Episódios de Livros para Empreendedores

Aperte o F5 | Satya Nadella

04 de maio de 202618min
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Neste livro analisamos algumas ideias do CEO da Microsoft, falamos sobre criar o ambiente ideal para cada pessoa, liderança com personalidade, atualizações constantes e outras ideias para a sua gestão. Espero que gostem!

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Assuntos7
  • Atualizações de plataformas digitaisConceito de atualização como melhoria contínua · Diferença entre atualização e transformação completa · Aplicação em empresas e operações
  • Importância do Posicionamento Pessoal da LíderImportância de ter crenças e opiniões informadas · Cultura de experimentação e teste · Autonomia e tomada de decisão da equipe · Líder neutro vs. líder com personalidade
  • Operacionalização das EquipesOtimização de reuniões e compromissos · Alocação de tarefas e desenvolvimento de habilidades · Ambiente e rotina para desenvolvimento de pessoas
  • Evolução e cooperação na naturezaIntegração de sistemas entre empresas concorrentes · Exposição máxima ao público · Visão de ecossistema em vez de competição individual
  • Como não se perder com o sucessoPerigo da inércia em grandes empresas · Exploração de novas áreas e hipóteses · Cultura de experimentação vs. medo de errar
  • Recomendações para EmpreendedoresAprendizado com líderes e CEOs · Desenvolvimento profissional através da leitura
  • Escuta ativa e empatiaPerspectiva do cliente na formulação de perguntas · Identificação de atritos na jornada do cliente · Simplificação de processos e percepção de valor
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Então olha só, o sucesso passado não é um troféu no qual eu tenho que ficar mostrando para todo mundo. Ele é muito mais uma hipótese que o meu trabalho é reavaliar. Será que isso aqui ainda está dando certo?

Beleza, pessoal? Sejam muito bem-vindos a mais um poderosíssimo episódio de Livros para Empreendedores, o maior e melhor podcast de livros do país. Hoje estou aqui com o livro Aperte o F5, do CEO da Microsoft. Isso mesmo. Vamos ver como pensa Satya Nadella, o que ele considera ser essencial para a gestão de um negócio e o que podemos aprender com esta leitura. Mais uma vez, pessoal, vejam.

O poder dos livros. Estamos falando da Microsoft. O que um CEO desses pensa? Quais decisões ele toma? E quero começar pelo título, porque aqui já temos uma grande ideia. Aperte o F5. O que significa isso? Bom, é a tecla que usamos para atualizar uma página. Então, você está usando o computador, sente que ele está meio travando, meio devagar. Aperta o F5 para que aquela página atualize e eu continue usando ela da melhor forma. Inclusive...

Algo que vemos muito aqui no livro é a questão da atualização. Imagine chegar no lugar que já foi ocupado por Bill Gates, em uma empresa que revolucionou o mundo. Muitos diretores poderiam apenas pensar, bom, eu só tenho que manter tudo igual e vai dar certo. Mas não foi isso que aconteceu com o Nadella. E alguns dizem que ele...

foi a salvação que a operação estava precisando. F5, corrigir erros, buscar atualizações. Percebam como isso é necessário até mesmo em uma empresa desse tamanho. Na nossa realidade, no nosso mercado, o que conseguimos ver é que muitas vezes a pessoa está fechando novos clientes, está com a sua operação funcionando bem e ela pensa, bom, já entendi meu negócio, dominei tudo, agora é só replicar que vai dar certo.

Mas ao longo das semanas, dos meses, pequenos erros vão aparecendo e se dar conta que, opa, preciso dar um reset aqui, preciso apertar esse F5. Isso é um hábito essencial. Mas qual que é o grande truque aqui? Qual que é a grande armadilha, digamos assim? Bom...

Perceba que estou usando a minha internet, escrevendo alguma coisa e eu me dou conta que começa um delay. Clico para enviar, mas não envio. Mexo o mouse, mas ele realmente só passa na tela depois que eu já mexi. Então, opa, peraí. Vou dar um F5 aqui, vou atualizar a página. E nesse exato momento, o que eu estou vendo é o mesmo site, o mesmo sistema. Realmente nada mudou, porém, alguns erros internos foram corrigidos e com isso a página está atualizada.

Muitos profissionais cometem o erro de associar atualização com transformação completa. E com isso, não mudam nada. Mas atualizar não significa mudar tudo. Apenas buscar possíveis melhorias naquele momento. Então, pego informações da equipe, vejo como os clientes estão sendo atendidos, leio talvez até mesmo avaliações no Google, ouço o que as pessoas estão falando nos corredores, junto tudo isso e passo como se fosse um scanner em busca de pequenos alertas.

talvez aquilo ali precise mudar e pronto, isso é uma atualização nesse exato momento, por exemplo gravando esse áudio pra vocês hoje mesmo, meu celular decidiu atualizar alguns aplicativos então assim que ficou pronto, abri eles e disse, bom, vamos ver o que muda porém estavam todos iguais a nossa expectativa é sempre dizer atualizou, então com certeza agora mudou a logo da marca o nome do aplicativo, como se posta foto, como se usa e também também

Mas atualizações não são grandes transformações. Na maior parte das vezes, ao olhar de fora é tudo igual. Porém, alguns erros internos foram atualizados.

O questionamento então é o seguinte, em qual versão a sua operação está? Será que ela está na mais atualizada possível ou precisa de pequenos ajustes? É isso que o título nos diz com um aperte o F5. Faça assim como se fosse um scanner, procure pequenas coisas para resolver e a partir daí sim, bom, estou com a minha operação atualizada.

Uma das atualizações que o autor fez na empresa foi, primeiro de tudo, olhar os compromissos que as equipes tinham e depois perguntar, isso aqui está enfraquecendo o time ou fortalecendo ele? Então tinham reuniões para apresentar relatórios mensais. Bom, precisa ser a equipe inteira ou pode ser apenas um representante? Precisa ser sempre no final do mês? Ou pode ser assim que foi finalizado aquele projeto?

Tem que ser uma apresentação ou pode ser uma simples conversa de 15, 20 minutos? Como podemos fazer com que essas reuniões ocorram? Mas da melhor forma possível para aquela equipe. Então depois passamos para outra área. A relação entre esse time e o cliente que eles estão cuidando.

Olhando para as pessoas da produção, eu tenho que me questionar se é melhor essas figuras estarem por dentro dos números e da relação direta com o cliente, ou é melhor deixar eles mais na parte interna trabalhando e definir certas pessoas para aí sim estar falando com os clientes. Eu não posso pegar uma peça fundamental daquele time, que é criativa, que precisa do seu espaço, e colocar ela em outras tarefas, isso não faz sentido.

Meu papel como líder é ver a rotina das pessoas da empresa e questionar. Isso aqui é um bom uso do tempo delas ou não? Já sabemos que o trabalho como líder é encontrar o melhor de cada pessoa, já falamos isso inúmeras vezes, mas a grande questão e mais prática de todas é...

Como se tira o melhor de uma pessoa? E aí nos damos conta que não é apenas dando um conselho um dia ou outro, mas oferecendo uma rotina onde ela tenha esse espaço real para se desenvolver. Isso significa obter o melhor de cada pessoa, não por causa de uma única ação que eu fiz, mas sim por oferecer para ela o ambiente e a rotina adequada.

para que ela desenvolva cada vez mais essa habilidade. Depois o autor também compartilha um fato muito importante, inclusive aqui onde entra um pouco da sua mão nessa salvação da Microsoft, foi a questão de reduzir o apego ao sucesso passado. O que significa isso? Bom, no dia a dia de uma startup, por exemplo, você está em risco hoje.

Mas estamos olhando para o futuro, estamos buscando novas oportunidades, ok. Agora, no dia a dia de uma empresa gigante como essa, você hoje não está em risco, porque existe caixa, segurança e tudo bem. Mas as pessoas não estão mais olhando para o que pode ser feito. Estão apenas sentadas na cadeira falando sobre tudo que já fizeram. E isso é um problema. Na dela via que existiam ideias promissoras, e isso é um problema.

que certas equipes compartilhavam, mas os decisores sempre diziam isso não se encaixa no que fazemos. E aí é onde entra um pouco do pensamento dele. Ter um modelo de negócio bem consolidado é ótimo, mas isso não pode se tornar uma barreira para explorar novas áreas. Se eles dependem de vender o pacote office ou a rouba de um email personalizado nos anos 2000, isso poderia ser algo super moderno. Mas hoje...

a empresa não pode mais depender disso. Com esse incentivo mais forte do Nadella, a empresa passou por uma nova rotina. Então, se antes o dia não era muito movimentado, apenas faziam aquilo que fizeram nos últimos 10, 15 anos, agora a cultura era de experimentação, testar novas hipóteses,

e ver, na realidade, o que os usuários achavam melhor. Tem uma frase aqui bacana onde ele diz que o sucesso passado não é nada mais do que uma hipótese que precisa ser reavaliada. Opa, então olha só. O sucesso passado não é um troféu no qual eu tenho que ficar mostrando para todo mundo.

Ele é muito mais uma hipótese que o meu trabalho é reavaliar. Será que isso aqui ainda está dando certo? Olhe para seus produtos, serviços e se pergunte. Será que eu estou vendendo algo que não é atualizado há muito tempo? Pode ser o escopo das entregas, pode ser o preço, pode ser a forma com que esse trabalho é feito.

Analise o que você faz e da forma que você entrega agora, busque formas de experimentar novos caminhos e preste atenção no que os clientes estão falando. Citando já os clientes, anotei também uma parte onde ele fala sobre as novas perguntas.

Percebam que se eu sempre me faço a mesma pergunta, o pensamento para responder segue sendo o mesmo. Mas se eu mudo a pergunta que faço, minha perspectiva para olhar a situação é outra. O que o autor nos traz aqui nessa parte das perguntas é a questão da empatia. E de uma forma prática, a reformulação dessas perguntas.

deve ser pelo ponto de vista do seu cliente, não do seu ponto de vista como vendedor, como líder, como gestor, como alguém que criou um produto e quer fazer com que as pessoas comprem ele. Porque se você pensa como eu posso vender mais, é uma pergunta do seu lado. Agora, se eu penso o que o cliente faz na rotina dele que pode ser facilitado, se eu fosse o cliente, por que eu não compraria esse meu produto? Por que eu optaria pela empresa X?

ao invés de comprar dessa nossa empresa aqui, use a empatia como base de perguntas que te ajudam a moldar o negócio. E empatia aqui não estamos falando de uma forma ampla em se colocar na vida dele, não. Mas eu preciso ser específico com aquele momento que o cliente está passando. Meu cliente é o Carlos. Não vão me colocar na vida inteira dele, mas na realidade é de que bom.

Eu sou o Carlos e trabalho com isso aqui. Procuro fazer isso e as opções disponíveis no mercado são essas. É isso que eu preciso ter em mente.

Essa relação exata entre momento de compra, contexto do mercado, opções disponíveis e a partir daí eu me questiono. Eu, sendo essa persona, com essas informações, compraria de mim? E essas perguntas de empatia não são apenas para novos clientes. Falando em atualização, também temos aquelas para ajustar sua forma de entregar aos clientes que já estão dentro do seu negócio. Então primeiro...

O que ele está realmente tentando resolver aqui? Quando nos contrataram? O que eles buscavam de facilidades? Depois, inclusive, podemos prever o que lá na frente faria a nossa relação estar tão forte.

Então, onde o meu cliente pode estar perdendo tempo ou confiança? Essas perguntas são úteis para que eu visualize a rotina dele com a gente e ajuste esses pequenos atritos que podem ser gerados. E uma outra pergunta que busca simplificação agora seria se tirássemos metade do que fazemos, o valor principal ainda existiria? Então, digamos que você oferece um serviço no qual precisa um pouco do envolvimento daquele cliente.

É um trabalho de ambas as partes. Minha atualização deve ser a busca por menor esforço dele. Assim a percepção de valor é maior. Se isso não acontece, o cliente vai dizer Poxa, contratei vocês para facilitar a minha vida e estão toda hora me pedindo coisas. Por isso o questionamento sobre esse valor principal que está sendo entregue. Seu trabalho é simplificar o processo da entrega.

Outra ideia que mudou completamente foi a de abandonar a ideia do ganhar sozinho. E pensar mais em um sistema ou em uma rede maior. Me explico. A Microsoft tinha suas questões com a Apple e com o Google. Basicamente, se um ganhava, os outros perdiam e assim ia a competição. Então a estratégia foi. Porque ao invés de competir por espaço, não integramos os sistemas. Então você pode ver que hoje em dia aplicativos da Microsoft rodam bem na Apple.

Eles abriram algumas plataformas para que sejam contratadas, por mais que aquele usuário esteja vindo de outro lugar. O grande aprendizado de tudo isso é que um bom negócio deve estar exposto ao máximo de pessoas possíveis, e não se fechar ao máximo para ganhar sozinho. É como se a Coca-Cola vendesse apenas na loja da Coca-Cola. É muito melhor eu me concentrar em produzir o que realmente gera valor para a marca, que é o produto.

e buscar outras formas de aparecer para o maior número de pessoas possíveis. Esse tipo de parceria, integração, como quiser chamar, mostram como se fosse um país. Perceba que os países têm suas fronteiras, mas eles podem comprar de um lugar, produzir internamente, vender para outro. Isso é um país que tem suas fronteiras abertas. Se eu não sou um país que me fecho 100% porque eu quero ter meu mérito próprio,

Pode ser que um dia funcione, mas com certeza eu vou ter muitas oportunidades. Se eu estiver aberto a conversar e negociar com o mundo inteiro, a visão que ele nos traz aqui é de não pensar apenas como empresa, mas de olhar para o ecossistema que pode ser criado. Porque uma vez que isso acontece, temos um potencial muito maior a ser explorado.

Antes, se eu sozinho gerava 10x, um ecossistema bem montado tem potencial de gerar 90, 120x, porque todo mundo ali dentro está produzindo muito mais. Pensar em ecossistema e alcance com cooperação seletiva. Essa foi uma boa ideia que destaquei.

No livro também encontrei a questão da liderança neutra. Alguns profissionais de cargos importantes podem pensar que quanto mais neutro eu for, melhor para a empresa. Bom, Nadella discorda disso. Ele diz que é importante você ter suas crenças e opiniões bem informadas sobre o mundo e compartilhar isso ao máximo dentro da empresa.

Uma das características dele é o comportamento de dizer, claro, vamos testar e ver o que acontece, não tem problema. Esse inclusive foi um dos principais trabalhos que ele buscou desenvolver mais na cultura da Microsoft. O hábito de testar e pensar em coisas novas. Antes dele, a maior parte das respostas era, vamos analisar.

Mas ele se deu conta que, inclusive, mais um bom ensinamento do livro, que mais empresas fecham por inércia do sucesso do que por erros. Ou seja, é pior seguir o mesmo de sempre na inércia do que tentar algo diferente e ter esse pequeno erro. Então, com a crença constante de aprendizado contínuo,

As próprias pessoas desenvolveram um certo nível de autonomia. E era justamente isso que ele estava buscando desde o início. Com uma grande equipe, as pessoas precisam sentir que estão no lugar de testar, aplicar e obter novas respostas por conta própria. Basicamente, a ideia é, garanta o básico bem feito, lógico. Não podemos errar no óbvio, mas também busque algumas coisas diferentes. Para isso, ele garante que toda a cultura daquela operação pense, isso aqui é melhor para o cliente?

Se for, tudo bem. Porque pessoal, dificilmente alguém irá sugerir uma mudança que diga, bom, tive uma ideia, precisamos de um trilhão de dólares. Isso não existe. Normalmente, aquele profissional que está ali fazendo o seu trabalho, seus testes vão ser de bom. Eu acho que esse botão pode vir mais para a esquerda, ao invés de ficar centralizado. Esse código aqui que eu desenvolvi, eu acho que ele vai ficar melhor dessa forma.

A gente tinha traçado essa estratégia de divulgação, mas talvez se a gente falar com estas outras mídias pode ser melhor. Então ótimo, ajustes, testes, mudanças. Façam o que vocês acreditam. E vocês têm essa liberdade porque todos estamos de acordo que o centro de tudo é fazer o que achamos melhor para o cliente. E com isso, uma certa barreira de aprendizado se abre. Agora, um líder neutro, o que ele não passa é a confiança da responsabilidade.

Então você chega lá todo empolgado e diz, eu tinha pensado em fazer tal mudança, o que você acha? E ele diz, vamos analisar.

Não, mas eu tinha pensado se seria melhor. Vamos analisar? Uma certa falta de crença, opinião, personalidade, torna ainda mais difícil uma situação que exige decisões das pessoas sem a sua presença. Veja, sei bom isso. Esse é um exemplo bem fácil que todo mundo já vivenciou alguma vez. Esse conhecido não está presente com você, mas te perguntam algo sobre ele. Você precisa responder, então, qual que é a linha de pensamento? Muito bem.

Eu conheço ele, ele vai preferir XYZ. Tenho certeza que essa seria a escolha dele. E por que conseguimos decidir pelo outro sem a presença dele? Porque você diz, já o conheço, sei que ele gostaria mais dessa opção. Nadella nos diz que com o líder é a mesma coisa. Ele não vai poder estar presente em cada micro decisão do dia a dia da operação. Então, se eu preciso que as pessoas sejam aptas a tomarem decisões por mim,

Eu tenho que mostrar quem eu sou, como eu penso, o que eu acredito. Ou seja, se minha equipe me conhece, qualquer um ali sabe o que eu faria nessa situação. Agora, isso é possível se o líder for neutro? Não. Muito bem. Se eu não conheço ele, a pressão aumenta. A decisão se torna mais difícil, eu não sei o que é certo ou errado. Por isso, um líder com personalidade, crenças e que se faz ser conhecido pela equipe, e que se torna mais difícil, eu não sei o que é certo ou errado.

É um passo essencial para que as pessoas tomem decisões mais alinhadas com o que você acredita ser o melhor para aquele negócio. E a partir daí sim, o pensamento do líder começa a influenciar de forma positiva a cultura de toda a operação.

E beleza, pessoal? Esse foi o episódio de hoje. Mais uma vez, vejam que oportunidade que temos de aprender com um líder desses. Os livros realmente vão te colocar em outro nível como profissional. E um aviso importante que essa semana o Leitura Ficaz ficou pronto. Então, se você busca garantir um hábito sólido de leitura...

Nessas aulas eu te mostro todo o meu passo a passo de como faço para ler e resumir um livro por semana aqui no canal. Diversos profissionais já estão se tornando leitores eficazes e você também pode contar com esse hábito tão valioso. Além de, claro, meu suporte direto para qualquer dúvida. Caso seja do seu interesse, o link está aqui na descrição do episódio. E agora sim nos vemos em uma próxima de livros para empreendedores. Valeu!

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