1º de julho: Festa para Alceu Valença!!!!
Alceu Valença
- Aniversário de ItaperunaAlceu Valença · Música nordestina · Forró · Frevo
- Influência MusicalJackson do Pandeiro · Luiz Gonzaga · Maracatus · Cocos · Repentes de Viola
- Indústria MusicalGeraldo Azevedo · Elba Ramalho · Zé Ramalho
- Música 'La Belle de Joux'Praia de Boa Viagem · Primeiro blues
Calendário musical. Meu coração tá batendo como quem diz não tem jeito. A bumba bumba esquisito batendo dentro do peito, teu coração tá batendo como quem diz não tem jeito. O coração dos aflitos pipoca dentro do peito, o coração dos aflitos pipoca dentro do peito.
Hoje é dia de Alceu Valença. Ele nasceu no dia 1º de julho de 1946 na cidade de São Bento do Una, nos limites do Agreste com de Pernambuco. A influência musical começou ainda na infância, quando via os cantadores de feira se apresentarem, e foi sob a inspiração em Jackson do Pandeiro e Gonzagão que Alceu Valença foi construindo sua personalidade musical. O cantor e compositor surgiu como expoente da geração da música nordestina nos anos de 1970.
Influenciado pelos Maracatus, Cocos e Repentes de Viola, Alceu Valença foi um dos primeiros a promover a união do som do Agreste nordestino com a guitarra e o baixo elétricos, e mais tarde com sintetizador eletrônico nas suas músicas. Alceu Valença desenvolveu uma personalidade própria no forró, que vai do shot ao frevo, embala corações apaixonados e carnavais animados. Alceu Valença compôs e interpretou dezenas de músicas e fez grandes parcerias com Geraldo Azevedo, Elba Ramalho e Zé Ramalho. Então os os parabéns da Rádio Assembleia hoje vão para ele, Alceu Valença.
Eu lembro da moça bonita da praia de Boa Viagem, e a moça no meio da tarde de um domingo azul. Azul era a Bela de Ju, era a Bela da tarde. Seus olhos azuis como a tarde, na tarde de um domingo azul. A Bela de Ju. Eu lembro da moça bonita da praia de Boa Viagem, e a moça no meio da tarde de um domingo azul. Azul era a Bela de Ju, era a Bela da tarde. Seus olhos azuis como a tarde, na tarde de um domingo azul. La Belle de Joux, Belle de Joux, ô, Belle de Joux.
La Belle de Joux era a moça mais linda de toda a cidade. E foi justamente pra ela que eu escrevi o meu primeiro blues. Mas Belle de Joux no azul viajava. Seus olhos azuis como a tarde, na tarde de um domingo azul. La Belle de Joux. Eu lembro da moça bonita da praia de Boa Viagem, e a moça do meio da tarde de um domingo azul. Azul era a Bela e de Ju era a Bela da Tarde. Seus olhos azuis como a tarde, na tarde de um domingo azul.
A Bela e de Ju. Eu lembro da moça bonita da praia de Boa Viagem, que a moça no meio da tarde de um domingo azul, azul, era Bela de Ju, era Bela da tarde, seus olhos azuis como a tarde, na tarde de um domingo azul. Lá, Bela de Ju, Bela de Ju, Bela de Ju, lá, Bela de Ju era a moça mais linda de toda a cidade. E foi justamente para ela que eu escrevi o meu primeiro poema. Marcelo e Ju no azul viajava, seus olhos azuis como a tarde, na tarde de um domingo azul.
Calendário musical. De puro é terra, sopra o vento formando ondas pelo Niharial. Teu pelo claro, boneca dourada, meu pelo escuro, cavalo de pau. De puro é terra, sopra o vento formando ondas pelo Niharial. Teu pelo claro, boneca dourada, meu pelo escuro, Cavalo de pau, cavalo doido, por onde trafegas? Depois que eu vim parar na capital, me derrubaste como quem me nega. Cavalo doido, cavalo de pau, cavalo doido, cavalo de pau, cavalo doido, cavalo de pau.
Cavalo doido, em sonho me levas. Teu nome é tempo, vento, vendaval. Me derrubaste como quem me nega. Cavalo doido, cavalo de pau. Cavalo doido, cavalo de pau. Cavalo doido, cavalo de pau. De Puro Letéria, soprava o vento formando ondas pelo Miriaraú. Teu pelo claro, boneca dourada. Meu pelo escuro, cavalo de pau. De Puro Letéria, soprava o vento formando ondas Pelo miarau, teu pelo claro boneca dourada, meu pelo escuro cavalo de pau.
Cavalo doido por onde trafegas, depois que eu vim parar na capital, me derrubaste como quem me nega. Cavalo doido, cavalo de pau, cavalo doido, cavalo de pau. Cavalo doido, cavalo de pau. Cavalo doido, vem sonho, me leva. Teu nome é tempo, vento, ventaval. Me derrubaste como quem me nega. Cavalo doido, cavalo de pau. Cavalo doido, cavalo de pau. Cavalo doido, cavalo de pau. Na bruma leve das paixões que vem de dentro, tu vem chegando para brincar no meu quintal.
No teu cavalo, peito no cabelo ao vento, e o sol parando nossas roupas no varal. Na bruma Leve das paixões que vem de dentro. Tu vem chegando pra brincar no meu quintal, no teu cavalo peito, no cabelo ao vento, e o sol parando nossas roupas no varal. Tu vens, tu vens, eu já escuto os teus sinais. Tu vens, tu vens, eu já escuto os teus sinais. A voz do anjo sussurrou no meu ouvido, eu não duvido, já escuto os teus sinais. E tu virias numa manhã de domingo, eu te anuncio nos sinos das catedrais.
Tu vens, tu vens, eu já escuto os teus sinais. Tu vens, tu vens, eu já escuto os teus sinais. Na bruma leve das paixões que vem de dentro, tu vem chegando pra brincar no meu quintal. No teu cavalo, peito no cabelo ao vento, Eu só parando nossas roupas do varal. Tu vês, tu vês, eu já escuto os teus sinais. Tu vês, tu vês, eu já escuto os teus sinais. A voz do anjo sussurrou no meu ouvido, eu não duvido, já escuto os teus sinais que tu virias numa manhã de domingo.
Eu te anuncio nos sinos das catedrais, tu vens, tu vens, eu já escuto os teus Tu vês, tu vês, eu já escuto os teus sinais.