#213 - Vivendo por divas pop
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Olá, divos e divas! Tá começando agora mais um episódio do Divã da Diva, o podcast oficial do Diva Depressão. Eu sou o Edu. E eu sou o Felipe. Hoje é segunda-feira, dia 4 de maio de 2026. Atrasamos alguns dias, mas vocês sabem, né? Se não sai na sexta, sai depois, gente. Isso. É que no fim era feriadão aí, gente. E ficamos nas dúvidas até de lançar.
É, mas a gente decidiu descansar mesmo, não vou nem mentir, gente. Não, foi um misto de… Ai, se lançarmos hoje, muita gente pegou folga aí e tal, né. Então vamos deixar pra lançar segunda-feira, né. Que aí a gente aproveita e dá uma descansada. E também o pessoal, né, vai ferver aí final de semana.
E segunda-feira tem coisa nova aí, pra alegrar a segunda-feira, sabe? Sim, aí hoje sai também o episódio pra apoiadores, tá? Então a gente vai ter esse aqui, que é o Pra Todo Mundo. E lá na Aurelo, no Apoia-se por R$10, você ouve o episódio extra. A gente colocou lá no Twitter o tema da semana, porque o mundo pop está pegando fogo, né, gente? Tivemos aí o lançamento da Madonna com a Sabrina Carpenter. A Madonna vai lançar o Confessions 2, né, agora em julho. Já saiu também a I Feel So Free, uma outra música.
Tivemos o show da Shakira no sábado, né. Todo mundo no Rio com Shakira. Deixa eu ver o que mais que eu coloquei aqui. Ah, a Beyoncé tá aparecendo com os Lucões. Que tudo dá a entender que ela já tá iniciando a Era Nova, será? É, que como ela não é muito postadeira, se ela posta alguma coisa, a gente já… Os fãs já ficam enlouquecidos, né.
Em paralelo no cinema, temos aí Diabo Veste Prada com Lady Gaga na trilha sonora, né. Várias divas na Dolce. E aí, a Lady Gaga lançou o clipe também com a Dolce aí, né. Fora outras divas também que talvez nem todo mundo ouça. Mas por exemplo, a Bibi Rexha também vai lançar um disco que parece que tá incrível. Sim, a Anitta também.
Tchoca com tchoca, boca com boca. Então eu acho que a gente tá vivendo uma nova era do pop muito boa. Tanto de divas mais jovens, quanto veteranas aí, né. Lançando coisas muito legais. E muitas delas fazendo parcerias. Então eu acho que a gente tá vivendo uma era muito legal do pop. E decidimos fazer um podcast aqui, trazer um divã da diva. Vivendo por divas pop, né. A gente já falou sobre música pop antes aí, tal. Divas pop, Madonna.
Mas hoje vamos voltar a falar do mundinho pop. E queremos saber aí de vocês, qual que é a sua diva pop? O que você tá ouvindo no momento? Foi ao show da Shakira? Não foi? A gente colocou esse post antes do show da Shakira. Agora que já teve o show da Shakira, podemos falar as nossas impressões, né? A gente assistiu de casa. E também tem a experiência de quem assistiu pessoalmente.
Sim, sim. Né, amor? Cada um tem uma experiência, né? Sim. Jogamos a pergunta lá nas redes, né, tanto no Twitter quanto no Instagram. Pra vocês comentarem aí, né. Independente de onde seja a sua diva, né. Seja a diva do Brasil, seja a diva internacional. Bem, nós temos uma relação aí muito grande com a Madonna. Tanto que estamos aí louquíssimos.
Com o Confessions 2, né. Tudo que já saiu, estamos muito felizes. A gente sabe que a diva pop… É aquilo, né, citamos aqui, Madonna, Shakira e Anitta. A diva pop é aquela estrela que… Movimenta, né, gente. Movimenta tanto o amor, quanto também o hate, né. A própria Shakira aí, muita gente está reclamando do show dela. As músicas da Madonna têm fãs antigos que não gostaram.
É, sempre vai ter o ódio engaja, a gente sabe. A música da Gaga também, tem gente muito genérica. Então assim, a diva pop é sempre esse símbolo de… Altos e baixos. É, ela gera discussões, né, assim. Porém, acho que aqui a gente vai trazer o foco da paixão que a gente tem por elas, né. Assim, acho que tanto que a maioria aqui dos comentários que eu vi é gente falando o quanto a diva pop impactou a sua vida até hoje.
É, muitos de vocês responderam aqui. Inclusive, eu quero até começar aqui, ó, com o Santiago. Porque a diva dele é a Shakira, ó. A minha diva é a própria Shakira. Ano passado, fui para Barraquilha ver a estátua dela no dia do meu aniversário. Foi minha primeira viagem internacional. E eu amei demais a Colômbia e a estátua. Tem uma estátua dela enorme lá.
Gente, a questão da Shakira, tem muitos pontos aí, né. Dizem que o pai dela passou mal antes do show. E ela não tava com a energia muito boa, tanto que ela atrasou bastante. E também tem gente falando do setlist, né. Que não era um show de hits, era um show de uma turnê específica dela. Então as sequências de música talvez não tenha agradado o grande público. Eu acho que…
Assistindo de casa, eu achei o show meio arrastado. Mas eu também entendo que… Às vezes, se você já conhece os shows da Shakira, principalmente essa turnê você não teve nenhuma surpresa, sabe? Acho que mais funcionou do que não funcionou.
É, também acho. Porque no fim, assim, é um showzão, né? É, não vou falar mal da Shakira, gente. Me recuso a falar mal da Shakira. É, ela… Pelo que eu entendi, né, ela trouxe a turnê dela que ela tava rolando, né? É, que ela tava divulgando essa turnê, né? Que foi mais ou menos o que a Lady Gaga também trouxe. Ela trouxe o show, né, da turnê que também não ia fazer. Só que eu acho que o da Gaga, como o álbum hitou, assim, era mais o nível… Tipo, o da Gaga…
É, a Gaga, no caso, né, o álbum tava ali no auge do lançamento, né. O Mayhem deu muito certo. E ela canta muitos clássicos na… E mistura-se muito, né. Eu senti que o da Shakira demorou pra vir uma música aqui. Tipo, todo mundo, ah, sabe? Porque acho que foi focado mais nesse último álbum, né. Acho que foi focado mais nesses últimos trabalhos. Tanto que algumas antigas, ela cantou versões de releitura ali, né, com uma outra vibe.
Que normalmente o que a diva pop faz, né, quando ela vai cantar os hits antigos… É, ela muda um pouquinho ali a melodia, né. É, talvez pra agradar todo mundo, ela poderia ter feito um outro show só de hits. Eu acho que talvez as pessoas sairiam mais satisfeitas. Mas quem é fã ali, e conhece todo o trabalho, todas, né… Conhecia já a turnê, as músicas que ela ia cantar na turnê. Acho que não foi muita surpresa ali, porque ela seguiu meio que o setlist da turnê.
E aí, se você pensa, né, a Madonna trouxe uma turnê que já tava na estrada. Que era de hits também da carreira dela. Que aí funcionou, porque era de hits. A Lady Gaga trouxe uma turnê também, que ela já ia começar. Ela tinha feito só dois shows antes, ou três, acho que foram três. Ela fez dois no Coachella e um, acho que no México, antes, né, de pisar aqui.
E aí, a Shakira também traz uma turnê que já tava na estrada. Então a gente entende que o Todo Mundo no Rio tá trazendo shows que já estão ali na estrada da Diva Pop. Eu não sei se o evento ainda tem esse poder, essa magnitude de fazer com que a Diva Pop monte um show só praquilo. É, talvez. Sabe? Que talvez seja o ideal daqui pra frente.
Pra agradar gregos e troianos. Então. Talvez seria isso. Mas aí eu acho que complicaria muito. Porque a pessoa teria que ensaiar pra um único show. E às vezes o… A pessoa não tem tempo, né, gente. É, montar nessa vare, né. Apenas um show, né. Montar apenas um show. Seria legal, né. Óbvio.
Mas eu acho que, na maioria dos casos, as pessoas vão meio que fazer isso. Acho meio impossível, mas também, sei lá, vai quê, né. Eu acho que o evento vem crescendo, né. Dizem que os números da Shakira foram muito bons. Foram bons, é. Então eu, né, confesso que as músicas clássicas que eu conheço bastante, né. Algumas delas…
Algumas delas, a Shakira, né, tipo, estou aqui. Ela fez uma versão bem curtinha, pós uma música. Uma pena, né. E aí eu queria mais, entendeu? É, eu senti que grandes hits foram engolidos, assim. O Rosa C também, ela fez uma versão meio lenta. Muito bonita, mas queria a versão animadora, mais linda a performance. Eu achei meio sem energia, assim. Mas também, às vezes, vai da vibe que ela tava também, por conta do pai e tudo mais. Enfim, são muitos pontos. Eu gostei de algumas partes do show, sim.
É, eu achei… É isso, eu achei que mais funcionou do que não. Mas vamos ver aí, né, gente. Olha, mais uma diva que tá de volta esse ano é Ariana Grande. O Rodrigo tá falando aqui, Ariana Grande, de volta. Ah, é verdade. Nossa, a Ariana, ela tem lançado um trabalho atrás do outro, assim, né.
Fazia um tempinho já que ela lançou. É que como ela teve o Wicked, então pra mim parece que ela não sumiu tanto assim, antes de… De certo modo, sim. Ela não parou, né. Realmente ela tava em função do filme aí, né. Que tiveram músicas aí e tal. E o que ele falou dela?
Ele falou, não, a Ariana Grande está de volta. Esse ano não tá de brincadeira. Ah, sim. Que é mais uma diva que volta aí esse ano, gente. Que volta, né. Já, inclusive, falam aí, né. Já começam os burburinhos de quem viria aí num próximo ano, né. Será que uma Ariana Grande… Uma Beyoncé. Todo mundo fala muito da Beyoncé, né, gente. Será que a diva vai estar na estrada com alguma turnê? Não sei, gente.
Aqui no Instagram, muita gente tá falando da Katy Perry, tá? É porque a Katy Perry voltou pros charts aí, né? Não, mas nem por causa disso. É porque ela é a diva pop deles, entendeu? Ah, sim. Ó, o Marcos Aurélio, ó, sou fã da Katy Perry. Conheci através do Teenage Dream.
E hoje vivo com o Smile no Repeat. Já a Selena foi a mesma coisa, e vivo escutando o Revival. Aí o Augusto, a minha foi a Katy Perry. Hoje em dia, não escuto como antes, mas sempre escuto o que ela lança. Gosto muito, porque ela sempre passa uma vibe calma e alegre. Realmente, a Katy é aquela diva, né, da… Ela é mais soft, assim, né. É animadona, né, sempre divertida.
Ela tem essa coisa do humor, até nos trabalhos dela, né? Sempre são bem humorados, assim. Sim, sim. Aí o Lip também, ó. Eu sou filho da Katy Perry e não largo a mão da minha mãe por nada. Consegui vê-la três vezes no período de um ano. E só de lembrar disso, meus olhos ficam marejados. Porque sou muito grato por hoje ter condição e oportunidade de vê-la. Uma delas no Detal, onde também vi vocês no Coke Studio. Olha, Lip, que legal! Ai, que tudo!
Será que era você que tava montado com os looks, amigo? Ai, nossa, não vou lembrar. No dia da Katy Perry, a gente tinha um povo montadíssimo lá, né. Com os looks na vibe da Lifetime Tour, né, que ela fez lá no The Town. Sou Kate Kat desde One of the Boys. E nunca imaginei que ela continuaria ativa.
Completando quase 20 anos… Nossa, caramba, a Katy Perry tem quase 20 anos de carreira. Com hits que nunca morrem. Eu vi que a Katy Perry tem… Os hits antigos dela estão tendo muitas visualizações. Então, o árabe daltônico mandou aqui, ó. Katy Perry escalando os charts novamente pela primeira vez nessa década. É algo muito legal. A nova geração está descobrindo as divas. E tá rolando esse movimento, né, gente, da geração Z aí, descobrindo divas antigas. A própria Madonna agora descobrindo os discos.
dela, falando sobre… Dizem que a geração Z aceita mais a Madonna do que os millennials, né. Pra vocês verem, gente. É geracional mesmo, né. É geracional. Eu vejo essa geração valorizando muito não só a Madonna, mas a Janet Jackson, indo atrás ali das divas dos anos 80, 90. Mariah Carey. Eu gosto muito da Katy Perry, gente. Quando comecei a consumir ela, já era ali mais velho, né, no boom dela.
É, a gente começou meio junto ali, acompanhar a Katy Perry, né. Mas todos os trabalhos dela eu vi. Eu gosto muito dela, acho ela gente boa. Ela tem hits grudentos aí, hits que, né, sempre vão existir. Que fizeram parte do fim da nossa juventude, o início da nossa vida adulta, assim.
Tipo, nossa meio que adolescência, vida adulta. Eu sempre tô com hate nela, o povo acha que eu odeio. Mas eu gosto muito, gente. Eu faço comentários pontuais, mas eu gosto muito das ant... Eu acho que tem alguns álbuns que floparam, o que é normal. Porque toda diva pop tem, né. Mas isso não tira o prestígio de tudo que ela já lançou, né. E eu achei a última turnê muito boa. Exatamente. Tanto que muita gente cogita… E até pensando aqui nos comentários, que tem muita gente comentando dela.
Ela realmente seria um bom nome aí, quem sabe, pra Copacabana. Ela podia fazer uma turnê dos hits, eu acho, a Kate. É, já que ela tá fazendo 20 anos de carreira, ela podia trazer. Mas, por exemplo, essa última turnê dela, se fosse essa turnê que tivesse em Copacabana, também teria funcionado. Porque…
Também tem muita música antiga. Tem, o show é bem legal, né. Tem várias coisas diferentes e tal. Eu acho que o rolê da Shakira é isso, assim. Como foi um álbum muito focado em músicas que não são tão famosas eu acho que ficou mais morno, né. Eu acho que o show de Copacabana sempre tem que ser um show geral, né. Mas é isso. Falando em show, ó…
O Eric mandou aqui. A Beyoncé é a diva que me move. E estou vivendo pelo Beyoncé Cabana em 2027. Onde ela vai abrir seu ano de tour no Brasil. E logo após, seguir com a tour do Ato 3. Após essa agenda, a diva vai ter seu hiatus de anos. E nós da Beyhive voltaremos para o limbo sem notícias da Queen. Solta o rock. Ele já tá imaginando que a Beyoncé pode começar a turnê de rock em Copacabana.
Gente, de certo modo, o Rio tem uma conexão com o rock por causa do Rock in Rio, né. É verdade. É um dos festivais… Se realmente ela for… Nem é confirmado que ela vai fazer rock, mas o povo tem certeza, né. É, muito suspeita do que o terceiro ato, né. Tem todo aquele… O rolê da diva pop, isso que é o legal, né.
Tem que ficar confabulando, né? Tem que criar conceitos, né? E a Beyoncé, né, tá trazendo esse conceito aí, né? De ressignificar os estilos, né? Que foram ali muito fundados pelas pessoas pretas lá nos Estados Unidos.
E meio que trazer esse holofote pra eles de novo, né. Tanto que o álbum lá de country, né, por muitos é criticado aí, né, o Cowboy Carter. Sim. Mas faz muito sentido assim, se você imaginar, né, o quanto a música…
country ali, americana, né. Tem referências de pessoas pretas e elas não são valorizadas, né. Então, eu acho isso muito bapho dela trazer assim. Não, ela fez… Teve um porquê do rolê, né. Acho que é um impacto até, talvez mais pros americanos. Talvez por isso que a gente é de fora, não sinta tanto. Mas é tipo, se você imaginar aqui, ó. Se a gente olha aí pro rolê sertanejo, né.
Não tem muitos artistas pretos que cantam ali. Ou que fazem sucesso, estão no topo ali, né. No Brasil, acho que esses que aparecem na TV, acho que nenhum. Eu não lembro nenhum, assim. Tinha o Daniel, né. Tinha o João Paulo do Daniel. Que tava junto com o Daniel. Que era uma dupla, né. Acabou falecendo aí há muitos anos atrás. Mas é bem difícil. Se não… Não tem gente. Não é um lugar aberto, né. Aparentemente. Talvez até, né, obviamente aí pelo público e tal. Mas…
Enfim, né. E agora ela viria com o rock, que também tem muitas raízes ali, né. Desde o Prince, que é uma grande referência, né. Mas se você voltar, tem o Jimi Hendrix lá, né. Que é uma grande estrela aí do rock, né.
Enfim, vários nomes aí. E ela viria aí pra trazer isso de novo. Eu acho muito legal. Estou ansioso pra ver o que ela vai lançar. Surgiram vários boatos de que ela iria cantar com Ivane... Que o Ivanecense estaria envolvido. Ah, imagina que tudo! É, aí a Steve Nicks agora estão falando também.
Acho que seria legal ela trazer pra cá. Ah, seria tudo. E a Beyoncé tem umas músicas que tem uma pegada, as antigas ali. Você pega Destiny's Child, tem umas que tem uma vibe que dá pra trazer pro rock. Seria legal ali, umas releituras. A Mãe Suvavo!
Aí seria tudo, um clássico. Seria legal ela aqui, hein? Gente, por exemplo, a Madonna, né? Não tem como não mencionar. Óbvio. Eu nunca imaginei que a Madonna fosse, 20 anos depois, lançar o Confessions 2, sabe? Que é um dos maiores álbuns da vida, da carreira dela. E que foi um álbum muito, assim, que trouxe novos fãs na época. É, recordado.
Recolocou ela ali, né. Recolocou ela. Então eu tô torcendo pra que isso aconteça agora de novo também. Nunca imaginei que ela fosse fazer o Confessions 2. Achei que já começou muito bem pelas músicas que saíram. Tô animadíssimo. Tô muito feliz de poder viver mais uma era da Madonna, assim. Ali nos 67 anos de idade, sabe? É muito… Tava lendo uma… Eu nem sei quem foi, tá, gente? Não lembro agora.
Mas dizendo que a Madonna lançou o Confessions 2 20 anos depois, é quase um ato político, assim. Porque é isso, uma mulher de 67 anos, trazendo corpo à mostra, a sensualidade, né, a sexualidade. Letras que são mais jovens mesmo, para jovens, músicas jovens, sabe? Então, tô animado com o pop esse ano, tá? São músicas, eu não diria que é música pra jovens.
Ah, mas são letras pop, assim, jovens, né. São músicas pra dançar, gente. A Madonna está convidando você pra ir pra pista de dança. E o que tem se você tem 67 anos? Não tem problema. Não tem nenhum. Então a Queen's tá aí pra isso, inclusive, né. Pra mim, como fã, é incrível ver a Madonna assim, ainda com o vigor. A gente assistiu Diabo Veste Prada, né, essa semana. Ai, gente, o que vocês acharam, vocês que viram aí? Vocês gostaram?
E pra mim, o Diabo Veste Prada é um filme para gays e mulheres. Assim como as divas pops. Elas são pra gays e mulheres, né. Mulheres cis, mulheres lésbicas, mulheres trans. Mulheres, exato. E o Diabo Veste Prada, eu acho que cai num momento muito oportuno até pros lançamentos da Madonna. E até pra esse resgate de divas que nem são tão antigas, né. São tão mais velhas quanto a Madonna.
Mas como esse mercado é muito… É muito… Qual é o mesmo nome da palavra? Da idade? É um mercado muito… Etarista. Etarista. Então, dependendo de uma idade, você já é meio descartado, né? É.
Madonna foi descartada muitas vezes, né. Pra vocês terem uma noção, gente, tem uma rádio aí… É a BBC, eu acho, a britânica. Que tempos atrás falou que não tocava mais Madonna. Porque ela era muito velha e não ia reverberar, sabe, na rádio.
Então você ouvir isso, sabe? Imagina você ler isso, né? Porque você é mais velho, você não vai tocar sua música? Tipo, como assim? Qual o sentido disso, né? E entendendo principalmente que ela é uma mulher, né? Talvez pra…
Bandas de homens velhos ali continuariam tocando normal. E aí o Diabo Veste Prada traz um pouco disso também, né. Principalmente pelo fato ali de ter a Mary Striep, que é uma atriz já de… Tem uma idade, né. Uhum.
As outras atreces ali também que cresceram e tal ali, né. E tem todo o elenco ali de volta. E é muito sobre questões ali de lugar, de alcançar, de objetivos. E de não parar e não desistir, né. Então acho que o Diabo Veste Prada também traz um pouco…
disso, que meio que se envolve aqui com o rolê da Madonna. E acho que a gente tá justamente nesse momento, assim, de enaltecimento das divas e de figuras, assim, desse nosso universo, assim. Então acho muito legal, assim, o momento do pop em que estamos.
De valorização. E a gente tá falando de gays e mulheres. Mas ó, o estranho, por exemplo, aqui no Twitter, ele é um cara hétero, tá? Ai, sim. Eu sou um cara hétero. E um dia resolvi colocar o álbum Renaissance da Beyoncé pra ouvir na academia. E até hoje sou completamente fissurado em tudo que essa mulher faz e já fez. Eu já ouvi ouvido e gostado muito do Lemonade. Mas acho que o Renaissance é uma obra-prima.
E eu concordo, amigo. Eu acho que o Renaissance, assim… Eu não acompanho todos os trabalhos da Beyoncé de perto. Eu lembro que o Sasha First me prendeu muito, anos atrás. É um bafo também. Gosto muito daquele álbum Beyoncé dela também, que ela soltou de surpresa na madrugada. Que a gente acordou com o álbum já online, né. Meu sonho é a Madonna fazer uma coisa assim.
Mas a Madonna já deu a data do disco, né. A Madonna tentou fazer isso, mas vazaram as músicas. É, Rebel Heart. Era pra ser uma coisa meio assim, né. E eu acho o Renaissance, assim… Eu sempre acho que tem discos e discos, né. Se você quer começar a ouvir Beyoncé agora, eu indicaria o Renaissance.
Sabe, assim como se você quer ouvir a Madonna agora… Nunca ouvi nada da Madonna, o que eu ouço primeiro? Ouve o Confessions, Bona Dance. É, eu acho que tem discos que dá pra você começar por eles, assim, sabe? Eu acho da Beyoncé, o Renaissance, gente, assim… Nossa, eu acho perfeito. É, eu gosto muito do B-Day também. Ah, sim. Eu acho um álbum também muito babadeiro. Acho muito babado. O Renaissance é moderno, é chique. É. Ah, eu acho, assim…
O Renaissance é muito dançante, eu acho. Nossa, é maravilhoso, gente. É maravilhoso. É um dos melhores discos, assim, de divas pop pra mim. Real, assim, tá? Quando você pega o álbum completo e você entende o conceito. Ai, e não tem um clipe, gente.
E recentemente, aquela atriz, a Barbie Ferreira, que fez o Euphoria Ela falou que ela gravou coisas, né, pros áudios, pros videoclipes do Renaissance Só que ela… Pros visuais Ela falou, nem eu vou… nunca vou ver também, porque… Então, a gente não entende qual que é a estratégia, né Será que ela vai lançar todos os atos pra depois lançar os vídeos de tudo? Ou realmente ela não…
Ou ela decidiu não lançar. Às vezes não gostou. Às vezes não gostou. Então é isso, assim, né. Não dá pra entender a estratégia. Mas isso eu acho um bafo ao mesmo tempo. Porque não precisou de um clipe, entendeu? A turnê é incrível, sabe? Enfim, é isso.
Ó, Jarba Sinclair. Meninos, tenho 37 anos, cresci nos anos 90. E pra mim, diva pop rima com Britney Spears, sem dúvida. Os james de hoje em dia não conseguem entender o impacto absurdo que essa mulher teve no auge da carreira na música pop. Porém, hoje em dia, pra mim, as mais relevantes são a Lady Gaga e a Beyoncé. Depois, temos que diferenciar divas pops farofeiras e divas pops do gogó.
Que no meu caso, pra mim, seria a Celine Dion. Amo a Queen desde sempre. Faz parte da trindade atemporal de vocalistas bapho. Junto com a Mariah e com a Whitney. Aqui o Jarbas, ele faz essa divisão de divas pop. Que eu acho que realmente é compreensível. Tem divas, por exemplo, a Shakira, né. Muita gente…
contava que o show da Shakira seria como o da Lady Gaga. Que tem o bloco, que forma ali uma narrativa. Assim como o da Madonna também, né? Que é esse show mais teatral, que conta uma história, né? É que o da Madonna, ele meio que… O da Madonna circula a vida dela. Então tem um storytelling, acho que um pouco diferente. Sim.
Acho que também… É que a Madonna tem mais uns que são… Mais teatrais, assim, você diz. O Blonde Ambition, eu acho ele bem teatral seguido. Assim como o da Gaga, o do Mayhem, né. Mas tem divas que não são dessa forma, né. Acho que a Shakira não era essa que vai montar cada performance. Meio que encerrava um…
A música, e já mudava o esquema ali. E acho que quem é fã de diva pop, assim, dessa vibe, acabou não entendendo tanto, né. Ao mesmo ponto que, por exemplo, eu acho que se vir uma Adele…
A Adele não vai fazer um show dançante, né, gente? É. A Adele vai sentar, vai cantar. Mas eu acho que é isso, a Adele… Todo mundo já sabe que é isso, né. Todo mundo já sabe que é isso. Acho que sim, né. Todo mundo já… Porque eu fico na dúvida. Não, a Adele as pessoas já sabem que é, não tem como. E cada uma tem uma vibe, né. Cada uma tem uma vibe. Cada uma tem uma energia. Moro, inclusive, a gente atrasou o episódio, hoje é dia 4 de maio, né.
Hoje fazem dois anos que a Madonna se apresentou em Copacabana, gente. Exatamente hoje. Chique, chique.
Aniversário de dois anos aí, que todo mundo no Rio nasceu, né, gente? É, gente. Eu achei o da Madonna, assim, né. A turnê já… Já é linda, né. Já é linda, mas o que ela fez de bônus pro Brasil, né. Que é chamar a Pabllo ali, né. Performar junto com a Pabllo, musica com a bandeira, né. Os discursos que ela deu também foram muito bonitos, assim. Sobre o amor que ela tinha pelos fãs do Brasil, né. O quanto apoiam ela.
O discurso sobre a comunidade que ela deu ali, achei muito lindo, assim. Emblemático, né, marcante. Mas é isso, acho que eu entendo, Jarbas, o que você falou. Porque também acho que é meio que cada diva ocupa uma lacuna. Tem um jeito.
E tem comparativos que não cabem, né, gente? Ó, o Fabiano, por exemplo. Eu não chamo artista pop de diva. Eu sou um cara que amo as mulheres. Sou homem casado e pai de dois filhos.
E caí de paraquedas nesse meio da música pop. De repente, me vi apaixonado pela Lady Gaga e pela Taylor Swift. Essas mulheres são estrelas que eu gosto. Mas por que você não chama elas de divas? Não entendi, assim… Não entendi, amigo. O porquê não e o porquê que não, entendeu? Não ficou explícito. É, não ficou explícito, assim. Por que não? Enfim, uma masculinidade frágil.
Talvez vão te chamar de viado, se você chamar elas de diva. É, talvez. Foda-se, né. Enfim. Eu acho que a classificação diva é dada… É o que que é, realmente, né? O que que é a classificação diva… Deixa eu ver aqui, significado diva.
Eu vou lendo o outro aqui, tá? O Léo mandou aqui, ó. Desde kids, fui fã de ver shows e as estruturas grandiosas me encantavam. Logo, fui uma criança viada fã de Madonna, comprando os DVDs de flashback nas banquinhas de camelô. Anos depois, fui muito fã de RBD e desde 2009, sou fã de Taylor Swift. Shows teatrais me encantam, são os melhores.
Aí, ele gosta muito de shows teatrais. Trabalho desde novo e juntava meu dinheiro. E em 2012, com 18 anos, fui pro Rio de Janeiro sem avisar ninguém da família pra tirar a MD&A Tour da Madonna. Não tinha hotel nem nada, só dormi na fila e voltei no dia seguinte ao show dizendo que estava na casa de um amigo em outro setor aqui de Goiânia. Nossa, amigo, que aventura, né? Mentiu aí pra família e foi pro Rio de Janeiro ver a Madonna.
Quem nunca, né, gente? Quem nunca fez loucuras pela sua diva pop, né? Pois é, acontece. Se você é muito fã, gente, você vai fazer uma loucurinha a outra. Se endividar pra assistir um show, tentar ir na porta. Ir atrás de tal coisa, né, arrancar…
A Madonna, ela tá divulgando com lambilambes, né, assim, em alguns lugares do mundo alto. Bem a método antigo, gente. Tem gente que arranca o lambilamb e leva pra casa, então… Ó, o termo aqui, diva, pesquisei aqui, gente, ó. Diva é um termo derivado do latim que significa deusa. Olha! Utilizado para descrever uma mulher de talento excepcional, beleza notável ou carisma marcante. Especialmente nas artes, música, cinema, teatro.
Pode exaltar uma artista célebre, como uma cantora de ópera. Ou, pejorativamente, uma pessoa exigente e caprichosa. Toda diva é exigente e caprichosa. Faz parte da identidade da diva. Então é isso, ó, gente. Tem aqui, ó, significados e contextos principais. Definição literal, deusa, divindade de feminina. Aí figura pública ou artista, cantora de ópera, atriz, estrela pop notável, famosa ou talentosa.
E aí, tem várias coisas aqui. Então, tem a ver com divindade. São pessoas que fazem coisas surreais. Chiques. E eu acho que essas mulheres fazem, que a gente tá falando aqui. É, eu acho que a maioria delas, né. Porque é esse ponto que eu trouxe, né. É uma indústria muito difícil, a indústria da música pop, né. E se manter relevante, fazendo…
A Madonna, por exemplo, pra mim é uma das artistas que remodelou a forma de se fazer um show pop. Sim. Beyoncé trouxe representatividade na música, sendo uma estrela mundial. Não se privou de trazer pautas ali que ela queria abordar. Então acho que são…
Meio que vai um pouco além também, né. Vai um pouco além. A funcionalidade é pop. E é isso, né. A Madonna, ela tem essa coisa dela ter aberto mais essa coisa da sexualidade feminina na música, né. Abriu portas aí, a própria Sabrina diz muito isso. E é legal agora a Madonna com quase 70 fazendo música. Porque isso mostra pras outras que também é possível. Tipo, mostra pra uma Sabrina Carpenter que é possível. Óbvio!
Eu acho que num futuro vai se dizer muito isso, sabe? Tipo, quando a Sabrina tiver com 70 anos fazendo música ela vai lembrar que a Madonna com 70 tava fazendo e abriu essa porta também. Sim, concordo. Sabe? Porque a Madonna acho que é uma das poucas que tá vivendo uma sexualidade aos 70 anos.
abertamente com o nome que ela tem, com o poder que ela tem, entendeu? Então isso é muito legal, sabe? De uma abrir porta pra outra, e a outra continuar galgando o caminho, sabe? É, eu acho que elas vêm dessa forma mesmo, né? Porque eu não quero… Acredito que elas pensem, né? Eu não quero chegar em determinada idade e as pessoas digam que eu não posso fazer as coisas. É, então. Eu acho que uma ajuda a outra, sabe? Representa muito essa…
Pessoa fora da curva, né, do que eu posso fazer, né… E até onde eu posso fazer, sabe? Eu acho que ela marca muito isso. Ó, a Dori falou… Essa era a minha foto do perfil do WhatsApp em 2013. Porque eu jurava que ia ser igual a diva quando fosse adulta. Sempre fui apaixonada por essa safada. E é uma foto da Rihanna super antiga, assim. E a Rihanna é isso, gente. Tá fazendo só filhos agora, vendendo suas bijus.
A Rihanna, gente, saíram aí umas métricas dos artistas mais ouvidos, né? Do Spotify, de todos os tempos da plataforma. E a Rihanna, mesmo não lançando o álbum há 10 anos… Ela tá nos charts ainda aí, né? Ela continua lá. Primeiro, mostrando o impacto dos hits dela. Que é assim como a Katy Perry também, né? Os trabalhos últimos dela não foram tão aclamados pela mídia, né? Muita gente criticou, não gostou.
Mas é isso, ela continua com os hits dela lá, que são sucessos até hoje. E a Rihanna, eu acho que segue muito essa vibe. Sim. Foi focar em outras coisas, na família, né… Eu acho um bafo, ela não lança nada e as músicas continuam nas paradas, sabe? Eu acho incrível, porque mostra que…
Gente, é muito atemporal mesmo, né, o que ela fez, o trabalho dela. E o último trabalho dela, o Entai, gente, eu acho, assim, é um primor. Eu acho uma obra-prima. Algo também, assim, surreal. E a figura dela em si, né, eu acho que é legal também a pessoa…
Nem todo mundo é aquela estrela que também vai sempre lançar álbuns. E sempre ficar ali. Às vezes a pessoa vai pra uma outra energia, vai pra uma outra vibe. Não quero ter esse desgaste. Porque no fim, a diva faz o que ela quer, né? Exatamente. Óbvio que a gente quer ela sempre trabalhando.
Mas cada uma tem uma energia. E o legal da Madonna, assim, pelo menos eu gosto muito, é que é isso. Ela não para, assim como Miranda Priestly. É, ela nunca parou mesmo, né. Acho que o maior hiato, a hiato entre muitas aspas. Porque entre o Madame X e o Confessions 2 agora, ela fez muitas outras coisas. Fez coisas, lançou coisinhas aí. Mas esse foi o maior hiato, acho que de disco pra disco.
De disco pra disco, fez a turnê da Celebration. Porque Madame X foi em 2019, e agora a gente tá em 2026. E vai sair o Confessions 2. Mas aí, ela fez a turnê. Ela lançou música da Dolce & Gabbana. Ela fez outras coisas, né, nesse tempo aí. Que ela ficou sem lançar disco novo. Agora, a Rihanna tem muitos anos, né. Tem, tem. Tem muitos anos aí. Sim. E quem sabe um dia, né, gente, aqueles… Então, quem sabe em algum momento, né.
Ana Lynn Smile mandou que a Taylor Swift… E olha que ela odiava a Taylor antes, kkkk. Nunca tinha parado para conhecer de verdade. E só seguia a manada que chamava ela de Branca Básica. Até que um dia, na pandemia, parei para ouvir a discografia dela. E me apaixonei. Fui pro show do The Eras Tour em 2023.
E foi um dos momentos mais felizes da minha vida. Hoje sou fã. E ela segue sendo minha primeira no Spotify e da vida. Amo vocês, diva. Ó, a Annalise citou aqui a Taylor Swift. Que é essa artista aí que é, né… É a maior do momento em números, né, gente. A Taylor Swift.
É um arrebatamento geral ali, né, de fãs. Tanto que dizem que se fosse ela em Copacabana, a história ia ser outra aí. Não, nem… Quantas pessoas viriam? Porque eu acho que viria gente do mundo inteiro. Eu também acho. Não que nas outras não vieram, mas eu acho que na Taylor ainda seria mais intenso. Porque ela tem essa… Ela tem essa comoção com os fãs também, né. Eu acho que ela tem esse… Esse apelo. Esse apelo de… Eu acho muito icônico o fato dela ter regravado os álbuns.
Ah, eu acho isso… É uma coisa… Eu nunca tinha visto isso antes, né. É, e é tipo… Ah, não posso cantar minhas músicas, então vou… Vai se fuder, né. Vou lançar, vou relançar. Eu achei isso muito icônico da parte dela e tal, né. E acho que é isso, né. Os fãs compraram muito isso. Pô, vamos ajudar você a esfregar aí na cara de todo mundo.
Eduardo, a gente até tava comentando de fazer um vídeo, talvez falando sobre o que os fandoms fazem por suas divas pop. Coisas absurdas aí que já aconteceram, gente. Derrubar conta dos outros. Derrubar conta dos outros. No Instagram. É isso, enaltecer um trabalho, correr atrás ali, né. A diva que é boicotada pela gravadora, as pessoas vão lá. Sim. Né, discutir isso, né. No fim também tem isso, né. Acho que a diva pop vive sem o seu fandom.
Não, acho que não, né. Ninguém vive sem um fandom. Não, ninguém vive sem ser um fandom. Mas eu acho que às vezes, o fandom tem uma parcela ali de… Muito importante, né. A Madonna mesmo, gente, por exemplo. Ela tem um fã-clube que se chama o Drowned Madonna. Hum.
Que é muito antigo, gente. E o Drowned, eles postam… eles dão vários furos reais, assim, né. Exclusivos ali. Não sei como que eles conseguem trazer coisas que, tipo, estão acontecendo eles trazem antes. É, e é muito antigo, gente. Ele é muito antigo. É o Drowned, tanto que é o nome, Drowned, né. Que é da época do Drowned World Tour. Eu acho que talvez é até antes, tá? Não sei. Antes. Sei lá, vai saber. Então, existe essa comoção mesmo em cima da diva.
Porque no fim, ajuda a reverberar todas as coisas, né. Além do fandom, né, hoje em dia com a internet, vai além ainda, né, de fanpage, né. Tanto que a Madonna até abriu uma fanpage meio oficial dela pra postagens, né. É, no Instagram, né. Eles fizeram postagens conjuntas com outra fanpage da Sabrina Carpenter. Porque é isso, puxar fandoms, tá. É, gente, agora os fãs da Sabrina têm que dar uma ajuda pra mamãe aí, né.
Com o lançamento da Madonna, tinha até páginas da Lady Gaga falando pô, gente, vamos dar stream pra Madonna e pra Sabrina. Porque meio que é uma coisa de se ajudar, assim, sabe? Acho isso fofo também. Quando se fala sobre a briga de fandoms, mas também existe a união. Não, eu acho que hoje em dia tem mais união do que briga.
Eu acho, sabia? Não, não. Sabe que não? Ai, se dá Shakira aí, muita gente xingando. De que já vai mais ser melhor que um, que o outro. Ai, gente, por favor, né? Ai, gente, calma, né, também. Fabi Salles, eu tenho uma história envolvendo minha diva Ivete Sangalo. Hum, divas brasileiras. E a diva pop Beyoncé.
Quando a Bey veio no Brasil, em fevereiro de 2010, eu estava em Salvador para o carnaval. Certo. E quem abriu o show dela foi a Ivete. Eu queria muito ver as divas, mas não tinha dinheiro pro ingresso. Sim, estava pro carnaval. Mas ia com dinheiro mega contado. A janta era cachorro quente de um real e andava de ônibus, kkkk.
Ah, é sobre isso, né? Enfim, eu e mais cinco amigas não íamos no show por grana. Mas no dia do show, um conhecido que ia trabalhar nos avisou que se a gente fosse na porta do evento e falasse que íamos trabalhar e estar de blusa preta, a gente entrava. Meu Deus! E foi o que fizemos, meu Deus! Não acredito!
Fomos pra lá, falamos que iríamos trabalhar, entramos, ganhamos até uma marmita com coca. Nossa, amigo, mas chega lá, vamos trabalhar, não tem uma identificação, gente. Quando foi final da tarde, iam separar o povo nos postos de trabalho. Eu e uma amiga nos escondemos no banheiro químico.
E ali ficamos duas horas, até abrirem os portões e a gente se misturar na galera. Enfim, vimos o show da Ivete e da Rainha Bey na grade. Olha, e nem só pagar, só enganar os outros. Amiga, e viu de duas divas icônicas, né. Porque, gente, o show da Ivete…
É, o show da Ivete é uma coisa, assim… É surreal. É uma coisa surreal, gente. É muito bom, muito bom. O da Beyoncé eu ainda não vi, né. O Eduardo já viu o da Beyoncé. Eu assisti o… Sasha First, né. Mas só de assistir, imagino que seja também incrível. Uma coisa que eu tenho uma memória muito clara, assim, é da voz dela. Do tanto que a voz dela chegava, assim… Eu assisti no Morumbi, né, no estágio do Morumbi.
Que a voz dela tem uma potência gigante ao vivo, assim, gente. O show dela vale muito a pena. Queria muito ter visto o Renaissance Tour. Muito, muito, muito. Infelizmente, não rolou, né. Mas é isso, tamo aí, né. Enquanto a gente tá vivo a tempo. Não, e elas não vão parar, gente. A Beyoncé também, eu acho que é daquelas que… É estilo Madonna, né. Acho que, ó…
Madonna… Elas podem demorar pra lançar trabalhos novos. Mas acho que parar não para. Parar não para, né. A Lady Gaga… Dizem que a Lady Gaga já tá preparando aí um novo álbum. Ah, é? Vai sair uma versão rock aí, né. Uma versão mais dark, né. Eu queria ouvir essa outra versão, tá? Quando que sai, gente? É… As pessoas devem saber, né. A Kate… A Kate não sei como tá de trabalho agora.
É, a Kate tá dando um tempinho. Eu acho que a Kate deveria lançar algo de… Chegou no momento de lançar aquela coletânea com show de hits. Com os clipes, né. É porque a Kate Perle acabou de fazer, né, uma turnê. A Lifetimes, é. Então acho que ela vai dar um tempinho agora. Também acho, mas acho que é um bom momento de fazer um revival aí. Ah, turnê de hits sempre funciona, né, gente. É, acho que até pra resgatar e trazer… Acho que vai trazer um público novo também aí, eu acho.
Ó, o Jeff Laurent comentou o da Gaga. Temos um episódio especial aqui sobre a Gaga, inclusive, gente. Se vocês quiserem ouvir aí depois… Gá, gá, gá. Ano passado não deu pra ir pro Rio. Então fui assistir em uma boate que tinha um telão transmitindo tudo. Cheguei cedo pra ficar na grade da boate. Cá, cá, cá, cá, cá.
Ai, não pegou a grade do show, mas pegou a grade da boate, né, meninas? E fiquei. Amei assistir tudo e fiquei fascinado. Vivi como se estivesse lá. No outro dia, o Insta da boate postou a história da festa. E em todas, estava lá todo mundo se divertindo.
De se divertindo normalmente. E eu na grade, boquiaberto, assistindo tudo sem piscar. Chique! O Kiko também mandou aqui da Lady Gaga, definitivamente a Lady Gaga. É uma artista que eu admiro muito e que me toca em vários pontos. Um dos principais foi o meu despertar artístico. Eu ficava curioso pra entender o que ela pensava em cada performance.
A ideia é por trás de cada foto ou capas. A Diva Pop traz isso, né? Traz. As roupas eram incríveis. Vejo ela como uma artista que promove a arte. Desde o início, sempre falou de suas referências musicais. E enxergo isso quase como um letramento musical para os Little Monsters.
Ai, que chique. Ano passado, fui para o Rio tentar vê-la. Mas foi bem frustrante. Cheguei cedo para pegar um bom lugar, mas estava muita muvuca. Quando achei que tinha conseguido um bom ponto, começaram a vender bancos de plástico. E de repente, todo mundo subiu neles. Então, esse é o problema, né, gente? A galera não tem noção, né?
Resultado, só vi a bunda de pessoas. Chorei bastante, quis ir embora. Mas meu namorado me incentivou a ficar. Aguentei até vê-la subir no palco. E na terceira música, fui para o fundo para respirar melhor. No fim, foi a melhor decisão. Consegui cantar, acompanhar tudo pelo telão. Ainda não foi o momento de vê-la de verdade. Mas boto fé que vai chegar.
Vai sim, Kiko. Vai chegar esse momento. É, amigo. Às vezes é sobre você aceitar. É porque show gratuito é isso, né, gente? É muita gente mesmo. Ainda mais que as áreas VIP são gigantescas, sabe? E vou te dizer mais, nem no pago, tá? Porque a primeira vez que eu fui assistir a Madonna, eu e o Eduardo fomos na MD&A.
E conseguimos pegar um lugar próximo à grade. A gente viu ela de perto no ensaio, lembra que ela ensaiou e a gente viu? Vimos o ensaio, mas quando foi começar, começou um empurra-purra tão grande, gente. Ai, foi horrível. Que aí eu virei… A gente já tinha dormido em fila, a gente tava muito cansado. Eu virei pro Eduardo, amor, vamos sair daqui, porque não vai dar. Aí fomos um pouco pra trás. E assim, eu me diverti o mesmo tanto, assim, obviamente. Fiquei tão chateado, lembra? Fiquei bem chateado. Você ficou chateado, é.
Mas eu… Ai, estamos aqui já. E foi uma emoção tão grande. No fim também, a experiência de ver um monte de gente que gosta muito da artista também, que tá ali, né, fervendo…
Também de Down, né. Todo Mundo no Rio, eu acho que também é sobre isso. Você tá cercado de pessoas que também amam aquele artista. Que também tem uma importância ali, pelo menos a maioria, né. É da energia do show, né. A energia do show também faz parte da experiência, né. E aí, vale a pena, né. Independente ali de tá… Óbvio que a gente quer ver de pertinho, né. Porque a gente quer enxergar ali e tal, né. Mas também não se perde tanto, né.
É, é isso. Sempre é uma emoção, gente. Sempre é uma emoção. É isso que é legal, todo mundo no Rio, né, gente. É todo mundo que tem uma condição de ver um show ali da Shakira e tal. Na reportagem pedindo mais divas pop, gente, pro prefeito. Tragam divas pop. Divas pop. O problema é elas quererem vir, né. Esse é o problema. Tem que ver? Ai, difícil. Eu tô sentindo que ano que vem não sei não, hein.
Será, gente? Ai, não sei, gente. Não sei, não sei, não sei. Vamos ver. Eu acho que vai vir sim, tá? Acho que vai vir sim. E é esperar quem? Será que uma Miley Cyrus? Será que uma… Ai, a Miley… Ai, eu ia amar a Miley Cyrus, gente. Adoro a Miley. Será? Poderia também fazer um Bem Bolado, às vezes chama Duas.
Então, às vezes eu penso isso, sabia? Mas aí se elas não querem nem fazer sozinhas, vai querer fazer em duas? É, tem essa questão. Elas querem ter sozinha o show delas ali, sabe? Não acho que elas querem fazer em dupla. E se fosse uma brasileira, gente? Tipo um da Anitta? Eu acho que não é o conceito do evento.
Eu acho, mas sei lá, o último poderia ser uma diva brasileira, não sei. O último deles, não sei. Ah, mas eu não sei se vai ter um último. Acho que eles querem fazer igual… Será que vai ser pra sempre? Eu acho que a ideia é que tenha sempre, né. Bem, eu acho que seria legal muito a Anitta, tá? Eu acho que seria bafíssimo. Mas aqui é encher.
Olha, eu acho que sim, tá? Se aí ela trouxesse participações internacionais pro show. Imagina que legal seria? É, ser o contrário aí, né. Se ela fizesse um show assim… É porque, gente, a Anitta tem muitos hits, né. Se a gente parar pra pensar aqui… Muitos. Nossa, seria… Ó, eu vi uma notícia aqui no Twitter agora, ó. The One That Got Away, da Katy Perry. Retorna ao top 20 do Spotify Global e atinge o novo pico. 18 com 2,7 milhões de streams. Olha que bafo.
É, a Quinn tá voltando aí pros charts, gente. Pros charts, é. É isso. Vem aí, caters. Kitcats. É, kitcats. Rafael Pedro. Desde pequeno, sou fã da Fergie. E tive a chance de assisti-la apresentando um programa nos Estados Unidos chamado The Four. Fui chamado pela equipe dela pra ir no camarim. Tiramos várias fotos, vídeos, falamos do Brasil e até Doritos comemos juntos. Acessível a minha maioral, minha diva da vida. Olha! Oh!
Olha… Fez amizade com a Fergie, gente. Que chique. A Fergie Furry, The Lucky Nones Out. Ai, gente, olha… Eu adoro a Fergie também. Vou te contar, gente. Vou te contar aqui. O Black Eyed Peas… A gente queria o Black Eyed Peas no Todo Mundo no Rio. Com a Fergie, né? Tem que ser com a Fergie. Ai, seria tudo. Já pensou, gente? Porque o Fergie Cabana, acho que não iria rolar, infelizmente, né? O Fergie Cabana. Mas com o Black Eyed Peas, ela poderia cantar músicas dela também lá. O Black Eyed Peas…
E o Black Eyed Peas tem muitos hits, né, gente? Poxa, seria muito legal. É, eu acho que seria babadeiro também, tá? Seria muito bafo. Ai, seria tudo, tudo, tudo, tudo. Jovem senhora, minhas divas são Anaí, Dulce e Maitê desde os meus 11 anos. Passei anos só no mundinho RBD. Ai, muitos, né, muitos da nossa geração. Em 2013, me apaixonei pela Beyoncé e Lady Gaga. E as considero minhas divas também. Lançou qualquer coisa, eu vou engajar.
Sigo páginas e perfis para estar sempre por dentro das novidades das queens. É isso aí, a jovem senhora é aberta a várias divas aí, gente. Tá certo, acho que tem que ser. Eu acho… Uma coisa que me irrita muito em rede social é ver outras… Principalmente gays, né. Outras gays… Ai, não as divas pop de hoje, que não sei o quê. Que ai, não tem…
E aí começa a encher o saco. Que não sei o quê, que não sei o quê lá. E eu fico bicha, meu Deus. Só ouve a que você gosta, caralho. Uma pessoa… Uma tosca, sabe? Parece uma véia de Copacabana reclamando que tem barulho na rua, sabe? É, porque, gente, é… Sabe, tem… Eu acho que nessa geração tem muita gente muito boa aí. Muitos artistas bons. Eu também acho. Eu gosto muito de trabalho de várias pessoas e acho muito…
É muito… Sei lá, né. É de cada um também. Mas eu não quero ser essa pessoa que não sabe ver com outro olhar. Olhar pra frente, né. A própria Sabina Carpenter, né. Eu consumia assim pouco dela, né. O que eu ouvi assim de…
Que era o que tava hit, assim, na rádio. A gente acabou ouvindo, né, e tal. Mas ver o show dela, eu achei muito bom. Achei muito legal o show dela. E um show bem padrão diva pop das antigas, até assim, pensando com… Com balé, com montagem do canal. Com blocos, com conceito, né. É, as pessoas não gostam. Eu fico, caramba, você não gostou, mas…
Tá parecendo até bem clássico, assim, bem um clichê mesmo de… É. E ai, não gosto, que não sei o quê, que é ruim. Mas as bichas são assim, né, gente. E é um povo que não sabe se abrir ao novo, assim, né. As bichas são chatas demais. Meio tosco, assim, né. Ou que reclama das coisas que, tipo… Ah, tem uns reclamando da Madonna, que a música é ruim. Ai, porque a voz que não sei o que lá. Porque não sei o que lá, não sei o que lá. É, tudo é diva pop também.
Nem sempre as queens acertam, né? Vamos… Não, e assim, eu achei a música ótima, tá? Eu achei a música ótima, assim. Em paralelo, eu também amei muito. Eu não tenho o que falar da música. Pra mim, tá super moderna sobre isso. Não acho que você é obrigado a gostar. Mas eu acho que também você tem que, né… Ai, né… Let it go. Calma, né… Calma, gente.
Ó, muita gente mandou foto de festa aqui. É, então, tô vendo aqui também. É, fez o aniversário da Diva Pop. Olha aqui a Fran, vou dar uma foto aqui dela com a amiga. Banheiro da escola, 12 anos. Eu entregando tudo na… Entregando tudo na Crazy in Love pro espelho. Uma menina entra e solta. Você gosta de Beyoncé?
Eu respondo. Amo. Ela responde. Eu também. Resultado, hoje temos 31 e seguimos melhores amigas. Olha! Aqui a gente em 2013, no show da Queen. Ai, que legal! Amei! Fez amizades através da Giva Pop. Gente, pior que traz mesmo, né, amizades. A gente tem muitos amigos. A gente tem amigos aí de shows da Madonna. Por causa da Madonna, até hoje assim, a gente fica tudo fofocando. Ai, lançou coisa nova.
Ai, não sei o quê, não sei o que lá. E fala da música, fala da expectativa. Ai, porque o videoclipe não sei o que lá. Ai, meu Deus. Pra finalizar aqui, vamos falar da Anitta também, né. Vamos. Christian Riscaro mandou aqui, ó. Com certeza, Anitta. Além de movimentar a minha vida, ela, desde que surgiu ela molda e redefine toda a indústria pop BR.
Além dos inúmeros streams e momentos que ela me salvou. Eternizei a bunda mais famosa do Brasil no meu braço. Olha! Comemorando 13 anos de amizade com a minha amiga. E aí ele…
E aí, ele mandou uma foto aqui de um show que tá a Anitta ao lado da foto dele no braço com a bunda dela. Olha, gente! Nos primeiros ensaios que fomos, conseguimos ser notados pela diva que ficou passada que tatuamos a bunda dela. Ah, foi ele e a amiga que tatuaram. Gente, a Anitta, ela deve ter feito uma cara. PS, minha amiga tava tão nervosa que colocou o braço errado. E ficou só aparecendo maluco estendendo o braço pra participar.
E aí tem todo momento… A Anitta foi fofa aqui, ela ficou mandando um beijinho, ó. Ai, Queen, Queen. Foi simpática. Ai, gente, a Anitta realmente é o marco do pop nacional. O pop daqui realmente é definido agora pela Anitta. É, a Anitta alcançou um patamar muito… Esse disco novo dela tá muito bom, gente. Chique! É, muito bom esse disco aí. Chique, chique. Como não vai chamar ela de diva lançando um álbum tão chique assim?
É, pra esse hétero que fala, ah, eu não chamo de diva, baby, diva. Queen, queen. E aí, eu não sei, a Pabllo entra como uma diva? Ah, eu acho. Eu acho que sim, é ela, a Glória também, né. É uma outra categoria aí, porque são drags, mas acho que super entra. Mas calham como divas, né, também. Eu acho também, eu acho. Bom, gente, esse foi o episódio especial Divas Pop aí, né. Depois desse fervo todo que tá acontecendo. Óbvio que vamos falar mais sobre esse assunto ao longo do ano, conforme as nossas divas lançando aí os discos, né.
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Iás, gente, um beijo pra vocês. Boa semana de ferveção. E é isso, ó. Essa semana tem diva ao vivo. É quinta-feira agora, hein. Então contamos com o prestígio de vocês. Se vocês puderem dar uma visualidade… Tá prestigiando a gente. Mandando um áudio lá pra gente ver com vocês. Um beijo, tá? Beijo, gente. Boas divas pra vocês. Tchau!