O funil de vendas não morreu, mas deixou de ser suficiente para explicar uma jornada de compra cada vez menos linear. Com IA, mais informação e autonomia do cliente, vendas passam a exigir uma combinação de dados, sinais e contexto para identificar quando e como abordar cada oportunidade. A discussão também passa pelo novo papel do vendedor, que tende a gerar mais valor em diagnósticos e interações consultivas, enquanto a tecnologia assume tarefas de processo. O desafio não é automatizar mais, mas orquestrar melhor a jornada comercial para tornar a abordagem mais relevante, menos intrusiva e mais aderente ao momento real de compra do cliente.