Episódios de Cris Zoucas • Relatos do Além • História Real de Terror Sobrenatural

"EU VI UM VULTO PELO OLHO MÁGICO" (História REAL de assombração)

11 de agosto de 202614min
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Cris Zoucas ouve a história de terror sobrenatural da Júlia, que viveu experiências assustadoras ao lado da prima. Pés vistos pela fresta de uma porta sem ninguém do outro lado, móveis arrastando em apartamentos vazios e a aparição de uma figura esguia e desproporcional.Um relato sobrenatural real no podcast Relatos do Além, com histórias de terror reais, assombrações, fantasmas, experiências paranormais e casos sobrenaturais contados por quem viveu.

Participantes neste episódio2
C

Cris Zoucas

Host
J

Júlia

Convidado
Assuntos5
  • Figuras anômalas· SociedadeQuadrado de luz na parede·Sombra com proporções erradas·Duas figuras esguias
  • Relatos de Assombração· SociedadePés vistos pelo olho mágico·Móveis arrastando em apartamento·Figura esguia e desproporcional
  • Aparição de Vulto no Corredor· SociedadeLuz por sensor no corredor·Sombra de pés pela fresta da porta·Espelho caindo
  • Infância e Memória Familiar· SociedadeConexão com o sobrenatural·Ensinamentos sobre energia·Lobisomem·Saci
  • Batidas na Parede· EntretenimentoBatidas de três vezes·Referência a zombar do Espírito Santo
Transcrição21 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro

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JJúlia

Ela olhou e disse, Júlia, não tem nada, não tem ninguém aqui. E eu fui olhar e realmente, pelo olho mágico, não tinha ninguém. Mas se olhasse para baixo, a sombra dos pés tava bem ali. E aí a gente desistiu de ver o filme, desligou.

CZCris Zoucas

Atenção, este podcast pode conter representações de cenas que algumas pessoas podem achar perturbadoras e alarmantes. Os conteúdos aqui representados são responsabilidade dos seus próprios autores. Para uma melhor experiência, os fones de ouvido são aconselháveis. Não diga alô, diga além.

JJúlia

Oi, loucas! Oi, pessoal do podcast! Meu nome é Júlia.

?Voz E

Olá, Júlia!

JJúlia

E o que eu vou contar agora não é exatamente um relato, são padrões que aconteciam comigo, com a minha prima, quando a gente era mais novo, né? Então, para contexto, na minha família tem muita história de conexão com sobrenatural. Tem lobisomem, saci, interação com espíritos no geral. E então eu sempre fui ensinada em casa pela minha mãe, principalmente, de que se eu fosse ter alguma diálogo ou interação, ou simplesmente ouvir um relato ou ver um filme que que eu rezasse para equilibrar a energia, né?

Pois bem, na época que aconteceram essas coisas eu era adolescente, então eu só lembrava de rezar depois que as coisas ruins já tinham acontecido. Mas para começar, então, eu tava ali, né, na adolescência, início. A minha prima é um pouco mais velha, mas a gente começou a assistir filme de terror meio que juntas. E aquela história, né, a gente sentiu a energia do ambiente abaixar todas as vezes. A primeira vez que a gente se reuniu para assistir, eu morava no apartamento que não tinha ninguém morando em cima nem embaixo, e colocamos o filme quando começamos a escutar a gente andando e arrastando móveis no andar de cima.

Isso é uma coisa normal, né, só que pelas repetições de coisas estranhas que vão acontecer futuramente no que eu vou contar, me faz pensar. Aí, mas dessa vez foi isso. Da próxima vez, tava eu, minha prima e a minha tia em casa, e o espelho que tava grudado no quarto da minha mãe há uns 20 anos, sei lá, caiu no meio do filme que a gente tinha colocado para assistir. Também é uma coisa normal, mas faz você pensar, né? Segunda vez que tá acontecendo uma coisa estranha, justamente.

Enfim, a terceira vez, a partir da terceira, foi quando coisas realmente estranhas mesmo começaram a aparecer. Dessa vez, dessa terceira, tava só eu e minha prima em casa. A minha mãe tinha viajado e a gente colocou o filme de noite. Geralmente a gente assistia de dia. Porque temos muito medo. E quando, só para explicar, nesse prédio que eu morava, a luz do corredor era por sensor. Então toda vez que alguém passava ali pela escada, acendia a luz.

E estávamos vendo filme, eu também não lembro qual era, quando a luz acende sem termos ouvido ninguém passar por ali, passos nem nada. Quando eu olho para baixo, aonde a luz passa pela fresta da porta, tem uma sombra de 2 pés na frente da porta. E eu sabia que aquilo não era normal porque, enfim, eu morava ali, né? Sempre eu via alguém passando de noite, a luz acendia, eu via a luz passando pela fresta e ela era contínua, não tinha uma sombra no meio.

Então não era nada que ficasse ali no corredor, né? Eu vi, chamei minha prima e foram assim 10 segundos, mas que passaram muito devagar. A gente tentando assimilar o que a gente tava vendo, que podia estar acontecendo. Nisso, a luz apagou. Continuamos a ver o filme porque a gente é besta. Passaram assim uns 15 minutos, a luz acendeu de novo, e dessa vez a minha prima tirou uma coragem de eu não sei de onde, levantou do sofá e foi olhar pelo olho mágico.

Ela olhou e disse, Júlia, Não tem nada, não tem ninguém aqui. E eu fui olhar e realmente, pelo olho mágico, não tinha ninguém. Mas se olhasse para baixo, a sombra dos pés tava bem ali. E aí a gente desistiu de ver o filme, desligou a TV, fomos para o meu quarto e dormimos juntos na minha cama de solteiro, de tanto medo que a gente tava. Rezamos também. E enfim, posteriormente a minha mãe passou pela mesma coisa. E é um relato mais pesado que ela passou, só que ela viu a mesma coisa e viu uma sombra no corredor pelo olho mágico e algumas outras coisas que aconteceram nesse dia.

Da próxima vez foi a experiência mais bizarra que eu já passei nessa terra. Eu tava na cidade que a minha prima morava na época e a gente decidiu assistir A Freira, bem que lançou no cinema. A gente assistiu, não deu em nada, ficamos conversando. Quando chegamos na casa dela, até tarde, fomos dormir. No outro dia acordamos lá pelas 10 horas. Então quando a gente acordou não tinha ninguém em casa. Meu tio, minha mãe, minha avó tinham ido no mercado comprar as coisas para fazer o almoço.

E acordei, fiquei mexendo no celular, minha prima acordou, e conversando assim abrimos a janela, né, apagamos a luz e Abrimos a janela que tava entrando sol, e bem pela janela passava uma luz que fazia um quadrado do formato da janela na parede oposta. E eu tava mexendo no celular quando eu olho para aquele quadrado de luz e vejo uma sombra nele. E não era, era como se quisesse ser humano, mas não era, como se fosse um desenho, porque tinha tudo que humano tem, mas as proporções estavam muito erradas.

Ele era bem esguio, a cabeça era bem retangular, E ele não parecia que não tinha articulação, sabe? Quando tem show de fantoche, só que não é o fantoche articulado, é como se fosse um papel só se mexendo de lado para o outro. Ele fazia isso e ele ficou assim uns 2 segundos, deu tempo de eu ver o que era, gritar minha prima e ele sumir. Tanto é que dessa vez ela nem chegou a ver. E aí eu fiquei jurando por Deus, ela acreditando em mim, né?

Porque a minha prima também ela Eu não sou aberta a essas coisas assim, pedir para não ver, mas aconteceu, né? Já ela é bem conectada, médium assim, então ela acreditou em mim. Só que como a gente é muito descontraída assim, começamos a rir e o tempo foi passando. Uns 15 minutos depois aparece a mesma coisa, e aí deu tempo de eu gritar. Minha prima, ela olhou, viu a mesma coisa que eu, só que dessa vez eram dois. E dessa vez eles ficaram por uns 5 segundos assim, foi mais.

E eu lembro nitidamente de como eles eram até hoje, e ela também. E a gente começou a gritar, dar risada de nervoso. Num susto assim, a gente fechou a janela, ligou a luz e rezou. Nisso passou pouquíssimo tempo, cerca de 20 minutos, a minha avó chegou. Né, minha avó, minha mãe, meu tio. Aí minha avó foi falar com a gente, a gente foi recriar a cena, né, para contar para ela o que tinha acontecido. A gente apagou a luz, abriu a janela, e quando abrimos a janela simplesmente não entrava nenhuma luz que fizesse um quadrado na parede oposta.

E se fosse movimento do sol, né, eu acho, pelo menos não sei, que teria alguma luz ali, não exatamente igual, mas teria alguma. E não entrava luz pela janela. E a gente ficou lá jurando de pé junto que tinha acontecido. A última vez que aconteceu alguma coisa, e se eu não me engano foi a última vez também que a gente viu filme de terror junto, foi nessa mesma cidade que ela morava, só que em outra casa. E aí nesse quarto que ela morava, a parede dava para o quintal, então não tinha mais nenhum quarto do lado, né?

E a gente decidiu ver Invocação do Mal. E era bem de noite, começamos a escutar enquanto estávamos vendo o filme, é como se fosse uma pessoa lá fora batendo na parede, batendo 3 vezes, fazia tum tum tum. Aí passava um tempo grande assim, depois batia de novo do nosso lado, como se tivesse alguém lá fora. E ficamos com muito medo dessa vez, como tava acontecendo muito frequente. A gente parou o filme e falamos, não, amanhã a gente continua de dia porque isso daqui não tá dando.

E aí dormimos, né, rezamos. E aí quando amanheceu, almoçamos, e aí de tarde decidimos ver o filme e continuar, né. E o engraçado é que nesse filme uma das meninas que mora lá na casa assombrada fala para o investigador lá paranormal, ah, a gente tá escutando batidas. E ele super preocupado pergunta, ah, Quantas foram as batidas que vocês ouviram? E elas sempre, elas falam que sempre eram 3. E ele fala: 3? Meu Deus, quer dizer que eles estão zombando do Espírito Santo?

E aí nessa hora foi uma gritaria de risada, de desespero, que era exatamente o que tinha acontecido com a gente na noite anterior, né? Então foram esses meus relatos. Eles são meio leves assim, mas é porque eu conto com muito humor, porque foi com a minha prima e a gente tem essa relação bem leve. Só que se eu parar para pensar, é bem bizarro. Queria dizer que, como todo mundo que conta relato aqui, eu também, quando conheci o podcast, maratonei todos.

Adoro demais, adoro esse formato de que as pessoas que viveram podem contar suas histórias. E é isso, tchau tchau!

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?Voz C

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CZCris Zoucas

Não vale um like? Diz para mim. O único podcast que, que, vamos lá, vamos lá, né? O único podcast que não lê historinha. Hoje vamos cantar a história de filé. Aqui a gente dá voz, irmão. Aqui o pessoal vem falar, você escuta a voz. Eu tava antes da Júlia, eu coloquei um relato que eu percebi na hora que era falso, que era mentira. Eu obviamente não coloquei aqui, senão vocês iam me desgraçar, né? Tipo, como é que você bota uma lata dessa?

Mas eu sabia, tem que estar claro, então não coloquei. Mas esse da Júlia, aliás, obrigado, Júlia, muito bom, muito bom. Porque, cara, é um tipo de medo que eu sempre tive. Morava num prédio antigo, e aliás, o prédio onde eu morava lá no Méier, saudades do Méier, tinha esse negócio do olho mágico. E aí também a luz apagava. Então às vezes eu consigo olhar pelo olho mágico e conseguir ver a luz dos outros apartamentos iluminando muito pouco.

Então ficava morrendo de medo da possibilidade, da mera possibilidade de ver alguma coisa ali. Então consigo entender o medo da Júlia, sabe? Agora, se olhar para baixo e ver a fresta iluminada da porta da frente só com os dois pezinhos assim, é sinistro, né? É um tipo de terror psicológico que eu curto, né? Eu veria esse filme aí, hein, Júlia? Veria com certeza. E aliás, esse prédio onde morava, já contei algumas histórias dele aqui, mas uma certa vez eu voltando do colégio, aliás, eu comecei a ouvir barulho de gente varrendo apartamento de cima, e eu sabia que ali no apartamento de cima morava uma senhora, né, porque prédio, a gente morava lá desde moleque, eu sabia mais ou menos quem eram as pessoas.

E aí eu perguntei assim para o rapaz da portaria, pô, vem cá, aquela senhorinha que mora num, lá no andar acima do meu, era 1400, 1501. Ela agora todo dia 3 horas da manhã ela resolve varrer. Doideira, né, cara? E eu devia ter uns tipo 13, 14 anos. E aí o rapaz da portaria olhou para mim assim, pô, cara, nem brinca não, esse apartamento tá fechado já tem uns 5 meses, a senhorinha já faleceu, cara. Eu falei, que isso? Aí daquele, aquela sensação, né, de Eu fiquei isso, cara, tá zoando ele?

Não, tô falando sério. Senhorinha já faleceu, os filhos tiveram fechar apartamento, tá aí fechado, tá para vender, eu acho. Não sei o quê. Caraca, eu escuto todo dia de noite varrendo ali. Pois é, sinistro, né? Mas mais uma vez, obrigado, Júlia, e mande mais relatos, gente. A gente precisa de relatos. Eu tô soltando 5 relatos por semana, praticamente 4, 5 relatos por semana, e não tá entrando 4, 5 relatos por semana. Então falar assim, a matemática, conta não fecha, em algum momento vai acabar.

Eu preciso que vocês me ajudem. Busquem aí, se vocês têm algum conhecido que tem uma história, vai saber. Se você pode contar por ele, lembra, é uma história da sua cidade, uma lenda, não sei, qualquer coisa, show. Manda para mim, manda aqui o WhatsApp aqui na descrição, só clicar no link, cai lá no meu WhatsApp. Você fala, Zouca, preciso mandar. Eu vou pedir para você gravar entre 15, de 10 a 15 minutos. No lugar com pouco barulho, né?

Eu sei que às vezes acontece, ser perfeitamente sem som, pode ter um barulhinho, não tem problema. E conta de uma vez só, conta do seu jeito, não escreve, pelo amor de Deus, que às vezes vai receber história aqui tipo: olá, Zoucas, eu me chamo— aí não fica legal, não fica natural. Pode gaguejar, a gente quer ouvir a verdade nua e crua. Show? Só clica e manda para mim. Qualquer dúvida eu falo com você lá no WhatsApp, tá? É isso.

Quiser apoiar a gente, entrar para o nosso grupo seleto, Grupo do Além, basta clicar neste link aqui, que é o www.apoia.se/relatosdoalem, tudo junto, sem acento. Lá vai ter muita coisa, tem muita, até, ó, tem as camisas do Além com 50% de desconto, tem a pasta secreta com vários relatos que ainda não foram para o ar. Tem essa semana, tem episódio extra lá, Central do Além. Você pode até acessar pelo Spotify se você tá no Apoia.se e Enfim, muita, muita coisa, gente.

Tem o churrascão que vai rolar, se Deus, se o Pai do céu quiser, né? E é isso, tá? A gente se vê amanhã. E se tocar o telefone, não tenha medo, o além pode estar te esperando do outro lado da linha.

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