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Quando Deus levanta uma casa sobre ruínas

05 de maio de 202645min
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Reflexão: Rev. Carlos Alberto Monteiro | Culto vespertino | 03/05/2026

Participantes neste episódio1
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Rev. Carlos Alberto Monteiro

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Assuntos5
  • A culpa diante de Deus e a redenção em CristoPecado universal · Limitação da casa de Caim · Sangue de Abel · Sacrifício de Cristo · Nova aliança
  • A família de CaimGênesis 4 e 5 · Caim e sua esposa · Primeiro homicídio · Marca de Caim
  • Dons da linhagem de Caim e civilização sem adoraçãoCriação de cidades · Música e arte · Desenvolvimento tecnológico · Graça comum de Deus · Adoecimento espiritual
  • Famílias imperfeitas e a providência divinaTerreno machucado pelo pecado · Providência de Deus · Restauração em Cristo
  • A esposa anônima de CaimAusência de nome · História marcada · Cicatrizes no casamento
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Amém.

Quero convidar os amigos e amigas, irmãos e irmãs para abrirem em Gênesis. Primeiro livro da Bíblia Sagrada, que significa a origem de todas as coisas, a origem que Deus propiciou a todas as coisas. Gênesis capítulo 4. Se você observar bem, já foi colocado aqui na parede, já o fly com o tema da mensagem, o livro, o capítulo. Está no fly.

Nós aqui no Púlpito conseguimos chegar para a televisão que está na nossa frente. E vocês, irmãos, podem olhar para a parede e vão encontrar até o texto que vai ser lido ali, para auxiliar e o tema da mensagem também. Gênesis capítulo 4, eu vou ler desta feita, o capítulo 4, 17, mas eu vou até o 22, tá? Gênesis 4, 17, versículo 17 ao 22. Depois vou ler o capítulo 5.

E o versículo número 4. Se a igreja então já localizou, basta dizer amém. Diz assim a palavra do Senhor Deus. E coabitou Caim com a sua mulher. Ela concebeu, deu à luz a Enoque. Caim edificou uma cidade e lhe chamou Enoque, o nome do seu filho. A Enoque nasceu-lhe Irade.

Irade gerou a Meljael, Meljael a Metuzael e Metuzael a Lameque. Lameque tomou para si duas esposas. O nome de uma era Ada e a outra se chamava Zilá. Ada deu a luz a Jabal. Este foi o pai dos que habitam em tendas e possuem gado. O nome do seu irmão era Jubal.

Este foi o pai de todos que tocam arpa e flauta. Zilá, por sua vez, deu à luz a Tubalcaim, artífice de todo instrumento cortante, de bronze, de ferro. E a irmã de Tubalcaim foi Nama. Que Deus abençoe o caritone de sua palavra nesse texto. E agora vamos para o outro capítulo, para ler apenas o versículo 4 do capítulo 5.

E convido a igreja que faça essa leitura comigo. Verso 4 do capítulo 5. Vamos juntos? Depois que gerou a sete, viveu Adão oitocentos anos e teve filhos e filhas. Mais uma vez.

Depois que gerou as sete, viveu Adão oitocentos anos e teve filhos e filhas. Que Deus abençoe. Com a leitura da sua palavra, a igreja do Senhor Jesus pode tomar assento em nome do Senhor. Às vezes entramos na casa do pai com intensa alegria. Às vezes entramos na casa do pai entristecidos. Às vezes entramos na casa do pai indiferentes.

Cada um tem a sua história de vida e cada um, ao entrar na casa do Senhor, entra de uma maneira em especial. Cada um sabe a maneira que entra na casa do Pai. Com certeza você sabe a maneira como você hoje entrou neste lugar.

Mas eu quero colocar para ti um sermão cujo título é Quando Deus levanta uma casa sobre ruínas. Esse é o título que Deus colocou no meu coração e que eu gostaria que todos estivessem dentro da igreja para ouvir. Peço até a diaconia que proceda dessa forma, como virão os irmãos que estão fora a entrar dentro da igreja. Porque é um tema que fala muito ao coração. Quando Deus levanta uma casa sobre ruínas. Fala muito ao coração.

Quando se anuncia, então, um culto de família, um culto no mês de maio, conhecido como o mês da família, quase sempre nós esperamos ouvir uma mensagem, que o pregador traga uma mensagem falando sobre o lar ideal. Que o pregador venha trazer uma mensagem, por exemplo, sobre o Salmo 127, sobre o Salmo 128, ou que o pregador traga uma mensagem que nos leve primeiro à família, por exemplo, de Noé.

aquele que construiu a arca, ou que o pregador nos traga uma mensagem que fale para nós sobre a família de Josué, aquele que no final disse claramente para os seus conterrâneos, eu e minha casa, igreja, serviremos ao Senhor.

É natural, então, que a igreja, entendendo ser um culto da família, espere que a pregação verse sobre textos como esse, que mostram o ordenamento de uma família em que Deus está atuando, uma família feliz onde Deus está atuando de maneira forte.

Então, é natural que você espere ouvir um texto que fale sobre uma casa bem ordenada. Ou que você ouça um texto que fale sobre o casamento na sua beleza original. Ou que você ouça um texto, e a pregação venha, sobre pais e filhos que andam na presença do Senhor Deus, que caminham na presença do Senhor Deus. E eu digo para ti, em nome do Senhor Jesus, que isso é belo.

ouvir um texto assim. É necessário ouvir um texto assim. É bíblico, é bom ouvir um texto assim. Mas hoje o Espírito de Deus nos conduz para uma estrada, eu diria, Roberta Sabino, menos comum. Menos comum.

Não nos leva, então, a um texto que fala sobre Noé, nem tampouco sobre Josué, mas nos leva a improvável família de Caim para pregarmos sobre esse texto. E alguém, então, poderia, dentro da igreja, poderia pensar ou perguntar mas, meu pastor, é possível pregar sobre família falando de Caim e sua esposa? É possível pregar sobre família usando Caim e sua esposa? Eu respondo para ti que sim.

É possível, porque a Bíblia não é um livro de famílias perfeitas. Não é. A Bíblia, na verdade, é o livro de um Deus que é perfeito e que visita famílias que são imperfeitas. Mas ele as visita. A Escritura, então, não esconde feridas das famílias. A Escritura não maquia, não faz maquiagem com pecados.

A escritura não pinta a humanidade com tintas românticas. Ela não faz isso. A palavra de Deus nos mostra, então, um homem. E esse homem, que é Caim, ele matou o seu irmão chamado Abel.

É o primeiro homicídio da história da humanidade. Caim mata seu irmão chamado Abel. Caim, então, é um homem que recebeu juízo, um homem que foi marcado, a Bíblia fala que ele foi marcado por Deus. E ainda assim, esse homem que recebeu o juízo de Deus, porque matou seu irmão chamado Abel,

Esse homem que recebeu o juízo de Deus. Esse homem que foi marcado por Deus. E daqui a pouquinho estaremos falando sobre isso também. Esse homem, então, a Bíblia nos fala que esse homem ainda se casou. Constituiu família.

teve descendência e, através da graça comum de Deus, da sua linhagem saíram construtores, da sua linhagem descendência saíram pastores, da sua linhagem descendência saíram músicos e artífices.

Tudo da linhagem de Caim. Então, o que esse texto nos ensina num culto de família, como é esse primeiro culto da família no mês de maio, aqui na prebiteria de Anadirajá? Eu creio que ele nos ensina, em primeiro lugar, que nenhuma família, irmã Ruth Fernandes, nasce em terreno neutro.

É importante guardar isso. Nenhuma família nasce em terreno neutro. Primeira coisa que eu quero destacar para você aqui. Toda família humana, depois da queda, ela nasce em terreno machucado, num terreno machucado, num terreno ferido, num terreno machucado, pisado pelo pecado.

Após a queda, após o pecado original de Adão e Eva e a expulsão deles do paraíso por parte de Deus, toda a família humana, depois da queda, nasce em terreno ferido, pisado e machucado pelo pecado.

Família de Caim, então, nasce debaixo dessa premissa. Nasce debaixo da sombra do pecado. Caim não era apenas um homem de ar com éfilo barbosa. Caim não era apenas um homem com problemas. Não era. Na verdade, Caim é um homem culpado. Ele é um homem culpado. Ele não cometeu um erro social. Caim derramou sangue. Sangue do seu irmão.

Ele matou o seu irmão, tirou a vida de Abel. E o mais impressionante é que, mesmo depois do seu pecado, primeiro homicídio da história da humanidade, a vida dele, a vida de Caim Vitória, continua. Isso é interessante observar. A vida de Caim continua. Ele sai da presença manifesta do Senhor, porque ele sai. Ele vai para a terra de Nôte.

E a terra de Norde, traduzindo essa expressão Norde, significa errante. Norde significa errante. E, na verdade, a história de Caim nos mostra a história de um homem errante. Então, o nome da terra onde ele foi tem tudo a ver com ele. Ele é um errante. E ali, na terra de Norde, a Bíblia fala que ele constitui família, porque ali ele conhece a sua mulher.

Naquele local. Aí vai surgir a pergunta clássica dentro das igrejas dos irmãos. A pergunta clássica com quem... E também a pergunta clássica para os incrédulos. Com quem Caim se casou? Havia outras pessoas na Terra?

E a própria escritura responde para nós, então. Gênesis 5, versículo 4. Diz que Adão, depois de Geraset, a Bíblia diz, igreja, teve filhos e filhas.

Gênesis 5, versículo 4. Ou seja, havia outros descendentes de Adão e Eva. Se havia outras pessoas na terra, de onde vieram? Descendiam de quem essas outras pessoas? Porque quando Caim sai da casa dos seus pais, após o assassinato que ele comete contra seu irmão Abel, a Bíblia fala que ele conhece uma mulher e se casa com ela.

Então fica a pergunta clássica. Havia outras pessoas na Terra? De onde vieram e descendiam? De quem? Mas a própria Bíblia vem em nosso socorro para nos responder. Gênesis, capítulo 3, versículo 20. E é aconselhável que você fique com sua Bíblia aberta. É aconselhável que você fique com o seu celular. Na Bíblia também no celular digital. E para você poder acompanhar. Porque Gênesis 3 começa a nos mostrar, nos dar resposta.

Gênesis capítulo 3, versículo 20, diz assim, E deu o homem o nome de Eva à sua mulher, por ser a mãe igreja de quê? De todos os seres humanos.

Então a Bíblia já começa a responder para nós. E deu o homem o nome de Eva, sua mulher, por ser ela a mãe de todos os seres humanos. Então se havia outras pessoas ali na Terra, tanto havia que Caim se casou com uma mulher, e a Bíblia está dizendo para nós que Eva é mãe de todos os seres humanos. Eva que é a mãe de Caim.

Mas não vamos ficar só nessa palavra. Você sai do Velho Testamento e adentra no Novo Testamento, vai para Atos dos Apóstolos, capítulo 17, versículo 26, e a Bíblia fala aos nossos corações em Atos, capítulo 17, verso 26. E ali a palavra do Senhor diz assim, ainda reafirma que Deus...

de um só fez toda a raça humana. Deus, de um só, fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação. Então, em Atos 17, verso 26, a Bíblia afirma para nós que Deus, de um só,

fez toda a espécie humana. Quem é esse um só? De Adão e sua esposa Eva, que na união dos dois da Bíblia, lá em Gênesis, falam que eles viram um só, de um só, Deus faz toda a espécie humana. Então, toda a espécie humana é oriunda de...

Adão e de Eva. E se existia alguém mais, além de Caim e de Abel, ali na Terra, vieram de Adão e Eva? Mas vamos continuar. Eu digo que não há contradição cronológica em relação ao texto de Gênesis 5, versículo 4.

O texto bíblico não segue sempre uma ordem escrita. Moisés registra, no capítulo 5, versículo 4 de Gênesis, um resumo da vida de Adão. Que resumo é esse da vida de Adão? Depois que gerou a sete, viveu Adão 800 anos e teve filhos e filhas.

Esse texto, na verdade, é um resumo da vida de Adão. Não necessariamente esse texto deve ficar uma sequência imediata aos eventos de Caim, mas esse versículo, na verdade, é um resumo da vida do homem chamado Adão. Como Adão e Eva, então, igreja, eram os primeiros seres humanos, a esposa de Caim só poderia ser sua irmã ou uma sobrinha sua.

E olha, não há contradição nisso também. No início da história humana, não havia proibição divina contra casamentos consanguíneos. É importante que você entenda isso. Essa restrição de casamentos consanguíneos só aparece séculos depois. Mas, precisamente, no livro de Levítico, capítulo 18, você tem toda sorte de proibição de casamentos consanguíneos em Levítico, capítulo 18. Você pode abrir e você vai confirmar.

Nesse texto, o Senhor Deus mostra, pela lei mosaica, coloca os vários problemas para que ocorresse casamento entre pessoas que fossem parentes. Mas nessa época aqui, no primórdio da humanidade, ainda não havia a proibição de casamentos consanguíneos, como houve depois, século depois, em Levítico XVIII.

Mas o que eu quero colocar para você é que o centro da mensagem não é essa curiosidade genética ou essa curiosidade biológica, mas o centro da mensagem aqui, para nós, ele, na verdade, é teológico. Não é biológico nem genético, ele é teológico. Moisés não está escrevendo para satisfazer curiosos ou curiosidades.

Ele está escrevendo para mostrar que a raça humana inteira vem de uma única fonte, Adão e Eva, e seus filhos e filhas. Uma única fonte.

E que desde cedo essa humanidade já está profundamente ferida pelo pecado. É isso que Moisés está colocando para nós aqui. A questão é teológica, não é biológica, nem genética. A casa de Caim já começa e é uma casa. Ele é casado? Tem uma mulher?

já era filhos, a casa de Caim já começa com uma cicatriz. A casa de Caim já começa com uma memória dolorosa. A casa de Caim. A casa de Caim já começa com um homem que carrega a marca do juízo de Deus nele. Nele, Caim. E aqui é uma palavra pastoral para nós muito interessante, porque muitas famílias...

Eu digo isso para você, muitas famílias começam a sua vida familiar já machucadas. Muitas famílias já começam a sua vida familiar já machucadas. Há lares que começam ou recomeçam depois de uma queda moral.

Começa ou recomeça depois de uma queda moral. Há casamentos que começam debaixo de lágrimas. Há casas que já nascem em meio a conflitos, dissensões, brigas, pecados antigos não confessados. E, no entanto, o texto aqui, em Gênesis, nos mostra algo espantoso, espantoso para nós. O presbítero-seminarista Mauro Godoy.

O pecado de Caim não impediu a continuação da vida humana. Vou repetir. Porque eu creio que Deus vai falar ao teu coração. Já está falando ao teu coração. O pecado de Caim não impediu a continuação da vida humana. Isso de forma nenhuma significa aprovação de Deus diante do pecado. Deus não aprova o pecado. Isso não significa que Deus chamou o mal.

de bem, porque Deus não chamou e Deus não aprova o pecado. Mas isso significa que a providência de Deus é maior do que a ruína do homem. A providência do Senhor é maior do que a ruína do próprio homem.

Caim foi julgado, mas não foi aniquilado. Deus o marca, então, não para absolvê-lo. Deus não absolveu Caim. Caim é culpado. Caim pecou. Deus o marca não para absolvê-lo, mas Deus marca Caim para restringir a violência ao redor de Caim. Que isso era o medo de Caim. Que ele pudesse ser ferido ou morto pelas pessoas que viviam naquela época. Ele fala isso. O Deus Santo que julga Caim Caim é culpado.

É também o Deus soberano que impede que o caos na terra se torne total. Deus não permite que o caos na terra se torne total. Então ele marca Caim para que ninguém pudesse tocar nele. Mas Caim está marcado por aquilo que ele fez, pelo pecado que ele cometeu.

Deus marca Caim após ele ter tirado a vida do seu irmão Abel. Gênesis 4, versículo 15. Agua tua Bíblia. Diz assim, o Senhor, porém, lhe disse, assim qualquer que matar Caim será vingado, igreja, sete vezes. E pôs o Senhor, igreja, um sinal em Caim, para que o não ferisse de morte, igreja, quem quer?

que o encontrasse. Esse é o texto bíblico. E, ao longo dos séculos, então, uma pergunta ecoa nos nossos corações. Cláudia Nobre.

A marca de Deus em Caim era visível ou não era visível? Era invisível ou era visível? Dá para se ver ou não dá para se ver? Eu digo para você que, no hebraico, essa expressão sinal, o termo hebraico para a expressão sinal em português é ot. Ot.

Ot significa algo público. Ot, algo manifesto. Algo público. Algo que tem uma função protetora. Sinal que você lê em português, no hebraico, na língua hebraica, está escrito maia Ot. Algo público, algo manifesto, algo que tem uma função de proteção.

João Calvino, o grande reformador João Calvino, e o grande reformador da segunda geração dos reformadores, João Calvino, interpretam esse sinal que Deus colocou em Caim como uma providência divina, que restringe o mal, preserva a vida de Caim, não como perdão de Deus, porque Deus não está perdoando Caim nisso.

mas como uma espécie de proteção temporária, proteção passageira, porque um dia haveria caído em cima de morrer. Eu digo para você, em nome de Cristo, que nossas famílias também carregam marcas. Carregam. Mas Deus não nos abandona.

Em Cristo há sempre restauração. É uma palavra que você pode guardar. Deus não nos abandona. E em Cristo há sempre restauração. Ainda que nossas famílias carregue marcas. Se sua família ainda está de pé, ainda está de pé, eu digo para ti, isso é misericórdia de Deus.

sobre a sua vida. Se a sua casa ainda não desabou por completo, isso é a mão sustentadora de Deus na tua casa. Se você ainda pode orar...

clamar a Deus por seus filhos, abraçar sua esposa, abraçar seu marido, conversar com seu marido, chorar diante do Senhor, então é Deus ainda estar agindo no teu lar. Porque existem lares, existem famílias que foram desfeitas e que não podem fazer mais isso. Então a primeira lição desse texto é esta.

Famílias não sobrevivem porque elas são boas. Famílias sobrevivem porque Deus ainda sustenta a vida das famílias. Porque a família é projeto do coração do pai, do coração do Senhor. No item número dois, do ponto número dois, nós observamos a esposa de Caim que entra numa história marcada.

E, ainda assim, uma casa é levantada. Ela entra numa história marcada e, ainda assim, uma casa, uma família é levantada.

A Bíblia não nos dá o nome da esposa de Caim. Não temos esse nome. Ela é anônima. Não há nome para ela. Não foi registrado. E essa ausência de nome para esta mulher também fala aos nossos corações. Porque quantas mulheres na Bíblia Sagrada carregaram em silêncio o peso histórico das suas famílias que eram difíceis.

Quantas e quantas mulheres na Bíblia carregaram em silêncio o peso de histórias difíceis na sua família? Quantas? Quantos homens entraram no casamento trazendo eles homens marcas? Quantas casas são edificadas não sob biografias limpas, puras?

Mas casas são edificadas sob biografias que contêm machucados, que contêm ferimentos. E casas são levantadas com essas biografias. Eu digo que essa mulher entra numa história marcada. Marcada. Ela se une a um homem que não era apenas um trabalhador do campo, um agricultor. Ele é um homem que carregava publicamente a memória do seu pecado. Ele carrega publicamente hot.

Ótimo, não se esqueça. Publicamente, a memória do seu pecado e a marca do juízo preservador de Deus sobre ele. E aqui eu não quero fantasiar o texto para você. Eu vou falar o que é para ti. A Escritura não narra a conversa entre esses dois.

A escritura não narra a conversa entre este marido e essa esposa, entre Caim e a sua mulher, que a Bíblia não dá nome para ela. A escritura não fala o que eles conversam, como está esse casal. A escritura não descreve o coração dela, como é o coração da mulher de Caim. Talvez ela soubesse o que ele fez. Se a marca é visível, talvez ela soubesse, naquele mundo de então tão pequeno. Mas uma coisa é certa, e guarda isso no teu coração,

Ninguém constrói vida conjugal séria sem conviver com a história do outro. Ninguém vai conseguir manter, ter, construir uma vida conjugal séria sem conviver com a história do outro.

Você tem que conviver com a história dela ou com a história dele, que ele ou ela trazem para dentro do casamento. Ninguém, irmãos, que família é isso? Não apenas encontrar alguém. Família não é apenas você encontrar alguém. É também encontrar a história que ela traz.

quando ela vem para você. Ninguém se casa só com o rosto. Ninguém se casa só com o nome. Casa-se também com memórias da pessoa, as memórias que ela tem, e casa-se também com os hábitos que ela tem. Não existe casamento entre duas pessoas sem marcas. Os dois têm marcas. Marcas. Feridas. Ferimentos. Cicatrizes.

E talvez nessa noite você olhe para ele se ele estiver perto de você? Ou você olhe para ela se ela estiver perto de você? E você diga em silêncio, olha, é verdade.

Ele tem cicatrizes. É verdade. Ela tem marcas. Ela tem cicatrizes. Talvez os pais olhem para os seus filhos e percebam que eles carregam os traumas da nossa própria história. Os pais olham para o outro e dizem nossos filhos carregam os traumas da nossa própria história.

E talvez os filhos, já mais crescidos, mais entendidos, olhem para os seus pais e sintam o peso das cicatrizes antigas no ambiente do lar. E isso pesa sobre os filhos.

Eu digo que o texto não nos ensina a negar essa cicatriz. Ninguém deve entrar para a vida a dois, numa família, negando as suas cicatrizes, as suas marcas, os seus ferimentos. O texto bíblico nos ensina que Deus pode permitir que a vida continue mesmo quando as marcas permanecem lá e teimam não sair.

E é exatamente apesar dessas marcas, e não por causa de mérito humano, que da linhagem de Caim brotam frutos que são surpreendentes para o mundo de então. E esse é o terceiro ponto. Da linhagem de Caim saem dons para o mundo, mas a civilização sem adoração não salva ninguém. Terceiro ponto. Guarda aí. Da linhagem de Caim saem dons para o mundo.

Mas civilização sem adoração não salva ninguém. Gênesis 4, verso 17 ao 21 que eu já li. O texto prossegue e mostra que da decidência de Caim surge o quê? Surgem elementos importantes para a sociedade. Olha que interessante. Aparece Caim, forma uma cidade.

E, na verdade, você, quando lê cidade aqui, formando uma cidade, construindo uma cidade, não entenda cidade como, por exemplo, a cidade do Rio de Janeiro, o município de Niterói, ou a cidade de Nova Iorque. Não veja como uma grande metrópole. Quando a Bíblia fala cidade, pense mais no estilo povoado, no estilo uma vila. Então, quando a Bíblia fala que Caim ali fez uma cidade, é mais no sentido de um povoado, de uma vila.

Mas ali no texto vem a palavra cidade. Aparece, então, a cidade, com os descendentes dele, aparece o pastoreio, aparece, irmãos, a música, Jubal, descente de Caim, e ele é aquele que vai fazer a flauta.

Aparecem a música, aparecem os instrumentos de bronze, de ferro, os artífices. Aparece tudo na descendência de Caim. Coisas que vão beneficiar a sociedade de então. Isso é impressionante para nós, porque advém de um homem pecado.

Porque Deus está mostrando aqui que mesmo uma linhagem moralmente comprometida ainda pode produzir cultura, pode produzir arte, pode produzir até desenvolvimento. Na verdade, os dons comunicáveis de Deus, porque Deus tem atributos comunicáveis e atributos que ele não comunicou.

Se você me perguntar alguns atributos que Deus não nos comunicou quando formou o homem mais de semelhança, eu digo a você, Deus não nos deu, não nos comunicou a onisciência, a onipresença ou a onipotência. São atributos dele, só dele, só ele é onipresente, só ele é onipotente, só ele é onisciente. Mas Deus nos comunicou outros atributos.

A inteligência, a misericórdia, o amor, a justiça, tudo isso são atributos de Deus. E quando ele nos fez a sua imagem e semelhança, ele nos comunicou esses dons, esses atributos. Ainda que não estejam perfeitos, por causa da entrada do pecado. Então os dons comunicáveis de Deus ainda estão espalhados pela humanidade caída.

com Caim e seus descendentes. Há uma difusão, então, de capacidades, criatividade e realizações no mundo, mesmo entre aqueles que não andam em comunhão salvadora com Deus ou se espalhou a criatividade.

Então, sim, aqui é uma palavra importante para um culto da família. E a palavra é a seguinte, uma família imperfeita, uma família imperfeita ainda pode produzir trabalho, arte e serviço, ainda que seja imperfeita. Uma casa ferida pode produzir trabalho. Pode.

Deus pode, por sua graça comum, e a graça comum, o exemplo dela, é que chove sobre todos. Sobre aqueles que adoram a Deus e creem em Jesus, e chove também sobre aqueles que não adoram a Deus e desconhecem a Deus, que são ateus. Então, chove sobre os crentes e os não-crentes. O sol vem sobre os crentes e os não-crentes. Isso é graça comum.

A graça salvífica vem sobre aquele que vira sendo o Espírito Santo, o coração aberto para crer em Cristo como seu Senhor e Salvador. Essa é uma outra coisa. Eu estou falando de graça comum. Então, Deus pode, por sua graça comum, fazer com que um lar sem plenitude espiritual saia benefícios temporais para muitas pessoas, como aconteceu com a casa de Caim. Mas aqui entra uma advertência que é profética do texto. Profética.

Não podemos parar na admiração da cultura. Não podemos nos encantar com a cidade e esquecer do altar. Não podemos fazer isso. Não podemos aplaudir a técnica e ignorar a santidade. Não podemos celebrar música e esquecer da adoração. O que tem que ter quando há música?

Não podemos louvar o progresso externo, enquanto a alma continua longe de Deus. Porque a mesma linhagem de Caim, que produziu benefícios temporais para a humanidade, que produziu cidade, na cidade produziu também violência. A mesma linhagem que produziu o instrumento, também produziu arrogância.

A mesma linhagem que desenvolve a civilização também se deteriora moralmente a cada dia. Em outras palavras, uma família pode funcionar socialmente. E ainda assim, esta família que funciona socialmente pode adoecer espiritualmente. Ela pode estar adoecida, mas funcionar e muito bem socialmente. E estar adoecida em termos espirituais.

Uma casa pode parecer, Luciana, minha esposa, produtiva. Produtiva. E ainda assim está distante de Deus. Isso é atual, muito atual. Famílias que têm mesa farta, mas não têm oração. Famílias que têm diploma. Diploma na parede. Mas não têm nenhum pingo de arrependimento pelos pecados. Famílias que têm talento artístico, competência profissional, patrimônio construído. E, no entanto... Não entanto...

Não tem fome de Deus em nenhum momento. E no culto da família, a Bíblia nos diz que não basta levantar uma casa eficiente. É preciso clamar para que Deus levante uma casa santa. Santa, não somente eficiente. No quarto ponto, a considerar...

O grande problema da família não é apenas a ferida, o ferimento, o machucado, a marca, mas o grande problema da família é a culpa diante de Deus. Talvez alguém ouça essa mensagem e diga, então a lição é que mesmo com erros, pastor, dá para seguir em frente, mesmo com erro, é assim?

Eu digo, em certo nível, dá para seguir em frente. Porque o problema de Caim não era apenas psicológico, não. Não era apenas relacional o problema de Caim. Não era apenas familiar. O problema de Caim era, antes de tudo, teológico. Tem a ver com o coração santo diante de Deus. Esse é o problema de Caim. Tem a ver com o coração santo diante do Senhor. O problema dele é que ele havia pecado contra Deus.

E não era um caso isolado. Era o pecado que marca toda a raça humana. Ele estava marcado pelo pecado. O apóstolo Paulo nos diz assim, em Romano 3, 23.

Romano 3, verso 23. Pois todos pecaram e estão, igreja, destituídos da glória... Repete aí, irmão. Da glória de Deus. Pode abrir a boca. Pregação é para raciocinar. Não é para ouvir só dizer amém, amém, amém, amém, não. É para você, não é, Roberta? Ouvir, entender, raciocinar aquilo que Deus está colocando para você nessa noite aqui.

Todos os pecados estão destituídos da glória de Deus. Todos! Não apenas caíam o assassino.

Não apenas descendentes rebeldes, mas eu também. E cada ser humano nesta terra, Romanos 3,23, todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus. Então o pecado de Caim ecoa em todos nós. Romanos não fala de exceções. Judeus, gentios, maridos, esposas, pais, filhos, todos pecamos, ou por natureza ou por escolha própria. Meus olhos chamam atenção para o pecado. E eu peco.

E sigo. E essa culpa, esse pecado, nos separa de Deus. Como uma muralha intransponível nos separa de Deus. E aqui está a limitação da própria casa de Caim. Esta é a limitação desta família de Caim. Da casa de Caim. E talvez você nunca tenha ouvido um sermão.

num culto de família, justamente falando sobre Caim, a esposa dele. Talvez você nunca tenha ouvido. E aqui está a limitação da própria casa de Caim. A família pode ser construída. O filho pode nascer. E nasceu. Caim teve um filho. Enoque teve um filho.

A cidade pode surgir, a música pode tocar, o ferro pode ser forjado, mas o sangue de Abel continua clamando. Ele sabe que pecou. Então as coisas estão acontecendo. Progressos estão invadindo a cidade. Música, metalurgia, pastoreio, tudo está acontecendo. Mas o sangue de Abel continua clamando em Caim.

Quantas famílias tentam resolver culpa com atividade? Não, vou fazer isso aqui, vou trabalhar bastante para eu esquecer. Quantas famílias tentam abafar o pecado com trabalho pesado? Para esquecer. Quanto tentam compensar o passado sendo úteis hoje e respeitados hoje? E com isso tentam compensar o passado? E se esquecem de se arrepender dos seus pecados?

Mas a culpa diante de Deus não se cura com produtividade. Não se cura. Ninguém vai conseguir se curar diante de Deus sendo produtivo ou trabalhador, se estiver em pecado. Culpa diante de Deus não se apaga com civilização, tecnologia, civilização. Culpa diante de Deus não se resolve com casamento, com filhos e com rotina.

Caim recebeu uma marca de preservação, mas não recebeu naquele texto a declaração que ele estava justificado. Deus não deu a justificação para ele. Deus não absorveu ele. Deus não perdoou ele. Deus marcou Caim. Ele foi protegido da vingança humana, mas isso não significa reconciliação plena com Deus. Ele apenas foi protegido temporariamente pela fúria dos homens daquela época.

E aqui nós entramos no coração do Evangelho. Onde Caim, Vitória, ele termina, Cristo começa. Onde Caim termina, Cristo entra e começa. Se eu terminar esse sermão dizendo para vocês que Deus pode manter de pé famílias, e Ele pode mesmo, família quebradas, eu teria pregado uma mensagem útil, mas ela estaria incompleta ainda.

Eu sei que Deus pode manter de pé famílias quebradas. Eu sei. Ele pode restaurar e manter de pé famílias quebradas. Mas se eu pregasse e parasse aqui, essa mensagem seria útil, mas ainda incompleta para você. Porque a esperança da família cristã não está em Caim. Não está em Caim.

Não está na esposa anônima de Caim. Não está na capacidade humana de reconstrução. A esperança da família cristã está em Jesus Cristo, nosso Senhor. Hebreus capítulo 12, versículo 24, diz que chegamos a Jesus.

E é Jesus, o mediador da nova aliança, e é o sangue da aspersão, que fala coisas superiores ao que fala o próprio Abel. Veja, Hebreus 12, 24, fala de Abel.

E a Jesus, o mediador da nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala coisas superiores, o sangue da aspersão de Cristo, fala coisas superiores ao que fala o próprio Abel, ou ao sangue derramado de Abel. Veja a glória do Evangelho.

Caim derramou o sangue do irmão dele. Cristo derramou o próprio sangue dele, Cristo, pelos irmãos. Nós somos irmãos de Cristo. Caim carrega uma marca para não ser morto. Cristo carrega a cruz para matar a morte do seu povo. Ele morre para matar a morte, para que você e eu possamos ressuscitar. Caim é preservado temporariamente.

Cristo salva eternamente. Caim continua vivendo com sua história de marcas e pecados. Cristo entra na nossa história para nos dar uma nova vida, uma nova criação de Deus nós somos, uma nova identidade. Cristo nos dá e apaga com isso as nossas marcas, as nossas feridas e cicatriza nossos ferimentos.

Caim pode até levantar casas sob ruínas. Ele pode até levantar, como está no flyer. Casas sob ruínas. Cristo faz de pecadores arruinados a casa de Deus. Nós, pecadores arruinados, uma vez arrependidos e pela fé.

Abraçando Cristo como nosso Salvador e Senhor, Cristo nos pega e nos transforma à casa de Deus. Lembra da Bíblia Sagrada falando? O nosso corpo é templo e igreja do Espírito Santo.

qual é a palavra final para as famílias desta noite? Se sua casa tem feridas, corra para Cristo. Essa é a palavra. Se o seu casamento tem cicatrizes, corra para Cristo. Se você é marido e sabe que falhou, corra para Cristo. Se você é esposa e carrega dores profundas, corra para Cristo. Se você é filho e sente o peso de uma herança difícil, corra para contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra o Senhor contra

Cristo. E talvez esta seja a palavra mais pastoral que Deus colocou para mim, para passar para você nesta noite, ainda que nem todos estejam ouvindo. Deus não precisa de famílias imperfeitas para começar uma obra de graça. Cristo entra em casas quebradas. Ele visita mesas que estão rachadas. Cristo fala em ambientes feridos.

Cristo chama pecadores pelo nome, para que eles sejam seus, remidos pelo sangue do cordeiro. Cristo restaura altares caídos. Ele transforma a descendência de Adão em família da fé sete.

E o que aprendemos então com Caim e sua esposa? Um culto da família? Aprendemos que as famílias nascem feridas, mas Deus as sustenta na sua providência divina. Aprendemos que cicatrizes não impedem uma casa ser levantada, porque existe a graça comum.

que é para o crente e para o incrédulo. A graça comum de Deus. Lembra? O sol é para todos, a chuva é para todos. Pequeno exemplo. Aprendemos que a cultura sem adoração é muito lindo, mas não salva. Não salva.

Cultura sem adoração não salva. O que salva é Cristo nas nossas vidas. É Cristo que nos redime. Aprendemos que culpa universal exige um sangue. Presbítero seminarista Mauro Godoy, hebreus, existe um sangue melhor do que o de Abel. E esse sangue é o de Cristo.

Então, talvez você tenha chegado aqui hoje pensando, minha família tem marcas demais, minha história está comprometida demais, meu passado, meu pastor, me desqualifica demais. Então, olhe para Gênesis 4 e veja Deus ainda fala, ainda fala no meio de histórias tortas.

Meio de histórias tortas, Gênesis 4, Caim e sua esposa. Deus ainda fala. Mas não pare só em Gênesis 4. Vá para o Calvário. Ande pelo Calvário. Porque no Calvário está aquele que derramou o seu sangue para nos redimir diante de Deus, o Senhor Jesus. Então, que ele, o Senhor Jesus, que nos redimiu na cruz, onde o seu sangue foi derramado por mim e por você, que ele, o Senhor Jesus,

visite as famílias desta igreja. Que o Senhor Jesus quebre o orgulho. Que o Senhor Jesus cure as feridas.

Que o Senhor Jesus converta pais e mães. Que o Senhor Jesus alcance os filhos. Que o Senhor Jesus levante lares piedosos. E que onde hoje há apenas uma casa sobrevivendo, amanhã há uma casa adorando Deus. Fica uma pergunta para ti, em nome do Senhor. Esta noite, quem aqui?

decide trazer sua casa aos pés da cruz? Fique com essa pergunta e na hora propícia nós teremos uma oração a Deus. Por esta pergunta colocada no teu coração, quem aqui decide trazer sua casa aos pés da cruz?