Episódios de Cris Zoucas • Relatos do Além • História Real de Terror Sobrenatural

"VI O ANTIGO DONO NO ESPELHO" (História de Terror REAL)

13 de agosto de 202616min
0:00 / 16:36

🔐⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Entre Para A Central Do Além!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

☎️ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Envie Seu Relato No Whatsapp⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

🛒⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Loja Do Além⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

🔴⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Se Inscreva No Nosso Canal No Youtube!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Cris Zoucas apresenta um relato de terror real enviado pelo sobrinho da ex-moradora de uma casa assombrada em Coelho da Rocha. Fenômenos poltergeist como móveis que se movem sozinhos, batidas rítmicas vindas de um armário amaldiçoado e a aparição de um espírito no espelho dominam este episódio. Uma história de assombração pesada no podcast Relatos do Além, repleta de atividades paranormais, vultos negros e experiências sobrenaturais reais contadas por quem viveu o horror de perto.

Participantes neste episódio2
C

Cris Zoucas

Host
A

Anônimo

Convidado
Assuntos8
  • Vulto Negro Saindo do Armário· SociedadeAbertura da porta do armário·Sacudida pelos ombros·Terra na cama·Serração de madeira
  • Casa assombrada em Coelho da Rocha· SociedadeHistória do antigo dono·Fenômenos poltergeist·Aparição no espelho·Móveis que se movem·Batidas no armário
  • Aparição no Espelho do Banheiro· EntretenimentoMaterialização de figura·Jaqueta jeans e barba·Garrafa jogada no espelho·Identificação do espírito
  • Batidas no armário divisor de quartos· EntretenimentoArmário de alta qualidade·Batidas rítmicas·Investigação das batidas
  • Objetos no Telhado· SociedadeBrinquedos caros·Utensílios da cozinha·Livros da estante
  • Livros caindo da estanteEstante repleta de livros·Salto dos livros·Crise com o esposo
  • Mudança e Suicídio em Localidade· SociedadeDesistência do negócio·Nova família na residência·Segundo suicídio na área
  • Visão de mulher com roupa listradaDesaparecimento misterioso·Presença em festa de fim de ano
Transcrição19 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro

— Anúncios inseridos dinamicamente —

?Voz B

Venmo Stash bundle terms and exclusions apply. See terms at venmo.me/stashterms. Venmo Checkout not available at all merchants. Vem o Mastercard, é emitido pela Bancor Bank NA.

?Voz A

Entrou com uma garrafa nas mãos e ela começou a visualizar no espelho feminino uma pessoa se materializando. Ela até relata que identificou ali uma jaqueta, algo que se usava bastante na época, uma jaqueta jeans. E logo em sequência—

?Voz C

atenção, este podcast pode conter representações de cenas que algumas pessoas podem achar perturbadoras e alarmantes. Os conteúdos aqui representados são responsabilidade de seus próprios autores. Para uma melhor experiência, os fones de ouvido são aconselháveis.

?Voz A

Olá, Zuca! Olá, amigos do Relatos do Além! Entrando em contato uma vez mais para deixar um relato aí de forma anônima, até mesmo porque além de me envolver, envolve familiares. Então assim, não gostaria de expô-los. Caso alguém venha escutar esse relato em específico. E esse relato, ele ocorreu com a minha tia. Na verdade, ocorreu com minha tia, e como são outros relatos atrelados com outras pessoas, e me incluo nessas ocorrências também.

Minha tia, ela recém-divorciada, aí na intenção de trazer ali os filhos dela mais para perto do convívio. Ela, junto com um novo parceiro dela, ela alugou uma residência em Coelho da Rocha na intenção também de empreender. Então, nesse espaço que ela alugou, na parte da frente que dava direto ali para o calçadão, era um espaço comercial que ela montou um restaurante bar. Tinha um quintal bem amplo que a gente brincava bastante.

E nos fundos uma casa. E o que chegou para gente é de que antes de se converter em bar restaurante, que foi o que minha tia e o parceiro dela fizeram ali, era uma loja de móveis na parte da frente. No quintal funcionava uma como se fosse um depósito, e na casa dos fundos é onde o proprietário confeccionava móveis ali com uma boa qualidade. A gente constatou essa questão da qualidade porque quando minha tia chegou no imóvel, lá tinha um guarda-roupa que ficou.

E esse guarda-roupa, ele até envolve alguns dos relatos ocorridos aqui que eu vou deixar para vocês. Então ficou aquele guarda-roupa ali. Esse proprietário, em uma crise, isso contaram para gente, em uma crise, ele em crise com a família, em crise com comércio. Ele se trancou no quarto dos fundos, travou a porta com os armários ali para ninguém incomodar. Ele acabou tirando a vida naquela casa, o que já deixava alguma carga para a gente ali de, nossa, essa casa tem uma história e tudo mais.

E realmente, tão logo a gente começou a frequentar a casa da minha tia, ela, os filhos dela, o parceiro dela e a gente começou a presenciar coisas estranhas. Primeira que eu deixo para vocês é que quando a gente chegava na casa, a gente entrava pelo bar, passava pelo quintal, e a primeira coisa que a gente notava eram brinquedos do meu primo que ficavam no telhado. E brinquedos caros, né? Naquele processo de separação, o meu tio e a minha tia apareceu, queriam agradar ele com brinquedos, né?

E ele passou por uma crise realmente muito drástica ali. E os brinquedos ali da estrela da Mattel, aqueles brinquedos que passavam na televisão, né? A gente chegava no quintal e via aqueles brinquedos todos no telhado. A gente perguntava e metia, ia direto brigar com ele, né? Poxa, por que você tá jogando os brinquedos lá em cima? Já tô cansada disso. E meu primo esperava ela falar e falava com a gente: olha, não fui eu, eu já falei com minha mãe, não fui eu.

Eu acho que alguém tá pegando, uma criança tá entrando na casa Tá pegando os meus brinquedos e tá jogando lá em cima. E a gente começou a observar o quê? Roupas aparecendo lá em cima também, utensílios da cozinha, livros da estante. E a gente acabou silenciando aquilo, né? Então logo acontecia, a minha tia ou o parceiro dela iam lá e retiravam quando a gente percebia alguma coisa. Mas assim, uma coisa super estranha. Mas a gente começou a conviver aquilo como se fosse algum dos meus primos fazendo alguma bagunça para colocar na conta do meu primo mais novo, né?

E ok, quando o bar começou a operar, em uma oportunidade, minha tia, ela até fala que tava um pouco alcoolizada, ela entrou no banheiro para fazer uso do banheiro ali durante o intervalo dos afazeres ali da gestão do bar. E ela entrou com uma garrafa nas mãos e ela começou a visualizar no espelho feminino uma pessoa se materializando. Ela até relata que identificou ali uma jaqueta, algo que se usava bastante na época, uma jaqueta jeans.

E logo em sequência ela observou que começou a aparecer uma barba, alguma coisa. E o que que ela fez? Ela pegou uma garrafa e jogou no espelho do banheiro. Ela se surpreendeu que o espelho não quebrou e ela saiu dali correndo e falou, poxa, eu tô alcoolizada, isso foi coisa da minha imaginação. Mas realmente, uma garrafada no espelho do banheiro, o espelho não quebrar, era algo que era muito estranho. E no dia seguinte, nos dias seguintes, melhor dizendo, né, Alguns funcionários relataram que quem se materializou ali foi a pessoa que tinha tirado a própria vida na casa.

Um dos funcionários da limpeza conhecia a pessoa de vista e falou, ah, quem tá aparecendo é o fulano. E outra coisa ali que empurraram para baixo do tapete, deixaram quieto, porque fizeram um investimento em locação, móveis, todo o aparato para o bar funcionar, e eles estavam muito preocupados com isso. Já entenderam que a casa não era normal, mas eles não queriam abrir mão daquilo e ficavam realmente empurrando para baixo do tapete, né?

Em uma outra situação, meti a conta que ela geralmente dormia na sala para ficar vendo televisão com o esposo dela na época, né? E metia, tinha uma estante que era repleta de livros, enciclopédias, biografias. Ela gostava muito de livro, gosta até hoje, né? E vendo televisão, os livros simplesmente saltavam das prateleiras para cima deles, né? E isso deixou ela bem assim aterrorizada, incomodada, a ponto de ela ter uma crise com o esposo, que queria sair da casa, não queria mais, não aguentava mais aquilo.

Até que começou a passar para gente esses ocorridos. Eu lembro que uma oportunidade, eu sempre fui muito sensível com relação a ver e ouvir, senti assim algumas coisas que geravam estranheza. E eu lembro que, se não me engano, era véspera de Natal ou Ano Novo. Eu acho que era Ano Novo. E a casa da minha tia tava cheia. A gente ia passar o final de semana lá, de passagem de Ano Novo lá, final de ano, melhor dizendo. E a casa cheia, minha mãe, meus tios, meus primos, aquela festa, né?

E gente indo, gente voltando, mas todas as pessoas ali do nosso convívio. E eu lembro que em uma oportunidade eu vi uma mulher com uma roupa listrada. Eu lembro perfeitamente da roupa dessa mulher. E ela passou pelo corredor, olhou para dentro da sala, não olhou ninguém específico, ela olhou para aquele burburinho, né, e saiu em direção ao quintal. Como eu estranhei aquela pessoa passando por ali, eu olhei pela janela esperando que fosse ver aquela pessoa ali e não vi.

Essa pessoa não saiu. Mas essa pessoa desapareceu. Eu lembro que eu fui na sala, olhei em volta, aquele burburinho de gente. Eu estranhei aquilo, mas falei, olha, só pode ser alguém que entrou aqui e saiu por algum motivo. Eu achei estranho, mas decidi não falar nada, fiquei na minha, fiquei quieto. É nessa casa, a separação dos quartos das meninas e dos meninos, ela era feita por um armário. Por que para um armário? Porque o portal entre os cômodos, ele não tinha porta, não tinha caixanete, não tinha porta, não tinha nada.

Então minha tia pegou um armário de altíssima qualidade que havia sido feito pelo proprietário que tinha tirado a vida, e ela encostou esse armário no portal. Os fundos do armário, eles ficavam valendo ali de uma divisão. O quarto das meninas não tinha qualquer contato com o quarto dos meninos por conta desse armário. E a gente sempre se reunia no quarto dos meninos ali, dos meus primos, e ficava aquele burburinho, né, os meninos e meninas reunidos, todo mundo junto lendo gibi, gibi da Turma da Mônica, da Disney, comentando, colando as figurinhas de álbuns, né, álbuns variados.

E eu lembro que na parte da tarde era muito comum esse parceiro da minha tia na época, né, ficar descansando na sala porque à noite ele teria que trabalhar. E ele, muito gente boa, ele falava: criança, pode brincar à vontade, só toma cuidado com barulho que eu quero dormir. E a gente respeitava, é claro, né? E eu lembro que a gente brincando nesse quarto, a gente escutou alguém batendo no armário 3 vezes, como se fosse realmente batendo numa porta, como se fosse um tum tum tum.

E a gente estranhou aquilo, foi até o quarto, não tinha ninguém no quarto das meninas. Voltamos quase que de imediato tum tum tum. Colocamos alguém de vigia no quarto, batida zero, não acontecia nada. A gente passava pelo corredor, essa pessoa já estava dormindo na sala, né, à tarde. A gente passava em silêncio para não incomodar. A gente falava, olha, ele tá fingindo que tá dormindo, ele vai lá no armário e fica brincando com a gente quando não tem ninguém no quarto.

Ó, vamos ficar na janela da sala e alguém fica lá no quarto dos meninos. Quando bater, a gente já sabe que foi ele. Tipo assim, pegando uma armadilha para pegar ele no trajeto, né? Pois ele continuava dormindo, as batidas aconteciam quando o quarto das meninas estava vazio, e o pessoal que tava no quarto lá esperando, eles vinham até a sala com os olhos arregalados, falava: olha, não tem ninguém lá e ele tá deitado aqui. E a gente ficava realmente assim sem reação.

A gente acordava, ele falava do relato, e ele já sabendo que aquela casa tinha coisas estranhas, ele falava: olha, fiquem tranquilos porque tá acontecendo e a gente não sabe o que que é, mas vamos deixando isso para lá. Em determinado dia, uma prima mais velha dormindo no quarto com as duas irmãs dela, no quarto das meninas, ela disse que tava ali sonolenta, ainda não dormindo. Ela viu a porta do armário se abrir e sair uma pessoa de dentro do armário.

Era como se fosse realmente um vulto negro. E essa pessoa foi caminhando até a cama dela e sacudiu ela pelos ombros. E ela acordou gritando, berrando. E as pessoas foram até o quarto ver o que que era. Realmente, até fico bem arrepiado quando conto isso. Minha prima contou e metia naquela neura de: olha, se acalma, se acalma, se acalma. Quando ela viu Tinha terra na cama dessa minha prima, realmente uma terra marrom ali, como se fosse alguém que tivesse se acomodado e sacudido ela ali.

Quando ela foi ver, aquela terra tava muito fina e não era terra, era como se fosse serração, aquelas que quando a gente faz o corte ou trabalha com madeira, aquilo vira tipo um pó. E a cama dela tava cheia disso. E eu lembro que a época, para minha tia, foi a gota d'água. Ela realmente falou que não dava mais. Eles continuaram por algum tempo tocando os negócios ali, as coisas continuaram acontecendo na casa. Inclusive, não era raro a gente tá lá no quintal brincando com a casa já fechada e a gente escutar a porta batendo, janela abrindo, e A gente falava que era uma casa assombrada, a gente não ia mais para aquele ponto, né?

Até o dia que realmente não deu para ter aquela continuidade, minha tia e o parceiro dela decidiram abrir mão daquilo. E o que é interessante, outra família foi residir na localidade, também montaram um negócio, não me recordo do quê, mas durante uma crise, um camarada que tinha um negócio ali, ele simplesmente subiu na laje e se jogou lá de cima, tirando a própria vida mais uma vez. Então a gente tem essa percepção de que aquilo que tava ali realmente queria ocasionar mais dano.

Então assim, eventualmente alguma coisa ficou retida ali. Não sei se a pessoa que tirou a vida na casa, mas tinha Mais coisas ruins ali acontecendo que a gente nem imagina o que o que aconteceria se metia continuasse por ali, né? Então é isso aí, pessoal. Espero que vocês tenham gostado e depois entre em contato para deixar mais relatos por aí. Um grande abraço.

— Anúncios inseridos dinamicamente —

?Voz C

Rapaz, caramba, é isso aí, isso aí, cara. Essa casa foi construída em cima de um cemitério indígena, né? O negócio meio, sei lá, parece aquelas histórias tipo terror MTV, sabe? Essas coisas assim. História de terror mesmo, mesmo, a casa realmente assombrada por uma alma perdida, né, uma alma que tá ali gritando por socorro, né. Isso aí eu já teria mandado benzer essa casa, mandado todas as religiões lá dentro para fazer a limpeza espiritual, tudo, né.

Mas eu fico pensando assim na energia que é necessária para você como espírito, né, conseguir pegar um objeto e jogar em cima do telhado, né? Como é que essas coisas acontecem, né? Será que o objeto ele realmente voa, ou será que ele é tipo teletransportado? Ele só aparece lá em cima da— a gente tem várias histórias, por exemplo, de pedras que caem em telhado, né? Mas é realmente assim, ele parece que se materializa, a pedra se materializa em cima do telhado, às vezes dentro, né?

Tem aquele caso da pedra que aparecia dentro da casa, ela caía do teto até o chão. Então assim, tem coisas realmente que fogem de qualquer explicação científica, né? É sobrenatural mesmo. Então muito obrigado, Anônimo. E cara, tem que mandar benzê essa casa para ontem, porque assim, 2, né? Não bastasse um, depois o cara, depois o cara que comprou a casa também tirou a própria vida. Então assim, é muito sinistro. Muito sinistro mesmo.

E se você quiser mandar um relato que nem o anônimo mandou, é só você clicar no link que tá aqui na descrição, lá no meu WhatsApp, falar comigo. Mas basicamente de 10 a 15 minutos é o tempo médio, não passa de 15 nem menos que 10, senão fica muito curto. Você pode contar várias histórias nesse tempo, o importante é gravar um áudio só contando tudo, tá? Tudo bem se quiser mandar uma outra história depois, mais 10 minutos, tranquilo, não tem problema.

Agora Eu também peço para você não roteirizar, não escreve nada, fala, lembra de cabeça, tá? Você pode contar a história de outra pessoa, não tem problema, que nem o anônimo fez. E é importante também gravar de um lugar sem muito barulho para ajudar a gente. Às vezes acontece isso aí, vocês viram uns barulhinhos? Acontece, é coisa de WhatsApp, né? E às vezes tenta fazer uma compressão ali bizarra, e enfim, não fica perfeito, mas acontece.

Não, pelo menos não acontece toda hora, né? E é isso. Se você quiser também apoiar o podcast, você pode também através do link que é o www.apoia.se/relatosdoalemtudojunto, sem acento. Estamos chegando na metade da nossa meta para conseguir mudar este, criar um quadro novo, né? Não mudar, mas criar um novo quadro aqui para receber ligações ao vivo. Quero muito isso, muito, muito mesmo. A gente se vê na próxima. E se tocar o telefone, não tenha medo, O além pode estar esperando do outro lado da— Hello!

— Anúncios inseridos dinamicamente —