"ELE QUASE NÃO VOLTOU DE LÁ" | Relatos do Além - Conversa com Rogério Sem Tempo
Neste episódio de Relatos do Além Cris Zoucas recebe Rogério Sem Tempo para revelar histórias reais e perturbadoras que desafiam a lógica. Rogério detalha a maldição do saci que quase destruiu a sanidade de seu avô e o processo sombrio de libertação através de uma feiticeira.
O relato avança para o campo da ufologia com detalhes sobre luzes inexplicáveis no céu e o momento em que homens de preto cercaram o carro de sua família em uma abordagem misteriosa. Este vídeo reúne relatos de terror folclore brasileiro e casos ufológicos reais narrados por quem viveu o sobrenatural na pele. Explore os segredos da quaresma as aparições na roça e o mistério dos MIB neste encontro exclusivo sobre o inexplicável.
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- A maldição de Dona IvoneAvô de Rogério Sem Tempo · Oração de arma · Feiticeira de Iguape · Confronto com o Saci
- Homens de Preto (MIB)Encontro com MIB · Professora Mônica · Caso Varginha · Noite Oficial dos OVNIs
- Ufologia e ExtraterrestresSítio do Seu Roque · Luzes inexplicáveis · Casos de abdução · Indaiatuba
- Literatura BrasileiraOrigem do Saci · Curupira · Caipora · Lendas indígenas · Influência europeia no folclore
- Horário de trabalho e vida pessoalDupla jornada de trabalho · Capitalismo e boletos · Produção de conteúdo
Meu avô fez a oração de arma Ficou de joelho lá, colocou a arma na frente lá E coloca na testa E aí aquilo deu uma clareza pra ele E ele começou a escutar Risada de criança Aí ele falou, ah, é assombração É entidade, né E aí quando ele fez isso, ele mandou aparecer E aí demorou um pouco O saci apareceu pra ele Na frente dele e tal E aí ele começou a trocar E aí
Atenção! Este podcast pode conter representações de cenas que algumas pessoas podem achar perturbadoras e alarmantes. Os conteúdos aqui representados são responsabilidade de seus próprios autores. Para uma melhor experiência, os fones de ouvido são aconselháveis.
Fala galera, tá começando mais um Relatos do Além, eu sou o Cristiano Zoucas e mais uma vez pessoal, estamos aqui canalizando uma mensagem, uma ligação do Além, quem que será que vem dessa vez, hein? Será que vem, será que nós vamos falar de ufologia hoje? Será que vamos falar de folclore, lobisomem, saci pererê? Será que vamos falar de, não sei, hein, não sei, tô achando que hoje...
Ouviu? Já tocou já, deixa eu atender então aqui. Ó, lembrando, hein, não diga alô, diga além. Alô? Além? Opa, com quem eu falo? Sou o Gério. Ô Gério, essa voz no mestre, o Gério é o quê? Sem tempo. Pô, rapaz, agora sim. O cara encontrou um tempo pra mim, não acredito. Deixa eu até botar aqui, ó.
Aí, olha ele aí. Como é que você tá, meu querido? Eu tô bem, lindo. E você? Tudo certo. Tá no rancho sem tempo? Ou tá de São Paulo? Não, estou. Para as pessoas que me acompanham, já notaram que eu não estou na minha sala de investigação igual você. Porque estou escondido em um sítio. Ah é? Tá escondido de quem, cara? O que você tá fazendo aí?
Estou escondido do trabalho, cara. A verdade é essa. Essa aí é a maior assombração de todas é o trabalho, né, cara? É, cara. O terror verdadeiro se chama boletos. Total. E essa aí é... Capitalismo. Nada se compara ao terror da vida real, né? É difícil. A minha avó falava muito, né? Tipo, eu não tenho medo de fantasma. Eu tenho medo dos vivos. É aquela frase clássica, né? E eu acho que o pior dos vivos é isso. É o boleto.
Mas, pô, fala. O meu pai também falava, cara, o que estraga a vida é pagar a conta. É isso. E aí pra pagar a conta tem que trabalhar. Exatamente. Como é que é aquela frase dessa madruga? O ruim não é o trabalho, o ruim é ter que trabalhar. É. Mas aí tá uma coisa que eu acho que você vai concordar comigo. Se o nosso trabalho fosse só isso, se não tivesse a parte de...
E se tratando do nosso mundo, nem falando dos nossos mundos corporativos, mas falando do nosso mundo de comunicação, que compartilhamos nessa dupla jornada em alguns momentos, se a gente tivesse que editar, divulgar, branding...
nossa, plataforma, blá, blá, blá, blá, blá, blá. Ia ser o mundo perfeito, entendeu? Sim. Eu falo que isso aqui, cara, tranquilamente seria um trabalho de 9h05 da noite. Tranquilo, assim, eu acordo já pensando no que eu vou postar no Instagram. Aí eu fico procurando, tipo, tema. Putz, o que está rolando? O que pode se falar? Aí eu encontro alguma coisa, começo a gravar. Só para terminar de gravar, bota aí umas duas horas.
Aí edita. Tudo bem que eu edito ali no próprio Instagram, no próprio celular. Faço uma coisa simples. Mas aí já... Quando você piscou, já tá na hora do almoço. Entendeu? É tipo isso. Aí, putz, o podcast. Eu tenho que editar o podcast. Aí começa... Aí tem que fazer a capa do podcast. Aí tem que divulgar. Tem que fazer os cortes do podcast. Então, assim, gente, o meu sonho de vida é poder trabalhar só com isso. Porque se fosse só isso, eu estaria feliz.
Agora, atender cliente, fazer o trabalho que eu faço, né? Que é a minha área de direção de arte e design. Putz, isso aí, cara, esquece. Aí, essa dupla jornada é cansativa, né? É, é puxada. É puxada. Mas é isso. Mas é isso. Você tá daí no Rancho Sem Tempo. Eu sei que você tem muitas histórias, principalmente do lugar onde você veio. Mas aí onde você tá hoje, tem história? Cara, aqui onde eu estou hoje...
que é um sítio da família da minha esposa, aqui tem histórias, a região aqui tem histórias ufológicas. Eu estou muito perto do sítio do seu rock.
Mentira, seu rock... Como é que é o sobrenome dele? Sou rock... Não lembro o sobrenome dele, é o seu rock de Itupéva. É, esse clássico é clássico. Clássico do clássico. É um senhorzinho... Ah, esqueci o nome dele, rock... Enfim, para quem não conhece, ele estava um belo dia lá na sua fazendinha, na sua chácara, quando ele viu... É um sítio, né? É um sítio, né? Eu não sei se é tão grande, mas parece ser grande, né?
É, é que assim, um sítio já é grandinho, né? Por exemplo, meu pai tem um sítio, e aí tem coisas de caipira, tá? Mas é legal a galera entender. Um sítio tem 24 mil metros, né? Que é um alqueire paulista. Sim. O alqueire mineiro é 48 mil metros. Ah, é? Tem diferença de tamanho entre... Tem, tem. O alqueire paulista é 24 mil metros e o mineiro é 48 mil metros. Uma chácara, normalmente, é até 10 mil metros. Então, tipo, passou disso, já é sítio.
E aí, para ser uma fazenda, pelo que me falaram, tem que ter pelo menos uns três alqueires. Senão é sítio. Aham. Entendeu? É. Chacra, então, geralmente é menor. Chacra é menor. Chacra é tipo mil metros, cinco mil metros, dez mil metros. Essa pegada assim, sabe? E aí, sítio é vinte e quatro mil metros. É um alqueire.
E fazenda aí já não tem limite. Fazenda é pra cima de 3, 5, dependendo do lugar. Aí é grande. Entendi. O seu rock, ele viu descendo no sítio dele um desculpador. Ele começou a ouvir os visitantes, os alienígenas, conversando entre eles.
E aí esse barulho que ele fazia, que ele falou que era tipo um barulhinho de formiga, muita coisa assim pequenininha. E aí o bizarro foi o que aconteceu depois, né? Ele viu como se fosse uma espécie de luz em cima do mundo. Um dia seguinte ele chegou lá e tava como se fosse queimado, né? Sim. Os fogos chegaram até a analisar lá o que que era, as cinzas, mas falaram que era a galera da igreja que foi fazer um... Não tem um negócio desse? Sempre isso. É, tem aquelas...
aquele pessoal que... Eu vou falar com todo respeito do mundo, tá? Tem um pessoal que sobe o morro pra... É, pra fazer uma oração e tal. Pra oração e tal. Isso até viralizou com o Marçal aí, com o Cabo da Ciolo lá. Mas eu sei que isso é uma prática de várias doutrinas, nem todas cristãs, tá? Tem algumas também diferentes, assim, que fazem esse negócio de subir o morro e fazer isso. Mas, cara, isso é sempre o que dizem, né?
É sempre tipo, ah, era pessoas, era pegadinha, era atividade militar, enfim. Mas aqui, essa região que eu estou aqui é muita história ufológica, cara. Muita história ufológica, muita história estranha. Eu lembro até hoje, Zoucas, que a primeira história que eu escutei de ufologia aqui da região aqui, que pega tipo um pedaço de Indaiatuba, que seria Itaici, Videiras, Vale das Laranjeiras, o famoso mosteiro, que é bastante...
bastante pessoas conhecem de fora, e Itupéva, né? É divisa ali. E aí se você for embora em Itupéva, você já sai de Jundiaí, de Jundiaí você já vai pra São Paulo. Mas ali, a primeira história que eu escutei, eu tinha um amigo, que ele era amigo de, tipo, amigos incomuns, e ele cortava cabelo num lugar, aí eu cortava cabelo lá também e tal, e ele abriu a barbearia dele e eu fui cortar com ele. Aí, tipo, dobrou a amizade, assim, né? Virou amigo e barbeiro, né?
E aí um dia a gente estava conversando sobre essas coisas meio malucas, eu nem tinha canal ainda, nem tinha nada, não criava conteúdo. E aí um dia a gente estava conversando, estava falando dos Paranauê assim, e aí eu contei que minha família tem um milhão de histórias malucas, de folclore, saci, Mula Sem Cabeça, Assombração. Ele falou que a dele também tinha algumas meio estranhas, de casa assombrada e tudo, mas ele falou que o imã de Coisa Maluca era o sogro dele.
E aí o sogro dele, durante muito tempo, ele trabalhou com revenda de calçado, alguma coisa assim, sabe? Era cor e calçado. E ele fazia esse trajeto de sair de Indaiatuba e ir para Itupeva, muitas vezes, porque de lá ele cortava pedágio, ele ia para Cabreúva, ia para outras cidadezinhas, ia para Itu, Jundiaí, subia e descia para aquele caminho ali. E um dia, que ele estava voltando muito tarde mesmo,
E era um dia que ele precisava voltar pra casa, porque ia ter um evento, alguma coisa assim. Uma luz seguiu ele o caminho inteiro. Caraca. E aí, tipo, isso virou notícia na região depois. Porque várias pessoas viram essa luz. E ele chegou em casa falando, meu, vocês não sabem o que aconteceu comigo. Tava passando ali a estradinha ali, a luz veio, veio, veio, vendo. E eu acelerei pra não me pegar.
Só parou de me seguir a hora que eu já entrei na retona ali pra entrar já em Deatuba. E aí o pessoal deu risada, é claro, e no outro dia tava no jornal. Será que ele teve algum negócio de lápis de tempo? Porque é muito comum, né? As pessoas às vezes não percebem. Eu... Seria legal entrevistar ele. É, eu acredito que... Não, acredito que ele viu o negócio vindo. Num primeiro momento ele achou que era caminhão, mas estava muito rápido e muito alto. E quando ele parou pra observar...
A luz vinha do céu mesmo, sabe? E aí ele meteu o pé pra sair de lá. Tem uma outra história muito, muito, muito legal, cara. Que eu contei recentemente no meu canal, inclusive. Eu trabalhei um tempo em Jundiaí. E eu morava num centro budista lá. Minha casa aqui em Dayatuba tava alugada e tal. Só que aí depois eu peguei a minha casa de volta. O inquilino saiu e tal. E aí eu vinha ficar em Dayatuba pra família, namorada e tudo.
Eu vinha de final de semana ou para resolver as coisas que eu tinha para resolver em casa. E tinha um senhor que fazia mais ou menos a mesma coisa que eu. Ele passava a semana lá em Jundiaí e final de semana ele vinha ficar com os pais aqui em Dayatuba. Só que ele já era bem senhor mesmo. E aí, uma vez a gente estava voltando, fazendo esse mesmo caminho. Ele estava comentando que ele tinha chegado a morar ali em Itupéva.
Porque a lógica era que era o meio do caminho para o trabalho e o meio do caminho para a casa dos pais. E ele gosta de pedalar, é ciclista. Então, aí ele, pô, eu vou morar em Itupé, uma cidade mais limitada no sentido de... É uma cidade menor, não tem a infraestrutura de uma cidade maior, como Jundiaí, São Paulo e tal. E nem Dayatuba. Mas eu vou morar ali porque eu estou no meio do caminho e estou perto do meu trabalho e também estou perto da minha família. E eu pedalo, né? Então, vamos pedalar aí.
E aí uma vez ele saiu pra pedalar e ele saia muito cedo, ele falou. Sai muito, muito, muito cedo. Tipo, três e meia da manhã ele tava indo pra rua já, sabe? E ele encontrava um amigo que morava no mesmo lugar que ele, ali perto do centro de Itupéva e eles iam pras estradas de Terra da Vida. E depois eles andavam um pouco e encontravam a galera já lá num café colonial, num negócio assim, de lá. E daí saiam de lá quatro, quatro e meia e pedalavam assim até, sabe, tipo...
bater sei lá eu aonde e voltar, meio dia estava voltando para casa. E um dia ele, o parceiro dele lá, que sempre fazia isso, estavam indo, e aí é comum, tem algumas estradinhas que elas são de condomínios que não eram condomínios. Então são estradas públicas que estão dentro de condomínios. Então você entra no condomínio, pega essa estrada e sai em outro lugar, entendeu? É mais ou menos, é um pouco comum na região, algumas estradas assim.
E eles pegaram uma dessas estradinhas, dentro de um condomínio, uma estradinha de terra. No meio do caminho tinha um carrinho lá parado, como ele falou, um poisezinho velho assim. Eles acharam que poderia ser, né? Tipo, a primeira coisa que veio na cabeça é, pô, pode ser bandido, vamos ficar esperto. Aí depois, pô, não, pode ser casal de namorado.
molecada do condomínio, vem namorar aqui, sei lá, vem ver estrela e tal. E eles desceram da bicicleta pra ir mais de canto, pra tentar olhar, até que o tiozinho que tava no carro desceu e acenou com a mão pra eles assim. E eles viram que era um senhor, aparentemente de boa. Chegaram ali com toda... Com toda... Respeito, com aquela cautela. E aí o senhor falou pra eles, ah, eu sou...
faça manutenção no condomínio tal, aqui pra baixo, e hoje eu fiquei até de noite aí trabalhando aí pra resolver a bomba d'água, alguma coisa assim, sabe, de um dos moradores do condomínio, e agora eu tava voltando pra minha casa aqui, que é pra trás aqui, e veio uma luz em cima do carro, assim, meu carro apagou, cara.
Aí os caras, né, pô, carro velho, né, vamos dar atenção pra ele e tal. Aí um deu a ideia pro outro lá de virar o carro e aí aproveitar o declínio do lado que eles estavam vindo pro carro dar aquele gás, assim, e dar o tranco, né. E aí fizeram isso. Enquanto eles estavam virando o carro, o senhor falou, olha a luz lá, olha a luz lá. E a luz estava, tipo, numa lateral, assim, da onde eles estavam olhando, né.
Aí um olhou pra cara do outro e falou, pô, é alguém fazendo alguma coisa, é alguém com esses refletores ligados, porque estão trabalhando no mato, assim, sabe? Às vezes acontece isso, sabe? Ou é alguém, tipo, realmente fazendo algum evento, alguma coisa assim, é a luz de alguém na propriedade de alguém. E tudo bem, aí eles começaram a empurrar o carro, e aquela luz, ela foi se deslocando pra cima, sabe?
Ela foi se deslocando, se deslocando, se deslocando Até que tipo assim Eles conseguiram fazer O carro do cara pegar no tranco Ir e voltar E tipo, a luz passou por cima deles Assim E eles não entenderam nada, nada, nada Imagina o medo dessa hora E a luz passou por cima deles assim Os dois subiram na bicicleta Nem se despediram direito do cara E sabe, foi o carro pra um lado Os dois pro outro, sabe E aí
E aí quando eles chegaram lá no lugar onde estava a galera do ciclismo, que sempre estava com eles, eles contaram essa história para a galera. A galera falou direto, direto.
via luz também, via coisa assim pro céu, esquisito. Sinistro, cara. Que sinistro. Mas, cara, eu já tive nessa possibilidade de, quando eu era criança, ver o negócio passando assim. Eu imagino que mais ou menos uns 100 metros acima de mim. E é assim, é incrível. Uma pena que eu era tão novo, porque a lembrança é muito... É quase uma foto, sabe? Quando a gente tá dando lembrar coisas assim muito do passado, é quase que uma lembrança muito vaga. Você já viu alguma coisa assim de geofologia?
Cara, eu vi quando eu também era bem moleque, bem moleque, bem moleque mesmo. Eu tinha, sei lá, uns oito, nove anos. Isso eu lembro que foi, tipo, eu tenho a recordação da data, porque ela foi muito perto daquela Copa do Mundo da França, que foi em 98, né? E aí tinha a fazenda lá que meu pai trabalhava, que a gente já falou sobre ela em outros momentos que a gente conversou.
que era tipo um rancho skinwalker ali era tipo foi lá que seu pai capturou o saci perere lá que meu pai levou pedrada do saci o saci assubiu e derrubou ele outros caras também viram outros bichos lá, lá tem assombração do velho e do tacho, lá tem de tudo lá tem
Do gás em pó. Pô, e tá aí uma ideia boa, hein, Rogério? A gente faz um dia eu ir pra lá. Você nem existe a fazenda, né? Cara, então, mais ou menos. Ela tá lá, mas ela não é a mesma coisa. Só que, recentemente, eu descobri que tem um primo meu que tem um amigo que trabalha nessa fazenda. Só que, assim, tem que ser um negócio mais bem trabalhado.
Então o atual dono não é? O teu pai vendeu a fazenda? Não, a fazenda que meu pai trabalhava, meu pai era funcionário público. Ah, ele trabalhava lá. Ele trabalhava lá. Meu pai era encarregado de fazenda. Pião, tocava as coisas, ele até cuidava de algumas coisas lá e foi caseiro lá também, mas ele era concursado. A fazenda era da Secretaria de Agricultura e Pecuária.
Era também durante um tempo a Embrapa tomou conta, mas é um lugar que existem fazendas como essa ainda, por aí, aqui em São Paulo, chama Instituto de Zootecnia, e aí se você pesquisar você vai ver que, acho que a sede é no Amodessa, mas tem fazenda lá, tem fazenda em Itapetininga, tem fazenda Ribeirão Preto, tem fazenda em vários lugares. E cada fazenda, ela se encarrega de um tipo de pesquisa, tanto com animal quanto com arvoura.
E aqui o meu pai trabalhava, era uma fazenda que era uma área cedida, da Votorantim, para a União. Era algum acordo lá que rolou para exploração. Eram tipo 15 alqueires. E fazia pesquisa com suíno, com porco. E fazia pesquisa com cereais. Tipo trigo, soja, entre outras coisas assim, sabe? E meu pai entrou para trabalhar na lavoura, porque a vida inteira a experiência dele foi trator.
foi entre safra, safra, colheita, meu pai manja, sabe? Ele consegue virar pra você e falar o melhor momento pra plantar isso é agora, aqui a gente tem que fazer isso, manja de trator pra caramba, sabe? Essas coisas assim. Só que ele entrou na fazenda e acabou fazendo de tudo, né? Porque vira um carregado, é... Agora, essa história eu acho que você, inclusive, contou pra gente do Saci. Eu queria que você contasse, porque tem muita gente que não conhece. Um clássico, né? Esse é o clássico do... E aí
É, mas só pra completar, eu tava nessa fazenda com oito anos, eu e um amigo, aí eu ia passar plantão com o meu pai lá, né, e às vezes a gente levava amigo e tudo, ficava o dia inteiro lá brincando, e eu e meu amigo a gente tava lá, tipo, brincando de andar por cima das coisas, assim, dentro das instalações que tinham lá, fez um barulho de vácuo muito grande, e a gente saiu pra olhar, tinha um bagulho no céu, tipo...
alguns quilômetros da gente, assim, sabe? Eita. Aí ele fez um segundo barulho de vácuo e sumiu, cara, no horizonte. Seria tipo um barulho assim de... Se o Gana, assim... Sabe aquele... Sabe aquele barulho assim, tipo, quando o som vem depois? Passa, aham. É, fez o... Como se fosse realmente uma coisa rápida passar na frente. E a gente sentiu a pressão no corpo, assim, sabe? Caraca. É, sei lá, um bagulho muito louco assim, cara. E aí, entrando nessa questão...
E, tipo, é a história da família, né? Antes de falar do meu pai, eu tenho que falar do meu avô. Ah, sim. O meu avô... O sem tempo já é uma coisa geracional, né? É, geracional. Da família sem tempo. Já é uma história hereditária, né? Esqueci o termo que se fala, né? Exatamente. O meu avô, ele morava e vivia, assim, no sentido literal mesmo.
na região do Petar, ali no Vale do Ribeira, que é o Parque Estadual do Alto do Ribeira. Que é a Piaí, Vale do Ribeira, Ribeira, Registro, Guap e tal. Maior concentração de Mata Atlântica, maior concentração de cavernas, ali também tem história ecológica. Vale do Ribeira tem muita história. A nossa amiga Ira, lá do Mundo Fric, de lá também, você sabe.
É, cara, tentei falar com ela várias vezes, cara, pra trocar uma ideia com ela, porque é bem capaz dela até conhecer a família do meu pai de lá. Se puder assim, ou a família dela conhecer a família do teu pai, né? É, vice-versa e tal. Eu conversei com poucas pessoas de lá, cara. E geralmente eu conversei com pessoas muito mais velhas, entendeu? Tipo, da idade do meu pai pra cima. Nunca peguei pessoas da nossa geração pra trocar uma ideia do que elas conhecem de lá. E quando eu fui pesquisar lá...
Era mais história ufológica aí de seres intraterrenos do que de folclore, cara. Ah, é? Porque de cara, é... Muito por conta de cavernas, possivelmente, né? É, um dia a gente tem que trocar ideia só sobre isso, cara. Só sobre, tipo, caverna, seres intraterrenos e ufologia terrestre, assim, sabe? Entendi.
E aí, cara, meu avô morava lá, isso década de 50, meu avô e minha avó paternos, eu sei que são do sul, são de Santa Catarina e o Grande do Sul. E eu não sei em que momento eles migraram aqui para o interior de São Paulo, e no interior de São Paulo eles tiveram uns 21 filhos.
21. Caraca, 21. 21, é. Aí entra aquela hora que sempre a pessoa faz aquela piada de não tinha televisão na época. Realmente não tinha, né, cara? E vivia no meio do mato, no meio do nada. E aí meu pai é o terceiro, entendeu? E nessa época meu pai tinha uns 4 anos. Meu pai nasceu em 53. Então eu calculo, que eu pesquisei bem certinho, eu calculo que isso foi em 57, 58, mais ou menos. O meu avô, Zocas, ele era o cara...
que ele resolviu os problemas do mato. Ele era um mateiro. Mateiro. E até onde eu sei de pesquisar, de falar com pessoas sem ligação com ele, sem fator emocional envolvido, sem o famoso... Como que se diz? Quando você já tem uma opinião formada. Sim. Sem você ter alguém um amado. Um conceito prévio sobre a pessoa. O meu avô era um cara brabo, para resolver coisa no mato. Mateiro, abria trilha, ia atrás de quem se perdeu.
Ia aos outros, saia pra caçar pra ele, caçar pros outros, vivia lá, pelo que meu pai contava, ele tinha duas, três casas espalhadas pela mata, e eles eram meio que nômades dentro dessas casas, entendeu? Caramba! Tipo, ah, essa época do ano a gente ia morar daquele lado, aquela época do ano a gente ia morar desse lado, sabe? E era casinha de pau a pique, assim, sabe? Mas eram... Vinha na mata, cara. Vinha da mata e na mata.
trabalhava com os fazendeiros, trabalhava com... É quase um indígena, né? Quase um indígena, quase um indígena. A família do meu avô tem ligações, mas eu nunca consegui porque não tem como, cara. Tipo...
chega uma hora, bate no meu bisavô, beleza. Pra cima do meu bisavô, não dá pra saber, cara. Não dá pra saber, mas eu tenho... Minha família também é assim. É, eu tenho uma... Porque eu consegui rastrear ali da minha avó, ela tem uma descendência espanhola, depois já mistura com indígena e tal, e meu avô eu acho que é indígena, sabe? Mas é isso, cara. Aí, cara, eu expliquei tudo isso por quê? Porque um dia ele chegou pra minha avó e falou, pô, vou sair pra caçar,
Daqui a pouco eu tô de volta. E ela falou, beleza. E ele saiu. Quando ele ia demorar, ele avisava. Vou sair, vou ficar dois, três dias fora. Vou resolver não sei o quê, vou não sei pra onde. Vou agarrar tal lado e volto tal dia. Mas ele falou pra minha avó que ele ia e já voltava. Que ele ia resolver a comida do dia, do final de semana. E ele saiu e não voltou, cara. Passou algumas horas, não voltou. Passou o primeiro dia, não voltou. Passou o segundo dia, não voltou.
Aí ela ficou meio assim. No terceiro dia ela foi pedir uma ajuda. Ela chamou o irmão mais novo dela, chamou os dois vizinhos lá. Aí o tio do meu pai, o irmão mais novo dela, também era bravo de resolver as coisas. Era moleque inteligente pra caramba. Saíram e algumas horas já acharam ele. E trouxeram ele pra casa. E aí ele tava fora de si. Ele tava delirando. Ele tava parecendo que ele tinha levado uma surra. Tava todo machucado, todo com a roupa rasgada, todo sujo.
E não tava consciente. Assim, ele tava maluco, sabe? A palavra que eu posso usar assim e tal, doidão. E aí, tipo, chamaram o pessoal lá, que era tipo, não sei se eram médicos, assistentes sociais, enfermeiro. Chamaram a galera da saúde pra examinar. Examinaram. Falaram ele tá tudo bem. Só se ele bateu a cabeça, mas aí não dá pra saber, tem que levar pra um hospital e tal, fazer uma ressonância. Algum exame, enfim. Devem ter falado assim pra ela. E não tem o que fazer, né?
fisicamente, aparentemente, está tudo bem. A minha avó, muito religiosa, muito católica, ferrenha, foi lá e pediu ajuda lá na paróquia, na igreja, na região, mandaram alguém na casa dela. Até hoje direito, eu não sei se era um padre ou se era alguém da igreja ali. Ao que tudo indica, era sim um padre, era sim alguém que tinha a responsabilidade da igreja. E foi essa pessoa que virou para a minha avó e falou, é magia.
Não é meu departamento. Não é meu departamento. É magia. É magia. Tem cheiro de magia. Alguma coisa assim ele falou pra ela. Aí ela foi atrás de uma benzedeira, porque isso daí também era de praxe, né? Aí chegou numa benzedeira conhecida, a benzedeira foi na casa e confirmou. Pô, magia e das bravas. Coisa que eu não sei mexer. Tem que chamar uma feiticeira. Caraca.
O bagulho foi escalonando Nisso tudo, Zoucas, foram três meses Meu avô maluco, cara Que isso, cara E aí foram lá, acharam uma feiticeira lá no litoral Uma feiticeira lá de Iguape, alguma coisa assim Essa mulher veio visitar A família da minha avó e meu avô Entrou em casa Fez um parangolê no quarto Com ele lá, assim, tipo Fez algum ritual, alguma coisa assim Coisa de horas, ele voltou ao normal Tchau
E ela não cobrou nada. Braba, né? É, braba, não cobrou nada, não falou nada. Parece que foi um negócio muito, tipo assim, ela sabia que ela tinha que estar lá e que ela tinha que ajudar e acabou. Nossa. E ela falou que... Não, ela só fez o piloto dela. Aí meu avô, voltando em si, as pessoas foram conversar com ele, ele falou que ele estava no rastro de um bicho. Aí ele começou a se sentir estranho. Aí ele começou a ter umas sensações, tipo, alucinação mesmo, uns bagulho meio estranho na cabeça.
Aí ele é caçador, o caçador faz oração de armas, né? Tem um monte de história de oração de arma e tal. Não tem uma que bota a faca na dente? Amarra a faca? Tem uma coisa assim, não tem? Antes de entrar na mata, pedir licença e tal. É, basicamente, resumindo muito, e daí varia de família pra família, de lugar pra lugar. Mas você, basicamente, você pega a sua arma e você meio que, tipo, meio que você faz uma espécie de amarração, você e ela.
E você pede pra, tipo, coisas sobrenaturais se ajudarem ali na caça. Em troca disso, parte da caça vai ficar pra essas coisas sobrenaturais. Entendeu? Aí tem gente que faz aquelas... É como se fosse uma espécie de oferenda, né? É. Você deixa de pó. É que nem de pegar um pouquinho da caixa, você dá pro santo, assim, vira um pouquinho. Isso, exatamente. É isso que eu ia falar. Tem gente que faz isso de um ponto de vista meio cristão, católico, assim, sabe?
Que daí eles oram pra alguns santos específicos, entendeu? Sento padroeiro, santo isso. E tem gente que faz na perspectiva espiritualista, e aí, tipo, só pede autorização pra mata mesmo, e fala que não vai abusar, né? Aí meu avô fez essa oração de arma. Vai pegar mais do que precisa, né? É, meu avô fez essa oração de arma, ficou de joelho lá, colocou a arma na frente lá, né? E coloca na testa, um negócio assim. E aí aquilo deu uma clareza pra ele.
E ele começou a escutar risada de criança. Aí ele falou, ah, é assombração, é entidade, né? E aí, quando ele fez isso, ele mandou aparecer. E aí, demorou um pouco, o Saci apareceu pra ele na frente dele e tal. E aí, ele começou a trocar uma ideia com o Saci. O Saci, na molecagem com ele, zoando a cara dele, falando que tava se divertindo com ele e tal. Aí meu avô falou que não tinha paciência pra aquelas coisas, que era pra ele sair da frente e deixar ele em paz.
Será que o teu avô reconheceu na hora, tipo assim, saci? Tipo, é o saci. Ou será que ele achou que fosse, sei lá, um cara aleatório, no meio do mato? Eu acho que o fato...
A maneira como contavam, eles estavam bem ligados ao que era o Saci ali, sabe? Até porque é uma região muito quilombo, sabe? É uma região também que tem um pessoal de uma cultura ali diferente, assim, nesse sentido, assim, sabe? De matrizes diferentes e tal. Então, acho que ele já entendia mais ou menos que aquilo poderia ser o Saci. Era um menininho de uma perna só, né? Então, tipo...
Que é isso, né? E aí ele tretou com o saci, o saci tretou com ele e ele perdeu a paciência, lembrando que ele tinha feito a oração de arma, ele falou, é agora, virou, pegou a arma, deu três tiros, o terceiro disse que pegou. Aí o terceiro derrubou o saci, aí disse que quando o saci levantou já não tava mais normal, disse que ele tava numa forma diferente, sabe? Nossa, imagina. Tava tipo, encapetado, segundo meu amor, sabe? Tava tipo, olhão amarelão, tava deformado, sabe?
E aí, tipo, ele pegou uma areia Assim, do chão e soprou na cara do meu avô Fogou uma praga lá pra ele Falou que nunca mais ia deixar ele em paz E consequentemente Se não pegasse ele ia pegar alguém, né E soprou na cara dele Aí meu avô acordou depois de três meses E aí foi aí que Seu avô ficou maluco É, ele soprou o negócio e meu avô ficou maluco Aí encontraram meu avô E foram os três meses que meu avô ficou maluco
E aí, cara, isso é engraçado de falar, porque na família tem várias histórias que eram levadas nas séries, e essa nem tanto. Meu avô, infelizmente, ele tinha um probleminha ali com o alcoolismo, sabe? E aí isso às vezes, né, o pessoal, né, acaba... Muitos avós. Como qualquer pessoa que tem algum tipo de problema, pô, mas ele tá falando isso porque ele faz isso, sabe?
Tá falando isso porque tava bêbado. E não tava. Eu acredito que ele não tava nessa situação. E aí, tipo, nunca foi levado muito a sério. A história que a minha avó tinha uma amiga que era moleque sem cabeça, era levada a sério. As histórias da assombração na família eram levadas a sério. Mas assim, ninguém levava a sério. O que aconteceu é que lá por, acho que 2004, 2005, meu avô faleceu de idade, sabe? Assim mesmo. Não foi nada a ver com...
Com problema de alcoolismo, nem nada a ver com problema com o saci, faleceu. Que tava velhinho mesmo. Tava velhinho. E aí, cara, depois que ele faleceu, passou, sei lá, uns dois ou três anos, e ao longo da vida meu avô encontrou mais algumas vezes com o saci. Mas ele já tava meio que preparado, andava cheio de amuleto, levava tabaco, levava cachaça, levava as coisas com ele. Era, sabe, tipo, era coisa do mateiro mesmo assim.
E aí ele faleceu, passou um tempo, alguns anos, aí os filhos começaram a ver. Aí teve um tio que viu e falou, e viu, tipo, durante o dia, meu tio tem uma granja, sabe? E aí ele tava cuidando das coisas na granja, e aí deu um horário lá da tarde, ele voltou pra casa pra tomar um café, dar uma descansada, olhou pela janela, viu o menininho lá, pulando. E meu tio mora no meio do nada, cara. E aí beleza. Aí o outro tio meu também...
trabalha numa lavoura grande, mexe com maquinário e tal. Aí um dia eu estava saindo do trabalho, num lugar no meio do nada também, onde ele guardava a máquina, dá alho e pedrada nele e só vê o menininho também. E aí meu pai, nessa fazenda aí, depois de alguns bons anos, aí eu digo que são alguns bons anos porque eu já tinha ido embora de Itapeba, já não morava mais com meu pai, então isso provavelmente foi 2008, 2009.
E meu avô faleceu em 2004, 2005, né? Meu pai foi tipo um dos últimos que viu, assim. E aí meu pai tava um dia lá trabalhando lá na fazenda, chegou o horário que ele tinha que ir lá acender as luzes, ligar gerador lá no meio da fazenda, chamou meu irmão pra sair com ele, meu irmão saiu correndo na frente, aí no meio do caminho meu pai escutou uma subiu, subiu, entrou dentro da cabeça dele e derrubou ele. Nossa.
E aí ele foi lembrando das coisas, foi pensando o que podia ser. Aí ele rezou uma ave maria lá. Aquilo meio que deu um, sabe, um esclarecimento na cabeça dele. Quando ele levantou, ele olhou para o horizonte e ele também viu um menininho parado no horizonte. E ele continuou orando, orando, orando. Foi atrás do meu irmão, estava preocupado com o meu irmão. Pegou o meu irmão lá pelo braço e falou, vamos voltar. Quando olhou, já não tinha mais ninguém.
E aí, o meu pai conta que também, depois disso, ele às vezes escutava Assobio perto da casa. Engraçado, né? O lance do Assobio é um negócio que praticamente toda lenda folclórica brasileira tem o lance do Assobio. Já vi vários casos que a gente recebeu aqui. Isso é comunicação indígena, né?
Tipo, comadre Flozinha é outro também, Curupira também. Inclusive, Curupira e o Saci, eu acredito, têm a mesma origem, né? Se você vê a origem do Saci, não se falava Saci Pererê, falava Yassi e Yeterê, algo assim. Que depois, com o tempo, foi virando Saci Pererê. Mas a origem dele, originalmente, a forma dele, lembrava muito mais o Curupira do que o próprio Saci.
O nosso saci tradicional hoje, o que a gente mais visualiza, o menininho de pele pura, de uma perna só, ele é muito por causa das histórias infantis, é claro, por causa do Monteiro Lobato, do Cid Fica Pau Amarelo e tal. Tem influência portuguesa também. Não, é isso que eu ia entrar. O saci verdadeiro, verdadeiro, ele é uma mistura de um duende português...
com uma entidade quilombola africana, que era um senhor, o duende português com o duende indígena brasileiro. Esse duende indígena brasileiro tem algumas descendências e semelhanças com o filho do Taal, que é a lenda do Paraguai. Isso, que lembra um pouco Curupira esse aí. O duende brasileiro é tipo Curupira. E aí ainda tem essa questão da figura da matriz africana.
Que é um senhor de barba branca, pele escura também. E todos eles têm esse comportamento e é meio que a soma dos três juntos. É a soma dos três juntos, é isso mesmo. O Curupira e o Caipora, eles são muito mais indígenas. Muito mais indígenas. Eles são muito mesmo assim. A Kumati Filozinha também. Porém, a Kumati Filozinha tem um pouquinho ali também da questão da... da cultura, não só portuguesa, mas europeia, porque também tem algumas coisas que vem das trêsададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададададад
De Holanda, Espanha, outras coisas assim, né? Até França, eu acho. Mas o nosso folclore basicamente é isso, né? O nosso folclore é tipo 40% assim, 30% as tribos e culturas indígenas que nós tínhamos aqui. Temos ainda, tem algumas que existem ainda. E aí o resto é tipo tudo que veio das pessoas que vieram de outros continentes, né? Basicamente isso.
Mas aí a gente fala também, estudando essa questão do saci, dá pra catalogar o saci num cinco tipos de saci, assim, sabe? Ah, é? Tem um tipo de saci. É igual lobisomem, né? O pessoal não sabe mais de lobisomem, tem vários tipos. Também, tem vários tipos de lobisomem também. E aí, além do nosso saci, tem um saci na Argentina, tem um saci no Paraguai. Olha só, não sei o que é. É, é mais ou menos assim. O saci da Argentina, ele é mulherengo e ele é branco. É branco? É. Mas é a mesma coisa, sabe? Mas é a mesma ideia.
Mesma ideia, sabe? Tipo, também uma perna só, um negócio assim. Alguns dizem que tem duas pernas, outros dizem que tem uma perna só. Mas ele persegue mulheres na mata, entendeu? E aí, assim, essa questão aí de, tipo, as lendas serem muito parecidas, cara, é complexo, entendeu? É complexo, porque você vai vendo as semelhanças e, no final das contas, eu acho que, tipo...
o negócio se manifesta ali como você vai entender. É, é. Sabe? Pra mim, você sabe, né? A minha opinião é que é tudo ufológico. Só que a maneira como se aparece pra gente, a gente interpreta como isso ou aquilo. É. Eu tenho um ponto curioso, que eu acho que eu já até comentei com você uma vez que a gente fez um programa lá pelo... pelo... só áudio, né? Pelo Spotify. Uhum.
que uma vez eu estava com o meu pai assistindo um programa aleatório na minha casa, meu pai veio me visitar, né? E aí a gente estava assistindo um programa aleatório, eu não sei se era History, Discover, alguma coisa assim da vida, e aí era tipo aqueles... Ali em anos passados, era um programa desses. E aí eles estavam falando de criaturas que não eram greys, outros tipos de ET. E começou a aparecer um monte de tipo, tal, greys...
sabe tem o louvadeus tem o louvadeus sei lá o que lá os nórdicos, os loiros os reptilianos e apareceu um que ele era uma derivação de reptiliano com alguma coisa e tal que era também um lance de ser intraterreno, que era sei lá era um bicho assim que lembra muito que falam de a
Chupar cabra ia ter de varginha, assim, sabe? É um bichinho mais demoníaco, assim, sabe? E aí meu pai falou, meu, sabe que esse bicho aí parece muito o jeito que seu avô descrevia quando o saci mudou de forma? Olha aí. Entendeu? E aí você fica assim, caramba, né, cara? Caramba, né? Que doideira, né? Tu vê, cara. Ele chama de saci, mas poderia muito bem ser outra coisa.
É. Um cinema demoníaco. Aí, esses dias, eu estava copilando os materiais lá e tudo mais também, para contar algumas histórias lá no canal. E tem uma história que eu guardo com muito carinho, que eu acho que é uma das primeiras histórias que eu escutei entendendo um pouco mais, porque eu já tinha os meus 14, 13 anos. E eu escutei de uma pessoa que eu não esperava escutar isso, que era uma professora muito brava.
Gente boa, mas brava, sabe assim? Era uma professora de história, eu acho, cara. Se eu não me engano, o nome dela era Mônica, cara. E era muito rígida, muito assim, uma senhorinha, sabe? Tipo, não era daquelas estúpidas, ignorantes, mas era muito rígida. E ela acelerava muito o conteúdo dela e tal, e tipo, enfim. Você que lutasse pra pegar. Você que lutasse pra se virar, e ela dava nota vermelha se você não tivesse esperto, entendeu?
E aí, cara, um dia lá, mais tranquilo, eu entreguei as minhas atividades, meu grupo entregou as atividades e o resto da tal ainda estava fazendo atividades lá. E aí ela já pegou para corrigir ali o nosso, né? Aí ela sentou do nosso lado, começou a corrigir, deu o feedback ali, falou, aqui é isso, aqui é aquilo, beleza. E o resto da tal, ela falou, vocês terminaram muito antes, agora fiquem quietinhos aí e tal, né? E aí a gente, beleza, estava do lado dela. Aí o...
Por algum motivo, alguém perguntou do trabalho do meu pai, né? Aí eu falei, pô, é lá, fazendo do que meu pai trabalha, mora lá, é lá. E tal, mas eu não tô lá, eu fico na cidade, né? Porque minha mãe já tinha falecido, eu acho, né? Acho que foi mais ou menos isso, é. E aí eu tava ficando na cidade e meu pai tava ficando num sítio, né? E aí ela falou, mas seu pai trabalha lá, sabe o bairro de trás? Não vou falar o nome por razões óbvias aqui e tal. O pessoal não gosta.
Aí o bairro de trás, que tem lá, assim, assim, assado. Aí eu falei, sei e tal. Meu pai às vezes ia lá porque tinha uma vendinha lá atrás. Você contornava a fazenda, era mais fácil do que voltar pra cidade, entendeu? Aí eu falei, então, a minha família tem terra lá, teve sítio lá a vida inteira também e tal. Eu cresci lá. A professora falou assim pra nós. Aí falou, ah, que legal e tal, né? Só que entre o bairro onde ela morava e a fazenda do meu pai,
Tinha muita coisa, tinha motorantim, tinha outra fazenda e tal. Mas era relativamente perto. Aí ela olhou pra nós assim, você sabe que lá eu vivi as coisas mais malucas da minha vida? Falou pra nós, criança ali. Aí eu falei pra ela... Conte-me mais, professora. É, eu falei lá, o trabalho do meu pai é esquisito pra caramba, professora. Eu, criança, né? Criança. Lá é esquisito pra caramba, professora. Tem assombração, tem um monte de coisa assim que, se eu começar a contar aqui, eles vão te dar risada. Ela, não, eu acredito.
Quem der risada aqui, eu espero que um dia veja também. Vai tomar zero. Onde eu cresci lá também tinha. Sabe que onde eu cresci, tinha uma coisa muito louca que hoje eu consigo associar, que lá todo mundo só trabalhava até as sete, oito horas da noite, porque dez horas fechava a casa e ficava quieto dentro da casa. Era a regra, sabe? Porque se você ficasse na rua, pro lado de fora, os homens...
Os homens de capa Podiam te pegar Eita aí E hoje eu paro pra pensar Eram homens que vestiam roupas Que pareciam roupas De quem tá mexendo com radiação
E aí ela falou uma vez... Aliás, bate vários casos ufológicos. É, e que bate com roupa de astronauta. É, exatamente. E aí, tipo assim, ela falou que uma vez o pai dela estava com um problemácio lá, estava resolvendo alguma coisa na lavoura e ele teve que trabalhar até mais tarde. Aí ela era a irmã mais velha, ela tinha as irmãs mais novas, uma das irmãs aprontou e fugiu para apanhar da mãe e ela e a mãe foram atrás da menina já à noite no escuro.
Aí ela achou a irmã dela, a mãe foi para um lado, ela foi para o outro. E quando elas estavam voltando para casa, isso tudo dentro do sítio do pai dela, elas olharam no horizonte e viram dois homens vestidos com roupa branca, como se fosse assim, sabe? Ela fala que é roupa de radiação, de apicultura, de coisa do tipo. Andando por lá.
E ela correu, no meio do caminho encontraram com o pai, contaram pro pai, o pai falou, vamos pra casa, fechou a casa, ficaram quietinhos. Devia ser os homens de preto, né? É, então, mas eram homens assim.
E aí quando você parar pra pensar, né, aí tem aquela lenda do Bep Cororote, sabe? Essas coisas assim. Quem conhece, lembra o Bep Cororote, que já me segue há muito tempo. Que é muito tempo que a gente não fala, né? Que é indígena. Os indígenas já tinham um ser que eles cultuavam, tipo, faziam a dança, né? Que se vestia como se fosse uma astronauta. Uma astronauta. E aí, tipo assim, ela falou que esses homens vagavam por lá.
E aí você falou um negócio de homens de preto, eu tive contato com homens de preto umas três ou quatro vezes na minha vida, assim, sabe? Quando você falou de homens de preto, tipo, MIB, tipo, de... É, tipo... Vamos contar uma e as outras duas, a gente deixa pro próximo episódio. Pode fazer a parte de dois. Menem Black, né? Fechou, é nóis. Deixar a galera aí na curiosidade. Eu vou contar mais leve, tá? Tá bom, beleza. E essa professora, ela falou de homens de preto também, cara.
E a proximidade com o sítio era muito grande, então as coisas estranhas aconteciam no sítio, mas aconteciam lá também. Dá pra fazer até um triângulo entre lugares que eu sei que aconteceram. Tem uma pedreira assombrada lá também, sabe? Tipo, além que Itapeva tem cânions. Se você pesquisar, cânions de Itapeva. Tem uns bagulho muito no Capital dos Minérios.
Você começa a fazer um monte de... A gente sabe que esse lugar é muito minério, caverna e tal. Tem uma... O pessoal do Norte fala, é encantado. É. Eu não estou no meu estúdio, na minha sala de investigação, eu não estou com o pôsterzinho do Antibelica. Mas é, cara, é totalmente. Eu cresci num lugar assim. E, cara, uma vez eu estava saindo e eu estava aprendendo a dirigir.
E aí meu pai dava o carro na minha mão e a gente saía dirigindo a fazenda e nas fazendas dos lados, né? E aí uma vez eu fui fazer plantão com meu pai, a gente trabalhou, fiz o que tinha que fazer. Aí meu pai falou, pô, vamos lá no mercado lá, no mercadão lá, coisa de produtor rural, né? Vamos lá, vamos lá, vamos lá, beleza. E aí você já vai praticando, né? Aí eu entrei no golzinho bola do meu pai, assim. Saímos da fazenda onde meu pai trabalhava e depois morou.
E aí no meio do caminho, assim, do nada, literalmente do nada. No meio do caminho não, praticamente na entrada virando, assim, ainda era lateral, ainda era a fazenda que meu pai trabalhava. Aí tinha, tipo, uma van, uma SUV antigona parada. E aí tinha os caras lá, e os caras, tipo, padrão MIB, padrão FBI mesmo. Eles deram com a mão, assim... Com terninho preto e tudo. É, terninho preto e tudo mais, deram com a mão.
Aí meu pai falou, para, seja educado e deixa que eu falo. Aí, beleza. E meu pai é muito tranquilo assim, sabe? Aí eu parei o carro do lado deles, aí eles vieram, cumprimentaram o meu pai, perguntaram pro meu pai se tava tudo bem. Aí meu pai falou que sim. Aí meu pai falou, trabalho aqui e tal. Aí eu falei, ah tá, a gente tá avaliando algumas coisas aqui pela região. E é isso, sabe? E eles despediram da gente, perguntaram pra mim, tá tudo bem? Tá tudo bem?
E a gente foi embora, cara. Só que aqueles caras estavam lá. E aí, meu pai falou que já... Vocês não viram nada. É, e meu pai falou que já tinha visto. Esses caras aí aparecem, mas então é igual coisa de filme. Já viram eles dentro da fazenda.
É, isso é real, cara. Muita gente não acredita, mas essa parada, até no caso Varginha, né, tem o lance dos homens de preto, que o pessoal não sabe muito bem, porque se fala que foi alguém da igreja tentando abafar o caso. É, da Record, lá. Tem gente da Record, que é no tipo desbancar Globo, né, tem isso. Mas, de qualquer forma, é incrível. Incrível mesmo. Mas, pô, na próxima eu conto pra você quando eu encontrei com os homens de preto no Macapá. Eita. Coincidentemente com um piloto que trabalhou comigo.
que tava na noite oficial dos OVNIs. Ah, é? Aí, ó. É história assa, parece coisa de filme. Parece, pô, põe o chapéu de alumínio na minha cabeça se quiser, mas aconteceu comigo, cara. Bizarro. Aconteceu comigo. E você, assim, pra próxima também, eu quero ouvir, assim, a história mais assustadora que você tem. Tipo assim, cara, essa aqui foi... É. Não necessariamente que você passou, mas que você ouviu falar assim, cara, uma vez eu escutei uma história que eu fiquei... que eu tive que trocar a fralda.
Ah, tem algumas. Pensa, em uma só, a única, depois a gente vai conversar sobre isso. Comigo, Zouca, você tem que marcar um dia pra gente falar só de capeta, um dia só de assombração, só de popórias. A gente tem que fazer um episódio de 5 horas aqui. Porque, cara, sem zoeira, é uma vida... Não, com certeza. Sabe um negócio que seria muito legal se a gente marcasse um dia aí no interior de São Paulo? Tem que ser o interior de São Paulo porque... Ou então algo em torno entre São Paulo e Rio.
A gente vai pegar uma fazenda no Airbnb que cabe uma galera e a gente chamar os nossos ouvintes, os meus e os seus. A gente seleciona, faz um sorteio e a gente junta essa galera e faz uma... bota uma fogueira e fica a noite inteira contando historiadores de terror. Isso aí seria legal. Uma pousadinha aí, um cafezinho no meio do nada. Faz uma fogueirinha e a gente fica só comendo, bebendo e conversando. Ia ser legal. É.
Aí a ideia, joguei a ideia no ar, hein? Então é isso, cara. Valeu, cara. Obrigado demais por ter... Obrigado, meu, cara. Tamo junto. Como é que o pessoal quer ouvir mais histórias? Como é que segue você lá? Qual o seu arroba? Passa pra galera. Cara, se você quer escutar mais histórias como essas, mais causas, mais relatos, enfim, mistérios aí do Brasilzão, meu canal no YouTube é o Sem Tempo. Se você colocar Sem Tempo, Rogério, Sem Tempo Mistério, Sem Tempo Folclore...
vai aparecer lá eu. E também no Instagram, se você colocar rogerio.semtempo, aparece o meu perfil. E na minha bio lá, tem todos os projetos que eu faço parte lá e o Sem Tempo. Porque além do Sem Tempo, eu tô no Hora do Pesadelo com Dazeira, onde a gente fala de cinema, focado em horror e nos subgêneros, aí é cinema mesmo, TV.
E aí eu também tô com os tiozões lá, com o Sugar Dads. Sugar Dads, papais açucarados. Não Dere, não Dere é Dere, então somos mortos. Mortos, ah sim, mortos açucarados. Mortos açucarados, agora nós temos um programa na rádio, na Vaio Mundial, FM, aqui de São Paulo é 95.7.
E é onde a gente fala do sobrenatural de uma maneira bem descontraída. É você, Luciano Milite e... Eu e Thiago de Souza. Thiago de Souza, muito bom. É o Sem Tempo, Sete Além e o Coveiro. E o Coveiro, que te assombra. É o melhor. Folclores diferentes, né? Nossa. Temos ali o Folclore Digital, que é o Luciano com Sete Além, Creepypasta e tal. Tem o Thiago com Folclore Urbano, que é um especialista em cemitérios. Cemitério, muita história boa. Em assobrações de centros de cidade.
E tem eu com essa pegada de roça, folclore rural e tal. É folclore, muito bom. Mas é assim, eu já aviso a galera que o Sugar Daddies, o Sugar Daddies é um programa de humor. Então, quem escutar a gente tanto na rádio quanto aqui no YouTube, vá preparado, porque às vezes tem pessoas que se incomodam. É, né? Não pode falar nada. No sem tempo, eu não dei muito a linguagem dele, sabe, Lucas? Porque ele nasceu...
A ideia era ser histórias de boteco. Não era pra se tratar de... Aí, com o tempo, ele virou muito mais um canal de mistérios e sobrenatural. E essa pegada de causos do interior. E deixou um pouco de lado a cultura de boteco, entendeu? Entendi. Porque, tipo, eu colocava uns memes, algumas assombrações, eu tirava onda com a cara delas.
E eu entendi que pra maioria das pessoas que gostam de relato, às vezes isso é meio desrespeitoso, entendeu? É, é. Então aí eu comecei a tratar de uma maneira mais... Isso. Hoje eu considero o Sem Tempo, tipo, um ponto de encontro pra esses mistérios brasileiros. Eu tô muito focado na cultura brasileira.
É uma boa, cara. Eu também levo pra esse lado. Na época do Hangar também, eu lembro que eu falava muito, vamos tentar fazer algo sério, porque tem muita coisa de humor, principalmente numa podosfera, e como se fala de paranormal, assim, não falando mal, porque assim, acho que todo mundo tem o seu jeito de falar. Eu não sou uma pessoa totalmente séria, eu sou até meio extrovertido, mas eu tento levar esse assunto o mais sério possível.
Sem fazer brincadeira de... Ah, velho, vi um saci, sabe? Tipo, não, vamos tentar entender. Porque para mim, de verdade, a minha pesquisa, de maneira geral, é tentar mostrar para o pessoal que tudo é correlacionado. E o fenômeno é um só, sabe? A maneira que as pessoas veem é diferente. Então, o que para um é o saci, para outro é o curupira, que para outro é um extraterrestre, que para outro é a assombração. E isso, para mim, que é o incrível, sabe? Da maneira como uma pessoa, um ser humano vê.
e enfim então é isso cara, obrigado demais vamos falando e pra próxima vamos saber mais causa de MIB beleza? eu vou desligar aqui e desconectar aqui
Pronto. Então é isso, galera. Chegamos ao final de mais um relato do Arém. Você gostou? Meu... Olha, tá até alto aqui, ó. Nossa, deixa... É, tá muito alto. Gente, obrigado demais por você que ficou aqui comigo. Você sabe que a gente tá agora com a camisa do relato... Ah, inclusive tá até aqui, ó.
Posso mostrar para vocês em primeira mão lá no lojadoalem.com.br A gente tem por exemplo aqui, ó, Relatos do Alen versão Black Metal, né? Cadê? Aqui. Eu tô vendo ao contrário, gente, então me perda. Tem essa aqui que eu adoro demais. Tudo feito por mim, tá? Ó, projeção astral. Odeia a sua vida? Tente projeção astral. E você tem aqui...
Um desenho que mostra realmente... Esse desenho é de um livro. Um desenho de um livro dos anos 70 que ensina a fazer projeção astral. E eu acho que tem tudo a ver, né? A gente tem essa aqui. Cadê? Caiu no chão. Que é um clássico do logo. O logo do Relatos do Além, do podcast Relatos do Além. Simplesinho, tá? E, por último, uma das minhas favoritas também. Que é essa aqui, ó.
Tchan, tchan, tchan, tchan. Desaparecido. ET de Varginha. Conseguem ler?
Olha lá, tem uma altura, pele marrom oleosa, óbvio de vermelho, visto pela última vez em Varginha, Minas Gerais, 1996. Se tiver informações, procure a ESA de Três Corações, a Escola de Sargentes de Más. Se você souber de alguma coisa, lá é o lugar para você falar sobre isso. Se você é militar, pelo amor de Deus, gente, isso é uma brincadeira, tá? Não leve a sério. Mas são essas as camisas que a gente tem. Então entra lá, lojadoalem.com.br. E se você quer, se você quer...
Eu ia mostrar, mas na próxima eu mostro. Se você quer ouvir histórias incríveis, inéditas e exclusivas, entra no nosso apoia-se, a Central do Além, que lá tem a pasta com vários relatos que não foram pro ar ainda. Eu ia mostrar os relatos pra você, mas na próxima eu mostro a lista. É muita coisa, gente. Muita coisa.
Além disso, você vai ter acesso ao nosso grupo do WhatsApp, que é o central do Além. Além disso, você vai ter acesso a episódios exclusivos, inéditos, especiais, tipo o do Hans Kim Walk, que a gente tem um trabalhão para fazer. Eu sempre ponho esses vídeos que eu apareço aqui agora, com entrevista, aparecem primeiro lá. Então, assim, é muita coisa. Além disso, também temos, no final do ano, uma surpresinha para quem apoiar durante o ano inteiro. Então, assim, é coisa para caramba, gente.
Só entra, é bom que colabora Podcast crescer ainda mais Acesse www.apoia.se Barra relatos do além Tudo junto sem acento, beleza? Dá essa força Se você tá vendo a gente pelo Spotify Dá 5 estrelinhas lá pro seu Uber do além Se você tá vendo a gente pelo Youtube Se inscreva, dá um like, comenta o que você achou Você já conhecia o Rogério? O Rogério é incrível pra caramba, eu gosto muito dele Me ajuda mais, inclusive, com a parte técnica Aqui do podcast, você vê que acontece umas coisas estranhas, né?
Se você analisar bem, às vezes foca, às vezes, ó, meu rosto fica escuro, depois fica claro, e a televisão fica meio bugada, mas isso a gente sabe que são, ó, são eles, são eles que ficam influenciando, né? Mas aqui a gente faz podcast, nem que seja uma caixa de fósforo e um celular Nokia 3310. Show? A gente se vê semana que vem, e se eu tocar o telefone, não tenha medo, o Além pode estar esperando do outro lado da linha.