Por que está mais difícil acessar crédito no campo? #456
A combinação de juros elevados, maior rigor na análise de risco e mudanças nas políticas de financiamento têm dificultado o acesso a recursos tanto para custeio quanto para investimento.
Esse ambiente mais apertado faz com que muitos produtores precisem rever estratégias, postergar investimentos ou buscar alternativas fora do crédito tradicional.
Cooperativas, financiamentos privados e uso mais intenso de recursos próprios passam a ganhar espaço como formas de manter a atividade em funcionamento.
Para falar sobre o assunto recebemos no episódio de hoje o engenheiro agrônomo formado e fundador da Lucre Agro Crédito Rural @wellington.martins1.
O episódio vai ao ar às 19h no Youtube e nas principais plataformas de podcasts. A apresentação é de @porpedromaia.
- Crédito RuralCenário restritivo de crédito · Juros elevados · Análise de risco · Políticas de financiamento · Impacto no produtor rural · Alternativas ao crédito tradicional
- Agronegócio e EconomiaFluxo de caixa · Planejamento financeiro · Gestão de risco de preço de venda · Retorno sobre investimento (payback) · Profissionalização do produtor rural
- Prorrogação de Dívidas RuraisJustificativas técnicas para prorrogação · Frustração de comercialização ou safra · Manual de Crédito Rural (item 264) · Laudos agronômicos
- Impacto do conflito no Oriente Médio no agronegócioGuerra Irã-EUA · Aumento do custo de produção (adubos) · Estreito de Hormuz e transporte de nitrogenados · Cloreto de potássio
- Mentalidade EmpreendedoraDiversificação de investimentos · Mercado imobiliário (real estate) · Construção civil · Loteamentos
A gente sabe que o agronegócio está passando por um dos momentos mais delicados, inclusive no tocante a crédito, ou se não, o principal motivo, né, onde está tendo a maior confusão é se vai ter crédito para todo mundo, onde é que vai estar acessível esse crédito, o que precisa fazer para conseguir esse crédito, enfim, nesse episódio hoje vamos abordar quais as melhores estratégias, o que você tem que fazer para você não ficar de fora e manter a sua roda girando. Vem com a gente!
Bom dia, boa tarde, boa noite. Sejam todos bem-vindos para mais um episódio do nosso querido podcast Agro2. Aqui nesta bancada, eu, Pedro Maia, engenheiro agrônomo de formação e comunicador, por opção, trazendo para você tudo o que acontece no nosso querido agronegócio no Brasil e no mundo. Sempre trazendo convidados, pessoas que trem...
que tem domínio e grande conhecimento das suas respectivas áreas de atuação. E nesse momento que a gente está passando, onde a soja sobe e desce, sobe e desce, o custo está lá em cima, a conta não está fácil de fechar, muita gente devendo, muita gente alavancada. Por isso, vamos falar com quem entende do assunto, porque ele é engenheiro agrônomo formado pela UFG, com MBA em administração de empresas e MBA em agronegócio pela FGV.
empresário há mais de 10 anos atua diretamente ao lado do produtor rural, desenvolvendo soluções para o crescimento e o fortalecimento do agro. Ele é fundador da Lucre Agro Crédito Rural, consultoria especializada em viabilidade econômica e crédito rural, que hoje conta com uma equipe capacitada e parcerias com as principais bancos.
do país para oferecer as melhores soluções financeiras ao produtor. Entre os serviços oferecidos estão projetos para custeio e investimento pecuário e agrícola, laudo de avaliação de imóveis, CAR, CCIR e ITR. Chega para cá, doutor Wellington Martins. Fala, Pedro. Bom ou não, Ed? Joia, graças a Deus, meu amigo.
Satisfação, até que enfim deu certo aí Na nossa agenda aí, né? Pois é, no meio do trecho, né? Todo mundo muito corrido Em tempos aí onde a demanda está muito alta Mas graças a Deus encontramos um tempo aí Pra gente poder alinhar nossas agendas e Levar conhecimento pra o seu público aí Que acompanha o seu canal, cara
Amém, valeu, obrigado por você ter vindo. Dei um trabalhinho para reservar o Heliponto, mas a gente conseguiu lá, tinha um contato lá, deu certo, o helicóptero pousou e ele já chegou aqui para a gente falar sobre o assunto. Welto, quero que você passe para a gente, na sua visão, que momento que está o crédito rural, você que está ali no intermédio com os bancos, com o produtor rural, tem dinheiro para todo mundo, não tem? Como é que você está vendo essa situação?
Pedro, infelizmente nós estamos aí no momento mais difícil do crédito rural de forma histórica. Então, os últimos dois, três anos foram os anos mais complicados para o produtor rural no tocante ao crédito rural. Então, nós observamos o cenário geral. Veja bem, nós vamos falar sobre diversos fatores aqui no tocante ao crédito rural.
Mas o cenário geral, sim, é uma escassez de crédito rural e uma dificuldade do produtor a acessar esses recursos. E essa dificuldade vem por vários fatores, que nós vamos conversar no decorrer aqui do nosso momento. Então, nós temos uma grande dificuldade.
para que o produtor rural acesse várias oportunidades, principalmente no tocante a juros e prazos acessíveis. A conta realmente fechar. Entendi. E aí, por que você acha que teve esse sumiço do crédito aí? Está tendo muita inadimplência por parte do produtor e o banco ligou o radar? Ou realmente a questão do subsídio que o governo dá para os bancos do plano safra? Ou não tem nada a ver?
Os dois fatores somam forças, mas o principal de início é em relação ao plano safra. O plano safra, nós sabemos que em todos os anos em que ele foi regulamentado, não veio o recurso suficiente para atender todos os produtores do Brasil. Então, é um recurso que sempre foi escasso.
Isso é fato. Historicamente, ele sempre foi escasso. Nunca foi suficiente. Nunca foi suficiente para atender a demanda hoje que o Brasil tem. Nós vimos um crescimento comparado ao plano safra anterior com esse, muito pouco. Muito pouco e principalmente em relação...
A demanda por vários produtores que já estavam sofrendo com o seu caixa, que já estavam com endividamento ativo e já estavam alavancados. E aí vem o outro fator, primeiro, saldo não suficiente do plano safra, e segundo, a realidade de vários produtores rurais a nível de Brasil. E uma sequência ruim de safra. Uma sequência ruim de safras.
E isso vem por questões de perda de safra, e aí nós temos um preço também da comod em queda, e estratégias de fluxo de caixa muito mal elaboradas. Infelizmente, o produtor rural, a grande maioria deles, não trabalha o fluxo de caixa e esse planejamento financeiro como deve ser trabalhado.
percebemos agora uma ação do produtor rural em realmente preocupar com isso, que a gente chama da porteira para fora. Então o produtor rural faz tudo muito bem feito, ele planta bem feito, produz bem feito, e aí da porteira para fora, um dos fatores que começou a ter uma preocupação muito grande com o travo de preços e essa gestão de risco já em relação ao preço de venda.
Mas uma gestão de crédito rural é algo que ainda não havia sido muito trabalhado. O produtor rural sempre teve o costume de trabalhar com aquele projetista local e com aquela agência local do município, da propriedade dele, que atendia a ele há muito tempo. Só que como tudo vem se atualizando e tudo vem mudando o modo de levar as coisas, especialmente no tocante à gestão, tecnologia, o crédito rural também é a mesma coisa, sabe, Pedro?
E o crédito rural mudou. Nós temos uma nova estratégia para que o produtor rural realmente possa ter um crédito rural de forma saudável. E por isso que, graças a Deus, nós estamos crescendo muito nos últimos anos. Por esse modelo nosso de trabalho, de realmente ser parceiro de várias instituições financeiras. O produtor rural, muitas vezes, ele ficava dependente somente do Banco do Brasil.
E veja bem, o Pronaf é uma modalidade de entrada. O Pronaf é para os agricultores familiares. Nós temos os Pronamps, que são os médios produtores e demais produtores. Cada categoria dessa é classificada mediante o faturamento no seu imposto de renda. E aí cada categoria dessa tem-se uma porcentagem de juros e os programas específicos, os recursos específicos para cada programa desse.
Mas, em relação à questão principal do produtor rural, às vezes ficar muito atrelado numa instituição só, como ele ficou por muito tempo, e numa agência apenas, diminui a capilaridade dele ao acesso. Então, a chance dele é acessar outras linhas, entendeu? Não tem jeito. Ficar refei somente de uma instituição. Vou dar um exemplo para você. A Caixa Econômica Federal, no ano passado, a sua grande maioria do tempo...
não estava operando recursos para demais produtores, que é quem declara acima de 3 milhões e meio no imposto de renda. Inclusive, vários produtores rurais que estavam acostumados a captar com a Caixa recursos de 10 milhões, 15 milhões, ficaram limitados a captar esses recursos, sem a disponibilidade para ele que é demais produtores. O private da Caixa, por exemplo, ficou por vários meses, a grande maioria do ano passado, sem liberar recursos para demais produtores.
A ponto do private da caixa, que operava com clientes private, começar a operar para clientes pronanto. Utilizar desses gerentes que tinham esse know-how, esse tipo de operação, para começar a trabalhar com os pronantos, que são os médios produtores. Então a gente percebe uma má distribuição desse recurso em relação ao perfil de cada produtor e o acesso para o produtor rural dificultado.
Primeiro, pelo plano safra, a estratégia do governo. E segundo, o momento também por conta da própria estratégia desse produtor rural. Que muitas vezes ele não está preparado para sair daquela instituição com as documentações preparadas para que ele possa ter outras oportunidades. Entendi. E aí, então, o que a Lucreagro faz hoje é dar opções, além de uma instituição só, para um produtor rural.
Exatamente. Então, por exemplo, eu sou produtor rural e eu pego custeio lá todo ano. Eu chego lá, Welto, quero plantar minha soja aqui, preciso de, sei lá, um milhão de reais. Maravilha. E aí você vai atrás desse um milhão para ele em todas as instituições que você é parceiro. Exatamente. Porque é o seguinte, Pedro, o recurso do Plano Safra não está aqui num balão que todo mundo vai pegar no mesmo tempo, entende? O recurso do Plano Safra é destinado por instituição.
E, até mais, da instituição por agência. E isso é várias fontes de recurso dessa maneira. Então, muitas vezes, o produtor rural, vamos colocar um município do interior do estado de Goiás, ele está ali naquela agência do Banco do Brasil ou da Caixa, esperando sair o recurso. É nesse momento que, muitas vezes, o produtor rural vira para a equipe comercial de fertilizantes, enfim, de insumos em geral e fala, ah, está para sair o recurso do meu custeio e aí eu faço a aquisição dos insumos.
E nisso aí, adubo aumenta de 3 mil toneladas para 3,3 mil, o que já aumentou em 10% o custo de produção no tocante a esse insumo. Por quê? Porque ele está refém daquela agência local e daquela instituição local. E muitas vezes esse recurso que ele precisa tem disponibilidade em outras instituições financeiras, entende?
Em outra cidade, por exemplo. Mas aí ele consegue pegar em outra cidade? Consegue pegar em outra cidade, sim. Exatamente. Consegue pegar em outro município. Porque até mesmo o plano safra não é regulamentado por município. Não tem-se um levantamento de destinação de recursos para o município mediante demanda de produtores naquela região. Inclusive, tem vários produtores rurais a nível de Brasil que moram em Goiânia.
residem em Goiânia e tem propriedade no Mato Grosso, tem propriedade no Maranhão, tem propriedade aqui em Goiás, em outros municípios. E muitas vezes nós conseguimos captar o recurso para ele em um banco e distribuir para as operações que ele tem em diferentes estados. Entende? Entendi. E o principal dessa capilaridade de acessar em várias instituições, não ficar refém somente do Banco do Brasil ou somente refém da Caixa. Legal, cara. É diferente, porque a gente vê muito...
Por exemplo, aquele agrônomo que ele vai lá e se cadastra no Banco do Brasil e aí ele só levanta crédito para o Banco do Brasil, só em determinada agência. E aí acho que dessa maneira que você fez, traz mais opções, até deve ter taxas diferentes também, realidades diferentes. Maravilha, exatamente, Pedro. Com isso, o que a gente consegue fazer?
Nós entendemos o cenário do produtor rural, fazemos um diagnóstico em geral, e a partir daí nós vamos em todas as instituições financeiras e procuramos para ele o melhor programa, com o melhor juros e o melhor prazo. Inclusive, apesar de todo o momento que nós estamos vivendo,
O pessoal fala que não tem recurso para longo prazo, o que é ideal para você diluir o seu endividamento, para o seu fluxo de caixa ficar mais saudável. E tem sim recurso a longo prazo. Nós estamos captando recursos, FCO, por exemplo, para compra de matrizes.
onde o pecuarista, por exemplo, vai comprar ali a matriz, as vacas, e aí ele vai ter um prazo de cinco anos, seis anos para pagar o banco, cinco, seis parcelas. E esse recurso tem disponível no mercado. Basta procurar o lugar certo para acessar ele. E é o que nós estamos fazendo. Nós estamos conseguindo captar muitos recursos agora também.
É fato que não existe milagre. Não existe milagre, cada caso é um caso. Não existe uma taxa de juros fixa, um prazo fixo, e uma receita de bolo que a gente chega e aplica. Inclusive, tem muitas pessoas fazendo esse tipo de marketing que eu acho que é muito errado, sabe? Dando falsas esperanças para o produtor rural. E o pessoal hoje está muito na moda de vender o consórcio e se botido como estratégia de crédito rural. Então, a gente vê muito o pessoal divulgando, ah, crédito rural, juros de 5% ao ano.
Não existe isso. Não existe. Não existe, entendeu? Não tem como existir. Não tem como existir. E aí, infelizmente, acaba que o produtor rural perde muito tempo e não vai conseguir captar o recurso em cima de uma receita de bolo dessa. Imagina os 40 anos dessa, não é contemplado aí nesse consórcio. Na verdade, o consórcio utilizado como estratégia inteligente vale muito a pena. Não, cara, eu sou defensor de mais consórcio. Eu também sou defensor de consórcio.
estratégia de investimento. Eu uso também como estratégia de alavancagem, então é uma excelente opção, contudo, desde que seja um crédito usado como investimento. Agora, para o produtor rural utilizar recursos para a sua produção, que a gente fala do crédito rural, que é regulamentado pelo MCR, que é o Manual de Crédito Rural, que regulamenta essas operações, que é o recurso subsidiado do governo, é outro cenário.
que é liberado apenas por empresas credenciadas aos bancos, que tem os responsáveis técnicos que realizam os projetos de viabilidade para o banco liberar esse recurso, que é onde vemos recursos com subsídios e com juros mais acessíveis. Perfeito. Wellington, e aí a Lucreagro já tem 10 anos?
Cara, nós estamos com 10 anos de mercado. Caramba. Começamos como empresa de consultoria agronômica. Projetista. Na verdade, não. Nós começamos como consultores na parte de manejo mesmo. Então, nós precisávamos de consultoria na parte de manejo, da produção. Então, recomendação de fertilidade, recomendações de utilização de insumos e manejo de lavouras, a parte técnica em geral. E ali, naquele momento, eu fechei uma parceria com um grande consultor a nível de Brasil, que é o Flávio Menno.
e ali auxiliei ele, nós juntos atendemos várias propriedades em cinco estados do Brasil, grandes grupos agropecuários, que são referências hoje a nível de Brasil.
Foi muito bom, eu tenho uma carga muito forte em técnica a campo, de recomendações em geral, só que ali naquele momento a gente trabalhava muito a viabilidade econômica também, tivemos uma experiência muito forte com a área de cana da JBJ, lá em Castilho, São Paulo, e foi um dos momentos em que eu percebi, cara, estamos rodando a viabilidade econômica desse manejo. No tocante ao crédito rural, a gente começou a gerar essa proximidade.
Foi onde eu conheci o sistema financeiro. Que aí você falou assim, eu sei o que eles precisam financeiramente falando. Entendo como gerar essa viabilidade para o produtor. E aqui eu ganho mais, e sendo bem honesto, aqui eu ganho mais e rodo menos. Eu rodava muito, cara. Rodava 11 mil quilômetros por mês. Tá, duro. Então assim, aqui eu consigo gerar muito resultado para o produtor rural, com o nosso know-how.
e montar um negócio que vai ficar muito grande, que a gente consegue levar esse conhecimento produtor. Então, hoje é o que nós conseguimos, graças a Deus, alcançar, inclusive franqueamos. Nós somos a primeira empresa de licenciados em franquias a nível de Brasil com crédito rural na sua pura essência. Você vê várias franquias que vendem consórcio e vários outros tipos de crédito.
Mas o crédito rural na sua pura essência, com projetistas que fazem os projetos para captar recursos, nós somos a primeira do Brasil. Estamos com várias franquias já esparramadas no centro-norte por esse modelo do nosso trabalho, não de franqueado. Então você já tem franqueados da Lucriag. Já.
Que legal, né? Tem um ano e meio que nós franqueamos já. E hoje nós estamos com oito franqueados. E estamos preparando agora para escalar mais ainda. Para escalar mais ainda. É onde o franqueado gera essa conexão com o produtor rural. E nós temos uma equipe técnica interna que cuida de toda a parte burocrática.
no tocante ao produtor rural. Você dá todo o guarda-chuva ali para quem... Ele traz o produtor, você pega na mão dele e fala não, é assim que funciona, meu filho. Senta aqui. Exatamente. O nosso franqueado, é claro que ele chega no nível de conhecimento sobre crédito rural para ele não se tornar um consultor. Então a gente proporciona para ele todos os treinamentos.
Então, ele se torna um consultor em crédito rural, só que ele é um prejuízo preocupado com ficar horas na frente do computador fazendo projetos e analisando documentações. Nós temos uma equipe que faz toda essa análise prévia, a equipe de projetos, nós temos equipe de avaliações também de propriedades rurais e a gente gera todas as documentações e fazemos a parte burocrática no banco. E, claro, o franqueado, ele se torna responsável por acompanhar todo esse processo e ser esse elo junto ao produtor, levando para ele os resultados que a gente consegue proporcionar em cada situação.
E hoje você já chegou a atender quantos produtores? Você atende quantos produtores aí? Porque assim, hoje... Só descortando, desculpa. Mas eu entendo que é um negócio que, por exemplo, cara, se o produtor entrou com você hoje um ano, deu certo, ano que vem ele vai te procurar de novo. Com certeza. Não é? Inclusive, no momento atual, nós estamos trabalhando com mais novas... Nós temos que ter um volume de mais novas captações, principalmente de prorrogação e de negociação, que nós já vamos entrar nessa linha também daqui a pouco.
do que o volume de novos clientes fazendo outras operações. Então, nós estamos o tempo todo crescendo mais, a entrada é muito maior do que a... Na saída. Na verdade, não do que a saída, do que as renovações de crédito. Então, cada vez mais estamos captados mais produtores. Mas hoje, em relação à carteira nossa, de um modo geral, temos mais de 120 clientes atendidos já, mais de 120 produtores rurais já atendidos por nossa equipe, por nossa. Uns 500 milha a ano total, geral?
Você fala de resultado financeiro, de crédito para essa turma toda? De 150 milhões, acima de 150 milhões. 150 milhões? Alguma instituição financeira grande dos bancos já veio atrás de você aí? Você tem um negócio aí na mão. Cara, na verdade, todas as instituições, graças a Deus, hoje vêm atrás de nós. Nós buscamos o tempo todo novas agências de cada banco e novos gerentes parceiros. E pelo nosso modelo de trabalho, hoje já vários gerentes vêm atrás de nós.
por indicação de próprios gerentes de banco, mostrando para ele os resultados que a gente tem, a eficiência em fazer os projetos, a eficiência em levar clientes também nas regiões. Por esse modelo do nosso trabalho, a gente consegue captar muito mais produtores rurais. Por que nós franqueamos? Porque eu não dava conta mais de atender produtor rural. Imagina. Eu não conseguia mais atender uma carteira, então eu já atendi a carteira.
A gente mais é para atender. E aí nós temos hoje, inclusive agora, muito mais produtores que ainda não nos conhecem, que nós queremos atender. Nós queremos levar para eles o nosso modelo de trabalho.
Porque o produtorário precisa disso, ele precisa de ter alguém que realmente preocupe de verdade com o crédito total dele. Não que faça somente um ctrl-c, ctrl-v de planilha, que não somente faça uma geração de demanda, mas que entenda como é que está o processo dele produtivo, entenda como é que está o fluxo de caixa.
em que fase financeira que ele está, e a partir daí bola a melhor estratégia para ele, entendeu? Para que ele possa captar recursos e diluir o endividamento dele a curto, médio e longo prazo. Você como empresário sabe muito bem que quanto mais você dilui o seu endividamento a curto, médio e longo prazo, quando você alavanca e capta recursos, melhor é.
Muito produtor, cara, entrou em RJ, infelizmente. Por conta disso, todo mundo sufocado. O custeio é o recurso com mais curto prazo, sabe? Vai pagar no ano, né? Anual, isso. Ou o custeio pecuário, que hoje é um prazo de 20 meses, né? Que é quando você compra ali o bezerro, engorda, vende e paga o banco. Então, o custeio pecuário é um pouco mais que 20 meses. Então, muito produtor estava somente com um custeio. Então, é de curto prazo, o cara estava totalmente sufocado.
E aí você vê custo alto, a presididade de receita caiu bastante. O preço caiu muito. O preço caiu muito. E aí muito capital imobilizado também. Muitos produtores investiram em propriedades, em maquinários.
E todo produtor tem um investimento dele, que a terra, na verdade, ela retorna, mas demora a retornar em vários casos. E aí, com esse divalamento, a grande maioria em curto prazo, na verdade, a grande maioria das vezes, 100% a curto prazo, foi onde os caras estão, infelizmente, sufocados e abrindo recuperação judicial, o que não é o primeiro passo.
Já veio uma questão aí que... A turma confunde, né? Acha que já é RJ de cara. Já é RJ de cara. Não tem que ser. Existem várias saídas para o produtor rural para que ele possa realmente equilibrar a situação financeira dele. Inclusive, tem que tomar cuidado com vários conselhos. Tem um dos advogados aí que, primeiro passo, o cara vai enfiando RJ no produtor. Não é bem assim, né? Ele tem que tomar cuidado. Primeiro entra o alongamento, a prorrogação, né?
Exatamente, o primeiro passo é a prorrogação, que é antes da dívida estativa. Então, eu vou já preparar isso daqui 60 dias, até 30 dias é o tempo ideal para que eu possa fazer o pedido de prorrogação. Então, se eu vejo que eu não vou dar conta de pagar esse recurso, esse financiamento rural, eu já entro com o pedido de prorrogação para que eu possa alongar essa dívida. Então, nós vamos lá, fazemos todos os laudos necessários.
O manual de crédito rural, exatamente, tem que ter as justificativas técnicas. O manual de crédito rural, no item 264, regulamenta essa possibilidade de prorrogação, mediante alguns fatores. Primeiro, a frustração por comercialização ou queda de preços dessa commodity e outro fator por frustração de safra.
que seja por intempéries climáticos, que é excesso de chuvas, secas, e alguns outros fatores agrônicos podem acontecer para que ele possa ter queda de produtividade. Então, através de laudos agronômicos, nós conseguimos justificar isso. O produtor rural tem esse direito aí. Isso é o que mesmo que faz os laudos. Exatamente. Tem uma galera aqui que a gente conhece, eles não vieram aqui, mas estão sempre com a gente aí, o pessoal do Grupo Oliveto, não sei se você ouviu falar. Já ouviu falar, sim. A Fernanda Wayne, eles estão falando exatamente isso.
Que é um laudo que vai respaldar tecnicamente essas situações, né? De clima, de... Até de política, né? De geopolítica, né? Pega as notícias e vê o que acontece. E tem que... O produtor tem que ter esse apoio mesmo, né, cara? Porque, igual você falou, às vezes é um negócio que o cara vai começar a ter lucro daqui 20 anos, pô.
Pega uma fazenda hoje, compra a fazenda, vai plantar e vai ver quando é que você vai tirar dinheiro. O payback demora. Inclusive, esse é um dos fatores interessantes, né, Pedro? Que o produtoral precisa trabalhar essa gestão financeira cada vez de forma a buscar excelência. Realmente entender sobre cada capital que eu estou investindo, quanto tempo isso demora para me retornar.
Então, muitas vezes, a gente fica muito apegado ali no dia a dia da fazenda, é uma questão técnica, né? Vou aplicar esse produto agora, vou aplicar esse tipo de insumo, vou aplicar esse adubo. Essa semente. Mas tem que fazer conta, a gente não pode ir somente pela questão do visual, a gente tem que realmente fazer a conta financeira, de quanto que eu vou ter esse payback, o crescimento também que eu vou fazer em aumentar áreas, esse capital que eu estou empregando agora, qual que é a minha projeção de receita sobre isso, né?
Então é algo que, inclusive, o produtor rural tem que se organizar cada vez mais da hora para frente nesse sentido. Realmente fazer a gestão financeira, cara. Inclusive para se organizar para o crédito rural. O crédito rural, cada vez mais, vai passar a ter mais confiança, os bancos vão confiar mais no produtor rural que está preparado e está organizado. É porque profissionalizou demais. E o produtor rural é bom pagador por natureza.
Ele só não paga mesmo na hora que dá essas buchas aí que fazem parte do negócio.
Ô Elton, você é um cara multi-empreendedor também, né? Você tem vários outros negócios, né?
Cara, assim, o meu ganha-pão sempre foi o agro, né? E acabou que a partir dos recursos que nós ganhamos com o agro, nós começamos a aplicar, comecei a aplicar na Bolsa de Valores, só que aí tomava muito meu tempo. E aí comecei a investir no mercado de real estate, mercado de construção civil. Hoje nós temos uma construtora, onde nós construímos casas e vendemos. E acabou que montamos equipes, se tornou um negócio e fazemos isso para investidores também. Capta recursos e...
Exatamente. Com investidores, construímos e vendemos com capital de terceiros também, de investidores, pessoas físicas e grupos também de investidores. E o ramo de loteamentos. O que acontece? Como a Lucreagro hoje é um negócio que eu preciso estar muito imerso, eu não posso desvincular para a gente não perder essa estratégia que a gente tem, eu preciso investir em negócios que não demandam o meu tempo. Então, o mercado de construção civil não demanda o meu tempo.
O mercado de loteamentos, a gente está investindo muito em loteamentos, estamos com sete loteamentos em andamentos.
É um negócio que eu não tenho que ficar lá olhando em cima, entendeu? Da infraestrutura de todo o cenário, principalmente da parte de aprovação. Então temos toda uma equipe aí estruturada, parceiros, é um grupo de parceiros, né? Onde a gente tem esses empreendimentos aí em andamento. E também gosto de investir em outros negócios. E a conversa fica muito boa o que a gente fala.
Ué, como é que você foi parar no agro? Por que você escolheu agronomia? Sua família já é produtora, não é? Como é que você foi parar na agronomia do UFG? A minha família tem um pé no agro muito em relação à parte de produção mesmo, muito pequena, sabe? Tinha os mais distantes, na região Tocantins do Pará, são pecuaristas. E aí, em alguns momentos de férias, eu tive essa proximidade. Mas a minha família tinha mais pequenas propriedades, sabe? Aqui perto.
E não era a fonte de receita, era mais aquelas chakras de lazer. Mas ali no ensino médio, realmente, eu fui fazer uma pesquisa de onde eu queria atuar. Um teste de como é que é? Aptidão? Na verdade, nem foi aquele vocacional, sabe? Ah, vocacional. Nem foi esse vocacional. Foi eu mesmo, entendendo o que era o mercado, sabe? Eu sempre fui o cara que reprovava em matéria, cara, no ensino médio. Não era o cara inteligente, assim, sabe? Que despontava.
E aí pegou, eu conheci isso. Você reprovou no ensino médio, você repetia o ano, pô. Reprovava nas matérias, né? Na faculdade. Nas matérias, não, no ensino médio. No ensino médio? É, no trimestre ali. Ah, sim. Ficava de recuperação. Ficava de recuperação. É, ficava de recuperação e tinha que fazer a prova lá depois pra poder... Todo mundo de férias, você tá pra falar na escola. A turma do Fudão, exatamente. Só que de ano nunca reprovei, graças a Deus.
E hoje é empresário de sucesso, tá vendo? A turma do Fudão tem seu valor. A turma do Fudão tem seu valor. A maioria dos galeros que é comercial empresário é a turma do Fudão, né? Sempre.
E aí, cara, pegou e eu fui pesquisar sobre os mercados. E aí eu peguei três opções principais, que era engenharia ambiental, que eu comecei a ver tanto que isso ia demandar cada vez mais, engenharia de minas, olhei essa possibilidade de fazer engenharia de minas para trabalhar com mederações, e engenharia agronômica, a parte de agronomia. Aí quando você pega agronomia, tem as ramificações. Aí passei em engenharia agrícola na UEG, em Anápolis, fiz lá um período. Aí quando eu passei na UFG em agronomia, estava de greve.
E aí eu fiquei fazendo engenharia agrícola na UEG, aí depois fui para a UFG fazer agronomia, no mesmo período. Aproveitei nada de matéria.
Do Budelo você sabe como é que funciona, né? Mas foi maravilhoso. E aí eu entrei no agro justamente fazendo pesquisa de mercado, né? Sobre os ramos de atuação. Realmente é algo que não é comum, né? Assim, geralmente a turma fica assim meio perdida. Mas o que eu aconselho para a galera que é jovem hoje é isso aí, cara. Tem que pesquisar também. Tem muitos mercados. Cara, IA. Hoje, por exemplo, se eu tivesse hoje na minha adolescência ali, nos meus 16 anos de idade, que foi quando eu fiz esse processo de ir para a faculdade, entrei na faculdade com 16 para 17 anos.
Se eu estivesse nessa fase hoje, eu ia pesquisar sobre o mercado atual e o futuro. O agro é fato, sempre vai ser o melhor. Agora, inteligência artificial, tecnologia, isso aí é algo que não tem como escapar. É a galera que vai ganhar muito dinheiro com isso. Mexer com lixo, literalmente. Quem tiver experiência em trabalhar com lixo, com reutilização, reciclagem, isso aí é um negócio que vai dar uma grana absurda. E aí, beleza, cara. E aí você formou o quê? Não você formou?
Formei em 2018. 2018? Nossa, não tem nem 10 anos ainda. É, demorei um pouquinho. Até que eu montei a Lucreagro anos e mês de formar. Dois anos antes de formar, eu já estava com a Lucreagro montada e ganhando dinheiro. Um cara comercial na ver mesmo. Tive experiências da faculdade que me proporcionou muito ter essa visão. Participei de todos os grupos de estudos possíveis e os grupos de extensões.
GEPAF tinha a AgroJúnior, que é a Cipal, que é uma empresa júnior. Como se fosse uma empresa do mercado de trabalho, mas gerida por universitários. Onde a gente realmente prestava esse serviço como empresa comum. Só que toda a remuneração, como é uma empresa sem fins lucrativos, não podia distribuir lucro, a remuneração é voltada para a própria capacitação da equipe. Da equipe, né? É. E a LIE a gente não é...
Fui conectando com vários produtores rurais e esses produtores começaram a me procurar por fora porque os programas da faculdade não atendia eles. Falei, o Hélito, cara, você consegue vir aqui na minha propriedade com mais rotina? Acabava os programas de assistência, de extenção rural, né? O Hélito, eu preciso que você continue dando suporte, o que você cobra? Aí foi onde eu comecei a dar o estralo, cara. Tem negócio aqui. Vou cobrar do seu deslocamento, mais alimentação, hospedagem e tal.
Naquela época eu fazia bate-volta, já economizava na hospedagem e foi isso, cara. Que massa, cara.
Parabéns. E esse nome ficou muito bom, né, cara? Você já registrou tudo certinho. Tudo registrado no NPI. Minha esposa que desenvolveu, a Sara, ela que desenvolveu o nome. Demorou um pouquinho, viu? Foi muitas pesquisas. Você sabe como é que é para poder pesquisar um nome? Genial, cara. Tudo dá a ver, né? Crédito rural, lucre água. Exatamente. Vai pôr para mexer. E qual que é a sua visão agora com esse cenário de guerra que a gente está aí? Estados Unidos e Irã.
Vira guerra mundial, não vira, petróleo vai explodir, adubação nitrogenada vai... Qual é a sua visão?
É fato que tudo isso que está acontecendo afeta muito principalmente o custo de produção. O adubo representa em média 35% a 40% do custo de produção, a parte de adubação. Nós temos uma grande preocupação com os nitrogenados agora. Primeiro, o estreito de Hormuz, que se fala.
Um dos principais pontos de transporte do nitrogenado que agora está impedido. Isso aí, cara, é meses para poder chegar aqui. É meses para poder... O reflexo disso vai demorar alguns meses. Vai chegar, né? E vai chegar. Então, nós temos já um curso de produção que, olha para você ver que loucura, vai refletir não somente agora, mas até na safrinha do ano que vem. Porque o tempo voa, cara. Nós já estamos no mês 3, né?
Então, logo, logo, as negociações geralmente de nitrogenados, em média, se iniciam em julho da próxima safrinha. Na próxima safrinha, em média, se iniciam em julho. Então, essas negociações já serão afetadas, o custo de produção vai ser afetado, isso é fato. Também tem uma parte significativa de cloreto de potássio, que o Brasil depende da importação que está sendo afetada por essa guerra com o Irã.
E o que eu vejo? O produtor tem que se preparar de forma estratégica sobre essa compra. Só que como eu posso ter poder de compra? É aí que vem a questão. Eu quero comprar, mas e o recurso onde está? Entende? Vai tirar de onde? Eu quero adiantar essa compra para subir dessa alta, ou então planejar essa compra. Então é aí que vem o principal ponto. Às vezes eu, como produtor, estou muito bem preocupado com a compra do meu insumo no momento certo.
Estou preocupado em plantar no momento certo, fica ali com a semeadora regulada, esperando dar um milímetro ideal para eu chegar e já ficar semente no chão. Faço toda a gestão correta, mas às vezes essa questão da gestão de crédito rural, estou deixando. Estou confiando no gerente do meu banco. Muitas vezes ele está ocupado, literalmente falando, trocando a senhora do aplicativo de um cliente que chegou. Ele não está pensando de forma estratégica.
O gerente do banco realmente, infelizmente, ele não consegue estar do lado do produtor pensando de forma estratégica. Então, o produtor geral, não fique refém do gerente do seu banco, não fique refém de um projetista que está te atendendo há muitos anos, com total respeito, mas não fique refém de alguém que faz somente o café com leite. Estamos em momentos de realmente buscar o extraordinário.
de buscar o diferencial, cara. Fazer o comum não dá mais em relação ao crédito rural, sabe? Perfeito. E para aquele produtor, o Hélio, que está assistindo a gente aqui, até para ele entender mais um pouco do seu trabalho, por exemplo, aí o produtor foi lá e fechou com você. Aí você cobra um valor fixo, é um valor em cima da complexidade do projeto? Como que funciona a sua remuneração nos serviços? Legal. 100% da nossa remuneração é mediante o êxito da liberação do recurso.
Perfeito. Não conseguiu o recurso, todo mundo ganha. Não conseguiu, ninguém ganha. Exatamente. Não conseguiu, ninguém ganha. Nós não temos essa questão de taxa inicial de projeto, honorário inicial, nada disso. Porque até mesmo o nosso trabalho era organizar o recurso produtor.
Agora veja bem, em relação às documentações, os produtores rurais precisam de muito suporte em relação, e o suporte realmente em organizar. CCIR, ITR, o CAR, tem muito CAR que está como indeferido e que precisa ser reorganizado esses CAR, que é o Cadastro Ambiental Rural, laudo de avaliação de imóvel. Então esses serviços são serviços à parte, mas que com toda certeza em relação ao mercado nós somos muito competitivos, até mesmo porque quando a gente está com o produtor nós precisamos de uma consultoria no contexto geral, completa.
Quando a gente fala do laudo de avaliação de imóveis, isso é muito interessante, sabe Pedro? Porque tem muito produtor rural que está com uma propriedade que ela tem uma valorização muito maior do que está como garantia no banco. Então, já pegamos vários casos de produtores que tem lá propriedade que valem 10 milhões, por exemplo, e a propriedade está com 6 milhões e meio, 7 milhões no banco. Veja bem, você pode ter um...
poder de tomada de crédito 30% a mais através de um laudo de avaliação bem feito. Para que você possa ter mais recursos no banco. Isso aí vocês fazem também? Fazemos também. Tem muito protocolo que ele tem um limite de crédito como pessoa física ou às vezes ele é um grupo familiar. Ele é um grupo familiar ali, tem vários CPFs juntos para captar o recurso. Só que muitas vezes a garantia dele está com laudo de avaliação baixo no banco.
Qual é a estratégia que a gente faz? A gente faz um laudo de avaliação com... Esse laudo de avaliação possui justificativas técnicas agronômicas, para que na hora que a analista do banco chega e entenda aquele laudo, ela consiga ver que realmente a propriedade tem aquele valor.
Entendi. Então você faz um barba, cabelo e bigode. Barba, cabelo e bigode no tocante ao crédito rural. Exatamente. O produtor chegou lá, se está com dificuldade, se o CAR está indeferido, se precisa atualizar o limite que ele pode ter com o banco. Que legal, cara. Parabéns. É um tipo de trabalho que...
É pouco o que a gente quer fazer. É muito burocrático. É muito burocrático. E assim, exige muito você hoje ter essa estrutura, principalmente quando a gente fala de todos os bancos. Por exemplo, um projeto para captar recursos para a soja, eu vou plantar a soja, é um custeio agrícola para a soja. No Banco do Brasil, é um modelo de projeto. Na Caixa, é outro modelo de projeto.
No Cicobi é outro modelo de projeto. No Banco da Amazônia, que é o BASA, que nós somos parceiros do BASA, porque muitos produtores expandiram áreas para o norte. E lá tem várias possibilidades de operações bem interessantes. É outro tipo de projeto. No Banco do Nordeste é outro tipo de projeto. Então você ter a equipe capacitada.
Nessa variação, e cada variação dessa tem suas nuances, realmente é trabalhoso. Mas esse é o diferencial que nós conseguimos alcançar hoje, graças a Deus. E principalmente o seguinte, Pedro, além da soja, você tem feijão, milho, você tem café, a pecuária, você tem cria, recria, engorda, e cada modalidade dessa tem um projeto diferente em cada instituição.
É por isso que o produtor rural muitas vezes está refém somente de uma, porque aquele projetista local só sabe fazer com um, dois bancos no máximo. Ou só sabe pecuária, né? Ou não sabe agricultura. Exatamente. Que legal. E aí lá é tudo, agricultura, pecuária, irrigação. Irrigação, investimento, infraestrutura.
E armazenagem, por exemplo, inclusive agora estamos estruturando algumas operações de armazenagem. É um recurso que realmente está mais escasso, mas tem. Tem esse recurso também para construção de armazéns. Nós trabalhamos nessa estruturação também, de captação de recursos para armazenagem, investimento em maquinários. Perfeito. Só para a turma aqui, uma curiosidade. Qual a maior operação de crédito que você já levantou para um produtor? A maior foi R$ 55 milhões.
R$ 55 milhões, não é na parra aí. Custeio? Foi custeio e investimento mesclado. É um cliente, ele encaixa na linha de demais produtores, né? E aí mesclou entre investimento, investimento pecuário, que são de matrizes, custeio pecuário também. Teve parte que foi custeio agrícola também. Assim, para o único produtor, é esse volume, né? O único cliente que nós atendemos. Mas em várias linhas, entendeu? Que inclusive é interessante.
A gente capital, recurso, adversário cai em curto, médio e longo prazo, entendeu? Faz uma estratégia estruturada, né? É, exatamente.
Ed, brigadão pelo seu tempo. Obrigado eu, Pedro. Por você ter vindo aqui pra ziar com a gente. Quem quiser conhecer o seu trabalho, te contratar pra você conseguir os milhões, como é que faz? Primeiramente, vou falar o seguinte. Obrigado eu pelo convite, cara. Parabéns pelo seu posicionamento, suas perguntas. Mesmo que não seja um ramo onde você atua, você consegue realmente extrair as informações que são relevantes. Isso é mediante sua competência como agrônomo e experiente em relação a atuar no meio do marketing e do posicionamento. Obrigado, estamos juntos.
E siga nós aí, Lucreagro, né? Lucreagro. Lucreagro, tudo junto. Lucreagro, tudo junto. No nosso Instagram, envia um direct, tem o nosso site também, lucreagro.com.br. E através de lá você pode entrar em contato com a nossa equipe comercial, onde nós vamos te atender de maneira muito rápida e já destinar para um franqueado. Brasil todo. Na verdade, o centro-norte. Centro-norte. A região sul a gente não atende.
Então, centro-norte. Goiás, Mato Grosso, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, uma linha do Mato Grosso do Sul, isso. E Minas Gerais, Banco Baza. E Minas Gerais também. E o Baza tem umas taxas diferentes. Tem umas taxas bem interessantes. Bem interessante. O Baza é um banco que é um pouco mais específico para fazer as liberações, em relação ao tempo e tudo. É bem regionalizado. Só que na hora que a gente consegue liberar esses recursos, são recursos bem interessantes em relação a juros e prazos também.
Show de bola, turma. É isso aí. Mais um episódio pra capanga. Já que você chegou até aqui, aperta no vermelho aqui embaixo, inscreve no canal, deixa seu like, comenta, compartilha, espalhamos no mundo. Quer saber de todas as notícias, de tudo que acontece em tempo real no agronegócio, no Brasil e no mundo? Acesse aí agro2.com.br e segue o nosso perfil nas redes sociais arroba portal agro2. Fechou? Bora pro próximo que tem mais de 500 aqui na galeria pra você assistir.
Lucre Agro Crédito Rural