Trump anunciou que os Estados Unidos vão controlar 55% da produção de uma joint venture com mais de 65 bilhões de barris de reservas venezuelanas, com concessões de 100 anos e petróleo a preço de custo. A nova entidade seria a segunda maior detentora corporativa de reservas do mundo, atrás só da Saudi Aramco. Explicamos por que analistas dizem que o acordo pode ser contraproducente, por que Chevron e ExxonMobil se recusaram a comentar, e o detalhe que a presidente interina venezuelana não mencionou no anúncio dela.
No segundo bloco, depois do sucesso bilionário das canetas emagrecedoras, Wall Street elegeu a próxima aposta: a calvície. Uma ação subiu quase 500% em seis meses, o mercado potencial é de 80 milhões de pessoas só nos EUA, e não há medicamento novo aprovado desde os anos 1990. Mostramos quem está na corrida, e a diferença fundamental em relação aos GLP-1 que pode limitar todo esse potencial.