Episódios de Clube do Café da Manhã

#189 O Diabo Veste Prada 2 Entregou ou Só Vive de Nostalgia?

09 de maio de 20261h16min
0:00 / 1:16:49

No episódio de hoje do Clube do Café da Manhã, relembramos o impacto cultural do filme original, analisam a continuação mais aguardada da cultura pop, comentam os acertos, os exageros da nostalgia, os melhores momentos, os pontos fracos e dão suas notas finais. Um papo cheio de moda, cinema, caos corporativo e opiniões sinceras sobre um dos retornos mais comentados dos últimos anos. ☕✨

Obrigado aos nossos apoiadores: Ana Victória Borges, Marta Borges e Marcos Fábio. <3

FICHA TÉCNICA:

Participação: Adan Cavalcante e Bea Alcântara.

Artes e redes sociais: Bea Alcântara

Participantes neste episódio2
A

Adan Cavalcante

HostApresentador
B

Bea Alcântara

ConvidadoApresentadora
Assuntos6
  • O Diabo Veste Prada 2Análise da continuação do filme · Nostalgia e comparação com o original · Impacto cultural do filme original · Figurino e direção de arte · Atualização do cenário jornalístico e de moda · Desenvolvimento da personagem Miranda Priestly · Romance de Andy
  • Elenco e AtuaçõesMeryl Streep como Miranda Priestly · Anne Hathaway como Andy Sachs · Stanley Tucci como Nigel · Emily Blunt como Emily Charlton · Novas adições ao elenco
  • O Diabo Veste Prada: Personagens secundáriosInfluência na moda e memes · Personagem Miranda Priestly como ícone pop · Relevância atemporal do filme · Discussões sobre trabalho, sucesso e vida pessoal
  • Mudanças no jornalismoCrise do jornalismo impresso · Transição do analógico para o digital · O papel dos influenciadores digitais · A importância do engajamento e cliques · Diferentes tipos de jornalismo
  • Nostalgia e SaudadeReferências sutis ao primeiro filme · Experiência de assistir o filme no cinema · Comportamento do público em relação ao filme
  • Trilhas sonoras de filmesMúsicas originais e licenciadas · Cenas icônicas e cinematografia
Transcrição204 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Clube do Café da Manhã. Bom dia, boa tarde ou boa noite. Está começando mais um episódio do Clube do Café da Manhã. O seu cantinho favorito de cultura pop, cinema, todos coletivos e opiniões que alguém pediu. E assim, se não pediu, a gente vai dar do mesmo jeito que a gente gosta de opinar sobre tudo nessa vida. E hoje é dia de falar em um dos filmes mais icônicos da cultura pop dos anos 2000.

Não só dele, como também da continuação dele. Um filme que moldou gays, passionistas, jornalistas que assim, bem cansados e pessoas que foram traumatizadas por chefes difíceis. Me acompanhando nesse papo, temos Béa.

Claro que eu vim aqui falar sobre esse filme, né? Meu Deus do céu! E hoje, dá pra ver pela emoção, pelo entusiasmo, na voz dela, que vamos falar sobre o Diabo West Prada 2, que depois de quase duas décadas, Miranda Priestly está oficialmente de volta. E o mundo inteiro está parando pra assistir a história. Não só ela, como a Andy, como toda a trupe reunida nesse filme que...

Todo mundo só fala sobre isso. Então pega seu cafezinho, coloca a melhor roupa e vem falar com a gente sobre a setência que entregou cinema e muita nostalgia. Claro, antes de começar esse bate-papo, quero lembrar a todos vocês de seguir a gente no arroba o YouTube, que assim, tão qual como Miranda, como Diabo Veste Prada 2, entrega conteúdo de qualidade, entrega muito, muito, muito chefe mandão.

entrega moda, entrega cinema, entrega série, entrega tudo o que vocês precisam saber e ler e ouvir e ver. Então, eu vou botar um pouquinho para vocês. Segue, só segue. Mas antes de começar a falar da conversação, precisamos voltar para 2006 e falar sobre o Tiago da Estrada.

onde ele não foi apenas um fã de ferreteria, ele virou um fenômeno cultural. O filme original acompanha Andy Sush, uma jornalista recém-formada, que vai trabalhar na revista Runway, comandada pela temida Miranda Priestly, a Andy interpretada pela Andy Hattray.

que o Pio tem um jurídico só para ela essa carteirinha é minha aqui ó líder na tapéa do movimento

E aqui não importa. Ah, é fã de terror, ama Annie Hattie. É fã de romance, ama Annie Hattie. É fã de Christian Fendola, ama Annie Hattie. É unânime. É uma das atendidas mais queridas pelo Clube. E assim, acho que abraça a Diva até quando ela faz bomba. Ah, se abraça a Diva até quando a gente sabe que ela vai fazer bomba, né, Berit? E a gente tá lá, segurando a mão dela.

Olha que Verity. Eu tô agora na dúvida se vai ser bom ou mesmo. Se já entregaram tudo no trailer. E o filme vai ser uma bomba. Ou se vai servir pelo menos um pouquinho. Tudo bem que eu sei que com a Dakota Johnson é difícil. Mas eu tenho esperanças.

eu tenho aqui de atender que eu a gente com a cota jurídico da cota acha que ela vai entregar por feliz porque a personagem é sofa a personagem é uma versão é uma versão em um filme mais sombrio da Anastasia Estil e assim olha eu acho que todo mundo a gente entregou o Josh Ryan entregou temONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONG

Gente, e meteram um queerbaiting ali. Queerbaiting ali no... Que tipo assim... Eu tome meu ingresso. Entendeu? Eu não lembro isso no filme, mas... Estou aqui abraçando você.

Então, abrindo um grande parêntese aqui, já que a gente falou disso, eu acho que no livro tem uma ilusão dela, não tem não? Da Verity beijando ela? Que eu acho que é tipo assim, ela vai, na verdade eu acho que ela vai beijar o carinha e ela vê a cara da, não sei, eu fiquei com essa impressão, pode ser que eu já esteja sendo ludibriada pelo trailer, levada a pensar isso, mas eu fiquei com essa sensação de que tinha alguma coisa assim. Porque ela é meio obcecada, né, pela Anne Heddy, e a gente entende.

A gente tem isso. Pelo trailer, já adorei, viu? A Annie Hedges já entregou o que imaginava de uma série. Ela é tão boa fazendo mulher maluca. E ela é, né? Enfim.

E a Miranda Priestly é interpretada de uma forma magistral, porque a Fernanda Montenegro, já dizem esse, né? Mary Strieff. Muito boa, muito boa. E aqui, é que o mais interessante é que o filme conseguiu misturar várias coisas ao mesmo tempo. Moda, comédia, um drama profissional.

Tem aquela questão da autoestima, de debate sobre o corpo. E o clássico dilema, que é, vale a pena perder sua vida pessoal pelo sucesso? Foi igual a Vale Tudo? Vale a pena ser honesto no Brasil? Uma discussão que permeia duas décadas já, que é sempre, volta a discussão sobre toda a construção da personagem, da Anne, sobre a Mirana, sobre o ambiente de trabalho. Então é um filme que, até hoje, não tem essa discussão. Sempre tem debate, quem é o verdadeiro vilão?

quem é o verdadeiro vilão, fala sobre... É um filme que ele é todo ano, todos os... Gente, é sério, antes de ter o anúncio do 2, ele sempre tava... Ele é sempre top. Ele é sempre top, né? Ele é sempre top. E matéria, sabe? Sobre questão que o Bé falou. Que é o grande vilão do filme.

Aí tem a discussão de até onde você vai por emprego, tem a questão de corpo já da década 2000, tá voltando agora toda aquela questão de magreza, aquela questão de vista lá, que eu tive um ótimo ponto desse filme já falava. Então, tipo assim, ele é um filme muito temporal. Ele é. Muito, muito, muito. É isso, tipo, 20 anos depois ele continua relevante. Continua relevante.

E além disso, a Miranda virou imediatamente um personagem histórico do cinema. Porque a Meryl Streep tem uma atuação absurda. A Meryl Nett tem uma carreira enfermeia. Eu acho que no final da década de 70 foi quando ela brilhou no cinema. Acho que foi na segunda metade da década de 70. Então já vem quase 50 anos de atuação. Onde tem diversos personagens icônicos. Diversos, diversos.

A gente pode citar ela tanto na Forte Média, Mamma Mia, tem o Ashley Sofia, quem levou o Oscar, foi isso assim. Acho que é o que? A morte ele cai bem. É a morte ele cai bem, né? A morte ele cai bem. É lembrar, depois do clipe da Sabrina, chegou uma nova geração aí, que revisitou o filme e aflamou ele. Acho que vê muito. E ela já fez de tudo, né? Essa mulher.

tudo. Ela tá na nossa telicinha, a mocinha, que é o de Mordor de Seville, que a gente sempre vai falar. Floreta! A gata já tem o que, três óteis na sua carreira, já tem várias indicações, indicações ao M, indicação ao Tô. Ela é uma das atrizes, se não for a mais, ela é uma das atrizes mais indicadas, né? Indicadas, mais indicadas na história. Então, ela tem uma carreira incrível, mas mesmo assim, eu acho que não só para o jovem, né?

o personagem que marcou ela na cultura pop é a Miranda. Ela virou referência, sabe? Os trejeitos da Miranda. Desde a outra, ela ainda é, né? Você vê ela refazendo isso, ela refejo Oscar. Ela refejo, efetivamente, com a Amy Hathaway e a Emily... Blunt. Blunt. Nossa, viu todas as Emily na minha cabeça agora. Todas. Estudamos lá, Blunt. Juro que não, ainda. Adoro vocês. Mas, assim...

Tá na cultura pop, incrível. A gente, não quero não assistir, mas Blogueirinha Feia teve essa versão da Miranda, a Color Live Pop fazendo a Deborah Block, de Vale Tudo Agora, foi mais compara da Miranda que a própria Odette Hotsman. Então, tipo, é um personagem que já tá aí. O seu piteado.

de moda seus dejeitos tudo tá Miranda tá tá Miranda da Meryl Streep é comentado ele é ele foi muito bem planejado né ela criou uma vilão tem precisa gritar o olhar da Miranda ali ela já matava

Sim, e tipo assim, eu gosto muito da Miranda, que a Miranda é sabido de todo mundo, que ela é inspirada numa pessoa real, numa pessoa que existe, a Anna Wintour, ex-diretora da Vogue Americana, agora ela é diretora meio que de todas as revistas da Condendeste, enfim, mas, e tipo...

A própria Anna já é uma figura. Todo mundo já reconhece o Chanel, o óculos escuro. Então, a Mary conseguiu pegar uma pessoa real que já tem características muito marcantes e saber que a personagem dela é inspirada naquilo ali e fazer uma personagem completamente diferente. Porque, assim, pode ser que no off, a Anna Wintour seja daquele jeito, em sentido de...

arrogância, jeito de falar e tudo mais. Mas a característica física é uma pessoa completamente diferente. E ela tem uma caracterização também diferente da própria descrição da Miranda Priestly no livro do Diabo Vestiprada, que o primeiro filme ele é inspirado no livro, né? Da Lauren Eisenberg, que foi uma Andy da Anna Wintour.

Inclusive, recentemente, a Emily dela deu uma entrevista. Eu ainda não li essa entrevista dela falando meio que o que é verdade, o que é que não era, como é que eram as coisas. Mas ela meio que confirmou, assim, várias coisas e outras delas que não eram bem daquele jeito e tal. Porque, querendo ou não, a Emily também é pintada como uma pessoa meio nojenta, né?

Então, ao mesmo tempo que ela tem momentos de sororidade com a Andy, ela também é, tipo assim, não. Inclusive no livro tem um termozinho, eu esqueci agora qual é, mas é uma coisa meio mentalidade runway, que é quando você tá...

É uma vontade, na verdade, é um instinto e meio que imediato que você tem de se retratar quando você fala alguma coisa ruim da Miranda ou da Runway. Tipo assim, a Miranda acabou de me ligar pedindo os manuscritos de uma saga X. E aí a outra pessoa fala, tipo assim, nossa, mas ela só pede coisas absurdas, ela é muito sem noção, você faz tudo isso. E ela não dá uma obrigada.

Aí imediatamente você fala, não, mas também ela tem que ser assim, porque essa indústria é muito machista, não sei o que, não sei o que, não sei o que. É tipo assim, você reconhece que ela é escrota em alguma instância e imediatamente você já arruma um jeito de meio que arrumar uma desculpa para isso. E aí no livro é muito engraçado você acompanhar isso, porque tem vários momentos que a Andy reclama de alguma coisa para a Emily, a Emily valida a reclamação e depois ela imediatamente passa pano.

E aí depois você vai vendo aos poucos a construção da Andy, dela fazer uma reclamação do trabalho pra fora com outras pessoas, aí alguém fala mal do trabalho junto e ela imediatamente passa pano. Eu fico, meu Deus, é cultural, realmente, vai internalizando em você. Mas porque é isso, porque a Miranda é essa chefe...

horrível e a Mary Striep sempre me pega porque ela consegue em algum nível trazer algum tipo de carisma ou sei lá de magnetismo para essa personagem que eu acho que é totalmente mérito da Mary Striep. Concordo plenamente eu acho que é o poder da grande atriz né que sempre citar ela mas assim ela tem esse dom ela tem um carisma um que a gente tem que ser bem honesto com isso a MaryONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONG

é a magnetiza na série, então você consegue comprar o personagem, por mais que às vezes ela, tipo, mamamia, sabe, todo aquele carisma, aquele jeitinho dela atuar, você se prende a esse personagem, você tem como ela, como a mãe. Sim. E aqui também, ao mesmo tempo que você vê uma diretora herói, ela mata com o olhar, ela mata...

Uma mordida no lábio, ela consegue destruir tudo, né? O gentil do lábio, né? Pois é. E aí você vê, tipo, realmente a atriz é tão boa que quando ela é ruim, ela é ruim, você tá odiando. Mas basta uma cena dela um pouquinho mais vulnerável e você sente empatia por aquela figura. Eu sempre penso no primeiro filme, na cena do... São dois momentos específicos, mas acho que o que mais me sensibiliza lá pro final do filme, quando elas estão em Paris e ela fala que o Stephen não vai mais...

E aí a Andy, ah, então quer dizer que eu não vou mais precisar buscar ele no aeroporto? E ela, ah, se você quiser conseguir, se você conseguir fazer ele repensar o divórcio. E aí ela fala, tipo assim, ah, eu já tô vendo, os tabloides vão dar mais uma vez pra dama de ferro, perde mais um marido. Então, tipo assim, você vê que ela sente. No segundo filme tem uma conversa sobre isso que deixa muito mais claro de que pode não parecer pra muitas pessoas, mas tem um custo, ela ser a Miranda Priestly tem um custo pessoal nisso.

A questão é que ela tava disposta a lidar com esse custo. Que tem gente que não tá disposto. Mas não é porque ela tá disposta a lidar que ela não sente, né? Tipo, que não dói. Que enfim. Então, essa cena mesmo que você vê que ela tá... Eu não sei se oficialmente a Mary Striep está sem maquiagem naquela cena. Mas é uma cena que a Miranda está meio que de rosto lavado, digamos assim. Então, ela tá tipo de baby doll. Então, você vê ela meio que sem armadura. Ela tem um...

segundos vulneráveis e aí depois a Andy fala alguma coisa que ela meio que volta assim, tipo mas vamos resolver isso aí, para de ser incompetente e vamos trabalhar. Não fale besteira, acho que é porque a Andy fala, você quer que cancele, sei lá, ela para de falar besteira, menina, vamos resolver isso aí. Então tipo, ela volta, mas nesse micro momento que ela tá vulnerável, você sente empatia por aquela mulher.

Mais uma vez, total mérito da Mary Streep. Porque eu acho que se não fosse uma atriz tão boa que não segurasse tanta personagem, você ia ter tanto ranço dela que nessas horas você só ia dizer, tipo, claro que ele quer pedir divórcio, minha filha. Olha como você é, entendeu? Mas não, você fica, tipo assim, ele não compreende. Inclusive, nossa, já pulando completamente as regras aqui, eu fiquei muito feliz que ela tem um marido que preste no segundo filme.

Porque é isso, tem um momento específico Quando eles estão também Sei lá se é Paris, não lembro Mas enfim, estão fora Acho que é Itália, na verdade, né? Não sei, enfim Estão viajando, estão na Europa E aí quando ela entra no quarto do hotel, o marido dela está lá E ela fala tipo, ah, você veio E eu pensando, é porque ela está acostumada aos maridos não irem

E aí ela tem agora uma pessoa que é parceira dela, que vai com ela. É tipo assim, ah, se você não... Sua vida é tão corrida, seu trabalho, é tão corrida que você não tem tempo pra estar em casa, eu vou com você pra o evento. Tipo assim, a gente vai ter um tempo, nós dois, ali. Bem, no meio dessa correria, pelo menos na hora de dormir, eu sei que vai estar eu e você lá, e vai conversar sobre alguma coisa, que seja. Então eu fiquei muito feliz que ela tenha um marido que preste.

Pois é. Ele é muito bom. Reparação histórica. E é uma ótima pessoa também, né? Se ele não sacou mais. Eu fiquei esperando pra ver se eu comparava ele com o do livro. Mas o do livro eu não tenho muita característica dele, assim. Eu tô em 60% do livro 1, mas ele aparece em alguns momentos. Ele é mais mencionado. Tipo assim, ah, ele é muito tagarela. Ah, ele... Não sei o quê. Ele parece. O pouco que eu consegui associar, eu acho ele mais parecido com o desse filme do que com o do primeiro.

que pede o divórcio e tal. Mas eu não sei se em algum momento, no primeiro, nesse livro, vai ter realmente um divórcio da Miranda. Ou se foi uma licença poética, porque ela já teve outros casamentos e tal. E assim, como a gente estava falando aqui, você percebe que a Miranda, na Meryl Streep, teve esse impacto gigantesco. Ela influenciou moda, meme, referência em série, TikTok, Twitter.

Facebook, tudo que até hoje, inclusive, as pessoas usam. That's all. Flores for Spring. Groundbreaking. Então, tipo assim, as frases dela, o rosto dela, tudo dela é muito pop. É muito pop. E assim, honestamente, poucos filmes envelheceram tão bem dentro da cultura pop quanto o Diabo da Espada, sabe? Como a gente começou falando, é um filme que tem debates tão precisos até hoje.

deste da escala sete por um do filme que não tá de sete por zero ali tá aí é a questão do tipo de amizade que ele tem a questão do local de trabalho dela das pessoas que trabalham com ela do modo de julgamento das pessoas né da própria moda da cultura da moda da

Tudo ali é discutido até hoje. Tudo são discussões extremamente várias. O jornalismo em si é discutido. Então, é um filme muito atemporal. Você pode assistir ele em 2006, 2016, 2026. E vai... Eu acho que alguma coisa ali ainda vai ser discutida daqui a 50 anos. Não vai ser um filme que vai envelhecer total, sabe? E tudo dele funciona ali.

Sim, ele é um filme memorável, né? Pra mim, ele já é um clássico. E eu acho que mesmo o que talvez não faça mais tanto sentido, como, por exemplo, se a gente pensar nas revistas, ainda assim existe uma discussão, porque, pegando nem que seja pelo saudosismo, assim, sabe? De você relembrar. Mas os aspectos, digamos assim, os aspectos sociocoportamentais do filme sempre vão ser discutidos. Seja a questão da chefia da Miranda, e vou apertar as работы.

Dessa coisa do trabalho. Da Andy. Da mudança que ela tem, né? Do começo de, tipo... Eu não ligo pra moda. Pra quem ela se torna. E quando ela decide, tipo... Abrir mão de tudo isso. Seja a discussão dos amigos. Do Nate. Enfim. Então, é como tu falou. É um filme que daqui a 20 anos de novo. A gente vai estar falando sobre ele. E aí, também, mais uma vez. Já furando o... Já misturando os dois filmes. É uma coisa que eu me perguntei, sabe? Me perguntando, tipo assim... E aí, também, mais uma vez.

Eu acho, já adiantando, eu gostei muito do segundo filme, mas eu não acho que ele seja tão memorável quanto o primeiro. Porque quando eu paro pra pensar, tipo, ah, daqui a 20 anos a gente vai estar falando do segundo filme da mesma forma que a gente fala do primeiro hoje, 20 anos depois dele, e eu acho que não. E ainda assim, eu acho que tem aspectos dele que foram muito necessários de serem atualizados. Mas é isso, tipo, o primeiro filme, ele...

Daqui a 20 anos a gente ainda vai estar falando sobre ele, ainda que a gente não fale sobre o segundo filme. Talvez a gente fale do segundo filme daqui a 20 anos, quando a gente pensar de A Beste Prada. Aí depois, teve uma continuação em 2026 e tal, que foi boa e não sei o quê, que pode não ser tão memorável, mas acho que vai ser carregada junto com o impacto do primeiro filme.

que é, como eu já falei e a gente concorda, já é um clássico. Quem achar que não, acha aí da sua casa. Exato. E assim, existe um grande problema, né, quando você faz uma sequência de clássico, porque existe a expectativa e ela vira um monstro parável, porque...

Não é qualquer filme que você está fazendo aquele. Literalmente, como a gente está falando, um dos filmes mais amados, é dos anos 2000. Era um filme que está na cultura pop, está na boca do povo, todo ano. Eu acho que daqui a um tempo, quando fizer aquele listo de filmes mais reprisados...

e a Presta Prada vai estar na lista para a gente, para a Zucca, e durante os anos você me deixou aquele papo de será que vai ter continuação? Será que precisa mesmo ter continuação? Porque o primeiro filme, ele termina de uma maneira muito fechadinha, né? Muito. A gente encontra o caminho, a Miranda...

demonstra em teatro da humanidade pela primeira vez. Então ele acabou perfeito. Ele é um filme completo, assim. Eu sempre defendi de que não precisava de uma continuação. E mesmo já existindo a continuação, eu tendo gostado dela, se você me perguntar, mas precisava? Não, não precisava.

Mas que bom que isso aconteceu, né? Porque aí ela aproveitou, tipo assim, já que vai fazer, que bom que foi bem feito. Mas assim, não precisava em termos de história. Tava tudo, como você bem falou, muito amarradinho. Pois é. Então... Que é isso, é a mesma coisa quando a gente pensa em outras continuações, como a gente falou já de uma sexta-feira muito louca, que teve uma sexta-feira mais louca ainda. O primeiro filme precisava de uma continuação? Não precisava. Quando a gente vê a continuação, tipo...

Realmente, não precisava, mas pelo menos ela foi bem feita. A gente deu risada no cinema, trouxe novos aspectos pro filme, que é essa coisa de justamente você atualiza a história. Gente, eu não precisava, mas que bom que eu tenho a Jamie Lee Curtis com a boca de Botox. Ah, perfeito essa feira. Eu acho que é imperável.

Então é a mesma coisa com o Diapeste Prada. Não precisava, mas que bom que eu tenho um filme que tá discutindo como a minha profissão tá agora. E aí, um ponto que eu lembro que eu conversei com Bianca sobre isso logo depois que eu saí do filme, assim. Eu comentei com o Nalin, que foi assistir comigo. A gente saiu do cinema falando sobre isso, e aí depois eu conversando com Bianca, ela contando do filme e tal. Ela dizendo que ela chorou, que ela se emocionou muito e tal. E eu comentando também como tinha batido.

É que pra mim tem uma coisa que é muito diferente entre os dois filmes, que eu acho que muda um pouco a relação que eu, e talvez faça sentido pra você também, amigo, a gente tem com esse novo filme. Por quê? O primeiro filme, quando a gente assistiu pela primeira vez, a gente tinha... Era tudo criança, adolescente, criança, pirra.

Ah, o filme é maravilhoso, lindo, moda, não sei o quê. Mas eu, por exemplo, não pensava ainda o que eu ia ser da minha vida quando crescesse. Eu só queria brincar. E aí, eu, ai, é lindo, meu Deus, ele é reto. Eu já era obcecada por ela, porque eu já tinha passado pelo Diário da Princesa. Então, é um filme que é muito mais utópico pra mim. É um filme de, tipo assim, ah, pô, seria incrível trabalhar numa revista de moda. E aí, sei lá, eu podia comparar com uma capricho.

Ai, que seria incrível estar em Nova York andando com um copo de café apressada e não sei o quê. Era um outro sentimento. Você assistindo pela primeira vez, né? Porque, obviamente, depois que você se formou, você assiste o filme de novo e aí ele bate, talvez, um pouquinho diferente. Mas eu sempre volto pra esse sentimento da utopia. Você assistiu o segundo filme, sendo jornalista, você vendo ele pela primeira vez, ele bate muito diferente, pô. Ele, inclusive, bate. Ele dói.

eu assistindo quando ela começa a primeira cena, já spoilers aqui quem não assistiu o filme, por favor pause, vá assistir e depois volte aqui mas a primeira cena, a mulher tá recebendo um prêmio e logo em seguida tem uma demissão em massa e aí tá falando, você vai pra a run, é tipo assim, as revistas são irrelevantes agora se antes a Miranda ditava o que era moda, agora ela tem que baixar a cabeça e deitar pra anunciante pra conseguir manter uma revista rodando então então

Então eu fui vendo aquilo e eu pensando, meu Deus do céu, a nossa profissão tá muito sucateada, o que a gente tá fazendo da nossa vida, qual é o nosso futuro, meu Deus do céu, não sei o quê. Bateu completamente diferente. Eu senti o filme de outro jeito. Que é isso que eu digo quando eu comparo. É completamente diferente quando você viu o primeiro filme, porque você não tinha...

nenhum feeling jornalístico ainda. Você só podia sonhar, né? Com esse, você tá vendo o seu sonho desmoronando, sendo que você, inspirado talvez pelo primeiro filme, seguiu aquele sonho. Então, tipo assim, olha só, virei jornalista, veja no que deu. Pã, pesadelo. Ou seja, virou um filme de terror.

E é muito engraçado isso, porque quando você compara a nossa vida com antes, até 2006, digamos assim, a indústria, claro, sempre existe altos e baixos, mas a indústria é sólida, a indústria da notícia, a indústria jornal, revista, sempre foi algo muito sólido, até aquele momento, era a referência, querido ou não. Era, em 2006 a gente estava vendo o começo da internet.

razoavelmente perto dos moldes que a gente conhece. 2006, sei lá, estava sendo fundado o Orkut. A gente não tinha nem... Tipo assim, It Girl era modelo, era a galera que estava estampando capa de revista. Eu estava conversando hoje sobre revista vindo pra casa pós-trabalho. A gente estava falando sobre...

Meio que diferentes gerações da Capricho. A pessoa que eu tava conversando era 30 a mais, acho que 35. E eu tenho 28. Não é tanta diferença assim, mas tipo, quando eu tava nascendo, a pessoa tinha 6 anos. Então, eu falei assim, ah, eu consumia a revista Capricho. Ah, a revista Capricho tinha muita malhação. E eu pensando, então...

Na minha época de consumir a revista Capricho, quando eu tinha lá meus 13 anos, 12, 13 anos, Malhação ainda tinha seu espaço, mas a gente já tinha blogueira, tanto de blog quanto YouTube já tinha uma geração assim se formando. A gente tinha colírios, capricho, a gente tinha outras coisas que traziam jovens para a capa da revista.

A gente tinha as bandas, né? Tipo, Fresh, o NX Zero, tudo isso já estampava a revista e tal. A galera de fora. Mas a Capricho, no começo, tinha muito a galera de Malhação. Porque eram as referências teens na época, né? Porque você não tinha internet. Então, era tipo assim, era na televisão. E aí, qual era a novelinha teen? Era Malhação. Então, pra conversar com o jovem, eu ia botar o casal de Malhação, o galã de Malhação, ou sei lá, Sandy, Sandy Júnior. Mas era esse tipo de coisa.

que ia. Então, quando a gente pensa em 2006, como você estava falando, a revista ainda ditava muita coisa, porque a internet estava engatinhando.

Esse diálogo, principalmente de moda, com o jovem, era revista. Você ia ter o quê? O Seth Cohen na capa da revista. E como você falou, a It Crow era Harry Fulton, era Little Lou, era Nisha Barto. Pois é, era gente que tinha dinheiro, gente que tinha, tava na TV, era gente que, tipo, o paparazzi fazia a foto dela usando tal coisa, e aí isso irritava, porque essa era a referência que a gente tinha.

Ou então era diva pop, tipo Britney, prestes a surtar sofrendo já muito, mas tipo era a referência, a gente vinha desse campo da música assim, mas eram coisas que o analógico, de certa forma era muito valorizado, né? A televisão que ainda era analógica nessa época o sinal ainda era analógico mídia, né? Tipo, CD era tipo assim, ah, quem vendeu não sei quantas cópias, hum essa pessoa aqui merece minha atenção então

Pois é, hoje em dia é outro sistema, então quando a gente para para pensar que 20 anos é muito pouco, 20 anos é muito pouco, e é 20 anos para o filme, né? A gente para para pensar como o físico, a revista física, o jornal, como toda essa questão, tem 10 anos que eu acho que já está... ...

uma baixa muito grande, né? Mas, acho que ano passado fizeram 15 anos que a Última Capricho tinha sido impressa. Entendeu? Tipo... Não foi muito tempo depois que o filme saiu, que começou a declinar as coisas, né? É algo... É gritante, como...

Pouco tempo a internet foi num lugar gigantesco, e a gente vê outras pessoas de vida que a gente vai fazer de pra já, mas é muito rápido a distância que em 20 anos pode fazer, né? Ou em 15 anos pode ocorrer. A gente falando disso da internet, ah, em 2006 o Orkut estava surgindo, mas seis anos depois ele estava morrendo, porque em 2012 eu lembro que estava todo mundo migrando para o Facebook. Foi certo.

Tipo assim, você ainda usava ali o acúdio que ele não tinha acabado, mas as conversas, as coisas estavam acontecendo já no Facebook, já era outra rede social. Aí depois veio o Instagram, aí depois veio o Snapchat, que teve seu boom, aí o Instagram incorporou os stories. E assim a gente viu nesse meio tempo muita rede social nascer, morrer.

A revista devia morrer. Eu comentei num vídeo que saiu no Arroboi Clubinho, se você não segue ainda, falando sobre um pouco do que eu esperava do filme, que aí eu falo, que inclusive já vale pra cá, eu não tinha expectativa nenhuma, no sentido de que eu não sabia o que esperar, mas que eu achava que tinha muita coisa que podia ser explorada, principalmente essa coisa do analógico e do digital.

que acabou meio que acontecendo, e que a gente, ao mesmo tempo que isso aconteceu, a gente também podia já ver o filme e perder um pouco o timing, que isso não aconteceu, acho que ele soube trazer bem o assunto. Porque a gente tem uma volta das revistas, ainda não tá do jeito que era antes, eu acho que nunca vai ter, mas a gente tá vendo de volta, porque eu acho que depois que passou a pandemia, todo mundo se saturou tanto de...

da nossa única interação com o mundo ser digital, que as coisas analógicas estão voltando, né? O povo tá voltando a querer ouvir disco de vinil, tá querendo voltar a ver DVD, porque, ah, sei lá, os streams vão colapsar, vamos todo mundo voltar pra mídia física. Tá voltando a fazer hobbies fora da tela, a gente passa tanto tempo na tela que agora a gente quer...

Se antes a gente vivia a nossa vida no off e entrava na internet, agora a gente vive a nossa vida online e a gente quer um tempo para sair da internet, para passar um tempinho fora, pelo menos. E aí a revista ganha um pouquinho de força. Não é o mesmo definitivamente do que era naquela época, mas eu fiquei pensando, dependendo pode perder já o timing, porque a gente já está vivendo essa coisa de que, ai, o offline é o novo luxo.

Ter tempo é o novo luxo. Que é, né, de fato. Mas não, ele soube dosar bem a discussão. Que é uma discussão relevante, atual. O que está acontecendo com o jornalismo, com o impresso, com... Enfim, com o mundo diante desse mercado que foca tanto no publicitário, né? Pois é. E assim, vamos falar sobre isso já já. E você está falando isso. E vai ser também discutido. Então, se convenhamos, já que a gente está conversando aqui. Hollywood ama receber franquias.

por nostalgia, feliz com o seu chefe de louca, desde daqui a pouco que há uma da princesa. Ai, gatilho. Pânico foi revivido, Halloween foi revivido, Evil Dead, etc.

Fiz terror porque é muito meu ramo de atuação, mas nem sempre é porque existe uma história realmente acessária. Aqui, a gente vê que não precisava, mas trouxe um tópico de acessário, já vou comentar agora o segundo filme em si. O anúncio do filme, eu acho que desde que eu me conheço, eu me conheço por gente na internet, nessa discussão de trazer o segundo filme, em 2003, a Laurie Westberger.

escreveu e publicou A Vingança da Veste Prada, que é a sequência de seu romance de 2003. Bomba! Pra balançar isso aqui. É bomba! O primeiro foi adaptado em 2006. E não parecia provável que viesse essa sequência, já que Meryl Streep e Amy Hatt não têm que mostraram muito como deixar essa queda, que é um clássico.

e a Amorstrip mesmo disse que não estaria interessada, e Anne Hathaway falou que só votaria se tivesse o elecro junto, se fosse algo totalmente diferente. Em julho de 2024 foi anunciado com a UDigi Studios, devido a um dono da TwinCenture Studios, estava interessado em fazer a sequência, começaram as negociações e... BOOM!

Tinha roteiro, tinha direção, tinha elenco e eles voltaram pra O Diabo West Prada 2, que teve seu lançamento em...

Que dia de abril de 2026, aqui no Brasil, né? E a 1 de maio lá dos Estados Unidos. O que acontece, né? Como a gente vem falando, o filme se passa duas décadas depois, já em deixar o runway. A Andrea realizou seu sonho e se tornou uma jornalista respeitada. Inclusive, já começa sendo premiada no filme. Ela trabalha para o conceito lá do jornal New York, no Vanguard. Só que sua celebração, como a gente já falou aqui, é interrompida. Pois...

todo mundo que ela recebe também que por SMS eu assisti a música sobre isso foi muita gente a equipe assim foi demitida demitida por meio de mensagem de texto no discurso de proviso da mapa sobre a precariedade do jornalismo de casa das corporações e o discurso viraliza

Do outro lado, Narvan, o Impira também está passando por uma crise de credibilidade, porque a revista publicou um artigo elogiando uma empresa de fashion e essa empresa acaba gerando um escândalo que ameaça.

os anunciantes da Runway como saída o chefão da Runway chama a Indy para trabalhar como editora chefe da Runway para sonar esses anos dá uma hora nova para ele para ver se consegue

aquela questão de danos né e no início né a gente teve essa recepção muito dividida da do público como ela falou tava bem será que precisa foi com uma expectativa do chão eu fico com essa também foi com expectativa lá no chão e que a gente tratando como fosse o retorno do século mas eu tava esperando e eu fui legal me paguei para ver né e uma coisa é legal o trabalho início a gente vê como o ele continua com muito carinho

A gente já rasgou elogios aqui, a Barry Tripp, ela entrou na cena, já ganhou vida, já vê a Miranda ali, 20 anos depois, 20 anos mais velha, mas a mesma Miranda de sempre. O visual do filme continua impecável, os figurinhos, a direção de arte, style, luxo puro, luxo atualizado, inclusive, e já desse ponto eu queria... A gente já falou das atuações, gente.

do Elenco, a gente vai voltar aqui, mas um tópico que sempre quando eu falo de Bea, é questão de diversidade de arte, figurino, esse tópico todo que você adora no cinema em si, eu queria saber sobre aqui, segundo o filme, sua visão, seus pontos.

Então, eu gostei dos looks. Primeiro que eu achei o filme, as cores dele. Isso é uma crítica ao cinema no geral, né? O povo tá com medo de botar cor em filme. Tudo parece que tá meio com a saturação baixa, sei lá.

É uma coisa meio pressão baixa do filme. Mas aqui eu acho que a gente podia usar a desculpa de licença poética de que a vida calejou tanto essa galera que o mundo perdeu um pouquinho de cor mesmo. Mas isso é uma coisa que me incomoda, a mudança, porque o primeiro filme pra mim é lindo, as cores vibrantes. A gente tá falando de moda, então é muito colorido.

E aí, você sabe que o azul cerúleo é cerúleo porque ele tá no tom certo ali, sabe? É um ponto pra mim muito positivo do primeiro filme, assim como os looks. E aí eu gosto dos looks do segundo filme, mas eu confesso que eu não acho que nenhum vai ser memorável. Que nem eu falei do próprio filme, daqui a 20 anos a gente vai estar falando, não sei se daqui a 20 anos a gente vai estar falando dos looks, tipo, ah, esse look era icônico, com exceção de uma jaqueta não vou ficarONG.

Parece Tassel. Eu não sei se é Tassel. Mas é uma jaqueta com um monte de penduricalho peludinho que a Miranda usa. Que pra mim é essa do filme. Eu amo. Mas é isso, assim. Tipo, apesar de eu achar, tipo, tá todo mundo lindo. Meu Deus do céu. Eu não sei se...

Ao meio tempo que, ok, acho que faz juiz. É uma coisa que a figurinista do primeiro filme, a Patricia Field, ela fez. Que foi, ela colocou look que você não tava... Obviamente, a Andy tava usando botas da Chanel. Ela usou uma boina, não sei o quê. O dia a dia não tava tanto lá. Mas também não era uma coisa, ai, saiu da passarela direto pra cá.

Sim, é um intermédio. Eu acho que aqui tem muito mais do dia a dia do que da passarela, do editorial de moda. Você consegue muito mais ver as pessoas ao seu redor usando roupas parecidas, ainda que não sejam de marca, mas tipo roupas parecidas. Ah, tá usando uma camisa branca, uma calça jeans.

tá usando uma saia preta de couro, uma saia marrom de couro e uma blusa lilás. Tá usando a faiataria, uma sobreposição. Então são looks que chegam mais perto do nosso dia a dia. E aí talvez por isso não tenha tanta essa referência de que vai ser memorável, porque não parece tanto um editorial de moda. É tipo assim, ah, eu vi no filme, mas eu também vejo...

no manequim do próprio shopping do cinema que eu fui assistir, sabe? Aí tem um vestido que é, tipo, o momento do filme, né? Tipo, ah, não pode sujar, não pode não sei o que, que é aquele vestido quadriculado, colorido. Teve gente que não gostou. Eu, desde que a foto saiu desse vestido, eu achei ele belíssimo. Acho que super combinou com Hamptons, com essa coisa praia e quiet luxury. Ao mesmo tempo que tem personalidade, porque tem cor e tudo mais.

Mas mesmo ele, você se imagina falando sobre ele daqui a um tempo que nem você fala das botas da Chanel?

Pois é. Então tem muito isso. Então, ao mesmo tempo, que eu acho bonito, eu não vou dizer que é esquecível, mas assim, cumpre o seu papel, mas só. Entendo. Eu realmente decidi também, tipo, tem vários looks, né? No primeiro filme que a gente lembra que tem aquele impacto, né? Que a gente vê.

Tem realmente roupas que a gente olha ali e parece que não é tão linda. Sim. Pronto. A própria cena. A cena do primeiro filme que tem a transição das roupas, da Andy, a opção de Vogue, é o momento. Todo mundo. Eu, inclusive, adoro o vídeo do John Krasinski, que ele diz que ele assiste essa cena.

Parado assim, com a mão pronta pra quando passar o look favorito dele, ele apontar e dizer esse é o meu favorito. Nesse segundo filme a gente tem um momento parecido, que é com Nigel, Miranda e Andy passando por todos os fashion weeks, e aí tem uma música tocando, que acho que é inclusive da Lady Gaga, se eu não me engano.

Ou é a da Miley Cyrus. Eu não tenho certeza, mas é uma das duas. E a música tá tocando e aí vai tendo as transições e eles vão trocando os três de looks, que é pra mostrar essa passagem do tempo, que nem no primeiro filme. Mas nenhum deles eu prestei tanta atenção, me chamou tanta atenção, na verdade, ao ponto de eu parar, apontar e dizer meu Deus, esse é o meu favorito. Não sei se quando eu assistir mais vezes o filme eu começo a prestar atenção nisso, mas o primeiro já é muito impactante de primeira.

Concordo com você. E assim, trazendo pra questão dessa nostalgia, até na roupa, né, a gente viu que tem uns looks que remetem ao primeiro, tem uma referência de o primeiro. Já no início do filme tem o cinto da cor do versículo do primeiro filme. Sim. A mesma cor, a fala, vai lembrar? Azul. Azul, é. Azul cerúleo, é. Ela tem essa referência, então ela nãoencemos. Ela tem essa referência, então ela tem alguma informação alguma informação alguma informação alguma informação alguma informação alguma informação alguma informação alguma informação alguma informação alguma informação alguma informação alguma informação informação alguma informação informação alguma informação informação alguma informação informação alguma informação informação alguma informação informação alguma informação informação

Ele se referiu de uma forma muito sutil. Isso eu acho muito legal. Ela usa boina de novo. Tem uma cena dela que ela tá com boina de novo. Tem... Tem algum outro também que eu olhei e pensei... Hum, eu entendi a referência. Eu acho que é assim. Igual a Teixeira-feira muito louca. Eu sempre vou chamar a Teixeira-feira muito louca 2. Ou Freak and Fried. Eu nunca lembro dessa coisa de uma Teixeira-feira muito mais louca. Não vai louca ainda.

Eu nunca lembro o que eu mostrei. Eu acho que eles conseguiram manter essa noxalgia de uma forma muito sutil em vários momentos, inclusive. E tem outro sinal, quando tocou o Vogue, ela está basicamente já levada para o primeiro filme. Foi.

É incrível. Tem vários momentos. Pronto, essa coisa da cena mudando os looks, eu pensando, meu Deus, isso é uma referência ao primeiro filme. A boina, a cor do cinto. Tem o momentinho dela lá, conversando com os amigos no bar, muito parecido com o primeiro. E aí, tem a coisa do celular, que tem o mesmo paralelo. Eu, inclusive, falei assim, olha, ela agora tem amigos que prestem. E aí, pouco depois tem a cena do celular, que ela fica, ah, não, me dá celular, não sei o que, não sei o que, que é igual a do primeiro. Me irritou igual também, inclusive.

é o carinho é amigo dela não acha ele parceirão ele é tanto é que ele vai trabalhar né depois assim não tem um princípio me contrata ele me apresentando né

Pois é, aí tem a referência ao livro, né? A Andy tem vários momentos meio saudosistas, conversando com o Charlie, que é o novo Andy, que é o novo segundo assistente, ela teve tipo assim, ah, você tá esperando o livro, ah, você ainda tem que fazer não sei o que, aí ela tá brinca, tipo assim, nunca, em hipótese alguma, vá até o segundo andar. Quem é louco de fazer isso? Ah, ninguém! Corta pra ela mesma.

Então, assim, tem realmente vários momentos que remetem ao primeiro, que é bem essa coisa de afagar você. Eu comentei no programa da semana passada, na rádio, dessa semana que passou agora, que é um filme que é um grande fanservice. Sim.

Só que ele é um fanservice bem feito. E ao contrário de, tipo assim, eu adoro Homem-Aranha sem Volta Pra Casa. Só que ele, eu não tenho coragem de reassistir. Porque ele é um grande fanservice, só que ele é tão fanservice, que eu tenho certeza que eu assistindo pela segunda vez, eu vou ficar, tipo assim, gente, isso aqui não faz sentido. Meu Deus do céu, o que é isso aqui? Isso aqui tem nada a ver.

Ah, não sei o quê. Tipo, já não vai me servir, mas ao mesmo tempo eu vou começar a reparar nas coisas. Esse segundo filme, eu acho que ele é sim um grande fanservice, mas eu acho que eu já maturei. Tanto é que eu comentei com o Luiz que eu saí do cinema, pra mim ele era um 5 de 5. Agora ele já não é mais. Porque já foi, tipo, baixando um pouco e tipo, não. Só que eu acho que eu cheguei numa coisa que é, tipo assim, eu posso rever ele agora que não vai me incomodar tanto.

Porque o que me incomoda já me incomodou da primeira vez e o que não me incomodou é porque eu entendi que, tipo assim, gente eu não tava esperando muita coisa, entendeu?

Então eu tô feliz com o que me foi entregue. Pois é. Então é um grande fanservice. Bem feito. E acho que nos vários acertos, é realmente atualizar o cenário atual, sabe? Tipo assim, a gente é totalmente diferente. A gente tem influencer, tem fast fashion, tem aqueles... Inclusive, esse teu ponto, eu fiquei...

chocada, que não meteram nenhum influencer no filme. Pois é, tem citação, né? A Emily, ela fala que ela é uma influencer Não, tem, mas tipo, eu achei que podiam querer jogar alguma coisa. Inclusive a própria Emily, eu achei que ela podia quando...

tudo foi dando meio que errado, que ela podia só assumir que ela ia ser blogueira agora, que ela ia ser influencer. Fico muito feliz que não teve, porque assim, acho que é uma discussão atual, mas eu acho que ia ficar muita discussão numa só. Como o foco era jornalismo e a coisa da revista, eu acho que ficou ali no campo dos anúncios e tal, a publicidade nesse aspecto. Não entrou pra colocar algum personagem, influencer, que fosse, sei lá, desviar o foco pra isso, assim, sabe?

E assim, a gente viu a Miranda tentando sobreviver nesse mercado digital no momento do compliance ela estava tipo, totalmente no mercado, né? Tipo, na funde Ashley Que já fica aqui o nosso elogio, né? Porque que mulher maravilhosa

maravilhosa que mulher linda que atriz linda que atriz maravilhosa gente ela é incrível jurídico simoniense também aqui e ela faz a assistente né e ela meio que tem esse ponto nas reuniões Miranda é muito engraçado porque a Miranda tem uma assistente só para dizer o que ela pode não pode falar depois assim epa é então não pode não volta aí

ela é o que o clube eu deveria ter em momentos parecidos. Não é Aldan, não é Aldan. Não, tem uma coisa de... A nossa Miranda. Que se eu quer morrer, aí ela...

ela fala alguma coisa de tipo assim Ah porque não sei quem você quer eu terei cometer suicídio aí não pode ela mas eu tô falando de não vou matar outra pessoa é o gente sério muito bom personagem aí a primeira amiga eu quase morri que é tipo quando tava notícia tá lá

Aí o Daigo fala assim pra Miranda, ela, eu não tenho um óculos, eu não tenho óculos, eu não enxergo. É. Sabe, são pontos tão simples pra gente rir. E é muito interessante toda essa construção, porque a gente enxerga como os personagens, os atores, são muito confortáveis. Eles têm uma relação muito bonita. Inclusive, eles são literalmente família, né? Porque, por conta do primeiro filme, o Stanley Tucci casou com Felicity Blunt, que é irmã da Emily Blunt.

a Mary Striep deu entrevista pra Sasha e ela conta que ela tava no casamento da Emily Blunt que foi alguns anos depois do primeiro filme casamento com o John Krasinski o Jim Halpert, maravilhoso ela conta que a Felicity levanta pra discursar e ela vê o Stanley meio que se iluminar assim e aí eles tão juntos desde então são literalmente família olha só que icônico e aí

Você sempre vê, tipo, independente, não é questão de divulgação. Às vezes eles não estão fazendo o filme junto, mas eles fazem questão de papas de vermelho se encontrarem. Aham. Em cinema, eles sempre tiram alguma foto junto, eles sempre tiram essa troca. Em entrevista, sempre um falando do outro. A ele mesmo, ela tem muita gratidão pelo filme, que é um... Assim, apesar do sucesso de O Diário da Princesa, eu acho que O Diabo Veste Prada é o filme mais popular dela, né?

E olha que ele é pra mim uma das três mais populares da indústria. É, outra que também já fez de tudo. De tudo. E ela tem bastante subcontro. Ela acha que a família é gato. Ela tem o que é um dos maiores filmes. Vem o Oscar pelos Miseráveis. Como o Humberto falou. Pois é. Que a vida precisa.

Ela canta, sabe, muito bem. A Kata também visualiza, a Kata é do Seixo Big Bang da Kani. Eu assisti essa semana de novo, porque passou na minha tele, aí eu tenho que ver. E repetir das vezes, no mínimo dez vezes. Seixo Big Bang!

Eles são muito confortáveis e como você falou, eles são muito como se fosse família. E para a gente ter sentimento de encontrar personagens que fizeram parte da nossa vida também. É como encontrar... Nossa, como a gente falou, a gente era muito mais louca ainda. Exatamente. Tipo...

A gente tá encontrando a Ana no momento de vida que ela tá casada. A gente cresceu com esses personagens, né? Tudo bem que, tipo assim, a Andy agora tem 40 anos. Sim. Mas, tipo assim, a gente cresceu com esses personagens. Pois é. E o humor continua funcionando muito bem. Eu comprei. Abraça o Universal Fashion, que meia ama e eu adoro ver. Sim.

Eu sempre comparo o bastidor e o elenco, assim, o entrosamento de O Diabo e o Bastido Prada com Mamma Mia. Acho que o segredo é a Meryl Streep. Porque eles também têm essa. Tudo bem que eles fizeram os filmes bêbados, mas era de tanto que eles se divertiam juntos, assim. E aí você vê isso também, tipo, a Amanda Seyfried, sempre que pode, ela fala da Meryl Streep. Assim como a Meryl Streep, sempre que pode, fala da Amanda Seyfried. E aí o Percy Boswell.

O próprio Stellan, tipo, todos eles têm muito carinho pelo bastidor, pelo trabalho. E eu acho que com o Diabo de Prada também é muito isso, assim. Acho que eles jogam muito no seguro, né? Não sei se foi uma falha, foi bom. Eu acho que pra mim foi muito bom, visto que é um filme pra gauxia. Ele não foi pensando em reposicionar a indústria de cinema, tanto que não tem muito o...

tem muito que falar ali a discussão é válida e muitos cursos válidos ali mas é um filme totalmente seguro tipo a primeira pressuridade é muito clara do trabalho do ego da missão novamente do que o vale deixar sua vida pessoal para o trabalho para viver ao todo um setor né é um discurso da Miranda sobre ela não veio a se desprezer ela

É, no primeiro filme a gente tem o Nigel falando, ah, me avise quando sua vida pessoal tiver ido pros caralhos, digamos assim, né, não é com essas palavras, mas é tipo isso, porque significa que você vai ser promovida. E aí, no final, ela tem, tipo assim, ah, eu nunca teria feito aquilo com o Nigel e não sei o que, e aí a Miranda fala, mas você já fez. Pois é.

Aí ela, não, eu não fiz, eu não tinha escolha. Que é uma coisa que me irrita muito na Andy, no primeiro filme. Tudo dela é, ah, eu não tenho escolha, eu não tenho escolha. Não, amor, tenho, você tem escolha. Mas você tá se priorizando, porque você sabe que você passar, no mínimo, um ano nesse trabalho vai te levar pro trabalho dos seus sonhos. Então você está, sim, disposta a engolir, fazer tudo que a Miranda quer pra daqui um ano conseguir sair. Tudo dela, ah, não tenho escolha, não tenho escolha. Sim, você tem escolha.

E aí é meio que o que a Miranda fala, né? Tipo assim, você podia ter dito que não vinha de jeito nenhum pra Paris, mas você veio, e você sabia que a Emily queria, mas você veio. Então, tipo assim, você meio que passou a perna nela, de alguma forma. E assim... Isso meio que volta, né, no outro, que é... A Miranda tá falando justamente isso. Tem um custo. Você escolheu, em algum momento, quando você viu que era demais...

não fazer mais, mas ela decidiu que ela ia continuar e aí por conta disso, é como fala ela não viu as filhas crescerem como gostaria ela tem um milhão de divórcios porque basicamente nenhum marido aguentava a rotina dela ela teve que aguentar apelidinhos de tipo, ela é a dama de ferro ela não tem coração sei lá o que, um monte de coisa Nossa Carrie Soto Ela é a Nossa Carrie Soto

e assim da velhuga também eu ia dizer isso e nossa quer e Hugo pois é isso e se como você tá falando é muito bom para demonstrar muito forte é a gente aqui né a tô muito aí então muito a Miranda a Emile lá não falou que era a primeira assistida Miranda ela virou executiva senha da Dior toda essa

o motivo da saída da Rony, acaba virando, em certo momento, muito um plot do filme, né? Sim. Situações, decisões, e até o que vai levar pra resolução, e também é interessante, ela se envolve, que aqui eu vou citar, mas acho tudo bem demais, então, Ricardo, lá, cara, eu não reconheci o Just Rattle, porque tudo que fizeram esse é o que foi um gostoso, velho.

e o que fizeram com ele esse filme ele embarangou tanto nesse filme é legal a minha referência dele tava em Beardyce 2 e assim para quem sabe ele era o papel dele marconte

Ele tá nas panteras detonando. Ele é um vilão. Ele é o ex da Dylan Sérgio Verbo. E ele também é da famosa série da HBO. Muito icônica. The Leftovers. Então ele é ex-agentário. Gente, ele assim. Gente, pra quem quer uma referência mais atual. Ele é justamente o cara que quer casar com a Winona Ryder. Em Beetlejuice 2.

Os fantasmas ainda se divertem. Que era como tava fresco na minha cabeça, né? Aí quando eu vi eu disse, gente, eu só sabia que era ele porque eu sei decorado o elenco desse filme, né? Do segundo filme também, já. Aí quando bati o olho eu disse, só pode ser ele? Porque o Kenneth... Brackner, sei lá.

é o marido da Miranda. O outro eu não conhecia, que é o Patrick Alguma Coisa, que é o carinha que faz lá, o corretor que faz o par romântico da Andy. E o BJ Novak, eu também sei quem é, porque eu sou obcecada por The Office, né? Tá velhinho, né? O caba, o bichinho. Ele tá. O nosso eterno Ryan, estagiário. Ele é o NEPO Baby, galera, do filme. Ele é o NEPO Baby. E... Até o Olenco Novo tá muito bem no filme, sabe? E...

o catapult interessante que é trazido durante o filme como a gente vai falar aqui o de Paul Baby que lá do pai ali quando eu tava com o pai ele pode assim que meu pai fez até agora vou fazer o que eu quero ele é tão sucesso é temos a Lucy Liu que foi para mim temos a Lucy Liu como a Sasha que é icônica que é icônica que ela ainda também gente para mim

Eu tenho que falar que quando eu vi a Lucilio, eu vi a gente, porra, eu sou muito fanático da Lucilio, eu acho ela muito boa, eu acho ela linda. Pra ver, ela é uma mulher mais linda da indústria, porque... Ela é. E ela fez a Evelyn Hugo, né? Ela não deu entrevistas. Aí pra Andy, ela concedeu uma entrevista. Pra Andy, né? Ela consegue o que ninguém consegue. E foi tão jornalista da parte da Andy começar com, sei lá, o piscineiro da mulher pra tentar chegar no contato. E assim, nas pessoas que voltaram, o único grupo de amigo Dlatego...

de amigos, tá? E que voltou foi a Lily, que é a Triss Thomas. E gostei do personagem dela, sabe? Eu gostei também. Ela tá mais legal do que no primeiro filme. E eu achei ela mais parecida com a do livro nesse segundo. No caso do primeiro livro, né? Eu gostei. Ela foi um... Eu gosto de atriz. Ela tá nas séries que eu mais adoro. É Code Cave. E assim, adoro. Mas, amigo, eu quero saber de você. Pontos positivos do filme?

amiga eu acho que eu tô pensando toda hora da nossa hoje é dessa forma que eu falei muito sutil eu acho que a Marvel atrás que estou com a área e volta para casa você trabalha de pouco e Wolverine e você tá também já Vingadores tá vindo aí

Nostalgia jogada Gente, eu vou mastigar, jogar na boca de vocês Calma, eu gosto de Deadpool e Wolverine também Sim Eu não vou falar nada sobre Vingadores que eu não sei o que esperar Deadpool e Wolverine é que nem Homem-Arensa Volta pra Casa, eu não tô com coragem de assistir de novo Talvez pelo Chris Evans que eu amei, pronto Para mim a melhor coisa de Deadpool e Wolverine é trazer o Chris Evans como o Dlatego!

Johnny. Sim, mas sabe que é um filme que é muito... É forçado, né? Estou jogando a cara de vocês, que é nostalgia. É tipo assim, o nosso enredo é nostalgia. O roteiro é nostalgia. Toma aí. E aqui, não é. Eu acho que se eu fosse... Tá, eu vou olhar aquela crítica do cinema bem... Que não é um fã. É o crítico do cinema. Sim. Mas por enquanto, focado no ponto positivo. Já já a gente fala se tiver ponto negativo.

ponto positivo é que eles superam realmente da odataologia. Eu acho que o discurso que trouxeram aqui é um discurso extremamente válido, principalmente para 2026, realmente. Tudo que a gente faz, como eu falei, a gente divide tudo muito rápido. Tanto que é muito interessante ver que um ótimo texto que a ED6 não é válido, porque eu tive tantos cliques baseados como isso fosse basear a qualidade dela. Exato.

Tanto que quando a Lucilio fala que adorou... A Lucilio falou... Quando a Lucilio fala que adora os textos da Andy, você vê, né? Você vê que aquilo que a gente fala, da validação para a Andy... A gente criando conteúdo, inclusive fica aí, tipo, a gente faz um vídeo...

super edita, não sei o que, ou então escreve e aí não tem muito clique não tem muito engajamento aí às vezes é uma besteira que você vem aos lugares tem super, aí você fica, véi mas aí vem alguém que diz, sei lá, porque eu amei o que tu falou sobre Spencer eu amei o vídeo que você fez sobre look e não sei o que, que eu não sabia e aí você fica, ai uma pessoa gostou, tipo, ouviu agregou na vida dela alguma coisa, valeu a pena mas é muito difícil então!

Acho que isso foi uma coisa também que pegou, assim. Ah, porque não tem clique, ó. Você vai ser demitida, porque não tá sustentando o site. Não tem clique. E a gente tem essa coisa, né? Que a gente precisa de engajamento, porque, sei lá. As marcas, a gente não consegue fechar parceria porque a gente não tem um engajamento tão alto. Porque no blog a gente tem matérias incríveis, mas que tem 10 visualizações, 20 visualizações. Aí fica, não é suficiente.

E a gente tem que eternamente estar voltando pra coisa, tipo assim, véi, mas são 20 pessoas que pararam pra ler.

São 10 pessoas que pararam pra ler. É complicado. A gente tem também bons, tipo, 500 leitoras de um post. Do nada. Mil. E aí você fica, meu Deus. A gente tem 15 mil seguidores no podcast. Você fica, meu Deus do céu. São 15 mil pessoas. Porque é isso. É tentar eternamente nem se iludir com o número alto, nem se desanimar com o número baixo.

e é como a grande poetisa celebra uma vez que ela puxar no filme né pode haver 100 pessoas uma fala 99 pessoas já que estaria em você mas basta uma aquele táxi muda toda sua vida e é isso que acontece aqui exatamente eu acho que eu acho que já percepado ela ele tem uma atenção era muito boa desde o primeiro filme que eu digo tá claro que é

Eu vou usar o que Mel falou, sim, que é questão de... Não é negativo, galera, é só falar. Realmente é só um ponto que me assistiu e eu acredito nesse também. No primeiro filme a gente teve Vogue, a gente tem... A gente tem... Todos, por favor.

Inclusive, começou a abertura. Tem também a referência ali da Andy Escova nos Dentes. Mas assim que o filme começou eu já soltei. Na verdade, eu pensei que acho que eu não soltei essa pra Annalyn. É tipo, não é uma abertura tão memorável quanto a do primeiro filme. Mas assim, tem Jump da Madonna também. Mas assim, são músicas que você automaticamente querendo ou não, você sabe que tá falando de A Best Prada. Period.

ponto não é negativo falar então é negativo que eu falei só que eles têm essa tendência de fazer coisas marcantes tal qual fez aqui pois é Lady Gaga é um filme de fósforo atual tá como o três músicas originais para o filme do ano e que é escrita ou por ela e por pelo Bruno Mars e tudo

tá com a parte de quando é muito boa Rony eu amo e o clipe também é incrível muito muito boa é uma história nossa muito muito boa a checa com uma e quando fala canta do filme Nossa muito boa tanto assim caga que tem que falar de do ali

tem Walk of Fame, da Malicella, que parece que ela sabia, que ela fazia pro filme. Aham, que é justamente... Por isso que na minha cabeça ela é a música da transição dos looks do segundo filme, porque tá falando de desfile, tipo, as cenas são de desfile, e aí eu acho que é exatamente ela. Mas Dua Lipa também, né, com End of Unirror.

e Cisa, Olivia Dean, Ray então trilha sonora pra mim também uma trilha sonora, tipo assim eu acho que é uma trilha sonora muito atual com nomes, que aí sim, tipo daqui a 20 anos a gente vai estar falando, nossa a Ray tá bem alta, Dua Lipa tá bem alta a Miley, a Olivia Dean, a Cisa

uma coisa é uma boa junção de artista para esse filme eu acho que fenomenal eu vou ter que falar isso eu sempre falo que a questão da fotografia achei boa eu vou cair até uma cena lindíssima que é uma história Itália que a a merce e eu acho que ela vai falar ela tá sozinha na praça não éONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONGONG

Aham, é lindo. Eu virei na hora e disse assim, imagina o trabalho de esvaziar esse lugar. Eu bato pau. Que lindo, ela tá bem centralizada, assim, não tem uma penada.

aquele que a gente vai falar, que eu já falei e você concorda, quer dizer, eu vou falar aqui de você, pela paratroop, presença, sabe? É quase como fosse algo, sei lá, místico, sabe? É só ela numa cena e você sabe que é um grande personagem ali, sabe que é...

a Miranda para você ver que tudo ali é muito bem calculado, sabe? Então, quatro formas para isso. O Elenco, né? Acho fenomenal, entendeu? Falar tudo. Eu acho que não tem nenhum ator, assim, nenhum atriz que eu diga, nossa, já sei. Não, o Elenco tudo casou muito bem, muito bem.

De ponto negativo, novamente, não vejo nada que seja extremamente negativo. Se eu fosse falar, tipo assim, não precisava de filme no filme. Não precisava. Porque você acaba que, olhando cinematograficamente, ele é um filme que ele joga no seguro. Ele repete a mesma forma do primeiro. É tipo, tá ali, fazendo o peijãozinho com arroz básico.

não desagradar o sonho mais chiquei até aquela pessoa que vão só para ver uma obra de avançada fechadinha quadril sabe o quadradinho tão puro for service como você falou e

não tem nada que seja muito negativo no modo de prejudicar minha experiência cinematográfica, como eu sei que, como você já assistiu aqui, esses jogadores de filmes que têm essa mesma temática, de ser fãs service, vai atrapalhar seu que rever. Então, é um filme bem redondinho, inclusive, eu acho que é um trabalho...

fenomenal aqui e consegui segurar e vou falar algo a direção do David Franco a muito boa ele é o primeiro filme então muito muito bom e que assim esse engajamento a gente não veio desde que Barbie e Oppenheimer aqui né ele falou que ele é os fãs e os vestígios como terem ido para um desfile

Eu fui de suéter azul cerúleo Eu vi gente dizendo Porque tá fubanga Tá brega Gente, as pessoas estão indo Como elas se sentem bonitas Tipo, a Anne Hathaway pediu Vistam-se do jeito que vocês gostam Como se fossem pra uma festa Celebrar alguma coisa E as pessoas estão ou fazendo suas referências ao filme E aí

Se inspirando nas cores e nos próprios looks do primeiro filme. Como usando que elas se sentem bonitas. Então, tipo assim, por mais que eu possa não gostar de uma roupa no sentido de que eu jamais usaria. Eu acho que nesse contexto eu não consigo dizer, tipo, ai tá feio, ai tá cafona.

as pessoas estão se expressando e eu acho que me lembra um pouco, como você falou lembra Barbie, mas no geral me lembra um pouco carnaval, sabe, que você se sente livre pra vestir o que você gosta do jeito que você gosta sem estar esperando o julgamento então quando você tem um filme desse tipo, é tipo assim as pessoas estão se vestindo como elas se sentem bem como elas se sentem bonitas, pra curtirem um filme, um momento em sua maioria mulheres com suas amigas então tipo vou!

Foi lindo. Eu fui assistir numa na Ira Shopping no final de semana de estreia, né? Fui no feriado. E tava lotado. Tipo assim, a fila. E um monte de grupo de mulheres vestidas incríveis. Tinha mulher usando boina.

Tinha gente de meia calça colorida. Nailin foi vestida de cetim. Eu fui com a blusa do suéter azul cerúleo. Fazendo referência. Porque eu jamais perderia a oportunidade de me vestir temática para esse filme. Tinha um grupo que estava na nossa frente. Que eram quatro senhorinhas. Elas tinham tipo de 70 para cima. Tinha uma que estava com o suéter azul em cima da roupa dela. Todas elas arrumadas.

Eu inclusive virei pra Nalin e a gente tava tipo assim, nossa, eu espero que daqui que no futuro a gente seja assim tipo, vindo pro cinema com as suas amigas dependendo da sua idade, pra assistir um filme juntos, então, eu só consegui celebrar, ficar muito feliz, do cinema cheio, que é uma coisa que a gente ama sempre, né? E todas essas pessoas se sentindo bem fazendo o que gostam, acompanhadas de quem gostam pra viver um momento legal, assim, sabe? Com um filme que é muito marcante pra todo mundo.

eu concordo com você eu acho que tudo que envolve gays e mulheres vai ser criticado de uma forma evolutante como fosse o fim do mundo então ninguém fala de homem um monte de homem no fantasiado para o estádio porque camisa de time é o que

Ninguém fala que eles vão fantasiados pra filmes de hétero. Vem vestido de Homem-Aranha assistir o filme. Ninguém tá falando que parece animador de festa infantil e vai pro cinema. A gente, inclusive, tá lá. A gente também com nossa camisa da Marvel ou sei lá o quê. Mas sempre afeta esse povo. Pois é. Você é alguma coisa negativa? Se você queira pontuar.

Tenho, mas antes eu vou falar dos pontos positivos pra mim. Tá. Concordo com tudo que você falou. As novas adições do elenco, incríveis. O elenco original, maravilhoso. Um que pra mim é um super ponto positivo é a vulnerabilidade da Miranda. Eu acho que humanizaram a personagem. Se a gente tem ela meio demonizada até no primeiro filme, aqui humaniza essa personagem.

É que, tipo assim, ela precisou baixar a crista dela porque o mercado mudou. E aí a gente vê o ser humano por trás da casca dura. Eu adoro a cena que, ah, o vestido manchou. Que, inclusive, muita gente reclamou, ah, porque o filme tá muito picotado. Porque o Nigel faz a maior kikiki que a Andy não pode sujar o vestido, aí ela suja o vestido e a gente nunca tem o retorno quando ela foi devolver. Sendo que, pra mim, aquela cena foi justamente pra existir aquele diálogo da Miranda super leve.

falando com a Andy ali e tipo super felizinha na casa do Hamptons e não sei o que eu falei que eu gosto muito do marido dela que é um marido presente e tal eu gosto muito e aí pra mim é a melhor coisa do filme e foi o momento que eu chorei de fato

que é o arco de redenção da Miranda com o Nigel. Quando está lá, justamente no desfile, vai ter o desfecho final da compra da runway. E a Miranda, mas eu vou discursar. E a Andy, você tem alguém que pode fazer esse discurso por você? Ah, só de pensar, eu já estava tentando chorar de novo.

E aí ela olha pro Nigel e aí ela fala, tipo assim, não, mas ele não quer, ele nunca disse que queria, eu saberia. E aí ela para um tempo assim, fica olhando, e aí vai caindo a ficha dela de que sim, ele quer. E aí ela vai lá e fala pra ele que, tipo, ele vai fazer o discurso e não sei o quê, e dá um beijinho pra ele e agradece. E aí ele vai e faz o discurso. E assim, pra mim, é realmente o momento do filme, quando pegou pela emoção do primeiro, porque é uma coisa que me deixa muito mal do primeiro filme.

é a rasteira que ela dá no Nigel pra ela não sair do cargo, então ela bota a Jaqueline pra o cargo que o Nigel ia assumir e ela continua na runway e aí ele fala, né, tipo, a Indy fala com ele, ele fala, não, um dia ela vai me recompensar, e aí a Indy até fala tipo assim, você tem certeza, ele

Eu tenho que ter esperança. Alguma coisa assim. E aí isso finalmente acontece. Ao mesmo tempo que eu e na linha a gente ficou conversando. Como óbvio também precisa ser dito, né? Porque ao mesmo tempo que ele queria muito ele tinha aquela coisa de não, ela sabe. E ela é tipo assim não, ele me falaria. Eu saberia se ele quisesse. Ele me diria se ele quisesse. Ou seja, a gente tem 20 anos de tortura por uma coisa que podia ser comunicada.

Ele podia ter dito e ela podia ter prestado mais atenção. E aí eu fiquei assim. Que é justamente quando tem...

Quando meio que acontece tudo que ela sai, né? E ela vai pra... Essa cena lá do... Que a gente tava comentando. Antes dela sair correndo. A cena lá do... Da Itália, do... Da Praça Vazia. Enfim. Então eu gosto muito dessa cena, dessa sequência. Eu realmente chorei. Muito. Eu fiquei, meu Deus, eu não quero por isso. E chorei. Então eu amo isso. De ponto negativo. Eu tenho... Acho que dois.

Não, três. O primeiro, eu acho completamente desnecessário. Nenhum contra a pessoa. Mas eu acho completamente desnecessário o romance da Andy. Eu entendo que talvez fosse fazer uma coisa de tipo, ah, agora ela tem um namorado decente. Massa. Mas assim, não precisava. Achei um casal meio pai, é meio do nada. Não tem desenvolvimento deles. Eles mal começaram, aí ela já viajar, aí já tem problema. E aí fica só naquela coisa de tipo, ah, ela meio que não sabe lidar com isso. Aí volta. Enfim.

Eu achei ele muito fofinho, todas as partes que ele, ah, eu fui ler suas matérias. Aí ela, ah, você leu minhas matérias mesmo sem saber se ia me encontrar de novo? Ele, sim. Aí ela, meu Deus, isso é, sei lá, isso é muito legal porque eu já me relacionei com pessoas que nunca leram nada meu. E aí depois tem, quando ela chega aqui, ele aprendeu italiano. Então, tipo, ele foi aprender italiano mesmo sem saber se ela ia voltar atrás pra falar com ele.

Fofo, mas assim, não precisa ver aquele romance. A segunda coisa que eu não gosto é que, querendo ou não,

Apesar de eu discordar da cena específica Que o povo reclamou que o filme é meio picotado Eu acho que ele é meio picotado Sim, e eu não sei se é um problema Do roteiro, que não é o melhor Roteiro do mundo, ele cumpre o seu papel Mas não é o melhor roteiro do mundo Ou se for uma coisa, tipo assim, o filme ficou muito grande Tiveram que escolher o que ia entrar e aí ele fica Meio picotado mesmo, nada que eu acho Que comprometa de fato a narrativa Mas

tá ali, e pra mim a coisa que mais me incomoda de tudo é que, com muita dor no coração, inclusive eu falei isso, a Andy me irrita. Ela me irrita tanto, porque tem muito, atualizaram várias coisas do filme, né, a gente já falou aqui todas elas, mas tem um monte de coisa que a Andy abre a boca pra falar e eu só pensava, bicha.

Tu tem 40 anos? Por favor, né? Não tem por que, mas tá pensando desse jeito. Ou então, mulher, já se passaram 20 anos? Vamos melhorar esse discurso? Principalmente relacionado ao jornalismo. É tipo assim, não mexa com jornalismo, não fale mal de jornalismo perto de mim. E uma coisa que me irrita, que é o que mais me incomodou, porque era onde principalmente o discurso dela se centrava, é que mesmo 20 anos depois, ela continua com a mesma ladainha.

de que ela vai passar só um tempo na runway e depois ela vai fazer, abre aspas, jornalismo de verdade. Como se jornalismo de moda não fosse jornalismo. Tipo, ah, se você não está fazendo jornalismo investigativo, de altíssima relevância social, no aspecto de sociedade mesmo, tipo, tratar, sei lá.

direitos humanos, qualquer coisa desse tipo, você não tá fazendo jornalismo. Eu acho que isso me irritou, porque isso meio que me afeta pessoalmente quando alguém vem querer dizer que, sei lá, o que a gente faz no clubinho não é jornalismo, porque a gente tá falando de cultura pop.

Tipo assim, véi, recolha a sua insignificância. Então, isso era uma coisa que ela já falava no primeiro filme, que era tipo assim, ah, eu vou passar só um tempo na Rwanda e depois eu vou pra New Yorker fazer jornalismo de verdade. E aí eu pensava, tipo assim, mulher, 20 anos se passaram, tu tem quase 40 anos e tu continua com esse pensamento de que tu vai passar...

um tempo aqui, depois tu vai fazer jornalismo abre aspas novamente de verdade, isso me irritou demais porque eu acho que não condizia com a história que eles estavam contando tava falando tanto do impacto da revista da importância das revistas e tudo mais, e tem esse discurso ainda, sabe eu acho que recém saída da faculdade, isso fazia sentido porque a gente mesmo sai da faculdade achando que vai mudar o mundo, né

Tipo, ah, eu vou escrever, eu vou cobrir guerra Eu vou escrever, não sei o que Gente, eu já cobri uma pandemia Me deixa cobrindo cultura pop, sabe? Tipo, Deus me livre de ter que estar falando toda hora De todo mundo estar morrendo A gente tem aí um monte de casos de feminicídio Isso é jornalismo também, sim Alta relevância social, importantíssimo Mas também não diminui o que a gente faz Cobrindo aqui, o Diabo Estipado 2, sabe?

É cada um na sua caixinha e tal, mas eu acho que nenhum deles é menos jornalismo. E aí eu acho que pra um filme que tava tão se atualizando ou reparando as coisas, não condizia continuar com essa narrativa. Porque como eu disse, pra mim fazia sentido ela recém saída da faculdade e achar isso. Agora ela depois de 20 anos de carreira, continuar com esse pensamento, é meio elitista até, né? E que aí eu acho que não combina com a personagem.

Então isso, pra mim, foi meio que uma bola fora, assim. E realmente, acho que foi o que mais me incomodou. Eu fiquei, gente, tá desconexo da história que vocês estão querendo contar. Se não me contas, nada que impeça você de curtir o filme, né? Porque, como eu disse, a primeira End também me irrita. Então, a irritação continua.

Eu só queria que tivesse sido por outras coisas e não, por certa forma, diminuir do que a gente mesmo faz, né? Tipo, eu vou ser aqui no Clube Nimo e tal. Acho que foi isso que me afetou tanto. Tipo assim, ah, minha filha, você tá pisando no meu calo. É isso. Mas é isso. São esses pontos negativos. E eu queria saber de você sua nota, amigo. Minha nota? Juro a você. Foi uma cena mais complicada pra mim ficar na nota pra isso. Porque ao mesmo tempo que eu gostei muito do filme, eu acho que como a gente vai ser expectativa de novo, bitch.

ao mesmo tempo eu gostei muito mas não chegou a pé de um primeiro nunca será um fato sabe aquela coisa de 5 estrelas ele chegou 3.8 quase 4 e só que você em 4 sim também sobre o dança nota seria um 8.8

Eu falei, já comentei aqui que assim que eu saí do cinema, pra mim era um 5 de 5, assim, meu Deus do céu. Porque vocês, ouvintes do Clubinho, já sabem que eu levo muito em consideração se eu chorei no filme. Tipo assim, ah, chorei, me emocionei. E vocês já sabem também que eu já contei que eu chorei. Então, ai, meu Deus, é um 5 de 5. Agora, eu fechei num 4,5 de 5, tipo estrelas.

E de nota eu diria que é um 8,5. Porque é isso, tipo, eu acho que ele é ótimo no que se propõe a fazer. E eu tiraria do 4,5 de 5, eu tiraria esse meio ponto justamente das coisas que me incomodaram, dos meus pontos negativos. E aí, para mim, essa correlação de quando eu penso em estrelas e penso em nota, 4 é para mim um 7,8. Então, ficaria num 8,5 aí, porque para mim 5 estrelas é quando é 9 ou 10.

E aí esse filme não é, depois de amadurecer, ele não é um 10. Mas ele é ótimo, divertidíssimo. Com certeza eu vou assistir de novo quando entrar no streaming. Provavelmente vire um grande ritual de, ai, vi o primeiro, vou ter que ver o segundo. Enfim, divertidíssimo. Para ver com os amigos, inclusive.

Sim, nossa E a experiência de ver esse filme no cinema Foi incrível, porque o primeiro eu não vi no cinema, né Então ver esse filme no cinema foi incrível Eu falei também nos vídeos Tipo, gente, se eu li Verity, vou assistir Verity Pra ver em Hathaway Eu não ia ver O Diabo Veste Prada Porque o segundo

Porque o primeiro é um dos meus filmes favoritos da vida. Eu, inclusive, me vi obrigada. De tanto que eu, obviamente, ficou mais frequente falar sobre esse filme. Agora que vem a sequência, porque todo mundo me perguntava. Mas justamente pelo fato de todo mundo querer saber a minha opinião, eu fiquei pensando, gente, tá no meu branding esse filme. E aí eu fui lá e atualizei o meu quatro favoritos do Letterboxd pra colocar ele.

Eu disse, não adianta, ele é realmente um dos meus filmes favoritos da vida. Então, eu tava com muito medo. E agora eu tô aliviada.

Precisava, não precisava, mas já que foi feito, foi ótimo. Adoramos. Anne Hathaway, Mary Streep, Stanley Tucci, Emily Blunt. Contem com a gente sempre. Simone Ashley, contem com a gente sempre. E a Gaga também. Queria que fosse pesado do coletivo de empresas falando que você sempre pensou na moda. Não é? Elas dizendo, não, porque a Anna Wintour me disse pra fazer esse filme.

O espírito da Miranda Priestly veio até mim e disse, você vai cantar nesse filme. Sim. E é isso, agora quero saber de você. O Delves Prada entregou tudo ou era mais notificado só no original? Conta pra gente lá no...

nossa DM, no nosso postagem de alguma postagem lá. Com certeza tem postagem de alguma postagem pra vocês comentarem. Tem no mínimo quatro vídeos e não sei se quando vocês ouvirem isso já vai ter saído, mas eu quero escrever ou fazer vídeo sobre o filme. Então, talvez já tenha aí.

Então conta pra gente nas redes sociais qual é a sua fantástica favorita, a cena icônica. Escolha esse podcast, compartilha com os amigos que a gente adora. Não esquece, né? A gente sempre tá aqui todos os sábados. A nossa segunda a gente não tá. Mas quando a gente tá, a gente tá. Beleza? E é isso. Um beijo e até o próximo cafezinho. Um bom grupo de café da manhã e outro. Tchau, tchau.

Anunciantes3

Ana Victória Borges

external

Marcos Fábio

external

Marta Borges

external
#189 O Diabo Veste Prada 2 Entregou ou Só Vive de Nostalgia? | Castnews Index — Castnews Index