Por que escolho pessoas erradas?
Você não tem azar no amor.
Você tem padrão.
Neste episódio, eu explico por que tantas pessoas se apaixonam repetidamente por quem machuca, abandona ou não se compromete. A partir da psicanálise, da neurociência e da filosofia existencial, analisamos a compulsão à repetição descrita por Freud e como o inconsciente busca familiaridade — não felicidade.
Muitas escolhas amorosas não são conscientes. Elas são tentativas silenciosas de resolver feridas antigas, buscar reconhecimento ou confirmar crenças internas como “não sou suficiente” ou “sempre serei rejeitado”. O cérebro prefere o conhecido ao saudável, mesmo que isso signifique dor.
Falamos sobre carência emocional, identidade inconsciente, padrão afetivo, maturidade e por que romper ciclos exige mais coragem do que continuar reclamando deles.
Se você sente que sempre escolhe a pessoa errada, este episódio não vai culpar o outro.
Vai fazer uma pergunta mais profunda:
Qual ferida sua está escolhendo por você?
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