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Nova geração, novos negócios: o que sustenta o empreendedorismo jovem no Nordeste | Cenários

07 de maio de 202624min
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Neste Cenários, João Pedro de Castro, coordenador-geral da AJE Fortaleza, fala sobre as principais oportunidades e os desafios do empreendedorismo jovem no Nordeste. A mediação é feita por Kérlya Chaves, editora-chefe na Trends.

Confira!

Participantes neste episódio2
K

Kérlya Chaves

HostEditora-chefe na Trends
J

João Pedro de Castro

ConvidadoCoordenador-geral da AJE Fortaleza
Assuntos3
  • Empreendedorismo jovemOportunidades e desafios · Necessidade vs. Oportunidade · Barreiras de entrada e tecnologia · Perfil do empreendedor nordestino · Influência do ambiente digital e redes sociais
  • Mentalidade EmpreendedoraDesejo por resultados rápidos · Importância da resiliência e persistência · Constância e foco · Visão de futuro e construção diária · Saúde mental e bem-estar
  • Direção de empresas e organizaçõesMEI (Microempreendedor Individual) · Processos online e rápidos · Certificação digital · Riscos de confusão entre pessoa física e jurídica
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Cenários Trends. Patrocínio PSPAR, SEBRAE. Apoio Governo do Estado do Ceará, Prefeitura de Fortaleza e Assembleia Legislativa do Estado do Ceará.

Olá, está começando mais um Cenários. Nos últimos anos, o Brasil viu uma nova geração entrar no mundo dos negócios mais cedo, mais digital e muitas vezes mais ousada. No Nordeste, esse movimento ganha ainda mais relevância, porque além da inovação, ele representa também transformação econômica. Mas esse crescimento do empreendedorismo jovem representa uma nova força produtiva ou é em parte reflexo de um mercado que não consegue absorver essa geração? Então...

Para discutir esse cenário, recebemos hoje aqui o João Pedro de Castro, coordenador geral da Age Fortaleza, que acompanha de perto o comportamento, os desafios e as ambições dessa nova geração de empresários. Tudo bom, João Pedro? Seja bem-vindo ao Cenários. Que bom ter você aqui com a gente. Tudo bem, obrigado pelo convite. É um honro muito grande poder estar representando.

a classe do empresariado jovem, do associativismo e poder debater sobre os principais assuntos e desafios que o empreendedorismo jovem vem trazendo. Perfeito. João Pedro, é para começar aqui os cenários. O Nordeste tem mostrado um crescimento relevante no número de empreendedores jovens nos últimos anos. Então, eu queria que você falasse para a gente o que é que explica esse avanço. É a oportunidade ou a necessidade?

Bom, eu acredito que os dois pontos são pontos que podem gerar o jovem a começar a empreender. Tem jovens que começam pela necessidade de se formarem e acharem que não vão ter uma vida realmente confortável trabalhando como CLT.

autônoma, enfim, e querer começar a empreender e fazer o seu negócio. Então é uma necessidade que vai de acordo com a sua ambição. E a oportunidade também é um modelo de negócio que faz o jovem querer também começar a empreender. Porque hoje, com a tecnologia, temos uma barreira muito menor de entrada. Então a gente pode ter muitas oportunidades que podem ser identificadas através de desafios que são enfrentados pela sociedade.

Entendi. E no caso, existe alguma diferença que a gente pode apontar aqui entre o jovem empreendedor nordestino e o jovem empreendedor do restante do Brasil? Assim, eu acredito que não. Eu acredito que às vezes temos algumas barreiras diferentes. Mas em perfil, eu acredito que não, porque o jovem tem a mesma mentalidade em qualquer canto do Brasil. Eu trago isso por quê? Porque nós da AGE participamos da CONAGE.

que é a Confederação Nacional das Associações de Jovens Empresários. Ela acontece de três em três meses, e é algum local que já é mapeado, e vai todas as associações de todos os estados, e a gente sempre conversa, troca conhecimentos, faz uma troca de figurinhas, de saber o que eles estão fazendo nas associações deles, a gente também fala o que a gente faz. Inclusive, a Conag, ela foi formada...

para um cearense, que é o Eduardo Diol, que foi esse coordenador-geral da AGE, Fortaleza. Ele fundou a Fagesse, que é a nossa federação estadual, e após isso ele fundou a CUNAGE. E o movimento está cada vez mais forte. A CUNAGE tem um papel muito importante e representativo dos associativismos jovens no Brasil. E assim, conversando com todos eles, eu acredito que todos temos o mesmo perfil.

Acredito que no Nordeste a gente tem uma barreira e ferramentas menores. Então a gente acaba sendo mais casca grossa nisso. Mas em questão de perfil, acredito que não. E o que de fato leva um jovem a empreender hoje em dia? É a ambição? É a falta de opção no mercado? É a influência do ambiente digital? É a influência de amigo, de familiar? O que é que hoje leva um jovem a empreender?

Bom, eu acredito que a influência no ambiente digital, as redes sociais, tem uma grande influência. Porque o jovem... Facilitou muito, né? Facilitou muito. E também o jovem vê que há uma realidade que não é compatível com...

empreender de verdade, que é vendo pessoas ficando milionárias em seis meses, então isso influencia muito, né? O jovem acaba vendo e fica achando que empreender é uma poesia, que é só coisas boas, só que na verdade não é. Na verdade empreender é um desafio muito grande. Empreender é você ter resiliência para superar os obstáculos que vão aparecendo no meio do caminho. E...

Ambição também é muito importante, mas não é isso que vai fazer o seu negócio acontecer. Então, eu acredito que tem N fatores que podem fazer o jovem ter vontade de empreender.

Mas ele tem que ser muito frio e calculista para ver se realmente o negócio dele faz sentido. E fazer mesmo um análise SWOT, ver as forças e fraquezas do seu negócio, as oportunidades, os desafios, e ver se realmente isso é algo que pode ser insubstituível para a sociedade. Entendi. E que tipo de transformação real o empreendedorismo jovem já está gerando na economia, principalmente aqui no Nordeste?

Bom, posso falar hoje pela AGE. Hoje na AGE nós temos mais de 200 associados, quase 300. Se pegar todas as AGEs do Ceará, nós temos quase 400. Então, se pegar só o empreendedorismo jovem voltado da AGE, o tanto de empregos que estamos gerando, de renda para as famílias e contribuindo, pagando imposto e tudo, o jovem já está fazendo um papel fundamental, além de descentralizar a economia.

Certo. E quais setores estão sendo mais impactados hoje por essa nova geração de empreendedores que a gente pode citar aqui? Bom, se você pegar hoje, olhando para o mundo da AGE, a gente tem boa parte que é de serviços.

Muitos também são de SaaS, que é o sistema de assinatura, temos startups, e parte da tecnologia também, muitas startups voltadas para a inteligência artificial, que é o mercado que está mais aquecido também no momento, está no hype.

Pegando esse dado que a gente tem na Age, eu acredito que serviço, tecnologia e a parte de inteligência artificial. Interessante. Falando sobre tecnologia, a gente sabe que o setor da tecnologia reduziu as barreiras de entrada, mas em compensação ele aumentou a concorrência.

Então, hoje, na tua visão, João Pedro, a tecnologia, ela ajuda mais ou ela dificulta mais a vida de quem está começando agora? Eu acho que ela ajuda. Porque, como você falou, ela tirou a barreira de entrada para você mudar um negócio.

está muito mais prático, não quer dizer que está fácil você montar um negócio, mas está muito mais prático do que antes. E hoje você tem um mar de oportunidades porque a tecnologia, a digitalização, ela trouxe uma globalização dos negócios. Tem um aumento de concorrência, mas eu acredito que ainda tem espaço para todo mundo. E quem souber aproveitar essas oportunidades vai surfar muito bem nessa onda.

E falando sobre desafios, o que é que ainda impede? Qual é a principal barreira hoje que a gente pode apontar aqui? Para uma maior democratização do empreendedorismo jovem no Brasil. Bom, você fala na democratização do empreendedorismo jovem no Brasil. Isso, para trazer mais empreendedores, para incentivar mais jovens a empreender. Legal. Hoje na Age, a gente está com um movimento, a gente tem uma coordenação de desenvolvimento sustentável.

e antigamente os nossos trabalhos de desenvolvimento sustentavam, eram mais ações sociais, de ajudar, fazer doações e tudo. Só que eu falei, não, pessoal, peraí. Eu acredito que nós, como empresários, temos que sim, continuar fazendo essas ações sociais, mas olhar para essa coordenação, essa nossa pasta...

mas de forma empresarial, de contribuir para o desenvolvimento econômico, de forma sustentável. Por quê? Quando a gente contribui para o desenvolvimento econômico de forma sustentável, a gente tem que olhar o quê? Os polos periféricos, que é onde tem a informalização de negócios, tem muita gente informal trabalhando, tem muitos jovens se perdendo para a criminalidade.

indo para esse lado porque eles acabam não tendo uma oportunidade real de vida. Então, qual o impacto que a AGE quer gerar nisso? Nós queremos fortalecer e potencializar esses polos econômicos que podem ser motores de outros polos econômicos consolidados como os dos associados da AGE.

Como a gente vai fazer isso? Desenvolvendo e capacitando, trazendo assuntos que já estão sendo comentados, falando sobre tecnologias que podem ser usadas para ele, falando sobre o que é o associativismo, trazendo a interligação de jovens de regiões diferentes, porque assim a gente vai poder capacitar esses jovens que estão querendo começar a empreender, eles vão poder formalizar os negócios deles, consequentemente gerar rendas para as famílias.

gerar empregos e diminuir a violência. Perfeito. Muito bom. Uma ideia muito bacana. E, João Pedro, hoje é realmente mais fácil abrir uma empresa no Brasil ou é apenas mais rápido? E eu queria que você falasse também pra gente quais são os riscos que continuam sendo ignorados pelos empreendedores na hora que eles vão abrir as empresas deles.

Eu acho que hoje está mais fácil. Eu fui... A minha namorada, ela está se formando agora. Vou dar um exemplo, né? Ela está se formando agora em medicina veterinária. E ela já está prestando serviço. Eu abri o MEI dela de, assim, 10 minutos. Foi muito rápido, muito prático, online.

e antigamente tinha uma burocratização, né? Então, primeiro já vem aquela história de que você tinha que se deslocar para um local, hoje você já faz tudo online, não é? Tudo online, você acho que tinha que ir para a Receita Federal, antigamente não era na minha época, porque desde que eu comecei a empreender...

Sempre a desburocratização já foi acontecendo. Hoje eu tenho empresa de certificação digital, por exemplo, que desburocratizou muito o processo das empresas, que você emite nota fiscal tudo de forma eletrônica, você faz as obrigações acessórias da sua empresa, tudo de forma digital, que o certificado digital faz com que sua contabilidade ela possa fazer todas essas obrigações acessórias tudo online, nos sistemas governamentais.

Então, assim, está havendo uma desburocratização de processos, que não é fácil, mas desburocratizou. Então, assim... A burocracia em si ainda existe, ainda existem aquelas obrigações, a formalidade, mas está bem mais tranquilo. Isso, está muito mais tranquilo do que hoje. Então, assim, e o May, ele trouxe também essa formalização de forma rápida e prática para esse jovem.

na qual ele não vai ter um ônus muito alto se ele estiver realmente contribuindo para o CNPJ dele. Então, o risco é o quê? Você ter uma confusão do seu pessoa física com pessoa jurídica.

E quando o Leon chegar, ele vai fiscalizar e você pode ter problema na sua empresa, né? É mais a questão de você ter mais atenção na hora de abrir a empresa do que até mesmo a questão da dificuldade de abrir uma empresa, não é isso? Isso, e também de não trabalhar informal, né? Sim, sim. Que é um risco muito grande.

E que é muito importante também até pra gente melhorar esse cenário do empreendedorismo, né? Sim. Acabar com a informalidade e formalizar os empreendedores da forma correta, pra todo mundo contribuir direitinho e fazer as coisas da forma certa. Isso aí.

Muito bem. E, João Pedro, agora eu quero a tua opinião, certo? Você acha que a gente está diante de uma geração, esses jovens empreendedores, essa, vamos dizer assim, essa safra de empreendedores que a gente está recebendo agora, você acha que ela é uma geração de empreendedores sólidos, com base para sustentar um crescimento no longo prazo? Eu acho que a gente tem uma geração que quer tudo para amanhã.

Tudo pra hoje, na verdade, nem pra amanhã não. Querem tudo pra agora. Que acham que às vezes construiu um negócio, como eu falei no começo da entrevista, em seis meses você vai estar resolvendo a sua vida. Mas é igual a sua vida normal, é uma construção diária. É um trabalho de formiguinha. Então é grão em grão que você vai construindo o seu negócio.

e ele vai crescendo cada vez mais, você vai entendendo o seu mercado, entendendo o perfil do seu cliente, entendendo a sua concorrência. Então, tudo é tempo. Então, esse jovem, ele tem que ter na cabeça que ele não vai conseguir construir rápido.

É um trabalho de... Tem várias empresas que são gigantescas, mas você vai ver o tempo, 50 anos, 30 anos. Então, por que eles estão nesse patamar? Porque eles tiveram persistência e resiliência durante o caminho deles. Tiveram constância também. Tiveram constância, né? Constância e foco, que é muito importante. Porque negócio bom aparece toda a vida. O que... Tem gente que quer me trazer negócio esses últimos tempos agora. Eu falei, rapaz, eu tenho foco em duas coisas na minha vida.

Nas minhas empresas e na AGE, que eu tenho uma na AGE. Se eu for focar em várias outras coisas, eu não vou fazer nada bem feito. Então você tem que ter foco, acreditar no seu negócio, ver também se ele tem viabilidade realmente, ver se ele realmente faz sentido, se você está sanando alguma dor.

E ter persistência. Persistência, como você falou, resiliência, constância. Então, assim, se o jovem não tiver esses principais fatores, não vai dar certo o negócio dele. Que conselho você daria hoje para um jovem que quer empreender, que quer abrir o seu negócio, quer montar a sua primeira empresa? Qual é o principal conselho que você daria para essa pessoa hoje?

Bom, o principal conselho que eu daria para essa pessoa hoje, o primeiro é a resiliência. Eu já falei várias vezes aqui, né? A resiliência é um ponto muito importante, porque vai ter momentos que você vai sentir sozinho, vai sentir assim, nada está dando certo, eu não estou conseguindo me mover, mas é porque é um crescimento que ele é silencioso. Você está plantando, mas às vezes não vê. E aí quando você olha lá na frente...

Caramba, tudo foi plantado aqui e agora eu estou colhendo esses frutos. Então é você ter uma visão de futuro, sempre do que você está fazendo. Sempre.

olhar o lado positivo do que você está fazendo e não querer se comparar com os outros. Pense primeiro no seu negócio, foque no seu negócio e pense em construir esse negócio de forma também saudável. Crescer de forma saudável, porque às vezes o jovem, como eu falei, quer tudo para amanhã, tudo para...

Às vezes você tá crescendo, o negócio quer acelerar e cresce de forma desorganizada. E aí você tem que dar dois passos pra trás. Então, ter essa clareza, essa calma mesmo, sabe? De você crescer, organizar a casinha. Crescer, organizar a casinha. Porque quanto mais você cresce, maior a responsabilidade fica. Tanto com seus clientes...

quanto com seus colaboradores, porque você está lidando com pais de família, então você tem que estar sempre honrando e cumprindo com eles no dia a dia.

Até com você mesmo também, né? Até com você mesmo, né? Pra sua saúde mental, pra você estar bem consigo mesmo, feliz com o que você tá fazendo. Você tem que se sentir realizado. Aquilo ali tem que fazer sentido, né? Você tem que sair de casa com prazer, né? Prazer de trabalhar com aquilo que você gosta. Se você não gosta, só se estiver dando muito dinheiro, né? Que aí já tira algumas dores de cabeça, né? Mas às vezes o dinheiro compensa.

Rapaz, assim, muitas coisas ele compensa, mas ele não compra tudo, né? Como a paz e a felicidade. E a saúde. E a saúde, né? Então, tem que também ter muita gratidão do que você está fazendo, né? Muita vontade de fazer acontecer. E eu também carrego um lema pra mim muito forte, né? Quando eu comecei a...

9, 8 anos atrás, que até eu lembro do grupo Controle, né? Que eu sou sucessor, mas eu levei ele de forma muito profunda, sabe? Pra mim, porque eu faço pra tudo na minha vida, sabe? Que é a atitude muda tudo. E eu sou uma pessoa de muita atitude. Eu sei da importância da teoria, mas eu valorizo muito a prática. Eu prefiro apanhar. Eu apanho realmente, às vezes eu apanho muito na prática.

Mas eu sou uma pessoa que apanha muito, mas que corrige rápido. Então, se eu erro, eu erro rápido e já corrijo. É muito diferente do que eu estar preso na teoria e pensar assim, rapaz, e aí, e se acontecer? E se tem que ir pra cima.

Tem que ir pra cima do seu negócio, tem que ir pra cima dos desafios, porque é isso que vai mudar você como empresário, é isso que vai mudar a sua empresa, e a prática é o que vai trazer os obstáculos no meio do caminho. Então, tem que valorizar muita prática e corrigir rápido, porque se você não errar, você não tá agindo, porque todo mundo vai errar, e você tem que encarar o erro como algo positivo, não algo negativo, porque o erro faz parte.

O que não faz parte é você continuar percindo o mesmo erro. João Pedro, antes da gente encerrar aqui os cenários, fala pra gente como é mais ou menos a AGE, como é que funciona a AGE, como que os jovens empreendedores que querem participar, como que eles fazem pra se inscrever. Fala um pouco pra gente como é o teu trabalho na AGE também, pro pessoal conhecer. Perfeito. A AGE Fortaleza, ela tem 37 anos de existência.

E ela tem o objetivo fim de formar lideranças e contribuir para a sociedade. Há 37 anos atrás, ela foi formada pelo Kleber Aquino e Demócrita Duma com o objetivo desses líderes, eles serem os próximos líderes do nosso estado do Ceará, o que foi uma missão muito bem feita.

porque saíram grandes empresários, grandes empresários que viraram gestores públicos e puderam contribuir para o nosso Ceará para o desenvolvimento econômico. E na AGE, fazemos algumas ações com os jovens empresários, tanto de capacitação, hoje a gente está fazendo um programa de capacitação chamado Hot City, que é com a Fundação Dom Cabral, uma das maiores escolas de negócio da América Latina.

que a gente traz alguma temática como vendas, marketing, comunicação estratégica para líderes, que a gente faz a parte teórica, mas depois os próprios associados debatem entre si os seus principais desafios e os próprios associados nessa compartilhamento de dores, eles tentam auxiliar o outro associado de forma bem parceira.

para sanar esse desafio com as suas experiências então, às vezes um associado tem essa dor mas o outro já passou e já tem um caminho de como ele pode sanar essa dor a parceria a gente também faz

Eventos de integração, que geram conexões estratégicas entre os associados, que geram esses laços. Porque é muito bacana você estar na age. Porque além dessa construção coletiva, você sai da sua bolha de amizades habitual, que é uma amizade que vai permanecer para o resto da vida, mas você entra num ciclo novo também de possíveis amigos ou colegas de trabalho, enfim.

Até parceiros de negócio também. Parceiros de negócio também, né? Que querem ter o mesmo propósito seu de vida. Que é crescer o seu negócio, poder crescer na sua vida, poder contribuir para a sociedade. Então é muito bom sempre você estar nessa troca e nesse ambiente. Porque o ambiente molda muito a pessoa. Então a Raja é um ambiente que lhe molda muito. E que faz você realmente ter resultado muito impressionante no seu negócio. E também a gente faz...

eventos com grandes empresários e players aqui do nosso mercado. E também na gestão pública. A gente faz almoços empresariais uma vez ou duas vezes por mês. Por exemplo, com grandes empresários, já fizemos com a Arineto, da Arca Educação. Ano passado fizemos com o João Fiusa, da Diagonal. Fizemos também já com o Fernando Cirino, Beto Estudo.

Todos esses grandes empresários, a gente já fez eventos com eles e vamos fazer de novo, né? De novo, porque a AGE é muito rotativa. Então, todos os associados não viram todos os eventos. Então, a gente sempre repete alguns. Não existe monotonia na AGE. Não, não. E até porque eles são super atuais. Eles sempre trazem novidades, sempre trazem insights muito importantes que a gente pode aplicar na nossa vida e no nosso negócio. Porque é muito bom você aprender com quem já passou por tudo, né?

Exatamente. Experiência, né? Isso. E a gente também discute sobre gestão pública, o que é que pode ser benéfico para o empresariado. E também falamos sobre gestão pública, na qual hoje vamos estar com...

ex-ministro e senador Camilo Santana, para falar um pouco dos impactos socioeconômicos do ITA aqui no estado do Ceará. Então, a AGE é um local que é banca para você fazer negócio, mas sim um local para você se formar como líder.

discutir os principais pontos na sociedade e você também poder se inspirar tendo essa troca com grandes líderes e grandes players do nosso mercado. Ela faz uma formação completa, então, né? Isso. Ela tanto é um ambiente de negócio para você fomentar negócios, parcerias, como também um espaço para você aprender. Isso mesmo. Perfeito. E aí, queria também deixar o nosso Instagram para quem quiser seguir, acompanhar todas as nossas ações.

Eu acredito em jovens empresários, pais de sucessores aqui também nos assistindo. Então, assim, se você é um jovem empresário e quer estar num ambiente muito bacana, um ambiente com jovens que querem crescer, e você que tem um filho também, que você já está colocando na sua empresa como sucessor, visando ele ir na sucessão da sua empresa, ou um filho também que está empreendendo fora do seu negócio.

é muito importante que ele conheça a Age. Então segue aí, arroba Age Fortaleza. Muito bem. E com isso a gente encerra aqui o nosso cenário com essa dica maravilhosa aqui que o João Pedro deu pra gente. E aí eu aproveito também pra agradecer a tua presença aqui, João Pedro. Muito obrigada. Adorei o papo, muito enriquecedor. E você que ficou com a gente até agora, que assistiu aqui esses cenários com a gente.

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