"ELE FOI EMPURRADO POR ALGO INVISÍVEL" (História REAL de Assombração)
🔐Entre Para A Central Do Além!
☎️ Envie Seu Relato No Whatsapp
🛒 Loja Do Além
🔴Se Inscreva No Nosso Canal No Youtube!
Neste episódio do Relatos do Além, um ouvinte compartilha um relato real de assombração em um sítio no interior de SP. A experiência envolve fenômenos de poltergeist, ventos gélidos e o encontro com uma entidade sobrenatural que não aceitava intrusos.Seria o espírito de um antigo capataz ou uma manifestação inexplicável? Ouça esta história de terror real, com relatos de fantasmas, mediunidade e fenômenos sobrenaturais no podcast Relatos do Além.
Relatos do Além
- Encontro com entidade· SociedadeChorlas·Pai bêbado·Vento forte
- Fenomenos Sobrenaturais e Ufologia· SociedadeVento gelado·Desligar som·Empurrão invisível
- Assombração em Sítio· SociedadePoltergeist·Entidade sobrenatural·Capataz
- Percepção mediúnica· SociedadeReligião católica·Espiritismo Kardecista·Mediunidade
A mãe desse meu amigo dizia que ela via ele direto e que conversou algumas vezes com ele e disse que ele era capataz, que ali já tinha sido uma fazenda produtora e que ele era capataz e que tinha ficado por ali, né?
Atenção, este podcast pode conter representações de cenas que algumas pessoas podem achar perturbadoras e alarmantes. Os conteúdos aqui representados são responsabilidade de seus próprios autores. Para uma melhor experiência, os fones de ouvido são aconselháveis. Diga além.
Alô, fala, Zuca, boa tarde, tudo bem? Tô para mandar aqui um relato, já tem um tempinho não tinha conseguido, mas vamos nessa. Tem alguns relatos porque devido à minha religião e a uma sensibilidade pessoal eu tenho bastante contato com o sobrenatural, o além, por assim dizer. Então eu tenho muitos relatos, mas eu escolhi um aqui para para trazer primeiro. Quem sabe outro dia, se eu tiver tempo e tiver no espaço com não tanto barulho, eu consiga mandar mais.
Mas eu sempre tive esse contato, né, com o sobrenatural, com o além. E desde muito pequeno eu já tinha esse contato e entendia que não era todo mundo que tinha. Então eu cresci numa igreja católica, numa família católica, só que eu comecei a procurar mais coisas quando eu fiquei mais velho, na minha adolescência. Eu conheci um amigo, né, na verdade era um amigo que eu já tinha de muitos anos, da época da escola, e eu descobri que a família dele era kardecista, era espírita kardecista, e eu comecei a frequentar algumas reuniões espíritas da casa dele.
E na família dele, para família dele, esse tipo de coisa era muito normal, eles tinham muito, muito contato com espírito, e eu comecei a ficar muito próximo deles. A família deles tinha um sítio em Iperó, no interior de São Paulo, e eu comecei a frequentar esse sítio deles. Tem muita história desse sítio, muita história, mas eu vou contar a que mais me marcou, né? A gente costumava ir lá e era adolescente, né, 15, 16 anos, e a gente festejava.
Era um sítio grande, tinha piscina, tinha quadra esportiva, A gente é tudo moleque, né, brincando e conversava bastante. E um dia a gente tava na piscina ouvindo música, ouvindo Linkin Park, e a música alta, né, naquela época de rádio, de CD. E a gente ali ouvindo música, o rádio assim perto da piscina, né, mas longe o suficiente para não ser perigoso. E a gente nadando, ouvindo música, de repente o som desliga, desliga sozinho.
E era aqueles rádio de botão duro, né, a gente é Será que soltou o botão? Ligamos de novo, continuamos festejando e tudo. E tava um dia ensolarado, né, um sol forte, a gente nadando na piscina. E aí o rádio desligou de novo, desligou de novo, né. E aí a gente foi lá e ligou mais uma vez e voltamos a brincar, nadar, né, curtir ali a piscina. Até que bateu um vento forte, né, um vento gelado forte, era essa casa, né, e a piscina era no morro, e bateu um vento forte assim vindo do lado da casa.
Só que não fazia muito sentido porque a casa era subindo o morro, então vindo do morro, mas de lado. E esse vento gelado, né, tava sol e o vento foi muito gelado e derrubou o rádio, derrubou o rádio. Ele caiu perto de cair na piscina e as pilhas dele soltou, né. E a gente, caraca, que que foi isso? E aí a mãe desse nosso amigo, que era médium, né, bem, bem sensível, ela saiu na porta da casa e gritou, né, falou para a gente: olha, é bom vocês desligar esse rádio porque tem um espírito aqui que ele não tá nada feliz com isso, né, e ele tá bravo.
Ele falou que se vocês continuarem ouvindo música, ele vai derrubar o rádio dentro da água da próxima vez. E aí a gente riu, né, mas sabia que ela falava sério quando falava dessas coisas. Então a gente E fez piada ali, mas deixamos para lá, paramos de ouvir música e fomos até sair da piscina, fomos fazer outra coisa e tudo. Esse espírito na casa, ele era muito recorrente. A mãe desse meu amigo dizia que ela via ele direto e que conversou algumas vezes com ele e disse que ele era capataz, que ali já tinha sido uma fazenda produtora e que ele era capataz.
E que tinha ficado por ali, né? A gente chamava ele de Chorlas de brincadeira, porque a gente, ele não tinha dito o nome, ou ela, a mãe desse meu amigo, não disse para gente. Então a gente chamava ele de Chorlas assim numa brincadeira de criança, né, de adolescente. Mas aí teve um dia que a gente tava dentro da casa e tinha um caseiro que morava numa casa perto da casa principal, mas não muito perto. E para se precisava falar com ele, a gente tinha que ligar, era uma linha direta, ligava lá para casa dele.
E o chuveiro dessa casa era a gás, então a gente brincava o dia inteiro e tomava banho no fim do dia, à noite, né, no chuveiro. Só que aí o chuveiro não esquentou aquela noite, o chuveiro não tava esquentando, a gente reclamou. E aí a mãe desse meu amigo ligou para o caseiro, pediu para ele vir dar uma olhada se tinha dado algum problema, porque a gente tinha deixado esquentando um tempo e a água tava vindo fria ainda, né, desde os primeiros banhos.
A gente pediu para ele vir, ele falou que tava terminando de jantar e já ia. E o pai desse meu amigo tinha bebido bastante, ele tinha o hábito de beber, e ali ele tinha bebido bastante. E a gente tava brincando na sala, eu acho que jogando carta, e a mãe desse meu amigo olhou para janela da porta, né, era aquelas portas de vidro, né. E ela falou, ah, o caseiro tá ali, né, o Zé. Não lembro o nome dele, mas vamos chamar de Zé. O Zé veio, o Zé tá ali.
Aí todo mundo olhou para porta e não viu ninguém. A gente falou, olha, não tem ninguém ali. Ela, deve ser o Charles, é que ela adotou o nosso nome. Eu devo ser o Charles. Deixa ele lá, ele tava com uma cara de bravo. Deixa ele quieto. Só que o o pai desse meu amigo que tava bêbado, ele ficou bravo, né? Ele falou, eu vou lá falar com esse Charles aí. Ele desceu, né, foi ali, abriu a porta e começou a gritar sozinho, bêbado, né, bem bêbado, e começou a gritar sozinho.
A gente tudo criança dando risada, porque o Charles nunca tinha feito nada muito perigoso para gente, né, na casa no geral. E a gente dando risada, olhando, vendo o pai desse meu amigo gritando ali sozinho e tal. E foi aí que a gente sentiu o mesmo vento gelado que a gente sentiu antes, né? Só que foi mais forte. Ele gelou a casa inteira. Ele entrou, né, pela porta assim que tava aberta, que o pai do meu amigo tinha aberto, e gelou a casa inteira.
E de repente a gente viu o pai desse meu amigo como se tivesse sido empurrado, como se alguém tivesse empurrado ele pelo peito, e ele caiu para trás se arrastando, né? Ele provavelmente tropeçou, a gente não viu direito. Ele provavelmente tropeçou e caiu e foi se arrastando para trás porque ele tava bêbado, tava sem equilíbrio assim. E aí a gente parou de rir na hora, a gente parou de rir, ficou se olhando. A gente foi lá ajudar ele com medo, né, porque nunca tinha acontecido algo assim.
A mãe desse meu amigo desceu e foi lá conversar com o espírito, né, e falou que a gente devia ficar em silêncio, ficar quieto, né, falar baixo o restante da noite para não incomodar, porque alguma coisa estava acontecendo, a gente tava atrapalhando. No fim, o caseiro veio, consertou o chuveiro, e a gente teve que ficar quieto. A gente nem tinha muito ânimo para falar muito alto depois do que tinha acontecido ali. E o pai desse meu amigo, depois disso, ele foi lá, tomou banho e foi dormir, e ele não lembrava de nada do que aconteceu.
Mas a gente, né, tanto Eu, meus amigos e a mãe do meu amigo lembrava certinho do que tinha acontecido. A gente nunca mais esqueceu. Esse é um dos relatos que eu tenho, né? Eu tenho muitos relatos e a maior parte é tranquilo, porque para mim são coisas comuns. Mas eu vou ver se eu lembro de mais algum assim impactante, interessante, e um outro momento eu mando aqui no relato para vocês, viu? Um forte abraço, valeu!
Cholas, que nome, hein, Cholas! Que história! É esse lance de fantasmas que esfriam o ambiente, é muito real, né? Dizem que eles precisam de energia para poder se manifestar. E quando digo manifestar, não necessariamente aparecer para os outros, mas tipo empurrar coisa e bater na porta, um som, qualquer coisa assim que seja como uma manifestação, é necessária energia. Eles drenam essa energia às vezes do ambiente, né, ou às vezes de uma pessoa.
Às vezes a pessoa pode se sentir mal, mas também tem um lance do medo, da adrenalina, né. O calafrio existe quando você vê uma coisa, você fica arrepiado. É uma coisa física, né, não necessariamente acontece por conta do fenômeno em si, mas que acontece, acontece, né. Essa coisa de casa de fantasma me lembrou muito a gente Meus pais tinham uma casa que era no meio do mato e era um lugar aqui no Rio que era assim, como é que pode dizer, era famoso porque lá tinha milênios atrás aldeias indígenas, né?
E certa vez eu tava com a minha mãe, tava brincando de Game Boy na cozinha, minha mãe tava fazendo almoço E a porta tava aberta. E aí a gente, ela parou assim, olhou, ficou travada. Cristiano, olha aquilo lá! E aí quando eu fui olhar não tinha nada. Ela, ai meu Deus, eu vi, vi um indígena, um homem sem camisa assim atrás do muro olhando para mim. E foi a primeira vez na minha vida assim que eu pensei assim, cara, isso aqui não é mentira.
Minha mãe não mentiria. Ela poderia até brincar, mas em outra circunstância, né? Não tipo fazendo almoço aqui, sabe, uma coisa, não tinha, não tava com energia de brincadeira assim. Ela do nada falou que viu e ela descreveu certinho como é que era aquele indígena. E ela ficou realmente assim muito assustada, muito nervosa, né. Então assim, nesse dia eu senti o tal do calafrio, apesar de não ter visto o fantasma do indígena, eu senti uma sensação muito doida, né?
Fiquei morrendo de medo. Imagina, aquele dia com certeza eu dormi com meus pais. Eu não lembro, mas eu com certeza dormi com meus pais. Mas é isso, obrigado demais, Jorge, que mandou esse relato. Valeu demais, Jorge. Mande mais contos aí do Cholas, né? E é isso. Se você tem uma história, clica aqui no link da descrição, tá lá. Fala comigo pelo WhatsApp. Se você quer camisas do Rastro Além, eu preciso comprar mais camisa, gente.
É caro para mim também comprar, eu não saio de graça não, eu pago pelas minhas próprias camisas. Mas quer comprar as camisas, só essa aqui, ó, consegue ver? Você quer comprar com desconto, você tem que apoiar o nosso site, você sabe, né? www.lojadoaalém.com.br. E pagar 50% de desconto, você compra duas pelo preço de uma. Você tem que apoiar o podcast através do www.apoia.se barra relatos do Além. Pô, por um segundo eu esqueci.
Clica no link da bio, tá? Apoia a gente e lá acessa o grupo, enfim, tudo mais. Show! A gente se vê na próxima. E se tocar o telefone, não tenha medo, o Além pode estar esperando do outro lado da linha.