Episódios de Divã da Diva

#212 - Vida de Gateiros!

24 de abril de 20261h3min
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No #DivãDaDiva dessa semana vamos falar da nossa e da sua paixão por GATOS! Vocês mostraram o amor por gatos com história engraçada, emocionante, divertida... TUDO que envolve esse universo FELINO que a gente TANTO AMA <3

Plano de Saúde Petlove: se tem pet, tem que ter!

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Participantes neste episódio2
E

Edu

HostInfluencer
F

Felipe

HostInfluencer
Assuntos1
  • Estilo de VidaHistórias de gatos · Preconceito contra gatos · Importância do plano de saúde para pets · Experiências emocionais com gatos · Adotar gatos
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Olá, divos e divas! Tá começando agora mais um episódio do Diva da Diva, o podcast oficial do Diva Depressão. Eu sou o Edu. E eu sou o Felipe. E olha, gente, só aqui em casa, a gente tem quatro gatos, tá? E isso já é o suficiente pra fazer a gente aí pai de pet, muito gateiros. Bom, eu sou suspeito porque antes mesmo de ter quatro gatos aqui com o Fih, eu tive outros vários lá na casa da minha mãe.

Ai, tô muito feliz de que hoje o episódio é pra gateiros, tá? Tô muito feliz. Nem é sobre quantidade de gatos, né, acho, né, ser gateiro. É sobre a intensidade. É, eu acho que é sobre a intensidade, porque nem todo mundo pode ter um monte de gato, mas… Sim, não, eu não disse que só quem tem um monte que é gateiro, tá, gente? Só exemplifiquei. Aham, mas eu entendi o seu ponto, por quê? Porque quem tem um gato, se pudesse, teria muito mais.

É, a gente começou com um só. Aí pega um outro pra fazer companhia pra esse outro. Aí pega um terceiro pra fazer companhia pra mais dois. Aí onde tem três, cabe quatro. E assim vai. É, dizem que gato é o esquema de pirâmide. Porque é isso. Vem um, vem dois, vem três. E quando você vai ver se tá cheio de gato? Porque, gente, tem um pet mais fofinho do que um gatinho?

É, há controvérsias, né? Eu sei que muitos de vocês também são cachorreiros. Mas eu me surpreendi com a quantidade de gente que respondeu o post lá no Twitter do Diva Depressão sobre esse tema de hoje, né? Pra gente poder interagir aqui com vocês. Muitos de vocês são gateiros. E eu amei que no post eu nem precisei pedir pra vocês mandarem foto de gato.

Que vocês já colaram um monte de foto de gato lá no Twitter. Inclusive, aconselho aí aos gateiros que estão ouvindo. Ir lá no post do Twitter do Diva Depressão pra ver as fotos dos gatos. Porque a gente que é gateiro, automaticamente a gente quer mostrar a foto do gato. Todo mundo que chega na nossa vida, uma visita, um amigo, alguma coisa. Ai, olha aqui meu gato. Ai, não sei o que lá. E a gente quer mostrar o gato.

E eu acho que também uma outra coisa do gateiro é justamente querer quebrar essa expectativa das pessoas que não são gateiras. Ou são até haters de gatos, né? Porque quem normalmente acha que não tem ali um contato com o gato...

Às vezes tem uma visão diferente deles. Acha que o gato é um animal que não é carinhoso. É, muitos acham isso mesmo, né? Que é sujo. Que é nervoso, que não gosta de ninguém. E isso, gente…

cai totalmente por terra não que cada gato tenha sua personalidade isso que é legal do gato, gente cada gato realmente tem um jeito muito, muito, muito único e eu acho isso um bafo neles cada um tem o seu jeitinho porém, sim, eles gostam de carinho eles gostam de afagos então estamos aqui hoje pra enaltecer os gatos como bons gateiros defender

os gatos. Visto que recentemente, na mídia, vi pessoas famosas aí desdenhando, falando mal de gatos. Falando que gato não sei o que, que gato não sei o que. Ah, eu quero morrer, gente.

O gato sempre sofreu preconceito, tá? Sim, gente, os gatos pretos, né? É. Meio que caçados ali, né? O gato era visto, né? Em determinado tempo ali da história como algo ruim.

Como rolê de azar, né? Tipo, sinal de azar, um negócio assim, né? Porém, lá no Egito, eles eram enaltecidos. É, tanto que tem um meme na internet que diz que a gente acha que os egípcios, eles sabiam alguma coisa sobre os gatos que a gente não sabe. Porque eles enalteciam o gato de uma forma venerativa, assim mesmo, né? O gato tinha imagens de gato. Deuses com cara de gato. Bom, aqui…

em casa são eles que mandam, né? Então eu até entendo, assim. A casa é deles. Às vezes eles que mandam. Às vezes as pirâmides eram grandes arranhadores. Exatamente. Pra gatos gigantes, tá? Bom, e antes da gente continuar aqui, gente, o nosso papo sobre os felinos, tá? Fih, eu quero bater um papo com os nossos queridos ouvintes do Diva da Diva. O que você quer falar pra eles?

Gente, eu queria comentar em como esse ano nós estamos mais tranquilos aqui em casa. A gente tá finalizando a reforma da nossa cozinha, depois de alguns meses aí, né? Quem acompanha lá no canal já tá sabendo. Já temos uma temporada aí confirmadíssima do nosso reality. Vai ser um ano mais sossegado nesse sentido de planejamento. Organização sem muita correria, imprevistos, pelo menos assim a gente espera, né? É, não, nem fala imprevisto aí, né? Porque senão dizem que atrai também.

Se bem que, como você disse aí, a gente tá preparado pro que der e vier. Mas espero que não venha nada, né? Mas uma das formas da gente se prevenir de qualquer perrengue é com o plano de saúde Pet Love, gente. A gente já tem há um tempo, né, pros nossos bebês, nossos gatinhos. Vocês sabem disso.

E isso tranquiliza a gente por saber que, em caso de emergência, por exemplo, a gente não precisa ficar preocupado. Porque o valor da mensalidade já está previsto no nosso orçamento, gente. Dá pra se planejar. Exatamente. Sem contar que também dá pra ser usado aí na prevenção. Sabe aquelas consultas de rotina? Só pra ver se tá tudo certo. Vacina, check-up. Porque é isso, né, gente? Nossos gatinhos, eles não...

conseguem falar aí pra gente, né? É o que estão sentindo. Então, a gente sempre tem que ficar de olho aí, né? E meio que deixar fazendo parte aí da nossa rotina. E o melhor, gente, é que cabe no bolso, tá? São cinco tipos de planos que vão do pet love leve, que é o mais básico, ao pet love completo.

A Pet Love também tem a maior rede credenciada do Brasil. Então ajuda muito nessa sensação de alívio em saber que o seu bichinho está protegidíssimo, gente. E também tem outras vantagens, tá? O modelo é de coparticipação. Então você só precisa pagar os valores pequenos quando usar. Sem comprometer o bolso e ainda tem descontos progressivos se você tiver mais de um pet. Que é o nosso caso, por exemplo, né?

Pra ajudar vocês a ficarem nesse clima bem zen, gente, de saber que tá tudo organizadinho, usando o cupom DIVADEPRESSÃO75, ó, repetindo, DIVADEPRESSÃO75, você ganha 75% de desconto na primeira mensalidade, a partir do plano Pet Love Tranquilo, tá? Mas se liga, gente, porque só vale até o dia 30 de abril. Tem que correr e aproveitar.

Correr, ó. Acessem o site aí da Pet Love, que está aqui na descrição do episódio. E contratem já o plano de saúde para o seu pet. Tá dado o recado então, gente. Obrigado, dona Pet Love. Se tem pet… Tem que ter. É isso aí, gente. Ah, eu amei que hoje nós vamos falar sobre gato. Eu amei. Nossa, e vocês mandaram muita coisa. Tem muita resposta no Twitter. Muita, muita, muita, muita.

Você quer começar já lendo as respostas ou falando um pouco sobre suas gatices? Eu vou contar das minhas gatices antes do Dudu. Porque acho que quem acompanha a gente pelo canal, né? Tem um vlog da chegada do Dudu lá em 2018, né? A gente pegou o Dudu lá do Adote um Gatinho. Todo mundo já sabe disso também, quem são os fãs que acompanham há mais tempo, né?

E aí tem esse vlog do Dudu. Depois do Dudu veio a Marina, que não tá mais com a gente, né? A Marina faleceu. Aí depois veio a Avelã. Depois a gente pegou a Moira, o Isaquias. Mas eu cresci com gatos, né? A minha vida toda a gente teve gatos lá na casa da minha mãe. A gente teve a Bia. A gente teve a Xirra. A gente teve o Bill.

A gente teve a Gertrudes e a Penélope. A gente teve cinco gatos. Bastante, nossa. Os primeiros, eles morreram rápido, assim. Porque a gente morava em casa, né? E, sei lá, eles eram muito soltos, assim, né? Gatos de bairro, né? É, gatos de casa, assim. Então, um deles morreu atropelado. Outro foi envenenado.

Teve um que a gente achou queimado no fim da rua, sabe? Que deram fim queimando o gato. Ai, que dó. Então a gente foi perdendo os gatos, assim. A que mais durou foi a Penélope, que foi a gata que... Durou bastante? Ela durou quase 20 anos aí, a Penélope, né? Que foi a gatinha que... Ela chegou lá na casa da minha mãe no começo da minha adolescência, assim.

E até pouco tempo atrás, ela tava viva, né? Já morando com o Fih aqui, ela ainda tava viva. E a Penélope, ela morreu de velhice. Na verdade, ela teve que passar pela eutanásia. Porque ela já tava muito assim, já não tinha mais jeito, né? Então... Tava muito mal. Muito mal. Mas viveu muitos anos. E eu e o Fih, a gente demorou até pra pegar o Dudu, né? A gente mudou pra São Paulo em 2015.

Demorou, não demorou tanto, né? Foram três anos aí. Mas a gente só não pegou um gato no primeiro apartamento, porque o primeiro apartamento que a gente morou era muito, muito, muito pequeno. Aí no segundo apartamento, eu consegui convencer o Fida a gente ter um gato. Foi mais ou menos assim, né? Foi mais ou menos no segundo, né?

Eu não tinha experiências com nenhum pet, né? No máximo que a gente teve na minha casa, né? Com meus pais. Era passarinho, assim. E eles tiveram cachorro antes de eu nascer. Então, eu não tive contato com pets. Tanto que eu tinha um pouco de medo até, né? Principalmente de cachorro. E gato, eu não tinha muito contato. Tinha essa visão que as pessoas têm, às vezes, ali. De arisco, o gato, às vezes, unha.

Então eu era um pouco assim, né? Um pouco medroso. E não tinha conhecidos que tinham gato também. Então tinha um contato muito afastado. Acho que o primeiro gato que eu tive mais contato foi justamente a Penélope, lá na casa do Eduardo. É.

E a Penélope já tinha um temperamento, não era tão… É, a Penélope, ela é parecida com a Moira. Ela era bem carinhosa com a minha mãe, bem carinhosa. A Moira também. A Moira, inclusive, foi a gatinha que eu ilustrei o post no Twitter. E toda vez que a gente posta ela, ai, essa gata tá passando fome. Ai, não sei o que lá. Porque ela é bem gordinha, a Moira, né, gente?

Inclusive, acabei de abrir a janela pra ela sair, pra ela querer sair pra tomar um solzinho. Ela é a nossa gata mais temperamental, eu acho, assim, a Moira, né? E a Penélope era assim também. É. Do nada ela dava um tapa na minha mãe. É, do nada não, gente. Porque gatos, eles gostam que respeitem o espaço deles, né? Sim, sim. Sua mãe, a família do Eduardo. E espreme o gato, e beija o gato, e cheira o gato, e beija. E quer beijar o gato, quer beijar o gato. E às vezes o gato não tá...

afim, gente. Às vezes o gato não tá afim. A Penélope às vezes não tava, pelo que eu sentia. Exato. Mas, ah, é muito triste assim. Minha mãe passou muitos anos com ela, né? Minha mãe morre de saudade dela. Não, ela era super apegada com sua mãe, né? Aham. Só que aí eu ficava com essa visão da Penélope. Eu via, né, ali a seducha toda arranhada. Eu pensava, nossa, mas então o gato é assim. Eu não entendia que era o quê, né? A seducha ali e família ficavam apertando a Penélope. Porque quando eu fazia carinho nela, ela era super de boa. Ela nem...

Gostava ali, brincava um pouquinho e tal. A partir daí, eu comecei a ter um contato mais com gatos. E aí o Dudu, nossa, né, foi… Amor à primeira vista. Porque ele é muito carinhosinho, né. O Dudu é muito… É um gato assim que quebrou muito essa expectativa ali que eu tinha de ser algo mais…

É, ele te fez mudar de ideia, né? Ele te fez ver que gato vai muito além do que você pensava que era, né? Porque ele é muito carinhoso, vivia… Hoje em dia, como ele tá mais velhinho, ele é mais deitadinho. Mas ele vivia vindo atrás da gente, percebendo a gente. É, mas quando a gente deita ali, ele ainda vai em cima, né?

Ah, não, mas ele tipo… Se a gente ia pra um cômodo, ele ficava lá na porta. Sim, tadinho. Que é o que a Moira faz meio hoje, assim, um pouco. É, mas o Dudu, ele… Eu acho que ele era muito sozinho. Ele se sentia muito sozinho. Quando a gente pegou a Marina, ele melhorou bastante. Melhorou. A gente pegou um outro pet, né, porque a gente queria, mas também pra…

Pra ele meio que ser uma companhia pra ele. Porque ele... Gente, ele ficava na porta, arranhando a porta pra ficar com a gente. Ele sempre foi muito, muito, muito carente, gente. E aí ele me fez mudar muito ali a visão que eu tinha de gatos. Me apegar bastante a eles, né? E entender, né? Conforme foi chegando os outros, que cada um...

Tinha uma identidade. Um gosta de um carinho aqui. Um gosta de um carinho desse jeito. Um só gosta de receber carinho quando vem pedir carinho. É, o Isaquias, ele é assim, gente. Ele só chega perto quando ele quer. Quando ele quer. E aí você acaba entendendo que é assim, poxa. É que nem um ser humano, de certo modo, né? Nem sempre a gente também, né? Tá afim, né? Quer alguém metendo a mão na gente, encostando na gente.

Mas aí tem... E tem vezes que a gente tá mais carentinho e a gente quer uma vaga. Ele tá ali, o Dudu, ó. Ah, ele olhou aqui, o nenê. Ai, gente, ele é o meu xodó, vocês sabem, né? Vocês acompanham que ele é o meu xodó, ele é o amor da minha vida, assim. E depois que você tem, é isso, né, gente? É difícil você ficar sem a companhia de um gatinho, sem o cheirinho de um gatinho. Ai, o cheiro é tão gostosinho, gente. E aí foi entender isso, né? Como funciona um gato, né? Porque cachorro você leva pra... E aí...

Cachorro, a gente tem mais a noção de como funciona, né? Você sai pra passear, ele faz o xixi e o cocô. Mas tem muita gente que não tem a noção do gato, né? Que faz na areia. Aí você pé, recolhe ali da areia, né? Ele automaticamente já faz isso. É, o gato, se ele faz o xixi fora, é naquele período de adaptação pra ele poder marcar território pela casa, né?

Ou se ele tem alguma questão aí, às vezes algum estresse. Mas automaticamente ele já identifica areia como banheiro. Então é… Gente, eu sou gateiro, sou suspeito pra falar. Então tudo que eu falar aqui, às vezes você pode não concordar. Mas eu acho que o gato já vem muito pronto, assim, pra estar com você, né?

Pra te dar menos trabalho possível, eu acho, sabe? Ele é um animal menos dependente, aparentemente também. Porque é isso, né? Como eu não tive cachorro, também não... Eu vou pelas métricas que eu sei assim, né? Mas, por exemplo, o cachorro, ele não vai passear sozinho. Você tem que levar ele pra passear e tal, né? O gato já... Ele gosta de ficar em casa, ele não gosta de sair. É até mais aconselhável, né? Hoje em dia, tem gente até que sai ali com gato e tal, né?

Já vi algumas postagens de como fazer pra sair com o gato, né? O método que se usa, mas normalmente é recomendado de manter ele em casa, né? Num ambiente mais seguro. E aí tem a questão do banheiro, tem a questão também da higiene, porque eles são autolimpantes, eles se limpam, entendeu? Ah, eles tomam banho sozinhos, gente. É a melhor coisa que tem.

Então também é um animal prático ali, né? Pra se ter. Pra um dia a dia. Assim, solta pelo? Solta pelo, gente. Sua casa nunca mais vai ser a mesma. O nosso sofá, assim, ele... Todo dia a gente limpa, porque é forrado. Mas aí, gente, é assim... Pra mim, eu não vivo sem, sabe? Não vivo sem. Amo meus quatro gatos, assim.

A Avelã também tem um temperamento engraçado. Acho ela engraçada, a Avelã. Ela é brava, mas também é carinhosa ao mesmo tempo. Ai, gente, a Moira, ela se joga no chão e fica com a barriguinha pra cima. É, o Fih, ele tem um xodózinho na Moira.

Então, o Dudu também se jogava mais. Hoje em dia ele tá mais contido. É, a Moira, ela é bem dramática, assim. Ela gosta de chamar atenção. Ela é carentona. Então, o Isaquias gosta… Ele dá uma cabeçada forte pra pedir carinho, o Isaquias. Ele fica dando cabeçada, só que aí você vai fazer carinho e ele sai correndo. Ele é louco. Aí ele é meio assim, desse jeito.

E é isso, assim, pra iniciar. Porque provavelmente agora, a gente lendo o que vocês mandaram, a gente vai trazendo uma coisa ou outra aqui dos nossos. Trazendo mais histórias, né? Ó, a Petra Aura mandou aqui. Tenho duas gatuchas. A Atena, que é branca, e a Sasha, a rajada. A Atena é super dada e comunicativa. E a Sasha, super medrosa e desconfiada, que não deixa ninguém pegar. Bem a vibe dos Aquias de vocês.

Mas é bem manhosa quando quer. Sou meio neurótica com elas e checo o tempo todo se estão bem. Olha aqui as gatinhas. Aí tem a rajadinha. E a gente, a Athena, ela tem uma pinta de cada lado da bochecha. Ela tem duas pintinhas. Olha que coisa mais linda, gente. Ai, que nenê. É, tem...

Também tem isso, né? Ali da expectativa, né? Do gato, né? Talvez você... É isso que a gente falou, cada gato é um gato. E às vezes você vai pegar algum gato e você vai ter uma expectativa de que ele seja... Ai, vai ser...

A gente aqui pensando, né? Vai ser tão carinhoso quanto o Dudu. Vai ser tão brincalhão quanto a Moira. E às vezes o gato não é exatamente da personalidade. Não dá pra você ter muito... Você tem que pegar de coração aberto, assim, sabe? Aqui o Isaquias, por exemplo, ele é medroso. Mas ele não é um medroso no nível de se enfiar escondido nos lugares. No máximo, ele fica afastado. Mas tem gato que, tipo... Opera Opera

Procura um buraco que fica lá dentro. Você nem encontra o gato, né? Você nem encontra. Não, o Isaquias, ele circula aqui pela casa, tudo. Ele chega perto das visitas, ele vem assim. Ele vem. Tem gato que é muito medroso, fica bem longe, né? Tem uns que não gostam.

meio sem entender um pouco, né? Depois da gente ter três, o Isaquias, que é mais afastado, no começo foi meio um baque pra gente, de poxa, né? Que a gente queria pegar, fazer carinho. Mas aí a gente foi entendendo que esse é o jeito dele, ele vem se abrindo conforme o tempo.

Mas no fim, é o jeitinho dele. É o jeitinho dele. E no começo eu fiquei até meio chateado, assim. Porque a gente tinha duas meninas, né, que era a Moira e a Avelã. As gatas fêmeas, gente, elas são mais, assim, temperamentais do que os gatos machos, né. E é uma coisa unânime, assim. Toda vez que a gente troca ideia com os seguidores, tudo, eles também dizem a mesma coisa.

E o pessoal da ONG também já comentou isso com a gente. E aí, eu queria um gato macho que fosse tão carinhoso quanto o Dudu. Então, quando o Isaquias veio pra casa, a minha expectativa é que ele fosse parecido com o Dudu, sabe? Aí eu fiquei meio frustrado, assim, porque o Isaquias, ele é bem diferente do Dudu, nesse sentido. Mas com o Dudu, ele é bem carinhoso. Gente, eles não se largam, assim. Então, é muito engraçado. E aí, eu acostumei também com o jeitinho dele. A gente aprende a aceitar, né?

É, entender que é o jeitinho dele. Que é o jeitinho dele. Vamos ter que amar do jeitinho que ele é. Do neném. Acho que ser gato é você entender exatamente esses limites.

Que os pets têm. E dá pra você levar pra vida pra entender também que as pessoas também são assim, né? Ninguém é igual e você tem que meio que entender como... E pra você ver, ó, que o diva verso... Adotei recentemente o pequeno Nico. Ainda me acostumando com um gato tão grudento. É difícil desviar de quase pisar nele por sempre estar atrás de mim sem eu perceber.

Ele é um canceriano que não pode ficar sozinho um segundo. Minha bolinha de pelo branca e bege. Olha que coisa mais linda. Nossa, derrubei tudo aqui. Olha que neném. Ai, que lindo! Nossa, é a coisa mais linda, o Nico. A Nikita, minha Nikita. Ai, minha Nikita, que saudades de minha Nikita. Aí tem um plus, né? Ele é pequenininho.

Essa experiência… Ele não é tão pequeno. Ah, ele é mais bebezinho, não é? Acho que ele tá meio adolescente, não tá? A gente nunca pegou um bebê. Eu já estive quando criança. Então, os bebês dizem que são um caos. Um furacão, né? Os bebês são um caos.

E aí, com o tempo, acho que eles vão mudando um pouquinho, né? É, eles vão ficando mais… É que eles são bem agitados, crianças. E tem energia, né? Tem que brincar, quer ir atrás. E tem que ter cuidado. É gato assim, tem que ter cuidado. A Moira mesmo e o Dudu, eles deitam atrás de vocês, você não percebe. E pisa, e chuta. E eles são assim, tem que ter cuidado.

A Ingrid mandou aqui o Jubileu. Esse é o Jubileu. Eu morei num prédio por quase dois anos e ele vivia solto. Era de uma vizinha que deixava ele perambular lá embaixo sempre. Eu dava ração, trocava a água dele, que ficava lá embaixo. Arrumei briga. Quando mudei, roubei ele e levei embora comigo. Meu Deus, Ingrid.

Cometeu um furto. Ai, tá certa. Nazaré dos gatos. Ai, gente. Mas é que deixar o gato assim, ao Deus dará, é muito perigoso, né? Se você ainda é um bairro, né? Normalmente em bairro, né? O certo certo é não deixar, né? Sim. Mas às vezes numa casa, você não consegue ter lá uma casa inteira, né? Então acaba que o gato de bairro, às vezes é aquele gato que sai e volta, né?

Mas assim, poxa, mora no apartamento e a pessoa não mantém o gato ali. É, gente, eu acho que assim, não cuidou, sabe? Melhor que deixar ir embora, então. Se eu vou pegar pra não cuidar, vai se fuder, sabe? A Ingrid levou, vai fazer dois anos que eles estão juntos. E olha, amor, a foto dele do jubileu.

Ah, e ele parece o Dudu, só que preto e branco, né? Olha a mão do lado do corpo, gente. Olha que gracinha a pose dele. Tá numa pose, gente, deitadinho de ladinho. Que neném, tudo gordo. É tudo peludinho, parece um gambá. Eu adoro gato gordo, gente. Eles são gostosos, eles são tudo... Ai, e dá vontade de se apertar. Gente, cheiro de barriga de gato, o cheiro da barriga do gato é uma coisa assim. É muito gostosinho.

É um cheirinho de neném, assim, de pelusa. Ai, não sei explicar, gente. É uma coisa inigualável. É, os gatos… A Avelã aqui, ela é menos cheirosa que os outros. É, eu fui falar isso, mas eu acho ela cheirosinha também. Porque ela é mais… Ela é mais…

Ela é diferente. É porque, não sei se é da raça também, né? Ela tem um pelo diferente dos outros. É, os nossos gatos, eles não têm raça. É tudo misturado, né, gente? Mas a Avelã, ela tem uma pelagem… Ela é meio acinzentada. E ela tem uma cara de quem ela tem… Ela foi misturada com uma raça mais forte, assim, a Avelã. Ela tem uma cara diferente, né? Ela tem um olho meio fechado. Ela parece meio japonesa.

Ela tem muita secreção no olho, então a gente sempre… Todo dia tem que limpar a olho dela. O olho dela é bem fundo, assim. Ela tem bastante pele antes do olho. E ela tem um olhar meio… Ela parece um mangá, assim. É um olhar meio quadrado, assim. Ah, eu acho ela linda também, a coisa mais linda.

E aí ela tem muita remela, gente. Ela tem muita remela. Muita remela, gente. E aí tem dia que junta gosmas e gosmas. E a veterinária já falou que é meio que normal. Tem gato que tem, assim, né? E aí todo dia a gente vai e limpa, assim, o olho dela, né? O olhinho dela.

Ó, eu vou ler um da Paloma aqui, que eu vou ter que me segurar pra não chorar, tá? Ai, meu Deus. Que eu já me emocionei aqui, ó. Ixi. Essa é a Amora. Achamos ela no mato, bebê, ainda de olhos fechados. Quando o gato nasce, ele tem o olhinho grudadinho, né? Oh, meu Deus. Dei mamadeira, vi ela crescer. Com quatro anos, descobrimos a felve.

Ela lutou muito, fez transfusões, mas não resistiu. Hoje eu curso Medicina Veterinária. Eu perdi ela, mas ela é parte de tudo que eu sou. Oh, minha vida. Oh, meu Deus, bebê. Oh.

E do que eu ainda vou ser. Ai, que gracinha. Ai, a coisa mais linda. Linda. Oh, meu Deus. Olha, você vê, né, amiga? Acho que ela impactou sua vida.

E de certo modo, vai impactar a sua profissão, né? A forma que você vai cuidar dos seus… Ai, desculpa, gente. Me emocionei aqui, perdão. Imagina, ninguém vai se importar, não. Imagina. Ai, gente… Quando… Gente, perdas de pet, né, é algo que, né… Eu, assim, quando a gente perdeu a Marina, nossa… Eu…

Nem me reconheci. Eu acho que eu nunca… Não lembro de ter chorado tanto assim na minha vida. Foi muito difícil. Chorei muito, muito, muito. E é uma coisa que você não consegue falar, né. Um luto, né. Um luto mesmo. Não conseguia falar sobre, não conseguia verbalizar sobre ela. Porque eu começava a chorar, ficava muito mal. E…

E é pra ver o quanto os bichinhos mudam mesmo a nossa vida, né? O quanto vira parte ali da nossa família. E o quanto marca a nossa história, né? Assim que marcou. Aí você, né, amiga? E é isso, acho que vai levar esse cuidado que você teve com a sua pros seus próprios pacientes até mesmo, né? Você acalmou, amor? Ai, gente, nossa.

Mas prepara que provavelmente vai ter mais histórias assim. Ai, sim. Também tenho certeza que vai ter. De chorar deirices aí, né. Dá vontade de ler todos. Gente, todos vocês que escreveram colocaram foto junto. Sim. É chocante como a gente se conecta nisso, assim. Porque a gente quer mostrar o gato, sabe? É, né. Todos, amor. Todos têm foto. É que nem quem tem filho, quem tem, né…

Você quer mostrar. Hoje, por exemplo, eu entendo quando as pessoas… Ah, eu quero mostrar meu bebê. Eu quero mostrar a festa que eu fiz pro bebê. É, porque a gente quer… Ai, gente, nossa. O pet é assim também, né? Ó, a Bia, ela não colocou gato porque ela não tem gato.

Mas ela tem o que falar. Não tenho gatos, mas sou madrinha do Berinjela. Que quando a mãe dele foi viajar, cuidei dele um dia. Cheguei para colocar comida e ficar um pouquinho com ele. Ele tinha simplesmente... Ah, ela tá contando um caos.

Cheguei pra colocar comida e ficar um pouquinho com ele. E ele tinha simplesmente acendido todas as luzes. Meu Deus! Meu Deus! Possuído, gato! Parecia uma balada. E ele estava no guarda-roupa descansando da sua festa. Que nenenzinho! Ô, Bia, que madrinha é essa que não tem uma foto do berinjela aí? É, hein?

Então, ela não colocou foto dele? Não colocou, ela não colocou. Eu adoro quem é madrinha e padrinha do Pet. É, padrinha. Amo também. Padrinha e padrinha do Pet. A Lorelay é a vovó do Dudu. É, não, ela chega aqui e ele já vai no colo dela, gente. Ele adora sentar no colinho da Lorelay, na almofadinha. A Lorelay normalmente bota a almofadinha assim no colinho. E ele vai e dorme, e fica, e fica. E fica.

Olha, eu vou ler um… Ai, tem uns muito fofos aqui, ó, da Moni. Oi, Divos. Tive muitos gatos desde a infância. Com a vida adulta, adotei a Renata. Ela teve muitos problemas de saúde por ser gatinha de rua e veio a falecer. Oh, meu Deus. Recentemente, adotei um macho muito sapeca que está quebrando a casa toda. Meu Deus. Ainda não tem nome. Quero chamá-lo de Péricles.

Aí, essa é a Renata que faleceu, ó. Olha que gracinha. Ai, que gracinha. A orelhinha dela é meio tombadinha, assim, de um lado. Oh, meu Deus. Olha o Pericles, amor. Olha a cara desse gato. Olha que nenê. É um bebezinho branquinho. E uma cara de levado, sabe? Cara de levado.

Uma cara de levado. A gente não teve nenhum muito levado. O Isaquias, ele tem umas… Ele tem umas… Umas coisas meio… Molecagem. Ele é meio adolescentão, o Isaquias, gente. Ele, se tiver qualquer coisa no sofá, assim…

Por exemplo, isqueiro. Eu uso muito manteiga de cacau, por exemplo, né? Pra hidratar a boca. Então, se eu deixo num lugar e ele vê, ele quer derrubar. Ele derruba. E quer brincar no chão. E ele chuta pela casa inteira. E some. Some. Então, ele tem essa mania. Porém, ele não derruba as coisas, tipo, grandes. Tipo, ele não derruba vaso. Ele não derruba nada assim. São coisas meio específicas que ele gosta de bagunçar, sim. Um pouco.

E ele abre as portas dos armários e entra dentro. Então, às vezes, a gente tá aqui assistindo TV. Aí, de repente, escuta um barulho de armário. Plec! É. A gente não... Ele consegue abrir alguns armários, gente, aqui em casa. E aí, às vezes, ele fica preso. Às vezes, ele fica lá dentro do armário. Que dó! Fazendo bagunça. Eu acho muito engraçadinho nele. Porque, às vezes, ele tá dentro do armário do nada. Olha, a Katia mandou aqui. Acabei de perder minha companheira. Ai, que dó!

Ai, meu Deus. Gente, é um mais lindo que o outro, sabe? Ai, gente. Ai, o pet, assim, né… Que é isso, né? Os pets vivem menos, né? Que a gente. É, eles vivem em torno ali de uns… Deixa eu colocar aqui no chat GPT.

A menos que seja uma tartaruga, né? Porque tartaruga, ele dura mais, né? Não, tartaruga dura 90 anos, 100 anos. Algumas aves também, né? Elas duram bastante e tal. Então a gente meio que, né, vai chegando numa idade do petzinho ali. E a gente vai, né, começando a refletir sobre perda, né? Ó, o gato doméstico costuma ficar entre 12 e 16 anos vivo.

Ah, então. E aí... É você ali, às vezes, né? Vivenciar a experiência ali, né? De perder algo ali importante, né? Pra você. Não que seja fácil, mas... Acaba sendo uma experiência, né? De vida ali pra você lidar com o luto, né? Com a Marina foi muito essa vivência pra mim, assim. De, tipo...

Não tivesse perdido ninguém. Já tinha perdido ali pessoas, né? Mas com a intensidade dela ali foi difícil. É difícil, gente. Mas é isso, me preparou pra ser um pouco mais forte ali. Em outros momentos que podem vir, né? Pode acontecer daqui pra frente. Tentando tirar algum ensinamento, né? Às vezes das coisas que acontecem. É, não tem jeito, né, gente? A gente pega eles sabendo que tem que lidar com a partida, né? Assim, é...

É como um lar temporário mesmo, assim, né? É pra poder proporcionar pra eles uma vida mais tranquila, né? Mais confortável. Pra não ficar na rua, pra não ficar num abrigo muito cheio, né? E aí eles vão embora, né? Eles vivem pouco mesmo. Mas eu sempre penso que eu quero que eles sejam o mais felizes possível aqui dentro de casa.

O importante é isso, né? E comer mesmo, dormir, beber água, fazer o que quiser. Eu deixo eles fazerem o que... Dificilmente eu tiro eles de alguma situação, gente. Ai, sobe na mesa, sobe na pia, sabe? Sobe, deixa subir. É, a gente não tem muito esse rolê, não.

E os nossos, eles não são de quebrar muito as coisas, né? Dificilmente, assim, eles quebram alguma coisa. Eles não se enfiam muito ali, né? Não trepo. Mas também é isso. A gente sempre pegou eles mais velhos, né? É. Eu ainda vou ter a experiência do neném. Ó, tenho duas gatas adotadas. A SL mandou. Uma é de 2018. A laranja. De nome Tito.

E a outra é de 2019, Tricolor. O nome dela é Nela. Elas têm personalidades muito diferentes. Me fazem muita companhia em todos os momentos. Aí tá a diferença. É engraçado ver a diferença de tamanho, uma grandona.

Olha, gente, que neném. A Glanã tem meio que uma franja, a Queen. Que neném. E a outra pequenininha. É verdade. A outra lembra um pouco a Moira, só que ruiva, né? É verdade, verdade. A carinha dela, né? Meio Moirinha, assim. Olha, a Nath mandou a foto de uma gata aqui, gente. Ela parece um desenho de tão linda que ela é. Eu não era gateira, sempre tive só doguinhos. Mas virei gateira por causa do meu marido. Ah, igual você, moral. Você virou gateira por causa de mim. Sim.

Agora temos a Marceline, que é frajola. E a Lucy, pretinha. A pretinha, a gente resgatou da antiga dona. Tava machucada e sem comer depois de uma castração mal cuidada. Ai, que dó. Hoje elas são sisters. Olha essa gata, gente.

A cara dela parece um desenho. Olha que linda! Ela é redondinha. Nossa, ela parece um desenhinho. A pretinha tá aqui também, magrelinha. Que gracinha! Ai, muito neném. Fofuras! Muito neném. Lembrei aqui de que nós também somos tios, né? De... De...

De outros gatos. Ah, sim. A minha irmã tem dois. A gente tem que mostrar, né? O Charles e o Bruce. As suas duas irmãs têm dois. É, a Simone, né, minha irmã… Essa que eu postei a foto nela com o Story, gente. Tem muita gente comentando que eu postei uma foto com ela no Story. Estão falando que ela é minha Ana Paula. Ela tem o Charles e o Bruce. São dois bebês gordinhos, assim.

Ele já tem um tempo já de vida. E a Valéria… Nossa, esqueci os nomes das gatas da Valéria. É a… Olha, que tio é esse? Nossa, esqueci. É a Chloe Adores. Chloe Adores. Chloe Adores. Então nós somos em muitos gatos. Aqui em casa são quatro, cinco, seis… oito gatos na família.

Oito gatos. Meu irmão também tem dois gatos também. Meu irmão virou gateiro também. Eu queria ver eles. Preciso pegar, né? É o pequenininho. É o Charlie. É o Charlie. É o Charlie. É o Charlie. Nossa, eu esqueci o nome. A mais velhinha.

Ai, a gente esquece. Mas vamos ir atrás de fotos deles, pra gente mostrar os nossos sobrinhos também, né? Exato. Ó, a Fih aqui já mandou a foto do gato e uma foto ao lado de um bombeiro. Meu Deus, o que aconteceu? Num telhado.

Vamos à história. Meu neguinho sushi subiu em um prédio comercial. E tivemos que chamar os bombeiros oito da noite para resgatar. Meu Deus. O pior é que ele é um amor. Super acostumado com os outros. Mas rosnava para o bombeiro. Cá, cá, cá, cá. Foi um sufoco, mas deu tudo certo. Aí tem a foto do neguinho. Olha aquele, que gracinha. O sushi. É o sushi, na verdade, né?

E aqui tem a foto do bombeiro subindo no telhado. Meu Deus, gente. Ah, então tem disso que bombeiro resgata gato, né, gente? É o certo, é isso, gente. Chamar o bombeiro, né? Chamar o bombeiro. Aqueles clássicos de desenho animado, que o gato tá em cima da árvore e aí chamam o bombeiro pra resgatar.

É um clássico isso, de desenho, de filme, né? Só que às vezes... Que gato é isso, né? Você saber se ele tá lá porque ele quer ou se ele não consegue descer. Aí você fica nesse questionamento. É, então. Mas geralmente eles não conseguem descer se é muito alto também. É, não. Se é muito perigoso. Porque subir é fácil, descer é mais difícil, né? Tem que chamar.

Olha, aqui tem uma gata dentro de um pirex de vidro. Olha, gente, eles entram num lugar, gente, que não dá pra entender, assim. É a Naruto que mandou. Eu tenho quatro. Essa aqui é a Marimar. Ai, amei o nome. Como assim, Marimar? Ah, acho que ela tem um apelido, tá? Marimar, entre parênteses, Pituca.

Quem olha pra essa carinha de santa, nem imagina que toca o terror e quase mata a dona do coração. Porque já pulou a janela do quarto andar duas vezes. Olha, gente! Meu tio, os narutas! Como que pode? Ela tem as mesmas cores da nossa Marina, ó. Ai, a Marina, que saudade da Marininha, gente. E aqui ela tá dentro de um marinex? Pirex, né? Pirex.

Marinex também. Acho que é uma marca Marinex, né? Tá ruim. Não, quem vê as fotos deles, gente, nem imagina as coisas que eles fazem. Não, tem muita gente mandando eles em lugares absurdos. Mor, olha essa! Que coisa mais linda!

Ai, que linda! Lembra pro Camelã, né? Linda, linda, linda. Parece, ó. Esse é o meu idoso Boris, de 15 aninhos. Ai, o Boris! Já tive quatro gatos, com eles cinco. Desde pequena, sou apaixonada e simplesmente amo a forma como eles deitam. Como se estivessem de braços cruzados, com a patinha no rosto ou de formas bem específicas. É, eles deitam meio assim, com o braço cruzado, né? Com o braço cruzadinho, né? A Jenny que mandou. Ó, eles tampam a cara, um deles.

Olha esse aqui deitado com a barriga tudo pra cima. E aí qualquer movimento, né, gente? Olha aqui esse aqui também, de bracinho de lado. Aqui o que deita mais diferente é o Isaquias. É, ele coloca os braços assim. Ele deita meio de lado, só que ele estica uma pata.

E ele deita em cima do braço, assim. E aí ele deita no outro. Aí ele fica com um bração esticado, assim. Ele gosta bastante de deitar esticado, Isaquias, né? Ele deita diferente dos outros. Deixa eu ver. O Dudu, ele tem um jeito engraçado de ficar em pé. Ele fica meio tortinho, né? É, ele fica meio tortinho. Assim como a Moira também. É porque a Moira é gordinha.

A Moira, ela gosta de sentar daquele jeito que eu postei. É a Pose Confessions, a gente fala dela. É a Pose Confessions, Ana Dance, Flor. Ela fica com uma perninha esticadinha. Ela fica sentadinha, parece uma criancinha. Só que uma perninha fica esticada, né? É, e uma mãozinha entre as duas pernas, assim. Isso! Ela divide o peso. Ela é muito queen.

Olha o comentário aqui. Gente, vocês não estão alimentando essa gata direito. É, então. Ai, gente, um clássico. Gabs mandou aqui. Quando a depressão bateu forte, minha psicóloga sugeriu que eu adotasse um gato. E aqui está a Mimi. Adotei ela de forma responsável. E ela é o xodó da casa. Ela sobe nos móveis, derruba tudo. Ai, meu Deus. Adoro brincar de esconder e eu fico doida com tudo que ela apronta.

Mas eu amo demais. E olha aqui a foto. Deixa eu ver essa neném. Olha aqui ela, ó. Ai, que neném séria. É muito cheia, papai. Só que aqui tem um vídeo dela brincando, ó. Olha, causando. Os penduricários da bolsa, ela causando, ó, mordendo. Barbarizando, gente.

Ai, meu Deus do céu. Ai, gente, eu tô morrendo. O Vini mandou um comentário. Primeiro eu vou ler, depois eu te mostro o meme que ele colocou. Todo respeito a vocês pais de gatos e tal. Mas, gente, deixar bichos subirem em cima da mesa, nunca teria um gato por isso. Sobe em tudo e não dá pra destrar. Mas acho fofo quem criar vai se fuder.

Ai, não deixar subir em cima da mesa. Você faz coisa pior. Eu deixo subir na mesa, assim. Ninguém morreu disso aqui em casa. Se você tem manias de, tipo, ai, não gosto de sujeito. Não gosto de bagunça. Acho que tem muita gente também que não fica muito em casa. E também tem essas questões com pet, assim, né? Um meme da Skip Rock.

Tem gente que não fica muito tempo em casa. E aí fica meio que, ai, não pega um pet. Porque não quero deixar o bicho sozinho, né? O gato é uma opção, né? Não que você vai deixar ele totalmente sozinho, né? Mas ele lida melhor com ficar sozinho do que um cachorro, né? O cachorro precisa mais ali. Principalmente em questão de sair de casa. Pra levar, né? Pra fazer as necessidades e tal, né?

É uma opção aí. Mas tem gente que realmente não gosta porque, ai, não gosto do gato subindo na bancada ali onde eu como. Não gosto de não sei o quê. Eu, sinceramente, não me importo, não. Ai, tô nem aí. A Nicolinha, ela trouxe uma experiência de que ela tem cachorro e gato junto, ó.

Mudei de casa com meus dois cachorros. Eles sempre odiaram gatos. Eis que surge um gato e fica andando no muro. Meu cachorro só voltava a subir pra pegar ele. O bichano fez que fez e que hoje mora aqui, bem pleno. Sem nunca ter sido convidado.

É o nosso bebê. Aí tem os dois cachorros dela e o gato junto, ó. Ele foi ficando, ficando. Foi ficando, os cachorros acostumados. Gente, é um gato lindo. E os cachorros uma gracinha também. E aí os cachorros se acostumaram com ele. Se acostumaram com o gato. Eu acho uma graça quando o cachorro é amigo do gato.

Eu também gosto. E que sim, abraça junto, que dorme junto. Eu acho fofo. Eu acho muito fofinho. Sei que é sobre gatos, mas recentemente eu vi um vídeo no Twitter de uma moça que tem vários cachorros. E aí, tem uma vizinha que tem um cachorro do lado, e o cachorro fica latindo pros outros do outro lado. Aí ela pega o cachorro, ela pula, pega o cachorro da vizinha e coloca no quintal dela, só pra ele brincar junto com os dela. E depois ela devolve, assim, de novo. O cachorrinho. Achei muito fofo. Que nenê.

Olha, o Nukito, ele tem um Dudu também, ó. Tem o Dudu e ele já tem nove anos. E o que acho muito estranho é o fato dele ser vegano.

Hum, como assim? Sim, risos. Isso mesmo, um gato vegano. Já tentei todos os tipos de carne e ele não come. A ração que ele come é só a de vegetais. Olha, que engraçado. Que fresco, amei. Ele é vegano.

Meu Deus, como assim? Ó, no orgulho da Nathalie Nery. Gente, tem gato que tem umas frescuras, assim, tá? Eles têm peculiaridades. Aqui de alimentação, todos são…

Come lões, porém o Isaquias é o mais chato. Dependendo do sabor do sachê, ele não quer. Dependendo do sabor do churu, ele… O churu, ele ainda… O churu, ele come mais. Mas já deu um churu que ele não quis. O churu é meio unanimidade aqui em casa. Eles amam, ficam loucos, né, no churu. Mas o Isaquias, ele é um pouco mais chato. Às vezes, ele só cheira, não come. Ele é mais fresquinho. Adolescente, né? Como a gente diz, ele é adolescente.

Ó, o Gil mandou aqui a Olga. Ela apareceu na porta do meu AP. No AP do meu namorado, no meio da noite. Mandamos e-mail pro síndico, que avisou o prédio todo. E graças a Deus, ninguém apareceu. Adotamos ela.

Na primeira noite, eu tava chorando, imaginando como alguém seria capaz de abandoná-la. Ai, gente, que dó, né? E olha que gracinha, ó. Eles mandaram uma foto dela deitadinha, coberta. Ai, que nenê, gente. Que cheiro, manda dar um cheirinho. Umas fotos bem lindas. Ai, lindas as fotos. É, eu sou o pai de Petty que passa o dia inteiro tirando foto deles, né? É, o Fih tem muita foto no celular, né? Eu tenho muita foto. Você tem bastante da Moira, não tem? Tenho.

Bastante da Moira. E o Isaquias é o que a gente menos tem foto. É, o Isaquias é o menos, né? Porque como ele fica mais ali afastado, a gente acaba tendo menos. Mas tem algumas dele com o Dudu. Ah, a Moira tá ali atrás. Ela tá em cima da caixinha ali deitada. Ai, meu Deus. Mas eu adoro tirar foto de pet, gente. Ó, o João mandou aqui mais uma história triste, ó. Divos, mandem um beijo pro meu bebê que virou estrelinha em dezembro com 18 anos.

O nome… 18. 18 aninhos. O nome dele era Nick. Ele tem me feito muita falta, já que estava comigo desde os meus 8 anos de idade. E eu o amava muito. Amém, os nenês de vocês. Sempre que amem, não é amém.

Amem os nenês de vocês sempre que possível. Eles merecem o mundo. Ai, que burra. Helena, amém. É, amém. Olha que nenêzinho que virou estrelinha. Meu Deus, que gordinho. Ele era muito lindo. Ele era muito lindinho. Tudo puxechudinho. Tudo puxechudinho. Que fofo.

Ai, né, deixa saudade, deixa tanta saudade, né, gente? Deixa, gente, deixa muita saudade. Ó, o Neto mandou aqui, ó. O da minha irmã veio na skin errada, era pra ser cachorro. Ele apareceu numa festa e sentou no colo deles.

e sentou no colo e sentou no colo deles você estala os dedos e ele sai de onde está pra ir te encontrar ah, você chama ele estalando os dedos, entendi dorme em sono profundo e nada de instinto aguçado pode explodir uma panela de pressão que ele nem tchum é o Bino, e aí ele mandou fotos do Bino, olha essa foto ele censurou o piu piu do Bino aqui que é o Bino

O pino tá todo pra cima. Que gracinha. E aí tem uma outra dele brincando aqui na grama. Ai, que lindo, nenê. Ah, e aqui os nossos, eles também respondem. Se a gente chamar assim, às vezes eles vêm. Aham. Ó, fiz as que a Moíria já olhou. Mas de instintos aqui, ó, o Dudu é um preguiçoso.

O Dudu? Gente, o Dudu, assim... Ele não tá nem aí pra nada. O Dudu, ele é um gato que ele... Geralmente, gato, por exemplo, aspirador de pó. Os gatos saem correndo, né? É, todos aqui saem. O Dudu não tá nem aí, gente. Pode acabar o mundo em barranco. O Dudu, ele é um gato. Eu nunca vi um gato assim, tá? Ele não estranha nenhum gato que chega perto dele. Então, todos os gatos que chegaram aqui...

Ele cheira, ele chega perto. Porque tem gato que faz aquele fu, assim, né, da adaptação e tudo mais. Ele nunca fez pra nenhum mesmo, né? Ele nunca fez. Ele nunca fez. Ele não liga, ele não se importa. Ele é muito nem aí mesmo, assim. E aí todos eles também não ligam muito pra ele. Ninguém maltrata ele, assim. Às vezes a Moira dá umas patadas. Ah, mas faz tempo que ela não discute com ele. É, mas é mais tranquila. Normalmente a Moira e a Avelã, elas implicam mais com o Isaquias.

É, então, o Isaquias que é o perseguido da vez. É, porém o Isaquias também é brincalhão. Então ele parece que gosta, porque ele fica correndo junto com elas. Aí eles brincam, eles acabam brincando. Aqui de instinto, eu acho que a avelã, ela é bem caçadora. Então se entra um bichinho, ela fica bem de olho, ela vai atrás. Ela fica ali meio vidrada. O Isaquias é um pouco também, ele também é meio em cima assim.

A Moira é a mais brincalhona. A Moira gosta muito de brincar. Você joga coisa nela, ela brinca. O pessoal às vezes olha ela e ela é sedentária porque é gordinha. Imagina, gente. Essa daí, ó. É a mais brincalhona de todos. De pular, nossa, com o cordãozinho assim. Ela adora. Eles gostam muito de fita aqui, né? A Moira e a Avelã. E o Dudu também. Então eles pulam, né? A Moira pula altíssimo pra brincar.

Ó, eu tô printando todos esses gatos que eu falei, porque teve uma seguidora aqui que falou assim, gente, montem um post com todos os gatos pra gente poder ver depois. Aí eu vou printar pra depois a gente postar no feed do podcast. Inclusive, siga lá o nosso Instagram do podcast, gente. Podcast Diva da Diva, sem acento. Segue lá, que a gente tá fazendo vários postzinhos aí. Continuamos fazendo as interações e tudo.

E aí eu vou pedir pro nosso designer montar um postzinho com todos esses gatinhos, tá? Pra gente poder falar. Ai, olha que gracinha, amor. O Natu mandou. Esse é o link. Achamos ele na rua, bem bebezinho, e pegamos. Vacinamos e castramos. E depois de grande, ele começou a ter esse inchaço no nariz.

Depois de muitas idas ao vet e muito dinheiro gasto, ele foi diagnosticado com esporotricose. Um fungo degenerativo, filho da puta, que se espalha. Ai, que dó! Se espalha pela mucosa dele, podendo afetar o nariz, boca, olhos e até o cuze dele.

Mano, foram mais de 10 mil reais gastos com tratamento, internação e medicamentos pra hoje ele ter uma vida mais estável. Porém, ainda sendo necessário tomar remédio todos os dias de forma vitalícia. Mas hoje ele vive bem, normal, sem nenhum ferimento e nem dores. E com uma rinoplastia. É um chamego comigo e com o irmãozinho dele, o Loki. E não sei o que seria de mim sem esses fedidos.

Só de pensar eu começo a chorar. Ai, olha o narizinho dele, é inchadinho, ó. O nariz dele é inchadinho. Aí fica inchado, aí volta ao normal. Coitadinho. Aí esse é o irmãozinho dele, ó, o preto e branco. Ai, que lindo também. Nossa, dois muito lindos. Sai na redinha.

Muito fofinho, né? Que fofinhos. Ai, gente. Pior que isso, né? Se eles têm uma doença, a gente tenta o máximo que a gente pode, né? Pra resolver aí algum problema de saúde. Pra manter eles junto com a gente. É isso, né? A Natália, ó. Experiência de quem tá sendo mãe de pet agora. Mãe de gato. Primeira vez sendo mãe de gato, estou obcecada. Faz um ano que adotei a Fátima e a Sueli. Olha!

Melhor escolha da minha vida. Irmãs de ninhada abandonadas no lixo juntas. E resgatadas juntas para serem felizes pra sempre comigo. Oh, e aí são duas pretinhas, gente. Aí uma… Não sei se elas são assim ou uma tá mais alerta com a orelha levantada.

E aí a outra tá mais com uma cara mais de saco cheio, assim. Papaizinho. Gato, gente, não sei se cachorro tem isso também. Mas gato, às vezes eles crescem juntos, né? Os gatos da irmã do Eduardo, da Simone, eles cresceram muito juntos. Eles eram muito apegados. É, eles são irmãos, né? Eles são irmãozinhos, né? Eles cresceram… Depois descobriu que eles não são exatamente irmãos, não descobriu?

Ai, eu acho que… Não! Seu irmão fez exame e descobriu que eles não são irmãos. É, a senhora que doou pra minha irmã achava que eles eram irmãos. Mas eles não são, verdade. Porém, cresceram juntos muito apegados. Eles dormiam juntinhos, agarradinhos. E aí, normalmente, as ONGs, assim, pra adoção, eles recomendam você adotar juntos. Porque senão eles vão ficar mal sem um outro. Que dó! E é uma dó, né, gente?

E aí a Natália pegou as duas juntas. Olha que legal. Ah, eu acho que tem que ser assim também. Se você não pode pegar os dois, aí você pega o outro, né? É, porque aí tem gente que até já prefere adotar dois. Porque é isso, né? Já tem a companhia ali dos dois. Mas tem gato que prefere não ter companhia também, gente. O legal de Yonge, gente, sempre recomendamos o Adote um Gatinho. Que é a que a gente sempre adota. Porque eles têm um trabalho super legal.

Eles descrevem muito a personalidade do gato. Então, às vezes, você não quer ter mais de um. Não, mais de um é muito pra mim. Eles deixam bem claro, né? Porém, não quero que o gato fique triste. Pô, lá, às vezes, na descrição, tá falando que ele não gosta de companhias. Prefere ficar só ele. Então, dá pra você adotar já um gato que tem essa... Que você sabe o perfil, né? Essa característica, né? Pra evitar até ali.

A Profálvia mandou aqui, ó. Essa é a Glorinha derretida na pia. Só isso. E ela mandou a gata dentro da pia, ó.

Que gracinha, deitadinha na pia, gente. Que neném. Dinositado que eles se enfiaram aqui, os gatos. Acho que a gente não tem nenhum lugar, além dos Aquias que abre as portas e entra. É, a gente tem uma estante aqui na sala, embutida, um raquezinho, que eles gostam de entrar na gaveta, né? Os Aquias abrem a porta. Ele gosta de entrar ali. Entra. Os Aquias também com gaveta. Se tiver uma gaveta um pouco aberta e tem uma pontinha. Ele vai querer abrir.

E ele tira tudo de dentro, assim, também. Já peguei, já... Gaveta, tudo... Tudo bagunçada, né? Por causa dele, assim. Mas eles não se fiam em lugares muito inusitados, assim, não. Não, acho eles bem tranquilos pra esse tipo de bagunça até. Sabia?

Moralina, ela mandou uma foto aqui dos gatos dela. Estão parecendo as três graças. Olha aqueles tudo embolado. Oh, que gostoso, gente. Tinha vontade de enfiar a cara no meio e cheirar todos eles. Você até fica confuso quantos gatos tem aqui. Ai, que neném. Porque ela mandou, ó. Tenho três gatos atualmente. Comecei a pegar os divos na rua.

Com sete anos, meus pais não gostavam de gato. Na época, porque abriu o mundo deles, kkkk. Então, eu ligava pra minha tia, que ama animal, e ficava. Ai, tia, é tão lindinho. Você não conhece alguém que possa ficar sabendo que ela adotaria? Kkkk. Olha que safada, Lina.

Nisso, ela se apaixonou, ainda mais por gatos, e hoje ela tem uma ONG no Tatuapé, em São Paulo. Aí ela mandou aqui, ó, a ONG, que é Missão Gatos da ETEC. Missão ETEC, o arroba.

Pra quem aí é de São Paulo, gente, ó. Ah, legal. Bom saber, gente. A minha preta e branca é da ONG dela. E meus outros foram achados por aí. Muito nenéns, amo demais. E, gente, ela mandou os gatos tudo junto. Eles são muito gostosos, gente. Olha a branquinha. Os nossos, eles não têm essa intimidade aqui de…

De ficarem tão próximos uns aos outros. No máximo é o Isaquias e o Dudu. É, é. Agora ficar coladão, coladão, eles não são tão assim, não. É, eles são mais… As meninas não gostam tanto de ficar grudadas assim, né.

A Marina, ela ficava um pouquinho perto do Dudu. Ela ficava, ela dormia com ele. Tem bastante foto deles juntos. Tem eles juntinhos, assim. Que saudade da minha menininha. Vamos ver mais aqui, gente. Nossa, tem tanta coisa.

Gatinha consumista. Aqui foi adoção forçada. Ela que adotou a gente. Apareceu aqui em casa um dia, pediu comida e água e decidiu que não iria mais embora. Já vai fazer quatro anos. Nossa, Matilda. Preta e branquinha, ó, na caixinha de papelão. Deitadinha.

Tem isso, né, do gato surgir, né? É. A Cida teve umas semanas aí que ela, de repente, mandou uma foto de um gato, né? No colo dela, um gato, gente. Um gato do nada. E aí o Eduardo chegou falando, morra, minha mãe mandou foto com o gato. E aí...

Começou esse caos, aí ela explicou que era o gato do vizinho. É que todo dia ele ia lá, na casa da minha mãe. Passava lá. E ele passava lá todo dia, só que aí ele parou de ir agora. É, agora ele deu uma parada. Não sei se o dono, né, deu um... Deixou ele mais em casa agora, né? Agora deu uma parada. Mas é meio que isso, né? Eles surgem e vão ficando, né? E aí você vai dando uma comidinha, ele vai se aproximando.

Eu e o Eduardo, a gente fala. Se a gente encontra um, a gente não sabe o que a gente faz. Eu sei… Assim, a gente não vai pegar nenhum agora, assim, por vontade própria. Mas aqui o gato na casa da minha mãe. Eu achei a foto aqui, o gato andando. Dentro de casa. É, dentro de casa. Mas se eu achar um gato na rua, eu pego, gente. Ai, eu pego bonita.

A Bia mandou um relato aqui, que eu acho que o Eduardo vai se identificar, tá? Tenho dois gatos, o Barrigudo e a Miete. Certo. Sendo a Miete com 16 anos. Oh, meu Deus, véinha! Mas o que eu quero falar é do bullying que sofro dos meus amigos do trabalho, depois que relatei que guardo os bigodes que caem dos meus gatos.

Ai, que gracinha. Eu guardo porque algum dia quero colocar em resina e fazer um chaveiro ou alguma coisa. Ainda mais sabendo que eles não vão estar aqui pra sempre. Assim como a vovó Lóris, sou meio mística. E acredito que os gatos são uma grande força de proteção espiritual.

É, eu não vou julgar, porque eu acho a coisa mais linda quando eu vejo o bigodinho caindo. Eu acho a coisa mais linda. O Eduardo, ele comprou uns... É um... Meio que uns potinhos, assim, gente, em formato de gato. Ah, precisa até fazer, né? É, que aí você... É pra você encher os potinhos do pelo do gato.

E aí o potinho tem formato de gato, aí ele acaba virando um mini gatinho, sabe? Aham. E aí o Eduardo comprou, eu nem sei onde tá aquele negócio. Deve tá guardado por aí. Deve tá por aí, né? Deve tá guardado por aí. Mas ó, pra você ver, Bia, aí a Taissinha respondeu seu comentário aqui, ó. Pra você não se sentir sozinha. Mana, eu também guardo todos os bigodinhos. E quando minha filhote perdeu o dentinho, eu também guardei. E eles são fonte de cura espiritual, sim.

As minhas sabem muito bem quando eu preciso do colinho delas. Gente, isso é muito, né… A gente às vezes tá mal. E não que quando a gente não esteja o gato também não se aproxima pra ficar junto.

Mas tem dia que parece muito específico, né? Porque a gente tá mal ali. E aí eles vêm de alguma forma meio que diferente, assim, em cima da gente, ou fica em cima da gente. É uma coisa… Acho que o cachorro também sente isso também, né? E aí é meio que a gente sente ali um abraço ali deles, né? Um carinho deles.

Ai, gente, é demais, né? Eu tava até aqui nos históricos com a minha mãe. Nossa, quanta foto de gato, meu Deus do céu. Um monte de foto de gato aqui. Muita foto de gato. Não, vocês mandaram milhares, gente. Repito, vão lá. Eu printei várias aqui pra postar, mas a gente tá lendo vários sem printar também. É, gente, tá tudo lá na postagem. As fotos, principalmente, estão no Twitter, né? É, no Twitter, exatamente.

Aí outra, ela nem mandou muita mensagem, só mandou a foto da gatinha que é a Zuri Panquequinha. Olha, amor, ela trepada aqui em algum lugar. Olha a cara dela, gente, uma cara de arteira. Uma cara de arteira, olha ela, que linda. Cara de arteira, linda, linda, linda, linda. Bem cara de arteirinha ela. Amei o nome Zuri Panquequinha. Ah, que gracinha. O leitão da Santa Ceia está pronto. Dudu mandou aqui sobre a moira, você respeite a minha filha.

É. Não fale assim dela. Nem querer falar da nossa nenenzinha, não. Tá? Um monte de gente fazendo bullying porque ela é gordinha. Ela é plus size, gente. Deixa ela. Ela é… Ela é midsize. Ela é midsize, exatamente. Ela é midsize. Ai, gente, é isso, né? Muitas e muitas histórias. Gato é muito gostoso. Se vocês estão com dúvida, gente, só vai. Só vai, adota que vocês não vão se arrepender.

Hoje em dia, eu acho que pra quem não tem contato, tem alguns lugares onde você pode... Aliás, as próprias ONGs você pode visitar, ter um contato pessoalmente ali com o PET. De forma despretensiosa, sem compromisso, gente. É, porque acho também importante você ter a ciência, que é um bichinho que vai precisar de um cuidado. É uma vida, né? Cuidar dos médicos, às vezes é necessário também, né?

Vai precisar de atenção também, né? Que você fique ali com ele. Então, pra também não ser assim, né? Tipo, ai, quero ter... Irresponsável, né? Não, vai lá, conheça. Vá na ONG. Acho que... Adote também, gente. Eu acho que... Poxa, tanto gatinho aí, sabe? Acho que... Não sou contra, né? Você quer comprar, né? O pet, tudo bem. Mas tem tanto gatinho aí, né? Precisando de um carinho.

Às vezes é isso, né? O bebezinho é super arteiro. Pô, não vou saber lidar com uma bagunça. Pega um crescidinho, exato. Pega um mais grandinho, poxa. Todos os nossos, gente, nós pegamos adulto já. O Isaquias é o mais novo, ele tem três, vai fazer quatro, cinco anos, não sei. E aí, às vezes ali, sabe? É isso, pega um mais velhinho. Pô, não tenho tanta disponibilidade, quero um mais tranquilinho. Pega um mais velhinho, poxa, que tá mais tranquilinho ali pra você.

Dar um carinho nele. Então, fica a dica aí. Somos muito gateiros. Recomendamos gatos pra todo mundo. É isso, gente. E vocês amam quando a gente mostra os gatos nos stories, nos vlogs, né? Logo o Dudu estará no Gastronodiva aí, brilhanto, né? Ah, é, né? Ele é o nosso mascote. Ele é o nosso fantoche lá no Gastronodiva. A versão, né? A versão fantoche dele, que é um pouco assustadora. É, que é um pouco mal educado, né? Ele é mal educadinho.

E muito obrigado pelas mensagens Ai, ai, gente, só coisa fofa, tá? Olha o tamanho desse aqui, amor, no chão Enorme Que gostoso Deixa eu ver Cadê? A Nina Ah, é uma menininha Linda, Nina

É uma moçoila. E é isso, gente. Obrigado pelo carinho mais uma vez. É isso aí. Assinem lá o plano Pet Love. Vocês não vão se arrepender, vale muito a pena. Tá bom, gente? E a gente se vê na semana que vem, tá bom? Nos vemos na semana que vem. E quem é de íntimos, nos vemos nos íntimos. É isso aí, que agora tá saindo de segunda-feira, tá? Isso aí. O Diva da Diva pra íntimos, 10 reais por mês. Você assina lá pela Aurelo ou pelo Apoia-se, tá bom?

Um beijo e até mais. Um beijo. Um beijo nos pets de vocês também. Cheirinho na barriguinha de todos eles, gente. Tchau.

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