POSSO TREINAR GRIPADO? O que a ciência nos diz?
Fonte: Ruuskanen O, Valtonen M, Waris M, Luoto R, Heinonen OJ. Sport and exercise during viral acute respiratory illness-Time to revisit. J Sport Health Sci. 2024 Sep;13(5):663-665. doi: 10.1016/j.jshs.2023.12.002. Epub 2023 Dec 9. PMID: 38072364; PMCID: PMC11282332.Compre os produtos do Sapo na loja: https://reserva.ink/lojadosapoQuer treinar comigo? brunosapo.com.brMe segue no Instagram: https://www.instagram.com/brunorosa.sapo/Me segue no TikTok: https://www.tiktok.com/@brunorosa.sapo
- Gripe e resfriadoSintomas de resfriado · Miocardite · COVID-19 · Regra do pescoço
- Retorno ao treino após doençaAvaliação clínica · Ajuste de treino
- Evidência científica e atividade físicaEstudos em animais · Infecções respiratórias
Fala, time! Sejam muito bem-vindos, bem-vindas, bem-vindes a mais um Posto 8, o podcast do TDS.
E semana passada estava de férias, então não gravei durante a semana, não postei nada durante a semana, além de uns highlights das minhas férias. Então, gravando um episódio hoje num dia atípico no domingo, porque eu achei esse tema interessante e porque eu quero atualizar também o Posto 8, principalmente em agradecimento a vocês que...
estão escutando, estão curtindo, estão compartilhando, estão comentando. Eu vi gente postando nos stories que estavam ouvindo durante o trânsito. Então, já fica o lembrete. Se você está curtindo, divulga, porque, um, a informação de qualidade. Eu faço isso para mim também, para eu continuar estudando. E para vocês, porque, como profissional da saúde, eu estou de saco cheio de ver...
Vocês caindo em cilada, escutando gente que fala muita coisa sem embasamento só para vender. E aqui eu estou pensando em nós, em mim e em vocês. Lembrando que...
Se você estiver no YouTube, dá o like, se inscreve no canal. Se você estiver no Spotify, dá a estrelinha, comenta, interage. Viu algum corte em algum lugar, compartilha. Se você quiser treinar comigo, o link está na descrição. E também, se você quiser vestir a camisa do TDS, o link também está na descrição. Tem estampa nova lá.
Uma estampa muito fofinha da razão pela qual você treina. Hoje eu não estou de TDS, hoje eu estou de Vini Júnior. Viu essa camisa lá e falei, ah, de Vini Júnior hoje. Vamos embora. Tirando essa introdução, o título do episódio hoje é Vem Responder, tentar responder, tentar orientar a uma questão que normalmente aqui na aqui na aqui na aqui na aqui na aqui na aqui na aqui na aqui na aqui na aqui na
aparece na vida de todos nós que treinamos. Posso treinar gripado? O que a ciência diz sobre o exercício durante o resfriado?
Será que toda vez que a gente fica resfriado precisa parar completamente de treinar? Essa é uma daquelas perguntas que aparecem o tempo todo na vida de quem treina, de quem prescreve e treina, como é o meu caso, e de quem acompanha atletas.
Tem gente que fala, se está gripado, descansa. Tem quem fala, se não tem febre, vai treinar. Tem gente que usa aquela regra clássica do pescoço. Se os sintomas estão acima do pescoço, tudo bem. Se estão abaixo do pescoço, para tudo. Mas será que é tão simples assim? Então, no episódio de hoje, eu vou comentar um artigo que foi publicado no Journal of Sports and Health Science.
com o título em inglês de Sports and Exercises During Viral Acute Respiratory Illness. Time to Revisit. Em português, ficaria mais ou menos como esporte e exercício durante a doença respiratória viral aguda, uma hora de revisitar esse tema. E a pergunta principal é...
a gente precisa mesmo parar todo o... Aliás, a gente precisa tratar todo o resfriado como um risco grave para quem treina? E aí? Vamos lá. Separei em alguns blocos para a gente comentar e para a gente orientar de acordo com o que apresenta o nosso artigo. Colada no café e bora.
Durante muito tempo, atletas e praticantes de exercícios receberam uma orientação bastante conservadora, de durante uma infecção respiratória, especialmente viral, o melhor seria não treinar nem competir. Essa orientação vem de uma preocupação legítima, o medo de que o exercício intenso piore a infecção, aumente o risco de miocardite ou, em casos extremos, esteja associado à morte súbita.
E aqui é importante dizer que miocardite, obviamente, não é brincadeira, a gente está falando de uma inflamação no músculo cardíaco que pode ter consequências sérias. Mas o artigo começa provocando uma reflexão que é, será que a gente pode colocar todas as infecções respiratórias virais nesse mesmo pacote? Porque uma coisa é um resfriado comum, uma coriza, um espirro, um nariz entupido, uma dor de garganta leve.
que é aquele resfriado. E outra coisa é uma infecção por influenza, COVID-19, adenovírus, enterovírus, que pode ter um comportamento mais sistêmico e, em alguns casos, mais potencial de complicação. Então, o primeiro ponto, para a gente ficar aqui nesse episódio do Posto 8, o problema não é só perguntar eu estou doente ou não estou doente. É.
A pergunta deveria ser que tipo de quadro eu tenho, quais sintomas eu estou apresentando, em quais riscos eu estou envolvido. O artigo lembra que resfriado...
Comum, geralmente vem com dor de garganta, espirro, coriza, congestão nasal e tosse. A febre costuma estar ausente ou ser leve. E os sintomas normalmente duram de 5 a 7 dias. Em atletas...
Esse tipo de infecção é muito comum e pode atrapalhar o treinamento, principalmente quando acontece várias vezes no ano. Mas um ponto muito importante é que grande parte dos resfriados comuns é causado por rinovírus e coronavírus sazonais. E, segundo os autores, esses vírus específicos não são conhecidos como os principais vírus associados à lesão direta do coração.
Isso é diferente de outros agentes, como o enterovírus, adenovírus e influenza, que merecem mais cautela. Então, quando alguém fala, treinar resfriado pode dar miocardite, essa frase precisa ser olhada com cuidado. Ela pode até partir de uma preocupação real.
mas, do jeito que ela é dita, parece que qualquer coriza vira automaticamente um risco cardíaco grave. Não é bem assim. O artigo está justamente dizendo que a evidência para isso, especialmente no resfriado comum, é fraca. Esse medo vem de algum lugar. De, pô, vai pegar? Pegar não, vai desenvolver para miocardite.
Uma parte importante do artigo fala...
dos estudos em animais. Há estudos antigos, de mais de 50 anos, que camundongos infectados por o coccyc vírus B3 tiveram mais dano cardíaco e mortalidade quando submetidos a exercício forçado. Esses estudos ajudaram a criar uma espécie de dogma. Durante a infecção viral, o exercício físico intenso poderia aumentar o risco de miocardite. Só que aqui entra...
uma análise para a gente fazer sobre isso. Primeiro, eram estudos em animais. Segundo, os vírus estudados não eram simplesmente os vírus de um resfriado comum, que a gente viu ali em cima. E o terceiro, o exercício era forçado, intenso, num contexto experimental muito diferente da vida real. Então,
Esses estudos são importantes, sim, para levantar hipóteses, para lembrar que existem riscos e algumas infecções, mas eles não provam que uma pessoa com sintomas leves de resfriado comum, sem febre, sem falta de ar, sem dor no peito, sem palpitação, terá risco elevado de miocardite se fizer um exercício leve moderado. Esse é um ponto bem importante para a gente ter aqui.
Ciência, de acordo com esse artigo, não está falando treine de qualquer jeito. Ela está dizendo, vamos parar de transformar uma evidência muito específica em uma regra absoluta para todos os casos. O famoso extrapolar, que a gente já conversou aqui em outros episódios.
Essa preocupação com a miocardite veio muito forte durante a pandemia. E a preocupação com atletas aumentou muito. Isso fazia sentido, sim, porque a Covid-19 não era apenas um resfriadinho. A infecção pelo SARS-CoV-2 poderia ter manifestações sistêmicas, respiratórias, cardiovasculares e neurológicas. O artigo...
Cita que, em estudos com atletas que tiveram COVID-19, a incidência geral de miocardite clinicamente diagnosticada foi baixa e, na maioria dos quadros, os quadros foram leves, com recuperação após alguns meses de repouso.
Isso não significa, gente, que não tinha risco. Beleza? Significa que, mesmo em um vírus que exigia muito cuidado, o cenário real em atletas foi mais específico e menos catastrófico do que alguns discursos faziam parecer. Entendidos? E aqui dá para a gente fazer outra reflexão aqui. Estou trazendo várias nesse episódio. A pandemia... aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui aqui
deixou um legado de maior cuidado com o retorno ao esporte depois de uma infecção. Isso é positivo, óbvio. Mas o cuidado não pode virar um pânico generalizado. Beleza? Sobre a morte súbita, é um tema sensível, óbvio. Sempre choca quando acontece. Tem grande repercussão, assusta todo mundo, gera medo.
em atletas, treinadores, pais, professores, profissionais da saúde, mas, de novo, o artigo tenta colocar uma questão em perspectiva. A morte súbita relacionada à miocardite no esporte parece ser extremamente rara. Existem casos, claro, mas a evidência disponível sugere que não é um evento comum.
E aqui eu não estou falando para ignorar o risco. Eu estou falando para, eu, no caso o artigo, está falando para entender o risco de forma proporcional. Se a pessoa tem sintomas cardíacos, falta de ar, dor no peito, 5, palpitação, aí não é o caso de vou fazer um treino mais leve.
entendidos? É um caso de vou parar e vou procurar atenção, vou procurar ajuda. Mas se a pessoa tem um resfriado leve, sintomas só de vias aéreas superiores, sem febre, sem sintomas sistêmicos, a decisão pode ser mais individualizada, tomada entre quem está treinando e profissional de educação física, entre atleta e preparador físico.
Lá em cima eu falei exatamente sobre essa regra do pescoço. Se os sintomas estão acima do pescoço, vai. Se estão abaixo, segura. O que o artigo diz é que essa regra não é científica, ou seja, não é baseada em evidência robusta. Mas os autores reconhecem que ela pode ter alguma utilidade prática.
E aí eu acho um ponto importante para a gente trazer para a vida real. A regra do pescoço não deve ser utilizada como uma lei, mas pode ser um primeiro filtro ali, uma primeira anamnese, uma primeira pergunta. O problema é que ela não identifica o vírus causador, por exemplo.
Algumas infecções de vias aéreas superiores podem ser causadas por vírus que merecem mais cuidado. E algumas infecções bacterianas, como uma amidalite, também podem exigir mais atenção. Então, na prática, a regra do pescoço pode ajudar, mas não substitui uma avaliação clínica, um bom senso e, de novo, uma individualização. E a gente vai para um dos pontos principais, que é interesse geral.
que é o que fazer na prática. Se você está com sintomas leves, coriz, espirro, congestão nasal, uma dor leve de garganta, sem febre, sem dor no corpo, sem falta de ar, sem sintomas cardíacos, talvez você não precise parar completamente.
Mas isso não significa manter o treino normal. Você pode reduzir a intensidade, reduzir o volume, evitar treinos até a falha, evitar sessões muito longas, principalmente observar como o seu corpo responde. Mas, se você está com febre...
mal-estar, dor no corpo, um cansaço fora do normal, tosse alta, falta de ar, dor no peito, palpitação, sensação de desmaio, aí o cenário muda, nesse caso, treinar.
não é sinal de disciplina, sou brabo, sou braba. Não, aí é um pouco de imprudência. Se houver suspeito ou confirmação de COVID-19, influenza, adenovírus, enterovírus ou outro quadro mais sistêmico, o artigo sugere pausa e restrição de competição ou treino. Beleza? Dando uma olhada mais aqui, o que o artigo diz?
Outra coisa importante, que é importante também sair do contexto de atleta. A gente sempre fala atleta, competição, e falar aqui com vocês, a maioria de vocês, que é que treina por saúde, estética, condicionamento, bem-estar. Às vezes, a pessoa fica com aquele medo de perder tudo.
que conquistou ali com muito esforço em dois ou três dias sem treinar. E a gente precisa olhar isso com mais calma. Você não perde seu condicionamento inteiro por respeitar alguns dias de recuperação. Ao mesmo tempo, o artigo lembra que o repouso absoluto e cama por pouco tempo podem, sim, reduzir o desempenho, especialmente em atletas. Então,
também precisa transformar qualquer nariz escorrendo em uma semana inteira de cama, né?
o equilíbrio aí está em ajustar os seus sintomas, como você sente, com o treinamento. E aí entra aquela coisa do processo, treinar é processo, saúde é processo, e dentro desse processo, saber quando reduzir e ajustar ali o volume, intensidade, recuperação, descanso, faz parte, sim, do processo. Beleza?
se você é profissional de educação física, você é personal trainer, esse artigo pode ser bem útil, porque ajuda a gente a evitar esses dois extremos de qualquer resfriado para tudo, porque você pode ter miocardite, calma, também não é assim. E o outro extremo de isso é frescura, vai treinar, vamos...
Força, foco e fé. Nenhum dos dois extremos é legal. Um profissional de educação física responsável vai perguntar quais são os seus sintomas, se tem febre, falta de ar, dor no peito, palpitação, teve tontura, teve sensação de desmaio, a pessoa está melhorando, está piorando. Qual era o treino planejado para hoje? Vamos ajustar.
Vamos ajustar a intensidade, vamos ajustar o volume. Essa pessoa é uma atleta competitiva, é uma praticante, tem um diagnóstico ou suspeita de uma infecção mais séria. Então, profissionais, essa é a diferença de prescrever treino e simplesmente mandar a pessoa ir ou não. Recentemente, eu passei por isso com a Lara, não tem problema falar o nome dela. A gente interrompeu uma sessão de treino.
por causa de alguns sintomas e algumas coisas que eu reparei, que ela relatou, eu falei, para, suspende, vai para casa e a gente vai analisando isso aí. Então,
Eu queria finalizar esse episódio com coisas práticas para vocês. Estamos chegando a 20 minutos. Esse episódio ficou um pouquinho mais longo, porque são muitas variáveis. Basicamente, galera, quando eu posso treinar?
Se os sintomas forem leves e restritos às vias a áreas superiores, coriza, espirro, congestão nasal, dor de garganta leve, e você tiver sem febre, sem dor no corpo, sem falta de ar, sem palpitação, sem mal-estar, considera o treino. Não é treinar normal, de novo. Pode considerar e treinar. Fala com o seu personal, profissional de educação física responsável, para ajustar, se for o caso.
Você pode fazer um treino mais leve, reduzir volume, reduzir intensidade, evitar treinos até a falha, evitar intervalados, ritmo muito intenso e, principalmente, observar a resposta do corpo. A ideia não é provar que você é brabo, que você é braba, e sim só manter algum movimento sem transformar um quadro leve em uma sobrecarga desnecessária. Até para você manter a rotina, fica bem de cabeça também.
Agora, febre, dor no corpo, calafrio, cansaço fora do normal, tosse, falta de ar, dor no peito, palpitação, tontura, desmaio, está piorando os sintomas?
Se o seu corpo está dando sinais de uma infecção mais sistêmica, ou existe qualquer sinal que possa sugerir um envolvimento cardiovascular e respiratório mais importante, o treino aqui não é prioridade. A prioridade é recuperar, observar a evolução e, quando necessário, buscar uma avaliação médica, buscar um diagnóstico. Beleza? Quando e como voltar?
A volta deve ser progressiva. Não faz sentido alguns dias doente voltar direto para onde você parou, para o treino mais pesado da semana. É interessante reduzir volume e intensidade. Ver como o corpo reage nas primeiras 24 horas. Não pioraram os sintomas, aumenta um pouquinho.
piorou, recua. E para atletas, especialmente em contexto competitivo, aí a decisão precisa envolver a equipe médica, treinadores e, quando possível, um diagnóstico mais preciso. Mas para praticantes comuns, 99% de nós, o princípio continua parecido. A volta precisa respeitar o seu corpo e o momento. Beleza?
Então é isso, galera. Eu acho que ficou bem resumido. Fica bem claro aqui a diferença de alguns sintomas, a diferença entre atletas e praticantes comuns. E o último lembrete que eu queria dar para vocês aqui, antes de encerrar o episódio, é que no meio do treino, e isso é muito divulgado nas redes sociais,
Tem essa coisa, essa valorização exagerada da pessoa que treina, mesmo destruída, sem dormir, doente, exausta com dor. Isso é vendido como disciplina, força, foco e fé. E, muitas vezes, é só uma relação ruim com o próprio corpo. Beleza? Disciplina não é ignorar o sinal de alerta, não é ignorar o seu corpo, que o seu corpo está falando, que o seu corpo está gritando, que está sentindo.
disciplina é treinar pesado quando é para ser pesado, é treinar leve quando é para ser leve, é descansar quando tem que descansar, é ouvir os profissionais de saúde ao seu redor e ouvir principalmente o seu corpo. Beleza?
Combinados? Esse foi mais um Posto 8, o podcast do TDS, nesse episódio de quando eu posso voltar a treinar, se eu posso voltar a treinar depois de uma gripe, beleza? Do gripado. Se você tiver alguma dúvida, me manda mensagem no YouTube, no Spotify, no Instagram. A gente se vê na próxima semana com mais um tema interessante para a gente. Valeu? Abraço.
Serasa