"ELE FICOU EM PÉ NA MINHA FRENTE!" (Relato REAL de Lobisomem)
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Neste episódio do Relatos do Além, um ouvinte conta um assustador relato real de lobisomem e descreve o encontro que teve com uma criatura que, até hoje, ele não consegue explicar.
A experiência envolve um possível avistamento de lobisomem, fenômenos sobrenaturais e elementos que lembram algumas das histórias mais conhecidas do folclore brasileiro.
Seria realmente uma criatura desconhecida, um animal confundido durante a noite ou algo sobrenatural?
Ouça essa história real de terror, com relatos de lobisomem, criaturas misteriosas, criptozoologia, assombrações e fenômenos inexplicáveis, no podcast Relatos do Além.
- Relato de Lobisomem· CulturaEncontro na estrada·Criatura bípede e sanguinária·Características da criatura·Fuga e perseguição
- Folclore Brasileiro e Criaturas· CulturaLobisomem·Chupacabra·Caboclo d'água·Criptozoologia
- Fenomenos Sobrenaturais e Ufologia· SociedadeLuzes no meio do mato·OVNIs·Criaturas extraterrestres
Ele, claro, nunca viu qualquer animal selvagem ali ficando de pé. Ele falou que aquele bicho se levantou, ficou nas duas patas traseiras, levantou e continuava mastigando a carne daquele bicho. Ele tava banhado em sangue, aquele lanternão ali, né?
Atenção, este podcast pode conter representações de cenas que algumas pessoas podem achar perturbadoras e alarmantes. Os conteúdos aqui representados são responsabilidade dos seus próprios autores. Para uma melhor experiência, os fones de ouvido são aconselháveis.
Fala, Zuca! Fala, pessoal aí do Relatos do Além! Entrando em contato para deixar mais um relato aí para vocês. Prefiro não me identificar. Mais uma vez eu vou contar histórias que não são histórias só minhas, envolvem um pessoal de família. E como dito no relato anterior, a gente fala lá na nossa terra que nós somos uma das famílias mais assombradas aí do Rio de Janeiro, porque tem muita coisa para contar. E eventualmente a gente compartilha essas histórias e vai passando aí para o para os mais jovens, para as crianças, até mesmo para saber lidar com isso, né?
E hoje eu vou deixar aqui uma história de um primo meu lá do interiorzão de Macaé. Na nossa adolescência, infância, adolescência, né, que a gente passava as férias lá no interiorzão do Rio de Janeiro, lá no interior de Macaé, esse primo meu já era uma pessoa adulta, já devia ter ali por volta de uns 40, 45 anos. Gostava muito de conviver com as crianças, jogava bola, brincava, fazia brinquedo para gente. Era um cara super do bem, né?
E hoje esse meu primo deve ter por volta de uns, talvez quase uns 70 anos, né? E ele sempre trabalhou com a lida do campo, com a fazenda, e ele era muito responsável, né? Então ele trabalhava como um capataz, um responsável da fazenda, e a principal função dele era distribuir as equipes de acordo com o trabalho que tinha que ser feito. Então ele pegava charrete, ferramenta, equipamento. Vinha com mais um auxiliar ali, ele ia percorrendo os pontos ali de trabalho de Lida, onde ele colocava as equipes.
Duas pessoas para fazer enrossado, outras pessoas ali para cuidar do curral, para fazer limpeza. E isso ele percorria toda uma grande extensão ali de estrada, porque realmente era uma fazenda muito grande. No decorrer do dia, ele ia vendo os serviços mais importantes Depois, no término do dia, ele ia para o ponto mais distante a cavalo. Ele geralmente fazia e vinha ali fazendo ponto por ponto para verificar se o trabalho foi feito de acordo com as necessidades lá do empregador deles.
E no final do dia, ele chegava ali no ponto de encerramento, guardava ferramentas, dispersava a equipe, fazia pagamentos, tudo que se espera que um capataz faça, né? Fim do dia, ele pegava o cavalo dele, ia fazer também um trajeto longo, que era retornar para casa dele, para o convívio da esposa e dos filhos lá, umas casinhas lá no meio do mato, bem interiorzão mesmo, né? A gente pensa isso na década de, talvez ali na década de 80, né?
Então era bem interiorzão mesmo. E ele era um cara que era super acostumado a ver as coisas assim, que Mesmo na ignorância dele, ele não levava para o sobrenatural. Ele falava que via, por exemplo, luz no meio do mato, e na cabeça dele ele sabia que era alguma coisa da natureza. Hoje a gente sabe até que tem uma explicação natural para essas coisas, né, para essas luzes que aparecem. E na ignorância dele, ele não associava ao sobrenatural.
Mas em determinado dia Ele passou por uma situação que é bem legal aqui compartilhar com vocês. Na verdade, ele passou por mais de uma, mas hoje eu vou compartilhar essa em específico, que para ele trouxe assim um susto muito grande. Ele regressava ali depois de já de despedida do pessoal, a guardar os equipamentos lá nas oficinas. Ele já pegava o caminho de casa e anoiteceu no trajeto dele em casa. Indo para casa. E ele comenta que ficava só com a luz da lua, né, onde você consegue ver o quê?
Os contornos ali dos montes, dos matos, dá para ver o cercado, tudo ali iluminado pela luz da lua mesmo, né. Ele andava sempre a cavalo e ele tinha na cintura uma arma, carregava também uma mochila onde tinha um lanternão ali amarrado na mochila, né. E eles tinham muito problema ali com os animais silvestres, né? Então tinha a ocorrência de onças e tudo mais ali no dia a dia deles. Não era raro uma onça dar um susto no pessoal ali, porque era comum ter esse bicho ali por causa da mata virgem, da mata fechada.
Então, um determinado dia, ele seguindo para casa ali só com a luz da lua, né, na estrada ali, ele via tranquilamente o contorno da estrada. Quando ele disse que à distância ele viu uma movimentação no meio da estrada, na estrada de terra, de um lado plantio, do outro mata, ele viu que era como se fosse alguma coisa consumindo um outro animal. Ele, ah, puxa, a onça arrebentou o arame, catou um bezerro lá do pasto e trouxe aqui para comer da beira da estrada, né?
Aqui que ele fazia geralmente quando já havia se deparado com situações parecidas: ele pegava o lanternão, ligava, jogava em cima do bicho. O bicho geralmente corria, não tinha mais o que fazer da parte dele, bicho já tava morto. Que que ele fazia? Passava tranquilo, porque o animal não gerava ali uma ameaça de imediato para ele. Ele passava, ia para casa. No dia seguinte ele lidava com reparo do cercado, com a coleta ali do que sobrou do bichinho, né, dos restos do bichinho que a onça não consumiu ou que deixou no meio da estrada ali, ele ia lidar no outro dia.
Pois bem, ele foi fazer isso, pegou lanternão, aquelas lanternas que tinham ali umas 4 pilhas gigantescas, né, para ligar. Tinha até uma alça de tão grande que ela era. Alguns de vocês já deve ter se lembrar dessas lanternonas, né, desse lanternão. Ligou e jogou em cima daquele movimento. E realmente ele viu um bicho abatido. Depois ele descobriu que era um bezerro. Mas no bicho que tinha abatido, que ele esperava ver uma onça, ele viu um animal com uma pelagem muito escura.
E esse animal de imediato ficou de pé. Ele, claro, nunca viu qualquer animal selvagem ali ficando de pé. Ele falou que aquele bicho se levantou, ficou nas duas patas traseiras, levantou e continuava mastigando a carne daquele bicho. Ele tava banhado em sangue. Aquele lanternão ali, né, transformou aquela estradinha em uma luz clara. Ele conseguiu ver bem aquele bicho coberto de pelo. Ele disse que dava para ver a carne pendurava na boca do bicho enquanto ele mastigava.
As orelhas do bicho, elas caíam sobre ali o corpo dele. Não eram umas orelhas que ficavam pontudas, como se espera de um felino, alguma coisa. Aquelas orelhas caíam como se fosse aquelas orelhas de um cachorro grande. E aquele bicho ficou de pé e começou a olhar para a direção da luz. Ele falou que ali, na preocupação de manter o foco do lanternão, ele buscou na cintura a arma que era um revólver. E naquela movimentação toda, ele disse que com muita dificuldade manteve foco, mas ele disse que aquele bicho saltou, e saltou com tranquilidade à altura da cerca, que devia estar ali por volta de 1,5m.
Falou que passou com sobra e caiu no meio do plantio. Não caiu na direção ali da floresta, de onde tinha uma mata virgem, mas foi para o meio do plantio. E meu primo pegou a arma com todo sacrifício e deu um disparo. E não tinha para onde voltar. Ou ele regressava na estrada, ou ele seguia adiante para perto da casa dele. E ele decidiu passar pela situação e passou realmente. Ele disse que passou tremendo muito, né? E quando ele apontava a lanterna para o plantio ali, eu não lembro do que que era o plantio agora, mas era um mato alto.
Ele disse que conseguia ver aquele bicho ali no meio olhando, os olhos chega, brilhava, né, com com a luz da lanterna, e ele pegava a arma e dava um novo disparo, aquilo sumia. Mas quando ele passou pelo bezerro, realmente era um bezerro morto que ele pôde constatar, tava todo, todo despedaçado, né? Ele disse que sentiu um cheiro de podre tão forte, mas tão forte, que deu ali aquela questão de revirar o estômago dele, né? E quando ele passou pelo bezerro, ele começou a escutar o quê?
O mato daquele plantio se mexer, como se tivesse alguma coisa acompanhando ele e o cavalo. Ele virava o lanternão e ele realmente via o mato se mexendo. Ele disparava na direção daquilo, aquilo cessava. Ele falou, olha, ele decidiu, né, ele falava para gente que decidiu apagar a lanterna, começou a correr, começou a galopar, puxava a arma, dava tiro para cima e foi para casa ali à base do galope com muito medo. Entrou para casa disparado e ficou olhando pela janela.
E qual não foi a surpresa dele quando ele escutou junto com a esposa ali, quando ele escutou ali à noite alguma coisa ali, ó, no derredor da casa, a ponto deles pegarem a arma e realmente ficarem esperando que alguma coisa entrasse. Algo que não ocorreu, para felicidade dele, né? E foi isso, pessoal. Foi um dos apuros aí que esse meu primo passou. A gente perguntava para ele, o primo, era lobisomem? Eu não sei o que que era, não faço ideia do que que era.
Nunca vi um bicho daquele jeito, forte, robusto, pesado, pular daquele jeito. Eu não sei o que que era. Ele só sabia que era mau, era uma coisa malvada para querer fazer um mal ali para ele. Ele sempre contava essa história com muito temor. Então é isso, galera, até a próxima aí e tamo junto!
E tamo junto! Esse é o, será que é o tal do intruso esporádico agressivo, né? Aliás, antes de mais nada, obrigado Mais Sushi que mandou para boa aqui para mim. Meu amigo Aldo lá do Mais Sushi fez um fez um presentinho, hot dog, vocês viram aí comendo, é muito bom. Obrigado, Aldo, valeu demais, fortaleceu aí a janta do amigo. Mas, cara, Anônimo mandou semana passada, mandou agora também essa história incrível, né, fascinante de lobisomem.
É assim, a gente não sabe, né. Eu acho que assim, o lobisomem, chupacabra, por mais que o pessoal acha, veja diferenças, obviamente, né, né, mas para mim eu acho que é a mesma criatura, porque por mais que tem o negócio da orelha, aí você fala, mas tipo, acaba não tem orelha grande assim? Depende, depende, né? Os dois fazem essas presas aí, né, de pegar os animais e comer e tal. Tem cheiro de podre igual, cheiro de carniça, é um clássico, né?
Inclusive essa, esse lance da orelha grande, a gente já ouviu aqui várias vezes. Um dos primeiros relatos que a gente recebeu aqui foi exatamente isso, de um um negócio que parecia um lobo, um cachorro que ficava em pé, né? Você lembra da fábrica, né, que muito tempo atrás que o bicho chegou a passar por cima da cerca de arame farpado da fábrica? A gente teve o nosso amigo Cris, como é que é o nome dele, o que era ilustrador, que contou lá do lobisomem do Paraná, lembra?
É sempre o mesmo formato. E Chupacabra também. Varia muito o que que é o Chupacabra. Alguns dizem que é um bicho peludo, alguns dizem que é um, parece um réptil, né? Alguns dizem que tem uma perna de canguru e tem um rabo de não sei o quê, mas é sempre uma criatura muito estranha e sempre em volta dessas coisas assim de ver na estrada. Eu tava, eu achei que fosse falar de alguma coisa ligada a OVNI, né? Porque ele falou de estrada à noite, eu lembrei logo do caso Barroso, né, que é outro clássico, né?
Voltando para casa à noite com a luz da lua Mas acabou sendo esse bicho aí bizarro. É, obviamente assim, eu não tô falando que é um que eu tô falando que é lobisomem ou que é chupacabra, mas para mim é só a mesma criatura que é vista de forma diferente e dão nomes diferentes, entende? Mas é um mistério, mistério continua. Aliás, Macaé não fica tão longe daqui onde eu moro, né? E fica mais ou menos aqui, eu acho que 3 ou 4, 3 horas e pouca de distância.
Também fica no litoral do Rio de Janeiro, só que fica no litoral norte. Eu tô na região dos Lagos, né? E é um lugar que tem muito, muito mistério. Aqui onde eu moro, inclusive, essa semana eu recebi um relato de um vizinho. Eu já tô conhecido aqui no bairro como o doidinho dos ETs. Aí, você é o menino, você que, você que gosta de negócio de disco voador. Ele tava falando que o amigo dele tava na, tava pescando de noite quando ele viu uma criatura saindo do meio do mato, do pântano, e entrando dentro da água com os olhos vermelhos.
Ele chega até a imitar, né? Ele fala assim, era um bicho asqueroso entrando dentro da água. E ele conseguia até ouvir os passos com aquele olho vermelho grande assim. É, eu pensei, deve ser o tal do caboclo d'água, né? Que também muito possivelmente é uma dessas criaturas aí bizarras extraterrestres, né, que a gente chama às vezes, dependendo da da situação. Pode ser um extraterrestre também. E também tá muito ligado à ufologia, muito por conta das luzes que sempre pairam por cima, né?
Carlos Alberto Machado já falava: sempre tem um OVNI embaixo, vai ter alguma coisa estranha, vai ter um, vai ter uma, alguém vai ver algum bicho estranho, vai ter algum animal desses assim, tipo uma vaca vai morrer de maneira, de forma estranha, né? Mas é isso, valeu. Obrigado, Anônimo, aí mais uma vez. E gente, mandem relatos. Se você quiser, clica no link da descrição, 10 a 15 minutos silêncio. Tenta, né, obviamente acontece, uma onça pode, pode urrar aí perto de você, mas tenta manter o máximo de silêncio possível.
Grava um áudio só, não fica mandando picotado, tá? E fala do seu jeito, conta tudo que você sentiu ali na hora. É importante, se você quer apoiar o podcast, nem o áudio do meu amigo do Mais Sushi fez, é basta você clicar no apoia.se, www.apoia.se/relatosdoaleme, para a gente conseguir matar essas propagandas malvadas que acabam com o nosso podcast. A gente já não gosta de propaganda também, tá? Mas assim, é o que ajuda a pagar a estrutura toda, pagar, né, CapCut, Photoshop, é não sei o quê, tudo é subscription hoje em dia.
Sempre reclamo aqui, odeio também viver nessa nessa, né, nessa vida onde tudo tem que pagar mensalidade. Mas ajuda a gente para a gente conseguir chegar mais longe, conseguir mais relatos, conseguir um editor para eu conseguir fazer histórias mais doidas ainda, para conseguir chegar na meta de fazer o sistema aqui que eu quero fazer de telemarketing, conversar com vocês com chat. Me ajuda nessa, conto com vocês então, tá? Entra aí no link que tá aqui, ou qualquer coisa manda mensagem para mim lá no WhatsApp que a gente conversa.
Show!
E se tocar o telefone, não tenha medo. O além pode estar te esperando do outro lado da linha.