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Fast News – 1ª Edição – 02/05/2026 | Michelle atualiza estado de saúde de Bolsonaro

02 de maio de 20261h28min
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Fast News - 1ª Edição - 02/05/2026 | Michelle atualiza estado de saúde de Bolsonaro
Participantes neste episódio9
C

Cássio Zeiman

Host
A

André Anelli

Comentarista
A

André Galhardo

ConvidadoProfessor e economista-chefe
D

David Diogo

Reporter
E

Edinho Silva

ComentaristaPresidente do PT
E

Elize Madela

ConvidadoAdvogada criminalista
J

Janaína Camelo

Comentarista
M

Matheus Dias

Reporterjornalista
R

Rodrigo Viga

Reporter
Assuntos9
  • Saúde de Jair Bolsonaro
  • Veto à dosimetriaDébora do Batom · Supremo Tribunal Federal
  • Pressão Política no STFLula · Jorge Messias · Rodrigo Pacheco
  • CPMI INSS e Banco Master
  • Aumento do preço do gás natural
  • Redução da carga horária de policiais
  • Cadastro nacional de condenados por violência contra a mulher
  • Guerra no Oriente Médio
  • Violência contra a mulher
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Olá, muito boa tarde, sejam todos bem-vindos ao Fast News, primeira edição. Hoje é sábado, dia 2 de maio. Eu sou o Cássio Zeiman e te faço companhia a partir de agora com as principais informações do Brasil e do mundo. Bom, a gente começa a edição indo direto para Brasília, porque após a derrubada do veto da dosimetria, a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, mais conhecida como a Débora do Batom,

solicitou a diminuição da condenação de 14 anos de reclusão pelos atos de 8 de janeiro. O André Nelly já está ao vivo conosco e vai trazer mais detalhes pra gente após a derrubada do veto começa a movimentação dos condenados na tentativa de redução de pena. Nelly, seja bem-vindo, uma boa tarde e um bom sábado, meu amigo.

Opa, a gente está com probleminha no áudio do André Anelli, gente. Já, já ele vai voltar conosco para trazer mais detalhes e por que está acontecendo agora esse movimento por parte dos condenados de 8 de janeiro. Porque na última quinta-feira, os parlamentares, durante uma sessão conjunta no Congresso Nacional, decidiu pela derrubada do veto presidencial.

para o PL da dosmetria, que foi aquele projeto de lei para a redução da pena dos condenados da trama golpista. Agora que o veto foi derrubado, começa a valer então essa redução de pena. Só que para que todos os condenados tenham essa redução, eles precisam provocar, ou seja, entrar com uma ação no STF para fazer esse pedido. E justamente o que fez foi a defesa de Débora do Batom. André Nelly está ao vivo conosco novamente agora sim.

Não? Ainda não estamos com o áudio? Então vamos seguir, gente. Já já a gente volta com o André Anelli, então, trazendo mais detalhes pra gente dessas movimentações. E, é claro, os primeiros efeitos após a derrubada do veto do PL da dosimetria. E olha, o Supremo Tribunal Federal voltou a estar no meio da discussão entre o governo e o Congresso Nacional após as duas derrotas consecutivas de Lula para os parlamentares. A reportagem é da Janaína Camelo.

Nessa questão toda envolvendo o STF novamente no meio de uma crise política, está, por exemplo, a derrubada do veto do presidente Lula ao PL da dosimetria, né? Porque já tinha uma expectativa de que esse caso fosse judicializado e foi, por exemplo, a Federação Rede Pessoal já protocolou no Supremo a ação direta de inconstitucionalidade contra a derrubada desse veto.

O PT mesmo também já adiantou que vai também judicializar esse caso lá no Supremo Tribunal Federal. Então, quem vai decidir sobre esse assunto no fim das contas é o Supremo Tribunal Federal. Além disso, só lembrando que para começar a valer o PL da dosimetria, que flexibiliza as penas, reduz penas para os condenados no 8 de janeiro, as defesas desses condenados precisam acionar o STF.

precisam apresentar recursos, mas o que pode acontecer, o que deve na verdade acontecer, já que esse caso já foi judicializado, a relatoria provavelmente vai para o ministro Alexandre de Moraes, ele deve suspender todos os processos que envolvem esse tema, como por exemplo ali esses recursos apresentados pelas defesas dos condenados, até que se analise esse caso no Supremo. Então ele mesmo deve tomar alguma decisão e deve colocar essa decisão dele...

para julgamento no plenário do Supremo. Ele pode também determinar audiências para discutir esse assunto, audiências envolvendo todas as partes, isso ainda vai ser redefinido. Mas o fato é que agora esse caso está nas mãos do Supremo Tribunal Federal. Outro fato também que coloca o Supremo no meio de uma crise política.

É a própria rejeição ao nome de Jorge Messias a essa vaga no Supremo Tribunal Federal, porque pegou muito mal no Palácio do Planalto, nos ouvidos do presidente Lula, que pode ter tido algum tipo de influência dos próprios ministros do Supremo Tribunal Federal para essa derrubada pelo nome de Jorge Messias. Especificamente...

ministros que defendiam, por exemplo, o nome de Rodrigo Pacheco, do senador Rodrigo Pacheco, para essa vaga. Então, por exemplo, ministros Gilmar Mendes, Flávio Dino e Alexandre de Moraes. No caso do ministro Alexandre de Moraes, na véspera da sabadina de Jorge Messias, ele se reuniu com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em um jantar na própria casa do ministro, um jantar que ele ofereceu para o ex-secretário nacional.

Segurança Pública, Mário Sarrubo, e lá nesse jantar estava, por exemplo, Ricardo Lewandowski, ex-ministro da Justiça, estava também o atual diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e também Davi Alcolumbre. Então, é uma questão que está, sim, sendo muito discutido, principalmente no Congresso Nacional.

principalmente entre os parlamentares da base governista, que dizem também que um dos fatores que levaram à rejeição de Jorge Messias seria a influência daqueles que não querem o avanço, por exemplo, das investigações do Banco Master. De Brasília, Janaína Camelo.

Valeu, Gena. Obrigado pelas informações. E olha, gente, a judicialização era um caminho natural que a própria base do governo já estava discutindo antes mesmo da derrubada do veto do presidente em relação à pele da dosimetria. E por que isso? Porque o presidente Lula vetou integralmente todo o projeto de lei da dosimetria.

E pelo regimento do Congresso, quando se vota integralmente, os parlamentares, tanto deputados como senadores, precisam votar ou derrubar o veto de forma integral. O que aconteceu na sessão da última quinta-feira? O presidente do Congresso, do Senado, Avela Columbre, ele retirou alguns trechos, fez, pelo que a base do governo classificou como uma manobra regimental, tirou trechos que pudessem anular ou entrar num conflito jurídico com pele e antifacção.

que é um projeto de lei que foi feito para justamente endurecer as penas e também no combate ao crime organizado. Então, o próprio governo viu nessa manobra a possibilidade do próprio Congresso Nacional conseguir derrubar o veto. Como o governo está questionando essa manobra, vai levar até o Supremo Tribunal Federal, que agora caberá aos ministros, à Suprema Corte, decidir se essa manobra está dentro ou não da Constituição, se o pérdida dosmetria é não constitucional, tudo isso será discutido.

Mas é claro que é mais um capítulo envolvendo essa disputa entre os poderes, entre o Executivo e o Legislativo, e levando essas questões, esses embates, esse cabo de guerra justamente para o Supremo Tribunal Federal. Vamos seguir aguardando como é que vai ser agora esses próximos passos, as movimentações.

E é claro, se o Supremo Tribunal Federal vai acatar essa manobra envolvendo o próprio Congresso Nacional ou, de certa forma, vai derrubar o PL da dosimetria. Tudo isso, gente, pode ser classificado como uma vitória ou derrota para o governo ou para a oposição. E tem muita coisa em jogo, ainda mais se tratando de um ano eleitoral.

Bom, agora a gente volta a falar com o André Anelli, porque a defesa da Débora do Batom pediu a redução da pena ao Supremo Tribunal Federal. Tudo isso logo após a derrubada do veto da dosimetria. Anelli, traz mais detalhes pra gente. Mais uma vez, uma boa tarde, meu amigo.

Obrigado, Cássio. Agora sim, muito boa tarde a você e a todos aqui no Fast News da Jovem Pan. A defesa de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom, alega que o posicionamento do Congresso Nacional, que derrubou essa semana aquele veto presidencial do projeto de lei da dosimetria,

Pode beneficiar, então, a cliente, no caso a Débora do Batom, ela que cumpre 14 anos de prisão por, no dia 8 de janeiro de 2023, durante aquela multidão, aqueles atos que ficaram conhecidos como antidemocráticos e que resultaram nas depredações dos prédios dos três poderes, ela estava inserida naqueles atos de vandalismo.

e pichou a estátua da justiça em frente ao Supremo Tribunal Federal, ao STF. A partir de então, houve o entendimento da Procuradoria-Geral da República e, posteriormente, o julgamento do Supremo Tribunal Federal, que a condenou a 14 anos de prisão, entre outras questões por tentativa de golpe de Estado. E agora, com esse entendimento do Congresso Nacional, passando a valer, então, o projeto de lei da dosimetria...

A defesa pede, primeiro, para que seja diminuída a pena de Débora do Batom e também para que haja a progressão do cumprimento do regime, para que ela possa passar a cumprir esse regime no regime semi-aberto ou no regime aberto.

A defesa alega que tem conhecimento de que essa medida da dosimetria ainda não foi promulgada, ainda não está em vigor, mas em caráter liminar, já acionou então o Supremo Tribunal Federal, por meio do ministro Alexandre de Moraes, para que esses benefícios passem a ter validade. Como eu disse agora há pouco, tudo isso é do âmbito da tentativa de golpe de Estado, aquele inquérito que virou julgamento.

e que consequentemente condenou também o ex-presidente Jair Bolsonaro, ele que segue internado nesse hospital particular aqui de Brasília, e que a gente vai trazer novidades daqui a pouco dentro da programação do Fast News a respeito desse tema também. Cássios.

Valeu, Nelly. Obrigado pelas informações. Já, já você volta com outros destaques diretamente de Brasília. E olha, numa semana marcada por duas derrotas do governo no Congresso, o presidente do PT, o Edinho Silva, admitiu que o partido errou ao não apoiar a assinatura da CPI do Banco Master. Reportagem do Matheus Dias.

Presidente nacional do PT, Edinho Silva, e coordenador de campanha de Lula nessa tentativa à reeleição, disse que a bancada do PT errou em não votar a favor na questão da criação de uma CPI para investigar o Banco Master. Na visão de Edinho Silva, o PT...

deveria ter votado e deveria ser o primeiro partido a investigar após tantas acusações sérias em relação às fraudes do Banco Master. Mas Edinho Silva disse que a criação de CPIs como essa acabam paralisando o Congresso, acabam paralisando e impedindo a aprovação de pautas do Planalto e, por si só, por consequência, acabam também deixando o governo de mãos atadas. Mas disse em entrevista exclusiva ao Estadão...

que a bancada do PT deveria ter assinado a favor da criação dessa CPI do Banco Máster, o que depois acabou gerando um acordo entre Davi Alcolumbre e a oposição. Na mesma entrevista, o presidente nacional do PT criticou o Congresso, que essa semana acabou deixando duas derrotas ao governo, tanto na quarta-feira em que desaprovou a indicação...

De Jorge Messias, a vaga em aberto no Supremo Tribunal Federal por votação entre os parlamentares. E na quinta-feira, a votação que derrubou o veto presidencial de Lula, a pauta da dosimetria que prevê a redução de penas para o ex-presidente Jair Bolsonaro e os outros condenados do 8 de janeiro. Nas falas de Edinho Silva, mais uma vez, o Congresso vira as costas para a sociedade. Ele disse que o modelo político brasileiro ruiu e está totalmente destruído.

Quando comentou sobre a não aprovação da indicação de Jorge Messias, disse que o Senado cometeu um erro ao transformar uma indicação legítima e competente a uma disputa política. E quando comentou e se referiu à derrubada do veto presidencial na pauta da dosimetria, disse que o Congresso está tentando mudar o regime de pena ou garantir até anistia aos condenados que previam.

Tentativas de homicídio ao presidente Lula, ao vice-presidente Geraldo Alckmin e também ao ministro Alexandre de Moraes. E ora, meus amigos, talvez a CPI do caso Master seria o único assunto que poderia colocar lado a lado o presidente Lula e Davi Alcolumbre. Por que isso? Porque para o governo a investigação do caso Master, ainda mais diante de um ano eleitoral, poderia ser muito custoso, poderia trazer, inclusive, muitos prejuízos.

E, é claro, desgastar a imagem do governo, a percepção do leitor, acreditando que o Master acabou, de certa forma, explodindo durante o governo, e também ofuscar o lançamento de projetos e de pautas que o governo aposta bastante neste ano. Por exemplo, o fim da jornada 6x1 e agora o Desenrola 2.0, o programa de renegociamento de dívidas na tentativa de diminuir o endividamento das famílias e, é claro, poder aumentar o seu poder de consumo.

Lula entendeu muito bem, inclusive, pelas pesquisas, que a questão do custo de vida e o bolso do consumidor, sim, vai ser um dos principais fatores que pode levar ele à reeleição. Então, ter um caso master contaminando essa discussão, ofuscando esses projetos, essas medidas, isso poderia custar muito caro para o governo. E no caso de Davi Alcolumbre, todo o caso, a investigação do master poderia respingar sobre os seus aliados, tanto lá do Amapá...

quanto também parlamentares do Centrão. Então, o próprio Davi Alcolumbre acabou articulando, pelo menos isso que se fala nos bastidores de Brasília, essa questão de convocar uma sessão conjunta do Congresso Nacional, onde ele deveria ler o requerimento de instalação da CPI do Master, mas ele acabou convocando essa sessão apenas com uma única pauta, a pauta única, a questão da dosimetria. A oposição acabou concordando com este acordo.

e votou pela derrubada do PL da dosimetria. Nesse sentido, a própria criação da CPI do Banco Master foi enterrado, onde Davi Alcolumbre sentou em cima desses requerimentos e não tem nenhuma questão, ou pelo menos nenhuma pressa, de instalar, ainda mais se tratando de um período eleitoral. E ora, meus amigos, depois de ter a indicação ao Supremo Tribunal Federal, rejeitada pelo Senado, Jorge Messias pode deixar a advocacia geral da União. Janaína Camelo.

Essa foi a primeira reação do advogado-geral da União, Jorge Messias, depois da conclusão ali, né, do resultado do Senado, a rejeição do nome dele à vaga no STF. Ele disse ao presidente Lula que o ciclo dele na trajetória na Advocacia Geral da União já havia encerrado. O presidente Lula pediu que ele aguardasse, que ele não tomasse nenhuma decisão de cabeça quente, que ele refletisse, pelo menos...

esse final de semana. E aí os dois combinaram de se reunir mais uma vez na próxima semana. E aí, nessa reunião, eles vão decidir qual o destino do advogado-geral da União, se ele continuaria na chefia da AGU ou então se ele pode ser também deslocado para outra pasta do governo Lula, como, por exemplo, que já foi ventilado para o Ministério da Justiça.

Jorge Messias, ele tem dado alguns recados desde quando ele foi rejeitado lá no Senado, tem agradecido, por exemplo, a equipe dele que trabalhou com ele na AGU, mas a ideia dele mesmo é que ele não permanece, até porque se ele permanecesse no comando da AGU, ele precisaria continuar indo ao Supremo Tribunal Federal, ter contato com os ministros do STF, porque ali ele precisa defender todos os processos envolvendo o Estado, e Jorge Messias ainda está muito ressentido.

com alguns dos ministros do Supremo, com uma ala que teria influenciado nesse resultado da Sabatina e também no plenário do Senado, que acabou rejeitando o nome dele por 42 votos. Nas redes sociais, em uma última publicação, ele fez agradecimentos.

Agradeceu ao senador Jacques Wagner, que é o líder do governo no Congresso Nacional, e também ao senador Otto Alencar, presidente da Comissão de Constituição e Justiça. Então, nessa semana ainda, a gente vai ver uma nova reunião entre Jorge Messias e o presidente Lula, e nessa reunião será definido para onde Jorge Messias, então, será deslocado, ou se ele continua chefiando a Advocacia Geral da União. De Brasília, Janaína Camilo.

Valeu, Jana. E olha, gente, não teria mais clima para Jorge Messias permanecer na Advocacia Geral da União. Por que isso? Porque o trabalho diário de Jorge Messias é justamente despachar e discutir projetos, medidas, pautas com os ministros do Supremo Tribunal Federal e também com parlamentares. E devido à rejeição, numa derrota acachapante lá no Senado...

ficaria um clima muito instável e também de constrangimento por parte de Jorge Messias. Então ele vai preferir se retirar da AGU, mas o presidente Lula está estudando outras possibilidades, outros cenários, inclusive numa forma de reconhecimento, indicar ele, ou pelo menos para ele, assumir a pasta do Ministério da Justiça e da Segurança Pública. E por que essa pasta a gente chama atenção? Porque é justamente a pasta que comanda a Polícia Federal.

que é responsável pela investigação do caso do Banco Master. Seria uma resposta do presidente Lula a todos os senadores que votaram contra Jorge Messias, mas também uma forma de reconhecer o trabalho prestado pelo atual advogado da União. E olha, a pesquisa Latam Pulse apontou um desgaste na imagem do Congresso Nacional. A matéria é do Marco Viana.

Olha, essa nova pesquisa pela Latam Pulse traz um sinal de alerta importante sobre a imagem dos principais líderes políticos do país. O levantamento mostra um desgaste generalizado com queda na avaliação de praticamente todos os nomes analisados. O presidente Lula aparece com 45% de imagem positiva e 53% negativa. Uma queda em relação ao levantamento anterior.

Fernando Haddad segue na mesma linha com 44% positiva e 53% negativa. Entre os nomes de projeção nacional também está Nicolas Ferreira, que tem 44% de imagem positiva e 55% negativa, enquanto Romeu Zema e Geraldo Alckmin ficam na casa de 43% de avaliação positiva, mas também registram queda.

Flávio Bolsonaro aparece com 42% positiva e 55% negativa. Ronaldo Caiado tem 37% positiva e 48% negativa. Mas o maior destaque negativo fica para os presidentes do Congresso Nacional. Davi Alcolumbre tem apenas 3% de imagem positiva e 81% negativa. Já na Câmara, o Gumota registra...

2% positiva e 87% negativa, os piores resultados do levantamento. Os dados reforçam o cenário de alta rejeição e mostram que o desgaste atinge diferentes campos políticos em um momento de grande sensibilidade no cenário nacional.

Valeu, Marco. Obrigado pelas informações. E olha, o presidente da Câmara, Hugo Mota, convocou sessões extras para acelerar a tramitação da PEC, que acaba com a escala 6x1. O repórter André Nelly traz os detalhes.

A Câmara dos Deputados vai ter sessões deliberativas em plenário de 4 a 8 de maio, de segunda a sexta, rotina atípica, já que esses compromissos costumam ficar concentrados de terça a quinta. A medida faz parte de um esforço do presidente da casa, Hugo Mota, para aprovar a PEC da redução da jornada de trabalho ainda em maio.

O texto tem como prazo 10 sessões plenárias deliberativas para que sejam apresentadas emendas na comissão especial que analisa o tema. Só depois desse prazo é que o relator, deputado Léo Prates, pode divulgar o parecer e o presidente do colegiado, deputado Alencar Santana, pode levar a votação.

Com mais sessões dentro de uma mesma semana, o prazo regimental corre mais rápido, objetivo buscado pelo presidente da Câmara, Hugo Mota, que pretende votar a mudança em plenário ainda em maio. A pressa se deve ao potencial eleitoral da medida não apenas para o Executivo Federal, mas para os próprios parlamentares, que também vão enfrentar as urnas em 2026. De Brasília, André Anelli.

Olha, gente, é uma das obsessões de Hugo Mota conseguir dar celeridade a toda a comissão especial que trata justamente do fim da jornada da escala 6x1. E por que isso? Na semana passada, ele acabou, então, criando essa comissão especial, uma comissão formada por 38 parlamentares. Definiu a relatoria que vai ficar com o deputado Léo Prates, do Republicanos da Bahia, que é muito identificado também com questões trabalhistas e sociais.

E a presidência da comissão vai ficar com o Alencar Santana, que é do PT. É uma sinalização que o próprio Hugo Mota fez ao definir tanto a presidência como a relatoria ao governo federal. E por que isso? Porque o Hugo Mota é bonzinho? Não só por causa disso. Mas porque ele queria assinar para o governo. É uma pauta justamente popular. É uma pauta que o Hugo Mota vai se abraçar por dois motivos. O primeiro dele é justamente pessoal.

De ele conseguir a sua reeleição como deputado federal. E posteriormente a sua reeleição como presidente da Câmara. E também...

Também é claro que ele vai conseguir, de certa forma, agradar a boa parte dos parlamentares que todos estão buscando uma possível reeleição. E é claro que quem votar contra o fim da jornada 6x1 pode sim ser questionado pelo seu eleitor e perder voto. É uma medida extremamente eleitoreira, é popular e é uma medida que o governo brasileiro, o governo federal vai se abraçar.

na tentativa de reverter a popularidade que está em queda do presidente Lula. Então, há pelo menos uma harmonia de interesses entre o Gumota e o governo federal, nesse sentido, envolvendo a escala 6x1. E mais do que isso, a pressa de ambos os lados. Tanto que o Gumota definiu, pelo menos durante todo o mês de maio, essa celeridade, essas sessões extras, para conseguir colocar o quanto antes em votação na comissão especial e, posteriormente, no plenário da Câmara dos Deputados.

Mas lembrando que durante esse mês de maio, a comissão precisa ouvir o setor produtivo, que será o mais atingido, a classe trabalhadora, sociedade civil, especialistas e, é claro, conseguir achar uma pauta, um texto de consenso, um texto médio onde consiga atender às divergências, às demandas.

E, é claro, também conseguir contrapartidas para esses setores que se sentem, pelo menos, injustiçados ou prejudicados pela redução da jornada de trabalho sem redução salarial. Será um mês de intensa discussão, de intenso debate, na tentativa de votar, já no final de maio, a aprovação dessa PEC.

E olha, nessa sexta-feira, as manifestações do 1º de maio tomaram as ruas, colocando a agenda trabalhista no centro do debate político. As principais reivindicações incluem, como a gente falou aqui, o fim da escala de trabalho 6x1, a redução da jornada de trabalho, sem que haja cortes nos salários. Nosso repórter Thalita Souza acompanhou e traz todos os detalhes pra gente.

Neste ano, os atos do Dia do Trabalhador acontecem de forma descentralizada, com mobilizações organizadas por centrais sindicais, movimentos sociais e grupos políticos em todo o Brasil. Entre os principais temas, o debate sobre o fim da escala 6x1 ganha destaque, além da proposta de redução da jornada de trabalho sem corte de salário.

Este primeiro de maio tem atos previstos por todo o Brasil. As principais manifestações da Grande São Paulo acontecem em São Bernardo do Campo e aqui na Avenida Paulista, onde se estendem por todo o dia.

Movimentos ligados à esquerda promovem atos em locais como a Praça da República, Praça Roosevelt e no centro da capital. As principais reivindicações incluem a redução da jornada, combate à precarização do trabalho e igualdade salarial. O ABC paulista, berço histórico do sindicalismo, recebe o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para os atos.

Já na Avenida Paulista, um ato organizado por grupos de direita reúne apoiadores da candidatura de Flávio Bolsonaro e pedidos de liberdade para o ex-presidente Jair Bolsonaro.

E olha, o aumento nos preços de insumos relacionados ao gás natural tem pressionado os custos. Tanto que a Petrobras anunciou um reajuste no valor da molécula do gás natural que entra em vigor a partir da próxima sexta-feira. Os detalhes que agora com o David Diogo, que está ao vivo conosco, que vai trazer todas as informações em relação aos preços que estão cada vez mais altos. Meu amigo, traz os detalhes pra gente. Uma boa tarde, seja bem-vindo aqui ao Fast News.

Obrigado, Cassius. Boa tarde a você e a todos que nos acompanham. Quando fala de aumento, a gente até se assusta, né? Imagina o bolso, o orçamento familiar. E aí a Petrobras anunciou que a partir dessa sexta-feira, né? Desde ontem, primeiro de maio, começou a valer aí o aumento médio.

da molécula do gás natural, aumento esse de 19,2%, quase 20%, antes era de 7,8%. Esses valores são ajustados a cada três meses e incide no trimestre, referente aos meses de fevereiro, março e abril. A alta não afeta o botijão de cozinha.

Apenas o gás canalizado e também o GNV usado em veículos. Esse impacto ao consumidor, no entanto, varia conforme tributos e as tarifas das distribuidoras. Então, primeiramente vai ser esse aumento feito ali às distribuidoras.

progressivamente vai se expandir também para os consumidores. O aumento reflete no comportamento do dólar e do petróleo entre os meses de fevereiro e abril. A Petrobras informou, inclusive, que os contratos de venda de gás natural acompanham a variação do petróleo tipo Brent.

E do câmbio e desde o início do ano também o índice do Enrihab. Vamos lembrar que esse índice, o Enrihab, é o principal de referência quanto ao preço do gás natural nos Estados Unidos. Nesse período o preço do Brent subiu cerca de 24,3%. Ontem também a Petrobras anunciou o aumento, elevou o preço médio de venda do querosene de aviação. Esse aumento corresponde a...

um acréscimo de R$ 1,00 por litro em relação ao preço do mês anterior. Então, é necessário também que de quem gosta de viajar de avião, preparar o bolso que as passagens aéreas podem sofrer um novo aumento. Essa medida visa preservar a demanda pelo produto, segundo a Petrobras, e mitigar os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando assim o bom funcionamento.

Vamos lembrar aqui que esse sobe e desce dos preços dos combustíveis a gente está vendo e é reflexo da guerra no Oriente Médio. É claro que a gente vai ficar de olho. Eles nas próximas semanas já que a Petrobras fez esse anúncio aí de elevação tanto no querosene de aviação, tanto no gás natural, na molécula de gás natural, as distribuidoras nessa sexta-feira.

Durante a semana a gente vai ficar de olho como é que se dá isso daí aos distribuidores e posteriormente aos consumidores. Eu volto com você, Cássio. Olha, eu dei o Diogo, obrigado pelas informações, bom trabalho para você. E agora, meus amigos, a gente faz um rápido intervalo, mas na sequência a gente volta com mais informações do Brasil do Mundo aqui no nosso Fast News.

A gente fala de comida sim. Mas também fala de sonho, coragem, negócio. Match gastronômico todo sábado, às 10h30 da noite, na Jovem Pan. Caros passageiros, apertem os cintos.

Porque a torcida brasileira vai decolar. A Jovem Pan desembarca nos Estados Unidos com a Casa Jovem Pan. O ponto de encontro oficial do Brasil na Copa. Com paradas em Orlando e Miami.

E eu tô chegando pra torcer junto com vocês. E o QG já está confirmado. Boteco do Manolo, de Orlando e daqui de Miami. Transmissões ao vivo, direto dos Estados Unidos. Conteúdos exclusivos. E energia da torcida brasileira. Parceria 3-2-1-Vol. A Copa tá rolando e a Casa Jovem Pan também.

Comunicar vai além de falar. É marcar presença onde o seu público está. Textos, vídeos, posts e relatórios. Dezenas de canais exigindo presença, consistência e velocidade. É por isso que criamos a Samp. Um ecossistema de inteligência artificial que entende, cria e publica conteúdo com velocidade e consistência, onde quer que o seu público esteja. De PDFs a notícias, de textos a voz, de ideias a impacto. Samp. Conteúdo inteligente para o seu negócio.

Pati Leone desembarca na maior cidade do Chile. A gente vai fazer um giro por alguns dos lugares que nós ainda não conhecemos em Santiago. Com visitas à Igreja de São Francisco de Assis e a bairros marcados pela sua arquitetura.

Ter um pouco da história, mas também ter vistas maravilhosas, 360 graus. Você conhece os encantos de Santiago. Mala Pronta comigo, Pat Leone, hoje, duas da tarde, na Jovem Pan.

Estamos de volta com o Fast News trazendo mais informações do Brasil do mundo, indo direto para Brasília. Porque a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro usou as redes sociais para falar da evolução do estado de saúde do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, após ser submetido a uma cirurgia na região do ombro. André Anelli está de volta aqui no nosso Fast News. Vai trazer mais detalhes, é claro, as informações do último boletim médico que foi divulgado. Anelli.

Pois é, Cássio, o novo boletim médico foi divulgado aqui pelo hospital DF Star, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro segue internado. Esse documento aponta que ele segue em observação em um quarto, apresentando boa evolução clínica e que continua nesse momento no tratamento contra dores.

Além disso, ele segue em prevenção contra a trombose, ou seja, a formação de coágulos no sistema circulatório e deve iniciar o protocolo terapêutico para a recuperação motora e também funcional. Tudo isso é uma consequência da cirurgia a qual o ex-presidente Jair Bolsonaro foi submetido na última sexta-feira. No dia de ontem, ele deu entrada nessa unidade hospitalar particular.

aqui de Brasília pela manhã, passou por uma cirurgia para que não tivesse mais dores no ombro direito, que são uma consequência de uma queda que ele sofreu recentemente, quando estava ainda cumprindo a prisão na Papudinha, aqui no Distrito Federal, a partir de então.

Ele passou a sentir essas dores e aí o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, autorizou a realização dessa cirurgia que aconteceu no dia de ontem, como eu disse, durou cerca de três horas e que aconteceu sem nenhum tipo de intercorrência, segundo a equipe médica. A partir de então, desde ontem, Jair Bolsonaro segue em observação, justamente então para que não haja nenhum tipo de dores e também...

para que ele não tenha nenhum tipo de formação de coágulos no sistema circulatório, é a prevenção contra a trombose e, nesse momento, a equipe médica não dá nenhum tipo de estimativa de quando deve ser a alta hospitalar. A gente destaca, para finalizar, que Jair Bolsonaro segue nas restrições.

A liberdade dele, apesar de estar aqui no hospital particular, ele segue sem acesso ao telefone, sem acesso também aos advogados. Apenas quem pode ter acesso ilimitado a ele é a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro. Ela que já esteve aqui então na unidade hospitalar ao lado do ex-presidente da República e que tem...

Nas redes sociais, lançado então atualizações a respeito do estado de saúde dele. Cássios. Valeu, Nelly. Obrigado pelas informações. E olha, o Senado Federal aprovou a criação de um cadastro nacional de condenados por violência contra a mulher. Essa lista será compartilhada entre os órgãos de segurança pública da União e também dos estados e contará com o nome do agressor, documentos pessoais, fotografia, entre outros dados, ficando disponíveis até o fim do cumprimento da perda.

Ou por três anos, se a pena for inferior a este período. Para falar um pouquinho mais sobre esse assunto, é claro, a importância desse cadastro. Entendemos melhor essa pauta. A gente conversa ao vivo agora com a advogada criminalista, especialista em direito feminino, a Elize Madela. Doutora, seja muito bem-vinda. Uma boa tarde.

Oi, Cássio, boa tarde. Não sei se vocês me ouvem bem. Boa tarde a todos. Ouvimos perfeitamente, doutora. Bom, gostaria de começar a nossa conversa sabendo a visão da senhora em relação a esse cadastro nacional. De que forma isso pode ajudar no combate da violência da mulher? De que forma isso os poderes, os órgãos de segurança vão ter uma melhor comunicação na tentativa de identificar esses condenados e também, é claro, tentar evitar um crime que cresce cada vez mais no país?

Eu entendo, Cássio, que eu acho que esse ponto que você trouxe é o que mais me chama atenção. Termos um cadastro efetivo de agressores permite que a segurança pública trabalhe de uma forma mais ampla, no controle fundamentalmente da recorrência desses crimes. Infelizmente, a violência contra a mulher não ocorre uma única vez e ela tem uma estrutura de escalada.

de comportamento. Portanto, ter a ideia de um agressor, por exemplo, registrado, que foi eventualmente condenado por uma lesão corporal, algo mais simples, e você consegue, de certa forma, monitorá-lo no Brasil todo, porque isso também é uma questão, nós temos um país enorme, e por vezes nós temos deslocamentos desses agressores por estados. Então você tem...

Uma ocorrência aqui no estado de São Paulo e o mesmo agressor que X anos depois acaba agredindo outra mulher em outro estado. Essa unificação de informações me parece uma forma de monitorar com mais segurança.

Os agressores. Obviamente ela tem as suas peculiaridades e tem cuidados a serem tomados, mas eu acho que é um passo importante na questão da violência doméstica, que é um mal tão gravoso para a nossa sociedade já há muito tempo, mas que agora ainda por cima está finalmente tendo um pouco mais de visão e repercussão.

Doutor, inclusive a gente sabe que os agressores geralmente são pessoas muito próximas das vítimas, são companheiros, ex-companheiros, vizinhos, pessoas que sabem, ou pelo menos que convivem ali próximo à rotina, à vida dessa vítima.

E eu gostaria de saber se esse cadastro pode, de alguma forma, inibir, pode, de certa forma, aumentar esse monitoramento, como a senhora falou. Mas, mais do que isso, de que forma os órgãos de segurança, a partir desses dados, vão conseguir aumentar o patrulhamento, a segurança e, é claro, preservar a vida dessa vítima?

Olha, até onde possível, obviamente, a gente pensar numa estrutura estatal que conseguisse monitorar quase que individualmente certos agressores.

Mas eu entendo que fundamentalmente a gente vai conseguir olhar para essa lista e talvez aí tenha um certo efeito pedagógico de uma caída de ficha que ainda possa se levar um tempo, mas do constar dessa lista. Obviamente, estar ou não na lista, infelizmente, não vai impedir o agressor de agir.

Por outro lado, ele dá a chance de uma melhoria naquilo que a gente chama da mancha criminal. Nós já temos em algumas cidades alguns levantamentos que nos dizem em que dias e horários ocorrem maiores números, vamos dizer assim, um índice maior de violência doméstica.

eventualmente com esse cadastro, não só um eventual monitoramento individual, mas uma análise de manchas criminais de determinadas regiões, de ocorrências. Você mesmo trouxe isso. Uma das peculiaridades da violência doméstica, Cássio Zé, justamente essa questão ocorre via de regra a porta para dentro.

Então, ainda que pelo projeto de lei a gente não tenha e não pode ter mesmo a exposição dos dados desses agressores, mas eu acho que isso permite com que as forças de segurança pública consigam atuar de uma maneira talvez mais matemático-estatística, olhando de maneira mais focada para os índices de incidência.

Doutor, inclusive, os dados dos condenados estarão disponíveis nesse sistema, isso tudo será cuidado, pelo menos monitorado pelo governo federal e vai disponibilizar essas informações para os outros órgãos de segurança. Mas o sigilo das vítimas vão ser, pelo menos, preservados nesse sentido? Totalmente, totalmente. A ideia é que você tenha, obviamente...

um segredo, uma camada adicional de proteção a essas vítimas, não faria nem sentido se assim não fosse, do mesmo jeito que o projeto prevê que essa lista...

Fique aos cuidados dos órgãos de segurança pública e da justiça. Por quê? Porque ainda que seja importante que exista esse monitoramento, esse cadastro e tudo que pode daí sair no sentido de políticas públicas de segurança, de saúde, nós temos uma questão dos direitos fundamentais, óbvio, da vítima, mas também desse agressor.

Então assim, a proteção, o sigilo dado à vítima, ele é inquestionável. O que pode ocorrer é que à medida que a lista, o cadastro for se desenvolvendo, for sendo partilhado, seja necessário tomar alguns cuidados de direitos fundamentais para que isso não se repercuta como uma divulgação.

de criminosos condenados, que são características e questões que também prevenham certo sigilo. Agora, a vítima obrigatoriamente se mantém protegida e por trás, vamos dizer assim, sem aparecer nesse cadastro. Não faria sentido o contrário, Cássio.

Perfeito, doutor. Inclusive, esse projeto é uma das medidas preventivas de aperfeiçoamento, de melhoramento em relação ao combate da violência contra a mulher. Mas eu gostaria de ouvir da senhora, até pela sua especialidade, qual seria o maior gargalo atual em relação ao combate da violência contra a mulher? De que forma, por meio de políticas públicas, de que forma a gente pode conseguir, por meio de sociedade, de discussão, mudança de cultura, de entendimento, de visão, mudar essa realidade tão triste?

Eu acho que nós temos, Cássio, nessa situação da violência de gênero como um todo, dois pontos extremamente delicados ainda. Um melhorou bastante, mas ainda apresenta dificuldades, que é a própria denúncia, é a comunicação.

seja por vezes, porque nem todas as cidades contam com delegacias especializadas, seja porque por vezes a própria vítima não compreende muito bem a situação de violência vivida. E eu diria que o maior dos gargalos desses dois está num pedaço unixclusivamente punitivo da legislação que protege.

a mulher, mas ela acaba por vezes por não olhar para a questão da ressocialização e da reeducação do agressor.

Nós temos um componente fundamentalmente comportamental no que é o cometimento do crime contra a mulher. Então, ainda que a punição no sentido das medidas protetivas do distanciamento, da prisão, quando dos casos se faça importante e necessário, eu costumo bater realmente na tecla da educação.

da reeducação, da ressocialização, não só do agressor, mas a gente precisa trazer esses temas como pauta de educação infantil, da educação dos nossos adolescentes, porque senão a gente não consegue...

da violência contra a mulher. Ela é um componente social atual, não tão atual, infelizmente, mas nosso. E que sem bases de educação, a chance de a gente ter um criminoso repetindo condutas é muito comum. O próprio crime de violência doméstica lá do centro se dá dessa maneira. São raras as situações onde nós temos um criminoso.

que simplesmente decide matar uma mulher ou matar a sua mulher. A escala de violência tem um tempo-ritmo e se isso consegue ser visto e reeducado, a gente começa a ter mais resultados, principalmente no que tange à reincidência.

Perfeito, doutora. Gostaria de agradecer muito a sua participação aqui no Fast News. Sempre bom te ouvir, né? Falando de um assunto extremamente delicado, sensível e importante para a nossa sociedade. Seja sempre bem-vinda e desejo para a senhora o bom sábado.

Obrigada, Cassius, obrigada pelo convite e bom sábado a todos também. Gente que agradece. E olha, gente, vamos trocar de assunto agora porque o projeto de lei que reduz a carga horária do trabalho de policiais e bombeiros militares foi aprovado na Câmara. Os detalhes com o Matheus Dias. Na mesma linha de um dos debates mais presentes no Congresso esse ano, e pauta...

de campanha do presidente Lula, uma outra pauta foi aprovada entre os deputados, essa de autoria da oposição. A redução da carga horária mensal para policiais e bombeiros militares, de autoria do deputado Sargento Portugal do Podemos do Rio de Janeiro e relatoria do deputado Coronel Meira do PL do Pernambuco.

A proposta aprovada na Câmara dos Deputados e que agora vai para o Senado estabelece jornada mensal de até 144 horas, o que dá em média 36 horas semanais. Apenas em casos necessários, com escalas de 24 horas, aí sim o limite máximo pode ser de 192 horas mensais.

O deputado Sargento Portugal diz que hoje a carga horária dos servidores ultrapassa 200 horas mensais em alguns casos. O que representou ontem a aprovação de 5.967 de 2023? Libertar o povo da Polícia Militar.

e do corpo de bombeiro. Nunca antes foi regulamentado a carga horária para esses profissionais que trabalham por inúmeras vezes acima de 200 horas por mês. Vocês sabiam disso? Então esse povo estava aclamando por isso tudo. E no texto...

Não gerou nenhum impacto financeiro, porque fica obrigatório criar o banco de horas e registrar as horas trabalhadas a mais, sendo contadas em dobro. Agora vai seguir para o Senado e ontem foi aprovado por unanimidade. Nós esperamos que o Senado agora aprove também o regime de urgência. Diz ainda que não tem dúvidas que a pauta vai ser aprovada, sem enfrentar nenhum obstáculo, seja no Senado ou no Planalto.

A importância da aprovação do projeto ontem na Câmara dos Deputados, em que regulamenta a carga horária de todos os policiais militares e bombeiros militares do Brasil, é justamente para ele poder se recuperar física e mentalmente e parar de ser explorado. Parar de ser explorado. A escala não pode ser considerada nenhum tipo de favor e nem coação em cima desses operadores.

Nós passamos por isso por muito tempo, então nós estamos libertando um povo, ontem por unanimidade, e agora vai para o Senado, e eu tenho certeza que vai ser também aprovado por unanimidade para seguir para o presidente da República sancionar essa lei. Além da redução mensal, a proposta prevê remuneração extra para o trabalho que ultrapasse essa carga horária. Em casos de domingos e feriados, o pagamento será dobrado.

E a medida provisória que muda as regras para a renovação da CNH começa a avançar no Congresso. Reportagem da Rafaela Almeida.

Pois é, a medida provisória que muda essas regras para a renovação da carteira de motorista já começou a avançar aqui no Congresso e traz uma proposta que pode impactar milhões de condutores em todo o país. A comissão responsável por analisar o texto já foi instalada e será presidida pelo deputado Luciano Amaral com relatoria do senador Renan Filho.

A ideia do governo é simplificar o processo e reduzir custos para quem dirige. O principal ponto é a possibilidade de renovação automática da CNH para motoristas que não cometeram infrações nos últimos 12 meses e que estejam cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores. Nesses casos, o condutor pode ficar dispensado de exames obrigatórios, mas há exceções.

O benefício não vale para motoristas com mais de 70 anos, por exemplo, e quem tem mais de 50 pode usar a renovação automática apenas uma vez. Também continuam obrigatórias avaliações em casos de suspeitas de problemas de saúde. Na prática, a medida já começou a ser aplicada em algumas regiões. Só no interior de São Paulo, mais de 16 mil motoristas...

foram beneficiados nos primeiros meses desse ano. E agora o texto segue em análise aqui no Congresso, onde ainda pode passar por ajustes antes de ser votado definitivamente. Volto com vocês. Valeu, Rafa. Obrigado pelas informações. Olha, o reajuste médio de 18% no preço do querosene de aviação vendido pela Petrobras para as distribuidoras já está em vigor. Rodrigo Viga traz todos os detalhes pra gente.

Por conta da guerra entre Estados Unidos e Irã, que provocou uma disparada no preço do barril do petróleo do tipo Brent, um novo reajuste forte foi praticado pela Petrobras no que havia o querosene de aviação. 18% a partir de agora de alta nas refinarias da Petrobras para o combustível que é utilizado em aeronaves de médio e de grande porte. Foi o segundo aumento expressivo sucessivo.

promovido pela Estatal Brasileira de Petróleo e Gás. No mês passado, um aumento de mais de 19%. O motivo é muito simples. A guerra entre Estados Unidos e Irã, consequências e incertezas, vem mantendo o maior do petróleo do tipo Brent acima dos 100 dólares. Esse aumento de agora equivale a um reajuste de R$ 1.

por litro de querosene de aviação vendido pela Petrobras às distribuidoras. O preço final do produto é formado por essas distribuidoras que vendem o que havia para as companhias aéreas. No mês passado, o aumento deveria ter sido acima dos 50%. E aí Petrobras e o governo decidiram encontrar uma solução para evitar o forte impacto.

Nas distribuidoras, nas companhias aéreas e, consequentemente, nas passagens, nos bilhetes vendidos por essas empresas. Uma espécie de programa de financiamento para a venda ou compra desse querosene de aviação. Parcelamento do ajuste em seis vezes com início de pagamento.

a partir do mês de julho. Isso também vale para o reajuste da Petrobras. Agora, no começo de maio, um real por litro, 18% de alta em relação ao preço praticado no mês passado. De acordo com as companhias aéreas, o querosene de aviação representa mais de um terço dos custos das empresas e tem influência direta nos preços dos bilhetes do Rio.

Rodrigo Viga. Valeu, Viga. E olha só, gente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país poderia assumir Cuba logo após o fim da guerra contra o Irã. Quem vai trazer todos os detalhes ao vivo é o nosso correspondente Eliseu Caetano, diretamente do país norte-americano. Meu amigo, seja bem-vindo ao nosso plantão. Então, traz mais detalhes porque os Estados Unidos nem resolveu o problema com o Irã e já está, inclusive, cogitando entrar em mais um conflito, hein? Boa tarde.

Eu tô até rindo, Cassius Yehman, porque a vida do jornalista não tem um minuto de paz, pelo menos não com Donald Trump no poder aqui nos Estados Unidos, viu? Muito boa tarde pra você e pra todos que nos acompanham aqui na programação da Jovem Pan. A gente fala ao vivo, direto dos Estados Unidos, 11 horas da manhã, com 50 minutos, aqui na costa leste-americana.

A temperatura nesse momento no sul da Flórida é 24 graus Celsius. Aliás, para quem nos acompanha pelas plataformas digitais, pelas plataformas de vídeo, aqui no nosso telão atrás de mim, imagens em tempo real de Miami, dia bonito, ensolarado, e já já tem Fórmula 1. Aliás, Donald Trump vem para participar.

A comitiva dele passou ainda há pouco pela rodovia 95, indo lá para onde acontece o evento, que é um dos eventos mais aguardados aqui do país. Mas vamos para essa notícia, porque Donald Trump ontem à noite, quando chegou da capital americana, Washington DC, Cassius, ele participou de três eventos. Por incrível que pareça, esse homem está imparável. E em um dos eventos no The Villages, que é uma espécie de bairro, mas é maior.

como se fosse uma cidade inteira de aposentados. Ele foi lá participar de um jantar de olho nas eleições de meio de mandato, de olho ali no eleitorado, ele precisa subir os números dele, a taxa de reprovação dele está muito alta, e esse eleitorado, o aposentado conservador, gosta muito do Donald Trump, gosta muito do Partido Republicano. Então ele foi lá fazer um evento e aí ele viu alguém na plateia que era de Cuba, ele falou, olha, eu me lembro de você, você é cubano, né?

Você está vendo o que a gente está fazendo lá no Irã? Estamos em vias de terminar. Eu posso dizer até que a gente já terminou o conflito com o Irã. Estou eu aqui parafraseando o Donald Trump, viu? E nesse caminho, nessa toada, digamos assim, ele virou e falou, está vendo, a gente inclusive já deve deixar o Irã nos próximos dias, porque por lá nosso assunto acabou. Fizemos o que a gente queria fazer, o que a gente tinha que fazer. Mas quem sabe, né? Se na volta eu não paro ali em Cuba.

ali pertinho de Cuba, estacione o navio, o USS Abraham Lincoln. O Abraham Lincoln, gente, é o maior navio militar do mundo. E aí ele disse isso. Por que não parar o Abraham Lincoln ali perto de Cuba e...

Eu tenho certeza que se isso acontecer, vocês vão acenar para a gente, agradecer e dizer ok, nós nos rendemos, nós nos entregamos. Óbvio, se referindo aí à atual liderança da ilha cubana, da ilha de Fidel Castro, digamos assim. As palavras de Donald Trump arrancaram risadas nervosas da plateia.

muitos aplausos, ou seja, foi ali um misto de sentimentos, bittersweet, como dizem aqui, ou agridoce, como a gente chama no português. Donald Trump soltou no ar que pode invadir a ilha de Cuba ou tentar tomar a ilha de Cuba, como inclusive já tem falado ao longo das últimas semanas, muito em breve, e que esse em breve seria na volta.

dos militares do Irã para cá para os Estados Unidos, ou seja, já nos próximos dias. Esse assunto, obviamente, já rendeu lá em Cuba. Diversas autoridades já se manifestaram publicamente, rejeitando essa possibilidade de entrega da ilha para o governo americano, rechaçando a possibilidade disso acontecer, deles baixarem a guarda.

Inclusive, um dos oficiais militares cubanos na rede de TV local conclamou a população a ir para as ruas para defender a ilha, para defender o regime de Fidel Castro, o regime comunista. E essa situação começa agora a tomar...

Forma corpo à medida em que a gente tem essa expectativa de que os militares americanos deixem o Irã já nas próximas horas. Esse é um assunto que está pendente com relação ao outro assunto. Uma coisa está ligada à outra. Irã e Cuba. Eu relembro o nosso ouvinte, telespectador, internauta, Cassius.

que lá atrás em janeiro eu, na nossa coluna aqui no site da Jovem Pan, para quem não conhece, já convido a acessar o site www.jovempan.com.br, vai lá na aba colunistas, os nossos colegas, apresentadores, repórteres, tem colunas lá e eu tenho uma coluna direta daqui dos Estados Unidos, eu cravei em janeiro que Cuba estaria na mira de Donald Trump.

Naquela ocasião, a mira seria o mais breve possível. Havia uma expectativa de que dentro do primeiro semestre, Donald Trump fizesse alguma ação militar ali na ilha de Cuba. Se for nessa volta, isso vai se concretizar. Mas lá atrás a gente ainda não tinha expectativa da Venezuela.

porque para acontecer a operação no Estreito de Hormuz, acontecer esse conflito lá no Oriente Médio com o Irã, eles precisavam do petróleo da Venezuela antes, isso segundo todos os analistas políticos, jurídicos e geopolíticos daqui dos Estados Unidos. Então, uma ação está ligada à outra e desencadeando-se conforme a vontade do atual presidente dos Estados Unidos. A gente, inclusive, tem nas nossas redes sociais da Jovem Pan...

Essa fala do Donald Trump dizendo que a ilha de Cuba está na mira do governo americano e que ele pode tomar o poder de Cuba já nas próximas horas. Cássio. Cássio. Cássio.

Ô Elisão, inclusive já atualizando e claro aproveitando a sua presença e também você que está acompanhando de perto todas as movimentações em relação a o posicionamento em relação aos Estados Unidos sobre o Irã. Hoje, inclusive, um dos integrantes do governo oriano falou que, olha, o Irã está preparado caso essa guerra seja retomada com os Estados Unidos. Como é que agora, a que pé está esse conflito e se de certa forma devido a...

As propostas que foram sugeridas nos Estados Unidos, em que Donald Trump ficou insatisfeito que viu a tendência de termos, pelo menos, uma retomada dos bombardeios e esse cenário cada vez ficar mais incerto?

O Cássio, é praticamente impossível prever o que vai acontecer, dada a consideração de que Donald Trump é imprevisível. Ele toma decisão, ele volta atrás e aí ele refaz de novo e vai fazendo ao seu bel prazer. Então é muito complicado nesse momento a gente cravar isso. Mas lá no Oriente Médio, lá no Irã, agora há pouco, no início da tarde deste sábado,

Um militar iraniano de alta patente, inclusive, o Mohammad Jafar Assad, ele é inspetor adjunto do Comando Militar Central. Ele afirmou que, abre aspas, é provável que o conflito com os Estados Unidos seja retomado.

E os fatos demonstram que os Estados Unidos não respeitam nenhuma promessa, nenhum acordo. As forças armadas iranianas estão perfeitamente preparadas diante de qualquer possível oportunismo ou ação imprudente.

por parte dos americanos, fecha aspas. Vale lembrar que esse conflito já causou milhares de mortos, principalmente no Irã e até no Líbano, por conta de uma outra frente de conflito envolvendo Israel e a organização terrorista Resmolar, que também é um braço político e é ligado, é mantido financeiramente pelo Irã. O preço do petróleo, como a gente tem acompanhado aqui ao longo da programação da Jovem Pan News,

com Alan Ghani, com Denise Campos de Toledo, disparou, chegou a bater 126 dólares o barril, quando antes do conflito estava ali em torno de 66 dólares, 70 dólares. Ou seja, de 66 para 126 dólares foi uma alta absurda e o mundo inteiro começou a sentir no bolso, no dia a dia.

no posto de gasolina, no supermercado, no preço dos produtos que precisam ser transportados. Essa confusão que Donald Trump se meteu e arrastou o mundo inteiro junto. O Irã segue fechando parcialmente o Estreito de Hormuz e há um bloqueio em cima desse bloqueio feito pelos Estados Unidos. Então há dois bloqueios nesse momento em ação lá no Irã, apesar de um cessa-fogo temporário.

Cessar fogo esse que foi estendido na última semana por Donald Trump, Cassius, por um período indeterminado. Agora, aqui nos bastidores do poder nos Estados Unidos, o que se diz é o seguinte. Donald Trump tinha até ontem, 1º de maio, como prazo limite, prazo máximo, para manter esse conflito com o Irã. O regimento americano, a regra aqui, é de que um presidente só pode entrar em...

conflito com outro país, em guerra, vai, com outro país, por aproximadamente dois meses. Passou desse período, ele precisa pedir autorização para o Congresso. E Donald Trump não está com aquela força política toda, como na época que ele chegou, quando ele venceu as eleições. Quem aí não se lembra da maré vermelha, da maré republicana? Ele ganhou Suprema Corte, Congresso, Senado, ele tinha maioria em tudo quanto era lugar.

E hoje, apesar de ser maioria, os próprios colegas questionam esse modelo de tomada de decisão de Donald Trump. Então ele tinha até ontem para ou finalizar essa guerra ou pedir aprovação do Congresso para entrar com tudo. E ele não fez nenhuma coisa nem outra. Ele achou um jeitinho, uma saída.

foi o seguinte, foi aquilo que ele disse no evento ontem aqui no The Village, que eu falei agora há pouco. Ele disse, olha, a guerra acabou, não existe mais conflito, os nossos militares estão saindo, o que eu vou fazer é só manter o bloqueio no Estreito de Hormuz com alguns militares, isso por uma questão de segurança global, para a segurança energética do planeta, já que passam navios do mundo inteiro ali. Ou seja, deu uma desculpa aqui para manter o que ele quer continuar fazendo, no caso, lá.

lá no Irã, lá no Oriente Médio. Então, a gente vê que Donald Trump tem feito as decisões, tem tomado decisões ao seu bel prazer e não está, digamos, debaixo de alguns regimentos. Resta saber se na próxima segunda-feira o que o Congresso, o que o Senado dos Estados Unidos vai achar sobre isso.

porque também há uma expectativa de que haja uma reação muito grande, muito forte, caso Donald Trump já na segunda-feira não dê uma ordem para o Pentágono começar a enviar de volta para cá, para os Estados Unidos, esses militares que estão lá há mais de 40 dias, quase dois meses de guerra, de conflito, como ele chama, porque ele ainda não chama isso de guerra, para cá. E aí pode-se criar ali um outro imbróglio.

político para Donald Trump, que é exatamente tudo que ele não precisa e da onde ele deveria fugir, segundo os analistas do próprio partido dele, do Partido Republicano. Aqui algumas pesquisas estão dando conta que a taxa de reprovação de Donald Trump, nesse momento as taxas de várias pesquisas só estão baixas por conta desse conflito, porque o americano não quer esse conflito.

durante a campanha de Donald Trump, ele prometeu que não ia se meter em assuntos externos e que ia focar em assuntos internos dos Estados Unidos, que ele ia focar aqui, em resolver as questões daqui. De certa forma, ele fez isso? Fez. Com imigração, com saúde, com diversas outras frentes. Mas, em contrapartida...

Ele entrou nesse beco sem saída chamado Irã e agora, aparentemente, ele não sabe como sair e se vai conseguir sair. Porque agora o Irã chega na tarde desse sábado com essa novidade de que, olha, os conflitos podem continuar.

mostrando, indicando, apontando de que o Irã não quer sair dessa briga, como naquele velho ditado brasileiro, dou um boi para não entrar numa briga e uma boiada para não sair dela. Ao que parece, o Irã chamou para si essa responsabilidade.

Agora nós é que não vamos sair. E isso coloca em xeque a administração Trump, os números de Donald Trump, as eleições de meio de mandato que vão acontecer agora em outubro. Aliás, a gente vai acompanhar em loco, direto da capital americana, aqui na programação da Jovem Pan. Enfim, é um emaranhado, mas que aos poucos, Cássios, a gente vai ali destrinchando e explicando para o nosso público, para o ouvinte, telespectador, internauta aqui da Jovem Pan, porque é de verdade uma...

teia. Difícil de entender, difícil de entrar, difícil de sair e é o que tudo mostra, o que os cenários mostram, Donald Trump tem apanhado muito. Não à toa está aqui na Flórida, vai assistir aí o evento da Fórmula 1, como eu disse, e vai tentar ganhar a simpatia que ele já tem, pelo menos a maioria dos eleitores republicanos nesse estado, que sempre foi o estado

que o elegeu, que elegeu republicanos também. Cássio, eu vou seguir daqui acompanhando essas e outras notícias importantes nesse sábado e a gente vai voltar aqui ao longo da programação da Jovem Pan durante todo o dia para deixar o nosso público muito bem informado das notícias daí do Brasil, mas também daqui do mundo, viu? Bom trabalho para vocês. Até já.

Valeu, Eliseu. Obrigado pelas informações, trazendo todos os detalhes e, é claro, todas as intenções por parte do governo norte-americano em relação à sua política externa. Bom, gente, de volta aqui ao Brasil. Nesta semana, o Copom decidiu reduzir a taxa básica de juros, a Selic, para 14,5% ao ano. Esse novo corte acontece em meio à guerra no Oriente Médio.

que está gerando uma pressão inflacionária ao redar do mundo. E levou o Banco Central a reajustar as suas expectativas e avaliar, é claro, que os preços vão estourar o teto da meta. Para falar um pouquinho mais sobre isso, a gente conversa ao vivo com o André Galhardo, que é professor e economista-chefe na análise econômica. André, seja bem-vindo, uma boa tarde. Oi, Cássio. Boa tarde para você também e a todos que nos assistem.

Bom, André, até em relação ao corte do Copom, em relação a esse corte bastante curto, já estava precificado, havia essa expectativa muito grande, é uma decisão já esperada por boa parte do mercado financeiro, mas o que a gente pode analisar daqui para frente? É um cenário de muita incerteza devido ao conflito no Oriente Médio? Com certeza, Cássio. O Elis e o Caetano falaram perfeitamente agora na entrevista, na reportagem sobre o Irã.

sobre a imprevisibilidade. Isso chama a atenção, né? Nós economistas, na média, nós criticamos muito o nível da taxa de juros ao longo do ano passado. 15% de Selic, que foi o patamar que nós iniciamos o ano, é o patamar mais alto em cerca de 20 anos. Não é qualquer coisa. E o Brasil tinha.

E ainda tem uma das taxas reais de juros mais altas do mundo. Se eu tirar a inflação e olhar só a taxa real de juros, ainda é uma das taxas reais mais altas do mundo. Mas mesmo assim, a gente estranhou, eu pelo menos vou falar por mim aqui, estranhei a decisão do Copom de cortar a taxa de juros, mesmo achando a taxa alta demais, porque o Copom demorou tanto.

para começar a fazer o corte de juros que faz no momento mais delicado dos últimos meses. Como você bem observou, Cássio, a expectativa de inflação não do mercado, mas do próprio Banco Central subiu consideravelmente ao longo dos últimos meses. Agora em 3,5% lá no final de 2027. Segundo o presidente do Banco Central, Gabriel Galipo, a meta do Banco Central é 3%, e não 3,2% ou 3,3%. E aí

Considerando a imprevisibilidade citada pelo Eliseu agora há pouco, considerando a meta de juros bastante, a meta de inflação bastante audaciosa aqui no Brasil, é improvável que o Banco Central consiga ir muito além do que já foi. Em outras palavras, aparentemente o ciclo de cortes de juros será pequeno.

dificilmente a gente vai ver a taxa Selic abaixo, por exemplo, dos 14%. Então tivemos dois cortes de 0,25%, talvez tenhamos mais um ou mais dois de 0,25%, mas considerando todo esse embrólio, toda essa incerteza em torno da inflação, da atividade econômica, do comportamento do Donald Trump, tudo isso pesa contra a inflação brasileira, isso tudo deve encurtar esse ciclo de cortes de juros aqui no Brasil.

André, inclusive com o preço do barril do petróleo se sustentando ali acima dos 100 dólares, fica cada vez mais distante essa perspectiva ou essa avaliação mais otimista em relação à inflação e principalmente o preço dos alimentos? Perfeito, Cássio. E é isso aí. A gente tem duas coisas. A primeira é a mais óbvia.

O preço do barril do petróleo sobe e encarece o diesel e a gasolina, o querosene de aviação, todos os derivados de petróleo, inclusive de embalagens. Tem muita gente, muitos setores já sentindo os efeitos diretos desse aumento do petróleo, que continua ali acima de 100 dólares o barril. Mas tem outra coisa importante.

Com o petróleo nesse patamar, a inflação americana, que é mais sensível ainda do que a nossa quando se fala de aumento de preço dos combustíveis, deve subir muito rapidamente, como já tem subido ao longo das próximas leituras. A inflação nos Estados Unidos estava em torno de 2,4% ao ano, quando a guerra começou. Já subiu para 3,6% e se o petróleo se mantiver nesse patamar, a inflação dos Estados Unidos deve subir para 4% nos próximos dois meses.

Isso é o dobro da meta de inflação do Banco Central norte-americano, que é de 2% no médio e longo prazo. O que isso tem a ver com a gente aqui? Bom, uma inflação mais persistente lá nos Estados Unidos pode levar o Fed a aumentar os juros.

Uma coisa que estava totalmente fora do radar no começo desse ano. Juros mais altos nos Estados Unidos pressupõem juros mais altos e por mais tempo aqui no Brasil também. Então a gente tem o impacto da inflação de um lado, muito concentrado agora nessas questões da guerra.

E tem esse risco de a taxa de juros ter que permanecer alta por um período bastante prolongado. Então é uma batalha dupla para o consumidor e produtor brasileiro que vai ter que lidar com a inflação bem mais alta do que a gente imaginava no começo do ano e uma taxa de juros também bem mais alta do que a gente estava projetando em janeiro de 2026. Então todo esse cenário tende a prejudicar, esse cenário otimista que a gente tinha no começo do ano, Cassius,

não existe mais. Eu falo otimista porque a inflação brasileira estava convergindo para fatamares muito baixos aqui para a nossa história. A expectativa média do mercado era de que o IPCA, que é o índice oficial de inflação aqui no Brasil, alcançasse cerca de 3% na passagem do primeiro para o segundo trimestre desse ano. Agora, a gente está lidando com a expectativa de descumprimento da meta de inflação para o começo de 2027.

A meta de inflação é muito audaciosa, eu costumo dizer irrealista, então isso não quer dizer muita coisa, mas é fato. A gente tinha uma inflação convergindo para níveis mais baixos e agora a gente está vendo ela acendendo. Então, aquele cenário relativamente otimista que a gente tinha no começo de 2026, infelizmente não existe mais.

André, até mesmo pelo conteúdo, ou pelo menos pelo tom do comunicado que o Copom acabou fazendo depois da divulgação da taxa de juros, fica muito claro que qualquer tipo de corte, qualquer tipo de movimentação, tudo vai depender do cenário internacional.

Exatamente. Uma das coisas que mais impacta agora a decisão do Copom não é nem a economia brasileira em si, mas esses choques que vêm a partir dessa guerra. Mas tem preocupações domésticas também, viu, Cassius? Uma das preocupações do Banco Central, por exemplo, é com o ritmo de crescimento na economia brasileira.

Segundo o Banco Central, a economia brasileira neste momento cresce acima da sua capacidade, o que, em teoria, pode trazer mais problemas inflacionários. Então a gente está falando que uma das principais preocupações sobre a inflação vem da guerra, mas o Banco Central também está preocupado...

com a inflação que pode vir a acontecer em função de uma economia que está acima do seu potencial. Os dados do primeiro bimestre foram bons. Os indicadores antecedentes, ainda não oficiais, de março e de abril, também sugerem continuidade desse processo de retomada e de crescimento da economia brasileira depois de um último bimestre do ano passado muito fraco. Então, tem as questões internacionais, mas também tem as questões domésticas. Então, foi por isso que eu comecei dizendo.

estranhei esse segundo corte de juros embora seja um crítico dessa taxa de juros neste patamar, mas estranhei em função de toda essa incerteza internacional e doméstica tem muita coisa para o Copom observar já que você citou o comitê desculpa, o comunicado do Comitê de Política Monetária logo após a decisão

Lá, o Banco Central mantém uma visão até razoável diante de todos esses riscos. Eles publicam em cada comunicado, em cada ata, o balanço de riscos. E segundo o Banco Central, os riscos de baixa da inflação, nesse momento, são iguais aos riscos de alta. O Banco Central permanece cauteloso, conservador em relação a todos esses problemas que a gente está acompanhando, mas ainda talvez tenha espaço para algum corte adicional nas próximas duas reuniões.

Perfeito, André. Muito obrigado pela sua participação. Muito bom te receber e te ouvir aqui no nosso Fast News. Um bom sábado para você.

Obrigado, Cássio, igualmente. A gente que agradece. E olha, gente, a Grishow, maior feira de tecnologia agrícola da América Latina e que ocorre em Ribeirão Preto, no interior paulista, chegou ao fim nesta sexta-feira, dia 1º de maio. Mas o balanço não saiu como esperado. Um dos fatores foram os conflitos geopolíticos que impactaram o mundo. Direto da feira, o Marcelo Matos traz todos os detalhes pra gente.

O primeiro trimestre fechou com queda de 16% nas vendas de máquinas e implementos agrícolas, na comparação com janeiro a março de 25. Pedro Estevam, da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos, analisa o resultado. As vendas no primeiro trimestre desse ano caem em 16,4% e são basicamente três coisas.

Taxa de juros muito alta, o agricultor não quer fazer investimento, ele está pegando todo o recurso dele e fazendo custeio, porque se ele for no mercado pegar dinheiro e fazer custeio é muito caro, então ele posterga o investimento e...

pega o dinheiro dele e faz custeio. O diretor de assuntos corporativos da João Dira, Alfredo Miguel, aguarda o detalhamento da liberação de 10 bilhões de reais anunciada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin na Grishow. Por exemplo, recentemente nós tivemos aqui um anúncio de um plano para apoiar a venda de máquinas.

mas ainda não sabemos quais são as condições desse plano. Isso dificulta muito, porque cria uma grande expectativa ao produtor e o produtor não tem acesso a isso. Então, eu acho que nós temos que trazer ações muito imediatas para apoiar o produtor num momento tão importante para ele.

Diante do cenário, o governador Tarcísio de Freitas anunciou na AgriShow o maior pacote de investimentos do agronegócio paulista, R$ 455 milhões ao crédito rural, seguro, regularização fundiária, maquinários agrícolas e os municípios também, e R$ 40 milhões para tratores. Gilson Faria, Doce Crede.

defende a expansão do Pro Trator após 821 operações realizadas até março no estado. A gente está muito feliz com o programa e mais que isso, os produtores estão felizes também contando com a marca nova que é menos custo.

É aumento de renda, né? É mais qualidade de vida para o associado. Hoje mesmo teve um recebendo a chave aqui, falou, nossa, vou ter um trator com ar-condicionado, isso é uma maravilha. Olha só, né? Então, qualidade de vida para ele também. Então, tudo isso possibilita, através dessa parceria com o Governo do Estado de São Paulo, que subsidia os juros e o Cicrede entra com financiamento e também atende toda essa necessidade do produtor.

E aí as comunidades crescem, o Cicrede cresce, toda a cidade de São Paulo cresce ainda mais.

O presidente da AgriShow, João Carlos Marquesan, lamenta as conjunturas domésticas e externas neste ciclo do agronegócio. Não obstante isso, nós estamos vivendo um momento difícil, que essa situação, esse conflito que existe ali no Oriente Médio, isso leva ao encarecimento, principalmente dos insumos, dos fertilizantes.

Isso reflete também no preço do dízio. Isso é insumo básico para o agricultor que acabou de colher, que está plantando, e também a preocupação com as fertilizantes para a próxima safra de verão, que se inicia em outubro desse ano.

Marquesan reforça que a Grichou mais uma vez demonstrou a competência e resiliência dos agricultores e fabricantes de máquinas e equipamentos aqui do Brasil. Mesmo há três anos de um mercado desfavorável, mas com a convicção de reversão de novos ciclos positivos. No contexto geral, o que nós estamos vendo aqui...

Nós estamos vivendo um período agora de volta a uma normalidade em 2027, que a gente espera que isso aí se resolva e o mercado volta a crescer, porque a agricultura vive de ciclos. E nós já estamos na 31ª edição do AgriShow e esses ciclos que nós vimos, já passamos por ele diversas vezes.

No balanço divulgado pela Grishow não consta os contratos fechados, mas sim a intenção de compra, que ficaram na casa de R$ 11,4 bilhões, um número 22% inferior ao resultado da Grishow do ano passado.

E ora, os Estados Unidos anunciaram que vão retirar 5 mil soldados da Alemanha. Eliseu Caetano está de volta no Fast News para trazer mais informações para a gente. Eliseu, mais uma vez uma boa tarde, meu amigo.

Salve, salve, Cássio Zeman. Muito boa tarde para você e para todos que nos acompanham. A gente fala ao vivo direto dos Estados Unidos. Estava aqui apurando as informações que chegam a todo momento da capital americana, Washington DC e também lá da Europa, porque a nossa equipe de reportagem está atenta a tudo que está acontecendo no cenário internacional. Essa crise diplomática que se avizinha, que se avista, segundo os analistas políticos aqui nos Estados Unidos nesse momento.

muito provável de se tornar uma realidade, tudo por conta da escalada dessa tensão envolvendo os Estados Unidos e a OTAN, e nesse momento principalmente por conta da Alemanha, mas também sem nos esquecermos de Itália e de Espanha, que também estão na mesmíssima rota.

de colisão com Donald Trump. A última atualização dessa informação, Cássio, é o seguinte, para quem não está acompanhando esse embroglio, Donald Trump e Friedrich Merz, que é o grande nome lá na Alemanha, eles estão se bicando através das redes sociais, já não é de agora, já de algum tempo o Friedrich Merz.

e o Donald Trump têm ali trocado farpas mesmo em eventos públicos e também através das redes sociais. O chanceler iraniano essa semana chegou até mesmo a afirmar que os iranianos estavam humilhando os Estados Unidos nessas negociações para encerrar.

O conflito lá no Oriente Médio, que já dura mais de dois meses. Essa última fala foi ali a gota d'água, digamos assim, para a paciência de Donald Trump acabar com relação à Alemanha. E ele deu um indício agora há pouco. Na tarde desse sábado, Donald Trump decidiu retirar pelo menos...

5 mil militares americanos que estão lotados em quartéis, em bases militares lá na Alemanha. Só para a gente ter uma noção, existe um total só na Alemanha de 35 mil militares civis trabalhando lá. São pessoal, equipes americanas lá no Oriente Médio. Essas equipes estão lá por um motivo óbvio.

facilitar a vida da OTAN, a organização do Tratado do Atlântico Norte, aquela aliança que é onde mexeu com um, mexeu com todos. Brigou com um, brigou com todos, entrou em guerra com um, todos vão lá para defender. Então, os Estados Unidos colocaram um efetivo militar muito grande, espalhados por diferentes bases de diferentes países lá da Europa.

mas o maior contingente está lá na Alemanha, 35 mil pessoas ao todo. O Donald Trump hoje decidiu retirar 5 mil. Essa retirada vai ser gradual, vai acontecer ao longo dos próximos meses, mas a expectativa é de que ele retire mais efetivos, tanto da Espanha quanto da Itália e já nos próximos dias. E o motivo...

É o mesmo. Além das trocas de farpas com as autoridades desses países, Donald Trump segue batendo na tecla de que os países que fazem parte da OTAN, os países membros dessa aliança, não estão investindo o suficiente em segurança. Inclusive, Cássio, no início desse ano a gente cobriu com o nosso correspondente Luca Bassani na Europa uma discussão que aconteceu em Genebra sobre isso.

De lá, Donald Trump trouxe a atualização de que ele queria que, pelo menos, esses países investissem em 2% do total dos seus PIBs em defesa, porque isso, segundo Donald Trump, seria o ideal para chegar perto daquilo que os Estados Unidos fazem, algo entre 7% e 10%. Então ele disse, olha, se eu tenho uma defesa muito forte, muito poderosa,

Como é que eu vou ser defendido no caso de guerra por alguém que não faz o mesmo investimento ou algo parecido dentro da realidade de cada um desses países, obviamente, como os Estados Unidos fazem? E aí isso ali foi realmente um...

pano que gerou muita discussão naquele momento. E desde o início desse ano, Donald Trump e os demais líderes da OTAN têm se engalfiado nas redes sociais com relação a isso. Alguns países adotaram, baixaram a cabeça para Donald Trump e disseram ok, vamos investir 2% dos nossos PIBs em defesa para estarmos juntos na OTAN.

A Espanha disse não, a Itália ficou meio que em cima do muro, não sabia se fazia ou não. E a Alemanha bateu o pé e bateu de frente e disse, olha, aqui nós somos a maior potência militar da Europa, nós somos grandes, a gente sabe o que faz, aqui você não dá ordem. E aí, e eu estou parafraseando, viu gente, não são aspas não, e aí toda essa confusão...

ela vem se desencadeando para culminar no hoje, nesse sábado, com essa decisão oficial. O Pentágono já bateu o martelo e pelo menos 5 mil militares, a princípio, vão deixar as suas bases lá na Alemanha e vão voltar para cá, para os Estados Unidos. Alguns analistas, Cássios, apontam que isso é o seguinte, é o início do fim.

É o início, ou seria o início, da retirada dos Estados Unidos da OTAN. É claro que a gente vai seguir daqui acompanhando esse e outros assuntos e eu volto ao longo da programação da Jovem Pan. Bom sabadão para você, Cássio. Combinado, Eliseu. Obrigado pelas informações. Bom descanso para você e também nos Estados Unidos. Qualquer novidade, vai trabalhar que é sábado de plantão, viu? Não tem essa de folguinha, não.

deixa comigo, praia só fica aqui atrás de telão combinado, bom meus amigos vamos trocar o clima aqui do nosso Fast News porque a cidade maravilhosa está no clima do show da cantora Shakira, que vai acontecer lá na praia de Copacabana mas um mês, maio no Rio de Janeiro, com a apresentação de uma grande artista da música pop internacional, que está acompanhando toda a movimentação e é claro, a expectativa por lá, é o nosso querido Rodrigo Viga Obrigado

É isso, contagem regressiva aqui no Rio de Janeiro, em Copacabana, para o mega show da cantora colombiana Shakira, neste sábado, a partir das 22 horas. Praticamente tudo pronto por aqui, esquema especial de segurança, esquema especial de trânsito e muita gente já andando para lá e para cá, circulando, respirando esses momentos que antecedem.

O show da cantora colombiana que já esteve inicialmente por aqui lá em 96. Num show mais acanhado em Uberlândia em 97. Ingressos custando apenas 5 reais. Mas aí foi descoberta aqui no Brasil. E literalmente...

Explodiu, virou um sucesso sul-americano, depois um sucesso internacional. É mais uma celebração no mês de maio, Celebration Week, que agora foi rebatizado de todo mundo no Rio de Janeiro. Madonna em 24, Lady Gaga.

Em 25 milhão e meio, 2 milhões e meio de pessoas, percatativa de 2 milhões de pessoas neste sábado aqui no Calçadão e nas areias da praia de Copacabana. E você anda pra lá e pra cá, descobre a toda hora, a todo instante, histórias e inúmeras curiosidades. Uma mãe argentina, uma filha brasileira, a Augustina e a Clara. A Clara tem 9 anos.

O próximo dia 15 vai estar completando 10 anos de vida e fez o pedido para que a mãe grávida estivesse aqui em Copacabana neste sábado, tentando o mínimo de contato máximo, mais próximo possível do show que acontece a partir das 22 horas por aqui. Eu queria muito vir para cá.

Queria muito, porque meu pai falou pra minha mãe que a Shakira ia fazer show, eu falei, eu quero vir direto, a gente pode ficar no hotel, voltar a qualquer hora, mas eu quero ver o show dela. Eu queria vir de qualquer jeito, de qualquer jeito, carro, avião, ônibus, de qualquer jeito. Eu quero muito tentar conseguir falar com ela e eu quero muito curtir, dançar, cantar nesse show.

A Clara, como toda criança, tem muitos sonhos e esperanças que vão além do horizonte. Ela espera estar pertinho da Shakira, logo mais aqui em Copacabana, ter contato com a cantora colombiana e se puder trocar uma ideia, conversar. Afinal de contas, a mãe é argentina e está acostumada com o espanhol, com o castelhano.

É filho por filho, a gente faz de tudo, né? Eu estou grávida e a gente falou com meu marido, vamos encarar essa. Ela sempre gostou muito da Shakira, eu gostava já de pequena, aí eu passei isso também pra ela. E a gente prometeu ir no show da Shakira. Só que a gente estava na Espanha quando ela esteve aqui no Brasil. Aí ela ficou arrasada, mamãe, eu queria tanto, e aí a gente não pode, mas aí teve essa surpresa dela vir aqui em Copacabana e eu falei...

Gente, a gente prometeu pra ela, vem no mês do aniversário dela, a gente tem que ir. Do Rio, Rodrigo Viga.

É isso aí, Viga. Você está aí e eu, Joe, estou aqui como Shakira. E olha, gente, mais de 2 milhões de pessoas são esperadas nas areias da Praia de Copacabana, na zona sul da capital fluminense. Vai lotar mais uma vez, como foi no show da Madonna, da Lady Gaga, enfim, é um espetáculo que atrai muitos turistas. E só o show da Shakira este ano já injetou mais de 800 milhões de reais na economia carioca, porque tem o...

os empreendedores, restaurantes, rede hoteleira, de serviços. Então, tudo isso ajuda bastante a trazer uma nova sensação para a capital fluminense e também para toda a movimentação turística da cidade, que já é grande. E com o show de uma grande artista pop internacional, isso acaba efevercendo e trazendo ainda mais um respiro para a cidade. A gente espera que todo mundo tenha um excelente show, com muita segurança, com muita tranquilidade, para aproveitar cada vez mais.

Bom, meus amigos, a gente encerra aqui o nosso querido Fast News com imagens ao vivo da Paulista. A gente vai acompanhar como é que está a cara deste sábado aqui em São Paulo. Por enquanto, olha só, o dia está quente, com algumas nuvens encobertas, máxima de 29 graus, mínima de 19, que foi registrada aí nas primeiras horas da manhã. E para amanhã, a expectativa da previsão do tempo dos termômetros caírem um pouquinho mais com as máximas não ultrapassando os 19 graus.

A mínima vai ficar na casa dos 15, mas a tendência do tempo ficar bom ao longo de todo esse sabadão para você aproveitar os principais pontos turísticos aqui de São Paulo. Quero agradecer a todo mundo pela companhia, pela audiência. A Fast News fica por aqui. Beijão, tchau. A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação. Realização Jovem Pan