Episódios de Divã da Diva

#215 - Retribuindo constrangimentos

15 de maio de 202652min
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Participantes neste episódio2
E

Edu

HostInfluencer
F

Felipe

HostInfluencer
Assuntos1
  • Represálias e retaliaçãoLarissa Manoela e Justin Bieber · Juliano Casarré · Vinícius Oliveira · Intolerância religiosa · Comentários sobre peso · Assertividade e grosseria · Dizer não · Camila Loures e Álvaro · Tretas de internet · Vanessa Wolff · Jana Rosa · Michael Jackson vs. Tina Turner · Madonna vs. Lady Gaga · Silêncio como resposta · Blogs e Carlinhos Maia · Doenças como justificativa · Ana Paula Renaud · Transfobia · Homofobia recreativa · Ser gay · Ser trans · Comentários sobre corpo e filhos · Namoro e casamento · Religião e planos de Deus · Comentários sobre peso em churrasco · Filho de secretário de educação · Comentários sobre corno · Comentários sobre ser gordo · Comentários sobre ser feio
Transcrição139 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Olá, divos e divas! Tá começando agora mais um episódio do Divã da Diva, o podcast oficial do Divã Depressão. Eu sou o Edu. E eu sou o Felipe. E, gente, vocês são do tipo que consegue retribuir o constrangimento? A pessoa chega em você, te coloca numa situação constrangedora, faz uma piada sem graça. Só que ao invés de você engolir, como muitos já fizeram aí a vida toda, você não. Você vai lá e retribui o constrangimento à altura.

Exatamente. Humilha. Humilha, o famoso humilha. Recentemente tivemos a Larissa Manoela no nosso canal, né? Sim, ela retribuiu o constrangimento, né? É, porque primeiramente constrangimos ela, né? Mostrando os looks dela do passado, né? Exatamente. E aí, em determinado momento, falamos do show do Justin Bieber, né? Que o Eduardo falou, né? Que achou preguiçoso o show. É, que ele fica sentado reagindo coisa, né? É.

É, né? E aí a Lari, como uma Belieber… Acho que é isso o nome. Beliebers. Ela falou, ué, mas você tá sentada também reagindo aos meus looks. Só que aí, em resposta à Larissa, o meu trabalho é ficar sentado reagindo. O do Justin era fazer um show decente pros fãs. E aí recortaram isso e jogaram nas páginas, só que tá todo mundo me defendendo. Não, todo mundo, todo mundo não. A maioria. Muitos fãs do Justin aqui… É, lógico que vão passar pano pra ele.

Na verdade, acho que a maioria levou na brincadeira. Acho que a grande maioria... Não, gente, eu não senti que ela tava me constrangendo nem nada. Era um grande cacacá. Mas um comentário que fica aqui em resposta a isso é que se fosse uma diva pop sentada fazendo react no YouTube, ia ter o triplo de gente caindo uma tana em cima. Nossa! Mas como é um homem...

Vou lacrar sim Abaixo casarré Mas não é sobre isso o episódio É sobre devolver o constrangimento É isso E não necessariamente é dar uma resposta Tipo, ai, destruir a pessoa Às vezes você está preparado Pra dar uma réplica Porque muita gente brincou Justamente com isso Da Larissa já soltou na hora Então é essa sagacidade De não engolir o sapo Exato

Eu acho que você pode até demorar alguns segundos, assim, analisar a situação. Pra você entender que nível de constrangimento a pessoa merece que você devolva. Porque às vezes acontece da gente não soltar. Aí passa um tempo, a gente vai pro banho. A gente tem que estar na cama. E aí eu fico imaginando mil respostas que a gente poderia ter dado, né? Ah, eu devia ter falado isso.

Toda discussão A maioria delas a gente passa por isso Eu mesmo Nossa, tem muita coisa que eu falo Ai, eu poderia ter falado isso Ai, eu poderia ter falado mais isso Porque merecia ter ouvido tal coisa também Mas aí, gente, já foi Então você tem que retribuir o constrangimento na hora Pois é, né Outro caso aí recente foi o do Juliano Casarré

Que, né, fizeram uma entrevista lá com ele, né, falando aí sobre os cursos dele e tal. E em determinado momento ele fala, ah, é… Porque no Brasil, né, as mulheres estão até mais matando os homens, né, do que os homens mandando as mulheres. Ele disse que as mulheres matam muito mais, olha que absurdo, gente. E aí o moço veio com dados…

constrangê-lo com a verdade, né? Então. Pô, não é isso que você tá falando, não. Aonde? Tem pessoas que você precisa constranger e devolver com o óbvio, né? Às vezes o óbvio também já é um constrangimento pra determinada pessoa. Mas enfim, questionamos vocês aí sobre o tema. E vocês mandaram aí vários. Inclusive, né, a gente usou aqui um exemplo, né, do Vinícius Oliveira lá do Twitter.

Que ele citou aqui, ó. Minha prima disse no almoço. Não tenho amizade com fulana. Porque ela agora é do candomblé. Isso na frente da minha tia, o bandista. E aí, vendo que minha tia ficou sem graça, eu disse. Mas ela, com certeza, deve ter um coração mais puro do que o seu. Que é crente. E...

Eu acho que tem que devolver o constrangimento. Pessoas com intolerância religiosa precisam ser devolvidas o constrangimento, gente. Porque já foi, né? Já deu já isso daí. Eu aprendi a retribuir um constrangimento que era meio assim… Sempre acontecia comigo, né? A minha mãe sempre foi uma pessoa muito de falar do meu peso, por exemplo, né?

Sei que era um tom de preocupação ali de mãe e tal, né? Mas ela sempre ficava, ai, mas tá gordinho, ai, tá gordinho. E aí um dia eu falei, ué, mas a senhora também tá, mãe. É, queridas! E aí ela ficou como? Ah, ela riu assim e tal, né? Mas aí eu falei, ai, gente, eu sempre ouvi, sempre fiquei quieto, né? Que saco, né? E aí, ai, eu vou soltar ali também, porque eu cansei também, sabe? É, tem hora que você cansa, né?

É, e aí às vezes é isso, a pessoa não espera ali essa reação, porque às vezes esse constrangimento já vem até de outros momentos. Às vezes esse constrangimento é necessário pra pessoa se tocar também. É, geralmente essas pessoas não se tocam, mas também não é por isso que você vai deixar de falar, sabe? Ela vai ficar constrangida por alguns segundos, mas isso também não significa que ela vai mudar depois. Não, não, mas eu acho que é mais sobre você, porque isso te alivia um pouco, sabe? Aham, com certeza. Te alivia, com certeza.

Você lembra alguma situação? Pior que eu não tô lembrando alguma situação que eu retribuí constrangimento, gente. Deixa eu tentar lembrar. Porque eu sou a pessoa blenta, assim, né. Acho que tem momentos aí já. Eu hablo, assim, as coisas. Mas eu não lembro, assim, exatamente. De uma situação agora recente, assim… Acho que conforme a gente for fazendo o episódio, você vai lembrar de algum. Talvez eu lembre, assim. Você já retribuiu algum já, com certeza. Não, com certeza eu já retribuí constrangimento. Mas é que eu realmente não lembro, assim, sabe?

Eu não lembro exatamente o que, mas... Você vai lembrar, com certeza. Bom, vamos seguir aqui, ó. A Bruna, vou começar com a Bruna, tá? Nossa, muito difícil devolver o constrangimento. Na verdade, me acho uma grande de uma pamonha.

Eu costumo falar que tenho uma coleção de desaforos, porque tô sempre levando um desaforo pra casa. Haja terapia pra aprender a ser mais reativa, de forma assertiva. Realmente. Você ser reativo de forma assertiva é uma linha muito tênue de te colocarem numa caixinha de ai, como ela é grossa. Porque me colocam nessa caixinha, tá? Ai, o Edu é muito grosso, o Edu é muito estúpido, ai, o Edu fala nervoso. Me colocam muito nesse lugar, gente. Sempre assim. Coisas de dudas, né? A Duda...

A Duda Meneghete também, né. E aí as pessoas me colocam nesse lugar. E assim, gente, hoje em dia eu respondo, sabe? Eu hablo, assim. Você habla. Ah, eu hablo, porque também não é só sobre isso, sabe? Ah, é só porque eu tô falando que eu acho que eu sou grosso, sou nervoso? É, eu vi até um tweet.

Acho que hoje, o homem… Se fuder, né? Falando assim, é… Acho muito engraçado como as pessoas levam a mal o rolê quando você fala assim. É… tipo… Por que você não quer ir? Ah, porque eu não quero. Sim. Aí as pessoas acham ruim. Só que no fim, assim, é porque eu não quero. Eu acho que era uma coisa assim. E assim, eu posso não querer, enfim, né? Então, bom, eu sou… A gente tem um clássico episódio aqui que é aprender a dizer não, né? É, que é uma coisa… Eu, isso daí, eu não…

Não vou ir pronto, gente, se eu não quero, sabe? Eu sou essa pessoa. Eu era mais, acho que nem você, colega. Que você também falou de segurar, né? E acho que você trouxe até um ponto legal, né? De também ser assertiva no momento. Porque às vezes também você entende as coisas errado. E às vezes você dá uma patada à toa. Pode ser pior pra você, porque às vezes você entendeu errado. Você tem que ter certeza. Acho que realmente não dá pra você sair também já distribuindo, né? Acho que você tem que...

às vezes é isso, né, às vezes não é imediato até com essa preocupação de você...

questionar, é isso mesmo que você disse? É, sabe, até validar o que você ouviu pra ter uma resposta pra também não sair. Mas eu acho que na maioria das vezes a gente entende muito bem, né, o que as pessoas falam, acho que na maioria dos casos. A gente sabe muito bem as intenções, né. Sim, a gente sabe muito bem. Que nem o moço do exemplo, né, ele sabia muito bem ali quando a pessoa falou, né, é explícito, não tem uma outra opção, né, do que você está falando. Sim, sim.

E acho que é complicado mesmo. A gente que, né... São jeitos de cada um. Eu era assim também, de me segurar. Mas aí chegou um momento que eu pensei, pô...

Não é bom pra mim. Quero também falar, né? Que foi o caso da minha mãe, né? Já era uma coisa que me incomodava há muito tempo. Falei, ai, vou falar também. Que saco, né? E me aliviou muito falar depois. É, e a Pascala nunca mais falou nada depois disso. Ai, pior que ela fala. Ela fala. Mas hoje ela tá… Mais tranquilinha, né? Hoje ela tá mais idosa também. Tem outras coisas, outros pontos ali também, né? Mas naquele momento foi a forma de… E me aliviou, sabe? Assim.

É, tem que falar, gente. Acho que é um exercício de terapia aí, né? Ou pequenos testes. Vai fazendo com quem você tem intimidade primeiro. Pra depois você fazer com quem você não tem. É isso aí. Talita SF, underline. Desde pequena, eu sempre devolvi constrangimento.

Ah, isso é uma coisa da criança, né? A criança devolve constrangimento, gente. Na verdade, é de se pensar até, né? Será que todos nós nascemos retribuindo e com a sociedade vamos nos podando? Acho que não, acho que tem criança que é mais tímida. Tem criança que não fala as coisas. Acho que tem criança que fala muito e tem criança que não fala. É, a Maís é um bom exemplo, né? Ela retribuía constrangimento. Nossa, a Maís, ela causava o constrangimento, né? Não é que ela retribuía.

Bem, ó, desde pequena, mesmo sem perceber. É quando a gente não percebe, né? E por muito tempo fui taxada de bocuda e respondona. Aí, Eduardo, hoje sou grata pelo meu jeito, porque descobri que nem todos conseguem ser assim. E porque não deixo ninguém ultrapassar meus limites. Olha, aqui a Thalita traz justamente isso. Acaba aqui pra sua saúde mental. Aí no fim é melhor você...

Né? Todo mundo sabe que não pode ultrapassar o limite com você. Eu acho que eu também já tenho um jeito que as pessoas ficam meio assim. Mas ainda assim, tem gente muito folgada na minha vida, tá? Isso não limita nada. Tem gente muito folgada. Eu acho que eu atraio, assim. Eu falo sempre pro Fih que tem uma galera folgada, assim. Mas se eu tiver que hablar, eu hablo, gente. Você habla? Eu hablo. Sim.

Mas não consigo lembrar de nenhum pra contar. Que ódio, queria tanto lembrar. Não, né? Nossa, Eduardo. Ah, eu não consigo lembrar, gente. Rebeca.Moraes. Eu sou uma tonta. Fui ensinada a não devolver na mesma moeda. E não sei fazer isso até hoje. Muita gente não consegue. É porque tem a questão da vingança, né? Tem gente que acha...

Não é sobre vingança, gente. Não é vingança, gente. Não é uma vingança. É você retribuir o constrangimento que a pessoa lhe causou. Se a pessoa lhe causou um constrangimento, você retribui, né? É, então… Assim, se você fosse ser de uma forma madura, você chama a pessoa de lado, aí você conversa com ela. Eu acho que tem casos e casos. Tem casos que dá pra você fazer isso. Mas tem casos que você… Ai, gente.

Não dá, não engule essa não, né? Alguns meses atrás, uma colega de trabalho perguntou se eu estava comendo bem. E se eu estava cozinhando. Oxi, moro sozinha há um ano já. Porque eu estava muito magrinha. Ai, nossa, um clássico. Fiquei abismada com a audácia.

E não sabia o que responder. Fim da história. Foi eu que escutei Babuseira novamente e fiquei quieta. Rebeca, amiga, você tinha a chance de falar ué, tá preocupada? Me paga o almoço de hoje, então. É, filha da puta. Tá preocupada com o meu peso? Esse rolê do peso tá sendo um assunto atual, né? A Camila Loures, ela constrangeu o Álvaro no podcast e o Álvaro retribuiu o constrangimento, né?

Que aí ela falou que também estava retribuindo outros constrangimentos da parte dele de amigos. Então. Então. E aí ficou um jogando pro outro, né? Será que a internet é o melhor local de você retribuir o constrangimento? É. Aí também, aqui temos um ponto. Perigoso, perigoso. Porque aí, né, não é só sobre você e a pessoa, né? Envolve um…

Um grande palco online aí também, né? Tivemos a live... Vamos ter a live ainda, né? Vamos ter. Que saiu hoje o episódio, né? É, eu acho que... Se esse episódio... Já teve a live, então? Já teve? Já, porque esse episódio sai meia-noite. Ah, é? Então, a live de hoje do Diva Depressão ao vivo foi sobre tretas de internet. E lá questionamos grandes nomes, Vanessa Wolff e Jana Rosa, pra debater esse assunto. Vão lá assistir, gente. Já tá no ar lá. Então vão lá, porque elas vão dar opinião se elas constrangem também. Se elas...

Causam o constrangimento pro oposto. Exato. Mas, Rebeca, fica a dica aí, amiga. O negócio, amiga, é que é assim, ó. Você deixou passar uma, mas na segunda, se você se arrependeu da primeira, acho que você tem que soltar. Eu acho também. Na segunda já… Porque a pessoa já falou uma vez, você poupou. Se ela volta, ó, caralho, agora você tá merecendo ouvir, sabe? Você mentalizou respostas, sabe? Então as respostas já vão estar na sua cabeça. Então, rebata. Nem que seja com um risinho depois.

É, então. Eu acho que é isso. Titatule. Meu ex-ficante era obeso. Começou a tomar mão de aro e falou pra mim que quando ficasse gostoso, eu não precisava me preocupar. Que ele ia lembrar de mim, porque peguei ele quando ele era feio. Pois eu lancei, então eu nunca vou ter que me preocupar. Moral, tomou e não deu efeito algum.

É complicado quando você tem que retribuir o constrangimento com a pessoa que você tá junto, né? Poxa, sabe? Chegar nesse ponto aí, puta que pariu, né? Mas também é o que ele fala também. É, trouxa. Que péssimo. Ai, muito trouxa. Nossa, achei que você achando… Nossa, já tá se achando aí, né? Olha, ai, eu amei. E eu amei que você terminou também.

Aqueles. O Romulo André Alves, ele tá aqui, ele tá trazendo uma opinião controversa aqui, né? O que a gente tá falando. Minha bisavó me ensinou que o silêncio pode ser muitas vezes a maior resposta. E trouxe esse ponto. E que o desprezo pode ser mais mortal que o barulho. Já fui jovem.

Aliás, já fui o jovem que acha que resposta pra tudo vai mudar o cenário ou as pessoas. Mas com o tempo, a gente vai aprendendo que se desgastar só afeta a nós. E o não se importar pode machucar mais que ofender, do que reagir como uma criança da quinta série. Realmente, tem coisas... A gente passou por muitas situações que a gente preferiu ficar quieto e é melhor. Tem coisas que é melhor você ficar quieto.

Concordo, sua voz sábia. Porque aí também, quando a gente tá falando aqui de retribuir o constrangimento, gente, não é justamente situações extremamente sérias, assim. E tudo que aconteça na sua vida. Não, não é isso também. Acho que existem situações e situações… Tem coisa que é banal ali do dia a dia, mas que enche o saco e que merece você dar uma resposta.

E tem coisa que não também, entendeu? Também não é sobre tudo. Também acho. É isso do nivelar também, né? Porque senão acho que você vai virando uma pessoa que só vai dando patada em tudo. E é isso, às vezes as pessoas se equivocam ali numa coisa que solta, sem querer. Ou às vezes a pessoa… Eu acho que assim, a gente fala que às vezes a maioria das pessoas vai continuar sendo a mesma. Mas acho que não. Acho que algumas pessoas, depois de alguma patada, elas acabam refletindo um pouco mais.

Antes de se precipitar ali. Eu acho que é alguma assim, sabe? Eu acho que dá pra também tocar. Principalmente quando é do nosso círculo próximo, né? Eu acho que se há alguém ali que a gente convive muito, não é agradável a gente ser sempre uma situação dessa. O melhor é se resolver. Às vezes sai uma patada dessa, mas depois vale, às vezes, uma conversa de ai, poxa, eu te dei essa resposta porque eu...

Achei chato você falando que eu tô magra. Você tá falando que eu tô… Sabe? Acho que às vezes, obviamente, se é uma pessoa que está no seu círculo, é melhor se resolver do que ficar numa eterna troca de farpas, né? Um caso muito que eu vejo às vezes as pessoas recortando sobre silêncio é a entrevista da Blogs com o Carlinhos Maia. Que a Blogs pergunta Carlinhos Maia por Carlinhos Maia. E aí ele fica falando um monte de coisa. E aí ela fica quieta, né?

E a Blogs poderia fazer mil piadas e tal. E ela fica em silêncio. E ali muita gente fala, né, que manter-se o silêncio foi uma grande resposta ali. Porque aí ele continuou falando um monte de baboseira. E ele mesmo…

É, morreu pela boca, né? Então, Romulo, sua avó tá certa. Em alguns casos. Em alguns casos também, né? Nossa, muita gente falando de peso, tá? Que a pessoa fala que tá gorda. Muita gente... Gente. Eu acho que talvez é um constrangimento clássico, assim, né? A pessoa reparar no peso da outra e comentar, né? E se sentir na liberdade de falar, né? É, tanto quanto tá magra demais, é gorda, nunca tá bom, né?

Eu estou Eu estou numa fase de aprender a devolver O constrangimento, porque já escutei muita coisa Fiquei quieto, e foi aquele climão Mas agora fico mais atento pra dar uma resposta Porque nem sempre você tem a resposta Na ponta da língua É um treinamento que você tem que ir fazendo Você vai treinando Você vai treinando Tem até um vídeo de uma menina que vai dar uma resposta Simbola toda É, ela simbola inteira É, gente É, gente

Você tem que tomar cuidado pra você não se embolar. Quando você retribui o consentimento sem se embolar, sai como um fecho, assim, entendeu? É, você se embola, dá uma quebrada, né? É, dá uma quebrada no clima da coisa. E é a minha cara, errar tudo o que vai falar. Não é não, você fala assim. Nossa, eu falo tudo errado.

Eu fui dar o fecho do ratinho, né, na última live lá. Ah, você deu o fecho. Mas na minha cabeça eu tinha ensaiado palavras muito mais babadeiras. Olha! Aí se eu falar… A pior coisa é você ensaiar, gente. Não, ensaiei mentalmente. Fiquei assim, em frente ao espelho. Os ensaios da Maxiane. Isso. A pior coisa são os ensaios. Você acha pior ensaiar a vida? Eu acho pior. Tem que ser naturalmente? Eu acho que tem que ser na hora. Tá. Tem que hablar na hora.

Terminou aí? Aquela moça do Jamie. Eu devolvo horrores. Já cansei de passar de grossa e otária tentando ser legal. Agora eu sou grossa propositalmente e irônica. Ah, você emagreceu bem, o que fez? Tive crises de depressão e ansiedade. Super eficiente. Ah, ela… Eu devolvo… Ah, isso eu falo. Isso eu faço, gente. Fala da doença.

Da doença eu falo. É, o Eduardo fala… Ai, pronto, lembrou aí. É, eu tive tumor no saco, gente. Eu tive tumor no testículo, tive infecção. Isso. Fiquei internado. Essas coisas eu falo. É, a Lari também no vídeo, ela falou, né. Eu tava com o pescoço quebrado. Exato. A cabeça sai no pus. É. Ela também foi… Você tem que… é isso, você tem que hablar, sim. Tem, tem que hablar. Às vezes é isso, ó. Você nem precisou ser grosso, você só falou a verdade. Tem!

Que às vezes a gente omite pra não... Ai, vou fazer um climão, né, não vou falar. Aí fala, entendeu? Vou falar assim. As pessoas têm muita... Eu passo muito por isso, assim. Eu falo uma coisa... Ai, que pesado! Só que, gente, é isso. Quando eu falo de morte, todo mundo morre, gente. Você vai fazer o quê?

É agradável? Não é agradável. Mas o que a gente vai fazer? É a mesma coisa, tive tumor maligno, gente. O que eu vou fazer? Tô vivo? É verdade. Françoelle 5. Inclusive, gente, eu tô lendo aqui do Instagram. Você pode entrar lá no Instagram do podcast. Podcast diva da diva. Você também pode mandar. Sem acento.

Lá também no Twitter, a gente também joga o tema, né? Arroba Diva Depressão. Isso. E aproveitando, gente, toda sexta… Aliás, toda segunda tem episódio pra apoiadores na Orelo. E no Apoia-se por R$10,00 por mês. É um episódio extra lá, onde você manda áudio, a gente ouve, fofoca, desabafa. Vai lá assinar.

Hoje a gente vai falar mais uma vez lá de Três Graças. Isso, na segunda-feira, na segunda-feira. Já vai ter acabado. É, Três Graças acaba nessa sexta. A gente tá gravando agora a segunda, então a gente vai conseguir falar do fim da novela. Isso, vamos falar do fim da novela, gente. Tomara que seja um fim bom, né? Gente, expectativas lá em cima, tá? É, pra Sueli Zinco. Coloquei como meta esse ano devolver constrangimento.

Esses dias, um tio meu me viu falando do Michael Jackson. Sou extremamente fã do Michael. E ele disse, pra mim, quem gosta de Michael Jackson tem um péssimo gosto.

Aí eu disse, pra mim, quem gosta de Tina Turner é pior ainda. Pois ele é completamente obcecado por ela. Enfim, tô nessa vibe esse ano. Amei. Ó, você vê, foi uma coisa leve. Isso, é um fecho de diva pop. É, ela nem se aprofundou. Fechos pop é o que mais tem no Twitter, gente. Nossa, como não se pode gostar de Michael Jackson.

E aí eu sei que você foi ali pra pegar no calo dele, né? Mas também não tem como não gostar da Tina Turner, gente. É, dois quingos, né? Mas eu entendo, porque é isso, né? Tem a eterna rixa entre fãs de Madonna e Gaga. Eu escuto as músicas da Gaga, gosto da Gaga. Mas se alguém me alfineta a Madonna em pró de Lady Gaga, eu também vou debater alguma coisa. A gente vai ter coisas pra falar. Vamos ter coisas pra falar. Tenho coisas pra falar aí. É sempre importante ter essa carta na manga.

Do fecho pop. Com números. Tio Felipe, underline Matheus. Eu devolvo mesmo. Se a pessoa escolheu falar algo constrangedor pra mim, ela também precisa estar preparada para ouvir uma resposta três vezes pior. Meu Deus. Olha. Respeito gera respeito. Chique, tá certo. Você vê que nem é equiparar. É três vezes pior. Aqui o tio Felipe falou. Ele é subterrâneo. Mas eu acho que ser subterrâneo às vezes também dá uma… Ai, nossa.

Ó, mas pra você ver aqui, ó. A Carisma Duvidoso mandou aqui. Desde quando eu resolvi devolver o constrangimento, eu não tive mais oportunidades. Nada mais aconteceu. Às vezes você decide e nada mais acontece também.

É porque as pessoas ficam mais atentas. É, é a lei do universo. Assim que você decide… É, no primeiro não, né, que é aquele rolê do episódio do não, dizer não. Às vezes, a partir de um primeiro não, as coisas já vão mudando. E eu acho que do constrangimento também, né. A pessoa que te dava alfinetada sempre…

É, eu… Normalmente dá uma parada, né? Não vai mais falando tanto e tal. Exato, exato. Né? Por isso é até melhor, assim, né? Muita gente fala sobre vingança. A retribuição do constrangimento, que é ali na cara da pessoa, às vezes é bem melhor. Às vezes é bem melhor. Porque você fica maquinando, ai, vou me vingar de alguém.

Às vezes, você retribua ali na cara, faz com que a pessoa, inclusive, já pare de fazer e nunca mais faça pra você. Exato, também acho. Marcos Vinícius. Sempre devolvi o constrangimento, porém, com pessoas que merecem. Porque eu entendo que tem gente que não faz por mal. Ou eu prefiro acreditar nisso. Mas eu aprendi uma tática infalível. Olha aí, meninas, anotem, tá? Quando alguém disser algo desconfortável, responda com não entendi.

Ou, pode me explicar? Ou, por que você acha isso? Ou então, minta. Simplesmente, falou da sua barriga, inventa um problema no estômago incurável. Falou do seu cabelo, fala que tá caindo por causa de um tratamento.

É, colocar a culpa numa doença sempre pode retribuir um constrangimento pesado. É, porque com doença não se brinca, né? Então é melhor não. Normalmente é um consenso. Ah, e se mente sim. Ai, amor, não se mente não. Pra constranger é válido. Olha… Eu tenho um transtorno. Fala assim, eu tenho um transtorno. Eu tenho um transtorno, e aí? É o que a Vanessa Wolff, inclusive, faz muito, né? Ela faz, a Vanessa faz. A depressão… Eu sou depressiva. Eu vou me…

Ela fala coisas pesadíssimas Ela fala, é, parabéns, agora eu Agora eu Vou me medicar

É que na Vanessa já entra em um outro tom, a gente ri. Então, exato. Do jeito que ela fala, né? Mas é meio que ela faz, né? Se a gente for ver. Ó, mais uma aqui. A Jordan. Jordana Cruzeiro também não consegue, gente. Eu sou exatamente a trouxa que só responde o constrangimento três horas depois. Ou quando estou sozinha, criando 57 cenários diferentes na minha própria novela brasileira vencedora do Emmy. É, amiga.

Às vezes também a gente se entender que é… É, sobre a gente entender que faz parte, né. Aí vale uma vingança de você causar um constrangimento na pessoa? Às vezes eu acho que não. Porque às vezes você vai… Eu me respondendo. Porque às vezes você vai tentar causar, aí você leva um fecho. É, então. Você tem que estar pronto pra isso. É, então. Eu quis lá falar na cara da Larissa Manoela que o show do Josh Beaver foi um lixo. Exatamente. E ela falou que eu tava fazendo a mesma coisa que ele sentado reagindo. Então agora…

15 dias depois, Larissa, eu estou te respondendo. O meu trabalho é sentar e reagir. O do Justin era ficar de pé e cantar. Tem mais aí? Elton, numa discussão com minha mãe evangélica, a gente dentro… Tá, teve essa discussão, né?

A gente dentro da Kombi da igreja, ela começou a falar que um dia eu ia voltar pro caminho certo e tals. Até a hora que eu já não me aguentava mais e soltei. Se pra ser feliz eu preciso ir pro inferno, então eu vou mesmo. Vou descer de tobogã. Ai, que absurdo. A discussão acabou na hora e passamos o resto da viagem em silêncio. Ai, é pior, né? Fica horrível. Constrangimentos religiosos. Mas ela mereceu?

Eu acho. É, né? Então. É isso, né? Acho que esse constrangimento de você se assumir é uma coisa assim complicada, né? Eu vejo outra, né? Hoje em dia, algumas pessoas falando que quando eu me assumi foi horrível e eu não consegui nem falar exatamente, né?

E fica essa por essas também, né? Porque às vezes é um assunto que você nem volta a falar com seus pais, né? As coisas vão fluindo, né? Mas já vi pessoas falando que já rebateram quando se assumiu. A família não quis aceitar, pois bateu boca. E eu acho isso maravilhoso.

Porque é uma coisa que não é sobre as pessoas, né? Na verdade, a gente ainda tá fazendo algo que a gente nem precisaria estar fazendo. Assumir o que a gente é, o que a gente gosta. É, gente. Coisas complicadas da vida, né? É, mas aí às vezes é isso, né? Às vezes também a gente não retribui. Também é o jeito a seguir em frente, né, meninas?

I am Júlia de Cássia. Amo devolver constrangimento. Se você passa a deixar as pessoas, principalmente no trabalho, ficarem fazendo você de besta e tirando você, elas vão cada vez mais te deixando mal da cabeça.

Concordo, Júlia, aqui nesse ponto, porque trabalho é, às vezes, um lugar onde as pessoas fazem isso propositalmente, não sei, sabe? Elas não sabem lidar, não sei, socialmente. Ó, o JP até falou aqui, uma vez no trabalho, um cara veio de homofobia recreativa pra mim, dizendo numa reunião. Não senta muito perto de mim, não. Cuidado, kkkk. E eu, relaxa, nunca pegaria um feio que nem tu.

É isso? Não teve o seu rolê do trabalho? Que você falou de ser gay? Lá na editora? Você retribuiu o constrangimento? Não, é que a mulher meio que expôs que eu era gay assim. E eu não falei nada. Você não falou nada? Acho que eu não falei nada. Porque também ninguém... Eu nunca sofri um preconceito na editora onde eu trabalhava.

Porque às vezes é aquilo, né? É, eu nunca sofri um preconceito. Ela falou do jeito que ela não devia ter falado. Certo. Mas nunca senti preconceito lá, sabe? Certo. Não, não, mas nem trazendo questão do preconceito. Sim, sim, sim.

Gente, a minha presença já era uma retribuição De constrangimento Porque eu babilonizava na editora Sobia na mesa, dançava Usava minhas roupas agarradas, de viadinho Então às vezes também é um tipo de provocação Exato, você impor a sua presença Como você é, do jeito que você é Também retribui o constrangimento Isso é verdade, amor

Você não pode deixar de ser quem você é por causa dos outros, entendeu? Iás. Ó, a Júlia continuou contando o caso dela aqui do trabalho. Uma vez estava comentando que achava meu peito muito grande. E a senhora, que implica muito comigo no trabalho, disse que quando eu tivesse filhos, iria ficar maior ainda. E ainda murcho. Aí eu disse que por isso que não queria ter filhos. Daí ficaria igual a ela, com o peito no joelho. Olha.

depois que aprendi não deixe ninguém tirar onda com a minha cara ó Júlia

É, tem umas pessoas que é isso também, né? A gente fica, ai, é senhora. Ai, senhora. Né, senhor. É, mas também não é desculpa não, gente. Gente, já foi a época. Só porque é velho, pode falar o que quer? Já foi a época. Ah, faça-me o favor, toma vergonha na cara. Deveria ser o contrário, né? Velho que deveria ter vergonha na cara. É que você é velho e tá falando essas barbaridades? É, velho, ao invés de dar o exemplo. Concordo, amor. Ah, nem venha. Com essa de que, ai, é senhor, pode falar.

Aman Lemos.

observação, eu e minhas primas somos solteiras, e a família em si não dá a mínima pra isso, de fato, tá cada um vivendo a vida.

E aí ela falou, a Amanda é mais uma da família que passou dos 30 e não arrumou ninguém. Olha, gente. É, elas têm isso, né, gente? Pra quê, né? Tipo, foda-se, né? Foda-se. E aí, o que isso te diz respeito, sabe? Eu não sei também se é isso, né? Tem coisas, frases e questionamentos que são meio...

Enraizado socialmente Tipo, ai, quando vai começar a namorar? É, quando vai ter filho? Ai, esse menino cresceu Ai, que não sei o que Eu não sei se é pra puxar um assunto Né, enfim Meninos, juro Primeiro olhei ela de cima a baixo E só falei Nossa, olha pra minha vida Eu tenho 31 anos Moro sozinha e sustento a minha casa Sem depender dos meus pais Mas

Viajo pra onde eu quero nas minhas férias. Não tenho que dar satisfação pra ninguém. Pra eu começar a pensar em namorar, tem que ter o mesmo nível de vida e conhecimento que o meu. Ganhar igual ou mais do que eu. Não vou ficar com qualquer pessoa só para ter um status de relacionamento.

É, se essas são exigências suas e pra você tá tudo bem, foda-se os outros, né, gente? Mas essa foi a resposta que ela deu pra senhora. É, não, tá certo. É isso, você tá certíssima. Pois bem, a galera ficou assim. Emoji de olhinhos assim, olhando. Olhando, olhando e quinho. Foi um saindo, o outro tirando o prato da mesa. E logo depois, cada um tinha seguido o seu rumo. E depois disso, ninguém mais toca no assunto. Eu meio que de veio.

Amiga, eu acho que é isso. Não engolir o sapo. É, então. Não se preocupou com o restante da família, né. Festas de família, normalmente, tem esses constrangimentos, né. Tem, gente. Porque às vezes tem acúmulos de questões, né, familiares. E aí vai, de tempos, de meses, né. Ó, a Anna B, ela retribui o constrangimento no Natal. Anna Mary B?

Não, a Ana Bia. Ana Maria, Ana Bia. Desculpa. Meu tio foi brincar com o fato de eu nunca ter namorado. Eu tinha 22 anos, ele disse que eu estava encalhada. Aí eu respondi prontamente, melhor demorar, mas escolher bem, do que ter três separações na conta. Depois meus pais chamaram a minha atenção, porque eu constrangi ele.

E aí tem que chamar a atenção dele. É. Ai, gente, que ódio, sabe? Pra você ver como a gente recrimina as coisas… Erradas, sabe? É, deveria ser o contrário. Ou parabenizar, falar, filha, você arrasou mesmo. É, lógico, tem que falar, gente. É, eu educarei meu filho assim. Coisa de chato, sabe? Fica falando. Isso causou o constrangimento, sabe?

Ai, que ódio. Se fuder. A Naru mandou aqui, ó. Eu sempre tive muita dificuldade com isso. Ficava calada a maior parte do tempo. Um dia virou uma chavinha que me fez começar a devolver o constrangimento. E as pessoas praticamente pararam de serem babacas comigo. Ou seja, só fazem onde a gente deixa mesmo. Nossa, gente. Então tá adiantando mesmo ser uma pessoa bocuda assim? É, eu acho que as pessoas… Eu acho que impõem um pouco assim, sabe? Eu acho.

Eu acho que ajuda. Vai educando, então, as pessoas da sua volta. Acho que vai educando um pouco. Acho que vai educando um pouco. E é mesmo que você fique com essa fama de Ai, nossa, fulano, é muito chato. Ai, mas não aguento uma brincadeira. É, deixa falar, gente. Eu acho que mais vale isso, né? Como Ana Paula Renaud disse, né?

Quero me permitir ser neném. Ser mal vista, exato. Quero me permitir ser mal vista. Continuar sendo mal vista. Eu acho isso um bafo, gente. Eu também quero. É, no fim, acho que é importante, gente. Porque se a gente for querer sempre ser querido, né? Eu tenho fama de ser querido. E aí, o quê? É bruxismo, é ansiedade.

É, medicação. Precisa ser mais desquerido. Então, às vezes é sobre ser desquerido, né? Precisa ser mais desquerido às vezes. A Amandinha Reza Problem também mandou. A namora há seis anos e desde o início sempre falei pra família que não quero ter filhos. Esses dias a pauta voltou. E meu sogro falou. Você não sabe os planos de Deus pra você. Olha.

E aí eu respondi, pro plano de Deus acontecer, a gente tem que querer. E eu não quero.

Deixem meu útero em paz. Tá certo. Exatamente, Amanda. Como assim? As vontades de Deus, como assim, gente? É, acho que tem toda uma coisa cristã aí, sabe? E assim, se ele tem essa percepção, guarde para ele, né? Se ele tem essa percepção, ai, acho que os planos, né? Tudo pode acontecer. É, o religioso, né?

Mas aí, primeiro, trazer uma coisa que você já falou sobre. E ainda meio que insistir dessa forma, né? Não precisava. Ah, a Letícia falou que ela sempre tem alguma coisa pra contar no nosso podcast, mas ela sempre esquece. Eu mesma esqueci, gente.

Eu queria poder falar um monte de coisa aqui, eu esqueci. É, eu sou essa pessoa e eu esqueci, sabe? Nossa. É, porque eu acho que ultimamente também eu ando bem assim, ai, sabe? Você já tá na energia da avó do moço lá, né? Ai, gente, eu ando bem assim. Eu falo e foda-se, gostou ou não gostou, foda-se, sabe? Deixa a Niki. Ai, eu deixo, porque eu percebi também ao longo do tempo, gente, que quanto mais você se importa, só você sofre.

As outras pessoas, o outro lado, ninguém tá nem aí. É, eu acho que são fases, né? Acho que é isso. Tem gente que falando, ai, não consigo. Talvez chegue um momento que você vai conseguir, né? É, então. Eu tô pensando, eu sempre reflito, né? Às vezes a gente fala da tiazinha que reclama do barulho, né? E aí a gente pensa, ai, nossa, a pessoa reclama de tudo, né? Aquele senhor que reclama de tudo.

Às vezes ele chegou nessa altura, ele tá cansado, ele engoliu o sapo a vida inteira. Ele não aguenta mais. Ele não tá aguentando mais, entendeu? Aí já tá dando resposta, e aí fura a bola. É, então. Ai, tio, furar a bola é mancada demais, né? É muita mancada. Uma vez fui comprar o meu corotinho em uma adega, o José mandou. O corotinho. E a mulher riu na minha cara, falando que não tinha.

Perguntei pra ela o que era engraçado, já que é uma adega e deveria vender bebidas. Depois disso, ela ficou tão sem jeito que faltou instender um tapete pra eu passar. Ué, José, mas aí você ficou sem saber o que ela tava rindo? Ai, tem uma raiva quando dão risada da gente, perto assim. E você percebe que tão rindo. E aí você não... É. Então você não sabe exatamente o porquê ela tava rindo.

E se ela estivesse rindo de uma outra coisa também? É, às vezes, gente. Às vezes dá um ataque de riso. Às vezes dá um ataque de riso, a gente não aguenta segurar o riso. E não é daquilo que a gente tá rindo, sabe? Mas não é de bom tom, né? Não é de bom tom. Depois que você perguntou. Não é de bom tom. E não explica o porquê, né? Às vezes você fica… Ai, perdão, tô rindo porque…

É, ela deveria ter explicado, né. Você já é a vigésima pessoa que entrou pedindo e não tem… É, ela deveria ter explicado também. Acho que aí ela pisou na bola, Queen. Faltou uma sagacidade pra sair do constrangimento aplicado. Ó… O do Justin Bieber você tentou sair do constrangimento. Eu tenho…

Tentei... Acho que eu falei pra ela que, pô, mas aí o meu trabalho... Eu acho que eu falei uma coisa assim, não falei, gente? Tentei sair, né? Do constrante. Tentei sair, mas era tarde demais. O fecho já tava dado. Já tava dado, a Queen já havia hablado. Ó, a Yumi falou aqui, tem uma ótima. Sou obesa e em um churrasco da família do meu marido, eu estava conversando com a prima gestante dele e um tio falou bem alto. Eita, qual das duas é a grávida, hein? Olha, que filho da mãe! E eu respondi na lata.

Eu sou gorda e posso emagrecer. E você que é corno, faz o quê? Queen. É. Já expôs uma traição. Já expôs… É, eu amei. Pega no fraco ali. É, já pegou no fraco. Pega no ponto. E pra homem, né, essa coisa de corno é uma coisa assim… É, então. Nossa, né. Amei, amiga. Eu amei também.

E ainda ajudou a outra também. É, então. Também porque ficar falando da outra também. Ai, que tá grai. Falar de você falando do outro. Gente, esses homens querem ficar fazendo comentário de tudo, né? Vai se fuder. Ai, que gente chata. Nossa, que gente insuportável, sabe? Caroline Tavares, sou professora. E na minha turma tem duas crianças que precisam de professor de apoio.

E essa semana, deslocaram a professora para uma outra turma, para atender uma outra criança. Apenas porque a criança em questão é filha do secretário de educação, meu Deus. Quando a diretora me perguntou se eu sabia o motivo de estarem deslocando a professora de apoio para uma outra turma, eu respondi, sim, porque na minha turma ninguém é filho de secretário de educação.

É, querida. Achei muito gerlúcio da sua parte, Carolina. Achei, é. É um fecho, é uma... É uma retribuição com militância. E consciência de classe. A Aninha, ela tem um ponto aqui, ó. Acho que depende, porque às vezes devolver o constrangimento envolve se estressar. Aí temos que avaliar se no momento queremos paz ou queremos dar uma lição na pessoa. Mas é sobre dar uma lição, gente? Ou é só sobre você desabafar?

É, eu acho que é da intenção de cada um, né? Acho que às vezes é, você quer dar uma lição. Às vezes é só um desabafo de tanto que você já ouviu uma coisa. É, então. Algumas das coisas que a gente leu aqui, se a gente parar pra pensar, são coisas muito recorrentes. De peso, de filho, de… Sim, da mesma encheção de saco de sempre, né? E aí, às vezes é uma gota d'água que encheu um balde ali e você, ai, agora vou ouvir não hoje. Eu não vou ficar quieto não. Não dá, né? Então por isso que tem que ter cuidado na hora de falar, né? A brincadeira ou a piada ali, né?

Vou ler mais um aqui, ó. Projeção astral. Comecei a fazer isso e, nossa, como é bom. Sempre me enchem, sempre enchem meu saco por eu não querer ter filhos. Falam que se for a vontade de Deus, eu vou ter, eu vou ter. E agora eu simplesmente respondo. Se ele mandar pra mim, eu mando de volta pra ele.

Olha, pra você ver, é quase a mesma coisa que a outra colega viu. O silêncio reina e eu fico realizada vendo o climão. É porque essa frase de Deus é pronta também pra essas ocasiões de ter filho, né? É. Não quero ter filho. Ai, Deus. Tem algumas respostas, tem alguns questionamentos que já tem respostas das pessoas automáticas. Exato, exato. Essa de ter filho de Deus, aparentemente, né? É uma clássica. Já é uma clássica, né?

Departamento do foda-se. Uma prima minha evangélica disse que eu me separei do meu ex-marido porque não aceitei Jesus. Ai, meu Deus. Perguntei pra ela se as traições do marido dela eram aprovadas por ele. Caso Jesus nunca mais me encheu o saco. Nossa, metem Jesus em tudo, gente. Caraca, nossa. Pra justificar a podridão, né?

Olha aqui a Ann Poe sendo citada, amor. Amo devolver o constrangimento, já faço como o Rob. Como diz nossa Ann Poe, me permito ser mal vista. Acho que a gente suporta passar por poucas e boas com esse medo de ser maldito ou mal visto.

Mas foda-se, sabe? É sobre isso. Jó, você falou tudo aqui. Acho que a Ana Paula traz mesmo isso. E acho que muitas pessoas não entenderam, talvez, o que ela quis dizer. Mas quando ela deu essa primeira entrevista, eu achei muito emblemático mesmo. Porque eu acho que a Ana Paula, a partir de agora, vai fazer muita coisa legal. Ela já vem fazendo alguns vídeos. Ela falou sobre a escala 6x1, se eu não me engano.

Ela abordou uns temas importantes nas redes dela e tal, né? E acho que ela vai trazer mais isso. Mas até independente disso, ela quer continuar com essa frase, né? Esse mote dela. Porque no fim, a gente… De poder hablar as coisas, né? É, e ninguém vai ser perfeito. Ninguém tem como agradar todo mundo. E acho que ela sempre trouxe isso. Desde a primeira edição até dela, do BBB, né? Eu sei que a gente tá cansado de falar de BBB, né? Mas eu acho que ela é um bom exemplo…

Desse rolê do constrangimento. Sim, sim. Que ela habla mesmo. Que ela não vai engolir. E lá na casa do BBB ela fez muito isso, né? Ela não engoliu os constrangimentos e, na verdade, ela foi causar outros pra quem foi causar em cima dela. Tá certíssima. Então eu acho que ela é uma figura inspiração da retribuição do constrangimento. Onde nós todas aí devemos seguir a...

Os ensinamentos da Queen. Exatamente, né? Você já segue, né amor? Ah, eu sigo, gente. Eu sigo. Infelizmente, não tô lembrando de momentos aqui pra contar pra vocês. Mas de repente, se eu lembrar, eu posso ir falando depois, em outros episódios. Ou lá no Apoiadores também. Ó, a boneca de Neca.

Antes eu era uma tapada. Não conseguia revidar as transfobias que as pessoas geravam em mim. Principalmente as mais próximas. De uns dois anos pra cá, comecei a ser mais bocuda. Não importa se é criança, adulto, velhos e afins. Me constrangeu? Constranjo igual ou pior. E é isso, Cunha. Acho que você trouxe aqui que é criança. Pois vai causar na criança. É velho? Vou causar nesse velho também.

Mas é isso, né? Porque é de pequeno que se torce o pepino que fala, né? Eu acho também, que é por aí. E principalmente a gente que já somos aí, né? Se você for ver aqui, ó, grandes partes das reclamações são aqui questões que normalmente caem no colo das mulheres, ter filho, de peso. É, gravidez, exatamente.

É a gente que é gay, né? É você sendo uma pessoa trans. Aí é gorda, não sei o que lá. É tudo umas coisas assim. Que a gente entende, que a gente passa por cima. Mas às vezes dá uma cansada. Não passarão, gente. Retribuiremos sim o constrangimento.

É, a gente vai ter, tem que retribuir Eu sou do time que tem que retribuir O constrangimento sim, mas também Entendo quando você quer se poupar Sabe, acho que se você quiser se poupar E isso não te fizer mal Depois, acho que é por aí Também, sabe, saúde mental em primeiro lugar É, né, ó Coincidência, né, aqui antes de encerrar Tava

Mexendo aqui no Twitter, né? Vendo as respostas de vocês. Aí apareceu o corte do Rico também, que foi na Super Pop. Ai, gente! Ficou falando, né? Tava ele e uma outra influenciadora. Uma influenciadora gorda. E ele falando que ninguém acha gordo bonito. Que ninguém acha gordo bonito. Aí ele começou a falar que ninguém gosta de ser gordo. Que ninguém gosta de ser gordo.

gordo. E aí ela falou você que faz esse monte de plástico continua feio. Então a Queen também retribuiu. A Queen retribuiu e merecidamente, né? Nossa, foi certeira, assim. Eu amei. A gente tá num momento bem de confusões mesmo. A gente tá. Tem muitas tretas rolando. Esse foi o tema do Diva Depressão ao vivo. Inclusive, vão lá assistir a live que tá salva no canal, tá, gente?

A gente nunca mais viu, né, amor, os comentários do podcast. É, então, gente, as pessoas andam comentando tão pouco aqui no Spotify, sabe? Sério? Ah, não, o último teve bastante. É que a gente pediu até… O episódio de caos no cinema teve quase 70 comentários aqui no Spotify. Entra aí que eu leio o do YouTube, então. Ó, a Daniele, ela falou aqui, ó…

É um comentário polêmico, tá? Eita! A Daniela falou, sou professora e não gosto de criança barulhenta no cinema. Meu Deus. Nem em outros lugares. Meu Deus. Não importa se é desenho, já basta serem assim na escola. As pessoas precisam educar seus filhos. Não dá pra uma criança ficar gritando e atrapalhando os outros.

Se não sabe se comportar, não deveria ir. Depois, crescem e continuam sendo insuportáveis. Ninguém é obrigado a aguentar criança ou adolescente que não sabe se comportar e não para de gritar.

Ela como professora, gente, ela tem o lugar… É, então eu não vou… E assim, tem comentários imensos aqui concordando com ela, tá? Eu acho que ela traz um ponto que… Acho que também falta talvez esse cuidado dos pais em… Lembrar as crianças que, poxa, lugares que não é, né?

Mas em contraponto, será que em algum momento da história tivemos adolescentes silenciosos? Então. Crianças silenciosas. Eu acho que tem crianças que são mais quietinhas, tem outras que causam mais. E acho que sempre dá pra você educar um pouco, sim, tá?

Mas existem crianças e crianças. E sobre isso, gente, eu nem vou falar nada. Porque assim, eu não tenho filho, não quero ter. Não convivo com. Tenho criança na família e tudo mais. Não vejo todo dia. Então também não vou entrar nesse mérito aí. Porque também não faz parte do meu convívio, entendeu? E é isso. Pro meu gosto, é aquilo, né? Se eu vou num filme que eu sei que provavelmente vão ter mais crianças... Eu nem vou.

Ou eu não vou, ou pego uma sessão muito vazia. Às vezes eu vou num shopping que eu sei que não tem muito. Demos esses exemplos no episódio, né? Vamos lá ouvir, gente. Entendo quem reclama. Falamos aqui da Duda. A Duda tava comentando que ela foi no cinema. Tinha um monte de adolescente falando no filme que ela tava assistindo. Que ela tava revoltada. Aí perguntaram o filme. Aí lá é Crepúsculo. Então.

Aí também, né? Você tá pedindo, né? Né? Ó, Hawks mandou a experiência aqui, ó. Aliás, ah, é isso mesmo, ó. Fui no show, filme de show que eu fui ver, foi o da Beyoncé e do Blackpink. O do Blackpink foi puro caos. A sala abarrotada de adolescentes, todos de pé dançando, gritando e cantando as músicas em plenos pulmões.

E eu e minha amiga ainda ficamos boa parte de pé. Mas nossas lombares não aguentaram e sentamos. É sobre isso? Somos duas velhas. Já o da Beyoncé foi bem tranquilo e não teve barulho. Então, ó, não foi tão horrível assim, né?

Giovana, sou super a favor da volta dos lanterninhas. Pessoal se vestir de acordo com o filme não é problema nenhum. Mais barulho, conversa alta, luz do celular no talo, não dá. Parece realmente que o pessoal perdeu o senso de como se comportar nessas situações. Concordo. Acho que tem situações que não atrapalhando os outros, gente.

Eu acho que é sobre isso. Também acho, amiga. Não atrapalhou ninguém? Fica de boa, né? Adoro o podcast pra dormir e fazer as coisas. Obrigada, fazer as coisas. Fazer as que coisas? Não explicou aqui, tá? O povo ouve a gente lavando louça, arrumando a casa. Nossa, vocês comentaram muito nesse podcast. Comentários enormes, tá? Olha o povo dando mó testão, gente. Olha aqui.

Muitos textões. Olha, o Johan. Johan's Journal. Faz tipo uns 10 anos que não piso em um cinema. Meu Deus. Vejo filmes na velocidade 2, no conforto do meu lar. Deus que me livre. Assisti filme acelerado.

Gente, eu acho que pra mim não dá, sabe? Eu só vejo num caso muito extremo. Preciso ver pra ver tal coisa, preciso ver porque vou usar de pauta em alguma coisa. Sim, sim. Mas, gente, eu não gosto de acelerar as coisas. É, eu não consigo também não, gente. E sou contra. Eu sei que tem gente que consegue, que prefere, que vai. Mas pra mim também não dá.

Não dá, gente. A essência do negócio é captado. É que nem você ouvir as músicas aceleradas. Quer dizer, tem um estilo, né? Às vezes as pessoas aceleram pro TikTok que funciona, né? A versão acelerada. É, mas aí fica péssimo também. Eu não gosto.

Eu não gosto, eu não gosto. Nada melhor que chegar em casa do trabalho e colocar o episódio novo pra ouvir, enquanto organizo as coisas, Emanuela Machado. Olha aí, episódio novinho. Dessa vez colocamos o episódio no ar no dia certo, gente. Fernando, pra terminar, Fernanda Roberta. Meu pai comprou o DVD pirata do último Harry Potter. Só lembro da galera aplaudindo a cada cena. Ai, porque aí tem o povo... Tem o povo do cinema, né? Ai, meu Deus.

É, tem essa emoção. Pra você ver, né, ó. Os DVDs piratas, eles trazem… Trazem essa emoção do filme gravado no cinema. Eles trazem uma emoção única, né. Que é ele traz a captação do público. Do cinema pra tua casa. É, olha aí. Aí você fica com mais raiva. Aí ao invés de passar raiva só no cinema, você passa em casa também. Nossa, eu tinha muita raiva quando eu comprava DVD. Eu já comprei muito DVD pirata na vida, gente. Temos que fazer um episódio de pirataria.

Ah, é polêmico, Eduardo? Polêmico. Ah, mas eu comprava um monte de coisa pirata. Não tinha dinheiro, gente. Comprava mesmo. É, sem acesso, né? Era o que tinha aí, né? Bom, gente, é isso. Ficamos por aqui com o episódio de hoje. Vão lá assinar o episódio pra apoiadores. Segunda-feira tem episódio extra pra você começar a semana com a gente aí. Fofocando, desabafando. Lá no episódio pra apoiadores, a gente ouve áudios de vocês, vê foto.

Lê mensagem. É um episódio bem íntimos mesmo. Além da gente falar um pouco aí da nossa vida pessoal também, semana a semana. Tá bom? Iás! Um beijo pra vocês e até o próximo episódio. Isso, um bom final de semana, gente. Tchau! Tchau!

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Divã da Diva

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