessoa gosta ou não de você, é ela te seguir ou não seguir.
Eu acho que isso é o maior símbolo. Você acha que isso é mais forte, né? Por exemplo, recentemente eu bati o limite de pessoas, páginas, coisas a se seguir no Instagram. É 7.500. Aí eu não conseguia seguir mais. Eu sigo muito, não me importa. Tem gente que acha que não é legal se seguir muita coisa no Instagram. Que é cafona, que é brega. Eu não estou nem aí. Eu sigo tudo que eu quiser, né? Que eu vejo, acho interessante, eu sigo. Porém, bateu esse limite.
Talvez seja o momento de eu revisitar algumas coisas que eu seguia antigamente. Que talvez não tenha mais interesse de ver e tal, né? Que não faz mais parte do teu interesse, né? E até pessoas também, né? Que talvez já não me sigam mais. E aí eu fui fuçando e caiu numa pessoa que eu... Que eu tinha ali um carinho presencial por ela. E eu vi que ela não me seguia mais. E eu fiquei meio... Caraca, ele não me segue mais. E aí, pra mim, isso simboliza algo.
É, eu concordo com você. E aí, talvez, você vire pra mim e fala... Ai, Felipe, mas também você tá sendo tonto.
E concordo com você. Pela sua perspectiva, entendo. Mas é que pra mim, se estende numa outra coisa. Que presencialmente também já não é mais a mesma coisa. Então calhou que o online se confirmou no presencial. Então aí realmente faz sentido eu não ter mais uma relação. Eu vou ser bem sincero com vocês, gente. Mas isso pra mim, eu, Eduardo, Martini e Camargo, não tem nada a ver com o Felipe. Eu sei que nós somos uma dupla na internet. Mas vocês já perceberam que a gente pensa diferente.
sobre muitas coisas, né? Pra eu deixar de seguir alguém, é um caso muito extremo. Eu acho uma falta de educação, assim... É, eu só deixei de seguir porque eu precisava de espaço. Eu não tô falando nesse caso. Porque senão eu deixaria lá também. É que eu acho, gente, que beira você ser infantil, assim. Ai, fiquei com raiva lá e deixei de seguir. Eu acho besteira. Eu não acho. Acho que se eu não... Às vezes a pessoa não gosta do que eu produzo, o que eu posto, entendeu?
existem casos e casos. Não são todos os casos, mas eu acho que eu já vi acontecer coisas muito bestas, assim, ah, eu vou lá e deixei de seguir, sabe? Não, mas aí envolve outras coisas. Não é só o seguir e seguir. Sim, sim. Tem outras coisas. Tanto que nesse caso não era só isso. Calhou de confirmar. Através disso, né? E algumas outras pessoas que eu também quequei, depois eu entrava até no feed e tentava lembrar de onde eu conhecia essa pessoa. E eu pensei, poxa, a pessoa tá num outro rolê, sabe? A pessoa
já não tem mais. Já não tem mais ligação. E aí eu até entendo ela não me seguir mais. Eu falei, putz, realmente nem faz sentido mais ela me seguir. Por que ela vai me acompanhar? Às vezes ela nem curte o que eu posto, as coisas que eu faço. Porque às vezes eu posto coisas que eu acho que as pessoas não vão gostar mesmo. Então eu entendo também. E tudo bem, né? Acho que nesse caso, e eu acho que o que cabe pelo menos pra mim numa etiqueta, é entender se online é a mesma coisa do presencial. Poxa, às vezes eu não dou like nos posts
da pessoa. Mas quando eu encontro ela, a gente troca um papo, troca uma conversa. Então, pra mim, isso é mais válido do que se ela dá mais like na minha foto ou não. E tá tudo bem, né? Porque tem gente que é o contrário, né? Dá muito like nas suas fotos. Mas aí, quando você encontra, a pessoa vira a cara. Não conversa com você. É... Tem esse rolê. Então, também tem esse outro lado. Então, acho que é de se refletir. Olha, fomos profundas agora, hein? Eu MXKi.
já comentou a mesma coisa que eu ia falar, só dá like no comentário. Não precisa de vários comentários falando exatamente a mesma coisa. Concordo com você. Nossa, você disse tudo agora. Arrasou, tá? Também acho que, gente, é que às vezes as pessoas não entraram nos comentários pra ver se alguém tinha comentado. Sim. Mas às vezes eu comento, aí depois eu vou ver e eu vejo... Ixi, alguém já comentou. Eu apago, porque eu fico constrangido.
Ah, você apaga? Eu acho meio constrangedor. Eu não sei se constrangedor é a palavra.
Só se eu, por exemplo, no Twitter, às vezes eu faço uma piada e aí algum tempo depois eu vejo que alguém já fez. Aí eu fico, putz... Você fica com medo de alguém achar que você copiou. É, acho que pra nós que somos criadores, eu fico com esse sentimento. Sim. Das pessoas acharem, ah, olha lá, tá copiando dos outros. Mas talvez sejam traumas de... É isso, né? Desde o Facebook já existia isso de copiar, isso foi entrando na minha cabeça.
Com vídeos também. A gente já fez vídeo que às vezes as pessoas iam xingar a gente. Ah, estou copiando fulano. E tipo, gente, nem assisto, sabe? Nem assisto. Nem vi essa merda. E aí dá um pequeno trauma. Tanto que algumas piadas eu já apaguei, por exemplo. Às vezes eu fiz um post que eu já vi. Ah, eu vou apagar. Prefiro apagar. Pode crer. Eu prefiro. Mas eu acho que também faz meio que parte.
fez primeiro. Sim, você não precisa ser o primeiro a falar as coisas, né? Só que às vezes acontece de você não ver antes. Acho que isso as pessoas não entendem também, né? Que é isso que eu tô falando aqui, né? Às vezes a pessoa comentou mesmo, mas não viu que alguém já tinha comentado. Então também é de se entender o outro lado também, acho. Inácio. Amo que o Inácio começa assim, um imenso beijo. A maior etiqueta das redes, eu acredito, é o elogio aos criadores. Principalmente próximo. Seu amigo é youtuber, o siga. Se seu amigo é
vizinho, parente tiveram uma loja, siga também. Acho que fortalecendo os próximos faz com que os sonhos se sigam. Vocês são vida e luz na vida dos outros. Achei tão bonitinho. Eu acho também, gente. Eu acho que quando um amigo nosso tem uma loja, vende alguma coisa... É que depende muito da nossa necessidade diária, mas eu sempre tento... Existem algumas coisas muito específicas que eu tento comprar de pessoas perto da gente. Sabe? Por exemplo, é...
Olha, ele nem contou ainda que é segredo, mas acho que a gente já falou aqui. O Wilson, ele tá refazendo algumas coroas das vencedoras, né? O Wilson, gente, é o vencedor do Corrida 5, né? E o Wilson é um artista incrível, assim. Ele que fez a coroa da Kit, da sétima temporada do Corrida. A gente contratou ele, né? A gente pagou certinho. E algumas coroas antigas, da Renata, da Kenia, da Lidiane e até do Vitor, da Eli, né? Da antiga Eli aí.
coroas, elas são muito velhas. Então ele tá refazendo essas coroas, né? Pra que elas tenham coroas mais bonitas. E aí eu faço questão de apoiar o trabalho dele, sabe? Então quando a gente tem um amigo próximo que tem um trabalho foda, se você precisa daquele trabalho, por que comprar de outra pessoa? Sim. Sabe? Eu faço questão, entendeu? É, eu concordo, mas ao mesmo tempo eu também penso que também é complicado se cobrar isso, porque às vezes a pessoa não quer usar o seu, entendeu? Às vezes ela quer usar o de outra pessoa, entendeu?
Eu acho, o que eu quis dizer é assim, por exemplo, eu sei que ele faria um trabalho incrível em cima disso. Então, pô, vou contratar ele. Sim, exatamente. Sabe isso? Mas eu acho que também se forçar a... Acho que seguir, né? Poxa, se é uma pessoa muito próxima, né? Entendo. E eu sou essa pessoa, eu também faço isso, né? Só que aí, por exemplo, se a pessoa começa a postar, ai, mas você não tá... Ninguém tá indo comprar um negócio meu. Ninguém tá indo fazer um negócio meu. Ah, sim.
não conseguiu, essa pessoa não tá interessada agora, entendeu? Eu acho que se tem uma cobrança, às vezes, de uma expectativa que se cria, que às vezes não é exatamente somente as pessoas à sua volta que vão suprir, entendeu? Acho que dá pra você apoiar, apoiar sempre, mas eu acho que não dá pra esperar que a pessoa esteja apoiando eternamente também. Sim, eu concordo com você, entendi. Acho que cai meio naquele assunto que a gente falou, pô, ai,
As pessoas não curtem as coisas que você posta porque elas não são suas amigas. Eu acho que só isso não define quem é seu amigo ou não. Eu acho que vai um pouco além. Eu também acho, também acho. Eu não quis dizer nesse sentido, mas você também entendeu o que eu quis dizer, né? Não, mas eu entendi. Eu acho que assim, obviamente, gente. Acho que apoiar as coisas dos outros é o mínimo ali que a gente se espera, né? Eu acho. Por exemplo, né? A gente tem o canal no YouTube.
gente, né? Algum amigo, irmão, família fala, pô, assisto o vídeo de você. Gosto do vídeo de vocês. Ótimo, adoro. Mas eu não fico na expectativa que eles fiquem compartilhando nossos vídeos pra todo mundo. Fiquem mencionando a gente todo momento. Poxa, a gente às vezes faz coisas do Corrida que a minha família não pode ir. Eu vou ficar exigindo que eles vão, entendeu? Eu entendo também o Corre deles. Acho que é meio que entender também, sabe? Entender as ausências, né? Entender as ausências. Exatamente, exatamente.
Ter as ausências, porque é isso, né, gente? As pessoas têm suas vidas, né? E outras coisas aí. Então, e aí acho que as pessoas às vezes esquecem, sabe? Que não é todo mundo que tem a mesma rotina online que tem a presencial, entendeu? Às vezes funciona diferente, sabe? O que a pessoa consome. Sim, tem razão. Sim, faz sentido mesmo. Mas obviamente, gente, um apoio, quem tá próximo, não custa nada também.
segue, seguiu, beleza. Acho que não custa também. É, então, eu acho, eu acho isso. Eu acho que sei lá, tem um simples like, é que às vezes um like pra gente não é nada, mas vai deixar a pessoa feliz assim, sabe? Sim, acho. Vai fazer a pessoa feliz, né? Sim, sim, acho legal. E aí não custa nada. Acho que não custa nada, mas eu acho que é isso também. Entenda que não é sempre também que a pessoa às vezes vai ficar dando like, às vezes as postagens não aparecem, às vezes a pessoa não tá online.
entendeu? Ó, eu vou ler um comentário da Bina aqui, que eu vi alguns, assim, parecidos com esse. Divos, soube tempos atrás que quando você curte o story de alguém, pros jovens, significa que você tá afim. Então, eu tô afim de meio mundo do meu Instagram, porque eu saio curtindo tudo. Adoro ver o prato de comida ou o pet de alguém que eu sigo. Então as pessoas têm essa coisa do like, assim, até quando você tá flertando ou não, sabe? Até que ponto? Certo. Eu acho que dar like,
Oração é normal, né? Não vejo como um interesse. Acho que um foguinho é um interesse. É, tipo, você tá nos stories, você vai dando um like, assim. Ou depende do que a pessoa tá postando. Se é a pessoa com a bunda escancarada... Aí você dá like. É, eu também acho isso. Acho que dá a entender. Eu acho que depende do tipo de foto. Você deu like no almoço da pessoa, no cachorro da pessoa, acho que não quer dizer nada. Acho que é até uma tentativa de flerte. Pode ser o início de um flerte. Um likezinho em determinada foto.
né, e tal. Mas também não acho que é uma certeza absoluta, obviamente. Acho que pra mim o fogo simboliza mais. Não, o fogo, gente, o fogo é fogo, né? Mas também às vezes pode ser, ai, tipo, fervendo, não sei. Será que tem gente que dá... Ai, será que tem gente que dá... Coloquei o pé na gata, coitada. Às vezes, sei lá, eu acho que ninguém dá fogo pensando fervendo. Ai, tô fervendo, sabe? Não sei, gente, não sei.
Não sei. Mas tenha cuidado, então, com quem você dá o like, talvez. É sobre isso. Talvez, às vezes, de dar o like, é mandar um comentário. Na dúvida dessa ambiguidade, manda assim, tipo, ai, achei muito... Ai, que look lindo. Ai, nossa. Manda uma coisa mais precisa, não sei. É, então. Sei lá. Enfim, né? Um emoji de polegar, joia. Um emoji de joia jamais mais sucesso. Eu acho tão senhora.
senhora. Gente, você... Ai, eu acho que... Eu acho... É pra você como a gente interpreta de jeitos diferentes, né? Vamos supor, eu mandei um fogo pra você, amor. Você tá... Sei lá. Mandei um fogo pra você. Aí você pega... Em cima desse fogo, você responde um joinha. Eu acho muito um banho de água fria. A pessoa te tacar um banho de água fria, assim, sabe? Mas eu acho isso uma boa regra de etiqueta, tá? Porque já simboliza que a pessoa não está afim. É um jeito dela mostrar que não tá tão
afim, sem precisar te dizer e deixar o rolê mais constrangedor, sabe? É isso, entendeu? É, é. Enfim, é isso, né? Digam o que vocês acham, tá, gente? Olha, esse aqui, a gente até discutiu sobre isso num episódio, tá? Certo. A Erika Daly tá comentando. Eu acho péssimo quando você falece. Eu acho péssimo quando alguém falece, aí a pessoa posta uma foto e vão perguntar
Tá, foi de quê? Tá, a gente falou sobre isso no episódio da semana passada, que era sobre minúsculas causas, né? O Tribunal de Minúsculas Causas, foi aí que a gente falou. É, gente, é isso. O que a gente discutiu no episódio anterior é que a gente entende, né? Tipo, realmente não é legal perguntar, mas é uma curiosidade que a gente tem. Mas não tá certo perguntar, entendeu? É, eu não pergunto, jamais perguntaria. Nossa, eu jamais perguntaria também, gente. Isso é louco.
um post, nem pra alguém também que falece, você sabe, online. É, eu jamais também. Não acho de bom tom, não acho legal, mas não vou mentir também, que às vezes eu fico curioso. Vou lá ver se tem alguém comentando. É, então. Não vou ser hipócrita de mentir. A gente olha, sabe? Mas é isso, eu não pergunto. E às vezes eu fico até meio... Às vezes me bate a curiosidade, mas aí quando eu começo a ver alguém perguntando e as pessoas embaixo, poxa, respeita, sabe, a família ali. É, aí dá um peso na consciência, né? Aí me dá um peso, assim,
Uma coisa que eu acho muito horrível, gente, é gente que compartilha, às vezes, coisa de acidente, corpo das pessoas. Lá nos primórdios da internet, isso era meio comum, né? Eu lembro que quando os mamonas faleceram, tinha as fotos. E aí é tipo, você pensar, né, gente? Se fosse você, se fosse sua família... Eu acho que uma boa maneira de você se colocar no lugar,
é pensar como se fosse a sua família, sabe? É, e chegasse, sabe, num seu ente, assim, uma coisa, a foto, sabe? Acho que não é de bom tom, né, gente? Assim, eu lembro que da Marília Mendonça também vazou. Tipo, poxa, quem vaza a foto, sabe, da pessoa falecida? É, esse rolê de compartilhar coisas fortes, assim, eu acho pesado. É, porque, né, poxa, enfim, é. Isso do perguntar é isso, né? Você é hipócrita, mas eu acho também, não acho de bom tom. Eu também não acho
legal, não. Acho que especular, às vezes você vai especular, né? Fofocar, mas ir lá na postagem não é legal, né, gente? Acho que não é de bom tom. Olha a Miss American Dream. Mostrem os patches, mostrem fotos da infância, mostrem família e amigos, mas não exponha seus boletos, por favor, que mico. Valores? As pessoas falam? Eu não quero ver as pessoas falando de valor. As pessoas falam? É porque hoje em dia é um tipo de conteúdo, né? Por exemplo, vou fazer
no mercado, quanto deu minhas compras no mercado. Nós fazemos o rolê da Diva, a gente mostra quanto foi o gasto. Mas é que isso aí se torna um conteúdo pra gente, né? Quando a gente vai num restaurante comer, vocês querem saber quanto a gente gastou. Então, mas aí, pra essa pessoa também, às vezes, o conteúdo dela é justamente isso. Sustentar, esbanjar. Lembra do Outfit, né? Que era a pessoa falando o valor das peças. É meio ambíguo. Tem gente que realmente não gosta, né? Sim. Como criador de conteúdo,
Por exemplo, do Outfit, pra gente render o horror e zoar. Eu achei maravilhoso. Mas assim, eu não sigo pessoas assim. Eu não sigo, eu não gosto. Não me apetece de, ai, eu quero ver quanto a fulana gastou. Eu quero saber quanto ela gastou. É, foda-se, né? Eu também não tenho essa curiosidade, não. Só pra essas coisas de rolê de comida, aí eu fico mais interessado. De saber quanto foi viagem, né? Isso me interessa. Agora, acho que depende do criador, na verdade, no fim, né?
Acho que é meio que... Por exemplo, né? Agora tem ovo de Páscoa. Provavelmente tem gente que vai comprar o ovo de Páscoa mais caro, né? Vai fazer uma lambança. A gente vai fazer um vídeo com as drag box sobre isso. Eu ia falar hipocrisia aí, porque a gente vai fazer. Só que é pra você ver, né? Como é meio doido. Quando a gente tava conversando de fazer esse vídeo, tem uns que são... Você lembra? Tipo o Morango do Amor. Que tinha um Morango do Amor que era um preço exorbitante de caro.
Lembro, lembro. Que era muito caro. Lembro, lembro. Esse eu não tenho interesse em provar. Esse eu não quero, porque eu acho demais. Entendi. Não que os outros não sejam demais.
mas dependendo da sua situação financeira, às vezes um caro da Copenhagen já é muito caro. Mas é que tem uns que acho que simbolizam outras coisas, não sei, né? Você acha que atinge um limite, né? Tem um limite. Acho que simboliza uma outra coisa. É tipo quando essas pessoas esbanjam looks muito caros e tem peças que as pessoas ficam gente, mas tipo a sacola de plástico da Balenciaga, tipo as pessoas levam pra um nível que fica meio uma outra coisa, né?
Não sei. Tá, eu entendi o que você quis dizer. Entendeu? Eu entendi, eu entendi. Será que as regras de etiqueta, os limites dessas regras variam? De acordo com o que a gente... Eu acho que tem regra que deveria ser um consenso, porque realmente ofende e tal. Isso do negócio caro, eu acho que é uma coisa mais sua. É, então, acho que é minha. Porque eu acho que pra muita gente tanto faz, assim. Eu, quando eu vejo pra mim, juro pra você, tanto faz, entendeu?
Sim. Tipo, nossa, pra mim tanto faz mesmo. Pra mim tanto faz, mas assim, já que eu vou gravar um vídeo,
vídeo, eu não quero experimentar esse ovo de páscoa de 10 mil reais, entendeu? Eu não quero. Eu acho meio too much, sabe? Gente, isso aqui desde os primórdios da internet, Paloma Lacerda está falando, falando, porque continua, né? Me irrita muito quando uma loja posta um look ou um produto qualquer e não coloca o valor. Aí quando você pergunta, respondem valor por inbox.
É porque eles querem interação, né? É que eles querem, dependendo de quem é. É, eu detesto também, gente. Preço por inbox vai se fuder, né? Preço por inbox não. Tem loja que tem produtos, né? Que às vezes é uma página, é pra esse produto. E aí, como eu faço pra adquirir? Ah, é por inbox. Então? Como assim? Eu quero saber. Tipo, bota aí na sua página. Bota na descrição do produto. Caralho, eu tenho que te perguntar por DM.
Eu já desisto, eu já nem quero mais. Pra mim, já… É, porque aí te obriga a ir lá chamar e falar. Ai, não, gente, bota aí. Tem um site. Eu compro bastante coisa online, mas tudo por site, gente. Vai no site, compra e fim, né? Eu acho que é mais por aí também. Acho um, Felipe Nasch. Acho um cúmulo do absurdo pessoas que visitam familiares no hospital e decidem postar foto da pessoa hospitalizada ou debilitada.
Meu Deus, gente. Sabemos quem é, né? Já sabemos quem é também. Eu também não acho... Eu também acho... Não acho bom tom também. É, hospital é uma coisa... E aí a gente vai pra um outro âmbito aí, né, gente? Vi muita gente aqui falando... Ai, cuidado com postar foto de criança dos outros, sabe? Filho dos outros.
foto. Também tem essa criança, uma coisa que postar criança na internet tem que tomar muito cuidado, né? Hoje em dia. É, sempre, na verdade, né? Sempre, exato, exato, sempre. Isso também do hospital, não acho... De bom tom. É, não acho de bom tom. Acho que se é você, postando você, é sobre você. Agora, acho que quando tá terceiros ali... Quando você envolve outro rolê, né? Ou também, às vezes, é a forma que a pessoa vai postar, né? Ou quem está postando também. Acho que
Acho que é isso, né? Às vezes cabe se o contexto, se é um influenciador que, sei lá, pelo menos na minha visão, tá? Uma pessoa que eu gosto, sempre teve um conteúdo muito legal, mas de repente aconteceu uma coisa na vida dela e ela tá postando isso porque ela tá vivendo esse momento. Sim, sim. Eu vou entender. Sim. Agora, se já é alguém que faz um tigrinho, já é alguém que faz uma questão de sempre ser coisas nesse sentido. É, a pessoa sempre teve um...
mostrou algo estranho, né? Ah, isso. Meio que, novamente, amarra. É o rolê da política. Parece que isso amarra com o restante das outras coisas. É só mais um sinal, né? Isso. É só mais um sinal. É só mais um sinal, eu também acho. E acho que isso vale até pro chocolate. Isso vale até pras outras coisas aqui. Às vezes eu acho que é muito isso. No fim, acaba... É uma continuidade, né? Acho que o rolê da etiqueta online, né? Do like, do seguir, de não sei o quê.
Na verdade, é uma extensão de outras coisas. Acho que uma coisa em si, né? A falta de um like, não sei se é um desrespeito. Mas a continuação, vendo outras coisas... Sim. Aí acho que isso traz ali uma... Sim, eu entendi. Eu acho que tem coisas que dependem do contexto, né? É, talvez dependa desse contexto. Acho que depende mais do contexto, assim. Eu também acho, concordo. Ó, Elias Nutricionista. Acho que o Melhores Amigos deveria ser só pra postar coisas mais de zoe.
O Elias comentou aqui. Nossa, eu não acho que necessariamente é só pra isso. Você acha? Eu não acho também, Elias. Porque às vezes é algo que você não quer expor pra muita gente. Só pra um determinado grupo de amigos, entendeu? É, eu acho que não. O que eu acho, assim. Tem gente que te coloca nos melhores amigos e só posta coisa mais 18. E aí não, né? Tem gente que até pergunta. Vocês querem entrar nos meus... Você está incomodado com os meus melhores amigos? Você quer permanecer? Você responde.
uma enquete dessas? Eu já respondi. Você respondeu não? Uma vez eu já respondi não. Tiraram? Acho que tiraram. Ai, mas que chato, né? Ah, ué, se a pessoa perguntou, ela tá sujeita a você responder. Mas é melhor ela perguntar antes de pôr, talvez, né? É, eu acho. Eu acho que... Dependendo do que você posta? É, eu... Óbvio, dependendo do que você posta, né? Sim, sim, sim. Porque, por exemplo, ó, vamos supor, o Eduardo vai me fazer uma festa
E aí ele tá mostrando pras pessoas que eu não estou nos melhores amigos. Ele me tira. E ele tá mostrando o andamento da festa surpresa. Sim, sim. Então é uma coisa que independente de ser mais 18. E pra você ver, né? Eu tenho uma lista de melhores amigos. Eu nunca posto, gente. Eu nunca posto. Eu também já fiz, mas também nunca posto. Eu nunca posto. Eu tenho medo de postar alguma coisa errada. É pra postar pro melhores amigos, não posto. Sabe? É. Eu prefiro evitar esse tipo de coisa, entendeu?
Mas acho engraçado. Às vezes eu vejo dos outros assim, às vezes não tem... Eu acho muito engraçado como as pessoas enxergam os Melhores Amigos, né? Tem gente que realmente posta safadeza. Tem gente que posta as coisas mais aleatórias possíveis. E tá lá nos Melhores Amigos, sabe? Exatamente. Muito aleatório, sim. Tem gente, ó, por exemplo, do nosso rolê, assim, né? Blogueirístico. Tem gente que aproveita do Melhores Amigos pra desabafar.
Ah, reclamar de alguma situação aconteceu. De uma situação com marca. Que às vezes não quer que, tipo,
todo mundo saiba, mas quero que meus amigos influencers... Exato! Porque aí é uma maneira de, às vezes, receber um feedback. Tem gente que pergunta coisas. Ai, amigos influencers. Vocês já passaram por uma situação dessa? Sim, sim, sim. Então é uma maneira de se comunicar com determinado público ali, né? Com determinadas pessoas. Então não acho que é só por mais... Mas acho que também tem gente que só usa pra isso e tudo bem também.
É, e cada um escolhe como usar. E é sobre isso. Pra finalizar, vamos trazer aqui um que é sempre discutido aqui.
pra fechar. A gente já debateu sobre, mas acho interessante. Sobre WhatsApp e demais. Odeio quem diz oi, tudo bem? E não falo o que quer na mesma mensagem. Nossa, a gente falou isso semana passada. Custa muito dizer bom dia, tudo bem? Você vai conseguir participar do evento? Já diz o que quer logo. E aqui a Evelyn diz tudo, né? Evelyn, vocês estão carecas de saber que essa acho que é a regra de etiqueta que eu mais concordo. Eu detesto quem manda oi e não fala o que quer logo. Detesto. Detesto, gente.
básico do básico. Pra mim, a netiqueta tem que ser atualizada com esse item em primeiro lugar. Acho também. Vamos ser mais diretos e resolver? Eu acho que ser direto é necessário, né? Porque é isso. Pense no presencial. Você não encontra a pessoa e fala, oi, tudo bem? E fica em silêncio. Exato. Você já vai conversando, né? Você já conversa, entendeu? Então, acho que a gente tem que lembrar que quando é uma conversação, a gente tem que ser meio que assim, porque a gente é assim na vida.
da real, né? Acho que no fim de tudo, pra finalizar aqui, já falei isso, mas vou repetir. Como eu sou presencialmente? Eu acho que a gente tem que tentar ser online como a gente é presencialmente. É, a gente não gosta que xinga na nossa cara, a gente não xinga ninguém. É, a gente senta, por exemplo, eu e o Eduardo, sendo bem sincerão aqui com vocês, tá? Se a gente encontrar a Lore com um look divertido, a gente zoa ela. A gente brinca, sim. Então por isso que acho que é muito natural a gente zoar o look dos outros.
Porque a gente zoa presencialmente as pessoas também. É, a gente brinca. Ai, amiga, você tá aparecendo não sei o quê. Ai, amiga, você tá aparecendo não sei o quê lá. Então, pra mim, é muito natural. Só que eu acho que tem gente que não é assim presencialmente e quer ser assim online, entendeu? Quer criar uma personalidade que não existe. É. E tudo bem também. Mas eu acho que quando... Quando são coisas mais... Por exemplo, né?
Vou te ofender. Você ofenderia presencialmente? É, então. Será que você ofenderia? Eu acho que a maioria não. Será que você perguntaria morreu de quê?
numa postagem de alguém, você se perguntaria? Ah, é muito chato, gente. Será que você... Então, acho que é meio que se pensar... Acho que isso é uma boa meta. Mas também tem gente que pessoalmente é escrota, né? Ela vai ser escrota na internet. Mas aí é um parâmetro pra gente saber que a pessoa é assim na vida também. E aí cabe a você estar perto ou não. E aí cabe... É, exatamente. Quais são as regras... Qual é a netiqueta pra você?
Comenta aqui, faz a sua netiqueta aqui embaixo nos comentários. Comenta, o que tem na netiqueta? Eu achei esse nome tão engraçado, a netiqueta.
Eu achei tão engraçado, gente. É isso, gente. Vamos ficando por aqui com mais um episódio do Divã. Semana que vem a gente volta com mais. E agora a gente vai gravar o Apoiadores. Se você quiser apoiar nosso podcast, toda semana tem episódio pra apoiadores lá na Orelo ou no Apoia-se por 10 reais por mês, tá bom? Isso aí, gente. Um beijo! Beijo! Tchau!