Episódios de Divã da Diva

#214 - Caos no cinema!

11 de maio de 202657min
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Assuntos1
  • Violência em cinemasExperiências caóticas no cinema · Treta no cinema · Fantasias e looks no cinema · Barulho e gritaria no cinema · Volta dos lanterninhas · Mudança de dia de estreia · Regras de etiqueta no cinema · Uso do celular no cinema · Chutar a cadeira da frente · Mexer na cadeira · Filmes silenciosos vs. barulhentos · Choro alto em filmes emocionantes · Sessões de canto (Sing-along) · Crianças no cinema · Comportamento em shows no cinema · Ir ao cinema sozinho · Lugares marcados e assentos · Incêndio na cabine do projetor · Pessoas sentadas nos lugares errados · Chá revelação no cinema · Reações de fãs em filmes · Comer pipoca e salgadinhos no cinema · Filmes com legendas sem contorno · Pessoas dormindo no cinema · Filmes de terror e silêncio · Pessoas atrasadas entrando na sala · Policial armado em sessão de cinema · Casais com crianças em filmes adultos · Pegação no cinema · Pedido de casamento no cinema · Derrubar refrigerante e pipoca · Desmaio na fila do cinema · Assistir filmes em casa vs. cinema · Relançamentos de filmes · Pré-estreias e sessões de imprensa · Falta de educação do público · Comportamento em sessões de fãs · Atraso em sessões de cinema · Filmes adolescentes e comoção · Falta de noção do público · Comportamento em filmes de terror · Comportamento em filmes de super-heróis · Comportamento em filmes de suspense · Comportamento em filmes de comédia · Comportamento em filmes musicais · Comportamento em filmes de drama · Comportamento em filmes de animação · Comportamento em filmes de ação · Comportamento em filmes de ficção científica · Comportamento em filmes de fantasia · Comportamento em filmes de romance · Comportamento em filmes de suspense psicológico · Comportamento em filmes de drama psicológico · Comportamento em filmes de terror psicológico · Comportamento em filmes de suspense de ação · Comportamento em filmes de suspense de mistério · Comportamento em filmes de suspense de investigação · Comportamento em filmes de suspense de sobrevivência · Comportamento em filmes de suspense de perseguição · Comportamento em filmes de suspense de fuga · Comportamento em filmes de suspense de refém · Comportamento em filmes de suspense de sequestro · Comportamento em filmes de suspense de tortura · Comportamento em filmes de suspense de assassinato · Comportamento em filmes de suspense de crime · Comportamento em filmes de suspense de investigação criminal
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Olá, divos e divas! Tá começando agora mais um episódio do Divã da Diva, o podcast oficial do Divã Depressão. Eu sou o Edu. E eu sou o Felipe. Hoje, gente, é dia 11 de maio, segunda-feira. Atrasamos novamente, mas estamos aí, começo de semana, né? Hoje é segunda e tá um frio, gente, aqui em São Paulo. Tão gostoso pra ficar enrolado na coberta. Tão gostoso, tão gostoso.

Tá uma delícia. Quem sabe assistir um filminho também, né? Sim. Já que as experiências no cinema não estão ali, né? Meio que entregando. Estão cada vez mais caóticas as experiências no cinema, gente. Isso é uma realidade. Tanto que o tema do episódio de hoje é justamente isso. Inclusive, a gente vai gravar um vídeo também no canal. Trazendo aí, né? Essas últimas... Esses grandes caos no cinema, né? É, porque já faz um...

tempinho, né? Aliás, acho que sempre teve, né, um caos no cinema, acredito eu. Talvez a gente não lembre ou não se fale muito. Acho que depende muito. Eu vou trazer situações, assim, que eu lembro por exemplo, de caos, tá? Boa! Mas ultimamente acho que...

Com o advento das redes sociais, tudo fica mais intenso. Porque às vezes não acontece com você, mas aí você vê acontecendo com os outros. E a gente tá falando, gente, de treta no cinema. Que tem por causa de filme, por causa de lugar. Gente que vai vestida de diabo vestido de prada. É Michael Jackson. Também tem aquela galera da Marvel, né? Que vai vestida dos heróis. Eu acho que todo caos no cinema é válido de entrar e ser comentado aqui. E às vezes o caos também é um ponto de vista.

Se você tá ali no seu filme favorito vestido com o look que você quer, pra você é um fervo. Mas às vezes quem tá do seu lado tem raiva só de ver. Pode ser. Ai, que raiva. Tô aqui querendo ver meu filme em paz, esse povo fantasiado, espalhafatoso. Mas o look… É o de menos. É o de menos, né? Dificilmente algum look vai atrapalhar você de ver o filme.

Acho que a grande questão aí é… Barulheira, né? Barulho, é gritaria, é performance ali na frente da tela. Isso que vem me chamado bastante atenção. Tanto que tem gente pedindo a volta dos lanterninhas, né? Que é aquele pessoal que fica ali monitorando a sala. Se tem alguém causando o lanterninho, o lanterninha taca a luz na sua cara e fala pra você parar. Então, eu já peguei lanterninha no cinema, tá?

Você chegou a ser dessa época. Não pegar de pegar, gente. Mas já vi, assim. Já cheguei a ver Lanterninha. Eu acho que ainda tem. Não que ele fique ali revistando tudo. Mas acho que quando necessário... Alguém surge. Alguém surge com a Lanterninha, eu acho. Nessas sessões que a gente tá vendo, aparentemente não tem, né? Porque... Não, não.

O caos instaura ali. Vamos hablar aqui. Hoje a gente falou que segunda-feira é dia de ver filme, mas a maioria tá trabalhando, né? Mas, por exemplo, os cabeleireiros folgam de segunda-feira. É importante. Então, tô trazendo essa questão aqui, né? Hoje é um dia que os cabeleireiros podem ir ao cinema. Geralmente, de segunda-feira, terça, dias de semana, o cinema é mais tranquilo, né? Acho que ferve-se muito aí em dias de estreia, que agora é quinta. Você lembra quando as estreias eram na sexta?

É verdade, né? Hoje em dia é quinta? Hoje em dia é quinta. Por toda a nossa vida, as estreias eram na sexta, gente. Eram na sexta, não é impre, exatamente. E aí mudou pra quinta, acho que até uma estratégia, assim, de de repente quinta à noite já começar a lucrar mais aí, né? Porque dizem que a quinta é a nova sexta. De quinta à noite já tem muito happy hour, já tem muita gente saindo. Se for ver, né? Pra poder comemorar que no dia seguinte é sexta.

E aí meio que você tem dois dias com grande comoção. Quem for muito fã vai querer ver na quinta antes. À noite, né? E sexta, a maioria já vai. Porque sexta já é um dia ali meio de, né? Indo pro final de semana, né? Então talvez você consegue duas datas aí de ferveção. Talvez seja isso, não sei. Eu acho que é mais ou menos por aí, tá?

Bem, jogamos o tema aí nas redes. E temos aqui muita gente… Hablando. Hablando e reclamando do caos. É, a gente quis saber se vocês já presenciaram algum caos. O que vocês acham desses vídeos que viralizam? Se vocês acham que o cinema não é mais a mesma experiência que antes, né? Tipo, eu vejo muita gente reclamar disso, assim. Que o cinema virou baderna. Que às vezes você só quer ver um filme.

E às vezes a reclamação não é especificamente de um filme em si, mas de situações… Da experiência em si do cinema, né? Porque tem uma regra de etiqueta no cinema, né, gente? Qual que é a regra de etiqueta pra você? Faz um parâmetro aí antes da gente começar a ler.

Eu acho que fazer barulho, independente de qual seja o barulho no cinema, é algo que não deve ser feito. Porque, né? Meio que você tá prestando atenção ali, né? É, você vai pra ver um filme, né? No fim é isso. E acho que, assim, conversas ali, né? Uma conversa num tom baixo, beleza e tal. Mas acaba se você fala alto, se você conversa alto, isso meio dá uma atrapalhada ali, né? Sim. Principalmente, sei lá, um filme muito…

Por exemplo, aqui, ó. Alguém comentou, ó. Mafê Cravo, ó. Nunca vou esquecer quando fui assistir o filme Um Lugar Silencioso, dia 1. Certo. Que, obviamente, é um filme muito quieto, né? Eles ficam boa parte do filme em silêncio, né? É um filme silencioso porque, né, os monstros são… Os alienígenas, eles, né… Atacam conforme o som. Conforme o som, então…

O filme é muito silêncio. Então, se tá conversando ali, vai ficar muito evidente a conversa. Tem filmes e filmes, né? Por exemplo, sabe aquele filme do Wolverine com o Demolidor? Demolidor? Não, é Demolidor. É Demolidor? Não, é o Deadpool. O Deadpool, isso. O Deadpool com o Wolverine. Aquele filme é puro barulho.

Aí dá pra você se permitir um pouco mais. E aí eu acho que vai da vibe do filme também. Eu acho que filmes de terror pedem essa coisa mais silenciosa pra você assistir. Concordo, concordo. E eu acho que isso até se estende um pouco ali pra peça em teatro, né? Vai ir num show, por exemplo, não precisa. Não, vamos focar no cinema aqui, né? Porque essas outras experiências… Cinema, teatro… Aí, inclusive, aqui a Mafê continuou.

obviamente é um filme silencioso, né? Um lugar silencioso. E a mulher do meu lado não parava de falar. Ai, que ódio! Sabemos quem morreria primeiro no filme, né? É, porque ela não calaria a boca, né? Então aqui é um filme silencioso. Então cabe ali, né? É mais complicado. Se é um filme barulhento, dá pra você conversar ainda. Então acho que uma regra realmente do silêncio… É, eu acho que vai dar vibe mesmo.

Acho que o celular também é uma coisa que realmente atrapalha aquela luz do celular. O celular, gente, hoje em dia tem muita gente… A fileira da frente, né, quando a pessoa liga o celular acende o celular na fileira da frente, a luz vem na sua cara. E tem gente que acende o celular na luz máxima. Isso me irrita demais.

Porém, às vezes eu entendo o quê? Porque já aconteceu comigo. Às vezes eu coloco o alarme de remédio e esqueço de desligar. Olha, aí começa a tocar no meio do filme. Então já tocou, eu vou desesperado desligar. Então também entendo quando acontece, porque, né? Uma coisa é você atender e ficar conversando, ou ficar mexendo horrores. Outra coisa é tocou ali sem querer. Ou você foi olhar no celular e esqueceu que a luz tava alta. Aí tipo, ai, luz alta. Então acho que tem coisas que são compreensíveis. Mas barulho, o uso do celular.

Eu vou falar uma coisa que me irrita muito, que sempre acontece comigo. Eu acho que eu ia trazer no terceiro, até. Sempre. E assim, eu nem te falei. A gente assistiu o Diabo Veste Prada Calorelai na segunda da semana passada. Aconteceu comigo, mas eu nem te falei nada. Gente que chuta a minha cadeira. Gente, eu não consigo entender por que você chuta a cadeira da frente. Eu não consigo entender, porque tem um espaço...

Ali, entre uma fileira e outra. Dá pra você sentar, você cruzar a perna. Quando eu vou cruzar a minha perna, eu tomo todo o cuidado do mundo pro meu pé não relar na cadeira da frente. Gente, as pessoas chutam muito minha cadeira. Elas dão bica na minha cadeira. Eu acho que é a mesma coisa do celular. Pode acontecer sem querer. Ai, vão me mexer.

Mas muitas vezes, sabe? Mas acho que você tem que se atentar pra não ficar fazendo isso repetidamente. E aí você dá uma mexida assim, pra ver se a pessoa percebe, sabe? Que ódio! Hoje em dia, eu… Quando eu vou assistir, quando eu vou no cinema… Às vezes, dependendo do assento, me começa a incomodar as costas já.

Cheguei nesse momento de vida. Moro, eu também me alombar, gente. Então eu me mexo, tento fazer movimentos que não atrapalhem muito ali as pessoas e tal, né. Então entendo se mexer, mas tem gente… A gente foi assistir também a peça da… o musical da Tina Turner. Hum!

Tinha um moço, gente, que se mexia. E aí as cadeiras eram aquelas cadeiras que eram bancos meio que unidos. Balançava-se todas as cadeiras juntos conforme a pessoa se mexia. Era um menino que tava assim… Eu não sei o que ele tava acontecendo com ele, gente. Porque tem gente que não consegue ficar muito parada mesmo, né? E aí tudo bem. Entendo.

Só que esse banco desse teatro, ele realmente era muito unificado. Era mais complicado ainda. Acho que o trilho do banco era o mesmo, assim. Os bancos ficavam sob o mesmo trilho de banco. Porque a gente percebeu que era um teatro de banco removível. Não é igual os bancos do cinema que são fixos ali com parafuso. Eram bancos que dá pra você tirar. Porque teatro, acho que tem muito evento, né? Às vezes eles podem alugar o espaço pra outra coisa. Então os bancos são removíveis. Era por trilho. Nossa, foi um inferno.

Ele não parava. E olha que ele tava duas pessoas ao lado nosso, assim, né? Não era pouco, era muito, gente. Era muito, muito. Eu sou uma pessoa que, às vezes, pra algumas coisas, eu sou meio desligado. Tanto que o Eduardo já tava incomodado. Eu percebo primeiro, assim. A Rory já estava incomodada também. E eu tava meio, ai, gente, não é tanto. Aí, de repente, quando eles falaram, ai, eu comecei a prestar atenção e realmente tava muito.

Ai, gente, eu acho que é demais. Então acho que são coisas, né, pra se ver, pra se lidar ali e tal, né? Mas ó, tempos, muito tempo atrás, eu já contei até essa experiência. Fomos assistir aquele filme A Culpa é das Estrelas. Ah, tem muitos anos isso. Muitos anos. E aí, no filme, é um filme emocionante, tinha muitos adolescentes na época ali, né? E aí elas começaram a chorar.

E era um choro alto. E tinha uma que soluçava, eu lembro, assim, de soluçar mesmo. Só que aí, gente, a emoção também. Como eu vou reclamar ali, se o filme pegou ali com a pessoa, ela tá chorando. E assim, pensando no contexto da época, que foi um livro viral, assim, era para isso. Assim como hoje tem as sessões que você pode cantar.

Acho legal e interessante a proposta. E eu acho que as sessões vieram pra... Essas sessões especiais que você... Sing alone chama, né? É. Que são de filmes musicais que você pode cantar. Singa. Vieram depois desse grande inferno que o povo começou a fazer. O Iked, acho que foi um grande divisor de águas, né? Porque o Iked é um musical muito famoso. Tem muitos fãs ao redor do mundo. E o povo começou a ir pro cinema e começou a berrar de cantar durante a sessão que era comum, só pra você sentar e ver o filme, sabe? Então, sou contra.

Vai na sessão Singalone. Vai na sessão Singalone, gente. Você me desculpa. Entendeu? Vai tomar no meio do seu cu. Concordo, entendo. Mas aí, em paralelo, fomos também assistir Sonic. Sonic é um filme de gerações, né? A gente jogava Sonic criança. Mas tem uma geração nova de crianças que adora o Sonic também. É, porque é um desenho. E o filme é bem divertido também, independente do jogo, né?

E aí aparece o Sonic lá, no final, né? Teve um… Mostrou um personagem lá, né? E as crianças começaram a gritar. E bater palma. É, só ficar bra... Gente, é um filme infantil. É, mas aí também… Você tá com raiva das crianças? Só que aí você pensa que assim, é a cena pós-créditos, tá no fim, tudo bem.

Não, mas se fosse também no meio, não ia ficar incomodada com as crianças também? Então, eu acho que aí também tem outro ponto. Tem gente que se incomoda muito com criança no cinema, né? Tem gente que se incomoda. E esse é um ponto de discussão que causa muita polêmica, porque aquilo… E até outros ambientes também, né? Tem gente que não tem onde deixar a criança e levar a criança mesmo. Porque tipo, pai e mãe também pode ver um filme, né? Tem filme que é pra criança. Então, por exemplo, se eu vou ver um desenho no cinema, eu já sei que vai ter criança. Sim. Pode ter criança. Então não adianta eu achar ruim.

É. Principalmente quando o desenho é dublado. Também acho. Não adianta. Não tem como, é, gente? A não ser que você vá meia-noite.

E olhe lá também, né? E olhe lá, entendeu? Esse é um filme, é, né? Mas também entendo que muita criança chorando, berrando, incomoda. Mas também não tem o que fazer, gente. É, às vezes o pai ali, eu já vi situações que o pai sai com a criança pra dar uma acalmada, depois volta, né? Mas aí também já é… É, gente, mas não tem o que fazer.

Então, tem situações e situações, eu acho, pra esses mini-caos, né? Mas esses em específico do Michael Jackson, por exemplo, que a pessoa levanta, vai na frente dançar. É. Esse já não tem justificativa, entendeu? Eu acho que os de shows também aconteceram muito isso, os da Taylor Swift, da Beyoncé. Mas aí também não é um outro tipo de comoção no cinema? Se você vai assistir um show dentro do cinema…

Eu esperaria, sinceramente, que isso acontecesse, tá? Porque acho que você tá entre os fãs ali. Acho que… Eu lembro que na Taylor Swift também teve a ciranda, né? Que acontece a ciranda no show dela, né? Então se acontece a ciranda no show dela… Eu acho que não tem o que… Tem situações e situações, gente, sabe? É que a gente não foi ainda em nenhum de show assim. Não, eu nem quero. Ah, se tiver um da Madonna, você não vai querer ver. Se tiver um da Madonna, eu vou, mas eu sei que não vai ter.

A Madonna não vai passar um show dela no cinema. Por quê? Eu acho que ela não faria isso. Ah, teria sido bapho se ela tivesse feito com a Celebration. Também acho, mas eu acho que ela não... Eu acho meio impossível. Eu acho ela bem chata com esses formatos assim, sabe? Nossa, eu na verdade acho muito a cara dela, assim. Vamos esperar pra ver, né? Eu acho. Bem, vamos ver aqui, ó. Trava Línguas. O cinema que me... Olha que ela tá filosófica.

O cinema que me ensinou o que é independência, em letras garrafais. Sempre esperei que as pessoas me convidassem. Ah, que ela tá contando mais de uma experiência, tá? Certo. Sempre esperei que as pessoas me convidassem. Ou acharam um momento especial pra ir. Até que fui sozinha e tornei isso como um ritual. Uma forma de me levar para passear. Aqui ela tá contando muito atrás do rolê dela, então. Sim, de ir sozinha ao cinema, que é um tabu também, né?

É um tabu. Não é especificamente sobre esse episódio aqui, né? Mas não deixa de ser. Mas eu acho que quando você vai sozinho, te dá mais raiva. Te dá mais raiva ainda. Essas outras situações, né? Porque você só quer sentar e ver. Você não tem com quem falar do lado. É. Você, tipo, vai exclusivamente só pra sentar e ver o filme, sabe? É, porque você ainda vai com alguém, você ainda distrai. Dá um cochichinho, né? Só que aí aqui tem uma questão também. Vocês são a favor de gente que puxa assunto no cinema?

Ai, Deus que me livre e guarde, gente. Quero morrer. Porque às vezes você tá lá e a pessoa... Aí você tá sozinho, quando você tá sozinho ainda tem mais isso, né? Você atrai pessoas que querem conversar às vezes. Às vezes a pessoa começa a puxar um assunto. E aí, pensando nisso, outra coisa que me irrita muito, gente. Hoje em dia, os lugares são marcados. Você compra o assento.

E às vezes a sessão inteira tá vazia, você compra um assento, dois assentos ali pra você. Aconteceu com a gente esses dias, eu comprei um assento pra mim e pro Felipe. O cinema estava vazio, um monte de lugar vazio. Vai uma pessoa e me compra do nosso lado.

Eu vou sentar, a pessoa compra do nosso lado, gente. Mas eu entendo. Ai, quero morrer. Eu entendo super, porque pra mim o cinema é muito sobre onde você vai sentar pra assistir. Então a gente comprou ali bem um lugar muito bom, que é meio… No meio, assim. Eu gosto de sentar um pouco mais acima do meio e no centro, obviamente. Pra mim é o melhor lugar. Eu também acho.

E aí, a pessoa também gosta de sentar. É o máximo que ela puder sentar dali, eu compraria também. Mas ela podia ter pulado um banco. É, umzinho não custava. Porra, pula um banco, sabe? Vai se fuder. Olha, tá estourando até o áudio. Ai, desculpa, gente. Eu acho que chega até a ser falta de educação.

Nossa, Eduardo. Caramba. Aí você compra uma sala só pra você assistir. Não, não vou, gente. Mas eu acho que se a sala tá vazia, tudo bem, sabe? É o bom tom. É de bom tom, você acha? Eu acho de bom tom. Eu faria isso, entendeu? Diga aí o que você acha. Eu também compraria pulando um também. Confesso.

Mas tem gente que diz que faz isso de propósito pra estragar o date dos outros. Então, mas a gente nem tava de date. Eu e você, a gente chegou num momento que a gente vai pra ver o filme, né? A gente foi, nem foi pra pegação nem nada, né? A gente tava ali pra assistir. Mas tem gente que diz que faz isso propositalmente. O que é que você acha disso, gente? É uma boa questão pra vocês responderem nas enquetes lá do… No caso, você escute no Spotify, dá pra responder. Isso. Você tem esse bom tom de pular uma?

Diga aí. E tuto pom. Tamara Ussam. Divos do meu coração. Uma vez fui ao cinema assistir Homem-Aranha. Certo. E a cabine onde fica a máquina do filme pegou fogo. Amei. Aqui também tem caos aqui no meio das coisas. E nós vimos pela imagem no telão o fogo lá dentro subindo perfeitamente. Ai, amei, porque refletiu, né? Começou aquela gritaria.

Mas logo o fogo foi controlado. O cinema acendeu a sala e pediu para aguardarmos que iam trocar a máquina. Ficamos uma hora esperando. Nunca mais esquecerei esse dia. Às vezes a gente tá reclamando de... Ai, pessoal falando, mas olha o caos. Aqui foi um incêndio. Então. Entendeu? Olha aí, né? Eu, Eduardo e uma amiga nossa já passamos pela situação de chegarmos no lugar lá, meio em cima ali do filme.

E aí tinha gente sentado. E aí você fica naquela situação de tipo, o filme tá ali começando. Tinha gente sentado no nosso lugar, que a gente comprou. E aí eu vou atrapalhar as pessoas que estão assistindo, porque eu vou ficar em pé na frente. E não sei o quê. Mas aí a pessoa falava que o assento era dela ali. Daí a gente chamou o Lanterninha. E aí a gente foi atrás de alguém, fora da sala, né? E os ingressos deles já tinham passado a data, não era um negócio assim?

Quando a pessoa foi lá conferir, aí realmente eram os mesmos assentos. E a gente, putz, mas como assim, né? Só que aí o moço se atentou. Não era o dia delas, era um outro dia a sessão. Só que aí o filme já tinha começado. A gente não quis ficar, porque a gente queria ver o filme do começo. E aí fiquei mal que atrapalhei também a sessão dos outros. Só que era um direito nosso. E aí deram o ingresso pra gente numa sessão seguinte. É. Pra ver desde o começo. Era o eclipse. Foi, gente, foi um caos. Era o eclipse. Era o eclipse. A saga crepúsculo, o eclipse.

Nossa, foi com a Carla, né? A gente tem que falar com... Ai, amiga, você lembra disso? Foi com a Márcia? Foi com a Carla. Foi com a Carla. Foi com a Carla aqui no Pátio Paulista, da Paulista. Olha! Foi com a Carla. Chique. Ai, foi tudo essa experiência. Foi babado. Olha, o Yugi, divos, fui assistir o Diabo Veste Prada 2. E sabe aquela cena que aparece aquela cantora, Lady Gaga, né? Foi um chá revelação de bichas.

Ah, tá de bichas. Já que elas soltaram o unisono. Uau, ai, mentira! Todas ficaram gag. Achei super engraçada a reação delas. Certeza que algumas levantaram as garrinhas. Pause up, né? Sim! Ah, eu acho que até aí tudo bem. Dessa vez que a gente foi ver com a Lorelay, tinha umas gays assim na frente, umas gays mais velhas. Não sei se você reparou nelas. Reparei, reparei. E ela ficava batendo a palminha, assim. Tudo que acontecia… Ai, eu vi! Aí ela ficava… Ai, ela batia a palminha, assim. Só que tipo, super na…

dela, sabe, gente? Super na dela quietinha. Isso, não incomoda os outros. Eu acho fofo, eu acho legal quando vejo outras pessoas também. É, é legal você ver. A gente tava vendo pela segunda vez, né? Então é legal você... Eu curto muito ver a reação das pessoas com cenas legais do filme, sabe? Eu também. Eu também acho legal. Então, acho que um uau, uau, uau, uau, uau.

Ou quando às vezes aparece um boy gostoso Alguém solta um assovio Eu acho divertido também Porque querendo ou não, também Faz parte, né? É uma experiência conjunta, né gente? Por exemplo, eu já vi gente reclamando De quem come pipoca no cinema Ai, que barulho da pipoca Ai, gente De certo modo, realmente pode ser uma reclamação de barulho

né? Mas, poxa, faz parte da experiência do cinema você comer uma pipoca, abrir um saco ali, então vai ter um barulho, entendeu? A pipoca é caríssima? É caríssima. Mas eu acho que faz muito parte da experiência, assim, eu nunca tinha visto reclamação de pipoca.

Eu já vi gente de quem come dentro do cinema, porque mastigar… Aí tem aquilo também, né? Tem pipoca e tem salgadinho. Ah, e aí faz aquele barulho. Não, e o saco do salgadinho faz muito barulho, né? Porque é meio de alumínio, ele faz muito barulho. Eu, pra mim, cinema é pipoca, né? Pra mim tem que ter.

E aí eu tento não fazer muito barulho quando eu tô comendo. Ah, você toma esse cuidado. Pelo menos com o saco, porque mastigando ali, né, pegando ali, você vai fazer. Mas acho que faz parte também. Então acho que… Aí também é um pouco, né, além…

Não acha? Não concorda? Não, eu concordo. Eu acho que são momentos e momentos e comidas e comidas. É, talvez seja isso. Comidas e comidas. Eu acho que comidas e comidas. Tem gente que faz um piquenicão, assim. Ah, eu já levei lanche de McDonald's pra dentro da sala. Já fiz tudo isso. Abre refrigerante. Eu já fiz tudo isso.

Pode falar. Vou ler a da Anya, que é do filme do Michael Jackson, que tá recente. No filme do Michael, eu tive uma experiência péssima. Uma senhora, em uma fileira atrás, ficava batendo foto com flash nos momentos de performance do Michael. Na fileira da frente, pessoal olhando os stories e o WhatsApp toda hora. Isso quebra toda a imersão do filme. Concordo com você, amiga.

Concordo que estraga. A gente se distrai, dispersa. Quero só… Esses filmes assim, gente, não dá mais pra você ver em semana de estreia. Ou na semana seguinte. Você espera passar 15 dias e vai.

Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte, o Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho, bora botar o Brasil no telão. Ouviu? E mais, em qualquer compra a partir de R$ 199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia até a nossa estreia.

É, eu acho que se você não quer passar por alguns perrengues… Ah, mas isso também não é garantia, não. Mas eu acho que ameniza. É mais garantia, sim, eu acho. Acho que quanto mais cheio, mais chances disso acontecer. Eu acho, né? Mas não é uma certeza. Eu acho que é aquilo que eu falei, né? Às vezes, sei lá, você tá esperando uma ligação importante, tem alguma…

preocupação, às vezes vai precisar dar uma olhada no celular. Mas dá pra você olhar de uma forma discreta, sem atrapalhar as pessoas. Acho que dá pra você olhar de baixinho, assim, sabe? Olhar rapidinho, com uma luz baixa, né? Então acho que sempre dá pra resolver. Só que é isso que dá raiva, né? A pessoa fazer questão de não se preocupar com isso, né? Não se importa, sabe? Eu acho assim, celular, gente, se você vai atender, você sai da sala.

Saia da sala, sai. É, se precisar, né? Ai… Ó, e tem uma coisa que me irrita muito. Aí agora também é uma chatice minha, tá? É uma chatice minha que eu sei que pode acontecer com qualquer um. Todo mundo sentado, filme começou. Já sei. Todo mundo sentado, filme começou. Aí chega cinco pessoas atrasadas.

Ai, Eduardo, mas às vezes as pessoas se atrasam. E é sempre gente que tá perto, e aí a pessoa vai passando na frente da legenda. Ai, eu quero morrer. E elas fazem… E parece que elas fazem questão de demorar, sabe? Eduardo, às vezes você também é que… Ai, eu quero morrer. Aí que você quer ver o acento que você vai sentar. Eu já detesto atraso. Dificilmente eu vou ser essa pessoa que vai… Você casou comigo, gente. Não, não. A gente nunca atrasa sessão, amor. Nunca. A gente nunca entra quando o filme tá começado.

Gente, esses dias...

Mas a gente chegou atrasado? Não. Não, chegamos atrasados. Olha isso. A gente comprou o ingresso pra assistir o Diabo Veste Prada. Era a primeira vez que a gente tava vendo, né? Quando a gente foi no sábado da estreia. E aí o Eduardo, ai, não tô encontrando, não tô encontrando. Ai, encontramos ali, né, no shopping que a gente vai de vez em quando. A gente costuma ir sempre em um, mas aí às vezes a gente vai em um outro. Aí, ai, encontrei aqui nesse outro. Ai, vamos nesse, amor. A sala é menor e tal, mas vamos.

Só que passou os dias e esquecemos que a gente tinha comprado nesse shopping. A gente achou que a gente tinha comprado no outro que a gente costuma ir. Então fomos no outro, chegamos lá, passeamos um pouco no shopping e tal. Aí a gente, ah, vamos subir já, né, amor? Subi um pouco antes. Nossa sorte foi essa, porque quando a gente chegou lá, descobrimos que o ingresso não era pra esse cinema, era pro outro. Do outro shopping que, tipo, tava a meia hora de lá, sabe? De carro, quase.

E aí, ó, pra você ver, se a moça não tivesse prestado atenção… A gente teria entrado. A gente teria entrado sentado no lugar de alguém. E teria acontecido o que aconteceu com aquelas meninas. Aham. Sabe? Só que bem que as meninas eram outro dia. Então a gente ficou meio ali se elas foram sacanas. Elas eram dupe, essa safada. Porque elas insistiram muito, assim. A gente sentiu que elas estavam meio tentando enganar. E aí, gente, tivemos que ir lá pro outro shopping desesperados. Mas chegamos no horário, realmente. Mas às vezes acontece também, Eduardo.

Não, acho que acontece, mas assim, é impressionante que essas coisas atraem a gente. Então, é sempre alguém que tá na fileira da frente da gente. Tipo, é sempre muito perto da gente. E aí, a pessoa fica na frente da legenda. Ai, eu quero morrer, sabe? Essas legendas de cinema também que não tem contorno na letra. Eu quero morrer com legenda branca.

É, gente… Ai, gente, bota o contorno nessa porra. O último que a gente foi ver tava sem um contorno, tava muito ruim de ler. Aí o filme tem um monte de cena branca, a legenda some. Dizem que é mais caro você colocar a cor na legenda, né. Dizem que é mais caro. Não, mas um contorno, poxa, gente. Porra, vai se fuder, sabe? Ai, tô xingadeira, gente. É, e olha que a gente não tem…

O Eduardo usa óculos, né? Eu não tenho algum problema de visão. Imagina se a pessoa tem algum problema ali, né? Fica pior ainda pra ler. Olha, o Léo Ribeiro tá contando de A Culpa é das Estrelas, ó, pra você ver. Olha, ele lembrou dessa experiência. É, faz um… Vai fazer, acho que mais de 10 anos isso já, né? Marcou uma geração, pelo jeito. Marcou, porque foi um caos. Certa vez, fui ao cinema com minha irmã e mãe para assistir A Culpa é das Estreluxas. Chique. Eu não estava por dentro da história nem nada.

Pra quê? Acabou o filme? Aquela sessão toda foi um chororô pra lá e pra cá. Eu saí devastadíssima da sala. Chorar de soluçar, gente. Parecia que eu conhecia os atores todos. Ah, o Léo também chorou, acho, então. Parecia que eu conhecia os atores todos, que eram da minha família. E que eu tinha ido até um velório.

Detalhe, minha mãe dormiu o filme todo. E quando acabou, teve a audácia de dizer que não gostou do filme. Olha! Beijos, divos. Eu e minha irmã ouvimos vocês todo santo dia na ida para a empresa. Ô, Léo, um beijo pra você e pra sua irmã. Beijos! Aqui você causou algo que o povo poderia criticar ali, né?

É, assim… Sem querer, querendo, causou. Sem querer, querendo, causou. Eu acho que você dormir tá tudo bem, gente, porque você não atrapalha ninguém. Você tá ali na sua, a não ser que você ronque. Eu já fui em sessões com minha amiga James. Fomos assistir aqueles filmes mais diferentões, assim. A gente, ai, vamos ver uns filmes diferentões, né?

Aqui no cinema que tem ali na Augusta, sabe, gente? Eu nem sei mais o nome, porque mudou, né? Antes era Itaú, agora é outra coisa. E vai muito senhora. E a gente foi numa sessão que tinha vários senhores dormindo. E aí tinha um senhor roncando lá. Um cochilinho, né, gente?

E aí, a gente olhava um pouco e começava a rir. Ai, ai, também vou… Ai, vou ficar com raiva do tiozinho dormindo, gente. É, não tem o que fazer. A sessão, né? Eu acho que antes de dormir, do que você incomodar os outros de propósito. De certo modo, é um incômodo inconsciente. Eu e o Eduardo já dormimos também, não sei se roncamos. A gente já dormiu. Fica aí, né? Eu lembro uma vez que a gente… Eu fui virado pro cinema com o Felipe, porque a gente virava a noite junto. E queria ficar passando o dia todo junto depois, né? A gente foi virado e eu dormi.

Foi, amor, pra assistir o Gato de Botas. O primeiro. O primeiro? Foi o primeiro. É, porque o dois a gente viu recentemente, né? Aí o segundo é tão bom, gente. O segundo é maravilhoso. Fica a dica aí. Eu me… Acho que…

Meu relato é o contrário de muitos relatos que vejo pela internet. Certo. Sempre que vou no cinema, é super tranquilo. Toda vez que fui de tarde, literalmente, só tinha eu na sala. Claro que tem vários fatores. Ser cidade pequena. Quase sempre vejo legendado. Quando tem, porque também é difícil, kkkk. E sempre vou durante a semana. Então aqui é umas dicas, talvez. Que é isso que você falou, né, amor? Esperar uma semana.

Eu acho que esperar uma semaninha, duas, acho que sempre ajuda. Por exemplo, o Diabo Veste Prada, a gente foi no sábado da estreia, tava lotado. Que foi esse que sentaram… Não, não foi esse. Esse foi outro. A gente foi no sábado da estreia, tava lotado. Aí a gente foi na outra segunda, quase uma semana depois, com a Lorelay. Mas tava bem mais vazio. É, comparado à primeira etapa. Tinha um monte de lugar vazio. Então uma semana depois que você vai, gente, já tá mais tranquilo.

Já tá bem mais tranquilo. Mas nesse que tava cheio, foi bem tranquilo. As pessoas estavam decentes. Todo mundo foi pra ver o filme mesmo. No máximo, era tipo aquela empolgação de alguma cena. E cacacá, e cacacá. E tal. E é isso. Mas tranquilo. Ó, a Ju Loura está contando também do Michael Akimor. Meio que a mesma experiência aí, ó. Certo. Foi ao cinema assistir o filme do Michael no sábado. E sai indignada de como as pessoas são sem noção.

Era conversa alta durante o filme, celular com a luz máxima, pé chutando a cadeira. Dei uma de tiazona e só mandei um shh. Eu já fiz isso, gente. Eu já fiz isso, já. Ai, eu já fiz o shh. Eu já fiz também, tá? Ai, tá vendo? Depois fala de mim, ó. Você morra bugenta também.

Mas eu faço quando tá toda a luz apagada. Porque eu fico com vergonha. Sabe uma coisa que eu tenho muita vergonha, gente? Quando a gente entra na sala, ainda não começou o filme. As luzes estão acesas. E aí já tem bastante gente. Certo. E aí você tá subindo a escada. E tropica. E alguém fala, ai, diva depressão.

Já aconteceu, aí eu fico com vergonha. Gente, é porque dá vergonha, né? Porque às vezes o resto não conhece. E aí fica, ai, quem é? E eu fico, ai, que vergonha! Eu fico com vergonha. Já fiquei com muita vergonha. Já fiquei. Então, esperem o fim do filme e abraçam a gente. É, porque gritar também ficou… Aliás, qualquer lugar eu fico envergonhado. É, eu fico envergonhado. Mas é isso, assim. Eu acho que dá vergonha essas coisas.

A Ju Louris, ela contou que fez o xix aí. E ela falou, ó. Fiquei gag, pois costumo ir durante a semana. E é muito mais tranquilo. Então é isso, gente. Não quer perrengue?

Talvez é de semana, né? Lívia Seara, ó. Alguns anos fui ver Animais Fantásticos e Os Segredos de Dumbledore. E simplesmente, na hora que aparecia Hogwarts… Ah, é uma gritaria. Dois marmanjos começaram a se estapear. Como assim? Ah, porque aparece o castelo e é uma emoção, né? Foi um desespero cômico. É, acho que é tipo… Sim, sim. Meu Deus, conseguiram expulsar os dois.

Mas perdemos… Nossa, como assim? Conseguiram expulsar os dois, mas perdemos boas cenas. Então todos começaram a gritar pro cara da exibição voltar o filme. Ah, entendi. Vocês se dispersaram, porque ele atrapalhou todo mundo. Porque pensa, os dois se estapeiam, já puxa a atenção de todo mundo. Aí entra a gente pra expulsar eles. Aí metade do filme já foi embora.

Já aconteceu da gente estar assistindo e aconteceu um problema no filme. Que voltaram, não já? Já aconteceu. Acho que… Não sei se acabou a luz, uma coisa… Mas já aconteceu. O filme bugou. Não foi o filme que bugou? Já aconteceu. Nossa, eu não lembro o que foi agora. É que, gente, eu e o Fih, a gente já foi ao cinema muitas vezes juntos, né.

A luz tá acesa também. Às vezes, deixam a luz acesa e já aconteceu. O povo começou a berrar, porque a luz tava… Apaga a luz! Apaga a luz! E aí, se não me engano, eles voltaram também o filme, acho. É, apaga a luz! Ó, e aí a Lívia continuou. Ele voltou um pouco e conseguimos ver as cenas perdidas. Amei o surto.

Às vezes é um surtinho pra se divertir também, né, gente? Acho que depende da situação, é história. Mas também irrita, né? Vai se lascar. Gente… Marmanjo com tontice. Nós somos de uma época onde o cinema vendia ingresso a mais. E às vezes a gente assistia da escada.

Sim. E eu assisti Pokémon, acho que assim. Eu assisti o Rei Leão. O Rei Leão, em 92, 94, com os meus pais, eu assisti sentado na escada. O Titanic também, você não falou? Não, o Titanic não. O Titanic eu sentei. Mas o Titanic também era um filme caótico, tá? Nossa! Era um filme caótico também ali. Ó, aí esses filmes são os piores, tá? Os relançamentos, porque só vai fã.

E Maddy. Fui assistir o relançamento de Crepúsculo. E tinha uma fileira inteira de adolescentes atrás. Que não calavam a porra da boca. Mas eu não quis falar nada. Então só fui pra outra extremidade da sala. Lá pra trás. Pra conseguir me concentrar no filme. E pronto. Às vezes a gente tem que sacrificar nossa experiência. Por causa da falta de educação dos outros. Que agem como se estivessem alugado a sala.

concordo, amiga. Concordo com você. É, gente, tem cinemas que tem a opção de você alugar. Se você quiser causar com os amigos, alugue com seus amigos aí, uma sala que você faz o que você quiser, entendeu? É, exato. Mas aqui já vou passar um plano também, gente. Adolescente, né? Será que também já não fomos esses adolescentes? Que grita dentro do cinema. Que gritava, que causava. Eu acho que sim, tá?

Eu acho que eu já fui. Então, no voo também... Né? Mas você gritar um x, fazer um x, assim, às vezes dá uma... Né? A gente já viu sessão que, tipo... Acho que no Culpa das Estrelas, talvez se chororou, né?

E aí, eu tava… Eu achava engraçado, né, e tal. Só que aí teve um moço que levantou e gritou, se lembra? Acho que… É, é. Ele falou… Porra, não sei o quê. E aí, nisso, tem gente que aplaude, tem gente que… É, aí já vira um estádio de futebol. É, aí já vira um caos. E entender que filme adolescente também vai ter um outro tipo de comoção, gente. Não adianta também. E talvez adolescente é pior que criança.

É, porque a voz é… É, e a voz também tá mudando a propriedade. Aí ela… É, mas então, tem muita coisa. Léo Macieira, moro em cidade pequena e aqui todo mundo é muito educado no cinema. Menos minha mãe. Ela é extremamente mal educada. Fala alto o filme inteiro. Meu Deus. Eu já reclamei, mas ela não tá nem aí. Infelizmente, compartilha daquele pensamento de se eu paguei, tenho o direito de fazer o que eu quiser.

E não é assim, né, gente? É a Brenda Mix. É.

quem assistiu né, todo mundo em pânico a Brenda na cena icônica ela faz tudo isso que a gente tá falando ela faz tudo que as pessoas reclamam aí ela grita, aí ela atende o telefone e ela conta o fim do filme, porque ela já tinha assistido é verdade aí que todo mundo começa a bater nela ela cutuca os outros aí reclamam dela, ela briga com as pessoas get out of my face get out of my face ela leva um sacão de pipoca também aí ela começa a gritar wow

É maravilhosa essa cena. Tem gente que não se importa. Eu não consigo entender. Mas tem gente que realmente não se importa, né? É, tem gente que não tá nem aí. E se você recrimina, a pessoa fica com raiva também. Gente, eu posso falar uma coisa muito triste? A maioria não tá nem aí. Não, a grande maioria tá, gente. A maioria que está causando na sala não está nem aí. Ah, dos que estão causando. Mas a maioria respeita. Também é isso, gente. É um… pelo menos…

Na minha concepção, a grande maioria respeita ali o espaço um do outro e tal, né, gente? Ou é porque também a gente não tá vendo tanto numa estreia. Talvez seja isso também, não sei. Olha, a Fran Sueli, a experiência de ir sozinha e ter causadeiragem, ó. Sempre gostei de ir ao cinema e na maioria das vezes ia sozinha. Mas meus amigos não tinham um gosto para filmes de heróis como o meu.

Esse ano eu também fiquei super empolgada para assistir o filme do Michael. Porém, eu dedesto baderna no cinema. Gosto de sentar e assistir o filme em paz.

Quando vi… Ai, aqui, na verdade, ela nem viu. Acho que ela tava se prevenindo. Quando vi que todas as sessões do Michael tinha gente cantando e dançando durante o filme, me desanimou bastante. Enfim, vou esperar sair no streaming pra assistir. Tem um projetor no meu quarto e ele se transforma em um verdadeiro cinema particular. Então, mas não é a mesma coisa, gente. Eu vejo muita gente falando, ah, eu gosto de ver na minha casa, eu espero pra ver em casa. Mas eu gosto muito de ir ao cinema também.

Eu gosto muito do cinema, sabe? Eu também gosto. Tanto que algumas dessas experiências ruins, eu até entendo, porque é isso. Faz parte de você assistir algo num coletivo, vai fazer o quê, né? E vai acontecer, né? Óbvio que, né? Sem exageros. Mas eu tenho também esse apego de algumas coisas. Eu quero ver no cinema, eu quero comprar pipoca, eu quero ter a experiência ali, né?

Até lona e tudo, né? E alguns filmes até, né? Eu gosto de ver com outras pessoas também assistindo. O Diabo Veste Prada mesmo, ver a sessão ali, tinha várias gays, várias mulheres. Aí tem esse povo que tá montando o look pra ele e tudo. Aí eu acho divertido, sabe?

Viti Prives tá comentando aqui de Barbie, que teve uma grande comoção aí de looks. Nas sessões eu não vi tanta gente causando, mas né? Fui assistir o maravilhoso filme da Barbie com o meu namorado. Com o namorado meu na época. Fomos super combinandinhos, momento super romântico, lanche temático, um sonho. Até que de repente ele, ixi, mandou uma mensagem para a melhor amiga dele durante o filme.

Detalhe, a melhor amiga dele, Divos, era a ex-namorada dele. Mas na minha cabeça, o que tinha entre eles era só uma amizade. Certo. Nunca fui de pedir celular para olhar, porque acho invasão de privacidade. Mas no desenrolar da história, após a saída no cinema, tivemos algumas discussões. E hoje ele está com a apenas melhor amiga.

E mais nada. Nossa, é uma história triste, então, na verdade. É, olha. Amiga, você descobriu que poderia ser corno ou estava sendo durante o filme da Barbie, então. Mas achei chique que você não quis estragar o filme dos outros. Você esperou. Isso, você ficou na sua. Porque você já poderia ter levantado, já ter discutido, né? Eu e o Eduardo, a gente via um pedido de casamento no cinema.

Nossa, é verdade. Só que a pessoa esperou o filme acabar, não foi? Acho que ela esperou o filme acabar. Gente, tinha uma pessoa gravando. É, é. Pediu pra outra gravar no celular. É verdade. Mas foi no fim? Ou foi no começo? Ou foi no meio?

Acho que não foi no meio. Acho que foi no fim. Acho que foi no fim. Porque aí, gente, no fim do filme, beleza. Tá acabando, tá os créditos subindo. E aí filmou e tal. Nossa, é verdade, a gente viu isso acontecer. Eu vi, eu vi. É que qualquer situação dessas de pedido de casamento em lugares públicos eu sempre penso que vai atrapalhar alguém.

Então já ficaria com... Não, eu acho que pedido de... Enfim, né? Aí já vai pra uma outra pauta aqui. Aham. Já vai pra um outro rolê. Annalise Maia Divas, uma vez eu fui assistir com a minha família O Homem Invisível.

Não sei se vocês viram. Eu estava super aflita durante todo o filme, porque ele era um suspense meio terror. Até que chegou uma cena em que dava uns daqueles sustos fakes. Diva, eu joguei tudo pra cima. Foi refrigerante, pipoca, tudo voou e eu me melei toda. Saí pra me limpar no banheiro e o susto foi tão grande que comecei a chorar. Ai, Ana, coitada.

Aí é uma coisa involuntária, né? Se não foi isso a intenção, acontecer isso. Ai, tem gente que mandou até vídeo aqui. Como assim? Ah não, não era o vídeo que a gente postou mesmo. Ó, o Celo falou, eu já fui embora no meio do filme porque os adolescentes insuportáveis, eu também era um adolescente, ficavam o tempo todo gritando, rindo e fazendo piada em um filme de terror. Annabelle 2.

O que pra mim é um pecado, porque terror requer silêncio e atenção. Realmente, realmente. Concordo. Se é o filme da Marvel, aí você pode pular, fazer o que você quiser, né? Mas no terror é muito silêncio, né? O Lennon falou, eu amo ser a pessoa que faz para os outros falarem, calarem a boca.

Shhh, vocês são chiquezinhos, hein? Ah, eu acho que tem que ser. Ô, gente! É, tem gente que vai além do chi e fala... Ô, gente, cala a boca! Cala a boca! É, a gente já ouviu uns homens falando assim. É, né? Laísa Bregantin. Quando eu tinha 10 anos, meu tio levou eu e minha prima no cinema. Pra assistir os Smurfs.

No meio do filme, eu e minha prima saímos para o banheiro. E na hora de voltar, não lembrávamos nossa sala. Ficamos desesperadas. Passamos uns 10 minutos entrando em salas erradas. Até acertar a nossa. Ai, gente, eu não gosto de sair na sessão. Porque eu sempre fico com isso de que eu vou me perder e não vou lembrar o lugar. E aí eu vou...

E eu me perco mesmo, eu não vejo onde o Eduardo tá e fico desesperado. Eu tenho esse mini caos. É, de você entrar e tá meio perdido, assim, né? Ou sair, voltar, acho que eu não vou me encontrar. Eu também tenho um pouco disso.

Gabriel Em março, fui assistir o novo filme da Pixar Cara de um focinho do outro Com 10 minutos de filme, entrou um grupo De adolescentes de volta De 12 anos Entraram fazendo algazarra e com um flashzão No celular ligado, porque eles estavam Procurando o lugar deles

Para o meu azar, era a fileira da minha frente. Não muito satisfeita, a mãe Dilma falou, filhinha, faz silêncio porque assim o cinema vai te odiar. Na mesma hora, tive que responder, pois bem, eu já estou. Ao longo do filme, elas não calavam a boca e faziam trocentos stories. Comecei a bicar a poltrona pra ver se elas se tocavam. Amei que você bicou a poltrona pra incomodar.

Até que em um momento, uma delas resolveu levantar para gravar um vídeo correndo pelas escadas da sala. Muito que bem. Acho que joguei tanta praga que a menina tropeçou e rolou escada abaixo. E assim o pessoal das fileiras ao redor riram. Um detalhe, a sessão tinha mais adulto do que criança. E ao longo do filme, uma galera ficava toda hora fazendo chill para as meninas pararem. Então. Nossa, que caos.

Nossa, né? Um caos, um caos. A Lele também tá contando aqui um outro caos, ó. Eu acho que o cinema... E tá dando a opinião dela. Eu acho que o cinema virou mais um ato performático do que só um passeio como era antes. Lele, eu meio que discordo, tá? Porque eu acho que isso da montação, isso de reverberar, de fila com... O próprio Titanic era um grande caos. Eu acho que sempre teve um pouco disso, tá?

Quando é uma fanbase muito forte. Então, não acho que é só isso. Mas eu acho que com as redes sociais, deu um plus. Porque o que era limitado apenas numa coisa, você quer também mostrar nas redes. Então, eu vou dançar no cinema pra mostrar que eu dancei nas redes. Então, acho que realmente se expandiu mais. Eu concordo nesse ponto. Aí ela tá contando a experiência. Eu acho péssimo quem vai no cinema e fica causando. Mas depende da situação. Então...

Há umas semanas, eu e minha amiga fomos no cinema assistir o relançamento de Crepúsculo. E tinham pouquíssimas pessoas. E todo mundo que é fã de Crepúsculo sabe que é ruim, mas gosta. Certo. As pessoas, incluindo nós, estavam rindo das cenas e comentando sobre. Tava super divertido. Trazendo o meu ponto, eu acho isso super legal. Em relançamento, eu acho que se permite, né?

É, o relançamento é muito pra isso, às vezes, assim, né? É, pra uma fanbase ir, pra comentar, pra rir também, acho. Porque é meio sobre isso. Tinha um homem na sessão, bem mais velho, sozinho. Que saiu e entrou na sala de cinema umas três vezes. Acho que ele tinha errado o filme.

Pois no meio da sessão, já que ninguém estava ligando para as risadas, o Tonhão fala para todo mundo ficar quieto e faz um chill várias vezes. Se fosse um filme lançamento, eu entendo. Mas Crepúsculo é super velho. O que vocês acham, meninos? Beijo, amo vocês. Ah, então aí você está defendendo…

O barulho, já que é um filme meio que… É, Lele, na raiz da questão… Ele tá certo. Ele tá certo, né, amiga? Porque pode ser que ele nunca tinha visto. Quer um filme antigo? Tá, é um filme antigo. Mas muitas vezes tem relançado, os filmes voltam em cartaz. Filmes antigos, clássicos, voltam e tal. Eu acho que depende do limite da coisa também, viu, gente? Eu acho que é…

acho complicado acho complicado acho que você tá vendo indo ver Crepúsculo, é isso, é um filme adolescente tem outras coisas outras questões ali ele foi chato, festil no direito dele

Então, eu também acho que ele tá no direito dele. Difícil esse debate, tá? Não sei. Eu estou mais do lado de vocês, porque eu também ficaria conversando e rindo. É que você já... Eu lembro uma vez que você já causou em um filme do Crepúsculo. Eu achei ruim com você, a gente brigou. Você lembra? Que você não parava de causar? É que, gente, eu gosto de dar uma conversadinha no filme.

Mas é que você tava tirando um sarro, causando… Eu lembro que eu fiquei bravo com você uma vez. Mas tem muitos anos também, né? É, aí eu tava zoando. Sem noção. Ah, eu tava achando engraçado, né, gente? É Crepúsculo, né? Tem umas coisas que você acha graça. Pois é, aceita ver o filme comigo e fica tirando o sarro do filme. É, aceito, né? Porque também, se eu não fosse, ele ia causar comigo na época. Ai, poxa, né? Você tem que ver o filme com o seu namorado.

Mas aí, poxa, esse é o meu jeitinho, eu dou uma comentadinha. Mas eu comento bem baixinho, tá, gente? Pelo amor de Deus. Nunca levei o estilo dos outros. É, pelo que você saiba, né? Ó, Cinnamon Boy.

Nossa, detesto pessoas que não têm senso. É um dos principais motivos que me faz evitar estreias de grandes lançamentos. Gosto do fervo, da energia. Mas uma pessoa que não consegue passar duas malditas horas sem ficar mexendo no celular ou querendo gravar cada treco…

Cada trecho? Não suporta. Cada treco. É, não dá também. Mas estreia é isso, né? Essas pré-estreias, gente, que convida influencer e tal... Não espere paz. É, gente. Pré-estreia é uma coisa que eu e o Fih pensamos 15 vezes antes hoje em dia.

Porque a pré-estreia, normalmente, eles distribuem ingresso, né? Aí é muito legal, porque, poxa, você vê antes de todo mundo e tal. Mas, normalmente, é muito lotado. E aí, tem a galera que faz stories, tem a galera que faz foto. Óbvio que depende do filme. Se é um filme mais B, um filme mais, né…

Não tão fervido, né? Não tão fervido. Eu lembro que a gente ia até em uns que eram mais de boa, que tinha café antes. É que era a sessão de imprensa, né? A sessão de imprensa também é diferente, né? É porque a galera… A sessão de imprensa, o pessoal vai pra assistir mesmo. É jornalista, né? É.

Nas outras também não, vai muita gente de portal, vai blogueiro também. Mas nessas de imprensa, o pessoal, acho que vai bem assim, mídia… Aliás, na época que a gente ia, né, também, era mais um pessoal bem jornalístico, né. E críticos de cinema, né. Eles vão pra ver mesmo, assim. Pra ver e fazer a resenha depois, então eles ficam quietos.

E nessas outras, pra estreias gerais, né, vai muito fã, vai muito convidado. Ou vai gente que não tá nem aí e só quer causar. No do Wicked, por exemplo, muita gente cantou. Só que, poxa, é uma estreia ali com um monte de gente, um monte de fã. Muitos fãs estavam lá também. Nem me importei, assim, porque, poxa...

A energia tava bem divertida lá e tal, né? Então é compreensível. Mas é meio caótico. Às vezes eles dão até mais ingressos do que tem lugares. Aí você chega e não tem lugar pra você sentar. E sempre tá marcado lá. Ai, sujeito à lotação. Pois é. Tem um relato bizarro, o Henrique mandou. Estava com o meu namorado numa sessão do filme A Morte do Demônio. Um clássico. Inclusive vai ter aí um novo lançamento, né, gente? No falecido Play Art, no shopping Ibirapuera.

A sessão estava meio vazia, devia ter umas 20 pessoas na sala, numa sala para 50. E depois de uns 40 minutos de filme começando, umas pessoas começaram a se movimentar na sala, saindo e voltando. Veio um lanterninha uma hora e foi embora. Pararam o filme por cinco minutos, depois retomaram.

Mais gente indo e vindo. Até que do nada ligam as luzes da sala. E entra um policial armado com fuzil e tudo. Meu Deus. Começaram a olhar a fileira por fileira. Meu Deus. Pessoa por pessoa. E o filme rodando. É, e o filme rodando. Algumas perguntaram se a pessoa estava armada. Algumas perguntaram se a pessoa estava armada. E pediram para levantar a camisa.

Meu namorado foi uma dessas pessoas abordadas. No final, tudo por conta de uma pessoa que tava nas primeiras fileiras. Um casal achou o cara que tava na primeira fileira estranho e chamou a polícia. O cara tava meio bêbado, mas não tinha nada no final. Tava só agindo como bêbado. A sessão foi cancelada no fim e a gente ganhou os ingressos de volta. Meu Deus. Meu Deus.

Que esquisito. Nossa, que coisa bizarra. Isso aí eu nunca tinha ouvido falar. De entrar polícia com fuzil. Polícia, né? Chique. Nossa. Histórias e histórias. O máximo de estranho, assim, que eu lembro, uma vez é que a gente tava num filme de terror. Era aquele The Boy, né?

Que era o Menino Boneco. Ah, tá. O Boneco. Que é um filme de terror. Nós tava bem vazio, lembra? Tava super vazio. Aí tinha um moço meio esquisitão, assim, no fundo. Que a gente morreu de medo. É, a gente ficou meio... Isso é aqueles povo que a gente tá tirando no cinema. Ai, que horror. Morro de medo. Morro de medo. Fala essas coisas.

Não, eu só comentei, gente, que dá medo, né? A gente ouve falar essas coisas. Foi isso que aconteceu aqui nesse caso, eu acho, inclusive. Então, Deus me livre, gente. Só que pra mim o mais estranho foi um casal que entrou com uma criança. E o filme era de terror adulto. Tem gente que não se importa, né? E a criança lá no meu... Gente, nossa, eu lembro que era uma criança. Era uma criança aqui. Era o boneco, o The Boy. Eles confundiram o filme e tal. Esse eu achei mais bizarro, né?

Ana, um dia eu e minha amiga fomos ver um filme bem underground e só tinha a gente na sala. Mas daí chegou um casal que sentou lá no fundão. Vocês sabem pra quê, né? O filme era de suspense e minha amiga tem o sério problema de se assustar com qualquer coisa. E ela simplesmente ficou gritando o filme inteiro. Ai, meu...

E eu gritando de volta pra ela, calar a boca. Ela tava tão histérica que ela tava quase sentada no colo com medo. Resumindo, acabamos com a pegação do casal. Hoje em dia damos risada, mas eu fiquei desesperada na hora. Ah, não é pra se pegar também, gente. É, tem gente que se assusta e grita. É. Acho que pode acontecer, né? É, ainda tem o que fazer, é. Eu lembrei aqui uma situação. Eu e o Eduardo já fomos assistir filme de terror.

Com os amigos que a gente nunca tinha ido assistir filme. E eles não calavam a boca. E eu fiquei assim, me sentindo constrangido. Porque eles não calavam a boca. Hoje em dia, eu já percebo que cinema não tem como você ir com gente que você nunca foi.

Ah, mas tem que ter uma primeira vez também, né? Ah, mas é melhor não. A gente achou que ia ser super de boa. É, foi um pesadelo. E não paravam de falar. E aí você também não sabe, sabe? Foi um pesadelo, gente. Você não sabe como agir, né? Meu Deus. O Gui, fui ver Lilo e Stitch ano passado e fiquei com dó da menininha que derrubou um copão de refrigerante no chão, na cadeira e na mãe.

Achei ruim porque atrasou a sessão e a luz acesa até praticamente o filme começar, porque foram limpar, pra elas voltarem pro assento. Mas tá difícil mesmo. Ah, e são situações, né, gente? Derrubar, já vi gente derrubar também, né? Não tem muito o que fazer. Complicado. Eu e meu esposo fomos assistir 50 tons de cinza, Andressa Gomes. Eu estava grávida de cinco meses e só tinha bebido um milkshake.

Só sei que minha pressão baixou. E eu desmaiei na fila. E só me lembro de algumas pessoas em volta. Risos. Observação. Eu tinha ido de vestido e calcinha. Como assim? Aí todo mundo viu, amiga? É, então. Não entendi o ponto. É? Foi isso? E aí todo mundo... Ah, mas Chique, você passou mal e atrapalhou. É, amiga, tá grávida. Passar mal também faz parte, gente. É. Passar mal também, você tem que relevar aí a situação da pessoa, né?

O Netinho Muriel, aqui eu acho que pra encerrar até esse debate, a gente dá a nossa opinião. Quando chegar em algum streaming, assistirei Na Paz do Meu Lar. E nunca vou me sujeitar a essas situações. Ainda mais que eu já saiba como a história termina. Se me sentir muito nostálgico, vou no YouTube e assisto um show completo. Se estressar, pra quê? Aqui o Netinho já larga de mão as experiências, né?

E acho que é uma opção, obviamente, mas eu não sei. Pra mim, ainda eu tenho esse apego. Eu ainda tenho fé na humanidade, eu prefiro ir pessoalmente. Eu gosto de ir ao cinema. E às vezes eu sinto que eu sou até teimoso, assim. Tipo, eu vou mesmo sabendo que pode dar um ruim, mas eu prefiro acreditar que vai dar bom, sabe? Porque eu gosto da experiência de ir, gente. Eu também, gente. Até lona. Por mais que a gente tenha uma…

Uma TV grande, um projetor. Eu acho que ver ali... E tem filmes que realmente, no cinema, até são feitos ali pra tela. Tem tipos de captação diferentes e tal. Então eu ainda sou... Eu acho que vale a pena o perrengue. Mas eu acho que cada um escolhe suas batalhas. Suas...

Só as lutas, também acho. O Netinho citou aqui, show, realmente, show, eu acho que vai um pouco além pra mim. Show, eu tenho mais essa… Esse medo de passar mais perrengue. Então eu prefiro, às vezes, ah, não, vamos esperar. O show, por exemplo, os shows do Rio mesmo, de Copacabana. Fomos na Madonna, é isso, os restantes a gente assiste aqui em casa, no conforto do lar. Realmente, alguns a gente prefere.

Mas aí é de cada um, acho que é isso mesmo. Escolher sua batalha, sua saúde mental aí, né amor? Você também concorda? Eu concordo super, gente. Show pra mim é só quando é um caso muito específico. O cinema, eu ainda continuo insistindo, porque eu acho que são situações e situações. E tem uns que eu consigo esperar uns dias e vou depois, sabe? Então eu acho que é isso. Eu ainda tenho fé, apesar de saber que ultimamente tem acontecido os grandes caos aí, tá? É isso aí.

Ficamos nessa, então, por aqui, né? Ficamos nessa, nos vemos lá no Inchimos, tá? Isso, por 10 reais, episódio extra na Orelo ou no Apoia-se, gente. É isso aí. Tá bom? É, um beijo pra vocês, boa semana. E até o próximo episódio. E até o próximo episódio. Tchau! Tchau!