" Nossas Crianças Precisam De Cristo" Pr- Nagimo Junior - 10/05/2026 Domingo Culto Da Noite.
Nagimo Junior
- O Propósito dos FilhosMateus 28:19 · A responsabilidade da família e da igreja · Vozes que distraem as crianças · A influência da cultura e da internet · A importância da intencionalidade no discipulado
- Comunhão com CristoJesus e as crianças · Lucas 18:15-17 · O valor das crianças na igreja · O maior investimento nos filhos · A necessidade de conduzir crianças a Cristo
- Defesa divina contra o pecadoRomanos 3:23 · A condição humana de pecado · A graça de Deus · Romanos 6:23
- O Trono de Deus e o LouvorA valorização das crianças por Jesus · Dependência, simplicidade e confiança · Crianças como alvos do reino agora · O chamado para ser imitador de Cristo
- Serviço ao próximo e comunhãoA decisão de seguir Jesus · Oração de entrega a Cristo · João 3:16
Eu quero que você feche seus olhos e imagine comigo uma cena. É esse homem que nós acabamos de cantar sobre ele. Jesus, o Filho de Deus, aquele que tem poder para salvar, tem poder para curar, para libertar, para fazer nova todas as coisas. Mas esse homem caminhava com seus discípulos.
e os seus seguidores iam atrás dele, e em algum momento ele para, e o povo começa a chegar e ficar ali ao redor dele, e uma conversa começa a acontecer, questionamentos às vezes profundos, algumas dúvidas, alguns medos eram sanados.
E aqueles homens eram ali abençoados por Deus, por Jesus. Mas de repente alguma coisa começa a acontecer. E a gente percebe que mães e pais começam a chegar com seus filhos. Alguns de colo, outros conduzidos pelas mãos. E todos esses pais com uma esperança no coração. Se meu filho conhecer a Jesus.
Se esse Jesus tocar no meu filho, se esse Jesus abençoar o meu filho, tudo vai ser diferente na história dele. Eles não vieram por tradição, vieram porque acreditavam.
Mas a história continua, porque nessa hora, enquanto os pais traziam seus filhos, os discípulos de Jesus começam a se movimentar e dizer, não, espera aí, agora não. Ele está ocupado agora, não vê que ele trata de assuntos mais sérios, com pessoas mais maduras, não vê que ele responde a questionamentos que são mais complexos, não vê isso. Agora essa não é a prioridade, a prioridade é esse povo que está acompanhando.
Mas então Jesus para tudo e vai dizer, deixem que os pequeninos venham a mim. Amém, queridos? E essa narrativa é a narrativa de Lucas, capítulo 18, do verso 15 ao verso 17, pelo menos a primeira parte dela, que diz assim, Lucas 18, 15 e 17.
Traziam também as crianças a Jesus para que ele as abençoasse. Mas os discípulos, ao verem isso, os repreendiam. Jesus, porém, chamando as crianças para junto de si, disse, deixem que os pequeninos venham a mim e não os impeçam, porque dos tais é o reino de Deus. Em verdade, lhes digo,
Que quem não receber o reino de Deus como uma criança, de maneira nenhuma, entrará nele.
Queridos, eu afirmo sem medo de errar que nós, como igreja, entendemos o valor das nossas crianças. E a gente viu isso aqui, dessa geração que foi abençoada e tem sido abençoada pelo Ministério do Polen. A gente entende o valor das nossas crianças e a necessidade de envolvermos mesmo e investirmos na vida das nossas crianças, no cuidado espiritual. E o Polen é uma resposta, é prova de tudo isso.
Mas diante disso tudo, há uma pergunta que nós precisamos responder como igreja. Há uma pergunta que eu preciso responder como pai, como mãe, como família. Eu preciso responder qual é o maior investimento que nós podemos fazer na vida dos nossos filhos. Como aqueles que entendem o valor que elas têm, como aqueles que são cuidadores, como aqueles que realmente investem na vida dos seus filhos.
E eu vou dizer que o maior investimento que nós podemos ter é realmente levá-las a Jesus Cristo. E é de forma, a verdade é simples, porque as nossas crianças precisam de Cristo. E mais, alguém precisa conduzi-las a Cristo. Alguém precisa levar.
E é isso que diz aí o verso 15. Traziam também as crianças a Jesus para que ele as abençoasse. Queridos, esse versículo começa com uma ação. Alguém fazia um movimento de apresentar essas crianças a Jesus. Alguém levou aquelas crianças até Jesus? Provavelmente pais, tios, primos, irmãos, mãe.
Eles entenderam e fizeram isso porque entenderam que aquelas crianças não poderiam ficar longe de Jesus. Eles entenderam que levar as crianças a Jesus estava dentro de uma ordem dada pelo próprio Cristo. E nós lemos aqui, no início do culto, lá de Mateus, capítulo 28, no verso 19, quando ele vai dizer, portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
porque crianças precisam ser ensinadas, crianças precisam ser conduzidas, e essa missão é nossa enquanto família. E no desdobramento disso, é nossa enquanto igreja, enquanto ministério infantil, que já faz isso ao longo de 21 anos.
E essa responsabilidade a gente não pode ignorar. Ela é sim uma responsabilidade que é nossa, da nossa casa, da nossa família. E se ninguém levar, queridos, provavelmente elas não vão chegar. Hoje existem muitas vozes que distraem as nossas crianças.
Muitas coisas que vêm e estão aí ao alcance das nossas crianças para distraí-las daquilo que é a vontade de Deus. Daquilo que é a vida que há em Cristo. A gente vê um movimento muito intencional do inferno contra essa geração, contra as nossas crianças. E tem muitas vozes tentando conduzir essas crianças. A voz da cultura, que é uma voz que é amoral.
É uma voz corrompida. É uma voz que relativiza tudo. Que é contrária aos princípios da palavra. A gente precisa entender que essa cultura hoje, que nós estamos nela inseridos, não pode em nada, ou não deveria em nada, reger a nossa vida. Mas as nossas crianças, elas têm acesso a tudo isso. Tudo isso chega. Tudo isso esbarra. Tudo isso, de alguma forma, atrai, seduz.
A gente tem a internet, que no meu tempo de adolescência, quase jovem, a internet era discada, e a gente tinha que conectar depois de meia-noite para apagar uma ligação só, mas hoje é só acessar. Está ali o tempo todo.
Internet que, por meio de jogos, que por meio dos seus influencers, tem colocado as nossas crianças num lugar vulnerável, gerado no coração delas expectativas que não são as expectativas de Deus a respeito delas, que tem realmente levado, colocado-as mesmo numa posição de muita, muita fragilidade. Sem contar a influência.
desse mundo que esbarra nas nossas crianças nas escolas, que esbarra nas nossas crianças quando elas estão jogando a bola delas, quando elas estão fazendo o seu esporte. Tudo isso é uma verdade. E sem que percebam, elas vão sendo direcionadas de uma forma intencional para que sejam formadas a imagem deste mundo que é caído. Meu querido papai, minha querida mamãe, se vocês não estão discipulando seus filhos,
Outras pessoas estão fazendo isso. Se nós, como família, não temos o alvo de levar as nossas crianças a Cristo, se nós não temos o cuidado de discipular os nossos filhos, a má notícia é, outras pessoas, outras coisas estão fazendo isso. Porque toda criança está sendo discipulada por alguém ou por alguma coisa.
Levar as crianças a Cristo vai exigir sim, intencionalidade. Então, ore. Ore com elas. Ore por elas. Fale de Jesus o tempo todo. Deu o nome no capítulo 6, de 6 a 9. Hoje, Plínio falou sobre isso. No culto da manhã. Em todo o tempo. Ao deitar, ao levantar. Vamos levar para a escola. Vamos falando de Jesus. Usa todas as circunstâncias da vida cotidiana.
para levar e trazer princípios da palavra, a verdade de um Cristo que liberta, a verdade de um Cristo que perdoa pecado, mas a verdade de um Cristo também que direciona a nossa vida e nos conduz em segurança. Seja exemplo, seja exemplo de alguém que foi tocado, transformado por Cristo Jesus.
porque a sua vivência dentro de casa, ela determina ou traz segurança ao seu filho, à sua filha, para que ela possa realmente colocar a sua vida plenamente, confiar plenamente a sua história a Jesus Cristo. Leve-as a entender que a condição delas, como seres humanos, assim como nós, são pecadoras.
Alguém vai dizer, mas pastor, mas crianças, né? São pecadoras. Olha o que diz Romanos capítulo 3, verso 23. Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus. Aqui não é, os adultos pecaram e carecem da glória de Deus. Os jovens pecaram e não. Todos pecaram. Todos nós carecemos da glória de Deus. Mas é importante a gente entender que quem ama, que o Senhor tem no futuro. É importante a gente entender que o Senhor tem no futuro. É importante a gente entender que o Senhor tem no futuro.
É importante a gente entender que o Senhor tem no futuro. É importante a gente entender que o Senhor tem no futuro. É importante a gente entender que o Senhor tem no futuro. É importante a gente entender que o Senhor tem no futuro. É importante a gente entender que o Senhor tem no futuro. É importante a gente entender que o Senhor tem no futuro. É importante a gente entender que o Senhor tem no futuro.
E essa igreja tem amado, o ministério da turma do pólen tem amado as crianças e tem investido na vida delas, tem promovido o discipulado, tem promovido o evangelismo, a gente leu aqui. Mas essa missão precisa começar na nossa casa, nos filhos que Deus nos deu, como herança, confiando que nós seríamos os porta-vozes daquilo que é a boa nova do Senhor, que salva, que cura, que liberta.
A gente tem essa responsabilidade, queridos. Jesus valorizou as crianças. Mais do que a gente pode imaginar. E é exatamente isso que ele afirma lá no versículo 16, quando ele diz, não as impeçam. O que eu estou fazendo agora, a conversa que eu estou tendo agora com meus discípulos e com meus seguidores aqui é muito importante mesmo.
Realmente eu estou aqui anunciando, ensinando a esses homens que escolheram caminhar comigo. Eu estou aqui investindo tempo na vida deles. Mas não impeçam. Isso não é mais importante para mim do que as crianças. Não impeçam que elas venham. Elas são tão importantes quanto esses que já estão à minha volta e vieram de forma voluntária.
quanto a essas crianças que foram conduzidas até mim. Portanto, o conduzir é algo que nós precisamos fazer. Não as impeçam, é a frase que Jesus disse. É que, às vezes, tem uma outra realidade aqui nessa afirmação. Não é a primeira realidade da valorização da criança, mas uma realidade também que chama a nossa atenção para uma outra realidade.
é que às vezes, até a gente sem perceber, a gente dificulta o que na verdade a gente deveria incentivar e inspirar. E a gente faz isso de muitas formas no nosso dia a dia. Você vai, talvez, se identificar na correria do dia a dia. É o seu filho que te dá a oportunidade de você...
diante de uma situação de você ensinar aquilo que é o princípio bíblico, de falar de um Cristo que perdoa, e você, porque está correndo muito, você vai brigar, vai chamar a atenção, mas não vai parar para falar da verdade espiritual. Não vai falar que é acima das realidades e dos nossos comportamentos aqui. Há um Cristo.
que nos ama, que morreu por nós, e que perdoa pecados, e que me dá uma chance nova, uma nova vida para ser vivida. A gente vive na correria. E aí, por vezes, a correria é tanto, que eu entendo que a responsabilidade de evangelizar e discipular é da turma do pólen. É dos tios e das tias lá da turma do pólen. Não.
Essa é uma responsabilidade nossa, quanto família, quanto igreja de Cristo, que agora está aqui reunida e daqui a pouco está cada um na sua casa. A gente tem essa responsabilidade, da correria, da falta de tempo, com as prioridades desalinhadas. Às vezes a gente também traz essa questão. A vida cristã, o Cristo na nossa casa, o Cristo na vida dos nossos filhos, não é para nós prioridade.
Prioridade é que ele seja o melhor aluno da escola. Prioridade é que ele faça aula de inglês, faça aula de alemão, estude três instrumentos. Essa aí é a prioridade, faça dois esportes. Mas a gente não prioriza Cristo na vida dos nossos filhos. E eu vou dizer que as nossas crianças precisam, assim como todos nós que estamos aqui,
De Cristo Jesus. Todos nós carecemos da glória de Deus. Todos nós carecemos da graça de Deus. Da graça que salva. Da graça que restaura. Da graça que faz nova todas as coisas. Nós carecemos da graça de Deus. Nossas crianças carecem de conhecer a Cristo Jesus. Mas Jesus corrige tudo isso. E Ele vai dizer, para tudo.
Não as impeçam. Não as impeçam. E mais do que isso, ele declara que o reino pertence aos que são como elas. Vou ler agora todo o verso 16. Jesus, porém, chamando as crianças para junto de si, disse, deixem que os pequeninos venham a mim e não os impeçam, porque dos tais é o reino de Deus. Queridos, enquanto o mundo mede o valor pelo desempenho,
por aquilo que o outro pode entregar, Jesus olha para uma criança, na verdade, olha para a essência dessa criança e vai dizer, aqui está o modelo do reino. Dependência. Crianças dependem. Você, pai, mãe, sabe, seus filhos, crianças dependem de você. Dependem para tudo.
Dependência, reconhecimento. Sem Cristo nada podemos fazer para nós adultos. Dependência. Simplicidade. Confiança. Nossos filhos confiam. Nossos filhos confiam e por vezes são até ousados demais. Então se o seu filho está em um lugar mais alto, se você pedir para ele pular, ele vai pular sem medo.
E se, às vezes, a confiança é tanta que ele, em vez de pular na direção de você, ele corre para o lado e pula, sabendo que você vai correr e vai pegar ele lá ainda, antes que ele caia no chão. Funciona assim. Isso nos mostra algo que é profundo. Crianças não são apenas o futuro, irmãos. A gente tem que parar de enxergar as nossas crianças como aquela geração que vai ser usada por Deus lá na sua juventude. Crianças são alvos do reino agora.
As nossas crianças são alvos do reino agora. Eu posso ouvir um amém da igreja? São vidas prontas, queridos, para receber o Evangelho. E se Jesus valoriza tanto, como a gente pode tratar isso como algo secundário na nossa vida, na nossa casa? Como a gente pode fazer isso? Como não compartilharmos o Evangelho, os seus princípios e valores de forma prioritária com as nossas crianças?
Pai, mãe, Deus nos chama para sermos canais de sua graça. Proclamadores da verdade que liberta, que salva, que cura. Querido Jesus, não apenas permite que aquelas crianças se aproximem. Ele recebe essas crianças. Ele toca essas crianças. Ele abençoa essas crianças. E aquelas crianças nunca mais seriam as mesmas.
Mas hoje Jesus age talvez de uma forma diferente, porque Ele age através dos seus filhos, que um dia também foram alcançados pela sua graça. Um dia eu e você estávamos perdidos, mortos nos nossos delitos e pecados, condenados à morte eterna, mas a graça de Cristo nos alcançou.
Fomos transformados e junto com a salvação, e junto com essa realidade de sermos regenerados, feitos de novo, nós recebemos uma missão, que é proclamar o Evangelho de Cristo, que é levar as pessoas a Cristo, em especial, levar os nossos filhos, as nossas crianças a Cristo. Mas nós nos distraímos disso.
A gente precisa desse movimento. Deus quer usar cada um de nós. Pessoas que reconhecem que estavam condenadas, mas foram por Cristo feitos filhos de Deus. Hoje Cristo age por meio daqueles que o amam. E compreendem qual é a razão do sacrifício de Cristo na cruz. E eu quero que você entenda isso. Jesus morreu. Porque o salário da sua vida de pecado é um salário da sua vida.
é a morte eterna. E ele veio como um presente de Deus, o dom gratuito de Deus, para nos dar a vida eterna. É isso que está lá em Romanos, capítulo 6, verso 23. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor. E ele se revela aos pequeninos através das suas famílias.
Ele se revela nesse momento, enquanto a igreja se reúne. Ele se revela na turma do polo e ele usa cada um de nós. Ele quer usar você, pai, mãe, tio, tia, irmão, irmã. Queridos, nós devemos refletir a pessoa de Cristo. Esse é um fato. Mas também precisamos, de forma intencional, anunciar, comunicar o Evangelho que salva, perdoa pecados e nos faz novas criaturas.
Paulo, às vezes a gente ouve, lê as declarações de Paulo, e a gente lê nesse tom de admiração. Quase que de espanto. Como esse homem pode dizer isso?
Mas ele diz assim, lá em 1 Coríntios 11, sejam meus imitadores, como também eu sou imitador de Cristo. A questão é que nós, enquanto famílias, enquanto igreja, enquanto servos de Deus, precisamos fazer das palavras de Paulo as nossas palavras. As palavras de Paulo precisam ficar realmente bonitas na nossa boca. Porque a nossa missão...
Não é, eu vou usar o termo de uma conversa que eu tive ontem, ali no encontro das famílias. A nossa missão não é igrejar as nossas crianças, mas levá-las ao conhecimento de Cristo como seu único e suficiente Salvador. E aí precisa ter o anúncio, mas precisa ter uma vida que autentica isso. Uma vida que realmente revela aquilo, a verdade que anunciamos. Agora, a pergunta...
Ela é pessoal e eu quero te fazê-la. Quem você está levando até Jesus? Lembre-se, levamos pessoas a Cristo quando apresentamos a nossa realidade a elas. E a primeira realidade nossa, eu já disse aqui, é que somos pecadores. E que precisamos do perdão do Senhor.
A gente leva pessoas a Cristo quando a gente anuncia o que Cristo fez por nós na cruz. E lá os nossos pecados foram perdoados. Lá Ele revelou o Seu amor por nós de uma forma plena e insuficiente. Mas a gente vai inspirar as nossas crianças, sabe? A se renderem a Cristo e viverem para Ele quando formos nós. Pais, mães, igreja do Senhor.
reflexos da glória de Deus, imitadores de Cristo Jesus. Nossas crianças precisam de Cristo. E a Bíblia afirma isso. Provérbios 22, 15, ao meio da revista e atualizada, vai dizer assim, a estutícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a afastará dela.
Esse versículo nos mostra que a tolice, a insensatez, a tendência ao erro, são inerentes, ou é inerente, à natureza humana desde a infância. Portanto, nós precisamos priorizar, revelar Cristo para as nossas crianças. Papai e mamãe, a prioridade não pode ser a casa nova.
A prioridade não pode ser nenhuma outra, a não ser fazer Cristo conhecido na vida de seu filho. Crianças são alvos do amor de Jesus. E nelas há algo que por vezes falta na gente. Dependência. Simplicidade. E confiança.
É o nosso alvo. Ganhar as nossas crianças para Jesus. Amém, igreja? Mas eu quero falar diretamente com você agora. Cadê as crianças, hein? Só assim, acenda para mim as crianças da nossa igreja. Isso, nós temos algumas crianças que... Eu quero falar com vocês agora. A minha fala agora é com vocês. Você é uma pastor, mas sério? Você vai falar comigo aí de cima? Sim, eu vou falar com vocês daqui onde eu estou mesmo.
Você entende que você precisa de Jesus? Porque talvez você faça, mas eu sou tão pequeno ainda. Eu sou tão pequeno. Mas Jesus disse que o reino pertence a pessoas como vocês. O reino de Deus pertence a pessoas como vocês. E ele te ama. E ele morreu por vocês. Lembra o que diz lá em João 3,16? Alguma criança aí lembra o que diz João 3,16?
Pedro, como é que é, Pedro? O que é que diz lá? É exatamente isso. E olha, quem poderia fazer isso, a não ser alguém que te amasse de uma forma profundamente verdadeira? Ele entregou o seu filho por você. Eu quero dizer para você, criança,
que ele morreu para perdoar os seus pecados. E para dar a vocês a garantia de uma vida eterna com ele. De viver uma nova vida, livre da culpa.
mas cheia de esperança, porque Ele quer ser o Senhor da sua vida. Ele quer salvar a sua vida. Ele quer realmente te dar vida e vida em abundância. E eu queria trazer um desafio para você. Porque essa é uma decisão que pertence a você. É você que vai escolher.
Viver com Jesus ou viver sem Jesus? É você que vai escolher entregar o seu coração para Ele e dizer assim, Senhor, eu quero viver toda a minha vida para o Senhor. Eu quero que tudo que eu fizer, que tudo que eu falar, revelem que a minha vida é nova em Ti. Que eu fui salvo, que eu fui perdoado.
Eu quero. E se você deseja isso, e aí eu estou falando com vocês ainda, crianças, se vocês desejam entregar a vida de vocês a Jesus e dizer que Ele seja o Senhor da história de vocês e que vocês vivam para Ele todos os dias que Ele der a vocês,
Eu queria que vocês, aí no coração de vocês, repetisse essa oração que eu vou fazer. Se você quer entregar realmente a sua vida a Cristo, eu queria que você repetisse essa oração aí no seu coração. Vamos fechar os nossos olhos? Jesus, eu reconheço que preciso do Senhor.
Obrigado porque o Senhor me ama e morreu na cruz pelos meus pecados. Perdoa tudo aquilo que entristece o teu coração, Pai. Hoje eu entrego a minha vida ao Senhor. Quero que Jesus seja o meu Salvador, o meu amigo, o dono do meu coração. Me ajuda a obedecer a tua palavra. Me ajuda a andar contigo todos os dias.
Escreve o meu nome no livro da vida e faz de mim uma criança que te agrada. Eu oro em nome de Jesus. Amém e amém.
A Igreja Batista do Bom Retiro tem plena convicção de que a Palavra de Deus é poder para salvar e transformar vidas. Nosso desejo é que essa mensagem tenha alcançado o seu coração.