Episódios de Divã da Diva

#208 - Reunião de condomínio

27 de março de 202653min
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Participantes neste episódio2
E

Edu

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F

Felipe

HostInfluencer
Assuntos2
  • Assembleias híbridas de condomínioExperiência em reuniões · Debates sobre obras · Aumento do condomínio · Grupo de WhatsApp do condomínio · Conflitos entre moradores
  • Impacto na rotina dos condomíniosCasos engraçados · Reclamações de barulho · Conflitos por gatos
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Olá, divas e divas! Tá começando agora mais um episódio do Divã da Diva, o podcast oficial do Diva Depressão. Eu sou o Edu. E eu sou o Felipe. E hoje é dia de reunião de condomínio aqui no Divã da Diva. Quero todos presentes. Quero saber se vocês trouxeram aí as suas observações a respeito do nosso edifício, né? Do nosso condomínio, da nossa moradia. Se vocês têm alguma queixa, alguma questão pra trazer.

Exatamente. Não é? Acho importante trazer aqui todos os condôminos estando presentes. Trazer essas questões aqui para a resolução. Ou não, né? Ou não. Às vezes tem reunião de condomínio que não resolve porcaria nenhuma. Não, a gente está falando como se a gente fosse perito no assunto. Mas recentemente tivemos nossa primeira reunião de condomínio.

A gente nunca tinha ido, nesses anos todos, morando em condomínio, né? Nunca fomos. Esse prédio que a gente mora agora, todo mês tem uma reunião de condomínio. E a gente nunca foi, né? A gente vai fazer o quê? 21, 2, 3, 4, 5... Meu, é pra cinco anos já que a gente mora aqui. Fez cinco anos que a gente mora aqui, né? A gente tá aqui desde 2021. É 2021? Não, a gente mudou pra cá no final de 2021.

Só que assim, essa única reunião que a gente foi, já deu muito pano pra manga. E também criaram um grupo do nosso prédio aqui no WhatsApp, né? Que nem a gente nunca tinha participado. Mas não existia esse grupo. Ele foi criado e aí todo mundo foi...

Colocado, entendeu? Sim, mas a gente nunca tinha participado de nenhum grupo, de nenhum outro condomínio que a gente morou. Nesses anos que a gente já passou por três, né? Por prédios. Três prédios diferentes, né? Antes desse. E nunca tinha rolado da gente na reunião, nem estar em grupo. A gente só ouvia as pessoas falando sobre os causos delas. Nunca vi nem ouvir, eu só ouço falar.

Os caos que elas viviam ali em grupos e tal. Ou quando viraliza um tweet ou outro. Falando, ai, no grupo do condomínio tá rolando discussão. No grupo do condomínio não sei o que lá. Enfim, chegou esse momento nosso. E aí, decidimos, então, falar sobre esse assunto. Pra vocês trazerem também a experiência. A experiência.

Até porque temos histórias. Eu acho que o grupo do WhatsApp daqui já rendeu muito mais histórias do que a reunião presencial, inclusive, tá? Então, quero poder compartilhar com vocês. Mas lembrando aí, antes da gente começar a ler os casos de vocês e contar a nossa experiência também, sigam nossas redes sociais, arroba divadepressão, no Twitter, no Instagram. Tem o Instagram do podcast também, que é podcastdiva da diva sem acento. A gente continua jogando os temas lá no Twitter, também no Instagram do podcast.

O Instagram do podcast tá a coisa mais linda, gente. Vários posts interativos relacionados aqui ao que acontece no mundinho diva da diva. Então segue lá pra você fazer parte. E lembrando que toda sexta a gente também tem um episódio pra apoiador. Custa R$10,00 ou na Aurelo ou no Apoia-se. Lá você também pode mandar os seus áudios e mensagens pra gente ler. É um episódio feito apenas pra apoiadores. E você pode também acessar o grupo do Telegram pra poder fofocar aí com os outros divas. Outros divos e divas, tá?

É isso. Você quer começar lendo ou quer começar contando uma coisa nossa, amor? E agora? Bem, acho que eu vou começar contando o nosso, né? É, conta um pouco, né? É, no nosso prédio, gente, é um prédio antigo, né? Um prédio aí…

Dos anos 70. É, dos anos 70. E ele é um apartamento por andar, né? Então ele não tem tantos moradores, né? Mas os que tem também, gente, já vale. Mas também tem… É isso, né? Tem famílias que moram aqui e tal, né? Normalmente aqui, né? Eu não sei se todos.

Dos outros eu não vou lembrar muito bem. Acho que aqui a gente teve mais contato com os outros moradores. Tem pessoas de todas as idades, mas tem mais gente de mais idade, né? Mais velhos do que nós. Tem pessoas mais velhas mesmo, assim. Até por conta da idade do prédio também, né? É, e que moram aqui mais tempo, inclusive, também, né? Atualmente, assim, né? As outras reuniões que a gente perdeu, né? Conforme o Eduardo falou...

falavam tanto ali de condomínio, né? Que é uma coisa bem debatida. Acho que normalmente... O aumento de condomínio é um clássico. Condomínio é uma coisa que se debate muito, né? Porque o nosso prédio não tem muitas áreas de entretenimento, né? Ele tem uma entradinha ali, um saguão... Saguão? Saguão ali na entrada. Não tem uma área ali de festas, né? Não tem...

Tem as vagas de carro e tal, né? Então ele não tem muito entretenimento aqui dentro. É, não tem nenhuma área de convivência quase, né? É, não tem quase nada. E aí ele é um prédio que, é isso, por ser muito antigo, tem algumas modernizações que podem ser feitas aí, né? Pra dar uma melhorada, né? Dependendo do ponto de vista aí, né? De cada morador. É que assim, a entrada do nosso prédio, ela tá meio destruída, assim. Porque caiu uma árvore tempos atrás e o portão tá destruído.

É, então, os grandes debates atualmente estão sendo sobre isso, né? Porque caiu essa árvore em frente ao prédio, uma árvore gigantesca, gente. Tanto que quando ela caiu, né? Ela meio que despencou em cima do prédio e tampou vários apartamentos, assim, né? A copa da árvore.

E tampou, inclusive, o saguão de entrada do prédio. Foi isso, né? Uma árvore caiu em cima da outra e as duas caíram. E nisso prejudicou muito as grades de ferro da entrada do nosso prédio, né? Destruiu bastante. Então isso tem um pouco mais de um ano que aconteceu. Então desde lá vem se falando de uma possível reforma da entrada do prédio.

Só que essa reforma nunca sai, nunca sai. E eis que um dia a gente tá indo pegar um carro pra ir pra dia. E um dos moradores me para, que é um que a gente tem um pouco mais de contato assim. É um senhor, né? Ele me para e fala que tá tentando aprovar com as outras moradoras uma reforma. Só que ninguém aprova, seja pelo preço, seja pela estética. E aí ele falou, ah, na próxima reunião, se vocês puderem estar presente pra dar uma força. Porque a gente quer muito poder aprovar esse projeto, né? E foi aí que a gente falou, ah, não, vamos ver se a gente vai pra ver qual é que é, né, amor? E aí

É, e a gente tava vendo se caía numa data que a gente não tava trabalhando, né? Porque das outras vezes foi muito isso também, né? Acabou que a gente, nessa data dessa última reunião, estávamos presentes. Aí a gente conseguiu ir finalmente numa reunião. E eu até ficava imaginando, né? Como é que é, né? Será que a gente vai em algum apartamento? Ou vai em alguma área do prédio que a gente não sabe? Numa salinha que tem alguma coisa?

Chegando lá, descobri que acontece no saguão de entrada ali. Onde tem aqueles sofás que ficam pro pessoal sentar ali na entrada, sabe, gente? Geralmente tem um sofás. E aí eles movem alguns móveis, né? Aqui aconteceu assim. Pois é, um tribunal. Eles movem os móveis que normalmente estão afastados. Eles juntam e formam ali uma salinha.

E aí, uma mesa que fica de canto, ela vai pro centro, fica ali no centro da discussão. E aí, tem um aparador que fica perto do espelho aqui, né? No nosso hall, né? E aí, ele vira meio que um púlpito, esse aparador. Que tá encostado na parede, ele vira um púlpito. É isso, né? O condomínio, ele também tem uma empresa que gerencia, né? As...

As coisas dentro do condomínio. Tipo, manutenção, né? E eu não tinha muita noção disso. A imobiliária, né? Ela meio que faz a gestão disso. Então, eles participam também, né? Dando ali informações do... Meio que trazendo contas, né? E debatendo como...

A pauta do dia, né? Que no nosso caso, quando a gente foi, era o aumento do condomínio aqui do prédio. É, não só o aumento do condomínio, mas a possível aprovação da obra e tudo mais. Aí vieram essas duas moças da imobiliária, da administradora do apartamento. Gente, foi um caos, assim. Porque queriam aumentar o condomínio. Aí teve uma moradora que foi contra. Porque teve um aumento recente aqui no condomínio, né? Não tem nenhum ano.

Então a gente não achou justificável, né? E aí tem um tal de fundo de obra, que é um valor que o prédio tem pra poder fazer pequenos aparos, mas não é dinheiro suficiente pra fazer essa obra maior. E aí todo mundo meio que foi de acordo com essa obra maior. Mas tem um...

Tem um dos moradores que não tá de acordo com a obra. E aí ficou nesse impasse, assim, sabe? É, que na verdade, assim, o fundo de… Fazer a obra com o fundo de obra gastaria todo o fundo de obra. E não teria dinheiro pro fundo de obra. E não teria nem suficiente. Porque a obra é muito mais cara do que o fundo de obra, né? E aí foi uma grande conversa ali de um longo período pra discutir, né? O porquê do fundo… Porque queria, assim, aumentar o condomínio pra poder suprir esse fundo de obra.

E um saldo que já estaria negativado do condomínio. Porque tem as contas do condomínio. Gente, um caos. Assim, eu não entendo nada de matemática. Tinha uma moça do meu lado que foi fazendo várias contas rápidas. Era muito ruim, era muito ruim. E aí, ela e mais uma outra, assim, começaram a debater. E aí que decidiram não aumentar o condomínio. E a gente pagar a obra por fora.

E aí, a gente passou pra essa conversa agora no grupo do WhatsApp, pra poder aprovar a obra. Porque uma das moradoras também não tava de acordo com a estética que montaram a obra, né? Porque o nosso prédio é dos anos 70. Ela queria que a obra fizesse jus aos anos 70. Só que montaram uma coisa um pouco mais moderna. E aí, ficou nesse caos, assim, sabe? Ficou nesse impasse, porque no nosso prédio, assim, ele tem uma rampa de acesso.

Só que é uma rampa meio complicada de se usar, não é? É na entrada do carro. Ela é mais pra garagem, né? Ela é mais pra garagem. É tanto pra pedestre. E aí, como temos moradores mais velhos, né? Eles queriam uma acessibilidade mais fácil. O que já teria que mexer na entrada do prédio. E aí, em paralelo pra gente, né? Uma coisa que a gente sempre sentiu falta é que no nosso ele não tem uma cobertura.

Pra sair do prédio pra rua. Ou seja, se tiver chovendo, a gente tem que ficar na chuva ali, pegando uma chuva, esperando se a gente vai pegar algum pedido. A gente leva a chuva. E aí, poxa, precisa de rampa. Precisa de uma cobertura na entrada. Já aproveita e já precisa arrumar o portão que ficou danificado. Vamos resolver tudo. E aí, cada um traz o seu interesse, né? Tem umas pessoas que querem a rampa. Eu fiquei muito em cima dessa cobertura. Porque eu sempre... A gente desce muito aí o fim, né? Pra pegar encomenda, pra pegar pedido de comida.

E a gente já tomei muita chuva lá embaixo, então pra mim é primordial que tenha. E aí a gente uniu forças pra poder fazer acontecer. Gente, meio que não tá nada resolvido ainda, assim. Acho que agora parece que a moradora que não tava tão afim, agora ela aprovou o projeto também. E vai acontecer. Mas assim, é engraçado, porque é isso, foi a nossa primeira experiência numa reunião de condomínio. Eles queriam... Um dos moradores, que é o síndico, me convidou pra ser subsíndico.

Ai, verdade. Ele queria que eu fosse o subsíndico. Vocês me imaginam sendo subsíndico, gente? Eu não me imagino. Mas você cogitou. Não, eu não cogitei ser subsíndico. Não cogitei. É, você ficou assim, mas não. Porque na reunião, eles queriam que eu fosse também... Qual que é o outro negócio? Fizesse parte do conselho. É, que é pra checar as contas. E eu, ai, não.

Não, gente, não, não, não, não. Aí eu abdiquei do cargo, meninas. Quem sabe quando eu tiver mais velho e sem nada o que fazer, eu posso ser síndico. É, porque é isso, a gente não consegue às vezes nem participar da...

das reuniões, imagina então ter que ficar vendo contas. O Eduardo tinha topado no começo da reunião, mas depois, conforme foi passando, a gente foi falando de um monte de coisa diferente. Tipo, valores de não sei o quê, valores de não sei o quê lá. E aí…

Aí eu fiquei com medo de ver alguma coisa errada e prejudicar o prédio todo, sabe? Ou a gente nem ter tempo de ver essas contas direito. Aí a gente meio que abdicou depois ali. Porque a gente não daria conta, né? Melhor não pegar o que a gente tá dando conta nem agora, imagina, né? Então. Mas essa foi e está sendo a nossa experiência com o nosso prédio, tá? Ao mesmo tempo que eu achei caótico, achei meio que engraçado, assim. E a gente decidiu trazer esse tema aqui pra vocês, porque…

Eu acho que é um tema que vocês já pediram, inclusive, assim, pra trazer coisas de reunião de condomínio. Eu vou começar lendo o comentário do Fagner, ó. O Fagner, ele é síndico, tá? Eita! Eu sou síndico, e antes de ser eleito, a síndica ameaçou chamar a polícia, porque estava sentindo que insinuavam que ela estava roubando. Quando entrei e fiz as contas, ela estava roubando. Meu Deus! PS, não recomendo o cargo.

Fagner, e eu vendo aqui, você é um jovem síndico, né? Você arrumou... Porque não que síndico só pode ser gente mais velha, não é isso. Mas às vezes o síndico... Por exemplo, eu acho que o síndico do nosso prédio é um senhor aposentado. Então eu acho que ele fica mais tranquilo e ele se ocupa sendo síndico.

É, tem mais um tempo ali, né? É, já conhece o prédio, né? E aí você, me parecendo jovem, às vezes você trabalha numa outra coisa, se você se mete a ser síndico ao mesmo tempo, síndico é um cargo mesmo, gente. Tanto que acho que tem até um salário, tudo, né? Tem salário, tem salário. Então, aí eu fiquei pensando, será que se eu tivesse aceitado o cargo de conselho, lá do conselho, eu também ia ter salário?

Ninguém me propôs um salário, eu fiquei ofendida. Eu acho que isso é mais só pra… É que assim, é lidar com as contas que a gente paga, né? Então, de certo modo, é ficar mais por dentro e tal, né? Acho que o síndico tem mais ainda obrigatoriedades. Não é só ver as contas, entendeu?

Não é, o síndico, por exemplo, essa semana, né, lá o grupo tá fervendo, gente. Porque fora a obra da frente, o síndico também... Tem um portão aqui que tá com problema, que ele tá com mau contato. E tem uma parte do prédio, que acho que é a garagem do subsolo, tem uma parte que tá destruída.

E aí ele foi fazer foto, ele fez uma vistoria de tudo isso e mandou no grupo. Então também, né, você fica de olho no que tá rolando, né? Ou no que não está rolando, no caso. Tem que ficar atento pras resoluções, né, Aida?

Então é um emprego aí, né? Ó, o Cacastro. Teremos reunião de condomínio essa semana. Será a minha primeira vez. Me desejem sorte. Olha! Amigo, boa sorte, porque você vai precisar, tá? As drag box foram em uma que saiu um monte de treta, elas falaram. Um monte de véia brigou. A gente achou que a nossa tinha sido caótico. Mas aí as drag box contaram a experiência delas pra gente.

E aí, eu não achei mais tanto, não. Até fiquei meio nossa. Então a nossa foi até que tranquila, né? Porque o nosso embate aqui não foi de morador com morador. Foi morador versus administradora do prédio. Esse foi o embate, né? É, de certo modo, tinha uma coisa em comum ali, né? Uma outra coisa em comum. Então.

Que aí, né, realmente, é um outro aspecto. É outro aspecto. As dragbox, elas estão passando um rolê ali de elevador do prédio. Tá tendo que fazer manutenção. É, nem vou contar muito, porque eu não sei se elas ainda vão contar essa história pra vocês, né. O delas é um outro tipo de mapa. Mas é uma história engraçada, que eu acho que vocês vão gostar de saber. Vocês são fofoqueiras, vocês vão gostar.

Tá. Ó, 96 Débora. Inclusive, boa sorte aí, amigo. Boa sorte. Você vai precisar muito. Se tiver bafo, conta pra gente. É 96 Débora. Oi, Divos. Tem uma história que não presenciei, mas achei um bafo. Nunca fui na reunião do meu condomínio. Ó, aqui vou entrar um comentário. Gente.

É aquilo, né? Por exemplo, na nossa reunião, tem gente que não foi. E aí, depois que toma as resoluções, fica... Ai, mas que não sei o quê. Mas, gente, você não foi? É, eu acho que assim, essa pessoa que não foi, ela pode ajudar a decidir pelo WhatsApp. Mas no WhatsApp, ela discorda de tudo. Então fica difícil. Aí acho complicado, porque é isso, a gente não ia. Aí se tinha alguma resolução, a gente ficava meio...

A gente não tinha o grupo, né? Agora tem o grupo ainda que dá pra dar uma outra conversada. Mas na época, nem o grupo tinha. Então, a gente ficava meio na mão, né? Porque a gente não ia... Parece que dá pra você autorizar uma outra pessoa ir no seu lugar também, né? Caso você não possa ir. Então, é meio que, poxa... Depois não dá pra reclamar muito se não foi, né, Alice? Se não correu atrás, né? Pelo menos justificar. E não foi porque, poxa, às vezes trabalha, né? Também tem outros motivos. Mas é necessário. Enfim, Débora, você não foi.

Mais uma vez recebi um papelzinho embaixo da porta de uma reunião extraordinária que estava sendo convocada pelos moradores. Porque estavam querendo que o síndico prestasse explicações do motivo do condomínio não ter nada guardado em caixa. Ah, então. Que é uma coisa que...

Gente, pra você ver, né? Como eu nunca tinha ido, eu não sabia que o prédio tem um caixa. Eu não sabia disso. É, eu também não tinha essa noção. Mas aí, na reunião ouvindo, eu pensei, nossa, realmente, né? Precisa, porque não se sabe, né? De gasto, pode ter ajustes, vai saber o que pode ter e tal, né?

Só sei que no fim, o síndico explicou que os gastos com a manutenção do prédio eram muito altos. Elevador que quebra, vazamentos, manutenção. E não tinha muito o que fazer. No fim, ele foi reeleito na última eleição. O Kingo só estava fazendo o seu trabalho mesmo. Beijos.

Ah, então nem foi uma mega confusão. Foi um burburinho. Foi um burburinho, né? E tudo bem também. É porque é isso, né, gente? Eu acho que quando a gente foi lá na reunião, era um rolê muito de debate, né? E aí tem que ser muito adulto ali, né? Ali se sente muito, porque é isso. Boa parte a gente ficou em silêncio, né? Pra também não falar merda.

E pra ouvir muito ali as pessoas, né? Porque cada prédio é uma família, cada prédio é uma situação diferente, né? É isso, poxa, tinha gente… Cada apartamento é uma situação, né? Enquanto uns… Ai, poxa, acho que a estrutura da entrada, né? Da cobertura que…

vai ser feita, tem que seguir a estética do prédio. Acho isso válido. Um outro ponto, era uma outra pessoa falando, poxa, eu não consigo, eu queria que tivesse uma rampa pra mim entrar aqui no prédio, sabe? Que é assim, né? Óbvio, né? Estética importante, mas poxa, tem alguém com uma necessidade real agora, né? E eu fiquei morrendo de dó, porque é uma senhora bem senhora e ela até mandou no grupo. Eu espero que vocês façam, espero que aconteça. Agora que ela... ...

Primeiro, gente, eu que comecei a agitar o grupo, não vou mentir, tá? Não, já tinham conversado com a gente. Já tinham conversado com a gente, aí montaram o grupo. E aí, conforme o síndico começou a mandar os projetos, eu comecei a agitar, gente. Vamos e pá, pá, pá. Aí falei, eu vou causar também, né, vou me mostrar presente.

É uma necessidade real, né? E aí essa senhora falou assim, agora que todos estão mais, assim, tipo como que ela falou, agora que tá todo mundo cobrando mais, espero que aconteça e eu ainda esteja viva pra ver. Uma coisa que eu não morra antes do... Aí eu fiquei morrendo de dó, porque, porra, a mulher mora aqui há anos e não fizeram essa porra dessa rampa, sabe?

Então acho que agora vai, porque eu também meti a boca. É, e aí todo mundo comentou que, poxa, realmente, né, precisamos. Se a nossa intenção aqui é envelhecer no prédio, ou se você não vai envelhecer aqui, mas depois você vai alugar, vai vender, é algo ali até se pôr, né? Que, poxa, o prédio tem uma sensibilidade. É, tudo valoriza, né? Se for pra morar ou pra vender, valoriza o ambiente.

E não que não tenha, né, gente? Como eu falei, tem. No nosso caso aqui, tem uma rampa, mas aí tem que abrir a garagem pra entrar. E, poxa, às vezes a pessoa quer entrar ali no portão de entrada mesmo, né? Tem que abrir a garagem pra ela conseguir acessar. E problemas e problemas, né? Por exemplo, Amanda Diniz. Já rolou o barraco por reclamarem de gemidão?

Isso porque é condomínio de luxo. Mas são cinco torres, amigo. Todo mundo ouvia mesmo. Eles deviam estar gravando conteúdo adulto. Não é possível. Depois do barraco, nem fiquei sabendo se rolou multa pra eles ou não. Mas estavam pedindo.

Eita! Tem que tomar cuidado com as transas, gente. Tem que ter cuidado. Essa é uma reclamação de grupo, às vezes barulho, né? É. E barulho é uma coisa que… É, a gente já falou pra vocês que tem uma vizinha de baixo que não gosta dos nossos barulhos. É, né? Tem questões ali, né? Mas é uma coisa meio que…

É corriqueira, né, gente? De condomínio. Se você mora num lugar... Aliás, nem só de condomínio, né? De qualquer bairro, né? Vizinho, seja de baixo ou de cima ou nas laterais. Sempre vai ter um... Morar ali, né? Ao lado. Ter convívio com outras pessoas está propenso a ter barulho, né? Mas isso é uma coisa que causa bastante debates, né? Assim, de... De horário. De treta, de horário, né? De tal, né? Coisa assim.

Krause e Yuri moram há 10 anos fora mas mantêm o grupo do condomínio só para acompanhar as tretas como assim? você tá num grupo que você não é é isso né e pasmem, brigam por qualquer coisa e pelos mesmos motivos

É que às vezes eu acho que também o grupo acaba sendo um lugar de desabafo. Não que vai ter uma resolução, mas eu quero ter uma reclamação, né? Ter algo a dizer. Por exemplo, aqui no nosso, o nosso portão tem um esquema de sair e tal, né? Que se você não fecha bem um portão, o outro não abre.

E aí, às vezes, as pessoas saem sem fechar muito bem um portão. E acaba que trava o sistema, né? Que, tipo, ninguém consegue... A pessoa que tá fora não consegue entrar. O que vem acontecendo é que o pessoal entra e não fecha direito de dentro. Aí quem tá fora não consegue abrir o de fora. Porque o de dentro tá aberto.

E aí, gente, às vezes é isso. Não tem… Ai, vai ver nas câmeras quem foi? Não vai também, né? Porque há um tempo… É. Mas é assim, você sentia a vontade de desabafar. Gente, deixaram o portão de novo nesse tempo. Não, é porque vamos contar o que aconteceu com a gente, né? Há duas semanas atrás, a gente chegou e a gente ficou pra fora, gente. A gente ficou pra fora. Meia-noite, meia, que foi depois da hora do VT.

Porque a gente não levou... Porque assim, né? Tem esse esquema... Um esquema pra entrar. Só que aí, se ele tiver emperrado, por exemplo, dá pra você utilizar a chave física, né? A chave do portão. Que aí ela força a abertura, né? Só que aí, como a gente tem a opção de não...

De usar a senha, porque você entra com a senha. Também, ou com senha. Como você tem essa opção, a gente… Tem dia que a gente… Normalmente, eu sempre boto na bolsa, porque eu sempre acho que vai dar uma merda. Bem nesse dia, eu não levei. E aí, no dia que o Fih não lembrou… Porque eu nunca lembro da chave, é o Fih que lembra, gente. Nesse dia que ele não lembrou, a gente ficou pra fora. E aí, eu não tinha o contato… Eu até tinha o contato de algumas pessoas aqui do condomínio, de uma só, aliás, que é o síndico.

Só que, meu, era quase duas da manhã, eu não ia ficar ligando pra ele, né? E o porteiro... Não tem portaria 24 horas aqui, o zelador já tava dormindo. E aí a minha mãe teve que vir de lá de Santo André, me trazer uma chave aqui, pra gente conseguir entrar. Então foi uma situação bem complicada, assim. E aí eu também... Porque isso, né? Reclamações e reclamações. Aí eu também comecei a reclamar no grupo.

Gente, vocês estão deixando o portão aberto. Aí, esses dias eu entrei de novo, eu fui sair e o portão tava aberto. Aí eu falei de novo, gente, o portão está aberto. Então, tudo que eu vejo agora, eu também falo. Então, aí vira esse lugar de desabafo. É, aí eu vou reclamar também. O povo reclama de tudo também, vou reclamar. E aí, são as mesmas reclamações. Mas, pelo menos... O portão está aberto. É. É que nem se reclamar com o seu...

Você mora junto com alguém, né? Com sua família, por exemplo. Você reclama com sua família que, ai, falando, você deixou a pia suja. Só que aí, como eu me mostrei uma pessoa ativa no grupo, lá na reunião, eles falaram, ai, já percebemos que o Eduardo é bem ativo. Então, ele seria um bom conselheiro. Eu falei, não, gente. Aí, eu já me arrependi. É, e não aceitou a vaga por enquanto. Não aceitei por enquanto. Quem sabe, em algum momento, né?

Ladies Lene Rodrigues Acabei de sair do grupo Estava acompanhando uma treta Uma moça tem um gato laranja jovem Que vive fugindo Outra moça já tinha dito Que ele vive entrando na casa dela

Pois bem, o gato fugiu ontem de novo e foi pra essa mulher. Tá rolando maior treta, porque dessa vez a mulher não deixou o gato sair mais. E simplesmente disse que é dela agora. Olha, ela roubou. Ah, porque de tanto o gato fugir... É. Gente, mas se meu gato foge e entra no apartamento de alguém, eu dou um barraco aqui. Não, mas uma coisa é uma vez. Agora toda vez...

É, porque se ele tá fugindo é porque ele não tá cuidando do seu gato direito, né? E poxa, é um risco o gato ficar saindo assim. Porque que bom que ele tá indo nesse outro apartamento. Já pensou se ele vai pra outro lugar? Né? Uma chamando a outra de tudo que é coisa. O povo batendo lenha, chamando a coitada de Nazaré. Chamando a dona do gato de irresponsável. Eu fico gag com as confusões que acontecem.

Aí a Andressa FRN comentou essa postagem, também contando um caso dela. Aqui ocorreu coisa parecida. Sumiu um gato e o morador colocou no grupo que quem tivesse pegado o gato, que devolvesse. Horas mais tarde, o morador avisa que encontrou o gato, que estava dentro do sofá.

Ficou… Ah, ele achou que tava fora, mas o gato tava escondido dentro de casa. Olha, causou, mandou no grupo, desesperou, deu uma pavor e o gato dentro de casa.

É, gente, se alguém, se meu gato, assim, eu e o Eduardo, assim, às vezes bate no desespero da gente não encontrar os gatos e achar que eles saíram pela porta em algum momento. Gente, eu fico assim, teve um dia que aconteceu que eu quase morri. É, a gente ficou desesperado. Se alguém encontra, eu vou agradecer a Deus, porque o meu medo é o gato sair pra rua e tal, né? Mas também quando se torna rotineiro, é meio complicado, né? É difícil ver um gato todo entrar na sua casa se não querer adotá-lo.

Teve uma vez que a Moira, ela escapou, porque tava em obra aqui, em uma das obras. E aí, nessa dos caras entrarem, ela saiu. E aí, parece que a moça que limpa a casa aqui pra gente tava aqui. E ela, tipo, achou a gata três andares pra cima, sabe? Ela foi subindo. Ou ela foi descendo. Enfim.

Ai, que medo. Porque se você chega lá no térreo, é tudo aberto, gente. É, morro de medo. Então tem que ver esse vizinho aí que tá deixando o gato solto. E o outro, gente, é isso? Adotou? Se o gato tá indo pra lá é porque tá gostando da outra casa, né? Eu lembro que no nosso primeiro condomínio, que a gente morou aqui em São Paulo, tinha uma varanda compartilhada, assim, né? Que, tipo, tinha as portas dos apartamentos e uma grande varanda compartilhada.

Que dava acesso às escadas pra descer, né? Pra sair do prédio. É só vocês irem na primeira fase do canal, que tem tudo isso lá, gente. Nos vídeos, tá? E aí tinha um vizinho que às vezes ele deixava a porta aberta. E aí o cachorro dele saía. O Bruce! E eu tinha mania de deixar a porta do apartamento aberta. Pra ficar sempre ventilando. Eu gosto de coisa aberta, né, gente?

Porta aberta. Porta aberta. E aí o cachorro entrava no nosso apartamento, às vezes, do nada. Ele era muito neném. E aí, gente, pra você ver, uma coisa que eu pensava até, né. Poxa, se fossem outras pessoas, talvez não gostassem disso, né. Porque é isso.

Lembra que você cozinhava e quando você olhava pro lado, ele tava te olhando, sentadinho. Eu já tomei uns sustos com ele. O Bruce. Ele era imenso, gente. Mas ele era muito neném, né? Mas ele era muito fofo. E aí não me incomodava, sabe? Assim, ai gente, poxa. Muito bonitinho. Você vai amar disso? Coitadinho. O Bruce, ele já derrubou sorvete lá, lembra? A mesa toda…

Ele entrou embaixo da mesa de centro da casa. Ele fazia uma bagunça, né? A gente sempre fala do Bruce aqui. Será que ele ainda é vivo? Eu queria tentar achar o Bruce. Sempre ficamos nesse questionamento, né? O Blue, oito, oito. Ai, gente. Rebeca Andes. Me mudei recentemente para um prédio que só dá confusão.

As pessoas do prédio passam o dia de brigas. Eu nem me atrevo a ir pras reuniões, pois boatos que só dá gritaria e confusão. Apesar do apartamento ser ótimo, as dores de cabeça são enormes. Tem gente, né, em paralelo aqui, gente. Eu já ouvi muitos casos de pessoas que preferem sair do prédio. Porque não aguentam confusão, treta e preferem… Chegar nesse ponto, né. É meio complicado, né.

Assim que cheguei, estava tendo uma peste de escorpiões pelo prédio. Hum, chique. Apareceu um no meu apartamento e a síndica, lindamente, mandou eu me virar. Ah, mandou se virar, me virar. Achei que era se virar mesmo. Fiquei, como assim, mandou eu me virar? É daí pra pior. Os moradores brigam até pelo vento que bate errado. Eu me mantenho caladinha, pois odeio brigas.

É, o pessoal… Tem gente que gosta de uma encrenca, gente. Tem gente que gosta de uma encrenca. É, eu acho que… Pra poder cuidar. E esse é um bom momento pra se gerar tritas, né? E tem gente que gosta de… Por exemplo, essa pessoa aqui do prédio que não tava concordando com a obra, eu sinto que ela queria discordar de tudo.

Tudo ela queria discordar. Era pelo prazer de discordar, parecia, sabe? Mas aí depois ela aceitou. Ah, então… E agora vai acontecer a obra. Vai acontecer, é. Vem aí. Eu acho que é isso. Quando você tem uma discordância, você tem que trazer uma resolução então, né? Acho que tem que trazer uma maneira, né? Só tipo, ai, sou contra.

É, então, e aí? Porque, no fim, é uma coisa em conjunto, né? Vamos ter que resolver em conjunto. Acho que, no fim, é pela maioria. E por isso, né? Por exemplo, quando a gente foi nessa reunião até do condomínio, eles queriam aumentar, né? E aí, eu bem assim, tipo, ai, né, eu acho que é isso, né? Eles estão explicando por que precisa aumentar. Só que aí, a moça que tava do nosso lado, ela começou, tipo, pô, o último aumento foi há pouco tempo.

estão falando que vão aumentar por causa dos custos da obra. Mas não tem um fundo de obra? Então por que a gente vai aumentar mais sendo que já tem um fundo? Ela achava que a obra tinha que entrar num valor à parte do condomínio. Aí todo mundo fazia o rateio pra poder pagar a obra e o condomínio não aumentava, entendeu?

É, ela deu essa sugestão depois. Ela deu essa sugestão depois. Porque a gente foi entendendo a situação conforme a reunião foi acontecendo. Primeiro eles chegaram com esse argumento. O condomínio precisa aumentar porque vai se fazer as obras. Só que aí, poxa, ela trouxe o argumento. Se vai aumentar o condomínio é uma coisa permanente. A obra depois que for feita vai acabar. Então por que aumentar o condomínio sendo que a obra vai acabar?

E aí me deu, realmente, né? Olha, eu nem tinha... Que burro! Eu comecei a pensar, como tinha pensado nisso? E realmente fazia sentido. E aí foi se dialogando, entrando no entendimento. Que aí entra assim... Que tava todo mundo ali presente, né? Pessoas de outros apartamentos.

E ali era o momento de debate. Tem gente que aí entrava com argumento, tem gente que falava outro. E aí, se resolve na conversa. Os ânimos ficam aflorados? Ficam. Mas no final, você resolveu. É, eu senti que rolou uns ânimos. Tipo, ela bateu de frente com a moça da administradora, assim. Foi uma coisa meio tensa. Mas resolveu.

Decidiu que não vai aumentar. É. E é isso, sabe? Quando tiver obras, vai ter um rateio. Inclusive, já mandaram o boleto. Porque a gente decidiu… A gente prefiriu pagar de uma vez, né? Ao invés de parcelar, já veio o boleto, amor. E aí, é isso, né? E estavam reclamando dos boletos hoje no grupo. Porque teve o boleto que veio duplicado. Meu Deus do céu. Tá um caos. Tá um caos, um caos, um caos.

Zanine Mila reunião de condomínio, dois pontos quem precisa ouvir sobre o que pode ou não pode fazer não está lá para ouvir então é isso, às vezes as pessoas se isentam nessa responsabilidade e aí como é que fica aí? e aí fica né

É complicated. Aí um dia… Será que a pessoa vai faltar muito na reunião? E ela é a que causa confusões. Aí todo mundo se reúne e vai bater na porta dela? Ai, que agradável, né? Ou colocar uma carta embaixo da porta, que tá uma solução também. A carta embaixo da porta. Já recebemos cartas embaixo da porta. Já recebemos carta embaixo da porta. Já recebemos.

Ju Loureiros, nossa, é o pior evento do ano. Meu condomínio tem um grupo de pessoas insuportáveis que fazem de tudo para se favorecer em cima dos outros. E sempre dá confusão. Pior que compramos na planta. Então, desde a implementação do condomínio, já tivemos várias reuniões.

Eu tenho ranço da maioria e evito contato pra não ter estresse desnecessário no dia a dia. A pior parte de morar em prédio é essa. É, Ju. Mas é isso, morando num bairro também, às vezes você pode ter encrenca com o vizinho. É. Eu lembro que lá no meu bairro também onde eu morava. Não, é, eu acho que não é sobre... A gente tá aqui focando em reunião de condomínio, mas, gente, morar é complicado com pessoas em volta.

Tem jeito. É difícil, né? Quando a gente teve as experiências de ir lá pra gringa, não é que aqui em São Paulo não tenha também, né? Mas lá é meio... Eu não sei se é muito uma referência nossa, né? Assistir lá, eles... As casas são bem distantes umas das outras, às vezes, né? E eles prezam muito por isso, né? Não que aqui também não prezem pessoas, mas é que eu não me sinto muito...

Não sei se é porque, né, aqui a situação é um pouco diferente. Mas eu não... Mas eu não sei também. Eu não me sinto muito à vontade de ficar... Se tem ninguém ali à sua volta. Vai que você precisa de alguma coisa? Vai que tem alguma situação? É, eu gosto de me sentir com pessoas em volta também. Tem gente que prefere o isolamento, né? É, é sobre isolamento isso. É, eu fico meio desesperado, gente. Tipo chácara, né? Eu não sei se eu seria uma pessoa de morar numa chácara.

Eu não sei se eu teria essa coragem. Porque pra mim tem precisado de uma coragem, assim. Você acha que eu ficaria meio com medo? Não tenho essa. Eu também tenho medo dessas coisas, gente.

Eu prefiro uma encrenca de vez em quando de barulho, de desconforto, do que ficar ali sem ninguém, sabe? Não sei. Às vezes até, né, quando você mora em prédio, tem gente que debate muito. Tipo, ah, você voltaria a morar numa casa sem ter uma portaria, sem ter essa segurança, né? Eu não sei. São mundos diferentes, né? É, eu não sei se eu… E casa também tem outras manutenções, né?

É, eu prefiro ficar aqui com as tretas do grupo, tá, gente? Ó, a Rose mandou aqui. Acho tão chato, mas sempre vou porque é necessário cuidarmos dos nossos interesses. Mas a única que não fui lá na praia, um morador puxou um revólver para o síndico. Agora toda convocação está assim, proibido porte de armas. Gente! Meu Deus do céu! E eu não duvido, tá? Porque tem gente que tem arma e acha que tem que usar arma pra tudo. Tem gente que é assim. Meu Deus do céu, gente!

Caraca! Pesado, né? Você acha que você tá morando nos Estados Unidos? É, pesadíssimo! Pra que ir armar numa reunião, né? Mas tem confusões de condomínio que geram, né? Tretas imensas aí, né? Ameaça e tal, né? Pra você ver o nível que chega às pessoas. Que aí até você começa a pensar. Por isso que tem gente que prefere ir pro mato, né? Também pra passar essa confusão. Melhor morar afastado.

Ó, a Adriele tá contando aqui uma perspectiva de quem não é de condomínio. Hum, pra se comparar. Porque também lá não tem grupo de condomínio, mas tem o grupo do bairro, né? Meninos, não moro em condomínio, mas na minha rua temos o grupinho de fofoqueiras. O grupo é composto pela minha tia, uma amiga que mora com ela, a vizinha da casa dela e as duas filhas da minha tia. Minha tia trabalha em escola, então o plantão começa quando minha tia chega.

Às 17h30 da tarde e se estende até às 22h da noite. Então vocês têm um período de funcionamento do grupo. Onde você… Ah, mas aí só pra fofocar? É bem mais tranquilo, né? É que o grupo daqui é bem parado nesse sentido. As pessoas só falam sobre isso, sabe? Só sobre o condomínio mesmo. É, só sobre… Não tem nada assim… Não tem caco.

E nem futriquinhos. E assim eu prefiro também, tá? É, manter as coisas sérias. É, não tô afim de… Eu quero profissionalidade. As fofocas a gente comenta pessoalmente. É, tanto que esse senhor que é o síndico, toda vez que ele me encontra, ele fala alguma coisa. É, eu só tomo fofoquinha. Ó, Eduardo, não sei quem tal pessoa falou tal coisa.

Tem uma outra senhora que ela é louca pra fazer uma sacada no nosso prédio. Porque não tem sacada. Aí ela sempre vem na gente. Ah, eu sei que vocês querem também, né? Vamos ver aí se a gente levanta isso. Ah, amiga! Não estão querendo nem reformar a frente do prédio. Não querendo puxar uma sacada no prédio. Mas fica o nosso. Ai, uma sacada.

Quem sabe, num futuro, né? A gente fez uma faltucha. Olha, o Gaspar contou uma história interessante aqui, ó. Eu era síndico. Já me ocorreu duas situações que nunca saíram da minha mente. A primeira foi uma desquerida que veio me pedir pra falar pra uma moradora não usar mais legging e top nas áreas comuns do condomínio, pois o marido dela ficava olhando a mulher.

Ai, gente, olha, eu vou te falar, viu? Como assim? Eu falei para a mesma que a falta de respeito estava no marido dela. E não na moça, que detalhe, era professora de academia. A desquerida, então, foi até a ata do prédio e falou que eu estava em inércia com os moradores.

Muito irritada, ela voltou e falou. Ela é macumbeira. Fica usando aquele troço na cabeça. Tolerância. Turbante. Em público. Daí eu entendi tudo. Chamei a moradora pra conversar e falei pra ela o que estava acontecendo. Ela processou a velha por intolerância religiosa. E aí eu fui a testemunha. A outra desquerida me veio às duas da madrugada bater na minha porta. Pra falar que a vizinha estava fazendo macumba no corredor.

Eu fui até o bloco averiguar, cheguei lá, não tinha nada, só um cheiro de cravo.

Voltei e falei pra mesma que não tinha nada. Nossa, o povo… Olha as coisas que o povo encrenca, gente. Meu Deus, gente. Intolerâncias, né? É, a moça acendeu um incenso. Jogou um negócio, um perfume. Gente! E mesmo que se fosse, ela tá no apartamento dela, querida. É, carai, deixa ela fazer a macumba dela. Gente! Ai, então… Aí o povo se passa demais. Tá vendo que ódio? Esse cargo é um cargo complicado, né? Porque lidar com… Ai, imagina, gente.

A gente, assim, né, por ser gays, né, eu ficava muito assim, ai, vamos na reunião, né. Pô, vai ver que a gente é viado. Mas felizmente aqui onde a gente mora, nunca recebemos nenhum tipo de olhar, nenhum tipo de… É, nunca foi sobre isso, né. Nunca foi sobre isso. Então a gente, pelo menos nesse lado, assim, a gente não tem que falar nada, assim. Pelo contrário, sabe? As pessoas são bem tranquilas, assim. Mas imagina você ter que lidar com esse tipo de coisa? Ai, não. Que bom que a mulher processou essa véia aí chata mesmo, tá certa.

É o Levi Reis também, ele é porteiro. Tá contando a experiência aqui. Oi, Divos, eu sou porteiro de condomínio há três meses. E não aguento mais. Todo BO do condomínio cai em cima do pobre porteiro.

E quase tudo é a gente que resolve. Quando tem reclamação de barulho, eu que ligo e peço pra calarem a boca. O caso que fiquei mais em choque foi quando um senhor morador foi na portaria pedir pra liberar ele. Pois ele ia ao mercado. E em seguida o filho dele veio correndo, perguntando se eu tinha liberado o senhor, o pai dele. Eu disse que sim.

Ele disse que o pai dele tem Alzheimer e mal de Parkinson e que ele não poderia sair sozinho. Eu não sabia que o senhor não estava autorizado a sair. Fiquei em choque. Era o meu terceiro dia como porteiro. Enfim, ele achou o pai dele depois de 30 minutos. E o velho safado estava num bar. Fiquei com raiva dele, pois poderia ter perdido meu emprego.

Mas aí você que vai ser o responsável, sabe? É, acho que... Foda também, né? É, aquele não contou se a família responsabilizou ele. Espero que a pessoa tenha um... Poxa, a gente deveria ter avisado pro porteiro antes. Porque se houve essa... Mas aí talvez é um erro de comunicação do prédio. De falar, olha, porteiro novo. Se vocês têm alguma coisa, entrem em contato.

Passe alguma especificação. Porque aí todo mundo fica ciente, né? Ah, mas é foda. O porteiro tem que ser responsável por quem pode sair do prédio, sabe? Não, eu também acho. Ah, gente. É mais uma questão de tato. Mas é isso, ele deveria ter sido informado antes, né? Claro, é homem no mínimo, né? Amo vocês, vocês são a minha companhia no plantão de cada dia. Obrigado, amiga. E aí ele PS, tem um PS aqui. O velho me enrolou pra sair do condomínio, pois eu era novo.

Ah, então ele também agiu já. É amigo, falei amigo é amigo. Mas continuo na empresa, sou ferista, cubro as férias dos porteiros. Então cada mês estou em um condomínio diferente, com vários surtos diferentes. Amigo do céu, imagina você estar cada semana numa dessa? Ai, não dá, gente. Não dá.

É isso, é um cargo que você tem, uma responsabilidade, sabe? E aí os moradores, eles acham que você tem que, tipo, falar sobre tudo, né? Resolver tudo, falar sobre tudo. É, e aí tem que ter um... É isso, gente. Se vai... Ó, um porteiro novo, o porteiro tá de férias, você tem alguma especificação?

Acho que você tem que ir lá e dar uma conversada, olha, amigo. É, eu acho. O pai tem alguns problemas de saúde. Se ele vier aqui pedir, não libera ele e tal, né? Pra ficar ali, né? Todo mundo na mesma página, né? Não tem como culpar a pessoa depois, né? Por algo assim. Ai, complicado, gente. Fiquei irritado.

A Laís Freire. Morei em um prédio que vivia tendo confusões pesadas, ameaças de fora e tudo mais. Tinha uma vizinha que morava embaixo do meu apê e ela vivia se incomodando com qualquer barulho de passos. Um certo dia, ela me ameaçou e me chamou de casco de cavalo.

Meu Deus. Pois bem. Pois bem bonita, acionei meus pais e meus tios. Já que eu era bem novinha na época. Acho que ela achava que eu era uma sem ninguém. Pois então, minha mãe fechou o barraco com a velha chata. E meus tios também. O prédio todo ouviu e ficaram chocados.

Ha ha ha ha. Detalhe, eu não andava de salto nem nada, mas tudo incomodava a Linda. Até sentar na cadeira ela reclamava e metia o cabo de vassoura no teto. Enfim, todos do condomínio não gostavam dela, pois era bastante problemático. Ai, cabo de vassoura no teto é um clássico, gente. É, e gente, no prédio sempre tem alguém que é causadeiro, né?

É, sempre tem. Eu acho que no prédio é todo lugar. São vários perfis, né? É, tem os que nunca vão na reunião. Que no caso era a gente até então. Mas agora a gente vai. Não vou dizer que eu vou em todas. É, mas é bom. Depois que a gente viu, nem que a gente se divida, né? Vá um de nós só e tal, né? Acho que é importante.

Não, acho que preferir como você, mas vamos supor, né? É, se acontece alguma coisa, né? É bom, gente, porque é isso, né? A gente viu lá as com... No fim, essa reunião que a gente foi, realmente foi muito importante. Porque senão ia ter um aumento grande do condomínio. Gente, era um aumento grande? Era quase 50% do negócio.

E vamos supor que as pessoas que debateram não tivessem apoio. Aí ia continuar assim, entendeu? A gente apoiou, a gente foi contra o aumento também. Eu vou com o comboio, gente. É isso aí. Nós vamos tocar o terror aqui.

Mais uma reclamação de transa, ó. O Bruno mandou. Tinha um casal que todas as manhãs, entre seis e meia e sete horas, transava. E a mulher fazia um escândalo de alto. Rolaram muitas reclamações. As crianças estão ouvindo. Não consigo dormir. É bem uma garota de programa e etc. Mas o casal não ligava. Até que teve um sábado que os gritos...

Opa, começaram por volta de nove da manhã e ia ter simulação de incêndio. Ou seja, quase todo o condomínio na área principal. Quando a mulher parou de gritar, todo mundo aplaudiu. E começou a maior gritaria, como se o cara tivesse feito o gol. Depois disso, nunca mais ouvimos. Acho que eles gostavam de gritar para tentar causar algum desconforto, sei lá. E quando viu o condomínio torcendo por eles, pararam.

Tem que retribuir o constrangimento. Eu acho que é sobre... A gente tá com esse episódio aqui anotado nas pautas. Retribuir constrangimento, gente. E acho que realmente... Gente, tem momentos que são necessários a... Eu também acho. Essa retribuição. Acho que é só assim que algumas pessoas aprendem.

A Laura Chinchila está trazendo aqui uma colocação, que acho que faz sentido até. Não sei se é coisa da minha cabeça, mas para mim, reunião de condomínio é coisa de proprietário. Como eu moro de aluguel, nem vou. Pode ir quem mora de aluguel. E aqui, realmente, amigo, agora eu fiquei com esse questionamento. Eu acho que sim, se você mora no prédio. Eu acho que sim, principalmente quando você quer levar uma reclamação, por exemplo, de barulho.

Às vezes o proprietário não mora lá, quem mora é você, né? Então você quer reclamar de algo, quer trazer algo pro condomínio ali, aqui, né, a entrada do nosso prédio, né? Isso, a gente é proprietário do nosso apartamento.

Mas a entrada aqui do prédio, se a gente estivesse alugando, poderia ser uma reclamação de uma pessoa que mora aqui de aluguel. E, poxa, falta aqui uma cobertura, porque eu me molho toda vez. Às vezes, não consigo entrar. Às vezes, o portão está aberto, não consigo abrir com a chave, que é o que acontece às vezes. E aí, tem um plano de não ter uma cobertura, eu fico preso aqui na chuva.

Então, acho que às vezes é válido pro morador também, né? Independente se é dono. Mas eu acho que a gente tinha esse pensamento nos outros prédios que a gente morou mesmo. Que como a gente não era dono... É, a gente não se importava tanto de estar presente, né? E a gente não tinha tantos perrengues. A gente tinha umas pequenas confusões ali. Às vezes era mais do de tratamento. Às vezes tinha alguns...

funcionários do prédio, e acho que em um que a gente morou, que era meio… Acho que tem uns dois, assim, né? Que tratava a gente mal, assim, né? Mas eram um de, sei lá, de dois ou três que eram muito gente boa. É, exato. Então a gente fica, vai, vamos reclamar? Deixa, sabe? Deixa, deixa. É, tem coisa que a gente… Eu e o Fih, a gente releva muita coisa, assim. Às vezes eu acho que a gente é até meio tonto, sabe? De relevar tanto as coisas. Mas, ai, gente, às vezes eu prefiro evitar. Ai, vamos evitar a fadiga, sabe? Não é sobre evitar a fadiga, às vezes? É.

Ai, vamos evitar a fadiga, sabe? Como era algo rápido ali, né? É, gente, poxa. Azeite de Dendê. Divos moram com meu namorado há três anos no mesmo prédio. E fomos duas vezes nas reuniões, né? Tá. Não conhecemos e não falamos com ninguém. Somos duas chatas.

Quando a gente foi, ficamos sabendo de tanta treta que eu mesmo trabalhando em home, não fazia ideia que acontecia no prédio. Fiquei em choque. Então, é bom que às vezes você se situa de caos alheios ali na reunião, né? Essa é uma... Pra quem gosta de futrecagem, o bom de ir na reunião é isso. Você volta com fofoca.

Você volta com fofocas, você volta… E assim, você acaba se introduzindo como um personagem também dali, sabe? Nada como você estar presente pra saber. É, também acho, também acho. Às vezes a presença não paga a fofoca contada.

Então, eu acho que tem que ser pessoalmente. Ó, mais um que foi síndico aqui, ó. Com amor sávio. Eu fui síndico do prédio onde moro. Fui ao inferno e voltei na minha saída. O cargo era para dois anos e aguentei dez meses. Saí depois de ter insinuado que eu estava desviando dinheiro. Depois de gastar cinco mil com a manutenção dos portões. Toquei o foda-se pra todos e renunciei.

É, então. Tem gente que tem dessas, né? É, o povo não tem noção de que gerir um prédio precisa de dinheiro. Até em caso de violência doméstica, eu atuei correndo risco de vida. Nossa, amigo. É porque tem síndico que é muito acusado de roubar, de desviar, né? Tem gente que acha que o síndico roubou. Tem todo esse esquema. É um caos, gente.

Hoje sou simplesmente morador e não me envolvo com mais ninguém do prédio. Saio calado e volto calado. Eita, Sávio, pegou um trauma. É pior que ninguém conta uma experiência boa, né? Não, ninguém conta. Jesus, como assim, né? Bem, gente, entre tensões e outras, né?

É, vamos ver o que vai acontecer na próxima reunião de condomínio aqui do nosso prédio. Eu posso ir contando pra vocês picado, assim, lá no grupo de apoiadores, né? Ó, a Lívia Lengar, sou subsíndica do meu condomínio. Aí, amor. Hum…

E não tenho paciência, porque o povo se passa demais. Tá vendo? Eu não ia ter paciência de ser subsíndico, gente. Porque ele me ofereceu ser subsíndico. Ele, ah, mas pode deixar que eu cuido de tudo. Mas, gente, sempre sobra alguma coisa, né? Ia sobrar, é a minha cara sobrar. Não, amor, acho que com a atual gestão de… Da nossa vida, né? E do nosso apartamento também, né? Porque a gente tá em muita obra ainda aqui de reforma. Ai, não dá, gente. Não dá. É meio complicado mesmo, né? Acho que tá numa situação que não dá.

Muito caótica. Mas é isso, quem sabe num futuro, né? A gente fica aí a depender de… Iás. Pra quem não sabe, a gente tem os íntimos, né? E nos íntimos, né, onde a gente faz um episódio especial respondendo coisas que vocês mandam, comentando algo que vocês mandaram pra gente lá, né? No número exclusivo do íntimos.

Também temos um grupo no Telegram. E hoje eu entrei aqui no grupo do Telegram. Você entrou? Eu falei que a gente podia entrar e ler, né? É, então. Aqui, ó. A Karen tá falando que o Juliano é péssimo em prova. Tá falando de… Eles estão comentando BBB, né? Ah, eles falam muito de Big Brother. Que tá tendo prova, né? Agora. Parece que a Ana Paula foi muito bem, né? Na primeira etapa. Ah, mas acho que ela… Será que ela já foi eliminada ou não? Não sei.

Ixi, será que já foi? Bom, porque eu nunca tenho esperança na Ana Paula. É, deixa eu ver mais. Tem gente falando que fez exame aqui pra bariátrica. O povo fala de tudo. Estão falando aqui do vídeo da Lorelay, que ela lançou agora. Sobre o testamento de Anitta Harley. Ai, a Quinn fez! A Lorelay fez, minha opinião, o testamento de Anitta Harley. E ela está montada de Anitta Harley. Inclusive, ela foi na hora do VT de Anitta Harley essa semana. Gente, na hora que ela apareceu lá.

Com esse visual, a gente quase morreu. Icônico, né? Foi muito icônico. Icônico. Então fica a dica aí de vídeo e também de série. E caso você não tenha paciência de ver a série, tem uma matéria que o Fantástico fez sobre a Anitta Harley. Que foi a que a gente assistiu, né, no fim. É, que tem, assim, parte dos desdobramentos. Não sei se tem tudo. Gente, um bafão, um bafão. Mas tem parte. Mas eu quero muito ver o documentário do Globoplay. Tô falando pra gente ver.

Quero muito ver. É, também, gente. É uma história muito doida, né, gente? Bafão. Resumindo rapidinho, Anitta Harley é a dona da rede Pernambucanas, né? De roupas, de coisas de cama, né? Pernambucanas, que é uma loja bem famosa, né? Da nossa geração, né? Era uma das mais, assim, famosas e tal, né? E ela entrou em coma, já vai fazer dez anos. É muita coisa, né, gente? E aí virou uma briga na justiça quem herdaria o...

A grana dela, né? Todo o império dela. E os cuidados dela, porque ela ainda segue internada em coma. E acabou que tem uma disputa entre duas mulheres, que se dizem ali curadoras do rolê. Porém, tem o filho de uma delas que entrou na confusão. E tem mais outras pessoas no meio dessa história. Um caos. Ou seja, gente, vão assistir, tá? Que por aqui a gente vai tentar ver também.

E nos íntimos, só BBB aqui. Vários questionamentos e confusões. É, eles mal falam da gente agora, tá? Antes a gente postava coisa, tudo virava print. Agora, acabou. Acabou, acabou, acabou. Tem gente que fez pizza de liquidificador aqui, hein? Olha, uma delícia. Uma aparência gostosa. Vamos nessa então, amor, que a gente tem que se arrumar. Vamos, a gente hoje vai pro Noi ao vivo.

Lá no Teatro Bradesco. Então nos vemos lá, quem estiver por lá, hein. Pois é, gente. E amanhã tem episódio pra apoiadores. E na semana que vem voltamos com mais Diva da Diva, tá bom? Um beijo! Beijo! Tchau!