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Milho: Chicago sobe com USDA e tensão no Mar Negro | BBCast Agro - 17/07/2026
17 de julho de 20264min
No episódio de hoje do BBCast Agro, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa o cenário do milho. O mercado internacional reage à redução dos estoques projetados pelo USDA e ao aumento das tensões entre Rússia e Ucrânia, enquanto, no Brasil, a colheita da segunda safra e o ritmo das negociações seguem influenciando os preços.
Destaques do episódio:
🌽 Chicago em alta: o contrato setembro/2026 acumulou valorização de 7,38% entre os dias 1º e 15 de julho, impulsionado pelas revisões do USDA.
📊 Estoques menores: o USDA reduziu a estimativa dos estoques finais dos Estados Unidos e também dos estoques mundiais para a safra 2026/27, fortalecendo as cotações internacionais.
🌍 Mar Negro no radar: o aumento das tensões entre Rússia e Ucrânia elevou os riscos para o escoamento de grãos, contribuindo para a valorização das commodities agrícolas.
🚜 Colheita da segunda safra: no Brasil, a colheita atingiu 38,9% da área, ritmo abaixo da média dos últimos cinco anos, segundo a Conab.
💰 Mercado interno estável: a baixa liquidez, o foco dos produtores na colheita e o suporte do mercado externo mantiveram os preços firmes, embora o avanço da colheita possa aumentar a pressão nas próximas semanas.
📈 Indicador Cepea/B3: a saca encerrou o dia 15 de julho cotada a R$ 64,77, acumulando valorização de 1,87% no mês.
🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF) para auxiliar o produtor na proteção contra oscilações de preços.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br
Destaques do episódio:
🌽 Chicago em alta: o contrato setembro/2026 acumulou valorização de 7,38% entre os dias 1º e 15 de julho, impulsionado pelas revisões do USDA.
📊 Estoques menores: o USDA reduziu a estimativa dos estoques finais dos Estados Unidos e também dos estoques mundiais para a safra 2026/27, fortalecendo as cotações internacionais.
🌍 Mar Negro no radar: o aumento das tensões entre Rússia e Ucrânia elevou os riscos para o escoamento de grãos, contribuindo para a valorização das commodities agrícolas.
🚜 Colheita da segunda safra: no Brasil, a colheita atingiu 38,9% da área, ritmo abaixo da média dos últimos cinco anos, segundo a Conab.
💰 Mercado interno estável: a baixa liquidez, o foco dos produtores na colheita e o suporte do mercado externo mantiveram os preços firmes, embora o avanço da colheita possa aumentar a pressão nas próximas semanas.
📈 Indicador Cepea/B3: a saca encerrou o dia 15 de julho cotada a R$ 64,77, acumulando valorização de 1,87% no mês.
🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF) para auxiliar o produtor na proteção contra oscilações de preços.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
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