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# Arte & Cultura - 05/06/2025

05 de maio de 202622min
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"O No Arte & Cultura de hoje mergulha na cena catarinense! Vamos falar da peça 'Conta Carolina: diário de uma favelada', que leva a força de Carolina Maria de Jesus ao palco do Teatro da Ubro. Tem também cinema local ganhando o país: a estreia nacional de 'Edifício Bonfim'. E mais: Andy Ramos traz os detalhes da oficina 'Pop Rua em Ação: teatro com as ruas'e a gente já esquenta os motores para o Festival Saravá 2026. Sintoniza com a gente!"

Participantes neste episódio4
A

Andy Ramos

ConvidadoEstudante de pedagogia
C

Camila Tabacchi

ConvidadoPublicitária
L

Luana Araújo

ConvidadoCoordenadora do Movimento Nacional da População em Situação de Rua em Santa Catarina
T

Tefa Polidório

ConvidadoProfessora
Assuntos4
  • Ocupação da cidade e ruaTefa Polidório · Luana Araújo · Instituto Arco-Íris · Pop Rua · Teatro com as Ruas · Reintegração social
  • Peça 'Conta Carolina'Carolina Maria de Jesus · Diversa Companhia de Teatro · Teatro da Ubro · Fome, desigualdade, violência e discriminação
  • Filme 'Edifício Bonfim'Ligia Valper · Paradigma Cinearte · Ilha da Magia · Suspense, terror e humor
  • Festival de Cannes 2026Seu Jorge · Gabi Amarantes · Campeche
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Arte e Cultura Oi, oi, ouvintes da Udesc FM Florianópolis. Está no ar o Arte e Cultura, um programa que traz agenda cultural, entrevistas e outras coisinhas mais para você aproveitar e se divertir com a diversidade das artes aqui em Florianópolis.

Hoje tem uma entrevista que a Andy Ramos fez sobre a oficina Pop Rua em Ação, Teatro com as Ruas, que vai acontecer no Instituto Arco-Íris no dia 21 de maio. Tem também estreia de filme catarinense nas telonas, Festival Saravá e muito mais.

E a gente começa falando de uma peça que será encenada no Teatro da Ubro, Conta Carolina, Diário de uma Favelada, baseado em textos da escritora e poeta Carolina Maria de Jesus, mulher negra, pobre e mãe solo de três filhos, que traz em sua obra reflexões sobre fome, desigualdade, violência e discriminação.

A montagem é da Diversa Companhia de Teatro, um coletivo de alunos de pedagogia da UDESC-FAED. E tem um convite para vocês. Olá, pessoal. Eu sou a Ju Pompeu, estudante de pedagogia aqui da UDESC. Faço parte da Diversa Cia de Teatro e convidamos vocês para assistir o nosso espetáculo Conta Carolina, Diário de uma Favelada, inspirado na obra de Carolina Maria de Jesus.

no dia 29 de maio, às 20h, no Teatro da Ubro. Nossos ingressos estão disponíveis no Simpla e na bio do nosso Instagram, arroba diversa.cia. Esperamos vocês lá. A apresentação única é no dia 29 de maio, às 8h, no Teatro da Ubro. Os ingressos já estão disponíveis na plataforma Simpla.

E na quinta-feira tem estreia de filme catarinense rodado integralmente em Florianópolis e com 100% do elenco local. Estou falando de Edifício Bonfim, que tem estreia nacional. Aqui em Florianópolis, o filme será exibido no Paradigma Cinearte. A direção é de Ligia Valper e este é o primeiro longa-metragem dirigido por ela.

Tudo acontece a partir de uma reunião de condomínio, onde três histórias despontam. O filme aborda o universo fantástico da Ilha da Magia, com muito suspense, terror e humor. Não. Uma situação? Bruxas na Ilha de Santa Catarina. Uma bruxa.

A princípio, um suspeito e dois reféns. Um homem e uma mulher. Tá fazendo o que aqui, cara? Fica o convite para os ouvintes assistirem Edifício Bonfim no primeiro final de semana. É isso que garante a continuidade do filme nos cinemas. Fica a dica. Edifício Bonfim entra em cartaz aqui em Florianópolis no Paradigma Cinearte. Eu quero ver até onde eles conseguem chegar. Veneno não me agrada. Deve ser difícil lidar com toda a bandidagem solta por aí, né?

Estamos apresentando Arte e Cultura.

Boa noite, ouvintes da Rádio Desc.FM. Hoje aqui no Arte e Cultura recebemos a presença ilustre da Tefa Polidório e a Luana Araújo. A Tefa é professora e propositora da oficina Pop Rua em Ação, Teatro com as Ruas. E a Luana Araújo é coordenadora do movimento MNPR, Movimento Nacional da População em Situação de Rua em Santa Catarina, e o Movimento Nacional Transrua, articuladora também do colaboratório do Pop Rua. Sejam muito bem-vindas aqui ao Arte e Cultura. Muito obrigada por toparem estar aqui com a gente. Obrigada.

A gente que agradece o convite Prazer imenso recebê-las Vamos então começar falando do projeto O projeto se chama Pop Rua em Ação Teatro com as Ruas Pra abrir a nossa conversa, eu queria que vocês contassem Como que nasceu essa iniciativa Por que que essa escolha, dessa preposição Com, qual que é a diferença fundamental Entre fazer teatro sobre a rua E um teatro construído com as pessoas Em situação de rua Então, boa noite pra quem tá nos escutando Boa noite Luana Boa noite Andy Boa noite

Boa noite. A ideia do projeto, então, veio de uma conversa que eu tive com a Cris, que ela é uma atuante, né? E ela é redutora de danos e trabalha junto do... No colaboratório. Ela é coordenadora do colaboratório. É, ela é coordenadora do colaboratório do Pop Rua. E a gente tem uma migona em comum, que a gente até estava conversando antes, né, Luana? Que é a Carol Pommer.

Ela é uma atriz, ela é pesquisadora. E ela desenvolveu, inclusive, uma tese chamada dos Teatros dos Pelegrinos, que ela trabalhava com pessoas em situação de rua nos últimos anos em que ela atuou em Florianópolis. Hoje em dia ela reside em Curitiba. Então, por conta dessa nossa grande amiga Carol Pomer, a Cris e eu a gente se aproximou.

E a Cris um dia me perguntou se eu toparia trabalhar, oferecer oficinas, assim, para pessoas em situação de rua. E aí a gente precisaria ver de lugar, de parcerias e tal, né? Mas seria junto com o Pop Rua. E eu super aceitei, porque eu também já tive projetos, assim, trabalhos com pessoas em situação de rua no Rio Grande do Sul, quando eu morava lá. Tem uma pesquisa que tem a ver com essa temática.

E aí a gente acabou se aproximando e começou a pensar, né? Essa ideia desse projeto. Inicialmente, então, a ideia do projeto era... O cerne da nossa conversa foi a seguinte. Numa cidade como Florianópolis, de políticos higienistas tão firmes, né? Tão duras. Como é que a gente poderia trabalhar junto da população em situação de rua pra desmistificar essa ideia de...

que pessoas que estão em situação de rua, elas são pessoas que não devem participar da sociedade, pra gente tentar desconstruir um pouco do imaginário sobre essas pessoas. A partir daí, a gente começou a conversar sobre esse projeto, então, que a gente intitulou Pop Rua em Ação, Teatro com as Ruas. Mais ou menos isso. Acho que a Luana quer continuar.

Boa noite, ouvintes. Eu sou a Luana de Araújo, coordenadora do Movimento Nacional da População e Estação de Rua, também articuladora do colaboratório. Quando a Cris me apresentou esse projeto, eu que dei a ideia, inclusive, de ou ser na passarela ou ser no arco-íris. Esse projeto, eu já participei de um projeto parecido no início dos anos 2000, no GAPA, com a Carla Almeida.

com a Carol, inclusive, na época em que eu estava em situação de rua, e foi ali que eu aprendi como me portar na sociedade, na verdade. Porque quando a gente está em situação de rua, nós nos tornamos invisíveis. Então isso, para nós, acaba se tornando uma coisa normal, não sermos vistos.

E para a sociedade também se torna normal que eles nos enxatem para qualquer canto. Quando se tem uma oficina de teatro voltada, não voltada para a Pop Rua, mas com a Pop Rua, que são duas coisas totalmente diferentes. Sim. Nós temos, inclusive, um ditado dentro do nosso movimento que é Nada Sobre Nós Sem Nós.

Então, quando você pega a população em situação de rua e coloca dentro de um projeto que tem início, meio e fim, onde elas vão aprender, elas vão poder se expressar, vão poder se comunicar com a sociedade de uma outra visão, isso faz com que as pessoas abram os olhos, né? Porque a sociedade vai ter que nos enxergar, entendeu? E como a Tefa falou, a rua não se resume só a drogas, não se resume só a prostituição, a roubos, enfim, né? Eu sou cria das ruas.

A rua é uma cultura também, né? Também, né? Eu fui pra rua com 13 anos de idade, morei até os 31 anos na rua, né? Então, imaginem uma criança na rua sem saber nada. Eu aprendi tudo o que eu aprendi, aprendi na vida, né? Então, eu passei por todos os estágios da rua, prostituição, uso de drogas, etc.

mas começou lá no Gapa, com um projeto de teatro, um projeto de redução de danos, que eu comecei a me inserir na sociedade de novo, até que em 2006 saiu um projeto que eu estou trazendo para cá, é para iniciar em junho, que é o projeto Reciclar Ser, voltado para a população trans, é um projeto de geração de renda através do papel reciclado, que também vem nesse mesmo molde do Pop Rua em Ação, do teatro com as ruas, é trazer a população em situação de rua para a sociedade de novo.

Em 2005, 2006, junto com a ONG Le Mulher, de Porto Alegre. Não sei se tu conhece. A Rosa Castilhos, a Yara da Rosa. Elas trouxeram isso pra nós, né? E lá foi onde eu comecei a sair das ruas. Eu fiz um curso dentro da Procempa. Virei educadora.

Dentro de um telecentro, do telecentro eu fiz meu curso de cuidadora, terminei o ensino médio e hoje eu sou formando em engenharia de alimentos. Eu sou técnica de enfermagem por formação, não exerço a profissão por motivo de saúde e hoje eu faço faculdade de engenharia de alimentos.

Mas começou lá atrás. Porque a sociedade me viu. Uma das outras meninas que já faleceu virou professora. Fez magistério e dava aula no movimento de alfabetização. E trazer isso, mostrar isso pra sociedade, que as pessoas em situação de rua, elas também têm a sua cultura, elas têm arte. Como eu sempre digo, as pessoas em situação de rua, elas deixaram de ser aquele mendigo que ficava ali, quietinho, enrolado no cobertor pedindo esmola. Sempre bêbado, sempre...

eu odeio usar esses termos, né, ali no uso de drogas, enfim, para serem pessoas que são engenheiros, médicos, professores, advogados, mesmo pessoas faxineiras, enfim, de todas as profissões que vão para nas ruas ou por conta de um vício, né, seja o álcool ou drogas.

Ou seja por abandono familiar, principalmente os mais idosos, né? Sim. Então, isso são coisas que a sociedade não vê. As pessoas só dizem, as pessoas estão na rua porque querem. Não, né? Todo mundo tem uma história, né? E quando a gente pega uma arte como o teatro...

E mostra isso para a sociedade, sabe? Num primeiro momento é impactante, sabe? Mas a sociedade enxerga. E eles passam a enxergar as pessoas com outros olhos. Então, a importância desse projeto é muito maior do que vocês imaginam. Com certeza.

trazer isso para um olhar diferente, um olhar humanizado, seja num teatro formal, seja numa escola, principalmente nas escolas, que são muito atacadas atualmente. Não tem como não entrar no espaço de política. Aí, por um lado, uma mala mais extremista e mostrar que, estão dizendo que na universidade só tem maconheiro, drogada.

Não é assim que funciona. Mostrar para a sociedade. Não, não são só usuários de drogas. São pessoas que têm família, têm uma vida, têm uma história, têm o seu conhecimento, têm a sua profissão e que, por algum motivo, foram parar nas ruas. Então, eu acho que tudo isso, se colocado dentro deste projeto, na prática...

lá no Instituto Arco-Íris, que é um instituto de resistência, de luta da população em situação de rua. É um espaço que é para a população em situação de rua. Trazer a população em situação de rua para dentro do teatro, trazer a população em situação de rua para aquele momento.

de reinserção na sociedade, traz uma dignidade que vocês não têm tamanho, não têm ideia do tamanho. Porque nós sabemos que, naquele momento, as pessoas estão sendo vistas com dignidade, são vistas de maneira, não como um fardo para a sociedade, e sim como pessoas que estão ali. Ocupando um espaço que é delas por direito.

Verdade. Não só ocupando, mas resistindo, lutando para que a sua condição de vida mude. Isso é muito importante. Sim. E o Instituto Arquíris é esse espaço de resistência e de acolhimento, né? Muito forte aqui em Florianópolis, né?

pouco mais dessa importância de levar esse projeto pra dentro desse território, né? Como o ambiente do Instituto potencializa essa busca por um lugar de fala, né? Através da cena, assim, da arte, de todas as artes que são possíveis ali, que eu sei que não é só o teatro, né? Tem bloco, tem capoeira, né? E a ideia também de... Isso veio, né? Foi uma conversa no colaboratório, né? Entre a Cris, a Luciane e eu, que somos as três pessoas que trabalham no colaboratório aqui em Florianópolis.

de levar isso, não só a uma peça teatral no final, mas levar adiante o projeto, levar para outros lugares, levar para o carnaval, que é um local de altíssima visibilidade. De muita resistência também, né?

Também, porque nós sabemos que o carnaval é uma cultura de resistência do povo negro. É a maneira que o povo tem de se expressar. É a maneira que o povo tem de reivindicar alguma coisa. Então, é um espaço que é nosso. É um espaço nosso e nós temos que ocupar, sim. Com certeza.

E a proposta, então, ela é finalizar com um espetáculo, mas não só, né? Se vocês puderem falar um tanto mais também sobre a metodologia, né? Muitas vezes as ferramentas tradicionais do teatro, elas precisam ser reinventadas, né? Pra dialogar com diferentes realidades sociais, né? E essas realidades são muito específicas, assim, né? E essa especificidade, ela precisa de uma metodologia específica também. E como que vocês estruturam a metodologia desses laboratórios, né?

No Instituto Arco-Íris, né? Como o treinamento do corpo e da voz se adapta para colher essas subjetividades?

e as urgências desse público específico. E como que é essa proposta, né? De vocês finalizarem com o espetáculo, mas como que vai ser o processo do laboratório, né? Se puder falar um tanto mais sobre. Então, a ideia é justamente como tu falou, né? O nome já, Teatro com as Ruas, é justamente pensando que cada pessoa que vive a rua, ela vive de um jeito, né? De uma maneira específica também, a sua forma de viver as ruas.

Então, por isso a gente não fala nesse sentido de a rua, mas as ruas, o encontro das ruas. E como esse encontro de tantas ruas pode promover algo incrível, né? Então, a gente vai inicialmente partir já da história de vida e dessa realidade de como cada corpo vive a sua história nas ruas. E a partir daí a gente vai começar a cavocar memória, a gente vai começar a trabalhar com jogos de sociabilização, a gente vai começar a trabalhar...

Sobre técnicas de atuação. Porque a ideia... Existe uma vontade de criar esse espetáculo. Que já foi pensado. Mais ou menos como uma ideia. Mas também vontade de fazer performances. De momentos de saída nas ruas. Para que esses corpos também experienciem. As ruas de outra forma também. Que maravilha. Nos teatro com as ruas, nas ruas também. E nos teatros. E onde a gente puder apresentar. Se for no caso. Ocupar tudo. Aberta as propostas aí também.

O local, assim, que nós pensamos, assim, a primeira vista, né? É o Coreto. Nossa, aquele Coreto é maravilhoso. Ali é o local de maior reivindicação da rua, né? É verdade. O movimento nasceu ali, né? O movimento aqui em Santa Catarina nasceu no Coreto. Não só o movimento nacional, mas como o movimento de luta e defesa, que é um outro movimento da Papi Rua também, né? Então...

Eu sou ali, então eu acho que ali é o nosso foco principal, né? Porque a rua se reúne ali, a rua come ali. Mesmo agora com a proibição de entrega de marmitas, o pessoal ainda come ali, come no terminal, enfim, né? E é um teatro ali, né? É.

Então é isso, então é isso, né? E aí vê o que a gente consegue de aglutinar de pessoas, né? Pra participar, assim. Eu sei que já tem bastante gente interessada, assim. Inclusive pessoas que não estão em situação de rua, mas que querem participar, assim, pra colar junto, porque sentiram, né? Assim que... A empatia, né? A empatia e, pô, quero estar junto e tal, então... Muito legal. Isso também é legal, né? Porque a gente fala de um teatro... Cara, teatro é feito...

pelo ser humano desde muito antes da agricultura, assim, já se fazia teatro, né? Sim. Então, quando a gente fala teatro, é todo mundo que tem vontade de fazer teatro, merece ter espaço e merece ter direito de fazer teatro. Tem que ser pra todo mundo, né? Tem que ser pra todo mundo e, assim, falar do que quiser falar...

Vamos ver o que vai vir de vontade de coisas, assim, para serem ditas, né? Também. Sim, e nasce muita coisa, assim, né? Sim. E você falou do espetáculo, mas então o espetáculo vai ser composto no processo laboratório? Ou ele vai ser... Ou vocês já estão pensando em algum texto, em algo mais específico? Tudo vai vir a partir do...

participantes. O repertório deles, assim. Nossa, que incrível, gente. A partir do que for trazido dessas pessoas que vão participar dos encontros, a gente vai começar fazendo pesquisas de textos, músicas, que tenham a ver com as demandas do que for trazido nas oficinas. Então vai ser uma coisa completamente colaborativa, né?

Nossa, maravilhoso. Vão acontecer quais dias, né? A gente já sabe que vai ser gratuito, né? Aberto pra comunidade. Isso é muito importante, assim. E quais dias que vão acontecer? E horários, assim, né? Vai ter esse primeiro dia, mas outras pessoas poderão chegar depois também, né? Quem não conseguir estar no primeiro dia, como que vai funcionar? A gente combinou de fazer as quintas-feiras, né? Isso.

nas quintas-feiras à tarde, a princípio, né? Mas aí a gente pode conversar depois. Se precisar de mais dias, podemos conversar com o Denilson, né? Que é o coordenador do Arco-Íris. Então, né? Ele foi bem aberto, deixou bem aberto pro projeto.

Todas as tardes de quintas, feiras, então. Isso, entre 15 e 17 horas, né? É. A gente combinou. 15 e 17 horas. E aí depois a ideia é que seja, inclusive, distribuído o vale janta, né? Pra passarela, não sei se isso a Cris... Não é vale janta, é fazer uma parceria com a passarela. Isso, que a Cris comentou. Pra que a coordenação noturna guarde a ficha de janta das pessoas que estiverem fazendo teatro. Isso.

que estiverem participando e que estão acolhidas lá. Sim. Porque eles começam a distribuir fichas muito cedo, então quando chega o horário da janta já não tem mais. E nós vamos mais ou menos até o horário da janta deles. Então essas pessoas teoricamente ficariam sem ficha. Mas aí vocês estão fazendo esse acordo. Então nós vamos fazer esse acordo com a passarela para que as pessoas que fizerem parte do projeto tenham garantido a sua alimentação lá.

Ai, maravilhoso, muito importante, né? E a gente está atrás também de parceria para oferecer, de repente, um lanche na chegada, né? Mas aí o que nós podemos fazer, Tefa, é fazer campanha. Nós temos aí diversos parceiros, nós temos parceria com o Sijus, com o Sintrazen, entre outros sindicatos, que eles podem nos ajudar com isso.

Inclusive, quem estiver ouvindo e puder colar com a galera, se interessar em apoiar o projeto, como que as pessoas podem encontrar vocês aí, para colar junto, para apoiar? Eu que coordeno também as redes sociais do movimento aqui em Santa Catarina. O nosso Instagram é mnpr.sc. Se quiserem nos procurar por lá, tem contato por lá. E me chama lá que aí eu passo o WhatsApp, tudo certinho.

É arroba mnpr.sc. Isso. Maravilha. Bom, a gente vai chegando ao final da entrevista. Muito obrigada por vocês terem vindo até aqui. Então, retomando, né? O projeto vai acontecer às quintas-feiras, à tarde. Vai começar que dia mesmo? Começa dia 21 de maio.

21 de maio. Isso. Das 15 até as 17h30, por aí. 15h30 até 17h30. Maravilha. Vai precisar de inscrição prévia ou o pessoal pode chegar? Só chegar. Só chegar. Só chegar. Maravilha. E aí o Instagram, então, é arroba mnpr.sc. Caso alguém queira acompanhar, apoiar, né? Entra por esse Instagram. Esse Instagram é o Instagram do Movimento Nacional da População e Estação de Rua aqui de Santa Catarina.

Quem entrar em contato nesse Instagram vai falar diretamente comigo, certo? Aí, não sei se a Tefa também já criou um arroba ou alguma coisa? Do projeto? Não, ainda a gente não organiza. A gente primeiro organiza o projeto depois que ele existir. A gente está com ele fixa.

Aí aparece. Ai, maravilha, gente. Parabéns por essa iniciativa. Muito incrível, muito sucesso nessa caminhada. Espero acompanhar vocês também, ver esse processo, ver vocês na rua, ver vocês nos espaços, ocupando com arte, com cena, com tudo. Muito obrigada pela presença. Tefa, Luana. Muito obrigada pelo convite, pelo espaço. Prazer imenso. Muito obrigada. Obrigada. Até me agradecer por essa visibilidade para a população em situação de rua. E esperamos vocês dia 21 de maio.

Estamos apresentando Arte e Cultura.

E tem mais uma edição do Festival Saravá chegando por aí. Vai ser em dezembro. E a Camila conta para vocês quais são as atrações que já estão confirmadas e também que as vendas já estão abertas. Oi, pessoal que está ouvindo a Rádio Desc. Meu nome é Camila, eu sou diretora artística do Festival Saravá e estou aqui para fazer um convite especial para vocês. Nossas vendas já foram abertas para o Festival Saravá 2026, que acontece dia 12 de dezembro.

no Campeche, na Ilha da Magia, nós já lançamos simplesmente duas atrações maravilhosas, seu Jorge e Gabi Amarantes com seu rock doido direto do Pará, aqui para Florianópolis, e vem muita coisa boa ainda por aí, e você é nosso convidado para saravar com a gente, com a energia lá em cima.

Então entra agora no nosso link de vendas que está na bio do Instagram, arroba Festival Saravá, e vem ser feliz com a gente. É com essa notícia do Festival Saravá e na expectativa de quais serão os outros artistas que virão para esta edição, é que a gente encerra o Arte e Cultura de hoje. Desejo a todas, todos e todes uma ótima noite e espero vocês na próxima sexta-feira para mais uma edição do programa. Tchau e até lá!

Arte e Cultura.