ELES ESCOLHERAM A MINHA FAMÍLIA: O Caso de Abdução (Relato REAL de Abdução)
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Neste episódio de Cris Zoucas • Relatos do Além, exploramos um impressionante relato de abdução real em Suzano, onde uma jovem descreve com detalhes o interior de uma nave espacial, o contato com seres nórdicos e uma visão profética sobre o futuro da Terra, conectando este caso ufológico a um mistério familiar que envolve o sumiço de projetos tecnológicos e a visita dos enigmáticos Homens de Preto (MIB). Se você busca conteúdo sobre ufologia, avistamentos de OVNIs, vida extraterrestre e histórias de terror sobrenatural baseadas em fatos, este vídeo revela como uma linhagem familiar pode estar sob vigilância alienígena há décadas, mergulhando fundo no mistério das abduções alienígenas e fenômenos inexplicáveis.
- Mistério Familiar e Ufologia· SociedadeAvistamento de luz vermelha·Relatos de abdução na família·Homens de Preto (MIB)·Protótipo de nave espacial
- Abdução alienígena· SociedadeNave espacial branca e iluminada·Ser alto e branco·Visão profética da Terra
- Vigilancia Alienigena· SociedadeAcompanhamento familiar·Interação com luzes
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E eu via a Terra fazendo um giro 360 e parando devagar. Nisso que ela parava devagar, ela parava em cima do Oceano Pacífico. E aí batia, um asteroide caía e causava um tsunami. Eu via a água se espalhando assim naquele desenho. E aí eu virei desesperada, meu coração disparou naquela hora, eu comecei a chorar, chorar, soluçar.
Atenção, este podcast pode conter representações de cenas que algumas pessoas podem achar perturbadoras e alarmantes. Os conteúdos aqui representados são responsabilidade de seus próprios autores. Para uma melhor experiência, os fones de ouvido são aconselháveis.
Alô, olá, eu me chamo Arlen Cristina, eu tenho 20 anos, sou moradora de Suzano, São Paulo, Zona Leste, e hoje eu venho contar para vocês o que aconteceu comigo uma experiência que me marcou muito, onde eu tive contato com um alienígena. E através dessa experiência, hoje eu entrei para o mundo da ufologia, porque foi algo que me marcou muito. E eu vou contar para vocês. Era um dia normal como qualquer outro, fiz minhas tarefas diárias, estava vivendo minha vida.
E aí chegou a noite e eu fui dormir. E aí que começou a minha experiência. Eu comecei a sonhar que eu estava dentro de uma nave muito branca e iluminada. Era lindo, lindo mesmo. Eu via um painel de controle abaixo de uma janela. Esse painel, ele tinha vários botões coloridos. E acima desse painel, nessa janela, era meio janela e meio tela touch. Então eu via uns desenhos tecnológicos holográficos, né, aquela coisa futurista. E eu via pela janela a Terra, a Terra girando no sentido horário com as luzes de cidade ligada, que encaixa muito na vida real, que foi nesses detalhes que eu me atentei para saber se minha experiência foi real ou não.
A Terra girando sentido horário, as luzes de cidade, porque tava de noite. Então já isso tudo encaixa. E eu observando tudo aquilo, a nave, eu via que ela era arredondada. Não sei se ela era disco, eu tenho a impressão que era, pela forma que ela fazia uma curva. Mas eu só via metade dela. Eu não sei como fui parar lá dentro, eu não sei como eu cheguei até aquela parte. Não, não lembro de nada, só sei que eu tava lá, só lembro a partir daí.
E do meu lado tinha um ser alto, muito alto, porque eu tenho 1,66 e a minha cabeça dava no ombro dele. Então ele tinha de 2 metros a mais. Ele tinha uma pele branca, muito branca, ele usava um macacão Branco tecnológico justo ao corpo, tecnológico futurista, na verdade, né?
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O porquê, ou se eu tive a memória apagada, eu não sei. Mas aquele ser tava do meu lado, isso eu tenho certeza. E esse ser, ele me entregou algo que parecia um tablet. Eu falo algo como se fosse um tablet porque eu não sei se para eles é algo muito mais avançado do que um tablet, né? Então vou dizer o que eu via, que era um tablet, tablet preto. E eu via o desenho da Terra como se fosse o Google Maps, que tem aquele desenho da Terra.
E ele me mandava tocar na tela, ele dizia, toque na tela. Nisso eu tocava e eu via a Terra fazendo um giro 360 e parando devagar. Nisso que ela parava devagar, ela parava em cima do Oceano Pacífico, e aí batia um asteroide caía e causava um tsunami. Eu via a água se espalhando assim naquele desenho. E aí eu virei desesperada, meu coração disparou naquela hora, eu comecei a chorar, chorar, soluçar. Eu virei para esse ser e falei, mas não tem como a gente fazer nada, não tem como salvar essas pessoas.
Eu começava a entrar em desespero, eu começava a falar muita coisa dentro daquele desespero, meu coração disparado. E nisso eu lembro que eu me virava para ele, e nisso Eu voltei, eu tava na minha cama de novo, só que eu não voltei de uma forma normal. Eu não acordei me espreguiçando, tipo, ai, que sono que eu tive. Não, não, eu levantei como em cena de filme. Eu levantei com o coração disparado, eu levantei correndo e eu acordei soluçando de chorar.
Então o que parece é que eu voltei muito repentinamente, porque minhas emoções ainda estavam ali à flor da pele. E aí Eu vi, eu toquei no meu rosto, meu rosto tava cheio de lágrima, eu tava chorando. Eu voltei meio que soluçando assim de chorar e eu parei naquele momento ali meio que em choque, sem entender o que tinha acontecido. Mas naquele momento eu não entendi a experiência que eu tive. Eu achei que foi um sonho qualquer, eu achei que foi qualquer coisa.
Eu falei, ah, vou ignorar, foi um sonho, né, aleatório. E deixei passar. Só que os tempos passaram, eu me mudei de casa em 2024, e aí eu tive um avistamento de uma luz vermelha. Essa luz, ela ficou subindo bem devagar e parecia que ela via que a gente tava observando ela. Tava eu e os meus pais. Essa luz parava, vinha nas direções, aí depois foi embora. E aí Através dessa experiência, eu comecei a entrar de novo no mundo da ufologia, porque eu sempre gostei.
Meu pai sempre relatou as experiências que ele teve, né, de avistamento. E aí eu falei, eu vou procurar mais, né, eu vi essa luz aí, deixa eu entrar no mundo da ufologia de novo, né. Comecei a assistir a History. Nisso que eu tava assistindo a History, passou um episódio, uma pessoa relatando que tinha visto um ser alto, loiro, com um macacão justo ao corpo, de cor branca, e a pele dele era muito branca. Na hora eu paralisei ali assistindo, eu falei: como assim?
Viram o mesmo que eu? Só que eu falei: será que isso é coincidência? Aí foi relatando como era, e aquilo foi me trazendo a memória, como se fosse não mais como um flash de memória, mas aquilo veio à tona. Tudo de uma vez só. Naquela hora, o meu braço começou a arrepiar, eu comecei a lembrar do que tinha acontecido, começou a vir a minha memória tudo que tinha acontecido. E aí já era noite, eu fui dormir. E quando foi no dia seguinte, eu fui contar para os meus pais isso.
Eu falei para eles, olha, eu vi a pessoa falando isso, isso e isso. E aí eu também depois Pesquisei, vi outros relatos iguais ao meu. E aí eu falei para eles, olha, eu vi isso, isso e isso, aconteceu isso em 2021. Eu comecei a contar. E aí o meu pai me contou que o meu avô em 86 teve uma experiência igual e foi com um ser alto, loiro e de roupa branca. E aí que entra a minha história que envolve a minha família, na verdade, entre a minha família, que envolve na minha história, que eu acredito que seja uma raça alienígena que acompanha a nossa família já de muito tempo.
Porque isso aconteceu em 86, 1986, o meu pai só tinha 10 anos de idade. Então olha quantos anos já isso, e A experiência do meu avô, quem conta foi o meu pai. Meu pai viu tudo. O meu avô, ele não fala por nada sobre essa experiência, ele não se abre, ele nega, mesmo meu pai tendo visto, mesmo tendo testemunha. Eu acredito que ele tem sofrido algum tipo de ameaça, e vocês vão entender o porquê que eu falo isso. Quando o meu pai tava me contando, ele disse que o meu avô relatava que ele sonhou com uma cidade futurista muito tecnológica e que via vários seres altos, loiros, de roupa branca, e que até o pelo do braço deles parecia de bebê, bem loirinho, sabe?
E é um desses seres que mostrava inclusive a cidade, ensinou ele a fazer uma nave. E meu pai disse que ele viu as folhas, inclusive, né, do protótipo. Ele disse que eram dois discos sobrepostos que eram ligados a uma engrenagem que tinha como se fosse portas, e cada um girava para um lado, um sentido horário e outro anti-horário. Entre os discos tinha um disco reto e tinha algo que falava sobre eletromagnetismo. Meu pai disse que viu isso.
E aí a primeira parte ali do protótipo, meu pai disse que demorou alguns dias para ele concluir, fora as outras partes. Eram 6 folhas de papel vegetal. E detalhe, O meu avô, ele trabalhava na época com coisa de eletrônica. Ele era técnico em eletrônica e também ele era desenhista civil. Então, por isso que tinha as folhas vegetais, né? E ele fez esse protótipo e ele guardou atrás do guarda-roupa. Só que o detalhe é que ele não tinha esse costume.
De guardar as coisas atrás do guarda-roupa. Por algum motivo ele queria esconder aquilo, proteger aquele protótipo. E ele saiu um dia e ficou o meu pai, seus irmãos e a minha avó em casa enquanto ele saiu. Nisso apareceram dois homens de terno. Esses homens Eles começaram a fazer perguntas para minha avó, e um deles ficava olhando para dentro da casa toda hora. E eles sem entender por que que esse homem tá olhando dentro da casa.
E o outro meio que se disfarçando ali com ela, o outro olhava para dentro da casa toda hora, ficava olhando e parava, ficava olhando e parava. E aí, em um dos momentos, esse homem fixou o olhar E aí o homem que estava conversando com a minha avó agradeceu e eles foram embora. E aí quando o meu avô chegou, foi procurar pelo protótipo, tinha sumido. Ninguém tinha entrado na casa, ainda tava lá quando ele tinha saído. Ninguém tinha entrado, ninguém tinha roubado, simplesmente sumiu.
Alguém pegou e foi justamente depois da aparição desses dois homens de terno. E desde o sumiço do protótipo, meu avô nunca mais falou nada sobre. Ele parou ali com o assunto, como se tivesse sofrido alguma ameaça para ele não falar sobre isso. Mesmo que eu tenha tentado falar com ele, ele não quis falar, ele negou inclusive, mesmo tendo minha avó e meu pai como testemunha de tudo isso. A minha avó, eu não consegui um relato dela, ouvir o lado dela, porque Eu descobri essa história em 2024, mas ela faleceu em 2023, então eu não sabia até então.
Mas a família tem relatos já de experiências. O meu tio também, irmão do meu pai, teve experiências em 1998, 2000 e 2022. Então não foi só comigo, não foi só com meu avô. Meu pai também relata ter tido sonhos estranhos meses antes de eu ter experiência. Em 2021, uma luz vermelha seguiu os meus pais. Eles andavam, a luz andava. Eles paravam, a luz parava. E foi embora. E mesmo que eu quisesse sair dessa área da ufologia, não conseguiria, porque eu me sinto perseguida por essas luzes.
Porque eu penso nelas, elas aparecem, elas interagem comigo. Então, mesmo se eu quisesse, eu não conseguiria. Parece então que realmente acompanham a família. E bom, essa é a minha experiência, minha história, experiência que me marcou muito. E inclusive, se eu fechar os meus olhos e começar a relembrar de tudo, eu consigo sentir a emoção daquele momento, porque foi algo que me marcou muito e foi muito forte para mim. E essa experiência só me fez ter mais certeza ainda de que nós não estamos sozinhos, Nesse universo.
É isso, nós não estamos sozinhos no universo. Eu não sei nem, eu acho que ela pediu para deixar ela como anônima, não tenho certeza. Vocês perceberam a voz? A voz ali claramente alterada com inteligência artificial, né? Por que que ela fez isso? Não sei, não sei se para tentar disfarçar alguma coisa, não sei. E no começo até achei que fosse tipo literalmente ela escreveu e mandou a IA falar por ela, mas acho que no caso era a voz dela mesmo, só que melhorada, aperfeiçoada, limpa, né, sem ruído.
Tem até aplicativo que faz isso, mas soa muito artificial. Então a coisa assim, falando, mas de qualquer forma, história incrível, né, da anônima. Eu vou chamar de anônima porque eu tô sentindo que ela não queria. Eu até botei o nome dela aqui, mas na dúvida prefiro falar anônima. Seria muito legal ter uma prova disso tudo que ela falou, né? Ela falou que consegue pensar nas luzes e as luzes aparecem. Ter qualquer registro disso seria uma prova de que toda essa história é real, né?
Porque é incrível, cara. A história vira, né, poderia ser uma dessas histórias de ufologia que a gente conhece, né? Ela parece muito com Travis Walton, né, que ela falou que ela viu lá no History Channel, da história do cara que viu, encontrou com seres loiros e tal, os nórdicos, né? Parece muito ser história dos Travis, mas ela gosta tanto de ufologia, ela não conhece, nunca ouviu falar nos nórdicos. É um pouco estranho isso.
E o lance todo do MIB também, né, que é porque ufologia é muito louca assim. Parece um pouco como se eles fizessem, eles que eu digo, os seres lá, né, fizessem algumas coisas de maneira proposital para quando você falar sobre isso, igual maluco, sabe? Tipo, não sei se vocês viram aí no caso Epson, que os quartos onde ele fazia as coisas mais bizarras eram quartos que não tinha nada a ver com nada assim, sabe? Tipo uma pintura de um cenário de nuvem, mas ao mesmo tempo a mesa era rosa, a cortina era verde e tinham bolas penduradas no teto.
E é quando a pessoa que sofreu o que ela sofreu ia falar para polícia como era o quarto, os policiais falaram assim, cara, que parada é essa? Não existe isso, você tá inventando. Que não fazia muito sentido. Então parece um pouco para mim uma coisa assim, sabe? Eles fazem de uma maneira proposital para quando você falar sobre a sua abdução soar como uma coisa falsa, né? É espada de facinho, vou te ensinar a fazer um disco voador, sabe?
Quem tipo é quase como se fosse um negócio de sonho mesmo, né? Aquelas coisas malucas acontece sonho que não faz sentido. Né, agora existe realmente a abdução de leito, né, as visitas de leito, que a criatura aparece no teu quarto, te abduz, o que às vezes sobra só são só uma espécie de memória parecida com sonho. Isso acontece, né, desde os anos, final dos anos 70, 80, foi quando começou essas abduções dentro de casa. Até então não existia assim.
E esses seres nórdicos, né, também começaram a aparecer por aí, anos 70, né, com aquele carinha lá, o nome dele, cara, esqueci o nome do coroa, George Adamski. George Adamski foi o primeiro a relatar, né, a visita de um ser nórdico desse tipo aí, louro branco, com macacão inteiriço, né. E uma coisa também, mais um detalhe, né, uma curiosidade que a gente, que eu, que tem uma teoria que pode até ser plausível, que fala que todos eles, extraterrestres, não têm muitos sentimentos, não parecem sorrir nem ficar triste nem ficar zangados.
E principalmente os Greys, né? Mas ninguém sabe se os Greys e os nórdicos trabalham juntos. Tem essa, alguns dizem que são inimigos, alguns dizem que trabalham juntos, diz alguns dizem que os Greys trabalham para os nórdicos e vice-versa. Não existe uma, não tem um acordo sobre isso, mas é fato que parece muito que durante a abdução é colocado alguma coisa, algumas coisas ali para o abduzido sentir alguma sensação, sabe? Tipo, que seja medo, que seja felicidade, seja pavor, sei lá, vislumbre, qualquer coisa.
E tanto que na hora que ela pega a tablet e toca lá, e parece que ela gerou um maremoto, um terremoto, né, um tsunami, que segundo ela, e ela ficou assustada com aquilo. Então talvez seja isso que eles, ó, até piscou, tu viu? Piscou a luz. Talvez seja isso que eles queiram, sabe? Só foi falar dos caras, os caras começam a dar Stranger Things aqui em casa. E então assim, parece muito que eles querem, de certa forma— Ih, rapaz, calma aí, calma aí, fica aí.
De certa forma, eles querem criar alguma sensação em você, algum sentimento. Será que eles estudam isso? Será que eles precisam disso para sobreviver? Será que eles não têm sentimentos?
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É melhor parar por aqui. Gente, não sei o que estão fazendo isso não. Realmente a luz está piscando. Enfim, galera, se vocês querem que a gente continue falando desses assuntos, ouvir mais relatos sobrenaturais, de ufologia ou de fantasma, o que quer que seja, eu preciso demais do seu apoio. E você pode apoiar através desse link aqui, que é o www.apoia.se/relatosdoalem, tudo junto e sem acento. Lá você vai poder entrar no nosso grupo, que é bom lembrar, né, não apoie por conta do grupo, apoie o podcast.
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Planos é o que mais tem, né? Mas eu preciso da sua ajuda demais para fazer esse podcast, que é um podcast comunitário, né? E um acervo vivo de histórias sobrenaturais e ufológicas e folclóricas e tudo mais, tá? Conto com a sua ajuda, beleza? A gente se vê semana que vem. E se tocar o telefone, não tenha medo, o além pode estar esperando do outro lado da linha. Acho de elegante que eu seja abduzido aqui.
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