Jornal da Manhã – 02/05/2026 | Chuvas em Pernambuco / Trump manda recado à Cuba
Beatriz Manfredini
Cássio Zeiman
André Anelli
David Diogo
Eliseu Caetano
Fernanda Xavier
Janaína Camilo
Júlia Firmino
Matheus Dias
Rodrigo Viga
- Chuvas em PernambucoDeslizamentos de terra · Mortes e desabrigados · Apoio federal
- Derrota de Jorge MessiasIndicação ao STF · Consequências políticas
- Jornada de TrabalhoFim da escala 6x1 · Impacto na produtividade
- Impacto do querosene nos custos de aviaçãoGuerra entre EUA e Irã · Impacto nas passagens aéreas
- Série ChernobylImpacto ambiental · Efeitos na saúde
5 e 59. Repita. 5 e 59.
É isso, um excelente dia, David de Tarso. Muito bom dia a você que nos acompanha aqui no Jornal da Manhã com as principais notícias do Brasil e do mundo. Neste sabadão pós-feriado, para te deixar muito bem informado, Beatriz Ferreira. É isso, para quem está descansando, ótimo fim de semana. Para quem está trabalhando também, vamos juntos até às 10 da manhã ao vivo no seu rádio, na TV e também na internet. Não se esqueça de conhecer o nosso canal no YouTube, é só você procurar por Jovem Pan News que nos encontra por lá também.
Exatamente, inclusive estou acompanhando aqui o chat para que você também possa se expressar e quem sabe a gente não dê o comentário. Exatamente, vai mandando a sua opinião aqui, a gente registra ao longo da edição de hoje. É isso aí, olha só, hoje a gente vai falar sobre a semana de derrotas para o governo, que movimenta o tabuleiro político. Depois de ter a indicação ao Tribunal Superior, o Supremo Tribunal Federal, ao Senado, Jorge Messias, pode deixar a Advocacia Geral da União.
E a semana que vem promete ser movimentada. Hugo Mota convoca sessões extras para acelerar a tramitação da PEC que acaba com a escala 6 por 1. Flávio Dino, ministro do Supremo Tribunal Federal, voltou a criticar os penduricalhos na folha de pagamento do Judiciário. O prazo para a declaração do imposto de renda vai até o fim deste mês. Cerca de 257 mil contribuintes já caíram na malha fina.
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura e a Organização Meteorológica Mundial afirmam que as ondas de calor estão se tornando mais frequentes, intensas e prolongadas. Dados divulgados pelo IBGE em 30 de abril deste ano confirmam que a taxa de desemprego no Brasil subiu para 6,1% no trimestre encerrado em março.
Agora, seis horas, um minuto. Repita. Seis e um. Abrimos essa edição falando do ex-presidente Jair Bolsonaro, que se recupera depois de ser submetido a uma cirurgia no ombro. A reportagem é de André Anelli. O ex-presidente Jair Bolsonaro segue em observação na unidade de terapia intensiva do Hospital Particular de F-Star, aqui em Brasília. Bolsonaro foi internado na manhã de sexta-feira para realizar uma cirurgia no ombro.
No boletim médico divulgado por volta das duas da tarde do mesmo dia, a equipe médica informou que Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia de reparo artroscópico do manguito rotador à direita. A operação ocorreu sem intercorrências.
A autorização da cirurgia foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após uma manifestação favorável do Procurador-Geral da República, Paulo Gonê. Os exames e o relatório fisioterapêutico anexados ao processo indicavam a necessidade da cirurgia para a reparação de lesões na região do ombro.
Por decisão do ministro, Bolsonaro continua em prisão domiciliar humanitária após deixar o mesmo hospital semanas atrás, onde esteve internado para tratar um quadro de pneumonia bacteriana. De Brasília, André Anelli.
A AgriShow, que é a maior feira de tecnologia agrícola da América Latina e acontece em Ribeirão Preto, chegou ao fim nesta sexta-feira, no dia 1º de maio. Contudo, o balanço não saiu ainda como esperado. Um dos fatores foi o conflito justamente geopolítico que impacta no mundo todo. Direto da feira, Marcelo Matos traz pra gente essas informações.
O primeiro trimestre fechou com queda de 16% nas vendas de máquinas e implementos agrícolas, na comparação com janeiro a março de 25. Pedro Estevam, da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos, analisa o resultado. As vendas no primeiro trimestre desse ano caem em 16,4% e são basicamente três coisas.
Taxa de juros muito alta, o agricultor não quer fazer investimento, ele está pegando todo o recurso dele e fazendo custeio, porque se ele for no mercado pegar dinheiro e fazer custeio é muito caro, então ele posterga o investimento.
pega o dinheiro dele e faz custeio. O diretor de assuntos corporativos da João Dira, Alfredo Miguel, aguarda o detalhamento da liberação de 10 bilhões de reais anunciada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin na Agri Show. Por exemplo, recentemente nós tivemos aqui um anúncio de um plano para apoiar a venda de máquinas.
mas ainda não sabemos quais são as condições desse plano. Isso dificulta muito, porque cria uma grande expectativa ao produtor e o produtor não tem acesso a isso. Então, eu acho que nós temos que trazer ações muito imediatas para apoiar o produtor num momento tão importante para ele.
Diante do cenário, o governador Tarcísio de Freitas anunciou na AgriShow o maior pacote de investimentos do agronegócio paulista, R$ 455 milhões, ao crédito rural, seguro, regularização fundiária, maquinários agrícolas e os municípios também, e R$ 40 milhões.
milhões para tratores. Gilson Faria, do Cicred, defende a expansão do pró-trator após oitocentas e vinte e uma operações realizadas até março no estado. A gente está muito
felizes com o programa e mais que isso, os produtores estão felizes também contando com a marca nova que é menos custo, é aumento de renda, né? É mais qualidade de vida pro associado. Hoje mesmo teve um recebendo a chave aqui, falou, nossa, vou ter um trator com ar-condicionado. Isso é uma maravilha.
Olha só, né? Então qualidade de vida para ele também. Então tudo isso possibilita através dessa parceria com o Governo do Estado de São Paulo, que subsidia os juros e o Cicrede entra com financiamento e também atende toda essa necessidade do produtor e aí as comunidades crescem, o Cicrede cresce e toda a cidade de São Paulo cresce ainda mais. O presidente da AgriShow, João Carlos Marquesan, lamenta as conjunturas domésticas e externas neste ciclo do agronegócio.
Não obstante isso, nós estamos vivendo um momento difícil, que essa situação, esse conflito que existe ali no Oriente Médio, isso leva ao encarecimento, principalmente dos insumos, dos fertilizantes.
Isso também reflete no preço do dízio. Isso é insumo básico para o agricultor que acabou de colher, que está plantando, e também a preocupação com as fertilizantes para a próxima safra de verão, que se inicia em outubro desse ano.
Marquesan reforça que a Grichou mais uma vez demonstrou a competência e resiliência dos agricultores e fabricantes de máquinas e equipamentos aqui do Brasil. Mesmo há três anos de um mercado desfavorável, mas com a convicção de reversão de novos ciclos positivos. No contexto geral, o que nós estamos vendo aqui...
Nós estamos vivendo um período agora de volta a uma normalidade em 2027, que a gente espera que isso aí se resolva e o mercado volta a crescer, porque a agricultura vive de ciclos. E nós já estamos na 31ª edição do AgriShow e esses ciclos que nós vimos, já passamos por ele diversas vezes.
No balanço divulgado pela Grishow, não consta os contratos fechados, mas sim a intenção de compra, que ficaram na casa de R$ 11,4 bilhões, um número 22% inferior ao resultado da Grishow do ano passado. Depois de ter a indicação Supremo Tribunal Federal rejeitada pelo Senado, Jorge Messias pode deixar a Advocacia Geral da União. De Brasília, tem as informações Janaina Camilo.
Essa foi a primeira reação do advogado-geral da União, Jorge Messias, depois da conclusão ali, né, do resultado do Senado, a rejeição do nome dele à vaga no STF. Ele disse ao presidente Lula que o ciclo dele na trajetória na advocacia-geral da União já havia encerrado. O presidente Lula pediu que ele aguardasse, que ele não tomasse nenhuma decisão de cabeça quente, que ele refletisse, pelo menos...
Esse final de semana. E aí os dois combinaram de se reunir mais uma vez na próxima semana. E aí, nessa reunião, eles vão decidir qual o destino do advogado-geral da União. Se ele continuaria na chefia da AGU ou então se ele pode ser também deslocado para outra pasta do governo Lula. Como, por exemplo, que já foi ventilado para o Ministério da Justiça.
E Jorge Messias, ele tem dado alguns recados desde quando ele foi rejeitado lá no Senado, tem agradecido, por exemplo, a equipe dele que trabalhou com ele na AGU, mas a ideia dele mesmo é que ele não permanece, até porque se ele permanecesse no comando da AGU, ele precisaria continuar indo ao Supremo Tribunal Federal, ter contato com os ministros do STF, porque ali ele precisa defender todos os processos envolvendo o Estado. E Jorge Messias ainda está muito ressentido.
com alguns dos ministros do Supremo, com uma ala que teria influenciado nesse resultado da Sabatina e também no plenário do Senado, que acabou rejeitando o nome dele por 42 votos. Nas redes sociais, em uma última publicação, ele fez agradecimentos.
Agradeceu ao senador Jacques Wagner, que é o líder do governo no Congresso Nacional, e também ao senador Otto Alencar, presidente da Comissão de Constituição e Justiça. Então, nessa semana ainda, a gente vai ver uma nova reunião entre Jorge Messias e o presidente Lula, e nessa reunião será definido para onde Jorge Messias, então, será deslocado, ou se ele continua chefiando a Advocacia Geral da União.
De Brasília, Janaína Camilo. A Petrobras elevou o preço médio de venda do querosene de aviação em 18% para as distribuidoras a partir dessa última sexta-feira, no dia 1º de maio. Do Rio de Janeiro, Rodrigo Viga nos explica.
Por conta da guerra entre Estados Unidos e Irã, que provocou uma disparada no preço do barril do petróleo do tipo Brent, um novo reajuste forte foi praticado pela Petrobras no que havia o querosene de aviação. 18% a partir de agora de alta nas refinarias da Petrobras para o combustível que é utilizado em aeronaves de médio e de grande porte. Foi o segundo aumento expressivo sucessivo.
promovido pela Estatal Brasileira de Petróleo e Gás. No mês passado, um aumento de mais de 19%. O motivo é muito simples. A guerra entre Estados Unidos e Irã, consequências e incertezas, vem mantendo o maior do petróleo do tipo Brent acima dos 100 dólares. Esse aumento de agora equivale a um reajuste de um real.
por litro de querosene de aviação vendido pela Petrobras às distribuidoras. O preço final do produto é formado por essas distribuidoras que vendem o que havia para as companhias aéreas. No mês passado, o aumento deveria ter sido acima dos 50%. E aí Petrobras e o governo decidiram encontrar uma solução para evitar o forte impacto.
Nas distribuidoras, nas companhias aéreas e, consequentemente, nas passagens, nos bilhetes vendidos por essas empresas. Uma espécie de programa de financiamento para a venda ou compra desse querosene de aviação. Parcelamento do ajuste em seis vezes com início de pagamento.
a partir do mês de julho. Isso também vale para o reajuste da Petrobras. Agora, no começo de maio, um real por litro, 18% de alta em relação ao preço praticado no mês passado. De acordo com as companhias aéreas, o querosene de aviação representa mais de um terço dos custos das empresas e tem influência direta nos preços dos bilhetes do Rio.
Rodrigo Viga. A medida provisória que muda as regras para a renovação da CNH começa a avançar no Congresso. A reportagem é de Rafael Almeida.
Pois é, a medida provisória que muda essas regras para a renovação da carteira de motorista já começou a avançar aqui no Congresso e traz uma proposta que pode impactar milhões de condutores em todo o país. A comissão responsável por analisar o texto já foi instalada e será presidida pelo deputado Luciano Amaral com relatoria do senador Renan Filho.
A ideia do governo é simplificar o processo e reduzir custos para quem dirige. O principal ponto é a possibilidade de renovação automática da CNH para motoristas que não cometeram infrações nos últimos 12 meses e que estejam cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores. Nesses casos, o condutor pode ficar dispensado de exames obrigatórios, mas há exceções.
O benefício não vale para motoristas com mais de 70 anos, por exemplo, e quem tem mais de 50 pode usar a renovação automática apenas uma vez. Também continuam obrigatórias avaliações em casos de suspeitas de problemas de saúde. Na prática, a medida já começou a ser aplicada em algumas regiões. Só no interior de São Paulo, mais de 16 mil motoristas...
foram beneficiados nos primeiros meses desse ano. E agora o texto segue em análise aqui no Congresso, onde ainda pode passar por ajustes antes de ser votado definitivamente. Volto com vocês. O presidente da Câmara, Hugo Mota, convoca sessões extras para acelerar a tramitação da PEC, que acaba com a escala 6x1. Vamos entender com a Andrea Nelly.
A Câmara dos Deputados vai ter sessões deliberativas em plenário de 4 a 8 de maio, de segunda a sexta, rotina atípica, já que esses compromissos costumam ficar concentrados de terça a quinta. A medida faz parte de um esforço do presidente da casa, Hugo Mota, para aprovar a PEC da redução da jornada de trabalho ainda em maio.
O texto tem como prazo 10 sessões plenárias deliberativas para que sejam apresentadas emendas na comissão especial que analisa o tema. Só depois desse prazo é que o relator, deputado Léo Prates, pode divulgar o parecer. E o presidente do colegiado, deputado Alencar Santana, pode levar à votação.
Com mais sessões dentro de uma mesma semana, o prazo regimental corre mais rápido, objetivo buscado pelo presidente da Câmara, Hugo Mota, que pretende votar a mudança em plenário ainda em maio. A pressa se deve ao potencial eleitoral da medida não apenas para o Executivo Federal, mas para os próprios parlamentares, que também vão enfrentar as urnas em 2026. De Brasília, André Anelli.
Com o prazo da declaração do Imposto de Renda em andamento, cerca de 257 mil contribuintes foram direto para a Malha Fina. A reportagem é de Júlia Firmino.
O prazo para a declaração do imposto de renda está em andamento. E já nos primeiros dias, milhares de brasileiros caíram na malha fina do leão. Isso porque a declaração do imposto sobre a renda retido na fonte, conhecida como DIF, documento que as empresas usavam para registrar os ganhos dos funcionários, foi extinta.
Com isso, mais de 257 mil contribuintes foram direto para a malha fina do imposto de renda, provocado pela divergência no novo modelo de coleta de dados. Ao todo, mais de um milhão de declarações ficaram retidas por inconsistências. Mas por que isso aconteceu? Em 2025, houve uma mudança. O DIF, que era um documento anual e consolidava dados para o IR, foi aposentado.
Agora, a Receita já puxa os dados mensalmente de duas bases digitais, o I-Social e a EFD-RENF. Mas as atualizações constantes, como lançamentos de férias e qualquer atraso ou erro da empresa, geram conflitos de informações. E segundo o vice-presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis, Jorge Segeti, é exatamente por conta da ampliação das fontes de dados que surgem os problemas.
Agora, os dados chegam quase em tempo real, vindo de diversas fontes. As empresas, bancos, planos de saúde, médicos, cartórios, corretoras, instituições financeiras, outras plataformas. Na prática, isso significa que ao preencher a declaração, o contribuinte não está apenas informando os dados, ele está confirmando informações que a Receita já possui por outros canais.
A Receita Federal informou que a falha é pontual, administrável e que deve ser reduzida ao longo da campanha, como explica o advogado tributarista Felipe Piazzi. Um crescimento, quando há um maior cruzamento de dados, ele é sempre esperado.
Mas ele foi muito, portanto ele é exponencial. Eu acho que ele está para além do que foi esperado. E ele se dá justamente porque as informações que eram prestadas na DIRF, nem sempre elas cruzavam com as informações prestadas perante a folha de pagamento e assim por diante. O grande propósito é diminuir.
Então, sem dúvida, o grande propósito é diminuir, diminuir também as falhas é um processo importante. Mas, neste processo, é muito provável que haja maior exposição, como a gente está vendo agora. Mas, repito, o grande propósito aqui é certamente diminuir.
A Receita Federal destaca que a declaração pré-preenchida continua sendo um dos meios mais seguros e recomendados aos contribuintes. Isso porque ela evita erros e também facilita a identificação de inconsistências. Mas as recomendações seguem as mesmas. Fiquem atentos e confiram os dados cuidadosamente antes de enviá-los.
Para aqueles que ainda vão declarar, a orientação é use o informe de rendimentos fornecido pela sua empresa. Se ele estiver correto, confie nele, mesmo que a pré-preenchida mostre algo diferente. Já os microempreendedores individuais também precisam redobrar a atenção. O MEI deve entregar a declaração anual do Simples Nacional com o faturamento do ano anterior. E dependendo dos rendimentos, também pode ser obrigado a fazer a declaração do Imposto de Renda e a declaração do Imposto de Renda.
como pessoa física. Agora, para você que já caiu na malha fina, a instrução do Fisco é que procure o RH da sua empresa imediatamente. Eles devem corrigir o erro no sistema e assim a sua declaração sairá automaticamente da malha fina dentro de sete dias. E nos casos em que o contribuinte receber um novo informe da empresa, o indicado é que envie o documento corrigido por meio de uma declaração retificadora para atualizar os valores junto à receita.
Além disso, quem ainda não entregou a declaração ou identificou alguma pendência tem até 29 de maio para enviar a documentação. O desastre de Chernobyl, considerado a maior tragédia nuclear da história, completou 40 anos. O acidente permanece como um alerta sobre os riscos inerentes à utilização de energia nuclear. O Luca Bassani relembra para a gente essa história.
A 1h23min47s da madrugada, no dia 26 de abril de 1986, o reator número 4 da usina nuclear de Chernobyl, então parte da União Soviética, explodiu durante um teste de segurança mal conduzido. Quatro décadas depois, o acidente permanece como o mais grave desastre nuclear da história em termos de impacto ambiental e liberação de material radioativo.
sendo também visto como um dos catalisadores do colapso soviético anos mais tarde. O reator envolvido era do tipo RMBK-1000, um modelo soviético moderado a grafite e refrigerado a água, conhecido por sua instabilidade em baixas potências. Na noite do acidente, operadores tentavam simular uma queda de energia.
E em menos de 10 segundos, a energia do reator disparou para mais de 30 mil megawatts térmicos, quase 10 vezes sua capacidade. E o Dussauer, engenheiro nuclear e vice-diretor do Instituto de Energia e Ambiente da USP, nos explica. Por que aconteceu o acidente? Porque eles acharam que era tão seguro e começaram, naquele dia, madrugada de 26 de abril de 86, fazer o experimento de reduzir...
a potência de algumas partes do reator e desligar a refrigeração de água, fazer experimentos com isso. Não se deram conta que no meio do processo baixou a potência, aumentou a potência e isto formou alta temperatura do vapor d'água, formou-se hidrogênio e lá tem grafite. Tem grafite e carbono, ele é combustível. E aí formou-se uma explosão.
Química reagindo hidrogênio, gás com oxigênio e o grafite com oxigênio. Uma explosão química. O superaquecimento causou duas explosões sucessivas que destruíram o núcleo e lançaram material radioativo na atmosfera. A nuvem radioativa atingiu grande parte da Europa, com níveis elevados detectados desde a Ucrânia até a Escandinávia.
Aproximadamente 116 mil pessoas foram evacuadas inicialmente da zona de exclusão, 30 quilômetros ao redor da usina, número que chegaria a mais de 350 mil pessoas ao longo dos anos seguintes.
O impacto humano foi significativo, embora ainda debatido por cientistas e historiadores. Dois trabalhadores morreram na noite do acidente e 28 bombeiros e operadores faleceram semanas depois devido à síndrome aguda da radiação.
O oncologista Dr. Marcelo Coraça fala sobre os efeitos ao longo prazo para as vítimas. É muito além da saúde física, obviamente a saúde mental está associada, mas a gente nunca conseguiu mensurar de fato o efeito disso na população.
Não quem estava morando ali em volta da usina, mas quem estava muito longe ali. Então existem algumas discussões que, eventualmente, pacientes que moravam longe dali, por causa da radiação ser eventualmente carregada por fenômenos até geográficos, possam ter sido expostas àquela radiação. Isso até explicar alguns tipos de câncer em pacientes muito jovens, por exemplo.
Para conter a radiação, cerca de 600 mil liquidadores participaram das operações de emergência. Em 1986, um sarcófago de concreto foi construído em poucos meses para isolar o reator destruído, além de mudanças no modelo nuclear soviético.
Em 2016, o sarcófago foi coberto pelo novo confinamento seguro, uma gigantesca cúpula de aço de 36 mil toneladas projetada para durar ao menos 100 anos. 40 anos depois, em 2026, Pripyat, na Ucrânia, permanece desabitada.
Símbolo de um acidente que expôs os limites tecnológicos e institucionais de uma era que continua a influenciar o debate global sobre energia nuclear até os dias atuais.
O aumento dos preços de insumos relacionados ao gás natural tem impressionado os custos. A Petrobras anunciou um reajuste no valor da molécula do gás natural em vigor a partir de sexta-feira. Mais detalhes ao vivo agora com o meu chará David Diogo, que já vai falar sobre essa questão pra gente, né? Com o contexto geopolítico e aí elevando os custos de vida de todos os brasileiros. Muito bom dia, meu amigo.
Bom dia, David. Bom dia a todos. Pois é, o consumidor que se prepare, né? Prepare bem o bolso que pode vir mais aumento aí. Isso porque a Petrobras fez esse anúncio, né? Que a partir dessa sexta-feira, esse aumento na molécula do gás natural vai ser em média 19,2%. Antes, David, para a gente ter ideia, era de 7,8%. Esse aumento é trimestral.
Então, compreende aí esse valor médio de aumento, incide ali nos meses de fevereiro, março e abril. Vai ser passado primeiramente às distribuidoras e gradativamente o consumidor vai sentir no bolso. Vamos lembrar aqui que ele não vai refletir diretamente no gás de cozinha. Isso porque a Petrobras...
Dá uma outra regra, né? São regras diferentes. Só vai incidir essa alta da molécula do gás natural somente no GNV usado em veículos e também a regra vai valer para o gás canalizado.
Inclusive, para quem mora em condomínio que utiliza o gás canalizado, vai sentir esse aumento nos próximos meses, porque vai ser gradativamente esse impacto para o consumidor. Vai variar de acordo com os tributos federais e estaduais. E claro que as distribuidoras vão...
colocar ali o seu valor de mercado. O aumento reflete o comportamento do dólar e também do petróleo entre os meses de fevereiro e abril. A Petrobras informou que os contratos de venda de gás natural acompanham ali a variação do petróleo, tipo Brent.
do câmbio e desde o início do ano também o índice Henry Rabe. O Henry Rabe que é o principal índice de referência do preço de gás natural dos Estados Unidos. E aí no período considerado o preço do Brent subiu cerca de 24,3%. Por isso que está incidindo aí esse aumento aqui no Brasil, né? Feito pela Petrobras valendo a partir desta sexta-feira, primeiro de maio.
para 19,2%, justamente porque há essa comparação justamente do preço do petróleo. A gente sabe que desde o conflito no Oriente Médio, a gente está tendo aí uns reflexos em vários combustíveis. E o gás natural não é diferente. E falando em combustível, David, vou aproveitar para anunciar também que a Petrobras informou que a partir desta sexta-feira...
Também haverá aumento no querosene de aviação, será R$ 1,00 por litro. Ou seja, o consumidor que gosta de viajar de avião, que prepare também o bolso que vem mais aumento pela frente. Esse aumento vai ser gradativo, vai ser da distribuidora às companhias aéreas ali. E aí esse aumento, também anunciado pela Petrobras nesta sexta-feira, incide também aí nos reflexos.
da guerra no Oriente Médio. É claro que a gente vai ficar atento e trazendo todas as informações aos consumidores, aos telespectadores e ouvintes da Jovem Pan. Eu volto com vocês aí no estúdio. Obrigada. E automaticamente, né, David e Diogo, de fato, tudo aumenta. Então, restaurantes, aviação também sofrendo, as passagens já estão.
realmente com um custo muito elevado e vão elevando cada vez mais, aumentando cada vez mais. E com isso, o nosso custo de vida vai ficando mais elevado, aumentado, enfim, crescido, que é difícil de conseguir arcar com todos esses custos. Muito obrigado pelas informações. Daqui a pouquinho a gente volta se falar. 6 horas 28 minutos. Repita. 6 e 28 da manhã.
Existe um lugar onde a corrida nunca dorme. Mas essa história não pertence a um único lugar. Agora, ela volta a São Paulo.
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A nova tarifa de pedágio da Transolímpica no Rio de Janeiro passa a valer no próximo domingo, ou seja, amanhã. Para quem circula pela região entender melhor como ficam os novos preços, agora a reportagem de Rodrigo Viga.
O pedágio da Transolímpica, uma via expressa dentro da cidade do Rio de Janeiro, vai ficar mais caro e custar quase 10 reais. Isso faz parte de um acordo firmado entre a concessionária que administra a via expressa e a Prefeitura do Rio de Janeiro. 9,95 reais.
O valor do pedágio era de R$ 8,95, mas a concessionária queria, pelas bases contratuais, elevar esse valor para R$ 10,35. Até entrou na justiça, judicializou essa discussão. Houve então um acordo entre as partes que ficou da seguinte forma. Pedágio na via expressa, cada passagem na cancela fica em R$ 9,95.
congelado por três anos. Em contrapartida, a concessionária ganha mais 15 anos de concessão. A Transolímpica, como diz o nome, ela foi viabilizada para os Jogos Olímpicos de 2016, tem pouco mais de 20 quilômetros de extensão, e liga bairros da zona oeste, a zona sudoeste da capital, de Deodoro à Barra da Tijuca, do Rio. Rodrigo Figa.
Jornal da Manhã, agora às 6 horas e 31 minutos. Repita. 6 e 31. Em ano de Copa do Mundo, o Unicef, fundo das Nações Unidas para a Infância, aposta na febre de colecionar álbum de figurinhas dos jogadores e lança a campanha Violência Não Cola. Acompanhe todos os detalhes da reportagem de Vinícius Alexis.
O Fundo das Nações Unidas para Infância, Unicef, lançou a campanha Violência Não Cola. Ao unir a Copa do Mundo, uma das paixões nacionais, com o cuidado e bem-estar de crianças e adolescentes, através do universo simbólico dos álbuns de figurinhas, a entidade chama a atenção para um dado alarmante. Na América Latina, seis a cada dez crianças ainda sofrem algum tipo de castigo corporal ou agressão dentro de casa.
Para Luiz Bittencourt, oficial de proteção contra as violências do Unicef no Brasil, o país tem uma legislação moderna, mas é sempre importante reforçar a mensagem de proteção às crianças. O Brasil também já tem uma legislação bastante avançada sobre o tema que proíbe os castigos corporais.
E o que a gente chama aqui as famílias, a sociedade a discutir, é como trabalhar a criação desses meninos e dessas meninas de uma forma protetiva, de uma forma que se possam estabelecer limites sem violência, sem agressão, sem...
os gritos, sem humilhações, mas de uma forma que seja também um constante aprendizado para as crianças e adolescentes, né? E que diversos estudos podem mostrar que traz um benefício profundo na criação e no desenvolvimento desses meninos e dessas meninas, né?
No primeiro momento, o álbum será disponibilizado de forma virtual no site da Unicef, mas também será distribuído em edições impressas e gratuitas. As figurinhas que colam no álbum são as ações positivas, como explica Luiz Bittencourt. O importante são aquelas quatro figurinhas que a gente traz e que colam no álbum, que é o que deve estar na vida dos meninos e das meninas, né?
É a parentalidade protetiva, é o cuidado, é o respeito, é o diálogo. E o que não cola são aquelas violências, né? São outras figurinhas que a gente traz no álbum também que justamente não colam, que não podem mais ser presentes na vida desses meninos, dessas meninas. É a violência sexual, são os homicídios, é o racismo, é o castigo corporal, as agressões, né? Então é isso que não cola mais na vida desses meninos, dessas meninas.
e que devem ter marcado na sua vida uma criação, os cuidados, marcado pelo respeito, pelo diálogo, pela parentalidade protetiva. No Brasil, mais de 15 mil crianças e adolescentes foram mortas de forma violenta entre 2021 e 2023, e mais de 165 mil sofreram violência sexual no mesmo período.
Olha só, o projeto de lei que reduz a carga horária de trabalho de policiais e de bombeiros militares foi aprovado na Câmara. Matheus Dias explica.
Na mesma linha de um dos debates mais presentes no Congresso esse ano, e pauta de campanha do presidente Lula, uma outra pauta foi aprovada entre os deputados, essa de autoria da oposição. A redução da carga horária mensal para policiais e bombeiros militares, de autoria do deputado Sargento Portugal, do Podemos do Rio de Janeiro, e relatoria do deputado Coronel Meira, do PL do Pernambuco.
A proposta aprovada na Câmara dos Deputados e que agora vai para o Senado, estabelece jornada mensal de até 144 horas, o que dá em média 36 horas semanais. Apenas em casos necessários, com escalas de 24 horas, aí sim o limite máximo pode ser de 192 horas mensais.
O deputado Sargento Portugal diz que hoje a carga horária dos servidores ultrapassa 200 horas mensais em alguns casos. O que que representou ontem a aprovação de 5.967 de 2023? Libertar o povo da Polícia Militar.
e do corpo de bombeiro. Nunca antes foi regulamentado a carga horária para esses profissionais que trabalham por inúmeras vezes acima de 200 horas por mês. Vocês sabiam disso? Então esse povo estava aclamando por isso tudo. E no texto não gerou nenhum impacto financeiro.
porque fica obrigatório criar o banco de horas e registrar as horas trabalhadas a mais, sendo contadas em dobro. Agora vai seguir para o Senado e ontem foi aprovado por unanimidade. Nós esperamos que o Senado agora aprove também o regime de urgência. Diz ainda que não tem dúvidas que a pauta vai ser aprovada, sem enfrentar nenhum obstáculo, seja no Senado ou no Planalto.
A importância da aprovação do projeto ontem na Câmara dos Deputados, em que regulamenta a carga horária de todos os policiais militares e bombeiros militares do Brasil, é justamente para ele poder se recuperar física e mentalmente e parar de ser explorado. Parar de ser explorado. A escala não pode ser considerada nenhum tipo de favor e nem coação em cima desses operadores.
Nós passamos por isso por muito tempo, então nós estamos libertando um povo, ontem por unanimidade, e agora vai para o Senado e eu tenho certeza que vai ser também aprovado por unanimidade para seguir para o presidente da República sancionar essa lei. Além da redução mensal, a proposta prevê remuneração extra para o trabalho que ultrapasse essa carga horária. Em casos de domingos e feriados, o pagamento será dobrado.
A partir do mês de maio, a saúde mental passará a ser prioridade de cuidado no mercado de trabalho. Reportagem de Misael Mainete.
A atualização da norma regulamentadora número 1, mais conhecida como NR1, entra em vigor e marca uma virada estrutural ao incluir fatores psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais. Na prática, isso significa que aspectos como sobrecarga de trabalho, pressão excessiva, metas abusivas, assédio moral e falta de autonomia...
deixam de ser tratados como questões subjetivas ou pontuais e passam a exigir identificação, assim como já ocorre, com riscos físicos, químicos e biológicos. Érica Moraes, gestora do Escritório de Recursos Humanos, Robert Alf, afirma que as empresas já buscam contratações mais assertivas para que os profissionais se adequem aos cargos.
destaca que gestores e lideranças com cobranças excessivas já são uma preocupação entre os candidatos. Então a liderança tóxica ainda é um ponto muito levantado. E isso está diretamente ligado à saúde mental e é levantado dentro da ENEM. Por isso a necessidade dos gestores estarem preocupados desse movimento de melhoria do ambiente de trabalho, a condução dos processos, das cobranças, das metas e dos resultados.
Apesar de ser uma exigência regulatória, a nova diretriz também abre espaço para ganhos estratégicos importantes. Empresas que adotarem uma abordagem consistente de saúde mental tendem a observar o aumento do engajamento e da produtividade, a melhora no clima organizacional e uma maior capacidade de atrair e reter talentos.
Para o psicólogo Fred Figner, os riscos psicossociais no local de trabalho vão desde cargas de trabalho excessivas até relações que afetam as emoções do empregado. Um dos indicadores é o presenteísmo, é quando o colaborador está presente na empresa.
entretanto ele não está produtivo, ou seja, é como o corpo dele estivesse dentro da organização, mas o pensamento, a alma estivesse em outro lugar. E isso fala também de queda de produtividade, alteração de humor, a pessoa começa a faltar, ela não vê mais sentido e significado no trabalho. E essa desconexão vai caindo em produtividade, resultado, vai piorando o clima das relações, isso vai afetando toda a organização e todo o time.
Para o psicólogo é necessário manter um diálogo aberto entre a gestão e os colaboradores, a fim de identificar pontos que devem ser melhorados no ambiente corporativo. Quando a gente fala de avaliação psicossocial, não é simplesmente chegar e sair distribuindo questionários dentro da organização. A gente está falando do trabalhador, da saúde mental e do bem-estar. Então entender os colaboradores, você ter entrevistas confidenciais, que você possa ter espaço para relatar.
fazer esse mapeamento, escutar a população que trabalha, são formas que você consegue fazer uma identificação mais precisa, mais funcional dentro desse levantamento. E não simplesmente sair distribuindo questionário.
Para a gestora de recursos humanos, Erika Moraes, a saúde mental é uma variável competitiva na atração de candidatos. E hoje a saúde mental é uma variável de competitividade, tanto para os clientes quanto para os candidatos. Ele tem um impacto direto em produtividade, retenção, atração dos talentos. Então, o exemplo prático que a gente traz, a sobrecarga muitas vezes leva ao erro, o erro leva ao retrabalho, o retrabalho leva ao custo.
que gera um custo alto. Então eu vejo que hoje a saúde mental, a NR1, ela tem que estar na agenda estratégica das empresas. A NR1 traz um alerta e uma oportunidade. Cuidar da saúde mental no trabalho fortalece o ambiente organizacional, aumenta a produtividade e ajuda a atrair e reter talentos, mostrando que investir nas pessoas é investir no negócio.
Um documento emitido na última quarta pelo Tribunal de Contas da União tem uma nova recomendação de renovação da concessão da Enel no Rio de Janeiro. O Rodrigo Viga explica.
Órgãos técnicos do TCU, Tribunal de Contas da União, recomendaram a renovação da concessão da distribuidora de energia Enel, aqui no Rio de Janeiro. A Enel, Agência Nacional de Energia Elétrica, agência reguladora do setor de energia, já havia recomendado pela renovação da concessão, embora alguns processos, inclusive de apuração e investigação, estejam em andamento.
Segundo esses dois órgãos técnicos do TCU, a Enel Rio atendeu todos os pré-requisitos previamente estabelecidos na concessão da Enel Rio de Janeiro. A empresa atende principalmente cidades, municípios do interior do estado. Quase 3 milhões de clientes, mas está aqui do lado.
responsável pelo fornecimento de energia em Niterói, cidade umbilicalmente ligada à capital e a mais importante depois do município do Rio de Janeiro. O estado tem 92 cidades. A Enel Rio de Janeiro tem o seu contrato de concessão valendo até o final do ano e quer uma prorrogação por mais três décadas, 30 anos.
Agora, falta a palavra final do Ministério de Minas e Energia. E o risco é que a situação da Enel São Paulo, alvo de muitas críticas de prefeitura, governo do estado e clientes, possa influir e influenciar na renovação da concessão da Enel Rio de Janeiro, que faz parte do mesmo grupo de origem italiana do Rio. Rodrigo Viga.
O ministro do STF, Flávio Dino, volta a criticar os penduricalhos na folha de pagamento do judiciário. As informações com Janaína Camilo. O ministro Flávio Dino, do STF, afirmou que depois do julgamento no Supremo que limitou o pagamento de penduricalhos no judiciário, novas assimetrias, nas palavras do ministro, surgiram na folha de pagamentos de juízes e promotores.
A declaração aconteceu durante uma sessão no STF, logo depois que o ministro Alexandre de Moraes disse que vai esperar o acórdão desse julgamento que limitou os penduricalhos, para que ele possa decidir sobre um pedido feito por associações, entidades que representam magistrados, para que essas novas regras comecem a valer na folha de pagamento de maio e não de abril.
Só para relembrar, o STF limitou o pagamento dos penduricalhos, que são auxílios, verbas indenizatórias, a até 35% do teto constitucional, que hoje é de pouco mais de 46 mil reais. E também fixou o limite de 35% para o pagamento de um auxílio por antiguidade, que é pago para aqueles servidores no fim de carreira.
Ou seja, um juiz ou um promotor, já no fim de carreira, ele pode chegar a receber mais de 78 mil reais. O que representa mais de 70% do teto constitucional. Enfim, o ministro Flavidino disse que com essas novas assimetrias, é como se o limite de até 35% tivesse se tornado, na verdade, um novo piso para o pagamento de penduricalhos no judiciário.
De Brasília, Janaína Camilo. Dos álbuns de figurinha da Copa, há itens raros que valem uma fortuna. O colecionismo cresce, mistura nostalgia e também investimento, também atraindo cada vez mais adultos. Mas até onde vai essa paixão? O documento Jovem Pan investiga o fenômeno neste sábado, hoje, às nove da noite, aqui na Jovem Pan News.
Os álbuns de figurinha da Copa do Mundo são uma paixão que atravessa gerações. Completar, trocar e organizar. O colecionismo se tornou um fenômeno cultural e econômico. Moedas raras, discos de vinil, brinquedos antigos, quadrinhos. Itens que carregam história, memória e, em alguns casos, alto valor de mercado. É o que explica a empresária Aldrei Pereira.
Então, se você abrir um pacotinho e tirar uma figurinha rara, você já vai ter, com certeza, um valor agregado ali naquela figurinha. Então, quando a gente começa a conhecer sobre colecionismo, tanto como Pokémon também, que tem cartas mais raros, cartas de futebol, que tem cartas assinadas, tem cartas numeradas, quando você começa a conhecer, você começa a ver...
E realmente tem como você investir nisso e ter um retorno financeiro. O hábito de colecionar é cada vez mais presente entre adultos. Um mercado que cresce impulsionado pela nostalgia e passa a ser enxergado como um investimento. O psicólogo Fred Figner explica a experiência afetiva envolvida no processo.
Porque nós temos aí anos e anos de álbuns de figurinha como essa experiência afetiva dentro de um processo. E aí fala da nossa cultura, fala de como o futebol é importante. Então sim, colecionar e trocar figurinhas com os filhos pode ser uma experiência simbólica muito interessante para as crianças e até mesmo nesses jogos de figurinha, como o Bafo, desenvolver habilidades socioemocionais.
Mas até onde vai essa paixão? Quando o hobby se torna negócio? E o que move quem dedica tempo e dinheiro a esses objetos? O documento Jovem Pan investiga a história e o universo do colecionismo no Brasil. É neste sábado, às 21h, na Jovem Pan News. A ponte de Iguaratuba foi inaugurada e começa a receber veículos neste sábado no litoral do Paraná. A reportagem de Fernanda Xavier, da Jovem Pan Curitiba.
A entrega da ponte de Guaratuba marca um feito histórico para os paranaenses, que por anos enfrentaram a travessia de ferryboat entre Guaratuba e Matinhos, principais destinos aqui do nosso litoral paranaense. A estrutura da ponte tem 1.200 metros de extensão, quatro faixas de tráfego, além de espaço para ciclovia e para pedestres. O investimento passa dos 400 milhões de reais. Atualmente, a travessia de ferryboat leva cerca de 30 minutos, sem contar com o tempo da fila.
Agora com a nova ponte, o tempo da travessia será reduzido para pelo menos dois minutos. A liberação de veículos está prevista para sábado a partir das 11h30 da manhã. E para celebrar esse novo momento, também está programada uma maratona internacional aqui na região.
Que legal, Fernanda Xavier. Obrigada pelas informações. Essa é uma obra muito aguardada, inclusive estava na Constituição do Paraná. Mesmo assim, levou muitas décadas até que de fato saísse do papel. E o nome de Rogéria Bolsonaro entrou no radar do Partido Liberal para disputar o Senado pelo Rio de Janeiro. Vamos entender essas articulações agora com Rodrigo Viga. É isso.
O PL, o partido liberal influenciado pelo pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro, pode testar em algumas pesquisas de opinião nos próximos dias o nome Bolsonaro na corrida ao Senado do Rio de Janeiro. Trata-se de Rogéria Bolsonaro.
Mãe do senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro. A ideia é ver como seria a aceitação, o apelo do eleitorado ao nome Bolsonaro, concorrendo aqui ao Senado Federal pelo Estado do Rio de Janeiro. Flávio Bolsonaro é senador pelo Estado e o irmão dele, Carlos, era vereador.
na Câmara da Capital, mas mudou o título para Santa Catarina para tentar se eleger senador nesse ano de 2026. Por enquanto, o nome do partido é Cláudio Castro, mas ele tem lá seus imbróglios e problemas com a justiça eleitoral. Está inelegível até 2030, apresentou um recurso, está apostando na recomposição do TSE a partir agora desse mês de maio é para...
conseguir uma vitória nesse recurso. Caso contrário, vai ter de recorrer ao Supremo Tribunal Federal para viabilizar a sua candidatura ao Senado. Nas pesquisas de opinião, ele aparece bem cotado. Em primeiro lugar, à frente, inclusive, da petista Benedita da Silva.
Outro que deve decidir pela candidatura ao Senado ao longo dos próximos dias é o deputado federal Pedro Paulo do PSD, muito ligado ao ex-prefeito e agora pré-candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. Companheiros. E a Cota de Luz deve ficar mais cara agora em maio. O Matheus Dias traz mais detalhes para a gente sobre mais esse aumento de preço.
As contas de luz em maio podem ficar um pouco mais caras do que estiveram nos quatro primeiros meses desse ano. Isso porque a Agência Nacional de Energia Elétrica confirmou que em maio será o patamar da bandeira amarela nas contas de luz. Isso desde janeiro até abril foi bandeira verde, ou seja, um patamar em que não há acréscimo nas contas de luz, mas a partir de maio agora terá sim. A cada 100 kWh consumidos...
um acréscimo de cerca de R$ 1,88. Por isso, as contas podem ficar mais caras. A explicação da agência de energia é por conta de um período de transição, de período de chuvas para período agora de mais seca. E por conta dessa seca, as usinas hidrelétricas produzem menos energia, sendo necessário acionar as usinas termoelétricas, que têm um custo de produção de energia mais caro. O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado pela ANEL.
Em 2015, tem algumas diferenças. Bandeira verde, como disse, não há nenhum acréscimo. Bandeira amarela, acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos. E como vimos no ano passado, em alguns momentos, a bandeira vermelha no patamar 1 e 2, um acréscimo um pouco maior. Bandeira vermelha no patamar 1, um acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos, enquanto a bandeira vermelha no patamar 2.
R$ 7,87 na média. De abril até abril, bandeira verde. A partir de maio agora, bandeira amarela. Por isso, a ANEL orienta para que o consumo de energia, principalmente nos horários de pico, aquele horário mais à noite, em que os chuveiros elétricos mais são usados, a ANEL pede e orienta que o uso de energia seja feito de maneira consciente.
Uma pesquisa LATAM Pulse aponta um desgaste na imagem do Congresso Nacional. Vamos entender esses números na matéria de Marco Viana. Olha, essa nova pesquisa LATAM Pulse traz um sinal de alerta importante sobre a imagem dos principais líderes políticos do país.
O levantamento mostra um desgaste generalizado com queda na avaliação de praticamente todos os nomes analisados. O presidente Lula aparece com 45% de imagem positiva e 53% negativa. Uma queda em relação ao levantamento anterior.
Fernando Haddad segue na mesma linha com 44% positiva e 53% negativa. Entre os nomes de projeção nacional também está Nicolas Ferreira, que tem 44% de imagem positiva e 55% negativa, enquanto Romeu Zema e Geraldo Alckmin ficam na casa de 43% de avaliação positiva, mas também registram queda.
Flávio Bolsonaro aparece com 42% positiva e 55% negativa. Ronaldo Caiado tem 37% positiva e 48% negativa. Mas o maior destaque negativo fica para os presidentes do Congresso Nacional.
Davi Alcolumbre tem apenas 3% de imagem positiva e 81% negativa. Já na Câmara, o Gumota registra 2% positiva e 87% negativa. Os piores resultados do levantamento. Os dados reforçam o cenário de alta rejeição e mostram que o desgaste atinge diferentes campos políticos em um momento de grande sensibilidade no cenário nacional.
Denise Campos de Toledo analisa a situação das contas públicas que registraram um déficit primário bilionário. Acompanhe. As contas do setor público tiveram um déficit primário de R$ 80,7 bilhões em março, com uma forte piora sobre março do ano passado, que teve um saldo positivo de R$ 3,6 bilhões. Na composição, o governo federal teve a pior performance, um déficit de R$ 74,8 bilhões.
estados e municípios de 5,4 bilhões e as estatais um saldo negativo de 469 milhões. Essa piora no âmbito federal estaria relacionada principalmente à antecipação do pagamento de precatórios, que pesou também no saldo do primeiro trimestre, positivo em 6,62 bilhões de reais, mas muito abaixo dos 88,7 bilhões do mesmo período do ano passado.
Agora, se consideradas as despesas com juros da dívida pública, o chamado resultado nominal das contas públicas atingiu um saldo negativo de R$ 199,5 bilhões e em 12 meses o déficit chega a 1,21 trilhão ou 9,4% do PIB.
Justificativas à parte, o fato é que só com muitas manobras contábeis se consegue chegar à margem de tolerância da meta deste ano, que é de um superávit de 0,25% do PIB. Isso é um resultado primário sem considerar os juros, o que de qualquer modo tem sido motivo de muita desconfiança quanto ao efetivo cumprimento do que está previsto no arcabouço fiscal. As próprias despesas com precatórios poderão ser excluídas do cálculo.
E tem a questão do avanço da dívida, referência importante para a avaliação do risco país. E a dívida do setor público consolidado avançou para 80,1% do PIB em março, o maior nível desde julho de 2021. São esses números que tornam inadiável o efetivo ajuste das finanças a partir de 2027.
Sem isso, o governo poderá ficar sem margem até para bancar as despesas não obrigatórias, mas que envolvem desde a manutenção da máquina pública até a capacidade de ampliar investimentos.
Agora a gente vem com informações de Brasília. Foi uma semana marcada pelo que se considera duas derrotas dentro do governo no Congresso. A gente está falando aqui, é claro, da situação toda envolvendo o nome de Messias, Jorge Messias, indicado de Lula ao STF, que não foi emplacado, inclusive o primeiro em mais de 100 anos a ser rejeitado. E também o PL da dosimetria, o veto de Lula que foi derrubado.
Agora, nesse contexto, o presidente do PT, Edinho Silva, admitiu que o partido, o PT, possa ter errado ao não apoiar a assinatura da CPI do Master. Matheus Dias. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, e coordenador de campanha de Lula nessa tentativa à reeleição, disse que a bancada do PT errou em não votar a favor na questão da criação de uma CPI para investigar o Banco Master. Na visão de Edinho Silva, o PT...
deveria ter votado e deveria ser o primeiro partido a investigar após tantas acusações sérias em relação às fraudes do Banco Master. Mas Edinho Silva disse que a criação de CPIs como essa acabam paralisando o Congresso, acabam paralisando e impedindo a aprovação de pautas do Planalto e, por si só, por consequência, acabam também deixando o governo de mãos atadas. Mas disse em entrevista exclusiva ao Estadão...
que a bancada do PT deveria ter assinado a favor da criação dessa CPI do Banco Máster, o que depois acabou gerando um acordo entre Davi Alcolumbre e a oposição. Na mesma entrevista, o presidente nacional do PT criticou o Congresso que essa semana acabou deixando duas derrotas ao governo, tanto na quarta-feira em que desaprovou a indicação...
De Jorge Messias, a vaga em aberto no Supremo Tribunal Federal por votação entre os parlamentares. E na quinta-feira, a votação que derrubou o veto presidencial de Lula, a pauta da dosimetria que prevê a redução de penas para o ex-presidente Jair Bolsonaro e os outros condenados do 8 de janeiro. Nas falas de Edinho Silva, mais uma vez, o Congresso vira as costas para a sociedade. Ele disse que o modelo político brasileiro ruiu e está totalmente destruído.
Quando comentou sobre a não aprovação da indicação de Jorge Messias, disse que o Senado cometeu um erro ao transformar uma indicação legítima e competente a uma disputa política. E quando comentou e se referiu à derrubada do veto presidencial na pauta da dosimetria, disse que o Congresso está tentando mudar o regime de pena ou garantir até anistia aos condenados que previam.
Tentativas de homicídio ao presidente Lula, ao vice-presidente Geraldo Alckmin e também ao ministro Alexandre de Moraes. Jornal da Manhã, 6h59. Repita. 6h59.
A cidade maravilhosa já está no clima do show da cantora Shakira. Mais um mês de maio aí no Rio de Janeiro com a apresentação de uma grande artista da música pop internacional. Rodrigo Viga. É isso, contagem regressiva aqui no Rio de Janeiro em Copacabana para o mega show da cantora colombiana Shakira neste sábado a partir das 22 horas.
Praticamente tudo pronto por aqui, esquema especial de segurança, esquema especial de trânsito e muita gente já andando pra lá e pra cá, circulando, respirando esses momentos que antecedem o show da cantora colombiana, que já esteve inicialmente por aqui lá em 96, num show mais acanhado em Uberlândia.
Em 97, ingressos custando apenas 5 reais, mas aí foi descoberta aqui no Brasil e literalmente explodiu. Virou um sucesso sul-americano, depois um sucesso internacional. É mais uma celebração no mês de maio, Celebration May, que agora foi rebatizado de todo mundo no Rio de Janeiro.
Madonna em 24, Lady Gaga em 25, milhão e meio, dois milhões e meio de pessoas, expectativa de dois milhões de pessoas neste sábado aqui no Calçadão e nas areias da praia de Copacabana. E você anda pra lá e pra cá, descobre a toda hora, a todo instante, histórias e inúmeras curiosidades. Uma mãe argentina, uma filha brasileira, a Augustina e a Clara. A Clara tem nove anos, o próximo dia 15 vai estar completando...
10 anos de vida e fez o pedido para que a mãe grávida estivesse aqui em Copacabana neste sábado, tentando o mínimo de contato máximo, mais próximo possível do show que acontece a partir das 22 horas por aqui. Eu queria muito vir para cá.
Querer muito, porque o meu pai falou pra minha mãe que a Shakira ia fazer show, eu falei, eu quero vir direto, a gente pode ficar no hotel, voltar a qualquer hora, mas eu quero ver o show dela. Eu queria vir de qualquer jeito, de qualquer jeito, carro, avião, ônibus, de qualquer jeito. Eu quero muito tentar conseguir falar com ela e eu quero muito curtir, dançar, cantar nesse show.
A Clara, como toda criança, tem muitos sonhos e esperanças que vão além do horizonte. Ela espera estar pertinho da Shakira, logo mais aqui em Copacabana, ter contato com a cantora colombiana e se puder trocar uma ideia, conversar. Afinal de contas, a mãe é argentina e está acostumada com o espanhol, com o castelhano.
É filho por filho, a gente faz de tudo, né? Eu estou grávida e a gente falou com meu marido, vamos encarar essa. Ela sempre gostou muito da Shakira. Eu gostava já de pequena, aí eu passei isso também pra ela. E a gente prometeu ir no show da Shakira. Só que a gente estava na Espanha quando ela esteve aqui no Brasil. Aí ela ficou arrasada, mamãe, eu queria tanto. E aí a gente não pode, mas aí teve essa surpresa dela vir aqui em Copacabana. Eu falei...
Gente, a gente prometeu pra ela, vem no mês do aniversário dela, a gente tem que ir. Do Rio, Rodrigo Viga.
Sete horas e dois minutos. Repita. Sete e dois da manhã. De novo, muito bom dia. Seja bem-vindo à nossa segunda hora aqui de Jornal da Manhã deste sábado. Dia dois de maio de dois mil e vinte e seis. A gente piscou e já tá no mês cinco, David de Tarso. Exatamente. Inclusive, o ano tá voando praticamente, né? Não sei se você tem tido essa sensação. Exato. Quem nos acompanha também.
Mas, de fato, o ano tem passado muito rápido e muita coisa aconteceu e muita coisa acontecendo. Eu acho que é justamente isso, muita coisa acontecendo. Esse 2026 promete. Exatamente. E a gente está aqui para te deixar muito bem informado e já trazermos alguns destaques. Porque teve semana de derrotas para o governo, que movimenta o tabuleiro político. Depois de ter a indicação ao Supremo Tribunal Federal rejeitada pelo Senado, Jorge Messias pode deixar a Advocacia Geral da União.
E a semana que vem também promete ser movimentada, tá? Hugo Mota convoca sessões extras para acelerar a tramitação da PEC, que acaba com a escala 6 por 1. Flávio Dino, ministro do Supremo Tribunal Federal, voltou a criticar os penduricalhos na folha de pagamento do Judiciário. O prazo para declaração do imposto de renda vai até o fim deste mês, mas cerca de 257 mil contribuintes já caíram na malha fina.
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura e a Organização Meteorológica Mundial afirmam que as ondas de calor estão se tornando cada vez mais frequentes, intensas e prolongadas. Dados divulgados pelo IBGE em 30 de abril confirmam que a taxa de desemprego no Brasil subiu para 6,1% no trimestre que foi fechado em março.
Agora 7 horas, 4 minutos. Repita. 7 e 4. Vamos com informações ao vivo, porque a Organização Mundial do Comércio anunciou um corte de despesas operacionais devido à falta de pagamento pelos Estados Unidos à instituição. Vamos entender melhor disso com o David Diogo, que novamente chega ao vivo aqui ao Jornal da Manhã, com esses destaques. Pois é, David, os Estados Unidos levando à fama de mal pagadores. Peace.
Não é possível, a maior potência do mundo está devendo a OMC, a Organização Mundial do Comércio. Está ruim para eles, imagina para a gente. A falta desses pagamentos pelos Estados Unidos está girando em torno de 147,5 milhões de reais. Isso corresponde a 11% do orçamento da OMC. Esse atraso corresponde ao mês de março. A OMC...
com isso, com essa falta de pagamento dos Estados Unidos, planeja um corte de 10% em suas despesas neste ano. O plano de corte é uma resposta direta à falta desse pagamento dos Estados Unidos e também o aumento de inadimplência entre outros países integrantes, como a Rússia.
A informação consta em documentos internos de comitês de orçamento obtidos pela agência de notícias Reuters. O orçamento da Organização Mundial do Comércio deve ser reduzido este ano de 1%.
1,3 bilhão para 1,171 bilhão de reais. Essa medida é para garantir o funcionamento básico da organização, até mesmo com as contribuições atrasadas sejam, até quando as contribuições atrasadas sejam regularizadas, depositadas entre as ações previstas.
Estão o congelamento de contratações de longo prazo e também a redução de 39 postos de trabalhos temporários. A OMC disse também que vai substituir a mão de obra efetiva por estagiários. Os Estados Unidos da América, tradicionalmente um dos maiores financiadores da OMC, voltaram a estar na chamada categoria...
um de atrasos. Isso acontece quando o país deixa de fazer o seu pagamento ali mensalmente a OMC. Além de Washington, como eu falei, a Rússia também está sob medidas administrativas. E aí, esses países que deixam de fazer esses pagamentos à Organização Mundial do Comércio, de acordo com as diretrizes da entidade, eles enfrentam sanções internas, como, por exemplo, a proibição de presidir comitês.
e restrições de acesso a documentos oficiais da organização sediada em Genebra. Para operar ali com caixa reduzido, a OMC já disse que vai planejar essa economia, inclusive fazendo um corte de luz e água, ou seja, fazer economia ali, fazer racionamento nesses itens para...
diminuir já que vai diminuir o orçamento da entidade em si por falta desses pagamentos. Vamos lembrar aqui que esse será um tema central da próxima reunião do Comitê da Organização Mundial do Comércio que está previsto para ser realizada nesta quarta-feira, dia 6 de maio. É claro que a gente vai acompanhar. Se está ruim para os Estados Unidos da América, imagina pra gente, né? Volto com vocês aí no estúdio.
Exatamente, David Diogo. Que fase, né? Que fase que vivemos. Muito obrigado pelas suas informações. Daqui a pouquinho a gente volta a se falar. Agora voltando aqui para o noticiário nacional. No Nordeste, a cidade do Recife, a capital de Pernambuco, permanece em estado de aleta para chuvas intensas. Quatro pessoas morreram em deslizamentos e 340 foram resgatadas em áreas alagadas.
Duas mortes são de uma mãe e um filho na região de Dois Unidos. Os outros dois óbitos registrados são de um homem e de um bebê no bairro Passarinho. Mais de mil pessoas estão desabrigadas em oito municípios. Ao todo, 12 abrigos estão em funcionamento. 14 voos que tinham Recife como destino foram desviados para outros aeroportos por conta das condições meteorológicas.
Lula determinou apoio federal imediato às autoridades locais. A Defesa Civil Nacional foi acionada para dar suporte às cidades atingidas. Em apenas 12 horas choveu uma média de 200 milímetros, o que elevou o nível do rio Capibaribe, principal afluente da região. A previsão é de que a chuva continue nas próximas horas.
É triste demais, né? Quando a gente vê estragos de chuva também trazendo consequências da vida das pessoas. É, recentemente a gente viu aquela tragédia no Rio Grande do Sul, inclusive estive lá cobrindo. É muito triste porque as famílias ficam devastadas, perdem tudo e tem os efeitos pós, porque com essa perda também...
gera depressão, saúde mental prejudicada, a gente torce para que se restabeleça, mas principalmente para que políticas públicas sejam implementadas, porque muitas vezes os políticos não têm essa visão, esse olhar, porque são obras de galeria que ficam invisíveis, mas quando as chuvas aparecem, aí se tornam visíveis os problemas relacionados à falta de infraestrutura e investimento por parte dos gestores.
tem responsabilização, sim, nesse critério. E a gente vai falar muito sobre isso aqui ao longo do Jornal da Manhã de hoje. A Petrobras volta a produzir ureia em fábrica no Paraná. O movimento faz parte do plano do governo de retorno ao mercado dos fertilizantes. As informações com Rodrigo Viga.
Por conta da guerra entre Estados Unidos e Irã, que provocou uma disparada no preço do barril do petróleo do tipo Brent, um novo reajuste forte foi praticado pela Petrobras no que havia o querosene de aviação. 18% a partir de agora de alta nas refinarias da Petrobras para o combustível que é utilizado em aeronaves de médio e de grande porte. Foi o segundo aumento expressivo sucessivo.
promovido pela Estatal Brasileira de Petróleo e Gás. No mês passado, um aumento de mais de 19%. O motivo é muito simples. A guerra entre Estados Unidos e Irã, consequências e incertezas, vem mantendo o maior do petróleo do tipo Brent acima dos 100 dólares. Esse aumento de agora equivale a um reajuste de um real.
por litro de querosene de aviação vendido pela Petrobras às distribuidoras. O preço final do produto é formado por essas distribuidoras que vendem o que havia para as companhias aéreas. No mês passado, o aumento deveria ter sido acima dos 50%. E aí Petrobras e o governo decidiram encontrar uma solução para evitar o forte impacto.
Nas distribuidoras, nas companhias aéreas e, consequentemente, nas passagens, nos bilhetes vendidos por essas empresas. Uma espécie de programa de financiamento para a venda ou compra desse querosene de aviação. Parcelamento do ajuste em seis vezes com início de pagamento.
a partir do mês de julho. Isso também vale para o reajuste da Petrobras. Agora, no começo de maio, um real por litro, 18% de alta em relação ao preço praticado no mês passado. De acordo com as companhias aéreas, o querosene de aviação representa mais de um terço dos custos das empresas e tem influência direta nos preços dos bilhetes do Rio.
Rodrigo Viga. Olha só, o presidente que for eleito em outubro vai poder fazer quatro indicações ao Supremo. Isso se Lula realmente decidir não escolher ninguém nesse ano, depois da primeira escolha dele ter sido rejeitada no Senado, de Jorge Messias. Só que se sair vitorioso, o petista vai chegar a seis nomes, considerando que ele já emplacou...
Flávio Dino e também Cristiano Zanin durante esse mandato. Em entrevista a Bruno Pinheiro, Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato à presidência da República, disse que mesmo aí caso seja eleito, pretende adotar os mesmos critérios do governo do pai dele para as nomeações. Acompanhe.
Mas o critério vai ser aquele que o presidente Bolsonaro também adotou. Tem que ser um perfil que atenda aos requisitos legais, com bastante conhecimento jurídico e que tenha viabilidade de passar no Senado. Porque isso é também um critério na hora de indicar o nome para cá. Porque a competência do presidente é indicar o nome e a competência do Senado é aprovar o nome.
Vamos aprofundar análise e discussão sobre esse assunto com o Jesualdo Almeida, também Cristiano Vilela, que nos acompanha nesse plantão de sábado aqui no Jornal da Manhã. Bom dia, sejam bem-vindos. Jesualdo, dá para considerar então que as nomeações de Bolsonaro, você acha que realmente foram ali embasadas na parte técnica? Como defende Flávio Bolsonaro, dizendo que vai se espelhar nisso para as futuras nomeações ao STF caso eleito? Bom dia.
Bom dia, bom dia a todos, bom dia a nossa audiência. A Constituição determina que a indicação de um ministro do Supremo Tribunal Federal, além de algumas questões etárias, ela precisa indicar dois requisitos, notório o saber jurídico e libada a reputação. Isso é absolutamente interpretativo e de acordo com aquilo que o presidente da República exercício naquele momento entender que é notório o saber jurídico. Por exemplo, no caso do André Mendonça, à época, Jair Bolsonaro disse que o indicava por ele ser extremamente evangélico.
criando um requisito adicional, a fim de que, dentro da pluralidade do Supremo Tribunal Federal, existissem também vozes que defenderiam as pautas evangélicas. Entretanto, a indicação é sempre de um cunho muito técnico, aliás, de um cunho muito político e não muito técnico, eventualmente. A tecnicidade deixa de lado a fim de assumir ares de contornos de identidade ideológica com aquele que indica.
E pela primeira vez o Supremo Tribunal, o Senado Federal, fez o filtro daquilo que dele se espera. Ainda que o Senado tenha tomado uma atitude também política e pouco técnica, na medida que o Messias preenchi os requisitos para indicação, é fato.
O impedimento da nomeação do ministro do Supremo Tribunal Federal, do suposto ministro do Supremo Tribunal Federal pelo Senado, nesse caso o Senado foi eminentemente político. De modo que, embora a Constituição diga de critérios técnicos, na verdade a indicação e a aceitação passam por critérios políticos.
Agora vamos com o Cristiano Villela também, que é jurista de carreira, pode falar melhor para a gente sobre essa questão, porque nas decisões também no Supremo Tribunal Federal, aquelas decisões monocráticas que são muito criticadas, tem vários aspectos que a gente precisa observar de uma militância, vamos dizer assim, que hoje o Supremo adotou. Antes eles se manifestavam por meio dos autos, dos processos, e agora as manifestações são por meio das redes sociais e entrevistas à imprensa.
Pois é, David, um ótimo dia a você, a Bia, a Jesualdo e todos que acompanham o Jornal da Manhã. Bons tempos aqueles em que cada poder estava na sua caixinha e nós víamos o judiciário atuando realmente, cumprindo esse papel institucional.
Justamente por ser um poder, com esse histórico, com essa constituição mais técnica, era um poder que acabava apanhando menos. Justamente pelos ministros, pelos juízes, pelas autoridades desse poder serem mais contidas, falarem nos autos, não terem tanta exposição midiática, é que naturalmente acabavam tendo uma confiabilidade maior por parte da sociedade. Se hoje a sociedade muitas vezes critica...
Talvez, em alguns casos, até de uma forma excessivamente dura, em alguns casos, até ultrapassando os limites, mas existe o fato concreto de que hoje o poder judiciário acaba participando do jogo político. E nesse episódio envolvendo Messias, ficou evidenciada as digitais de integrantes do Supremo Tribunal Federal.
seja no apoio à candidatura de Messias, seja nas manobras de bastidores pela desaprovação de Jorge Messias. Então, o fato é que nós temos hoje um poder cada vez mais político do que técnico, que é o que determinaria a Constituição.
Bom, o funkeiro MC Rian SP foi transferido para uma penitenciária no interior de São Paulo após novas decisões da Justiça. Ele é investigado, a gente relembra, de um esquema bilionário que envolve outros nomes conhecidos e dezenas de suspeitos. O nosso repórter Matheus Dias traz todas as informações pra gente.
O fanqueiro MC Rian foi transferido nesta quinta-feira do Centro de Detenção Provisória do bairro Belém, na zona leste de São Paulo, para a Penitenciária 2, em Mirandópolis, no interior paulista. Essa informação foi confirmada pela Secretaria da Administração Penitenciária.
O cantor que é investigado pela Polícia Federal por envolvimento num esquema bilionário de lavagem de dinheiro. Esquema esse que inclui outro cantor de funk, o MC Pose do Rodo, e o criador da página Choquei, Rafael Souza Oliveira. Ao todo, são 36 investigados nesse esquema.
Segundo a Polícia Federal, o grupo é suspeito de movimentar mais de 1 bilhão e 600 milhões de reais por meio de betes, rifas clandestinas, uso de empresas de fachada, criptomoedas e o tráfico internacional de drogas. No último dia 15, tanto MC Rian quanto os outros investigados foram presos temporariamente, só que uma semana depois o Superior Tribunal de Justiça deu o habeas corpus aos investigados.
Só que no mesmo dia, a 5ª Vara de Justiça Federal em Santos considerou a prisão preventiva, então, após o pedido da Polícia Federal. MC Rian, então, transferido da penitenciária do bairro Belém para a penitenciária 2 em Mirandópolis, no interior de São Paulo. A Amazon vai investir bilhões em capital da startup Antropic. Assunto para Bruno Maier.
A Amazon anunciou um novo investimento de até 25 bilhões de dólares na empresa de inteligência artificial Antiópica, ampliando uma parceria estratégica no setor de tecnologia. O acordo prevê um aporte inicial de 5 bilhões de dólares, com possibilidade de mais 20 bilhões ao longo do tempo.
Em contrapartida, Antropoc se comprometeu a gastar mais de 100 bilhões de dólares nos próximos 10 anos em serviços da AWS, a Amazon Web Services, incluindo infraestrutura de nuvem e chips de inteligência artificial.
A startup responsável pelo chatbot cloud também deve utilizar processadores proprietários da Amazon para treinar e operar seus modelos de AI em larga escala. Essa nova rodada de investimentos reforça a estratégia da Amazon de se posicionar como fornecedora global de infraestrutura para a AI em um momento de forte competição com empresas como Microsoft e Google.
Analistas avaliam que o movimento mostra que a disputa no setor não se limita apenas ao desenvolvimento de modelos, mas também à corrida por capacidade computacional e domínio da nuvem, considerados pilares da nova economia digital.
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, a FAO, e a Organização Meteorológica Mundial afirmam que as ondas de calor estão cada vez mais frequentes, intensas e prolongadas. A gente tem percebido isso, prejudicando, claro, a produção de alimentos. Agora você vai conferir no detalhe na reportagem de Camiliones.
À medida que o aquecimento global está acelerando, as preocupações com as consequências do efeito climático também se elevam. De acordo com o relatório da FAO, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura e a Organização Meteorológica Mundial, as ondas de calor estão cada vez mais frequentes e prolongadas. E isso tem prejudicado a produção de alimentos.
As agências dizem que a pecuária, pesca e colheitas estão prejudicadas e o cenário ameaça a subsistência de mais de um bilhão de pessoas. O calor extremo tem potencializado os incêndios, secas e até pragas, fazendo produtores perderem produtividade.
O Marrocos é um exemplo. O país africano teve ondas de calor recordes e seis anos de seca, comprometendo a produção do país, que teve queda de 40% entre os cereais, impactando colheitas de frutas cítricas e azeitonas.
O chefe do escritório de mudanças climáticas da FAO, Cavizahed, disse à agência Reuters que a cada aumento de 1 grau na temperatura da terra, a produção de culturas como milho, soja, arroz e trigo reduz em 6%. As mudanças são urgentes. As agências ressaltam que falta governança dos sistemas meteorológicos.
que alertem com antecedência os produtores, para que eles possam adotar medidas preventivas. Ainda de acordo com o relatório, não basta adaptação climática. É imprescindível uma solução duradoura e coordenada para conter a mudança climática. 7 horas 22 minutos. Repita. 7h22.
O STF volta a estar no meio da briga entre governo e Congresso depois das duas derrotas consecutivas do Planalto. Janaína Camelo explica. Nessa questão toda envolvendo o STF novamente no meio de uma crise política.
Está, por exemplo, a derrubada do veto do presidente Lula ao PL da dosimetria, né? Porque já tinha uma expectativa de que esse caso fosse judicializado. E foi, por exemplo, a Federação Rede Pessoal já protocolou no Supremo a ação direta de inconstitucionalidade contra a derrubada desse veto.
O PT mesmo também já adiantou que vai também judicializar esse caso lá no Supremo Tribunal Federal. Então, quem vai decidir sobre esse assunto no fim das contas é o Supremo Tribunal Federal. Além disso, só lembrando que para começar a valer o PL da dosimetria, que flexibiliza as penas, reduz penas para os condenados no 8 de janeiro, as defesas desses condenados precisam acionar o STF.
precisam apresentar recursos, mas o que pode acontecer, o que deve na verdade acontecer, já que esse caso já foi judicializado. A relatoria provavelmente vai para o ministro Alexandre de Moraes, ele deve suspender todos os processos que envolvem esse tema, como por exemplo ali esses recursos apresentados pelas defesas dos condenados.
até que se analise esse caso no Supremo. Então ele mesmo deve tomar alguma decisão e deve colocar essa decisão dele para julgamento no plenário do Supremo. Ele pode também determinar ali audiências.
Para discutir esse assunto, audiências envolvendo todas as partes, isso ainda vai ser redefinido. Mas o fato é que agora esse caso está nas mãos do Supremo Tribunal Federal. Outro fato também que coloca o Supremo no meio de uma crise política é a própria rejeição ao nome de Jorge Messias a essa vaga no Supremo Tribunal Federal, porque pegou muito mal no Palácio do Planalto.
nos ouvidos do presidente Lula, que pode ter tido algum tipo de influência dos próprios ministros do Supremo Tribunal Federal para essa derrubada pelo nome de Jorge Messias. Especificamente, ministros que defendiam, por exemplo, o nome de Rodrigo Pacheco, do senador Rodrigo Pacheco, para essa vaga. Então, por exemplo, ministros Gilmar Mendes, Flávio Dino e Alexandre de Moraes. No caso do ministro Alexandre de Moraes, na véspera.
da Sabadina de Jorge Messias, ele se reuniu com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em um jantar na própria casa do ministro, um jantar que ele ofereceu para o ex-secretário nacional de segurança pública, Mário Sarrubo. E lá nesse jantar estava, por exemplo, Ricardo Lewandowski, ex-ministro da Justiça. Estava também o atual diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
e também Davi Alcolumbre. Então, é uma questão que está, sim, sendo muito discutido, principalmente no Congresso Nacional, principalmente entre os parlamentares da base governista, que dizem também que um dos fatores que levaram à rejeição de Jorge Messias seria a influência daqueles que não querem o avanço, por exemplo, das investigações do Banco Master. De Brasília, Janaína Camelo.
Agora às 7 horas e 25 minutos. Repita. 7 e 25. A taxa de desemprego cresceu e atingiu 6,1% da população no trimestre terminado em março. Rodrigo Viga traz as informações.
O desemprego no Brasil subiu no primeiro trimestre desse ano como já era esperado, segundo a penade contínua do IBGE, mas a taxa observada entre janeiro e março foi a menor para esse período desde o início da série histórica em 2012. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego entre janeiro e março desse ano, primeiro trimestre, foi de 6,1%.
1% aproximadamente a mais do que no último trimestre do ano passado. Mas existe a chamada sazonalidade. Afinal de contas, no final do ano sempre há aquelas contratações temporárias para as festas, como Natal, Réveillon, além das férias. No começo de cada ano há dispensa de parte desses funcionários contratados temporariamente, puxando para cima a taxa de desemprego.
Essa variação de 6,1% foi a menor para o primeiro trimestre, desde o início da série histórica da PNAD contínua. No ano de 2012, veio em linha com aquilo que estava esperando o mercado financeiro. Uma variação exatamente igual, de 6,1%. Agora, no primeiro tri, a população desocupada, desempregada, que tomou iniciativa para procurar um emprego, atingiu 6,6 milhões de brasileiros.
Uma alta de 20% aproximadamente, frente ao último TRI do ano passado. Mas uma queda de 13% em relação ao primeiro TRI de 2025. Já o total de pessoas trabalhando no primeiro trimestre atingiu no país 102 milhões de pessoas, de acordo com o IBGE.
Uma queda de 1% em relação ao último trimestre, mais uma alta de 1,5% em relação ao primeiro tri de 2025. Zorriu, Rodrigo Fioca. Ex-presidente Jair Bolsonaro se recupera depois de ser submetido a uma cirurgia no ombro. A reportagem de André Anelli.
O ex-presidente Jair Bolsonaro segue em observação na unidade de terapia intensiva do Hospital Particular de F-Star, aqui em Brasília. Bolsonaro foi internado na manhã de sexta-feira para realizar uma cirurgia no ombro. No boletim médico divulgado por volta das duas da tarde do mesmo dia, a equipe médica informou que Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia de reparo artroscópico do manguito rotador à direita.
A operação ocorreu sem intercorrências. A autorização da cirurgia foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após uma manifestação favorável do Procurador-Geral da República, Paulo Gonê. Os exames e o relatório fisioterapêutico anexados ao processo indicavam a necessidade da cirurgia para a reparação de lesões na região do ombro.
Por decisão do ministro, Bolsonaro continua em prisão domiciliar humanitária após deixar o mesmo hospital semanas atrás, onde esteve internado para tratar um quadro de pneumonia bacteriana. De Brasília, André Anelli. O projeto de lei que reduz a carga horária do trabalho de policiais e de bombeiros militares foi aprovado na Câmara. Matheus Dias. Na mesma linha de um dos debates mais presentes no Congresso...
E a manha do presidente Lula, uma outra pauta foi aprovada entre os deputados, essa de autoria da oposição. A redução da carga horária mensal para policiais e bombeiros militares, de autoria do deputado sargento Portugal do Podemos do Rio de Janeiro e relatoria do deputado Coronel Meira do PL do Pernambuco.
A proposta aprovada na Câmara dos Deputados e que agora vai para o Senado estabelece jornada mensal de até 144 horas, o que dá em média 36 horas semanais. Apenas em casos necessários, com escalas de 24 horas, aí sim o limite máximo pode ser de 192 horas mensais.
O deputado sargento Portugal diz que hoje a carga horária dos servidores ultrapassa 200 horas mensais em alguns casos. O que representou ontem a aprovação de 5.967 de 2023? Libertar o povo da Polícia Militar.
e do corpo de bombeiro. Nunca antes foi regulamentado a carga horária para esses profissionais que trabalham por inúmeras vezes acima de 200 horas por mês. Vocês sabiam disso? Então esse povo estava aclamando por isso tudo. E no texto não gerou nenhum impacto financeiro.
porque fica obrigatório criar o banco de horas e registrar as horas trabalhadas a mais, sendo contadas em dobro. Agora vai seguir para o Senado e ontem foi aprovado por unanimidade. Nós esperamos que o Senado agora aprove também o regime de urgência. Diz ainda que não tem dúvidas que a pauta vai ser aprovada, sem enfrentar nenhum obstáculo, seja no Senado ou no Planalto.
A importância da aprovação do projeto ontem na Câmara dos Deputados, em que regulamenta a carga horária de todos os policiais militares e bombeiros militares do Brasil, é justamente para ele poder se recuperar física e mentalmente e parar de ser explorado. Parar de ser explorado. A escala não pode ser considerada nenhum tipo de favor e nem coação em cima desses operadores.
Nós passamos por isso por muito tempo, então nós estamos libertando um povo, ontem por unanimidade, e agora vai para o Senado, e eu tenho certeza que vai ser também aprovado por unanimidade para seguir para o presidente da República sancionar essa lei. Além da redução mensal, a proposta prevê remuneração extra para o trabalho que ultrapasse essa carga horária. Em casos de domingos e feriados, o pagamento será dobrado.
José Maria Trindade avalia que as indicações ao STF realizadas nos últimos mandatos mudaram um pouco do perfil dos candidatos e isso passou a dificultar as aprovações. Acompanhe. Pois é, olha, o governo precisou jogar pesado nesta indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal.
Todos estavam aqui, presidentes de estatais, presidentes de partidos políticos aliados, ministros, senadores e deputados. E houve até a vinda de vários pastores e bispos de várias religiões exatamente para ajudar Jorge Messias. É, é uma empreitada difícil mesmo.
A cada dia que passa, fica mais complicada a indicação de ministro do Supremo Tribunal Federal. Nas conversas aqui do Senado, a indicação é a de que não dá mais para um presidente da República sacar do bolso do colete um nome que não tenha reputação ilibada e profundo conhecimento jurídico.
O constituinte, quando definiu essa indicação do presidente da República, era normal. As sabatinas como se fossem um chá da cinco aqui no Senado Federal. Só elogios. Aí vem aquela dúvida machadiana. Mudou o Natal ou mudei eu? Mudou o Senado ou mudaram as indicações? As indicações estão diferentes.
Antes, as indicações eram de senhores juristas, famosos, conhecidos, e de inegável saber e conhecimento. E agora, nos últimos presidentes, tem indicado pessoas próximas, e isso vem dificultando a aprovação aqui no Congresso Nacional. É um novo caminho e um novo momento, que pode mudar as indicações para integrantes do Supremo Tribunal Federal daqui para frente.
Bom, Eadora Kramer também analisa a derrota de Jorge Messias no Senado, que termina com apenas 34 votos e é vista como uma das maiores fragilidades do governo Lula no Congresso. Confira. Nem as expectativas mais pessimistas do governo poderiam prever uma votação tão ruim para Jorge Messias. Foi um resultado, além de inédito, inesperado até para a oposição. Apenas 34 votos a favor.
Foi uma derrota muito grande para o presidente Lula e uma vitória inquestionável para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que não só se recusou a receber Jorge Messias durante todo esse tempo, como fez uma ofensiva pesada nos bastidores para impor esse resultado que deixou o governo surpreso.
atordoado, melhor dizendo. Afinal de contas, haviam sido liberados recursos de emendas na tentativa de evitar o pior, mas não adiantou. Essa, sem dúvida, foi a pior derrota do Lula no Congresso, considerando todos os governos dele desde 2003.
Mas como o governo não esperava um resultado assim, não existe ainda um plano B no horizonte. Ou seja, saber é saber como o presidente vai reagir, se vai fazer uma nova indicação de imediato ou se vai esperar.
passar a eleição. Só uma coisa é certa, é que o único que ele não pode indicar, que o Lula não pode indicar, é Rodrigo Pacheco, predileto de Davi Alcolumbre, porque isso equivaleria a entregar o governo para o presidente do Senado.
Olha, nós continuamos repercutindo as movimentações em Brasília. Agora a informação é sobre Hugo Motta, o presidente da Câmara, que está convocando sessões extras para conseguir acelerar a tramitação da PEC, que acaba com a escala 6x1. André Anelli.
A Câmara dos Deputados vai ter sessões deliberativas em plenário de 4 a 8 de maio, de segunda a sexta, rotina atípica, já que esses compromissos costumam ficar concentrados de terça a quinta. A medida faz parte de um esforço do presidente da casa, Hugo Mota, para aprovar a PEC da redução da jornada de trabalho ainda em maio.
O texto tem como prazo 10 sessões plenárias deliberativas para que sejam apresentadas emendas na comissão especial que analisa o tema. Só depois desse prazo é que o relator, deputado Léo Prates, pode divulgar o parecer. E o presidente do colegiado, deputado Alencar Santana, pode levar à votação.
Com mais sessões dentro de uma mesma semana, o prazo regimental corre mais rápido, objetivo buscado pelo presidente da Câmara, Hugo Mota, que pretende votar a mudança em plenário ainda em maio. A pressa se deve ao potencial eleitoral da medida não apenas para o Executivo Federal, mas para os próprios parlamentares, que também vão enfrentar as urnas em 2026. De Brasília, André Anelli.
Cristiano Vilela, não temos aqui um regime de urgência aprovado para a tramitação desse texto, mas devido ao calendário eleitoral e ao teor extremamente populista eleitoreiro dessa discussão, existem formas de ajustar sim o cronograma para que a votação, mesmo com pedido de vista aqui ou ali, ocorra da forma mais rápida possível. Sua avaliação sobre esses bastidores e a pressa que une tanto base quanto oposição quando o assunto é a redução da jornada de trabalho.
Pois é, Bia, nós temos a urgência do ponto de vista político. E aí, quando a gente tem o calendário eleitoral batendo a porta, realmente isso faz milagres, faz com que haja uma pressa excessiva por parte de atores políticos para que seja apreciada determinada matéria. E essa matéria, e todas as pesquisas de opinião têm demonstrado isso com segurança, é uma matéria extremamente popular.
Uma parcela significativa, uma maioria expressiva do eleitorado apoia a redução da jornada de trabalho, especialmente dentro desse discurso que foi criado e que busca seduzir o cidadão, o eleitor, de uma forma geral, de que haverá uma redução da jornada sem...
perda de emprego e sem perda de salário, ou seja, o sujeito vai trabalhar menos e vai ganhar o mesmo salário. Então, naturalmente, todo mundo, ou a grande maioria, acaba desejando que seja aprovada essa matéria e num contexto eleitoral, todo mundo quer ser pai da criança. O Executivo tem feito já uma campanha ostensiva nesse sentido.
O presidente Lula, inclusive, no último dia 30, usou a cadeia nacional de rádio e televisão para defender e muito esse projeto, para tentar colocar as suas digitais nesse processo. E no parlamento, cada um dos parlamentares quer ser um pouquinho o pai da criança, quer poder ir às suas bases nesse ano eleitoral e levar para a sociedade um pouquinho daquilo que seria o seu trabalho em Brasília. Então eu não tenho dúvida que será uma matéria que vai andar.
a jato e que será, com certeza, aprovada no Congresso Nacional. E justamente por isso também, né, Gesualdo Almeida, que a questão do, vamos dizer, do relacionamento entre Executivo e Congresso Nacional, ela precisa ser amena, porque o clima está tenso entre ambos. Então, realmente, essas articulações precisam existir e as críticas não podem ser tão incisivas.
Precisa existir, é necessário um alinhamento que nesse momento não existe. Essa pauta de discussão, tanto da escala 6x1 quanto da jornada, e o mais importante talvez seja a discussão em torno da jornada, se reduziremos a jornada prevista na Constituição de 44 horas para 40, o que parece ser o mais provável, ou para 36, o que parece ser mais improvável nesse momento, deveria ser um discurso evidentemente técnico.
econômico e social, mas foi sequestrado pela pauta política e passa a ser um dos grandes momentos de discussão para as eleições que se aproximam. Quem conseguir colocar as suas digitais nesse projeto, que evidentemente goza de grande apoio popular, vimos há pouco que o desemprego chegou a 6,1% no cenário nacional. Mas aqueles que têm efetivamente carteira de trabalho assinada e que seriam os beneficiados com essa redução de jornada...
não passa de 40 milhões de pessoas, de um contingente de 102 milhões de pessoas que teriam ocupação. Então, esses 40 milhões de pessoas que teriam as suas reduções de jornada, ou que se trabalhassem as mesmas 44 horas, ganhariam horas extras, evidentemente que para todos eles, esse discurso faz cócegas aos ouvidos. Mas não ouviram ainda os empresários, que serão efetivamente impactados com isso. Segundo algumas pesquisas que eu tive acesso,
principalmente em pequenos negócios, para cada seis empregos criados, um será demitido, exatamente para fazer essa compensação com os horários. Ora, as empresas precisarão ainda manter o seu turno de 40 ou de 44 horas. Se o trabalhador só pode trabalhar 36 ou só pode trabalhar 40,
Ele precisará trabalhar de quatro ou oito horas de forma extraordinária, recebendo adicionais por isso. A conta que se faz é a seguinte, não podemos contratar mais ninguém. Nesse momento não é possível. Então, para pagar horas extras, teremos que fazer a demissão em cada seis funcionários de um. Os impactos ainda não foram estudados e o que se tem agora é uma pauta tão somente política, em razão das eleições que se aproximam.
Exatamente isso. E o fechamento do Estreito de Hormuz deve causar impactos profundos na economia global. Waldir Bezerra, mestre em relações internacionais, fala ao vivo agora conosco para explicar um pouco dessa situação, quais são as projeções daqui para frente. Muito bom dia. Bom dia, é um prazer falar com todos pela Jovem Pan. Agradeço pelo convite.
Bom, de que maneira então que a gente tem uma perspectiva em relação a esse conflito, né? Porque muitas coisas estão saindo. Estava até vendo um artigo no The Outstreet Journal, uma reportagem, um jornal norte-americano, falando que o Irã pretende usar golfinhos para a colocação de minas e, dessa forma, explodir navios americanos que promovem esse fechamento do Distrito de Hormuz. Olha o absurdo que a gente vive.
Nós estamos em um momento onde não existem realmente perspectivas de término desse conflito. O Irã tem usado uma das suas principais armas de retaliação aos ataques americanos que ocorreram a partir do final de fevereiro, que é justamente a sua posição geográfica.
como um país costeiro ao Estreito de Hormuz, então ele tem essa capacidade de estabelecer um bloqueio, uma asfixia dessa via marítima que é muito importante para o comércio internacional. E nós chegamos num impasse, porque se por um lado nós temos um bloqueio efetuado pelo Irã de embarcações...
dos chamados países que não são amigáveis a Teheran, nós temos também uma contramedida adotada pelos Estados Unidos de bloqueio também dos portos iranianos para poder impedir a exportação de petróleo e para poder impedir também a chegada de alguns produtos necessários ao Irã pela via marítima através de importações. Então nós temos...
medidas e contramedidas sendo adotadas por ambos os países em função do conflito iniciado há praticamente dois meses atrás, mas que não tem perspectiva de término. Isso causa, sim, problemas para a economia global, já tem causado. Então a gente tem um preço do barril de petróleo que ultrapassou a casa dos 100 dólares.
Isso não acontecia desde a invasão da Rússia à Ucrânia em fevereiro de 2022. E isso preocupa. Isso preocupa não só quem está diretamente envolvido na guerra, como também os demais países do mundo que veem os preços do petróleo, os preços da energia subirem em função dessa situação que ainda é incerta.
Esse conflito, né, Valdir, provou para todos que os impactos em uma guerra não são apenas militares, mas econômicos. A preocupação no início dos Estados Unidos, a justificativa, era justamente o combate ao programa nuclear iraniano, que hoje deixou de ser o protagonista nesse conflito, porque...
Especialistas, inclusive, já relataram que o Irã percebeu a força que tem, além dessa esfera militar, com base no controle do Estreito de Hormuz. E a gente aqui, do outro lado do mundo, que não tem um envolvimento direto com esse conflito no Brasil, também vamos enfrentar, a gente já falou no jornal, do aumento do preço dos combustíveis por conta do petróleo, da querosene de aviação, então as passagens também vão ficar mais baratas.
mais caras, aliás, o gás encanado, o gás natural aqui no Brasil também tende a ficar mais caro. Eu gostaria que dentro desse universo que a gente está relatando aqui, de países que não estão diretamente envolvidos com o conflito, mas ainda assim recebem esses impactos, que você trouxesse para a gente a sua avaliação sobre esse posicionamento geopolítico, de que maneira que os países que apoiam um lado ou outro...
tendem a se comportar nesses próximos capítulos de incerteza. Bom dia. Bom dia. Uma ótima pergunta. Na verdade, esse objetivo adicional de abertura do estreito de Hormuz acabou sendo implementado depois do início das operações. Inicialmente, de fato, a administração americana tinha como principal alvo
alguns analistas vão dizer a mudança de regime dentro do Irã para poder estabelecer uma liderança política que seja mais amigável aos Estados Unidos. A gente sabe que desde 1979, a partir da Revolução Islâmica, o Irã se tornou um país...
que tem se colocado contra a presença americana militar no Oriente Médio, mas do ponto de vista retórico também tem sido muito vociferante contra os Estados Unidos. Então esse era um dos objetivos alegados por muitos especialistas e também pelo próprio Donald Trump.
Outro objetivo inicial era impedir que o Irã pudesse enriquecer urânio até um nível de utilização militar para efeitos de construção, eventualmente, de uma bomba nuclear. Isso era uma das questões declaradas. Mas depois do conflito iniciado e depois da resistência demonstrada pelo Irã do ponto de vista militar,
e até social perante os ataques, temos um outro objetivo que é mais urgente, que é justamente a abertura do Estreito de Hormuz. Então temos efeitos globais para essa retaliação assimétrica do Irã. Estamos falando, na verdade, de um conflito entre uma superpotência.
que é os Estados Unidos da América, e uma potência regional. Então é um conflito assimétrico. O Irã, por exemplo, não tem capacidade de atacar o território dos Estados Unidos diretamente, do ponto de vista militar, mas tem a capacidade de atacar economicamente.
justamente pelo bloqueio do Estreito de Jermuz, o que tem causado uma instabilidade gigantesca, global, do ponto de vista econômico e no preço do petróleo, e que tem dividido os países. Por exemplo, o Brasil é a favor da solução pacífica de conflitos. Os integrantes do grupo BRICS, que hoje são 10 países também, são a favor da cessação das utilidades, da cessação do conflito.
E, por outro lado, nós temos dois atores que continuam insistindo na via militar para poder subjugar o Irã, no caso em específico, os Estados Unidos da América e um outro interessado direto também, que é Israel. Bom, a gente vai ampliar o assunto aqui com os nossos analistas para também fazer perguntas, Jesualdo Almeida e Cristiano Villela, começando pelo Jesualdo com a pergunta.
Professor, bom dia. Essa guerra tem, do ponto de vista estratégico, para o governo Trump, uma catástrofe. É possível imaginar que ele realmente perca as eleições, que se aproximam às eleições de meio de ano, em razão tão somente da guerra? E qual é o cenário mais provável para que o Trump saia dessa batalha, dessa guerra, acenando, como ele sempre faz, com uma vitória?
Existem dois grupos de opinião importantes dentro dos Estados Unidos avaliando esse conflito. O primeiro é daquele grupo mais estreito de apoiadores do Trump, do chamado movimento MAGA, Make America Great Again. Dentro desse grupo mais estreito, o Trump tem um determinado apoio.
para essas operações. Também os republicanos, tanto da Casa dos Representativos como do Senado, apoiam as operações. Por outro lado, a população americana é contrária. Ela tem se mostrado cada vez mais contrária. Nós temos cerca de...
60, 62% dos americanos não concordam, não são a favor da continuidade dessas operações, porque eles sentem justamente os efeitos no próprio bolso. Como eu tinha dito anteriormente, o Irã não tem capacidade de atingir os Estados Unidos militarmente, algo que os Estados Unidos já são capazes de fazer com relação ao Irã, mas essa guerra, esse conflito iniciado no final de fevereiro, ele tem efeitos diretos no bolso do americano médio.
E a economia estadunidense, ela sempre foi um fator muito importante levado em consideração nas eleições, tanto presidenciais como de meio termo. Então, nós estamos há seis meses de uma eleição de meio termo, que vai substituir uma boa parte dos deputados, dos senadores americanos.
no mês de novembro, e há uma grande possibilidade de, se essa incerteza continuar até lá, se o Trump não tiver resultados objetivos até lá, de ele perder o domínio das duas casas. Hoje ele tem o domínio das duas casas, isso é muito importante para ele, porque ele consegue implementar as suas medidas de política externa.
sem gerar muita resistência no Congresso. Isso pode vir a mudar em novembro se a situação continuar e os americanos continuarem sentindo o peso desse conflito nos seus bolsos. O Jornal da Manhã está aprofundando aqui a análise sobre o conflito no Oriente Médio com o Valdir Bezerra, que é mestre em relações internacionais. E a gente estende também aqui o espaço para pergunta para o nosso analista Cristiano Vilela. Vilela.
Valdir, um ótimo dia a você. Valdir, visualizando na linha de tudo que você colocou, sobre as incertezas geradas a partir desse conflito, dá para a gente fazer um exercício em relação à situação do Brasil com relação a esse conflito dos Estados Unidos e do Irã? Nós temos um aspecto do ponto de vista econômico, a pressão em relação aos preços do petróleo e todas as suas consequências no aspecto econômico.
Mas olhando para o campo político, para a sucessão de declarações enviesadas por parte do governo brasileiro em relação aos Estados Unidos, dá para a gente traçar um horizonte com relação a esse conflito, a esse posicionamento do governo americano e as consequências na relação entre Estados Unidos e Brasil?
Todo conflito internacional reverbera na política doméstica, não só americana, como dos países envolvidos. O Brasil é um deles. Aliás, existe uma questão interessante do ponto de vista estratégico, porque nós temos visto, do ponto de vista global, a formação aproximadamente de dois grandes blocos relativamente antagônicos. Nós temos, por um lado, em relação a essa operação específica, temos Estados Unidos.
com Israel e um certo apoio europeu, não é um apoio tão infusivo como o Trump gostaria, mas ainda assim ele existe. E do outro lado nós temos a configuração de um bloco geopolítico, no qual o Irã se insere, que é composto de grandes potências, como é o caso de Rússia, como é o caso de China e como é o caso de alguns países pertencentes aos BRICS.
que se opõe a determinados privilégios ocidentais no sistema internacional. E o Brasil faz parte desse grupo. O Brasil é parte dos BRICS. O Lula é um dos fundadores desse agrupamento. Então, de um certo modo, por participar do grupo BRICS, o Brasil estaria mais ao lado do Irã, da China e da Rússia, em relação a essa grande...
essa grande disputa global por poder. Por outro lado, a posição geográfica do Brasil não permite com que ele tenha tanta margem de manobra assim. Ele não pode alienar os seus parceiros ocidentais, tanto os parceiros europeus como os próprios Estados Unidos, uma vez que a gente sabe que existe a possibilidade de retaliação contra o próprio Brasil por vias de sanções, por vias de...
outros tipos de medidas de pressão política. Então, o Lula tem que navegar em águas um pouco tortuosas. Mas a questão aqui não é só de governo, é uma questão de Estado. A posição geográfica do Brasil e a participação nesses blocos faz com que ele tenha que tomar certos cuidados na sua diplomacia para poder não antagonizar parceiros tradicionais.
Eu falo da Europa e dos Estados Unidos, mas também dos seus parceiros comerciais importantes, como é o caso da China, de certo modo a Rússia e agora também é o próprio Irã. Sem dúvida alguma. E claro que a gente vai seguir acompanhando tudo isso e trazendo as atualizações. Nós conversamos com Valdir Bezerra, mestre em relações internacionais, esclarecendo os diferentes pontos desse conflito no Oriente Médio envolvendo os Estados Unidos.
Muito obrigado pela presença aqui no Jornal da Manhã. Eu que agradeço. Obrigado.
Valeu, sempre bem-vindo, professor. O relatório anual do Observatório das Migrações Internacionais, divulgado nesta semana, aponta que o Brasil abriga mais de 2 milhões de imigrantes. Vamos entender melhor esses dados com o David Diogo. David, bom dia mais uma vez. Bem-vindo aqui ao Jornal da Manhã, nesse sabadão de plantão ensolarado que eu estou vendo aí em São Paulo. Nos traga os detalhes sobre esses dados. Hoje é praticamente impossível algum brasileiro que não conheça um estrangeiro que vive até a próxima.
O que a gente espera no nosso país, né? É aquele Brasil com coração de mãe, Beatriz. Bom dia a você, ao David, a todos que nos acompanham. O sol surgiu aqui, tá brilhando, tá muito bom nessa manhã de sábado, né? Pois é, e os imigrantes, é claro, que gostam também desse clima gostoso do Brasil.
2 milhões de imigrantes de 200 nacionalidades diferentes presentes em todos os estados do Brasil. São venezuelanos, angolanos, cubanos e haitianos que formam o maior grupo de imigrantes no Brasil. Esses povos que vêm para o nosso país são residentes temporários, refugiados e solicitantes de reconhecimento da condição de refugiado. Esse levantamento foi feito pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
que aponta que os venezuelanos estão ali em primeiro lugar no ranking de imigrantes no Brasil. São 680 mil venezuelanos, uma alta de 54% na inserção formal em dois anos. Esse número é formado por maioria de mulheres e crianças de 0 a 14 anos. Os dados constam no 12º relatório anual do Observatório de Migrações Internacionais.
Esse documento foi apresentado nessa semana, especificamente na quinta-feira, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e traz diversas recomendações para a efetiva integração desses povos à sociedade brasileira, dando assistência nas áreas da educação, saúde e também no mercado de trabalho, com uma empregabilidade para esses povos que vivem no nosso país. Esse levantamento feito pelo Ministério...
da Justiça, tem o objetivo de dar esse subsídio à implementação da nova Política Nacional de Migrações e Refúgio, uma lei editada no fim do ano passado que substitui aquela lei de migração de 2017. A análise desses povos, desse levantamento...
Eles serão incluídos ali aspectos em relação à evolução na intensidade de fluxo migratórios, pontos de entrada no Brasil e a composição por sexo e idade. É claro que esse levantamento vai ser atualizado ao longo desse ano, junto aos órgãos competentes que fazem esse levantamento, claro, encabeçado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, como eu já disse. Vamos lembrar aqui que o Brasil, como sempre, é aquele coração de mãe que recebe todos de braços abertos.
Eu volto com vocês aí no estúdio. Obrigada, valeu, David e Diogo. Bom trabalho para você. A Petrobras fechou o primeiro trimestre de 2026 com um desempenho operacional recorde. O registro de produção média surpreendeu, já que atingiu a marca de mais de 3 milhões de barris de óleo equivalente por dia. A informação é com Rodrigo Viga.
Aproveitando a alta do bar do petróleo no mercado internacional em um período de conflito entre Estados Unidos e Irã, a Petrobras literalmente bombou no primeiro trimestre em sua produção. Crescimento de 16,6% em relação ao mesmo período do ano passado. E houve um crescimento também.
expressivo em relação ao último trimestre de 2025, alta de 5,2%. A produção de petróleo da Petrobras chegou a quase 2,6 milhões de barris ao dia entre janeiro e março desse ano, ante 2,2 no mesmo período.
do ano passado. Agora, nesse primeiro trimestre, dez novos poços entraram em operação, sete na Bacia de Campos, três na Bacia de Santos. Houve mais exportações, mais plataformas operando e crescimento.
necessário de toda a grande empresa, da chamada eficiência operacional. Eficiente continua sendo o pré-sal, o trem pagador do mercado de petróleo nacional. Desses 2,6 milhões de barris produzidos no primeiro trimestre desse ano, quase 2,2 milhões vêm da camada pré-sal. As exportações...
Para os Estados Unidos, a Petrobras zeraram entre janeiro e março desse ano, mas cresceram vertiginosamente para a China, que responde hoje por 62% dessas vendas externas da estatal brasileira de petróleo e gás, que não tem no seu horizonte de curto prazo perspectiva de mexer.
No preço do diesel, depois daquele programa de isenção de impostos e subvenção, da gasolina também, aguarda um projeto de lei complementar que está sendo discutido e tramitando no Congresso, mas está fazendo ajustes no preço do querosene de aviação, insumo utilizado pelas companhias aéreas para aeronaves de médio e de grande porte. Do Rio, Rodrigo Viga.
Os organizadores do Oscar, que é a maior premiação do cinema mundial, anunciaram novas regras para produções que pretendem concorrer aos prêmios da indústria cinematográfica. Atuação e roteiro de filmes não poderão ser feitos por inteligência artificial. O anúncio foi feito pela Academia de Artes e Ciências.
Agora, oito horas. Repita. Oito horas em ponto. O STF volta a estar no meio da briga entre governo e Congresso depois das duas derrotas consecutivas do Planalto. Janaína Cabelo. Nessa questão toda envolvendo o STF novamente no meio de uma crise política, está, por exemplo, a derrubada do veto do presidente Lula ao PL da dosimetria, né? Porque já tinha uma expectativa de que esse caso fosse judicializado.
E foi, por exemplo, a Federação Rede Pessoal já protocolou no Supremo a ação direta de inconstitucionalidade contra a derrubada desse veto. O PT mesmo também já adiantou que vai também judicializar esse caso lá no Supremo Tribunal Federal. Então, quem vai decidir sobre esse assunto no fim das contas é o Supremo Tribunal Federal. Além disso, só lembrando que para começar a valer o PL da dosimetria, que flexibiliza as penas, reduz penas,
com os condenados no 8 de janeiro, as defesas desses condenados precisam acionar o STF, precisam apresentar recursos, mas o que pode acontecer, o que deve na verdade acontecer, já que esse caso já foi judicializado? A relatoria provavelmente vai para o ministro Alexandre de Moraes, ele deve suspender todos os processos que envolvem esse tema, como por exemplo ali esses recursos apresentados pelas defesas dos condenados.
até que se analise esse caso no Supremo. Então ele mesmo deve tomar alguma decisão e deve colocar essa decisão dele para julgamento no plenário do Supremo. Ele pode também determinar ali audiências.
Para discutir esse assunto, audiências envolvendo todas as partes, isso ainda vai ser redefinido. Mas o fato é que agora esse caso está nas mãos do Supremo Tribunal Federal. Outro fato também que coloca o Supremo no meio de uma crise política é a própria rejeição ao nome de Jorge Messias a essa vaga no Supremo Tribunal Federal, porque pegou muito mal no Palácio do Planalto.
nos ouvidos do presidente Lula, que pode ter tido algum tipo de influência dos próprios ministros do Supremo Tribunal Federal para essa derrubada pelo nome de Jorge Messias. Especificamente, ministros que defendiam, por exemplo, o nome de Rodrigo Pacheco, do senador Rodrigo Pacheco, para essa vaga. Então, por exemplo, ministros Gilmar Mendes, Flávio Dino e Alexandre de Moraes. No caso do ministro Alexandre de Moraes, na véspera.
da Sabadina de Jorge Messias, ele se reuniu com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em um jantar na própria casa do ministro, um jantar que ele ofereceu para o ex-secretário nacional de segurança pública, Mário Sarrubo. E lá nesse jantar estava, por exemplo, Ricardo Lewandowski, ex-ministro da Justiça, estava também o atual diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
e também Davi Alcolumbre. Então, é uma questão que está, sim, sendo muito discutido, principalmente no Congresso Nacional, principalmente entre os parlamentares da base governista, que dizem também que um dos fatores que levaram à rejeição de Jorge Messias seria a influência daqueles que não querem o avanço, por exemplo, das investigações do Banco Master. De Brasília, Janaína Camelo.
Oito horas e três minutos. Repita. Oito e três da manhã. Para você que está chegando agora, seja bem-vindo, bem-vinda à edição deste sábado do Jornal da Manhã. Feriado prolongado para muitos, mas com a notícia aqui a toda. Até às dez da manhã, David Ditarso. E muita gente nos acompanhando nas mais diferentes plataformas da Jovem Pan News. Seja no rádio, até mesmo na TV, no YouTube. Com os comentários aqui que a gente também sempre acompanha e traz no detalhe para você com muita informação.
É isso, a sua mensagem é sempre muito bem-vinda. Participe, o nosso canal no YouTube é Jovem Pan News. Não se esquece de clicar no like lá também. É isso aí. E olha só, semana de derrotas para o governo movimenta tabuleiro político. Depois de ter a indicação ao Supremo Tribunal Federal rejeitada pelo Senado, Jorge Messias pode deixar a Advocacia Geral da União?
E a semana que vem não vai ficar mais tranquila não, também promete ser movimentada. O Gumota convoca sessões extras para acelerar a tramitação da PEC, que acaba com a escala 6x1. Flávio Dino, ministro do Supremo Tribunal Federal, voltou a criticar os penduricalhos na folha de pagamento do Judiciário. O prazo para a declaração do imposto de renda vai até o fim deste mês, só que antes mesmo disso, cerca de 257 mil contribuintes já caíram na malha fina.
A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e a Organização Meteorológica Mundial afirmam que as ondas de calor estão se tornando mais frequentes, intensas e prolongadas. Dados divulgados pelo IBGE em 30 de abril mostram que a taxa de desemprego no Brasil cresceu para 6,1% no trimestre que foi fechado em março.
Agora 8 horas, 5 minutos. Repita. 8 e 5. Olha só, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país poderia assumir Cuba logo após o fim da guerra contra o Irã. Quem traz os detalhes pra gente ao vivo é o nosso correspondente internacional, Eliseu Caetano, diretamente do país americano. Que eu desejo muito bom dia e trazendo essa informação então, Trump quer realmente dominar o mundo, Eliseu, pelo visto.
Olha eu, você e boa parte da nação global, acredita que sim, viu? Muito bom dia, David, Bia e todos que nos acompanham nessa edição especialíssima do Jornal da Manhã. Neste sábado, a gente fala ao vivo, direto dos Estados Unidos, nesse momento, 7 horas da manhã, com 5 minutos, aqui na costa leste americana, temperatura de momento aqui no sul da Flórida.
24 graus Celsius, quem nos acompanha através das plataformas digitais, pela televisão, consegue ver aqui no telão atrás de mim as imagens em tempo real do amanhecer hoje em Miami. Vai ser um dia lindíssimo, mas atenção, final de semana de Fórmula 1 aqui, previsão de muita chuva para amanhã, que pode até cancelar esse campeonato, que é muito aguardado anualmente por aqui. Mas a notícia de agora não é sobre esporte, é sobre Donald Trump, que também...
está na Flórida. Para quem não sabe, de quintas até aí segundas, todas as semanas, de quinta a segunda, o Donald Trump vem de Washington DC, da capital dos Estados Unidos, para cá, para o sul da Flórida. Ele tem uma casa em Mar-a-Lago, na cidade de West Palm Beach, e do lado dessa casa ele criou um anexo da Casa Branca, onde ele despacha. Inclusive, ele trabalha bastante todos os finais de semana. Já já eu trago a agenda dele para esse final de semana, que está lotada, recheada.
E ele chegou ontem aqui na Flórida, participou de uma série de eventos, foram três eventos.
eventos ao longo do dia e em um dos eventos foi um jantar de noite no The Village, que é uma espécie de bairro ou cidade, porque é bem grande, só de aposentados. É um lugar lindíssimo aqui no sul da Flórida, que concentra um alto número de aposentados americanos. É um lugar muito seguro, repito, muito bonito.
E Donald Trump está de olho nesse voto dos aposentados, tentando aumentar a popularidade dele que anda em queda por aqui, que anda em baixa, como a gente tem acompanhado na programação da Jovem Pan. E daí ele começou a falar, chegou o momento do speech do presidente dos Estados Unidos, e aí ele confirmou o seguinte, a guerra contra o Irã praticamente terminou. Segundo ele, já não há mais o que fazer, tudo que estava...
abre aspas, previsto para ser feito, para ser executado, assim o foi. Fecha aspas. Obviamente, deixando todo mundo em dúvida com relação a o que era isso que deveria ser feito, o que foi feito, que nós não estamos sabendo, além dos bilhões de dólares que foram gastos nessa guerra.
que aparentemente, e também segundo alguns especialistas, não serviu para absolutamente nada, além de bagunçar a geopolítica mais ainda e bagunçar também os mercados financeiros globais, que sofreram e sofreram muito, principalmente por conta do estreito de Hormuz, da alta do petróleo, que todo mundo, além de saber, está sentindo no bolso, não é verdade? E daí ele falou, olha...
tinha um convidado cubano e ele reconheceu essa pessoa. E ele falou, olha, esse rapaz que está aqui, ele vem de um lugar originalmente chamado Cuba. E tenho que dizer para vocês e especialmente para ele, nós vamos assumir, digo mais, quase que imediatamente a ilha de Fidel Castro.
E completou. Em seguida, ali na volta do Irã, quem sabe os Estados Unidos poderiam posicionar um dos fortes aviões como o USS Abraham Lincoln. Esse é um dos maiores navios militares do mundo. Tem cerca de 100 metros. E ele falou que a gente podia estacionar ele ali pertinho da costa cubana e daí os cubanos vão dizer para a gente muito obrigado.
nós nos rendemos a vocês, americanos. Fecha aspas. A situação foi uma mistura de sentimentos ali para a plateia, viu? Muita gente aplaudiu, muita gente riu. Eu não sei se a gente tem o trecho desse vídeo nesse momento.
Mas ele provocou muitos risos, muitos aplausos e, claro, muita gente também ficou atônita, sem saber se ele estava falando sério ou não, porque, como é de praxe, a gente nunca consegue acompanhar exatamente os desejos de Donald Trump. Eu reforço aqui e relembro a nossa audiência que lá atrás, em janeiro deste ano...
Eu, Eliseu Caetano, daqui dos Estados Unidos, trouxe essa informação, antes inclusive da captura de Maduro, antes inclusive do Irã, que Cuba estava no radar de Donald Trump, que as nossas fontes, as fontes da Jovem Pan na capital americana, no Pentágono, no Departamento de Estado, confirmaram ali naquele momento, foi tema da minha coluna inclusive, de que Marco Rubio...
secretário de Estado dos Estados Unidos, atual braço direito de Donald Trump, ele é cubano, para quem não sabe, a família dele toda é cubana, ele ainda tem familiares lá e ele é muito ligado às causas da América Latina, da América Central, enfim, dos latinos de uma maneira geral. E que ele tinha planos para a possível derrubada do regime de Fidel Castro para o regime comunista de Cuba.
Lá atrás, em janeiro, a gente já batia esse martelo de que Cuba era, sim, um alvo do governo dos Estados Unidos nesse ano de 2026. Acabou que a Venezuela veio na frente pela necessidade do petróleo, porque o Irã já era uma realidade, pelo menos dentro do circuito militar americano, ali nas altas patentes, para poder...
fechar lá o estreito de Hormuz, atacar o Irã, teriam que ter o petróleo da Venezuela. E isso não é apenas agora uma opinião minha, é uma opinião baseada nas estatísticas dos principais analistas políticos, jurídicos, militares e geopolíticos aqui dos Estados Unidos, que garantem que só foi possível ser feita essa operação lá no Irã porque antes teve a operação na Venezuela. E agora Donald Trump, na noite dessa sexta-feira, vem com essa bomba.
dizendo que, quem sabe, David, na volta do Irã, os navios não parem ali pertinho da ilha de Cuba, só para o governo cubano dizer, nós nos rendemos, muito obrigado, segundo as palavras de Donald Trump. A gente vai seguir daqui acompanhando essas e outras notícias, já já eu volto com uma outra repercussão de uma outra fala dele nesse evento de ontem, com a agenda dele de hoje, e a gente vai ficar muito bem informado com todas as notícias internacionais.
É com vocês aí no estúdio. Exatamente, Eliseu Caetano. Muitos títulos gerados pelo Donald Trump e a gente segue acompanhando. E o Eliseu, então, vai trazer um outro destaque. Mas ele fez assim, justamente, na Venezuela. Colocou os navios por lá, ficaram fazendo monitoramento e, na sequência, capturou Nicolás Maduro. E agora pode fazer o mesmo com Cuba. Vamos analisar esse tema com os nossos comentaristas, Gisaldo Almeida, Cristiano Villela. Começando pelo Villela agora.
Vilela, você acredita que realmente ele possa fazer isso? Parece que o Trump realmente demonstra essas falas, né? E na sequência ele tem cumprido realmente com aquilo que diz.
Pois é, Donald Trump é imprevisível. Quando a gente imagina que está tudo caminhando para um lado, ele vai, faz meia volta, vira para o outro lado e já cria um outro factóide. Nós temos aí pouco mais de um ano, cerca de um ano e três meses de mandato de Donald Trump, desse segundo mandato de Donald Trump. Parece que faz uma eternidade, justamente porque a cada semana nós temos fatos novos que vão se sucedendo e vão sendo embaralhados.
No que se relaciona a Cuba, me parece um caso clássico, específico, onde Donald Trump queira, deseje e vá tomar alguma medida mais restritiva. Primeiro porque Cuba é um ícone do ponto de vista político, é um marco histórico, social, e pode catapultar ali o nome de Donald Trump como sendo realmente o pai da criança, aquele que resgatou nos seus dizeres.
de um momento de grave dificuldade econômica, do seu ostracismo político em relação a todos os países do globo. O outro aspecto importante é que, com isso, apesar de que, do ponto de vista econômico, Cuba não representa mais...
nenhum em relação aos Estados Unidos, mas existe sim o aspecto da marca pessoal de Donald Trump em ser realmente essa pessoa que se aproveitou ali de uma circunstância de fragilidade e conseguiu com isso cravar a bandeira americana em solo cubano. Então, por esses aspectos, me parece bastante palpável que, de fato, os Estados Unidos, após solucionar esse embrólio envolvendo o Irã, possa se voltar.
a Cuba e me parece também que não terá tanta resistência do ponto de vista armamentista em relação a essa possível tomada de poder.
E não é a imprevisibilidade, né, Gesualdo Almeida, de uma criança correndo no parquinho. É do líder, do maior representante político e econômico nesse mundo globalizado em que nós estamos. E apesar de Trump já ter recebido o apelido de always chickens out, de sempre recuar das apostas que faz, tem de fato cumprido com boa parte dessas ameaças. Agora, essa estratégia que...
Pode ser adotada contra Cuba, faz parte muito mais de um desvio de atenção do que está acontecendo no Irã, ou realmente a importância de reativar um inimigo histórico dos Estados Unidos. É uma tentativa de Donald Trump de recuperar a popularidade dele com o norte-americano, mas que também pode resultar ainda mais isolamento diplomático, né?
Sem dúvida, mas eu vejo muito mais nessa declaração dele um ato de verborragia mesmo, da imprevisibilidade dele, dessa volatilidade. Ele estava fazendo um comício, conversando com alguns apoiadores, falava para a gente que era da sua bolha e apareceu ali o nome de um cumbano e ele já fez o link. Que hora, Cuba, nós...
retomaremos em breve ou tomaremos em breve. Cuba não tem a menor condição de oferecer nenhuma resistência sequer assimétrica aos Estados Unidos. Cuba também não representa mais nenhum risco aos Estados Unidos. Não tem o apoio da antiga União Soviética, não tem mais base de mísseis, não tem o apoio do petróleo venezuelano.
a população está numa situação de altamente depoperação. É a população quem sofre por esse embargo econômico imposto por Donald Trump e por sua volatilidade, por sua imprevisibilidade, que, segundo alguns, já esbarra inclusive na falta de realismo, na falta de percepção de uma perfeita sanidade mental. Donald Trump, com essas indas e vindas, com essa sua verborragia tresbocada, com essas acusações que faz inclusive contra os seus aliados,
Agora, contra o primeiro-ministro alemão, contra o primeiro-ministro da Itália, contra o primeiro-ministro da Espanha, tudo isso leva não apenas a uma sensação de imprevisibilidade, mas sim de que o mundo hoje tem o seu principal player, alguém absolutamente histriônico e não preparado para o cargo que se ocupa.
Já, já mais análise e opinião aqui no Jornal da Manhã. Agora nós vamos te contar que a partir deste mês, a saúde mental passa a ser considerada prioridade no cuidado do mercado de trabalho. A reportagem é de Misael Mainetti. A atualização da norma regulamentadora número 1, mais conhecida como NR1, entra em vigor e marca uma virada estrutural ao incluir fatores psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais. Na prática, isso significa que aspectos...
como sobrecarga de trabalho, pressão excessiva, netas abusivas, assédio moral e falta de autonomia, deixam de ser tratados como questões subjetivas ou pontuais, e passam a exigir identificação, assim como já ocorre com riscos físicos, químicos e biológicos.
Érica Moraes, gestora do Escritório de Recursos Humanos, Robert Alf, afirma que as empresas já buscam contratações mais assertivas para que os profissionais se adequem aos cargos. Destaca que gestores e lideranças com cobranças excessivas já são uma preocupação entre os candidatos.
Então a liderança tóxica ainda é um ponto muito levantado. E isso está diretamente ligado à saúde mental e é levantado dentro da ENEM. Por isso a necessidade dos gestores estarem preocupados desse movimento de melhoria do ambiente de trabalho, a condução dos processos, das cobranças, das metas e dos resultados.
Apesar de ser uma exigência regulatória, a nova diretriz também abre espaço para ganhos estratégicos importantes. Empresas que adotarem uma abordagem consistente de saúde mental tendem a observar o aumento do engajamento e da produtividade, a melhora no clima organizacional e uma maior capacidade de atrair e reter talentos.
Para o psicólogo Fred Figner, os riscos psicossociais no local de trabalho vão desde cargas de trabalho excessivas até relações que afetam as emoções do empregado. Um dos indicadores é o presenteísmo, é quando o colaborador está presente na empresa.
entretanto ele não está produtivo, ou seja, é como o corpo dele estivesse dentro da organização, mas o pensamento, a alma estivesse em outro lugar. E isso fala também de queda de produtividade, alteração de humor, a pessoa começa a faltar, ela não vê mais sentido e significado no trabalho. E essa desconexão vai caindo em produtividade, resultado, vai piorando o clima das relações, isso vai afetando toda a organização e todo o time.
Para o psicólogo é necessário manter um diálogo aberto entre a gestão e os colaboradores, a fim de identificar pontos que devem ser melhorados no ambiente corporativo. Quando a gente fala de avaliação psicossocial, não é simplesmente chegar e sair distribuindo questionários dentro da organização. A gente está falando do trabalhador, da saúde mental e do bem-estar. Então entender os colaboradores, você ter entrevistas confidenciais, que você possa ter espaço para relatar.
fazer esse mapeamento, escutar a população que trabalha, são formas que você consegue fazer uma identificação mais precisa, mais funcional dentro desse levantamento. E não simplesmente sair distribuindo questionário.
Para a gestora de recursos humanos, Érica Moraes, a saúde mental é uma variável competitiva na atração de candidatos. E hoje a saúde mental é uma variável de competitividade, tanto para os clientes quanto para os candidatos. Ele tem um impacto direto em produtividade, retenção, atração dos talentos. Então, o exemplo prático que a gente traz, a sobrecarga muitas vezes leva ao erro, o erro leva ao retrabalho, o retrabalho leva ao custo.
que gera um custo alto. Então eu vejo que hoje a saúde mental NR1 tem que estar na agenda estratégica das empresas. A NR1 traz um alerta e uma oportunidade. Cuidar da saúde mental no trabalho fortalece o ambiente organizacional, aumenta a produtividade e ajuda a atrair e reter talentos, mostrando que investir nas pessoas é investir no negócio.
Agora 8 horas 20 minutos. Repita. 8 e 20. Depois de ter a indicação ao Supremo Tribunal Federal rejeitada pelo Senado, Jorge Messias pode deixar a Advocacia Geral da União de Brasília, Janaína Camelo. Essa foi a primeira reação do advogado-geral da União, Jorge Messias, depois da conclusão ali, né, do resultado do Senado, a rejeição do nome dele à vaga no STF. Ele disse ao presidente Lula que o ciclo dele...
na trajetória, na Advocacia Geral da União, já havia encerrado. O presidente Lula pediu que ele aguardasse, que ele não tomasse nenhuma decisão de cabeça quente, que ele refletisse, pelo menos, esse final de semana. E aí os dois combinaram de se reunir mais uma vez na próxima semana.
Nessa reunião, aí sim eles vão decidir qual o destino do advogado-geral da União, se ele continuaria na chefia da AGU, ou então se ele pode ser também deslocado para outra pasta do governo Lula, como por exemplo, que já foi ventilado para o Ministério da Justiça. Jorge Messias, ele tem dado alguns recados desde quando ele foi rejeitado lá no Senado, tem agradecido, por exemplo, a equipe dele que trabalhou com ele na AGU.
Mas a ideia dele mesmo é que ele não permanece, até porque se ele permanecesse no comando da AGU, ele precisaria continuar indo ao Supremo Tribunal Federal, ter contato com os ministros do STF, porque ali ele precisa defender todos os processos envolvendo o Estado. E Jorge Messias ainda está muito ressentido.
com alguns dos ministros do Supremo, com uma ala que teria influenciado nesse resultado da Sabatina e também no plenário do Senado, que acabou rejeitando o nome dele por 42 votos. Nas redes sociais, em uma última publicação, ele fez agradecimentos.
Agradeceu ao senador Jacques Wagner, que é o líder do governo no Congresso Nacional, e também ao senador Otto Alencar, presidente da Comissão de Constituição e Justiça. Então, nessa semana ainda, a gente vai ver uma nova reunião entre Jorge Messias e o presidente Lula, e nessa reunião será definido para onde Jorge Messias, então, será deslocado, ou se ele continua chefiando a Advocacia Geral da União. De Brasília, Janaína Camilo.
O presidente da Câmara, Hugo Mota, está convocando sessões extras para conseguir acelerar a tramitação da PEC que muda a jornada de trabalho, acabando com a escala 6x1. Andréa Nelly.
A Câmara dos Deputados vai ter sessões deliberativas em plenário de 4 a 8 de maio, de segunda a sexta, rotina atípica, já que esses compromissos costumam ficar concentrados de terça a quinta. A medida faz parte de um esforço do presidente da Casa, Hugo Mota, para aprovar a PEC da redução da jornada de trabalho ainda em maio.
O texto tem como prazo 10 sessões plenárias deliberativas para que sejam apresentadas emendas na comissão especial que analisa o tema. Só depois desse prazo é que o relator, deputado Léo Prates, pode divulgar o parecer e o presidente do colegiado, deputado Alencar Santana, pode levar à votação.
Com mais sessões dentro de uma mesma semana, o prazo regimental corre mais rápido, objetivo buscado pelo presidente da Câmara, Hugo Mota, que pretende votar a mudança em plenário ainda em maio. A pressa se deve ao potencial eleitoral da medida não apenas para o Executivo Federal, mas para os próprios parlamentares, que também vão enfrentar as urnas em 2026. De Brasília, André Anelli.
8 horas 24 minutos. Repetando. 8 e 24 da manhã. A vacinação contra a gripe é retomada na cidade do Rio de Janeiro depois da falta do imunizante. Rodrigo Viga.
Durou apenas um dia a suspensão da campanha de vacinação contra a gripe aqui na cidade do Rio de Janeiro. Essa campanha foi normalizada, segundo a prefeitura, com a chegada de novas remessas de imunizantes enviadas pelo Ministério da Saúde. Na quinta-feira, a campanha tinha sido interrompida por falta de estoque.
O município argumentou que houve uma procura acima da média, acima da expectativa, pela vacina contra a gripe. É que nas últimas semanas houve uma verdadeira onda de gripe em regiões aqui da cidade do Rio de Janeiro. Antes mesmo...
da chegada do inverno. Os estoques baixaram, sobrou só um pouquinho para a campanha destinada, focada e voltada para as escolas municipais e houve a interrupção na quinta-feira. Mas como as remessas chegaram na noite de quinta-feira, a prefeitura trabalhou rápido para distribuir os imunizantes e já na sexta-feira, nos supercentros...
de vacinação aqui da cidade. Essa campanha de imunização foi retomada. Ao longo do final de semana, vai ter vacina contra a gripe nas clínicas da família e também nos postos de saúde da capital. São mais de 230 espalhados aqui pelo município.
Normalmente as doenças respiratórias ficam mais marcadas no período de inverno, mas dessa vez por aqui houve uma onda de gripe que preocupou a população e também a sociedade, que buscou em maior número, em maior volume, essa imunização nos postos de saúde do município. Do Rio, Rodrigo Viga.
A gente volta com análise eleitoral aqui no Jornal da Manhã. O pré-candidato à presidência pelo PL, o senador Flávio Bolsonaro, deu uma entrevista exclusiva aqui para a Jovem Pan. Ele falou sobre as expectativas para as eleições deste ano. Flávio também elogiou a atuação do senador Rogério Marinho, que está coordenando a campanha dele. Acompanhe.
Não apenas eu, mas também essa pessoa que está sendo fantástica ao meu lado aqui nessa pré-campanha, que é o senador Rogério Marinho, uma pessoa super qualificada e que conversa bastante com o nosso time aqui sobre os passos que são dados semanalmente. Eu tenho tido conversas com diversos setores da indústria, da parte do turismo, nós vamos ter daqui a pouquinho, da parte de serviços, principalmente, foi muito impactada pela reforma tributária, impactada negativamente. As pessoas que trabalham com serviços, que são mais de 70% dos brasileiros.
Então, assim, sem saber como é que vão conseguir pagar tanto imposto. O que o governo Lula está entregando para o Brasil é isso. É uma altíssima carga tributária. Ninguém aguenta mais tanto imposto. E o cara aumenta imposto. Ao invés de fechar a conta, ele aumenta os gastos dele.
Nessa entrevista ao jornalista Bruno Pinheiro, Flávio Bolsonaro também falou sobre a escolha do vice dele. O nome oficial ainda não foi divulgado, muitos surgem nos bastidores. Ele disse que o perfil precisa ser, antes de tudo, bem aceito pelo eleitor.
E isso a gente tem algumas pessoas em mente, algumas que vocês colocam também aí em público, mas a gente tem que testar em pesquisas. O perfil do vice vai ser aquele que agregue alguma coisa à nossa chapa presidencial, alguém que seja bem aceito pela sociedade. Esse é o perfil que a gente está buscando e que tem afiliação partidária, já que no último dia 5 de abril foi a data limite. Eu não digo o nome de uma mulher, é interessante o perfil de uma mulher experiente, empreendedora.
que é responsável, que agregue mais uma vez, e que agregue a um governo nosso, pode ser um perfil, é um perfil que eu de verdade gostaria que fosse esse perfil.
Cristiano Villela, vamos lá analisar essas duas falas de Flávio Bolsonaro nessa entrevista exclusiva aqui para a Jovem Pan. Primeiro, nós temos elogios ao coordenador de campanha que, de fato, segundo as pesquisas, aparentemente tem acertado, pelo menos o retrato do momento que a gente fala desses levantamentos, apostando em um Flávio Bolsonaro mais moderado em busca da conquista do voto daquele eleitor pendular que não quer nenhum extremo nem outro.
Então, gostaria que você pontuasse aí sua avaliação sobre essa estratégia já de pré-campanha, que está surtindo esses resultados nas pesquisas, e sobre a escolha de vice. A gente vê muita insistência em bastidores sobre o nome de Romeu Zema, que confirma que ele, sim, vai ser pré-candidato, não é vice de ninguém. E outras mulheres que dialogam com São Paulo, com agronegócio, com catolicismo, sendo também aí estudadas pela campanha.
O vice vai ser tão determinante assim nessas eleições, você considera, levando aí em consideração certamente essa polarização? Olha, Bia, eu vejo que é fundamental a escolha do vice, sim, no que se relaciona à chapa de Flávio Bolsonaro. Haja vista que nós estamos vivendo um período eleitoral bastante polarizado, tal como já vivemos no ano de 2022.
onde claramente existe um antagonismo entre Lula e Bolsonaro, agora Flávio Bolsonaro sendo o capitão do time e não mais Jair Bolsonaro. Mas esse antagonismo vai demonstrar que a definição do eleito será feita justamente pelo centro. Existem dois nomes, esses dois nomes, esses dois polos de atração de apoio político também atraem...
uma rejeição muito significativa. Então, cabe justamente ao eleitor de centro, que não é apaixonado por Lula, tampouco apaixonado por Bolsonaro, que tome essa decisão. E, nesse sentido, acerta de uma forma contundente a campanha do pré-candidato Flávio Bolsonaro.
ao procurar direcionar, ao procurar aproximar o discurso de Flávio Bolsonaro desse eleitor mais ao centro. E nesse sentido, o nome do vice poderá ter um papel fundamental, seja no sentido de demonstrar essa confiabilidade ao eleitor de centro, ou então talvez no sentido de fazer com que o vice seja aquele nome mais ardoroso, que enfrente mais as disputas políticas.
deixando justamente para o titular da chapa Flávio Bolsonaro esse perfil de paz e amor. Então eu vejo que essa é a linha para ser usada durante esse processo eleitoral agora de 2026, haja vista que talvez os nomes mais à direita, os nomes mais ligados ao seu campo político, ele já tenha.
Um eleitor da direita não vai votar em Lula no segundo turno, especialmente das eleições. Então é fundamental procurar garimpar, procurar trazer aquele eleitor de centro que fica dividido entre a esquerda e a direita nesse processo eleitoral.
E às vezes aqueles que se colocam como pré-candidatos podem formar uma chapa, apesar de rejeitarem inicialmente que isso aconteça, como por exemplo Caiado, até mesmo Zema e outros nomes que estão aí sendo ventilados. Em relação também à anistia, o pré-candidato destaca que o Congresso vai ter mais tranquilidade para analisar e depois votar a proposta após as eleições.
A amnistia ampla, geral e irrestrita só não aconteceu por pressão de alguns poucos aqui do Supremo Tribunal Federal. A realidade é essa. Mais uma vez interditando o debate aqui e se metendo até em qual é o texto que ia ser produzido pelo Congresso Nacional. Isso é um absurdo. Eu tenho a convicção que passaram as eleições, o Congresso Nacional vai ter muito mais tranquilidade, vai ter um ambiente muito melhor para aprovar.
Esse projeto que faça justiça integral a todas essas pessoas, incluindo o presidente Bolsonaro. E esse é um sonho que eu peço a Deus que se concretize desde a eleição até o final do ano deste ano. Portanto, antes ainda, se Deus quiser, da nossa aposta, no dia 6 de janeiro, o Congresso já possa ter passado por todo esse processo legislativo, essa lei seja aprovada, ele já possa estar nas ruas.
Bom, e sobre o Supremo Tribunal Federal, Flávio Bolsonaro também disse, reforçou, que qualquer ministro que violar as leis precisa responder pelos atos. Se algum ministro supremo desrespeitar a Lei 1079, que é a lei do impeachment, ele tem que responder por isso, não tem ninguém acima da lei. E o que a gente sempre pediu...
é que as instituições cumprissem, obedecessem à Constituição, como fez o presidente Bolsonaro ao longo dos seus quatro anos, respeitar a Constituição, nada além disso. Assim, eu não sei como é que vai ser isso, eu sei que o presidente da República, eu vou disputar esse cargo de presidência da República, ele coloca ministro lá, ele indica ministro.
do STF. Quem tira em ministro é o Senado Federal, e essa vai ser uma pauta do Senado Federal, mas do jeito que as coisas estão indo, e a população cobrando até que os candidatos, em especial o Senado, se posicionem, se são a favor ou contra o impeachment de ministro, esse, infelizmente, virou um requisito.
Pois é, vamos analisar então com o Gesso Adalmeida essas últimas duas falas de Flávio Bolsonaro, porque, de fato, ele pode, caso seja eleito, então a indicação, como a gente trouxe aqui ao longo do Jornal da Manhã, a indicação de quatro ministros do Supremo Tribunal Federal, o próximo presidente tem a chance de fazer isso, mas em relação à anistia, que ele acredita que seja melhor o ambiente depois das eleições, e também sobre o aspecto. Então, vamos lá.
de os ministros terem que responder caso haja alguma irregularidade, como a gente viu escândalos envolvendo ministros nos últimos tempos.
Ele disse o óbvio. Flávio Bolsonaro falou para sua bolha, ele falou exatamente aquilo que dele se esperaria. Nada além do esperado. Entretanto, de toda essa fala dele, se extrai, desculpa, uma importante constatação. Quem será o pêndulo para todas essas pautas levantadas pelo Flávio? Sobre anistia no mandato seguinte, sobre impeachment de ministro do Supremo Tribunal Federal, será o Senado.
O Senado ganhará uma projeção como veio ganhando nos últimos anos, mas nas próximas legislaturas ele será o grande pêndulo, o grande fiel da balança. Não existe um projeto de poder que passe nesse país sem a dominação do Senado. Quando digo dominação, por números mesmo, por elementos. E segundo pesquisas, a tendência é que o Senado tenha uma projeção maior de conservadores.
na próxima legislatura. Aqueles que são do campo mais do centro, do centro da direita, tendem a prevalecer. Ora, se prevalecer o Senado mais conservador com essas pautas mais reativas, é evidente que questões como anistia e, principalmente, pautarem-se impeachments do ministro do Supremo Tribunal Federal passam a ser uma realidade.
Olha, ainda falando sobre o processo e expectativas eleitoreiras, o nome de Rogério Bolsonaro entrou no radar do Partido Liberal para disputar o Senado pelo Rio de Janeiro. Rodrigo Viga explica para a gente essas articulações. É isso.
O PL, o partido liberal influenciado pelo pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro, pode testar em algumas pesquisas de opinião nos próximos dias o nome Bolsonaro na corrida ao Senado do Rio de Janeiro. Trata-se de Rogéria Bolsonaro.
Mãe do senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro. A ideia é ver como seria a aceitação, o apelo do eleitorado ao nome Bolsonaro, concorrendo aqui ao Senado Federal pelo Estado do Rio de Janeiro. Flávio Bolsonaro é senador pelo Estado e o irmão dele, Carlos, era vereador.
na Câmara da Capital, mas mudou o título para Santa Catarina para tentar se eleger senador nesse ano de 2026. Por enquanto, o nome do partido é Cláudio Castro, mas ele tem lá seus imbróglios e problemas com a justiça eleitoral. Está inelegível até 2030, apresentou o recurso, está apostando na recomposição do TSE a partir agora desse mês de maio é para...
conseguir uma vitória nesse recurso. Caso contrário, vai ter de recorrer ao Supremo Tribunal Federal para viabilizar a sua candidatura ao Senado. Nas pesquisas de opinião, ele aparece bem cotado. Em primeiro lugar, à frente, inclusive, da petista Benedita da Silva.
Outro que deve decidir pela candidatura ao Senado ao longo dos próximos dias é o deputado federal Pedro Paulo do PSD, muito ligado ao ex-prefeito e agora pré-candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. Companheiros.
O acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia começou a vigorar de forma provisória ontem. Por isso, a gente vai conversar ao vivo agora com a Verônica Winter, coordenadora de facilitação de negócios internacionais da FIENG, sobre esse assunto, para entendermos o que está estabelecido nesse acordo, o que muda na prática para todos nós brasileiros em relação a essa medida. Bom dia.
Bom dia, Davi. Agradeço o convite. O acordo, a gente vê, principalmente a indústria, vê com muitos bons olhos, de forma positiva, esse acordo que demorou tanto tempo para entrar em vigor.
o início agora no dia 1º de maio. Inicialmente, a proposta é uma abertura de mercado, a gente tem mais de 700 milhões de consumidores, então tanto o Mercosul quanto a União Europeia terão grandes ganhos nesse sentido de abertura de mercado. A gente também tem uma possibilidade de redução dos custos dos insumos, que atualmente são tarifados, alguns são tarifados.
E também na possibilidade de atração de investimentos maior da União Europeia aqui para o Mercosul e para o Brasil. Então são muitos pontos positivos que esse acordo traz atualmente para as empresas. A União Europeia já é um grande parceiro comercial do Mercosul, então em termos de bloco é o nosso segundo parceiro comercial. E muitos produtos já são isentos, já estavam isentos antes mesmo do acordo.
mas a gente tem aí uma fatia de 25% de produtos que são exportados atualmente para a União Europeia e que terão essa redução ou isenção já imediata, que já iniciou a partir de ontem. Verônica, a gente traz aqui, sempre que esse assunto surge no Jornal da Manhã,
assentamente que a mudança para o consumidor final não é da noite para o dia, ela é gradativa, até que os preços e os impactos, de fato, desse acordo histórico, que levou mais de duas décadas para ser fechado, realmente serão sentidos por nós, consumidores. Mas para o industrial, para o prestador de serviços, para o produtor, de fato, que importa ou exporta, quais são os impactos e a partir de quando?
O que é necessário fazer, ajustar dentro da própria empresa para poder, de fato, se beneficiar desse acordo do Mercosul? Bom dia.
Bom dia. São diversos impactos para os produtores dos diversos setores. Então, por exemplo, os produtores que já têm o produto que vai ser isento, porque como foram negociados vários produtos e a gente chama uma cesta de desgravação, alguns produtos já estão isentos. Então, a partir do momento que a empresa enviou, expultou o produto.
Para a União Europeia, com o certificado de origem, é importante frisar esse certificado, esse documento, que vai estabelecer qual que é aquele produto, qual que é a origem, fazer toda uma análise em relação à classificação, a regra de origem daquele produto, se ele está classificado como um produto negociado para isenção imediata ou para desgravação periódica.
Tudo isso é importante observar, essa parte da certificação internacional, para ter acesso a esse benefício, falando das empresas que já vão usufruir ou que passarão a usufruir de imediato ou no longo prazo, em relação às exportações para a União Europeia. Então, é preciso observar essa documentação para que tenha acesso a esse benefício.
E em relação às empresas, porque a gente também, o que eu falo, é um comércio bilateral. Então, a gente vai ter alguns produtos entrando no país, entrando no Mercosul, de forma também desgravada, então, com isenção de impostos. Então, essa adaptação...
para as empresas em relação a essa concorrência de produtos da União Europeia que pode aumentar, ter em vista essa questão da desgravação do imposto de importação, é importante que as empresas procurem se adaptar às regras, às exigências e se tornem competitivas também em relação a essa concorrência internacional, porque o mercado da União Europeia é um mercado muito exigente.
Então, tanto para as empresas que vão exportar, que estarão enviando produto ou que já enviam seus produtos para lá e vão ter acesso a esse benefício tarifário diante do acordo, quanto para empresas que importam e vão sofrer uma certa concorrência.
desses produtos que passarão a chegar aqui com essa redução ou exerção tarifária, é importante observar essas regras internacionais, essas legislações em relação a questões sanitárias, a questões ambientais. Tudo isso é relevante e essencial para que as empresas tenham sucesso, tanto no aumento da competitividade diante dessa concorrência.
quanto também o aumento da competitividade para ganhar ou ampliar esse mercado que elas vão ter agora na União Europeia com esse acordo, diante desse acordo. Então, essas duas questões são muito importantes de serem observadas para as empresas que estão exportando e também para os importadores. Sem dúvida alguma, vamos incluir na nossa conversa os nossos analistas, Gesualdo Almeida e também Cristiano Villela, começando pelo Villela, para fazer a próxima pergunta.
Olá, um ótimo dia, satisfação recebê-la aqui na Jovem Pan. Dentro desse contexto agora, tão sonhado, tão imaginado por muitos anos dessa parceria envolvendo Mercosul, União Europeia, nós temos a partir de agora a entrada em vigor, mas de uma forma escalonada. Ao longo de alguns anos, vamos sentindo de uma forma leve os efeitos desse novo quadro econômico.
Dá para a gente visualizar que talvez o impacto que possa trazer a determinados setores da economia brasileira, ele acabe não sendo tão sentido como, por exemplo, um eventual desemprego em certos setores, ou um eventual aquecimento na empregabilidade de outros setores, acabe não sendo sentido de uma forma tão escancarada, justamente por conta desse período de adaptação que vai acontecendo, e com isso a gente não deva...
se preocupar de um grave impacto econômico no contexto da economia brasileira? Exatamente. O acordo, os governos tiveram esse cuidado de observar os setores mais sensíveis para as respectivas economias e justamente colocar esses setores em desgravações mais longas, em reduções periódicas e mais longas em relação a outros produtos. Então, por exemplo...
o próprio setor automotivo, é um dos setores que foi mais, vamos colocar assim, poupados em relação a essa questão da desgravação. A gente tem alguns produtos automotivos que têm previsão de 30 anos para ter a desgravação completa, né? E alguns, claro, algumas peças e autopeças já vão ser desgravadas automaticamente, mas a gente tem...
esse período justamente para que a indústria possa se adaptar, para que a indústria se torne mais competitiva e possa estar em pé de igualdade e concorrência com esses produtos europeus que estão entrando no país. Então, nesse sentido, tem essa preocupação em relação a alguns produtos.
Como eu citei, o setor automotivo é o mais evidente, mas a gente tem também alguns do setor vestuário, setor de calçados, que precisam se adaptar e que vão ter esse desafio, mas que tem aí uma desgravação de sete, dez anos.
em alguns produtos para se adaptar e não ter esse problema. E, além disso, o próprio acordo prevê a questão das salvaguardas justamente para que se regule essas eventuais disparidades em relação a volumes de exportação e volumes de importação, volumes de importação principalmente, no mercado, tanto daqui do mercado...
Mercosul do Brasil, quanto do mercado da União Europeia. Então, também tem essa previsão no acordo para que, caso eventualmente as empresas, a economia sofra com um volume excessivo de produtos entrando no país.
possa estabelecer esses mecanismos de salvaguardas que a gente chama, que é justamente uma regulação e um aumento, uma redução da cota ou o retorno da tarifa para esse ajuste, para que não tenha impacto, porque a proposta do acordo é aumentar e desenvolver a economia de ambos os mercados, tanto do Mercosul quanto da União Europeia. Então, se tiver algum conflito, ele já observa isso e já tem previsto esse mecanismo um comentário.
no acordo. O Jornal da Manhã está conversando ao vivo com Verônica Winter, que é coordenadora de facilitação de negócios da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais. E agora, Verônica, a gente passa também a pergunta para o Jesualdo Almeida. Diga lá, Jesualdo.
Oi, Verônica, bom dia. Verônica, depois de muito tempo, então, avançamos com esse acordo do Mercosul e evidentemente que alguns setores da economia ficam afetados negativamente. Você já apresentou alguns. Eu gostaria que você desconhecesse mais sobre isso. É evidente que, por exemplo, o agro nosso passa a ter um benefício, os exportadores de matérias-primas também, até alguns setores de serviços. Mas quais seriam os principais prejudicados aqui no Brasil, no cerário nacional, com esse acordo do Mercosul com a União Europeia?
Bom, Giswaldo, eu gosto de falar que são os que vão ter o maior desafio, né? Porque, diante dessa nova dinâmica, é importante que esses setores passem a observar e passem a estudar e aprofundar mais.
observar os requisitos para que eles se tornem competitivos nessa nova dinâmica do acordo. Então, eu reforço a questão dos automotivos, que é um dos setores mais impactados. Então, apesar de a gente ter alguns comércios intrafirma que vão ser beneficiados, então a gente tem indústrias automotivas aqui no Brasil e na Europa, e que em termos de redução dos insumos, da tarifa dos insumos deles, elas vão se tornar cada vez mais fortes.
nesse sentido e ter uma redução do custo de produção. Mas é um setor que a gente enfatiza como um setor sensível. Em termos dos vinhos e dos queijos também, são setores que a gente entende tão ligados ao agronegócio, mas são setores que podem ter esse desafio, podem ser prejudicados inicialmente, mas que também tem uma desgravação não tão longa quanto a do automotivo.
mas tem uma desgravação prevista e com prazo maior também para que as indústrias se adaptem e para que elas tenham um desafio de adaptação das regras de sustentabilidade, rastreabilidade e qualidade também para que se tornem competitivas em relação a esses produtos que passarão a entrar no nosso mercado, vindo aí da Europa, com essa desgravação tarifária, com essa redução ou isenção do imposto de importação.
Nós conversamos com a Verônica Winter, coordenadora de facilitação de negócios do Estado de Minas Gerais. Eu que agradeço demais a presença aqui no Jornal da Manhã. Eu que agradeço. Bom dia. Bom dia. É isso. Nós queremos chocolate, vinho e queijo mais barato vindo da Europa.
Brincadeiras à parte, é claro que sabemos que os impactos econômicos são bem mais, vão muito mais além do que tudo isso, mas são itens que acabam entrando nesse gosto popular. Olha, a Polícia Militar de São Paulo reforçou o policiamento nos principais parques da capital desde sexta-feira até domingo. David e Diogo traz para a gente as informações, perdão, sobre a importância e também o motivo, né? O que levou a esse reforço de policiamento, a sensação de segurança melhorou no centro, David?
Pois é, vamos ver daqui a esses próximos dias o que acontece nesse feriado prolongado, toda essa mobilização aí de reforçar a presença policial nessas áreas de lazer, como os parques da capital paulista. O número de roubos e furtos vem sendo registrados aí nos distritos policiais, vem aumentando.
quando comparado do 2026 com 2025. Em compensação, de 2025 para 2024, segundo a Secretaria de Segurança Pública, houve uma redução nesses números. Por isso, a Secretaria de Segurança Pública está reforçando esse policiamento nessas áreas de lazer em que as famílias procuram ali para reunir.
se reunir, se confraternizar, outras procuram também os parques para fazer as suas atividades físicas. Então o foco é a prevenção de roubos e furtos contra ciclistas e demais frequentadores que vão rumar intenções para esses locais. Parques como, por exemplo, que teve esse reforço policial, o Ibirapuera, o Juventude, Parque do Povo e também o Vila Lobos. Então o objetivo...
é ampliar essa visibilidade policial e reforçar assim o policiamento ostensivo. As equipes estão atuando ali com patrulhamento ostensivo, abordagens e também posicionamentos estratégicos nesses parques. A ação é baseada em análise de indicadores criminais e o mapeamento feito inclusive pelas polícias civil e militar.
do estado de São Paulo. Só para a gente ter ideia, o Parque Ibirapuera recebe por mês 1 milhão e 400 mil visitantes por ano. São registrados 17 milhões de pessoas no Parque Ibirapuera. Só para a gente também ter ideia desses números de roubos e furtos, no ano passado foram registrados 116 casos de furtos e roubos e tentativas de assaltos dentro do Ibirapuera.
Desse total, 88 furtos e roubos de celulares. Ainda assim, a Secretaria de Segurança Pública disse que houve uma diminuição de 23,5%. No entorno, os registros são maiores. Foram 800 ocorrências de roubo e furtos, inclusive de celulares, no entorno do Parque Ibirapuera.
Os registros aconteceram nas avenidas Quarto Centenário, República do Líbano e Pedro Álvares Cabral. Um aumento de quase 70% em 2025. Só em janeiro deste ano foram registrados no entorno do Parque Ibirapuera 19 casos de roubo e furtos de celulares. Outros parques e áreas de lazer da capital paulista...
A Secretaria de Segurança Pública divulgou que entre janeiro e novembro do ano passado foram registrados 75 roubos. É claro que com policiamento reforçado é sempre bom ter a orientação, né, esses visitantes, essas famílias que procuram esses locais para sempre estar atento, né, não ficar também.
com o celular exposto, sempre no bolso, se tiver algum lugar para conversar, seja um lugar mais seguro, que tenha aquela visão de 90 graus, vai para uma parede, fique encostado ali. É sempre boa essas indicações, essas orientações. Toda precaução é bem-vinda. Eu volto com você aí no estúdio. Vocês, né, Beatriz, David.
Tá certo, David e Diogo. Muito obrigado pelas suas informações. Operação Impacto Importante, porque gera realmente essa inquietação. E eles, diferente das outras operações, dão visibilidade para falar. Estaremos presentes nessas áreas, para evitar que o crime aconteça. Não depois que ele acontece de fazer uma investigação. E esse realmente deve ser o foco por parte da polícia.
A cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, mais conhecida como Débora do Batom, solicitou diminuição da condenação de 14 anos de reclusão pelos atos do dia 8 de janeiro. Nós vamos ao vivo agora à Brasília com o André Anelli, que chega então com essas informações. Muito bom dia, Anelli.
Obrigado, David. Muito bom dia a você também, a Beatriz e a todos aqui no Jornal da Manhã da Jovem Pan. Os advogados de Débora Rodrigues dos Santos reconhecem que esse pedido de diminuição da pena dela e também de progressão...
do regime de cumprimento dessa pena são antecipados, mas afirmam que o posicionamento do Congresso Nacional, que durante essa semana derrubou o veto presidencial do projeto de lei da dosimetria, faz com que todas as condições sejam mais favoráveis à ré. Isso quer dizer, então, que na avaliação dos advogados...
Débora Rodrigues do Nascimento, conhecida como Débora do Batom, ela tem direito justamente então à diminuição da pena, ela foi condenada a 14 anos de prisão e também teria direito à progressão da pena, ou seja, para que pudesse cumprir essa pena já a partir de então em regime semiaberto ou aberto, uma vez que ela cumpriu cerca de 3 anos desse total de 14 anos de pena. Então os advogados... .
Eles atendem esse pedido então feito por parte da cliente deles, que por sua vez se baseia na derrubada do veto presidencial ao projeto de lei da dosimetria, apesar de reconhecerem os advogados que esse projeto ainda não entrou em vigor. A gente destaca para contextualizar que Débora Rodrigues dos Santos, ela ficou conhecida como Débora do Batom justamente por conta...
de uma pichação, entre aspas, perdeu mané em uma das estátuas do Supremo Tribunal Federal. Ela estava naquela multidão dos atos do dia 8 de janeiro de 2023 e a partir de então foi alvo de denúncia da Procuradoria-Geral da República, a PGR, consequentemente foi julgada pelo Supremo Tribunal Federal e agora então cumpre pena nesse momento em regime fechado.
dando então sequência a esse cumprimento de 14 anos de prisão, sendo que cerca de três já foram cumpridos parcialmente, o que leva os advogados a crerem que ela tem direito tanto à progressão da pena, uma vez que parte desse regime já foi cumprido.
E ainda a progressão de regime, ou seja, que ela passe a cumprir essa pena em regime aberto ou semiaberto, devido então ao projeto de lei e a parte da pena já terem sido cumpridos. Tudo isso faz parte do contexto então dos atos do dia 8 de janeiro de 2023.
David, Beatriz. Muito obrigado, Anely. Daqui a pouquinho a gente volta a se falar. Vamos analisar esse tema com os nossos comentaristas, começando pelo Gisualdo, sobre esse pedido, porque, de fato, realmente muita gente coloca essa questão de uma pena exagerada. E aí ela pedindo essa redução por ter colocado ali na estátua, pintado com o batom, a estátua do STF.
De fato, algumas penas foram desproporcionais, mas isso se deu ao somatório de crimes que são imputados. A Débora não foi condenada apenas por passar um batom numa estátua. Os crimes que se aplicam a ela são muitos outros. O que gerou essa pena, sim, ao nosso sentido, desproporcional, mas não com base apenas num batom. Com a aprovação da dosimetria, aliás, com a derrubada do veto da dosimetria, com essa barbeiragem que o governo fez...
O Supremo Tribunal Federal volta a ser o cenário principal dessa discussão novamente. Ele, que é o autor da condenação, ele que impôs essas penas, que segundo muitos são penas desproporcionais, agora ele terá que julgar se a lei da dosimetria é constitucional ou não. E veja que problema se coloca agora.
Se o Supremo, que é o órgão referendador dessas penas, disser que essa lei é inconstitucional, que é pouco provável que aconteça, mas pode acontecer, haveria, sem sombra de dúvidas, um duelo de poderes novamente. O Congresso sendo desrespeitado pelo Supremo Tribunal Federal na sua função de soberania em criação de leis.
Por outro lado, se o Supremo disser que o projeto de lei da dosimetria é constitucional e deve ser imediatamente aplicado, significa dizer que o Supremo reconheceu que as penas aplicadas anteriormente eram, de fato, desproporcionais. Portanto, essa perspectiva do PT, do PSOL e de alguns outros partidos da situação em levar até o Supremo Tribunal Federal a discussão da constitucionalidade desse projeto é, sob todos os argumentos, despropositável. Vamos olhar para frente. Essas questões já estão superadas.
o Congresso legislou de forma soberana e decidiu, com a atribuição que lhe cabe, sobre essa dosimetria de pena, deixamos que essa lei seja aplicada. O que é pior, os réus que estão cumprindo pena, que poderiam ser imediatamente beneficiados com essa lei, poderão ter postergado a análise de seus recursos.
exatamente por conta dessa suposta discussão da constitucionalidade desse projeto. Sobre todos os argumentos, vamos virar a página, vamos olhar para frente, essas questões já estão superadas, o futuro nos aguarda. Lembrando que a Débora é aquela mulher que escreveu com batom na estátua na frente do STF a frase perdeu mané fazendo justamente referência ao que um ministro disse durante uma entrevista logo após, aliás, numa fala pública ali no meio da rua, logo após as eleições.
as últimas eleições com a derrota de Jair Bolsonaro. Vamos seguir aqui com análise envolvendo também essa situação toda. Eu gostaria de te ouvir, Cristiano Villela, a respeito do simbolismo que a gente tem novamente em torno de um assunto que parecia já enterrado. Ou seja, quem vai mandar mais? É mais ou menos isso. Quem ganha esse cabo de guerra? Você tem aquele um minutinho bem rápido para falar para a gente fechar o bloco até as nove da manhã.
Pois é, Bia, a gente tem mais uma vez o Judiciário, o Supremo Tribunal Federal, envolvido num tema político, sendo ali, fazendo parte realmente de uma disputa política, já vista que as decisões foram tomadas pelo Supremo Tribunal Federal e agora caberá a este tribunal.
fazer a análise com relação à constitucionalidade. Por essas e outras é que não pode haver confusão entre papéis. Por essas e outras é que o judiciário tem que ter um posicionamento técnico, um posicionamento isolado, um posicionamento que não passa parte das atividades políticas justamente para poder ter isenção e justamente para poder tomar as decisões sem que crie um certo constrangimento institucional.
Rede Jovem Pan. Jornal da Manhã, nove horas em ponto. Repita. Nove da manhã desse sábado. Que bom ter você aqui conosco. Vamos ao vivo até às dez. Então estamos na nossa última etapa aqui com muita informação pra você. Mas o noticiário na Jovem Pan News não para. Plantão de fim de semana, David Ditar. Exatamente isso.
Seguimos então para te contar que a cidade maravilhosa já está no clima do show da cantora Shakira. Mais um mês de maio no Rio de Janeiro com apresentação de grande artista e dessa vez de novo, música pop internacional. Rodrigo Viga.
É isso, contagem regressiva aqui no Rio de Janeiro, em Copacabana, para o mega show da cantora colombiana Shakira, neste sábado, a partir das 22 horas. Praticamente tudo pronto por aqui, esquema especial de segurança, esquema especial de trânsito e muita gente já andando para lá e para cá, circulando, respirando esses momentos que antecedem.
O show da cantora colombiana, que já esteve inicialmente por aqui, lá em 96, num show mais acanhado, em Uberlândia, em 97, ingressos custando apenas 5 reais. Mas aí foi descoberta aqui no Brasil e literalmente...
Explodiu, virou um sucesso sul-americano, depois um sucesso internacional. É mais uma celebração no mês de maio, Celebration Week, que agora foi rebatizado de todo mundo no Rio de Janeiro. Madonna em 24, Lady Gaga.
Em 25 milhão e meio, 2 milhões e meio de pessoas, percatativa de 2 milhões de pessoas neste sábado aqui no Calçadão e nas areias da praia de Copacabana. E você anda pra lá e pra cá, descobre a toda hora, a todo instante, histórias e inúmeras curiosidades. Uma mãe argentina, uma filha brasileira, a Augustina e a Clara. A Clara tem 9 anos, o próximo dia 15 vai estar completando...
10 anos de vida e fez o pedido para que a mãe grávida estivesse aqui em Copacabana neste sábado, tentando o mínimo de contato máximo, mais próximo possível do show que acontece a partir das 22 horas por aqui. Eu queria muito vir para cá.
Querer muito, porque o meu pai falou pra minha mãe que a Shakira ia fazer show, eu falei, eu quero vir direto, a gente pode ficar no hotel, voltar a qualquer hora, mas eu quero ver o show dela. Eu queria vir de qualquer jeito, de qualquer jeito, carro, avião, ônibus, de qualquer jeito. Eu quero muito tentar conseguir falar com ela e eu quero muito curtir, dançar, cantar nesse show.
A Clara, como toda criança, tem muitos sonhos e esperanças que vão além do horizonte. Ela espera estar pertinho da Shakira, logo mais aqui em Copacabana, ter contato com a cantora colombiana e se puder trocar uma ideia, conversar. Afinal de contas, a mãe é argentina e está acostumada com o espanhol, com o castelhano.
É filho por filho, a gente faz de tudo, né? Eu estou grávida e a gente falou com meu marido, vamos encarar essa. Ela sempre gostou muito da Shakira. Eu gostava já de pequena, aí eu passei isso também pra ela. E a gente prometeu ir no show da Shakira. Só que a gente estava na Espanha quando ela esteve aqui no Brasil. Aí ela ficou arrasada, mamãe, eu queria tanto. E aí a gente não pode, mas aí teve essa surpresa dela vir aqui em Copacabana. Eu falei...
Gente, a gente prometeu pra ela, vem no mês do aniversário dela, a gente tem que ir. Do Rio. Rodrigo Viga. Agora, nove horas, três minutos. Repita. Nove e três. Os Estados Unidos anunciaram que vão retirar cinco mil soldados da Alemanha. Os detalhes você confere com Eliseu Caetano, que chega ao vivo mais uma vez pra nos contar que ele prometeu e de fato vai cumprir.
Exatamente, David. Infelizmente, mais uma crise diplomática se avista no horizonte envolvendo os Estados Unidos e ele, como sempre ele, Donald Trump. Muito bom dia novamente para você, para a Bi, para todos que acompanham o Jornal da Manhã. A gente chega ao vivo direto dos Estados Unidos, 8 horas da manhã com 4 minutos aqui na costa leste-americana. A temperatura neste momento no sul da Flórida, 24 graus Celsius. Um sábado amanhecendo.
muito bonito, ensolarado e com a promessa de dia quente por aqui. Aliás, dia de Fórmula 1, a cidade está cheia, todo mundo muito animado para viver essa experiência, mas no campo político as experiências seguem, como dizem por aqui, no upside down, de cabeça para baixo, de cima para baixo.
o tempo inteiro, porque Donald Trump não para. Ainda pouco estava aqui no Jornal da Manhã trazendo a informação de que ele disse que na volta do Irã poderia dar uma passadinha em Cuba, dando um recado direto ao regime de Fidel Castro. Pois então, agora já é uma decisão, tá? O governo dos Estados Unidos deve retirar pelo menos 5 mil soldados que estão em bases militares americanas na Venezuela. São soldados que ficam alocados em diferentes bases e um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um
Em diferentes países na Europa, há um efetivo aproximado de 40 mil militares americanos morando na Europa para uma possível defesa, no caso da OTAN. A OTAN é a Organização do Tratado do Atlântico Norte, aquela associação que, como eu sempre explico aqui, que é o mexeu com um, mexeu com todos.
entrou em guerra com um, entrou em guerra com todos, porque vão se defender ali mutuamente. Os Estados Unidos fazem parte dessa aliança há bastante tempo, só que Donald Trump, ao longo dos últimos meses, tem dado muitas e muitas declarações apontando de que os Estados Unidos podem se retirar, podem sair dessa aliança, que é histórica e que é muito importante para a comunidade internacional, para a segurança global. Só que...
Ao longo dessas últimas semanas, isso se intensificou ainda mais, sobretudo por conta de críticas que ele tem sofrido. Ele, Donald Trump, por parte de Keir Starmer, por exemplo, o primeiro-ministro britânico, por parte também de Friedrich Merz, que é o chanceler alemão, e aí agora como uma maneira de punir.
essas falas, aliás, segundo analistas por aqui, uma punição explícita até ao governo alemão, nessa próxima semana os Estados Unidos devem começar a retirada de pelo menos 5 mil soldados da Alemanha. Ou seja, iniciando aí uma crise, pelo menos no campo diplomático.
com Berlim e tudo por conta da guerra com o Irã. O que o Irã tem a ver com isso? Os Estados Unidos têm dito através do presidente do país, através de Donald Trump, que os países membros da OTAN não têm investido no quesito defesa. Se eles não investem em defesa, se os Estados Unidos tiverem problema, eles não têm como defender os Estados Unidos. Apenas os Estados Unidos.
defender eles. Então, Donald Trump colocou uma pressão no ano passado, e a gente acompanhou aqui, e conseguiu fazer com que esses países que fazem parte da OTAN subissem o valor investido para cerca de 2% do PIB de cada um desses países. Então, cada país membro dessa aliança tem que investir pelo menos 2% dos seus PIBs no quesito defesa, no quesito segurança. A Espanha bateu o pé, disse que não faria...
Foi um quipropó, como diria o nosso querido Rodrigo Viga, danado. Daí, resolveu-se essa questão, agora veio a crítica de Frederic Merz e aparentemente Donald Trump não o engoliu, não o digeriu bem e decidiu rebater, inclusive através das redes sociais, dizendo o seguinte, olha...
O Merz não sabe do que ele está falando. A Alemanha está indo mal, de mal a pior. E daí ele anunciou oficialmente essa intenção de reduzir as tropas, que foi oficializada minutos depois pelo Pentágono, menos 5 mil militares vão começar a ser retirados agora. Vai ser uma retirada gradual e há uma expectativa de que esses militares saiam da Alemanha no prazo máximo de até um ano a partir daqui. Ou seja, uma brigada...
inteira de combate deve deixar o país, além de um batalhão de artilharia de longo alcance que ainda seria enviado e que nem vai mais ser enviado. Vale lembrar que a Alemanha abriga a maior presença militar americana lá na Europa.
com cerca de 35 mil soldados. O país funciona hoje como o principal hub de treinamento e também de operações dos Estados Unidos lá na Europa. E aí essa redução deve mexer com esse quadro, claro, mexer também com a estrutura da OTAN em termos de defesa.
E com os brios dos demais líderes dessa aliança, que não estão na manhã desse sábado, nada felizes com toda certeza com essa decisão dos Estados Unidos. Aliás, um alto funcionário do Departamento de Defesa daqui do país deu entrevista à Agência Internacional de Notícias Reuters na condição de anonimato e ele disse que essas medidas respondem diretamente a... Abre aspas.
as declarações inapropriadas e pouco úteis das autoridades alemães. Ainda segundo ele, Trump já, inclusive, havia sinalizado
que poderia estender isso para outros países da Europa, como por exemplo a Espanha. Ou seja, a Alemanha, segundo esse funcionário, seria apenas o primeiro passo, a primeira decisão de Donald Trump de enfraquecer a OTAN com a retirada estratégica de militares lá da região. Começaria-se, portanto, pela Alemanha. Próximo passo, Espanha, meu querido Deddy de Tarso. Para encerrar aqui, só deixar um comentário sobre o VT do nosso querido Rodrigo Viga. Aquela menininha clara de 9 anos...
me lembrou a nossa querida Beatriz Frenner nos dias de hoje, adulta no show do Guns N' Roses. É com vocês no estúdio. Valeu, Eliseu Caetano. Muito obrigado pelas informações. Quer se pronunciar, Beatriz? Já que você foi citada? Já fui, já fui no show do Guns N' Roses. Muito bom, gosto. E está chegando maio em São Paulo também, já estamos em maio. É um mês bastante especial para o rock. É isso aí. Valeu, Eliseu.
Bom, vamos analisar esse tema então que o Eliseu trouxe para nós, porque o contexto geopolítico envolvendo isso é extremamente importante. E aí, Jesualdo Almeida, de que forma que você interpreta isso em relação ao aspecto da retirada das tropas da Alemanha após manifestações de ambos os lados, esses ataques acontecendo e o atrito sendo instalado ali também envolvendo toda a Europa?
O primeiro-ministro alemão, Friedrich Merz, disse que a Europa precisa conduzir a sua própria segurança. Então pronto, os soldados americanos sairão de lá. Mas também é só um aceno feito por Donald Trump, não é a ruptura total. Donald Trump, com seus desvaneios, com suas vindas e vindas, se ele quisesse realmente envolver, ele teria tirado os 35 mil militares que estão na Alemanha e não apenas 5 mil. É apenas um gesto simbólico.
Como quem diz, não me critique, não fale mal de mim. Eu não aceito que seja maltratado, ou pelo menos que eu seja criticado. O mesmo tende a acontecer agora com a Espanha e com a Itália. O Donald Trump já disse várias vezes que a Espanha vai mal, que a Itália vai mal.
Então, somente porque o critica. Foi assim com o primeiro-ministro do Canadá e tem sido assim nos seus arrubos de verborogia. Donald Trump é uma pessoa com um ego tão inflamado que qualquer questão crítica a ele se torna um problema de Estado, se torna um problema de diplomacia.
Vilela, Donald Trump está de fato ficando isolado? Essa é uma fala muito individualizada por parte de Friedrich Mers, da Alemanha, se posicionando? Tem relevância? Tem algum impacto para ele, de fato?
Olha, eu vejo que Donald Trump não se preocupa com o isolamento, muito pelo contrário, ele se coloca de uma forma autossuficiente como sendo realmente, não só a si, mas aos Estados Unidos, como se bastando nesse tabuleiro geopolítico global. Nesse sentido, ele vem demonstrando total desapego com relação a blocos multilaterais, com relação a alianças estratégicas e vem tomando realmente posições.
que demonstrem ali os interesses próprios dos Estados Unidos e os Estados Unidos como sendo autossuficientes. Eu vejo que com relação a isso, com relação a essa estratégia, com relação a esse modo de operação do presidente Donald Trump, é algo que vai ser sentido pelos Estados Unidos no longo prazo.
Quando a gente imagina que temos ainda três anos e meio de governo de Donald Trump, a gente já visualiza o pós-Trump. Trump não pode ser reeleito. E dentro desse novo contexto, talvez o futuro presidente americano terá realmente dificuldades em reenquadrar os Estados Unidos dentro de uma estratégia global mais sólida, até por conta dos desafios que os Estados Unidos têm em relação aos seus principais oponentes, em especial a China.
Muito obrigada pelas análises. Olha, o desastre de Chernobyl, que é considerado a maior tragédia nuclear da história, completou 40 anos. O acidente permanece como alerta sobre riscos a respeito do uso de energia nuclear. O Luca Bassani preparou uma reportagem especial para relembrar essa história.
A 1h23min47s da madrugada, no dia 26 de abril de 1986, o reator número 4 da usina nuclear de Chernobyl, então parte da União Soviética, explodiu durante um teste de segurança mal conduzido. Quatro décadas depois, o acidente permanece como o mais grave desastre nuclear da história em termos de impacto ambiental e liberação de material radioativo.
sendo também visto como um dos catalisadores do colapso soviético anos mais tarde. O reator envolvido era do tipo RMBK-1000, um modelo soviético moderado a grafite e refrigerado a água, conhecido por sua instabilidade em baixas potências.
Na noite do acidente, operadores tentavam simular uma queda de energia. E em menos de 10 segundos, a energia do reator disparou para mais de 30 mil megawatts térmicos. Quase 10 vezes sua capacidade.
E o Dussauer, engenheiro nuclear e vice-diretor do Instituto de Energia e Ambiente da USP, nos explica. Por que aconteceu o acidente? Porque eles acharam que era tão seguro e começaram naquele dia, madrugada de 26 de abril de 86, fazer um experimento de reduzir a potência de algumas partes do reator e desligar a refrigeração de água, fazer experimentos com isso. Não se deram conta.
que no meio do processo baixou a potência, aumentou a potência, e isto formou alta temperatura do vapor d'água, formou-se hidrogênio, e lá tem grafite, grafite é carbono, ele é combustível. E aí formou-se uma explosão química reagindo hidrogênio.
Gás com oxigênio e o grafito com oxigênio. Uma explosão química. O superaquecimento causou duas explosões sucessivas que destruíram o núcleo e lançaram material radioativo na atmosfera. A nuvem radioativa atingiu grande parte da Europa, com níveis elevados detectados desde a Ucrânia até a Escandinávia.
Aproximadamente 116 mil pessoas foram evacuadas inicialmente da zona de exclusão, 30 quilômetros ao redor da usina. Número que chegaria a mais de 350 mil pessoas ao longo dos anos seguintes.
O impacto humano foi significativo, embora ainda debatido por cientistas e historiadores. Dois trabalhadores morreram na noite do acidente e 28 bombeiros e operadores faleceram semanas depois devido à síndrome aguda da radiação.
O oncologista Dr. Marcelo Coraça fala sobre os efeitos ao longo prazo para as vítimas. É muito além da saúde física, obviamente a saúde mental está associada, mas a gente nunca conseguiu mensurar de fato o efeito disso na população.
Não quem estava morando ali em volta da usina, mas quem estava muito longe ali. Então existem algumas discussões que, eventualmente, pacientes que moravam longe dali, por causa da radiação ser eventualmente carregada por fenômenos até geográficos, possam ter sido expostas àquela radiação. Isso até explicar alguns tipos de câncer em pacientes muito jovens, por exemplo.
Para conter a radiação, cerca de 600 mil liquidadores participaram das operações de emergência. Em 1986, um sarcófago de concreto foi construído em poucos meses para isolar o reator destruído, além de mudanças no modelo nuclear soviético.
Em 2016, o sarcófago foi coberto pelo novo confinamento seguro, uma gigantesca cúpula de aço de 36 mil toneladas projetada para durar ao menos 100 anos. 40 anos depois, em 2026, Pripyat na Ucrânia permanece desabitada, símbolo de um acidente que expôs os limites tecnológicos e institucionais de uma era que continua a influenciar o debate global sobre energia nuclear até a próxima.
Até os dias atuais. Para reduzir custos, Bruno Meyer traz os detalhes.
A Nike anunciou a demissão de cerca de 1.400 funcionários no mundo como parte de um plano de reestruturação da companhia. Os cortes representam pouco menos de 2% da força de trabalho global e devem atingir principalmente a área de tecnologia.
Segundo a empresa, a medida faz parte de uma estratégia para simplificar operações, reduzir custos e aumentar a eficiência em um cenário de desaceleração nas vendas. Em comunicado interno, a companhia afirmou que os cortes fazem parte de uma fase, de um plano que busca reposicionar o negócio para um crescimento sustentável no longo prazo.
As emissões ocorrem em meio a desafios enfrentados pela marca, como queda no desempenho em mercados importantes e aumento da concorrência de outras empresas do setor esportivo. Este é mais um movimento recente de ajuste. No início do ano, a Nike já havia anunciado o corte de centenas de vagas em centros de distribuição dentro de um processo de automação.
A reestruturação também reflete a tentativa da empresa de retomar competitividade e adaptar seu modelo de negócios diante das mudanças no comportamento do consumidor global. Jornal da Manhã, 9h20. Repita. 9h20min. A nova tarifa de pedágio da Transolímpica no Rio de Janeiro passa a valer amanhã. Rodrigo Viga explica quanto que vai aumentar.
O pedágio da Transolímpica, uma via expressa dentro da cidade do Rio de Janeiro, vai ficar mais caro e custar quase 10 reais. Isso faz parte de um acordo firmado entre a concessionária que administra a via expressa e a Prefeitura do Rio de Janeiro. 9,95 reais.
O valor do pedágio era de R$ 8,95, mas a concessionária queria, pelas bases contratuais, elevar esse valor para R$ 10,35. Até entrou na justiça, judicializou essa discussão. Houve então um acordo entre as partes que ficou da seguinte forma. Pedágio na via expressa, cada passagem na cancela fica em R$ 9,95, congelado por três anos.
Em contrapartida, a concessionária ganha mais 15 anos de concessão. A Transolímpica, como diz o nome, ela foi viabilizada para os Jogos Olímpicos de 2016. Tem pouco mais de 20 quilômetros de extensão e liga bairros da zona oeste à zona sudoeste da capital de Deodoro à Barra da Tijuca. Do Rio, Rodrigo Figa.
A pesquisa Latam Pulse aponta um desgaste na imagem no Congresso Nacional. Matéria de Marco Viana.
Olha, essa nova pesquisa pela Latam Pulse traz um sinal de alerta importante sobre a imagem dos principais líderes políticos do país. O levantamento mostra um desgaste generalizado com queda na avaliação de praticamente todos os nomes analisados. O presidente Lula aparece com 45% de imagem positiva e 53% negativa. Uma queda em relação ao levantamento anterior.
Fernando Haddad segue na mesma linha com 44% positiva e 53% negativa. Entre os nomes de projeção nacional também está Nicolas Ferreira, que tem 44% de imagem positiva e 55% negativa, enquanto Romeu Zema e Geraldo Alckmin ficam na casa de 43% de avaliação positiva, mas também registram queda.
Flávio Bolsonaro aparece com 42% positiva e 55% negativa. Ronaldo Caiado tem 37% positiva e 48% negativa. Mas o maior destaque negativo fica para os presidentes do Congresso Nacional. Davi Alcolumbre tem apenas 3% de imagem positiva e 81% negativa. Já na Câmara, o Gumota registra...
2% positiva e 87% negativa, os piores resultados do levantamento. Os dados reforçam o cenário de alta rejeição e mostram que o desgaste atinge diferentes campos políticos em um momento de grande sensibilidade no cenário nacional.
Agora 9 horas, 32 minutos. Aliás, 23 minutos. Eu ia falar. Trocou os minutos ali de ordem. Poderia ser 32 já, mas ainda é 23. Repita. 9 e 23. É isso. Seguimos em frente. É o sabadão com várias doses de café por aqui pra gente se manter junto contigo até as 10 da manhã no Jornal da Manhã.
Com o prazo da declaração do imposto de renda em andamento, cerca de 257 mil contribuintes já foram direto para a malha fina. Júlia Firmino explica. O prazo para a declaração do imposto de renda está em andamento. E já nos primeiros dias, milhares de brasileiros caíram na malha fina do leão.
Isso porque a declaração do imposto sobre a renda retido na fonte, conhecida como DIF, documento que as empresas usavam para registrar os ganhos dos funcionários, foi extinta. Com isso, mais de 257 mil contribuintes foram direto para a malha fina do imposto de renda, provocado pela divergência no novo modelo de coleta de dados.
Ao todo, mais de um milhão de declarações ficaram retidas por inconsistências. Mas por que isso aconteceu? Em 2025, houve uma mudança. O DIF, que era um documento anual e consolidava dados para o IR, foi aposentado.
Agora, a Receita já puxa os dados mensalmente de duas bases digitais, o iSocial e a EFD Renfe. Mas as atualizações constantes, como lançamentos de férias e qualquer atraso ou erro da empresa, geram conflitos de informações. E segundo o vice-presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis, Jorge Segeti, é exatamente por conta da ampliação das fontes de dados que surgem os problemas.
Agora, os dados chegam quase em tempo real, vindo de diversas fontes. As empresas, bancos, planos de saúde, médicos, cartórios, corretoras, instituições financeiras, outras plataformas. Na prática, isso significa que ao preencher a declaração, o contribuinte não está apenas informando os dados, ele está confirmando informações que a Receita já possui por outros canais.
A Receita Federal informou que a falha é pontual, administrável e que deve ser reduzida ao longo da campanha, como explica o advogado tributarista Felipe Piazzi. Um crescimento, quando há um maior cruzamento de dados, ele é sempre esperado.
Mas ele foi muito, portanto ele é exponencial, eu acho que ele está para além do que foi esperado. E ele se dá justamente porque as informações que eram prestadas na DIRF, nem sempre elas cruzavam com as informações prestadas perante a folha de pagamento e assim por diante. O grande propósito é diminuir.
Então, sem dúvida, o grande propósito é diminuir. Diminuir também as falhas é um processo importante. Mas, neste processo, é muito provável que haja maior exposição, como a gente está vendo agora. Mas, repito, o grande propósito aqui é certamente diminuir.
A Receita Federal destaca que a declaração pré-preenchida continua sendo um dos meios mais seguros e recomendados aos contribuintes. Isso porque ela evita erros e também facilita a identificação de inconsistências. Mas as recomendações seguem as mesmas. Fiquem atentos e confiram os dados cuidadosamente antes de enviá-los.
Para aqueles que ainda vão declarar, a orientação é use o informe de rendimentos fornecido pela sua empresa. Se ele estiver correto, confie nele, mesmo que a pré-preenchida mostre algo diferente. Já os microempreendedores individuais também precisam redobrar a atenção. O MEI deve entregar a declaração anual do Simples Nacional com o faturamento do ano anterior. E dependendo dos rendimentos, também pode ser obrigado a fazer a declaração do Imposto de Renda e a declaração do Imposto de Renda.
como pessoa física. Agora, para você que já caiu na malha fina, a instrução do fisco é que procure o RH da sua empresa imediatamente. Eles devem corrigir o erro no sistema e assim a sua declaração sairá automaticamente da malha fina dentro de sete dias. E nos casos em que o contribuinte receber um novo informe da empresa, o indicado é que envie o documento corrigido por meio de uma declaração retificadora para atualizar os valores junto à receita.
Além disso, quem ainda não entregou a declaração ou identificou alguma pendência tem até 29 de maio para enviar a documentação.
Muito obrigada, Júlia Firmino, pelas informações. Olha, os bastidores da política brasileira movimentaram a semana no noticiário nacional. Teve veto a Messias, votação do PL da dosimetria e também debate sobre o fim da escala 6x1. É por isso que agora a gente se conecta ao vivo com a deputada federal, Jandira Feghali, para tratar sobre essas questões. Deputada, muito obrigada pelo seu tempo na manhã desse sábado para tratar de assuntos que...
fervilharam tanto durante essa semana, 2026 realmente é um ano que vem com tudo aí no nosso noticiário. Eu gostaria que a senhora trouxesse a sua avaliação, porque a gente está olhando para temas que são extremamente importantes em mudanças estruturais em diferentes áreas, a nomeação do STF, a mudança na escala de trabalho, e o que tem de, de fato, análise técnica em cima disso ou decisão meramente política sendo adotada em votações. Bom dia.
Bom dia, Beatriz. Bom dia a quem nos assiste. Primeiro, Beatriz, você levanta duas questões muito importantes. A primeira foi, objetivamente, duas derrotas que aconteceram no Senado e no Congresso Nacional, que foram derrotas por acordos políticos. Porque, tecnicamente, a sessão do Congresso Nacional, particularmente, foi...
totalmente inconstitucional. Não só pelo procedimento de fatiar um veto integral, porque o presidente Lula vetou integralmente o projeto da dosimetria, porque o projeto, além de anistiar crimes contra a cláusula pétrea da Constituição, que é o Estado Democrático de Direito, ele foi um veto integral porque não liberava apenas, não reduzia apenas as penas.
de quem tentou violar a democracia e deram um golpe de Estado. Mas também reduzia a pena de todos os outros crimes, porque mexia com o caput do artigo 112 da Lei de Execução Penal. Então, reduzia crime de estuprador, qualquer crime hediondo com porte de arma de fogo, feminicidas e outros condenados que hoje já estão no sistema carcerário. Então, o veto foi integral e numa manobra para poder...
dar discurso à oposição de que eles não estavam reduzindo penas de todos os crimes, fatiaram um veto integral. Não há precedente sobre isso. Você não pode mudar a lei para votar um veto. Então tem muita inconstitucionalidade nessa sessão. Nós vamos judicializar. Isso aí vai parar nas barras do tribunal, porque não tem jeito. Nós não tivemos saída pela decisão.
da mesa, e foi um escândalo, porque todo mundo já entendeu e todo mundo já sabe que foi um grande acordão para enterrar a CPMI do Banco Master, para que as investigações não se intensifiquem, porque vai envolver muita gente, não só de dentro do parlamento.
mas também as suas alianças fora, com o crime organizado, sistema financeiro, PCC e tantos outros. Então, foi um problema político e constitucional ao mesmo tempo, que foi um escândalo, que nós não estamos aqui para proteger esse tipo de bandidagem dentro do parlamento brasileiro, infelizmente.
Exatamente, né? Infelizmente, nem todos pensam dessa maneira, né, deputada? Porque o papel de um parlamentar é justamente esse, de investigar, de ir a fundo, de legislar em prol da população. Mas quanto também à questão da escala 6x1, qual a expectativa e até mesmo as articulações em torno desse tema?
Olha, até essa semana, a expectativa é da gente poder entregar essa lei ainda no primeiro semestre. Porque houve um compromisso do presidente da Câmara, deputado Hugo Mota, de fazer com que a PEC fosse acelerada, ela foi admitida na Comissão de Constituição e Justiça e já está montada a Comissão Especial. Então, o prazo dado é até o final de maio para que a Câmara vote e em seguida o Senado vote.
Eu penso que essa é uma pauta fundamental para o mundo do trabalho, particularmente para as mulheres trabalhadoras, que não têm escala de 6 por 1, têm escala de 7 por 0, porque a jornada doméstica é uma jornada muito pesada, toda a economia do cuidado recai sobre as mulheres também, então, na verdade, não há descanso.
Então, o fim da jornada 6x1, ela é completamente plausível, sem nenhuma inviabilização da produtividade, com o avanço tecnológico que nós temos, sem nenhuma inviabilidade da economia brasileira, muito ao contrário. Então, essa é uma bandeira muito importante para os homens e mulheres que trabalham e produzem nesse país, que tem tido burnout, muito atestado médico, muito absenteísmo, um tempo imenso no transporte para chegar ao trabalho. Então...
O tempo do trabalho come a sua vida. Então, é muito importante a aprovação dessa proposição. E eu espero, essa é a nossa expectativa, que ainda no primeiro semestre a gente entregue esse resultado para a sociedade brasileira. Claro que...
O problema político que se estabeleceu agora a partir dessas duas votações pode alterar alguma perspectiva. Mas até aqui, até essa semana, na conversa, na reunião de líderes com o presidente Hugo Mota, a perspectiva é votar o PL da misoginia até o final de maio e também o fim da escala 6x1 até o final de maio na Câmara. E aí o Senado...
vai precisar tomar conta dessa pauta e fazer com que ela, de fato, avance. E todo mundo vai ter que botar sua digital, não é? Contra ou a favor de uma bandeira tão importante e tão histórica para as mulheres e homens que trabalham nesse país.
Deputada, rapidamente, antes da gente jogar aqui também para os nossos comentaristas participarem, mas a senhora trouxe o ponto com certo otimismo sobre a perspectiva de aprovação da escala 6x1 de uma forma mais rápida. Nesse caso, não caberia mais estudo? Porque só agora, o que a gente sabe do setor produtivo é que só agora, de fato, estão conseguindo alcançar essa comissão especial que foi montada para tratar do assunto e se olha com um olhar de estranheza...
pressa com que o tema está sendo aí tocado no Congresso, justamente por ser uma pauta extremamente populista, ainda não totalmente baseada em estudos de viabilidade econômica e que tende, inclusive, a unir diferentes polos diante da repercussão eleitoral que ela vai trazer nesse ano.
Não, eu penso que quem hoje quer adiar essa votação é a extrema-direita no Congresso Nacional. Mas do ponto de vista econômico e do ponto de vista da pressa, isso não tem o menor sentido. Você sabe que desde a década de 90 a gente debate esse tema dentro do Congresso Nacional e numa conjuntura econômica muito diferente, inclusive. A gente nem tinha os avanços tecnológicos que tem hoje que garantem a produtividade. Tem países do mundo inteiro...
que tem 36 horas de jornada de trabalho, 32 horas de jornada de trabalho, e aqui nós estamos propondo no máximo 40 horas. Nós vamos tirar de 48 para 44 de teto máximo. Então isso não tem nenhum impacto real.
é negativo na economia brasileira, ao contrário. Hoje o grau de absenteísmo de trabalhadores, de atestado médico, de licença médica, tudo isso é que impacta de fato a produtividade e a economia. Então você garantir direitos aos trabalhadores é muito mais facilitador.
da produtividade da economia do que ao contrário. Toda vez que a gente escute o direito trabalhista na Câmara, vem esse debate que impacta a economia, que é populista, que vai quebrar o país. Isso foi na licença maternidade, isso foi no décimo terceiro, isso foi no direito de férias e agora esse debate da redução da jornada. Todos os estudos que a gente alcançou até aqui mostram que o impacto na economia é positivo e não negativo. Então há segmentos empresariais.
levantando essa questão. A extrema-direita quer adiar essa votação, mas não tem nenhum sentido. E como vão ter muitas audiências públicas, todos os setores vão poder falar. Vai ter audiência pública duas vezes por semana. Em cada audiência pública pode falar seis, sete, oito segmentos dentro da comissão especial. Então, vai ter o direito de todo mundo a colocar os seus números, o debate vai acontecer e, ao final...
nós vamos votar. Então não haverá restrição de debate, restrição de espaço político para que todo mundo fale, e nós vamos acompanhar isso muito de perto, porque esse é um interesse grande do mundo do trabalho, e isso é a maré mundial, é não aprovar isso, é a contramão.
do que acontece hoje no mundo, e nós achamos que o Brasil suporta tranquilamente uma redução do jornal do trabalho, melhorando a produtividade e não reduzindo a produtividade. Mas todo o debate será feito com espaço para todo mundo falar, todos os segmentos empresariais vão falar, todo mundo vai falar, o patronato.
centrais sindicais, todo mundo vai poder debater e ao final o parlamento vai decidir, mas a minha expectativa é que a gente aprove ainda no primeiro semestre essa pauta para entregar à sociedade brasileira algo positivo, avançado e que respeite as mulheres e homens que produzem riqueza nesse país
Deputada, muito obrigada pela sua atenção mais uma vez aqui com a nossa audiência. Um excelente dia. Eu te agradeço, Beatriz, e só realçar o seguinte. Existe a PEC e existem projetos. Tem o projeto de lei da bancada do PCdoB, que é encabeçado pela nossa deputada Diana Santos. Tem um projeto do governo com urgência constitucional e tem as PECs. Por um lado ou por outro, nós vamos tentar alcançar a vitória do fim da escala 6x1.
Até uma próxima, sempre bem-vinda, deputada. Obrigada, Beatriz, obrigada a vocês. Bom, em um ano de Copa do Mundo, o Unicef, fundo das Nações Unidas para a Infância, aposta na febre de colecionar o álbum de figurinhas dos jogadores e lança a campanha Violência Não Cola. Acompanhe os detalhes na reportagem de Vinícius Alexis.
O Fundo das Nações Unidas para Infância, Unicef, lançou a campanha Violência Não Cola. Ao unir a Copa do Mundo, uma das paixões nacionais, com o cuidado e bem-estar de crianças e adolescentes através do universo simbólico dos alvos de figurinhas, a entidade chama a atenção para um dado alarmante. Na América Latina, seis a cada dez crianças ainda sofrem algum tipo de castigo corporal ou agressão dentro de casa.
Para Luiz Bittencourt, oficial de proteção contra as violências do Unicef no Brasil, o país tem uma legislação moderna, mas é sempre importante reforçar a mensagem de proteção às crianças. O Brasil também já tem uma legislação bastante avançada sobre o tema que proíbe os castigos corporais.
E o que a gente chama aqui as famílias, a sociedade a discutir, é como trabalhar a criação desses meninos e dessas meninas de uma forma protetiva, de uma forma que se possam estabelecer limites sem violência, sem agressão, sem...
os gritos, sem humilhações, mas de uma forma que seja também um constante aprendizado para as crianças e adolescentes, né? E que diversos estudos podem mostrar que traz um benefício profundo na criação e no desenvolvimento desses meninos e dessas meninas, né?
No primeiro momento, o álbum será disponibilizado de forma virtual no site da Unicef, mas também será distribuído em edições impressas e gratuitas. As figurinhas que colam no álbum são as ações positivas, como explica Luiz Bittencourt.
são aquelas quatro figurinhas que a gente traz e que colam no álbum, que é o que deve estar na vida dos meninos e das meninas, né? É a parentalidade protetiva, é o cuidado, é o respeito, é o diálogo. E o que não cola são aquelas violências, né? São outras figurinhas que a gente traz no álbum também que justamente não colam, que não podem mais ser presentes na vida desses meninos, dessas meninas.
É a violência sexual, são os homicídios, é o racismo, é o castigo corporal, as agressões. Então é isso que não cola mais na vida desses meninos, dessas meninas, e que devem ter marcado na sua vida uma criação, os cuidados, marcado pelo respeito, pelo diálogo, pela parentalidade protetiva.
No Brasil, mais de 15 mil crianças e adolescentes foram mortas de forma violenta entre 2021 e 2023. E mais de 165 mil sofreram violência sexual no mesmo período. Agora 9 horas e 40 minutos. Repita. 9h40. A vacinação contra a gripe foi retomada na cidade do Rio de Janeiro depois que a cidade chegou a registrar falta do imunizante nos postos. Rodrigo Viga explica o cronograma.
Durou apenas um dia a suspensão da campanha de vacinação contra a gripe aqui na cidade do Rio de Janeiro. Essa campanha foi normalizada, segundo a Prefeitura, com a chegada de novas remessas de imunizantes enviadas pelo Ministério da Saúde. Na quinta-feira, a campanha tinha sido interrompida por falta de estoque.
O município argumentou que houve uma procura acima da média, acima da expectativa, pela vacina contra a gripe. É que nas últimas semanas houve uma verdadeira onda de gripe em regiões aqui da cidade do Rio de Janeiro, antes mesmo da chegada do inverno.
Os estoques baixaram, sobrou só um pouquinho para a campanha destinada, focada e voltada para as escolas municipais. E houve a interrupção na quinta-feira. Mas como as remessas chegaram na noite de quinta-feira, a prefeitura trabalhou rápido para distribuir os imunizantes. E já na sexta-feira...
Nos supercentros de vacinação aqui da cidade, essa campanha de imunização foi retomada. Ao longo do final de semana, vai ter vacina contra a gripe nas clínicas da família e também nos postos de saúde da capital. São mais de 230 espalhados aqui pelo município.
Normalmente as doenças respiratórias ficam mais marcadas no período de inverno, mas dessa vez por aqui houve uma onda de gripe que preocupou a população e também a sociedade, que buscou em maior número, em maior volume, essa imunização nos postos de saúde do município do Rio. Rodrigo Viga.
O fonqueiro MC Rian SP foi transferido para uma penitenciária no interior de São Paulo após novas decisões da Justiça. Ele é investigado por um esquema bilionário que envolve outros nomes conhecidos de dezenas de suspeitos. O nosso repórter Matheus Dias traz todos os detalhes para a gente.
O fanqueiro MC Rian foi transferido nessa quinta-feira do Centro de Detenção Provisória do bairro Belém, na zona leste de São Paulo, para a Penitenciária 2, em Mirandópolis, no interior paulista. Essa informação foi confirmada pela Secretaria da Administração Penitenciária.
O cantor que é investigado pela Polícia Federal por envolvimento num esquema bilionário de lavagem de dinheiro. Esquema esse que inclui outro cantor de funk, o MC Pose do Rodo, e o criador da página Choquei, Rafael Souza Uriveira. Ao todo, são 36 investigados nesse esquema.
Segundo a Polícia Federal, o grupo é suspeito de movimentar mais de 1 bilhão e 600 milhões de reais por meio de betes, rifas clandestinas, uso de empresas de fachada, criptomoedas e o tráfico internacional de drogas. No último dia 15, tanto MC Rian quanto os outros investigados foram presos temporariamente, só que uma semana depois o Superior Tribunal de Justiça deu o habeas corpus aos investigados.
Só que no mesmo dia, a 5ª Vara de Justiça Federal em Santos considerou a prisão preventiva, então, após pedido da Polícia Federal. MC Rian, então, transferido da penitenciária do bairro Belém para a penitenciária 2 em Mirandópolis, no interior de São Paulo. 9h44, 9h44min.
As chuvas fortes que atingem Pernambuco desde quinta-feira já deixaram quatro pessoas mortas. Joelho Alves traz os detalhes diretamente de Pernambuco. Joelho, muito bem-vindo ao nosso Jornal da Manhã deste sábado. Explica pra gente o cenário de momento por aí. Bom dia. Muito bem-vindo. Bom dia a todos do Jornal da Manhã.
A gente está com um problema na conexão de áudio com a Jovem Pan de Pernambuco. Vamos ajustar para trazermos todos os detalhes dessas informações. Lembrando que as fortes chuvas já causaram mortes, inclusive, na região. E deixam a Defesa Civil Estadual em alerta. O governo federal já emitiu também uma ajuda federal, já se pronunciou dessa forma, se antevendo a essa crise que pode se agravar nas próximas horas. Já já a gente traz os detalhes com a comunicação à frente.
afinada já com o joelho. Exatamente, né? Um assunto que preocupa bastante e tem não só estragos no Recife, mas na outra ponta do país, no Rio Grande do Sul. E a gente vai estar, então, trazendo todas as atualizações e projeções de chuvas também para os próximos dias. Enquanto isso, a gente fala que a ponte de Guaratuba foi inaugurada e começa a receber veículos neste sábado no litoral do Paraná. A reportagem é de Fernanda Xavier, da Jovem Pan Curitiba.
A entrega da ponte de Guaratuba marca um feito histórico para os paranaenses, que por anos enfrentaram a travessia de ferryboat entre Guaratuba e Matinhos, principais destinos aqui do nosso litoral paranaense. A estrutura da ponte tem 1.200 metros de extensão, quatro faixas de tráfego, além de espaço para ciclovia e para pedestres. O investimento passa dos 400 milhões de reais. Atualmente, a travessia de ferryboat leva cerca de 30 minutos, sem contar com o tempo da fila.
Agora com a nova ponte, o tempo da travessia será reduzido para pelo menos dois minutos. A liberação de veículos está prevista para sábado a partir das 11h30 da manhã. E para celebrar esse novo momento, também está programada uma maratona internacional aqui na região. Obrigada, Fernanda Xavier. Olha, Joelho Alves, então, ao vivo de Pernambuco, da Jovem Pan, para trazer as informações para a gente sobre as fortes chuvas que já deixaram, inclusive, quatro pessoas mortas por aí. Joelho, bom dia.
Bom dia, muito bom dia a todos que fazem o Jornal da Manhã. Pois é, Pernambuco está revivendo o pesadelo das chuvas, mais uma vez expondo aí a ferida aberta da desigualdade. O estado Pernambuco amanheceu debaixo d'água, da lama e do luto.
As fortes chuvas que castigam o Estado já deixaram quatro mortos, cinco feridos, mais de mil e noventa e seis desabrigados e mil e noventa e quatro desalojados, segundo o balanço da Defesa Civil, divulgados no sábado, hoje. As cenas se repetem como um roteiro cruel que o pernambucano conhece muito bem. Barreiras deslizando, casas destruídas, famílias inteiras perdendo tudo em poucas horas. There we go.
E o medo tomando conta de quem mora nas áreas de risco. No Recife, mãe e filho morreram soterrados após um deslizamento em dois unidos, bairro aqui da região central. Em Olinda, uma mulher de 20 anos e um filho de apenas seis meses também perderam a vida. Tragédias que deixam claro que a chuva não escolhe vítimas, mas a desigualdade escolhe onde ela mata.
A região metropolitana virou um cenário de alerta máximo. Jabuatão, Paulista, Camaragibe, Abreu e Lima e Goiana, cidades próximas aqui a Recife, registraram alagamentos, quedas de barreiras, casas interditadas e milhares de pessoas fora de casa.
Em alguns municípios, o volume de chuva ultrapassa os 200 milímetros em poucas horas. O rio Capibaribe chegou a atingir cota de inundação, aumentando ainda mais o risco para comunidades inteiras. Em meio ao caos, o governo de Pernambuco iniciou a distribuição de suprimentos emergenciais, incluindo colchões, lençóis, kits de higiene e limpeza para as famílias atingidas. Escolas municipais foram transformadas em abrigos improvisados para...
acolher quem perdeu o teto. Mas a verdade que incomoda é outra. Pernambuco não enfrenta apenas uma crise climática, enfrenta décadas de ocupação desordenada, abandono urbano e ausência histórica de políticas efetivas de habitação e prevenção.
Toda vez que a chuva cai forte, o Estado entra em contagem de vítimas. E o cenário preocupa ainda mais porque os alertas meteorológicos continuam indicando possibilidade de novas chuvas. Neste momento está chovendo em Recife. Enquanto isso, milhares de famílias seguem tentando salvar móveis, roupas e documentos em meio à água barrenta. Porque no Nordeste, quando a chuva chega sem estrutura nenhuma, ela não traz apenas água.
Ela arrasta dignidade, memória e esperança. De Recife, Joelho Alves para a Jovem Pan News. Joelho, muito importante as informações e a frase que você já começou aqui a sua entrada, falando que Pernambuco amanheceu debaixo da água, da lama e também do luto.
Sempre que a gente fala aqui sobre volume de chuva forte, a gente entende que com a meteorologia não tem muito o que prevenir. Mas as políticas públicas, sim, devem ser aplicadas. Políticas de habitação para retirar pessoas que vivem em áreas de risco e de saneamento básico. Cidades alagadas são cidades que não cumprem integralmente com normas, inclusive constitucionais, que determinam que a população...
deveria ter acesso integral ao saneamento. Muito obrigada pelas informações, bom trabalho para vocês por aí, que eu imagino que não deve estar sendo um fim de semana fácil para Pernambuco. Até uma próxima. Então, os apostos aqui, qualquer coisa nos chame. Excelente, obrigada, Joel, bom trabalho.
E para que isso aconteça, que a Bia acabou de citar, o governo precisa de medidas previstas em orçamento. E o Tarcísio de Freitas enviou nesta semana à Assembleia Legislativa aqui de São Paulo o projeto de diretrizes orçamentárias, LDO, para 2027. E a gente vai entender então qual que é a proposta com o David Diogo ao vivo, chegando mais uma vez ao Jornal da Manhã.
Pois é, David, é esse projeto que detalha as despesas, receitas e as metas fiscais do Estado. E claro que vai nortear a LOA, que é a Lei de Diretrizes Orçamentária. Para 2027, o governo paulista diz que a receita fiscal primária está estimada em 371 bilhões e 400 milhões de reais. Já as despesas...
Serão um pouco menos. Estão previstas ali 365 bilhões e 900 milhões de reais, quase 366 bi. O documento também traz projeções dos resultados esperados entre 2026 e 2029. Além disso, apresenta a evolução do patrimônio líquido do Estado de 2023 e 2025. O projeto enviado...
A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, nessa semana, foi dividida pelo governo paulista em duas partes. A primeira reúne os artigos da lei e a segunda traz os anexos de metas e projeções fiscais e de riscos fiscais.
Antes de ser encaminhado à LESP, o governo paulista fez uma espécie de consulta pública entre os dias 2 e 29 de março para ouvir da população paulista os anseios durante os próximos anos.
Das diversas áreas, como educação, saúde, desenvolvimento econômico e social, além da segurança pública. Os próximos passos. Agora, esse projeto começa a tramitar na Lespe por 15 dias.
É ali que os deputados e deputadas irão fazer a sua análise minuciosa, apresentar emendas. Depois desse prazo de 15 dias, o projeto passa a ser analisado e votado pela Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Assembleia Legislativa de São Paulo. Caso aprovado, aí sim segue para discussão e votação do plenário do parlamento. Eu volto com vocês aí no estúdio.
Valeu, David e Diogo. Muito obrigado, David e Diogo, pelas informações e, claro, seguiremos atualizando.
61% dos norte-americanos consideram que o uso de força militar contra o Irã foi um erro. O índice coloca, então, a guerra conduzida pelo presidente Donald Trump em patamar de reprovação semelhante ao que foi registrado durante a guerra do Iraque. Eliseu Caetano, volta pra cá ao vivo dos Estados Unidos. Explica pra gente o resultado dessa avaliação. Mas se Donald Trump parece ou não se importar com essas pesquisas, aqui de longe a sensação que eu tenho é que não.
Bom, se importar ele não se importa mesmo não, viu, Pia? Ele mesmo já disse isso. Inclusive, ontem saiu uma pesquisa da Harvard mostrando exatamente o contrário dessa pesquisa divulgada. Também ontem, onde, segundo esse levantamento, 61% dos norte-americanos consideram que o uso de força militar contra o Irã...
foi um erro da administração Trump. Muito bom dia novamente para você, para o David de Tarso, e para todos que acompanham a programação da Jovem Pan. A gente chegar ao vivo na manhã deste sábado falando sobre esse índice que coloca a decisão tomada pelo presidente Donald Trump em um nível de reprovação como você bem lembrou, Bia.
semelhante ao registrado durante a guerra no Iraque, que foi marcada naquela época por um forte desgaste político e também social da administração americana. O apoio à campanha militar atual é bastante limitado. Menos de 20% dos entrevistados classificam a ação de Donald Trump contra o Irã como positiva, enquanto cerca de 60% desaprovam diretamente os ataques.
Apenas 35% dizem apoiar a ofensiva, o que, segundo a pesquisa, evidencia uma divisão, mas com clara predominância da rejeição. A pesquisa também mostra que há uma pressão popular por uma saída rápida deste conflito. 66% dos entrevistados defendem que a guerra seja encerrada.
o quanto antes, mesmo que os objetivos não sejam totalmente alcançados. Em contrapartida, 27% acreditam que os Estados Unidos devem continuar até cumprir as suas metas militares e 6% dos ouvidos não souberam opinar. Além dessa desaprovação, Bia, também cresce a preocupação com os impactos da guerra.
56% dos americanos afirmam que o conflito deve piorar a situação econômica e política interna aqui dos Estados Unidos. A gente vai seguir acompanhando essas e outras notícias importantes desse sábado. Eu volto já já, ainda ao longo dessa edição do Jornal da Manhã. É com você no estúdio. Obrigada, Eliseu. Valeu pelas informações. Bom trabalho para você, meu querido amigo. Cristiano Villela, rapidinho para a gente trazer aquela possível previsão. Qual pode ser a saída para Donald Trump diante de tanta rejeição?
Olha, a saída para Donald Trump, ela deveria ser recuar, deveria ser adotar uma postura mais serena diante de todo esse reflexo que esses conflitos vêm trazendo. Mas pelo que a gente vê do mandatário americano, eu acredito que ele vai dobrar a aposta, vai continuar com esse tipo de prática e vai apostar até o fim numa retomada da sua popularidade. Dois segundinhos rapidamente também, Gesualdo Almeida.
Acho improvável a mudança de popularidade do Trump e isso afetará nas midtermas de 3 de novembro de 2026, agora as eleições de meio de ano. 100% da Câmara dos Deputados, 33% do Senado e 36 cargos de governadores de Estado estão em disputa. E os republicanos estão muito prejudicados com a forma que Donald Trump vem conduzindo a política nacional. Valeu, meus amigos. Bom fim de semana para vocês.
E valeu também, Bia Frener. O Jornal da Manhã vai ficando por aqui. Muito obrigado pela sua companhia. Valeu também pela presença aqui nas mais diferentes plataformas da Jovem Pan News. 9h57. Repita. 9h da manhã, 57 minutos. Excelente fim de semana. Amanhã tem mais notícia aqui na Pan News também com o Jornal da Manhã. Tchau. Tchau, tchau. Se cuida. A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação.
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