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8 de julho: As homenagens vão para Moraes Moreira!!!

08 de julho de 202615min
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O artista soube dosar a tradição do forró, do frevo, do samba, da baianidade, do verdadeiro axé, com o rock, com a modernidade...
Participantes neste episódio3
M

Moraes Moreira

ConvidadoAdvogada especialista em mutualismo
S

Speaker C

Convidado
S

Speaker D

Convidado
Assuntos2
  • Homenagem a Moraes MoreiraMoraes Moreira · Novos Baianos · Trio elétrico · Carnaval de Salvador · Música brasileira
  • Música Cristã BrasileiraCalendário musical · Cultura elétrica · Mistura racial
Transcrição15 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz 1

Calendário musical. 3 meninas do Brasil, 3 corações democratas, tem moderna arquitetura ou simpatia mulata. Vamos assim como fosse um trio, como um traço, um fino fio no espaço celesteiro da elétrica cultura. Deus me faça brasileiro, criador e criatura, um documento da raça pela graça da mistura.

?Voz 2

Hoje é dia de Moraes Moreira. Ele nasceu em Ituaçu, na Bahia, em 8 de julho de 1947. Antônio Carlos Moraes Pires, mais conhecido como Moraes Moreira, começou a se interessar pela música ainda na adolescência. O sucesso veio com o grupo Novos Baianos, que emplacou grandes hits na década de 1970. Em 1976, já em carreira solo, foi o primeiro cantor a unir a voz ao som de um trio elétrico, ao lado de Dudu Carlos Mar, abrindo caminho para muitos artistas que se consagraram no Carnaval de Salvador.

Acima de tudo, Moraes Moreira foi um artista que soube dosar a tradição do forró, do frevo, do samba, da baianidade, o verdadeiro axé, com o rock, com a modernidade. O cantor nunca abandonou os palcos em seus mais de 50 anos de carreira, com dezenas de discos lançados. Moraes Moreira nos deixou no dia 13 de abril de 2020, Rio de Janeiro, vítima de um infarto. Então todas as homenagens da Rádio Assembleia vão para ele, o grande Moraes Moreira.

?Voz C

Enquanto eu corria assim, eu ia lhe chamar. Enquanto corria a barca, lhe chamar. Enquanto corria a barca, lhe chamar. Enquanto corria a barca, por minha cabeça não passava. Só, somente só, assim vou lhe chamar, assim você vai ser. Só, só, somente só, assim vou lhe chamar, assim você vai ser. Só, somente só, assim vou lhe chamar, assim você vai ser. Enquanto eu corria assim, eu ia lhe chamar enquanto corria a barca, lhe chamar enquanto corria a barca, lhe chamar enquanto corria a barca.

Por minha cabeça não passava, só, somente só, assim vou lhe chamar, assim você vai ser. Só, só, somente só, assim chamar, assim você vai ser. Só, só, somente só, assim vou lhe chamar, assim você vai ser. Preta, preta, pretinha. Preta, preta, Preta, preta, pretinha. Preta, preta, pretinha. Preta, preta, pretinha. Enquanto eu corria assim, eu ia lhe chamar enquanto corria a barca. Me chamar enquanto corria a barca, me chamar enquanto corria a barca.

Por minha cabeça não passava, só, somente só, assim vou lhe chamar, assim você vai ser. Só, só, somente só, assim vou lhe chamar, assim você vai ser. Só, somente só, assim vou lhe chamar, assim você vai ser. Só, somente só, assim vou Assim você vai ser. Só, só, somente só.

?Voz D

Assim vou lhe chamar, assim você vai ser. Eu ia lhe chamar G4 Coria Barca. Eu ia lhe chamar G4 Coria Barca. Lhe chamar G4 Coria Barca. Eu ia lhe chamar G4 Coria Barca. Eu ia lhe chamar G4 Coria Barca.

?Voz 1

Lhe chamar G4 Coria Barca. Eu ia lhe chamar G4 Coria Barca. Eu ia lhe chamar G4 Coria Barca. Lhe chamar G4 Coria Barca. Lhe chamar G4 Coria Barca.

?Voz D

Corre, abaca! Abre a porta e a janela e vem ver o sol nascer. Abre a porta e a janela e vem ver o sol nascer. Abre a porta e a janela e vem ver o sol nascer. Abre a porta e a janela e vem ver o sol nascer.

?Voz C

Abre a porta e a janela e vem ver o sol nascer.

?Voz D

Abre a porta e a janela e vem ver o sol nascer. Abre a porta e a janela e vem ver o sol nascer.

?Voz C

Eu sou um pássaro que vivo avoando, vivo avoando sem nunca mais parar. Ai, ai, ai, ai, saudade, não venha me matar. Ai, ai, ai, ai, saudade, não venha me matar. Ai, ai, saudade. Ai, ai, ai, ai, saudade não venha me matar. Lixama, Lixama, eu ia Lixama, eu ia Lixama. Lixama, Lixama, Lixama, Lixama, Lixama, Lixama, Lixama, Lixama. Lhe chamar, lhe chamar, lhe chamar, lhe chamar, lhe chamar, lhe chamar, lhe chamar. Enquanto corria a barca, eu ia lhe chamar.

Enquanto corria a barca, eu ia lhe chamar. Enquanto corria a barca, lhe chamar, lhe chamar, lhe chamar, lhe chamar. Quem desce do morro não morre no asfalto. Lá vem o Brasil descendo a ladeira, na bola, no samba, na sola, no salto. Lá vem o Brasil descendo a ladeira, da sua escola pra sexta primeira. Lá vem o Brasil descendo a ladeira. No equilíbrio da lata, não é brincadeira. Lá vem o Brasil descendo a ladeira.

?Voz D

E toda cidade que andava quieta naquela madrugada acordou mais cedo.

?Voz C

Arriscando um verso, gritou o poeta. Respondeu o povo num samba sem medo. Enquanto a mulata em pleno movimento, com tanta cadência descia a ladeira. A todos mostrava naquele momento a força que tem a mulher brasileira. Quem desce do morro não morre no salto. Lá vem o Brasil descendo a ladeira, na bola do samba, na sola no salto. Lá vem o Brasil descendo a ladeira, da sua escola pra sexta primeira. Lá vem o Brasil descendo a ladeira, meu querido galata, não é brincadeira. Lá vem o Brasil descendo a ladeira.

?Voz D

E toda cidade que andava quieta, naquela madruga acordou mais cedo.

?Voz C

Arriscando um verso, gritou o poeta, respondeu o povo num samba sem medo. E enquanto a mulata em pleno movimento, com tanta cadência descia a ladeira, a todos mostrava naquele momento a força que tem a mulher brasileira.

?Voz D

Nascido no morro e não morro no asfalto, vem o Brasil descendo a ladeira, na bola, no samba, na sola, no salto. Vem o Brasil descendo a ladeira, nascido lá e fora, é da pista primeira. Vem o Brasil descendo a ladeira, essa aqui meteu canata, não é brincadeira. Eu venho, Brasil, descendo a ladeira, mas quem desce do morro não morre no asfalto. Eu venho, Brasil, descendo a ladeira, vai falar do samba, não só lá do salão. Eu venho, Brasil, descendo a ladeira, da sua escola eu passei na primeira.

Eu venho, Brasil, descendo a ladeira, digo aquele livro tá lá, então não é brincadeira. Eu venho, Brasil, descendo a ladeira, eu venho, Brasil, descendo a ladeira.

?Voz 1

3 meninas do Brasil, 3 corações democratas, tem moderna arquitetura, por simpatia mulata. Como se eu fosse um trio, como um traço, um fino fio no espaço celesteiro da elétrica cultura. Deus me faça brasileiro, criador e criatura, um documento da raça pela graça da mistura. O meu corpo em movimento, as três graças do Brasil, tem a cor da fumo, zumba, laia, laia, laia. Serenatas do Brasil, eu serei 3 serenatas. Um, meu coração febril, e a outra, o coração dilata, e a terceira é quando eu crio na canção um desafio entre o abraço do parceiro De um pedaço de amargura.

Deus me faça brasileiro, criador e criatura, um documento da raça pela graça da mistura. O meu corpo é movimento, as três graças do Brasil tem a cor da fumosura. Se eu ganhasse o mundo inteiro, diga a minha dona Alice de Emília Carolina e os mistérios de Clarice. Se teu nome principia Marina no amor com Maria. Só faria melodia com a beleza das meninas. Quando o povo brasileiro riu e me dá risada, Clementina com dever está dando a batucada.

No toalhete, no quarto escuro, nos olhos da namorada, eu sonhava com o futuro das meninas do Brasil. Deus me faça brasileiro criador e criatura, um documento Pela graça, pela graça da mistura do meu corpo em movimento. As três graças do Brasil, tenha toda a famosura. As três graças do Brasil, tenha toda a famosura.

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