Episódios de Divã da Diva

#211 - Participaria de um reality show?

17 de abril de 202658min
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Participantes neste episódio2
E

Edu

HostInfluencer
F

Felipe

Co-hostInfluencer
Assuntos3
  • Reality ShowsBig Brother Brasil · Fazenda · RuPaul's Drag Race · Corrida das Blogueiras · Largados e Pelados
  • Efeitos psicológicos de reality showsAnsiedade e pressão · Autoconhecimento
  • Cultura e diversidade em reality showsRepresentação de minorias · Impacto social
Transcrição158 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Olá, divos e divas! Tá começando agora mais um episódio do Divã da Diva, o podcast oficial do Diva Depressão. Eu sou o Edu. E eu sou o Felipe. E com certeza todos vocês já sabemos que nós somos fanáticos por reality shows. Muitos vídeos a respeito desse universo, né, estão lá no nosso canal. A gente cobre Big Brother Brasil na hora do VT. A gente tem os nossos vídeos sobre BBB. Até sobre Fazenda também a gente já fez. E também temos o nosso próprio reality, né, Fih?

Exatamente. Somos suspeitos aí, né? Porque nesse gostar, a gente engloba tudo, tá? Reality de blogueira, de maquiagem, reality de sobrevivência. Confinamento. Reality de convivência, né? No BBB ali. Reality de provas, competição. Nós amamos, gente.

Não que a gente ame todos. É, a gente também fica tempo sem ver, assim, né? Às vezes surge um que a gente, ai, né, começa a assistir e maratonar. Outros, muita gente gosta, a gente assiste, a gente não curte muito. Mas, no geral, a gente ama, né, essa…

Esse formato, né? Esse formato, né? Os reality shows aí. Desde os que são contínuos, diários, ao vivo, pegando todos os dias. Aos editados de competição. Eu não sei exatamente a definição de um reality show, por exemplo. Porque o Largados e Pelados, por exemplo, ele é um reality show, não é? É que…

Tem gente que diz que não, né? Assim, aqui, o reality... Enfim, não sei. O Largados e Pelados, ele começa e termina no mesmo episódio, né? Vou pesquisar aqui. Pesquisa aí. Mas eu considero um reality show, assim. Eu considero que é um reality show. Eu englobo nesse formato aí. Até porque dentro do reality show existem muitos tipos, né? Como a gente disse aqui. Então, eu considero um reality show, sim, tá? Vou ler a definição aqui, né? Segundo o Google.

Um reality show, ou telerealidade… Ah, telerealidade, amei. É um gênero de programa de televisão que retrata situações reais, interações sociais ou competições envolvendo pessoas comuns, em vez de atores profissionais. Ah, mas já caiu por terra. Porque, por exemplo, o Big Brother hoje em dia tem pessoas famosas.

Sim, mas eles não estão trabalhando como atores. Ah, sim, eles estão… É, depende. Sim, sim, entendi, entendi. Focados na vida cotidiana ou confinados, visam entretenimento, muitas vezes manipulando cenas para criar narrativas dramáticas. Aqui já joga meio que um shade ali, doxeria, né? Certo.

E aí tem até exemplos, ó, Big Brother, confinamento, Masterchef, competição, habilidade, No Limite, aventura, Keep Up With Kardashians, acompanhar celebridades. É, o Keep Up With The Kardashians é essa coisa do dia a dia dos famosos, né? Também tinha o dos Osbournes, lembra? É.

Então tem vários tipos de reality, a gente gosta de muitos deles. Não somos, assim, loucos por todos, como o Fih disse. E a gente também não assiste diariamente. Mas, por exemplo, o Big Brother… Não, a gente não vê todo tipo de reality todo dia, entendeu? A gente não assiste tudo.

Aí depende, depende. Por exemplo, quando a gente começou a assistir RuPaul, a gente maratonou a 100 de uma vez. Sim, mas o que eu tô falando é que a gente não assiste todos esses o tempo inteiro. Não é um conteúdo que todo dia a gente vê, entendeu? Sim, entendi. Entendi o ponto. Entendeu? Entendi.

Era isso que eu tava falando. Não dá pra assistir todo dia um reality, né? Sim, amor. Mas é que, às vezes, as pessoas podem pensar que a gente sabe tudo de todos e vê tudo. E não é isso, entendeu? Que eu queria deixar claro aqui que eu não vejo tudo, sabe? Por exemplo, a Fazenda, a gente não acompanha há muitos anos, assim, sabe? Sim, sim, sim. É, mas...

É o que a gente comentou, né? Nem todos a gente assiste, né? Nem todos a gente gosta, mas a gente gosta bastante do formato, né? Porque é isso, dá pra viajar muito nas ideias. É legal que o reality show, né? Principalmente o de competição, né? Indo mais pros competitivos.

principalmente hoje em dia, com o streaming, com a própria internet, temos aí o Corrida das Blogueiras, permite-se abrir ali o leque de profissões, de gostos ali, competitivos. Seja o Drag Race, que é uma competição de drag, seja as Drag Box tiveram o Draw Race, que era uma competição drag.

de desenho. Pra desenhistas ilustradores, né? Tem aquele do Netflix que é o Vidrados, que é que é a… Sopradores de vidro. Sopradores de vidro, né? O Corrida das Blogueiras de Blogueiras. Então é legal que você pode ali, né? Fora os culinários, que são um marco também, né? Tirando Masterchef, tem de bolo, tem de cupcake. É, doce. Doce. De chefes renomados, principiantes. Tem até um, gente, que eu acho que tem no Netflix ou no Discovery, se eu não me engano, que é de planta. Que você monta as coisas de…

E aí, toda a banda com vaso. Enfim, tem todo tipo de reality hoje em dia. Nós amamos. E aí, perguntamos pra vocês se vocês participariam de um reality show. Tivemos essa ideia por dois motivos, né. Primeiro que o BBB 26 tá acabando. Então, terça que vem aí acontece a grande final. Inclusive, a hora do VT vai ser durante a final. Vamos assistir juntos. E também acabamos de confirmar o Corrida 8. Então, a gente teve a ideia de falar de reality show essa semana.

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Pra questionar aí se vocês participariam, né? Se participariam de algum desses? Bem, vamos ver aqui o que vocês mandaram. Vamos ver. E também perguntamos de qual formato vocês mais gostam também, né? Enfim, é um bate-papo mais geral sobre realities, assim.

Exatamente. Vamos lá? Vamos lá. Você vai falar dos que você participaria primeiro. Olha, hoje em dia eu não participaria de nenhum, gente. Eu acho, assim, sabe? Porque temos muito a perder, né? Então, Big Brother, por exemplo. Não tenho mais essa coragem, mas já tive essa vontade antes. Ah, mas…

Por exemplo, se é um reality de desenho, por exemplo. Por que você perderia? Eu acho que eu não participaria porque eu não me sinto confiante o suficiente num reality de desenho, entendeu? Então, é isso que a gente falou agora. Existem várias... Vertentes, né? Várias vertentes, né? Por exemplo, agora teve o Você na Dia TV.

Que é um reality de apresentação e tal. Você se inscreveria no Votar na TV? Jamais também. Eu acho que hoje eu não tenho mais essa confiança, gente. Que talvez um dia eu já tive. E eu acho que o trabalho com a internet me trouxe esse freio, assim. Eu acho que eu não conseguiria entrar de cabeça. E eu sou um cara que se não for pra fazer direito, eu não começo, entendeu? Mas antes de você desenvolver esse medo.

Gente, antes eu acho que eu toparia quase todos. O Big Brother é um que eu tinha muita… Você lembra que eu tinha vontade, né? Isso sim, isso sim. Há milhões de anos atrás, eu tinha essa vontade do Big Brother. Nossa, se fosse ali 2015, 2016, que tava bem no começo do nosso rolê, eu tentaria. Bonita.

Hoje em dia, jamais. Mas eu acho legal. O Big Brother, se eu fosse uma pessoa anônima, de todos esses que existem, o Big Brother é um que eu gostaria. Porque eu acho que o Big Brother envolve muitas coisas. Eu acho muito legal o formato do BBB, sabe? O Big Brother envolve muito ali. A princípio, a gente imagina ele como um reality de personalidade. Você tem que ter uma personalidade pra você entrar.

Mas acho que nessa edição, né, se discutiu até muito sobre isso, mas não que não tivesse nas outras edições. Mas também precisa ser um reality de... Onde você tem que saber ali ler o jogo, né? Que eles falam bastante. Você precisa fazer jogadas, você precisa tomar decisão. Tem que ter estratégia de jogo, né? Isso mesmo, eu tô tentando encontrar uma palavra. Então...

No fim, assim, não é só sobre um carisma que você tenha, né? Embora eu acho que todo mundo, eu pelo menos, tenho essa visão pensando em BBB. Ah, você tem que ter uma grande personalidade pra você participar. Sim. Mas não é só sobre isso. Tanto que às vezes entram pessoas com personalidades que talvez fora do reality brilhariam. Mas chegando lá dentro da competição BBB…

Que é isso, né? Tem as questões ali também diárias. De você ter que acordar cedo, você não sabe os horários. Você convive com pessoa que você não gosta. Sim. Então tudo isso também… Não, tudo é um agravante. E vai infligir um pouco na sua personalidade também. Tudo é um agravante. Mas eu acho que eu… Às vezes eu fico curioso. Nossa, como que eu me sairia, sabe? Aí eu teria essa vontade, mas tenho muito… E você?

Olha, eu sou muito… Eu sou muito… Sou muito tonto pra competição, gente. Eu não sei se eu participaria de uma competição. Porque eu não tenho muita autoestima assim o suficiente, né? É igual eu falei, igual eu. Pra falar, ai, nossa, tem algo que você faz bem? Eu fico refletindo. Ah, eu sei… Por exemplo, né, desenho. Eu sei desenhar, mas não sou…

Especialista, né? Culinária, sei pouquíssimo. Cozinhar, né? Isso pensando nos que eu assisto, né? Drag Race, não sei me montar, não sei me maquiar, né? Corrida das Blogueiras, ai, você é blogueira. O Você na Dia TV me faz um pouco refletir uma parte dele, pelo menos, né?

É, você é bom humor, você é bem criativo, você é bem envolto. Pela questão da criatividade. Agora, a apresentação já não me sinto também bem insuficiente. Mas você tem um carisma na apresentação, humor. Senão a gente não estaria onde a gente tá. Não, acho também, né? Mas é que é isso. Pensando numa competição que vai te dar desafios que saem da sua zona de conforto. Sim. Aí eu já não sei como eu lidaria, entendeu? Mas fora o de competição, o de convivência, o Big Brother. Você não teria essa… Nem antes você teria essa coragem. Não, gente.

Eu nunca... Porque... Principalmente pensando nessa edição aqui. Nas duas últimas, diria... Nas duas últimas, não. A 24. Antes dessa foi um lixo. Na 24, eu me imaginava muito ali na casa com a Bia, com o Davi. Meu, o que a gente ia fazer, amor? E aí tinha a Fernanda e a Pitel que ficavam na cama falando mal. E eu pensava, nossa, as pessoas estão odiando ali. Mas eu acho que eu estaria daquele jeito também. Eu não sairia do quarto. Então, não sei se eu conseguiria. Entendi.

Mas eu acho interessante aqueles meio experimentais, assim. Por exemplo, tem um bem famoso aí da gringa, que é onde construiu uma ponte. Ah, tá. Que é um grupo de pessoas. Eu nunca assisti, nem sei exatamente como é. Mas são pessoas em um conjunto ali, fazendo algo. Aí tem esse objetivo, né? Um objetivo. Talvez nesses meios de grupo, de objetivo, de ser uma das peças ali que motiva a acontecer ali o rolê.

Talvez. Eu, Eduardo, a gente gosta muito de um chamado O Chão é Lava. É, que aí também, não sei se é um reality, mas é uma competiçãozinha por episódio, assim, né? Lendo a descrição ali, que é um meio que gincã, né? Ah, é muito legal, gente. E aí, é um meio… uma sala, gente, com diversos… Obstáculos. Obstáculos. Na verdade, é como se fosse uma piscina de gosma, que é a lava, né? É, que é a lava.

E você não pode cair dentro da piscina. Você tem que pular nas plataformas e nos rolês que tem. Cada um é temático. Então, às vezes, é um parquinho de diversão. É uma sala. E aí, é uma equipe. São três pessoas com o objetivo de sair da sala.

E é uma pataquada, é uma diversão ali. E ali eu penso, poxa, divertido, quem sabe, né? Não, esse eu ganharia, mas participaria. Nossa, esse sem dúvida eu iria. Assistam no Netflix, gente, o Chão é Lava. Acho que tem cinco ou quatro temporadas. A gente tava vendo a última temporada desses dias. Falta um episódio, é muito divertido, é muito legal. E é um formato que eu também amaria apresentar.

Nossa, eu amaria apresentar um formato desse, sabe? Eu gosto daqueles também que é de você... Que você não é um especialista no assunto. Aquele que você cozinha... Aquele mandou bem, né? Mandou bem, que é o... Você não necessariamente sabe cozinhar. E é justamente sobre isso. Então eu me arriscaria nesses que eu sei que não tem problema ficar ruim.

É, ó, um que é muito legal também, que a gente não deu sequência, é o do Lego. Que as pessoas montam o Lego, é muito legal. Nossa, gente, eu jamais conseguiria isso. E um que é muito legal, gente, é um de tatuagem também. Que a gente tem que pegar pra ver que é muito legal. É, o Ink Master. Esse é muito legal, que é um reality show de tatuadores. Enfim, vamos começar a ler aqui, ó. O Fagner mandou. Eu não passaria da entrevista com a psicóloga com o meu diagnóstico de ansiedade.

Fora que eu ia pedir pra sair no primeiro chapisco que eu levasse no Sincerão Depois de falar, eu não vou perder pra uma Aí ele colocou uma ofensa aqui que eu não vou ler, tá? E ninguém pegar a referência Aí ele colocou, eu não vou perder pra uma gorda E ninguém pegar a referência Ah, é que tem um... Um meme, não é? É a Patixa que falou? Eu acho que é, né? Não é? Ai, não lembro de onde esse meme

É, aqui ele já se colocou no BBB, então. É, pensando em Big Brother, né. Gente, ansiedade é algo… Ai, todo mundo tem, gente. Meio comum, né. Tem medicação ali que você toma, caso você tenha um quadro ali. Dizem que o boneco tá tomando um remédio que tá deixando ele louquíssimo agora, né. Dizem, é, dizem. Ele tá super animado.

Então, não sei se necessariamente a ansiedade te tiraria ali. Tanto que a gente já viu pessoas tendo crise na casa, se acalmando ali com as pessoas e tal, né? Tem atendimento médico lá também. Então, acho que é isso, não é um problema. E você xingar, aí é uma coisa meio que… É, amigo, vai acontecer uma hora ou outra, né? É que você já não entraria sabendo que você seria essa pessoa. Eu acho que foi isso que ele quis dizer. É isso, mas aí você tá se boicotando, amigo.

Bom, Júnior, sobre formato, curto mais confinamento do que competição, porque o psicológico pesa mais que a prova física. No fim, o que prende não é só quem ganha, mas como as pessoas se mostram ou se perdem no processo. É uma coisa de você entrar num reality show, né? Trazendo até a perspectiva do Corrida, que é bem menos gravado que um BBB que é um dia inteiro ali, né? Com a pessoa em diversas situações.

É um rolê meio de autoconhecimento mesmo, né, gente? Porque você vai ver... Vai ter um monte de gente falando sobre você, sobre as ações que você está tomando, as coisas que você está falando, as coisas que você está fazendo. E às vezes você não tem essa percepção sobre você. Você só vai descobrir...

Quando as pessoas estão apontando ali, né? É. Que às vezes são coisas que você vai ligar uma chave e falar não, eu sou essa pessoa mesmo e dane-se. Ou você vai, não, talvez eu tenha que mudar mesmo, né? Talvez eu tenha que errar ali. Não exatamente sobre errar, mas até em outro lado também, né? Às vezes de...

Tem gente que sai do Big Brother, por exemplo, falando Poxa, eu deveria ter feito tanta coisa e fiquei receoso. Às vezes até de tomar mais uma atitude, né? Ao contrário. Tem gente que toma de menos, tem gente que toma de mais, né? É muito doido, né? É, é muito ambíguo. E, gente, é isso, né? Depende do ano que você cai, com o elenco que você cai. Porque às vezes uma coisa que você faz no ano é super mal vista. E às vezes numa outra edição é super bem vista.

Então o Big Brother não tem uma regra, gente. Não tem… É zero preparo, assim. Ai, mas tem coach… Gente, todo mundo que assume que fez coach é uma porcaria. Eu acho que até é válido um coach pra você… Sei lá, se você sente que você tem algum… Algo que você pode melhorar em questão de… Ai, por exemplo, sou muito nervoso, queria ali…

Sim. Trabalhar a minha raiva, trabalhar a minha vergonha. Você trabalha esse lado, mas não tem como você prever dinâmica e jogo e sabe. Como você lida com as coisas. Não tem como. Como você vai… Ah, é muito difícil. Não tem como. Porque é isso, né? Reality show é muito sobre… É isso, você não sabe o que vai ter lá dentro, né? A menos que seja um reality, sei lá. Mas, por exemplo, eu e o Eduardo, a gente também gosta daqueles meio competitivos de trajeto, né? Aquele…

Sabe aquele Iron Man? Aquelas coisas de, tipo, você passar por diversos obstáculos ali. É bem legal. Tipo uma gincana, assim, né? Uma gincana. Tem um que é tudo pendurado ali. Você pendura e você vai. É bem legal. Ali dá pra você treinar, pra você… É, porque aí é um preparo físico, né? É um preparo físico. É um preparo físico. Ou um preparo mental ali, dependendo, né, do jogo, da competição, né?

Mas mesmo assim, você não sabe quais são os obstáculos que estarão lá. Mas o Big Brother, ele é puramente comportamento, assim. Tudo que acontece meio que depende do seu comportamento, da resposta da sua personalidade em relação a cada coisa que acontece. Então é muito imprevisível. Você pode prever muita coisa e ainda assim vai ser imprevisível. Pelo menos eu acho, né? É o que eu vejo assim, né?

E pra você vencer também, né? Exatamente, que é importante. Talita SF, underline. Divos, eu superiria. Até porque, na minha cabeça, eu tenho muita personalidade pra isso. KKKKK. É engraçado, né? Você ouvir… Às vezes, você escuta as pessoas falando assim. Ah, eu entraria no BB porque eu tenho muita personalidade. Aí, você vê a pessoa na casa, às vezes, também falando isso. E aí, às vezes, é uma pessoa que você… Que não tá entregando nada no reality show. Aí você pensa, nossa…

Será que a pessoa não tá conseguindo liberar essa personalidade? Porque agora está lá dentro mesmo? É. Ou ela achava que ela tinha uma grande personalidade e talvez não tenha? Quando você olha pro Big Brother, assim, né? Por exemplo, a tia Milena, né? Que ela tem sido considerada a pipoca do século e tal. Ela tem grande personalidade. Eu acho que é legal esse tipo de gente que entra sem amarra nenhuma.

É. Sem amarra nenhuma e que confia muito. A Bia do Braz eu também acho que ela era muito assim. Ela entrou muito de se jogar e eu acho que, gente, se você for olhar pra vida dessas pessoas, eram pessoas muito fodidas que não tinham nada a perder. Pô, a Bia vendia coisa na rua, a Tia Milena super humilde também, cuida de criança. Então é uma galera que, pô, eu já sou tão fodido na minha vida, eu não tenho nada a perder. Eu vou entrar aqui e vou babilonizar. É, ó, mas pra você ver, no caso da Tia Milena, eu nem acho que é muito sobre isso.

Assim, exatamente. Porque até falei, né, nos vídeos recentes, que a Tia Milena trabalhava com criança ali, com família, né? Sim, sim. Então, pensando ali num lado, ela poderia, assim, perder muita coisa, dependendo do que ela fosse agir lá dentro. Tanto que levantaram alguns cancelamentos em cima dela, falando, tipo, ai, quem é a família que contrata essa mulher pra cuidar das crianças? É. Então… Ela podia ser… Ela podia se fuder muito também, né?

Mas eu acho, realmente, isso dela que você falou. Que você tem que ter muita coragem mesmo de... Ai, mesmo eu tendo esses riscos que eu posso perder, eu não vou deixar de ser o mesmo. Você não tem vergonha de ser você mesmo, né? Tipo, eu tava lembrando de uns momentos... E também vi esses dias no Twitter, aqueles momentos onde colocavam ela no monstro. Que ela choramingava.

E aí, ela é muito natural, assim, né? Que pode levar as pessoas a não gostar, né? Ai, olha que chato. Aí a gente olha, né? O Gil do Vigor foi muito assim. A Milena. O próprio Davi, talvez ele tinha uma estratégia. Mas ele também se tacou e foi aquela pessoa louca, insuportável. Mas eu acho que nessa edição, não sei se você tem essa impressão. A maioria das pessoas foram elas mesmas. Sim, nesse BBB 26, né? A Samira, né? A Jordana. Até que a gente não gosta. Ai, o… O…

O Jonas, o Cowboy, no fim eles foram eles mesmos. É, mas o Cowboy segurou bastante a onda. Mas eu acho que… E isso prejudicou ele. Ou ele é essa pessoa hoje em dia também. Não sei. Eu achei ele meio isentão, assim. Talvez o coach prejudicou ele? Eu acho. Talvez? Eu acho. Ou se ele tivesse sido, ele mesmo teria sido pior? Porque eu acho também.

Porque, gente, se você é um veterano e você entra pra limpar a imagem, que foi uma coisa que ele mesmo já falou, que tinha até uma discussão sobre isso, né? Você vai entrar coachizado. Você vai entrar com uma estratégia definida. Eu acho que a Ana Paula entrou também com uma estratégia definida, entendeu? Ah, com certeza, com certeza. É diferente das pessoas que entram sem saber nada e vão se jogar, entendeu? Aham, só que é isso. É uma estratégia que você entra, mas viver mesmo...

Como você traz uma estratégia sem saber as pessoas que estão lá dentro? As coisas que vão surgir lá? É, então. É muito difícil, né? É difícil demais. A Thalita continua aqui, ó. Eu ia tentar ser toda estratégica. Jogar. Mas no final ia chorar escondido por causa das tretas. Enfim, ia render entretenimento com certeza. Surto também. A Thalita prometeu entretenimento. A gente tá acostumada aí a ver reality onde as pessoas prometem entretenimento e às vezes não entregam.

É, gente. É isso. O Corrida mesmo já foi palco disso, né? Já foi palco. Ah, eu faço, aconteço, chega lá, não faz nada. Mas o Corrida, né, ele envolve ali também o talento, né? O Corrida é de relacionamentos, de interação, né? Mas também tem as provas, né? Acho que isso que traz… O BBB também tem as provas. Tanto que tem gente que ganha muita prova lá. E o pessoal até fala, ai, fulano merece sim o reconhecimento por ter ganhado muitas provas.

Tem gente que contesta. Eu acho que não é tudo, realmente. Mas acho que tem uma parcela também ali de importância. Eu acho, sim, sim. Não, gente, não é sobre ganhar provas. É importante pra você se manter. Se manter, exatamente. Mas se você, por exemplo, se a Jordana chega na final por se manter, é que agora ela vai sair por causa do paredão, né? Mas, por exemplo, o boneco. É.

Se ele ganha uma prova, ele garante um top 3 e ganha um apartamento. Mais um lá, né? Então é pensando nisso. Mas se você não ganha o público, não adianta. Você pode ganhar todas as provas. No fim, gente, a sua maior estratégia é você conquistar o público aqui fora. Porque conquistando o público, você pode cair em quantos paredão for que você vai ficar.

É isso. Isso pra vencer. Às vezes seu objetivo também. Ah, quero ficar pelo menos no terceiro lugar. Que nem a Samira teve o rolê. Pelo menos garantir o meu apartamento. No objetivo dela, ela conseguiu ali. E aí ela sabia que ela tinha que agradar o pessoal lá dentro pra não ser votada.

Aí é uma outra estratégia. E aí ela conseguiu, entendeu? Agora, ganhar o público é a coisa mais difícil que tem, gente. E no fim, de verdade, pra mim é a coisa mais importante. Porque você pode sair muito amado, muito odiado. Você pode ser extremamente cancelado, as pessoas cagarem pra você, entendeu? É complicadíssimo, né?

A Preta Thaís. Eu já fui convidada pra participar de um. Fiz toda a entrevista e tudo. Quando estava chegando perto, me bateu um desespero. Porque eu sou da pá virada. Conteúdo iria entregar. Mas fiquei pensando na repercussão.

E na minha família e tudo. No fim, não topei o valor do cachê. E quando o programa estreou, dei graças a Deus por não ter aceito. Não ia dar bom. Eita, amiga! Que traqueira! Complicado. Fiquei curioso, poxa. Cheguei também, né? É, tem isso também, né? A gente não para pra pensar. Principalmente ali pensando num Big Brother, né?

Que acaba afetando a família, as pessoas em volta, né? Sim, sim. Principalmente o BBB, porque é muito sobre confinamento de estar acontecendo enquanto as pessoas estão lá, né? Alguns outros, tipo corrida, a gente grava tudo antes. Depois vai passar com você já fora, com as pessoas. Aí é um outro rolê, né? Mas o BBB…

Já não. Por exemplo, tô aqui falando que eu não tenho essa autoestima, né? Mas vou falar porque também estamos aqui no podcast, não é uma certeza. Mas veio aqui uma proposta da Dia, de um game show lá na Dia, especial do Dia das Mães. Pra eu participar com a minha mãe. Sim. Pra eu fazer com a Seduxa. E aí? É uma competição. Eu vou topar, gente. Porque aí eu tô com a minha mãe ali. Não ia ser engraçado, amor? A gente ganhou um cachezinho.

Então, aqui já é uma… Sabe aquele que é… Não é meio que um reality, né? É um quadro em alguns programas. Onde uma pessoa fica dando as instruções e a outra cozinha. Isso, então. É mais tranquilo, né? Mais divertido. Ai, amor, já pensou? Seria muito engraçado. Nossa, então… Mas já soltou spoiler? Não tinha problema? Vazar? Acho que não tem problema, porque ainda estão levando pro mercado. Não vou contar as apresentadoras, depois você lê lá.

Ah, é? Ah, eu amei. Tomara que dê certo, gente. Mas, pô, com a seducha eu iria. Com ela, sim. Com ela, sim, sabe? É, tem aquele lá com a sogra, né? Eleados com a sogra, eu iria com a seducha lá. Então, você iria, amor? Não sei. Por exemplo, agora, o BBB do ano passado foi em dupla, né? Aí muita gente achou que a gente iria.

Que eu ia e o Fih não sei o que lá. Só que, gente, eu jamais... Exporia, que fala? Expuzeria. Eu jamais me colocaria em exposição diária com o Felipe. Porque assim, casal é casal, gente. Tem dia que a gente se estranha. Tem dia que eu falo torto com o Fih. Tem dia que ele fala torto comigo. Tem dia que a gente se responde grosso. Aí a gente é mais carinhoso. E aí as pessoas assistindo isso, elas iam julgar muito a gente, eu acho, sabe?

É. Não é? É. É que eu acho quando você tem ali pessoas, você tem uma fanbase, você tem ali, né? Ali uma... Quem é camarote ali, né? Ou veterano também, porque os veteranos entram às vezes com uma audiência já grande ali, né? Se tratando de BBB. Às vezes... É o que a gente sempre fala. Quem entra cancelado...

É mais chance das pessoas verem os lados positivos pra virarem. Exatamente. Quem não entra cancelado, a chance de qualquer coisa negar. Eu falo muito, né? Eu sou muito risonho, mas eu sou mal-humorado no meu dia a dia, né, gente? Eu não sou esse riso de todos os momentos. As pessoas iam enxergar uma outra pessoa, né? Aí talvez as pessoas… Ai, nossa, então o Felipe não é assim como ele se mostra.

Mas a questão é que… Mas, gente, eu já falei isso aqui. O Felipe, ele é exatamente como vocês veem. Ele é aquilo. Só que ele também tem um outro lado. Não é que você é falso. É, não. Você é… O meu dia a dia com ele, ele é muito mais legal do que Chatson. Eu também não ia aguentar. Você é muito mais a parte que todo mundo vê do que a outra parte. Sim, você também.

Só que também tem os lados... Eu não digo lado ruim, gente. Eu digo lado humano, porque somos humanos. E eu até falei isso. Eu falei isso pra vocês esses dias. Eu falei na terapia. Que eu me sinto muito privilegiado de conhecer esse outro lado. Eu acho bonito isso.

Porque a vida é feita… Ninguém é 100% uma coisa. E eu sei que você só é assim comigo porque você confia muito em mim. Você se sente à vontade comigo, né? Sim, sim. Então até quando você não é tão legal no dia a dia. E eu sei que eu também não sou tão legal com você.

É uma coisa que eu penso, pô, é isso, a vida é isso, entendeu? E a gente tá junto pra isso mesmo, sabe? Só que eu jamais colocaria isso pras pessoas assistirem, sabe? Sim. Eu não teria essa coragem, assim. Ah, mas a gente bota mais ou menos. Sim, mas não na convivência, né? Não na convivência.

Eu acho que a questão, pelo menos pra mim do BBB, é mais do rolê de você estar com pessoas que você não conhece, com pessoas que você não sabe como vão agir. Sim, gente. Numa casa, num espaço limitado. Então, pra mim, essas outras questões. Eu não teria uma saúde pra lidar com tudo isso. Pra mim, a questão de me conhecer em um outro lado, de outras coisas, acho que impacta um pouco, mas...

Eu acho que às vezes até é bom, né? Quando as pessoas veem que você não é uma coisa só também, né? Às vezes é uma oportunidade de te verem de uma outra forma. Ver outros momentos assim também. Eu não acho isso pior. Eu acho realmente a convivência com outras pessoas que eu não sei quem são. É a pessoa sujando o banheiro. Você imagina eu e você num canto armando uma estratégia e a gente discorda.

Imagina as pessoas vendo a gente discordar e a gente começa a discutir. Ah, é porque reality show, vivendo online, é doido, né? Porque da mesma forma que talvez a gente discutiria, depois a gente se resolveria. Exato. Só que aí é um corte que ficaria ali. Exato. Mas a gente já é meio assim, né? Dependendo se a gente parar pra pensar.

A questão é que no reality é mais ainda incisivo. Mais incisivo, né? Tem umas 24 horas, né? Ó, vou ler mais comentários aqui. O Gil mandou. Eu sou viciado em Survivor, o No Limite americano. O público não decide nada e só acompanha os jogadores. O que é ótimo, porque permite que eles joguem, mintam, criem intrigas, desavenças. E no final, quem decide o vencedor são os próprios jogadores. Eu amo muito.

É muito legal o ecossistema desse reality, porque ele depende unicamente, exclusivamente, de quem tá ali dentro. Eu acho interessante realities também que não dependem da decisão do público, sabe? Eu acho também. Eu acho interessante. Porque é isso, acaba permitindo que as pessoas vão longe nas suas estratégias, né? De sabotagem, de enganação. Essa é uma vantagem. É isso. Por mais que...

Não sei o público americano como funciona. Mas aqui no Brasil, a gente sabe que, dependendo, a pessoa não ia ser bem vista, né? Ela seria xingada, aí tá enganando e tal, né? Mas é uma estratégia dela, que ela pode ganhar, ela pode vencer o programa. Então também, né? Meio que dane-se. Mas realmente, né? Tem gente que fala às vezes do Corrida, né? Falam assim, ah, vocês deveriam deixar a final vocês decidirem.

Afinal, vocês que decidem, como a RuPaul faz, né? A RuPaul que decide quem vence. Mas eu acho que no nosso reality, condiz muito o público. É um… A profissão criador de conteúdo é feita pelo público. Então…

É, eu acho que faz muito sentido também. A gente julga até um certo ponto e depois deixa na mão das pessoas. E pra gente é muito interessante que os nossos vencedores tenham o público ao lado deles, entendeu? É. Então, sei lá, eu acho que faz muito sentido mesmo. O Corrida nunca vai mudar de formato. Igual quando as pessoas falam Ah, vocês pensam em fazer um Corrida das Blogueiras de Confinamento? Gente, aí não é Corrida.

Não é o Corrida, sabe? Eu acho que spin-off… Spin-off… Seria interessante. Dá vontade, mas o Corrida das Blogueiras não é isso, entendeu? Não, não daria, gente, não daria. Mas aí a gente encontra maneiras de fazer, por exemplo, nova chance, adicionamos votação entre eles. Isso, que aí eles interferem também na dinâmica do jogo, né? É, eu acho que o BBB, por exemplo, ele poderia em determinado momento do jogo, ou em algumas votações paredões, alternar a votação pra…

Que nem a Fazenda tem o método lá de… Não é eliminar, mas quem você quer que fique. E já fizeram isso no Big Brother. Já chegaram a fazer algumas poucas vezes, né? Gente, muito se reclama aí das plantas, né? Se fosse assim…

Ia ser 10,10. Muda. Já que eles têm tanta, hoje em dia, alternância nas dinâmicas. Não, toda semana é uma dinâmica diferente. Não custava, né? Mas é que eles vão naquela métrica da raiva, né? As pessoas com raiva vão votar em quem ia ser eliminado. Faz sentido pra engajamento.

Mas faz sentido até um certo ponto, né? Talvez, por exemplo, nessa altura desse BBB, eles deveriam já ter mudado. Porque acho que as coisas talvez teriam sido diferentes. Embora essa edição também, né, gente? Não, foi redonda. É isso. Giovanna P. Underline Sena. Eu seria a pessoa que não ligaria pra nada. Olha, Queen. Então, Giovanna, eu também me vejo assim. Mas aí você lembra... Lembre de algum momento de uma edição onde não dava pra você ficar...

Em silêncio. Tipo a Karol Conká atacando todo mundo ali. A não ser que você seja... Por exemplo, o boneco conseguiu ficar quieto, sabe? E essa foi uma edição caótica. É, realmente. Ele conseguiu ficar quieto. Eu acho que eu ia acabar... Eu não conseguiria. Eu não conseguiria também. Não comentar nada com ninguém. Tipo, gente, o que tá acontecendo? Eu não conseguiria também, gente. Eu acho muito difícil. Eu acho, né? Mas... KKKKK.

Eu ia me importar se eu ficasse sem comer. Eu ia me importar se eu ficasse sem comer. Certo. Imagina ficar a semana no taco nada. Mexe com tudo, menos com a minha comida. E aí você tem um outro ponto, amiga. Eu, sem me alimentar bem, aí eu já viro um mau humor em pessoa. Então, aí eu pensaria, nossa, as pessoas vão achar que eu realmente...

Cadê aquela felicidade? Tá sempre sorrindo. Ai, gente, sem comer, não dá. É, o Felipe tem os picos dele de mau humor, gente. Eu fico muito mal humorado, gente, com comida. Nossa, muito, muito, muito. Aline, ó, eu sempre me imagino dando fecho nos machos escrotos. Mas não iria. Não gosto de me expor e tenho medo de prejudicar minha família na questão de perda de privacidade.

Faz sentido. A família toda é impactada, gente. Hoje em dia não tem jeito, a família toda é impactada. É, ó, você imaginando aí um Kardashians, né? Kip Nump with Kardashians, que aí também teve, né… O Eduardo até citou o The Osbournes, que acompanhava ali a família. São realities de…

Que a família, né, tá participando, as pessoas em volta, Marias Marias também, né? Sim. Só que são takes do dia a dia, são momentos. Então não é o dia inteiro gravando, são momentos ali, né? Então, hoje a gente sabe, até porque trabalhamos com audiovisual, a gente meio que entende das produções, a gente sabe que boa parte do rolê ali é roteirizado, gente. É. A câmera não fica 24 horas lá na casa da Kardashian gravando tudo que ela faz, entendeu?

É um cronograma. Hoje vamos filmar, vamos abordar os temas tal. Hoje a gente vai numa festa tal. Hoje a gente vai no shopping comprar uma roupa. Então assim, é uma coisa assim que não impacta tanto. Mas ao mesmo tempo, eu fico pensando assim, né? O troca de família, que esse também é uma vibe, né?

Nesse estilo Porém é dentro da sua casa Com pessoas Envolve ali mais interações Não sei se vocês já assistiram Trocas de família, eu amo Esse reality, adoro troca de família É maravilhoso E aí tem até, né, a menina lá A Gretchen já participou E aí ela teve uma confusão com a família Que ela trocou lá, né Nossa, a gente é muito bom E aí

Com a filha, né? Do casal, né? A Gretchen foi a nova mãe da família. Enquanto a mãe da família foi ser a Gretchen na outra casa, entendeu? E aí a Gretchen discutiu com a menina. E aí tem a filmagem da Gretchen falando da menina que não sei o quê. A menina anos depois. Não, e tanto que isso é um hit até hoje, né? Eu acho que a participação da Gretchen no Troca de Família...

Acho que esse episódio é o mais famoso de todos. Por conta de tudo que acontece, sabe? E aí envolve… Isso, uma família toda. A menina até hoje é assunto. É a Supernanny tacando as crianças do penhasco. Isso porque aconteceu numa época que nem tinha tanta essa coisa da internet. Aí hoje viralizou. Imagina se fosse hoje acontecendo isso. Então… Sabe? Mas aí, ó, citei Supernanny. É um reality também lá, né? Onde a Supernanny corrige as crianças.

É legal que quando… Teve uma época atrás que viralizou… Voltou a viralizar momentos do Supernanny e tal, né? De quem assistia ali. Porque é meio anos 2000, né? Até. Ah, a Supernanny também entregou, hein, gente? É… E muitas pessoas surgiram dando relatos do quanto ela melhorou realmente a vida das famílias.

Sim, tem esse rolê mesmo. Então não era só uma gravação. Ela realmente participou, ela educou. E muitos falaram que, nossa, realmente, minha família mudou. A gente se apegou à Supernanny, a gente adorava quando ela ia. É verdade, tem esse feedback. Até recente, assim, as pessoas falando, né.

Então é legal também ver que tem um impacto também ali, né? Poxa, o próprio Corrida, né? A gente vê o impacto depois ali, né? Não pra todos, né? Mas assim, pra muitos ali, as pessoas conseguem reverter num engajamento, né? Essa última edição, muitas pessoas agora estão trabalhando bem até ali com as marcas e tal, né? Conseguiram um público, conseguiram ali um nome ali. Então é legal ver também esses resultados ali.

Inclusive, eu queria muito agradecer o carinho dos ex-corridas que estão fomentando o Corrida 8. O Jordan fez um stories todo emocionado, assistindo ao anúncio da temporada. Então eu queria muito agradecer aos corridas aí que estão fomentando o ano 8, tá? Pra gente é um momento de muita alegria poder falar que o Corrida vai acontecer esse ano, sabe? Estamos animados. Yas, yas. Bom, e aí? Tem mais comentários divertidos?

Rotina puxada, né? No meio de tantos compromissos, também é preciso se comprometer com você. Chegou Nestlé Vital, a nova linha de suplementos para o bem-estar adulto, com opções para apoiar o seu dia e a sua noite. Vital é ter foco sustentado ao longo do dia. E também ter uma boa noite de sono, para começar o dia bem. Qual você escolhe? Um ritual matinal ou um ritual noturno? Clique no banner e conheça, porque se cuidar é vital.

Ahn, Mariana Barbosa, eu sempre falo que eu acho que eu iria arrasar. Sempre que assisto algum, principalmente BBB, eu julgo que todo mundo faz. E pra mim, só o que eu penso faz sentido. Mas falar de fora é muito fácil, né? Lá dentro deve ser uma outra realidade. Mas às vezes até penso em me inscrever, porque deve ser uma experiência única. Difícil, mas única.

É, eu acho que deve ser uma coisa única também, gente. Eu acho que deve ser uma coisa doida, que muda. Por exemplo, quem participou dessa agora, 26, a vida, pra boa parte deles, a vida mudou pra sempre, sabe? Aham. Assim, pra melhor ainda. Pô, a Samira tá ganhando um dinheiro legal. Agora a Gabizinha também, né? A Panquequinha, a Chai.

Então é uma coisa que transforma a sua vida. Eu acho isso muito legal, sabe? Tanto que é isso. Muitos de outras edições queriam ser veteranos esse ano, né? Jogaram nas redes, queriam ser chamados, né? Então as pessoas... O próprio Corrida mesmo, gente, com o Nova Chance, a gente viu ali que, poxa, muita gente, né? Tem gente até que, tipo, ai, na edição não gostou, criticou ali, né? Coisas do programa e tal. Mas mesmo assim, não.

Mas tô ali pra uma próxima. E conversando com alguns deles, ex-participantes, eles falam mesmo que é uma sensação diferente, é uma coisa meio doida. É uma experiência meio doida, né? Eu sempre falo pra eles que, no mínimo, vocês vão viver uma experiência muito legal, né? Eu acho que é isso, assim. É, dizem que um grande…

O grande rolê de reality show é isso, você entrar com a cabeça, independente, eu acho, qual seja esse reality, de você aproveitar o momento, viver ali, né? Óbvio que é fácil falar isso, né? Da boca pra fora, mas é quando você para pra pensar. Tem um reality que é o Face Off, que é um reality, gente, de maquiagem. Nossa!

Isso é maravilhoso. Meio de efeitos visuais, né? De cinema… É, maquiagem artística num nível muito elevado, assim. É num nível de… É Face Off que chama? Não é Face Off? É, acho que é Face Off, né? Eu acho que é. Deixa eu vou… Vai falando que eu vou pesquisar aqui. É, a gente assistiu muito quando o Eduardo tava internado. Porque tinha lá o canal da TV do hospital. É Face Off. E aí a gente assistiu… A gente ficava no mesmo canal, aí ficava reprisando muito.

Nossa, amor, a gente fez uma maratona ali, né? Então a gente viu muitas temporadas. É, ó, ele é um reality de 2011 e ele tem 13 temporadas. Gente, ele é muito bom. Vale muito a pena, é do sci-fi. Mas pra vocês terem uma noção lá, pra cumprir uma prova, às vezes eles têm três dias.

Porque é muito detalhado. É, já acabou. Não tem mais? Parece que a última temporada foi de 2018. Ai, que pena! Mas é muito bom, vale muito. Ele é atemporal, assim, pra você assistir. Deve ser um custo, gente, ali. Porque era um galpão imenso que eles faziam as coisas. Era babado, assim, sabe? E... E ali, gente, até esqueci o que eu tava falando.

Do Face Off, né, que é um reality de… É… Mas esqueci o ponto que era. É, eu não sabia onde você ia chegar. Acho que era o ponto de que você quer fazer bem feito? Era isso? Lá eles têm muitas horas pra fazer, né. Eles têm, tipo, um, dois dias pra fazer.

Ah, lembrei que é isso de aproveita, aproveita. Mas, pô, você quer entregar um trabalho legal, né? E aí, às vezes, começa a ficar desesperador. Às vezes, dava problema lá na... Eles estavam fazendo uma máscara de latex, dava problema lá na massa. Porque era muita coisa química, às vezes, que você tinha que fazer borracha. E aí, começava a dar ruim. Como também você vai aproveitar, né? Num momento desse. É difícil, né? É, é bem complicado.

Mas é isso, né? Por mais que seja, por exemplo, eles têm um dia inteiro pra fazer. Ainda assim, é menos tempo do que eles teriam na vida real. Então o reality, ele sempre te coloca numa situação dessa dificuldade, assim, né? Lembra aquele que a gente também viu, amor? Dos arquitetos que tinham que decorar o ambiente? Ai, gente, eu amo. Adoro também. Adoro, adoro, adoro. Esse eu queria participar. Ah não, ó, agora lembrei um reality. De organização você se daria bem, amor. De organizar coisa. Não sei se eu tô tão organizado assim.

Ah, eu vou ser organizado sim, amor. Eu, meu sonho, né, meu sonho. Meu sonho, meu sonho. Era meio que um esquadrão da moda. Mas não necessariamente um esquadrão da moda. Era tipo, ai, é… Participar de um… É que…

Na verdade, eu penso a gente apresentando, né. Então apresentar não é igual pra você competir, né. Não é a mesma coisa. Então a gente já apresentou um reality que era de bricolagem. Batalha da bricolagem. Que é meio construção, né, assim, de pintura.

Coisas assim, né, de… Bricolar. Bricolar. Só que eram pessoas que não sabiam fazer essas coisas. Então elas aprendiam lá na hora. Os influencers, né? Tinha a Lorelai. Lorelai e Nátaly já participaram, inclusive, de uma edição. A Lore ganhou.

Foi a Nátaly, né? Foi a Nátaly que venceu? Foi a Nátaly ou foi a Lore? Eu acho que foi a Lore que venceu. Ai, gente, foi tão divertido. E aí eu me vi um pouco participando porque é isso, não precisava ser profissional. Acho que eu iria num desses. Nossa, mas eu não sei bricolar nada, gente. Eu não sei pregar um prego. Nossa, não iria. Nem fudendo. Eu iria pra tentar. Leandra Vieira.

Eu não iria porque não consigo usar o banheiro sem ser da minha casa. Ah, tem gente que tem isso, né? Meu cu é domiciliar. Amiga, super te entendo. Aqui vem um outro ponto, né, desses realities de 24 horas gravado.

Ir no banheiro, né? Só que aí você vê, né? Esse BBB 26, ele foi responsável por quebrar esse tabu do cocô e do peido. Todo mundo lá peida, todo mundo caga. Realmente. E não sei o que lá, e se estribucha todo. Então, já passou um pouco isso, né, gente? Todo mundo tem cu e caga. Essa edição, acho que normalizou mais. Nossa, a Milena peida na frente de todo mundo. O Juliano e caga, e faz barulho de bosta, sabe? É, às vezes são coisas meio normalizadas.

mais, né? Mas eu acho que se você topa entrar, você tem que estar disposto. O Largados e Pelados que é de sobrevivência, gente, é uma humilhação. Porque você fica pelado no meio do mato. Mas tem gente que gosta também dessa vaga. A Nathalie não falou que iria no Largados e Pelados? Ela falou que iria, gente.

Não, mas o Largados e Pelados, gente, você tem que caçar. Você tem que... Nossa, mas eu amo assistir. Depende muito da vibe, né, gente? Depende muito da vibe aí da pessoa. Enfim. O Fábio Mesquita tá falando aqui do The Traitors, né? Que é bem famoso esse formato.

Dizem que ia ter uma versão Brasil, inclusive, dele. The Traitors. É. Dependendo do reality, sim. KKK. Eu amo o reality show. E o meu preferido é o The Traitors. Traitors? The Traitors, acho que chama. Os traidores, né, gente? Onde para vencer, você tem que literalmente trair. Além de mentir e manipular. E o público não interfere em nada. Esse eu amaria participar.

Porque tem um dos vilões também. Esses realities de enganação…

Eu nunca peguei um pra assistir ainda completamente. Fazendo o da Fanta lá, do Sabotador, eu me diverti horrores, gente. Ali a gente entendeu como funciona mais. Eu me diverti horrores. Realmente, é legal. É que esses… Aí podia ter de novo, Fanta Factory. Poderia, né? Vamos orar aí pra ter, né? Esse realmente, você tem que ter uma sagacidade diferente, né? De enganar as pessoas. Tem gente que é boa em enganar, né? Então…

Acho interessante o viés dele ali, a da competição. Porque aí existe essa coisa que às vezes tem no Big Brother, de você criar uma estratégia, de você ser manipulador, né? E é para isso, né? É para você ser essa pessoa. Eu ri muito do comentário do Jotinha aqui, ó. Pior que minhas habilidades me levariam no máximo para a bolha do Vitor Hugo.

Tem que tomar uma garrafa d'água no reality Olha, a bolha é bom porque é online Você faz em casa Suas provas, é home office Então você nem precisa sair de casa Só que é aquilo, né Tomar dois litros de água

Seguido. E se desmaiar. Então tem também seus... Seus dificuldades. É tão fácil assim quanto parece, né? Eu amei esse comentário aqui da gata garota também, ó. Eu sempre mudo de ideia sobre tudo. Então provavelmente seria cancelada por ser inconsistente no jogo. Mas não fujo de uma briga e sou bem chata. Quem sabe isso me ajudaria a ganhar os milhões.

Será? A Ana Paula aí, gente. Rumo pros milhões, né? Rumo pros milhões, hein? Tem muita gente que acha a Ana Paula muito inconsistente. Que ela é incoerente. Que ela é hipócrita. Tem gente que acha isso dela, né? É que hoje em dia, né? A gente pegou fases do BBB, né? Só trazendo ele aqui de exemplo. Onde era só as pessoas assistindo primeiramente, né?

Era TV Você comentava com as pessoas Dali, né, do seu círculo E agora É internet, né Tanto que o Corrida, né Poxa Nossa, se não fosse a internet Os participantes, eles tem esse feedback ali

Do público nas redes sociais deles, nas fotos deles, né? Essa última edição aí do Corrida, tem gente que recebeu muito hate, né? Sim. E você tem que entender que você vai ter que lidar com essas coisas. Exatamente. Tanto com as pessoas te enaltecendo e amando e adorando, tanto quanto as pessoas criticando, discordando, desmerecendo. Óbvio que tem um limite em tudo, né?

Quando se ultrapassa ali uma coisa social, pra você ser escroto, né? Mas, de certo modo, não gostei do trabalho que você fez. Não gostei da make que você fez, achei injusto. Isso pode acontecer, né? É, e o reality, ele é pra isso também, né? E dentro do próprio reality pode acontecer, né? Exato, mas ele é pra isso, gente. Eu acho que parte do entretenimento também… Não tem graça, por exemplo, corrida. Não tem graça todo mundo ir bem na prova. Não tem graça.

É, faz parte. Tem os memes, tem gente que faz cagada, tem gente que fala merda. É sobre... Eu, enquanto telespectador, é isso que eu gosto de ver. Mas, por exemplo, o Face Off, que é um que eu gosto muito, pra mim são os extremos. Eu gosto de ver quem vai muito bem. Eu acho muito legal ver o que a pessoa consegue fazer. E eu também acho engraçado ver quem se caga todo e vai muito mal, entendeu?

O Bake Off também, os bolos lá que o povo fazia. É, também. É divertido saber quando dá errado também. É, é. Sabe? É, tem gente que acha que prefere. Por isso que tem aqueles que as pessoas fazem feio, né? Aham. Porque tem gente que gosta também de ver resultado feio. De ver a porcaria. O Masterchef tem muito, né? Às vezes o prato fica horroroso, né? Então. É porque o Masterchef tem a grande questão de que a gente não consegue provar.

Então o sabor, a gente nunca vai saber. Então, tem essa grande questão, né? Tem os chefes ali, mas não tem como o público ficar falando Ah, esse aqui não tá… Não, porque a gente não comeu. Então não tem como a gente falar. Agora, um Corrida das Blogueiras que você tem o seu senso crítico. Aí você pode questionar os jurados, você pode questionar as decisões. Porque aí você tá vendo, né?

É isso. Realmente, realmente. O Romulo Andrade, ele tá mais introspectivo. Certo. Vamos ver se a gente encontra um reality pra ele. É Romulo André Álvares. Eu fico me imaginando em um reality e levantando reflexões que geralmente incomodam as pessoas. Como Deus.

No BBB 26, muito se discutiu sobre política. Mas discutir sobre existência ou não de algo superior a nós, ou que conduz as nossas vidas, é tão polêmico quanto. É, Rômulo. O Breno falou um pouco de Deus na edição. Ele falou que não acreditava em Deus. Acho que é algo assim, não sei. Ou que ele acreditava de uma outra forma não convencional. Não lembro exatamente.

Mas aí, todo reality show, na verdade, né? Por mais que o BBB seja 24 horas, tem a edição, tem a versão edição dele, né? Que são os melhores momentos do dia. Então, por exemplo, essa frase do… Acho que do Breno não chegou a passar ele falando sobre Deus, né? Muitas conversas que eles têm na casa, às vezes, não vão. Eu acho que, por exemplo, ele foi muito corajoso. Porque a gente vive num país… Muito.

Religioso. Religioso, cristão e de outras religiões também, né? O mundo, né? Ali, em geral, né? Tem alguma religião. E aí, você ter uma opinião aversa a essa pode ser bem polêmico. Mas é isso também. É mais uma pessoa que entrou disposta a ser ela mesma. E, pô, essa é a minha opinião. Eu não vou deitar pra isso, entendeu? É, é. Só que é isso. Talvez... Se você, por exemplo, tá no BBB e traz esse assunto, às vezes ele não vai reverberar.

lembro que o Dobre no Twitter se comentou um pouco, mas ficou meio que ali não sei se existiria um reality necessariamente que faria isso ser o assunto que aí talvez realmente talvez se colocassem várias pessoas uma pessoa de cada religião pra conviver

junta. Nossa, gente, eu acho que... Ia ver o que ia dar. Bom, a gente já anda vendo isso naqueles debates de fundo branco no YouTube, né? Talvez isso chegue próximo, né? É, eu acho que isso daí é um formato que tá bombando, ainda tá bombando. O pessoal faz, toda semana tem um novo. Você viu aí do Carlinhos Maia versus 30 haters? Não sei qual... Ai, gente, assim, é muita falta, né? Enfim.

Mas tem gente que gosta, né? Eu não tenho paciência. Eu fico irritado, gente. Eu fico nervoso. Esses de debates eu não gosto. Eu fico nervoso real, tá? O mais próximo que eu talvez tenha um pouco disso é aqueles que tinham os paranormais do Gugu. Que era um mini reality dentro do programa. Que aí os paranormais, eles falavam... O que era? Eles tinham...

Ah não, ó, se a gente for ver, já analisamos aí no canal da Lorelay o reality da Vidente. Que é maravilhoso. Que tem questões religiosas ali, discutidas. Tem questões religiosas e também conta um pouco da vida dela, né. Então é meio que uma maneira de abordar a religião.

religião, né? Videz. Tem alguns, né? Que trazem sim esses. Eu acho muito interessante aqueles que eles pegam aquelas... Tem algumas religiões que os amish, por exemplo, né? Que são comunidades que vêm isoladas. Aí tem alguns realities que eles... Ai, os amish vão sair de lá. Ou vamos acompanhar a vida da pessoa ali. É um reality dentro da religião. Eu fico curioso em ver ali. Eu acho interessante.

Acho que tudo que envolve uma cultura diferente da nossa, acaba sendo curioso, né? A gente fica curioso pra saber. O reality show lá das irmãs ciganas, do casamento cigano… Gente… Eu acho maravilhoso. É um pouco disso também. Mostra uma cultura diferente da nossa. A gente fica curioso. Aí tem as questões pessoais envolvidas. Tem vídeo no nosso canal analisando essas tretas, esses caos todos, né? Super. Enfim, gente… Um reality show que me impactou muito…

Já falei ele aqui, eu acho, no podcast, mas eu tava lembrando dele esses dias. Principalmente agora, né? Onde as pessoas trans estão sendo muito ali afetadas, né? Eu vi uma notícia recente aí que teve um país que... Acho que foi a Índia, tá? Ou um outro lugar que tava meio revogando alguns direitos de pessoas trans e tal. E aí, sei lá, me veio um reality que o Eduardo, a gente assistiu...

Ocasionalmente, acho que a gente entrou no Discovery Home and Health e tal. E era um reality sobre pessoas transicionando ali depois dos 50 anos. Pessoas casadas, com família. E eles acompanhavam como era a rotina dessa pessoa que decidiu ali se transicionar. Algumas estavam no começo da transição, outras estavam já alguns passos. E como eles lidavam ali com a família.

Tinha alguns casos que as pessoas tinham esposas, né? Eram homens cis, né? Agora estavam se tornando mulheres trans ali, né? Fazendo a transição. E aí, alguns casos ali, a esposa não aceitava. É, porque é importante lembrar, gente, que... Acredito que muitos de vocês saibam, mas pra quem não sabe, não tem nada a ver com a sexualidade da pessoa.

Exatamente. Então a pessoa pode ser hétero, gay e tal. Então tinham pessoas trans que eram casadas ali com mulheres, mas se identificavam como mulheres trans, entendeu? Então não era sobre a sexualidade, é sobre a identidade de gênero, né? E o legal do reality é justamente abrir esse entendimento que muitas pessoas às vezes não sacam que, ai, não é porque você é uma...

pessoa trans, né? Que você não seja gay, que você não seja lésbica, entendeu? Então, tinha alguns casos ali, né? Que era a pessoa ali conversando com a esposa, não queria terminar o relacionamento, queria continuar, mas queria transicionar. Em alguns casos, as esposas, não, te amo, independente de você ser uma pessoa trans.

eu amo você, quero ficar com você. E a pessoa ia junto, ia nas consultas, ajudava a ir comprar roupa e tal. Mas tinha a casa ali onde a ex-esposa ia ver o que era o seu marido, e agora tava ali se tornando uma pessoa trans, uma mulher trans, a primeira vez usando uma roupa feminina. E aí a esposa saía ali.

E é um... De certo modo, traz uma reflexão ali, né? Você pensa, né? Poxa, até que ponto vai ali, né? Traz reflexões da vida, né? O que você ama na pessoa, né? A pessoa que você ama, se ela falasse, pô, vou transicionar. Você deixaria de amar ela? É assim que se corta, sabe? Mas é claro também que a gente tem que entender a dificuldade da outra pessoa de passar por isso. Óbvio. Não.

Não, não. Também não acho... Não dá pra gente também invalidar isso, né? Não, não. Mas traz a reflexão de você pensar sobre isso. A gente já falou aqui dentro de casa isso, né? Que eu acho que se o Felipe chega pra mim e fala que quer transicionar a gente, eu jamais, eu não conseguia largar ele. Sim. E aí você entende até outras classificações... Tem classificações... Enfim, gente, isso aqui é um papo que vai longe, né? Nossa, a gente tá entrando aqui numa outra seara. Nossa.

Mas é pra trazer, você vê, olha o nível de reflexão. E é um reality que a gente nunca tinha visto. Apareceu ali, a gente clicou pra assistir, a gente ficou, caracas, nossa, não sabia que tinha. Então o reality show vai muito, o próprio Corrida, né, gente, que traz uma diversidade.

Faz você refletir muito ali das vivências das pessoas, né? O BBB também, né? São pessoas de diversas partes do país, às vezes que você não tem contato. E ali você vê, né? O cotidiano das pessoas. Bem, eu amo reality show e amo assistir. Participar, aí já é outra coisa. É, gente. Participar, pra mim, também já é uma coisa mais complicada, sim.

Mas é isso, né? É uma paixão nossa. De novo, né? A gente conseguiu confirmar o Corrida 8 aí. Vem aí mais uma temporada que, se depender da gente, vai ser incrível, vai ser histórica, assim como a última foi. Amo falar sobre reality, gente. Se vocês quiserem que a gente fale mais sobre reality, podem dar sugestões aí. A gente pode trazer mais vezes esse tema aqui pro podcast, né?

E a gente pode bater esse papo também lá no Divã da Diva pra Íntimos, que é o nosso episódio feito pra apoiadores, né? Ele acontece toda sexta-feira na Aurelo ou no Apoia-se por R$10,00 por mês. Geralmente lá no Divã da Diva pra Íntimos, além de ouvir os áudios de vocês e ler as histórias de vocês...

Os casos mais íntimos de vocês. A gente também estende o assunto. Às vezes vocês trazem um comentário. Sobre alguma coisa. Uma curiosidade. Uma fofoca. Então assina lá gente. Ajuda bastante a gente a criar nosso conteúdo aqui. Repetindo. R$10,00 por mês. Você garante um episódio extra. Toda sexta-feira. Toda semana aí. Ou no Apoia-se. Ou na Aurelo. Não é mesmo Fih? Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra para trás.

O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil. E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYD Dolphin Mini, a partir de R$ 109.990 para a CNPJ. Fala até uma concessionária BYD e faça um test drive. Consulte condições em byd.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

Iás! Quem for dos íntimos, nos vemos nos íntimos. E quem não for, é… Seja, aqueles. Mas quem não for também tá tudo bem, porque se não tiver condição, tá tudo certo, tá gente? Não, nos vemos no próximo episódio, ou lá nos vídeos do canal também, que estão lá, né, saindo direitinho. É isso, segunda, quarta e sexta tem vídeo. De quinta pra sexta, virando meia-noite, tem Diva da Diva. Ou ao longo da sexta-feira aí.

Isso. E não falta reality lá. Já citei a Corrida das Blogueiras. Dá pra se rever a temporada anterior. Mas a gente já apresentou Masterchef Creators. Batalha da Bricolagem. Tem a competição da Sprite também, né? Sim! Os desafios de verão. E acho que tem mais aí nessa lista, tá? Acho que a gente já apresentou outras competições também. Mais alguma?

Teve mais alguma? Eu acho que não. Ah, tem o Fanta Factory, né? Fanta Factory, junto com a Blogs. Então tem várias opções aí, só pesquisardes, tá? É isso então, gente. Muitíssimo obrigado e até semana que vem. Tchau!

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