Mesa de Produto #108 - Agentes de IA e o futuro do trabalho em produto, com Julio Quintella
Neste episódio do Mesa de Produto, Raphael Farinazzo conversa com Júlio Quintella sobre agentes de IA: o que eles são de fato, como usar bem no dia a dia de produto e o que tudo isso muda no trabalho de quem faz produto.Júlio é Head de Produto e coordenador do AI Product Builder, a nova formação da PM3. Ele explica como pensa agentes em camadas e mostra casos reais de uso, inclusive um que precisou ser desligado por dar mais trabalho do que resolvia. Na segunda metade, a conversa vira para carreira: side projects, o que está acontecendo com as vagas de produto, a régua do mercado subindo e como filtrar hype.
Neste episódio:
- O que diferencia um agente de um workflow determinístico
- As camadas de um agente, do júnior ao sênior
- Quando manter o humano no loop e quando um prompt já resolve
- Um agente que dava mais trabalho do que resolvia
- Por que verificação vale mais que um agente incrível
- Criar agentes é parecido com liderar um time
- Side projects como fonte de aprendizado
- Por que as vagas de produto estão aumentando
- A régua do mercado e o que muda no perfil das vagas
- Como separar hype de ferramenta útil
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Este episódio é um oferecimento do Replit, a plataforma de vibe coding para empresas, que permite times levarem aplicações para produção com a velocidade da IA e a governança que o ambiente enterprise exige. O Replit também faz atividades ao vivo gratuitas, é só entrar no site da comunidade no Brasil e ver os horários:
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#AgentesDeIA #InteligenciaArtificial #ProductManagement #MesaDeProduto #PM3
- A definição e as camadas de um agente de IAdiferença entre agente e workflow determinístico·autonomia do agente·agente júnior, pleno e sênior
- A importância da verificação e do feedback para agentes de IAverificação como controle de risco·LLM como juiz do trabalho do agente·calibragem do agente com feedback
- O futuro do trabalho e a régua do mercado com a IAIA como ferramenta de produtividade·mudança no perfil das vagas·necessidade de se atualizar e estudar
- Vantagens e desvantagens de usar agentes de IA no trabalhoprodutividade e processamento de dados·ausência de carga emocional·riscos de decisões irreversíveis·custo de um agente ineficiente
- O papel dos side projects no aprendizado e implementação de IAfonte de aprendizado enorme·testar sem risco·side projects como etapa de implementação em empresas
- A analogia entre liderar um time e orquestrar agentes de IAdar contexto e ferramentas·definir graus de autonomia·avaliar trabalho e dar feedback
Hoje eu uso muito pra garantir que a minha comunicação tá sendo consistente em todos os pontos. Como ser humano, a gente acaba perdendo um pouco isso. Então, as perguntas eram muito voltadas pra isso e virou muito importante, cara. Tipo, parte da empresa hoje vai ser... Dominada é uma palavra que assusta, né? Mas eu acho que as empresas vão operar através desse modelo. E eu acho que é menos sobre produto, design. Eu acho que são todas as áreas.
Também acho.
E parte de uma boa empresa operar é que ela consegue se comunicar com isso.
Olha só, hoje em dia qualquer empresa consegue transformar ideia em software usando inteligência artificial. Mas o grande desafio é fazer isso com segurança, controle e governança. E é aí que entra o Replit, que é a principal plataforma de live coding para empresas, permitindo que times construam e coloquem aplicações em produção com a velocidade da IA, mas com a segurança e governança que o ambiente enterprise exige. E agora ficou ainda mais fácil com o Free Mode.
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Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Mesa de Produto. Eu sou Rafael Farinazzo, CEO aqui da PM3, e hoje a gente vai conversar sobre agentes de IA com o Júlio Quintela, ele que é Head de Produto, Consultor de Produto, E agora é meu sócio no empreendimento que a gente acabou de criar aqui, né? Um projeto paralelo, certo, Júlio?
Podemos falar já?
Ainda não.
Novidade?
Até porque talvez as pessoas não saibam que é nosso, né?
Talvez você seja fã, você ainda não sabe que é nosso, mas você é muito fã.
É verdade, é verdade. Júlio, seja muito bem-vindo, cara. É um prazer ter você aqui com a gente. Eu vou perguntar, a gente vai falar de agentes, eu acho que vale a gente nivelar conhecimento. Então, qual que é a definição correta de um agente de IA? Assim, no que que ele é diferente das outras opções de uso de IA, por exemplo?
Legal. Primeiro ponto, o que seria a definição de IA? Vou colocar uma janela que eu adoro no momento que a gente tá vivendo agora, Farina. Tipo assim, qual é a minha percepção? Eu acho que naturalmente em produto a gente tem vários ciclos que surge algo novo, a gente aprende sobre, a gente começa a falar sobre. E eu acho que a gente tá vivendo isso, e para mim é a melhor época que tem. Tá todo mundo estressando o máximo possível, compartilhando informação, né, aprendendo sobre.
Vou falar minha percepção. E a maneira que eu gosto de explicar para as pessoas é meio que comparando. Hoje, para mim, como é que funciona um agente? A gente naturalmente precisa executar algumas coisas. Então você vai do passo A para o passo B, para o passo C, tem um trilho bonitinho, você sabe o que você está esperando ali do outro lado. Imagina que o agente agora Ele tem as ferramentas certas, ele tem o contexto certo, ele sabe o resultado esperado e ele consegue de certa maneira trabalhar com todos esses recursos.
Então quando você coloca hoje, né, agentes que te ajudam, né, como um Product Manager, uns agentes que te ajudam como um PD ou algo do tipo, de certa maneira os mais eficientes eles estão fazendo hoje o que a gente faria. Então hoje, para mim, um agente nada mais é que a capacidade de você juntar as ferramentas certas, saber usar o contexto certo, numa ordem ou num planejamento que ele mesmo consiga desenvolver, para chegar num resultado que esteja dentro ali da rúbrica, das diretrizes que você definiu de certa maneira.
Boa. E diferente de um fluxo de trabalho que é determinístico, né, se você cria um workflow, muitas vezes ele é determinístico. O agente consegue ser probabilístico, ele vai tomar decisões ali no meio, certo?
Perfeito. Inclusive, esse faz parte, é uma das melhores perguntas do checklist, né? Você entender em que momento eu devo sair do workflow para um agente. O determinístico é uma delas, porque acaba ficando mais caro, né? Acaba ficando com mais risco, né? Se você deixa sair do controle algo que teoricamente você sabe o que deveria ser, você tá pagando mais por isso e você tá dando janela ali para um LLM talvez trazer um resultado que não deveria. É mais bonito.
Esse é o ponto principal.
Vamos chegar lá, né?
Você fala, não, mas eu tô usando IA, é um agente.
Bizarro.
É um agente que é diferente, vamos deixar bem claro aqui, de um Custom GPT, de uma HAG, de uma aplicação VibeCoder. São várias modalidades de uso de IA, né? Você usa todas elas, imagino? Agentes, tem uma predileção por alguma delas?
Nenhuma, mas se a gente fosse quebrar em algumas camadas, Acho que pode ser legal pra turma, novamente, minha percepção. Imagina que um primeiro degrauzinho é que ele te responde algo. Depois, imagina que ele consegue trabalhar dentro de algumas diretrizes que você deu pra ele. Depois você dá algumas ferramentas, você dá um pouquinho mais de autonomia, mas aí você começa a colocar os guardrails. Na outra camada, ele já tem mais autonomia pra montar o seu próprio plano.
E para mim, a última camada, que aí é onde entra, né, super robustez, é que ele começa a controlar inclusive qual que seria o critério de sucesso final. Esse para mim é a última camada legal de um agente, assim. Ele consegue, a partir dos parâmetros que você passa, né, não é algo aberto, ele consegue definir ali como, olha, isso aqui talvez é um critério de sucesso, isso aqui é um out que seja interessante. Então acho que todo mundo já brincou ali, né, mais ou menos em alguma dessas camadas, mas eu acho que ficam em torno delas ali, de certa maneira.
Esse é o agente sênior, né? Eu tenho o júnior, o pleno e o sênior.
Esse é o agente sênior.
Perfeito. Qual que é a diferença? Assim, claro que a capacidade, a velocidade, a capacidade de computação da IA é muito maior que a do cérebro humano para a maioria das coisas. Mas qual que é a diferença entre você ter um agente ou uma pessoa executando? Onde que você ganha tendo um agente? Mas onde que você perde também?
Excelente pergunta. Naturalmente, acho que até como eu falei, né, a caixinha ali que você vai executar do agente, ela é muito similar da nossa. Inclusive, um excelente pré-requisito para você criar um bom agente é que de certa maneira o seu EVO está bem feito, o seu gabarito está bem feito, a sua rúbrica está bem feita. Isso naturalmente nasce de uma pessoa. Então, teoricamente, esse é o grande primeiro ponto, né?
Esse é o job description do agente, vamos dizer assim.
Esse é o job description.
É isso aqui que você vai fazer desse jeito, com esse critério de qualidade.
Exatamente.
Que geralmente no job description de uma pessoa não tem um critério de qualidade ali, né? Isso é combinado com a liderança, mas...
Exatamente. E aí o grande ponto é, se você dá esse grande direcionamento, que é o que vai fazer esse agente ser o mais qualificado possível, onde você ganha depois? Cara, produtividade. Hoje é o principal ponto que a gente vê dos agentes, assim, é a quantidade de dados que você consegue processar, você consegue paralelizar, que era algo que, putz, pra gente sempre foi muito difícil. Teoricamente não tem a carga emocional ou a carga cognitiva que a gente naturalmente tem no dia a dia, né?
Puts, às vezes você começa de manhã com uma reunião horrível. Puts, naturalmente a sua entrega durante aquele processo acaba sendo impactada.
Reunião logo de manhã sempre vai ser horrível, né?
Esse tipo de coisa tem no nosso projeto secreto.
Eu vou deixar aqui. Tá muito sério, Júlio. A gente tava aqui dando risada, cara. Eu vou começar a trazer aqui o Júlio de verdade pro podcast.
Quem me conhece deve estar agora tipo assim...
Ele não é sério desse jeito, ele tá falando sério sobre um assunto sério.
Eu geralmente falo besteira mesmo, tá?
Eu também, eu vou me segurar, eu vou me segurar.
A verdade é que a gente já gravou 4 horas de podcast e os meninos já mandaram a gente apagar as 4 horas. A gente tá tentando pela 5ª vez.
Pois é, dessa vez vai. Mas enfim, a gente— eu até me perdi agora. Pois é, não, mas vamos lá, eu tô criando esse agente, então ele tem ali esses esses guardrails, esses erros, ele é muito mais rápido, ele é muito mais eficiente, ele não tira folga, não tira férias. Perfeito. Mas tem um lado ruim também, né, em relação ao ser humano. O que que é de tarefa você tá vendo que assim, pô, isso aqui não é que ainda precisa ser um ser humano, mas provavelmente ainda vai precisar por um bom tempo?
Legal. Eu acho que a gente poderia colocar dentro daquele checklist, né, do Eu deveria fazer um agente ou não deveria? Eu acho que hoje, pelo menos, erro é muito forte de falar, mas eu acho que vejo as pessoas ainda pecando um pouco, talvez poderia ser nisso, em coisas que são irreversíveis ou muito caras. Eu tô vendo, talvez esse hoje era o limite que nos últimos cases que a gente tava fazendo nas empresas, esse era o nosso principal checklist limite hoje.
Cara, é algo que não dá pra voltar atrás, é algo que é muito caro o poder da decisão errada, a gente ainda controla. É que você, né, porque você colocar o humano ali de certa maneira no loop, esse é o principal ponto. Acho que hoje, hoje, se você botar o maior risco, é esse. Então tem que ser, tem que ser bem utilizado.
Bacana, porque o humano também vai precisar de evals, também vai precisar de toda essa definição, certo? E às vezes é mais barato mesmo, não mais barato, mas existe um critério, na sua opinião, na minha opinião existe, mas não sei se você concorda, da qualidade da decisão. Você acha que em algum momento a qualidade da decisão do humano ainda é maior mesmo do que da IA, né?
Perfeito. Naturalmente a gente vai ter assuntos que envolvem política, comportamento humano. Isso ainda tem ao critério. De certa maneira, ao fazer um bom agente, dar bom contexto, já faz parte disso. Lembra que a gente falou das ferramentas?
Sim.
Um bom agente vai estar alimentado com boas ferramentas, com bom contexto. Essa é a grande diferença, inclusive, tá, turma? Modelo é commodity, tá? Tipo assim, tanto o seu produto ser bom ou que faz o seu agente funcionar bem é como você tá municiando ele ali de certa maneira, né? Você tá equipando ele. E quando a gente vai olhar para essa questão dos critérios, né, que entra também ali de certa maneira no checklist, eu acho que a gente deixa perder um pouco mais, é o custo por ter um agente.
E aqui eu vou dar um exemplo: se você tem um agente que naturalmente, né, tem um gate ali que você precisa colocar um humano para tomar essa decisão, e isso acontece de forma muito recorrente, É um excelente sinal que talvez você não precisasse de um agente. Porque ele tá lá justamente pra isso, né? Porque imagina que você tem um agente pra tá... Putz, você é Farina, você tem ali sua rotina, você tem um agente que tá resolvendo algumas coisas pra você.
Mas imagina que a cada coisa que roda, faz: Farina, tem certeza? Putz, me confirma só se tá certo. Depois: Ó, mas vê se tá isso. E se você tem uma camada, uma janela muito longa pra voltar, pra ver se tá tudo certo mesmo, putz, talvez ele não precise. Outra coisa, talvez você configure errado, talvez a rúbrica não tá bem feita. O Evans entra aí. Tipo, talvez não foi bem feito. Essa é uma coisa que eu vejo infelizmente a galera também perdendo um pouco, né?
Tipo assim, pelo hype do eu tenho um agente, mas eu preciso estar com ele ali colado. Pode ser uma primeira camada e tá tudo bem. Esse é um excelente caso para que talvez o workflow resolveria, né? Então tipo, eu acho que a gente acaba se perdendo um pouquinho ainda. Não tem certo ou errado, mas esse é um excelente ali, você consegue fazer um diagnóstico rápido do, putz, Eu tô precisando entrar muito pra resolver o que esse agente tá seguindo.
Você já desligou um agente assim e falou, cara, isso aqui não tá valendo a pena, eu vou descontinuar essa empresa?
Sim, total. E é exatamente por isso. Foi um caso, a gente tava mapeando um concorrente e em algum momento, por mais, a gente criou os critérios, né? É o clássico fonte confiável, entrega os dados e tal. Mas naturalmente ele tava pegando fora da janela que a gente colocava. Então imagina que ele me dava uma informação assim, ó, seu concorrente tá fazendo, hein? Imagina que alguém chegou para você e falou, ó, tá fazendo, tá super legal.
E você fala, pô, mas que concorrente? Mas legal em que cenário? Financeiramente falando? A nível de produto? Foi no melhor timing possível? As pessoas estão adorando? Então ficava muito aberto. Então naturalmente a gente precisava muito mais revisar aquilo e fazer um trabalho de pesquisa como deveria. Então parecia mais que o agente tava delegando pra gente o trabalho de, olha, tu falou alguma coisa, vai ver se é isso mesmo.
Vai lá pesquisar pra mim.
E a gente tava no, putz, peraí, não tá fazendo muito sentido isso. Foi legal que depois a gente conseguiu calibrar, a gente usou inclusive pra ajudar bastante a questão da rubrica ali, né, a gente montou direitinho, putz, né. Tem um LMS Judge também que ele entra nisso, a gente pode falar depois. Mas esse foi um caso interessante que a gente acabou desligando. Ele dava mais trabalho do que resolvia situações pra gente.
Podemos até falar agora. Ele era um agente que pesquisava a concorrência e via se tinha lançamento, se tinha notícias, PR, etc., se estavam falando bem dele, não, reclame aqui, esse tipo de coisa.
Exatamente, era um combinado. Lançou algo novo, como é que as pessoas receberam sobre isso, o que é que tá sendo falado, olhava pricing, a qualidade...
Ele rodava o quê, diariamente, semanalmente?
Ele rodava todo final de dia.
Legal.
E ele fazia um relatório semanal que a gente inclusive, né, o desenho do caso que a gente usava na reunião, a gente tava testando vários agentes ali. Teoricamente, o nosso produto final era que parte do material que a gente fazia ali no N1 e no N2 ia começar a ser gerado por esses agentes, né. Então, o trabalho seria muito mais a gente entrar na reunião pra falar da parte estratégica. Obviamente, cada time ainda, né, compilava suas informações, mas a ideia é que esses agentes conseguiam trazer pílulas de informações que talvez você ia pedir alguém do seu time e falar, putz, pesquisa essa semana toda, porque na reunião que vem a gente vai falar.
E tem alguns temas, esse é inclusive um excelente case que hoje é muito bom os agentes ou você implementar aí no seu dia a dia, é que às vezes tem casos que viram spot. Olha, a gente precisa falar sobre isso no nosso comitê. Vou parar duas pessoas do meu time para pesquisar e fazer. Então essa reunião vira algo meio que, nossa, fantástico. Se você pudesse ter isso toda reunião, seria incrível. E aí você entra lá pra falar sobre os pontos. Esse foi um exemplo lá.
Legal. E o LLM mais adiante é o quê? Você botou uma outra IA, um outro modelo pra julgar o trabalho desse agente. Perfeito.
Hoje, quando você vai montar ali de certa maneira a sua camada pra entender o que tá sendo bom ou não, tem a questão determinística. Então, por exemplo, vamos montar as 3 camadas. O output tá como deveria? Puts, é um JSON, ele tá saindo dessa maneira, não quebrou, esse é o formato, isso aqui é o que tá sendo esperado. Então, super binário. Gerou um doc? Gerou um doc. Puts, gerou mais de 5 páginas? Puts, passou de 5 páginas, né?
Não tá funcionando. Vamos entrar agora numa camada onde tem a ver com a rúbrica que você colocou lá, que olha, você só pode categorizar entre isso tem a ver com Július, tem a ver com Farina. Tudo bem, ele vai entender que, putz, tá entre Júlio, tá Farinha, putz, legal, tá entre esses dois, tá tudo certo. Quando você coloca LMM, ela vai passar tudo isso e você começa a pegar umas coisas mais abertas, inclusive como ele não definiu se era Júlio nem Farinha, mas ele questionou sobre isso, ele perguntou, ele parou, ele chamou o humano, ou ele inventou?
Falou, não, olha, era o Yuri. Inventou, putz, ele inventou. Que de novo é a parte mais importante do Evas, né? Quando você monta essa rúbrica e você vai iterando sobre isso, você tem controle. Então essas 3 camadinhas te ajuda. Então sim, é um LLM que basicamente ela tá executando a sua rúbrica. Então ela tá olhando tudo aquilo mesmo. Olha, padrão parece tá certo, tá dentro do que era esperado. Isso aqui foi o que a gente definiu como categorias.
O critério pode ser médio, baixo, né, ou alto. E olha, quando ele se perdeu ali, ele acabou, né, tocando. Vou dar um exemplo de um, de um áudio que a gente fez lá. A gente rodava um, foi até uma coisa que eu acho que eu apresentei em um dos papos que a gente teve, que a gente pegava ali umas entradas, seja de tickets, né, o que quer que seja, e dos 50, quando você começava a rodar, imagina que no nosso começo foi, olha, ele trouxe 20 categorizados, inventou 15 e 5 ali ele não faz ideia.
A gente foi calibrando e em algum momento, olha, categorizou bem 30 e agora 10 Ele ainda inventou. Puts, a gente vai avançando. E aí chegou no momento que é tipo assim, olha, ele categorizou 45 e os outros 5, dos 3, ele foi procurar saber mais. Que aí onde começa a ganhar autonomia. Ele foi pesquisar, ele foi entender um pouco mais, ele voltou no histórico, ele foi reler as políticas, ele colocou. E 2 ele realmente não conseguiu achar.
E aí você começa a ter um log do que aconteceu, inclusive. Olha, ele não conseguiu categorizar, mesmo entrando ali nas políticas, ele foi olhar o histórico, ele Ficou muito na dúvida se era algo financeiro ou se era algo técnico. E aí você começa, é assim que você começa a calibrar. Assim como a gente faz com dados de um modo geral, assim, não, não, não, a gente não tá inventando coisa nova. Eu sei que o assunto é legal, mas teoricamente é dentro do, vai, da fundação que a gente já trabalha com produto como, como sócio.
Os fundamentos são os mesmos.
Os fundamentos são os mesmos.
E aí o LLM, ele é só um juiz mesmo, ele não vai retroalimentar o agente, por exemplo, é você que vai fazer, é o humano que vai fazer isso.
Ele literalmente, ele olha sua rúbrica. Você falou para ele, olha, só são 3 categorias, pode ser do nível 1 até o nível 3, o out deve ser dessa maneira. Quando ele se perdeu, né, ele fez a pergunta certa, ele passou para pessoa certa. Então basicamente ele imagina que em algum momento, quando você faz as 2 camadas bem, a sua como humano é meio que entender se o judge ali tá fazendo o que deveria, porque teoricamente o resultado dele significa que as 2 de cima estão bem ou não calibradas.
O que é determinístico e teoricamente o que seria padrão dentro dos atributos ou variáveis que você passou para ele ali.
Legal. E geralmente ferramentas que você usa para isso é código mesmo? Você cria código, usa ferramentas de workflow também às vezes e alguns nossos são agentes, algumas coisas assim?
Isso, perfeito. Hoje você olha toda essa questão da rúbrica, do gabarito, são documentos mesmo. Você vai estar dentro do seu projeto lá, Teoricamente, o Azure DevOps pode usar isso no Markdown da vida. Você pode criar um script depois que vai rodar isso de certa maneira. Então, de novo, nada que é diferente do que a gente conhece ali. Seria o trabalho que você estaria fazendo. Imagina que você olhou ali o resultado de algo e foi fazendo um checklist.
Olha, isso aqui tá certo, isso aqui questionável, isso aqui tá errado. Cara, só que ele vai estar fazendo isso pra ti de certa maneira e você vai, né? Deixando algo consistente, que é o principal ponto. Vou puxar um gancho, que é legal. Quando a gente fala sobre essa questão do agente, a gente sempre entende como, né, tem uma decisão, essa decisão gera uma ação e você precisa verificar isso. Essa terceira camada, que é tudo que a gente tá falando aqui, para mim é a parte que eu mais adoro, que é justamente onde tem mais o controle.
Uma coisa que eu gosto de falar, Farinha, se você tem um agente que ele é incrível, mas ele não tem verificação, é risco.
Sim.
Se você tem um agente que ele funciona ali, beleza, ele é mediano, mas tem uma verificação forte, cara, de certa maneira ele gera consistência. Isso é bom. Então hoje, das 3 camadinhas, galera, se for estudar, verificação, pelo amor de Deus. Tipo, esse é o novo futuro. Eu vou usar o novo PRD, vou soltar quotes aleatórios aqui para galera.
É isso, faz sentido.
Não faz, tô de sacanagem. Faz, acreditem, galera.
Você aborda um pouco disso na sua aula do curso também, né?
Falo.
De verificação, né?
Sim, a gente fala, a gente tem um módulo completo sobre isso, é super importante, é o mais importante na verdade, né? Tipo, acho que fazendo uma associação que você trouxe no começo, né, entre o agente e o ser humano, Hoje, né, se você tem um liderado, você tem um bar, é natural o processo do feedback. Sim. Olha, tínhamos uma expectativa, essa expectativa deveria ter esse resultado, isso aconteceu dessa maneira, isso aconteceu daquela maneira.
Processo de verificação é o mesmo, né? Você tem alguns guides ali, você conversa sobre eles, alguns vão ser mais determinísticos, quantitativos, outros vão ser mais qualitativos, que aí é onde entra o humano. Por exemplo, quando chega numa camada que Puts, isso aqui talvez eu não consiga dizer se é certo ou errado. Farina, me ajuda nisso aqui. Então essa camada, cara, é a mais importante.
Eu gosto bastante dessa analogia, Júlio, porque tem muita coisa semelhante. De certa forma, hoje a pessoa que tá criando agentes, ela é um líder de um time de agentes. Ela vai dar feedback, ela vai dar contexto antes de tudo, né? Antes de começar, dos agentes começarem a trabalhar, ela vai dar contexto. Ela vai explicar o que eles precisam fazer, vai dar as ferramentas necessárias, tudo o que um líder faz, dá contexto, dá as ferramentas necessárias, define os graus de autonomia, até aqui você pode ir, a partir daqui você tem que me perguntar, avalia o trabalho, dá feedback, é exatamente igual um trabalho de liderança, né?
Você que foi líder também, é líder de produto há tanto tempo, é muito semelhante, né?
Cara, é exatamente isso, a palavra orquestrador, de certa maneira, é exatamente isso. Então é super semelhante, é o mesmo processo e da mesma maneira que você entenderia que uma pessoa ali tá de certa maneira fazendo um trabalho legal, super subjetivo, né? Acho que depende de cada empresa ou como você avalia isso, né? Mas assim, é exatamente isso. E o input que você vai dar e a maneira que você vai configurar é o que vai determinar ali a saída mesmo.
É o mais importante. Por isso que eu falo, cara, a camada de você montar seu agente, você ter o Evo certinho, você saber o que você quer é o principal. Sim, por exemplo, vamos voltar para o ticket lá, né? Puts, é Júlio ou é Farina? Cara, você tem um gabarito, né? Você teoricamente na rubrica lá você vai ter um gabarito, você vai falar: olha, aqui são 20 falas que aconteceram no podcast, essas são dos Júlio, essas são dos Farina, esse aqui é o padrão.
Ele entende, não é você, ele vai passar isso. Se você não passa, como é que ele resolve isso? Vai ter uma frase lá, ele vai falar, pô, sei lá, Elon Musk falou isso aí. É isso. Então assim, você tá dando o controle, cara, assim como você faria com uma pessoa também.
É muito louco, né? Porque de repente eu cito uma frase do Elon Musk e aí a IA vai falar assim, ó, o Elon Musk tava no podcast. Porque eu conheço essa frase, essa frase tá aqui nessa outra fonte aqui, tá atribuída ao Elon Musk. Então ele tava lá, né? Então, ou seja, vai alucinar completamente.
É isso.
A não ser que você dê um direcionamento. Olha, em algum momento vão ter alguns coaches, entenda de quem é esse coach, mas, cara, é isso.
Mas mantenha a fala na pessoa que falou.
Mantenha a fala na pessoa. Então, é o que você falou, é o direcionamento. Assim como você bate um papo, é por isso que é algo tão escalável, cara, quando bem usado. Esse é um ponto que eu sempre— é a melhor coisa do mundo atualmente quando bem feito, sim. Quando mal feito, cara, é um dos maiores buracos que a gente pode ter como produto.
Às vezes é pior do que não fazer nada.
É super caro ainda.
E na sua vida pessoal você tem uns agentes assim, ou é só no trabalho?
Cara, não, eu vou— não, você vai misturando, tipo, é a melhor coisa que tem. Inclusive, façam para suas coisas pessoais, não se limitem, tipo assim, brinquem. É a melhor maneira que você vai aprender sobre esse assunto.
Igual o nosso side project aqui, vai sair um papel em breve, falaremos, em breve falaremos.
Ó, a galera tá curiosíssima já, hein?
Não, eu sou muito fã de side project, cara. Eu acho que é uma fonte de aprendizado enorme, né? Eu de verdade, assim, eu acho muito esquisito quando eu converso com outras lideranças, às vezes até founders, né, sócios de empresa, que não gostam que o colaborador tenha projeto paralelo. Eu falo, eu adoro. A pessoa tá aprendendo um monte de coisa no projeto paralelo que ela vai usar aqui também, né? E aí, ah, mas o tempo dela, cara, tem.
A gente não contrata mais tempo, faz muitos, faz décadas que a gente já não contrata hora de trabalho. Legalmente sim, eu sei, né? Tá escrito lá que a gente contrata hora de trabalho. Mas na prática, a pessoa tem ideia no trânsito, a pessoa tem ideia na casa dela, a pessoa tem ideia no final de semana. E às vezes ela tá em horário de trabalho e não tem ideia nenhuma, porque ela não tá se sentindo produtiva naquele dia.
Perfeito.
Num trabalho intelectual é muito difícil você falar de que você contrata 8 horas por dia de alguém. Então, cara, vai ter projeto paralelo, vai fazer as coisas.
Cara, excelente.
Eu acho maravilhoso que as pessoas tenham projeto paralelo. É lógico que ela tem que ter maturidade. Para não deixar de entregar o que ela se comprometeu a entregar no trabalho dela, né?
Claro.
Mas se ela tá entregando, vai fazer projeto paralelo, vai fazer a gente, né?
Farina tá invocando o Júlio agora. Essa hora que a gente começa a cortar tudo agora.
Fala o que você pensa de verdade, cara.
Esse é um excelente ponto, Farina. Eu vejo que a galera tem uma parte da turma que ainda tem os dois extremos, né? O cara que acha que, putz, isso aí é besteira, inventaram esse negócio de AI, isso aí é uma folha. Tem um lado também que é ultra exagerado, que tem o tempo que acontecer. Esse é um excelente caso. E aqui eu vou pegar um, putz, trazer um cenário natural. Você contrata um colaborador, você precisa que esse cara fale inglês.
Você fica feliz e orgulhoso quando esse cara fala assim: olha, depois que eu saio do meu trabalho, eu tô fazendo 3 horas de inglês com professor particular, pô, viajei. É a mesma coisa.
Sim.
Cara, você tá estudando sobre aquilo que você vai utilizando, ele é tão forte quanto, né? E hoje tem uma limitação, né? Você não pode utilizar, você não pode trocar seu trabalho. Eu já ouvi da galera falando do tipo assim, ué, porque eu tô pagando um salário para esse cara, tá tudo— Cara, você devia pagar mesmo salário para esse cara, você devia pagar mais para esse cara espalhar isso para empresa.
Tipo, tem a outra visão também, né? Tem a pessoa que fala assim, não, mas se a empresa precisa que eu fale inglês, ela que pague o meu inglês em horário comercial. Cara, existem empresas que acham isso maravilhoso, acho que tem assim, empresa e colaborador é igual Tinder, cara, às vezes dá match, às vezes não dá match. Não quer dizer que um tá certo, outro tá errado, mas assim, eu prefiro trabalhar com a pessoa que tá com side project, que tá fazendo inglês, que tá fazendo não sei o quê.
E sim, lógico, e às vezes essas pessoas a gente vai lá e libera um curso, libera um evento, libera alguma coisa para ela fazer porque ela merece, né, porque ela tava mandando bem para caramba. Fala, cara, vai lá naquele evento lá, eu pago, a gente paga o ingresso para você, sabe. Eu gosto mais desse orgânico do que dessa questão assim, né, de, ah não, precisa que eu saiba disso, então me ensina, sabe? Cara, é importante, óbvio, né?
A gente faz aqui também, a gente já fez hackathon de IA, a gente já fez um monte de coisa legal na PM3 em horário comercial, porque eu acredito muito na educação, né? Eu tenho uma empresa de curso, eu acredito muito em fazer curso, obviamente, mas, e a gente tem, a gente atua nessas duas frentes, eu tenho alunos do B2C, né, que contrata, a pessoa contrata o curso para ela mesma. Se ela faz em horário comercial ou não, eu não vou dizer.
Não vou dizer qual é o horário mais acessado da nossa plataforma, mas tem no nosso side project esse tipo de informação. Pode ser que lá eu revele quais são os horários de maior acesso das aulas. Mas a gente tem no B2B também, e eu acho que são coisas muito diferentes, muito diferentes. Às vezes você precisa treinar em escala seus colaboradores, e isso é importante, importantíssimo. Tá? Quase soltei um palavrão aqui. Isso é muito importante.
Perfeito. Sabe, a gente vai ficando à vontade, né? Mas a iniciativa individual ainda é um grande motor de crescimento do coletivo. Perfeito. Para mim, essa é a visão que eu tenho, assim. É importante você investir no coletivo, mas a iniciativa individual é um grande motor. E para mim, o side project é um, cara, é uma fonte de aprendizado gigante.
Cara, perfeito, Farina. Inclusive, eu acho que Essa etapa é uma das mais importantes, inclusive, para você implementar esse uso dentro da sua empresa. Na palestra que eu dei no Summit agora, eu falei sobre isso, né? Sobre os níveis para você começar a implementar AI, de certa maneira, na sua empresa. E os dois primeiros, a gente pegou side project mesmo. Cara, vamos falar sobre ar. Tipo assim, tem nada a ver com o nosso produto.
Vamos deixar a galera mais próximo disso. E o Side Project nasce com isso. Lá, a parte da, né, quando a gente descobriu quais eram os champions, foi disso, cara. A galera brincando, fazendo projeto, depois juntando a galera na sala, falou, putz, olha que legal que eu fiz aqui, ficou legal mesmo isso. E lá a gente fala até uma regrinha, eu não sei se é divulgado ou publicado em algum lugar depois dos vídeos, se não, mas vá para o evento presencial, Vou tentar achar o corte para vocês, hein?
A gravação das palestras é só para quem comprou ingresso, só para quem foi. Olha aí, então teria que ter ido, já era.
Me sigam que eu vou dar cupons para vocês.
Mas vai ter o Product Camp em dezembro, excelente oportunidade, hein?
Eu tô fazendo jabá.
Manda bala, manda bala.
Mas, cara, lá a gente fala justamente sobre isso, gente. Assim, parte da primeira camada de você se sentir bem é você fazendo algo que você tem controle, que não tem risco algum. Imagina que você é uma pessoa que tá sei lá, de produtos dentro da tua empresa. Olha, você agora tem que ser proficiente em IA, faça um projeto aqui, crie um agente. Aí, pô, já vem questionando, pô, cria um agente que tem que fazer... Cara, a pessoa tá...
Não tem ainda talvez o conhecimento certo, tem o risco de você fazer algo errado. Aí você gasta token que não deveria, aí pro outro lado lá da direção já tá tipo assim, nossa, IA gasta dinheiro absurdo. Então, tipo assim, não deve ser feito. Side project é a melhor coisa por isso. Inclusive lá na empresa isso foi etapa, a gente falou sobre as 5 camadas, as 2 primeiras é sobre isso. Depois que a gente entendeu que todo mundo ficou mais próximo, que é legal, como é que a gente bota aqui no nosso dia a dia?
Então tem a ver sobre o produto, mas ainda não era o core. E aí sim a gente foi avançando. Depois a gente começou a trocar as ferramentas. Putz, a gente tem uma ferramenta aqui que acompanha reunião. Putz, vamos fazer o nosso. Putz, a gente tem um agentezinho aqui que vai—
Vocês foram fazendo internamente?
A gente foi fazer internamente, que inclusive é um case super legal, cara.
Assim, para não pagar. Não, mas às vezes sai mais caro fazer internamente.
Você, você bem honesto, você bem ser honesto em relação a isso, teve um momento que o para não pagar começou a fazer sentido mesmo.
Ah, tá.
É outro assunto polêmico. Bom, então sai, né? Tipo, calma, né?
Não, a gente já— eu já fiz isso, já fiz ferramenta para não pagar no Product Camp, por exemplo. A ferramenta que a gente usa até hoje de fazer perguntas, você viu o OneAsk lá, né?
Sim.
É uma ferramenta própria que a gente fez para não pagar aquela de mercado, que eu nem vou citar o nome aqui para não fazer jabá. A gente construiu o OneAsk para não pagar, mas é porque a gente não tinha dinheiro mesmo. Não foi para dar churn, foi para não contratar. A gente não tinha dinheiro para contratar e A gente fez internamente.
E funciona. Naquele caso foi um win-win mesmo. Puts, que legal. A gente aprendeu mais sobre esse tema, a gente tem um, né, o foundation tá bom agora, legal. Vamos começar a migrar para coisas do nosso dia a dia. E aqui tem várias camadas. Você pode usar a IA, gente, para te ajudar em teoricamente processos que são seus, né? Depois você coloca a IA como motor. Por exemplo, hoje tem sites que usam resultados de buscas que o algoritmo todo antes, putz, a gente tinha um puta trabalho ali para cruzar, que hoje usa inteligência artificial.
Tem uns produtos que são IA first mesmo, que sabe, a proposta de valor você tá usando porque você sabe que é IA. Puts, olha, estou usando isso porque é IA e é o que eu espero naquele momento. Então assim, o Inside é a melhor coisa, cara. Você tem alguma ideia? Faz teu Inside, cara. Tipo assim, puts, mas é uma ideia boba, eu quero entender aqui o horário que o meu cachorro— cara, faz. Tipo assim, você vai entender sobre a ferramenta, você vai bater cabeça, você vai descobrir inclusive casos que você não precisaria fazer.
Cara, é a melhor coisa. A gente sempre fez isso. Eu acho que todo mundo que passou aqui como um PM em algum momento, você já simulou um case. Você que era product designer, você, putz, já tentou redesenhar a marca da Coca-Cola. Tá tudo bem, é o mesmo processo.
Na minha aula do Product Builder, eu trago dois cases mais extensos assim. Um deles é um projeto pessoal. Eu fiz um catálogo de partituras e tablaturas para mim, porque eu gosto de tocar, às vezes eu esqueço como é, às vezes aí eu ia lá buscar, o site tem ads, né, e tal. Então eu fiz um catálogo meu que já tem o scroll bonitinho, já tem o metrônomo lá com as batidas por minuto para eu treinar a música e tal. Cara, precisava assim?
Pô, as partituras, as coisas estão todas online, é só você ir lá no Google procurar e tal. Mas você ter, podia ter feito um favoritos, uma barra de favoritos com todas que eu gosto já dos links para não ter que procurar, também ajudaria. Mas pô, vamos fazer cunhar assim? Acho que no projeto pessoal é onde você vai gastar token mesmo assim, né? Porque não tem ninguém da empresa falando, ei, é o meu dinheiro, né? No projeto pessoal você gasta o seu mesmo, não o da empresa.
E se diverte. Agora, claro, eu não sou maluco, eu não acho que— eu não obrigo ninguém a ter projeto pessoal aqui na PM3. Se a pessoa não tiver, tá tudo bem também. Mas é inegável que tem um valor enorme, né? Você vê, esse aí virou aula, eu levei para aula e expliquei como é que eu fiz, por que que eu fiz, as decisões que eu tomei e tal. Então eu gosto bastante disso. Agora, eu parei, mas eu tava experimentando o OpenClaw lá, né, para fazer umas coisinhas de organização para mim.
Assim, tem algumas coisas que às vezes tem que bater coisas da família, assim, a minha agenda com agenda da minha esposa, com agenda das crianças, e tudo mais. Falei, eu vou deixar um Open Cloud aqui para fazer isso, mas parei pela metade assim. Não sei se Open Cloud você já brincou com ele, cara?
Muito pouco.
Tem o Hermes agora também, né?
Exato. E eu acho que ele é um excelente, ele é um excelente ponto que quebrou uma nova parede só, né? Teoricamente a gente tinha um limite, né? Putz, você tinha que estar ali, você tem que estar controlando. E aí virou uma camada já, tipo assim, putz, não necessariamente, deixa ele vivendo aqui, toca a vida aí. Aquele boom de Mac Mini, né? E memória explodiu e ninguém sabia mais o que tava acontecendo. Muito cedo, né? Tipo, esse é um excelente exemplo, né, de como o mercado vai entendendo, cara.
A mesma coisa da pessoa. Em algum momento, e é lógico, você fala, putz, qual a limitação que uma pessoa tem hoje? Putz, o tempo, só precisa dormir. O cara falou, putz, mas espera aí, e se a gente botar ninguém para dormir conversando com tudo aqui de certa maneira? Então assim, é incrível, cara. Tipo, hoje você pegar as ferramentas e você ir brincando lá, você descobre muita coisa legal. E polêmicas agora.
Manda bala, cara. Não polêmica, sendo esse vai ser o corte para o Instagram ali.
Sendo bem honesto, eu vejo, né, eu sempre vou colocar numa camada de a minha percepção, não acho que tem certo ou errado, mas cara, eu já vejo como futuro assim a questão do hoje você ser um builder, você tá próximo dessas ferramentas. Eu acho que a gente já entendeu que mudou, é menos sobre Uma coisa que eu gosto de fazer com as pessoas é, pô, em algum momento na sua vida você usou uma ferramenta que te ajudou mais? Puts, ajudei.
E isso, a tablatura, a cifra. Pô, você abriu o aplicativo, é uma cifra que você clica, ela vai rolando e você vai tocando ali. Pô, te ajudou dessa maneira. Para a gente, aí, é da mesma maneira, é só um ciclo novo. Sim, as pessoas têm que entender que é uma ferramenta de produtividade, quando bem usada, é que sim. Já vem fazendo um impacto absurdo. Eu acho que estamos longe dessa, putz, é uma bolha, não vai funcionar. Eu acho que a gente ainda tá aprendendo a calibrar.
Acho que naturalmente a gente vai descobrir o que precisava mesmo, a que precisava, a que era mais importante e a que era menos importante. Mas olhando para a área de produto, e aí eu posso falar, nessa experiência, como critério, tava entrando para a gente assim como o inglês. Era um grupo internacional, ele já era equivalente mesmo. Sim. Olha, você precisa estar dentro desse mundo assim. E parte inclusive da provocação que a gente fazia era: cara, como é que você tá usando mesmo?
Eu quero perguntar, como é que você testa no processo seletivo? Perguntando.
Cara, pergunta.
Não aplicava teste nem nada assim?
Não, não, não.
Não tinha alguma certificação da PM3, por exemplo?
Isso com certeza.
Podia pedir? Não.
Com certeza. Cara, para a gente é importante. E num momento de abarque, abrindo só um parênteses, para mim demonstra duas coisas, Farinha, né? Acho que você tem um conhecimento técnico daquilo, que é super importante, que cursos, formações traz, e mostra muito sobre a pessoa para mim.
Foi atrás, né?
Foi atrás, você tá estudando. Puts, é legal quando você vê, putz, a formação que a gente tá fazendo agora, esse é um exemplo. A pessoa vai aprender, putz, a pessoa vai se aprofundar naquele tema. Mas por outro lado, o cara, ó, é importante isso, assim, de verdade. Você olha e faz, putz, que legal. O cara, né, foi estudar, o cara tá querendo se atualizar, isso é importante. E lá nos testes eram perguntas diretas mesmo. Então antigamente a gente falava, né, passava uma situação, né, putz, quais métricas você tá usando e tal.
Cara, você começa a botar o fator AI aí no meio. Cara, você acompanha dados? Putz, acompanho. Que legal. Pô, como é que você tá usando AI para melhorar essa análise de dados? Olha, tô usando dessa maneira, eu faço isso. Putz, que legal, te economiza tempo de qual maneira? Putz, Cara, teu relacionamento com as outras áreas ao fazer interface com produtos, tá usando IA para isso? Cara, tô, eu gero um relatório ali. Então, putz, antes eu perdia um puta tempo ali para tá me comunicando com vários stakeholders.
Putz, faço um relatório, garanto que eu não tô falando besteira do ponto A, do ponto B. Que esse é um ponto, né, a gente acabou não falando do pessoal. Hoje eu uso muito para garantir que a minha comunicação tá sendo consistente em todos os pontos. Como ser humano, a gente acaba perdendo um pouco isso. Então, as perguntas eram muito voltadas pra isso e virou muito importante, cara. Tipo, parte da empresa hoje vai ser dominada, é uma palavra que assusta, né?
Mas eu acho que as empresas vão operar através desse modelo. E eu acho que é menos sobre produto, design, eu acho que são todas as áreas.
Também acho.
E parte de uma boa empresa operar é que ela consegue se comunicar com isso. O exemplo são com metodologias e frameworks que a gente usa hoje. Olha, tem empresa que roda o OKR. Putz, funciona justamente porque toda empresa tá usando ali o mesmo framework, as pessoas estão direcionadas àquilo, né? O cara de finanças sabe o que é um OKR, o cara de produto sabe o que é OKR, cada um tem o teu. O IA em algum momento vai virar isso, você precisa conversar essa língua, né?
As coisas vão estar de certa maneira conectadas a isso, isso vai entregar valor para quem tá fazendo. Tem áreas que vão ser mais e menos importantes, A nossa, como eu falei, é menos sobre polêmica. Eu vejo como futuro porque a gente tem os recursos e é o que tá sendo esperado. Tem pessoas já fazendo isso. A gente sabe que a questão da régua é horrível também.
É, a régua vai subindo. Acontece. É porque assim, a gente tem visto que tem mais vagas de produto, né? Tá aumentando a quantidade. Então não é uma questão de que assim, a IA vai substituir o ser humano. Cara, tem muito trabalho pra fazer.
Sim.
Tem muito trabalho pra fazer. A gente botar IA para fazer boa parte das coisas significa que ainda vai ter muita coisa para as pessoas fazerem, inclusive lidar com a IA, orquestrar agentes, etc. Mas tem muito trabalho e nenhuma ferramenta tornou o homem obsoleto, né? Então assim, pô, você vê quando surgiu a máquina de escrever ou depois o computador ou depois a internet, parece assim, ah não, agora ficou mais fácil. Não, não é que ficou mais fácil, agora a gente vai trabalhar mais.
Agora tem mais coisa para fazer. A ferramenta, ela destrava tarefas que antes eram impossíveis e agora são possíveis. E quem que vão fazer essas tarefas? Mais gente.
Perfeito.
Mais gente, né?
E essa é a maneira certa de enxergar, né? Eu acho que o ser humano agora é ainda mais importante. Com certeza. Se você tem a ferramenta, mas você não tem alguém direcionado tentando tirar o melhor dela, assim como qualquer ferramenta do mundo, Não funciona. Eu acho que a ótica vira agora para questões que, putz, é fundamento em produto e a gente começa a revoltar. Você conhecer o seu negócio, você ainda precisa ter o controle.
De novo, volta para— eu sempre vou voltar no verificador e quando você monta o seu agente, o que quer que seja, o contexto ainda é seu, o direcionamento ainda é seu. Você pode usar aí, obviamente, para aumentar seu repertório, ele vai te trazer outras coisas, ok, mas o direcionamento ainda é seu. Então Eu não acho que vão sumir as vagas, eu acho que vai mudar o perfil das vagas.
E não só de tech, hein?
Não, não, não só de tech. E eu acho que a gente vive uma época que o hands-on tá sendo tratado de outra maneira. É menos como um hands-on de, nossa, você tá ali tendo que fazer coisas operacionais. Não, não, é só o sentido do eu agora tenho coisas que estão ao meu alcance que eu consigo paralelizar e que teoricamente eu tinha que passar por 4 reuniões e contratar 10 pessoas. É apenas isso. Putz, Júlio, significa outra polêmica, que é aquela questão da ótica.
Júlio, significa que eu preciso demitir essas 10 pessoas? Não, galera. Tem empresas que vão estar olhando de um jeito, infelizmente, que eu não acho que é errado, né?
E tem várias recontratando.
E tem várias recontratando. Mas qual o ponto que pelo menos a gente usava lá, Farina, como um pulso? Cara, se a gente faz 5 com esse time, legal, a gente consegue fazer agora 20 com o mesmo time. Então é muito difícil, de novo, quem sou eu, mas me parece contraintuitivo uma empresa falar: nossa, que legal, a gente tá fazendo 5 agora, vamos demitir porque a gente consegue fazer 5 com 1. Pô, eu acho que a mesma empresa vai falar: cara, que legal, vamos manter essas pessoas e vamos fazer 20.
É que muda o perfil da vaga, né? Às vezes você demite de uma área para contratar em outra Porque realmente a pessoa que não foi buscar essa habilidade, que não foi atrás, acaba ficando para trás. E a gente sabe que tem um fator nisso que não é só a iniciativa humana, né? Tem pessoa que não tem mesmo condição, ela tá ali trabalhando, cara, matando um leão por dia, ela não vai conseguir fazer um curso, ela não vai conseguir realmente migrar de área, não é tão simples, né?
A pessoa que às vezes tá numa área mais operacional que vai ser substituída pela IA, Não é do dia para noite que agora eu sou um Product Manager Sênior, cara.
Perfeito.
Não é do dia para noite. Mas quem tá perto de ser isso e consegue alcançar essa senioridade para alcançar essa vaga, agora é a hora.
É isso.
Agora é a hora, né? E você tem uma solução para cada um, né? A PM3 tá com essas pessoas. Tem outras soluções para aquelas que estão realmente mais longe, né? Que não é onde a gente atua tanto. A gente até atua, a gente tem vários alunos e vários cases de sucesso muito legais assim que migraram de áreas mega operacionais para áreas mais táticas, como produto e tal, mais de tomada de decisão. E então não quero minimizar aqui também, dizer assim, ah, vai ser fácil, gente, é só migrar de área, é só aprender.
Nunca é só, né? Mas assim, tem que se dedicar, tem que aprender, tem que ir atrás. E se você não tem tempo para isso, a gente, eu entendo que vai ser mais difícil mesmo para você. Não tenho a fórmula também, porque acho que se tivesse estaria vendendo. Mas o esforço, o trabalho, a inteligência sempre foram recompensados.
É isso, é como eu falei, eu acho que o maior ponto para as pessoas no mercado vai ser a régua. E a gente vive numa época que a gente tá sendo muito exposto a isso. É, cara, é gente estudando, a gente fazendo case, a gente entendendo que esse é o momento. É empresas gigantes pagando valores exorbitantes para quem tá fazendo, para quem chegou primeiro. Então todo mundo quer ser o primeiro, todo mundo quer ensinar primeiro. E é o mais importante.
Não é uma coisa ruim, é legal, é isso que vai criar um movimento. Só que sim, a régua acaba sendo mais alta. Assim como, assim, vamos voltar para o inglês. Em algum momento você podia estar na sua empresa, sei lá, são dois, são dois sêniores e vai ter uma posição de coordenação agora, putz, Latam, cara, vai ter um requisito que fala: você fala inglês, espanhol? Talvez uma das pessoas: ah, putz, eu só falo inglês, putz, espanhol não.
Júlio, Farina, né, fala inglês e espanhol. É isso, eu acho que vai ser o mesmo caminho. A régua vai estar muito mais alta e vai ser necessário isso por causa do que é o esperado, né? A partir do momento que as empresas e o mercado ganha maturidade de como usar essa ferramenta, alguns critérios vão ficar muito mais claro mesmo. Olha, a gente vai entender sua performance da maneira, a gente quer que você use essa ferramenta dessa maneira, a gente, a nossa cultura abraça essa ferramenta dessa maneira.
Então vai virar, sabe, o match que você falou? Volta. Então assim, o melhor timing é agora, cara. Porque assim, quando a régua começa a crescer, é algo novo, não para, tá muito rápido. Aquilo que você perguntou, putz, mas tem um open call? Cara, é muito rápido. Você liga, tem que ter o filtro também, né? Tem muita gente falando besteira. Eu falo besteira também, tá, galera? Você vai lá no meu LinkedIn—
Como é que você filtra? Como é que você tenta não perder tempo vendo coisa inútil assim? Dia, ou hype, ou coisa assim? Aliás, o que que é o hype para ti? E depois, como é que você filtra para não perder tempo com ele?
Putz, legal. Eu acho que, eu acho que o hype é quando as pessoas de maneira exagerada querem fazer parte daquele grupo, acha que é uma solução que vai matar, putz, é a bala de prata. E geralmente você não sabe falar, cara, tem uma bala de prata, mas o que que você fez com ela? Mas é uma bala de prata. Não, isso aqui Bom demais. E aí todo mundo começa a falar, e aí as pessoas começam a associar aquilo para não ficar fora. E aí viram tipo assim, nossa, você viu o case lá, caramba, a maior empresa do mundo agora faz isso.
E pô, vamos ser honestos, o mercado e o mundo te ajuda com isso. Todo mundo tá falando sobre isso, aí tem país derrubando IA porque, meu Deus, a questão de segurança nacional. Aí tem a outra que tipo assim, putz, agora isso se cria o hype, porque é sobre o comportamento humano. O hype nasce disso. É aquele, putz, tem um sorvete muito gostoso ali na Vila Mariana agora. Cara, eu comi, eu me arrepiei. Outro cara, eu também. Aí já tem outro assim, você comeu?
Já comi lá. Já nem comeu lá, mas o cara tá assim, eu adoro aquele, meu favorito. Eu acho que naturalmente as pessoas vão indo para isso hoje. Da maneira que eu filtro, era assim como eu fazia sempre com tudo, e eu aconselho todo mundo. Qual a maneira que eu estudo hoje que já serve como meu filtro? Eu vi algo que parece ser interessante e legal, cara, eu avanço nas camadas. Puts, que legal, Farina falou sobre caneca de chá. Cara, que legal, deixa eu ler mais sobre essa caneca de chá.
Cara, vê de outras fontes, vê de outras pessoas, conversa com seus pares sobre. Isso é outra coisa, Farina.
Pergunte-se se você quer chá.
É isso.
Que não adianta você comprar caneca de chá se você não toma chá, cara.
É isso.
Se a sua empresa não precisa de chá, você não vai ter que comprar, cara.
Exato. Então assim, eu procuro saber mais sobre. Então eu não gosto, naturalmente eu não gosto de ficar na camada mais superficial. Assim como qualquer ser humano do mundo tem assuntos que você vai falar de um jeito melhor, outro pior, você aprende mais. Eu sei, putz, ao bater esse papo acho que a gente já tá aprendendo. Putz, com certeza tem alguém lá que vai estar ouvindo, putz, talvez você, eu falei alguma besteira aqui, cara, me chama no LinkedIn.
Juro, achei muito legal que você falou, mas cara, tô fazendo dessa maneira. É assim que funciona, galera. Que é outra coisa, vai brincando que a gente tava falando do sorvete, Assim como o side project é importante, cara, conversa com as pessoas do seu lado. Você vê, você tá vendo alguém que tá usando bem a IA, que já tá avançando, cara, senta do lado desse cara, conversa, pergunta sobre. Tipo, a galera tem um pouco da questão da vergonha.
Volta para o inglês que a gente falou, é, você não fala assim, você prefere, putz, eu podia aprender, mas cara, que chato eu falar que eu não sei falar. Cara, fala, pô, aprende, chama um coleguinha, mano, como é que você aprendeu? O que que você tá fazendo? E talvez o cara vai ensinar, talvez o cara vai sentar aqui do meu lado, irmão, pô, vamos fazer um junto, vamos fazer o próximo.
Isso é uma dor real, cara, muito real, que a gente identificou anos atrás aqui na PM3. E a gente tem uma camada de comunidade super forte exatamente para ajudar a conectar as pessoas, porque a gente viu que se deixar por conta própria, muito poucas pessoas puxam papo, né? Mas a partir do momento que você começa a fomentar, e a gente tem as atividades ao vivo, presenciais, meetups, etc., cara, tem muitos cases super bacanas, né?
Claro que a gente facilita, mas ainda a pessoa tem que chegar no meetup e puxar papo com alguém, perfeito? Mas a gente facilita bastante E a gente, eu acredito muito nisso, nessa combinação de conhecimento com networking assim, né?
Que sim, e é isso, cara. O filtro vem de você ter o conhecimento como tudo. E aí você foge do hype, né? Tipo, para você fugir do hype, de certa maneira, você precisa saber utilizar aquela ferramenta, que é justamente aquele checklist que a gente falou no começo. Putz, eu tenho um agente, cara, talvez não precisava ser um agente. Não, mas aí beleza, talvez você esteja no hype. A partir do momento que você consegue aprender Putz, talvez não precisa de agente, talvez um workflow resolveria.
Cara, vou além agora, Farina. É os assuntos assim, galera, talvez um prompt, um bom prompt resolveria. Não precisaria nem você avançar pro workflow, não precisaria você nem avançar pro agente.
Esse agente podia ser um prompt é o novo essa reunião podia ser um email.
É isso, frases, pô. Galera, vamos fazer a economia sem prompt.
Esse agente poderia ser um prompt.
Adorei essa. Cadê? A nossa vai meter pro Elon Musk agora de novo, né?
Agora.
Tem que ser nossa. Quem falou isso, o Júlio ou o Farina?
Pois é, foi trabalho em conjunto.
Cara, é um excelente ponto. E você foge do hype a partir do momento que você começa a ter controle daquele assunto. Você tá estudando sobre, você começa a saber mais sobre ele. Que não tem errado também, que é outra coisa. Puts, eu tenho um agente. Cara, se seu agente tá configurado de maneira errada, não tá fazendo o que deveria e tá gerando custo, cara, tá errado. Então assim, Eu entendo que todo mundo quer passar por isso, todo mundo quer fazer o seu, todo mundo quer ver rodando.
Isso é incrível, faz parte do side project que a gente falou. Só que não precisa forçar a barra. Acho que às vezes a galera tá forçando a barra. A gente vive num mundo onde a questão do marketing é muito forte também. Então todo mundo faz tudo primeiro e melhor.
Que isso, não fala da minha área, pô.
Minha mulher é do marketing, pô. Posso falar, tem lugar de falar.
Beleza, tudo bem.
Mas, cara, infelizmente funciona. E isso é que cria muito, né? Então a gente tá acostumado a tudo ser vendido dessa maneira. A gente não pode cair nesse ponto. É que, pô, não quero comprar briga com a galera não, tipo assim. Não, é que, pô, tem o cara do zero ao sênior em uma semana, né? Tipo, galera, não cai nisso, galera.
Faz uma formação, né?
Faz no lugar confiável.
Se você não acha que precisa apontar para mim não, você é coordenador do curso também.
Galera, estamos com aí a Product Build, foi um curso, pô, a formação desenhada maravilhosamente com pessoas incríveis, com um grande coordenador de curso.
Olha, mas é verdade, é verdade, eu te entendo assim, acho que tem Pô, resultado rápido é muito difícil, né? Muito difícil.
E agora eu vou fazer não jabá inverso, que é o de verdade também. Pô, Júlio, não consigo ainda comprar a formação, que foi o que você falou. Cara, conhecimento hoje, estudo é commodity, velho. Então assim, você vai achar informação, estuda, chama o seu coleguinha do lado, pô, vai juntando a grana, faz ali depois, conversa com as pessoas. Não é limitador hoje, assim. Então é isso, não compra esse rolê do resultado rápido, do dia para noite.
Tenta entender profundamente, assim como Provavelmente a pessoa fez na vida toda. Tipo assim, esse é o ponto, né? Eu acho que o erro de dar o—
Eu sempre faço isso, cara. Eu vou ver o que a pessoa fez. Quando ela começa a falar, não, vou te ensinar, não sei o quê. Vamos ver o que essa pessoa já fez. Aí às vezes você vai ver, ela não fez nada.
É isso.
Tipo, fez nada. Vai me ensinar a fazer o quê? Nada.
Exato. Ou que seja direcionado nisso. Olha, eu nunca fiz nada porque eu falhei pra cacete. Vou te ensinar.
Mas aí ela fez alguma coisa.
É isso.
É que às vezes a pessoa realmente nem botou nada no ar assim, sabe? Pô, aí é difícil, né? Não vai citar nome aqui que a gente vai ter problema.
Essa hora que a gente já corta, né, galera? Obrigado, meu amigo.
A gente vai ter problema, ele está no projeto, tá no nosso Insider Blog. A gente já tá encerrando já.
Mas, cara, é algo que a gente faz e que naturalmente as pessoas fazem. Assim, galera, estudem, vai ser importante. Assim como você estudava para o inglês em algum momento. Inglês antes era Nossa, tem o inglês hoje, cara, é básico. A gente tá indo para o mesmo caminho. Quem chegar antes vai se beneficiar disso, vai estudar. Outra coisa que, putz, a gente fala que, a gente fala que não acontece: ah, eu entrei numa empresa, ela já tá com a cultura boa de AI, pô, já cheguei antes.
Você vai ter acesso a mais ferramentas, a mais cases reais. Isso infelizmente isso conta, com certeza. Então assim, galera, Isso tudo, tipo, é uma dica boba, né? Mas tipo assim, é um assunto que vou falar também, putz, coordenador do curso, cara, a galera que tá lá é mais incrível de tudo. Meu trabalho foi juntar os Avengers do Product Build e tô muito orgulhoso disso. Você vai, quem vê, vai ver que a galera lá é incrível, mas a gente ainda tá aprendendo muito, o mundo tá aprendendo muito sobre isso, né?
Então é muito, tudo muito rápido. Então, cara, checa as informações, estuda, vai atrás delas, tipo assim, putz, não pega de uma fonte única para estudar. Viu alguma coisa da nossa formação, achou legal, cara, continua estudando, vai ver de outro canto, vai ver um vídeo, vai ler um artigo, compra um livro, tá tudo bem. É assim que funciona em todas as camadas, vai.
Cara, eu não tenho nem o que completar, só te agradecer pela presença, Júlio. Foi incrível, um baita papo. No fim a gente acabou falando mais do que sobre agências, também sobre carreira, mentalidade, postura de trabalho. E eu acredito muito também nas coisas que você trouxe, cara. Acho que a gente concorda em vários pontos. Então obrigado por ter vindo aqui com a gente.
Cara, adorei. Puts, acho que é o lugar que eu me sinto à vontade, né, falando um monte de besteira sem filtro. E eu quero fazer uma coisa legal aqui, Farina. Acho que a gente falou muito sobre incentivar as pessoas a estudarem ainda atrás. Não sei nem se pode essas coisas. Galera, você fez um side projectzinho, você deu uma estudada, se animou, me chama lá no LinkedIn, manda, a gente marca um cafezinho, bate um papo. Puts, funcionou, vou dar um jeito com o homem aqui, tá?
Rapaz, tu vai ter gastrite de tanto café que vão te chamar para tomar.
Pode chamar, galera.
Tu não sabe o que tu tá fazendo, é muito aluno.
Estou me comprometendo, me chama, a gente bate um papo. Puts, não sou aluno ainda, vamos falar, a gente bate um papo, vou falar com o homem aqui para conseguir uns cupom para galera, vai todo mundo fazer formação agora. É isso, tem um comprometimento. Ó, que chegou lá, o cara mandou uma mensagem, o cara mostrou que tava, que tava, putz, tô querendo aprender, A gente desenrola um negócio legal para ele.
A gente desenrola. Se a pessoa inclusive viu aqui, tem o cupom MESA10, certo? A gente tá usando MESA10 ainda. Você pode usar o cupom MESA10 e aí a gente sabe que você veio daqui do Mesa de Produto. É um cupom que a gente já divulgou em outros episódios, faz tempo que a gente não divulga. Então esse agora, se começar a pingar, eu já sei que veio daqui.
Olha aí, aí não vai pingar nada, a gente só falou besteira.
Vai, cara, é muita gente, é muita gente, é uma audiência muito grande, graças a Deus. Tô muito feliz com isso.
Mas, cara, uma honra tá aqui. Obrigado, turma. Obrigado por vocês também que estão acompanhando a gente. Obrigado pelo convite, adoro o que vocês fazem. Putz, é uma honra também estar fazendo parte disso, aprendendo também com tudo isso que eu acho que eu sigo. Então, cara, adorei o papo.
Maravilha, tamo junto. E se você também, assim como o Júlio, assim como eu, também gostou desse episódio, também gostou dessa conversa, aprendeu com essa conversa, eu te convido a deixar o seu like aqui no YouTube ou as suas 5 estrelinhas no Spotify, que além da gente ter esse feedback maravilhoso de vocês, do tipo de conteúdo, do tipo de papo que você quer ver mais por aqui pelo Mesa, a gente também ajuda esse conteúdo a chegar pra mais gente, capacitar mais pessoas e a gente formar uma comunidade de produto cada vez maior e cada vez mais próxima, certo?
Então muito obrigado, um grande abraço e até a próxima. Curtiu o nosso episódio?
Mas antes de acabar eu tenho um último recado pra você. Olha só, hoje em dia qualquer empresa consegue transformar ideia em software usando inteligência artificial, mas o grande desafio é fazer isso com segurança, controle e governança. E aí que entra o Replit, que é a principal plataforma de live coding para empresas, permitindo que times construam e coloquem aplicações em produção com a velocidade da IA, mas com a segurança e governança que o ambiente enterprise exige.
E agora ficou ainda mais fácil com o free mode. A partir de uma assinatura de só $20, você pode construir sem consumir créditos. E tem mais uma coisa: o Brasil é o segundo país a receber uma tradução do Replit, então você pode usar totalmente em português. Se você trabalha com produto e quer transformar uma ideia em um produto funcional, vale a pena experimentar o Replit.
PM3
Formação AI Product Builder